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EIXO 01 ETAPA ANALÍTICA


alunas Ana CLARA MENDES DOS SANTOS - 14/0053646 ANNA CLARA BARROS de sousa LOPES - 14/0016481 BRUNA CAMURÇA freitas - 14/0017429 CAROLINE FERREIRA FERNANDES - 14/0053786 GABRIELA RIBEIRO MOURA LEITÃO - 14/0053956 NATália politano ribeiro de oliveira - 14/0029281

orientadores VALério augusto soares vânia loureiro juliana coelho raquel egídio


ÍNDICE CARACTERIZAÇÃO DA CIDADE ............................................................... 4 ANÁLISE DO PLANO DIRETOR OU LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO.............13 OBJETIVOS...........................................................................................14 DIRETRIZES ESPECÍFICAS DO PLANO DIRETOR..................................14 ZONEAMENTO.......................................................................................14 PROJETOS ESTRATÉGICOS OU ESPECIAIS..........................................15 IDENTIFICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE POLÍTICA URBANA...............17 CARACTERIZAÇÃO DE FRAÇÃO URBANA.................................................21 MAPA DE CHEIOS E VAZIOS................................................................23 uso do solo......................................................................................24 gabarito............................................................................................25 taxas de ocupação.........................................................................26 elementos de percepção espacial..............................................27 índice de aproveitamento.............................................................28 hierarquia viária...........................................................................29 modo de circulação/ transporte..............................................30 vegetação..........................................................................................31 infraestrutura urbana................................................................32 mapa diagnóstico...........................................................................33


CARACterização da cidade


A história de Águas Lindas começou com um loteamento construído na década de 80 na divisa entre Goiás e o Distrito Federal. Por ser próximo a Barragem do Descoberto, foi nomeado de Parque da Barragem. Centenas de famíilias foram ATRAÍDAS PELAS BAIXOS VALORES DOS LOTES, tendo em vista os valores dos imóveis superfaturados da capital federal, e pela PROXIMIDADE COM A CAPITAL. A grande procura incentivou a construção de mais loteamentos totalmente irregulares e sem a menor infraestrutura.

história LOTES BARATOS $

PRóximo à capital

no cenário atual...

CIDADE DORMITÓRIO

DADOS DO IBGE: DF-001

DF-435

DF-001

DF-001 080

070

DF-097

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS GO-547

070

ÁS

DF-095

I

TO L RI A STDER I DE F

GO

PLANO PILOTO

DF-085

DF-051 DF-180

251 DF-075

5 mil habitantes

em 10 anos

100 mil habitantes

ATUALMENTE

190 mil habitantes

Em 1997, com o engajamento da populaçao, foi criado o município de Águas Lindas de Goiás, que já nascia com várias barreiras a serem quebradas. Além das questões sociais, o cenario politico tambem foi um empecilho para o desenvolvimento da região. Águas Lindas pode ter acesso a recursos dos governos federal, com a regularização ĀŸÏ±ĬØ Úå :ŅĜ´Ÿ å ÚŅ %ĜŸƋųĜƋŅ 8åÚåųå±ĬØ Ņ ŧƚ±Ĭ  åŸƋ´ ±ģƚÚ±ĹÚŅ ± ĵåĬĘŅų±ų ± ÏĜÚ±ÚåţeƋƚ±ĬmenteŎƐŢÚåčƚ±ŸXĜĹÚ±Ÿģ´ƋåĵųåÚåÚååŸčŅƋŅØƐLjŢØųåÚåÚå´čƚ±ŸāƚƴĜ±ĜŸåƋåĵ 60% das ruas asfaltadas.

FALTA DE INFRAESTRUTURA Básica

lixo por toda a cidade

nascentes contaminadas

área da unidade territorial (2015) = 188,385 km² densidade demográfica (2010) = 846.02 hab/km² pib per capta = r$ 7.113,07 idhm (2010) = 0,686 32.899 matrículas no ensino fundamental (2015) 6.595 matrículas no ensino médio (2015) 20 estabelecimentos de saúde (sus) Apesar das grandes melhorias que vem sendo feitas na cidade, ainda há muito o que melhorar. Um PONTO CRÍTICO de Águas Lindas é a FALTA DE INFRAESTRUTURA URBANA, em que o sistema de drenagem está sendo implantado, mas ainda se encontra bem precário. A ausência de bueiros, meiŅŸěĀŅŸ å ϱĬÓ±Ú±ŸØ ޱƴĜĵåĹƋ±ÓÅŅ Úå ųƚ±ŸØ ĜĬƚĵĜnação pública, canalização de água e esgoto e transporte púbico, interfere na qualidade de vida dos moradores. Há uma fragilidade institucional e técnica das gestões anteriores aliadas a um aumento populacional urbano, que inviabilizou o controle ambiental local. Logo, o meio ambiente da cidade se encontra debilitado. Para ter acesso aos principais serviços do dia-a-dia, o morador de Águas Lindas tem de se locomover de 30 a 60km. Desta forma, as obras previstas trarão maior comodidade, oportunidades e perspectivas à população da região.

pequenos e médios

campus ifg

empreendimentos

sede inss

futuras obras

águas lindas shopping


a área.. Foram criadas duas UNIDADES DE CONSERVAÇÃO para preservar a Represa: a APA DO DESCOBERTO e o PARQUE ESTADUAL DO RIO DESCOBERTO, cujos planos de manejo já impõe limites aos uso e ocupação do solo no seu interior e entorno. Estas ÁREAS DE PRESERVAÇÃO não devem ser vistas como bloqueio a urbanização, e sim como áreas de lazer e educação, as quais são FUNDAMENTAIS para a QUALIDADE DE VIDA dos habitantes.

N

AV. P ER

IMET RA

L

Águas Lindas é constituída basicamente de LOTEAMENTOS dispostos de maneira DESORDENADA. Essa ocupação se deu rapidamente devido aos baixos preços e da localização próxima ao Distrito Federal. Entretanto ainda há uma GRANDE QUANTIDADE DE LOTES DESOCUPADOS em regiões com insfraestruturas já instaladas.

LOTES DESOCUPADOS LOTES OCUPADOS

Existem também ÁREAS DE USO URBANO E RURAL (agrícola) situados ao lado de loteamentos pequenos. Logo essa ZONA é a RURURBANA, a qual contempla os dois usos.

N

FONTE PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DO MUNICÍPIO DE ÁGUAS LINDASDE GOIÁS

LOTES RURAIS

PROTEÇÃO AMBIENTAL (ZPA)

N Uma diretriz emergencial é a organização do sistema de endereçamento no município, ÏŅĵÚåĀĹĜÓÅŅÚåƋŅŞŅĹĝĵĜ±ŸåĹƚĵåų±ÓŝåŸÚåųƚ±ŸåĬŅƋåŸØå±åĬ±ÆŅų±ÓÅŅÚŅ±Ú±ŸƋųŅ Imobiliário.

CONSERVAÇÃO AMBIENTAL (ZCA) ZONA DE INTER. AMBIENTAL (ZIA) RIO DESCOBERTO


OS Números de águas lindas pessoas ocupadas por setor 2007 - 2013

economia DESPESAS E RECEITAS ORÇAMENTárias 240.000

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS GOIÁS 16.000.000

600.000.000

12.000.000

450.000.000

8.000.000

300.000.000

4.000.000

150.000.000

BRASIL

180.000

120.000

60.000

0

0

DESPESAS E RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS RECEITAS DESPESAS

2007

0

DESPESAS E RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS RECEITAS DESPESAS

eŅÏŅĵޱų±ųĵŅŸŅŸčų´ĀÏŅŸÚåÚåŸŞåŸ±ŸåųåÏåĜƋ±ŸÚŅaƚĹĜÏĝŞĜŅÚåčƚ±ŸXĜĹÚ±ŸÚå:ŅĜ´ŸØÏŅĵ ±ÚŅåŸƋ±ÚŅÚå:ŅĜ´ŸåÚŅų±ŸĜĬØŞåųÏåÆåĵŅŸŧƚåŅŸčų´ĀÏŅŸŸååŧƚĜƴ±ĬåĵŞųŅŞŅųÏĜŅűĬĵåĹƋåţk ü±ƋŅÚ±ŸÚåŸŞåŸ±ŸåŸƋ±ųåĵĵåĹŅųåŸŧƚå±ųåÏåĜƋ±ØŸĜčĹĜĀϱŧƚå±ĬæĵÚŅĵƚĹĜÏĝŞĜŅĹÅŅåŸƋ±ųÏųĜ±ĹÚŅčų±ĹÚåŸÚĝƴĜÚ±ŸØĘ´±ŞŅŸŸĜÆĜĬĜÚ±ÚåÚåʱƴåųƚĵüƚĹÚŅޱų±ĜĹƴåŸƋĜĵåĹƋŅŸţeŞåŸ±ųÚ±ŞŅŸŸĜÆĜĬĜÚ±ÚåÚåʱƴåųųåÏƚųŸŅŸޱų±ĜĹƴåŸƋĜĵåĹƋŅŸŞåųÏåÆåěŸåŧƚåĹÅŅŅŸƚƋĜĬĜDŽ±ĵޱų±ųå±ĬĜDŽ±ųåĵĜĹƴåŸƋĜĵåĹƋŅŸÚåĜĹüų±åŸƋųƚƋƚų±åĹåÏ域ĜÚ±ÚåŸÆ´ŸĜϱŸŧƚåĵåĬĘŅųåĵ±ŧƚ±ĬĜÚ±ÚåÚåƴĜÚ±Ú±ŞŅŞƚĬ±ÓÅŅţ

produto interno bruto (valor adicionado) GOIÁS

2010

2011

COMÉRCIO

INDÚSTRIA

2012

2013

SERVIÇOS FONTE IBGE

{åųÏåÆåěŸåŧƚåĹŅaƚĹĜÏĝŞĜŅŧƚ±ŸåĹÅŅĘ´ŞåŸŸŅ±ŸåĹƴŅĬƴĜÚ±ŸÏŅĵ±±čųĜÏƚĬƋƚų±ØÏŅĵŅĵŅŸƋųŅƚŅčų´ĀÏŅ±ĹƋåųĜŅųØåŧƚå±ŅޱŸŸ±ųÚŅŸ±ĹŅŸŅŸåƋŅųŧƚåĵ±ĜŸÏųåŸÏåŅÏƚޱĹÚŅŞåŸŸŅ±ŸæŅ ŸåƋŅųÚŅÏŅĵæųÏĜŅţeŞåŸ±ųÚŅŸåƋŅųÚåŸåųƴĜÓŅŸŸåųŅĵ±ĜŸĜĵŞŅĹåĹƋåØƴåĵϱĜĹÚŅÚåŸÚåƖLjŎŎţ

FROTA frota municipal de veículos 16.000

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

2009 AGRICULTURA

DESPESAS E RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS RECEITAS DESPESAS

FONTE IBGE

600.000

2008

GOIÁS

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS 2.000.000

60.000.000

12.000

1.500.000

45.000.000

BRASIL

BRASIL

30.000.000

1.200.000.000

8.000

1.000.000

30.000.000

22.500.000

900.000.000

4.000

500.000

15.000.000

15.000.000

600.000.000

0

450.000

300.000 0 FROTA MUNICIPAL DE VEÍCULOS

150.000

7.500.000

0

300.000.000

0

PIB (VALOR ADICIONADO) AGROPECUÁRIA INDÚSTRIAS SERVIÇOS

AUTOMÓVEIS CAMINHÕES CAMINHÕES TRATOR CAMINHONETES CAMINHONETAS

0 PIB (VALOR ADICIONADO)

AGROPECUÁRIA INDÚSTRIAS SERVIÇOS

PIB (VALOR ADICIONADO) AGROPECUÁRIA INDÚSTRIAS SERVIÇOS

FONTE IBGE

eޱųƋĜųÚŅčų´ĀÏŅŸ±ÏĜĵ±ÏŅĹÏĬƚĜĵŅŸŧƚå±ŞåŸ±ųÚŅaƚĹĜÏĝŞĜŅÚåčƚ±ŸXĜĹÚ±ŸåŸƋ±ųĬŅϱĬĜDŽ±ÚŅ åĵƚĵåŸƋ±ÚŅÏŅĵüŅųƋå±čų´ųĜŅØŅŞųŅÚƚƋŅčåų±ÚŅŞåĬ±±ÚųŅŞåÏƚ´ųĜ±æŧƚ±ŸåĜĹåƻĜŸƋåĹƋåØčų±ĹÚå ޱųƋåÚŅ{FÚŅĵƚĹĜÏĝŞĜŅæčåų±ÚŅŞåĬŅŸŸåųƴĜÓŅŸxÏŅĵæųÏĜŅØÚ±ÚŅ域åŧƚåÏŅĹÚĜDŽÏŅĵ±ųå±ĬĜÚ±ÚåÚ±ÏĜÚ±Úåţ

MICRO-ÔNIBUS MOTOCICLETAS MOTONETAS ÔNIBUS UTILITÁRIOS

0 FROTA DE VEÍCULOS

AUTOMÓVEIS CAMINHÕES CAMINHÕES TRATOR CAMINHONETES CAMINHONETAS

MICRO-ÔNIBUS MOTOCICLETAS MOTONETAS ÔNIBUS UTILITÁRIOS

FROTA DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS CAMINHÕES CAMINHÕES TRATOR CAMINHONETES CAMINHONETAS

MICRO-ÔNIBUS MOTOCICLETAS MOTONETAS ÔNIBUS UTILITÁRIOS

FONTE IBGE

{åųÏåÆåěŸåŧƚåÏŅĵŅåĵŅƚƋųŅŸčų´ĀÏŅŸØčƚ±ŸXĜĹÚ±Ÿ±ŞųåŸåĹƋ±ƚĵčų´ĀÏŅŞųŅŞŅųÏĜŅűĬĵåĹƋå Ĝčƚ±Ĭ±ŅÚŅåŸƋ±ÚŅÚå:ŅĜ´ŸåÚŅų±ŸĜĬţeüųŅƋ±ÚåƴåĝÏƚĬŅŸ±ƚƋŅĵŅƋĜƴŅŸæÏŅĹŸĜÚåų±ƴåĬĵåĹƋå±ĬƋ±Ø ÏåųϱÚåƖƐţLjLjLjƴåĝÏƚĬŅŸűŸųƚ±ŸÚ±ÏĜÚ±ÚåŠÏŅĹƋ±ĹÚŅÏŅĵϱųųŅŸØĵŅƋŅÏĜÏĬåƋ±ŸØϱĵĜĹĘŅĹåƋåŸØ åƋÏšţ%åĹƋųŅÚ±ÏĜÚ±ÚåĹÅŅĘ´čų±ĹÚåāƚƻŅÚåƋų´ĀÏŅØĵ±ŸŅƋų¶ĹŸĜƋŅűěLjƀLjŠŞųĜĹÏĜޱĬƴĜ±Úå ±Ï域Ņ ޱų± ų±ŸĝĬĜ±š ÏĘåč± ± Ÿåų ϱņƋĜÏŅ åĵ ĘŅų´ųĜŅŸ Úå ŞĜÏŅţ {åĬŅ ŧƚå Ÿå ŞŅÚå ŞåųÏåÆåų Ú± ÏĜÚ±ÚåØŅƚŸŅÚåÆĜÏĜÏĬåƋ±ĹÅŅæƋÅŅüųåŧƚåĹƋåرƋæŞåĬ±ü±ĬƋ±ÚåĜĹüų±åŸƋųƚƋƚų±ޱų±Ƌ±Ĭţeĵ±Ĭʱ ƴĜ´ųĜ±Ú±ÏĜÚ±Úåæ±ŞųĜĹÏĜޱĬüŅųĵ±ÚåÏŅĹüŅųĵ±ÓÅŅÚŅåŸŞ±ÓŅÚ±ÏĜÚ±ÚåØåŸŞ±ÓŅŸÚåĬ±DŽåųåÏŅĹƴĝƴĜŅ ŸŅÏĜ±ĬØ ŧƚ±Ÿå ŸåĵŞųå ŞųĜƴ±ƋĜDŽ±ÚŅŸØ ŧƚ±ĹÚŅ åƻĜŸƋåĵ ű ÏĜÚ±ÚåØ ŅÏƚޱĵ Ĭ±ÏƚűŸ Ú± ĵ±Ĭʱ ƴĜ´ųĜ±ţ


educação

população evolução populacional

NÚMERO DE ESCOLAS POR NÍVEL 100

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

200.000 GOIÁS

1.600

40

BRASIL

GOIÁS

8.000.000

150.000

75 30

1.200

20

600

10

400

0

0

50

25

0 NÚMERO DE ESCOLAS POR NÍVEL PRÉ ESCOLAR FUNDAMENTAL MÉDIO

100.000

50.000

0

NÚMERO DE ESCOLAS POR NÍVEL PRÉ ESCOLAR FUNDAMENTAL MÉDIO

NÚMERO DE ESCOLAS POR NÍVEL PRÉ ESCOLAR FUNDAMENTAL MÉDIO

1992

1996

2000

2004

6.000.000

150.000.000

4.000.000

100.000.000

2.000.000

50.000.000

0

2008

0 1992

1996

2000

BRASIL

200.000.000

2004

2008

1992

1996

2000

2004

2008

FONTE IBGE

FONTE IBGE

I´ÏŅĵ域åčų´ĀÏŅĹÅŅŞŅÚåĵŅŸÏŅĹÏĬƚĜų±ĬčŅÆŅĵţkĹĝƴåĬåŸƋ´ŞųŅŞŅųÏĜŅűĬƋ±ĵÆæĵÏŅĵŅ )ŸƋ±čŅÚå:ŅĜ´ŸåƋŅÚŅŅų±ŸĜĬØŞŅųæĵ±ŸĜƋƚ±ÓÅŅåŸƋ´ųƚĜĵޱų±ƋŅÚŅŸţ)ĵƚĵ±ŞŅŞƚĬ±ÓÅŅÚå ŎĿLjţLjLjLjʱÆØʱƴåų±ŞåűŸƖƅåŸÏŅĬ±ŸÚååĹŸĜĹŅĵæÚĜŅØƀƐÚåŞųæåŸÏŅĬ±ųåííÚååĹŸĜĹŅüƚĹÚ±ĵåĹƋ±ĬØæŸĜűĬÚåŧƚåĹåĵƋŅÚŅŸŅŸÏĜÚ±ÚÅŅŸƋåĵ±Ï域Ņ±åĹŸĜĹŅŞƜÆĬĜÏŅÏŅĵŅ±ÏŅĹŸƋĜƋƚĜÓÅŅ č±ų±ĹƋåţ

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PIRâmide etária (2010) NÚMERO DE matrículas, por série escolar 2009 - 2015 ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

MAIS DE 100 ANOS 95 A 99 ANOS 90 A 94 ANOS 85 A 89 ANOS 80 A 84 ANOS 75 A 79 ANOS 70 A 74 ANOS 65 A 69 ANOS 60 A 64 ANOS 55 A 59 ANOS 50 A 54 ANOS 45 A 49 ANOS 40 A 44 ANOS 35 A 39 ANOS 30 A 34 ANOS 25 A 29 ANOS 20 A 24 ANOS 15 A 19 ANOS 10 A 14 ANOS 5 A 9 ANOS 0 A 4 ANOS HOMENS

CRECHE

PRÉ ESCOLA

MULHERES

GOIÁS

HOMENS

BRASIL

MULHERES

HOMENS

MULHERES

FUNDAMENTAL FONTE IBGE

FONTE IBGE

)ŸƋåĜĹüŅčų´ĀÏŅĹŅŸĜĹüŅųĵ±ŧƚååĵƋŅÚ±Ÿ±ŸŸæųĜåŸƴåĵ±ƚĵåĹƋ±ĹÚŅŅĹƜĵåųŅÚåĵ±ƋųĝÏƚĬ±ŸØ ĵ±Ÿ ĹÅŅ Ú± ĵåŸĵ± üŅųĵ± ŧƚå Ņ čų´ĀÏŅ Úå ÏųåŸÏĜĵåĹƋŅ ŞŅŞƚĬ±ÏĜŅűĬØ Ņ ŧƚå ĹŅŸ ĜĹÚĜϱ ŧƚå ĵåŸĵŅÏŅĵŅÏųåŸÏĜĵåĹƋŅØåƻĜŸƋåĵϱڱƴåDŽĵ±ĜŸÏųĜ±ĹÓ±Ÿå±ÚŅĬåŸÏåĹƋ域åĵåŸƋ±ųåĵĵ±ƋųĜÏƚĬ±Ú±ŸåĵĜĹŸƋĜƋƚĜÓŝåŸÚååĹŸĜĹŅţ

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população residente, por grupos de idade (2010)

saúde

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

taxa de mortalidade infantil 2008-2014

0 a 14 anos 15 a 59 anos 60 anos ou mais 0%

20%

40%

60%

80%

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS 20

100%

FONTE IBGE

15

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10

5

população residente, por situaçcão do domicílio e sexo (2010) 0

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

2008

200.000

2009

TOTAL

2010

2011

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

2012

GOIÁS

HOMENS

150.000

MULHERES

100.000 50.000 0

URBANA

RURAL

BRASIL

2013

2014

OMS1 FONTE IBGE

eűĬĜŸ±ĹÚŅŅčų´ĀÏŅĀϱÏĬ±ųŅŧƚå±Ƌ±ƻ±ÚåĵŅųƋ±ĬĜÚ±ÚåĜĹü±ĹƋĜĬĹŅĵƚĹĜÏĝŞĜŅÚåčƚ±Ÿ XĜĹÚ±Ÿæ±ŧƚåĵ±ĜŸƴ±ųĜ±åĹƋųåŅåŸŞåų±ÚŅŞåĬ±ka„رƋ±ƻ±ÚŅ)ŸƋ±ÚŅÚå:ŅĜ´Ÿå±Ƌ±ƻ±ÚŅ ų±ŸĜĬţeƋ±ƻ±ŸååĬåƴŅƚÚų±ŸƋĜϱĵåĹƋååĵŎ±ĹŅŠƖLjLjíěƖLjLjĿšåϱĜƚŅĵåŸĵŅƴ±ĬŅųƋ±ĵÆæĵ åĵƚĵ±ĹŅŠƖLjLjĿěƖLjŎLjšØŞŅųæĵƴŅĬƋŅƚ±±ƚĵåĹƋ±ųåĵ±ĹƋéĵěŸåŅŸÏĜĬ±ĹÚŅÚåŸÚååĹƋÅŅţk ƜĬƋĜĵŅĬåƴ±ĹƋ±ĵåĹƋŅÚåƖLjŎĉĵŅŸƋųŅƚŧƚå±Ƌ±ƻ±ƴŅĬƋ±ƴ±±ÏųåŸÏåųŅŧƚåæŞųåŅÏƚޱĹƋåØ ƋåĹÚŅåĵƴĜŸƋ±ŧƚåŅÆų±ŸĜĬåŅ)ŸƋ±ÚŅÚåčŅĜ´ŸƴéĵÏŅĹŸåčƚĜĹÚŅÚĜĵĜĹƚĜų域±Ƌ±ƻ±ÚåŸÚå ƖLjŎŎţ

FONTE IBGE

destino final do lixo (2010) índice de desenvolvimento humano

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS GOIÁS BRASIL

0%

20%

40%

60%

80%

100%

COLETADO DIRETAMENTE POR SERVIÇO DE LIMPEZA 0.00

0.25

0.50

0.75

1.00 FONTE IBGE

JĹÚĜÏåÚåÚåŸåĹƴŅĬƴĜĵåĹƋŅĘƚĵ±ĹŅĵƚĹĜÏĜޱĬŠF%Bašæ±ĵåÚĜÚ±ÏŅĵޱų±ƋĜƴ±ޱų±ÏŅĵޱų±ųŅŸĵƚě ĹĜÏĝŞĜŅŸŞåĬŅŸåƚčų±ƚÚåŮÚåŸåĹƴŅĬƴĜĵåĹƋŅĘƚĵ±ĹŅŰţkĝĹÚĜÏåƋ±ĵÆæĵæƚŸ±ÚŅޱų±±Şƚų±ųŅÚåŸåĹě ƴŅĬƴĜĵåĹƋŅÚåޱĝŸåŸØåŸƋ±ÚŅŸåųåčĜŝåŸţcŅÏ´ĬÏƚĬŅÚŅF%BŸÅŅÏŅĵŞƚƋ±ÚŅŸü±ƋŅųåŸƋ±ĜŸÏŅĵŅ±åÚƚě ϱÓÅŅØĬŅĹčåƴĜÚ±Úåå{FŞåųϱŞĜƋ±ţkų±ŸĜĬ±ŞåŸ±ųÚ±ŸÚåĀÏĜéĹÏĜ±ŸűåÚƚϱÓÅŅƋåĵƚĵF%BåĬåƴ±ě ÚŅØčƚ±ŸXĜĹÚ±ŸŞŅųŅƚƋųŅĬ±ÚŅØĹÅŅ±ŞųåŸåĹƋ±ƚĵF%BaƱĜƻŅØŞŅųæĵĹÅŅŅĵ±ĹƋæĵåĬåƴ±ÚŅÏŅĵŅ ŅÚŅų±ŸĜĬØŞųŅƴ±ƴåĬĵåĹƋå±ĬŅĹčåƴĜ±Ú±ÚåƋåĹʱ±Æ±Ĝƻ±ÚŅ±ĵåÚĜÚ±ØŞŅĜŸÏŅĵŅƴĜŸƋŅرÏĜÚ±Úå±Şųåě ŸåĹƋ±ƚĵ±ƱĜƻ±åƻŞåÏƋ±ƋĜƴ±ÚåƴĜÚ±åĵÏŅĵޱų±ÓÅŅ±ŅųåŸƋŅÚŅޱĝŸţ

COLOCADO EM CAÇAMBA DE SERVIÇO DE LIMPEZA QUEIMADO (NA PROPRIEDADE) ENTERRADO ( NA PROPRIEDADE) OUTRO DESTINO

šåųĜĀϱěŸåĹŅĜĹüŅčų´ĀÏŅŧƚå±ĵ±ĜŅųޱųƋåÚŅĬĜƻŅåĵčƚ±ŸXĜĹÚ±ŸÚå:ŅĜ´ŸæÏŅĬåƋ±ÚŅ ÚĜųåƋ±ĵåĹƋåŞŅųŸåųƴĜÓŅÚåĬĜĵŞåDŽ±Øĵ±ŸĹÅŅüŅĜŅŧƚåÏŅĹŸƋ±Ƌ±ĵŅŸŧƚ±ĹÚŅƴĜŸĜƋ±ĵŅŸ± ÏĜÚ±ÚåØŞŅĜŸʱƴĜ±ĵƚĜƋŅĬĜƻŅÚåŞŅŸĜƋ±ÚŅåĵĬŅƋåŸųåĵ±ĹåŸÏåĹƋ域åĵʱƴåųƚĵ±ÏŅųųåƋ± ÚåŸƋĜűÓÅŅÚåŸƋåţ


FOTOS DO LOCAL

ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE 20

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS GOIÁS

2000

15

BRASIL

60.000

1500

45.000

1000

30.000

10

5

500

0 ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

15.000

0

0 ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

FEDERAIS ESTADUAIS MUNICIPAIS PRIVADOS

FEDERAIS ESTADUAIS MUNICIPAIS PRIVADOS

ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

RUAS SEM PAVIMENTAÇÃO

AVENIDA JK: PRINCIPAL AVENIDA COMERCIAL

FEDERAIS ESTADUAIS MUNICIPAIS PRIVADOS

FONTE IBGE

NOTIficações de dengue registradas 2007 - 2012 ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS 300 LOTES DESOCUPADOS TOMADOS POR ENTULHOS E LIXO

225 50 75 0 2007

2008

2009

2010

2011

2012

CASOS REGISTRADOS FONTE IBGE

Os dados sobre a dengue dizem muito a respeito de uma cidade quando a analisamos, pois a ÚŅåĹÓ±æƚĵųåāåƻŅÚŅŸü±ƋŅų域ŅÏĜŅåÏŅĹňĵĜÏŅŸå±ĵÆĜåĹƋ±ĬÚŅĬŅϱĬØŸŅĵ±ÚŅŸ±Ņü±ƋŅųÏĬĜĵ´ƋĜco. A última pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2012, mostra que o número de casos registrados estavam crescendo e devem estar ainda crescendo até o ano de 2016 tendo em vista ± ŧƚ±ĹƋĜÚ±Úå Úå ĬĜƻŅ ÚåŸÏ±ųƋ±ÚŅ űŸ ųƚ±Ÿ å ĬŅƋåŸ ÚåŸŅÏƚޱÚŅŸ Ú± ÏĜÚ±ÚåØ ÏųĜ±ĹÚŅ ±ĵÆĜåĹƋåŸ ŞųŅŞĝÏĜŅŸޱų±±ŞųŅĬĜüåų±ÓÅŅÚŅŸĵŅŸŧƚĜƋŅŸƴåƋŅųåŸÚ±ÚŅåĹÓ±ţ AVENIDA PARALELA À BR-070 DE GRANDE FLUXO


Mapa axial - controle Pode-se observar que as linhas que se aproximam mais da cor vermelha são aquelas que possuem um valor de controle mais elevado, maior integração. A via Avenida JK é um exemplo deste alto valor, sendo perceptível o efeito imediato dessa via coletora. Por localizar-se em uma grande área comercial, atrai moradores de todas as regiões de Águas Lindas. É uma via bastante conectada, que ųåÏåÆåƚĵāƚƻŅåĬåƴ±ÚŅÚåŞåÚåŸƋųåŸåÚĜüåųentes modos de transporte. Já o eixo que corresponde à Rodovia BR-070 possui um valor de controle menor, mas ainda recebe um importante āƚƻŅåĵŸåƚŞåųÏƚųŸŅØƴĜŸƋŅŧƚåæƚĵ±ƴĜ±±ųƋåųĜ±Ĭ que possibilita o trânsito entre diferente regiões da cidade. É o elemento que marca a cidade de Águas Lindas de Goiás, não só no seu sistema viário, como em sua dinâmica e setorização da cidade.


Mapa axial - Intergração Global A integração global é medida para todas as linhas do sistema em relação a todas as outras. Quanto mais avermelhada for a cor, maior o potencial de movimento. Opostamente, quanto mais tendente a azul for uma cor, menor o potencial. Sabendo-se que potenciais mais elevadores de integração corųåŸŞŅĹÚåĵ±ĵ±ĜŅųåŸāƚƻŅŸÚåŞåŸŸŅ±ŸĹŅ espaço urbano, é possível observar que no centro de Águas Lindas, se concentram usos que se benåĀÏĜ±ĵÚåŸƋåĵ±ĜŅųĵŅƴĜĵåĹƋŅØÏŅĵŅ±Ÿ´ų屟 ÏŅĵåųÏĜ±ĜŸåÚåŸåųƴĜÓŅŸţeŸ´ų屟ŧƚåŸÅŅŞųådominantemente residenciais, em sua maioria, se concentram ao longo de vias menos integradas, mais distantes do centro da região. Tal característica é um ponto negativo, visto que locais com ĵåĹŅųåŸāƚƻŅŸÚåŞåŸŸŅ±ŸåĵåĹŅŸĜĹƋåčų±ÓÅŅ geram espaços mais perigosos.


Mapa axial - Intergração LOCAL Este mapa axial mede o nível de integração local de cada via com seus arredores. Foi possível observar que as áreas com potencial para funcionar como centralidades de bairros não são bem conectadas entre si. Percebe-se que a Avenida JK, por exemplo, não se conecta com grandes áreas residenciais como o Conjunto Residencial localizado ao Sul da região. Tal característica cria espaços mais dispersos, sendo que o desenvolvimento urbano deveria priorizar espaços mais adensados. Um ponto negativo desta análise é que muitas áreas residenciais são segregadas com relação à cidade, que traz prejuízos não apenas em termos de ÚåŸĬŅϱĵåĹƋŅŸØĵ±ŸƋ±ĵÆæĵÏųĜ±ÚĜĀÏƚĬÚ±ÚåŸ às possibilidades de interação social com os outros bairros da cidades.


análise do plano diretor

ou lei de uso e ocupação do solo


PRINCÍPIOS OBJETIVOS E DIRETRIZES ANÁLISE DO PLANO DIRETOR E SUA INTERPRETAÇÃO

ZONEAMENTO ZONEAMENTO Zona de Preservação Ambiental- ZPA Zona de Preservação Paisagística I – ZPP I Zona de Preservação Paisagística II – ZPP II

1. ocupação do solo PARAMETROS URBANÍSTICOS RELACIONANDO A ÁREA CONSTRUÍDA E A ÁREA DO LOTE.

USO DO SOLO L0- lotes de maior restrição L1- lotes de média restrição L2- lotes de menor restrição L2- centro urbano menor restrição L3- lotes com restrição a residência ADE I – Área de Desenvolvimento Econômico I Faixa de Domínio da BR 070 A.P.M- Área Público Municipal

2. PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

ZONEAMENTO PLog- Polo Logístico ZCA- Zona Conservação Ambiental ZR- Zona Rural ZExp- Zona de Expansão ZIA- Zona de Intervenção Ambiental ZInd- Zona Industrial ZPA- Zona Proteção Ambiental ZEIS- Zonas de Especial de Interesse Social ¬ŽěŎě¬ŅűÚååŧƚ±ĬĜĀϱÓÅŅŽųÆ±Ĺ±Ŏ ¬ŽěƖ¬ŅűÚååŧƚ±ĬĜĀϱÓÅŅŽųÆ±Ĺ±Ɩ ZVer-1- Zona de Verticalização 1 ZVer-2 Zona de Verticalização 2 ZRururb-1 Zona Rural Urbana 1 ZRururb-2- Zona Rural Urbana 2 Zonas da APA do Descoberto APA- ZC- Zona Conservação APA-ZUC- Zona Urbana Consolidada APA-ZCU -Zona Controle de Adensamento Humano APA-ZURC2- Zona Uso Rural 2 APA-ZURC3 -Zona Uso Rural 3 APA-ZURE - Zona Uso Rural Especial

PROTEGER O RESERVATÓRIO DO RIO DESCOBERTO, A HIDROGRAFIA E AS MATAS CILIARES.

Mapa Zoneamento Plano Diretor Participativo de Águas Lindas de Goiás

3. SATISFAÇÃO E NECESSIDADE HUMANA DETERMINADOS PELO GRAU DE QUALIDADE DE VIDA E HABITABILIDADE DA CIDADE, AGRUPADA EM TRÊS CATEGORIAS: NECESSIDADES BÁSICAS NECESSIDADES INTERMEDIÁRIAS NECESSIDADES SUPERIORES

4. ACESSIBILIDADE DA POPULAÇÃO A EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS EDUCAÇÃO SAÚDE SEGURANÇA RECREAÇÃO E LAZER

5. URBANIZAÇÃO URBANIZAÇÃO DAS VIAS PRINCIPAIS, SECUNDÁRIAS E IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

Mapa Zoneamento Plano Diretor de Águas Lindas de Goiás

Em Junho de 2016, foi divulgado o Plano Diretor Participativo de Águas Lindas de Goiás (PDP), concebido segundo as diretrizes previstas no Estatuto da Cidade, (Lei nº 10.257/01) é o principal instrumento legal da ŞŅĬĝƋĜϱ ƚųÆ±Ĺ± å Úåƴåų´ Ÿåų Ņ ĜĹŸƋųƚĵåĹƋŅ ĹŅųƋå±ÚŅų å ÚåĀĹĜÚŅų Ú±Ÿ funções sociais da cidade e das propriedades, dos objetivos e das direƋųĜDŽåŸÚåÚåŸåĹƴŅĬƴĜĵåĹƋŅƚųƱĹŅåÚ±ÏŅĹĀčƚų±ÓÅŅÚŅŸޱų¶ĵåƋųŅŸ de uso e ocupação do solo em toda parte do município. O princípio Com o o intuito de fazer uma comparação do Plano Diretor vigente e o proposto em Junho/2016, foi feita uma tabela comparativa deste plano é o Desenvolvimento Sustentável, em que a partir dele dos microzoneamentos. üŅų±ĵÚåĀĹĜÚŅŸLjĉŠŧƚ±ƋųŅš%ĜĵåĹŸŝåŸţ

DIMENSÃO AMBIENTAL DIMENSÃO SOCIOECONÔMICA DIMENSÃO URBANO-TERRITORIAL DIMENSÃO DA GESTÃO PÚBLICA

PDOT ANTIGO ZPP I ZPP II L0 L1 L2 ADE I ADE II

PDOT NOVO ZRurb-2, APA-ZURC2, APA-ZURC3, APA-ZURE, APA-ZC ZPA, ZEXP, ZIA, ZCA PLog, ZRurub-1, ZEIS, ZRU-2, APA-ZCU ZVer-2 ZVer-1, ZRU-1 ZInd, ZIA, ZPA PLog e ZP


Plano Diretor

MACROZONEAMENTO Zona de Ocupação Urbana- ZOU É caracterizada pela malha já implantada, acrescida das glebas com parcelamentos aprovados pelo governo municipal e não implantados. Zona de Proteção Ambiental I – ZAP-I É destinada à preservação permanente dos córregos e nascentes, compreendendo uma, faixa bilateral de 30m de largura das margens dos córregos e raio de 80m nas nascentes, tomando-se o olho d’água como centro. Zona de Proteção Ambiental II- ZAP II É destinada à preservação permanente do lado formado pela barragem do Rio Descoberto Zona de Preservação Paisagística I Norte - Glebas situadas entre a ZOU e o limite do município Sul- Glebas situadas entre a ZOU e os córregos Camargo e Buritizinho Zona de Preservação Paisagística II Leste- Glebas situadas entre a ZOU e a ZPA 1 e 2 Oeste- Glebas situadas entre a ZOU e a ZPA 1 e do Rio dos Macacos. Área Rural – AR Restante da área do território municipal, além da área urbana em fase de consolidação e seu entorno imediato.

PARÂMETROS URBANÍSTICOS L0- lotes de maior restrição

L1- lotes de média restrição Voltados para vias principais e/ou regionais L2- lotes de menor restrição/ centro urbano menor restrição Voltados para vias principais e/ou regionais

ÍNDICE DE PERMEABILIDADE

DIMENSIONAMENTO DOS LOTES

%åĀĹå åĵ ŞåųÏåĹƋƚ±Ĭ ± ޱųÏåĬ± ĵĝĹĜĵ± Úå ŸŅĬŅ Şåųĵå´ƴåĬ ÚŅ ĬŅƋåØ ÚåŸƋĜűÚŅ ± ĜĹĀĬƋų±ÓÅŅ Úå ´čƚ± ÏŅĵ função principal de realimentação do lençol freático.

ZPP I

Dimensão maior que 10000 m², não podendo ser desmembrado

ZPP II

Dimensão de 5000 m², não podendo ser desmembrado

20% 60%

ADE I – Área de Desenvolvimento Econômico I ADE II – Área de Desenvolvimento Econômico II ADE III – Área de Desenvolvimento Econômico III ADE IV – Área de Desenvolvimento Econômico IV

ZOU ZPP I

ADE I, II, III Dimensão mínima de 5000m², não podendo ser desmembrado ADE IV

Parcelamento misto de lotes comerciais, residenciais e habitacionais, com área mínima de 200 m²

ZOU

Só poderá ter lotes de no mínimo 200 m²

ZPP II

ÍNDICE DE OCUPAÇÃO DO SOLO

AFASTAMENTOS OBRIGATÓRIOS

Estabelece o limite de ocupação do lote conforme a zona de uso em que esteja situado.

Representa as distancias mínimas a serem observadas entre ±Ÿ ü±ÏʱڱŸ å åÚĜĀϱÓŝåŸ å ±Ÿ divisas do lote Afastamento mínimo das fachadas voltadas para logradouro

7,5%

ZPP-I ZPP-II

70%

90%

Localizados nos bairros de características residencial,

PARÂMETROS URBANÍSTICOS

¬kŽŠųåŸĜÚåĹÏĜ±Ĭš ADE I, ADE II, ADE III ADE IV ¬kŽŠĹÅŅųåŸĜÚåĹÏĜ±Ĭš

ZPA (não é permitido a ocupação do solo ÏŅĵåÚĜĀϱÓÅŅš

COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO É o índice numérico que multiplicado pela área do lote resulta na área máxima de construção permitida

Afastamento de 3m para térreo e 2° pavimento Afastamento de 1m para térreo e 2° pavimento

L0, L1 ADE I, ADE II, ADE III ZPP I, ZPP II

L0, L1, L2, L3

ZPP I, ZPP II

3,0 1,5

L3- lotes com restrição a residência Localizados na área de desenvolvimento urbano

Para ZOU, os lotes devem ter no mínimo 200 m²

L2

0,2

Afastamento mínimo das fachadas voltadas para lotes vizinhos L 0 , 1m L2 2m 3m

L3 ZPP I, II


Plano Diretor Participativo MACROZONEAMENTO O Plano Diretor propõe o macrozoneamento buscando ŧƚ±ĬĜĀϱųŅŸƚŸŅŸŧƚåŸåŞųåƋåĹÚåĜĹÚƚDŽĜųŅƚųåŸƋųĜĹčĜųåĵ cada uma das porções do território municipal, através de um conjunto de ações que orientam. As Macrozonas ŞųŅŞŅŸƋ±ŸŸÅŅ±ŸŸåčƚĜĹƋåŸ× a±ÏųŅDŽŅűeĵÆĜåĹƋ±ĬŠaeĵÆš×ŅĵŞųååĹÚå±ųå±Ú±e{e do Descoberto, o Parque Estadual do Descoberto e áreas Úåüų±čĜĬĜÚ±Úå±ĵÆĜåĹƋ±ĬüŅųƋååĵƚĜƋŅüŅųƋåŠÏŅĵ±ĬƋ±ÚåÏĬĜƴĜÚ±ÚååŸŅĬŅŸüų´čåĜŸšţ a±ÏųŅDŽŅűŽųÆ±Ĺ±ŠaŽųÆš×ų屎ųÆ±Ĺ±aƚĹĜÏĜޱĬØÚåĬĜĵĜƋada pelo perímetro urbano, com usos já consolidados ou em vias de consolidação. a±ÏųŅDŽŅű ƚųƚųÆ±Ĺ± ŠaųƚųÆš× e ¬Ņű ƚųƚųÆ±Ĺ± ÏŅĵpreende áreas com características mistas de ocupação, se destacando pela atividade econômica com características rurais e ocupações com características urbanas, localizada em um espaço intermediário entre a cidade e o campo. ±ŸŅŸåģ±ĜĹƋåų域±ĹƋåޱų±ŅĵƚĹĜÏĝŞĜŅØŞŅÚåŸåƋų±ĹŸüŅųmar tanto em Macrozona de Expansão como em Macrozona Rural; a±ÏųŅDŽŅű Úå )ƻŞ±ĹŸÅŅ Ša)ƻŞš× ų屟 ±ĜĹÚ± Ÿåĵ ŅÏƚpação consolidada, com áreas disponíveis podem servir ÏŅĵŅ¬ŅűÚå)ƻŞ±ĹŸÅŅŽųÆ±Ĺ±Ņƚƚų±ĬØŸåčƚĜĹÚŅŧƚåüŅų mais positivo para desenvolvimento municipal. a±ÏųŅDŽŅű ƚų±Ĭ Šaƚųš× ų屟 ÏŅĵ ϱų±ÏƋåųĝŸƋĜϱŸ ųƚų±ĜŸ de uso e ocupação do solo

MICROZONEAMENTO ZONA ¬)ƻŞ

TAXA DE OCUPAÇÃO 60% (até 2 pav.)

COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO

GABARITO MÁXIMO

2,0

50% (maior que 2 pav.) ¬)F„ ¬ŽěŎ

50% 60% (até 2 pav.) 60% (maior que 2 pav.)

¬ŽěƖ

70% (até 2 pav.) 60% (maior que 2 pav.)

¬šåųěŎ

70% (até 2 pav.) 65% (maior que 2 pav.)

¬šåųěƖ

70% (até 2 pav.) 60 % (maior que 2 pav.)

1,5

3,0

3 ŠŸåĵÏŅĹƋ±ųÏŅĵč±ų±čåĵš

5,0

5 ŠŸåĵÏŅĹƋ±ųÏŅĵč±ų±čåĵš

não contém informação

20 ŠÏŅĹƋ±ĹÚŅč±ų±čåĵ subterrânea)

não contém informação

10 ŠÏŅĹƋ±ĹÚŅč±ų±čåĵ subterrânea)

¬ƚųƚųÆěŎ

60%

2,0

não contém informação

¬ƚųƚųÆěƖ

50%

1,5

não contém informação


identificação de instrumentos de política pública


Instrumento Edificação/Parcelamento Compulsórios

Como se aplica Ficam permitidos parcelamentos na modalidade desmembramento , desde que as áreas sejam remanescentes de loteamentos aprovados e os lotes desmembrandos tenham área mínima de 200m2.

Onde se aplica

Quando se aplica

ADE.1 ADE.2 Na data de publicação do Plano Diretor.

IPTU progressivo no tempo

Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

Outorga Onerosa (de direitos de construção ou alteração de usos) Operação Interligada Operação Urbana

Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

ZEIS – Zonas de Especial Interesse Social Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

Transferência do Direito de Construir

Não se aplica.

Não se aplica.

Não se aplica.

EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança

Art.28. A natureza de incomodidade está identificada, conforme o efeito que determina sobre o meio ambiente e o ser humano, da seguinte forma: Ambiental, Relativa à risco de sugurança, Relativa à circulação, outras de natureza e especiais.

Direito de superfície

Não se aplica.

Direito de preempção

Art.19. O eixo dinâmico urbano configurar-se-à através da duplicação da BR 070, da paviemntação das vias laterais e da urbanização de todo trecho da Rodovia, que poderá ser parcelado e seu uso destinado à práticas esportivas , lazer, cultura, praças, parques e jardins, 1 As áreas parceladas, não poderão ser vendidas, doadas nem cedidas à iniciativa privada ou a terceiros.

L0 , L1, L2 Na data de publicação do Plano Diretor.

Não se aplica.

Não se aplica.

Urbanização de todo trecho da Rodovia.

Na data de publicação do Plano Diretor.

Art.11. 10 As glebas parceladas, implantadas e ocupadas , porém, não aprovadas pela municiConcessão de uso especial para moradia palidade, poderão, conforme o caso, ser Programa de regularização objeto de instrumento de de regularização, nos loteamentos clandestinos conforme dispõe a Lei Federal n0 6.766/79 e já consolidados. Lei Municipal que fixará diretrizes próprias para o caso.

Outros instrumentos

Não se aplica.

Não se aplica.

Leis complementares.

Não se aplica.


Ampliação do Nível de Satisfação e das Necessidades Humanas I – Necessidades Básicas – segurança, alfabetização, alimentação, saúde, habitação; II – Necessidades Intermediárias – urbanização, habitação, saneamento básico, equipamento urbano e comunitário, garantia de emprego, segurança da propriedade, integração social e atividades culturais; III – Necessidades Superiores – qualidade de espaço residencial, preservação e conservação do meio ambiente, proteção do patrimônio histórico e artístico, qualidade da paisagem urbana, incremento de recreação e lazer, acessibilidade à informação.

I-D. equipamentos de RECREAÇÃO E LAZER • Parâmetros urbanísticos: porcentagem da área total para praças, parques de esportes, recreação e lazer; área verde/habitante; área mínima de implantação de parques de esportes, recreação e lazer; área permeável/equipamento de recreação; • Prioridade de implantação de parques de esportes e lazer nos bairros; Î )ŸŞ±ÓŅŸåŸŞåÏĝĀÏŅŸޱų±ϱڱޱųŧƚå×ϱĵŞŅÚåüƚƋåÆŅĬØåŸŞ±ÓŅÏŅÆerto multifuncional, parque infantil, quadras descobertas, pistas para a prática de cooper, equipamentos para idosos, parque das águas;

Melhor categorização. Saneamento básico necessidade intermediária sendo que saúde está diretamente relacionada com o saneamento?

as

Crític

Programa de Estruturação de Bairros I – Acessibilidade da população a equipamentos comunitários: a) Educação; b) Saúde; c) Segurança; d) Lazer.

II – Urbanização a) Urbanização das vias principais e secundárias; b) Implantação da infraestrutura urbana.

Não existem espaços de lazer públicos. Os campos de futebol existentes são improvisados em áreas remanescentes de loteamento e/ou abandonadas. Além disso, há praticamente apenas dois espaços de entretenimento da iniciativa privada: o shopping e o clube. Áreas verdes planejadas e praças públicas são raras e as existentes estão em estado precário.

I-a. equipamentos de educação

as

Crític

I-c. equipamentos de Segurança

Parâmetros urbanísticos para cada categoria da rede física escolar (creches e pré-escolas, ensino fundamental e ensino médio: • Área mínima do terreno; • Número máximo de alunos por unidade; • Equipamento/habitante; • Raio de atendimento máximo; • Prioridade de implantação nos bairros; • Espaço coberto para atividades comunitárias de cultura e esportes.

a) • • •

Feira abandonada - Comercialização de artesanato prejudicado pelo shopping ao lado da feira. Observa-se a falta dos centros de estudos propostos.

Os programas e metas estabelecidos no Plano Diretor, não foram ƋŅƋ±ĬĵåĹƋå±ƋåĹÚĜÚŅŸţeü±ĬƋ±ÚåƚĵŞų±DŽŅޱų±ĜĵŞĬ±ĹƋ±ÓÅŅÚĜĀÏƚĬƋ± a cobrança de execução.

I-B. equipamentos de SAÚDE

as

Crític

• Centros de Atendimento Integrado de Saúde (CAIS); • Reforma e ampliação dos postos de saúde existentes; • Implantação de Kit sanitário: fossa séptica, sumidouro, banheiro e lavanderia. Os postos de saúde não se encontram em alta qualidade, presume-se que não houve reforma a ampliação. Durante a visita técnica, não observou-se a implantação dos kits sanitários.

Programa de geração de emprego e renda; Centros de estudos, formação e capacitação de mão de obra; Centro de ensino de arte e artesanato: comercialização; Produção industrial para construção civil.

as

Crític

b) Programa de aparelhagem da polícia civil e militar. • Unidades físicas da polícia civil e militar (comando regional, quartel, centros integrados de operações policiais e postos policiais; • Articulação entre governo municipal, estadual e federal; • Prioridade de implantação nos bairros; • Reforma e ampliação dos postos policiais existentes. Maior valorização do investimento em policiamento quanto aos programas de interesse social. Nota-se que o policiamento é diferenciado em certas áreas, existindo pontos mais frágeis e perigosos. E que o que mais ocorre são assaltos, o que indica a diferença social da área.


II-a. Urbanização das Vias Principais e Secundárias • • • • • • •

as

Crític

Pavimentação das vias públicas; Implantação de elementos básicos do mobiliário urbano; Passeio público; Arborização; Sinalização de comunicação; Iluminação pública; Tecnologia que utilize mão de obra intensiva. A teoria é coerente, p o r é m n a prática não houve qualquer intervenção de urbanização. A cidade continua com as vias em sua maior parte não pavimentadas, que geram grandes transtornos para a população principalmente em época de chuva. Não há calçadas. A vegetação existente tem origem nas áreas de vazios urbanos e nas áreas de mata densa próximas ás margens das nascentes, não há arborização planejada e bem distribuída pelo espaço urbano. Utilizar a mão de obra intensiva ŸĜčĹĜĀϱ um ponto positivo para a geração de emprego e renda, mas a teoria não está sendo aplicada.

II-b. Implantação da Infraestrutura Urbana • • • • • • • as

Crític

Saneamento básico; Drenagem; Sistema de recolhimentŅåÚĜŸŞŅŸĜÓÅŅĀűl do lixo; Reestruturação do sistema viário; Hierarquia das vias urbanas; åÚåĀĹĜÓÅŅÚŅŸĜstema de transporte urbano; Urbanização das vias principais e secundárias A infraestrutura urbana de Aguas Lindas ainda é precária. O sistema de drenagem em vias públias é inexistente, falta bueiros e a agua pluvial é absolvida pelo solo, devido a falta de pavimentação. O recolhimento e disposição Āűl do lixo é falho, pois observou-se lixo nas ruas.

Não foram idenƋĜĀϱÚŅŸ no Plano Diretor vigente, projetos estratégicos básicos pensando o meio ambiente e habitação.


caracterização da

fração urbana


2

3 4

6

1 8

7

รกrea de estudo

5


MAPA DE CHEIOS E VAZIOS O mapa analisa a parcela de partes construídas e não construídas da área. Pode-se observar um espalhamento das construções nas áreas mais próximas do lago, as quais são chácaras, logo consideradas rururbanas. A medida que ao lotes se aproximam das áreas centrais da cidade as construções se tornam mais concentradas. Esse fator de ocupação de solo está diretamente relacionado às restrições de parâmetros urbanos destinados a esse local de acordo com o Plano Diretor de 2002.

Uma malha urbana mais integrada contribui para a ventilação natural, já que não cria tantos obstáculos para os ventos

N ESCALA 1 : 60.000

CHEIOS VAZIO


MAPA DE USO DO SOLO e´ųå±±Ĺ±ĬĜŸ±Ú±ÏŅĹĀčƚų±ěŸåƱŸĜϱĵåĹƋååĵŸåƋŅųåŸʱÆĜƋ±ÏĜŅűĜŸØÏŅĹŸƋĜƋƚĝÚŅŸŞųĜĹÏĜޱĬĵåĹƋåÚåϱŸ±ŸƋæųě ų屟ŸŅĬƋ±ŸĹŅĬŅƋååÏĘ´Ï±ų±ŸØÏŅĵŞųåŸåĹÓ±ŸŞŅĹƋƚ±ĜŸÚååÚĜüĝÏĜŅŸåϱŸ±ŸÚåĵ±ĜŸÚåƚĵޱƴĜĵåĹƋŅţeüŅųƋå presença de chácaras está diretamente relacionada à questão ambiental uma vez que a área se encontra próxě Ĝĵ±±ƚĵ±DŽŅűÚåŞųåŸåųƴ±ÓÅŅޱĜŸ±čĝŸƋĜϱޱų±ŧƚ±ĬĘ´ŞųåŅÏƚޱÓŝåŸåųåŸƋųĜÓŝåŸĵ±ĜŸųĝčĜÚ±Ÿŧƚ±ĹƋŅ±ŅŸ ޱų¶ĵåƋųŅŸƚųƱĹĝŸƋĜÏŅŸţeĬæĵÚĜŸŸŅØåŸƋ±ÆåĬåÏåĵƚĵ±ųåĬ±ÓÅŅÏŅĵ±ޱĜŸ±čåĵÚ±Ʊųų±čåĵÚŅųĜŅÚåŸÏŅÆåųě ƋŅØϱų±ÏƋåųĜDŽ±ĹÚŅěŸåŞŅųÏĘ´Ï±ų±ŸÚåĀűĬÚåŸåĵ±Ĺ±ţ

N ESCALA 1 : 60.000 TIPOLOGIA HABITACIONAL CASA TÉRREA SOLTA NO LOTE CHÁCARAS

USO MISTO EDIFÍCIO TÉRREO NOS LIMITES DO LOTE EDIFÍCIO DE UM OU MAIS PAVIMENTOS NO LIMITE DO LOTE

COMÉRCIO PEQUENO PORTE (bares, padaria, farmácia)

INTISTUCIONAL TEMPLOS RELIGIOSOS EDUCACIONAL (creche e ensino médio) INSTITUCIONAL PÚBLICO (prefeitura, companhia água, saneamento básico e energia ) LAZER (cinema, clubes, ginásio)

ÁREA PÚBLICA ÁREA LIVRE PÚBLICA (praças, parques, campinhos) ÁREA VERDE DENSA (mata, preservação, margens de rio) VAZIO URBANO (particular ou não)


GABARITO Realizada a análise da área em relação ao seu gabarito, observou-se que a ųåčĜÅŅ ŞŅŸŸƚĜ ƚĵ± ÏŅĹĀčƚų±ÓÅŅ ƱŸtante homogênea. Predomina-se a tipologia de casas de um pavimento, com algumas exceções de casas de dois pavimentos. Os comércios em sua maioria possuem um pavimento, mas Ƌ±ĵÆæĵĘ´±ŸĜčĹĜĀϱƋĜƴ±ŞųåŸåĹÓ±Úå ÚŅĜŸ ޱƴĜĵåĹƋŅŸţ )ŸŸ± ÏŅĹĀčƚų±ÓÅŅ predominantemente térrea condiz com o programa de ocupação da região, já que é formada por uma malha predominantemente regular de habitações de baixa-renda.

EDIFÍFICO DE 2 PAVIMENTOS NA ÁREA ESTUDADA

EDIFÍFICO DE 3 PAVIMENTOS NA ÁREA ESTUDADA

N ESCALA 1 : 60.000 LEGENDA MAPA GABARITO

1 PAVIMENTO 2 PAVIMENTOS 3 PAVIMENTOS 4 - 9 PAVIMENTOS 10 - 19 PAVIMENTOS 20 - ACIMA

EXEMPLO DE EDIFICAÇÃO DE 1 PAVIMENTO.


TAXA DE OCUPAÇÃO Uma vez que há a predominância de áreas residenciais, observa-se que a maioria dos lotes obedecem à taxa de ocupação máxima descrita pelo Plano Diretor de Águas Lindas. Tal característica é positiva para a região, visto que melhora a dinâmica da região, auxiliando na relação dos moradores com o espaço. No entanto, üŅų±ĵ ĜÚåĹƋĜĀϱڱŸ ±Ĭčƚĵ±Ÿ ŅÏƚޱÓŝåŸ ĜųųåčƚĬ±ųåŸØ onde os lotes encontram-se em área de preservação ambiental.

TO - 15%

N ESCALA 1 : 60.000 LEGENDA MAPA TAXA DE OCUPAÇÃO

SEM OCUPAÇÃO 0 - 7,50% 7,6 - 10% 11 - 50% 51 - 70% 71 - 90% 91 - 100%

TO - 55%

TO - 35%

TO - 65%

TO - 75%


ELEMENTOS DE PERCEPÇÃO ESPACIAL

Águas Lindas de Goiás é uma cidade com a paisagem predominantemente horizontal, então quando existem elementos verticais compondo a paisagem, este se torna um marco visual e um elemento de percepção espacial.

ESCALA 1 : 60.000 LEGENDA

N

EDIFÍCIO MARCANTE ELEMENTO ESCULTÓRICO ELEMENTO / PAISAGEM NATURAL

Na área de estudo, há dois elementos verticais, um edifício marcante de 3 pavimentos e a passarela elevada para pedestres cruzarem a BR-070. Porém há outros elementos que também são de percepção espacial, mas horizontais, e que pela escala diferenciada, também se tornaram um marco da paisagem, sendo ambos postos de gasolina. Além dos já citados elementos, temos também a paisagem natural que emoldura a vista do observador


ÍNDICE DE APROVEITAMENTO k ÏŅåĀÏĜåĹƋå Úå ±ŞųŅƴåĜƋ±ĵåĹƋŅ ű ´ųå±±Ĺ±ĬĜŸ±Ú±ØÚå±ÏŅųÚŅÏŅĵŅ{Ĭ±ĹŅ %ĜųåƋŅųƴĜčåĹƋåØÚåƴåŅÆƋåųƴ±ĬŅųĜčƚ±Ĭ± ŎØĂޱų±XLj±XŎţeŅÏŅĵޱų±ųŅŸƴ±ĬŅųåŸ åĹÏŅĹƋų±ÚŅŸØ ƴåųĜĀÏŅƚěŸå ŧƚå ĹåŸƋ± ųåčĜÅŅŅeŞŅŸŸƚĜƴ±ĬŅųåŸåĹƋųåLjåŎØĂØ ÏŅĹüŅųĵåŅ{Ĭ±ĹŅţB´±Ĭčƚĵ±ŸޱųÏåĬ±Ÿ ŧƚåĹÅŅåŸƋÅŅÚå±ÏŅųÚŅØŞŅųæĵŸÅŅåƻÏåÓŝåŸţ åĵ ųåĬ±ÓÅŅ ±ŅŸ ĬŅƋåŸ ŧƚå Ÿå ĬŅϱĬĜDŽ±ĵ ű ޱųƋå Úå XƖØ ±ƴåųĜčŅƚěŸå ŧƚå ĹÅŅ Ę´ ÏŅĹÏŅųÚ¶ĹÏĜ± Úå ƴ±ĬŅųåŸØ ŞŅĜŸ ŅŸ ĬŅƋåŸ ±ŞųåŸåĹƋ±ĵ ƴ±ĬŅų ĵåĹŅų ÚŅ ŧƚå Ņ {%k‰ţ %Ĝ±ĹƋå ÚĜŸƋŅØ ±Āųĵ±ěŸå ŧƚå Ę´ ĘŅĵŅčåĹåĜÚ±Úå åĹƋųå ± ´ųå± ±Ĺ±ĬĜŸ±Ú±ţ

N ESCALA 1 : 60.000 LEGENDA MAPA ÍNDICE DE APROVEITAMENTO

SEM OCUPAÇÃO 0 - 0,20 0,3 - 1,00 1,10 - 1,50 1,60 - 3,00 3,00 - ACIMA


hierarquia viária Ao analisar o sistema viário da Área 5, nota-se que não existe, de fato, uma clara hierarquização das vias. As ruas são estreitas e sem infraestrutura e as vias locais, não possuem asfaltamento, estão ÚåŸĹĜƴåĬ±Ú±Ÿåü±ĬƋ±ŸĜŸƋåĵ±ÚåÚųåűčåĵţ8Ņų±ĵĜÚåĹƋĜĀϱÚŅŸ±ŞåűŸÚƚ±ŸƴĜ±ŸÏŅĬåƋŅų±ŸØŧƚåƋų±ĹŸporta o tráfego das ruas locais ao sistema arterial secundário, o qual, se encontra paralelo a BR - 070.

1,5m

3m

1,5m

LOCAL

N 2m

ESCALA 1 : 60.000 LEGENDA MAPA SISTEMA VIÁRIO

3m

3m

2m

COLETORA

BR ARTERIAL SECUNDÁRIA COLETORA PRINCIPAL LOCAL

3m

5,5m

5,5m

20m

4m

4m

4m

2m

4m

4m

4m

20m

5,5m

5,5m

3m

ARTERIAL


MODO DE CIRCULAÇÃO / TRANSPORTE Quanto ao mapa de circulação e trasnporte, nota-se que não existe uma faixa exclusiva destinada ao ônibus. Neste caso, as vias arteriais secundárias serviram como rota de passagem para ônibus e limites entre bairros. Tanto ao longo da BR - 070 e da via arterial secundária, quanto ao longo das vias locais, não existe passagem destinada ao pedestre. Calçadas são raras e quando existem, estão em péssimas condições, sem sombreamento e forçando o pedestre a atravessar pela rua. Cruzando as duas pistas da BR - 070, encontra-se uma passarela elevada para pedestre, porém, ela desemboca na marginal da via movimentada, sem calçamento e um caminho indicativo. Nota-se na área a prioridade dada ao transito de automóveis, a falta de pontos de ônibus e a dificuldade de acesso dos mesmos às vias locais, prejudicando o passageiro.

PRIORIDADE ATUAL

DEVERIA SER.. PEDESTRES ANDANDO NA TERRA OU NA RUA DEVIDO A FALTA DE INFRSESTRUTURA

ESCALA 1 : 60.000 LEGENDA MAPA MODO DE CIRCULAÇÃO/TRANSPORTE TRANSPORTE PÚBLICO

N

AUTOMÓVEL/MOTOCICLO A PÉ (PASSARELA)

O AUTOMÓVEL COM TOTAL PRIORIDADE


VEGETAÇão predominância de vegetação arbórea nas proximidades das nascentes, e a medida que se distancia a vegetação caracteriencontradas árvores nas áreas urbanizadas, quando não se fazem presentes dentro do interior dos lotes, estão, em sua maioria, nas áreas de vazio urbano sem qualquer planejamento paisagístico.

N ESCALA 1 : 60.000

ARBUSTIVA ARBÓREA FORRAGEM


INFRAESTRUTURA URBANA A área analisada em Águas Lindas apresenta uma infraestrutura bastante preÏ´ųĜ±ţ 8Ņų±ĵ ĜÚåĹƋĜĀϱڱŸ Úƚ±Ÿ ƋĜŞŅĬŅgias de vias: vias pavimentadas com calçadas em más condições e vias não pavimentadas e sem calçadas. Algumas paradas de ônibus foram observadas ao longo da BR 070, mas no restante da área, não há paradas, estações ou ciclofaixas. A falta de estrutura prejudica não só os modos de transporte individuais, como também o transporte público, visto que não há faixas exclusivas ou corredores para ônibus.

PARADA DE ÔNIBUS EM PÉSSIMAS CONDIÇÕES

VIA SEM PAVIMENTAÇÃO E CALÇADA

ESCALA 1 : 60.000

LEGENDA MAPA INFRAESTRUTURA URBANA

N

VIA ASFALTADA E CALÇADA EM MÁ CONSERVAÇÃO VIA SEM PAVIMENTAÇÃO E CALÇADA PARADA DE ÔNIBUS

VIA PAVIMENTADA EM MÁ CONSERVAÇÃO


MAPA Diagnóstico

N ESCALA 1 : 60.000

PAVIMENTAÇÃO E REQUALIFICAÇÃO DAS VIAS URBANIZAÇÃO DAS VIAS COLETORAS QUALIFICAÇÃO DE ESPAÇOS LIVRES (parques, praças, quadras esportivas) CRIAÇÃO DE USO MISTO ADENSAMENTO ADENSAMENTO POR CHÁCARAS

A área analisada apresenta grandes vazios urbanos, sendo necessário, portanto, um maior adensamento e ocupação de áreas ociosas. Devido à sua sensibilidade ambiental, propõe-se que para as áreas mais próximas à barragem do rio descoberto e às nascentes, haja um adensamento por meio de chácaras, modo de ocupação de parâmetros urbanísticos permitidos pelo Plano Diretor. Foram aproveitadas as áreas em que já existem campos de futebol improvisados e áreas públicas desocupadas para a criação de áreas de lazer, como praças, pista de corrida, parques, playgrounds, centros esportivos, clubes, entre outros. As vias existentes são, em sua grande maioria, precárias: não possuem pavimentação, calçadas, sistema de drenagem, ciclovias e/ou ciclofaixas, mobiliário urbano. Sendo assim, ŞųŅŞŝåěŸå ŧƚå ʱģ± ޱƴĜĵåĹƋ±ÓÅŅ å ųåŧƚ±ĬĜĀcação para as vias de terra e urbanização das vias coletoras, as quais possuem uma mínima infraestrutura. Com o intuito de valorização da área, pretende-se implantar comércios de uso misto à margem da BR 0.70, uma vez que ela desempenha não somente um papel funcional (deslocamento interestadual), mas também de dinamização e marco visual.


Planejamento Urbano - Etapa 01 (FAU - UnB)  

Alunas: Caroline Fernandes Natália Politano Gabriela Moura Bruna Carmuça Anna Clara Lopes Ana Clara Barros

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