Issuu on Google+

DOM Q U I XOT E E A S ILU S T R AÇÕ E S D E GU S TAVE D O RÉ

V EI LS


INDEX QUEM FOI GUSTAVE DORÉ.......................................1 SUA INTERPRETAÇÃO DE D. QUIXOTE..................2 IMAGENS.........................................................................3 IMAGENS.........................................................................4 IMAGENS.........................................................................5 CONCLUSÃO...................................................................6 PALAVRAS FINAIS...........................................................7


DOM Q U I XOT E E AS ILUSTR AÇÕES DE GUSTAVE DORÉ

NOME EDITORA

V EI LS


QUEM FOI GUSTAVE DORÉ ? Um dos mais famosos ilustradores do século XIX, nasceu em Estrasburgo em 1833 e morreu em Paris em 1883. Aos onze anos, publicou as primeiras litografias. Alcançou êxito como caricaturista, colaborando em jornais. Ilustrou mais de 200 livros, entre eles: O Inferno (da Divina comédia) de Dante (1861), Dom Quixote de Cervantes (1863), O Paraíso perdido de Milton (1866) e As Fábulas de La Fontaine (1866). Paralelamente dedicou-se à pintura e, também um pouco, à escultura.

1 V EI LS


SUA INTERPRETAÇÃO DE D. QUIXOTE “Doré tratou Dom Quixote como personagem real, nos deu seu retrato e documentou suas aventuras” (LINARDI , 2007, p. 360). Por sua filiação romântica, Doré também evitou representar o d. Quixote de forma cômica ou burlesca. Preferiu dar-lhe um tom elegante. Retrata essa personagem como um herói romântico, de maneira idealista. O grotesco, no sentido satírico, aparece principalmente nas representações do escudeiro Sancho Pança. Percebemos, também, que o camponês não recebe muito destaque nas ilustrações de Doré, aparecendo muitas vezes de cabeça baixa ou de costas nas ilustrações. Compreendemos, assim, que as ilustrações de Doré podem ser consideradas um tipo de orientação de leitura do texto literário, visto que o objetivo do ilustrador parece ser o de representar um d. Quixote heroico, idealizado, diferente da representação feita por Cervantes, pois “ no texto de Cervantes, o que é grotesco vem exatamente das situações em que a grandeza e a dignidade são anuladas: o heroico cavaleiro é, na verdade, um pobre desdentado” (LINARDI, 2007, p. 359). Ao contrário disso, Doré irá suprimir esse lado grotesco do d. Quixote, e representa-o somente como um herói. As ilustrações, portanto, estão em concordância com uma visão romântica oitocentista de d. Quixote, e orientam o leitor a compreender a personagem de forma idealizada.

ESQUERDA: FOTOGR AFIA DE D O RÉ V EI LS

2EIL S


D. Q u ixo te lu t a n d o co nt ra o s m o in h o s d e vento.

V EI LS

D. Q ui xote, espanc ad o e saud oso de D ulc i nea.


D o n Q u ixo te d e l a M a n c h a e S a n c h o Pa n z a .

V EI LS

D. Q ui xote ar mado c avalei ro. (C ER VA NTES , 2002, p. 67)


V EI LS


C A L IF OR NIA COA S T

February 2008 IMAGEM: NO RESCALHO DA B ATAVLEI HLS A


V EI LS


ESQUERDA:

D I R E I TA :

D. Quixote lutando contra o rebanho de ovelhas.

D. Quixote rodeado pelas criaturas imaginรกrias que povoam sua mente

V EI LS

99


V EI LS


V EI LS


CONCLUSĂƒO Equiandus, non et evelectis alicilitam harum seritae pa quae. Cimagni hicatiur? Qui cuptae lisquias aut estiaeptatem facius dionsed qui que ommolorior adignim inturisque sim alibusape velent, sitatium is aut re, si doles esciustiust. Romnon se pora aucites bonsum hore inatien deatqua nonis reo Catam aur, se hebato us acidi, pubi ponitua moena, senatqu issimpor porbem. PALAVR AS FINAIS Equiandus, non et evelectis alicilitam harum seritae pa quae. Cimagni hicatiur? Qui cuptae lisquias aut estiaeptatem facius dionsed qui que ommolorior adignim inturisque sim alibusape velent, sitatium is aut re, si doles esciustiust. Romnon se pora aucites bonsum hore inatien deatqua nonis reo Catam aur, se hebato us acidi, pubi ponitua moena, senatqu issimpor.

V EI LS


Dom Quixote by Carolina