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Jornal do Mercado Público de Florianópolis Distribuido na Grande Florianópolis/ SC - Fevereiro/2014 - Ano 4- Nº 42 História e Cultura ao Alcance de Todos

ESPECIAL

CERVEJARIA BADENIA

FAZENDO ARTE

POR RICARDO RAMOS

TURISMO

MAPA DA ILHA DE SANTA CATARINA

O balcão mais democrático do Brasil The most democratic balcony of Brazil

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA


Foto:

01 [02] www.facebook.com/jornaldomercadopublico


N JORNAL DO MERCADO PÚBLICO MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS Nipa de Oliveira

Edição nº 42- Ano 4 Fevereiro de 2014 DIREÇÃO DE ARTE E EDIÇÃO

FEVEREIRO DE 2014

esta 2ª edição de 2014, o leitor encontrará, entre outras matérias, uma entrevista feita com o professor Ricardo Ramos, formado em Desenho e Artes Plásticas pela UDESC e há 25 dedicando-se à pintura de banhistas na praia. Na coluna Chef & Gourmet, o chef Any, do restaurante Muqueca da Ilha, apresenta um receita que é uma novidade: moqueca de siri mole, uma verdadeira iguaria que eu fui convidado a experimentar. Come-se com casca e tudo e é impressionantemente deliciosa. Apresentamos também uma conversa com Guenther Sauer, sócio de Oliver Boje, que nos relata como surgiu a ideia de montar a microcervejaria Badenia, cuja cerveja é elaborada com uma receita originalmente alemã. Por fim, nas páginas centrais, o destaque é para o tradicional mapa de Florianópolis, destinado especialmente aos turistas que visitam a cidade durante esta estação do ano. Boa leitura!

EDITOR

JORNAL NO FACEBOOK

ÍNDICE

NIPA DE OLIVEIRA Tel.: (48) 9107-3227 / 3372-0240

nipadeoliveira@hotmail.com

FAN PAGE RESGATE DA MEMÓRIA CULTURAL

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Em estabelecimentos comerciais, Assembleia Legislativa, prefeituras municipais e bibliotecas públicas dos municípios de Florianópolis e São José. PERIODICIDADE Mensal ACERVO FOTOGRÁFICO Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Arquivo Fotográfico da Imprensa Estadual e Casa da Memória de Florianópolis. FOTOGRAFIAS Vitor de Oliveira e Nipa de Oliveira. COMERCIAL NIPA DE OLIVEIRA nipadeoliveira@hotmail.com (48) 9107-3227 COLABORADORES Clovis Medeiros, Cleusa Iracema Pereira Raimundo, José Isaltino da Rosa Filho (Neno). REVISÃO Cleusa Iracema Pereira Raimundo JORNALISTA RESPONSÁVEL Clóvis Medeiros - (SC-00081/JP)

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CHEF & GOURMET) ( por chef Any) NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA (por Cleusa I. P. Raimundo) FAZENDO ARTE (por Ricardo Ramos) IMAGEM DA CAPA

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NÓS ESTAMOS INVADINDO A SUA PRAIA (Distribuição nas praias de Florianópolis)

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PÁGINA CENTRAL MAPA DE FLORIANÓPOLIS 2014

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CERVEJARIA BADENIA (por Nipa de Oliveira) O autêntico chope alemão produzido em Santo Amaro da Imperatriz

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PROJETO GRÁFICO Divulg Propaganda e Editora Gráfica Ltda. São José - Santa Catarina - Brasil Telefones: 55 (48) 3372-0240 55 (48) 9107-3227 nipadeoliveira@hotmail.com

Este jornal não se responsabiliza por conceitos ou opiniões emitidos em artigos assinados.

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SALADA SOCIAL (por Nipa de Oliveira) Acontecimentos da nossa sociedade FURACÃO DA ILHA (por Neno) Comentarista do Figueirense

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AGENDA CULTURAL Eventos, show musicais e exposições

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AONDE IR (guia de compras e serviços)

FANPAGE www.facebook.com/jornaldomercadopublico AONDE ENCONTRAR? ALÉM DE TODOS OS ANUNCIANTES

*FLORIANÓPOLIS: Centro: Assembleia Legislativa, Casa do Vime, Galeria de Arte Helena Fretta, Mercado Público de Florianópolis, Câmara dos Vereadores, Casa da Memória, Biblioteca Pública Municipal, Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Prefeitura Municipal de Florianópolis, Pão Italiano (Beira-Mar Norte), Papelaria Speck. Abraão: Bar do Cao e Mercearia do Abraão, Mercearia Ori. Bom Abrigo: Rest. Galeto da Mamma. Coqueiros: AABB, Ass. Atlética Banco do Brasil, Confeitaria Krauss, Empório do Trigo, Pappatore Forneria, Lelo’s Restaurante, Rest. Rancho Açoriano, Bar do Moca, Bar e Rest. Recanto das Pedras, Atelier do Pão, Magazino di Massa, Bar Conversa Fiada, Bar do Bolha. Estreito: Biblioteca Pública Municipal, Secretaria do Continente. Capoeiras: Biblioteca Pública Municipal. Carianos: Aeroporto Hercílio Luz: Bulebar Café. Rio Tavares: Ricardo Imóveis Sul, Manitária Finefood e Centro Árvore Raiz. Lagoa da Conceição: Casa do Chico, Café Cultura, Rest. O Barba Negra, Loja Ponto de Vista, Café da Lagoa e Rocambole Café. Ribeirão da Ilha: Porto do Contrato, Rest. Ostradamus, Rest. Rancho Açoriano. Sacos dos Limões: Armazem Vieira.

*SÃO JOSÉ: Centro Histórico: Bar do Toninho, Pão Por Deus, Padaria Engenho Velho, Biblioteca Pública municipal, Secretaria de Educação e Cultura; Kobrasol: Armazém Burguer, Café Paris, Bar do Silveira, Prática Papelaria, Prefeitura Municipal de São José, Pequenos Detalhes, Padaria Big Pan 24 Horas, Bar do Cristovão, Emporium Vida Natural; Ponta de Baixo: Rest. Ponta de Baixo, Rest. Ponta do Mar.

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P

orto do Contrato, o mais importante do Ribeirão da Ilha, já era conhecido desde a estada de Sebastian Cabotto em 1526, que foi quem batizou a localidade com um nome Ribeirão e também deu nome à Ilha de Santa Catarina. O Porto passou a ser reativado só a partir da chegada dos imigrantes açorianos e africanos em 1760. Na década de 1940, podíamos ainda presenciar os últimos trabalhos comerciais realizados no seu cais, o mar perdia a função de caminho, pois as estradas estavam sendo abertas e um pretenso progresso estava chegando. Temos agora aqui um estabelecimento gastronômico que tenta dar visibilidade à memória do Porto do Contrato, permitindo-nos fazer uma nova leitura do porto que foi responsável pela transformação econômica do Ribeirão. Atualmente não temos mais pesca e nem a agricultura como alicerces econômicos da localidade, mas temos a gastronomia inspirada nos frutos do mar e nos valores históricos deixados pelos açorianos e africanos. A tônica deste ambiente, o Restaurante Porto do Contrato, é valorizar os vestígios do antigo porto, proporcionando confabulações degustativas e materializando a história da economia ribeironense nos antigos pilares e trapiches da memória portuária.

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Nossa Língua Chef & Portuguesa Gourmet Chef Any - Restaurante Muqueca da Ilha

Ribeirão da Ilha, Fpolis/SC - Tel.: (48) 3232-7676 / 9106-6503

Moqueca de Siri Mole

(serve 2 pessoas - come-se com a casca)

INGREDIENTES 1 kg de siri mole (na troca da casca) 1 colher (chá) de azeite de dendê 200 ml de leite de coco 1 folha de louro 3 grãos de coentro moído 1 cebola média 1 pimentão 2 tomates sem pele e sem sementes Tempero verde Sal a gosto

MODO DE PREPARAR Em uma panela de barro, coloque o azeite de dendê, o coentro, o louro, o leite de coco, a cebola, o tomate, o pimentão e a garoupa e deixe cozinhar por 30 minutos. Depois coloque, o siri mole e cozinhe por mais 40 minutos. Por último, coloque o sal e o tempero verde e está pronto. Coloque os camarões com casca na borda da panela para decorar. Sirva com arroz, farofa de cebola e pirão de caldo de peixe. Bom apetite!

Nossa Revisora: Cleusa Iracema Pereira Raimundo Tel.: (48) 8412-9599 - cleusaipr@gmail.com

Pegadinhas do Português

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á algumas expressões na língua portuguesa que geram dúvidas quanto ao seu emprego correto. Um exemplo é o uso das locuções prepositivas ‘acerca de’ e ‘cerca de’. A primeira significa ‘sobre’, a respeito de’. A segunda significa aproximadamente e pode ser precedida por preposição ou por verbo, dependendo do contexto, suscitando muitas vezes dúvidas quanto a estar ou não diante de preposição ou de verbo. Outra dúvida comum é quanto ao emprego de ‘tampouco’, que significa ‘também não’ e às vezes é confundido com ‘tão pouco’, que, por sua vez, equivale a ‘muito pouco’. Vejamos cada caso na atividade a seguir. EMPREGUE A EXPRESSÃO ADEQUADA A CADA CONTEXTO. Há cerca de/ a cerca de/ acerca de/ cerca de

1)___________100 mil vagas de emprego sobrando. 2)__________ 50 candidatos não compareceram ao local de prova. 3) A escola mais próxima de minha casa fica ___________ 1Km. 4) O sociólogo falou ____________ dos rolezinhos. Tão pouco/tampouco 5) Não foi trabalhar e ___________ saiu da cama. 6) Dormi _____________ que mal consegui trabalhar durante o dia.

Resolução: 1) Há cerca de – nesse caso, a locução ‘cerca de’ está antecedida do verbo ‘haver’, que aqui significa ‘existir’. Esse verbo também aparece em outros contextos com essa locução para indicar tempo decorrido. Ex.: Há cerca de 15 dias que não chove. Em caso de dúvida, tente empregar o verbo existir ou o verbo fazer, para saber se se trata mesmo do verbo ‘haver’, e não da preposição ‘a’. 2) Cerca de – aproximadamente. 3) A cerca de – aqui a preposição ‘a’ marca, juntamente com 1Km, a distância no espaço. 4) Acerca de – sobre, a respeito de. 5) tampouco – também não. 6) Tão pouco – muito pouco.

Cleusa Iracema Pereira Raimundo é formada em Letras – Português e Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Santa Catarina e atua como revisora de textos.

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Fazendo ARTE Por Nipa de Oliveira

RICARDO RAMOS

O

professor Ricardo Ramos, formado em Desenho e Artes Plásticas pelo CEART (Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina), 50 anos de idade, há 25 dedicando-se à pintura de banhistas na praia sendo vistos de cima, conta-nos como tudo começou, de sua técnica e o porquê do estilo e ângulos de visão utilizados em seus quadros.

Por que as artes plásticas?

- Não existe um exato porquê, existe sim uma afinidade, um interesse, e você não consegue identificar a sua origem. A minha primeira pintura foi no ano de 1977. Aos 13 anos de idade, pedi para minha mãe me levar a um curso de pintura e acabei comprando a caixa com tintas e pincéis usados da professora. Ela estava renovando o material, e aquilo para mim foi marcante. Essa mesma professora utilizava uma didática que não agradava nem a mim e nem a maioria dos alunos. Ela simplesmente nos entregava uns postais de casarios e florais para copiarmos, tirar como base do desenho e, no final do trabalho, ela vinha, segundo ela, corrigir o nosso trabalho, repintando, descarateri-

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“as primeiras séries de quadros foram banhistas na praia, de alguma maneira, de uma tela a outra eu fui girando o ângulo da pintura”

lações da época, fui amigo do renomado artista plástico catarinense Max Moura e de muitos outros que pintavam e faziam exposições de seus trabalhos na cidade.

As características fortes do seu trabalho são as praias e os banhistas vistos literalmente de cima, quando você iniciou esse estilo?

- Quando retomei a pintura em telas, por minha conta, as primeiras séries de quadros foram de banhistas na praia, de alguma maneira, de uma tela a outra eu zando a nossa pintura. Na época foi tão des- fui girando o ângulo da pintura, expontacepcionante que parei de pintar. Somente em neamente, até chegar ao que é hoje: vista 1987, ou seja, 10 anos depois, que retomei a aérea (superior), isso bem antes de entrar pintar. O que também me influenciou foi as re- no CEART. Na UDESC, aprendi várias


pessoas que valorizam a arte, não na proporção que deveria, pois nós não temos nenhum tipo de insentivo, o CIC (Centro Integrado de Cultura), está eternamente sendo reformado. É muito pouca iniciativa para divulgar os artistas da nossa terra. O público existe, esse que dá valor às artes, falta espaço para expor na cidade.

técnicas, fiz inúmeras experimentações no que diz respeito à técnica e ao ângulo de pintura, investigando sombra, luz e perspectiva. Não me prendi aos banhistas e nem às praias, fui em busca literalmete do aprendizado.

E como é o seu processo de pintura?

- Eu primeiramente desenho fora da tela evitando sujá-la, porque é uma pintura muito clara, faço um croqui direto no papel, respeitando os traços e mantendo o mesmo tamanho. Depois de finalizado o desenho, eu o transporto para tela.

Com esse bombardeio de informações, tanto na internet como nas ruas, como você percebe o público hoje, ele está valorizando mais a arte do que antes?

“Na UDESC, aprendi várias técnicas, fiz inúmeras experimentações, no que diz respeito à técnica ao ângulo de pintura, investigando, sombra, luz e perspectiva.”

e o tempo todo. As estruturas e as técnicas eram diferentes, eram mais acadêmicas e mais exigentes. Hoje não, se permite e experimenta mais. Quanto à internet, é maravilhoso, é informação e divulgação. Por exemplo: - Sensiblidade cada um lapida, à sua metenho uma amiga na rede social, no Facebook, dida, com o passar do tempo. A arte como percebo hoje é bem distinta da arte de que postou vários artístas da cidade, inclusive antes. Não só eu, mas todo mundo muda eu, e achei ótimo. Houve um crescimento de

Qual a sua opinião sobre o Jornal do Mercado Público de Florianópolis, jornal este com distribuição gratuita, que resgata a história e promove a cultura da nossa cidade e região?

- Fico maravilhado e agradecido. A proposta do jornal é muito legal. Fico feliz por termos mais uma opção de divulgação; por artistas plásticos serem procurados e encontrados; eu sendo apresentado à sociedade; e por esse jornal expor artistas que nem eu mesmo conhecia, e este é o objetivo: promover tanto a arte como os artistas. O Jornal do Mercado Público de Florianópolis está de parabéns por alcançar esses objetivos, resgatando a história e divulgando cultura a todos.

CONTATO COM O ARTISTA: Tel.: (48) 3024-0502 ou 9972-5938 E-mail: somarodracir@gmail.com

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Nesse verão, nós estamos invadindo a sua praia!

O Jornal do Mercado Público de Florianópolis, pelo 3º verão consecutivo, distribui seus exemplares também nas mais movimentadas e belas praias da Ilha de Santa Catarina, fazendo jus ao slogan: a história e a cultura ao alcance de todos! (Fotos Nipa de Oliveira)

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AS MICROS

CERVEJARIAS

por Nipa de Oliveira

Fachada da sede da empresa na rua Entendente Leopoldo Broering, 3479 em Santo Amaro da Imperatriz/SC

tria. Buscamos outra alternativa e encontramos uma boa oportunidade em Santo Amaro da Imperatriz. Chegamos aqui há praticamente três anos. Abrimos a cervejaria no dia 27 de março de 2013. A prefeitura viu nosso negócio com bons olhos e nos deu apoio no que diz respeito à burocracia.

Na foto acima os socios: Oliver Boje (46) e Guenther Sauer (50).

CERVEJARIA BADENIA O autêntico chopp Alemão produzido em Santo Amaro da Imperatriz

N

uma conversa com Guenther Sauer, sócio de Oliver Boje, reláta-nos de como surgiu, a ideia de montar a micro-cervejaria Badenia com uma receita originalmente alemã.

Sr. Guenther Sauer, onde você nasceu? Como surgiu a ideia da cervejaria?

- Eu nascei em São Paulo. Aos dois anos de idade, vim para Santa Catarina morar em Treze Tílias e, aos cinco, fui viver na Alemanha, de onde retornei há cinco anos, 43 anos depois. Fiquei grande parte da minha vida lá. Hoje eu tenho dupla cidadania, diferentemente do meu sócio Oliver Boje, que é um legítimo alemão.

- Essa ideia já estava concebida. Chegamos primeiramente em Florianópolis para montar uma cervejaria, mas a legislação ambiental na Ilha não permite mais a implantação de indústrias, mesmo que seja uma microcervejaria, que não é uma indústria poluente, pois não há distinção na legislação brasileira, que a considera uma indús-

Puro malte

“ Nós produzimos cervejas da escola alemã. São cervejas um pouco mais encorpadas, com puro malte e com teor alcoólico médio. Não acrescentamos milho, arroz e nem mesmo açúcares, o que comumente algumas cervejarias fazem com o intuito de baratear o custo da produção”

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Quais os preços praticados e como é apresentado comercialmente o produto hoje?

- O preço do litro é R$ 9,50, e, do mesmo modo como todas as microcervejarias fazem inicialmente, vendemos em barril. Atendemos a bares e restaurantes que servem o tradicional chope. Ainda não estamos engarrafando. Para engarrafar é mais um longo processo burocrático no ministério da agricultura, mas será nosso segundo passo.

Qual a diferença entre o chope e a cerveja?

Ambiente higenizado, com equipamentos informatizados de última geração

O que significa cerveja “Pilsen (Plzen)”, termo esse que se encontra estampado popurlamente nos rótulos de cervejas Não tivemos isenção de imposto, mas ela nos brasileiras? ajudou a agilizar a documentação. Isso já foi de grande ajuda.

Quais são os estilos de cervejas da Cervejaria Badenia?

- Nós produzimos cervejas da escola alemã. São cervejas um pouco mais encorpadas, com puro malte e com teor alcoólico médio. Não acrescentamos milho, arroz e nem mesmo açúcares, o que comumente algumas cervejarias fazem com o intuito de baratear o custo da produção e acelerar o processo de maturação. Essas cervejas ditas industriais, nas quais são feitas essa mistura, ficam prontas para o consumo em 15 dias, as nossas chegam a demorar até 35 dias. Nós seguimos literalmente à risca a legislação da receita alemã. Nossas cervejas são elaboradas somente com puro malte, nada mais. Produzimos cervejas de trigo, Bock e Lager, estilo Munich Helles e Munich escura, ambas Lager, e trigo escura, estilo trigo. Hoje nós produzimos 5 mil litros por mês, mas temos capacidade para produzir 10 mil litros. Estamos aumentando paulatinamente.

O consumidor de cerveja sente essa diferença na prática?

- Sim! A grande e mais importante diferença está no dia seguinte. Das nossas você pode tomar alguns canecos e, no ”after day”, dia seguinte, você está disposto e não tem dor de cabeça, porque a receita da cerveja Badenia é totalmente natural. Quanto às que acrescentam milho e arroz não. Essa mistura acaba produzindo açúrares que o organismo tem dificuldade de processar, resultando assim na idesejável e conhecida ressaca.

- Plzeň (em alemão Pilsen), é a quarta maior cidade da República Checa, com cerca de 163 mil habitantes. A sua fundação data do ano 1295, pelo rei Venceslau II. Pilsen tem um centro histórico, onde se destaca a catedral gótica de São Bartolomeu, na Praça da República, centro da cidade. É conhecida mundialmente pela produção de cerveja. A cervejaria Pilsner Urquell foi estabelecida no ano 1842 e deu nome ao tipo pilsener. É um estilo de cerveja, uma receita; o que chamam de Pilsen, no Brasil, simplesmente só está no estampado no rótulo, não tem relação nenhuma com o original Pilsen europeu. A cerveja Pilsen da Europa é muito mais amarga e muito mais encorpada; a nossa, fabricada no Brasil, não é Pilsen, é pura ilusão, ela está mais para Lager (do alemão “lagern”: armazenar), que é um tipo de cerveja fermentada e armazenada em baixas temperaturas e muito mais suave que a Pilsen.

“A diferença do chope para cerveja só existe aqui no Brasil. A única diferença é que o chope não é pasteurizado e dura em torno de três a quatro dias, e a garrafa tem que ser pasteurizada para extender a sua validade”.

- A diferença do chope para cerveja só existe aqui no Brasil. A única diferença é que o chope não é pasteurizado e dura em torno de três a quatro dias, e a garrafa tem que ser pasteurizada para extender a sua validade. Por exemplo, na Alemanha, todos os produtos são pasteurizados, tanto os produtos de barris como os engarrafados. Lá não existe essa diferença. Aqui os bares e restaurante não refrigeram o barril, ele fica fora no chão, próximo à chopeira, e isso acaba nos complicando, pois corre-se um grande risco de estragar o produto, fermentar e apodrecer, e, se isso ocorrer, o cliente acusa o chope, e não o bar. Ele naturalmente associa a marca do chope a um produto de baixa qualidade, isenta o local e acusa a procedência. Eu particularmente não acredito que, por exemplo, o chope da Brahma produzido em lages não seja pasteurizado. Acredito sim que é pasteurizado e, pelo conceito brasileiro, é considerado cerveja, pois, transportado em carretas nessas altas temperaturas, até chegar a seu destino, que é o consumidor, ele estragaria, não é mesmo?

Quais são os planos para o aniversário de 1º ano da cervejaria, que acontece agora em março?

- Sim! Oficialmente é em março, mas pretendemos realizar no final de abril. A ideia é poduzir uma cerveja especial de aniversário. Quanto à festa, será realizada em grande estilo, com uma ótima banda típica alemã, essa não poderá faltar.

BAR - BISTRÔ - CHOPERIA BADENIA - Anexo a fábrica. ATENDIMENTO: Quartas e quintas a partir das 19h. As sextas e sábados a partir das 17h. Aos domingos a partir das 11h30. ___________________________________________ Vendas de Chope BADENIA para eventos pelos telefones: (48) 3245-8853 e 9931-1569

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por Nipa de Oliveira

nipadeoliveira@hotmail.com

PORQUE FLORIANÓPOLIS É CONHECIDA COMO ILHA DA MAGIA? Conta a história que, durante a inquisição europeia de caça às bruxas, muitas delas fugiram para as ilhas mais remotas e algumas chegaram à Ilha juntamente com os colonizadores açorianos, por volta de 1750. Assim, a Ilha ficou conhecida como mágica. Pelos interiores da Ilha, pode-se ouvir estórias de bruxaria e feitiçaria. Os mais antigos contam que até hoje as bruxas realizam seus sabás escondidas e nuas pela Ilha. Desde 1946, Franklin Cascaes coletou cerca de cinco mil peças e telas sobre o tema, que relatavam manifestações bruxólicas ou lendas. Esses casos aconteciam geralmente nos redutos açorianos dos Ingleses, Morro das Aranhas, Lagoa da Conceição, Barra e Ribeirão da Ilha.

MARICULTORES DO NORTE E DO SUL DA ILHA SERÃO CAPACITADOS NA FRANÇA O prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior, assinou, no dia 6/2, à tarde, um convênio entre a Prefeitura, através do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis (IGEOF), e o Liceu do Mar e do Litoral, da comuna francesa Bourcefranc-le-Chapus, do Departamento de Charente-Maritime. O convênio garante capacitação a maricultores do Norte e do Sul da Ilha através de estágio técnico de produção de maricultura em Bourcefranc, o coração da zona ostreícola de Charente-Maritime. No início de março, será lançado um edital para a seleção dos maricultores interessados em fazer o estágio. “Devem viver da atividade, comprovar tempo de atuação e ter registro (de produtor). Quem preencher esses requisitos está habilitado. Daí pra frente, sorteia”, orientou o prefeito. Num primeiro momento, serão beneficiados 12 maricultores locais. Ao todo, Florianópolis possui 212 produtores de ostras que vivem exclusivamente da atividade. A Prefeitura vai arcar com as passagens aéreas e com o custo de um curso de francês de 120 horas que os selecionados deverão fazer antes de viajar. Já ao Liceu do Mar e do Litoral caberá a hospedagem, a alimentação, os translados e 30 dias de estágio na produção.

Convidados Exclusivos do Acquabus Na manhã do dia 6 de fevereiro, Aldo Maciel “Nono” (no centro da foto), responsável e mentor do transporte alternativo Marítimo Acquabus, convidou o editor do Jornal do Mercado Público de Florianópolis, Nipa de Oliveira (à esquerda), e o apresentador do programa SC no Ar, da RIC Recorde, Alexandre Mendonça (à direita) para juntos participarem do translado, em caráter experimental, na embarcação Acquabus, que saiu do trapiche do Clube Náutico Francisco Martinelli e foi até a pequena praia do bairro Abrão (Baía Sul) com o intuito de registrar o tempo de viagem, que foi em torno de 13 minutos. A embarcação é veloz, firme e muito segura, possui capacidade máxima para 45 passageiros sentados, guardas-vidas sob os bancos e dois potentes motores de poupa, a gasolina, de 200 hp cada. Segundo Aldo Maciel, “já se passaram 12 anos na tentativa de implantar esse nosso projeto de transporte marítimo aqui em Santa Catarina, diferentemente desta gestão, a passada não nos forneceu nenhum apoio. Depois de tanto tempo, pretendemos implantar efetivamente essa primeira experimentação em março, antes até mesmo do aniversário da cidade. Toda a nossa equipe está muito ansiosa para que isso aconteça, não vejo a hora!”.

Rosane Lima

Salada Social

UMA IMAGEM VALE MAIS QUE 1000 PALAVRAS Já que o nosso Governo coloca fotos de pessoas doentes nos maços de cigarros, por que não colocar também fotos de: pessoas obesas nos pacotes de batatas fritas; acidentados de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas; e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos e nos títulos dos eleitores? Que tal essa ideia?

HUMOR Se você está se sentindo sozinho, abandonado, achando que ninguém liga para você... “experimente atrasar algum pagamento”. O garoto apanhou da vizinha, e a mãe, furiosa, foi tomar satisfação: “— Por que a senhora bateu no meu filho? — Ele foi mal-educado e me chamou de gorda. — E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele.” O condenado à morte esperava a hora da execução quando chegou o padre: “— Meu filho, vim trazer a palavra de Deus para você. — Perda de tempo, seu padre. Daqui a pouco vou falar com Ele pessoalmente. Algum recado?”

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Salada Social PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS LANÇARÁ CONCURSO PARA RECONSTRUIR O ANTIGO TRAPICHE MIRAMAR O antigo Trapiche Municipal Miramar será reconstruído. Segundo a Prefeitura, o objetivo é resgatar o monumento, que já foi o principal ponto de encontro da Ilha. O edital do concurso deverá ser lançado em 23 de março, dia em que a cidade está de aniversário, e, de acordo com o pré-projeto, o novo Miramar ficará cercado por lâmina d’água.

VIDA E MORTE MIRAMAR (*1928 † 1974)

F

RICARDO ARI MEDEIROS TEM O SUL DA ILHA NAS PALMAS DAS MÃOS

Nipa de Oliveira

oi no eixo na Praça XV de Novembro, nas entranhas da cidade, que surgiu o Bar e Trapiche Miramar, inaugurado em 1928, em substituição ao Trapiche Municipal. Ele fora construído num amálgama com os outros lugares que subsistiam em fragmentos de memória e de história. O Miramar ficou conhecido como o ‘portal marítimo da cidade’, pois tinha seu mérito assentado na localização e no modelo arquitetônico. O edifício compunha-se de um trapiche que adentrava o mar por cerca de vinte metros, um restaurante com um elegante café e um mirante. A frontaria do portal de acesso continha elementos neoclássicos e insinuações em art-decó. Nesse pavilhão, camadas culturais e experiências sociais se entrelaçaram durante décadas. No restaurante, serviam-se salgadinhos, doces, mas o atrativo maior era o ‘divino chopp’ e também a boa sorveteria, que davam [...] ‘aquele algo mais’ ao Bar. O empreendimento obteve seu auge entre as décadas de 1920 a 1950, quando as regatas eram uma atração local que causavam alvoroço nas manhãs de domingo. Os garbosos remadores dos clubes náuticos Martinelli, Aldo Luz e Riachuelo, com entusiasmo, abriam veias nas águas espelhadas, disputando o primeiro lugar nas competições que alteravam o cotidiano da provinciana cidade de Florianópolis. Os espectadores tomavam os espaços do Bar e dos seus arredores para assistir as disputas. Mas a pretensão dos desportistas de atingir os primeiros lugares se estendia para além das medalhas, servia de um conduto para os corações das senhoritas que se apresentavam impecáveis, enfeitadas de laços de fita, torcendo debruçadas sobre as muretas de proteção da cabeceira, em terra firme. O local se tornava, nessa ocasião, o ponto de encontro das tradicionais famílias florianópolitanas. O evento era oportuno, portanto, digno e apropriado ao uso de vestidos longos e chapéus com enfeites rendados para as senhoras e o alinhado terno, acompanhado de colete, chapéu, polainas e bengalas para os cavalheiros. Além disso, ‘entre os serviços dispensados pelo elegante restaurante Miramar, havia os encontros vespertinos, ocasião em que se tomava chá e aos cochichos acabava-se por desaguar na vida alheia.”

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O simpático empresário e corretor de imóveis Ricardo Ari Medeiros, de família tradicional de pescadores do Sul da Ilha, é um legítimo florianopolitano e grande conhecedor dessa região, que, como ele bem diz: “é a bola da vez”. Há cinco anos atuando no ramo imobiliário de vendas de imóveis, montou seu negócio e se especializou em imóveis localizados no Sul da Ilha. Nesta época quente do ano, a procura por imóveis próximos à praia cresce exageradamente, e ele fica super atarefado, mas o trabalho é aliviado graças ao apoio de sua eficiente secretária executiva e braço direito, Talita Mendes. Quer investir em imóveis no Sul da Ilha? Nada melhor do que procurar gente como o Ricardo, que conhece bem onde pisa e tem aquela região toda nas palmas das mãos. Tel.: (48) 3237-3040 ou 9171-2270.

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Furacão

ALVINEGRO

Comentarista Esportivo / neno1208@gmail.com

COM A PALAVRA, O TORCEDOR

A IMPACIENTE TORCIDA ALVINEGRA

Se tem uma coisa que me incomoda quando estou no Scarpelli ou assistindo o jogo na TV ao lado de amigos é a impaciência do torcedor do Figueirense com o time e com alguns jogadores. Parece que o feito ESPETACULAR (Repito: espetacular porque, para a nossa torcida, parece que foi apenas mais um acesso) não foi suficiente para nossa torcida apoiar e incentivar sempre. Aposto que, se o Avaí tivesse conseguido um acesso da mesma forma que conseguimos ano passado, sua torcida estaria até hoje exaltando os seus heróis, bem como a imprensa falaria a velha mentira, que, depois de repetida inúmeras vezes, acaba tornando-se “verdade”: esse Avaí faz coisa. Mas, como foi o Figueirense, tratam de colocar inúmeros “senões”, creditando à sorte e a um milagre, o nosso feito. Mas voltemos ao assunto. No jogo contra o Atlético de Ibirama, assim que o Lúcio Maranhão perdeu o pênalti, li vários comentários nas redes sociais que decretavam que o nosso atacante não servia, que era um bonde, que o Marcos Assunção deveria ter batido o pênalti, etc. E, ouvindo aquilo, lembrei de duas recentes passagens que ilustram bem a impaciência a que me refiro. Vamos a elas: 1ª) Primeiro jogo do Campeonato Estadual de 2012. Estádio Orlando Scarpelli e goleamos o Marcílio Dias por 5 a zero. Ouvi o seguinte comentário de um torcedor: “agora sim temos um verdadeiro camisa 8 (estava se referindo ao Doriva, e não àquele molenga do Maicon).”   2ª) Primeiro jogo deste ano (jogo-treino contra o Marcílio Dias no Scarpelli): um calor infernal de 37 graus, jogo às 16 horas (sol das 15 horas) e, com 3 minutos de jogo, eu ouço a seguinte corneta: “Vai correr mandrião” (o pedido era para o Rivaldo). Isso é uma pequena amostra de como nossa torcida é ansiosa.   Já ouvi de vários jogadores que uma das piores coisas que tem para o jogador é ser vaiado pela sua própria torcida. Isso tira a confiança, muitas vezes decisiva para o atleta tentar um drible mais ousado, um chute de fora da área, etc. que decidem uma partida. Portanto, deixo aqui um recado PARA A MAIOR TORCIDA DE SC: vamos apoiar o time 90 minutos, vamos ter paciência com alguns jogadores, principalmente porque estamos recém-começando a temporada 2014, vamos direcionar as vaias para nossos adversários nos jogos do Scarpelli.   

Por Fabio Henrique de Carvalho Flores

CADÊ A TAÇA? No Brasileiro da Série B de 2008, o Avaí prosperou conquistando uma das vagas para a Série A de 2009. Contudo, na última rodada daquele campeonato, foi confeccionada uma taça com a finalidade de comemorar o vice-campeonato e, inclusive, dar a tão sonhada volta olímpica. Para isso, bastava aplicar na última rodada uma vitória simples em cima da equipe do São Caetano, que não almejava mais chance de classificação. Pois é, caro leitor, o resultado do jogo foi de 2 a 2, frustrando o torcedor avaiano e conduzindo à suspensão da festa programada. A conquista do vice-campeonato foi comemorada pelo Santo André. O alvinegro já foi duas vezes vice-campeão desse brasileiro, nos anos de 2001 e 2010, e jamais teve interesse em celebrar essa conquista. Coisas do Avaí, porém, renovo a pergunta. Cadê a taça?

MARCOS ASSUNÇÃO Marcos Assunção estreia no Furacão contra o Metropolitano e exibiu tudo aquilo que o torcedor mais esperava dele, a genialidade nas cobranças de faltas. O atleta também repetiu o feito contra o Atlético de Ibirama, em mais uma cobrança com muita perfeição. Mas não é só essa a qualidade do jogador, os escanteios e os passes também são precisos. Apesar dos 37 anos de idade, Assunção apresenta futebol de alto nível, que foi determinante nas vitórias do alvinegro.

Foto divulgação

Neno

Imagem meramente ilustrativa

Apimentada

BOLA PARADA A bola parada é um dos fundamentos muito treinado atualmente no mundo do futebol, pois o desempenho do alvinegro nessa competição está muito focado na bola parada e na marcação. Com essa atitude, o Furacão exibe um futebol pobre, sem criatividade e com pouquíssimos chutes em gol. Só para exemplificar, no jogo contra o Criciúma, cujo placar foi de um a zero para o clube da cidade do carvão, o Figueirense não chutou sequer uma bola na meta do arqueiro Galatto. O alvinegro começa com a mesma dificuldade do ano passado, a ausência de inspiração no setor mais importante do jogo, o meio de campo; ou seja, o Clube Mais Querido do Estado não pode ficar refém da bola parada do jogador. É preciso contratar com urgência.

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FEVEREIRO/2014 tísticas. Capriche no visual, pois haverá concurso da Garota Hawaii! Local: Lagoa Iate Clube (LIC) - Rua Hipólito do Vale Pereira, 620 - Lagoa da Conceição. Horário: 22h. Ingresso: R$ 100 feminino e R$ 150 masculino. No primeiro lote, comprando quatro ingressos, tem direito a uma mesa com quatro lugares. Pontos de venda: Secretaria do LIC e pelo site Blueticket. Informações e reservas: (48) 32320088, 9654-0694 ou 8455-0025. Inscrições dos blocos pelo e-mail bailedohawaiieuvou@gmail.com.

MARÇO/2014

Sexta, dia 28/2 TIM MAIA COVER

Sexta, dia 21/2 VELHO JEANS

Curta as mais lembradas do Classic Rock Brasil de bandas como RPM, Legião Urbana, Cazuza, Ultrage a Rigor, Paralamas, Titãs, Raul Seixas, entre outras grandes bandas de sucesso do rock nacional. Local: General Lee - Rua Cônego Bernardo, 101 - Trindade. Horário: 23h. Ingresso: R$10 feminino e R$ 15 masculino. Informações: (48) 91613238 ou no site da Velho Jeans.

Os fãs de Tim Maia podem apreciar mais uma vez em Florianópolis o melhor cover no Brasil: Charles Maia. A trajetória de Charles começou quando Tim morreu, quando começou a participar de programas de sósias em canais de televisão, como SBT e Globo. Local: John Bull Pub - Av. das Rendeiras, 1046 - Lagoa da Conceição. Horário: A casa abre às 22h. Show à meia-noite. Ingresso: 1º lote R$ 30. Pontos de venda: Lojas Multisom de Floripa e São José, Roots Records, Mensageiro Musical, Minikalzone da Ufsc, Nelson Musical, lojas Cheia de Graça (Centro, Lagoa e Ingleses) e site e loja (Beiramar Shopping) Blueticket. Informações: (48) 3232-8535 ou no site da Ideal Cultura.

Sábado, dia 15/3 ABBA HISTORY

A banda é um tributo ao grupo Abba, sucesso mundial desde os anos 70. O quarteto, além de marcar presença em todo o Brasil, esteve em turnê pelo Chile, encantando plateias de Concepcion, Temuco e Santiago. Local: Teatro Governador Pedro Ivo Centro Administrativo do Governo - Rodovia SC 401, Km 5, n. 4600 - Saco Grande. Horário: 21h. Ingresso: R$ 70 inteira e R$ 35 meia-entrada. Informações: (48) 3206-5559 e no site da Meneghim Promoções.

Sexta, dia 21/2 GUNS N’ ROSES COVER Sexta, dia 28/2 A Use Your Guns de São Paulo vem pela terceira vez BAILE DO HAWAII

Sábado, dia 15/3 JORGE ARAGÃO Organize seu bloco, garanta seu a Florianópolis para mostrar E LECI BRANDÃO toda a energia de um show ao ingresso e particide de um Pré-Carna-

vivo do Guns N’ Roses. Formada em 2008 por fãs incondicionais do Guns, a banda tem conquistado o público por onde passa.

val charmoso e bonito na Ilha. Quem anima a festa no som é a Banda Manchester, uma super banda baile com 22 integrantes. Camarotes, lounges, decoração temática e intervensões ar-

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sas e cadeiras, possibilitando que o show possa ser visto de qualquer ângulo. Local: Devassa On Stage Rodovia Maurício Sirotsky Sobrinho, 2500 - Jurerê Internacional. Horário: 21h. Ingresso: 1º lote: pista R$ 40, pista vip R$ 70, camarote R$ 90, exclusive lounge R$ 110 e mesa setor ouro R$ 140. Ponto de Venda: Site Blueticket. Informações: (48) 32821669.

A terceira edição do In Concert 360º traz dois grandes nomes do samba: Jorge Aragão e Leci Brandão. Assim como nas edições anteriores, o palco fica no meio da pista, ao redor de me-

AGENDA CULTURAL

Local: John Bull Pub - Av. das Rendeiras, 1046 - Lagoa da Conceição. Horário: A casa abre às 22h. Show à meia-noite. Ingresso: 1º lote R$ 30. Pontos de venda: Lojas Multisom de Floripa e São José, Roots Records, Mensageiro Musical, Minikalzone da Ufsc, Nelson Musical, lojas Cheia de Graça (Centro, Lagoa e Ingleses) e Domingo, dia 16/02 site e loja (Beiramar Shopping) BlueMONOBLOCO ticket. Consagrado por incorporar Informações: (48) 3232-8535 ou no diversos ritmos e estilos musi- site da Rock Produções. cais à batida do samba. O repertório vai dede as marchinhas tradicionais de Carnaval, samba, xote, forró e funk até canções dos Paralamas do Sucesso, Raul Seixas e Tim Maia. Local: P12 - Servidão J. Cardoso Oliveira, sem número, Lote 3 - Jurerê Internacional. Horário: Abertura da casa às 10h e show por volta das 18h. Ingresso: Pista, 1º lote, R$ 50. Informações: (48) 3284-8156.


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Aonde Ir? Lazer, gastronomia, compras e serviรงos.

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42ª EDIÇÃO (Fev/2014) - JORNAL DO MERCADO PÚBLICO D FLORIANÓPOLIS  

Nesta 2ª edição de 2014, o leitor encontrará, entre outras matérias, uma entrevista feita com o professor Ricardo Ramos, formado em Desenho...