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ANA CAROLINA VALENTE RIBEIRO

CENTRO UNIVERSITÁRIO MOURA LACERDA

Projeto de pesquisa apresentado ao Centro Universitário Moura Lacerda para cumprimento das exigências de Introdução ao TFG sob a orientação do Prof. Ms. Onésimo Carvalho de Lima.

RIBEIRÃO PRETO 2013


ȔNada se perde, nada se cria, tudo se transforma.ȕ Antoine Lavoisier


À minha família. Quero que a lembrança de vocês fique gravada neste trabalho que viram amadurecer. Símbolo de uma recordação de esforço e companheirismo.


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Novas conceitos e formatos de museus estão sendo apresentados atualmente a nossa sociedade, contendo um novo programa de necessidades. Este trabalho aponta um conjunto de medidas capazes de dar novo impulso e maior eficiência

ao MIS – Museu da Imagem e Som, readequando o museu ao edifício em que se insere atualmente, ocupado no momento presente também pela Secretaria Municipal da Cultura. O trabalho intenciona solucionar as problemáticas apresentadas de uma forma contemporânea que condiz com as necessidades da sociedade atual.

Palavras-Chave: REVITALIZAÇÃO, INTEGRAÇÃO, INTERATIVIDADE CULURAL E MEMÓRIA.


SUMÁ R

I

O

Introdução

p. 07

Cap. 01 O Museu

p. 10

Cap. 02 Revitalização

p. 16

Cap. 03 O Edifício

p. 19

Cap. 04 Diretrizes Projetuais

p. 40

Cap. 05 Projeto de Arquitetura

p. 54

Considerações Finais

p. 84

Referências Bibliográficas

p. 86


InTro D

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O trabalho de pesquisa reflete sobre a transformação do Museu da

Imagem e Som – MIS, na cidade de Ribeirão Preto - SP. Atualmente, o museu que ocupa uma sala dentro da Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto, encontra-se em inapropriada situação. Seu acervo não possui espaço suficiente para exposição, nem mesmo para sua administração.

Imagem 02.: Situação Atual do Acervo MIS Rib. Preto. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 01.: Situação Atual do MIS Ribeirão Preto. Fonte: Arquivo Pessoal

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Considerando o ponto de vista contemporâneo sobre museus, de que não são depósitos de antiguidades, a real função do MIS não é exercida no meio urbano. A interatividade e informação da imagem e do som, do registro e da memória, não se fazem presentes com a população ribeirão pretana. A proposta desse trabalho contribui para uma nova atividade que pretende-se para o MIS. Com o conceito da intervenção em um edifício pré existente, o prédio da Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto cede lugar ao museu. A função administrativa cultural ribeirão pretana, exercida na edificação onde atualmente se encontra o MIS, deixa de acontecer. Articula-se, então, a inserção somente do MIS nesse mesmo prédio, junto com um novo programa de necessidades. Esse programa proporciona às pessoas o acesso a essas informações, que hoje são precariamente oferecidas, quando existem. O programa de necessidades destina uma parte do espaço para: a) a memória, para as máquinas existentes no acervo e para a história dessas; b) cria espaços para exposições, encontros, sessões de cinema, simpósios, cursos, seminários, palestras, oficinas, laboratórios, entre outros; e, c) apresenta uma proposta interativa e dinâmica, destinada a atrair o público, sempre mantendo seu caráter de espaço de pesquisa e informação.

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O mu S

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A palavra museu vem do grego Museion, e significa santuário dos templos

dedicados às musas, que recebem doações, oferendas (EVANISE; 2006, p. 32). Guardar e expor coleções de quadros, esculturas, relíquias preciosas e objetos de arte eram a única finalidade de um museu. Apesar de museus em alguns casos ainda serem vistos como um depósito de antiguidades, os autores a seguir refletem uma maior preocupação com esse espaço, tido como um ambiente de interação entre público e obra. Nesse tema, Flávio (2000, p. 18) fala sobre esse espaço da seguinte

forma: O questionamento aos museus nacionais já vinha ocorrendo desde o final do

século XIX quando os movimentos de vanguarda passaram a chamar os velhos museus de necrópole da arte em seus inflamados manifestos e panfletos modernistas, pela sua

imagem de lugar conservador que abriga a arte oficial . Ainda segundo autor, Críticas

mais isentas de emoções também os apontavam como lugares cansativos, pesados e

meramente instrutivos - no mau sentido pedagógico da palavra .

Dando uma nova perspectiva, o mesmo autor completa: Os museus agora

eram projetados para serem lugares agradáveis de ficar até mesmo independentemente de seus motivos-objeto, o acervo exposto.

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Para isso foram agregados novos serviços como restaurantes, lojas, parques e jardins, além de outras facilidades e, mais do que tudo, em contraposição ao museu antigo, muita luz natural iluminando amplas circulações e grandes espaços de exposição muito mais integrados e fluidos . (FLÁVIO; 2000, p. 18)

Afirma também Flávio (2000, p. 18), Uma alteração importante na forma

do museu vai ser a simplificação de seus espaços internos. As circulações e as salas de exposição se integram num continuum espacial. A fluidez e transparência são as marcas dos museus desse período. Fluidez e transparência que a maior parte das vezes inclui

também os espaços exteriores desses edifícios .

Entende-se, então que a importância de um museu para sociedade dá-se na transmissão do conhecimento, enriquecendo a comunidade em que se insere. O

museu tem como intenção a interação do sujeito com o objeto , isto é, publico e arte.

Esse processo de interação só se efetiva com a participação da população, sendo esse o principal objetivo. Seguindo a mesma linha, Montaner (1990, p. 57), afirma que

A

característica predominante dos novos museus é a complexidade do programa, a substituição do espaço flexível pelas tradicionais salas e galerias, a excelência dos métodos de conservação, exibição e iluminação dos objetos e o papel urbano que

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assumem, como monumento e lugar de arte . Afirma, ainda, que A estrutura volta a ocupar o papel de coadjuvante na solução construtiva do edifício e deixa de ser o

elemento de expressão preponderante .

Seguindo o mesmo contexto Evanise (2006, p. 26), fala sobre esse espaço

da seguinte forma: O museu é um espaço ativo, dinâmico, onde acontecem eventos, exposições, palestras. É um local de pesquisa e estudos, com salas específicas para o desenvolvimento de atividades técnicas, artísticas ou programas educativos, exigindo, para tanto, que o edifício destinado a este uso seja projetado ou ambientado

convenientemente para atender estas expectativas .

Evanise (2006, p. 08), afirma também que, o museu é uma Instituição

permanente, sem fins lucrativos, aberta ao público, que adquire, conserva, pesquisa e expõe coleções de objetos de caráter cultural ou científico para fins de estudo,

educação e entretenimento .

O texto Os Novos Museus, de Otília Arantes (1991), propõe uma nova percepção do museu e seu papel na sociedade. Um novo conceito de museu vem

discutir sua função tradicional e os benefícios que podem ser agregados.

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Nem tudo no museu é prejudicial, nem só os museus prejudicam as obras . Otília (1991, p. 162) Otília (1991, p. 162) fala sobre esse espaço da seguinte forma: Jardins, passarelas, terraços e janelas trazem a cidade para dentro do museu. Esses novos museus dispõem também de cafeterias, restaurante, ateliers, salas de projeção, livrarias,

entre outros . (...) Promovem Grande animação no domínio tradicionalmente austero e introvertido. (...) Pelas aberturas, transformar o mundo, o mundo exterior num mundo

estético. Como a realidade pode ser vista? .

Afirma ainda que O recolhimento diante da obra não encontra mais

apoio. (...) O gosto moderno parece ter sancionado de vez o lado pejorativo da

expressão museu e seus derivados . (OTÍLIA; 1991, p. 162)

A ideia é reconstituir a época, instruir ou deleitar o visitante. Estetização

presente em primeiro lugar, visível na própria arquitetura dos museus, como uma obra de arte, algo a ser apreciado como tal, não apenas como uma construção destinada a abrigar obras de arte . (OTÍLIA; 1991, p. 162)

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Ainda segundo Otília (1991, p. 162) O Museu desenvolve aos indivíduos a cidadania através de atividades lúdico culturais, sobretudo que além de abrigarem um acervo especifico, diversificam cada vez mais suas atividades .

O conceito desses novos museus vem transformar completamente a relação do espectador com o que se é observado. Alega, por sua vez, a regeneração de um equipamento cultural carente e que tem como desempenho a própria ideologia de interação, transforma exposições, mostras, apresentações e exibições em percursos interativos.

15


revitali Z

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A revitalização é fator fundamental para essa pesquisa no que se trata de intervenção em um prédio já existente. Revemos, então, os quesitos requalificação, espacialidade e integração de ambos para que se possa alcançar uma nova condição museológica. É evidente a existência de diversos fatores que impulsionam

o

consequentemente,

desenvolvimento o

surgimento

social de

e,

novas

necessidades que acabam por influenciar o edifício já existente. Além disso, todas as obras arquitetônicas construídas pelo homem estão sujeitas ao desgaste contínuo e inevitável. Este se dá tanto pela ação do meio ambiente como pelo seu próprio uso e consiste num desgaste físico, funcional e até mesmo estético, levando-se em conta que os gostos se modificam, assim como as formas e condições de utilização. Considerando todo

contexto

urbanístico

importante

arquitetônico testemunho

e histórico,

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ao mesmo tempo em que passível de um processo de transformação, é possível identificar vários graus de intervenção sobre uma obra existente. Tais graus dependem das posturas individuais e coletivas

que

envolvem

a

manutenção

do

patrimônio e variam substancialmente conforme cada caso específico. (ANTONIO; 1992, p. 265) Conforme a citação mencionada e a partir do princípio da intervenção, o prédio sofrerá mudanças em sua distribuição interna, requalificando os espaços e renovando conceitos e ideias. Cria-se uma nova linguagem em que o museu ultrapassa os próprios limites, dialogando com diversas manifestações artísticas. Se antes havia uma divisão arquitetônica, com departamentos fragmentados, a readequação estrutural vem ligada ao novo conceito da programação.

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O edi F

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O prédio está localizado no Morro do Cipó, que a partir de 1995 passou a chamar Parque Municipal Morro do São Bento. Esse é composto por vários equipamentos urbanos, como o Bosque Fábio Barreto, Conjunto Poliesportivo Elba de Pádua Lima e Ginásio da Cava do Bosque, e o Complexo Cultural Antônio Palocci, que é composto pela Secretaria Municipal da Cultura, prédio em estudo.

Imagem 04: Prédio da Secretaria Municipal da Cultura. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 03: Prédio da Secretaria Municipal da Cultura. Fonte: Arquivo Pessoal

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SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS

SENAI FONTE: GOOGLE

SENAC FONTE: GOOGLE

COMPLEXO ESPORTIVO ELBA P. LIMA FONTE: GOOGLE

SUPERMERCADO CARREFOUR FONTE: GOOGLE

ESPAÇO DE EVENTOS FONTE: GOOGLE

SUPERMERCADO AÇAI FONTE: GOOGLE

Esse mapa indica os equipamentos nas proximidades do Morro do São Bento.

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EQUIPAMENTOS

TEATRO MUNICIPAL FONTE: ARQUIVO PESSOAL

SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA FONTE: ARQUIVO PESSOAL

TEATRO DE ARENA FONTE: ARQUIVO PESSOAL

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO FONTE: ARQUIVO PESSOAL

Esse mapa indica os equipamentos nas proximidades do Morro do São Bento e o prédio da Secretaria da Cultura onde se encontra o MIS, objeto de estudo desse trabalho.

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Desde o século XIX eram realizadas festas para a recreação da população da cidade, graças a algumas iniciativas como a de Pedro Xavier de Paula, que iniciou a primeira banda da cidade, utilizando a área desse complexo para seu desenvolvimento. No fim do século XIX, o Coronel Schmidt iniciou a preservação da mata do morro. Assim, logo no início do século XX, o prefeito Fábio Barreto empenhou-se para que esse espaço fosse dotado de estruturas básicas para preservação da mata ali

existente e, em 1937, foi implantado o Bosque Municipal. Em julho de 1948, foi inaugurado o Mosteiro São Bento e a via que dava acesso à igreja Sete Capelas, ali existente, então passou a chamar-se Via São Bento, tornando-se então o nome mais popular do local. Em 1964 no governo Gasparini, começaram as obras do Teatro de Arena.

A Secretaria Municipal da Cultura Juscelino Kubtschek , projetada por Durval Soave, edificou-se em 1976. Durval a pensou para o abrigo de múltiplas atividades. Desde sua concepção, o prédio exerceu várias funções. Atualmente funciona a Secretaria Cultural da cidade, essa abre espaço para a Fundação Instituto

do Livro, a Biblioteca Guilherme de Almeida, o MIS – Museu da Imagem e do Som e a

Escola de Arte do Bosque. No jardim da Casa da Cultura ainda podemos encontrar um acervo de obras de Bassano Vaccarini e Thirso Cruz.

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FICHA TÉCNICA

Fonte: Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto

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Planta Baixa Pavimento Térreo Escala: Sem Escala Fonte: Secretaria Municipal da Cultura de Ribeirão Preto

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Planta Baixa Pavimento Superior Escala: Sem Escala Fonte: Secretaria Municipal da Cultura de Ribeir達o Preto

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Corte AA Escala: Sem Escala Fonte: Secretaria Municipal da Cultura de Ribeir達o Preto

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O mapa de topografia e implantação abaixo indica a topografia do terreno em que atualmente o edifício em estudo se encontra, podemos observar que esse se localiza no topo do morro, e isso faz com que a declividade desse terreno não seja extrema, como pode se identificar na implantação do prédio no espaço.

Topografia e Implantação do Prédio no Terreno Fonte: Arquivo Pessoal

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Os bairros vizinhos, as avenidas próximas e a Avenida Capitão Salomão, que delimita o terreno da edificação, possuem quantidade relevante de comércio e serviços. No mais, o bairro é em grande parte, residencial. Mesmo sendo localizado dentro da cidade, inclusive próximo ao centro, o que se pode perceber é que esse espaço não sofre demasiada interferência da malha urbana ao seu redor.

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RELAÇÃO EDIFÍCIO E PAISAGEM

O edifício possui sua estrutura independente de seu fechamento, ou seja, não existe a necessidade de paredes maciças de alvenaria para divisão de espaços; público/privado e interno/externo.

Imagem 06: Vista da Lateral Direita do Edifício. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 05: Vista da Fachada do Edifício. Fonte: Arquivo Pessoal

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O edifício não apresenta a leveza de fechamento que sua estrutura permite. Esses se encontram muito dependentes, se tornando uma massa pesada e fechada, não convidativa a visitação. Além de seu aspecto de abandono não só no edifício, mas também nos jardins em sua volta.

Imagem 08: Vista da Lateral Esquerda do Edifício. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 07: Vista do Fundo do Edifício (Avenida Capitão Salomão). Fonte: Arquivo Pessoal

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IMAGENS INTERNAS DO EDIFÍCIO Atualmente, o prédio da Secretaria Municipal da Cultura se encontra em estado precário. Sua divisão interna é executada através de divisórias de PVC em salas improvisadas, mal distribuídas, sem qualquer infraestrutura e com a ausência de manutenção.

Imagem 10: Vista do Pavimento Superior. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 09: Vista do Pavimento Superior. Fonte: Arquivo Pessoal

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A sala expositiva destinada ao MIS Ribeirão Preto se encontra no segundo pavimento, expõe algumas imagens, porém não possui espaço para exposição do seu acervo, não estando em boas condições de armazenamento. Fica, assim, guardado em uma das salas improvisadas.

Imagem 12: Vista do Acervo do MIS Rib. Preto no Pav. Superior Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 11: Vista da Sala Expositiva do MIS Ribeirão Preto no Pav. Superior Fonte: Arquivo Pessoal

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No pavimento térreo, as salas de exposições existentes estão fechadas e o saguão sem uso. A escada que acessa o nível inferior ao pavimento térreo está fechada. Dessa forma, se o visitante quiser locomover para o outro lado do edifício o caminho existente é somente pelo lado de fora do corpo do edifício.

Imagem 14: Vista da Escada Pavimento Térreo Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 13: Vista do Saguão do Pavimento Térreo Fonte: Arquivo Pessoal

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O piso ruim, de baixa qualidade e em mau estado. Revestimentos e forros que não acompanham a originalidade do edifício. O prédio da Secretaria Municipal da Cultura possui não só o aspecto de abandono como realmente se encontra nesse estado.

Imagem 16: Vista do Banheiro Pavimento Térreo Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 15: Vista da Cozinha Pavimento Térreo. Fonte: Arquivo Pessoal

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A biblioteca Guilherme de Almeida é um equipamento cultural que exerce sua real função. Localizada no pavimento térreo, possui quantidade considerável de títulos, é bem procurada por pessoas da região.

Imagem “8: Vista da Biblioteca Guilherme de Almeida no Pav. Térreo. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 17: Vista da Escada de Acesso aos Pavimentos Térreo e Superior. Fonte: Arquivo Pessoal

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IMAGENS DA DETERIORAÇÃO DO EDIFÍCIO O prédio construído em 1976, já se encontra em idade avançada. Em todo o seu tempo de existência foram feitos apenas pequenos reparos na sua totalidade.

Imagem 20: Ausência de Revestimento. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 19: Ausência de Piso. Fonte: Arquivo Pessoal

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IMAGENS DA DETERIORAÇÃO DO EDIFÍCIO Encontramos no edifício manchas de água que apresentam a existência de vazamento, ausência de revestimento em algumas partes dos banheiros e cozinha. Encanamento

improvisado e exposto, entre outros agravamentos na situação do

prédio.

Imagem 22: Laje manchada por vazamentos. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 21: Módulo Tomada Solto. Fonte: Arquivo Pessoal

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IMAGENS DO JARDIM E ESTACIONAMENTO O edifício oferece atualmente estacionamento com 15 vagas para funcionários. Os jardins possuem obras de artistas plásticos importantes como Bassano Vaccarini.

Imagem 24: Vista do Estacionamento do Edifício. Fonte: Arquivo Pessoal

Imagem 23: Vista dos Jardins e Obras de Bassano Vaccarini. Fonte: Arquivo Pessoal

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MIS – MUSEU DA IMAGEM E SOM / SÃO PAULO

Usado como referência, o MIS da cidade de São Paulo, se define em três eixos: website, LabMIS, acervo e programação cultural. O museu oferece ao visitante laboratório de pesquisa e produção, laboratório de criação permanente, espaços para palestras, cursos e workshops, inclusos no programa LabMIS. Esses espaços podem ser usados por variados públicos: fotógrafos, artistas plásticos, estudantes, universitários, crianças, terceira idade, entre outros. Imagem 26: Acesso. Fonte: http://acessibilidadecultural.com.br/uploads/imagens/m useus/mis-museu-da-imagem-e-do-som.jpg - Data: 26/06/2013 horário: 22h30

Imagem 25: Perspectiva Externa Frontal Fonte:http://www.arcoweb.com.br/interiores/fotos/107/fa chada.jpg - Data: 26/06/2013 horário: 22h20

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Sua distribuição de espaços é feita entre sala de workshop, estúdio de som, oficina de interfaces, sala de edição de áudio e vídeo, lounge com acesso gratuito à Internet sem fio e auditório para 70 pessoas.

Imagem 28: Biblioteca. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/interiores/alvarorazuk-e-camila-fabrini-29-01-2009.html - Data: 26/06/2013 horário: 22h36

Imagem 27: Acesso. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/interiores/alvarorazuk-e-camila-fabrini-29-01-2009.html - Data: 26/06/2013 horário: 22h30

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As atividades práticas produzidas nesses espaços são ministradas por profissionais de imagem, som, design de interfaces, conversão entre arte e ciência, contratados por temporadas para a informação e conforto do visitante.

Imagem 30: Convívio. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/interiores/alvarorazuk-e-camila-fabrini-29-01-2009.html - Data: 26/06/2013 horário: 22h42

Imagem 29: Espaço Expositivo. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/interiores/alvarorazuk-e-camila-fabrini-29-01-2009.html - Data: 26/06/2013 horário: 22h39

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O museu possui uma arquitetura interior que integra os ambientes, possibilitando a adequação física que atende a programação do museu, mesmo quando essa programação é modificada. Áreas onde se acessa cinema, música, vídeo, fotografia, entre outros, não são separadas por salas especificas. A integração entre essas é requisito. Esses espaços conversam entre si .

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MIS – MUSEU DA IMAGEM E SOM / RIO DE JANEIRO O museu comporta a Fábrica da Memória, no que se dá um novo sentido transformando-a em produto cultural, oferece um centro de documentação que destina um espaço a pesquisa. Exibições em salas de exposições permanentes e temporárias, o programa também inclui salas de teatro e cinema, loja, café, restaurante panorâmico, terraço, piano bar e mirante no topo do edifício.

Imagem 32: Perspectiva Externa. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/dillerscofidio-renfro-museu-rio-16-03-2011.html - Data: 26/06/2013 horário: 21h35

Imagem 31: Perspectiva Externa Frontal. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/dillerscofidio-renfro-museu-rio-16-03-2011.html - Data: 26/06/2013 horário: 21h33

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A ambientação do MIS coincide com a arquitetura. Existem como predominância no museu, totens, nichos e divisórias, quase nada de curvas, pois o movimento da obra é que conceitua a arquitetura.

Imagem 34: Perspectiva Estrutural. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/museuimagem-som-rio-de-janeiro-10-05-2013.html - Data: 26/06/2013 horário: 21h39

Imagem 33: Elevação Frontal. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/dillerscofidio-renfro-museu-rio-16-03-2011.html - Data: 26/06/2013 horário: 21h45

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As exposições estão associadas às interações mecânicas e cinéticas, proporcionando ao visitante o acesso ao acervo em sequência, uma espécie de jogo que interage com o visitante exibindo grandes telas em direção aos que assistem. O objetivo é humanizar a tecnologia.

Imagem 35: Perspectiva Interna. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/dillerscofidio-renfro-museu-rio-16-03-2011.html - Data: 26/06/2013 horário: 21h38

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Imagem 36: Corte Equipamentos Plรกsticos. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/museuimagem-som-rio-de-janeiro-10-05-2013.html - dia: 26/06/2013 horรกrio: 21h55

1. Nicho para projetor / 2. Bancada interativa / 3. Instrumentos do acervo, pendurados no teto / 4. Vidro com arte impressa / 5. Componentes desmembrados dos instrumentos.

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COMPLEXO CULTURAL LUZ / SÃO PAULO O Complexo Cultural Luz, projeto do escritório suíço Herzog & De Meuron, é um misto de escola e centro de espetáculos, abrigados em um edifício de concreto composto por lajes superpostas e deslocadas em malha ortogonal, totalizando 200 metros de comprimento por 90 metros de largura.

Imagem 37: Corte Equipamentos Plásticos. Fontehttp://www.arcoweb.com.br/arquitetura/herzog-de-meuron-centro-cultural-sao-paulo-23-052012.html - dia: 23/05/2013 horário: 21h55

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O programa atual contempla a criação de três teatros: dança, experimental e o recital, respectivamente com capacidade para 1.750, 400 e 500 espectadores, as instalações das sedes da Escola de Música Tom Jobim e da São Paulo Companhia

de

Dança,

além

de áreas

sociais, administrativas,

técnicas

e

estacionamento para 850 veículos.

A. Teatro de dança B. Teatro experimental C. Recital

Imagem 38: Distribuição dos teatros. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/herzogde-meuron-centro-cultural-sao-paulo-23-05-2012.html dia: 23/05/2013 horário: 21h59

Imagem 39: Espaços da escola de música. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/herzogde-meuron-centro-cultural-sao-paulo-23-05-2012.html dia: 23/05/2013 horário: 21h03

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Imagem 40: Espaços da companhia de dança. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/herzogde-meuron-centro-cultural-sao-paulo-23-05-2012.html dia: 23/05/2013 horário: 22h40

O conceito que existe no bairro da Luz, uma centralidade urbana (cultural e paisagística) que pode ser revelada materialmente, e o projeto, com sua morfologia de escola-parque, sem muros, estreita essa relação especial do construído com a

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massa verde, latente na área. O edifício sem fachadas funciona como balcões soltos e

suspensos, visíveis da rua em meio às copas das árvores. No caso do projeto paulista, a ausência de estilo (formal) se dá pela recusa à criação de um objeto coeso, escultórico. Não há ícones à mostra, não há malabarismos formais ou excentricidades tecnológicas, nem mesmo saltam aos olhos, em meio à cidade, os volumes dos teatros.

Imagem 41: Perspectiva Conceitual. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/herzogde-meuron-centro-cultural-sao-paulo-23-05-2012.html dia: 23/05/2013 horário: 22h45

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Elege-se, ao contrário, uma sensação do lugar - vazado, verde, transparente e de conexão entre edifícios de programas compatíveis -, que está na origem do conceito do projeto. Cerca de duas centenas de árvores e forrações com texturas inspiradas

na mata tropical estão sendo consideradas para o projeto, além de espelhos d’água que, no térreo, pretendem refletir a luz natural que atravessa as aberturas das lajes de cobertura. Imagem 41: Projeto Paisagístico. Fonte: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/herzogde-meuron-centro-cultural-sao-paulo-23-05-2012.html dia: 23/05/2013 horário: 22h45

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O MUSEU DA IMAGEM E DO SOM JOSÉ DA SILVA BUENO O Museu da Imagem e Som "José da Silva Bueno", pioneiro do rádio no interior do Brasil, foi criado pela Lei Municipal nº 3.431 de 13 de abril de 1978. O acervo do MIS está distribuído em iconografia, discos, aparelhos de rádio, fitas de rolo e cassete, máquinas de cinefotografia, fotos, gravadores, aparelhos de som e documentos da história dos veículos de comunicação. Fundado em 1978 o MIS só passou a funcionar após a posse de seu Conselho Deliberativo, Portaria nº 691, de 08 de outubro de 1981, Prefeito Municipal Antonio Duarte Nogueira. Inicialmente o seu acervo foi instalado em uma das salas do piso superior da Casa da Cultura, situada no Complexo Cultural do Morro do São Bento, tendo como primeira coordenadora geral a radialista Dulce Mendes. Em 04 de Janeiro de 1984, o acervo do MIS foi transferido para uma sala

do piso térreo do Museu Histórico Plínio Travassos dos Santos , onde desenvolvia as atividades de atendimento ao público, pesquisa, escritório, coleta de depoimentos orais e aquisições de acervo. Em 18 de junho de 1990, foi nomeado o seu primeiro

Diretor, Olívio Silvério Filho, cujo nome artístico era Lúcio Mendes, permanecendo na coordenadoria do museu, a radialista Dulce Mendes.

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Somente em 20 de dezembro de 1990 o MIS foi oficialmente inaugurado pelo Prefeito Municipal Welson Gasparini e pelo Secretário da Cultura Luiz Gonzaga de Aguiar. Nesse período o MIS teve o seu espaço ampliado nas dependências do Museu Histórico, agregando uma sala para exposição permanente e uma galeria anexa para exposições rotativas. O atendimento ao público específico da área de comunicação era realizado de segunda a sexta-feira, o Museu ficava aberto para visitação pública. Em 1992 na administração do Prefeito Municipal Antonio Palocci, o MIS foi novamente transferido, provisoriamente, para uma das salas da Casa da Cultura. Em 1993, o acervo foi para uma casa (locação) adaptada para ampliação e execução dos seus projetos musicológicos e culturais, realização de exposições permanentes e rotativas e atendimento ao pesquisador. Nesse período as atividades de acesso ao acervo foram estendidas aos estudantes do ensino fundamental, médio e superior, além do público em geral. O Museu mantinha, também, uma sala de exibição de filmes, debates e palestras com 30 lugares e consultoria, através de um profissional voluntário, na área de cinema, fotografia e discografia.

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Em 2005, em decorrência dos problemas financeiros vividos pela Secretaria Municipal da Cultura, que tinha dificuldades em custear o aluguel do prédio onde estava instalado o MIS, o acervo foi transferido, mais uma vez, para o piso superior da Casa da Cultura, onde se encontra instalado até os dias de hoje. No ano de 2011 foi pensado e instituído um conselho curador para auxiliar os trabalhos e decisões do MIS. Até a presente data o acervo do MIS foi constituído através de aquisições. Os doadores são moradores da cidade de Ribeirão Preto, destacando-se

familiares de: José da Silva Bueno, Antônio Machado Sant’Anna, Osmani Emboaba da Costa, entre outros, que muito contribuíram para o inicio da formação do acervo.

O MIS conta com uma variedade de objetos que compõem seu acervo. Suas peças, em geral, pertencem à industrialização dos meios de comunicação no século XX, destacando-se equipamentos dos anos 40 e 50: fotos, documentos, fitas K7 e VHS, filmes, rádios, radiolas, gramofones, gravadores, discos (vinil e acetato), vitrolas, telefones, celulares, máquinas fotográficas, projetores, válvulas transmissoras, microfones, filmadoras, televisores, filmes, documentários, depoimentos de história oral, (suporte: VHS-c, VHS, Fita K7 e DVD).

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Sendo a base desse projeto uma intervenção, é de relevante importância as referências adotadas como o MIS de São Paulo , MIS do Rio de Janeiro e Complexo Cultural Luz. Esses dão base ao MIS de Ribeirão Preto no quesito disposição interna, programa de necessidades e relação do edifício com a vegetação. O pavimento térreo do MIS Ribeirão Preto oferece ao visitante espaços públicos como laboratório de edição de imagem, áudio e vídeo, pesquisa, criação e produção e sala de revelação fotográfica. Espaço de cinema/auditório para palestras, cursos, workshops, exibições

de conteúdo do acervo e vídeos produzidos nos

laboratórios. Oferece ainda, nesse mesmo pavimento, estúdio de som e gravação para profissionais e amadores, oficinas, biblioteca e centro de documentações para pesquisa. O pavimento possui uma livraria integrada com a cafeteria que receberá eventos como lançamento de livros, entre outros relacionados a leitura específica, jardim interno/leitura, banheiros regulamentados pela NBR 9050/04 e estacionamento com capacidade para dezoito veículos sendo duas vagas para Portadores de Necessidades Especiais (PNE). No percurso desse pavimento existem divisórias/painéis expositivos, exibindo projeções de vídeos que interagem com o público, o objetivo é humanizar a tecnologia. Existe também um ponto de informações que indica ao

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informante toda a programação oferecida ao visitante. O pavimento conta ainda com espaços privados, de uso interno como administração, entrada específica de carga e descarga e sala para armazenamento do acervo. O pavimento superior do MIS Ribeirão Preto possui banheiros também regulamentados pela NBR 9050/04 e possui um espaço de armazenamento de acervo que tem sua origem no pavimento térreo, sendo também de uso privado da administração do museu. O restante do espaço desse pavimento é destinado somente para espaço expositivo que é apresentado como fábrica da memória.

Nesse

pavimento fica a contemplação dos rádios, gramofones, gravadores, televisores e todos os itens que compõe o acervo do museu. Para o visitante que percorre o museu em toda sua totalidade, encontrará nele todos os equipamentos necessários para o desenvolvimento da imagem e som em geral. Na área externa do museu o visitante transita por um jardim que viabiliza o convívio interno e externo, esse possui esculturas de artistas plásticos conceituados como Bassano Vaccarini entre outros, pretende-se recuperá-las de forma que elas integrem ao projeto, permanecendo também os caminhos que compõe o jardim externo. O museu possui uma arquitetura interior que integra os ambientes. Sua adequação física consiste no atendimento a necessidade do programa do museu, o

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movimento do programa é que conceitua a arquitetura, sendo sempre a integração pré requisito. Em seus fechamentos, o museu possui na sua maioria material translúcido, proporcionando a iluminação natural que atravessa o edifício nas suas aberturas laterais e cobertura. No detalhe da cobertura o material translúcido se compõe em chapas de policarbonato. Na relação interno/externo, sem paredes que dividem esses ambientes, os fechamentos são feitos em vidro, estreitando a relação da área construída com a área verde, promovendo a sensação de leveza, ambiente vazado, verde e transparente. O vidro também é utilizado em alguns casos de divisão ou vedação interna, como: biblioteca, estúdio de som/gravação e auditório/cinema. Assim, ao mesmo tempo que separa o uso dos espaços, integra os ambientes. Na sua totalidade, o piso interno do museu é constituído de cimento queimado, exceto nos banheiros que serão pisos de cerâmica ou similar. Na área externa, os caminhos e passeio serão de piso intertravados. O estacionamento e o espaço destinado a carga/descarga se compõem em asfalto. Paredes de alvenaria ou drywall, na sua maioria, se constituem em pintura látex de cor branca afim de espaços para exposição, seja fotografia, vídeos ou outros. Essas sofrem mudanças de cor ou material de acabamento conforme a necessidade

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expositiva do museu. Apenas as paredes do auditório/cinema e estúdio de som/gravação possuem seu revestimento em material de isolamento acústico, afim de um melhor desempenho nas atividades gerais. Paredes dos banheiros apresentam seu revestimento em cerâmica, assim como o painel de suporte da cafeteria também. Existe uma parede, de uma das fachadas, que é apresentada em elemento vazado (cobogó) tem por finalidade a integração interna/externa. Portas na sua maioria se apresentam em madeira, exceto as que fazem parte dos fechamentos de vidro. Todos os materiais utilizados nesse projeto foram pensados na sua totalidade em funcionalidade e estetização, afim de viabilizar ao público conforto, bem estar e qualidade ambiental.

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LEGENDA: Alvenaria Drywall Estrutura

Estacionamento

PNE

PNE

Rampa de Acesso

Carga/Descarga

Rampa

Livraria

Cafeteria Almoxarifado / Acervo Almoxarifado / Acervo

AA

Parede Expositiva

AA

Parede Expositiva

Parede Expositiva Plataforma PNE

Oficina DJ

Mezanino

Biblioteca

Oficinas

Rampa de Acesso

PLANTA BAIXA - PAVIMENTO SUPERIOR

BB

Esc. 1:250

BB

Esc. 1:250

1,50 1,00

0,00

Corte BB Esc. 1:150

1,50

0,30 0,00

0,10

PROJETO

Corte AA Esc. 1:150

MIS - Museu da Imagem e Som UNIVERSIDADE

CENTRO UNIVERSITARIO MOURA LACERDA MIS - Museu da Imagem e Som

ARQ 01

PLANTA PAVIMENTO SUPERIOR Esc. 1:250

FOLHA

CORTES AA E BB DATA

ESCALA

PROJETO

18/11/2013

INDICADA

MIS - Museu da Imagem e Som

DISCIPLINA

CORPO DOCENTE

PROJETO DE ARQUITETURA

ALUNO

ANA CAROLINA VALENTE RIBEIRO

43443


Pavimento tĂŠrreo


Imagem 41 – Vista da Fachada Lateral da Edificação

Imagem 42 – Vista da Entrada da Fachada Lateral da Edificação

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Imagem 43 – Vista da Fachada Lateral da Edificação

Imagem 44 – Vista da Rampa Lateral de Acesso da Edificação

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Imagem 45 – Vista do Espaço para Oficina

Imagem 46 – Vista do Hall do Cinema/Auditório e Espaço Expositivo

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Imagem 47 – Vista do Hall do Cinema/Auditório

Imagem 48 – Vista Cinema/Auditório

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Imagem 49 – Vista da Sala de Laboratório

Imagem 50 – Vista do Pavimento Térreo e Espaço de Música

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Imagem 51 – Vista do Balcão de Informações e Cafeteria

Imagem 52 – Vista do Balcão de Informações, Banheiros e Escada

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Imagem 53 – Vista da Cafeteria

Imagem 54 – Vista da Cafeteria e Livraria

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Imagem 55 – Vista da Livraria e Jardim para Leitura

Imagem 56 – Vista do Jardim para Leitura e Estacionamento

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Imagem 57 – Vista da Fachada

Imagem 58 – Vista do Fachada

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Imagem 59 – Vista da Fachada

Imagem 60 – Vista do Fachada

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Imagem 61 – Vista da Fachada

Imagem 62 – Vista do Espaço Administrativo e Carga/Descarga

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Imagem 63 – Vista da Fachada

Imagem 64 – Vista do Biblioteca

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Imagem 64 – Vista da Biblioteca e Estúdio de Som/Gravação

Imagem 65 – Vista do Estúdio de Som/Gravação

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Pavimento superior


Imagem 65 – Vista do Espaço Expositivo

Imagem 66 – Vista do Espaço Expositivo

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Imagem 66 – Vista do Espaço Expositivo

Imagem 67 – Vista do Espaço Expositivo

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Imagem 68 – Vista do Espaço Expositivo

Imagem 69 – Vista do Espaço Expositivo

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perspectivas


Imagem 70 – Perspectiva Fachada

Imagem 71 – Perspectiva Fundo

Imagem 72 – Perspectiva Fachada/Fundo

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Imagem 73 – Perspectiva Fachada

Imagem 74 – Perspectiva Fachada

Imagem 75 – Perspectiva Fachada

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consideraçþes F

I

N

A

I

S


A conclusão deste trabalho proporciona a transformação de um edifício já existente, de considerável importância para a cidade de Ribeirão Preto. Intenciona atingir os objetivos na resolução das problemáticas apresentadas no primeiro momento sobre a deterioração do prédio da Secretaria Municipal da Cultura, e a inserção como revitalização do Museu da Imagem e Som – MIS já existente no edifício. Solução

adotada para renovação arquitetônica, que promove a melhoria de ambos. Pretende-se que o MIS Ribeirão Preto, corresponda aos novos conceitos de museus, oferecendo melhorias culturais para a cidade, atualmente carente de equipamentos públicos que acessam a informação cultural e/ou histórica, tornando-se assim, referência nas suas diversas atividades interativas a população.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARANTES, Otília. Os Novos Museus. São Paulo, 1991. NETO, Antonio Manoel N. Castelnou. A intervenção arquitetônica em obras existentes. Londrina, 1992. KIEFER, Flávio, Arquitetura de Museus. Porto Alegre, 2000. MONTANER, Josep Maria. Nouveaux musées. Barcelona: Gustavo Gili, 1990. COSTA, Evanise Pascoa. Princípios Básicos da Museologia. Curitiba, 2006. GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Sem perder charme, MIS muda ambientes e programação.

São

Paulo,

2008.

Disponível

em

<

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=97742&c=5324&q=Sem+perder+ch arme,+MIS+muda+ambientes+e+programa%E7%E3o>. Acesso em 27 de junho de 2013. ARCOWEB. Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2013. Disponível em < http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/museu-imagem-som-rio-de-janeiro-10-05-2013.html

>.

Acessado em 27 de junho de 2013. ARCOWEB. Museu da Imagem e do Som, Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em < http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/diller-scofidio-renfro-museu-rio-16-03-2011.html

>.

Acessado em 27 de junho de 2013.

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MIS - Museu da Imagem e Som