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FURLAN GASTRONOMIA - CENTRO GASTRONÔMICO E EDUCAÇÃO PARA PESSOAS COM SÍNDROME DE DOWN

CAROLINA FURLAN


AGRADECIMENTOS Agradeço a minha família, em especial meus pais, por me ajudarem e apoiarem em todos os momentos de minha vida. Sem eles tudo isso não seria possível. Aos amigos, que foram se arquitetando ao longo da caminhada da vida e da faculdade e que para mim são como irmãos, principalmente minha queridíssima amiga Michele, que nos momentos mais difíceis consegue me tirar sorrisos. A todos os professores, com quem tive a maravilhosa oportunidade de aprender e que com certeza me fizeram uma pessoa melhor, especialmente a professora Martha e ao professor Pinhal, que me orientaram de maneira digna durante esta jornada.


RESUMO O presente trabalho se trata de um projeto de Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Deficiência na cidade de Arujá - SP, onde serão abordadas questões históricas sobre o tema e a cidade, que vem sofrendo pela falta de empreendimentos “práticos” para a facilidade de vivência da população que cresce cada vez mais. Além disso, foram feitos estudos de caso de centros gastronômicos, escolas de gastronomia e mercados, como o Markthal Rotterdam, conhecido como o maior mercado coberto da Holanda, e o Centro Gastronômico Bellavista, no Chile, implantado em 2013 em um bairro pobre de Santiago, e uma visita técnica no Centro Gastronômico italiano Eataly, no bairro Itaim Bibi – São Paulo, que conta com mais de 7 restaurantes temáticos além de quiosques espalhados por 4.500m², que será referência para o conceito e partido arquitetônico do projeto a ser executado. Palavras-chave: Centro Gastronômico, Gastronomia, deficiência, restaurante


ABSTRACT This paper deals with a Gastronomic Center and Education for People with Disabilities project in the city of Arujá - SP, where historical issues about the theme and the city will be addressed, which has been suffering from the lack of "practical" of the growing population. In addition, case studies have been made of gastronomic centers, gastronomy schools and markets, such as the Markthal Rotterdam, known as Holland's largest covered market, and the Bellavista Gastronomic Center in Chile, established in 2013 in a poor neighborhood of Santiago , and a technical visit at the Italian Gastronomic Center Eataly, in the Itaim Bibi - São Paulo neighborhood, which has more than 7 themed restaurants and kiosks spread over 4,500m², which will be a reference for the concept and architectural party of the project to be executed.

Keywords: Gastronomic Center, Gastronomy, deficiency, restaurant


Sumário INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 11 1. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ................................................................................... 12 1.1DEFINIÇÃO DO TEMA ...................................................................................... 12 1.2 HISTÓRICO DA GASTRONOMIA - A COZINHA BRASILEIRA ..........17 1.3 HISTÓRICO DO TEMA – A EDUCAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ........................................................................................................... 21 2. ESTUDOS DE CASO ........................................................................................... 25 2.1 CENTRO GASTRONÔMICO E CULTURAL BELLAVISTA....................... 25 2.2 CENTRO GASTRONÔMICO DOMUS SENT SOVI ..................................... 26 2.3 MERCADO MARKTHAL ROTTERDAM ....................................................... 28 2.4 CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC – CAMPUS ÁGUAS DE SÃO PEDRO ........................................................................................................................... 29 3. VISITA TÉCNICA – CENTRO GASTRONÔMICO EATALY ......................... 30 4. ÁREA DE INTERVENÇÃO ................................................................................ 32 4.2 ANÁLISE DO TERRENO .................................................................................... 32 4.4 LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO ............................................................... 33 5. PROGRAMA DE NECESSIDADES ................................................................... 36 6. PERFIL DO USUÁRIO ....................................................................................... 38 7. CONCEITO ARQUITETÔNICO ........................................................................ 38


8. PARTIDO ARQUITETÔNICO ........................................................................... 39 9. CONCEITO URBANÍSTICO .............................................................................. 43 10. PARTIDO URBANÍSTICO ................................................................................ 43 11. DIRETRIZES E PREMISSAS ............................................................................. 44 Foram utilizadas as seguintes leis: .........................................................................44 12. AGENCIAMENTO ............................................................................................ 44 13. FLUXOGRAMA ................................................................................................. 45 14. SETORIZAÇÃO ................................................................................................. 46 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................ 47


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INTRODUÇÃO Considerando todos os fatores responsáveis pela escolha do tema, como local a ser implantado, adversidades e transtornos que a sociedade passa diariamente por falta de alguns recursos e locais na cidade, o tema deste trabalho refere-se a um Centro Gastronômico e Educação para Pessoas Deficientes. Baseando-se na praticidade buscada pela população atual para suprir algumas necessidades, o centro gastronômico é uma excelente opção para quem deseja fazer compras de mercado e, sem necessitar de deslocamento, ter à disposição refeições de qualidade no mesmo lugar. Com o pensamento de que a sociedade não pratica a inclusão social quando o assunto é trabalho e educação, o centro gastronômico contará com um centro educacional para pessoas deficientes, como pessoas com síndrome de down, autismo, paraplegia ou outros tipos de deficiências físicas ou mentais. Serão dadas aulas de gastronomia como um curso técnico, separando-as por áreas como doces, salgados e modos de cocção. A cidade em que o centro gastronômico será implantado, Arujá – SP, está em crescimento social e econômico, assim como o bairro do Portão que, por ser novo, está em grande ascensão. O centro proporcionaria grande rentabilidade, assim como acrescentaria diversidade dos comércios existentes, proporcionando conforto e atratividade ao local.


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Um centro gastronômico oferece, especialmente na cidade de Arujá – que necessita cada vez mais de espaços funcionais - certa praticidade, uma vez que reúne múltiplos comércios relacionados a gastronomia, seja para fazer refeições ou para fazer compras. 1. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 1.1DEFINIÇÃO DO TEMA 1.1.1 Os restaurantes

“Uma das instituições alimentares mais difundidas no mundo é, sem qualquer dúvida, a do restaurante, isto é, um estabelecimento no qual, mediante pagamento, é possível sentar-se à mesa para comer fora de casa: na pior das hipóteses, uma refeição trivial, sem preparação especial (embora às vezes a comida seja boa...); ou, na melhor, para viver um momento de intensa criação artística. De maneira geral, a situação é intermediária e conjuga, em proporções variáveis, o agradável ao útil, a qualidade à modicidade do preço.” JEAN-ROBERT PITTE, pág. 572, 1998.

De acordo com Pitte (1998), os restaurantes surgiram a partir das feiras e mercados, em que camponeses e artesãos eram obrigados a deixarem suas


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moradias para trabalhar nestes estabelecimentos durante um ou mais dias. Ao mesmo tempo que atendiam os clientes, se alimentavam e mantinham relações sociais com outros trabalhadores. Os mesmos mudaram e diversificaram-se juntamente com a urbanização, onde se expandiram para o Império Romano e China, fazendo surgir estalagens ou postos de correio nas beiras das principais estradas. E era ali que pessoas paravam para se alimentar e restaurar suas forças, descansar. 1.1.4 O restaurante do século XX No final deste século já é possível perceber os restaurantes por meio das fachadas, muitas vezes em casas modestas em países pobres. Os melhores estabelecimentos se localizavam em Tóquio, Hong Kong, Bangko, Rio de Janeiro e Cairo. (PITTE, 1998). Segundo Pitte (1998), a cozinha mais lenta no mundo com relação a inovações e renovações é a francesa, que continua buscando aperfeiçoar seus espaços e pratos. Apesar disso, a evolução dos restaurantes pelo mundo é inquietante, especialmente a dos populares.


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“A gastronomia nunca esteve tão em alta como nos dias de hoje, consequência do processo histórico da globalização. No mundo interligado pela Internet, tendências e ideias se espalham em segundos, ingredientes e técnicas culinárias circulam rapidamente, influenciando de maneira multicultural os hábitos à mesa.” (FREIXA; CHAVES, 2008, pág. 253)

De acordo com Masano (2011), a gastronomia de São Paulo é considerada por muitos a mais completa, importante e maior do país, usada como referência para muitos outros estados, em que a citam como a mais diversificada e qualificada no mundo. Com base nos dados já citados, podemos entender então que os centros gastronômicos envolvem uma área grande de empreendimentos voltados para a gastronomia, podendo conter desde cantinas até grandes restaurantes e mercados, onde as pessoas podem ir para uma refeição rápida, para um almoço ou jantar que pode se estender a algumas horas ou para fazer compras. Temos então vários tipos de negócios dentro de um centro gastronômico, ou seja, as lojas e comércios inseridos no mesmo podem ser propriedade do centro ou não.


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1.1.5 A inclusão de pessoas deficientes na educação Entende-se que, na modernidade a pessoa com deficiência é definida como um não-ajustamento aos padrões ideológicos que a sociedade considera normal. Ao longo dos anos os estudos feitos e práticas aplicadas neste conceito vêm funcionando, e escola, mais do que qualquer instituição, fica encarregada de cumprir um papel decisivo na educação de crianças especiais. (ROZEK, 2010) Segundo Rozek (2010), chamamos de anormal aquele que possui uma diferença, que com relação a maioria de nós, se intitulou “insuportável”. Isso acontece devido a comparação que costumamos fazer com outras pessoas. Essa diferença, então, é considerada um desvio, pelo fato de tirar do rumo, e são justamente estas questões que precisamos compreender para praticar a inclusão em nosso cotidiano. Para a autora, a escola é quem tem de resolver as questões da desigualdade, a maneira como é apresentada a proposta de educação inclusiva faz diferença na vivência dos alunos e professores. Hoje, da maneira que está sendo apresentada esta proposta, podemos ver o fracasso escolar pois, ao se propor como “educação inclusiva”, é praticada a exclusão. Se há um discurso que fala sobre a inclusão, consequentemente não se inclui socialmente todas as pessoas deficientes. De acordo com Silva (2016), uma escola que se considera inclusiva deve proporcionar a seus alunos um ensino de qualidade, um ambiente igualitário,


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professores capacitados a dar aula a todos e acessibilidade adequada em todos os espaços. Sabemos que, por meio de algumas leis, as pessoas com deficiência têm seus direitos assegurados e livre acesso... teoricamente. Apesar destas leis, na prática é mais complexo, pois somente agora há preocupação com o conforto dos chamados “deficientes”. Agora vimos banheiros adaptados em alguns lugares, cadeiras nos cinemas, rampas de acesso em pouquíssimos estabelecimentos, guias rebaixadas e etc. E isto refere-se somente a deficientes físicos, já os deficientes intelectuais, por exemplo, vão sendo “deixados para trás”. (FURLAN, 2014) É necessário que haja uma metodologia de ensino nas escolas em que todos os alunos possam de adaptar, independente do aluno ser deficiente ou não. Professores, coordenadores e diretores devem propor o plano de ensino para seus alunos pois só desta forma conseguiremos incluí-los e ao mesmo tempo dar aos alunos um ensino de qualidade. (SILVA, 2016) Segundo Silva (2016), todos nós somos responsáveis pela inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, principalmente na educação. Diz que a deficiência é considerada uma diferença, e na realidade, é. Porém, isto quer dizer que não podemos ignorar ou negar, e sim acabar com o preconceito para que sejam aceitas de forma normal em escolas, creches, empresas e estabelecimentos


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1.2 HISTÓRICO DA GASTRONOMIA - A COZINHA BRASILEIRA A culinária brasileira, segundo Freixa e Chaves (2009), que é repleta de influências, teve início a partir de uma mistura de vários tipos de cultura, entre elas portuguesa, africana e indígena. Esta mistura ocorreu devido a povos que chegavam ao Brasil e traziam consigo suas tradições e ingredientes. Os primeiros colonizadores portugueses receberam uma ajuda de grande importância dos indígenas, que lhes ensinaram a viver nos trópicos e “emprestaram” seus costumes e sua culinária. Os portugueses também receberam dos indígenas como herança o jirau, que é uma armação de madeira suspensa, horizontal, onde eram secos e assados os peixes e as carnes. (LEMOS, 1999) Com a chegada dos portugueses e suas adaptações e improvisos em suas moradias, as áreas de serviço localizavam-se em ranchos abertos, devido ao calor que o fogão causava dentro de casa. Com isso, o brasileiro procurou afastar a cozinha (área de serviço) da casa em si, e assim criavam alpendres para diferentes fins. O recomendado era que a cozinha ficasse localizada o mais afastado possível da residência. (figura 1) (LEMOS, 1978)


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Figura 1 – Representação da cozinha colonial localizada longe da casa Fonte: Bittar e Veríssimo (1999, p. 109)

A gastronomia brasileira começou a se consolidar a partir do século XVIII, com a implementação dos engenhos de produção de cana-de-açúcar. (FREIXA E CHAVES, 2009). As casas passaram a ter duas cozinhas: a primeira localizada dentro da casa, juntamente com a área de estar, e a segunda que era localizada fora de casa, considerada a cozinha “suja”, usada para trabalhos pesados. Considera-se que a cozinha de fora da casa sempre foi a principal, e apenas tolerou a segunda cozinha (LEMOS, 1978). Segundo Bittar e Veríssimo (1999), nos anos 50, a partir da influência americana, começou-se a integrar estar e cozinha, decorrente da valorização da mulher. Iniciaram melhorias nas cozinhas, pensando em utensílios, móveis adequados, iluminação e equipamentos, pensando-se no ato de cuidar da casa.


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1.2.1 OS RESTAURANTES E EMPREENDIMENTOS GASTRONÔMICOS Até o começo do século XIX, existiam pequenas hospedarias de serviço informal e de caráter familiar que serviam viajantes com comidas simples e pouco variadas. Eram os únicos lugares que recebiam viajantes para uma refeição. Já na metade do século XIX, em São Paulo e no Rio de Janeiro começaram a surgir hotéis com restaurantes de cozinha francesa e serviço à la

carte (FREIXA E CHAVES, 2008). Na década de 70, surgiram os primeiros bares e restaurantes, graças a urbanização, que trouxe mão de obra barata vinda do campo, e então filhos de imigrantes passaram a trabalhar nas cozinhas, e mais tarde brasileiros vindos da região nordeste do país (OLIVEIRA, 1999). Segundo Oliveira (1999), na década de 80 surgiram os fast foods, as pizzarias, e outros estabelecimentos do tipo, que começaram a se multiplicar pelo país, sendo uma opção rápida e barata. Na década de 90, aumenta a produtividade e sofisticação devido à exportação e importação de produtos e a abertura dos mercados, o que ocasionou a vinda de chefs estrangeiros, acarretando um impulso na gastronomia. A gastronomia de São Paulo é considerada uma das maiores, mais ricas, diversificadas e mais importantes do país e do mundo (MASANO, 2011). A variação de estilos dos empreendimentos gastronômicos são muitas, podendo variar desde descontração, rusticidade e cozinha regional até aos mais


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sofisticados, ora na decoração, ora nos cardápios, que são todos atraentes e convidativos (LEAL, 1998). De acordo com Leal (1998), anteriormente aos restaurantes havia os albergues-taverna, que preparavam as refeições e as vendiam em particular. Logo depois surgiram as chamadas casas de cafés, que se limitavam a servir somente café. Mais tarde introduziram em seu cardápio refeições rápidas. O francês Boulanger, em 1765, passou a servir sopas quentes em seu estabelecimento e começou a chamá-lo de restauradoras. É deste termo que surge a palavra restaurante, que é então o comércio que conhecemos hoje (LEAL, 1998).

[...] foi a partir de 1920 que os restaurantes tornaram-se menos sofisticados e mais parecidos com os de hoje. Deixam de ser um luxo e passam a suprir as necessidades daqueles que moram em subúrbios e precisam se alimentar próximo ao trabalho. (RODRIGUES, 2004) Foi a partir do movimento Nouvelle Cuisine, em meados de 1970, que surgiu a alta gastronomia, onde se deu um novo conceito de refeição de alta qualidade (DESIRÊE GALVÃO, 2017).


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Derirêe Galvão explica que em 2016 Belém ficou reconhecida como a cidade da gastronomia pela Organização das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura (Unesco). 1.3 HISTÓRICO DO TEMA – A EDUCAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Segundo Silva (2016), o primeiro marco da educação especial no Brasil ocorreu em 1854, com Dom Pedro II, que foi influenciado pelo ministro do império, que ficou admirado com o trabalho do jovem com deficiência visual José Álvares de Azevedo que educou a filha do médico da família imperial, Dr. Sigaud, e criou o Instituto dos Meninos Cegos (figura 6). Em 1891 a escola passou a se chamar Instituto Benjamin Constant – IBC. Em 1857, D. Pedro II também criou o Instituto dos Surdos-Mudos (figura 7).

Figura 2 - Instituto dos Meninos Cegos. Fonte: Biblioteca Nacional, 2016.


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Figura 3– Instituto dos surdos-mudos. Fonte: Blog Minha Rua, 2010. Ainda no século XIX, no Brasil, inspirados por experiências ocorridas na Europa e Estados Unidos, iniciaram serviços de atendimento para pessoas com deficiências físicas e mentais, o que chamou a atenção de educadores pela educação de pessoas com necessidades especiais. Porém, a inclusão destas pessoas na educação brasileira só se concretizou no final dos anos 50 e início da década de 60 no século XX. Somente no ano de 1904 foi instalado o primeiro espaço destinado apenas a crianças com deficiência, o Pavilhão – Escola Bourneville (figura 8) (SILVA, 2016).


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Figura 4 – Pavilhão Bourneville. Fonte: Libras em ação, 2013. Foi em 1930 que surgiram muitas instituições para tratar as chamadas deficiências mentais, muito mais do que havia para tratar outras doenças e deficiências (SILVA, 2016). Em 1948 surge a Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, onde se afirma o princípio da não discriminação e proclama o direito de toda pessoa à educação, inclusive pessoas com deficiência (JANNUZZI, 2012). A sociedade então se revoltou, e civis criaram organizações voltadas para a assistência nas áreas da educação e saúde, como as Sociedades Pestalozzi, fundada por Helena Antipoff – psicóloga e educadora – em 1932, e as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) (figura 9), em 1954 (SILVA, 2016).


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Figura 5 – APAE em 1954 Fonte: Correio Popular, 2016 As discussões fizeram com que os as pessoas com deficiência começassem a frequentar o mesmo ambiente escolar que outras pessoas, e a partir daí começa o processo de normalização, segundo Silva (2016). A partir de 1957 começam a surgir campanhas para arrecadação de recursos financeiros para o PNE (pessoas com necessidades especiais), uma atrás da outra, promovidas pelo governo Federal. A primeira a ser inaugurada foi a CESB – Campanha para Educação do Surdo Brasileiro, em 1957. Logo em seguida, em 1958, surge a Campanha Nacional de Educação e Reabilitação dos Deficientes da Visão. E no ano de 1960, a Campanha Nacional de Educação e Reabilitação de Deficientes Mentais (SILVA, 2016). O arquiteto Fernando Lemos fundou a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação, a ABBR (figura 10), em 1954, devido ao fato de ter um filho que possuía sequelas de poliomielite. Tal associação é considerada um dos primeiros centros de reabilitação do Brasil. (SILVA, 2016)


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Figura 6 – Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação Fonte: ABBR, 1954 2. ESTUDOS DE CASO 2.1 CENTRO GASTRONÔMICO E CULTURAL BELLAVISTA Ficha técnica • Escritório BMA (Bodas Miani Anger) • Localização Santiago, Chile • Arquitetos Martín Bodas, Rodolfo Miani, Alejandro Anger, Fernando Alvariñas, Rodrigo Bóscolo e Ruben Rodríguez • Ano do projeto 2013.


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Figura 7 – vista aérea do centro gastronômico. Fonte: Archdaily, por Constanza Cabezas, 2013 Análise crítica O centro gastronômico e cultural Bellavista possui um espaço convidativo e aparentemente confortável. Sua relação com o entorno torna-o interessante, especialmente para a população que reside no bairro, já que cada uma de suas fachadas se conectam de acordo com o espaço urbano. Nos restaurantes podemos observar grandes salões destinados a refeições e convivência dos usuários, juntamente de terraços que fazem do empreendimento um lugar agradável visualmente. 2.2 CENTRO GASTRONÔMICO DOMUS SENT SOVI Ficha técnica • Escritório


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MSB Estudi-taller d’arquitectura • Localização Girona, Espanha • Arquiteto responsável Miguel Subiràs • Área construída 925m² • Ano do projeto 2013

Figura 8 – Espaço de lojas. Fonte: Archdaily, por Murilo Arruda, 2013 Análise crítica Domus Sent Sovi é um centro gastronômico um pouco diferente. Um dos conceitos é a funcionalidade do mobiliário, onde é possível formar vários tipos de layouts de acordo com a necessidade do momento. Os espaços são pequenos, não comporta muitas pessoas ao mesmo tempo.


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2.3 MERCADO MARKTHAL ROTTERDAM Ficha técnica • Arquitetos MVRDV • Localização Rotterdam, Holanda • Ano do projeto 2014

Figura 9 – fachada do Markthal. Fonte: Archdaily, por Camilla Sbeghen, 2014. Análise crítica Markthal é um mercado que possui ótima iluminação e ventilação natural, devido a sua fachada que contém muita transparência e janelas por


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todo lado. O espaço é amplo e prático para armazenagem e distribuição dos alimentos durante o tempo de funcionamento, por conter grandes plataformas que facilitam a reposição. 2.4 CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC – CAMPUS ÁGUAS DE SÃO PEDRO O centro universitário Senac está inserido dentro de um hotel, o Grande Hotel São Pedro, que passou a ser chamado de Grande Hotel Senac, o hotelescola de Águas de São Pedro. (figura 41)

Figura 10 – face do edifício com brises. Fonte: http://lyceumonline.usf.edu.br/salavirtual/documentos/1964.pdf Análise crítica


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A infraestrutura do edifício é extremamente completa, contém tudo o que é preciso para uma boa formação em cursos gastronômicos, além de vivenciarem uma experiência que poucos cursos possuem, que é poder sentir como é o dia-a-dia de um profissional de verdade dentro das cozinhas dos restaurantes do hotel. A circulação externa não é uma boa opção em dias de chuva forte ou muito frio, e além disso não possui acessibilidade por meio de rampas ou elevadores, somente escadas. 3. VISITA TÉCNICA – CENTRO GASTRONÔMICO EATALY Ficha técnica •

Arquiteto: Carlos Piglione

Tem três andares e 4.500 m²

Mercado e restaurantes terão, ao todo, 520 funcionários

7.000 produtos à venda em 22 setores; 1.317 são italianos

Adega com 888 rótulos italianos de vinho; além disso, são 33 marcas de cerveja italianas e 127 brasileiras

Sete restaurantes temáticos e o Brace, bar e restaurante (com, ao todo, 768 lugares)

R$ 40 milhões investidos

Endereço: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1489 – Itaim bibi SP


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Figura 11 – fachada. Fonte: autoral (2019)

Figura 12 – fachada Eataly. Fonte: Akkerman (2017)


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4. ÁREA DE INTERVENÇÃO 4.2 ANÁLISE DO TERRENO O local em que será implantado o centro gastronômico fica localizado na Avenida Mário Covas Júnior, no bairro do Portão, na cidade de Arujá, SP. A avenida tem fácil acesso à Rodovia Presidente Dutra, à Mogi Dutra e ao centro da cidade. Há 30 minutos da cidade de São Paulo, há 20 minutos da cidade de Mogi das Cruzes e há 5 minutos do centro.

Figura 13 – localização do terreno. Fonte: Google Maps, Avenida Mário Covas Júnior


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O terreno possui 12.076,46 metros quadrados: 138,84 metros de frente, 87,29 metros do lado direito, 96,25 metros do lado esquerdo e 94,34 metros de fundo.

Figura 14 – terreno. Fonte: autoral (2019) 4.4 LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO É um terreno plano, como podemos observar nas figuras 72, 73 e 74.


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Figura 15 – Representação do terreno Fonte: Google Maps, Avenida Mário Covas Júnior

Figura 16 – Vista 1 do terreno. Fonte: Google Maps, Avenida Mário Covas Júnior


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Figura 17 – Vista 2 do terreno. Fonte: Google Maps, Avenida Mário Covas Júnior

Figura 18 – Vista 3 do terreno. Fonte: Google Maps, Avenida Mário Covas Júnior


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5. PROGRAMA DE NECESSIDADES AMBIENTE

FUNÇÃO

CAPACIDADE

MOBILIÁRIO

CONDICIONANTES AMBIENTAIS

ÁREA

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

20m²

ÁREA SOCIAL/COMERCIAL Portarias com sanitários

Controle de recebimento de visitantes e produtos

10 pessoas

Cadeiras, bancos, bancadas e computador

Sanitários

Suprir necessidades básicas de visitantes

15 pessoas

Vasos sanitários, pias, Pé direito: mín. 2,70m; espelhos, cesto de lixo, Área iluminante: 1/10 da área do piso; papeleiros e barras de apoio Área de ventilação: 1/20 da área do piso

Mercado

Compra de alimentos

120 pessoas

Caixas, bancadas e prateleiras de alimentos, geladeiras, freezers

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso;

250m²

Horta

Plantação de frutas, verduras e legumes/destinado aos restaurantes e Hortifruti

x

Armários e prateleiras para armazenagem de ferramentas de jardinagem, mangueira

x

200m²

Restaurante 1 Restaurante 2 Restaurante 3 Restaurante 4 Restaurante 5 Restaurante 6 Cafeteria

Refeições para visitantes Refeições para visitantes Refeições para visitantes Refeições para visitantes Refeições para visitantes Refeições para visitantes Lanches e bebidas para visitantes

100 pessoas 100 pessoas 100 pessoas 100 pessoas 100 pessoas 100 pessoas 20 pessoas

Sorveteria

Sorvetes para visitantes

20 pessoas

Hortifruti

Frutas, verduras e legumes para visitantes

50 pessoas

Loja 1

Venda de produtos variados 10 pessoas

Loja 2

Venda de produtos variados 10 pessoas

Loja 3

Venda de produtos variados 10 pessoas

Loja 4

Venda de produtos variados 10 pessoas

Auditório com Palestras, conferências, camarim, foyer e eventos praça de exposições

200 pessoas

Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Mesas, cadeiras, balcões, richôs, geladeiras, armários Caixas, bancadas e prateleiras de alimentos, geladeiras, freezers Bancadas, prateleiras, armários, geladeiras, caixa (pode variar conforme o tipo) Bancadas, prateleiras, armários, geladeiras, caixa (pode variar conforme o tipo) Bancadas, prateleiras, armários, geladeiras, caixa (pode variar conforme o tipo) Bancadas, prateleiras, armários, geladeiras, caixa (pode variar conforme o tipo) Poltronas, palco, computador, projetor

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso; Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso;

Fem: 30m² Masc: 30m²

130m² 130m² 130m² 130m² 130m² 130m² 35m² 35m²

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/8 da área do piso;

100m²

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/10 da área do piso;

50m²

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/10 da área do piso;

50m²

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/10 da área do piso;

50m²

Pé direito: mín. 3,00m; Área iluminante: 1/10 da área do piso;

50m²

Pé direito: mín. 9,00m; Área iluminante: 1/10 da área do piso;

350m²


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ÁREA ADMINISTRATIVA

Sala da gerência

Espaço destinado a gerentes do estabelecimento

4 pessoas

Mesa, cadeiras, armários

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

10m²

Sala de RH

Espaço destinado a funcionários de RH do estabelecimento

10 pessoas

Mesas, cadeiras, balcões, divisórias de estação de trabalho

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

25m²

Sala de marketing

Espaço destinado a funcionários da área de marketing do estabelecimento

10 pessoas

Mesas, cadeiras, balcões, divisórias de estação de trabalho

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

25m²

Sala de eventos

Espaço destinado a funcionários que lidam com eventos

5 pessoas

Mesas, cadeiras, balcões, divisórias de estação de trabalho

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

12m²

Sala de reuniões

Espaço para reuniões

30 pessoas

Mesa grande, cadeiras, armário

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

52m²

Sala do financeiro

Espaço destinado a funcionários que lidam com finanças

4 pessoas

Mesas, cadeiras, balcões, divisórias de estação de trabalho

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

10m²

Copa

Espaço para descanso/horários de almoço e lanches

15 pessoas

Mesas, cadeiras, geladeira, pia com gabinete, microondas, armários

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/8 da área do piso

32,40m²

Sanitários

Suprir necessidades básicas de funcionários administrativos

15 pessoas

Pé direito: mín. 2,70m; Vasos sanitários, pias, Área iluminante: 1/10 da área do piso; espelhos, cesto de lixo, papeleiros e barras de apoio Área de ventilação: 1/20 da área do piso

Fem: 30m² Masc: 30m²

ÁREA DE SERVIÇOS Almoxarifado

Armazenamento de materiais

Docas

3 pessoas

Armários, prateleiras, tanque

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/10 da área do piso; Área de ventilação: 1/20 da área do piso

9,72m²

x

Tablados, plataformas

Pé direito: mín. 7,00m

40m²

DML

Armazenamento de materiais para limpeza

2 pessoas

Armários, prateleiras, tanque

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/10 da área do piso; Área de ventilação: 1/20 da área do piso

5m²

Vestiários

Sanitários/guarda de pertences/banho

20 pessoas

Armários, bancos, pias, vasos sanitários, chuveiros

Pé direito: mín. 2,50m; Área iluminante: 1/10 da área do piso; Área de ventilação: 1/20 da área do piso

35m²

Sala de descanso

Espaço para funcionários terem horário livre de descanso

20 pessoas

Sofás, mesas, cadeiras, televisão

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

35m²

Cozinhas industriais

Preparo de alimentos destinados aos restaurantes

10 pessoas cada

Mesas, coifas, fogões, bancadas, pias, fornos, ilhas de cocção e preparo, etc

Pé direito: mín. 3,00m

63m²


38 CENTRO EDUCACIONAL Recepção

8 salas de aula

3 laboratórios

Recepcionar pessoas que entrarão na escola

Local para que os alunos possam ter aula Local para que os alunos tenham aulas práticas

9m²

Bancadas, sofás, cadeiras

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

Mesas, cadeiras, lousa, projetor, armários

Pé-Direito: Mín. 3,00 m; Área Iluminante: 1/5 da Área do Piso. Área de ventilaçao 1/10 da Área do Piso.

25m²

15 pessoas cada

Bancadas, armários, geladeiras, cadeiras, lavatórios

Pé-Direito: Mín. 3,00 m; Área Iluminante: 1/5 da Área do Piso. Área de ventilaçao 1/10 da Área do Piso.

40m²

10 pessoas

15 pessoas cada

Sala da direção

Sala destinada a direção da escola

3 pessoas

Mesa, cadeiras, armários

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

9m²

Sala de coordenador

Sala destinada ao coordenador da escola Local de convivência dos alunos

3 pessoas

Mesa, cadeiras, armários

Pé direito: mín. 2,70m; Área iluminante: 1/5 da área do piso; Área de ventilação: 1/10 da área do piso

9m²

130 pessoas

Mesas, cadeiras, bancos

Pé-Direito: Min. 3,00 m.

170m²

Pátio

Sanitários

Suprir necessidades básicas de funcionários e alunos

5 pessoas

Cantina

Lanchonete destinada a alunos nos horários de intervalo, entrada e saída

4 pessoas

Pé direito: mín. 2,70m; Vasos sanitários, pias, Área iluminante: 1/10 da área do piso; espelhos, cesto de lixo, papeleiros e barras de apoio Área de ventilação: 1/20 da área do piso Geladeira, armários, prateleiras, bancada, microondas, forno, caixa

Pé-Direito: Mín. 3,00 m; Área Iluminante: 1/5 da Área do Piso. Área de ventilaçao 1/10 da Área do Piso.

Fem: 30m² Masc: 30m²

15m²

6. PERFIL DO USUÁRIO O centro gastronômico não se destina a somente um perfil de usuário, abrangendo perfis de todos os tipos de toda a cidade. Apesar de abranger muitos tipos de perfis, podemos setorizá-los de acordo com suas áreas, que envolvem os setores comercial/social, educacional, administrativo e de serviço. 7. CONCEITO ARQUITETÔNICO • Leveza • Tranquilidade • Bem-estar • Acolhedor • Clareza e visibilidade


39

• Funcionais e interativos • Integração 8. PARTIDO ARQUITETÔNICO • Uso de painéis e paredes de vidro • Cores claras para as paredes, pisos e mobiliário como branco, cinzas e tons pastéis • Uso de plantas de vaso, jardins internos e verticais • Uso de formas simples e leves, como madeira, bambu e revestimentos delicados • Usaremos a água, para remeter a leveza, por meio de espelhos d’água, fontes e pequenas cachoeiras feitas com pedras • Uso de pinturas aquareladas ao longo do empreendimento

Figura 19 – restaurante Pan De Ujo


40

Fonte: http://dopaoaocaviar.com.br/pan-de-lujo/

Figura 20 – restaurante Kaa Fonte: http://studiocasamix.blogspot.com/2011/08/restaurante-kaa-saopaulo.html • Dispensaremos o uso de alvenaria; • Uso de vidros nos ambientes de convivência social entre o público;


41

Figura 21 – Instituto Dragão do Mar Fonte: https://noolhardigital.com.br/2018/07/25/instituto-dragao-do-marapresenta-escolas-de-gastronomia-para-convidados/ • Árvores compondo um paisagismo colorido, vegetação delimitando caminhos e tornando o ambiente agradável. • Água estará presente compondo o paisagismo fazendo-o leve e tranquilo • Iluminação com lâmpadas amareladas • Faremos uso da iluminação zenital e telhado transparente em ambientes como mercados e hortifruti, assim como a figura 85.


42

Figura 22 – mercado De La Boqueria Fonte: https://www.imagenesmy.com/imagenes/mercado-de-la-boqueriaf2.html • Vidro, brises e estruturas metálicas. • As cores a serem utilizadas no interior dos ambientes são suaves, como na paleta de cores das figuras 86 e 87.

Figura 23– paleta de cores a serem usadas Fonte: https://br.pinterest.com/pin/741616263610552166/?autologin=true


43

Figura 24 – paleta de cores a serem utilizadas Fonte: http://www.mobius.arq.br/cores-mais-adequadas/

9. CONCEITO URBANÍSTICO • Melhoria das vias • Adicionar equipamentos urbanos, mobiliário urbano, e também vegetação. • Ciclovia do lado do terreno, para fácil acesso • Implantação de uma praça pública • Parklets

10. PARTIDO URBANÍSTICO • Faixa de pedestres juntamente com semáforo e guia rebaixada e iluminação apropriada.


44

• A vegetação será implantada em canteiros. • Parklets 11. DIRETRIZES E PREMISSAS Foram utilizadas as seguintes leis: • NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos • NBR 9077 – Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo • COE (lei nº 16.642/2017) - Código de Obras e Edificações de São Paulo 12. AGENCIAMENTO Mercado

Cozinhas industriais

- Área de prateleiras

- Recepção de produtos

- Área de refrigerados

- Armazenagem seca

- Açougue

- Armazenagem fria

- Padaria/frios

- Pré-preparo

- Caixas

- Cocção

- Sanitários

- Lavagem

- Armazenamento

- Distribuição

- Recepção de produtos

- Higienização

- Hortifruti


45

Lojas - Exposição de produtos - Caixa - Estoque - Sanitário p/ funcionários

13. FLUXOGRAMA


46

14. SETORIZAÇÃO


47

15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

"A Importância da Educação Especial e sua Inclusão" em Só Pedagogia. 2017. Consultado em 26/02/2019 às 19:00. Disponível na Internet em http://www.pedagogia.com.br/artigos/educacaoespecialinclusao/?pagina =0

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BITTAR, William S. M; VERÍSSIMO, Francisco Salvador. 500 anos da casa no

Brasil. Rio de Janeiro: editora Ediouro, 1999.


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CLEIDIANE DE OLIVEIRA SILVA “A evolução da educação especial no Brasil:

Pontos e passos” – Universidade Estadual da Paraíba, PB – 2016.

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FLANDRIN, JEAN-LOUIS e MONTANARI, MASSIMO. A história da

alimentação. 6º edição, São Paulo – editora Estação Liberdade LTDA, 1998. Capítulo 41, págs. 572 a 580, por Jean-Robert Pitte


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FREIXA, Dolores; CHAVES, Guta. Gastronomia no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: editora Senac Nacional, 2009

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JANNUZZI, GILBERTA DE MARTINO. A educação do deficiente no Brasil: dos

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MENDES, ENICÉIA GONÇALVES. “Breve histórico da educação especial no

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MONTEIRO, RENATA ZAMBON “Escolas para cursos de gastronomia:

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RODRIGUES, LETÍCIA FURLAN “Cartografias de vidas complexas:

deficiências para além da lógica da falta e do indivíduo”‐ Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, 2014.

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SILVA, CLEIDIANE DE OLIVEIRA. “A evolução da educação especial no Brasil:

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ZANONI, CAROLINA REIS “O mercado de gastronomia de São Paulo” – Fundação Getúlio Vargas, SP – 2012.


55

MEMORIAL DESCRITIVO Título: Centro Gastronômico e Educação para Pessoas Deficientes Local: Avenida Governador Mário Covas Junior Bairro: Bairro do Portão – Arujá - SP 1. Estrutura: Os pilares serão todos de concreto, nas dimensões de 20x40cm. 2. Alvenaria: Blocos de concreto com dimensões de 14x19x39cm, assentados com argamassa de cal, cimento e areia. Interno com gesso e pintura, e externo com reboco e pintura. 3. Pé Direito: Construção com no mínimo 3,00 metros e no máximo 9 metros. 4. Forro: Forro de gesso de 8cm de espessura. 5. Cobertura: platibanda e telhado com 2 águas e calhas em chapas galvanizadas de 30cm de largura; telhas de fibrocimento, com inclinação de 15%. Auditório com laje inclinada impermeabilizada. 6. Revestimento das Paredes: EXTERNO: • Reboco e pintura INTERNO:


56

• Sanitários, vestiários e cozinhas: revestimento cerâmico até o teto. • Demais áreas: Gesso e pintura com tinta látex. 7. Tipos de Piso: EXTERNO: • Caminhos: piso intertravado • Acesso de serviço: cimentado. • Restante: grama INTERNO: • Centro educacional, setor administrativo, mercado, portaria e sanitários: porcelanato • Área comum dos restaurantes: piso vinílico • Cozinhas dos restaurantes: porcelanato • Auditório: carpete • Área de serviço: porcelanato 8. Esquadrias: Centro educacional: • todas as janelas em alumínio com moldura branca; • portas das salas de aula com visor, e sanitários em madeira, pintadas de branco • porta de entrada em vidro automática, sem moldura Setor administrativo:


57

• todas as janelas em alumínio com moldura branca • portas das salas com visor, e sanitários em madeira pintadas de branco • porta de entrada principal em vidro automática, sem moldura Auditório: • portas duplas com visor, em madeira, pintadas de preto Setor de serviço: • janelas em alumínio com moldura branca • portas em alumínio pintadas de branco Mercado: • portas de entrada em vidro automáticas, sem moldura • portas dos sanitários com visor, em madeira, pintadas de branco • janelas dos sanitários em alumínio com moldura branca Armazenamento: • portas duplas, com visor, em alumínio pintadas de cinza • demais portas com visor, em alumínio, pintadas de cinza • janelas em alumínio, com moldura cinza Restaurantes: • portas em vidro de correr, sem moldura • portas dos sanitários com visor, em madeira pintadas de branco • janelas fixas e de abrir, com molduras em madeira envernizadas • janelas dos sanitários com molduras em alumínio pintadas de branco Portaria:


58

• portas em alumínio pintadas de branco • janelas com molduras em alumínio pintadas de branco 9. Pintura: Massa corrida, tinta látex. 10. Louças e metais: • Bacias sanitárias com caixa acoplada (capacidade de 6 litros) na cor branca; • Bacias sanitárias especiais para pessoas com deficiências; • Lavatório suspenso em louça; • Mictório de louça na cor branca; • Cubas e bancadas das cozinhas em aço inox. • MEMORIAL JUSTIFICATIVO

• Entorno: o entorno do projeto caracteriza-se por um bairro recentemente formado, onde há vários empreendimentos como galpões, fábricas e lojas, e muitos lotes ainda vazios. Os edifícios são relativamente baixos, não havendo prédios altos ou arranha-céus. O acesso ao Centro Gastronômico se faz por meio de uma avenida movimentada, a Avenida Governador Mário Covas, que atende bem as necessidades do empreendimento e se localiza há menos de 1 quilômetro do centro da cidade e há 5 minutos da Rodovia Presidente Dutra.


59

• Terreno: o local é predominantemente plano, subindo pouco no fundo do terreno. O terreno mede 96,25 metros na lateral esquerda, 94,34 metros nos fundos, 12,56 metros em curva à direita, 87,29 metros na lateral direita , em seguida 10,12 metros em curva, mais 138,84 metros de testada, finalizando uma área de 12.076,46 metros quadrados. • Bloco educacional: neste bloco foi priorizado a iluminação e ventilação natural nos ambientes, principalmente as salas de aula. Para isso, foram utilizados painéis de vidro na fachada, que trabalha juntamente com um brise em madeira localizado na parte de cima dos painéis. Os brises estão presentes também nas janelas das salas de aula. A área de convivência conta com um fechamento todo de vidro e portas nas laterais. O vão criado por esta área de convivência possibilita o uso de guarda-corpos no pavimento superior, criando um ambiente mais agradável e convidativo. • Bloco administrativo: este bloco foi pensado para ser um ambiente confortável em todos os aspectos – termicamente, bonito especialmente na área de recepção e convidativo. O pé direito duplo ajuda a causas estas sensações. A sala de reuniões conta com duas paredes de vidro a sua volta, criando um ambiente mais descontraído, para que durante uma reunião as pessoas se sintam mais tranquilas. • Mercado e hortifruti: neste bloco foram adotados painéis de vidro em quase toda a volta do mercado e do hortifruti, pois são ambientes que


60

exigem iluminação natural. O hortifruti localiza-se mais ao fundo, para ficar mais próximo da horta e do armazenamento, facilitando o transporte dos alimentos. • Restaurantes: estes blocos se localizam no meio do terreno, para fácil acesso de todos os lados do Centro. Os acessos aos restaurantes são todos feitos através um deck de madeira, que se junta a um espelho d’água, coberto por um pergolado de madeira. O ambiente se torna fresco e agradável para quem passa por ali, devido ao uso de plantas, da água e da madeira. • Generalidades: o projeto foi pensado de forma que os usuários pudessem usufruir de suas funcionalidades com conforto em todos os blocos. As áreas externas, que são a praça de convivência a frente do terreno e o espaço de convivência que liga o empreendimento de uma ponta a outra, foram criadas para a interação entre as pessoas que estão circulando ali, com as áreas verdes presentes no Centro Gastronômico e com o meio urbano a sua volta. O acesso ao empreendimento acontece em toda a testada do terreno, por meio de rampas de acesso com 8,33% de inclinação, por meio de escadas – que dão acesso à praça – e também há o acesso ao estacionamento por meio de rampas com 20% de inclinação. O acesso de serviço acontece pelos fundos do terreno, onde o caminhão entra e vai até a área de armazenamento que também se localiza no fundo, para fácil acesso do caminhão. Ao longo das paredes


61

externas do empreendimento hĂĄ algumas pinturas de gastronomia e alimentos em aquarela, o que alegra o ambiente e o deixa muito mais harmonioso do que simples paredes brancas ou pintadas com uma Ăşnica cor.


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Implantação Escala 1/350 Detalhe do pergolado 2 s/escala Folha 1/31 MEMORIAL BOTÂNICO

Avenida Dellapar Acesso de serviço - carga e descarga

94,34 12

5.00

+3,00 +3,00 8.00

3.20

8.20

6 ,5

+3,00

Horta

3.00

3.00

40.00

5.00

2.20

+1,00

+2,00

Administrativo/auditório

Mercado/armazenamento

+1,00

IDENTIFICAÇÃO NOME POPULAR NOME CIENTÍFICO ALTURA Cerejeira rosa Prunus campanulata 4 a 10 metros

+1,00

21.23

2.18

1.81

Bancos

5.64

3.90

+1,00

3.00

96,25

3.00

Restaurante 4

4.52

Deck/cobertura de pergolado

Restaurante 1/lojas

12.00

+1,00 12.31

2

Quaresmeira

Tibouchina granulosa 9 a 12 metros

Aroeira-vermelha Schinus terebinthifolius 6 a 12 metros 1

Palmeira-areca

Deck/cobertura de pergolado Centro educacional

3.00

+1,00 +1,00

Pavônia-rosa

2.55

rampa

Pavonia rosa-campestris 0,5 a 4 metros

Ra i=8 mp ,3 a 3%

Guia rebaixada

Saída de veículos

Entrada e saída de pedestres

Praça de convivência

Passeio público

10,12

Ram p i=8,3 a 3%

Guia rebaixada

2

Desce

3.00 5.00

Final da rampa

a mp Ra ,33% i=8

pa

+1,00

Desce

3.00

Mureta - 1,10m

m ra

11.00

Portaria

Rampa i=20%

a ld

Mureta - 1,10m

na Fi

0,00

pa m % Ra 8,33 = i

Rampa i=20%

6.84

21.50

1 a 3 metros

Flamboianzinho Caesalpinia pulcherrima 1 a 3,5 metros

+1,00

+1,00

Restaurantes 2 e 3

Clusia fluminensis

Clusia

Restaurante 5

Final da

3 a 9 metros

Dypsis lutescens

Jacarandá-paulista Machaerium villosum 20 a 30 metros

6.00

1

Tabebuia roseo-alba 6 a 12 metros

Manacá-da-serra Tibouchina mutabilis 2 a 5 metros

8.72

+1,00

22.59

29 87,

+1,00

Ipê-branco

0,00 Bico para chafariz efeito geiser espumante

Entrada de veículos

138,84

Ralo

Avenida Governador Mario Covas Junior

LEGENDA Piso intertravado

Área verde Edifícios

Espelho d'água Piso cimentado

Vem do motor e sistema de filtragem

Deck

1

Vai para motor e sistema de filtragem

Detalhe do espelho d'água s/escala


Avenida Dellapar 94,34

C

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento inferior - estacionamento Escala 1/350 Folha 2/31

D

12

+3,00

0.175

, 56

+3,00

0.27

CONCRETO

18

32

49

65

79

66

90

80

91

104

118

105

132

119

145

19

33

50

67

81

92

106

Elevador

1.65

1.60

120

S / ESCALA

B

Muro de arrimo h = 3,00m

146

1.60

sobe

1 20

34

51

68

82

93

107

121

21

35

52

69

83

94

108

122

133

148

159

172

22

36

53

70

84

95

109

123

134

149

160

173

23

37

54

71

85

96

110

124

135

150

161

174

24

38

55

72

97

111

125

136

151

162

175

98

112

126

137

152

163

176

99

113

127

138

153

164

177

100

114

128

139

154

165

178

147

2

Pav. superior

4

86 Elevador

25

39

56

73

26

40

57

74

27

41

58

75

28

42

59

76

87

101

115

129

140

155

166

179

29

43

60

77

88

102

116

130

141

156

167

180

30

44

61

78

89

103

117

131

142

157

168

181

143

158

169

182

170

183

171

184

7 sobe

8

9

10 11

12

Pav. térreo

3.00

Elevador

2.00

Muro de arrimo h = 3,00m

2.00

1.60

6

3.00

5

1.60

Muro de arrimo h = 3,00m

3

Subsolo

13 Lâmpada

14 45

62

46

63

47

64

1.50

96,25

Última laje

29 87,

Elevador

1.60

144

2.00

48

2.00

31

2.00

sobe

17

Elevador

B

DETALHE ESCADA

3.00

Muro de arrimo h = 3,00m

Muro de arrimo h = 3,00m

Poço do elevador

Muro de arrimo h = 3,00m

A

Rampa i=20%

4.00

14.00

Elevador

4.14

16

Rampa i=20%

sobe

A

14.00

15

DETALHE ELEVADOR S / ESCALA FILTRO DE AREIA

3.00

3.00

0,00

0,00

FILTRO DE BRITA

138,84 CANO DE DRENAGEM

Avenida Governador Mario Covas Junior C D BASE

DETALHE MURO DE ARRIMO S / ESCALA


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento térreo - Centro educacional Escala 1/100 Folha 3/31

C

22.60 2.50

2.50

P1

Cantina

P1

2.70

P1

A = 36,90m²

6.15

A = 12,69m² J1

3.89

6.00

A = 74,70m²

P1

J1

A = 36,90m²

Sala de aula 4

6.15

J1

Laboratório

12.45

J1

Sala de aula 4

P1

J1

22.17

P6

Direção

Área de convivência

A = 36,90m²

6.15

P6

INDICAÇÃO

J1

36.50

A = 109,51m²

6.00

JANELAS

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

P1

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

P3

3,00x2,10

de correr

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

P5

0,60x2,10

de abrir

P6

2,00x2,10

de correr

P1

P1

A = 36,90m²

Coordenação 0.175

A = 36,00m² 6.00

Sala de aula 4

6.00

6.15

J1

PORTAS

P1

P1

A = 36,90m²

6.15

33.30

J1

Sala de aula 4

6.00

J1

0.27

CONCRETO

6.00

2.40

Elevador

San. feminino

J4

Recepção

P1

P5

P5

P5

PNE

A = 111,50m²

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

J13

1,40x1,00x1,10

2 folhas

J14

1,60x1,00x1,10

1 folha

+1,00 Espera

Parede verde

6.15

2,50x1,20x0,90

1.60

A = 27,83m²

3.20

P5

1.60

0.90 P1

A = 23,40m²

J2

3.35

P1

1.60

A = 23,40m²

6.00

4 folhas

1.65

San. masculino

3,00x1,50x0,60

S / ESCALA

A

P1

Torneira para uso e manutenção. 16.27

Pele de vidro

P2

C

16.45

Sobe

Passeio público

Pele de vidro

DETALHE PAREDE VERDE S / ESCALA

TIPO

J1

4.46

J4

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

DETALHE ESCADA

PNE

P5

sobe

A

3.90

P5

6.00

4.70

INDICAÇÃO

Planta chave S/ escala


17.90 Vestiário masc. A = 9,00m²

3.00

Almoxarifado A = 12,00m²

3.00

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento térreo - Bloco administrativo Escala 1/100 Folha 4/31

P1

J5

DML

J5

A = 6,00m²

4.00

3.15

A = 9,00m²

P1

3.00

Vestiário fem.

5.00

C J5

P1

3.00

A = 15,00m²

3.00

Descanso de func.

3.00

J5

P1

3.00

J5

P1

2.40

2.00

20.00

20.15

Palco

PORTAS

37.55

INDICAÇÃO

+1,00

JANELAS

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

P1

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

P3

3,00x2,10

de correr

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

P5

0,60x2,10

de abrir

P6

2,00x2,10

de correr

Auditório A = 400,00m²

0.175

2.40

20.00 P4

B

PNE

4.95

P4

B

0.27

3.50

P5

P1

CONCRETO

San. masculino

INDICAÇÃO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

J1

3,00x1,50x0,60

4 folhas

J2

2,50x1,20x0,90

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

J13

1,40x1,00x1,10

2 folhas

J14

1,60x1,00x1,10

1 folha

A = 17,50m²

J4

Recepção

5.00

DETALHE ESCADA

A = 81,73m²

S / ESCALA

P1

P2

10.80

1.50

sobe

P1

1.65

14.25

A = 17,50m²

2.35

San. feminino

Elevador

1.60

J4

P1

PNE

P5

P5

P5

Proj. teto de vidro

5.00 15.75

Marketing A = 9,00m²

RH A = 9,00m²

P1

Financeiro A = 9,00m²

Gerência A = 13,95m²

3.00

A = 9,00m²

P1

3.00

Eventos

3.00

A = 26,21m²

3.00

5.00

Pele de vidro

Sala de reunião

P1

P1

P1

3.00

1.04

P1

Sobe

Passeio público

5.00

Pele de vidro

3.00

3.00

3.00

3.00

4.65

J3

J3

J3

J3

J2

C

22.70

TIPO

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento térreo - Mercado e armazenamento Escala 1/150 Folha 5/31 0.175

D 54.64

0.27

J6 P4

J6

P4

25.00

J6

J6

14.09

P4

CONCRETO

4.85

P4

DETALHE ESCADA 10.00

39

10.30

11.

S / ESCALA

96

P1

A = 150,00m²

A = 253,75m²

10.

Hortifruti

Armazenamento cozinhas industriais

Armazenagem

5.00

A = 164,50m²

Câmara fria A = 15,00m²

15.00

18.81

3.00

P4 P5

P5

A = 15,00m² J4

P1

5.00

1.60

0.90 P1

J4

3.00

Sanitário masc. A = 15,00m²

P5

6.30

1.60

Pele de vidro

13.90

P5

3.00

P5

Sanitário fem.

26.55

J6

J6 P5

P5

P5

Sanitário PNE 16.10

A = 4,57m²

B

3.30 J4

P1

6.99

JANELAS

2.00

1.60

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

Caixa

+1,00

Elevador

Caixa

Elevador

A = 646,41m²

2.00

1.70

Salão do mercado

INDICAÇÃO

1.27

1.60

sobe

2.95

Caixa

B

2.50

5.00

40.15 P2

Pele de vidro

P2

P2

43.41

PORTAS

D

INDICAÇÃO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

J1

3,00x1,50x0,60

4 folhas

J2

2,50x1,20x0,90

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

P1

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

P3

3,00x2,10

de correr

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

P5

0,60x2,10

de abrir

J13

1,40x1,00x1,10

2 folhas

P6

2,00x2,10

de correr

J14

1,60x1,00x1,10

1 folha

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento térreo - Restaurante 1 e lojas Escala 1/100 Folha 6/31

D 37.80 P6

P6

6.15

6.15

P6

P6

6.15

6.15

P6

P6

6.15

6.15

Sorveteria A = 36,90m²

Loja 2

A = 36,90m²

A = 36,90m²

Loja 4

Loja 3

A = 36,90m²

A = 36,90m²

2.00

14.45

6.00 P4

P5

P5

P5

P5

P5

P5

1.57

3.34

J4

8.00

P1

Sanitário fem. A = 15,00m²

P1

J4

1.70 Sanitário PNE

Salão do restaurante

1.70

5.15

1.85

5.00

+1,00

A = 144,17m²

A = 4,57m²

8.00

0.90

sobe

2.96

0.175

P1

5.00

Pele de vidro

P5

A = 15,00m²

1.04

4.49

P5

1.60

Sanitário masc.

J4

1.60

Elevador

1.60

1.60

2.00

Elevador

Loja 1

6.00

6.00

6.00

6.00

6.00

A = 36,90m²

6.00

Cafeteria

0.27

J6

Cozinha industrial A = 48,00m²

CONCRETO

DETALHE ESCADA S / ESCALA

15.60 P3

P3

25.20 JANELAS INDICAÇÃO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

D

TIPO

J1

3,00x1,50x0,60

4 folhas

J2

2,50x1,20x0,90

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

J13

1,40x1,00x1,10

J14

1,60x1,00x1,10

PORTAS INDICAÇÃO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

P1

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

P3

3,00x2,10

de correr

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

2 folhas

P5

0,60x2,10

de abrir

1 folha

P6

2,00x2,10

de correr

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento térreo - Restaurantes 2 e 3 Escala 1/100 Folha 7/31

D 48.34

Sanitário masc.

Salão do restaurante

Recepção

Recepção

A = 245,34m²

A = 4,57m²

+1,00

Salão do restaurante

Sanitário PNE

A = 245,34m²

A = 4,57m²

1.70

A = 14,40m²

J4

+1,00

Sanitário PNE

J4

1.70 P1

Sanitário masc.

P5

P5

P5

2.88

P5

P2

P2

1.83

P5

2.88

P5

1.83

J4

A = 14,40m²

P1

P1

P1

P1

P1

J4

5.00

5.00 5.00

P5

P5

P5

P5

P5

P5

P5

P5

13.05

5.00

Pele de vidro

7.00

J6

P4

Pele de vidro

5.15

Cozinha industrial

Cozinha industrial A = 35,00m²

A

7.00

13.35

A = 35,00m² P4

P4

18.80 J11

J6

5.00

18.80

J11

J11

J11

J11

J11

J6

48.34 JANELAS INDICAÇÃO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

J1

3,00x1,50x0,60

4 folhas

J2

2,50x1,20x0,90

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

J13

1,40x1,00x1,10

2 folhas

J14

1,60x1,00x1,10

1 folha

D PORTAS INDICAÇÃO

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

0.175

A

P5

A = 14,40m² P5

J4

Sanitário A = 14,40m² fem.

13.35

2.88

Sanitário fem.

2.87

J4

TIPO

P1

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

P3

3,00x2,10

de correr

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

P5

0,60x2,10

de abrir

P6

2,00x2,10

de correr

0.27

CONCRETO

DETALHE ESCADA S / ESCALA

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Pavimento térreo - Restaurantes 4, 5 e portaria Escala 1/100; 1/150 Folha 8/31

11.15 J6

B

Cozinha industrial

8.01

A = 65,10m² P4

J7

10.85

Pele de vidro

J8

18.85

D 10.00

21.60

7.35

J7

0.90 P1

J4 P5

5.00

1.45

5.00

P5

1.45

0.90 P1

P5

4.70

P5

Sanitário fem.

P5

P5

Salão do restaurante

P5

3.35

3.35

1.85

Recepção

1.85

3.50

11.85

3.50

P2

12.15

Restaurante 4 Escala 1/150

P1

Vestiário A = 10,00m²

J14

4.85 J13

P1

P1

P1

A = 262,17m²

4.00

A = 16,75m²

J13

A = 16,75m²

Cabine de controle de saída A = 6,00m²

Sanitário masc.

4.30

J4

P5

Descanso/copa A = 41,60m²

+1,00

1.50

P1

Cabine de controle de entrada A = 6,00m²

1.70

2.50

P5

4.15

J4

4.15

2.50

A = 4,57m²

1.50

4.00

Sanitário PNE

A = 6,00m²

J7

J12

Administração/ câmeras 4.00

P1

+1,00

J12

15.46

1.20

4.45

J14

0.175

B

4.30

6.00

J6

6.15

P4

4.00

J6

1.50

10.40

0.27

Pele de vidro

Portaria Escala 1/100

14.00

CONCRETO

DETALHE ESCADA

20.30 P3

P3

J9

Recepção

S / ESCALA

D

20.00

A = 4,57m²

1.70

Sanitário PNE

J4

1.85

J9

JANELAS

J9

P1

2.50

1.50 4.00

J4

INDICAÇÃO

P1

14.00

A = 12,00m²

1.50

3.00

P5

J9

J4

Sanitário fem.A = 12,00m² P5

P5

P5

P5

P1

1.50

4.00

3.00

18.30

0.90

14.30

J9

Sanitário P5 masc.

+1,00

J9

Pele de vidro 7.00

P4

A

J9

P4

A

J9

J6

6.85

Pele de vidro

13.00

Cozinha industrial A = 33,95m² Pele de vidro

7.30

Restaurante 5 Escala 1/150

4.00

J10

TIPO

J1

3,00x1,50x0,60

4 folhas

J2

2,50x1,20x0,90

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J9

Salão do restaurante A = 224,03m²

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

INDICAÇÃO

PORTAS MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

TIPO

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

P3

3,00x2,10

de correr

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

P5

0,60x2,10

de abrir

J13

1,40x1,00x1,10

2 folhas

P6

2,00x2,10

de correr

J14

1,60x1,00x1,10

1 folha

P1

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


P1

J1

6.00

12.45

A = 74,70m²

P1

J1

A = 36,90m²

Sala de aula 4

6.15

J1

Laboratório

0.175

6.15

J1

10.00

P1

A = 36,90m²

Sala de aula 4

C

J1

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Primeiro pavimento - Bloco educacional Escala 1/100 Folha 9/31 CONCRETO

6.00

JANELAS

Sala de aula 4

INDICAÇÃO

DETALHE ESCADA S / ESCALA 6.15

P1

A = 36,90m²

Guarda-corpo h=1,10m

P1

A = 36,90m²

6.15

J1

Sala de aula 4

6.00

22.14

Guarda-corpo h=1,10m

0.27

J1

PORTAS 6.00

A = 36,90m²

6.00

P5

San. masculino

PNE

0.90 P1

Elevador

A = 23,40m²

P5

P5

P5

P5

2,50x1,20x0,90

2 folhas

J3

1,60x1,20x0,90

2 folhas

J4

1,00x0,60x1,50

1 folha

J5

1,30x1,00x1,10

2 folhas

J6

3,50x1,00x1,10

4 folhas

J7

3,50x1,60x0,50

J8

3,50x1,60x0,50

4 folhas 4 folhas (de canto)

J9

0,90x3,00x0,40

1 folha

J10

1,50x1,00x1,10

2 folhas

J11

3,60x4,30x0,40

2 folhas

P1

0,90x2,10

de abrir

P2

4,00x2,10

de correr

P3

3,00x2,10

de correr

P4

1,50x2,10

vai-e-vem

P5

0,60x2,10

de abrir

J12

0,90x0,60x1,50

1 folha

P6

2,00x2,10

de correr

J13

1,40x1,00x1,10

2 folhas

J14

1,60x1,00x1,10

1 folha

A

P1

Guarda-corpo h=1,10m

PNE

1.60

Parede verde 4.11

3.90

San. masculino

J2

3.35

P1

1.60

A = 23,40m²

J4

4 folhas

+4,15

P1

6.00

3,00x1,50x0,60

2.00

P5

4.94

1.60

J4

P5

TIPO

Torneira para uso e manutenção. 16.27

Pele de vidro

C

Sobe

Passeio público

DETALHE PAREDE VERDE S / ESCALA

TIPO

J1

6.00

sobe

A

3.90

P5

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

J1

6.00

P1

INDICAÇÃO

Sala de aula 4

P1

A = 36,90m²

6.15

J1

Sala de aula 4

6.00

MEDIDAS (COMP. x ALT. x PEITORIL)

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Planta de cobertura Escala 1/350 Folha 10/31

Avenida Dellapar 94,34

5.00

5.00

16.00 8.00

Horta

2.40

40.00

20.15

54.64

5.00

39 11.

Telha de fibrocimento

Laje impermeabilizada

2.20

25.20

3.00

i = 15%

13.35 16.30

Telha de fibrocimento

Calha i = 2% Telha de fibrocimento

15.45

1.85 Calha i = 2%

i = 15%

i = 15%

Calha i = 2%

i = 15%

i = 15%

i = 15% Calha i = 2%

Telha de fibrocimento

i = 15% Telha de fibrocimento

Telha de fibrocimento

i = 15%

3.00

Telha de fibrocimento

3.00

16.00

pa

m

ra

4.30

Desce Calha i = 2%

Mureta - 1,10m

4.85

Desce

Praça de convivência

5.00

14.00 Ram p i=8,3 a 3% Sobe

Ra i=8 mp ,3 a 3% Sobe

Guia rebaixada

Guia rebaixada

Saída de veículos

18.00

i = 15%

Rampa i=20%

Telha de fibrocimento

12.92

7.39

4.15

2.55 6.84 4.15

4.70

Telha de fibrocimento

48.34 4.45

4.30

a

ld

na

Fi

Mureta - 1,10m

Rampa i=20%

21.50

16.00

i = 15%

1.99

13.35

Telha de fibrocimento

Telha de fibrocimento

Telha de fibrocimento

a mp Ra ,33% i=8

10.96

Telha de fibrocimento

14.30

36.50

6.00

20.30

48.34

rampa

Entrada e saída de pedestres

Telha de fibrocimento

i = 15% Calha i = 2%

Telha de fibrocimento

i = 15%

pa m % Ra 8,33 i=

6.30

Telha de fibrocimento

i = 15%

Calha i = 2%

12.00

1.85

3.34

Telha de fibrocimento

5.15

Espelho d'água

Calha i = 2%

i = 15%

i = 15%

Final da rampa

i = 15%

14.45

1.12

12.31 Telha de fibrocimento

i = 15% Calha i = 2%

i = 15%

12.15

i = 15%

i = 15%

Deck

22.60

S / ESCALA

Deck

Calha i = 2%

Final da

DETALHE TELHADO

3.50

3.50 Calha i = 2%

2.96

11.00

1.85

8.72

i = 15%

4.49

Telha de fibrocimento

2.65 2.81

8.14

Telha de fibrocimento 22.59

3.00

36.50

5.64

4.52

Telha de fibrocimento

2

1.46

3.90

37.80

Espelho d'água

3.00

22.70 22.60

Laje

8.00

1.81 21.60

4.49

14.25

1.12

2.18

Calha

29

Telha de fibrocimento

i = 15%

Calha i = 2%

i = 15%

Telha de fibrocimento

43.26

96,25

2.00

i = 15% Bancos

7.09

87,

Telha de fibrocimento

21.23

i = 15%

Calha i = 2%

Telha de fibrocimento

2.40

6.30

11.15 13.90

26.55

37.55

i = 15%

Telha de fibrocimento

i = 30%

3.00

i = 15%

Telha de fibrocimento

Calha i = 2%

i = 15%

Telha de fibrocimento

3.00

3.15 3.20

8.20

6 ,5 12

17.90

Passeio público

Entrada de veículos

138,84

Avenida Governador Mario Covas Junior

10,12

Acesso de serviço - carga e descarga


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Cortes AA, BB, CC E DD Escala 1/250 Folha 11/31

Laje inclinada = 30% +10,00

Platibanda

1.00

1.00

3.90

0.50

2.00

2.35 5.15

3.00

0.90

+1,00

+1,00

PNT

2.80

0.50

0.50

0.50 Rampa i=20%

0.50

0.50 Rampa i=20%

0.50

0.50

1.60

3.00

4.00

4.00

5.00

4.00

4.00

4.00

5.00

4.00

3.00

0.90 0.50

0.70

1.50

0.70

+1,00

-1,95

+4,15

0.50 2.30

Platibanda

Platibanda

0.90

+1,00

1.20

+6,15

1.00

Platibanda

0.90

2.10 0.90

+1,00

0.90

Platibanda

1.00

0.50

0.50

0.50

1.00

3.00

+6,15

+4,15

3.00

1.60

Platibanda

+4,15

6.15

7.30 2.00

0.50

+7,30

0.50

1.00

Platibanda

1.00

1.00

Corte BB Escala 1/250

PNT

2.00

+1,00

0.90

3.00

0.90 2.10

3.00

1.00 1.10 0.90

+1,00

+4,15

2.10

6.00

3.90 2.10

2.10

0.70

0.70

+1,00

1.50

4.15

2.10

2.00

2.10

7.15

3.90

6.90

9.00

6.90

+7,15

1.20 0.90 0.90

3.00

+13,15

Corte AA Escala 1/250 Laje imp erm

-1,95

1.00

+1,00

2.00

3.00 2.10 0.90

CONCRETO

+1,00

Portão

9.00

Platibanda

5.00

3.00

2.10 0.90

2.80

Aterro

0.27

2.00 0.80

+1,00

0,00

Passeio

12.00

1.00 1.00

2.10 0.90 2.10 0.90

3.00

2.10 0.90 2.10 0.90

2.10 0.90

2.10 0.90

1.10

3.00

0.90 2.10

2.10 0.90

2.10 0.90

6.15 +1,00

Platibanda

Platibanda

0.90 0.90 1.20 3.00 2.10 0.90

+1,00

Rua

2.10 0.90

2.10

1.40

2.20

1.10

0.45

Platibanda

2.00

1.00

0.175

eabilizada

DETALHE ESCADA

Corte

S / ESCALA

1.00

Platibanda

1.00 +1,00

+1,00

3.00

2.10

1.10

5.00

2.90

5.00

4.00

+1,00

Passeio

2.80

1.90 2.10

3.05

3.05 1.500.60

3.90 0.80 2.10

0.90

3.90 0.80 2.10

1.20

3.90 2.10

2.00

3.90 6.00 2.10

2.00

3.90

Corte

2.10

6.00 2.00

2.00

Corte DD Escala 1/250

+1,00

Platibanda

2.10 0.90

Platibanda

Platibanda

3.00

Platibanda

1.00

1.00

1.00

Corte CC Escala 1/250

-1,95

Aterro

0,00

Rua

Bico para chafariz efeito geiser espumante Ralo

Vem do motor e sistema de filtragem

Detalhe do espelho d'água s/escala

Vai para motor e sistema de filtragem


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto arquitetônico Elevações Escala 1/250 Folha 12/31

m 5c 5cm

Variável

Detalhe dos brises s/escala 5cm

Pintura branca

Rua

Pintura branca

Pintura branca

Alambrado

Passeio

Lateral direita Escala 1/250

Bico para chafariz efeito geiser espumante Ralo

Vem do motor e sistema de filtragem

Vai para motor e sistema de filtragem

Detalhe do espelho d'água s/escala Pintura cor gelo

Pintura cor gelo

Pintura cor gelo

Pele de vidro

Brises em madeira

Passeio

Rua

Lateral esquerda Escala 1/250 Torneira para uso e manutenção.

Detalhe da parede verde s/escala Parede verde

Pele de vidro

Espelho d'água Banco

Fachada frontal Escala 1/250

Pórtico

Brises em bambu

Pele de vidro

Revestimento

Pórtico

Pele de vidro

Brises em madeira


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

Avenida Dellapar 94,34

Projeto estrutural Pavimento inferior - Estacionamento Escala 1/350 Folha 13/31

+3,00

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1.60

1

1.60

1

1

1

1

1

1

1

Elevador

1.65

Elevador

1 2.00

1

1

2.00

sobe

1

Elevador

1

,56 12

+3,00

1

1.60

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

29 87,

sobe

1

96,25

1

1

2.00

1.60

2.00

Elevador

Elevador

1.60

1

0,40m

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1 sobe

0,20m

1

Detalhe do pilar s/escala

1

1 1

1 1

1 1

1

1

1

1

1

1 sobe

3.00

Rampa i=20%

14.00

Rampa i=20%

14.00

Elevador

4.00

4.14

1

3.00

0,00

0,00

138,84

Avenida Governador Mario Covas Junior


B

C

P1 0,20x0,40

P2 0,20x0,40

P3 0,20x0,40

P6 0,20x0,40

A = 36,90m²

2.70

A = 12,69m²

P8 0,20x0,40

Laboratório

6.15

0,20m

A = 109,51m²

P15 0,20x0,40

P14 0,20x0,40

Detalhe do pilar s/escala P16 0,20x0,40

6.00

A = 36,90m²

Coordenação 6.00

A = 36,00m²

P18 0,20x0,40

Sala de aula 4

6.15

6.00

P19 0,20x0,40

4.94

P20 0,20x0,40

6.00

sobe

San. masculino P22 0,20x0,40

P21 0,20x0,40

San. feminino A = 111,50m²

4.00

+1,00

P24 0,20x0,40

Espera A = 27,83m²

4.46

P23 0,20x0,40

4.14

A = 23,40m²

Elevador

2.40

6.00

Recepção

8

0,40m

22.17

A = 36,90m²

Sala de aula 4

A = 36,90m²

A = 23,40m²

7

P12 0,20x0,40

6.00

Direção

Área de convivência

6.00

P17 0,20x0,40

Projeto estrutural Pavimento térreo - Bloco educacional Escala 1/100 Folha 14/31

A = 36,90m²

P11 0,20x0,40

P10 0,20x0,40

P13 0,20x0,40

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

3.89

P9 0,20x0,40

3.90

6

P5 0,20x0,40

A = 74,70m²

6.15

5

F

2.50

Cantina

6.00

6.15

4

P4 0,20x0,40

E

12.45

P7 0,20x0,40

Sala de aula 4

6.15

2

3

D

2.50

Sala de aula 4

1

A

Sobe

Passeio público

9

P25 0,20x0,40

16.27

Pele de vidro

Pele de vidro

Planta chave S/ escala


A

E F

P9 0,20x0,40

4

P11 0,20x0,40

A = 9,00m²

3.00

5.00 P3 0,20x0,40

3

H

G

P4 0,20x0,40

3.00

Almoxarifado

3.00

A = 9,00m²

Vestiário masc.

3.00

A = 15,00m²

Vestiário fem.

3.00

3.00

Descanso de func.

2

D

C

I

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

P2 0,20x0,40

3.00

1

B

P1 0,20x0,40

A = 12,00m²

DML

A = 6,00m²

4.00

P5 0,20x0,40

2.00 P8 0,20x0,40

P7 0,20x0,40

P6 0,20x0,40

Projeto estrutural Pavimento térreo - Bloco administrativo Escala 1/100 Folha 15/31

P10 0,20x0,40

Auditório P12 0,20x0,40

0,40m

20.00

A = 400,00m²

0,20m

5

P14 0,20x0,40

P17 0,20x0,40

P16 0,20x0,40

P15 0,20x0,40

P18 0,20x0,40

20.00

Detalhe do pilar s/escala

P19 0,20x0,40

P20 0,20x0,40

4.95

3.50

6

P13 0,20x0,40

San. masculino A = 17,50m²

Recepção

P23 0,20x0,40

P24 0,20x0,40

1.60

Elevador

8

3.50

1.65

San. feminino A = 17,50m²

10.80

sobe

A = 81,73m² 1.50

7

P22 0,20x0,40

5.00

P21 0,20x0,40

Proj. teto de vidro P26 0,20x0,40

5.00

15.75

P28 0,20x0,40

A = 9,00m²

RH A = 9,00m²

Financeiro A = 9,00m²

Gerência A = 13,95m²

3.00

A = 9,00m²

Marketing

3.00

Eventos

3.00

A = 26,21m²

3.00

Sala de reunião

3.00

P27 0,20x0,40

5.12

10

Pele de vidro

1.85

9

P25 0,20x0,40

Sobe

Passeio público

11

3.00

5.12

Pele de vidro

P29 0,20x0,40

3.00 P30 0,20x0,40

3.00 P31 0,20x0,40

3.00 P32 0,20x0,40

4.65 P33 0,20x0,40

P34 0,20x0,40

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

B

C

D

P1 0,20x0,40

P2 0,20x0,40

P3 0,20x0,40

P4 0,20x0,40

E

P5 0,20x0,40

F G

HI

P6 0,20x0,40

P7 0,20x0,40

J

K

L

M

N

O

P9 0,20x0,40

P8 0,20x0,40

P

Q

P10 0,20x0,40

P11 0,20x0,40

14.09

25.00

P13 0,20x0,40

Hortifruti

P14 0,20x0,40

P15 0,20x0,40

P16 0,20x0,40

Armazenagem

P17 0,20x0,40

Armazenamento cozinhas industriais

A = 150,00m²

A = 253,75m²

0,40m

10.15

P12 0,20x0,40

96 10.

2 3

10.00

4.85

1

A

Projeto estrutural Pavimento térreo - Mercado e armazenamento Escala 1/150 Folha 16/31

5.00

A = 164,50m²

4 5

P22 0,20x0,40

P23 0,20x0,40

P24 0,20x0,40

P25 0,20x0,40

P19 0,20x0,40

15.00 P26 0,20x0,40

P27 0,20x0,40

3.00

P20 0,20x0,40

P21 0,20x0,40

P28 0,20x0,40

Sanitário fem.

18.81

Detalhe do pilar s/escala

A = 15,00m² P29 0,20x0,40

5.00

P30 0,20x0,40

Sanitário masc. A = 15,00m²

P32 0,20x0,40

P33 0,20x0,40

P34 0,20x0,40

P35 0,20x0,40

P36 0,20x0,40

P37 0,20x0,40

P38 0,20x0,40

5.00

16.10

Sanitário PNE A = 4,57m²

P40 0,20x0,40

A = 646,41m²

Elevador

Salão do mercado

+1,00

2.00

1.70

8

P39 0,20x0,40

2.50

P31 0,20x0,40

7

2.95

Pele de vidro

6

0,20m

A = 15,00m²

3.00

P18 0,20x0,40

Câmara fria

P42 0,20x0,40

P43 0,20x0,40

P44 0,20x0,40

P45 0,20x0,40

P46 0,20x0,40

P47 0,20x0,40

Elevador

P41 0,20x0,40

2.00

1.60

9

1.60

sobe

10

40.15

Pele de vidro

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto estrutural Pavimento térreo - Restaurante 1 e lojas A

1

B C

P1 0,20x0,40

D

E

F

P4 0,20x0,40

P3 0,20x0,40

P2 0,20x0,40

6.15

6.15

6.15

H

G

I

P6 0,20x0,40

P5 0,20x0,40

P7 0,20x0,40

6.15

6.15

Escala 1/100 Folha 17/31

6.15

Cafeteria

A = 36,90m²

6.00

6.00

A = 36,90m²

P11 0,20x0,40

P13 0,20x0,40

P12 0,20x0,40

P14 0,20x0,40

Detalhe do pilar s/escala

A = 15,00m² P18 0,20x0,40

Sanitário fem. A = 15,00m²

5.00

Salão do restaurante

P20 0,20x0,40

A = 144,17m² 1.70 Sanitário PNE 0.39

P21 0,20x0,40

8.00

sobe

P17 0,20x0,40

P16 0,20x0,40

8.00

5.00

Pele de vidro

P15 0,20x0,40

P19 0,20x0,40

0,20m

Sanitário masc.

A = 4,57m²

5

A = 36,90m²

6.00

3.00

4

A = 36,90m²

Loja 4

Loja 3

2.00

Elevador

3.00

3

Loja 2 A = 36,90m²

P10 0,20x0,40

1.60

2.00

Elevador

1.60

2

P9 0,20x0,40

P8 0,20x0,40

Loja 1

0,40m

Sorveteria

6.00

6.00

6.00

6.00

A = 36,90m²

Cozinha industrial

+1,00 P22 0,20x0,40

15.60

A = 48,00m² P23 0,20x0,40

P24 0,20x0,40

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


0,40m

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto estrutural Pavimento térreo - Restaurantes 2 e 3

0,20m

Detalhe do pilar s/escala

Escala 1/100 Folha 18/31

1.83

P4 0,20x0,40

P5 0,20x0,40

+1,00

Sanitário PNE

+1,00

F

A = 4,57m²

G

P6 0,20x0,40

Sanitário PNE A = 4,57m²

1.70

1.70

P7 0,20x0,40

Sanitário masc.

A = 14,40m²

A = 14,40m² 5.00

P9 0,20x0,40

5.00

2.88

P11 0,20x0,40

P10 0,20x0,40

Salão do restaurante

Salão do restaurante

Sanitário fem.

5.00

Sanitário fem.

A = 245,34m²

A = 245,34m²

A = 14,40m²

A = 14,40m² P13 0,20x0,40

P16 0,20x0,40

P18 0,20x0,40

P17 0,20x0,40

P20 0,20x0,40

13.05

P12 0,20x0,40

P19 0,20x0,40

Pele de vidro

Cozinha industrial

P21 0,20x0,40

P14 0,20x0,40

P22 0,20x0,40

Pele de vidro

5.15

7.00

4

Sanitário masc.

E

2.87

P8 0,20x0,40

P3 0,20x0,40

P2 0,20x0,40

D

P15 0,20x0,40

7.00

2 3

C

2.88

P1 0,20x0,40

2.88

1

B

1.83

A

A = 35,00m²

Cozinha industrial

5

P23 0,20x0,40 P24 0,20x0,40

A = 35,00m²

18.80

18.80 P25 0,20x0,40

P27 0,20x0,40

5.00 P26 0,20x0,40

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


A

D

C

P1 0,20x0,40

E

F

P2 0,20x0,40

Projeto estrutural Pavimento térreo - Restaurantes 4, 5 e portaria G Escala 1/100; 1/150 Folha 19/31

6.00

Cozinha industrial

A

18.85

1

5.00

A = 16,75m²

P16 0,20x0,40

3.35

P17 0,20x0,40

P18 0,20x0,40

P11 0,20x0,40

3

P20 0,20x0,40

4.93

2.50

1.50

P6 0,20x0,40

Vestiário A = 10,00m² P7 0,20x0,40

Descanso/copa A = 41,60m²

+1,00

P12 0,20x0,40

10.40

P10 0,20x0,40

P9 0,20x0,40

P8 0,20x0,40

P13 0,20x0,40

1.50

P14 0,20x0,40

Portaria Escala 1/100

Restaurante 4 Escala 1/150 A 1

B

E

G

Detalhe do pilar s/escala

3.94

P3 0,20x0,40

Sanitário PNE A = 4,57m² P4 0,20x0,40

P7 0,20x0,40

P6 0,20x0,40

P5 0,20x0,40

2.50

P8 0,20x0,40

4.00

Sanitário masc.

Salão do restaurante A = 224,03m²

A = 12,00m²

4

F

0,20m

P2 0,20x0,40

2 3

D

C

P1 0,20x0,40

3.00

P9 0,20x0,40

P10 0,20x0,40

4.00

+1,00

Sanitário fem.A = 12,00m²

3.00

P19 0,20x0,40

Sanitário fem.

5

P11 0,20x0,40

P12 0,20x0,40

Pele de vidro

P13 0,20x0,40

P14 0,20x0,40

P15 0,20x0,40

4.15

4.85

6

A = 262,17m²

3.35

2

P14 0,20x0,40

P5 0,20x0,40

P4 0,20x0,40

A = 16,75m²

Salão do restaurante P15 0,20x0,40

1.70

P13 0,20x0,40

P3 0,20x0,40

14.00

P12 0,20x0,40

Sanitário PNE A = 4,57m²

4.00

P11 0,20x0,40

F

1.70

P10 0,20x0,40

E

1.50

Cabine de controle de saída A = 6,00m²

2.50

+1,00

Sanitário masc.

5

P2 0,20x0,40

P9 0,20x0,40

5.00

4

P1 0,20x0,40

P8 0,20x0,40

P7 0,20x0,40

3

D

Cabine de controle de entrada A = 6,00m²

P6 0,20x0,40

C

A = 6,00m²

10.00

P5 0,20x0,40

B

4.00

Pele de vidro

0,40m

P4 0,20x0,40

10.85

7.35

2

Administração/ câmeras 4.00

A = 65,10m² P3 0,20x0,40

4.00

1

B

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

Cozinha industrial

P16 0,20x0,40

P17 0,20x0,40

Pele de vidro

A = 33,95m²

6

Pele de vidro

Restaurante 5 Escala 1/150

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


C

P1 0,20x0,40

P2 0,20x0,40

P3 0,20x0,40

A = 36,90m²

P17 0,20x0,40

P18 0,20x0,40

P19 0,20x0,40

4.94

12.45 6.15

Sala de aula 4

A = 36,90m²

P16 0,20x0,40

6.00

Sala de aula 4

0,20m

Detalhe do pilar s/escala

6.00

Guarda-corpo h=1,10m

22.14

Sala de aula 4

A = 36,90m² A = 36,90m²

6.00

P12 0,20x0,40

6.00

P15 0,20x0,40

P14 0,20x0,40

6.00

P11 0,20x0,40

A = 36,90m²

P13 0,20x0,40

Guarda-corpo h=1,10m

P10 0,20x0,40

6.00

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Projeto estrutural Primeiro Pavimento - Bloco educacional Escala 1/100 Folha 20/31

A = 36,90m²

Sala de aula 4

6.15 P9 0,20x0,40

P20 0,20x0,40

6.00

6.00

sobe

San. masculino P22 0,20x0,40

P21 0,20x0,40

Elevador

3.90

San. feminino Guarda-corpo h=1,10m

1.60

P24 0,20x0,40

4.46

P23 0,20x0,40

2.00

6.00

A = 23,40m²

8

P6 0,20x0,40

Laboratório

A = 23,40m²

7

P5 0,20x0,40

A = 74,70m²

3.90

6

F

P8 0,20x0,40

6.00

6.15

5

Sala de aula 4

6.15 P7 0,20x0,40

6.15

4

P4 0,20x0,40

E

10.00

2

3

D

0,40m

B

Sala de aula 4

1

A

9

P25 0,20x0,40

16.27 Sobe

Passeio público

Pele de vidro

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

Avenida Dellapar 94,34

Projeto elétrico Pavimento inferior - Estacionamento Escala 1/350 Folha 21/31

+3,00

79

90

104

118

18

32

49

66

80

91

105

119

132

145

1.60

19

33

50

67

81

92

106

Elevador

1.65

Elevador

1.60

144

120

LEGENDA

Muro de arrimo h = 3,00m

65

2.00

48

2.00

sobe

31

Elevador

17

,56

Muro de arrimo h = 3,00m

12

+3,00

Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm

Muro de arrimo h = 3,00m

Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

146

1.60

87,

sobe

1 20

34

51

68

82

93

107

121

21

35

52

69

83

94

108

122

133

148

159

172

22

36

53

70

84

95

109

123

134

149

160

173

23

37

54

71

85

96

110

124

135

150

161

174

24

38

55

72

97

111

125

136

151

162

175

98

112

126

137

152

163

176

99

113

127

138

153

164

177

100

114

128

139

154

165

178

147

29

2

5 86 Elevador

2.00

Elevador

25

39

56

73

26

40

57

74

27

41

58

75

28

42

59

76

87

101

115

129

140

155

166

179

29

43

60

77

88

102

116

130

141

156

167

180

30

44

61

78

89

103

117

131

142

157

168

181

143

158

169

182

170

183

171

184

7 sobe

8

9

10 11

12

Muro de arrimo h = 3,00m

2.00

1.60

6

Ponto de luz no teto Ponto de luz na parede

4

1.60

Muro de arrimo h = 3,00m

96,25

3

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm

S Interruptor S Interruptor paralelo

13

14 45

62

46

63

47

64

3.00

Rampa i=20%

Muro de arrimo h = 3,00m

14.00

4.14

Elevador

4.00

Rampa i=20%

sobe

16

14.00

15

3.00

0,00

0,00

138,84

Avenida Governador Mario Covas Junior

Caixa de força


4.70

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

S

S

2.50 2.70

S

2.50

Cantina

6.15

A = 12,69m²

Sala de aula 4 A = 36,90m²

12.45

6.00

6.15

S

Laboratório A = 74,70m²

Sala de aula 3 A = 36,90m²

6.00

S Área de convivência A = 109,51m²

Sala de aula 2

Direção

A = 36,90m²

A = 36,90m²

6.15

22.17

S

6.00

6.15

Projeto elétrico Pavimento térreo - Bloco educacional Escala 1/100 Folha 22/31

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm

6.00

Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

6.00

S

S

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm

Sala de aula 1

6.00

6.15

Ponto de luz no teto

Coordenação

A = 36,90m²

Caixa de força

S Interruptor S Interruptor paralelo

A = 36,00m²

6.00

Ponto de luz na parede

6.00

4.94

6.00

San. masculino

S

sobe

S

3.90

A = 23,40m²

4.14

A = 111,50m²

A = 23,40m²

4.00

Espera

4.46

3.90

Recepção Elevador

San. feminino

S

6.00

A = 27,83m²

16.27 Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


A = 15,00m² 5.00

Vestiário masc.

A = 9,00m²

A = 9,00m²

3.00

3.00

3.00

Vestiário fem.

3.00

3.00

3.00

Descanso de func.

S

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

S

Almoxarifado A = 12,00m²

3.00

S

S

S

DML

A = 6,00m²

4.00

2.00

20.00

Projeto elétrico Pavimento térreo - Blocoadministrativo Escala 1/100 Folha 23/31 Auditório A = 400,00m²

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm Ponto de luz no teto Ponto de luz na parede

Caixa de força

S Interruptor S Interruptor paralelo

S

20.00

3.50

17.25

San. masculino A = 17,50m² 5.00

A = 81,73m² 10.80

1.50

S

Elevador

1.60

A = 17,50m²

S

1.65

San. feminino 3.50

Recepção

sobe

S

Proj. teto de vidro 5.00

A = 9,00m² 3.00

A = 9,00m²

3.00

3.00

Financeiro A = 9,00m² 3.00

Gerência

3.00

RH

A = 9,00m²

S 3.00

Marketing

S 3.00

Eventos

S 3.00

A = 26,21m²

5.12

S

S 3.00

S 5.12

Sala de reunião

1.04

15.75

A = 13,95m² 4.65

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

Projeto elétrico Pavimento térreo - Mercado e armazenamento Escala 1/150 Folha 24/31

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm Ponto de luz no teto Ponto de luz na parede

Caixa de força

S Interruptor S Interruptor paralelo

S

S S

25.00

14.09

10.00

10.00

Armazenamento cozinhas industriais

A = 150,00m²

96

Armazenagem

10.

10.15

S

Hortifruti A = 253,75m²

A = 164,50m²

S

18.81

S

Sanitário fem.

3.00

15.00

A = 15,00m²

S

Sanitário masc.

3.00

5.00

A = 15,00m²

Sanitário PNE

2.50

Salão do mercado

S

A = 7,50m²

A = 646,41m²

Elevador

2.00

3.00

1.60

Elevador

2.00

16.10

5.00

1.60

sobe

40.15

SS

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

Projeto elétrico Pavimento térreo - Restaurante 1 e lojas Escala 1/100 Folha 25/31

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm Ponto de luz no teto Ponto de luz na parede

Caixa de força

A = 36,90m²

A = 36,90m²

A = 36,90m²

Loja 2 A = 36,90m²

S

6.15

Loja 3 A = 36,90m²

Loja 4

6.00

5.00

Salão do restaurante

sobe

Cozinha industrial 8.00

Sanitário fem.

S

A = 48,00m²

A = 15,00m² 5.00

1.70

3.00

A = 144,17m²

8.00

A = 15,00m²

S

Sanitário masc.

S

3.00

1.60

Elevador

6.15

A = 36,90m²

2.00

1.60

2.00

Elevador

Loja 1

S

6.15

6.00

Cafeteria

S

6.15

6.00

Sorveteria

S

6.15

6.00

S

6.15

6.00

6.00

S

6.00

S Interruptor S Interruptor paralelo

3.00 S Sanitário

PNE

A = 5,10m²

S

15.60

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

1.83

2.88

S

Recepção

A = 4,57m²

Sanitário PNE

Recepção

A = 4,57m² 2.50

2.50

S

S

Sanitário masc.

S

Sanitário PNE

S

5.00

Sanitário masc.

A = 14,40m²

A = 14,40m²

5.00

1.87

S Interruptor S Interruptor paralelo

Caixa de força

S

Ponto de luz na parede

0.04

Ponto de luz no teto

1.83

Projeto elétrico Pavimento térreo - Restaurantes 2 e 3 Escala 1/100 Folha 26/31

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm

S

Sanitário fem.

S

2.88

5.00

Sanitário fem.

A = 14,40m²

A = 14,40m² 5.15

Salão do restaurante

13.05

5.00

Salão do restaurante A = 245,34m²

A = 245,34m²

Cozinha industrial

Cozinha industrial

A = 35,00m² 7.00

7.00

A = 35,00m²

S

S 18.80

1.99

5.00

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

10.85

Projeto elétrico Pavimento térreo - Restaurantes 4, 5 e portaria Escala 1/100; 1/150 Folha 27/31

6.15

Cozinha industrial A = 65,10m²

S

10.00

7.35

18.85

Salão do restaurante A = 262,17m²

2.50

S

Sanitário PNE A = 8,37m² 3.35

3.35

3.35

4.00

A = 16,75m²

Vestiário A = 10,00m²

4.00

A = 16,75m²

2.50

Administração/ câmeras A = 6,00m²

Sanitário fem.

5.00

Sanitário masc.

Recepção

Descanso/copa

4.00

4.00

A = 41,60m²

S

Cabine de controle de saída A = 6,00m²

S

S

Restaurante 4 Escala 1/150

S Cabine de controle de entrada A = 6,00m²

S

S

11.85

1.50

1.50

10.40

Portaria Escala 1/100 S

20.00

Recepção

S

3.00

Sanitário PNE A = 7,50m² 2.50

Salão do restaurante

A = 12,00m²

A = 224,03m²

14.00

Sanitário masc.

S

3.00

4.00

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm

4.00

Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm

3.00

S

Sanitário fem.

Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

A = 12,00m² 4.15

4.85

5.00

S

S

1.50

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm

A = 33,95m²

Ponto de luz no teto S

Cozinha industrial

Restaurante 5 Escala 1/150

Ponto de luz na parede

S Interruptor S Interruptor paralelo

Caixa de força

Sobe

Passeio público

Planta chave S/ escala


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

S

S

1.61

10.00

Sala de aula 4 A = 36,90m²

12.45

6.00

6.15

S

Laboratório A = 74,70m²

Sala de aula 3

6.00

Sala de aula 2

6.15

S

22.14

Guarda-corpo h=1,10m

6.15

S

6.00

Guarda-corpo h=1,10m

A = 36,90m²

Projeto elétrico Primeiro Pavimento - Bloco educacional Escala 1/100 Folha 28/31

Sala de aula 5

A = 36,90m²

LEGENDA Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=30cm

A = 36,90m²

Tomada universal 220V 3 polos - media h=140cm Tomada universal 220V 3 polos - baixa h=70cm

6.00

6.00

S

S

Tomada universal 220V 3 polos - alta h=220cm Ponto de luz no teto

Sala de aula 1

Sala de aula 6

A = 36,90m²

A = 36,00m²

6.00

6.00

6.15

Ponto de luz na parede

Caixa de força

S Interruptor S Interruptor paralelo

6.00

4.94

6.00

San. masculino

S

sobe

3.90

A = 23,40m²

2.00

S

Guarda-corpo h=1,10m

1.60

4.46

3.90

A = 23,40m²

Elevador

San. feminino

S

6.00

16.27 Sobe

Passeio público

Pele de vidro

Planta chave S/ escala


Acesso de serviço - carga e descarga

Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down

Avenida Dellapar

+3,00 +3,00

CI

CI

CI

Projeto hidráulico Pavimento térreo - esgoto, água fria e água quente Escala 1/300 Folha 29/31

Horta A = 320,00m²

Vestiário masc.

Vestiário fem.

Descanso de func.

Almoxarifado

DML +1,00

Caixa d'água

Palco

Armazenamento cozinhas industriais

Armazenagem

Hortifruti +1,00

Câmara fria

Auditório

CI

Sanitário fem.

CI

+1,00 Espelho d'água

Sanitário masc.

PNE

CI

CI

CI

Recepção

Salão do mercado

Bancos

Elevador

A = 81,73m²

Elevador

sobe

+1,00

Elevador

San. feminino

LEGENDA

Cozinha industrial

Sanitário PNE

San. masculino

CI

PNE

Proj. teto de vidro

sobe

Caixa sifonada

Sala de reunião A = 26,21m²

Eventos A = 9,00m²

Marketing A = 9,00m²

Financeiro

RH A = 9,00m²

+1,00

Gerência

Sanitário PNE

A = 13,95m²

A = 9,00m²

CI

CI

Sanitário fem. CI

CI

CI

Sanitário masc.

Cafeteria

Sorveteria

Cantina

Loja 2

Loja 1

CI

Salão do restaurante

Caixa de inspeção

Loja 4

Loja 3

CI

Elevador

Sala de aula 4

Deck

Elevador

CI

A = 36,90m²

Sanitário masc.

Laboratório

Colunas de água fria

sobe Sanitário fem.

CI

Colunas de água quente

CI

CI

Sanitário PNE

Sala de aula 3

Cozinha industrial

Salão do restaurante

+1,00

CI

A = 36,90m²

Direção

Área de convivência

A = 36,90m²

A = 109,51m² CI

CI

Deck

Sala de aula 2 A = 36,90m²

Sanitário PNE

+1,00

Sanitário PNE

+1,00

CI

CI

Sanitário PNE

CI

Sanitário masc.

Sanitário masc.

Coordenação A = 36,00m²

CI

Sanitário fem.

Sanitário fem.

Sanitário masc.

Salão do restaurante A = 224,03m²

CI

CI

Sala de aula 1

Sanitário fem.

A = 36,90m²

+1,00

CI

Salão do restaurante

Salão do restaurante

A = 245,34m²

CI

CI

PNE

A = 245,34m²

CI

sobe

San. masculino

Cozinha industrial

Cozinha industrial CI

Elevador

San. feminino

CI

Recepção PNE

Final da

Cozinha industrial A = 35,00m²

rampa

+1,00

A = 111,50m²

CI

Espera

Descanso/copa

da ram

pa

Rampa i=20% Desce

+1,00

Desce

Praça de convivência

Rampa i=20%

Ram p i=8,3 a 3%

Rampa i=20%

Final da rampa

a mp Ra ,33% 8 = i

pa

m

ra

+1,00

CI

Final

da

0,00

pa m % Ra 8,33 i=

Vestiário

Cabine de controle de entrada

al

Desce Cabine de controle de saída

n Fi

+1,00

Administração/ câmeras

Rampa i=20%

A = 27,83m²

0,00

Sobe

VAI PARA A REDE PÚBLICA

Guia rebaixada

Entrada e saída de pedestres

Saída de veículos

Guia rebaixada

Entrada de veículos

Passeio público

Avenida Governador Mario Covas Junior


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Maquete eletrônica Folha 30/31


Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down Maquete eletrônica Folha 31/31

Profile for Carolina Furlan

Centro Gastronômico e Educação Para Pessoas com Síndrome de Down  

Trabalho de conclusão de curso completo, referente a um Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down. Universidade Mogi...

Centro Gastronômico e Educação Para Pessoas com Síndrome de Down  

Trabalho de conclusão de curso completo, referente a um Centro Gastronômico e Educação para Pessoas com Síndrome de Down. Universidade Mogi...

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