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TRABALHO DE: ANA CATARINA FIGUEIREDO Nยบ9547 VITร“RIA VIEIRA Nยบ 10740


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PROPOSTA:

1.1 1.2 1.3 1.4 1.5

LAYOUT DISTRITO LAYOUT CONCELHO CONTEÚDO CONCELHO

1.6

LAYOUT PONTE MEDIEVAL

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CONTEÚDO PONTE MEDIEVAL

LAYOUT PEGA-AZUL CONTEÚDO PEGA-AZUL


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Conteúdo Distrito

Artesanato O Concelho de Almodôvar é bastante rico no que diz respeito às artes tradicionais pouco conhecidas do público, onde nascem peças únicas das mãos do artesão e que são inspiradas no imaginário popular e nos costumes desta região. Algumas destas artes já desapareceram e outras encontram-se em vias de extinção, facto que deriva do aparecimento de novas tecnologias e da produção industrial em massa, a qual prima pela quantidade…em prejuízo da autenticidade. Calçado, cadeiras, queijos, meias de linha, mantas de lã, albardas e malhins, aguardente de medronho, bonecas, miniaturas, mantas de retalhos, mel e seus derivados, trabalhos em tear, ferraria, fabrico de linho, fabrico da cal, latoaria, cestos , colchas de linho, carroças, telhas de canudo…tudo se fazia no Concelho de Almodôvar há pouco mais de 25 anos… Existia uma variedade imensa de artes e ofícios, de entre os quais se destacavam os sapateiros, as tecedeiras, os ferreiros, os latoeiros, os padeiros, os moleiros, os albardeiros, os alfaiates, os apicultores, os cesteiros, os tosquiadores e os abegões. A indústria do calçado artesanal teve grande impacto no Concelho almodovarense e há cerca de 50 anos eram mais de 60 os sapateiros. De referir que existiu em Almodôvar, o primeiro Sindicato Nacional de Sapateiros, fundado em 1942, o qual chegou a ter 200 associados, facto bem demonstrativo da importância que este ofício assumiu. Hoje, ainda se encontram alguns sapateiros artesanais que se encontram no activo. Actualmente, das restantes artes e ofícios, há que destacar as mantas de lã e de retalhos, os artigos de cartucheira, os trabalhos em latoaria e a cestaria que saem das preciosas mãos dos artesãos e que se transformam em memórias inesquecíveis da tradição e cultura do povo almodovarense.

O Sobreiro O sobreiro, sobro, sobreira ou chaparro (Quercus suber) é uma árvore da família do carvalho, cultivada no sul da Europa e a partir da qual se extrai a cortiça. O sobreiro é, juntamente com o Pinheiro-bravo, a espécie de árvores mais predominante em Portugal, sendo mais comum no Alentejo litoral e serras Algarvias. É devido à cortiça que o sobreiro tem sido cultivado desde tempos remotos. A extração da cortiça não é (em termos gerais) prejudicial à Quercus suber (Algarve, Portugal) árvore, uma vez que esta volta a produzir nova camada de “casca” (súber) com idêntica espessura a cada 9 - 10 anos, período após o qual é submetida a novo descortiçamento. O sobreiro também fazia parte da vegetação natural da Península Ibérica, sendo espontâneo em muitos locais de Portugal e Espanha, onde constituía, antes da acção do Homem, frondosas florestas em associação com outras espécies, nomeadamente do género Quercus. A finalidade da cortiça é o fabrico de isolantes térmicos e sonoros de aplicação variada, mas especialmente na produção de rolhas para engarrafamento de vinhos e outros líquidos. Portugal é o maior produtor mundial de cortiça. As folhas do sobreiro medem 2,5 a 10 cm por 1,2 a 6,5 cm, e são de cor verde escura e sem pelos. Têm forma denticular, uma nervura principal algo sinuosa e 5 a 8 pares de nervuras secundárias. O fruto, como em outros carvalhos (Quercus spp.) é a bolota, também conhecida por lande ou ainda (mais correctamente) glande.

Área de ocorrência do Sobreiro (Mediterrâneo ocidental).

Distribui-se essencialmente pela Península Ibérica e por alguns locais mais húmidos do norte de África. Em Portugal predomina a sul do rio Tejo, surgindo naturalmente associado: ao pinheiro-bravo nos terrenos arenosos da Península de Setúbal, Vale do Sado e no barlavento algarvio; à azinheira azinheira (Quercus ilex) nalgumas regiões do interior alentejano, zona nascente da serra algarvia, Tejo Internacional e Douro


Internacional; ao carvalho-cerquinho (Quercus faginea) na Estremadura, Alentejo Litoral e Monchique; ao carvalho-das-canárias (Quercus canariensis) na região de Odemira-Monchique; ao carvalho-negral (Quercus pyrenaica) em alguns pontos da Beira Interior e Alto Alentejo, como as Serras da Malcata, São Mamede e Ossa. Surge ainda em alguns pontos de clima atlântico com pluviosidades extremamente elevadas, como na Serra do Gerês, onde predomina nas encostas mais soalheiras.

Gastronomia Bolos de Mel

Várias espécies de árvores em Portugal. Legenda: Quercus robur Quercus pyrenaica Quercus faginea Quercus ilex Quercus suber

Costas

O sobreiro é uma espécie que requer umidade e solos relativamente profundos e férteis, embora também tolere temperaturas altas e períodos secos de três a quatro meses, típicos do clima do sul de Portugal. Nas regiões a sul do Tejo o sobreiro comporta-se como uma espécie de folhagem persistente e possui folhas mais pequenas, rijas e escuras; quando surge nas regiões do norte do país, onde é menos frequente, tem um comportamento ligeiramente marcescente, e folhas maiores, mais finas e claras. De uma forma geral, em Portugal o sobreiro predomina no Alentejo litoral, Península de Setúbal, Baixa Estremadura, serras algarvias (com excepção das regiões próximas do Guadiana) e parte do Ribatejo, tendo núcleos dispersos no resto do país. Simbologia Em 2007 foi cunhada uma moeda comemorativa da presidência portuguesa do conselho da União Europeia, cujo tema principal é um sobreiro.Em 21 de dezembro de 2011 a Assembleia da República aprovou um projeto de resolução que declarou o sobreiro como "árvore nacional". O sobreiro ocupa uma área de cerca de 737 000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006.

Mel


Nógados

Pastéis de Requeijão

Pupias Caiadas

Açorda de Perdiz

Enchidos

Ensopado de Borrego

Salsicharia

Sopa de Lebre

Queijos

Medronho


Museu da Escrita do Sudoeste

Estela com escrita do sudoeste O Museu da Escrita do Sudoeste localiza-se na vila de Almodôvar, Distrito de Beja, Portugal, dedicado à Escrita do sudoeste. O museu está instalado no edifício do antigo Cine-Teatro Municipal, em pleno centro histórico de Almodôvar. Abriu ao público em 29 de Setembro de 2007. A colecção permanente do museu tem cerca de 20 peças, entre elas um espólio permanente de 16 estelas descobertas no núcleo arqueológico de Almodôvar. A sua peça mais notável é a Estela de São Martinho, achada no sítio arqueológico de São Marcos da Serra, em Silves, com cerca 60 signos, considerada uma das inscrições mais extensas de Escrita tartéssica ou Escrita do sudoeste.


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A Pega-azul: descrição da espécie A Pega-azul (Cyanopica cyanus Pallas, 1776) insere-se na família Corvidae. Esta é a única espécie do género Cyanopica. São reconhecidas nove subespécies, das quais apenas a C. c. cooki é endémica da Península Ibérica. Todas as restantes sub-espécies ocorrem na Ásia.

Caracteristicas físicas:

coberturas alares são da cor do dorso), bem como as rectrizes. - As patas e o bico são pretos.

Diferenças entre os sexos: - O dimorfismo sexual é quase inexistente, havendo, contudo, algumas diferenças entre os dois sexos no que respeita às medidas. - Geralmente, as fêmeas apresentam medidas inferiores às do macho, exceptuando o bico.

Diferença entre idades: - Os juvenis são parecidos com os adultos, apresentando na globalidade um tom mais escuro (baço) na plumagem. - Têm a cauda mais curta e arredondada na extremidade, apresentam uma plumagem mais clara na zona da coroa (o que permite uma fácil identificação) e evidenciam uma banda amarelada na zona do manto.

Caracteristicas psicológicas:

Corpo: É um pequeno e elegante Corvídeo cujo comprimento varia entre os 31-35 cm, metade do qual (cerca de 16-20 cm) pertence à cauda. Apresenta uma envergadura de 38-40 cm e o seu peso ronda os 65-85 g. Tem um ágil. Em boas condições de visibilidade é, contudo, inconfundível.

Cores:

- A plumagem de um adulto evidencia um lindíssimo azul celeste nas asas e cauda. Outra característica muito própria é o seu “capuz” preto, que é formado pela coroa, nuca e face. - O dorso, o uropígio e as coberturas supracaudais são cinzento-acastanhados (aspecto pardo). - As rémiges são azuis (as terciárias, grandes coberturas e grandes coberturas primárias podem, em voo, apresentar cor preta na parte interior; as restantes

- A Pega-azul é uma espécie sociável e colonial. Habitualmente vê-se a esvoaçar em bandos, cujo número pode variar de três indivíduos a dezenas deles, consoante a época do ano e o local. - Esta organização permite uma defesa do território perante outros bandos ou perante predadores/intrusos. - Há inclusivamente quem defenda que esta organização lhes permite desenvolver uma estratégia de caça em grupo, levada a cabo sob pequenas aves. Contudo, tal nunca foi observado durante o decorrer do trabalho.

Comunicação:

- Os diferentes indivíduos de um bando comunicam muito entre si, através de diversas vocalizações, o que os torna numa espécie muito distinta. Após algumas sessões de observação do comportamento, é fácil identificar-se vocalizações de alarme, vocalizações durante o voo, vocalizações durante a alimentação.

Acasalamento: - O sistema de acasalamento é essencialmente monogâmico(so tem um parceiro), mas o par pode receber ajuda de outros membros do bando. Geralmente a nidificação é feita em colónias. Como existem diferenças entre a dimensão de cada bando, também existem diferenças no número de casais que nidifica numa colónia.


Construção do ninho: - Normalmente, as colónias de nidificação são compostas por três a dezasseis casais nidificantes, que constróem ninho em árvores ou arbustos diferentes. Os territórios de nidificação têm muito pouca ou nenhuma sobreposição entre si, pelo que a distribuição das colónias de nidificação é descontínua. - Geralmente o ninho é construído em ramos que tenham a forma de forquilha, na periferia da copa, em relação ao tronco, e numa zona média da copa, em relação à vertical. O ninho é camuflado pela folhagem da árvore. O ninho pode ser construído em diversos tipos de árvores, consoante a zona em causa. Assim, há referências e registos de ninhos construídos em pinheiros, sobreiros, azinheiras, oliveiras, laranjeiras, eucaliptos, plátanos. Os diversos ninhos de uma colónia estão separados em árvores adjacentes, sendo raros os casos em que existem dois ninhos numa mesma árvore. Geralmente, a altura ao solo varia entre os 5 e 7m. O ninho é construído todos os anos, e é constituído por pequenos galhos, musgo e raízes com alguma lama misturada. A rigidez do ninho resulta essencialmente do encaixe que é feito nos ramos em forma de forqueta. A cama do ninho é revestida com pêlos, fibras de plantas e musgo. O diâmetro do ninho é em média de 18,4 cm (diâmetro interno cerca de 10,5 cm), a altura é em média de 11,6cm e o peso médio é de 221g. A construção do ninho demora 10 a 18 dias e é feita quer pelo macho, quer pela fêmea, podendo estes receber ajuda de outros indivíduos.

Reprodução:

A época de reprodução inicia-se por meados do final de Abril ou início de Maio. A incubação dura cerca 15 dias e é apenas realizada pela fêmea. O tamanho das posturas tem um valor médio de 6 a 7 ovos, e pode variar entre os 4 e os 9 ovos, havendo variações inter e intra-anuais. - Segundo Carlos de la Cruz, a taxa de eclosão ronda os 57% (sendo a predação e o abandono da postura as principais causas do insucesso) e cerca de 72,18% das crias nascidas chegam a completar o seu desenvolvimento no ninho.

Mobilidade:

- Em termos de mobilidade, esta é uma espécie relativamente sedentária, sendo possível encontrar-se bandos nas mesmas localidades, ao longo do ano.

Alimentação:

Em termos de regime alimentar, a Pega-azul está referenciada por alguns autores como essencialmente insectívora, e como omnívora, por outros, já que também consome frutos e bagas silvestres. A dieta deste corvídeo foi um dos objectos de estudo deste trabalho, por isso este tema irá ser amplamente abordado adiante, com as devidas referências ao tipo comportamento observado durante a alimentação.

Habitat: Espécie localmente abundante, a pega-azul distribui-se pelas zonas de influência mediterrânica e ocorre sobretudo em zonas do interior, de norte a sul, e em alguns locais do litoral. A Pega-azul apresenta uma distribuição alopátrica, com um núcleo populacional no Este da Ásia (Sibéria,China, Coreia e Japão). Ao nível da Península Ibérica apresenta abundâncias máximas no Alentejo, Extremadura e Serra Morena.A norte distribui-se até Trás-os-Montes, em Portugal., Zamora, Valladolid e Burgos. Este apresenta como limite o vale do Ebro. Em Portugal marca presença nas zonas raianas de Trás-os-Montes, Beira Alta, Beira Baixa, bem como no Alentejo e Algarve. Já nos finais anos 50, Santos Júnior tinha registado a presença da espécie na zona de Barca d’Alva. Em breves inquéritos que realizou, na altura, conseguiu apurar que ali aparecera depois da I Grande Guerra e que o máximo demográfico teria sido atingido entre 1930 e 1940 (Santos Júnior 1965). Também nas zonas da Guarda, Sabugal e Idanha-a-Nova as espécies foram observadas na década de 60 (Santos Júnior 1965). Há igualmente referências da Pega-azul estar presente no Algarve no início do Século XX e de serem abundantes na região por meados dos anos 40 (Neves 1984). Recentemente, e no âmbito desta problemática da distribuição, foram desenvolvidos estudos ao nível da biologia molecular envolvendo a sequenciação de DNA mitocondrial a partir de amostras de sangues de indivíduos de diferentes subespécies,bem como de indivíduos de diferentes zonas da península ibérica. Este trabalho evidenciou que a Pega-azul é um espécie autóctone da península ibérica. Para além disso, o autor realça o facto de as diferenças moleculares entre as subespécies asiáticas e a subespécie ibérica serem de aproximadamente 6% e levanta a hipótese de atribuição do estatuto de espécie a esta última (Cardia 2001). Esta espécie apresenta quer a nível nacional, quer europeu, um estatuto de conservação de Não Ameaçado. Em termos de protecção por convenções internacionais é uma espécie que consta no Anexo II da Convenção de Berna (Cabral et al 1990, Bird Life International/European Bird Census Council, 2000).


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Conteúdo do Layout Ponte Medieval

- Poço de sacoto: As inquirições de 1375 ”que avia hij [em Almodôvar] el rey huum ferreieall que jaz caminho do Algarue aalem da vila a par do poço”, ainda hoje visível junto à ponte e denominado Poço do Sacoto, referência esta que parece indicar que é obra posterior.

- Mapa estradas romanas - importante ligação entre Beja e Algarve Existe uma grande possibilidade que neste local tenha existido um elo de ligação ao estilo romano. nomeadamente, uma ponte. Revelando assim a importância de Almodôvar como local estratégico nas vias entre Beja e Algarve através de estradas Romanas.

- Texto de Apresentação/Geral da Ponte: Situada a leste da vila de almodovar e construída sobre a ribeira de cobres em idade desconhecida na idade média (séc. XII ou XIII). A ponte tem 25 metros de comprimento e 3,60 metros de lagura.

- Arquitetura Românica: É o estilo arquitetonico que surfiu na europa no século X, com transição para o gótico no séc. XII. Caracteriza-se por construções austeras e robustas, com paredes frossas muito resistentes. O sistema estrutural é conseguido atraves de contrafortes para suportar peso., paredes compactas, cobertura em aboboda de canhao e aboboda de aresta na nave central.

- Arquitetura Romanica aplicada à ponte:

Almodôvar  

almodôvar ffffffffff

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