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500 anos de florestas em São Paulo Henrique Ismael Mateus Otávio Raul Victor

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• Pequena concentração de terras em SP no Vale do Paraíba e Oeste da Capital em direção ao interior. Séculos XVI à • Produção voltada à agricultura de subsistência e á pequena produção • Exportação de açúcar e marmeladas XVII

Século XIX

Século XX

• A cultura do café chega em SP pelo Vale do Paraíba. • 1820-1830:houve a instalação de fazendas na região de Bananal em São José do Barreiro • A cultura do café em montanhas em locais com caça de animais desgastão rapidamente o solo • Transformação das terras férteis das regiões do Bananal ,Taubaté e em Jacareí para inférteis • Avanço da ferrovia: • criação da “A Comissão Geográfica e Geológica”

• Nas estradas de ferro e as cidades atingem as barrancas do Rio Paraná na década de 1950( ocupando todo estado) • O cultivo de café, algodão outras culturas foi consequência da derrubada das matas • Aumento na atividade agrícola(principalmente o café) • A derrubada da mata se inicia em 1920 • Fim do século: -Chegada de tecnologia no campo g -Nova preocupação em questões socioambientais


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Vale do Paraíba: Século XVI-XVII

Vale do Paraíba: atual


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Bananal:terra infĂŠrtil


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A cidade na rede colonial. Desenho sobre São Paulo - Chácaras, sítios e Fazendas, ao redor do Centro (desaparecidos com o crescer da cidade) de Odilon Nogueira de Matos [Em: TOLEDO, Benedito Lima de. Prestes Maia e as Origens do Uranismo Moderno em São Paulo. E]


Voltar A busca do ouro havia estimulado a entrada dos "paulistas" em direção a Cuiabá e Goiás, chegando até mesmo, a levar a capitania a reduzir-se a menos de um terço de sua área original, a ponto de extinguir-se enquanto região administrativa no período de 1748 a 1765. É como resultado desta inquietação paulista que Adolpho Pinto entende a construção de estradas que cortavam a Província de longa data, classificando sete estradas como principais na Província de São Paulo, existentes no início do século XIX. Saindo da Capital com exceção de uma são elas : 1- Para Vila da Constituição (atual Piracicaba) com cento e oitenta quilômetros, passando por Itú e Porto Feliz, onde inicia a navegação do Tiête. 2- Para Franca, passando por Jundiaí, Campinas, Mogi-Mirim, Casa Branca e Batatais, com quase quinhentos quilômetros. 3- Para divisa de Minas Gerais, passando por Juquerí, Atibaia e Bragança, com pouco mais de cem quilômetros. 4- Para o chamado Norte de São Paulo, passando por Mogi das Cruzes, Jacareí, São Paulo, São José dos Campos, Taubaté, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Lorena, Areias, indo até Bananal numa extensão de quase quatrocentos quilômetros. 5- Para Ubatuba, passando por Santos, São Sebastião e Caraguatatuba, numa distância de duzentos e oitenta quilômetros. 6- De Santos a Iguape, passando por Itanhaém. 7- Dirigindo para o Paraná, através de Cotia, São Roque, Sorocaba, Itapetininga e Faxina (atual Itapeva). De vários pontos dessas estradas partiam ramificações para outras Vilas e Freguesias (12). Existia assim, uma timida ocupação do território no estado de São Paulo, situação que será radicalmente alterada com a implantação da cafeicultura.


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A Comissão Geográfica e Geológica • Pelo fato das terras ao Oeste da Serra de Botucatu foi criada “A comissão Geográfica e Geológica” com o objetivo de mapear e conhecer o interior do estado


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A Ponte Rodo-ferroviária sobre o Rio Paraná entre Rubinéia e Aparecida do Taboado


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Café

Plantação de café


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Plantadeira


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14/10/2011 09:13- Índios

SBPC e ABC propõem ao Senado mudanças no projeto de reforma do Código Florestal Principais associações científicas do País voltam a se manifestar contra proposta que desfigura lei ambiental, mas agora detalham críticas e soluções para pontos específicos. Pesquisadores reafirmam que legislação não é entrave para expansão agropecuária e reforçam importância da conservação das matas de beira de rio. Associação Juízes para a Democracia também rejeita reforma do Código


Ocupação de São Paulo - 8ºA