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Propriedade: Escolas de Apúlia - Avenida da Praia 4740-033 Telefone: 253 960 030 - Fax: 253 982 198

Email: opalavrinha@sapo.pt Internet: www.jornalpalavrinha.blogspot.com

Direção, Composição e Fotografia: Alexandra Monteirinho e Silvina Carvalho Impressão: Escola Básica Integrada de Apúlia

Janeiro 2013

Ano: XII Preço: 1€

Ensino Articulado—página 5

O MEGA-AGRUPAMENTO QUADRO DE EXCELÊNCIA SEMANA DA ALIMENTAÇÃO SÃO MARTINHO PNLP CASTRO SÃO LOURENÇO

Caminhada —página 9

ROSA DOS VENTOS DIA NO LABORATÓRIO DIA MUNDIAL DA SIDA BALEIA NA APÚLIA FEIRA DO LIVRO O NATAL NAS ESCOLAS Orientação—página 19


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A escola é um espaço onde se partilha e constrói pilares importantes na nossa vida. Todas as pessoas que passaram pela nossa escola, fazem parte da sua história e deixam registado o seu percurso e saudade. No final do ano de 2012 foram muitas as que nos deixaram, umas para outras escolas, outras que terminaram uma etapa da sua vida, com o dever profissional cumprido, embarcando noutra aventura – Reformadas (professoras e funcionárias), partiram para aproveitar o melhor que a vida ainda tem para lhes dar. Um agradecimento muito especial para todas elas. Profª Teresa Felício Sentir-se estar aposentada é bom. No entanto, são muitas as emoções que pairam, no meu coração - saudades, vontade de rever os alunos, colegas, pessoal auxiliar e até as próprias associações, que sempre me deram muito apoio e valorizaram, aquilo a que sempre me disponibilizei fazer. Sinto, dentro de mim, que ainda tenho algo para poder oferecer às escolas, das quais fiz parte durante tantos anos! Peçam–me, convidem–me, não se inibam de me solicitar! Quero ser desejada, não aborrecida! Darei o meu melhor, porque as faculdades, se não forem bem aproveitadas e trabalhadas, vão morrendo. Como gosto de vos rever, alunos/meninos, colegas! Bem-haja pelo valor que sempre me deram! Adoro–vos. Armanda Gaifém

“Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha. Porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha. Mas não vai sozinha e nem nos deixará sós, porque leva um pouco de nós e deixa um pouco de si. Há os que levam muito e deixam pouco. Há os que levam pouco e deixam muito. Essa é a mais bela responsabilidade na vida, e a prova de que não nos encontramos por acaso.” Clara Coelhoso professora aposentada de EVT

professora aposentada do 1º Ciclo Ao longo da minha longa carreira, a Escola evoluiu muito, proporcionando uma maior proximidade entre direção, professores, funcionários e alunos. Preocupei-me sempre em mostrar disponibilidade para ensinar os alunos a aprender e a formá-los enquanto pessoas. Dei muito, mas também recebi. No final de uma vida profissional, restame o sentimento do dever cumprido, a sensação de ter contribuído para um mundo melhor, com pessoas dotadas de pensamento crítico, mais participativas e ativas na sociedade. Laura Sandim professora aposentada de Matemática

No passado dia 30 de setembro algumas professoras e funcionárias das Escolas de Apúlia colocaram um ponto final nas suas carreiras, ao fim de algumas décadas dedicadas ao ensino, dando início a uma nova etapa nas suas vidas – a aposentação. As professoras Laura Sandim professora de Matemática no segundo ciclo, Clara Coelhoso, professora de Educação Visual e Tecnológica, também no segundo ciclo e Armanda Gaifém, professora do primeiro ciclo, viram assim chegar ao fim uma vida dedicada ao Ensino, tendo sido, com certeza, responsáveis pela educação de milhares de crianças ao longo dos últimos 40 anos!!! Os alunos, alguns encarregados de educação e os seus colegas de profissão não quiseram deixar em branco esta data, tendo-lhes preparado algumas surpresas, na hora da despedida, que culminaram num jantar de homenagem realizado na cantina da nossa Escola, no dia 12 de outubro. Nessa altura houve discursos, muita emoção e brindes a uma aposentação repleta de SAÚDE e FELICIDADE. Bem hajam pelos anos que estiveram ao serviço da Escola Pública Portuguesa, sobretudo pelos anos que dedicaram às crianças de Apúlia. Clube de Jornalismo


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O “Mega Agrupamento” Um dos momentos mais marcantes do ano de 2012 para as Escolas foi, sem dúvida, o seu processo de agregação. Mais uma vez, as políticas educativas governamentais procuram soluções “eficazes” para o sucesso dos alunos sem analisar devidamente o trabalho que é feito em cada escola em particular, os seus resultados e as características da sua comunidade. Como podem promover a agregação de escolas que, reconhecidamente funcionam bem, que mostram uma evolução positiva dos resultados escolares dos seus alunos, e que conseguiram conquistar a sua identidade e maturidade? De acordo com a tutela, “agrega-se para garantir e reforçar a coerência do projeto educativo e a qualidade pedagógica das escolas…” e ainda, “...promove -se a simplificação e integração dos instrumentos de gestão estratégica, de modo que estes sejam facilmente apreendidos por toda a comunidade educativa e proporcionem melhores condições de eficácia.” O futuro permitirá analisar se assim o será, se o ideal não seria, porventura, o que cada Escola constrói em função do meio em que está inserida, abraçada pela paixão de todos os que nela trabalham, se a agregação irá, efetivamente, reforçar a construção de um projeto educativo grandioso e, supostamente, mais eficaz, na promoção do sucesso educativo da grande comunidade. Quando me candidatei à direção do Agrupamento de Escolas de Apúlia foi com a motivação de desenvolver um projeto atrativo, funcional, potenciador da melhoria organizacional e do sucesso educativo desta comunidade porque estou emocionalmente ligada a ela. Trabalhei como professora neste Agrupamento muitos anos, tempo que me fez criar uma ligação muito forte a esta comunidade, que fez despertar em mim uma vontade de fazer mais, o sonho de transformar para melhor o processo de ensino, e a vivência deste Agrupamento. A proximidade que consegui com todos os seus elementos facilitou o trabalho que desenvolvi. É na proximidade que se potenciam compromissos. É muito importante que os alunos e os pais saibam que a direção os conhece, que acompanha diariamente, que tem como missão ajudá-los em todo o seu percurso escolar. Assim se consegue a estabilidade e a colaboração comprometida entre todos. A minha determinação e motivação tiveram o apoio incondicional de uma excelente equipa de colaboradores, professores e funcionários, que juntos pela mesma causa, desenvolveram um excelente trabalho colaborativo. Tudo isto porque havia uma atmosfera de proximidade que, inevitavelmente, se vai perder com esta nova realidade organizacional – o “Mega Agrupamento”. Este sentimento é vivenciado, também, pela direção do Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira, uma comunidade escolar que cresceu como a nossa, trabalhando em prol da sua comunidade educativa. Nesta nova realidade orgânica “O grande Agrupamento de Escola de António Correia de Oliveira”, iremos encontrar, certamente, formas de sobrevivência. A CAP (Comissão Administrativa Provisória), presidida pelo Professor Neiva, que poderá contar sempre com o meu apoio, vai permitir que Apúlia mantenha a sua identidade e o seu percurso no sentido de alcançar o sucesso educativo e reforçar os valores e os princípios da Educação. O trabalho que temos desenvolvido, tem sido no sentido de facilitar o envolvimento destas duas comunidades que forçosamente se uniram, de inspirar as pessoas que nela trabalham e de gerir os recursos de maneira a que os aspetos negativos se façam sentir o menos possível. A articulação vertical desejada não se consegue por decreto, agregando escolas, consegue-se com uma boa gestão de todos os recursos e com o envolvimento e motivação de todos os elementos desta grande comunidade. Todos juntos a lutar por uma grande causa – o sucesso e o bemestar comuns. A subdiretora da CAP, Professora Teresa Felício


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QUADRO DE EXCELÊNCIA Parabéns pelos resultados académicos alcançados no 3º período do ano letivo 2011/2012!


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O ENSINO ARTICULADO NA EBI de APÚLIA A Escola Básica Integrada de Apúlia começou a ter turmas com Ensino Articulado de Música no ano letivo 2010/2011. Neste momento existem duas turmas, uma no sexto ano, 6º G, e uma no sétimo ano – 7ºF. A maioria dos alunos destas turmas começou a aprender música (mais a sério!) aos dez anos, passando a frequentar nessa altura a Escola de Música de Esposende, depois de terem tido já alguma experiência nesta área durante o primeiro ciclo. Quase todos afirmam gostar de música, ou desde sempre, ou desde muito pequenos. A maioria foi influenciada pelos pais ou outros familiares, mas alguns tomaram eles próprios, a iniciativa de frequentar aulas de Música. Para estes alunos, Música é sinónimo de divertimento, beleza, sonho, criatividade e alegria, algo que encanta o ouvido de toda a gente e nos consegue transportar para outro mundo, onde não há problemas, “um mundo encantado”. Há ainda quem acrescente que esta área artística é a sua vida, uma parte deles, que os consola, que é um refúgio do dia-a-dia. Os instrumentos que os alunos tocam, não foram inicialmente escolhidos por eles; foi algo imposto pela Escola de Música, de acordo com as audições realizadas. Apesar disso, neste momento, todos parecem satisfeitos, independentemente, de tocarem bandolim, clarinete, trompete, piano ou flauta transversal. Alguns manifestaram, no entanto, o seu desejo de aprender a tocar um instrumento diferente, não porque estão descontentes com o que tocam atualmente, mas mais porque outros sons lhes despertam muita curiosidade. Este ano, os alunos não têm de ir até à Escola de Música, uma vez que todas as suas aulas - instrumento, coro e formação musical - são lecionadas na EBI de Apúlia, para onde se deslocam os professores de Música. Para tal, o horário da turma foi devidamente planeado e as aulas de Música são todas lecionadas no turno tarde, tendo os alunos no turno da manhã as aulas das restantes disciplinas. Finalmente acrescente-se ainda, que o que os alunos mais gostam no ensino da Música é de aprender coisas novas, tocar os seus instrumentos e cantar. O ensino da Música é totalmente gratuito, tendo os pais ou os encarregados de educação apenas de comprar o instrumento dos seus educandos, existindo ainda a hipótese de alugá-los mensalmente à Escola de Música. A Diretora de Turma do 7ºF Profª Alexandra Monteirinho


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Premiados (uma vez mais!) No ano letivo transato, respondendo ao desafio lançado pela Associação “Ponte nas Ondas”, sugerimos aos alunos que participassem no VI Certame de Recolha da Tradição Oral, concurso galaico-português em que participáramos em edições anteriores e que já nos bafejara com alguns prémios.

muito simpático e um almoço acolhedor na cantina da Escola Secundária. Depois de uma visita aos pontos mais importantes da vila, deixámos Caminha, trazendo o prémio atribuído e também uma lembrança da Câmara Municipal.

Talvez para provar que a tradição se deve manter, uma vez mais fomos contemplados com um saboroso 2.º Prémio. Depois de ultrapassados alguns obstáculos, lá rumámos a Caminha (vila onde este ano se realizou a cerimónia de entrega de prémios), a 26 de outubro, para participarmos num evento muito agradável, num soalheiro dia de outono. Como vem sendo hábito, fomos muito bem recebidos pela organização que nos brindou com um espetáculo

Alunos participantes: Amália Pereira – 6.º G; Ana Catarina Pontes - 6.º G; Rúben Cruz – 6.º G; Bruna Miranda - 7.º H; Daniel Pereira – 9.º D; Mónica Machado – 9.º G

Professoras coordenadoras: Maria Enes e Sameiro Carvalhido Durante a cerimónia, houve atuações musicais, umas portuguesas, outras galegas. Ana Pontes e Rúben Cruz - 6.º G Eu participei na recolha de textos e canções tradicionais, com outros colegas da EBI de Apúlia, trabalho que nos permitiu obter o 2.º prémio. Participar nesta atividade foi divertido, educativo e também uma maneira de usufruir de um dia agradável num espaço diferente e em contacto com uma outra língua. Quando os professores nos contaram que a nossa escola tinha ganho o 2.º prémio, fiquei muito contente, visto que o trabalho dos alunos e professores tinha sido reconhecido. No dia 26 de outubro, saímos da escola pelas 9h30. Fomos em busca do prémio e da cultura que a vila de Caminha tinha para nos oferecer. Bruna Miranda - 7.º H Quando chegámos a Caminha, dirigimo-nos para a Câmara Municipal, onde fomos recebidos por elementos da organização que foram muito atenciosos. Pouco depois, começou a sessão apresentada por um senhor que era galego.

Por tudo isso, vale a pena participar neste tipo de atividades, envolvendo a escola e a família. Daniel Pereira - 9.º D


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DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO No dia 16 de outubro comemorámos o dia mundial da alimentação. Após uma semana com várias atividades direcionadas para o conhecimento dos alimentos saudáveis e ao seu consumo, quis a escola, proporcionar a todos os alunos, a concretização de uma refeição onde predominasse esse conceito. Assim, foi oferecido um pequeno-almoço saudável com diversos alimentos, com o objetivo de levar os alunos e as famílias a valorizarem mais esta refeição e a enriquecê-la, tomando consciência de que é a mais importante do dia. Os alunos e suas famílias foram convidados a colaborar, trazendo uma peça de fruta que, juntamente com cereais, leite, sumo, iogurte, pão, manteiga, fiambre, queijo e compotas diversas, fizeram parte do pequeno-almoço. Assim, cada aluno compôs a sua refeição, de acordo com os seus gostos pessoais. O dia contou ainda com um lanche especial! Foi feita e servida a todos os alunos, uma salada de fruta no lanche da tarde. Ainda no âmbito das comemorações deste dia, desenvolvemos, no dia 15, uma atividade proposta pela Eng. Joana, técnica da Câmara Municipal de Esposende. A atividade consistiu na realização de um peddy papper no qual os alunos foram convidados a testar os conhecimentos sobre alimentação saudável e estilos de vida saudáveis. Um agradecimento especial à Dr.ª Aurélia, proprietária da Farmácia de Apúlia e ao Sr. Paulo Fortes Lima que ofereceram os iogurtes e os cereais para a realização da atividade. Agradecemos também à Associação de Pais da EB1/JI do Facho, por toda a colaboração prestada. EB1/JI do Facho

SEMANA DA ALIMENTAÇÃO Uma vez mais decorreu na nossa Escola, entre os dias 15 e 19 de outubro a “Semana da Alimentação”, como forma de sensibilização para uma alimentação saudável. Com o objetivo de realçar a importância do pequeno-almoço como refeição prioritária, foi servido um pequeno-almoço saudável a todos os alunos da escola, conforme calendário pré-definido. Os intervenientes (alunos, professores e assistentes operacionais) puderam criar o seu pequeno-almoço escolhendo entre vários ingredientes saudáveis: cereais, iogurte, fruta diversa, leite, sumo, pão com manteiga e/ou doce. Este ano contamos também com a participação dos alunos da EB1 de Areia, porque como diz o ditado, “De pequenino é que se torce o pepino”, e quanto mais cedo forem ensinados hábitos de vida saudáveis, como a ingestão diária de um bom pequeno-almoço, maior será a nossa qualidade de vida. Adivinha-se por isso um futuro muito mais risonho, tranquilo e salutar. A Coordenadora do Projeto Educação para a Saúde Profª Cláudia Ramos


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“À descoberta do Magusto” O grupo de Educação Física da Escola EBI de Apúlia foi mais uma vez “À descoberta de Apúlia” no passado dia 10 de novembro. Inserida nas comemorações do Magusto, esta atividade foi além da degustação das tradicionais castanhas. Encontrar novos contornos da freguesia, a par de exercício físico foi o mote desta iniciativa, que apesar das condições climatéricas menos favoráveis, teve grande adesão. Se a lenda nos conta que S. Martinho partilhou a capa com o mendigo para o resguardar da chuva, os nossos alunos, seguramente, partilharam sorrisos e vontade. É caso para dizer: “S. Martinho, castanhas e caminho!”. O Grupo de Educação Física

Quadras de S. Martinho No âmbito do projeto PROSEPE (Projeto de Sensibilização e Educação Florestal da População Escolar) e através do Clube “Os Fachos da Floresta” foi lançado o concurso “Quadras de S. Martinho, Castanhas e Castanheiros”. O desafio foi lançado a todos os alunos do pré-escolar e 1º ciclo que, juntamente com as famílias, deveriam elaborar uma quadra inédita alusiva ao tema, escrevê-la de acordo com as normas recebidas e ser ilustrada pelos alunos. A atividade pretendeu também dinamizar o projeto da escola “Saber Crescer com Arte”, promovendo a escrita criativa. A iniciativa teve grande adesão por parte dos alunos e das famílias, tendo sido recebidas na escola imensas quadras. Em cada turma foi realizada uma pré seleção, tendo sido escolhidas as duas quadras mais criativas. Foram a concurso para eleição do 1º, 2º e 3º lugares, catorze quadras, que foram expostas na escola, bem como todas as outras, no dia da atividade “S. Martinho Doce”, para serem apreciadas por todos quantos nesse dia visitaram a escola. Foi constituído um júri composto pela Subdiretora, professora Teresa Felício, o presidente da Associação de Pais, Sr. Fernando Gomes e por uma Encarregada de Educação, D. Paula Caridade. Depois de atentamente apreciarem as quadras e de conversarem sobre a sua criatividade e originalidade atribuíram os três primeiros lugares. Como não podia deixar de ser, os prémios foram castanhas: 1 Kg para o 3º lugar, 2Kg para o 2º e 3 Kg para o 1º. E as quadras vencedoras foram as seguintes:

O primeiro lugar foi para o aluno Pedro Cruz do 1º ano, o segundo para o Salvador da sala 5 do pré-escolar e o terceiro para a Sofia da sala 6, também do pré-escolar. Parabéns aos alunos e suas famílias. Queremos também dar os parabéns a todos os outros os alunos e famílias que concorreram e agradecer a forma criativa com que responderam ao desafio. EB1/JI do Facho


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S. Martinho Doce A EB1/JI do Facho realizou, no dia 9 de novembro a segunda edição do “S. Martinho Doce”. A atividade visou comemorar o S. Martinho com toda a comunidade educativa, pelo que se realizou a partir das 18h e 30m. A festa contou com uma feirinha de doces e compotas, que cada turma foi confecionando ao longo da semana, bem como bolos, tartes e outras iguarias que os pais, simpaticamente, confecionaram para o efeito. Houve ainda pão com chouriço e caldo verde preparados pela Associação de Pais que assim se associou à atividade. Foi feita uma fogueira onde se assaram as castanhas, à volta da qual, alunos e pais cantaram canções alusivas ao magusto. Depois as castanhas foram distribuídas e todos se deliciaram! A atividade contou ainda com a participação de todos os alunos que, preparados pela professora de música, abrilhantaram a festa com bonitas canções, algumas delas acompanhadas com instrumentos. O convívio entre os diversos membros da comunidade educativa foi bastante apreciado por todos, tendo por isso a atividade superado as expectativas. Agradecemos todo o apoio logístico prestado pela Associação de Pais, por todos os pais e encarregados de educação que colaboraram de forma excelente e pelas Assistentes Operacionais que colaboraram com dedicação e empenho. EB1/JI do Facho

O magusto na escola O magusto é uma festa que se comemora no dia onze de novembro, mas na escola de Rio Tinto o magusto teve lugar no dia nove de novembro. O magusto comemora-se para lembrar S. Martinho. Neste dia de manhã, nós lemos a sua lenda, que é: “Um soldado do exército Romano, chamado Martinho, viajava até sua casa. Houve uma tempestade de frio e vento. Ele avistou ao longe um velhinho com fome, com frio e todo encharcado de água. Martinho aproximou-se e repartiu a sua capa quente, grossa e resistente com o mendigo. Quando Martinho deu metade da sua capa ao mendigo, rapidamente parou a tempestade e o sol brilhou. Por fazer o bem, Martinho foi considerado santo e passou a chamar-se São Martinho.” À tarde fizemos os cartuchos para colocar as castanhas. Foram distribuídas as castanhas quentes e boas, acompanhadas por um sumo. A tradição do S. Martinho na escola de Rio Tinto não foi toda cumprida, pois não houve uma fogueira para assar as castanhas e saltar a fogueira, logo não houve fagulha. Eu gostei da festa do São Martinho, porque comi castanhas boas e quentes e diverti-me a brincar com os meus colegas. Mariana Brito - 4º ano EB1/JI de Rio Tinto


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O primeiro habitat que visitámos foram os Prados Salgados onde observamos o estuário do rio Cávado e algumas plantas.

Visita de

Provámos uma planta chamada salgadeira que é assim conhecida por ser salgada e vimos muitos jacintos-de-água que são plantas invasoras e exóticas.

da Natureza

Ciências 5º Ano Parque Natural do Litoral Norte

Este parque é um espaço onde podemos ver animais em liberdade no solo, no ar e na água. Caminhando pelos passadiços vimos corvos-marinhos, garças-reais, garças-brancas, patos-reais, pequenos peixes e até caranguejos que um pescador apanhava.

Depois de termos caminhado algum tempo, chegamos a um observatório de aves. No seu interior estavam afixados diversos quadros com algumas das aves do parque e sua identificação.

Deixado para trás o observatório, fomos para um outro habitat – as dunas. Aí tudo era diferente, os materiais terrestres, as plantas e os animais. Fomos embora todos felizes e espantados com tantos seres vivos e seus habitats. Foi uma tarde espetacular!

Grupo Disciplinar de Ciências da Natureza


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Visita ao Castro S. Lourenço Nos dias 19 e 22 de novembro, cumpriu-se mais uma tradição na nossa escola: os alunos do 5º ano de escolaridade foram ao Castro S. Lourenço. Este ano tivemos um aliado, a condições climatéricas, pois ao contrário do que costuma acontecer, o tempo, esteve a favor e não se alteraram os nossos planos. Foi uma aula ao vivo, onde a imensidão do espaço e o ambiente castrejo permitiram cativar os alunos e levá-los a gostar de algo que se encontra à distância de milhares de anos. Esta motivação é reforçada anualmente devido ao facto de este Centro Arqueológico oferecer um conjunto de materiais novos e apelativos. Desde o pequeno "Caturo" ao contacto com a fauna e a flora de outra época, aos jogos interativos e aos achados arqueológicos restaurados, tudo é permitido apreciar. Por tudo isto, foi mais uma iniciativa louvável e que esperamos seja rampa de lançamento para garantir o gosto pela História.

O grupo disciplinar de História

EXPOSIÇÃO - ROSA DOS VENTOS No âmbito da disciplina de Geografia, os alunos do 7º ano, das turmas F, G, H e I, realizaram trabalhos relacionados com a Rosa dos Ventos, que estiveram expostos no hall da Escola, durante o mês de novembro. Utilizaram os mais variados materiais: cartolinas, cartão, cortiça, madeira, milho, molas, canas, esferovite, tecido e bordados. A maioria dos alunos participou com bastante entusiasmo e alguns superaram as expetativas! O grupo disciplinar de Geografia


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Nome completo: Vera Dulce Serra Areal da Silva Naturalidade: Rio de Janeiro, Brasil Nacionalidade: Dupla nacionalidade - Brasileira e Portuguesa Habilitações: Licenciada em psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UP em 1996 – Área de especialização em Consulta Psicológica de Jovens e Adultos; Mestrado em Psicologia Escolar pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Minho em 2003; Pós Graduação em Psicopatologia do Desenvolvimento 1—Dra Vera há quanto tempo trabalha nas Escolas de Apúlia? Desde o ano letivo 1999/2000, portanto há 13 anos. 2—Que diferenças encontra nos alunos de agora e naqueles que conheceu quando cá chegou? As diferenças são muitas. Os pais de 1999 não são os mesmos de 2012… Passamos de um registo de algum autoritarismo para um “deixa correr” onde a quase ausência de regras é notória. Os problemas de comportamento que a nossa escola tem, pontuais é claro, na verdade parecem estar intimamente ligados a comportamentos de oposição. No contexto de casa não há regras e quando são confrontados na sala de aula e no contexto escolar com regras, não aceitam porque não estão habituados. É o suporte, o chão que qualquer criança precisa para crescer psicologicamente saudável. E se aprendemos por modelos, não podemos querer ter alunos centrados sem estabilidade no contexto familiar. A estabilidade de que falo não é a financeira, mas sim a de regras na educação parental, a do carinho e amor incondicionais. Para além disso não podemos descurar o facto da nossa escola receber alunos do Centro de Acolhimento Temporário, onde, apesar de haver regras, falta o suporte afetivo e emocional e a vinculação segura, que são fundamentais para sermos psicologicamente saudáveis . 3—E esta Escola? Mudou muito? Para mim as instituições mudam de acordo com as pessoas que lá estão, a gestão que têm e as pessoas que lá trabalham. No que se refere aos docentes, durante esses anos tive a oportunidade de ver muitos colegas chegarem e partirem, passei por quatro gestores, cada um com o seu estilo de liderança e isso, inevitavelmente, leva a que haja mudanças. E para mim, que sou por natureza e profissão observadora de comportamentos, vejo que a Escola mudou, porque a Comunidade Educativa mudou, os comportamentos das pessoas mudaram (mesmo aquelas que estão comigo desde o início), as políticas mudaram… 4—Em que consiste exatamente o seu trabalho aqui na Escola? As minhas atividades principais são o apoio psicológico individual ou em grupo e a orientação escolar e profissional, com maior incidência nos alunos do 9º ano, por causa da escolha que está inerente ao fim de ciclo. Mas como falamos de mudanças, obviamente, ao longo desses anos, as minhas atividades foram também mudando de acordo com as necessidades do Agrupamento. Por exemplo, quando cá cheguei não havia as turmas CEF e, portanto, eu não fazia o recrutamento e seleção dos alunos para o curso, nem o seu acompanhamento. Já desenvolvi alguns projetos cuja necessidade era premente em determinados momentos; destaco um, que data de 2000 a 2003, relacionado com o desenvolvimento da linguagem em que o racional teórico subjacente era “Quem fala melhor lê e escreve melhor”. Foi um projeto preventivo levado a cabo nos Jardins de Infância do Agrupamento, que envolveu as crianças, os educadores e os pais/Encarregados de Educação. Mais recentemente temos a “Escola de Pais”. Aqui na EBI o que posso dizer é que o meu trabalho é muito de bastidores… é um trabalho de “formiguinha”, hoje falo com um colega sobre um aluno, amanhã com outro colega e depois com os pais/Encarregados de Educação; às vezes também contacto com outros técnicos exteriores à escola, e tento resolver o problema do aluno, e isso não se vê… É um trabalho de articulação constante onde a competência comunicacional é crucial.


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5—Das funções que desempenha, qual é a sua preferida? Os adolescentes são o meu público-alvo de eleição. Gosto de fazer apoio psicológico, sobretudo na fase de diagnóstico - observar e interpretar, fazer a leitura dos comportamentos e chegar a uma conclusão e plano de intervenção. 6—É gratificante trabalhar como psicóloga numa Escola ou preferia trabalhar noutro local? Desde que escolhi abraçar esta profissão que não me vejo a fazer outra coisa. Enquanto adolescente, eu era do tipo popular e faladora; já naquela altura, rapazes e raparigas vinham pedir a minha opinião sobre as coisas. Atualmente, era capaz de trabalhar só nas escolas, mas não era capaz de fazer outras coisas, e não trabalhar numa escola. Durante o meu percurso profissional tive oportunidade de trabalhar noutros contextos empresariais como formadora profissional. Gosto muito de dar formação, mas na Escola, cada vez mais, consigo abarcar essa função. Ainda no ano passado dei formação no âmbito da “Escola de Pais” e do PRESSE. 7—Desde que cá chegou, qual foi o momento que mais a marcou? Ao longo destes anos, foram muitos os momentos que me marcaram. Mas não posso deixar de referir o quanto foi difícil fazer o luto da equipa de trabalho que esteve comigo, desde cá cheguei até 2005. 8—Há algum aspeto do seu serviço que gostaria de ver alterado? Acho que do ponto de vista do funcionamento, ao longo dos anos fui limando algumas arestas e conquistando espaço; quando digo espaço, foi desde o espaço físico (porque quando cá cheguei, não estava onde estou hoje, não tinha computador, telefone, enfim, essa logística que é um privilégio num contexto como a Escola dos nossos dias), mas também o “espaço” do ponto de vista da autonomia que me foi sendo concedida e que permitiu e permite a todo o momento, de acordo com as necessidades, alterar objetivos e atividades. É claro que sempre com base numa troca de impressão com os elementos da direção. Mas posso dizer que ao longo desses anos nunca me foi vetada a hipótese de desenvolver fosse o que fosse. Tenho consciência que há colegas noutras escolas que nunca tiveram essa oportunidade. Sei que respeitam o meu trabalho. Tive sempre apoio dos colegas, Diretores de Turma e da Comunidade Escolar. Porém, a lacuna que encontro no meu serviço, é a lacuna de todos os Serviços de Psicologia e Orientação espalhados pelo país. Somos únicas, sozinhas nas tomadas de decisão para o “bem e para mal”. As equipas multidisciplinares nunca passaram do papel e a articulação à distância não é fácil. Reunir e discutir casos é fundamental para o meu trabalho… Estamos a falar de pessoas, de crianças e na maior parte das vezes decidir sobre uma determinada linha de intervenção. O efeito que é desejável no comportamento é algo que traz muita responsabilidade e um certo risco até. 9—Indique-nos outra pessoa desta Escola que gostasse de ver entrevistada no Palavrinha? Definitivamente a professora de Educação Física Maria de Belém. O trabalho que ela faz no âmbito do Desporto Escolar, nomeadamente da Orientação merece ser amplamente divulgado e reforçado. A dedicação e o empenho dela e dos atletas que estão com ela, os resultados que obtém para a escola… tudo isso tem o seu mérito. É uma pessoa abençoada e que de facto tem um dom! Diria eu que, definitivamente, não veio a esse mundo a passeio… Clube de Jornalismo


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Um dia no laboratório “Eu e os meus amigos fomos ao laboratório da nossa escola. Duas professoras ensinaram como é feito o arco iris…” “No dia, 20 de novembro fui ao laboratório aprender coisas divertidas! O que eu mais gostei foi uma experiência em que coloquei uns óculos e olhei para a luz… Ao olhar para a luz, ela ficava igual ao arco-íris, com muitas cores…” “Assim, aprendemos que o arco-íris é feito de gotas de água e quando o sol bate na gota, faz um arco-íris. Ensinou-nos também, como é que se faz um cor-de-rosa escuro…” “Aprendi que um íman cria um campo magnético. Vi um íman que tinha duas cores. Vi que o branco e branco se separam… e vermelho com vermelho também… mas, o branco com vermelho não se separam, juntam-se. A professora explicou que eram os pólos… ” “Nós formámos três grupos e fomos ao laboratório, a experiência de que eu mais gostei foi aquela que tinha uma caixinha transparente com farinha e limalha de ferro. Em seguida, tapámos com uma tampa e pusemos um íman em cima da caixinha. Depois a limalha de ferro colou-se à tampa. A farinha não se colou ao íman porque só se cola o ferro.” “O que eu adorei fazer no laboratório foi pôr o lápis na água. Cada um tinha que escrever uma letra da frase que a professora tinha “Um dia no laboratório”. Depois cada um de nós pegava num líquido passava no papel e como que por magia aparecia a letra da frase! E era cor-de-rosa!” “Eu chamo-me Vasco e tenho 10 anos. Um dia fui fazer experiências ao laboratório da minha escola. Lá encontrei dois retângulos. Um tinha um botão e outro tinha uma lâmpada. Tinha um cabo ligado a uma pilha e ao lado havia um plástico, ferro, cobre e borracha. O plástico era não condutor; o ferro era bom condutor; o cobre era bom condutor e a borracha não era condutor.” EB1 de Apúlia

EBI de Apúlia assinalou o Dia Mundial da Sida A EBI de Apúlia assinalou o Dia Mundial da Sida, que se comemora a 1 de dezembro, com a realização de uma atividade de complemento curricular, o “Mural contra o

Preconceito”. Esta atividade decorreu na semana de 3 a 7 de dezembro e foi dinamizada pela PRESSE. O mote foi dado por frases de incentivo tais como “Escreve a tua mensagem!”, “Deixa a tua marca!” e “Ativa a tua voz!”… Pretendeu-se promover um espaço de reflexão e partilha sobre os sinais aos quais a comunidade educativa deve estar atenta para identificar situações de discriminação, intolerância e ignorância que ainda circundam esta temática. A resposta ao desafio superou as expetativas traduzindo-se em mensagens de entendimento e conscientização dos nossos jovens. TORNA-TE IMUNE À INDIFERENÇA! A Equipa-PRESSE


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Simulacro de Evacuação Urgente da Escola No passado dia 18 de novembro realizou-se na Escola Básica Integrada de Apúlia o primeiro exercício de simulacro deste ano letivo, tendo em vista, em caso de necessidade, a evacuação urgente da Escola. Este exercício foi precedido de distribuição de informação generalizada a toda a comunidade educativa da EBI, sobre os procedimentos a adotar numa situação de evacuação urgente. Os objetivos principais desta ação foram testar a eficiência dos sistemas de segurança da escola, reconhecer sinais de socorro e sinais de urgência e sensibilizar a comunidade escolar para situações de urgência. Todo o exercício foi supervisionado pelo professor Joaquim Gaifém, que desempenha também o cargo de Delegado de Segurança. Depois da campainha da Escola soar de forma intermitente, todos os alunos da Escola, bem como os restantes membros da Comunidade Educativa da EBI saíram das salas de aulas ou dos locais onde se encontravam e dirigiram-se rapidamente, mas de forma ordeira, para o campo de jogos, onde todos se deveriam concentrar. Saliente-se que este procedimento decorreu muito rapidamente e, em alguns minutos, toda a comunidade educativa desta Escola estava reunida no exterior. Depois de verificar a presença de todos, foi possível concluir mais este simulacro com êxito, e prosseguir então com as atividades previamente interrompidas. Clube de Jornalismo

Audição de Canto Decorreu no dia 26 de novembro, pelas 18h30, na EBI de Apúlia, uma audição de canto, com alguns dos alunos do Ensino Articulado (6ºG). Apenas com alguns meses de trabalho, estes "pequenos cantores" deram provas daquilo que têm vindo a aprender. Do programa constavam canções variadas interpretadas em Português, como por exemplo, “Lua”, “Uma Nuvem”, “A Carolina vai tomar banho”, “Canção de embalar bonequinhas pobres”, “Pastor”, entre outras. Na língua Inglesa foram entoadas as seguintes melodias: “Turtle’s Dove’s Carol”, “Shepherds Left Their Flocks A-Straying, “, “Away in a Manger”, “Sans Day Carol”, “Sing Lunllaby” e “O Little Town of Bethlehem”. Os oito alunos que interpretaram as canções são da Classe da Professora Ana Calheiros : Inês Viana, Amália Pereira, Pedro Lourenço, Patrícia Fernandes, Diana Lopes, Ana Pontes, Gabriela Moreira e Sofia Miranda. Foram acompanhadas ao piano por Ana Filipa Sousa. Clube de Jornalismo


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ESTAGIÁRIOS NA APÚLIA Na semana de 12 a 16 de novembro os professores estagiários da disciplina de Educação Física da Escola Básica 2,3 António Correia de Oliveira, acompanhados da sua Coordenadora de Estágio, professora Natalie, estiveram na Escola Básica Integrada de Apúlia a aplicar um inquérito a todos os alunos do segundo e terceiro ciclos. Este questionário foi realizado no âmbito da disciplina de Métodos e Técnicas de Investigação Educacional, do Mestrado em Educação Fisíca, do ISMAI, e tinha por objetivo identificar a perceção que os alunos têm dos seus professores. Um inquérito semelhante foi também aplicado aos professores da EBI, desta vez para identificar a perceção que os professores de Educação Física e os professores dos outros grupos disciplinares têm da relação entre o mesmo e a comunidade escolar. Clube de Jornalismo

EBI de Apúlia assinalou o Dia da Luta contra a Violência doméstica A EBI de Apúlia assinalou o Dia da Luta contra a Violência doméstica, que se comemora a 25 de novembro, com a realização de uma ação de sensibilização sobre a prevenção da Violência Doméstica em contexto escolar, dirigida aos professores. Esta ação decorreu no dia 28 de novembro e esteve a cargo do “Espaço Bem me Querem”, serviço de atendimento e acompanhamento a vítimas de violência doméstica da Autarquia. Pretendeu-se promover um espaço de reflexão e partilha sobre os sinais aos quais a comunidade educativa deve estar atenta para identificar situações de violência doméstica, clarificando a mais -valia da escola enquanto fator protetor. Tratou-se de uma forma de combate a um dos problemas mais graves das famílias e, por conseguinte, da sociedade, no qual são violados os direitos essenciais da pessoa humana e, em particular, os direitos das crianças, que em muitos casos assistem aos atos de violência. Refira-se que o ano de 2011 ficou marcado pela morte de 27 mulheres às mãos dos seus companheiros e por 28980 participações do crime de violência doméstica, sendo que 41,5% destes casos foram testemunhados por crianças. Além de provocarem graves consequências no crescimento e desenvolvimento das mesmas, estas agressões deixam marcas que ficam para sempre. O “Espaço Bem me Querem” funciona no Serviço de Ação Social do Município, localizado na Rua dos Bombeiros, nº 51, em Esposende, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30. A Coordenadora do Projeto Educação para a Saúde, Profª Cláudia Ramos

BALEIA NA APÚLIA No passadio dia 25 de outubro cerca das 13h, deu à costa na praia da Apúlia uma baleia comum com cerca de 18 metros de cumprimento e 13 toneladas de peso. Testemunhas afirmaram que viram duas baleias e que uma terá embatido contras as rochas desorientando-se. Quando deu à costa verificouse que tinha ferimentos graves que acabaram por provocar a sua morte. Clube de Jornalismo


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A visita de estudo Eu fui a uma visita de estudo à Biblioteca Municipal de Esposende, no dia vinte e seis de setembro de dois mil e doze. O autocarro de Esposende veio-nos buscar à escola de Rio Tinto e levou-nos à Biblioteca pela uma hora e trinta minutos da tarde. A Biblioteca de Esposende - Manuel Boaventura foi inaugurada em mil novecentos e noventa e dois. Esta Biblioteca tem uma receção, um átrio, duas salas de estudo, uma sala audiovisual e outra infanto-juvenil. A receção é um espaço de atendimento ao público; o átrio é utilizado como passagem. Foi também onde pudemos ver livros antigos do escritor Manuel Boaventura: o livro mais antigo desta secção é do ano mil novecentos e dez e o mais recente é do ano mil novecentos e sessenta e quatro. Todos estes livros foram escritos por Manuel Boaventura. A sala de estudo é utilizada para ler e estudar. Na sala de audiovisual podemos ouvir música e ver filmes. A sala que eu mais gostei de visitar foi a sala de audiovisual porque nos permite ver filmes, ouvir música e estar mais relaxados. Eu gostei desta visita porque conhecemos coisas novas e interessantes. Matilde Costa - 3º ano EB1/JI de Rio Tinto

Um Domingo fantástico No dia onze de novembro após a missa dominical a escola de Rio Tinto organizou a feirinha do «Domingo Doce”, que se realizou na sede da junta de freguesia e foi preparada pela associação de pais, os encarregados de educação, os professores, os alunos e as auxiliares. A turma do terceiro e do quarto ano fizeram jornais «Os pequenos jornalistas»; o pré-escolar fez doce de abóbora; todos os alunos da escola trouxeram bens alimentares para fazer quatro cabazes; também fizemos cartazes para afixar nos locais públicos e fizemos os convites. Os nossos pais fizeram bolos: pão-de-ló, bolo de ananás, Moreninhas, bolo de cenoura, tartes, etc… Na sede da junta de freguesia havia uma mesa comprida ao fundo, com os doces deliciosos e variados que os nossos pais fizeram e um cabaz para ser leiloado; uma mesa redonda com guloseimas em que as pessoas compravam as rifas e tiravam à sorte da tômbola; outras mesinhas com os jornais e doce de abóbora; flores para as meninas colocarem no cabelo, que a mãe da Cláudia fez e ainda um espaço para tirar cafés, com bolos para as pessoas tomarem o seu pequeno-almoço. Na feirinha do Domingo Doce havia muitas pessoas a comprar o que os alunos da escola fizeram e os doces deliciosos. O cabaz grande foi leiloado e comprado por cento e quarenta euros. Os outros cabazes foram rifados e a sorte foi para: a avó do João, a mãe do Pedro, o outro foi para a avó da Marisa, mas ela ofereceu-o para ser leiloado. Quem o comprou foi o pai do Cristiano por trinta e cinco euros. Eu gostei do Domingo Doce porque gostei dos doces maravilhosos que havia, e também por conseguirmos angariar dinheiro para fazer visitas de estudo. Mariana Brito - 4º ano EB1/JI de Rio Tinto


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O NOSSO PROJETO Olá: Somos os meninos da sala 5 e desejamos partilhar convosco o nosso projeto sobre as aves. Na sequência da decoração dos placares da sala com pintura de desenhos de animais, demonstrámos o nosso interesse particular pelas aves. Nesse sentido, a Educadora surpreendeu-nos com uma novidade, colocando um saco preto no meio da manta pedindo que descobríssemos o que estaria lá dentro. Após diversas dicas e também imensas tentativas, foi muito divertido descobrir que lá dentro havia uma gaiola com um pássaro da espécie agapone, e ao qual demos de imediato o nome de Quico. Fizemos várias pesquisas na Internet, consultámos livros e histórias sobre as aves. De entre estas últimas, salientamos as histórias de: “O Patinho Feio” e “Válter o Pato-Real”. Mais tarde, representámos momentos diferentes das diversas histórias, através de colagens e do desenho. Para comparar algumas das diferenças estudadas, foinos apresentado ao vivo, um pato e constatámos através deste exemplo real e do restante material sobre aves, a diferença entre seus bicos, patas, tamanhos, posição dos olhos, sons emitidos e forma de locomoção. Estudámos de seguida as penas das aves, e verificámos que são diferentes na sua forma, cor e tamanho. Através do seu movimento e sua posição, as aves conseguem voar e em simultâneo, manter a temperatura do corpo e facilitar a camuflagem evitando os predadores. São também utilizadas para chamar a atenção e conquistar o sexo oposto e protegem o corpo da chuva e do vento. Mais tarde, fizemos uma pesquisa sobre a constituição das penas e representámo-las com haste central, denominada ráquis, com a apresentação em cada dos lados de muitos filamentos, chamados barbas; cada um desses filamentos, por sua vez, é composto por outros tantos filamentos de menores dimensões e com a designação de bárbulas. Posteriormente, com a colaboração da professora Blandina, observámos ao microscópio diversos tipos de penas. Mais tarde realizámos experiências que comprovaram a sua impermeabilidade ao vento, à chuva e permeabilidade à gordura, que neste último caso, por vezes, coloca as aves em perigo de vida, pois quando ocorrem por exemplo nas águas dos rios e mares, derrames de produtos tóxicos, as penas absorvem os venenos. Muitas vezes, quando tal acontece, os ambientalistas acodem em seu socorro, minimizando-lhes o problema, através da lavagem das suas penas. Fomentando o nosso gosto pelas ciências experimentais, utilizámos ainda a areia mágica e o pó mágico para sedimentarmos a noção de impermeabilidade e permeabilidades. Aprendemos também que o corpo das aves está normalmente revestido por “retrizes” que são penas do mesmo tamanho, situadas na cauda e funcionam como leme. Já as “rémiges” são também penas de tamanhos diferentes e encontram-se na zona das asas e são destinadas ao voo. As “tectrizes” e as “plumas” revestem o corpo, mantendo sua temperatura. EBI/JI do Facho


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Desporto Escolar – Orientação “Santo Tirso conVida” (2012-09-22) - O convite surgiu de um amigo de Santo Tirso para participar numa prova a contar para o Circuito Nacional Urbano 2012, com duas etapas, uma de manhã e outra de tarde. Com o novo ano letivo a dar as primeiras passadas esta era a prova ideal para sossegar as saudades e dar início às atividades do grupo de Orientação. E lá fomos nós à terra dos jesuítas… Aproveitámos para reorganizar as equipas, dadas as mudanças de escalão e definimos os objetivos para o ano letivo 2012/13. Os resultados obtidos (9 medalhas individuais e um troféu de 3º lugar ao coletivo) não sendo importantes, demonstraram claramente o empenho, o trabalho realizado e a vontade de vencer. Parabéns aos 23 alunos presentes e muitas felicidades para o novo ano letivo. Troféu Joaquim Sousa (2012-10-20) - O clube, Amigos da Montanha, quis prestar homenagem ao atleta barcelense e campeão de Orientação, Joaquim Sousa, organizando no Monte do Facho, em Barcelos, uma prova com duas etapas (uma de distancia média e outra de sprint). Conhecendo o atleta homenageado, quisemos participar nesta festa, aproveitando a competição para treinar na floresta. Embora os percursos tivessem sido demasiado exigentes em termos físicos e técnicos, o esforço foi suavizado pela beleza das cores outonais circundantes da Ermida de Nª Srª do Facho. Os prémios, galos orientistas, obras de arte artesanais tão cobiçadas por todos mas apenas atribuídos aos atletas com honras de pódio, foram criados especificamente para este evento. Um exemplo de cultura e tradição de mãos dadas com o Desporto. Brilhante iniciativa dos Amigos da Montanha! Parabéns à organização e às nossas meninas Ana Monteiro, Catarina Arteiro e Margarida Miranda pelas obras de arte conquistadas. IX Troféu de Orientação do Porto (2012-11-17)- O Parque da Cidade do Porto foi o cenário escolhido, pelo Grupo Desportivo 4Caminhos, para acolher de forma inclusiva a Orientação de Precisão, a Orientação Adaptada e a Orientação Pedestre. Na Orientação Pedestre a organização marcou dois percursos, um de iniciação e outro difícil para proporcionar treinos a diferentes níveis. Aproveitando esta oportunidade comparecemos com 36 alunos pois este local reúne as condições ideais para iniciar esta modalidade em formação/competição. As Professoras e as mais experientes ajudaram a pequenada a interpretar e a orientar o mapa, realizando o percurso marcado. Foi uma manhã de convívio e treino em ambiente descontraído e saudável onde estiveram reunidos, todos diferentes, todos iguais, neste desporto fascinante que é realmente para todos. Prova de Abertura de Orientação do GCDE de Braga (2012-12-01) -. O GCDE, como é habitual, organizou em colaboração com o Clube de Orientação do Minho o encontro anual dos alunos do Desporto Escolar-Braga, no Bom Jesus. Este mapa, muito rico em referências, reúne por isso, condições excelentes para a iniciação. Neste, foram marcados três percursos (fácil, médio e difícil) para os alunos poderem exercitar. A manhã começou fresca mas como acordou com sol deu para aquecer e tornou mais agradável este treino de preparação para as competições regionais que irão decorrer no 2º período. Todos fizeram um percurso e outros até mais do que um para aproveitarem melhor o tempo e a oportunidade. A partir de agora vai ser a sério… Resta-nos desejar-lhes boa sorte para as competições do Ranking Regional Norte e do Apuramento para o Mundial Escolar. A todos os envolvidos neste projeto, muito obrigado pelo vosso apoio e empenho. Saudações Orientistas! Profª Maria de Belém


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FEIRA DO LIVRO Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história. Bill Gates Na última semana de aulas do 1º período, o átrio da Escola esteve animado com a Feira do Livro, desta vez bilingue: livros em língua portuguesa e livros em inglês. Como é habitual os alunos passaram os intervalos e outros tempos livres, passeando pela feira, folheando livros, lendo pequenos textos, escolhendo e aconselhando os colegas e, sempre que possível, comprando aqueles livros que mais atenção lhes despertaram ou que há muito desejavam. As vendas superaram as expectativas. Talvez a proximidade do Natal tenha sido um fator atrativo, o que significa que, ao contrário do que muitos pensam, crianças e adultos gostam de ler e um livro é sempre um bom presente! Profª Manuela Araújo

Foi realizada, no átrio de entrada da Escola, uma EXPOSIÇÃO COLETIVA DE PINTURA que reuniu pinturas a guache elaboradas por alunos do terceiro ciclo na Disciplina de Educação Visual. Pretendeu mostrar o resultado de experiências desenvolvidas pelos alunos no âmbito da reprodução de pinturas do século XX, inseridas no conteúdo da COR. Todos os artistas exploram a interação entre o mundo visível e o mundo imaginário. A ARTE é na verdade uma máquina de fazer sonhar e o SONHO que “COMANDA A VIDA” (António Gedeão) o motor impulsionador da humanidade. Profª Isabel Campos


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BiblioDITOS LIVROS NOVOS

CLUBE DE LEITURA

Montes de livros novos chegaram à nossa Biblioteca para que possam navegar nas histórias que contam. Há livros para todas as idades e gostos. A turma do 6ºG tem um Clube de Leitura “LER+... Saberes em cadeia”. O Clube engloba várias disciplinas (de acordo com os temas tratados, estando a Língua Portuguesa e a Educação para a Cidadania sempre presentes) e é coordenado pela Biblioteca Escolar. No blogue do Clube os alunos escreveram “O nosso clube foi criado

com o objetivo de, partindo da leitura de obras do Plano Nacional de Leitura, chegar a outras formas de arte, como o cinema e a pintura, interagindo com a Biblioteca Escolar e com as diversas disciplinas do nosso curriculo.

Lembrem-se que LER aumenta:

Queremos ler, escrever, interpretar mas, sobretudo,

. a cultura

aprender a pensar, saber criticar e dar opiniões. Quere-

. a informação

mos ser melhores seres humanos, respeitando os outros,

. o conhecimento

a biodiversidade, as diferenças... enfim, queremos

. a leitura dinâmica

crescer e tornarmo-nos CIDADÃOS (assim, com letras

. o vocabulário

grandes) conscientes e participativos na construção de

. a capacidade de escrever

um mundo melhor e mais justo.

e... é um excelente entretenimento! Na Biblioteca, encontrarão, também, novos DVD’s! FEIRA DO LIVRO A Feira do Livro organizada pela Biblioteca Escolar decorreu entre os dias 11 e 13 de Dezembro. A repor-

Criámos este blogue para podermos partilhar com os outros os nossos trabalhos e as nossas descobertas.” O blogue pode ser acedido através do blogue da Biblioteca ou através do endereço: clubedeleitoressaberesemcadeia.blogspot.pt

tagem pode ser lida noutra página deste jornal. ESPAÇO DE SABERES O blogue da Biblioteca é atualizado regularmente e possui

imensos recursos interessantes e de ajuda à

pesquisa, estudo e realização de trabalhos escolares. No entanto, não está a ser devidamente rentabilizado pela comunidade educativa. Os alunos quase só o procuram para entrar em jogos. Estes, embora educativos, não são tudo. Pesquisem bem o blogue. Vão encontrar muitos mais sítios interessantes!

FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA A D. Fátima reformou-se. E tem feito imensa falta. É justo deixar-lhe aqui o nosso agradecimento pelo zelo e carinho com que sempre tratou os livros e os utilizadores. Tudo temos feito para manter a Biblioteca a funcionar o melhor possível e aberta sem interrupções, recorrendo até, a pessoas exteriores à Escola (obrigada Teresa C. e Silva). Vamos precisar também, da colaboração dos alunos. Os interessados podem oferecer-se para “Amigos (as) da Biblioteca. E sobretudo, façam menos barulho! Profª Manuela Araújo


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O Dia de Ação de Graças é comemorado nos Estados Unidos na quarta quinta-feira do mês de novembro e a sua celebração neste país é mais significativa que o Natal.

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O Thanksgiving é um feriado nacional que se reporta ao início da colonização americana. Em 1864, o presidente Abraham Lincoln declarou o Thanksgiving oficialmente um feriado nacional, mas a primeira

comemoração

foi

em

1621.

Dos

105

primeiros

colonizadores que desembarcaram em Plymouth, Massachusetts, no ano anterior, somente 55 conseguiram sobreviver, pois eles não tinham trazido comida suficiente, e era tarde demais para plantar. A sobrevivência de alguns, naquele primeiro inverno árduo em Plymouth, Massachusetts, foi graças aos índios Wampanoag, que lhes deram o milho que tinha sobrado da sua colheita do ano anterior e a sua caça. Os índios ensinaram os Pilgrims a caçar, e quando chegou a primavera, também os ensinaram a plantar vegetais, como o milho, a abóbora, a moranga e o feijão. Do Velho Mundo eles tinham trazido aveia, trigo, cevada e ervilha, e estes também foram plantados.

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Os colonos tiveram colheitas abundantes no outono de 1621. Como forma de agradecimento, eles convidaram os seus benfeitores wampanoag para saborear perus selvagens, patos, gansos, peixes e mariscos, milho, verduras e frutas secas. Atualmente, a festa é uma celebração doméstica, centrada na família e no lar sinónimo de muita fartura, na qual não pode faltar muita comida: perú assado, puré de batata, milho, puré de abóbora, vegetais cozidos e muitas tortas para todos os gostos.

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Por todo o país há paradas e desfiles comemorativos e joga-se ou assiste-se na televisão a jogos de futebol Americano. Este ano o Thanksgiving comemorou-se a 22 de novembro. No dia seguinte, sexta-feira, as pessoas vão às compras ainda de madrugada, enfrentando filas enormes (debaixo de frio, neve e tudo...) para conseguirem as pechinchas que as lojas anunciam semanas antes do feriado. É a Black Friday!

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Os professores de Inglês


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RECONHECES OS TEUS PROFESSORES?

Uma ajuda… Eles são… Manuela Araújo - Joaquim Silva - Luís Maia - Silvina Carvalho - Ana Peres - Amélia Gomes - Vera Areal Anabela Morais - Blandina Ribas - João Paulo Pereira - Maria Enes - Irene Silva - Joaquim Gaifém - Lúcia Campino Maria José Gaifém - Alexandra Monteirinho - Jonas Vilar - Isabel Campos - Sameiro Carvalhido - Teresa Machado

VI Festival das Sopas

Visita de Estudo ao Centro de Ciência Viva

Visita de Estudo ao Medialab

Pancake Day

Visita de Estudo a Barcelona

Egg Hunting


รšltima Pรกgina


Palavrinha - Janeiro/2013