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1. na CONCORDÂNCIA de certos termos com outros; 2. na REGÊNCIA (stricto sensu), ou seja, na exigência, ou não, de determinado tipo de complemento; 3. na ordem ou COLOCAÇÃO de certos termos na oração. A CONCORDÂNCIA No primeiro caso — a concordância —, a regência se faz pela acomodação das FLEXÕES do termo dependente às do principal. Se o termo subordinado é nome, pronome, numeral ou artigo, a concordância se diz NOMINAL: “Lua mansa, / pedaço perdido / do anel partido / de alguma esperança.” (Cecília Meireles) Se é um verbo, a concordância se diz VERBAL: “Eu canto porque o instante existe / e a minha vida está completa.” Há dois tipos gerais de concordância: 1. concordância GRAMATICAL (ou LÓGICO-FORMAL), em que se obedece às normas da gramática e da lógica, como nos exemplos acima; 2. concordância ESTILÍSTICA (ou EXPRESSIVA), em que ocorrem desvios, motivados por fatores de ordem não gramatical, mas psicológica. A CONCORDÂNCIA GRAMATICAL São muito simples os preceitos gerais da concordância gramatical: NOMINAL 1. O adjetivo, na função de adjunto adnominal ou de predicativo, o artigo, o pronome ou numeral adjetivo, concordam em gênero e número com o substantivo ou pronome a que se referem:

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Adriano da Gama Kury - Para falar e escrever melhor o português  

oi.

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