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GRUPO 3: LINHA DO TEMPO – 500 ANOS DE FLORESTA NO ESTADO DE SÃO PAULO INTEGRANTES: JOÃO PEDRO N°13 GIULIA VICENTIM N°8 FELIPE AIRES N°6 GABRIELA SOUSA N°7 BIANCA TACACKS N°3 BEATRIZ GENTIL N°2 VITÓRIA HELENA N°29


1501-1800 b

1801-1900

1886-1920

Séc. XX

Fim do século

1800

Uma agricultura incipiente ocupava poucas terras no Vale do Parnaíba e na região oeste da Capital, em direção ao interior.

A cultura do café penetra no Estado de São Paulo.

Entre 1820/30, as primeiras fazendas instalaram-se na região de Bananal.

No final do séc. XIX, todas as terras ao leste do Serra de Botucatu já estavam ocupadas, e, as terras a oeste eram um sertão desconhecido.

As estradas de ferro e as cidades atingem as barrancas do Rio Paraná na década de 1950. A derrubada das matas pelos colonizadore s antecede o cultivo do café.

No final do século XX, os agricultores perceberam que a agricultura deveria ser encarada como uma empresa. A tecnologia chegou ao campo, diminuindo a mãode-obra e reduzindo os custos. Nessa fase as questões socioambientais tornaram-se a principal preocupação.


Primeiras lavouras de café: Mesmo com a crise da indústria açucareira, a lavoura do café encontrou resistência a sua implantação na economia brasileira até a década de 1820, substituindo a partir daí a hegemonia da atividade econômica da cana na economia nacional. Depois de 1820 o café vai ocupando o lugar da cana-de-açúcar e de outras formas de cultivos no Rio de Janeiro e em São Paulo, servindose da base da estrutura agrícola deixada por estas e outras culturas. Neste sentido, a cultura do café de 1820 a 1870, atinge o auge de sua produção na região conhecida como Vale do Paraíba, contemplando as Províncias do Rio de Janeiro e de São Paulo (com destaque as cidades de Valença, Pindamonhangaba, Itú, Vassouras, etc.). Ver mais em Brasil info.



Ocupação de São Paulo - 8ºB