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CAROLINE MADERIC Portfรณlio de Arquitetura e Urbanismo


CAROLINE MADERIC carolinemaderic@yahoo.com.br

| FORMAÇÃO Fev 2011 /Dez 2016 Graduação em Arquitetura e Urbanismo na Universidade São Judas Tadeu - Cam-

pus Mooca, São Paulo.

| EXPERIÊNCIA PROFISSIONALL Dez 2014 / ATUAL

Encarregada de Equipe na Prefeitura de São Paulo, antiga Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU) atual Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), Departamento de Controle da Função Social da Propriedade (DCFSP), Centro, SP.

| QUALIFICAÇÕES DESENHOS, MODELAGENS E MAPAS AutoCad

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GRÁFICOS E EDIÇÕES

Ago 2014/Dez 2014 Estagiária no Laboratório Empresa da Universidade São Judas Tadeu (LABEMP),

Mooca, SP.

Mar 2014/Jun 2014 Estagiária no Escritório Sérgio Santana Planejamento e Desenho da Paisagem,

Água Branca, SP.

Fev 2012 /Fev 2014 Estagiária na Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Urbanismo e Licen-

ciamento (SMUL), Departamento de Uso do Solo (DEUSO), Centro, SP.

Fev 2011 /Jun 2011 Estagiária na Ibiza Acabamentos, Pinheiros, SP.

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| PRINCIPAIS REALIZAÇÕES E PARTICIPAÇÕES IDIOMAS Participação na Conferência Municipal da Cidade de São Paulo. Curso de representação arquitetônica {CURA} Participação (em equipe) no Atelier Ensaios Urbanos: experiências projetuais de aplicação dos princípios e regras de uso e ocupação do solo, contidas no novo Plano Diretor Estratégico, organizado pela SMDU, atual SMUL. Programa Voluntário de Iniciação Científica (PVIC) em Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Arquitetura Contemporânea no Brasil. Linha de estudo: Habitação Social e Política Habitacional sob orientações de Ana Paula Koury.


01.

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

02.

CONCURSO URBAN 21 / 2016

03.

CONCURSO URBAN 21 / 2015


1. TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO PROJETO URBANO: ENSAIOS SOBRE FORMA, PROGRAMA E VIDA URBANA NA METRÓPOLE Hipóteses do Real A investigação das estratégias de transformação urbana parte de um exercício de percepção exercido diariamente, caminhando pela cidade e notando a forte presença de áreas ociosas em regiões dotadas de infraestrutura enquanto muitos residem em áreas de risco e de preservação ambiental, pensando assim a cidade através de intervenções e suas atuais estratégias de ocupação e aproveitamento do solo urbano. Caso específico e estudado na área de várzea da Barra Funda, região entre os viadutos Pompéia e Antártica que apresenta certa concentração dessa ociosidade. Trata-se de uma proposta de reestruturação urbanística que passa por um processo de projeto divido em partes, em que a primeira, de forma preliminar, se pauta no estudo da transformação e caracterização do território que proporcionaram a identificação de condicionantes projetuais, seguidas da aplicação de métodos de análise urbanística como fundamentação de uma proposta de intervenção. A utilização dos métodos de análise urbanística é considerada ação estratégica do processo de projeto, possibilitando maior compreensão da dinamização da área de intervenção. Foram considerados e aplicados dois métodos, são eles: o método de Corredores e Subáreas desenvolvido e estudado por Adilson Costa Macedo e o método dos HUBs de mobilidade desenvolvido pela Metrolinx e estudado por Marlon Rubio Longo. A estratégia de aplicação dos métodos permitiu atenção à delimitação do perímetro de projeto,obtenção de um controle, compreensão e maior domínio do território em estudo, identificando potencialidades, auxiliando no lançamento de diretrizes projetuais. Posteriormente, propõe-se o reparcelamento do solo, proposta que apresenta diversos tamanhos de quadra, possibilitando o estudo de diferentes ocupações que obtém referencia do ângulo de implantação das quadras do bairro de Perdizes como um desenho a ser explorado e melhor qualificado. Com essas estratégias iniciais, foi possível consolidar uma implantação do projeto preliminar e identificação de um cenário pretendido, configurando diretrizes projetuais iniciais. Orientador: Gastão Sales


O urbano, mas não como conhecemos A proposta a ser apresentada se pauta na conceituação de novos tipos de quadras que permitam a liberdade formal das edificações e novas especulações de espaços públicos, proporcionando a possível inserção de edifícios que não restringem a liberdade de ação, interpretada pela organização programática, ou seja, cada tipo de quadra com um programa acompanhado de um tipo de espaço de interação social. De acordo com Koolhaas, são as “ações que conformam a arquitetura”, um projeto que aborda a conceituação de diversos programas a fim de identificar características para os edifícios de uso misto. A ideia se baseia na visão de cidade projetada inicialmente em módulos (6x7/15x15 e 15x25 metros) que numa configuração espiral de diferentes usos conformam todo o programa de determinado tipo de quadra. O próprio programa é visto como elemento de ligação dos tipos e de integração entre atividades coletivas. A proposta é que as conexões aconteçam pelo programa, “um máximo de programa e um mínimo de arquitetura”. Para Koolhaas o programa é muito mais difuso e menos diretamente relacionado com a obra a ser construída, é uma categoria que propicia a construção de edifícios imprecisos e abertos, e essas são as fortes características que aparecem no projeto. Além dos diferentes tipos de quadra para o reparcelamento proposto, o projeto propõe a verticalização da escola de futebol Playball em três níveis de quadras poliesportivas sobrepostas, estruturadas por perfis metálicos; prevê um mirante no ponto mais alto da Gleba Pompéia visto como um espaço de contemplação da paisagem da cidade, este possui um eixo de visão estratégica para o bem patrimonial Casa das Caldeiras; propõe habitações coletivas conectadas a decks elevados considerados praças que transpõem o viaduto Pompéia, possibilitando a conexão do território com o entorno existente e também prevê um espaço público de passagem oferecendo

continuidade ao sistema cicloviário proposto pelo concurso do Subsetor A1 da Operação Urbana Água Branca (OUCAB) até a estação intermodal Palmeiras Barra-Funda prevendo a inserção de sistemas de retenção de águas pluviais como amenização dos problemas de drenagem do local. Os ensaios apresentados devem ser vistos como complementares na investigação do aproveitamento de um potencial existente. Na primeira parte foi apresentada de forma preliminar, a possibilidade de uma intervenção que destacou a leitura territorial e estratégias recorrentes de configuração urbana para, em seguida, iniciar as pretensões projetuais, interpretando esse fato como parte do processo de projeto. Na segunda parte, partindo da mesma leitura urbanística, percebese que o território pode ser ainda mais explorado do ponto de vista da configuração arquitetônica da cidade, ou seja: da diversidade arquitetônica, da espacialidade, dos novos usos e da utilização dos espaços públicos. Tal proposta busca o desenho de uma cidade que pode oferecer combinações variadas de qualidades urbanas como uma hipótese de desenvolvimento para a metrópole. Acredita-se que é através do projeto urbano, identificando essas potencialidades, investigando possibilidades e produzindo estrategicamente diversidades é que se possa constituir um desenho qualitativo de adaptação a diferentes necessidades, respondendo a uma variedade de gostos e demandas da complexidade urbana atual.


QUADRA PASSAGEM

QUADRA ENCONTRO

QUADRA BOULEVARD

QUADRA METAMORFOSE


MENÇÃO HONROSA 2. CONCURSO URBAN 21 COSTURA URBANA Concurso nacional de urbanismo realizado pela revista PROJETO e Alphaville Urbanismo S/A com objetivo de incentivar a prática do desenho urbano entre os estudantes premiando projetos que se destacam na proposição de soluções que valorizam a importância dessa disciplina para o desenvolvimento sustentável das cidades. A proposta apresentada pelo projeto - Costura Urbana - se inicia com uma intervenção no distrito da zona oeste de São Paulo, prevendo um redesenho do entorno de modo a dar sustentação à Operação Urbana Consorciada Água Branca. A região concentra áreas ociosas ainda que dotada de infraestrutura. O projeto é baseado na utilização de três instrumentos e dois métodos de análise urbanísticos, e estruturado por um percurso pedonal que busca transpor barreiras urbanas e promover a integração entre pontas de uma linha férrea, além de praças para amenizar problemas hídricos. Parecer do júri: O júri concedeu menção honrosa ao trabalho por propor, com ousadia e liberdade, soluções para o problema da fissura urbana causado pelo traçado da linha férrea na região da Operação Urbana Consorciada Água Branca, em São Paulo. Trata-se de um projeto em escala intermediária, ou seja, nem a pontual do desenho arquitetônico nem a da macroescala. Equipe: Augusto Santos, Bruno Figueiroa, Caroline Maderic, Guilherme Euler, Jonatas Barros, Luan Poiani, Lucas Vieira. Orientador: Gastão Sales.

ANO DE ELABORAÇÃO: 2016.


Mais sobre o projeto: http://arcoweb.s3.amazonaws.com/docs/urban21/finalistas-2016/EQ-0056.pdf


3. CONCURSO URBAN 21 CONEXÕES ESTRATÉGICAS: INTEGRANDO BAIRRO, CIDADE E METRÓPOLE A área de estudo está inserida nas Macroáreas de Estruturação Metropolitana (MEM) e de Qualificação da Urbanização definidas pelo PDE abordando a região do distrito Vila Prudente ao qual parte também está inserida dentro de um setor da prevista Operação Urbana Bairros do Tamanduateí. Estas diretrizes seguirão na presente proposta as ações determinadas por um Projeto de Intervenção Urbana (PIU) através da aplicação do instrumento Operação Urbana Consorciada, pautando-se em temas como a necessidade de instrumentos de ordenamento e reestruturação urbana a partir da ação indutora do Poder Público elaborados também de forma participativa, atuando em áreas com potencial de transformação para maior aproveitamento da terra urbana. A falta de projeto urbano para o entorno das estações de trem e metrô, a ausência de iniciativas para a reorganização do território e a falta de integração dos diferentes modais de alta capacidade, são considerados premissas para idealizações de ações estratégicas de desenvolvimento urbano, tema ao qual inicialmente se baseia o proposto Projeto de Intervenção Urbana Vila Prudente partindo da identificação de um território estratégico para estruturação das dinâmicas metropolitanas incentivando projetos urbanos que orientam propostas de alteração do padrão de urbanização na tentativa de equilibrar a distribuição de moradia e emprego, almejando melhores condições e qualificações de vida urbana. Equipe: Bianca Agustinetti, Caroline Maderic, Dhudyely Santos, Leila Souza. Orientador: Gastão Sales.

ANO DE ELABORAÇÃO: 2015.


CAROLINEMADERIC@YAHOO.COM.BR

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