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UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES ARQUITETURA E URBANISMO

Empresa de Transporte


Caroline Alves Campos RGM: 11151100984

Orientador Celso Ledo Martins

10° Periodo

Noturno


Agradecimento Gostaria de agradecer primeiramente a Deus, que permitiu que tudo isso acontecesse,me dando saúde e força para superar as dificuldades. Aos meus pais, Paulo e Gleise que sempre se esforçaram para me proporcionar um ensino de qualidade e sempre estiveram ao meu lado. Aos meus amigos Carla Moura e Rafael Alves que acompanharam e me apoiaram em todas as etapas. Ao corpo docente da instituição que sempre orientou, ensinou e apoiou a todos do curso de Arquitetura e Urbanismo. Ao meu Orientador Professor Celso, que estava sempre disposto a ensinar e me ajudar com todo carinho e dedicação. Mas a todos que fizeram parte da minha formação diretamente ou indiretamente, o meu muito obrigada.


SUMÁRIO INTRODUÇÃO HISTÓRIA DOS TRANSPORTES TERRESTRES HISTÓRICO DO TRANSPORTE URBANO NO BRASIL DEFINIÇÃO E HISTÓRIA DAS TIPOLOGIAS ORGANIZAÇÃO ESTRUTURA FUNCIONAMENTO GENÉRICO DO TEMA LEGISLAÇÃO ESTUDO DE CASO VISITA TÉCNICA LOCAL DE INTERVENÇÃO ESQUEMAS ESTRUTURANTES PROJETO ARQUITETÔNICO TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE MATERIAIS E ACABAMENTOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

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I N T R O D U Ç Ã O

Que a mobilidade urbana é um dos grandes desafios do planejamento urbano hoje em dia, não se tem dúvida. E a proposta a ser desenvolvida no Trabalho Final de Conclusão de Curso tem por objetivo a implementação de uma Empresa de Transporte, na cidade de Mogi das Cruzes/ SP, visando proporcionar um transporte mais rápido e ágil por todo perímetro nacional. Oferecendo várias alternativas de transporte como fretamento de ônibus, transporte de carga em caminhões, transporte de pessoas em carros de passeio.Mas também pensando na sustentabilidade a empresa também irá oferecer aluguel de bicicletas e patinete elétrico. E com um projeto que ofereça toda infraestrutura necessária para os funcionários e clientes, a partir de várias soluções arquitetônicas com fluxograma bem resolvido e conforto térmico. Introdução

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1°

HistĂłria dos transportes terrestres


Desde princípio, o homem se desloca atrás de alimentos. E como a caça está sujeita a mudanças, já que os animais migravam de norte a sul atrás de novas pastagens o homem se converteu a nômade para saciar suas necessidades. (site: TRANSPORTE TERRESTRE.INFO) E com a descoberta do fogo, o homem percebeu que os animais poderiam ter outra utilidade além do aproveito da carne, como o uso do leite e da pele de cabras e ovelhas, e assim começou a criar rebanhos e eles começaram a transladar os animais. (IBIDEM) Depois foram utilizados rolos de madeira para deslocar um animal de um local para o outro, este seria o precursor da roda. Existem muitas teorias sobre seu surgimento, mas não há um registro do exato momento. Afirma-se que os primeiros vestígios foram encontrados na civilização Suméria, cerca de 3000 a.C., em uma carroça com rodas de madeira. (IBIDEM) Na Ásia Menor, no Norte da Europa e na China, em 2000 a.C., surgiu as rodas leves e maciças, com raios, que auxiliaram na movimentação rápida dos carros,especialmente em combates. Posteriormente, foram usadas em carroças e carruagens. (IBIDEM). No Egito, os carros surgiram através do povo Hicsos. Os carros de guerra se tornaram mais ágeis, sendo construídos com grande qualidade. (IBIDEM)Já em 1000 a.C., na Europa Ocidental, a civilização Celta utilizou um metal para cobrir as rodas das carruagens para que se tornassem mais duráveis e resistentes. (IBIDEM). Em Roma, foram criados os primeiros elementos do sistema viário, sinalização, marcos quilométricos, indicadores de sentido e as primeiras regulamentações de tráfego e assimsurgiu o trânsito. (IBIDEM).

Capitulo 1 - Histórico do transporte terrestre

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Um grande desenvolvimento no transporte foi dado pelo surgimento do trem, que teria como precursor o padre Ferdinand Verbiest, que em 1681 idealizou uma máquina autopropulsora a vapor, em Pequim. E até o fim do sec. XIX, as estradas que mais se desenvolveram foram as estradas de ferro, e como não existiam automóveis ainda,o transporte ferroviário era mais cômodo e mais barato. (site:FERROVIASETRENSANTIGOS.COM) Em 1863, em Londres, surgiu o primeiro trem metropolitano. Ele andava por baixo da terra, em túneis e não passava de alguns vagões iluminados a gás, rebocados por uma locomotiva a vapor. (IBIDEM) O primeiro sistema de transporte público surgiu em Nantes, França, em 1826 quando um ex-oficial do exército francês, construiu banhos públicos na periferia da cidade e organizou um modo de transportar as pessoas do centro da cidade até suas instalações. E como as pessoas tinham grande interesse de sair de vários pontos para frequentas esses banhos, o ex- oficial mudou a estratégia e resolveu que seu voiture (viatura para todos) iriam percorrer rota pré- determinada, transportando pessoas e correio. (site: SEGUINDOOSPASSOSDAHISÓRIA.COM) Logo após, os bondes apareceram substituindo as carroças, mas ainda era puxado por cavalos e burros mas sobre trilhos, e depois por trolleyes elétricos que foram construídos primeiramente dos Estados Unidos. Depois com a saída dos bondes elétricos, chegaram os ônibus elétricos, que encontramos até hoje. (site AUTOCLASSIC.COM) Em 1885, na Alemanha, Karl Benz e Gottlied Daimler criaram o motor a combustão. E décadas depois, o americano Henry Ford passou a fabricar carros em série. (IBIDEM)

Capitulo 1 - Histórico do transporte terrestre

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No caso do Brasil, a revolução automotora ocorreu depois da Segunda Guerra Mundial. Já que na década de 30,fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de automóveis pesados. E com o tempo foram surgindo terminais rodoviários, que são lugares onde o ônibus urbano ou interurbano param para que os passageiros embarquem ou desembarquem. Distinguem-se dos pontos de ônibus pela sua maior dimensão e infraestrutura oferecida. Hoje também existe o terminal intermodal que são terminais que contam com mais de um meio de transporte, como rodoviário, aéreo e ferroviário o que baixa o custo para os passageiros e facilita porque estão todos no mesmo lugar.

Capitulo 1 - Histórico do transporte terrestre

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2°

HistĂłrico do transporte urbano no Brasil


Com a chegada dos portugueses em 1500 até meados do século 1530, compreende o Período Pré-Colonial e essa fase se encerrou com a implantação do sistema de capitalismo hereditário que ficou conhecida dessa forma pela ausência de uma política de colonização e de ocupação por parte de Portugal em relação ao Brasil. Nessa época, houve ainda a predominância da exploração do pau-brasil e da instalação defeitorias no litoral. (site: mundoeducacao.bol.uol.com.br) E a extração do pau-brasil era feita pelos indígenas, que realizavam o corte e o transporte das toras da madeira até as feitorias e eram pagos por quinquilharias em geral, tais como espelhos, baús de metal, foices etc. Os nativos também forneciam aos portugueses mercadorias como a farinha. (IBIDEM) Assim como o transporte do pau-brasil, o transporte das pessoas nobres também era feito pelos escravos de várias maneiras até que o transporte foi se evoluindo até chegar no que temos hoje. (IBIDEM) Com o desenvolvimento dos bondes e das carroças puxadas por animais surgiram os ônibus elétricos e com o tempo as empresas de fretamento de ônibus que alugam o ônibus para levar um grupo de pessoas para excursões, passeios e até para o trabalho. (site: TRANSPORTE TERRESTRE.INFO)

Capitulo 2 - Histórico do transporte urbano no Brasil

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Antes do século 18 o transporte de carga era feito por homens, animais e carroças mas depois da Revolução Industrial tudo mudou, foi ai que em 1895 o alemão Karl Benz desenhou e construiu o primeiro caminhão, e ele foi feito com um motor de combustão interna, diferente do motor a vapor. (site:https://activecorp.com.br/caminhoes-ecarretas-tipos-e- classificacoes/) Os serviços de bicicleta e patinete compartilhados chegou no Brasil a pouco tempo, e as três principais empresas são: Yellow, Scoo e a Ride. Que prometem uma ideia de transporte mais prático e uma cidade mais “limpa”. (site: https://www.bbc.com/portuguese/geral-46551499) E basicamente o serviço e solicitado por aplicativo, você paga um valor para destravar o equipamento e depois a cada minuto de uso e depois que chegar no destino pode deixar em um lugar público também. (IBIDEM) E com a chegada do Uber em 2014 no Brasil, que revolucionou o transporte no país e trouxe a ideia de um serviço semelhante a um táxi, mas que oferece uma “carona remunerada” que é solicitada pelo método “E-hailing” que nada mais é que solicitar a viagem através de um dispositivo eletrônico, seja ele celular ou smartphone. (site:https://www.uber.com/pt-BR/newsroom/história/) A empresa conta com uma frota de motoristas que se cadastraram pelo aplicativo,mas seguem uma série de exigências e o carro passa por várias vistorias para segurança do passageiro. (IBIDEM)

Capitulo 2 - Histórico do transporte urbano no Brasil

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Mas por oferecerem um serviço análogo aos dos taxistas e cobrar um preço menor, a Uber despertou preocupação e críticas dos taxistas ao redor do mundo. Porque o trabalho dos taxistas costuma ser regulamentado por algum órgão do governo, e as licenças custam muito caro. Então segundo os taxistas eles estariam agindo ilegalmente, e isso fez com que o aplicativo recebesse várias multas. E essa discussão gira até hoje em dia.(IBIDEM) Mas com toda essa discussão percebemos o tamanho da necessidade de transporte de qualidade e com valor acessível.

Capitulo 2 - Histórico do transporte urbano no Brasil

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Definição e História das Tipologias


DEFINIÇÃO DO TEMA As empresas de transporte são aquelas que possuem meios seguros que consiga levar pessoas ou materiais de um lugar para o outro, seja com ônibus, caminhões ou outros meios. O transporte coletivo privado se da através do fretamento, o qual as empresas fazem o aluguel de ônibus para excursões, ou empresas que preferem locar ônibus para fazer o transporte dos seus funcionários. Já o transporte público é realizado depois de uma licitação entre várias empresas que competem para fazer o transporte público da cidade, oque favorece a mobilidade do país. E no transporte de cargas elas prestam serviços para outras empresas levando alguma carga para outro lugar. Mas em todos os casos elas agilizam o transporte e ajudam no desenvolvimento do país. (site: http://www.naganuma.com.br/artigos-publicados)

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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PRIMEIRA EMPRESA DE ÔNIBUS REGISTRADA NO BRASIL A Auto Viação Catarinense foi fundada no dia 13 de abril de 1928 e foi a primeira empresa de transporte de passageiros registrada no Brasil. E sua linha inaugural foi entre Blumenau e Florianópolis. E devido às dificuldades com veículos de transporte e vias, a viagem era feita apenas duas vezes por semana. (site AUTOVIACAOCARARINENCE/NDEX.COM) Na década de 1940 a Auto Viação Catarinense ampliou seus serviços ao litoral, indo até Porto Alegre. Na época o percurso só podia ser feito durantes as marés baixas, já que parte do caminho era realizado pela areia da praia. (IBIDEM). Em 1995 o Grupo JCA assume a Auto Viação Catarinense e dois anos depois incorpora a Cia Rex de Transportes. A Auto Viação Catarinense faz parte do grupo JCA, iniciais do empresário Jelson da Costa Antunes. (IBIDEM) O Grupo JCA é responsável pela 1001 Turismo e Viagens Ltda. (agência de passagens aéreas, reservas e outros serviços de turismo no Brasil e no exterior) e um dos principais acionistas da Barcas S/A - concessionária de transporte hidroviário. (IBIDEM)

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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Além da Auto Viação Catarinense integram também o Grupo JCA as empresas de transporte rodoviário: Auto Viação 1001, Rápido Macaense, Rápido Ribeirão Preto e Viação Cometa. (IBIDEM) A Auto Viação Catarinense transporta mais de 600 mil passageiros, uma média de 9.400 viagens por mês, atendendo 150 linhas intermunicipais, interestaduais e internacionais. São mais de 850 partidas diárias de rodoviárias em diversas localidades das regiões Sul e Sudeste do Brasil e Paraguai. A Auto Viação Catarinense tem uma frota de 400 ônibus, com idade média de 4,7 anos. (IBIDEM) A Auto Viação Catarinense emprega cerca de 1,3 mil funcionários, que frequentam periodicamente cursos de requalificação e reciclagem. A área de manutenção da Auto Viação Catarinense tem controle 100% informatizado, da entrada no portão da garagem ao abastecimento dos veículos. (IBIDEM)

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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HISTÓRIA DA ANTIGA RODOVIÁRIA DE MOGI DAS CRUZES A antiga Estação Rodoviária do município foi inaugurada em maio de 1941, mais precisamente, no dia 31 do mês. A obra foi a primeira do gênero no eixo Rio-São Paulo a ser construída, pois até então não haviam edifícios multifuncionais e nem mesmo no estilo arquitetônico empregado no projeto. (site VISITEMOGI.COM)

Fonte: Site Visite Mogi - Acesso em 17/03/2019 as 21H52

A motivação de sua construção foi a urbanização proporcionada pela estrada de rodagem São Paulo-Rio de Janeiro e as demandas – tanto as da cidade como as das pessoas em trânsito - que seriam atendidas através do edifício. (IBIDEM)

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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Tem seu endereço na Praça Firmina Santana, s/n. Localizado no cruzamento da Avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco com a Rua Doutor Deodato Wertheimer. É parte dos edifícios de interesse coletivo do Centro Histórico da cidade de Mogi das Cruzes – SP. (IBIDEM) A atual, Avenida dos Bancos, como é popularmente conhecida a Voluntário Fernando Pinheiro Franco era, à época conhecida como São Paulo – Rio e tinha grande importância para o trecho do qual herdava o nome. (IBIDEM) Ainda assim, dada a sua importância – inclusive facilmente notada atualmente - não tinha, em sua extensão, nenhum ponto de parada para ônibus. Foi, então, uma solução inovadora para época a ideia de construir uma estação rodoviária no que, após o projeto,seria a Praça Firmina Santana. (IBIDEM)

Fonte: Site Visite Mogi - Acesso em 17/03/2019 as 21H54

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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A estrada velha era estreita em 1941, quando foi inaugurada. Na época, inclusive a Prefeitura desapropriou esse trecho e fez uma licitação para eleger o melhor projeto a ser implantado para a construção. (IBIDEM) A rodoviária foi o primeiro edifício com linhas modernas, especialmente para a década de 40, construído em Mogi. Através da licitação feita à época, o ganhador do concurso só arcaria com a desapropriação e poderia usar o território. (IBIDEM) O prédio é advento de um conjunto de ações inovadoras e, delas, participaram Renato Granadeiro Guimarães juntamente com o empresário José Mario Calandra. (IBIDEM) O projeto aprovado foi o que José Mario Calandra apresentou: a construção de um prédio, cujo projeto era de autoria do engenheiro Shiro Jiro Mukai, e que seria construído pelo empreiteiro Carlos Alberto Lopes. (IBIDEM) Dessa forma, durante cerca de 40 anos a Estação Rodoviária serviu ao seu objetivo. (IBIDEM) Em 1987, quando deu depoimento para um Trabalho de Conclusão de Curso na Universidade Braz Cubas, lembrou o idealizador da Estação Rodoviária, José Mario Calandra: “Iniciei a construção em julho de 1940 e ela foi inaugurada em 31 de maio de 1941. O projeto era inovador: não havia, daqui até o Vale do Paraíba, nenhuma obra com marquise de quatro metros em balanço de concreto armado”

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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A ideia da obra surgiu pois Calandra possuía, em sociedade com seu irmão, um posto degasolina na Estrada Velha São Paulo-Rio. Dessa forma, percebeu que, no trecho, passavam prefeitos da região na época. (IBIDEM) Foi então que ele soube da concorrência aberta por Renato Granadeiro Guimarães, então consultou Carlos Alberto Lopes e ao engenheiro Shiro Jiro Mukai. Dessa forma, ganhou a disputa e iniciou a construção. (IBIDEM) Ainda segundo Calandra, o projeto original era para que a Rodoviária se prestasse para o fim projetado por 10 anos. Não obstante, a velha Rodoviária serviu à sua finalidade por mais de 30 anos, superando, até mesmo, as expectativas de seus idealizadores. (IBIDEM)

ESTILO ARQUITETÔNICO No projeto da Estação Rodoviária, foi utilizada a, até então não conhecida, linguagem modernizante. E é de extrema importante ressaltar que antecede o período modernista no Brasil, o que valoriza ainda mais os traços empregados no prédio. (IBIDEM) Foram utilizados elementos característicos da Art Deco e são visíveis na linguagem arquitetônica desde o uso de ornamentos geométricos, o emprego da estrutura propondo verticalidade, elementos formais na fachada com bordas arredondadas e composição simétrica da planta do edifício. (IBIDEM)

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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Talvez sendo a principal característica do edifício e responsável pela importância arquitetônica do mesmo, temos sua marquise em balanço. (IBIDEM) Como sua função era múltipla e inovadora, o prédio abrigava várias atividades marcando, assim, o estilo futurista na estética e no uso do edifício. (IBIDEM)

ELEMENTOS GRÁFICOS

Fonte: https://visitemogi.com/locais/antigaestacao-rodoviaria-de-mogi-das-cruzes/#post_images visitado dia 23/03/2019 ás 21H27)

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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No pavimento térreo: a sala de espera, as plataformas de embarque e desembarque, os sanitários, bar, cozinha, loteria, escritório e um posto de gasolina. Já no pavimento superior seria instalado o restaurante e haveria terraço para convivência. (IBIDEM)

USO ATUAL Atualmente, o edifício ainda abrigo o uso misto e atende às demandas da população Mogiana. Situado no mesmo endereço, seu uso é principalmente composto por comércios. Hoje abriga uma livraria, a Livraria Patão; um café, o café Urupema; uma loja de artigos para celular; uma lanchonete de Vitaminas, a 5ª Avenida; um bazar, o Bazar Rodoviário e uma sapataria (IBIDEM)

Fonte:Web site Jornal Usp Acesso em 17/03/2019 as 14H34

Capitulo 3 -Definição e História da Tipologia

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Organização, estrutura e funcionamento genérico do tema


ORGANIZAÇÃO,ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO GENÉRICO DO TEMA A partir das nossas visitas técnicas podemos perceber que as empresas de transporte do Brasil não costumam oferecer a infraestrutura necessárias para os funcionários e nenhum conforto aos clientes. E o projeto dessas empresas são mal resolvidos em questão de fluxograma e conforto térmico. Elas funcionam basicamente com escritórios que solucionam toda parte administrativa, logística e financeira, o que prejudica o funcionamento delas. A parte de serviço fica todo no pátio e acontecem tudo no mesmo local.

TABELA DE PROJETOS SIMILARES Fonte: https://rd.uffs.edu.br/bitstream/prefix/1065/1/POMPERMAIER.pdf TABELA DE AMBIENTES PROJETOS SIMILARES Fonte: https://rd.uffs.edu.br/bitstream/prefix/1065/1/POMPERMAIER.pdf

Capitulo 4 Organização, estrutura e funcionamento genérico do tema

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ORGANOGRAMA GENÉRICO Fonte: Do autor

AGENCIAMENTO GENÉRICO Fonte: Do autor

Capitulo 4 Organização, estrutura e funcionamento genérico do tema

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Legislação


LEGISLAÇÃO - LEIS MUNICIPAIS Conforme o que consta no site da Prefeitura de Mogi, no setor de planejamento, vemos a parcela da cidade onde se localiza o lote. Para identificação segue abaixo a imagem da localização:

MAPA DE BAIRROS DE MOGI Fonte: http://www.mogidascruzes.sp.gov.br/pagina/secretaria-de-planejamento-eurbanismo/legislacao-de-ordenamento-do-uso-e-ocupacao-do-solo-louos

Capitulo 5 - Legislação

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LEGISLAÇÃO - LEIS MUNICIPAIS Para a observância da legislação no projeto, há a relação, determinada pela Prefeitura do Município de Mogi das Cruzes na Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo, a LOUOS, das restrições urbanísticas para a região. Observa-se na tabela abaixo:

ZONA DE USO CONTROLADO 2 – (ZUC2) Fonte:http://www.pmmc.com.br/public/site/doc/201701091436565873 a0087c94f.pdf (visitado dia 25 de março as 16h28)

TABELA DE PERMISSÃO DE USO Fonte:http://www.mogidascruzes.sp.gov.br/public/site/doc/201901171 411235c40a92b01e4d.pdf

Capitulo 5 - Legislação

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COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO Coeficiente de aproveitamento, na tabela o “CAb” (baixo) e “CAm” (máximo) é o controle da densidade construtiva através da relação entre a área edificada e a área do lote. Na Zona de Uso Controlado 2, temos um coeficiente de aproveitamento de 1 à 1,5. (FONTE:http://www.mogidascruzes.sp.gov.br/pagina/secretaria-de-planejamento-eurbanismo/legislacao-de-ordenamento-do-uso-e-ocupacao-do-solo-louos)

TAXA DE OCUPAÇÃO A Taxa de Ocupação, ou T.O., relação percentual entre a área ocupada (área da projeção horizontal) da edificação e a área total do terreno. Na ZUC - 2, a T.O. é de 40%. (IBIDEM)

TAXA DE PERMEABILIDADE A taxa de permeabilidade é a relação percentual entre a parte permeável do solo, que permite a infiltração de água, livre de qualquer edificação ou revestimento do solo com qualquer material que impeça ou dificulte a absorção das águas de chuva e a área total do terreno. Para o zoneamento do lote, a T.P. é de 40%.(IBIDEM)

Capitulo 5 - Legislação

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RECUOS Recuos são as distâncias mínimas que devem ser observadas entre o limite externo da projeção horizontal da edificação e as divisas do lote, considerando todos seus pavimentos. RECUO FRONTAL O recuo frontal mínimo necessário no lote é de 5 metros. (IBIDEM) RECUO LATERAL Para o recuo lateral, devendo ser respeitado em ambas as laterais do terreno, é de 2 metros. (IBIDEM) RECUO DE FUNDOS Por fim, o recuo nos fundos do lote, a ser respeitado conforme a legislação, é de 2 metros. (IBIDEM)

Capitulo 5 - Legislação

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LOTE MÍNIMO O lote mínimo passível de ser assumido na ZUC -2, conforme a legislação vigente, é de 540 metros quadrados de área. (IBIDEM)

TESTADA A medida mínima para a testada, ou seja, a frente do lote, é de 12 metros de extensão. (IBIDEM)

SOBRE A ÁREA A cidade onde se localiza o lote do projeto, Mogi das Cruzes, é a cidade mais populosa da região do Alto Tietê, com cerca de 500 mil habitantes. Seu IDH, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, o IBGE, é um dos maiores do país, cerca de 0,783. (FONTE: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/mogi-das-cruzes) Não obstante, o município foi eleito a 7ª melhor cidade do Brasil para se viver, segundo o Instituto Delta Economics&Finance, com base nos dados do IBGE.(IBIDEM) A odisseia de sucessos do município iniciou-se ainda antes da sua fundação, por volta de 1560, quando o bandeirante Braz Cubas cruza as matas do território mogiano, às margens do Rio Tietê, à procura de ouro. (IBIDEM)

Capitulo 5 - Legislação

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JUSTIFICATIVA DA LOCALIZAÇÃO A administração da cidade pretende construir o Corredor Nordeste que também é mais um trecho da Via Perimetral, um anel viário que circundará a cidade. (SITE: http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano) Segundo o secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, João Francisco Chavedar “Para comportar o trânsito, a Prefeitura prevê o redimensionamento da rotatória entre as avenidas Pedro Romeiro e Ricieri José Marcatto, assim como a que está no cruzamento das avenidas Dante Jordão Stoppa, João XXIII e Castelo Branco.”(IBIDEM) O que favorecerá a localização da nossa empresa, facilitando os trajetos de entrega de materiais.

Legenda: A linha em amarelo no mapa mostra por onde deve passar o anel viário MAPA DE LOUS Fonte: http://www.pmmc.com.br/public/site/doc/201701091436565873a0087c94f.pdf (visitado dia 25 de março as 16h28)

Capitulo 5 - Legislação

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NORMAS TÉCNICAS De acordo com a normal 10152 – Níveis de Ruídos para Conforto acustico, os níveis de ruidos em escritórios deve ir de 30 a 60 dB(A) e 25 a 55 NC dependendo do escritório. (FONTE:http://www.joaopessoa.pb.gov.br/portal/wpcontent/u ploads/2015/02/NBR_10152-1987-Conforto-Ac_stico.pdf) E no Código Sanitário, art 36 do Decreto 12342 de 1978 nos determina algumas dimensões para sanitários: IX - compartimentos sanitários: a) contendo somente bacia sanitária: 1,20 m², com dimensão mínima de 1,00 m; b) contendo bacia sanitária e lavatório: 1,50 m², com dimensão mínima de 1,00m;

CORREDORES E PASSAGENS XI -Largura de corredores e passagens: b) em outros tipos de edificação: - quando de uso comum ou coletivo, 1,20 m; - quando de uso restrito, poderá ser admitida redução até 0,90 m.

Para o dimensionamento, devem ser atendidas as seguintes condições: a) 0,63 m ≤ p + 2e ≤ 0,65 m, b) pisos (p): 0,28 m ≤ p ≤ 0,32 m e c) espelhos (e): 0,16 m ≤ e ≤ 0,18 m; 6.8.3 A largura das escadas deve ser estabelecida de acordo com o fluxo de pessoas, conforme ABNT NBR 9077. A largura mínima para escadas em rotas acessíveis é de 1,20 m, e deve dispor de guia de balizamento conforme 6.8.5 A inclinação transversal dos degraus não pode exceder 1 % em escadas internas e 2 % em escadas externas. escadas externas. 6.86.8.7 As escadas devem ter no mínimo um patamar a cada 3,20 m de desnível e sempre que houver mudança de direção.   6.8.9 A inclinação transversal dos patamares não pode exceder 1 % em escadas internas e 2 %  em escadas externas.

ESCADAS 6.8 Escadas 6.8.1 Uma sequência detrês degraus ou mais é considerada escada. 6.8.2 As dimensões dospisos e espelhos devem ser constantes em toda a escada ou degraus isolados.

Capitulo 5 - Legislação

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6°

Estudo de Caso


ESCRITÓRIOS DA TRANSPORTES BOLÍVIA FICHA TÉCNICA : Arquitetos: Gabriel Huarte, Pablo Fidalgo Localização: Salvador Mazza, Salta, Argentina Construção: Adrián Iurcovich Cálculo Estrutural: Mario Saieg Área: 770.0 m2 Ano do Projeto: 2014 O  local escolhido para abrigar essa empresa internacional de transportes foi uma fazenda de 2 hectares, a 5 km para o sul da cidade fronteiriça de Salvador Mazza, província de Salta, lugar escolhido para acolher depósitos e alguns pequenos escritórios de logística. Um terreno alagável, limitado em sua frente pela RN34 e no fundo uma fileira de morros a oeste que controlam o visual e os ventos da região. (SITE: https://www.archdaily.com.br/br/880139)

PROPOSTA Um bloco no sentido longitudinal do terreno, disposto no sentido norte-sul, define a ocupação da empresa. Dividido em três caixas (14x8m) e com travamento cruzados do piso ao teto,compõem o conjunto da obra. Quatro núcleos em cada uma das esquinas de cada caixa, ratificam sua autonomia ao resolver os serviços. Um eixo virtual atravessa os três espaços com a intenção de estabelecer relações visuais entre os ambientes. (IBIDEM)

Capitulo 6 - Estudo de caso

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Com uma grande cobertura que confirma a unidade do projeto em apenas um edifício, mas ao mesmo tempo que estende para gerar uma longa galeria de chegada com intenção de propor encontros ocidentais, contemplação e proteção solar. E para compor essa idéia o projeto conta com dois espaços de passagem semi-cobertos que se transformam em pátios impermeáveis, perfurados por uma claraboia zenital que funciona como (IBIDEM)

SISTEMA (RESOLUÇÃO MATERIAL) O principal material escolhido para essa obra foi o sistema de pré-moldado steel frame. Na cobertura, para evitar canaletas e acumulo de água fizeram um plano de inclinação única e livre de escoamento que favorecem o prédio já que há na região um alto índice de chuva durante longos períodos. (IBIDEM)    As paredes erguidas com steel frame que favorecem o isolamento térmico, são revestidas com uma chapa sinuosa preta na parte externa de madeira de eucalipto pintada de branco na parte interna. Uma ventilação cruzada é feita por aberturas realizadas em madeira natural. E o uso de vidro DVH favorecem o clima interno e reduz o consumo elétrico. (IBIDEM)

PLANTA DO ESCRITÓRIO DE TRANSPORTES DA BOLÍVIA Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/911959/escritorios-da-transportes-bolivia-estudio-muarq? ad_source=myarchdaily&ad_medium=bookmark-show&ad_content=current-user ( visitado dia 18/03/2019 as 21h03)

Capitulo 6 - Estudo de caso

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ESQUEMADE CONTRUÇÃO Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/911959/escritorios-datransportes-bolivia-estudio-muarq? ad_source=myarchdaily&ad_medium=bookmarkshow&ad_content=current-user ( visitado dia 18/03/2019 as 21h03)

ÁREA EXTERNA DA EMPRESA Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/911959/escritorios-da-transportesbolivia-estudio-muarq?ad_source=myarchdaily&ad_medium=bookmarkshow&ad_content=current-user ( visitado dia 18/03/2019 as 21h03)

Capitulo 6 - Estudo de caso

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CORREDORES DA EMPRESA Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/911959/escritorios-da-transportesbolivia-estudio-muarq?ad_source=myarchdaily&ad_medium=bookmarkshow&ad_content=current-user ( visitado dia 18/03/2019 as 21h03)

ANĂ LISE DE SWOT ESTUDO DE CASO 1 Fonte: Do autor

Capitulo 6 - Estudo de caso

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CENTRO DE TRANSPORTE SOLEC KUJAWSKI FICHA TÉCNICA : Arquitetos: RYSY Architekci Rafał Sieraczyński Localização: 29 Listopada, 86-050 Solec Kujawski, Polônia Área: 1136.6 m2 Ano do projeto: 2016 O centro de Transporte de Solec Kujawsk, é um projeto da RYSY Architecki do ano de 2016 e faz parte da CiT City, uma rede ferroviária que conecta as capitais da região . (site: https://www.archdaily.com.br/br/880139) Antes de começarem a obra existia no local uma antiga plataforma de trem no alto de uma pequena colina, um terreno verde subdesenvolvido, um entorno urbano incoerente com um antigo edifício da estação ferroviária do início do século XX, e um pavilhão comercial com blocos multifamiliares dos anos setenta e oitenta, então o projeto foi influenciado pelo entorno já existente, que só aceitava uma forma simples e leve para não ter uma posição opressora em relação a cidade. (IBIDEM) A idéia inicial do projeto era cobrir o local e suas funções (uma estação de ônibus, plataformas ferroviárias e um ponto de serviços para os viajantes) sob uma cobertura única. Além disso, a inclinação das vias transformou-se em um anfiteatro, um espaço público com vegetação e assentos, o que cria uma elevação atrativa vista desde a praça situada na parte frontal. Os bicicletários e banheiros públicos foram implantados de forma escondida no final da inclinação, com acesso a partir da estação de ônibus e das plataformas de trem. (IBIDEM)

Capitulo 6 - Estudo de caso

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Por causa do bom uso da inclinação, da disposição da vegetação e os tons claros usados em todo o complexo, o Centro de Transporte se tornou agradável não só aos passageiros mas também a aqueles que passam pelo local. (IBIDEM)

VISTA SUPERIOR Fonte: https://my.archdaily.com.br/br/@caroline-pontoacamposs/folders/centros-de transporte/bookmarks/16218334 (visitado dia 23/03/2019

ANÁLISE DE SWOT 2 ESTUDO Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 6 - Estudo de caso

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TERMINAL RODOVIÁRIO RITA MARIA FICHA TÉCNICA : Arquitetos: Enrique Brena Nadotti e Yamandú Carlevaro Localização: Av. Paulo Fontes, 1101 - Centro, Florianópolis - SC, 80410-260, Brasil Ano da Inauguração: 1981 Ano do projeto: 1976 Ganhador do concurso nacional de arquitetura de 1970, o projeto do Terminal Rodoviário Rita Maria recebeu projeto paisagístico de Roberto Burle Marx, e foi parte de estratégia da renovação do sistema viário da cidade. (Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/909014) O terminal parece com uma grande nave, no qual duas faces ficam mais evidentes na sua implantação: uma de recepção ao usuário urbano, a frente para a cidade; e a outra, a do espaço dos ônibus, das partidas e chegadas. (IBIDEM) Usaram estrutura de concreto armado, sem revestimento, o que configura um estilo mais brutalista refinado. (IBIDEM) Apesar de sua localização, na borda do mar, o novo equipamento urbano está de costas para o mar. Mas o ícone presenta problemas na preservação, por causa da ausência da manutenção. Mas sua integridade compositiva não foi alterada ou descaracterizada, e a edificação mantém a posição de marco arquitetônico naquela paisagem, qual nave ancorada no aterro. (IBIDEM) Capitulo 6 - Estudo de caso

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– ESQUEMA DE VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO NATURAL Fonte: https://my.archdaily.com.br/br/@caroline-pontoacamposs/folders/centros-de-transporte/bookmarks/16218336 ( visitado dia 25/03/2019 as 13h07

INTERNODO PRÉDIO Fonte: https://my.archdaily.com.br/br/@caroline-pontoacamposs/folders/centros-de-transporte/bookmarks/16218336 (visitado dia 25/03/2019 as 13h07)

VISTA EXTERNA DO PRÉDIO Fonte: https://my.archdaily.com.br/br/@caroline-pontoacamposs/folders/centros-de-transporte/bookmarks/16218336 ( visitado dia 25/03/2019 as 13h07)

ANÁLISE DE SWOT 2 ESTUDO Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 6 - Estudo de caso

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ANĂ LISE SINTESE DE SWOT Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 6 - Estudo de caso

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Visita Técnica


EMPRESA DE TRANSPORTE E TURISMO NOSSA SENHORA DE LOURDES LTDA Em 1996, a senhora Lourdes César juntamente com o seu marido José Alexandre resolveram começar a fazer transporte de crianças para as escolas, e assim foi o começo da Empresa Translourdes, com algumas kombis na garagem da casa do casal. E juntamente com os filhos Gleise e Gleison a empresa foi crescendo e por causa da procura pelo fretamento a frota foi crescendo. (Fonte: Sra. Gleise Cristina,2019) A empresa fica localizada na cidade de Cruzeiro/SP, na Rua Hélio Motta, 80, Vila Canevari.(IBIDEM) A visita técnica nessa empresa foi feita no dia 16 de março de 2019, acompanhada por uma das administradoras, a Sra. Gleise Cristina, que nos apresentou a empresa com todo carinho e atenção e fez questão de nos mostrar toda a empresa e nos passar todas informações necessárias.

FACHADA/ENTRADA DE PEDESTRES Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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PÁTIO DA EMPRESA Fonte: Do autor, 2019

ÁREA DE LIMPEZA Fonte: Do autor, 2019

SALA 1 DO ESCRITORIO 1 Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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ANÁLISE CRÍTICA A partir da visita e das informações recolhidas, foi possível observar a falta de infraestrutura de apoio ao funcionário e conforto dos clientes, por falta de um refeitório ou uma cozinha para refeições, falta banheiro e vestiário feminino e masculino e PDF. Também podemos observar problemas no piso do pátio por causa do peso dos ônibus vemos rachaduras, e poças de água no piso do pátio por falta de absorção ou outras alternativas de escoamento. Também é problema esse tipo de cobertura, tivemos a reclamação que por causa da presença de pombos os ônibus vivem sendo sujos pelos animais. Falta de espaço na oficina, faz com que muitas aparelhagens estejam espalhadas pelo pátio oque prejudica a organização. O escritório dois estar situado no fundo da empresa e em cima da oficina atrapalha as ligações por causa do barulho dos ônibus. Falta de uma guarita na entrada também prejudica o rendimento da empresa porque os funcionários estão sempre atentos ao portão.

ANÁLISE DE SWOT

ANALISE SWOT Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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TRANSPORTADORA NATAL A empresa Natal Turismo surgiu por volta dos anos de 1980, pela visão empreendedora do Sr. Uwada, que já trabalhava com transportador escolar, e viu a oportunidade de profissionalizar o serviço de fretamento em Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e demais cidades do Alto Tietê. (Fonte: Diretor Luciano) No começo a empresa contou com a participação de sócios, mas em 1995 passou a ser gerenciada totalmente pela família Uwada. Nesta época, a empresa contava com uma frota de apenas 9 veículos, e hoje já são mais de 90, divididos entre vans, micro-ônibus e ônibus, conquistados com muito trabalho e determinação da família ao longo dos anos.(IBIDEM) No dia 19 de março de 2019 fiz uma visita a empresa e fui recebida pelo porteiro Alexandre, super atencioso que me direcionou ao diretor Luciano, que me apresentou a empresa rapidamente e me mostrou como funciona.

PATIO DA EMPRESA VISTA DA ENTRADA Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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ÁREA DE MANUTENÇÃO DOS ÔNIBUS Fonte: Do autor, 2019

FACHADAS Fonte: Do autor, 2019

ÁREA DE ABASTECIMENTO DOS ÔNIBUS Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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ANÁLISE CRÍTICA Através das informações recolhidas, da visita e da foto podemos observar também a falta de infraestrutura para os funcionários e visitantes. Fluxograma mal resolvido, altas temperaturas dentro dos ambientes devido a forte insolação recebida o dia todo. Não foi possível conhecer todos os ambientes da empresa mas pode-se observar a falta de investimento em mobiliários e decoração. Mas com tudo, a empresa tem um bom funcionamento e atende as necessidade básicas.

ANÁLISE DE SWOT

ANALISE SWOT Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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TERMINAL ESTUDANTES Estrutura cedida pela Prefeitura de Mogi das Cruzes, o Terminal Estudantes é o local que os ônibus urbanos e interurbanos param para que os passageiros embarquem e desembarquem. Distinguem dos pontos de ônibus pela sua maior infraestrutura, que oferecem banheiros públicos, guichê de informações, local de recarregar os passes, telefones públicos e caixa eletrônico. A visita foi feita dia 27 de março de 2019.

ENTRADA DO TERMINAL Fonte: Do autor, 2019

ÁREA DE EMBARQUE E DESEMBARQUE Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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ANÁLISE CRÍTICA Depois da visita, podemos perceber as oportunidades que eles têm em oferecer um serviço melhor e com mais conforto mas isso não acontece. Por falta de espaço a área de embarque de muitas linhas são juntas, oque confunde os passageiros na hora de fazer a fila. Quando chove as pessoas acabam sendo molhadas. Os banheiros são mal conservados, e o PDF funciona como primeiros socorros. A segurança no caixa eletrônico é duvidosa e a noite o Terminal serve de abrigo para moradores de rua ou até para vendedores.

ANÁLISE DE SWOT

ANALISE SWOT Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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ANÁLISE CRÍTICA GERAL

ANÁLISE SINTESE DE SWOT Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 7 - Visita técnica

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Local de intervenção


LOCAL DE INTERVENÇÃO O terreno onde se estabelecerá a empresa de Transportes está localizado na Avenida João XXIII, no Distrito de César de Souza e na cidade de Mogi das Cruzes que fica localizada no estado de São Paulo e pra ser mais específico na Região Metropolitana do estado.

LOCALIZAÇÃO DE MOGI NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Fonte: https://www.google.com.br/search? q=regi%C3%A3o+metropolitana+de+s%C3%A3o+paulo&source=lnms&tbm=isch&sa=X &ved=0ahUKEwjR-N2Mz4LiAhUJKLkGHZmBCHsQ_AUIDigB&biw=15174BcKM: (visitado dia 04 de maio as 16h34)

HISTÓRICO DA ÁREA Algum tempo depois, Gaspar Vaz abriu o primeiro caminho de acesso de São Paulo para Mogi. O caminho, com o passar dos anos, passou a ser considerado Vila em 17 de agosto de 1611 – à época, com o nome de Vila de Sant'Anna de Mogi Mirim - e a oficialização ocorreu em 1º de setembro, dia em que se comemora o aniversário da cidade. (http://www.comphap.pmmc.com.br/pages/mogi_das_cruzes.html)

Capitulo 8 - Local de intervenção

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O nome do povoado, hoje cidade, Mogi é uma alteração de Boigy, que no tupi, significa "Rio das Cobras" advinda da denominação que os índios davam a um trecho do Tietê. (IBIDEM) A tradição dos moradores do povoado na época teve papel tão forte que nomeou a cidade. Era comum sinalizar com cruzes os limites da Vila, e, então, Mogi virou Mogi das Cruzes, como é chamada até hoje. (IBIDEM) O bairro de César de Sousa tem o nome advindo de uma homenagem ao engenheiro João Augusto César de Sousa, chefe da 5ª divisão da Estrada de Ferro Central do Brasil. (IBIDEM) As primeiras atividades registradas no bairro, que mais tarde seria um importante distrito do município, foram em 1883. Nesse ano, foi fundada a estação de trem, importante mecanismo de ligação e de onde cresceria o povoado de Cesar de Souza. (IBIDEM)

LOCALIZAÇÃO DE MOGI NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Fonte: https://www.google.com.br/search? q=regi%C3%A3o+metropolitana+de+s%C3%A3o+paulo&source=lnms&tbm=isch&sa=X &ved=0ahUKEwjR-N2Mz4LiAhUJKLkGHZmBCHsQ_AUIDigB&biw=15174BcKM: (visitado dia 04 de maio as 16h34)

Capitulo 8 - Local de intervenção

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Anos mais tarde, já em 1941, é iniciada, pela família Marcatto, a produção de cerâmica. Então, outras atividades como o corte de lenha e a agricultura também atraíram pessoas para a região. (IBIDEM) Até 1969, Cesar de Souza fazia ainda parte da Zona Rural de Mogi das Cruzes. Foi na década de 60 que o antigo dono das terras começa a vender porções de seus lotes para a instalação de indústrias de grande e médio porte. Dentre elas: Grifitti, Howa, Dresser e Aços Anhanguera, proporcionando o início do polo industrial de Mogi das Cruzes na região. (IBIDEM) Hoje o bairro não se destina tão somente a atividades industriais. Com o passar dos anos, a cidade se expandiu e Cesar transformou-se em distrito. Seu zoneamento é, de certa forma, complexo. Nodistrito, para atender as necessidades da população, houve a necessidade de implantação de equipamentos urbanos em diversos âmbitos. (IBIDEM)

VISTA SUPERIOR DO BAIRRO CÉSAR DE SOUZA Fonte: Google 3D View – 2017 (visitado dia 28 de março de 2019 as 16h17)Org pelo auto

Capitulo 8 - Local de intervenção

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Atualmente o bairro tem edifícios da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo(CDHU), na busca de suprir as necessidades habitacionais no bairro e na cidade; Centro de Referencias da Assistência Social (CRÁS), para que as famílias residentes da região tenham assistência direta da Prefeitura, creches e escolas de diversos ensinos; postos de saúde, Unidade Básica de Saúde(UBS) e Unidade de Pronto Atendimento(UPA); Associação de Moradores; praças e etc.

LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO

FOTO DO ENTORNO Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 8 - Local de intervenção

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ANÁLISE MACRO DA REGIÃO

ANÁLISE MACRO Fonte: Google earth– 2001 (visitado dia 28 de março de 2019 as 16h17) Org pelo autor.

ANÁLISE MICRO Fonte: Google earth– 2001 (visitado dia 28 de março de 2019 as 16h17) Org pelo autor.

ANÁLISE

ANÁLISE

Com a análise macro ambiental percebemos o uso misto no bairro, mas perto das avenidas mais movimentadas ficam os comércios e um pouco mais distante as residências.

E com a análise micro percebemos que mesmo com o uso misto do bairro, com predominância de residências, o local escolhido para a implantação da empresa de transporte não atrapalhará no uso já que o entorno do terreno é só de uso industrial e de infraestrutura. Capitulo 8 - Local de intervenção

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ANÁLISE MACRO DA REGIÃO

ANÁLISE MACRO Fonte: Google earth– 2001 (visitado dia 28 de março de 2019 as 16h17) Org pelo autor.

ANÁLISE MICRO Fonte: Google earth– 2001 (visitado dia 28 de março de 2019 as 16h17) Org pelo autor.

ANÁLISE

ANÁLISE

Com o mapa de cheios e vazios percebemos que ainda há muitos terrenos a serem ocupados na avenida do nosso terreno, mas isso não desfavorece. E por causa da presença de outras empresas e industrias, isso ajuda com o serviço que podemos prestar as empresas com transporte dos funcionários.

Com a foto e com a visita no local, percebemos a importância e o forte fluxo de carros na Av. João XXIII e por isso resolvemos colocar a entrada dos ônibus e caminhões da empresa para Av. Presidente Castelo Branco para não atrapalhar o trânsito. Capitulo 8 - Local de intervenção

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ESTUDO DE INSOLAÇÃO E VENTOS PREDOMINANTES

ESTUDO DE INSOLAÇÃO E VENTOS PREDOMINANTES Fonte: Google earth– 2001 (visitado dia 28 de março de 2019 as 16h17) Org pelo autor.

ANÁLISE A partir da visita no terreno percebemos que os ventos predominantes vêm do sentido norte e o sol faz o trajeto do leste para o oeste conforme o desenho. Capitulo 8 - Local de intervenção

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9°

Esquemas estruturantes


PUBLICO ALVO

PARTIDO ARQUITETÔNICO

O objetivo do projeto é atender as empresas da região, através do transporte de mercadorias e o transporte de funcionários. E também para atender os moradores da cidade através de ônibus para fretamento para viagens turísticas, carros de passeio para “caronas remuneradas”, aluguel de bicicletas e patinetes eletricos.

Tomando partido da ideia de “movimento” a volumetria será composta por itens como: estrutura metálica, vidro e linhas leve.

CONCEITO ARQUITETÔNICO O conceito adotado para este projeto é a ideia de movimento, e com essa ideia queremos criar uma Empresa de Transportes, que possua toda infraestrutura necessária para que os funcionários trabalhem com conforto e segurança e assim atender os clientes com qualidade e agilidade. Pretende-se projetar uma edificação que relacione com o entorno e respeite as características do seu local de implantação, buscando atuar na criação de conexões urbanas e integração entre espaços desconectados da área de influência, como observado nos estudos de caso, bem como gerar um referencial urbano que pode, por sua vez, trazer desenvolvimento para a localidade.

O emprego de linhas leves será responsável por traduzir na volumetria o conceito inicial de dinâmica e movimento do projeto. O projeto levou em consideração a topografia e também as referências do progresso do bairro de César de Souza, com sua parte comercial, parte residências e mais perto do nosso terreno a parte industrial. E esse setor que é representando com projetos de leveza em seus materiais metálicos e de grandes áreas envidraçadas.   A sustentabilidade exige do projeto   uma preocupação com sustentabilidade e por isso usamos, iluminação natural, ventilação natural e reuso de água.

Capitulo 9 - Esquemas estruturantes

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ORGANOGRAMA

AGENCIAMENTO

AGENCIAMENTO Fonte: Do autor, 2019 ORGANOGRAMA Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 9 - Esquemas estruturantes

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FLUXOGRAMA

FLUXOGRAMA Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 9 - Esquemas estruturantes

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROGRAMA DE NECESSIDADES Fonte: Do autor, 2019

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PROPOSTA PROJETUAL

Fonte: Do autor, 2019

Fonte: Do autor, 2019

Fonte: Do autor, 2019

Fonte: Do autor, 2019

Capitulo 9 - Esquemas estruturantes

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10°

Tecnologia e Sustentabilidade


TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE VIDRO AUTO LIMPANTE Uma das maiores dificuldades das empresas no sentido de manter a limpeza e a ordem do prédio são os vidros, ainda mais por ser tratar de empresas de automóveis onde o motor dos carros acumula um pó preto nos vidros. E por isso pensamos em colocar o vidro auto limpante Bioclean, que é fabricado com uma camada transparente de material mineral fotocatalítico e hidrofílico sobre a chapa de vidro usando a a nanotecnologia.(https://www.portalsolar.com.br/blogsolar/energia-solar) A funcionamento acontece primeiramente com a fotocatálise, ou seja, a exposição aos raios UV presente na luz do dia que faz a decomposição da sujeira orgânica e faz com que a superfície do vidro fique hidrofílica. E a segunda etapa acontece com a ação hidrofílica, a água da chuva forma um lençol sobre a superfície do vidro e enxagua a sujeira orgânica decomposta e o material mineral. O vidro sera aplicado nas janelas maiores.Fabricante: CEBRACE. (IBIDEM)

TINTAS SOLARES Essa tecnologia é capaz de capturar luz solar e transformar em eletricidade. A composição da tinta absorve a luz do sol, e repele a umidade permitindo maior durabilidade e resistência na exposição ao ambiente, há separação do oxigênio e do hidrogênio então é possível transformar o oxigênio em combustível quando é colocada no celular de energia. Essa tinta será aplicada nos prédio principais, e a energia gerada será levada para um gerador que irá encaminhar para as áreas necessárias. Fabricante IRAJÁ. (http://www.scielo.br/scielo.php)

ILUSTRAÇÃO DE PINTURA Fonte: Google Imagens - acesso em 04/11/2019 ás 14H20 EXEMPLO DE VIDROS Fonte: Google Imagens - acesso em 04/11/2019 ás 14H20

Capitulo 10 - Tecnologia e Sustentabilidade

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TELHA SANDUÍCHE Uma das principais reclamações das empresas visitadas foi a falta de conforto térmico proporcionado pela fumaça quente que sai do motor dos carros e acaba aquecendo os escritórios. E por isso optamos pela telha sanduíche que, consiste em telhas formando um sanduíche e se caracterizam como telhas metálicas produzidas com chapas de aço galvanizado. E a diferença das telhas metálicas comuns é o material isolante que há entre as chapas. Será aplicada na unidade 1 e 2 e cobertura da garagem. Fabricante: GALVISTEEL. (http://blogaecweb.com.br/blog/telha-sanduiche-conhecavantagens/)

REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA DA LAVAGEM DOS CARROS Geralmente é utilizado 1.200 litros de água para lavagem de ônibus e caminhões, e por isso pensamos em um jeito de reaproveitar a água para economizar recursos hídricos e economizar os investimentos da própria empresa. (FONTE: http://www.sabesp.com.br) O tratamento consiste na captação da água bruta, remove os sedimentos mais pesados e o óleo não emulsionado. A seguir a água sofre um tratamento físico-químico  que remove sólidos dissolvidos que são  filtrados e removidos. Então a água passa por um  clorado de passagem  que garante a  desinfecção  necessária. No processo, se incorporam produtos químicos para ajuste de alcalinidade e pH que permitem a coagulação e remoção dos poluentes.(IBIDEM)

PROCESSOS E EQUIPAMENTOS 1) Tanque enterrado, decantador primário e separador água-óleo (SAO); 2) Reator físico-químico com dosagem de alcalinizantes e floculantes; 3) Decantador; 4) Filtro; 5) Desinfecção; TELHA SANDUÍCHE Fonte: Google Imagens - acesso em 04/11/2019 ás 14H34

Capitulo 10 - Tecnologia e Sustentabilidade

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REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA DA LAVAGEM DOS CARROS

SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA DA LAVAGEM DOS CARROS Fonte: Google Imagens - acesso em 04/11/2019 ás 14H34

DETALHE

DETALHAMENTO Fonte: Google Imagens - acesso em 04/11/2019 ás 14H34

Capitulo 10 - Tecnologia e Sustentabilidade

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PISO INTERTRAVADO

CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA

Esse tipo de piso é indicado para estradas, ruas e calçadas por serem muito mais resistentes do que o asfalto por apresentar fissuras que possibilite que a água escoe entre os vãos e não danifique as estruturas. Ele também é uma ótima opção para diminuição de temperatura, por possuir uma grande capacidade de refletir a luz ao invés de retê-la, os tons dos pares de concreto  são mais claros que os dos pisos asfáltico e, por isso, tem diminuída retenção de luz. (https://www.tecnosilbr.com.br/pavimento-intertravado-porque-ele-pode-ser-uma-otima-solucao-para-a-sua-construcao/)

E por causa da presenta de extensas coberturas, pensamos em aproveitar a inclinação dos telhados para captar a água chuva para atividades externas da empresa. (https://casadacisterna.com.br/como-funciona-uma-cisternade-agua/) E pra isso vamos precisar de cisternas verticais, expostas com a cor azul bem vibrante produzidas em polietileno a partir do processo de roto moldagem, vai acabar sendo um detalhe da empresa e uma maneira de economizar. (IBIDEM)

A manutenção do piso é pouca ou quase nenhuma, levando em consideração a boa permeabilidade do piso intertravado, os riscos de surgimento de rachaduras e deformações é muito minimizado. (IBIDEM) Também é uma medida  ecológica  e rentável, que permite a absorção da água e sua devolução ao solo, por causa da porosidade específica, projetado especialmente para permitir mais absorção da água e com isso, o meio ambiente é beneficiado e os custos reduzidos. A economia de recursos também é favorável ao ecossistema, pois desta maneira, não há uso de insumos como o cimento, já que as peças prémoldadas são fixadas pelo intertravamento. (IBIDEM)

ESQUEMA DE CAPTAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA Fonte: Web site Diário Popular MG - acesso em 04/11/2019 ás 14H48

Capitulo 10 - Tecnologia e Sustentabilidade

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11°

Materiais e acabamentos


MATERIAIS E ACABAMENTOS Porta automática nas principais entradas, para agilizar o fluxo. Fonte: http://www.eesquadrias.com. br/portas-de-vidroautomaticas/porta-de-vidroautomatica-comsensor/porta-de-vidroautomatica-com-sensor-naportal-doeste

Janela De Correr 4 Folhas De Alumínio Atlântica Fortline Janela de correr com vidro auto limpante Fonte:www.telhanorte.com.br /janela-de-correr-4-folhasde-aluminio-atlanticafortline-100x120cm

Tinta Standard Rende & Cobre Muito Branco 18 Litros Tinta branca para o interior da empresa. Fonte:https://www.cec.com.br/tinta s-e-acessorios/tintas/tintas-paraparede/tinta-acrilica-standardrende-cobre-muito-branco-18litros? produto=1180323&utm_content=tin tas-eacessorios&utm_medium=cpc&utm _campaign=GoogleShop&utm

Porta de vidro temperado 210x80cm Portas internas de alumínio preta com bom acabamento para melhor conservação. Fonte: https://www.cec.com.br/janelas-eportas/portas/comum/aluminio/po rta-direita-em-aluminio-l-25-comlambris-210x80cm-preta? produto=1359518

Capitulo 11 - Materiais e acabamentos

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12°

Projeto Arquitetônico


Capitulo 12 - Projeto ArquitetĂ´nico

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Capitulo 12 - Projeto ArquitetĂ´nico

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PAISAGISMO

IPÊ AMARELO

Nome científico: Tabebuia chrysotricha Nomes populares: ipê-amarelo, ipê-tabaco Origem: Brasil Luminosidade: sol pleno Porte: Pode chegar a 8 metros de altura Clima: quente e úmido Solo: fértil e bem drenado

Científico: Gazania rigens GAZANIA ·Nome Nomes Populares: Gazânia

Família: Asteracea Categoria: Flores Anuais, Flores Perene Clima:Subtropical, Temperado, Tropical Origem: África, África do Sul Altura: 0.1 a 0.3 metros Luminosidade: Sol Pleno

GRAMA

Nome Científico: Zoysia japonica ESPERALDA Nomes Populares: Grama-esmeralda, Grama-zóisia, Família: Poaceae Categoria: Gramados Clima: Equatorial, Subtropical, Temperado, Tropical Origem: Ásia, China, Japão Altura: menos de 15 cm Luminosidade: Sol Pleno

PINHEIRO DE BUDA

Nome Científico: Podocarpus macrophyllus Nomes Populares: Pinheiro-de-buda, Pinheiro-budista, 7 Família: Podocarpaceae Categoria: Arbustos, Árvores Ornamentais, Cercas Vivas Clima:  Subtropical, Temperado, Tropical Origem: Ásia, China, Japão Altura: 4.7 a 6.0 metro Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno Ciclo de Vida: Perene

BUCHINHO Nome Científico: Buxus sempervirens

Nomes Populares: Buxinho, Árvore-da-caixa, Família: Buxaceae Categoria: Arbustos, Bonsai, Cercas Vivas Clima: Subtropical, Temperado, Tropical Origem: Ásia, Europa, Mediterrâneo Altura: 1.8 a 2.4 metros Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

PALMEIRA JERIVÁ

Nome Científico: Syagrus romanzoffiana Nomes Populares: Jerivá, Baba-de-boi, Coco-de-babão Família: Arecaceae Categoria: Palmeiras Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical Origem: América do Sul, Bolívia, Brasil Altura: 6.0 a 9.0 metros Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

Capitulo 12 - Projeto Arquitetônico


AUTO POSTO JOAO XXIII

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CO AN BR

0

7.0 9.91 98.7

ITA AR GU 2

8

C

7.3

I

2

9 33.2

VAZIO

TE

9.91

AS

UNID

.C

F A

S RE . P

C SA

DE

VA RTRA

AV

DO

PISO

1.00

5.00

20.27

4.87

.80

2.93

2.98

1.00

2

194.6

PÁTIO DE RECOLHIMENTO DE VEICULOS

15.00 I

50.40

G

8.82

RA

PISO

RT INTE

VADO

37.91

28.34

ADE UNID OIO DE AP

A

18.1

9 11.8

H

8

10.32

BEIRAL

D

B H

A

1 ADE

UNID

G

36.75

B

14.07

2 10.2

744.50 35.51

0

19.00

15.0

38.1 8 15.00

.DE TRAT ÁGUA

BEIRAL 9.91

744.4

9.91 B 5.14

9 34.2

15.07

VA RTRA

INTE

15.00

IMPLANTAÇÃO com dimencionamento ESC.: 1:500

AS EIR LIX

DO

PISO

72.00

110.48

N


AUTO POSTO JOAO XXIII

ELGIN

OÃO AV. J

XXIII TORRES DA EDP

JÁ DO TRUÍ CONS

74

LAJE ILIZADA ERMEAB

IMP

5 AS

10

.4

3

EIR LIX

DE CAIXA SUP ÁGUA 0L 10.50

7.48

TA

PIS

F

DE

7.85

R . P

IMPER

B

O

ES

ÇÃ RA

2.20

BEIRAL

C

LAJE A ILIZAD MEAB

9.90

ELE

A

C SA

E

VAZIO

E

DE

VA RTRA INTE

AV

DO

PISO

F

3.05

3.73 3.89

OB

.85

6.8

LAJE IZADA BIL RMEA

74 4

3.35

IM

BEIRAL

BEIRAL

3

3.20

L TE

2.13

LAJE IZADA EABIL PERM

IMPE

16.02

RA

6.20

C

VAZIO

AS

DE CAIXA F IN ÁGUA 0L 12.00

5.18

B

.C

L

PACIA URA ES ESTRUT E A COM SANDUÍCH RTUR A COBE E TELH

A

O NC

LAJE ADA EABILIZ

IMPERM I

5.53 14.86

PÁTIO DE RECOLHIMENTO DE VEICULOS

PA URA ES ESTRUT E A COM SANDUÍCH RTUR A E TELH

CIAL

COBE

I

G

25.87

DO

RAVA TERT

IN PISO

18.95

A

LAJE IZADA BIL RMEA

IMPE 3.20

D

BEIRAL

PA

URA ES ESTRUT E A COM SANDUÍCH RTUR A COBE E TELH

A

H

B

CIAL

H

G

B

2.13

744.50 3.73 3.60

8.89 28.36

LAJE IZADA EABIL

LAJE A ILIZAD MEAB

BEIRAL

.DE TRAT ÁGUA

744.4

IMPER

3.21

B

2.00

RM IMPE

EIR LIX

19.24

VA RTRA INTE

AS

PISO

DO

7.93

L PACIA

URA ES ESTRUT E A COM SANDUÍCH RTUR A COBE E TELH

IMPLANTAÇÃO com distâncias ESC.: 1:500

N


TERRENO NATURAL ESC.: 1:500

I 5 74

85 4.

74

VAZIO

744.70

744.50

744.4

744.25

I

(CURVA DE NIVEL) 745 744.85 744.70 744.55 744.40 744.25 744.10

(m)

25

50

75

100

125

150

CORTE DO TERRENO NATURAL ESC.: 1:500

N

(CURVA DE NIVEL)

745 744.85 744.70 744.55

744.40 744.25 744.10

(m)

25

50

75

100

CORTE DO TERRENO NATURAL ESC.: SEM ESCALA

125

150

175


TERRENO com construção ESC.: 1:500 OÃO AV. J

J

XXIII

JÁ ÍDO STRU CON

77.72

5 74 IRAS LIXE

TA PIS

A BR LO TE

AS

.C

ES

1

R . P

AV

ÃO AÇ LER CE SA DE DE

85 4. 74

ADE

UNID

98.78

744.50

O

NC 62 194.

ADE

UNID

2

4.15

744.50

744.4

IRAS LIXE

8

110.4

J

(CURVA DE NIVEL) 745 744.85 744.70 744.55 744.40 744.25 744.10

(m)

25

50

75

100

125

CORTE DO TERRENO NATURAL ESC.: 1:500

N

(CURVA DE NIVEL)

745 744.85 744.70 744.55 744.40

744.25 744.10

(m)

25

50

75

100

CORTE DO TERRENO NATURAL ESC.: SEM ESCALA

125

150

175


C

3.40

3.47

3.00

1.34

1.34

1.34

1.50

.26

1.50

1.57

2.18

A

6.17

3.48

0.29

4.75

10.00

1.34

1.35

2.00

1.35

1.52

1.35

1.99

.58

4.32

1.50

2.00

A

2.00

2.00

1.00

1.00

.66

19.28 2.00 .75

6.33 1.22

2.00

1.35

.52

3.00

3.00 4.68

2.00

9.50

4.35

2.49

4.44

2.50

10.80

11.65

s

.17

.30

2.00

.29 .80 .66

2.00

.67

2.00

.67

2.00 .21 25.60

2.00

4.34 4.42

4.34 2.06

2.04

2.83

1.37

2.00

1.29

2.00

.52

1.11 5.57

4.04

6.01

0.00

1.95

1.17

.37 2.39

3.61

.88

2.00

1.67

6.00

4.95

3.20

3.13

1.50

2.00

3.17

2.00

4.66

.60 .60 .78

.72

6.01

3.20

6.56

2.00

1.65

2.50

5.08

1.50

2.50

3.35

1.50

3.08

4.35

B

3.65

5.55

3.45

B

3.34

.80.25

4.04

4.34

20.74

C

PLANTA TÉRREO UNIDADE 1 ESC.: 1:150

JANELAS ( largura x altura / peitoril )

OÃO AV. J

XXIII

J1

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

PORTAS

( largura x altura )

O EL ST CA S. RE . P AV

P1

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

AN BR CO

N

DETALHE ESCADA


D .53

6.33 1.22

2.00

2.00

.58

15.80 2.00

1.34

3.46

1.34

1.34

1.34

1.50

.26

3.00

6.97

A

1.57

2.18

1.50

3.47

4.75

1.18

2.24

4.50

3.00

10.00

.92

3.40

1.35

.75

1.35

2.00

1.35

1.51

1.35

2.00

1.51

2.00

A

2.00

0.29 1.00

.65

3.00 4.68

9.50

4.44

2.50

4.35

2.50

10.73

11.65

2.00

s

4.35 2.00

1.12

.29 .80

2.00

.67

2.00

.67

2.00 .21 25.60

2.00

2.00

.72

5.57

1.29

1.24

1.65

2.00

2.00

.52

1.17 5.57

4.04

6.29

5.37

4.01

4.33

4.04

1.37

4.34 2.00

1.17

1.23

2.83

11.28

2.00

3.00

3.71

.30

11.28

2.00

1.50

2.50

5.08

3.20

6.56

.17

3.35

1.50

2.50

3.65

3.08

4.35

3.45

B 5.55

B

5.33 .80.25 .80.25 11.28

3.34 3.34 4.04

2.71

1.50 1.95

.15

.60 1.03 9.91

1.95

1.65

1.95

1.95

1.65

1.50

1.95

2.47

2.99

6.21

2.00

3.45

4.26

11.28

4.85

4.04

2.22 9.91

D

PLANTA TÉRREO UNIDADE 2 ESC.: 1:150 JANELAS ( largura x altura / peitoril )

OÃO AV. J

J1

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

XXIII

AV

PORTAS

( largura x altura )

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

TE

AS

.C

S RE . P

P1

NC RA

B LO O

N

DETALHE ESCADA


C .66

1.34

11.15 1.20

1.34 1.52

1.52

1.52

2.00

.85

2.00

.46

2.00

.43

5.00

3.37

3.37

4.72

2.00

1.09

.33

A

3.00

1.87

3.33

1.87

3.37

1.57

0.97

0.29

0.77

2.00

5.85

2.24

2.18

6.33 1.14 1.34

0.97

3.00

3.89

3.37

1.20

1.34

6.84

2.00

1.00

2.82

1.50

A

15.95 1.39

2.00

3.52

1.01

1.03

2.00

3.37

.72

2.00

1.52

.53

3.00

3.00

10.45

10.45

1.48

1.49

d

.60

2.00

.56

2.00

1.94

2.00

.78

2.00

1.46

2.00

1.36

2.00

1.24

5.85

5.85

2.00

1.23

2.00

5.00

6.00

5.00

6.39

5.00

5.00

5.97

5.00

B

5.00

B

2.00

.77

1.11

2.00

.76

5.00

2.00

.72

36.75

C

PLANTA 1°PAV UNIDADE 1 E 2 ESC.: 1:150

JANELAS ( largura x altura / peitoril )

OÃO AV. J

XXIII

J1

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

. AV

( largura x altura )

P1

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

LO

TE

AS .C

ES PR

PORTAS

CO

AN

BR

N

DETALHE ESCADA

2.00

.24


5.12

.66 2.00

2.97

2.00

1.50

1.90 .77 .60

2.00

10.87

.92

6.70

.68

.25 .80

7.02

2.00

5.12

2.00

2.00 8.43 1.38

2.50

.80.25

1.11

2.43

2.00

3.27

4.82

3.26 13.38

E

3.45

F

PLANTA PORTARIAS

1.55

H

27.60

.37

2.00

1.94

.80 .47

4.85

2.00

1.79

.80 .47

4.85

2.00

1.79

.80 .47

11.83

11.91

2.00

.80

13.26

1.33

5.00

10.99

9.36

8.52

G

10.18

3.45

8.80

2.25

3.45

PLANTA ESTACIONAMENTO BIC./ PAT ESC.: 1:150

ESC.: 1:150

2.79

3.45

1.71

6.41

2.00

10.50

6.56

.56

.63

F

9.33

2.00

7.00

6.91

G

7.31

27.37

H

PLANTA APOIO ESC.: 1:150

JANELAS ( largura x altura / peitoril )

OÃO AV. J

XXIII

J1

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

PORTAS

( largura x altura )

AV

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

LO

TE

AS

.C

ES

R . P

P1

O

C AN

BR

N

DETALHE ESCADA

7.34

2.29

13.62

1.60 2.00

2.00

.60 .85

E


C

A

A

B

B

C .40

.40

.40

.40

.15 3.00

1.00

1.20

.40

.90

.90

.40

.90

.40

.40

.40

1.02 .80

2.10

3.00

2.10

2.10

1.20 .15

.90 2.10

.40

.90

.90

.90

.90

.90

2.10

2.10

2.10

2.10

2.10

3.00

.40

.40 .40

.40

.40

1.58

1.20

.90

.40

.20 1.60

.40

.40

1.43

.90

.90

6.15

.40

.90

.40

.90

.40

.40

1.20

1.20

.90

1.20

1.20

.90

.40

.40

.90

.90

.40

.90

.90

.40

.30 .81

.90

.90

.30.60 .20 1.60 .30

.40

.40

.40

.40

.40

.90

.30 .81

1.20

.40

.90

.40

.30 .81 .10

.30 .40 .40

1.20

.90 .20 1.60

.40

.30.60 .20 1.60 .30

.18

1.20

3.00

1.20

.90

.90

.20 1.60

.40

.40

1.30

.40

2.45

CASA DE MAQUINA

CORTE A-A ESC.: 1:200

CORTE B-B ESC.: 1:200

.40

.40


CORTE D-D ESC.: 1:200 .40

.90

.40

.40

.40

.40

.15

.40

D

.40

.40

.15

.40

.90

.40

1.00 .40

3.00 2.10

1.60

.40

.15

1.00 .40

3.00

2.10

1.62

B

2.10

6.85

.40

.40

B

3.00

1.00 .40

3.00

1.00 .40 .40

A

.15

1.60

.40

.15

1.00 .40

3.00

2.10

1.62

A

.40

.40

.40

.15

.40

.40

.40

1.00 .40 .40

3.00

C

CORTE C-C ESC.: 1:200

C

D

A A

B B


5.00

I .40

H .15

2.10

H .40

.90

.90

.40

G

2.10

3.00

.40

.40

.90

.90

.90

.90

2.10

3.00

2.10

1.20

2.10

1.20

2.10

1.20

2.10

3.00

1.20

CORTE G-G ESC.: 1:200

CORTE H-H ESC.: 1:200

I

CORTE I-I ESC.: 1:200

.50

.40

.40

.90

.90

.40

.90

.90

.40

.90

.90

.40

.90

.90

.40

.15

.40

CORTE E-E ESC.: 1:200

.40

.40

.40

.40

.40 .15

.40

2.10

2.10

3.00

1.20

.40 .90

.40

1.20

.90

3.00

E

.40 .15

F

3.00

G .40

.40

E .40

F

CORTE F-F ESC.: 1:200

.40

.90

.90

.40

.40

.15

.40

.40 .40

.90

.90

.40

.15

.40


ELEVAÇÃO 1 ESC.: 1:200

ELEVAÇÃO 3 ESC.: 1:200

ELEVAÇÃO 2 ESC.: 1:200

ELEVAÇÃO 4 ESC.: 1:200


La27

La28

PA32 (0.40X0.15)

VA132(0.15X0.40)

VA133(0.15X0.40)

VB107(0.15X0.40)

La29

VA129(0.15X0.40)

La30 PA34 (0.40X0.15)

VA135(0.15X0.40)

La31 PA35 (0.40X0.15)

VA136(0.15X0.40)

La20

La26

La25

VA130(0.15X0.40)

VA137(0.15X0.40)

VA123(0.15X0.40)

PA30 (0.40X0.15) VA131(0.15X0.40)

La32 PA36 (0.40X0.15) VA138(0.15X0.40)

VA150(0.15X0.40) VA124(0.15X0.40)

VA166(0.15X0.40)

PA29 (0.40X0.15)

PA3 (0.15X0.40)

PA22 (0.15X0.40)

VA165(0.15X0.40)

VA164(0.15X0.40)

La19

La24

VA157(0.15X0.40)

VA156(0.15X0.40)

VA155(0.15X0.40)

VA163(0.15X0.40)

VA154(0.15X0.40)

VA162(0.15X0.40)

PA27 (0.40X0.15)

PA28 (0.40X0.15)

PA21 (0.40X0.15) VA122(0.15X0.40)

VA128(0.15X0.40)

La23

La14

VA121(0.15X0.40)

La18

PA14 (0.15X0.40)

VA115(0.15X0.40)

PA3 (0.15X0.40)

PA37 (0.40X0.15) VA139(0.15X0.40)

VA140(0.15X0.40)

VC101(0.15X0.40) PC2 (0.15X0.40)

Lb2 PB6 (0.15X0.40)

VB109(0.15X0.40)

VB108(0.15X0.40)

PA20 (0.40X0.15)

VA120(0.15X0.40)

PC1 (0.15X0.40)

VB103(0.15X0.40) VB104(0.15X0.40)

Lb5

PA26 (0.15X0.40)

PB3(0.15X0.40)

VB102(0.15X0.40)

PB5(0.15X0.40)

Lb3

VA134(0.15X0.40)

La17

La13

PA13 (0.15X0.40)

Lb4

Lc1

PC3(0.15X0.40)

VC104(0.15X0.40)

PB4 (0.15X0.40)

VB106(0.15X0.40)

PB1 (0.15X0.40) VB101(0.15X0.40) PB2 (0.15X0.40)

Lb1

VA153(0.15X0.40)

PA33 (0.40X0.15)

PA19 (0.40X0.15)

VC103(0.15X0.40)

PA31 (0.40X0.15)

VA127(0.15X0.40)

VA119(0.15X0.40)

La12

VA114(0.15X0.40)

VA175(0.15X0.40)

La22

PA18 (0.40X0.15) VA118(0.15X0.40)

VA113(0.15X0.40)

VA173(0.15X0.40)

VA126(0.15X0.40)

VA169(0.15X0.40)

La21

La11

VA172(0.15X0.40)

VA125(0.15X0.40)

La10

VA161(0.15X0.40)

La16

PA24 (0.15X0.40)

PA23 (0.40X0.15) VA168(0.15X0.40)

PA17 (0.40X0.15) VA117(0.15X0.40)

VA112(0.15X0.40)

VA171(0.15X0.40)

La15

La9

PA12 (0.15X0.40) VA111(0.15X0.40)

VA160(0.15X0.40)

PA16 (0.40X0.15) VA116(0.15X0.40)

VA110(0.15X0.40)

VA170(0.15X0.40)

VA159(0.15X0.40) VA152(0.15X0.40)

VA151(0.15X0.40)

La8

VA158(0.15X0.40)

PA15 (0.40X0.15)

VA109(0.15X0.40)

La7

PA11 (0.15X0.40)

PA9 (0.40X0.15)

PA8 (0.40X0.15)

La6

PA3 (0.15X0.40)

VA167(0.15X0.40)

PA10 (0.15X0.40)

La5

VA148(0.15X0.40)

La4

VA147(0.15X0.40)

La3

VA104(0.15X0.40)

PA3 (0.15X0.40)

VA102(0.15X0.40)

VA174(0.15X0.40)

La2

VA103(0.15X0.40)

PA2 (0.15X0.40)

VA101(0.15X0.40)

PA8 (0.15X0.40)

VA108(0.15X0.40) VA144(0.15X0.40)

La1

VA107(0.15X0.40) VA143(0.15X0.40)

VA106(0.15X0.40) VA142(0.15X0.40)

VA141(0.15X0.40)

VA105(0.15X0.40)

PA7 (0.15X0.40)

VA146(0.15X0.40)

PA6 (0.15X0.40)

VA145(0.15X0.40)

PA5 (0.40X0.15)

VA149(0.15X0.40)

PA1 (0.15X0.40) PA4.15X0.40)

PC4 (0.15X0.40)

VC101(0.15X0.40)

Lb6

PB7 (0.15X0.40)

PB8 (0.15X0.40) VB105(0.15X0.40)

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO ESTRUTURAL TÉRREO UNIDADE 1 ESC.: 1:150

OÃO AV. J

XXIII

AV S.

RE . P EL

ST

CA O NC

RA

OB

N


PD2 (0.15X0.40)

VD120(0.15X0.40)

Ld20

VD127(0.15X0.40)

VD128(0.15X0.40)

VD145(0.15X0.40)

Ld11 PD21 (0.40X0.15)

VD116(0.15X0.40)

VD153(0.15X0.40)

VD144(0.15X0.40)

PD20 (0.40X0.15) VD152(0.15X0.40)

VD151(0.15X0.40)

VD143(0.15X0.40)

Ld10

Ld16

VD140(0.15X0.40)

VD139(0.15X0.40)

PD15 (0.15X0.40) VD111(0.15X0.40)

Ld12 PD22 (0.40X0.15)

VD117(0.15X0.40)

VD118(0.15X0.40)

Ld17

PD27 (0.40X0.15)

PD23 (0.15X0.40)

Ld18

VD122(0.15X0.40)

Ld21

PD28 (0.40X0.15) VD123(0.15X0.40)

Ld22 PD34 (0.40X0.15)

VD129(0.15X0.40)

PD29 (0.40X0.15) VD124(0.15X0.40)

Ld23 PD35 (0.40X0.15)

VD130(0.15X0.40)

VD131(0.15X0.40)

VF101(0.15X0.40)

PF2 (0.15X0.40)

PD30 (0.40X0.15) VD125(0.15X0.40)

PD36 (0.40X0.15)

PD37(0.40X0.15)

VD132(0.15X0.40)

VE107(0.15X0.40) PE8 (0.15X0.40)

VE103(0.15X0.40)

Le3 PE10(0.15X0.40)

VE104(0.15X0.40) VE105(0.15X0.40) PE11 (0.15X0.40)

PF11 (0.15X0.40)

PF6 (0.15X0.40)

PF7 (0.15X0.40)

Lf2 PF8 (0.40X0.15)

PF9 (0.40X0.15)

PF10 (0.15X0.40)

VF104(0.15X0.40)

Lf3 PF12 (0.40X0.15)

VF111(0.15X0.40)

PE7 (0.15X0.40)

VE1130.15X0.40)

VE112(0.15X0.40)

PE5 (0.15X0.40)

VF103(0.15X0.40) PF5 (0.15X0.40)

VF110(0.15X0.40)

Le2

PF4 (0.15X0.40)

VF102(0.15X0.40)

VF108(0.15X0.40) VF107(0.15X0.40)

VE109(0.15X0.40)

VE108(0.15X0.40)

VE102(0.15X0.40)

Lf1

PF3(0.15X0.40)

PE4 (0.15X0.40)

PE3 (0.15X0.40)

VF109(0.15X0.40)

VE106(0.15X0.40)

Le1

PE6 (0.15X0.40)

VE106(0.15X0.40)

PF1 (0.15X0.40)

VE106(0.15X0.40)

PE2(0.15X0.40)

VE101(0.15X0.40)

VE111(0.15X0.40) VE110(0.15X0.40)

Ld15

PD33 (0.40X0.15)

PD32 (0.40X0.15)

VD126(0.15X0.40)

PE9 (0.15X0.40)

VD121(0.15X0.40)

PD14 (0.15X0.40)

VD110(0.15X0.40)

VD163(0.15X0.40)

PD31 (0.40X0.15)

VD115(0.15X0.40)

VD109(0.15X0.40)

VD162(0.15X0.40)

VD157(0.15X0.40)

Ld19

PD19 (0.40X0.15)

PD26 (0.15X0.40)

PD25 (0.15X0.40)

VD119(0.15X0.40)

VD114(0.15X0.40)

VD160(0.15X0.40)

PD24 (0.40X0.15)

Ld14

PD18 (0.40X0.15)

Ld9

VD159(0.15X0.40)

Ld13

VD113(0.15X0.40)

Ld8

VD150(0.15X0.40)

VD112(0.15X0.40)

VD156(0.15X0.40)

PD17 (0.40X0.15) VD149(0.15X0.40)

VD148(0.15X0.40)

PD16 (0.40X0.15)

VD107(0.15X0.40)

VD158(0.15X0.40)

VD142(0.15X0.40)

VD141(0.15X0.40)

VD105(0.15X0.40)

VD147(0.15X0.40)

PD13 (0.15X0.40) PD12 (0.15X0.40)

PD11 (0.15X0.40) VD108(0.15X0.40)

Ld7

VD155(0.15X0.40)

Ld2 VD106(0.15X0.40)PD9 (0.40X0.15)

Ld6

VD146(0.15X0.40)

Ld5

PD10 (0.15X0.40)

PE1 (0.15X0.40)

VD138(0.15X0.40)

Ld4

Ld3

VD106(0.15X0.40)

VD154(0.15X0.40)

PD8 (0.15X0.40) VD104(0.15X0.40)

VD161(0.15X0.40)

VD135(0.15X0.40)

Ld1

PD7 (0.15X0.40) VD103(0.15X0.40)

VD134(0.15X0.40)

VD133(0.15X0.40)

VD102(0.15X0.40)

PD3 (0.15X0.40)

VD105(0.15X0.40)

VD137(0.15X0.40)

PD6 (0.15X0.40)

PD5 (0.40X0.15)

VD101(0.15X0.40)

VD136(0.15X0.40)

PD4 (0.15X0.40)

PD1 (0.15X0.40)

VF105(0.15X0.40) VF106(0.15X0.40) PF13(0.40X0.15)

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO ESTRUTURAL TÉRREO UNIDADE 2 ESC.: 1:150 OÃO AV. J

XXIII

S. RE . P

AV O

NC RA

OB

EL

ST

CA

N


PAD2 (0.15X0.40)

PAD1 (0.15X0.40)

PAD36 (0.40X0.15)

PAD38 (0.15X0.40)

Lad24

Lad25

VAD134(0.15X0.40)

Lad26

PAD43 (0.40X0.15) VAD135(0.15X0.40)

VAD118(0.15X0.40)

Lad18 VAD127(0.15X0.40) PAD32 (0.40X0.15)

PAD31 (0.40X0.15)

Lad27

PAD44 (0.40X0.15) VAD136(0.15X0.40)

PAD23 (0.40X0.15)

PAD22 (0.15X0.40)

PAD33 (0.40X0.15)

Lad28

PAD45 (0.40X0.15) VAD137(0.15X0.40)

VAD119(0.15X0.40) PAD24 (0.40X0.15)

Lad19 VAD128(0.15X0.40) PAD34 (0.40X0.15)

Lad29

PAD46 (0.40X0.15) VAD138(0.15X0.40)

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO ESTRUTURAL 1ºPAV UNIDADE 1 E 2 ESC.: 1:150

OÃO AV. J

VAD149(0.15X0.40)

Lad9

XXIII

. AV

LO

TE

AS

.C

ES

PR CO

AN BR

N

VAD159(0.15X0.40)

Lad17 VAD126(0.15X0.40)

Lad8

VAD158(0.15X0.40)

VAD117(0.15X0.40)

VAD157(0.15X0.40)

PAD21 (0.15X0.40)

VAD148(0.15X0.40)

VAD147(0.15X0.40)

VAD146(0.15X0.40)

Lad16 VAD125(0.15X0.40)

PAD30 (0.40X0.15)

VAD133(0.15X0.40) PAD41 (0.40X0.15) PAD42 (0.40X0.15)

VAD132(0.15X0.40) PAD40 (0.15X0.40)

VAD116(0.15X0.40)

VAD156(0.15X0.40)

VAD145(0.15X0.40)

VAD144(0.15X0.40)

Lad15 VAD124(0.15X0.40)

PAD20(0.15X0.40)

Lad7

PAD13 (0.15X0.40)

VAD109(0.15X0.40)

VAD170(0.15X0.40)

Lad23

PAD29 (0.40X0.15)

VAD115(0.15X0.40)

VAD155(0.15X0.40)

VAD123(0.15X0.40)

PAD39 (0.40X0.15)

VAD131(0.15X0.40)

Lad14

VAD154(0.15X0.40)

VAD143(0.15X0.40)

VAD142(0.15X0.40)

Lad22

VAD130(0.15X0.40)

Lad13

PAD19 (0.15X0.40)

Lad6

VAD169(0.15X0.40)

Lad21

VAD114(0.15X0.40)

PAD18 (0.15X0.40)

PAD28 (0.40X0.15)

VAD122(0.15X0.40)

PAD37 (0.40X0.15)

VAD129(0.15X0.40)

PAD27 (0.15X0.40)

Lad5

VAD168(0.15X0.40)

P235 (0.40X0.15)

Lad12

VAD108(0.15X0.40)

VAD167(0.15X0.40)

PAD26 (0.40X0.15)

PAD17 (0.15X0.40) VAD113(0.15X0.40) VAD112(0.15X0.40) PAD16 (0.15X0.40)

PAD12 (0.15X0.40)

PAD11 (0.15X0.40)

PAD10 (0.15X0.40)

VAD107(0.15X0.40)

VAD166(0.15X0.40)

VAD121(0.15X0.40)

Lad3

Lad4

VAD165(0.15X0.40)

Lad11

VAD106(0.15X0.40)

VAD153(0.15X0.40)

VAD111(0.15X0.40)

PAD25 (0.40X0.15)

Lad20

VAD141(0.15X0.40)

PAD15 (0.40X0.15)

VAD162(0.15X0.40)

VAD120(0.15X0.40)

Lad2

PAD9 (0.15X0.40)

PAD8 (0.15X0.40)

VAD105(0.15X0.40)

VAD164(0.15X0.40)

Lad10

PAD7 (0.15X0.40)

VAD104(0.15X0.40)

VAD152(0.15X0.40)

VAD110(0.15X0.40)

PAD6 (0.40X0.15)

VAD163(0.15X0.40)

PAD14 (0.40X0.15)

VAD151(0.15X0.40)

Lad1

VAD161(0.15X0.40)

VAD160(0.15X0.40) VAD150(0.15X0.40)

VAD139(0.15X0.40)

VAD103(0.15X0.40)

VAD140(0.15X0.40)

PAD5 (0.15X0.40)

PAD4 (0.15X0.40)

PAD3 (0.15X0.40)

VAD102(0.15X0.40)

VAD171(0.15X0.40)

VAD101(0.15X0.40)


PH7(0.15X0.40)

VI112(0.15X0.40)

VI103(0.15X0.40)

Li3 PI6 (0.15X0.40)

Li4

VI106(0.15X0.40)

40) 0.15X0.

PG2(0.15X0.40)

)

VG108(0.15X0.40)

VG107(0.15X0.40)

PG3 (0.15X0.40)

Lg1

Lg2

.40)

VG104(0.15X0 )

.40 VG103(0.15X0

PG7(0.15X0.40)

Lg4

VG106(0.15X0.40)

PG8 (0.15X0.40)

VG105(0.15X0.40)

PI10 (0.40X0.15)

PI11 (0.15X0.40)

VI107(0.15X0.40)

PG4(0.15X0.40)

VG112(0.15X0.40)

VG111(0.15X0.40)

VG110(0.15X0.40)

Lg3

Li5

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO ESTRUTURAL PORTARIAS ESC.: 1:150

PG5 (0.15X0.40)

PG6 (0.15X0.40)

PI8 (0.15X0.40)

PG1 (0.15X0.40)

VG109(0.15X0.40)

40 0.15X0.

VG101(

Li2

VI104(0.15X0.40)PI7 (0.40X0.15) VI105(0.15X0.40)

PI9 (0.15X0.40)

VG102(

PI5 (0.40X0.15)

VI109(0.15X0.40)

VI109(0.15X0.40)

PI4 (0.40X0.15)

PI3 (0.15X0.40)

VI102(0.15X0.40)

VI114(0.15X0.40)

VH104(0.15X0.40)

VH103(0.15X0.40) PH6 (0.40X0.15)

Li1

PI2 (0.40X0.15)

VI111(0.15X0.40)

PH5(0.40X0.15)

Lh2

VI101(0.15X0.40)

VI113(0.15X0.40)

Lh3

PH4 (0.40X0.15) VH107(0.15X0.40)

VH102(0.15X0.40)

VI110(0.15X0.40) VI108(0.15X0.40)

Lh1

VH108(0.15X0.40)

VH106(0.15X0.40)VH105(0.15X0.40)

VH101(0.15X0.40)

PH3 (0.40X0.15)

PI1 (0.40X0.15)

PH2 (0.40X0.15)

PH1 (0.40X0.15)

PG9 (0.15X0.40)

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO ESTRUT. ESTACIONAMENTO BIC/PAT ESC.: 1:150

40) .15X0.

VJ104(0

VJ117(0.15X0.40)

VJ116(0.15X0.40)

Lj2

Lj3

Lj4

Lj5

.40)

VJ110(0.15X0

.40) VJ109(0.15X0 .40) VJ108(0.15X0

VJ107(0.15X0 .40) VJ106(0.15X0

VJ120(0.15X0.40)

PJ5 (0.15X0.40)

PJ6 (0.15X0.40)

Lj1

PJ4 (0.15X0.40)

VJ118(0.15X0.40)

VJ101(0

PJ3 (0.15X0.40)

VJ119(0.15X0.40)

VJ1

PJ2 (0.15X0.40)

VJ121(0.15X0.40)

.40) 0.15X0 VJ103( 0.40) 02(0.15X

40) .15X0.

PJ1 (0.15X0.40)

40) .15X0.

VJ105(0

.40)

PJ7 (0.15X0.40)

PJ8 (0.15X0.40)

PJ9 (0.15X0.40)

PJ10 (0.15X0.40)

PJ11(0.15X0.40)

PJ13(0.15X0.40) VJ111(0.15X0.40)

OÃO AV. J

XXIII

PJ14 (0.15X0.40) VJ112(0.15X0.40)

PJ15 (0.15X0.40) VJ113(0.15X0.40)

PJ16 (0.15X0.40) VJ114(0.15X0.40)

VJ127(0.15X0.40)

Lj9

VJ126(0.15X0.40)

Lj8

VJ125(0.15X0.40)

Lj7

VJ124(0.15X0.40)

Lj6

VJ123(0.15X0.40)

VJ122(0.15X0.40)

PJ12 (0.15X0.40)

Lj10

PJ17 (0.15X0.40)

PJ18 (0.15X0.40) VJ115(0.15X0.40)

LO

TE

AS

.C

ES

R . P

AV

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO ESTRUTURAL APOIO ESC.: 1:150 CO AN BR

N


S

S

S

SS

S S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE ELÉTRICA TÉRREO UNIDADE 1 ESC.: 1:150

N

OÃO AV. J

XXIII

R . P AV LO

TE

AS

.C

ES

LEGENDA tomada universal 2 Polos - baixa h=30cm

CO AN BR

tomada universal 2 Polos - media h=120cm

tomada universal 2 Polos - alta h=220cm

tomada universal para computador - 3 Polos

fluorescente compacta (FC) no teto 20W

fluorescente compacta (FC) embutida no teto 20W

quadro distrib força com disjuntores

quadro distrib telefone / TV / computador


S

S

S

s

S S SS

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE ELÉTRICA TÉRREO UNIDADE 2 ESC.: 1:150

OÃO AV. J

N

XXIII

LEGENDA S RE . P

AV

tomada universal 2 Polos - baixa h=30cm

AS .C

fluorescente compacta (FC) no teto 20W

L TE

fluorescente compacta (FC) embutida no teto 20W

O

NC

RA

OB

tomada universal 2 Polos - media h=120cm

tomada universal 2 Polos - alta h=220cm

tomada universal para computador - 3 Polos

quadro distrib força com disjuntores

quadro distrib telefone / TV / computador


S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

S

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE ELÉTRICA 1º PAV UNIDADE 1 E 2 ESC.: 1:150

N

OÃO AV. J

XXIII

LEGENDA R . P

AV

tomada universal 2 Polos - baixa h=30cm

LO

TE

AS

.C

ES

fluorescente compacta (FC) no teto 20W

CO AN BR

tomada universal 2 Polos - media h=120cm

tomada universal 2 Polos - alta h=220cm

tomada universal para computador - 3 Polos

fluorescente compacta (FC) embutida no teto 20W

quadro distrib força com disjuntores

quadro distrib telefone / TV / computador


S

S

SS

S

S

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE ELÉTRICA PORTARIAS ESC.: 1:150

S

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE ELÉTRICA ESTAC. BIC/PAT ESC.: 1:150

S

S

S

S S

S

S

S

S

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE ELÉTRICA APOIO ESC.: 1:150

OÃO AV. J

N

XXIII

. AV

LEGENDA AS .C

ES

PR

tomada universal 2 Polos - baixa h=30cm

O

NC

RA

OB

L TE

fluorescente compacta (FC) no teto 20W

tomada universal 2 Polos - media h=120cm

tomada universal 2 Polos - alta h=220cm

tomada universal para computador - 3 Polos

fluorescente compacta (FC) embutida no teto 20W

quadro distrib força com disjuntores

quadro distrib telefone / TV / computador


CI 2

CI 1

CI3 F

F

F

F

F

CI 4

CI 5

CI 6

SEGUE PARA RAMAL DA RUA

F

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE HIDRÁULICA TÉRREO UNIDADE 1 ESC.: 1:150

OÃO AV. J

N

XXIII

LO

TE

AS

.C

S RE . P AV CO

AN

BR

LEGENDA TQ - TANQUE

TQ - TANQUE

F

água fria

ralo sifonado

Q

água quente

ralo seco


CI 2

CI 1

CI 3 F

F

F

s

F

F

CI 4

SEGUE PARA RAMAL DA RUA

CI 5

F

F

CI 6

CI 7

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE HIDRÁULICA TÉRREO UNIDADE 2 ESC.: 1:150

OÃO AV. J

N

XXIII

S. RE . P

AV RA OB

EL ST CA

LEGENDA TQ - TANQUE

TQ - TANQUE

NC O

F

água fria

ralo sifonado

Q

água quente

ralo seco


F

F

F

D

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE HIDRÁULICA 1ºPAV UNIDADE 1 E 2 ESC.: 1:150

N OÃO AV. J

XXIII

S.

RE . P

AV O

NC

RA OB

EL ST CA

LEGENDA TQ - TANQUE

TQ - TANQUE

F

água fria

ralo sifonado

Q

água quente

ralo seco


PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE HIDRÁULICA PORTARIAS SEGUE PARA RAMAL DA RUA

ESC.: 1:150 CI 1

F

CI 2 F

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE HIDRÁULICA ESTACIONAMENTO BIC/PAT ESC.: 1:150

CI 1

N OÃO AV. J

PLANTA PRÉ LANÇAMENTO DE HIDRÁULICA APOIO ESC.: 1:150

XXIII

AV S.

RE . P EL

ST

CA NC

RA

OB

LEGENDA O

TQ - TANQUE

TQ - TANQUE

F

água fria

ralo sifonado

Q

água quente

ralo seco


1.34

1.35

1.34

1.35

1.34

1.34

3.00

0.29

1.20

4.75

10.00

2.98

1.57

2.18

4.35

2.49

4.44

2.50

3.48

3.08

3.17

2.83

4.66

1.65

3.20

6.56

1.50

1.50

5.08

2.50

2.50

4.35

4.04

PLANTA LAYOUT TÉRREO UNIDADE 1 ESC.: 1:150

JANELAS ( largura x altura / peitoril ) III

XX OÃO AV. J

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

S.

RE . P

AV

J1

( largura x altura )

EL

ST

CA

PORTAS

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

O NC

RA

OB

P1

N

DETALHE ESCADA


1.34

1.35

1.34

1.35

1.34

1.34

3.00

0.29

1.20

4.75

10.00

1.57

2.94

2.18

4.44

2.50

4.35

2.50

3.48

3.08

3.20

3.00

1.65

1.50

6.56

1.50

5.08

2.50

2.50

4.35

2.83

4.04

4.33

3.71

4.04

4.85

4.04 4.26

4.04

1.95

1.50 1.95

1.65

1.95

1.65

1.50

1.95

PLANTA LAYOUT TÉRREO UNIDADE 2 ESC.: 1:150 III

XX OÃO AV. J

JANELAS ( largura x altura / peitoril ) 2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

S.

RE . P

AV

J1

LO TE

S CA

PORTAS

( largura x altura )

CO

AN

BR

P1

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

N

DETALHE ESCADA


1.34 5.00

5.85

1.20

3.37

1.34

3.37

1.34

1.35

3.00

3.37

3.37

3.89

1.35

1.34

2.82

3.37

1.57

2.18

6.00

5.00

5.00

7.85

5.00

5.00

5.15

5.00

5.00

3.00

5.85

5.85

5.00

PLANTA LAYOUT 1°PAV UNIDADE 1 E 2 ESC.: 1:150

JANELAS ( largura x altura / peitoril ) XIII

X OÃO AV. J

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

S RE . P

AV

J1

.C LO

TE

AS

PORTAS

( largura x altura )

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

CO

AN

BR

P1

N

DETALHE ESCADA


9.33

10.50

PLANTA LAYOUT PORTARIAS ESC.: 1:150 6.56

6.41

4.85

4.85

11.83

4.85

10.99

5.00

10.18

9.36

8.52

PLANTA LAYOUT EST.BIC./ PAT ESC.: 1:150

6.91

PLANTA LAYOUT APOIO ESC.: 1:150 JANELAS ( largura x altura / peitoril ) J1

2.00 X 1.20m / 0.90m JANELA DE 4 FOLHAS EM VIDRO

J2

2.00m X 0.30m / 1.80m JANELA MAXIM-AR EM VIDRO

J3

0.60m X 0.60m / 1.50m JANELA ANELA MAXIM-AR EM VIDRO

XIII

X OÃO AV. J

R . P

AV .C

ES

PORTAS

( largura x altura )

0.80m X 2.10m PORTA DE ABRIR

P2

3.50m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

P3

1.60m X 2.10m PORTA DE CORRER DE 4FOLHAS

LO

TE

AS

P1

CO

AN

BR

N

DETALHE ESCADA


13°

Considerações Finais


O presente trabalho buscou o desenvolvimento de um projeto para uma empresa de transportes, que atendesse as necessidades de pessoas atrás de transporte ágil e acessível, mas que também atendesse as grandes empresas através de transporte de qualidade para seus funcionários e transporte de mercadorias pelo país. Facilitando o transporte e mobilidade não só de pessoas mas também de produtos. Os estudos de caso foram primordiais para elaboração de um programa de necessidades completo e posteriormente o projeto.Já que como não há nenhuma normatização específica para elaboração de projetos arquitetônicos desta natureza. Assim, de acordo com que foi analisado nas plantas e nas visitas gerou-se o embasamento para a elaboração do programa de necessidades e do dimensionamento dos setores/ambientes. Diante disso, a união destes aspectos possibilitou a concepção de um projeto arquitetônico com características em resposta ao almejado no início da pesquisa, ou seja, um projeto com perfil único, com uma estrutura física pensada, especificamente, para atender os clientes com conforto e as necessidades dos funcionários enquanto trabalham. Fazendo com que a empresa funcionasse com mais agilidade e com todo conforto que a arquitetura pode oferecer. E, por fim, mas não menos importante, pela possibilidade de mostrar que é possível desenvolver um projeto de uma empresa de transporte simples pensando no conforto das pessoas.

Capitulo 13 - Considerações finais

119


14°

Referências


REFERÊNCIAS ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050:1994. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Acesso maio de 2019. ARCHDAILY BRASIL – ESCRITÓRIO DE TRANSPORTES DA BOLÍVIA. Disponível <: https://www.archdaily.com.br/br/880139>  acesso abril 2019. ARCHDAILY BRASIL  Centro de Transporte Solec Kujawski. Disponível <: https://www.archdaily.com.br/br/880879>  acesso abril 2019. ARCHDAILY BRASIL  Centro de Transporte Solec Kujawski. Disponível <:https://www.archdaily.com.br/br/9909014>  acesso abril 2019. ARTESP AGÊNCIA DE TRANSPORTE DO ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de Acessibilidade: Terminais Rodoviários. ARTESP. São Paulo, p. 49. Acesso março 2019. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos (ABNT NBR 9050). Disponível em: <http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt-nbr9050-edicao-2015.pdf>. acesso março 2019. Capitulo 14 - Referências

121


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Saídas de emergência em edifícios (ABNT NBR 9077). Disponível em: http://www.cnmp.mp.br/portal/images/Comissoes/DireitosFundamentais/Acessibilidade/NBR_9077_Sa%C3%ADdas_ de_emerg%C3%AAncia_em_edif%C3%ADcios2001.pdf>. Acesso março 2019. Coletivo Intermunicipal de Passageiros. Secretaria de Infraestrutura e Logística. Porto Alegre, p. 426. Acesso fevereiro 2019. DNER – DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Manual de Implantação de Terminais de Passageiros (MITERP). Rio de Janeiro: Ministério dos Transportes, 1986. Acesso fevereiro 2019 FIGUEIREDO, Ana. Mogi das Cruzes é eleita a 7ª melhor cidade para se viver. Disponível em:   <http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/especial-publicitariomogiagora/platb/2014/11/06/mogi-das-cruzes-e-eleita-a-7a-melhor-cidade-para-seviver/>. Acesso março 2019. LEMOS, A. M. B. Portais urbanos - rodoviários. [Rio Grande do Sul] 2007. M. Sc., Arquitetura. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Arquitetura. Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura. SOARES, Ubiratan P. Procedimento para a Localização de Terminais Rodoviários Interurbanos, Interestaduais e Internacionais de Passageiros [Rio de Janeiro] 2006. XXI. 343 p. (COPPE/UFRJ, M. Sc., Engenharia de Transportes, 2006). Dissertação – Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE. Capitulo 14 - Referências

122


PREFEITURA MUNIPAL DE MOGI DAS CRUZES. Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo no Município de Mogi das Cruzes. Da Classificação da APA da VRT. LEI Nº. 7200/16 FLS 24. Disponível em: < http://pmmc2.pmmc.com.br/public/site/doc/2017010913140758738c9f3024e.pdf >. Acesso março 2019. PREFEITURA MUNIPAL DE MOGI DAS CRUZES. Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo no Município de Mogi das Cruzes. Zoneamento Municipal. LEI Nº. 7200/16, ANEXO VI. Disponível em: < http://pmmc2.pmmc.com.br/public/site/doc/2017010914162858739b3c4516e.pdf>.  Acesso março 2019. PREFEITURA MUNIPAL DE MOGI DAS CRUZES. Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo no Município de Mogi das Cruzes. Glossário Oficial. LEI Nº. 7200/16, ANEXO I, [2016]. Disponível em: < http://www2.transportes.pmmc.com.br/site/origem_destino/index.php>. < http://pmmc2.pmmc.com.br/public/site/doc/2017010914151958739af73f514.pdf>. Acesso marco 2019.

Capitulo 14 - Referências

123

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TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II - EMPRESA DE TRANSPORTE  

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