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MAGNUM informa

Publicação do Colégio Magnum Buritis Belo Horizonte . Agosto 2010 . Número 13

Ingrid Felomensch é campeã da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica.

Atividades complementares auxiliam os alunos no vestibular (Pág. 6)

Projeto literário convida o aluno a viajar para mundos inimagináveis através da leitura (Pág. 12)

Colégio Magnum

Magnum Buritis

Buritis promove a

completa

terceira edição da

10 anos

Minicopa

de história (Pág. 30)

(Pág. 22)


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Belo Horizonte . Agosto 2010 . Número 13

Editorial

Editorial

P

Colégio Magnum BURITIS

or meio do Jornal Magnum Informa, temos o prazer de apresentar-lhes algumas ações pedagógicas que foram desenvolvidas em 2010. Essa publicação representa

uma oportunidade de estarmos mais próximos de nossos alunos, pais e pessoas que queiram conhecer um pouco mais sobre o Colégio Magnum Buritis. Nosso principal intuito nessa edição é apresentar ações contempladas no planejamento para 2010, quando traçamos metas que nos permitirão alcançar nossos objetivos. Nesse contexto, elegemos ações que priorizam os âmbitos do ensino, da formação de hábitos e valores e do acompanhamento em um ambiente afetivo, que são a essência da nossa Diretriz Pedagógica. A partir do trabalho planejado e desenvolvido com foco nos três âmbitos, asseguramos uma educação de qualidade, alinhada ao nosso tempo. Este jornal, idealizado para ser mais um canal de comunicação com a comunidade, contém informações que contextualizam a proposta pedagógica da instituição e também retratam algumas situações do dia-a-dia do aluno no Colégio. Convidamos conhecerem

vocês

mais

sobre

a o

Magnum Buritis e contamos com suas críticas e sugestões para

o

processo

nosso

permanente

de

qualificação.

Acreditamos que o diálogo é o melhor caminho para uma parceria saudável e madura

Rua José Hemetério Andrade, 850 Buritis - Belo Horizonte - MG Expediente Diretor Ricardo Cerqueira Coordenadora pedagógica da Educação Infantil à 3ª Série do Ensino Médio Fernanda Moreira Redação Pessoa Comunicação e Relacionamento Conrerp 3ª Região nº PJ061 Tel.: (31) 3485-7875 E-mail: contato@ pessoacomunicacao.com.br Erika Pessoa (Conrerp 1671) Iaçanã Woyames Anna Rocha Revisão Paula Lott Assessora de Marketing e Comunicação Márcia Barroso Assistente de Comunicação Roberta Aranha Fotos Jairo Delano (exceto arquivo pessoal) Tiragem 2.500 Exemplares Editoração Inovart Comunicação Tel.: (31) 3075-9732 Impressão Lastro Editora

Índice

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Qualidade de Ensino

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Acompanhamento

entre família e escola.

Ricardo Cerqueira Diretor do Colégio Magnum Buritis

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Formação

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Institucional

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Colégio investe na qualificação dos profissionais Magnum realiza cursos de aperfeiçoamento para a equipe pedagógica. O objetivo é dar ainda mais qualidade ao ensino e consequentemente à aprendizagem do aluno.

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m um mundo de mudanças aceleradas, a capacitação profissional é sempre um projeto permanente. Por isso, o Colégio Magnum Buritis investe e incentiva seus profissionais a se atualizarem e aprofundarem seus estudos de forma constante. Dentro deste objetivo, em 2009, a Instituição realizou diversos treinamentos internos e cursos de formação para professores. Neste ano, o projeto está tendo continuidade, envolvendo não só os professores, mas será ampliado para atender à Coordenação Pedagógica e à Supervisão. Um reforço na gestão pedagógica, desenvolvendo os aspectos de liderança. A professora Fabiana Ferreira, do 2° Período da Educação Infantil, participou de alguns destes cursos e relata a importância deste suporte oferecido pelo Magnum. “Com a capacitação, conseguimos aplicar o que aprendemos na nossa prática diária em sala de aula, contribuindo muito para o aprendizado da criança”. Segundo a professora, a preocupação da escola em atualizar e capacitar os profissionais visa qualificá-los no que diz respeito à qualidade das aulas e do ensino. “Tivemos, por exemplo, uma capacitação com a fonoaudióloga, Adriana Vanísia, que nos ajudou a entender melhor o processo de alfabetização das crianças e assim planejar melhor as estratégias de ensino”, revela Fabiana. O curso, a que a professora se refere, foi realizado em abril do ano passado com professores da Educação Infantil até à 2ª Série do Ensino Fundamental. Uma profissional de fonoaudiológia abordou o aprimoramento e prevenção de alterações dos aspectos relacionados à audição, linguagem (oral e escrita), motricidade oral e de voz, visando beneficiar e otimizar o processo de ensino e aprendizagem. Além do curso, os alunos da 2ª à 6ª Série do Ensino Fundamental foram avaliados, por esta mesmo profissional de fonoaudiologia, e o resultado auxiliou a coordenação a planejar estratégias para qualificar a apropriação do sistema ortográfico e a evolução da escrita correta pelos alunos.

Outro curso relembrado pela professora foi ministrado pela Magda Enoque, Terapeuta Ocupacional. “Compreendemos os padrões de preensão manual, que é a análise de como o aluno segura o lápis no momento de escrever. Com esta formação, vimos que nós, professores, podemos realizar intervenções para que esta preensão seja correta, madura. Isso, favorece ao aluno ter uma melhor coordenação e desenvolva uma caligrafia mais legível”. O curso foi direcionado para professores da Educação Infantil à 5ª Série e fez uma análise qualitativa do padrão de preensão. Fabiana Ferreira revela que com este curso, o professor desenvolve além do conteúdo didático, transitar por áreas que auxiliam a compreensão do universo infantil permitindo uma análise que auxilia e contribui com o processo de aprendizagem do aluno. “Iniciamos nesse ano uma nova capacitação para melhorar nossa função de mediador nas diversas formas de aprendizado da criança”, conta a Supervisora da Educação Infantil à 1ª Série do Ensino Fundamental, Patrícia Bevilaqua. Para ela, muitas vezes, o professor em sua formação acadêmica, não tem a oportunidade de estudar outras áreas que podem facilitar o aprendizado dos alunos. “Com as formações, o professor aprende a ter um olhar mais crítico e pode promover atividades que ajudem o aluno ”, afirma. Patrícia ressalta ainda que o Magnum Buritis tem priorizado a capacitação dos professores para beneficiar o aluno não só a curto prazo, mas principalmente, no futuro. “O resultado é visível e os professores estão muito animados com os próximos cursos”, revela a Supervisora. Além da capacitação em mediação de aprendizagem os professores da Educação Infantil estão participando de uma formação em Matemática com ênfase em estratégias para o ensino e os professores do Fundamental II e Ensino Médio estão sendo capacitados para produzir itens de avaliação tendo como referência a matriz do ENEM e o vestibular da UFMG.

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Qualidade de Ensino

Professora Fabiana Ferreira, do 2º período, em conjunto com a terapeuta ocupacional Magda Enoque, aplica os conhecimentos adquiridos.


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Qualidade de Ensino

A importância do dever de casa para o desenvolver o hábito do estudo

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Como o professor do Magnum deve acompanhar o Dever de Casa:

Colégio Magnum acredita que o DEVER DE CASA é uma importante estratégia de Ensino que possibilita desenvolver no aluno o hábito do estudo e, consequentemente, permite ao aluno aprender mais.

• O professor deverá desenvolver estratégias de cobrança, visando garantir o compromisso dos alunos com os deveres de casa.

Mas de quem é a responsabilidade pelo Dever? De quem deu? De quem recebeu? Dos pais?

• O professor deverá ensinar o uso adequado da agenda, incentivando o aluno a fazer anotações claras e formalizadas.

O Colégio Magnum acredita que se escola e pais fizerem uma grande parceria o maior beneficiado será o aluno.

• O professor deverá corrigir todos os deveres com qualidade, de acordo com os critérios definidos para cada série, para garantir os seus objetivos ao elaborar o dever.

Objetivos do Dever de Casa no Colégio Magnum: • Contribuir para o desenvolvimento (da habilidade) do hábito de estudo e aprendizagem.

E os pais? Segundo o economista Naércio Menezes, Coordenador do Centro de Políticas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa - Insper e autor de um recente trabalho sobre o assunto no Brasil, o conjunto de medidas que surtem resultado, uma vez adotadas com persistência em casa, chama atenção pela simplicidade. Apenas incentivar e acompanhar o filho a fazer o dever de casa e a ir à escola todos os dias, providenciar um lugar tranquilo onde ele possa estudar e comparecer às reuniões de pais tem o efeito de elevar as notas em torno de 15%.

• Possibilitar ao aluno a sistematização e a ampliação dos conhecimentos. • Possibilitar ao aluno preparar-se para a aula seguinte, entrando em contato com o objeto de conhecimento anteriormente. • Possibilitar ao aluno detectar as dúvidas em relação ao conteúdo. • Desenvolver no aluno a habilidade de resolver dúvidas com o professor. • Possibilitar a fixação do conteúdo de forma a aplicá-lo. • Estimular o hábito da produção escrita, realizando-a com qualidade.

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educando um valor para a escola que ultrapasse a estruturação do conhecimento formal, contribuindo para a construção de habilidades e de um conhecimento de mundo essenciais à formação do indivíduo.

Para nos ajudar a refletir sobre a importância do Dever de casa e como escola e família podem contribuir para que esta ferramenta tão importante possa realmente ajudar a melhorar o resultado do aluno, convidamos Magda Enock, Terapeuta Ocupacional, Psicopedagoga e professora da Falculdade de Ciências Médicas de MG da disciplina de Terapia Ocupacional aplicada a educação para uma entrevista:

A realização adequada do dever de casa interfere positivamente no desempenho acadêmico do aluno. No entanto, existem alguns fatores relevantes a considerar para que essa tarefa seja realizada de forma satisfatória.

4- Atualmente, muitas famílias pensam que a escola deve se encarregar, sozinha, do processo educativo dos seus filhos. O que você pensa sobre isso? A educação de uma pessoa envolve a formação de hábitos; a construção de valores/formação humana; a construção de habilidades de convívio social; o aprendizado de atitudes e atividades importantes na vida diária; a construção de conhecimento de mundo, cultural e formal...

A organização de um ambiente adequado facilita a transformação do momento de realização do dever de casa em uma possibilidade real de aprendizagem, pois favorece a organização do processo e maior concentração na tarefa. O planejamento da execução dos deveres de casa, também, é um elemento fundamental para otimizar o aproveitamento dessa tarefa, pois preserva a motivação do educando ao realizar o dever de casa, evitando a execução acrítica e não significativa dessa tarefa.

Toda aprendizagem humana começa a ser construída a partir das referências mais significativas para uma criança – as referências familiares. Posteriormente, com o convívio da criança em outros grupos sociais, principalmente na escola, suas referências são ampliadas. A partir de então, a escola e a família, juntas, se tornam os principais núcleos de referências de uma criança/adolescente. A ação conjunta e complementar da família e escola é fundamental para o sucesso da educação global de um indivíduo. Assim sendo, família e escola devem se apoiar mutuamente para realizar com seriedade e prazer uma tarefa tão complexa e desafiadora que é a educação de uma pessoa.

Outro fator relevante é a conscientização pelo educando de seu papel de estudante, compreendendo o dever de casa como uma tarefa intrínseca a esse papel, investindo com compromisso na sua realização. Por fim, considero como fator que mais contribui para o dever de casa interferir positivamente no desempenho acadêmico, é a compreensão da família e do aluno dessa tarefa como uma oportunidade do educando de estruturar melhor o conhecimento construído, através da elaboração e aplicação em outros contextos. Essa visão permitirá imprimir ao dever da casa um novo significado, transcendendo a visão da execução dessa tarefa apenas como cumprimento de uma atribuição dada pelo professor. A construção desse significado torna o dever de casa uma tarefa que aproxima o cotidiano escolar do contexto familiar, dando um sentido de continuidade e complementaridade entre o aprendizado construído a partir das referências dadas pelo professor e pela família, viabilizando o acompanhamento sistematizado pelos pais do processo de aprendizagem de seu filho. 2- Na sua opinião qual deve ser o papel da escola frente ao Dever de Casa? A escola tem o papel de oferecer aos alunos atividades criativas e diversas e que caracterizem o dever de casa como atividades que sistematize o conhecimento pela fixação, mas principalmente pelo desafio superado através de uma atividade criativa e significativa, que permita ao aluno visualizar diversas compreensões sob uma mesma realidade/conhecimento. 3- Como a família pode contribuir na formação do seu filho, tendo como princípio a importância do estudo diário? A escola deve ocupar, na vida de um estudante, o lugar onde diversas habilidades são construídas (sociais, intelectuais, culturais...) e que serão utilizadas no decorrer de sua vida em diversos contextos. Assim sendo, a família deve transmitir ao

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Qualidade de Ensino

1- Você acredita que o Dever de Casa pode contribuir diretamente no resultado acadêmico do aluno? Como? Por quê?

Nessa perspectiva, o estudo diário é o resultado de uma atitude do estudante quando o mesmo compreende que o conhecimento construído no contexto escolar será fundamental a sua vida. Dessa forma, apropriar do aprendizado escolar através da elaboração e sistematização diária do conhecimento, é uma escolha consciente do estudante sustentada pelo apoio e acompanhamento da família.


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Atividades complementares auxiliam os alunos no vestibular

Qualidade de Ensino

Plantão de redação, aulas de aprofundamento e simulados são apontados pelos alunos como diferenciais importantes para conquistar uma vaga nos principais vestibulares.

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endo em vista o ENEM e o vestibular, os alunos da 3ª Série do Ensino Médio do Colégio Magnum Buritis participam de plantões de redação, aulas de língua estrangeira (Inglês ou Espanhol), aulas de aprofundamento por curso, simulado do ENEM, entre outras ações complementares. Ex-aluno do Colégio Magnum Buritis, Daniel Aranha, afirma que estas atividades extras o ajudaram para que fosse aprovado na UFMG. “As aulas de aprofundamento foram muito importantes para que eu conseguisse uma vaga na UFMG para o curso de Zootecnia, principalmente, na realização das provas da segunda etapa”, detalha o novo universitário que também se inscreveu no vestibular da PUC para o curso de Engenharia de Produção, onde conquistou uma vaga.

No plantão de redação, as produções textuais são corrigidas por um professor que utiliza os critérios exigidos pelo ENEM. Depois de avaliar as produções, ele discute com o aluno as imperfeições identificadas na escrita. O Plantão é oferecido para todos os alunos do Ensino Médio, no turno da tarde. As provas e os simulados são avaliações que consistem também em uma forma de identificar as necessidades individuais dos alunos e visam a melhoria constante de sua aprendizagem. Um dos Simulados, com a mesma formatação do ENEM em relação ao número de questões, oferece aos alunos um momento de vivência de um exame que testa, além do conhecimento dos alunos, a sua resistência.

A professora de Língua Portuguesa Itatiana atendendo a aluna Amanda, da 3ª Série do Ensino Médio.

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Destaque acad��mico motiva alunos a se empenharem nos estudos

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Bernardo Jaques, atualmente na 8ª Série, é um destes exemplos. Ele conta que sempre se empenha bastante para conseguir se destacar. “O que mais gosto do Magnum Avançado são as situações desafiadoras que nos são repassadas”. Neste mesmo grupo, está também Felipe Bacelar Resende que também recebeu prêmio Destaque Acadêmico. “Eu sempre tirei notas acima de 80%. Por isso achei que com a premiação o Colégio valorizou minha dedicação e empenho”, revela o aluno. Felipe conta que tem uma rotina diária intensa de estudo e por isso acha que novamente conseguirá alcançar seu objetivo. “Ser Destaque Acadêmico mais uma vez”.

Mais do que homenagear aqueles que se destacaram, o evento tem o objetivo de valorizar o estudo e a dedicação desses alunos, ao mesmo tempo, que visa motivar os estudantes para se empenharem cada vez mais. A Supervisora da 8ª e 9ª Séries do Ensino Fundamental, Elizeth Silva, revela que sempre encontra com alunos que não conseguiram ainda entrar para o Magnum Avançado, mas que estão se esforçando devido à premiação que consiste em um certificado. “Este ano tenho acompanhado vários alunos, que em 2009, não conseguiram nota para entrar no Magnum Avançado, mas que este ano estão se esforçando para conseguir”.

Valorizar e reconhecer alunos e profissionais talentosos e que também são exemplos de conduta, tem sido uma prática no Magnum Buritis. Neste ambiente, os alunos de ótimo desempenho acadêmico e aqueles que mais retiraram livros da biblioteca ao longo do ano são homenageados e recebem um certificado da Direção do Colégio em uma cerimônia com a presença dos pais e familiares.

Alunos da 6ª Série do Ensino Fundamental 2009.

Alunos da 7ª Série do Ensino Fundamental 2009.

Alunos da 8ª Série do Ensino Fundamental 2009.

Alunos da 9ª Série do Ensino Fundamental 2009.

Quando marcamos e damos destaque a esses momentos, estamos reforçando valores importantes para a nossa instituição, como Compromisso, Persistência e Disciplina, afirma Ricardo Cerqueira, Diretor do Colégio.

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Qualidade de Ensino

obressair, segundo o dicionário, é um dos sinônimos da palavra destaque, que tem, ainda, ressaltar e distinguir como outros exemplos. No Colégio Magnum, destacar, também, tem outro significado: MOTIVAÇÃO. O Colégio premiou os alunos de todos os segmentos que tiveram um aproveitamento além da média, com a solenidade Destaque Acadêmico. No evento, são premiados os alunos do Magnum Avançado, estudantes que conseguiram nota superior a 80% em todas as disciplinas, alunos que participaram de eventos externos e conseguiram boas colocações e, também, aqueles que se destacaram na retirada de livros da biblioteca.


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Qualidade de Ensino

A ciência nos rodeia

Alunos da 5ª Série B, durante aula de ciências.

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colegial), eu finalmente decidi prestar vestibular e nano, ela só tem o nome. Na verdade, para Física, que sempre havia despertado a nanociência é uma área ampla. a minha atenção. Na época, gostava de ler Afinal, pesquisar e produzir em escala livros de divulgação científica sobre física, e atômica envolvem conhecimentos de vários também uma visita à Unicamp me fez decidir setores. Lidar com magnetismo nessa escala definitivamente. só aumenta o desafio. O cientista Marcelo Knobel, professor e pesquisador do Instituto Como sua família contribuiu para você de Física “Gleb Wataghin” da Unicamp desde se tornar um cientista? 1995, encara tudo isso com prazer, como Acho que a minha família foi importante, ele demonstra na entrevista abaixo, em que por valorizar a pesquisa e ter convivido já em faz questão de destacar a importância do um ambiente onde os congressos, as teses e Marcelo Knobel, professor e pesquisador espírito investigativo e da observação desde a do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da os trabalhos faziam parte do cotidiano, pois Unicamp infância. “O importante é aprender a pensar meu pai era um pesquisador também. Então, como um cientista. É fundamental aprender a naturalmente, considerava o trabalho como questionar constantemente, a pensar criticamente sobre qualquer cientista como um trabalho qualquer. assunto”, afirma Knobel, que alerta para a presença da ciência Que trabalho você desenvolve na sua área? na vida cotidiana do mundo contemporâneo. “As ciências estão Eu trabalho com pesquisa em magnetismo experimental. em todo lugar”. Produzimos e investigamos novos materiais magnéticos e tentamos Knobel, que já atuou como Coordenador do Núcleo de entender as propriedades físicas desses sistemas. Atualmente, minha Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri) e como Diretor área de atuação mais forte é a de nanociências, pois produzimos Executivo do Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, materiais magnéticos nanométricos e buscamos o entendimento de tem mais de 200 artigos publicados em revistas internacionais suas propriedades e de novos fenômenos que surgem nessa escala. indexadas e outros tantos de divulgação científica. A vasta Quais as principais dificuldades para se tornar cientista experiência acadêmica, porém, não o impede de valorizar a no Brasil? E para trabalhar como cientista? formação escolar desde os primeiros anos. O cientista chama Sinceramente, não vejo muitas dificuldades. Há excelentes a atenção para a importância da escola e dos professores na universidades e um campo de trabalho em expansão. O único motivação dos estudantes. “A escola, em geral, não estimula porém é que ainda a maior parte dos trabalhos de pesquisa muito as vocações científicas, mas é naturalmente algo que pode está disponível em universidades e centros de pesquisa, e ser facilmente modificado”, acredita o pesquisador. há poucas oportunidades em empresas. Mas esse quadro Em que fase da sua vida, você decidiu ser um cientista? está gradativamente mudando, e o Brasil tem desenvolvido Algum estímulo o impulsionou nessa direção? fortemente a área de pesquisa básica e aplicada. Acho que, Sempre gostei de ciências. Aliás, sempre fui um bom aluno e atualmente, há excelentes oportunidades para os jovens gostava um pouco de tudo. Mas sempre falei que faria medicina, cientistas, em diversos lugares do país. É só encontrar a área como meu pai. No último ano do Ensino Médio (na época chamado desejada...

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Há tempos existe uma imagem-padrão do cientista como alguém que “vive” num laboratório. A vida real do cientista é assim? Não, na verdade, o trabalho de laboratório é fundamental para quem é experimental (hoje também muitos trabalham com teorias ou simulações). O cientista tem que dar aulas também, fazer projetos, prestações de contas, participar em comissões, grupos de trabalho, escrever artigos. Ou seja, boa parte do trabalho é realizada fora do laboratório, mas eu vejo isso como algo natural, algo que todas as profissões têm que enfrentar e o que deixa o trabalho mais dinâmico e interessante. Por que o ensino de Ciências é importante na escola fundamental? As crianças estão tendo acesso a esse tipo de aprendizado? As ciências estão em todo lugar e, naturalmente, as crianças têm esse aprendizado. Mas é importante destacar que o importante é aprender a pensar como um cientista. É fundamental aprender a questionar constantemente, a pensar criticamente sobre qualquer assunto. Isso é algo que deve ser constantemente trabalhado e cada vez mais aprimorado. Para isso, a ideia é sempre recuperar a origem da ciência como um sistema de métodos que permitem explicar fenômenos observados a partir de experimentos, por exemplo. Aprender a observar parece trivial, mas não é, e é essa a beleza da ciência. A escola hoje dá mais estímulos para que as crianças se tornem cientistas? Como despertar nos alunos a interesse pelas ciências? O interesse em geral é despertado nas crianças por bons professores. Naturalmente, o contexto histórico e a mídia são importantes, mas não há nada que substitua um bom professor, que estimule a discussão, que dê aulas com paixão. A escola, em geral, não estimula muito as vocações científicas, mas é naturalmente algo que pode ser facilmente modificado, com professores motivados, com bons programas de ensino de ciências,

com aulas de laboratório, com estudos do meio, e com o uso de ferramentas atuais, como a internet, por exemplo. Que tipo de ensino ajuda o aluno a desenvolver o espírito da investigação científica? Como a escola pode incluir na sua rotina o estímulo a esse desenvolvimento?

Por que é importante que as crianças desenvolvam o pensamento cientifico desde cedo? A ciência nos rodeia, e mesmo quem não gosta dela precisará conhecer e poder se posicionar frente a questões em que a ciência atua, desde a decisão de tomar um remédio ou não, até as discussões sobre o aquecimento global ou o futuro das energias renováveis, por exemplo. Ter uma formação em ciências sólida é fundamental para a manutenção da democracia e para o pleno exercício da cidadania. Como ensinar os estudantes a pensar cientificamente, para a vida profissional e para o exercício da cidadania? Acho que a principal questão é ensinar os estudantes a ser questionadores, a não ter medo nem vergonha de perguntar sobre tudo, de discutir sobre as coisas, de não considerar tudo correto simplesmente porque alguém falou ou porque está escrito. Outro aspecto importante é explicar as bases do funcionamento sobre a ciência, o método científico e a prática científica. Entender como essa complexa estrutura científica funciona é um passo fundamental para estimular o pensamento científico.

Qual a importância dessa formação de professores realizada no colégio na área de ciências? A aprendizagem dos alunos é o grande objetivo. Para isso, os encontros de formação privilegiam espaços para a troca entre os diversos saberes e experiências de todos os professores, supervisores e coordenadores, além de discussões e reflexões coletivas sobre situações vivenciadas em sala de aula. Todos ganham, todos aprendem. Um ensino de ciências condizente com as questões atuais não é fácil e, portanto, um desafio aos professores. Assim, o planejamento e estudos realizados nestes encontros de formação são fundamentais para a realização de boas práticas com os alunos.

Para que ficar procurando livros por todos os lados? Tempo, gasolina, estacionamento, interurbanos para que, se você pode comprar seu livro com um simples telefonema? Adquirir livros na BHBOOKS é super fácil, basta você ligar, efetuar sua encomenda, que nós a entregaremos no endereço de sua escolha (ver tabela de preços de entrega no site). Livros das maiores editoras nacionais à sua disposição.

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Qualidade de Ensino

Certamente, o fato de ter presente que a ciência é essencialmente resultado da observação da natureza é fundamental para um bom ensino de ciências de um modo geral. Além de um material que estimule essa discussão, a observação e a experimentação, a escola pode pensar em programas de visita a centros e museus de ciência, discutir questões atuais (transgênicos, aquecimento global, energia, gripe suína, entre outros) e estimular nos alunos o pensamento crítico e as discussões sobre o cotidiano, que é permeado por ciências.


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Concursos internos e externos: conhecimento e empreendorismo para a vida

Qualidade de Ensino

O Colégio Magnum Buritis estimula a participação dos alunos em diferentes concursos pedagógicos e acompanha o desenvolvimento dos alunos dentro e fora da instituição.

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stimular a participação e acompanhar o desempenho dos alunos em eventos pedagógicos representa uma forma de instigar neles a autonomia e a responsabilidade. Os alunos do Colégio Magnum Buritis vivenciam diferentes experiências dentro e fora da instituição e comprovam que sinônimo de vitória é aprendizado e muito conhecimento. “O empreendedorismo representa um dos pilares que norteiam a nossa escola, por isso acreditamos que ao participar de concursos internos e externos, o aluno consegue vivenciar novas experiências, conhecer pessoas, interagir com as diferenças e ainda aplicar o conhecimento adquirido em sala de aula e em diferentes situações”, conta Fernanda Moreira, Coordenadora Pedagógica do Colégio Magnum Buritis. Em proporção nacional e estadual, em 2009, os alunos participaram do OBA - Olimpíada Brasileira de Astronomia Astronáutica, da Olimpíada Mineira de Matemática, do DNA Desafio Nacional Acadêmico e do Concurso Cultural de Desenho promovido pelo Banco Mercantil. Internamente, participaram da Olimpíada do Conhecimento, da Olimpíada de Matemática e do Concurso de Redação. A aluna Ingrid Felomensch participou da Olimpíada de Matemática e da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica que ganhou medalha de ouro. “Em 2008, participei da OBA e ganhei medalha de bronze, em 2009, já estava mais preparada e ganhei ouro”, conta a aluna. “Sempre que possível participo das atividades extraclasse, pois além de interagirmos com os colegas, adquirimos conhecimento e passamos por situações que não acontecem em sala de aula”, reforça a aluna da 1ª Série. Bruno Carvalho Xavier, também se destacou nos concursos. O aluno que confessa gostar muito de Matemática e Ciências, ficou em 1º lugar nos eventos internos Olimpíadas do Conhecimento e Olimpíada de Matemática. “Participar dos eventos é uma forma

de aprendermos o conteúdo ministrado em sala de aula de maneira mais divertida e dinâmica”, confessa o aluno que quando perguntado que matéria mais gosta, não exitou em responder “ Ciências e Matemática, gosto igualmente das duas”. Para Fernanda Moreira, eventos como esses são importantes, pois os alunos aceitam os desafios e participam de competições muito similares com a realidade do mercado de trabalho e da vida. “Como a escola é um espaço de vivência, o jovem presencia situações de conflito em que tem que contar com diferentes habilidades para superá-las”, explica a Coordenadora, que completa, dizendo que além do conhecimento nas disciplinas específicas como Física, Matemática e Redação, os alunos ampliam o universo de conhecimento e entendem que mais importante que ganhar ou perder, é o aprendizado contido nas atividades. No dia 14 de maio, nossos alunos - da 6ª Série do Ensino Fundamental à 1ª Série do Ensino Médio - participaram da OBA - Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, estamos na expectativa do resultado que sairá em outubro. Nossos alunos também estão participando da OBM Olimpíada Brasileira de Matemática que teve sua primeira fase em junho (2ª e 3ª fases acontecerão em setembro e outubro respectivamente), da OMM - Olimpíada Mineira de Matemática (que terá sua 2ª fase agora em agosto) e do DNA - Desafio Nacional Acadêmico - iniciado no dia 14 de maio.

Concurso interno, Olimpíada do Conhecimento, premiou alunos participantes.

Ingrid Felomensch recebeu medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica.

Alunos que se destacaram no Concurso de Redação ganharam um ”Vale Livro”.

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Conhecimento e aprendizado em todas as áreas de estudo

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Os alunos Rafael Henrique e Marina Meira reforçam a importância de participarem de eventos externos.

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as atividades e convenções, conseguimos ter uma visão geral sobre meio ambiente, política, problemas sociais e ainda não ficarmos restritos ao Brasil ou as informações do país que estamos representando”. A aluna que compôs o grupo que representou a Botsuana, país da África Austral, diz que mesmo não optando pela área de relações internacionais, a experiência foi enriquecedora “conheci coisas novas e hoje me sinto segura para falar sobre alguns países e participar de assuntos sobre o meio ambiente, por exemplo, pois são temas que adquiri conhecimento”, relata Marina. Outro evento de destaque são os Jogos de Negócios do IBMEC-MG. “Os jogos são uma iniciativa que tem como intuito apresentar a realidade empresarial ao aluno da 2ª e 3ª Série do Ensino Médio”, conta Paulo Henrique Cotta Pacheco, Coordenador Geral da Faculdade IBMEC- MG. Além de vivenciarem a prática de algumas profissões, os alunos discutem problemas atuais da sociedade, sendo estimulados a pensar de forma crítica e propor soluções para resolver os problemas sociais e empresariais. “Como acompanhei de perto os alunos em ambos os eventos, percebi que o poder de argumentação é uma das habilidades mais desenvolvidas nos jovens, uma contribuição para qualquer carreira que optarem seguir”, completa Rafael. Quem reforça a fala do professor é o aluno Rafael Henrique Aparecido que participou dos jogos de negócios do IBMEC-MG. “Ainda não tenho certeza de qual profissão seguir, gosto da área de biologia e sei que não quero fazer nada parecido com administração, mas participar do evento permitiu que eu tivesse uma visão geral do que são os processos administrativos, como funciona uma empresa e a importância do planejamento. São conhecimentos que levarei para a vida”, confessa o aluno. Este ano, a Minionu acontecerá entre os dias 9 e 12 de outubro e, contará novamente com a participação dos nossos alunos.

ngana-se quem pensa que o Minionu e os Jogos de Negócios do IBMEC-MG são atividades voltadas apenas para os alunos que escolheram cursar Relações Internacionais, Ciência do Estado, Economia ou Administração de Empresa. Ao participar de evento como estes, além de conhecer na prática a realidade das citadas profissões, o aluno desenvolve habilidades que são fundamentais para se destacar em qualquer área do conhecimento. O Colégio Magnum Buritis estimula a participação do aluno e acredita que pró-atividade, comprometimento e dinamismo são algumas das características que eles desenvolvem a cada edição dos concursos. “Apoiamos a ideia desses projetos por percebermos a existência de conteúdos interessantes e uma organização séria por parte das instituições de ensino”, reforça Rafael Pessoa Lima Schieber, Professor de Orientação Profissional. Realizado pelo Departamento de Relações Internacionais da PUC, o Minionu reúne anualmente cerca de mil estudantes de diferentes escolas mineiras e propõe, além de aguçar o interesse por assuntos internacionais, desenvolver o senso crítico e o poder de argumentação dos jovens. Maria Inês, supervisora da 3ª Série do Ensino Médio, explica que “a Minionu é um modelo intercolegial das nações unidas em que o aluno do Ensino Médio é convidado a participar e a se posicionar sobre algumas questões internacionais. “Ela ressalta que a dinâmica é muito interessante: “durante quatro dias, os delegados (alunos) são distribuídos em comitês de um país previamente determinado pela organização do evento, gerando um espaço onde eles debatem, pactuam, deliberam e criam consensos para os temas propostos. Marina Meira de Carvalho Dorzeé, que agora cursa a 3ª Série do Ensino Médio, esteve entre os estudantes que participaram do Minionu 2009. “O evento representa uma ótima maneira de conhecermos mais sobre o mundo. Com


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Projeto literário convida o aluno a viajar para mundos e lugares inimagináveis através da leitura

Qualidade de Ensino

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er e escrever são compromissos da escola e, nesse contexto, o papel do professor é ser mediador de leituras significativas que promovam o crescimento pessoal e social de cada aluno. Em 2010, o Colégio Magnum Buritis dá continuidade a um Projeto Literário que, iniciado no ano passado, reforça que a leitura é uma habilidade indispensável à cidadania e à vida em sociedade. Fernanda Moreira, Coordenadora Pedagógica do Colégio, explica que o projeto se estende da Educação Infantil à 5ª Série do Ensino Fundamental “Ao ampliarmos o âmbito de atuação da biblioteca (o mais público dos espaços escolares) levando-a até a sala de aula, permitimos que o professor apresente para os alunos, livros, imagens, textos, que irão auxiliá-los na interpretação e estabelecimento de significados para o que veem e leem, assim, o professor promove novas experiências que conduzem os leitores para o domínio de variadas formas de linguagem”. A Coordenadora ainda reforça. “Quando as crianças ouvem contos ou outros textos narrativos, contados ou lidos, aprendem a reconhecer suas estruturas e se familiarizam com o seu vocabulário, próprio da comunicação escrita, por isso, o projeto representa um avanço na proposta de trabalho da leitura e interpretação de textos”. “Por meio do projeto, ensinamos os alunos a criar o hábito de ler, nós os educamos para a produção de textos mais qualificados, permitimos que ele conheça e domine uma variedade de títulos, reconhecendo as narrativas como integrantes da tradição e da cultura de cada lugar”.

No desenvolvimento do projeto, são adotadas práticas como o Rodízio Literário (leitura de livros de coleção) e a Leitura de Clássicos. Semanalmente, os alunos leem livros de coleção mesmo título para todos os alunos. A criança leva o livro para ler em casa, com apoio das famílias e, na data combinada com a professora, explora e interpreta em sala o livro que foi lido. Sobre a leitura dos livros clássicos: a cada semestre, a professora faz a leitura de um Clássico para a turma, que visa, sobretudo, o contato com os mestres da literatura, permitindo ao aluno o acesso ao patrimônio cultural produzido ao longo da história da humanidade. Outra atividade desenvolvida pelo Projeto Literário é o estímulo aos livros paradidáticos, com os alunos da 2ª à 5ª Série do Ensino Fundamental. Estas publicações completam os estudos em sala de aula nas áreas de Ciências, Geografia, História e Matemática. Há também a Biblioteca da sala de aula que é usada diariamente, para consultas breves, leituras pessoais e para leituras em casa, o que permitir aos alunos ler um livro por semana. Mas para que o Projeto Literário consiga cumprir seus objetivos, Fernanda Moreira, explica que não basta somente o trabalho realizado pela Instituição. “Necessitamos do envolvimento da família, que é convidada constantemente a se integrar neste trabalho de promover a leitura entre os alunos. Pais leitores colaboram na formação de crianças leitoras”, enfatiza a Coordenadora Pedagógica.

Alunos do 2º período aprendem, desde pequenos, a importância do hábito da leitura.

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Evento anual incentiva o gosto pela leitura Contação de Histórias, espetáculos teatrais, bate-papo com escritores, oficinas de origami e sarau de poesias, serão muitas as atrações da Semana Literária 2010 do Magnum.

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Colégio Magnum Buritis intensifica, a cada ano, o trabalho com a formação do hábito de leitura e desenvolvimento de produção de texto, por meio do trabalho diário em sala de aula e em eventos internos. Um destes eventos, reunirá os alunos do Maternal à 2° Série e do Ensino Médio em agosto, que será a 10ª edição da Semana Literária.

Destaques na leitura: biblioteca premia alunos leitores

O

Colégio Magnum Buritis adotou várias estratégias para colaborar na formação de leitores. Entre elas, criou em conjunto com a Biblioteca do Colégio, o projeto “Incentivo à Leitura”, que consiste em premiar os alunos que realizaram anualmente mais empréstimos de livros na biblioteca e que frequentaram o espaço do Colégio. Sueli Jau, Bibliotecária do Magnum Buritis, explica que esta avaliação não tem como critério apenas o número de livros retirados, mas analisa qualitativamente os livros retirados pelo aluno. “Fazemos uma análise junto aos professores sobre aquele aluno que realmente lê os livros e gosta de literatura”, conta Sueli. A Bibliotecária explica que é importante tornar a biblioteca um local dinâmico, cujo resultado deverá ser o atendimento ao usuário, divulgação do livro e promoção da leitura com eficiência. Os alunos premiados recebem livros, de acordo com a série e faixa etária, como forma de premiação. Da Educação Infantil ao Ensino Médio, todas as séries são contempladas.

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Entre os alunos premiados no ano passado, está a aluna Isabela Andréo Ribeiro, atualmente na 3ª Série do Ensino Médio. “Eu frequento a biblioteca, no mínimo duas vezes por semana. E isso não é recente, desde a 7ª Série. Eu nunca li nenhum livro por obrigação, pois sou apaixonada por ler. Até os livros mais clássicos que são incentivados pela escola, eu adoro”. Isabela conta que a premiação que recebeu é um incentivo para que ela continue lendo e visitando a biblioteca do Colégio. “Resolvi tentar vestibular para jornalismo e acho que o meu gosto pela leitura me influenciou muito”, revela. Isabela afirma que traçou planos, este ano, para mesclar as leituras obrigatórias dos vestibulares com livros que poderão ajudá-la a descansar e divertir. “Ler já faz parte da minha rotina, do meu hábito. Eu sempre vi a leitura como um lazer”, confessa a futura jornalista. Alunos que também foram destaque em 2009: • EDUCAÇÃO INFANTIL: Gabriel Camilo de Mattos Rodrigues (2º Período); Anna Luiza Aguiar Dórico (1ª Série). • ENSINO FUNDAMENTAL I: Isabella Schayer Dias Assis (2ª Série 1); Lívia Ramos Sugahara (3ª Série 2); Maria Fernanda Brum Vinate (4ª Série A); Maria Eduarda de Castro Canesso Moreira (5ª Série 2). • ENSINO FUNDAMENTAL II: Débora de Paula Morais (6ª Série B); Cecília Almeida e Amaral Faria (7ª Série B); Ianka Freitas Gonçalves (8ª Série A); Jéssyca Buenos Aires Machado (9ª Série A). • ENSINO MÉDIO: Isabela Andréo Ribeiro (2ª Série A).

Qualidade de Ensino

Hélio Josengler e Luíza Celani visitam a exposição dos trabalhos da Semana Literária.

“O evento é um empreendimento pedagógico que gera aprendizado. Os alunos participam de forma ativa com produções culturais e exposição de trabalhos. Eles declamam poemas, dão dicas de livros literários, encenam textos, representam e fazem flashes literários, que são apresentações-relâmpagos, que surpreendem a todos dentro do Colégio. Os alunos irrompem nos diversos ambientes da escola, apresentam e declamam poemas, fazem apresentações e garantem um espetáculo cultural para aqueles que os assistem ”, revela Fernanda Moreira, Coordenadora Pedagógica do Colégio. Durante o evento, os alunos têm contato com autores de livros em exposição na feira. Além destas presenças, temos também contadores de histórias que proporcionam aos alunos uma variedade de projetos. Brincadeiras, músicas e atividades como desenho e fantoches, feitos pelos contadores de histórias, despertam a imaginação de ouvintes transportando-os ao mundo da fantasia e encantamento. Os trabalhos e as apresentações dos alunos de cada segmento, sempre trazem à tona temas e imagens do universo poético, como o amor, o humor, a infância, o amadurecimento, a reflexão e a sociabilizarão, de vivências e de interações. Todas as atividades promoveram sutilmente, a interatividade, a atenção, a expressão e, por fim, a alegria de todos os alunos durante a realização da Semana Literária ”, completa Fernanda Moreira.


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Estimulo à leitura e muito conhecimento em forma de quadrinhos

Qualidade de Ensino

Publicação desenhada especialmente para as crianças contribui para a formação de novos leitores.

C

om o intuito de estimular o hábito pela leitura, o Colégio Magnum criou, em 1999, a revista em quadrinhos “MAGNITO e sua Turma”. Destinada ao público infantil, a publicação tem agradado tanto no conteúdo quanto na produção gráfica e tem ajudado a tornar o conhecimento em sala de aula ainda mais lúdico e prazeroso. Cada página lida gera uma descoberta e, a cada edição publicada, uma nova aventura. Assim, em sua 14ª edição, a revista MAGNITO ganha adeptos de todas as idades nos lares dos alunos do Colégio Magnum e nas salas de aula. “Trabalhei a última edição com os alunos da 5ª Série. Assim que receberam a revista, os alunos assimilaram o nome do impresso como a forma diminutiva da palavra Magnum e aproveitamos a oportunidade para reforçar o que já havíamos estudado sobre diminutivo e aumentativo. Com a revista, podemos trabalhar diversos conteúdos como o enredo central, redação, gramática e interpretação de texto”, afirma a professora Elizabeth Marques. Além de auxiliar os alunos a assimilarem os conteúdos pedagógicos a Revistinha aborda assuntos do dia-a-dia, como a importância de se economizar a água e energia elétrica, não jogar o lixo no chão e também sobre os hábitos alimentares. “A linguagem

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da revista em quadrinhos facilita a leitura, principalmente, para os alunos que estão iniciando o processo de alfabetização. Uma forma prazerosa de praticar e tornar a leitura um hábito”, contextualiza Fernanda Moreira, Cordenadora Pedagógica do Colégio Magnum Buritis. Os temas de cada edição são definidos pela escola e sugeridos ao ex-aluno Danilo Aroeira, responsável pela produção. Danilo conta que começou a participar do projeto a partir do número dois da revista, em 2000. “Sempre tive liberdade para adaptar o desenho do Magnito ao meu estilo e a confiança acabou dando certo”, lembra o desenhista que completa “com a revista tenho uma grande responsabilidade já que, querendo ou não, eu sou responsável por uma mensagem que chega às crianças. Mas isso é muito gratificante, pois eu contribuo de alguma forma para as novas gerações”. A revista de 2010, com a tema “O Gigante do Caraça” trata da questão da Biodiversidade, da preservação do meio ambiente, da flora, fauna, dos ecossistemas e de toda a espécie ameaçada de extinção. O passeio no Parque do Caraça é um convite para nossos alunos viajarem através dessa história e refletirem sobre a responsabilidade com o meio em que vivemos.


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Trabalho de campo: observação, análise, pesquisa e comprovação

Os alunos da 7ª Série tiveram a oportunidade de investigar e conhecer melhor esse espaço e, assim, construir um conhecimento com significado. O trabalho de campo envolveu as disciplinas História, Ciências, Inglês, Matemática e Geografia. No Mercado, os alunos observaram o encontro de culturas por meio de seus diversos produtos, cores, cheiros... Eles puderam constatar as ricas e complexas trocas de saberes e sabores entre as diferentes partes do mundo a partir da expansão marítima, do século XV/XVI, o primeiro processo de globalização do planeta, cujos reflexos estão presentes em nosso cotidiano. As feiras medievais também ganharam contorno mais nítido com o trabalho de campo no Mercado. Nesse ambiente de diversidade, os alunos organizaram o espaço do mercado em grupos, tendo como referência a classificação taxonômica dos seres vivos. O uso da bússola e de paisagens-referência auxiliaram na localização e construção de um mapa-mental do Mercado que mais tarde seria representado graficamente. Os alunos fizeram, ainda, uma pesquisa de preços de alguns produtos que fazem parte da alimentação diária do povo brasileiro, calcularam a média e o preço final dos produtos listados

Qualidade de Ensino

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Mercado Central foi o lugar escolhido para ser a extensão das salas de aula das 7ª Séries. Um trabalho de campo interdisciplinar foi ali realizado nos dias 12 e 13/05.

em diversas bancas e, então, apontaram onde era mais viável financeiramente realizar a compra. Eles analisaram a estrutura física do Mercado a fim de identificar simetrias, ângulos, formas planas e espaciais. Alunos da 7ª Série B.

Segundo Caroline Amormino, aluna da 7ª Série do Ensino Fundamental, a visita ao Mercado Central foi muito importante para seu aprendizado. “Com esse trabalho de campo tive a oportunidade de conhecer a história do Mercado Central. No início da visita, assistimos a um vídeo sobre essa história e conhecemos as pessoas que estiveram envolvidas na fundação do mercado. Antigamente, existiam duas feiras tradicionais que abasteciam Belo Horizonte. Então, resolveu-se unir as duas e formar um único centro de abastecimento.”Caroline revela ainda, que é muito importante o colégio incentivar e proporcionar esses trabalhos de campos, pois além de conhecermos mais sobre a nossa cidade, nos ajuda a entender conteúdos trabalhados em sala de aula”. Após a visita ao Mercado Central, a professora de inglês nos propôs um trabalho diferenciado. A cada mês, o mercado divulga uma receita diferente. Assim que é divulgada, traduzimos para o inglês e podemos degustá-la posteriormente.” A culinária mineira e a gastronomia do Mercado também foram objetos de pesquisa e estudo. Após selecionarem as receitas que gostariam de pesquisar e apresentar para os colegas, nossos alunos fizeram a escrita dos ingredientes e modo de fazer em Inglês e organizaram uma degustação para toda a classe. Fotos: http://www.mercadocentral.com.br

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Agenda

Acompanhamento

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rganização é uma habilidade que qualquer pessoa pode adquirir. Basta ter uma atitude pró-ativa e decidir começar. O resto é fácil, pode acreditar. Qualquer pessoa que pretenda ser organizada e assim ter seu tempo e seus compromissos sob controle precisa, indiscutivelmente, de uma agenda. Quando nos referimos à agenda, não estamos falando apenas de um espaço para anotar seus compromissos e registrar os telefones de seus contatos. A agenda no Colégio Magnum é muito mais do que isso. Aqui, entendemos a agenda como uma estratégia pedagógica que nos ajuda na formação de hábitos, de disciplina e de valores do aluno. A agenda é um forte aliado na formação do hábito “da disciplina, do esforço, da persistência e da responsabilidade”, fatores essenciais para a conquista de objetivos traçados. Os nossos alunos, desde bem novos, são ensinados a anotar e acompanhar todos os seus compromissos escolares: deveres, provas e atividades extras. A agenda é também um importante meio de comunicação entre família e escola, o que pode favorecer e qualificar essa parceria tão importante no acompanhamento das crianças e jovens. É importante ressaltar que a agenda do Magnum, para cumprir sua função pedagógica que o colégio lhe atribui, é formatada a partir de um tema. Todos os anos, é escolhido um tema que possibilite reflexões sobre princípios e valores sustentadas por elementos socioculturais. Neste ano, a nossa agenda retrata o tema “Diversidade, Cultura e África”. O Colégio Magnum, ao apresentar o tema “Diversidade”, destacando o Continente Africano, propõe a cada um de nós uma reflexão sobre as diferenças que existem entre as sociedades e como estas se organizam conforme as suas concepções e interesses.

Dica para o aluno: Como a agenda pode ser uma aliada no seu sucesso escolar • Anote todas as tarefas futuras (deveres, provas, trabalhos, passeios de campo, aulas extras). • Escreva listas de coisas a fazer. • Planeje sua semana. • Planeje seu dia. • Anote prazos importantes. • Controle tarefas com prazos determinados. • Registre ideias e acompanhe projetos. • Lembre-se de eventos recorrentes, como datas especiais e aniversários, compromissos semanais ou mensais, etc. • Registre e guarde números de telefone e endereços.

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Liderança jovem no Colégio Magnum Buritis O Colégio incentiva a eleição de representantes de turma como forma de desenvolver líderes e eleitores conscientes.

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Eleita pelo segundo ano seguido, Fernanda Pimenta Firmo, aluna da 7ª Série B não esconde que o papel de um líder é árduo. “Tem horas que é complicado deixar de lado minha vontade em função da escolha da maioria da sala”, conta a garota que desde os 11 anos aprende na prática o sentido da palavra representante, “mas, ao mesmo tempo, me sinto muito bem em ser porta voz das decisões tomadas pela turma. Em alguns momentos, estive na coordenação para falar sobre um assunto de nosso interesse e foi muito prazeroso saber que alguém está interessado em nos ouvir e ajudar no que for possível”, relata Fernanda. Na mesma turma, Lucas Marques Ribeiro também foi escolhido como representante. “Como gosto de estudar, sempre dou uma força para àqueles colegas que têm mais dificuldade em algumas matérias ou na resolução de exercícios, com isso fiquei bem próximo da turma”, conta o aluno que acredita que como representante poderá auxiliar ainda mais os colegas nos estudos. “Acredito que a parceria entre a Fernanda e eu será uma forma de dividirmos ideias e nos ajudarmos para representar bem a turma”, completa Lucas. Conheçam os representantes:

Represetantes de turmas da 6ª à 9ª Série do Ensino Fundamental.

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Acompanhamento

o Colégio Magnum Buritis, o projeto “Formação de lideranças”, representa uma aula prática sobre a importância de um voto consciente e um estímulo às novas lideranças. A partir da 2ª Série do Ensino Fundamental II, os alunos escolhem, através do voto, dois alunos para representar a turma perante a Coordenação e Direção da escola. “Primeiro apresentamos aos alunos as características necessárias para um bom líder e o significado das palavras liderança, democracia e voto. Após esse momento de discussão dos conceitos, perguntamos à turma quem se interessa em representá-la e, depois de lançados os candidatos, marcamos uma data para a eleição, permitindo, assim que os alunos tenham um tempo para observação e escolherem com calma em quem votar”, explica Soraya Tatiana Bonfim França, Supervisora Pedagógica 6ª e 7ª Série. Para a Supervisora, o projeto é um exercício de democracia, “dessa forma reforçamos com os alunos que o poder de quem lidera é concedido no momento que um grupo o elege de maneira democrática. Assim, destacamos a importância do voto consciente, uma etapa importante para a formação de cidadãos críticos e participativos”. Soraya completa dizendo que para não haver sobrecarga de atividades, em cada turma, são eleitos dois representantes uma menina e um menino.


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Magnum oferece acompanhamento para que aluno-atleta consiga conciliar esporte e estudo

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Acompanhamento

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Estudantes participantes de equipes esportivas do Colégio conseguiram vagas nas principais universidades do Estado com dedicação e apoio completo da Instituição.

O

s benefícios para o corpo e para a mente são inquestionáveis quando o assunto é o esporte. E quando bem acompanhados e orientados, os atletas também podem utilizar dessa atividade para conseguirem conquistar vitórias em outras áreas, como o vestibular. A ex-aluna do Colégio Magnum Buritis, Júlia Aranha, é um desses exemplos. Atleta da equipe de handebol, ela conseguiu unir, esporte e estudo, e assim garantiu uma vaga para o curso de Educação Física da UFMG. “Estudo no Magnum desde a fundação, entrei na 2ª Série do Ensino Fundamental. O Colégio teve um papel fundamental na minha formação como pessoa e como atleta, pois além de estudar durante um longo período, sempre estive envolvida em treinamentos e viagens”, reforça. Mas como foi possível conciliar estudo e esporte num ano de tantas pressões como o do vestibular? Júlia responde que com o acompanhamento da Instituição, ela planejava os horários de treinos com os estudos. “Só no segundo semestre que eu tive que deixar o handebol um pouco de lado para me dedicar mais às provas que estavam chegando, mas os momentos em que eu estava treinando eram relaxantes, em que eu me sentia mais bem disposta”, revela a nova universitária da UFMG. Patrícia Fonseca, Coordenadora de Esportes do Colégio Magnum, reforça a fala da Júlia ao explicar que o esporte é um momento do aluno extravasar a tensão e a cobrança sofrida, principalmente, na 3ª Série do Ensino Médio. “Ocorreram muitas situações de descontração, pois o grupo era muito amigo, deixando as atividades ainda mais prazerosas. A adrenalina das competições acaba preparando nossos alunos para o momento

do vestibular que é tão tenso”, reforça. No Colégio, o aluno deve conciliar seus horários de estudo com o treinamento, organizar o tempo para focar nos estudos e aproveitar ao máximo o período que está em sala de aula. Para isso, a Instituição oferece alguns diferenciais para este aluno-atleta, como explica a Coordenadora Patrícia. “O estudo vem sempre em primeiro lugar. Por isso, quando viajamos todos os alunos, independente da série, tem horário de estudo diário. Além disso, nos dias de treino, os alunos ficam no Colégio após a aula e estudam na biblioteca até o horário do seu treino. Há ainda grupos de estudos onde um colega auxilia o outro”. Kennya Borges também atleta da equipe de handebol e aprovada na UFMG utilizou do esporte como meio para extravasar sua tensão e revela que a disciplina do esporte a ajudou nos estudos. “Não só no terceiro ano, mas durante todos os anos. A conciliação não foi fácil. Mas aprendi com o esporte que quando se quer algo de verdade conseguimos. E eu sempre quis jogar handebol”, reafirma a futura estudante de Educação Física da UFMG. Diogo Evangelista Santos vai tentar o vestibular neste ano, ele está na 3ª Série do Ensino Médio, e é também atleta da equipe de handebol desde a 4ª Série do Ensino Fundamental. O aluno conta que fez um planejamento de estudo em que durante quatro horas por dia estudará em casa para o vestibular e à noite irá ao Colégio treinar com a equipe de handebol. “O Magnum Buritis tem nos ajudado muito. Neste ano, mudou nosso horário de treino para o turno da noite, pois assim poderemos estudar na parte da tarde”.

Handebol Cadete Masculino 2009

Handebol Infantil Feminino 2009

Handebol Mirim Masculino 2009

Handebol Juvenil Feminino 2009

Futsal Sub-13 Masculino 2009

Handebol Juvenil Feminino 2009

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Mini Basquete • JEA – Jogos Escolares da Amizade Basquete Petiz Masculino • Metropolitano Escolar • JEA – Jogos Escolares da Amizade • JEBH - Jogos Escolares de BH

Futsal Sub-11 Masculino (Pré-Mirim) • Copa ACM: 2º lugar • Copa FECEMG: 4º lugar • Copa SESC: 5º lugar • Copa BH: 4º lugar • PIUNHI: 1º lugar

Relação de Títulos 2009 Futsal Sub-13 Masculino (Mirim) • Copa ACM: 2º lugar • Copa FECEMG • Copa SESC: 5º lugar • Copa DISNEY • PIUNHI: 1º lugar • Campeonato Metropolitano: 5º lugar • Campeão na Espanha: Costa Blanca Cup

Futsal Sub-17 Masculino • Jogos Escolares de BH • JOJU - Jogos da Juventude do Sul de Minas • Copa Alterosa de Futebol • JEA – Jogos Escolares da Amizade Handebol Mirim Feminino • 1º lugar JEA – Jogos Escolares da Amizade • Hexacampeã do Metropolitano Escolar – FEEMG

Futsal Sub-15 Feminino • 2º lugar na Copa Disney • 2º lugar na Copa Mercantil

Handebol Mirim Masculino • Intercâmbio em Pará de Minas • 3º lugar Campeonato Metropolitano Escolar

Futsal Sub-15 Masculino • Vice Campeão Copa Minas 2009 • 6º lugar COPA SESC 2009 • Campeão do JOJUNINHO 2009 (Conquistando quase todos os prêmios. Atleta destaque, atleta revelação, melhor ataque, artilheiro e vice-artilheiro, segunda melhor defesa) • Semi-final da FECEMG (em andamento) • Copa Integração do Colégio Pitágoras (em andamento)

Handebol Infantil Feminino • Hexacampeã Metropolitano Escolar – FEEMG • Hexacampeã JEBH – Jogos Escolares de Belo Horizonte • Campeã JEMG – Jogos Escolares de Minas Gerais • Campeã fase municipal Copa Petrobras de Handebol • Campeã fase estadual Copa Petrobras de Handebol • 3º lugar na regional Copa Petrobras de Handebol

Futsal Sub-17 Feminino • Vice-campeão JEBH • Bi Campeão Copa BH Futsal • 1º lugar Copa Mercantil

Handebol Infantil Masculino • Campeão da Copa JEA • Vice-Campeão do JEBH • Campeão da Copa Petrobrás - Fase municipal • Vice-Campeão da Copa Petrobrás - Fase Estadual • 3º lugar Campeonato Metropolitano Escolar

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Handebol Cadete Feminino • Campeã – Campeonato Metropolitano Escolar • 1º lugar na Seletiva para o Brasileiro Escolar de Handebol

Acompanhamento

Basquete Infanto Masculino • Metropolitano Escolar • JOJU - Jogos da Juventude do Sul de Minas • 2º lugar JEA – Jogos Escolares da Amizade • JEBH - Jogos Escolares de BH

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Handebol Cadete Masculino • Campeão da Seletiva para o Brasileiro Escolar CBDE • 4º Lugar no Campeonato Brasileiro CBDE • Campeão do Campeonato Metropolitano Escolar Handebol Juvenil Feminino • Campeã – Jogos Escolares de Belo Horizonte • 3º lugar – Jogos Escolares de Minas Gerais • 3º lugar – Copa SESC Handebol Juvenil Masculino • Campeão da Copa SESC • Vice-Campeão do JEBH

Paula Pimenta, atleta da equipe de Futsal Sub-13. Foto: Arquivo pessoal.

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Campe

Funcionários de diferentes setores do Magnum fizeram do esporte um aliado para integração

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Foto: Arquivo pessoal.

m 2009, cerca de 15 funcionários do Colégio Magnum Buritis, se uniram, depois do convite da Coordenação de Esporte do Colégio, para participar da 3ª edição da Copa SAAE/MG, evento promovido pelo sindicato dos auxiliares de Administração Escolar do Estado de Minas Gerais. O time de futsal começou bem a primeira fase da competição e só perdeu um jogo nas semifinais. Apesar do grupo nunca ter treinado junto, os participantes fizeram uma excelente campanha, terminando a competição em 3° lugar. Um dos participantes desse time foi o encarregado da segurança do Colégio, Geraldo Euzébio, que afirma que achou a experiência única. “Um dos pontos mais legais foi a integração que acabou acontecendo entre os funcionários”, revela. Segundo o segurança, ele já está ansioso para o evento deste ano, “ficamos muito felizes com o churrasco que o Colégio promoveu em nossa homenagem, foi um carinho da Instituição para conosco. Em 2010, queremos ficar em primeiro lugar como agradecimento por tudo”, anima Geraldo. Patrícia Fonseca, Coordenadora de Esporte do Colégio Magnum Buritis, concorda com Geraldo e afirma que a Copa SAAE/MG foi um momento de grande integração. “Foi um evento importante que contou com efetiva participação dos funcionários administrativos do Colégio e gerou muita expectativa. A cada semana, eles perguntavam sobre a competição e sobre os jogos.” Neste ano, o Colégio Magnum conquistou a medalha de prata no campeonato.

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Funcionário do Magnum participaram da Copa SAAE/MG 2009.

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Escola integral: Uma aliada dos pais na formação de hábitos dos seus filhos

Acompanhamento

Oficinas de esporte, recreação, aulas de natação, plantões em todas as matérias, alimentação com orientação de um nutricionista e muito mais. Conheça melhor a Escola Integral do Magnum.

Aprendendo outro idioma: alunos tem aula de inglês.

No MEI o computar é fonte de informação e consulta, mas também pode ser de recreação.

As crianças menores têm oficina de recreação, sinônimo de diversão e integração.

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Depois de um lanche reforçado começam as aulas de natação.

Dever de casa. O aluno tem acompanhamento constante de orientadores, sempre incentivando o hábito de estudo e um bom rendimento escolar.

Aluno faz parte do Magnum Escola Integral desde 2001

ãe do aluno Brandon, Isabelle Motta, revela que a falta de preparo no mercado de empregadas domésticas a levou a buscar uma escola que tivesse a opção de ser integral. “Matriculei o Brandon no Magnum, pois percebi que o MEI poderia oferecer para o meu filho, um acompanhamento educacional e pedagógico também fora do horário escolar, além de contar com atividades culturais e uma alimentação balanceada por uma nutricionista”. Assim, Brandon foi matriculado no MEI com três anos de idade. Hoje, oito anos depois, ela conta que ele tem um ótimo relacionamento com os colegas e monitores. “Quando ele era mais novo, o recurso que eu utilizava para convencê-lo a se comportar era que eu o tiraria do MEI. Isso era ‘tiro e queda’, ele me dava sossego por uns dois meses”, revela Isabelle, mãe do aluno, reforçando que com esta brincadeira, o filho demonstrava que adorava a Escola. “Hoje, depois de crescido, ele sabe que não vou tirá-lo, pela confiança que adquiri na escola e no MEI, eu perdi meu argumento”, brinca Isabelle. Cláudia Palhares, Coordenadora da Escola Integral, confirma a fala da mãe, reafirmando que o MEI é mais um aliado da família na formação dos filhos. “Aqui, a criança ou o adolescente

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aproveita seu tempo da melhor maneira possível, distribuindo-o entre atividades que formam hábitos de estudo e hábitos de saúde, higiene e convívio social.” Segundo ela, os alunos que frequentam o MEI adquirem bons hábitos de estudo, saúde, higiene e convívio social.

Brandon (E), durante a aula de Educação Física.


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Manhã de integração: momento em família O dia representa a oportunidade do Magnum Buritis, a família e os alunos estarem juntos em um ambiente afetivo participando de atividades e jogos pré-desportivos.

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Acompanhamento

1ª Manhã de Integração de 2010, no Colégio Magnum Buritis, foi realizada no dia 27 de março. Este é um momento de encontro da família e alunos com a escola.

Enquanto os pais são atendidos pelas professoras e recebem um retorno sobre o desempenho escolar de seus filhos, os alunos fazem jogos e atividades físicas, orientadas pelos professores de Educação Física. Os pais que manifestam interesse por participar dos jogos que são propostos podem realizar as atividades. A integração entre pais e filhos é percebida numa partida de dama, xadrez ou outras atividades sempre acompanhados pelos professores de Educação Física. “Muitas vezes acontece dos pais chegarem ao Colégio antes do horário marcado para o atendimento individual ou ficarem na Instituição mesmo depois de serem atendidos. Então, eles observam os filhos e, com frequência, participam das atividades que preparamos”, informa a Coordenadora de Educação Física, Alessandra Toledo Nunes. Os sábados de Integração representam também um estímulo para os pais e alunos conviverem no ambiente escolar, envolvidos com atividades e jogos pré-desportivos. “Vivemos em um mundo de práticas sedentárias, pois encontramos à nossa disposição, jogos digitais, computadores, controles remotos, elevadores, escadas rolantes. Tudo isso prejudica a nossa saúde e afeta a população. Eventos como a Manhã de Integração são importantes para que possamos quebrar essa rotina e incentivar alunos e familiares a se movimentarem”, explica Alessandra.

O aluno do maternal III, João Victor, se diverte no salto.

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Mãe do aluno Gustavo, do maternal II, interage com as atividades propostas.


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Em ano de Copa do Mundo, Colégio Magnum Buritis realizou a 3ª edição da Minicopa

Acompanhamento

Alunos de diferentes idades participaram de uma maratona de jogos no Colégio Magnum Buritis.

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m anos de Copa do Mundo, já virou tradição no Colégio Magnum Buritis, a realização da Minicopa, que reúne atletas da Educação Infantil à 3ª Série do Ensino Médio para a disputa de diversas modalidades esportivas. Além de garantir a diversão dos alunos, a Minicopa teve como objetivos desenvolver a socialização por meio do esporte, o envolvimento dos alunos com a escola e as famílias, e o conhecimento de outras culturas. Tudo isso, visando à Formação Integral dos Alunos. Para contemplar os alunos da Educação Infantil à 5ª Série, o Colégio Magnum Buritis preparou diferentes jogos que fizeram alusão ao futebol. As atividades foram realizadas nas quadras e dentro das salas de aula. Todos os alunos receberam medalhas pela participação na Minicopa. Já os alunos da 6ª à 3ª Série do Ensino Médio, além de disputarem os tradicionais jogos de quadra, participaram de partidas de totó, futebol de prego e outras atividades que fazem referência ao esporte mais popular do planeta. Os jogos da primeira fase aconteceram no horário normal de aula, nas

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quadras do Colégio. O sábado, dia 29, ficou reservado para as finais da Minicopa e para a entrega das medalhas de ouro, prata e bronze aos atletas. Cada série teve uma equipe campeã. A Coordenadora da área de Educação Física Alessandra Pacheco, destacou a importância desse evento para o conhecimento de outras culturas. “Os alunos da 6ª Série do Ensino Fundamental à 2ª Série do Ensino Médio realizaram estudos sobre os 16 países que disputaram a Copa do Mundo, este ano, e fizeram apresentações por meio de estandes.” O evento contou também com outras atividades pedagógicas como Jogos de Perguntas e Respostas e Olimpíada do Conhecimento. Além disso, a arrecadação de alimentos, roupas e sabonetes contaram pontos para as equipes. As doações foram destinadas às creches e asilos assistidos pelo AMA (Ação Magnum Agostiniano). Alessandra Pacheco reforça ainda que os alunos se envolveram muito com a Minicopa, desde o mês de abril, quando participaram de um concurso para a logomarca do evento. “Recebemos cerca de 70 logomarcas que foram avaliadas a partir da criatividade e alusão ao tema transversal da Instituição: “Respeito à diversidade: um encontro com a liberdade”.


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Ama desperta nos alunos responsabilidade social

As apresentações teatrais montadas pelos alunos fazem tanto sucesso que Visita dos alunos ao Lar dos Idosos Maria Clara em Contagem. o grupo já apresentou duas peças para Mensalmente o AMA organiza os colegas do Colégio. visitas a Instituições não governamentais e leva solidariedade, Outro destaque é a parceria do AMA com a Associação de Bairros do informação e carinho. “Visitei uma creche, no ano passado, e uma Buritis. Crianças de creches visitadas pelo projeto e outras Instituições das crianças do lugar ficou só do meu lado, querendo colo e abraço. Na convidadas pela Associação participaram do dia de atividade e festa no verdade, percebi que ela não tinha muito afeto, estava muito carente. Colégio Magnum. Foi a primeira vez que o papel se inverteu, e o AMA E isso mexeu muito comigo”, descreve emocionado outro participante convidou as Instituições para dentro do Colégio. O tema do evento foi do projeto o aluno, Diogo Noboru Camino, da 7ª Série. o Cuidado com o Planeta e contou com a apresentação do teatro da Mas apesar das visitas ocorrerem apenas duas vezes por mês, o Turma da Mônica, que teve a participação dos pais de alunos do Colégio. trabalho dos alunos do AMA é contínuo. Eles planejam e apresentam várias peças de teatros, brincadeiras e dinâmicas nas Instituições visitadas. Trabalho que tem muito planejamento, conforme explica a Coordenadora de Formação Humana e Cristã, Rosane Guglielmoni. “Os próprios alunos se dividem em grupo para montar o teatro. Cada equipe fica responsável por uma tarefa: tem o grupo do cenário, da sonoplastia e o grupo de atores e atrizes”. Segundo Rosane, os alunos produzem as peças a partir

O AMA visita as seguintes organizações: Creche Nossa Senhora Auxiliadora no bairro Santa Maria, a Creche Lar Criança Esperança na Vila Ideal em Ibirité, a Creche Caminhando com Jesus no bairro Camargos, ao Centro de Acolhida Betânia, Creche Criança Feliz, em Contagem, Lar dos Idosos Maria Clara em Contagem, Projeto Curumim Núcleo Água Branca, Lar de Idosos Cristo Rei.

Alunos têm espaço para manifestações religiosas diversas

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á quatro anos, por iniciativa de um grupo de alunos do O grupo ‘’Magnum Perseverante’’ surgiu de um convite da Colégio Magnum surgiu o “Clubinho Evangélico”. Um professora Rosane para os alunos do Magnum que frequentavam grupo de reflexão, de estudo bíblico que se reúne uma a perseverança - Grupo de Jovens de 10 a 14 anos da Igreja N. vez por semana, na hora do intervalo, para estudar a palavra S. Rainha para organizarem a missa da páscoa de 2009. Daí em de Deus. O grupo é aberto e tem participante de várias crenças, diante, novos projetos foram elaborados, o que fez crescer a apesar de ter sido criado por alunos evangélicos. participação do grupo em atividades já existentes no Colégio, como o ‘’projeto semear’’, ’’sábado Lucas Gibran, que formou em 2009, conta que o grupo foi de encontro’’ e ‘’Catequese’’. muito importante em sua vida Desde então, o grupo se encontra no Magnum. “Será, com certeza, todas as segundas-feiras para uma das melhores lembranças. preparar os diversos projetos. Ali, a palavra de Deus era exposta Para a Coordenadora, há sem direcionamento religioso, uma convergência destes dois não éramos batistas, pentecostais, grupos, pois a centralidade dos presbiterianos, católicos, espíritas dois é só uma. nem de denominação nenhuma. Essa parceria tem gerado Nós nos preocupávamos em muitos resultados positivos. expor a Bíblia Sagrada. E estando Devido a existência de alunos a frente nesse trabalho pude católicos e evangélicos nas crescer em vários aspectos da salas de aula, algumas turmas minha vida”, relembra o novo Alunos organizaram a Missa de Páscoa 2010. confidenciam o desejo de universitário da UFOP. celebrar a formatura em um Outro grupo do Colégio é o Magnum Perseverante. Alunos culto ecumênico. “Na última formatura do terceiro ano, católicos que organizam e participam de vários projetos, vivenciamos um momento de muita alegria em que o culto como, por exemplo, a Missa de Páscoa. Yuri Gomes é um dos ecumênico foi celebrado pelo Padre Alexandre, pároco da igreja participantes deste grupo e afirma que há interação entre os dois. Nossa Senhora Rainha, juntamente com o aluno Lucas Gibran da Ele cita como exemplo, a missa de páscoa de 2009 quando alunos igreja presbiteriana. Em conjunto, os próprios alunos escolheram evangélicos (do Clubinho) ajudaram o Magnum Perseverante os textos, as leituras e as músicas que, comuns aos católicos e a fazer um teatro. “Um ajuda o outro. No Colégio Magnum, católicos e evangélicos se dão bem, pois trabalham juntos por evangélicos, compuseram o culto. O resultado foi uma bela um bem maior, Jesus Cristo”, ressalta Yuri. cerimônia”, lembra Rosane.

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Formação

dos contos tradicionais infantis, resignificando as histórias para a realidade contemporânea. “Além dos valores que são despertados e trabalhados no projeto, os alunos aprendem mais do que imaginam como trabalhar em grupo, montar atividades, planejar, de uma forma geral. Tudo isso aliado ao empreendedorismo acaba sendo uma consequência natural do processo”.

Com o AMA conheci outras realidades sociais. Aprendi também a fazer a minha parte para tentar mudar o mundo”. A frase é da aluna Brenda Felipe de Freitas Faria, da 8ª Série, que participa do AMA desde 2008. De forma simples e objetiva, Brenda resume o seu sentimento em relação ao projeto que convida e mobiliza alunos do Colégio Magnum Buritis para atuarem em projetos sociais e ações com a comunidade.


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Tema de inspiração para a vida

Formação

Diversidade - “Respeito à diversidade um encontro com a liberdade”. Esse é o tema transversal 2010 que está presente em todas as atividades pedagógicas do Colégio desde o início deste ano.

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no após ano, o Colégio Magnum propõe-se a fazer uma reflexão sobre as ações que marcaram o ano que passou e sobre o muito que ainda deverá ser feito nos próximos 365 dias de um novo período. Em 2010, o Tema Transversal “Diversidade” está sendo trabalhado na instituição como norteador dos projetos e atividades desenvolvidas dentro e fora das salas de aula. Esse ano, a palavra Diversidade, assim como o Continente Africano e suas contribuições culturais, serão elementos muito trabalhados na escola. “A diversidade está na gênese da história do nosso país e mesmo assim vivemos o paradoxo de seguirmos um padrão eurocêntrico. Ao propormos um tema que tenha a África como recorte, devolvemos a ela o lugar de terra mãe, de ventre da humanidade”, contextualiza Rosane Guglielmoni, Professora de Formação Humana e Cristã. “Além disso, a escolha desse ano foi bastante apropriada. Em tempos de intolerância étnica, social, cultural e religiosa, sem a presença do respeito e da tolerância, torna-se impossível uma convivência harmoniosa e saudável” reforça a Professora. Durante todo o período letivo, os trabalhos desenvolvidos em sala de aula e as demais atividades pedagógicas contemplam as diversas abordagens do tema. “Levar o tema Diversidade para a realidade do aluno é uma forma de ampliar a visão de mundo para que percebam e se permitam conhecer e entender as culturas que formam o nosso país e a diversidade social que nos envolve. Assim, com a experiência da convivência, chegamos ao ápice do processo em que possibilitamos aos alunos construir noções de identidade e alteridade, sem que as diferenças sejam apagadas ou anuladas”, conta Rosane.

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Coral proporciona vários benefícios aos alunos, entre eles, a integração, sensibilidade e concentração

Formação Coral, em apresentação no Parque Aggeo Pio Sobrinho, durante a abertura oficial da Campanha de Vacinação Infantil.

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ossa Nova, MPB, samba, rock e tantos outros. Quem não gosta de música? Para rir, chorar, ensinar, aprender, dançar e se emocionar. O Coral do Colégio Magnum Buritis tem proporcionado algumas dessas emoções, desde a sua fundação, no público que ouviu e se encantou com o grupo. Mas e para quem canta, as emoções são as mesmas? Sim, além de fazer muito bem para quem ouve, a música tem outras dezenas de benefícios a quem canta e faz desta prática um constante aprendizado.

questão de salientar que adora as músicas escolhidas pelo Maestro Flávio e que aguarda ansiosa os dias de ensaio.

Flávio Fonseca, Maestro do Coral do Colégio, descreve algumas destas vantagens, proporcionadas para quem pratica o canto coral. “A integração de seus componentes, o desenvolvimento da percepção, concentração e sensibilidade, além de incentivar o sentimento de cooperação estimula os participantes para a realização de objetivos comuns”.

O canto coral é uma das atividades musicais utilizadas há séculos para produzir música em conjunto, com os objetivos mais diversos ao longo dos tempos. Foi utilizado como louvor religioso dos Monges Medievais, pelos burgueses em seus salões de festas e pelo povo nas ruas em seus carnavais.

Sofia Reis de Paiva, integrante do coral, descreve sua emoção quando está cantando. “No começo das apresentações, eu sempre fico tímida, mas sinto uma alegria enorme em cantar”, revela. Sofia diz ainda que a inspiração para participar do coral veio de seu pai “Eu resolvi entrar no grupo, pois o meu pai canta muito bem e eu queria cantar igual a ele”, confessa a jovem que faz

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O ano de 2009 foi muito produtivo com muitas canções novas que marcaram as apresentações do coral. Em 2010 já fizemos algumas importantes apresentações como no Parque Aggeu no Buritis. O Maestro descreve estes principais momentos. “Sempre que uma canção está bem ensaiada, nos reunimos para apresentála ao Colégio.

Uma de suas vantagens em relação a outras formações musicais é explorar a musicalidade, naturalidade e a sensibilidade da voz, que é o som que mais toca a alma humana. Assim, dispensa que seus componentes, ou a maioria, tenham conhecimento ou habilidade para tocar instrumentos musicais. Para este ano, as expectativas são ainda maiores. “Esperamos realizar várias apresentações encantando o público com músicas marcantes”.


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Mudanças que resultam em vida saudável Cantina do Colégio Magnum Buritis oferece diferentes opções de lanches que agradam aos alunos do Maternal ao Ensino Médio.

Formação

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epois de aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Aécio Neves, a Lei 3.898/07 do deputado estadual Délio Malheiros (PV), que propõe mudanças nos lanches oferecidos pelos colégios mineiros, apenas ratificou a postura do Colégio que, embasado na lei eliminou definitivamente da cantina alimentos fritos, com alto teor de açúcar e os refrigerantes. Mesmo antes de estar presente nas discussões da Assembleia Legislativa mineira, a preocupação com a os hábitos alimentares das crianças, jovens e adolescentes já era realidade no Colégio Magnum Buritis. Desde a criação do Colégio, a cantina Nutrimagnum já oferecia opções como sucos naturais e saladas de frutas no cardápio visando incentivar uma alimentação mais nutritiva e balanceada dos alunos, pais e funcionários que lancham ou almoçam na Instituição.

Alimentação saudável conquista alunos, como a Jéssica Sabatine, da 2ª série do Ensino Médio.

“Com a lei, percebemos que já estávamos no caminho certo, oferecendo opções mais saudáveis para a alimentação das crianças e jovens que estudam no Colégio. Agora, temos a oportunidade de reforçar a parceria e contamos com a colaboração dos pais para, juntos, oferecermos condições que visem a uma alimentação saudável dos alunos”, conta Carmen da Rocha Barbini, responsável pelas cantinas Nutrimagnum.

a mudança na cantina do Colégio é uma forma de continuar o esforço desempenhado em casa na busca por bons hábitos alimentares. “Assim como todo adolescente, a Jéssica também gosta de comer besteiras como doces e refrigerantes, mas como sempre apresentamos opções saudáveis, os doces e frituras, viraram exceções no cardápio dela”, compara a mãe que além de ficar de olho na alimentação da caçula, segue o mesmo critério com os outros dois filhos.

Na casa de Jéssica Sabatine, aluna da 2ª Série do Ensino Médio, a parceria família e escola tem gerado bons resultados. “Em casa sempre colocamos na mesa opções variadas de verduras e legumes, além da carne e da tradicional dupla arroz e feijão. As frutas também são alimentos que não deixo faltar”, conta Helionice Pimenta, mãe da aluna que reforça que

Para Jéssica, a medida representa uma enorme contribuição. “Sou diabética e, por isso, sigo uma dieta mais rígida em relação a doces. Quando fico mais exposta a esse tipo de alimento, me sinto mais atraída e acabo caindo em tentação. Agora fica mais fácil de controlar a ingestão, principalmente, evitar os refrigerantes”, completa.

Aliado: cartão Nutrimagnum ajuda a diagnosticar os hábitos alimentares na escola

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ara os pais que têm interesse de acompanhar a alimentação do filho na escola, a cantina do Colégio Magnum Buritis oferece o Cartão Nutrimagnum. Similar ao cartão de crédito, ele pode ser abastecido, pelo pai, na própria escola e ao filho cabe a responsabilidade de administrar o valor mensal disponível para a alimentação. Como forma de facilitar o controle do aluno, o valor gasto diariamente pode ser definido pelos pais ou responsáveis. Neste caso é interessante conversar com o filho para que seja estipulado um valor diário que o permita fazer um lanche reforçado e com diversidade de opções, para que o aluno não fique restrito a apenas um único lanche durante todo o mês. Com o cartão, ao término de cada mês, o pai pode solicitar o extrato onde, de maneira detalhada consta todas as compras realizadas pelo filho durante o período. Uma forma de acompanhar a alimentação e, ao mesmo tempo, dar autonomia para o jovem administrar a verba.

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Orientação profissional: alunos do Colégio Magnum Buritis recebem apoio no momento em que fazem escolha profissional As aulas e orientações ajudam os alunos a traçar metas e objetivos que os apoia na construção de um projeto de vida.

Alunos conhecem os diversos cursos e faculdades durante a Vitrine de profissões.

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cursos e opções que estão disponíveis no mercado de trabalho, além de participarmos de atividades que nos ajudam a entender quem somos, o que queremos e onde pretendemos chegar. Um apoio para a vida toda.” Sobre as aulas, o professor ainda completa: “É comum os alunos do Ensino Médio apresentarem um conflito que relaciona a chegada da fase adulta ao fato de terem que abrir mão da adolescência. O amadurecimento é inevitável, mas gera insegurança. Por isso, é importante que o jovem tenha um momento em que possa se sentir seguro para expressar as dúvidas e angústias que permeiam esta transição”. No primeiro ano de inclusão das aulas e de trabalho com Orientação Profissional, resultados positivos foram percebidos. A ex-aluna Cecília Magnoni, aprovada no curso de Moda da Universidade FUMEC, declarou: “Internamente eu sempre tive o desejo de fazer o curso de moda, mas me sentia muita insegura em relação à minha escolha e, com as orientações que recebi no Colégio Magnum Buritis, me tornei uma pessoa mais segura até para me expressar”. A aluna contou que procurou o professor para agradecer e contar sobre a positiva transformação. “Quando Cecília me procurou para agradecer o apoio que recebeu do Colégio Magnum Buritis em sua formação e acompanhamento em seu processo de escolha profissional, confesso que me senti muito feliz como pessoa e também como profissional. Reforço com todos os alunos que as profissões devem servir de instrumento para agirmos em prol de uma sociedade melhor e ainda proponho a eles que se perguntem sobre o seu papel no exercício de uma profissão. Quem sabe do seu papel, sabe pelo que lutar”. Finaliza Rafael Schieber.

Formação

Desde 2009, a grade curricular do Colégio Magnum Buritis contempla os alunos da 1ª e 2ª Séries do Ensino Médio com aulas de Orientação Profissional. Elas são ministradas pelo psicólogo e professor Rafael Schieber e são momentos nos quais os alunos conversam e debatem sobre diferentes temas como escolhas, opções, carreiras, mercado de trabalho, projeto de vida. Além desse trabalho, os alunos também fazem testes e dinâmicas que os auxilia no momento da escolha profissional, mas, principalmente, permitem que eles tracem metas para a vida. “Nas aulas, trabalhamos três grandes pilares: o auto conhecimento, para que o aluno consiga perceber-se melhor, a realidade profissional, para que tenha uma visão geral sobre o mercado de trabalho e, depois, unimos a evolução dos outros dois pilares ao projeto de vida do aluno. Assim, as aulas servem não apenas como orientação profissional, mas como um momento em que os jovens planejam o futuro e se perguntam sobre qual curso escolher e o por que da escolha”, detalha o professor. Para as turmas da 3ª Série do Ensino Médio, a orientação acontece individualmente ou com atividades que envolvem pequenos grupos. “Quando estamos no último ano, a pressão é ainda maior. Todos os conhecidos perguntam qual curso escolhemos e em quais universidades vamos prestar o vestibular, uma cobrança que aumenta a ansiedade na etapa final”, desabafa Anna Versiani, aluna que, em 2010, cursa a 3ª Série do Ensino Médio. Anna participou das aulas de Orientação Profissional quando cursava a 2ª Série do Ensino Médio e reconhece a contribuição dessas aulas em sua formação. “É um momento em que tomamos conhecimento das diversas possibilidades profissionais, dos novos


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Hora cívica trabalha cidadania consciente e crítica

Formação

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esde o ano passado, o Colégio Magnum Buritis transformou as Horas Cívicas em um rico momento pedagógico. Além da execução do Hino Nacional, semanalmente, os alunos de cada segmento elaboram apresentação aos demais estudantes sobre um tema de interesse público e que faça parte do desenvolvimento do país e do mundo, uma forma de reforçar valores, o patriotismo e a cidadania por meio do conhecimento. Os temas das apresentações são escolhidos a partir da Agenda 21, documento criado na conferência Eco-92 que aconteceu no Rio de Janeiro em junho de 1992 e reuniu chefes de Estado de todos os países para tratar dos problemas do Planeta Terra. A agenda 21 estabelece a importância de cada país se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. Soraya Tatiana, Supervisora de 6ª e 7ª Séries, explica que a atividade propõe aos alunos, um momento de reflexão sobre os valores e ações que os cidadãos de um país devem assumir e defender para garantirem sua dignidade como povo que compartilha uma mesma história em suas origens, caminhos e construção cotidiana. “Além disso, ao refletirem sobre as instituições e práticas políticas do nosso país, temas que norteiam

a organização do Momento Cívico, nossos alunos são estimulados a desenvolverem uma cultura política que permitirá a eles o exercício de uma cidadania consciente, crítica e efetivamente participativa no futuro”, explica a Supervisora. O tema transversal 2010, “Diversidade: Respeito à diversidade um encontro com a liberdade” foi o tema do primeiro momento cívico do ano. Os alunos apresentaram suas pesquisas sobre biodiversidade, comparando os ecossistemas, fauna e flora do Brasil com os da África. O continente africano é o tema da Agenda Escolar em 2010. A aluna Caroline Assis Amor Mino, da 7ª Série, afirma que gosta muito da Hora Cívica. “Eu acho muito importante este momento. Primeiro, porque é uma forma de homenagear meu país, cantando o Hino. Além disso, aprendo muito com as reflexões propostas”, descreve. Ano passado, outros temas foram abordados, como por exemplo, no mês de maio, cujo tema foi o meio ambiente. Na ocasião, os alunos discutiram o aquecimento global, e buscaram refletir sobre as ações do homem e como estas interferem diretamente na natureza e no ambiente em que vivem. “Os alunos estão sempre muito atentos aos temas propostos. Além disso, exercitam valores como o patriotismo, o orgulho e amor à pátria”, finaliza Soraya.

Marcelle Abreu, da 2ª série do Ensino Médio, reflete sobre a diversidade entre os povos, durante a Hora Cívica.

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O centro de idiomas Greenwich e o Colégio Magnum Buritis formam os jovens para o mundo A parceria que existe desde a inauguração da escola, ajuda na qualificação de alunos e profissionais do Colégio.

Sem precisar sair do Colégio, alunos aprimoram o estudo de idiomas no Greenwich.

Para os pais que ainda tem dúvidas sobre a melhor idade para apresentar um novo idioma aos filhos, Babi explica que quanto mais cedo o contato, mais rápido é o processo de aprendizagem. Segundo ela, as janelas de linguagem se abrem a partir dos dois anos de idade e, nesse momento, as habilidades trabalhadas com a criança devem ser a fala e a compreensão oral, para que a alfabetização não seja afetada. Ela enfatiza que durante esse processo, os pais devem ficar atentos para que o novo conteúdo seja apresentado da forma mais natural possível, levando para o universo infantil, brincadeiras, músicas e atividades interativas, de forma que o processo seja divertido.

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Outro grande diferencial é o material didático elaborado pela equipe pedagógica que, por meio de exercícios, trabalha a fixação do conteúdo ministrado dentro da sala de aula. Além disso, o aluno Magnum/Greenwich ainda pode agendar aulas de monitoria gratuitas para tirar dúvidas ou simplesmente estudar, acompanhado de um professor ou monitor. Com a parceria entre as instituições, quem ganha é o aluno que, sem precisar sair do Colégio, conta com uma infraestrutura privilegiada. “Com as aulas dentro do Magnum, podemos explorar os espaços da Instituição para realizar aulas temáticas e dinâmicas, aproveitando muito além da sala de aula. Sem contar que os pais podem ficar tranquilos, já que o aluno não precisa se deslocar para assistir às aulas”, finaliza Babi.

Formação

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Há 37 anos no mercado da educação, o Greenwich se destaca pela metodologia de ensino que privilegia a comunicação. “A fluência é o nosso principal foco no processo de ensino de um novo idioma. Entendemos que o aprendizado deve ser natural, de maneira similar à aquisição da língua nativa e por isso é importante que a escrita e a leitura sejam introduzidas em um segundo momento”, conta Babi. “Sabemos que a gramática e o vocabulário são fatores de extrema importância para o processo de aquisição de um idioma e, por isso, integramos estes elementos às outras habilidades desenvolvidas dentro da sala de aula”, completa a Diretora Geral.

tualmente, dominar um segundo idioma representa mais que um diferencial, é, também, uma ferramenta indispensável de diálogo com o exterior. Diante dessa realidade, a cada ano o Colégio Magnum Buritis reforça sua parceria de sucesso com o Centro de Idiomas Greenwich e juntas, as instituições formam jovens cada vez mais preparados para lidar com o mundo. Quem reforça essa postura é a diretora geral do Greenwich, Babi Vasconcelos. “O segundo idioma, na conjuntura global, é vital. Não só em termos de empregabilidade e sucesso profissional, mas também como interação com o mundo do século XXI. Saber dominar uma segunda língua é uma condição sine qua non, ou seja, indispensável”.


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Colégio Magnum Buritis completa 10 anos de história

Institucional

Para comemorar a data, funcionários e alunos relembram um pouco desta trajetória e declaram seu amor e confiança pela Instituição.

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este ano de 2010, o Colégio Magnum Buritis completa 10 anos de história. Fundado no ano de 2000, a primeira década do Colégio é marcada pelo objetivo existente desde a sua fundação: ser a melhor opção de ensino e educação para as famílias da região. Depoimentos de pessoas que ajudaram a construir esta história não faltam. Como é o caso do funcionário Mário Gomes Neto, Gestor de Tecnologia da Informação, que trabalha na Instituição no setor de Informática desde sua fundação. “Representa um grande orgulho fazer parte destes 10 anos, principalmente, por ter visto e participado do crescimento da Instituição, vendo-a se tornar uma grande referência em seu segmento. Fazer parte da história do Magnum Buritis é uma grande vitória para mim”, ressalta Mário. Nestes 10 anos o que ele mais gosta na Instituição é o ambiente agradável. “É muito fácil o convívio dentro da Instituição que proporciona aos funcionários e alunos um ótimo relacionamento”. A aluna da 2ª Série do Ensino Médio, Milene Nacur Xavier, entrou para o Colégio este ano e já está apaixonada com a Instituição. “Eu sou do interior e queria achar em BH uma escola de ensino forte e com qualidade. Apostei no Magnum

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Buritis e já vejo que acertei. Não fiz parte desta história desde o início, mas faço agora”, brinca Milene que revela que deseja tentar vaga para o curso de Medicina e acredita que o Colégio irá ajudá-la a se preparar. “Minha expectativa em relação ao Colégio são as melhores possíveis. Quero, com a ajuda do Magnum Buritis, garantir uma vaga no curso que sempre sonhei”, antecipa a nova estudante do Magnum. Luis Eduardo Rocha Quintão Couto, aluno da 1ª Série do Ensino Médio, também é aluno novato e diz que foi muito bem acolhido por toda a equipe pedagógica e alunos. “Nem bem cheguei no Colégio este ano e já fiz vários amigos. Estou achando tudo muito bom e estou aprendendo a estudar de verdade”. Jacqueline Fonseca, é professora de Geografia do Ensino Médio do Magnum Buritis desde 2000, também declara sua confiança na Instituição. “É uma Escola séria, exigente, mas ao mesmo tempo acolhedora. Trata os alunos, familiares e profissionais que aqui trabalham com carinho, respeitando as diferenças”. A docente reafirma ainda que completar 10 anos é muito importante. “O Magnum sempre teve a responsabilidade da formação de pessoas que possam contribuir para uma sociedade mais justa e melhor e isso tem acontecido por todos estes anos”.


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Ex-aluna faz parte da equipe de funcionários do Magnum

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Institucional

oberta Aranha está sempre pelos corredores do Magnum ou em sua sala no 2° andar. Dentre suas atividades é responsável pela comunicação interna, atualização de notícias do site, criação de peças gráficas, registro fotográfico dos eventos, entre outras atividades. É contratada do Magnum desde o ano passado como Assistente de Comunicação, mas sua história com o Colégio começou bem antes. “Entrei no Magnum em 2000, ano de fundação, na 7ª Série do Ensino Fundamental e só saí em 2004, quando passei no vestibular”. Ao longo do curso de jornalismo, Roberta voltou ao Colégio, através da oportunidade de um estágio na área. “Me inscrevi no site do Magnum e fui chamada para uma entrevista, em julho de 2007. Depois, me formei Roberta Aranha, ex-aluna e funcionária do Colégio, se orgulha de fazer parte da história da Instituição. no curso de Comunicação Social em participar e assistia a todos os jogos da minha equipe. Me recordo dezembro de 2008 e já no outro ano fui contratada. Voltar à Instituição, como funcionária, tem um até hoje que nas Olimpíadas de 2004, era da equipe amarela e grande significado para mim. Já conhecia muitos funcionários e, que, por total merecimento, foi campeã”, recorda. revê-los, foi muito gratificante. Afinal, muitos deles participaram Mas como é fazer parte destes 10 anos do Magnum, o que e contribuíram, de alguma maneira, para a minha formação”. esta história representa para você? Cidadania é para a jornalista o principal diferencial do Colégio. “Essa história é a minha história também. Estudei cinco anos “No mundo globalizado, tecnológico e digital, a cidadania está no Colégio, fiz amizades para a vida, meus irmãos estudaram aqui, sendo cada vez mais deixada de lado. E o Colégio prima, desde o meus pais sempre elogiaram o Colégio. O Magnum fez parte da Maternal, por uma formação em que o aluno tenha conhecimento minha adolescência e agora, faz parte da minha vida profissional. sobre diversas questões mundais, mas principalmente, que entenda Posso dizer que são 10 anos de lembranças boas, saudades e seus direito e deveres como cidadão”, destaca. Roberta relembra muito aprendizado. Ver os alunos passando pelos momentos que ainda os tempos saudosos de estudante. “Eu contava os dias para um dia eu já passei é emocionante. Gostaria de dar parabéns a chegar a minicopa e as olimpíadas. Gostava das competições e todos que participaram dessa história e que contribuíram para os sempre admirei o incentivo que o Colégio dá ao esporte. Queria 10 anos do Colégio Magnum Buritis”, finaliza.


Neste ano de 2010, o Colégio Magnum Buritis completa 10 anos de fundação. Aproveitamos a oportunidade para agradecer a competência e profissionalismo de nossos educadores; a dedicação de nossos funcionários e a confiança e credibilidade dos nossos alunos, pais e familiares. Muito obrigado! Colégio Magnum Buritis


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