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Diretor: César Chaves de Oliveira

Ano X - Nº 37 - AGOSTO DE 2012

Circula na Vertente Ocidental do Caparaó e Zona da Mata Mineira - R$ 1,50

MARIA OLINDA PINHEIRO LIMA

Os Senhores Vereadores FRANCISCO CARLOS DE ABREU CABRAL e CARLOS ANTONIO CANDINHO, respectivamente, na época , Presidente e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Carangola – MG, em 23 de junho de 2006, apresentaram ao Plenário daquele parlamento carangolense justificativa ao projeto de Lei n° 52/2006 para denominar MARIA OLINDA PINHEIRO LIMA, saudosa Dona Quiquita, o Centro Social Infantil do Município de Carangola, uma verdadeira creche com capacidade para 120 (cento e vinte) crianças da faixa etária de 0 a 5 anos.

Doutor José Maurício Nolasco e sua esposa rosane na inauguração da Creche (Dona Quiquita)

EUCALIPTO E O AMIANTO Página 04

EÍCULO DA PREFEITURA É REBOCADO EM BLITZ

JÁ COMEÇOU, MAIS UMA!!!

MAS JÁ?!!! NOVO CALÇADÃO 33 DIAS E JÁ APRESENTA OS PRIMEIROS PROBLEMAS. Pág. 03

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CHAFARIZ VIRA ÁREA DE LASER OU Alunos, com uniforme da Escola Estadual João Belo de Oliveira (E.E.J.O) se divertem no chafariz da Pça. Cel. Maximiliano, principal ornamento da cidade, em frente ao

Fórum, Prefeitura, Correios e outros pontos importantes do município, área também, onde a polícia e demais autoridades estão sempre presentes ou em trânsitos constante. Pág. 02

Dr. Fábio Morando

(32) 3741-4086


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Não podemos errar Estão chegando as eleições municipais. Através do voto teremos a responsabilidade de escolher os vereadores e prefeitos que vão guiar nossos destinos. A cada eleição somos levados a presenciar uma série de situações que tem como objetivo único, ganhar as eleições. São candidatos que fazem de tudo e prometem coisas que estão fora do alcance do cargo eletivo que pleiteiam. O mistério das eleições atinge a todos direta ou indiretamente. Pessoas sem boa reputação se lançam candidatos e mudam a personalidade para passar uma impressão que nunca tiveram. A presença marcante da imprensa nesta década nos leva a refletir ainda mais sobre a responsabilidade que temos. A nossa Constituição existe, mas poucos brasileiros sabem o que ela contém de leis que nos resguardam e outras que nos condenam. Também há pessoas que passam a vida inteira sem se preocupar em conhecer os seus direitos e deveres. E a grande maioria dos políticos quer apenas se eleger; depois, eles só pensam em se arrumar e nada mais. Com isso, a classe menos favorecida é que sofre nas mãos de políticos sem um compromisso real com o povo. Por isso é que cada povo tem o governo que merece. Acho que a sabedoria é um portal para todos aqueles que desejam ser úteis à humanidade, tanto material como espiritualmente. As cidades estão cheias de vereadores, prefeitos e outros que nada sabem sobre leis e muito menos como aplicá-las. Chega a ser falta de respeito com as pessoas que votaram nesses tipos de indivíduos. Pessoas que foram eleitas pelo povo e para trabalhar em beneficio do povo utilizam o dinheiro público de forma descarada. Pagando e recebendo propina, desviando dinheiro para entidades fantasma, injetando dinheiro público em obras que nunca vai sair do papel. Os partidos se organizam para lançar o candidato a prefeito e este, por sua vez, quer formar a maior base de apoio possível nas Câmaras Municipais; até aí tudo bem, o problema é que uma vez eleitos eles esquecem do propósito pelo qual foram eleitos e acabam atuando em beneficio próprio ou votando em bloco contra projetos de interesse da comunidade só porque quem apresentou determinado projeto foi o vereador da oposição. A atuação de alguns vereadores tem como objetivo aprovar os projetos e requerimento de seu interesse ou de interesse do prefeito. Na maioria das vezes as necessidades do município são deixadas de lado, já que vence quem tem o maior numero de vereadores. O que ocorre na verdade é que estaremos elegendo pessoas para nos representar nas principais instâncias do poder. É como se estivesse em um cartório para passar uma procuração à outra pessoa e através da procuração esta pessoa pudesse fazer qualquer tipo de negociação em nosso nome. Temos errado inúmeras vezes elegendo quem não tem ética e competência, desta vez não podemos errar. De: Paulo César Honorato Transcrição: César Chaves de Oliveira (Diretor)

Fundado em 25 de maio de 2001 CNPJ 04.566.203/0001-09 Diretor Responsável: César Chaves de Oliveira Jornalista responsável Tarciso Alves: DRT/MG jp-8422 Redação e administração

Rua Manoel Gomes Linhares, 81 - B. Lacerdina - Carangola - MG

Fone: (32) 9934-4633

CIRCULAÇÃO Vertente Ocidental do Pico da Bandeira e Zona da Mata Mineira Cidades: Alto Jequitibá, Abre Campo, Alto Caparaó, Carangola, Caparaó, Caiana, Divino, Espera Feliz, Faria Lemos, Fervedouro, Lajinha, Manhuaçu, Manhumirim, Matipó, São João do Manhuaçu, Simonésia, Santa Margarida, São Francisco do Glória, Tombos e Orizânia TIRAGEM: 5.000 exemplares (edição mensal) Assinatura semestral: R$ 20,00 Assinatura anual:

COLABORADORES: Eng°. Agr°. Ruy Gripp e Winston Sales Obs.: As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores.

Cartas para a redação As cartas para a redação de “O Vertente” devem ser endereçadas para: Rua Manoel Gomes Linhares, 1581 -Casa- B. Varginha - Carangola - MG-

jornal-vertente@bol.com.br

Fone: (32) 9934-4633 As cartas devem ser encaminhadas com assinatura, identificação, endereço e telefone do remetente. “O Vertente” reserva-se o direito de selecioná-las e resumi-las para publicação.

Diagramação e formatação:Gerson Coxinha Tel.: (33) 9904-3911 -

e-mail:gersoncoxinha@hotmail.com

Impressão: Editora e Gráfica Leste

CHAFARIZ VIRA ÁREA DE LASER OU BADERNA?! Alunos, com uniforme da Escola Estadual João Belo de Oliveira (E.E.J.O) se divertem no chafariz da Pça. Cel. Maximiliano, principal ornamento da cidade, em frente ao Fórum, Prefeitura, Correios e outros pontos importantes do município, área também, onde a polícia e demais autoridades estão sempre presentes ou em trânsitos constante. Este monumento, que passo por recente reforma e foi capa de várias mídias locais, assim como, apresentado a sociedade carangolense e outras, em fotografias dignas de um cartão postal, toda iluminada, jorrando fortes jatos d’água e com um belo efeito de iluminação, torna-se mais uma vez alvo da inconseqüência ou escassez de educação. Mais lamentável e curioso é constatar que zelo pelo patrimônio público parece não fazer parte na educação de pessoas tão jovem, e pior, uniformizados, portando crachás e tudo mais, demonstrando um comportamento preocupante e “curioso”, parecendo tal atitude ser normal, ser coisa de criança. Bom, se este for o conceito de alguns, isso é cultura em algumas localidades do Brasil, não no todo. O centenário monumento, já foi foco de nossas matérias em edições passadas, pois, naquela situação

crianças estavam se refrescando, se banhando sem serem importunados. A julgar pelas imagens, o imponente chafariz que outrora fora apresentado ao público e que foram necessários investimentos de milhares de reais, oriundos dos impostos do povo (como sempre o é), aí está num aparente e suposto abandono, a Deus ará. Este que em edições passadas foi citado com orgulho e satisfação por este mesmo redator e no mesmo veículo. Quando haveremos de ver as “ingênuas” crianças, jovens e adolescentes, não com consciência apenas, mas com atitude de zelo

pelos bens públicos? Os exemplos que vem de cima são adequados? Até que ponto há ingenuidade e falta de consciência? Será que também são incapazes de racionar que o flagrante ato “é certo ou errado?!” Podem agora questionar: e o responsável por estes alunos, não fez nada? Bom, eis a questão. Fez, mas o que pode um adulto fazer diante de jovens que pouco ou nada respeitam? O que estava ao alcance foi feito, que era pedir para não fazerem aquilo e ponto. Se gritar ao menos com um deles, alguém pode denunciar e até mesmo eles, menores, podem falar

que foram agredidos com palavras e aí o problema está formado. Apesar do responsável pelos alunos ter solicitado polidamente que saíssem do chafariz, pouco adiantou, saíram quando quiseram. A imagem delata uma aparente situação de falta de vigilância. Pois, se for esperar educação e consciência fatalmente este poderá deixar de existir um dia. P R E S E RV E M O S BENS PÚBLICOS, POIS, FORAM CONSTRUÍDOS PARA VOCÊ CIDADÃOS E COM O SUOR DE SEUS IMPOSTOS!!! Por: Winston Sales – Goval-MG

LIMPEZA DE RUA É ADOTADA POR MORADORES Por mais de um ano moradores reclamam que a rua, Manoel Gomes Linhares, Varginha de Baixo e a Av. Juca de Souza, não tem recebido a visita dos varredores, funcionários da prefeitura local. Diante da ausência desses funcionários, pagos com o dinheiro dos impostos dos moradores, donas-de-casa, adotaram esta tarefa de efetuar a varredura do que se chama de rua, de forma a poder viver com um pouco de dignidade em um ambiente mais ou menos limpo. Dignidade que lhes és furtada quando, o município no seu obrigatório dever de dar o mínimo possível de bem estar a comunidade, não o faz. Ou seja por falta de conhecimento ou controle das atividades de seus comandados. Vale a máxima de que, acessória mal prestada é sinônimo de fracasso. A Sra. Geralda, de aproximadamente 60 anos, todo o santo dia efetua a limpeza da rua com a varredura. Igual a ela, outras senhoras, se sentem obrigadas a deixarem um pouco os seus afaze-

LIMPEZA DE RUA 1

res domésticos para poder cuidar do que é obrigação e dever do município. A capinha de asfalto que foi esparramada em cima da terra, o que se pode chamar de asfalto com recheio de estrada, mal agüenta receber uma “mijada”. Desde já, vou “profetizar” que, nenhum desses capeamentos, recapeamentos e coberturas asfálticas, durarão mais de

Winston Sales Envie sua opinião ou sugestão: E-mail:

jornal-vertente@bol.com.br jornalovertente.

redacao@yahoo.com.br

doze meses intactos. Probabilidade de redução em caso de chuvas. PORQUE OBRAS, REFORMAS E OUTRAS, CONTRATADAS E EXECUTADAS POR PREFEITURAS NÃO DURAM E SE GASTA TANTO? SE UM PARTICULAR FIZER UM ORÇAMENTO PARA TAL, PROVAVELMENTE IRÁ UTILIZAR MAIS

MATERIAL E COM MELHOR QUALIDADE E É POSSÍVEL QUE FIQUE BEM MAIS BARATO. COMO ISSO É FISCALIZADO? DE QUE FORMA É FISCALIZADA ESSAS OBRAS, PRINCIPALMENTE A SUPOSTA QUALIDADE? EIS O PRIMEIRO MISTÉRIO... Por: Winston Sales

Advocacia Consultoria Jurídica Márcio de Carvalho Neves OAB-MG 96.046

Tel.: (32) 3741-2109 - Res.: 3741-5445 Cel.: 8827-0042 R. Marechal Deodoro, 62-Sl 103-Centro-Carangola E-mail: drmcneves@yahoo.com.br


ARTIGO

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JÁ COMEÇOU, MAIS UMA!!!

MAS JÁ?!!! NOVO CALÇADÃO 33 DIAS E JÁ APRESENTA OS PRIMEIROS PROBLEMAS A mais recente obra feita através da prefeitura de Carangola, denominada de calçadão e inaugurada no dia 6 de julho deste ano, já começa apresentar defeitos. Mal “terminou” a inauguração e já começa a dar trabalho a recém-nascida. Provavelmente a obra não deve está gerando novos gastos pelo reparo, uma vez que, suponha-se haver uma garantia dos serviços, como é praxe. Parece “zói gordo” ou sina da cidade: É incrível como obras e reformas feitas por ali, não duram. Outros gestores “sofreram” com o mesmo dilema do levanta cai, do reforma e trinca, do fecha e abre (tapa-buracos), do faz mas não dura e etc. Parece ser um padrão, uma regra a ser seguida. Alguns exemplos: ponte que trincou em cima e cedeu embaixo (varginha de baixo); Muro de Contenção do Colégio Sta. Luzia (reforma nova); Posto de Saúde do Bairro Coroado, novo e trincado (governo anterior); Muro Próximo à garagem da empresa 1001, no bairro Coroado e agora a juvenil obra do calçadão com defeitos de afundamentos do piso, o que gerou reparo. Garantias: Ainda não se sabe, mas a população espera um esclarecimento se há ou não garantia dessas obras, afinal, não é um real qualquer que está socado ou enterrado nas construções e sim, alguns milhares dele. Certamente a parte responsável irá dar um parecer à sociedade, informando se há e por quanto tempo é a garantia do serviço ali prestado. Afinal é o mínimo que se pode fazer e é praxe aos demais e comuns prestadores de serviços, por força de Lei, claro. Ignorância ou conveniência? Há uns e outros que,

por ignorância ou conveniência procura justificar que tal ocorrência é normal e se deve ao fato de ter sido executado em período de chuvas, dentre outros dislates. Na vã ignorância dos leigos, é entendido que, independe ser com chuva, com terremoto, vulcão, guerra e etc... O que se deduz é: qualquer tipo de serviço, em especial, o da construção civil ou similar, previamente é executado um planejamento, análises diversas e dentre as quais

se avalia, condição de solo, clima comum na região e outros tantos detalhes. Daí, se processam os cálculo e estudo sobre qual e o melhor procedimento a ser tomado e os tipos de materiais a serem utilizados de forma a entregar uma obra com garantia de durabilidade e resistência. Se a questão de chuva fosse problema, como se explica a construção de pilares de pontes, os quais são executados dentro d’água?! A ocorrência pode ser

um alerta: Uma obra tão recente, menos de 40 dias, ainda na “fralda”, nem desmamou e já demonstra uma certa fragilidade! Tal defeito chama a atenção e aguça-nos a curiosidade abrindo um leque para dúvidas e indagações. Conjuntamente suscita um histórico negativo a respeito das obras públicas, consumidoras do dinheiro público e sem a garantia da tão discursada qualidade e durabilidade destas. Lamentável é o fato de não se ver efetiva

cobrança a respeito, a julgar que, inúmeras obras encontram-se inacabadas e abandonadas por vários cantos do país e ninguém foi citado ou responsabilizado até então a ressarcir os cofres públicos por conta do suposto desperdício. Ou foi?!!! Retorno: Voltaremos a apresentar pareceres de especialistas em construções de estradas e terraplanagens, de forma a trazer para a população e a quem interessar, pontos prováveis que causam deficiências em construções tão novas. Aguardem! Tem que haver uma explicação cabal e responsável a respeito. É possível que o Ministério Público venha a questionar a respeito da prematura deficiência na recém inaugurada obra. Anormal: Não tem nada de normal nisso, pelo contrário é anormal. É brincar com a inteligência dos cidadãos carangolenses dizer que tal ocorrência é normal. Ora, ora... normal é programar, analisar, estudar, executar, entregar e durar. É muito dinheiro investido para não se ter à mínima qualidade. Pior, nem três meses?!!! É passível de reavaliar todo o processo técnico-científico empregado antes, durante e depois. Obra pública, imagina-se ser coisa séria as quais geram responsabilidades e conseqüências. Inconcebível: Pode haver várias explicações e

justificativas, mas, até digeri-las é outra história. Se em menos de dois meses, sessenta dias, já está sendo preciso corrigir deficiências, quem dirá doze meses ou daqui ha quatro anos?! Chupa essa manga! Informações: Informar a respeito dos detalhes das garantia pertinentes à obra em questão, dentre outras, é obrigação e dever do executivo. Afinal é feita para uso do povo e com dinheiro do povo, mas, e os frutos ficam onde?! Aparência: Ninguém nega que a obra do calçadão não tenha ficado com aspecto agradável até então, como também não se nega a importância de proporcionar um maior espaço aos pedestres e um pouco mais de conforto. Agora, daí dizer que o sossego reina é outro assunto, pois, como há de se ficar sossegado diante de precoce intervenção de reparo?! Até a próxima: Espera-se que os transtornos de novos reparos não venham acontecer em menos de um ano. Esperamos que, quando novos buracos surgirem, possa também encontrar a “cabeça-de-boi” e assim, as obras durarem mais. Como sou otimista e confiante, uns dois anos já será lucro. “Quando é público: Não há dinheiro que tanto dê nem obra que tanto dure”; Fica este modesto trocadilho para reflexão (Winston). Por: Winston Sales – Goval/MG.

BUEIRINHO MORREU DE SEDE. JAZ DEBAIXO DA CAPA DE ASFALTO

O bueirinhos que há décadas viveu entupido, teve o seu fim, pois foi totalmente coberto pelo capeamento asfáltico. O desprezado bueirinho foi sepultado sem a menor piedade, afinal, ele era um probleminha aparentemente insolúvel. Atualmente “Jaz” a Pça. Getúlio Vargas, em frente à rodoviária, próximo ao ponto de táxi descansando em paz. Aliás, é ali que nasceu, viveu enquanto pode e se foi. Este jovem bueirinho, apelidado de boca-de-lobo, que de lobo não tem nada, não passou de uma pobre vovozinha, que não teve a chapeuzinho vermelho para lhe levar auxílio. Quando ainda jovem era funcional, mas, como toda boquinha, precisa de cuidados e atenção, senão as bactérias tomam conta e sua garganta entope. Agüentar

BUEIRO ANTES

tantos anos de abandono, falta de atenção e cuidado preventivo lhe custou a “vida”. Pois, viveu entupido, cheios de toda sorte de lixinhos... lixinhos estes que ao entupir sua sensível garganta, o impediu de ingerir as águas das chuvas, e eis, que por má digestão ou ingestão, vomitava tudo para as vias públicas. Os vizinhos comerciantes, que tem acompanhado a saga

deste bueirinho, sabem das conseqüências que os vômitos deste lhe causaram com as chuvas. Esses mesmos vizinhos vão notar a falta dele, ele trará saudades, mas, da pior maneira possível, pois, seus irmãozinhos estão acometidos do mesmo vírus, da mesma doença: entupimento de garganta, sujeiras na boquinha. Será que os demais terão a mes-

BUEIRO COBERTO

ma solução?! Vão ser tapados, encobertos por aquela capinha preta de asfalto?! Bom, sejam quais forem os procedimentos, os sobreviventes bueirinhos estão implorando pela por uma equipe de limpeza, não só agora, em época de eleição, mas sim, de uma limpeza preventiva, afinal, são eles os responsáveis em beber toda aquela aguinha das chuvas de forma a evitar a

inundação das ruas e conseqüentes transtornos aos cidadãos que o margeiam. Senhores responsáveis por este trabalhosinho. Sei que não dá voto, mas pôxa, mas dá dor-de-cabeça! Pois, se os prejudicados reclamarem junto ao Ministério Público, possíveis prejuízos e transtornos oriundos do entupimento destes bueirinhos, terão que indenizar estas pes-

soas... É só a população organizar uma ação Civil Pública em Conjunto que irão ver como funciona. Sei que os senhores aproveitam da ignorância de muitos e da descrença e desgaste de outros, mas, se tal consciência tornar-se comum entre os munícipes, verão que a Justiça, através do Ministério Público, setor responsável em zelar pelos interesses coletivos e fazer cumprir os ditames da Magna Carta, não medirá esforços para que a mínima condição de bem-estar seja dada a população. Assim, os sobreviventes bueirinhos, “clamam” por uma limpeza periódica... Estamos aguardando as providências, a população agradece. Estamos olho... Descanse em paz bu,bu... e não venha tirar o sossego quando as chuvas vierem. Por: Winston Sales – Goval-MG


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Gorduras: Ômega -3 (HDL) (IX) Campanha para sua produção e consumo através do peixe e da linhaça

Engº Agrº Ruy Gripp Vimos através das obras citadas em oito artigos semanais desde 29-04-12 a grande importância da gordura ômega-3 para o controle do colesterol, eliminando seu excesso do organismo. Livros e autores: Barsa Planeta; Dr. Flávio Rotman (A Cura popular pela comida, Cocaína, Comida e Sexo, Salvar Alcoólicas; Comida da mulher grávida)-1984/87; Nina Planck ( Comida de Verdade-2006); Alimentos Funcionais- Editora Rubio-2010 (48 autores); Júlio Maria A. Araujo (Química dos Alimentos 5º Edição): Robert E. Kowalski ( A Cura do Colesterol em oito semanas-1987); O poder Curativo da Linhaça- Editora Escala-2011); Internet e outros. Vimos também que os óleos vegetais de maior consumo atual no mundo possuem elevado teor de ômega-6 que transporta e distribui o colesterol para todos as células do organismo, com baixo o teor de ômega-3 nestes óleos mais consumidos como de soja, milho, etc.. E que, no reino animal, os peixes e os frutos do mar são os maiores fornecedores da gordura ômega-3 e no reino vegetal as sementes do linho ou linhaça são os recordistas na produção de ômega-3. Vimos ser necessário uma na relação de 4:1 entre as duas importantes gorduras que produzem os hormônios que controlam o colesterol no organismo: a

distribuição é pela gordura ômega-6 (LDL) e o recolhimento do excesso pela ômega-3 (HDL), que transportado para o fígado, através da biles será eliminado nas fezes. A base de quatro partes de LDL para uma de HDL permitirá o funcionamento normal do colesterol, evitando excesso e deposito nas artérias. Assim, evita inflamações e doenças como enfartes e derrames. Portanto, como sugestão, propomos uma campanha nacional para estimular a piscicultura e o consumo de peixe. Também uma campanha para o cultivo do linho e o consumo de suas sementes, que como os peixes são ricas em ômega-3. Também enriquecer as rações para bovinos, suínos e aves com ômega-3 de origem vegetal ou animal para a carne, o leite seus derivados ( queijo, iogurte, manteiga) e os

ovos destes animais fornecerem estas duas gorduras de maneira equilibrada no controle do colesterol no organismo humano. O cosumo exagerado dos óleos vegetais (milho, soja) com a relação de 10, 15, 20 partes de LDL para cada parte de HDL representa a causa dos problemas das doenças tendo como origem o COLESTEROL excessivo dos alimentos consumidos atualmente. Segundo estudos, na França já existem fazendas leiteiras, com produção de leite especial, que foi enriquecido do ômega-3 pela formulação da linhaça nas rações das vacas. O animal fixa e reproduz o tipo de ácido graxo ou gordura existente em seu alimento, em sua ração. Os lipídios, ácidos graxos ou gorduras são constituídos por centenas de moléculas diferentes, formando compostos com funções especificas no organismo pelos variados

arranjos na cadeia linear de seus átomos de carbono. Somente o grupo com 18 carbonos deve totalizar cerca de 15 a 20 diferentes compostos. Alguns chamados saturadas, outros insaturados sendo monoinsaturados e poli-insaturados. Os dois ácidos grassos em evidencias, ômega-3 (HDL) = 18.2 ( alta densidade) e o ômega-6 (LDL) = 18.3 (baixa densidade) na relação entre si, apresentam apenas uma pequena diferença de dois hidrogênios em suas moléculas de 18 átomos de carbono. Mais cada um exerce função opostas no organismo: um de levar e distribuir o colesterol e o outro de buscar e recolher o excesso de colesterol, evitando seu acumulo extremamente prejudicial. O ômega-3 é como o lixeiro que recolhe o lixo de nossas ruas e cidades. Ele limpa nossas artérias das sobras do colesterol, conduzindo-o para o fígado, que através da bíles é então eliminado pelas fezes. Assim o ômega-3 do HDL é considerado o bom colesterol que protege o coração do enfarte e derrame e de varias outras doenças inflamatórias e crônicas. Sabemos que os animais domésticos depositam em seus tecidos gordurosos os tipos de óleos derivados de suas rações. Assim, os bovinos alimentados em pleno pasto fornecem uma carne mais rica em ômega-3, sintetizados pelo capim verde que consome no pasto. Já o boi confinado, recebendo ração com

cereais (milho e soja), a sua carne e a gordura nela existente possui pouca ômega-3 em comparação ao ômega-6. ALÉM DO COLESTEROL: O QUE CAUSA DOENÇAS CARDIACAS? (De Comida de Verdade – Nina Plank, 2006) o- Deficiência de qualquer um dos seguintes itens: gordura ômega-3; ácido fólico; vitaminas B6 e B12; antioxidantes, incluindo CoQ10 e vitaminas C e E; o- Excesso de gorduras ômega 6 (óleos vegetais polinsaturados); o- Inflamação (devido a infecções e excesso de óleo de milho); Colesterol oxidado (por radicais livres no corpo e ovos e leite em pó); Açúcar; Gorduras Trans (óleos hidrogenados) ALGUNS FATORES DE RISCO: o- Idade (84 por cento das pessoas que morrem devido a doenças cardíacas têm sessenta e cinco anos ou mais); Excesso de peso, em particular no abdome; o- Estilo de vida sedentário; o- Diabetes (também a síndrome metabólica ou pré-diabetes); Nota- Portanto, não podemos pensar que apenas resolvendo o problema da gordura ômega-3 na alimentação estaria livre das doenças cardíacas, mas sim que um dos mais importantes fatores de risco já estaria eliminado. Então também devemos procurar conjuntamente corrigir a deficiência das outros causas das doenças cardíacas citados. Ruy Gripp

EUCALIPTO E O AMIANTO.

EngºAgrº Ruy Gripp O jornal “Estado de Minas” de 23-07-2012 no caderno CIÊNCIA publicou importante matéria com o titulo Alternativa ao Amianto. Cita: Considerado nocivo à saúde, material pode ser proibido no Brasil. Por isso, pesquisadores testam outras misturas, como fibrocimento de eucalipto desenvolvido por professor da Ufla (Universidade Federal de Lavras). Fibra de eucalipto é mais barata que o de pinos (usada atualmente) e se mostrou interessante, por ser de baixo impacto ambiental, na fabricação de telhas. Divisórios de paredes e forros também podem ser fabricados a partir dela. Filipe Canedo Quando chove, nos rincões mais longínquos do país e nos maiores centros urbanos, é comum ouvir o barulho de pingos de água ricocheteando em algum telhado de amianto. “Mais de 50% dos galpões industriais, agrícolas e casas no país são cobertas com esse material”, estima o professor da Universidade Federal de Lavras (Ufla) Gustavo Henrique Denzin Tonoli, que recebeu no dia 11 o renomado Prêmio Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) por sua tese de doutorado realizada na Universidade de São Paulo, em São Carlos, sobre fibrocimento de eucalipto. O professor integra um grupo de acadêmicos de universidades brasileiras, como a PUC-RIO, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e o Centro Federal de Ensino Tecnológico (Cefet -MG) que tem como objetivo de pesquisa as construções não convencionais. Seu trabalho busca desenvolver uma alternativa às construções de fibra de amianto que seja menos impactante para o meio ambiente, mas que consiga manter as qualidades do outro composto.. “Quanto mais você conseguir colocar de fibra vegetal na telha, mas sustentável será o processo que ela envolve”, argumenta. O fibrocimento de eucalipto tem três vantagens básicas sobre o amianto, segundo Toneli: Propicia um rendimento maior das maquinas; é mais resistente aos impactos; e é um recurso renovável. Além disso, é biodegradável e o uso de produtos pré-fabricado em construções é tido como mais limpo. Segundo o professor, há uma tendência do mercado

em substituir seu uso por fibras vegetais. “Às vezes, o consumidor prefere pagar um pouco mais e não usar o fibrocimento convencional. “, comenta. A estimativa é de que a produçção de 2,5 milhões de toneladas de telhas , caixas d’água e componentes pré-fabricados de amianto em geral movimente R$ 2 bilhões no país por ano. Segundo Gustavo Tonoli, há uma polemica em torno dos impactos que o uso do amianto pode ter para a saúde de quem trabalha prolongadamente com o material. “Há quem diga que ele pode causar problemas respiratórios”, diz o professor. Seu uso é proibido em mais de 66 países e na União Europeia foi banido em 2005, em função das evidências, acumuladas desde a década de 1960, de que o produto é tóxico e cancerígeno. No Brasil, a discussão está nas mesas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que realiza audiência pública sobre o tema em agosto, e pode julgar anda este ano ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei 9.055, de 1995, que permite ouso controlado da fibra no país. Cinco estados já proibiram o uso do amianto. São Paulo, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Pernambuco. Uma alternativa usada atualmente no país é a fibra de pinos – obtida de pinheiros.. Contudo, o professor argumenta que essas espécies de árvores são nativas somente no Sul do país e portanto o custo para a extração de seu insumo é mais alto e não há estrutura industrial para sua produção em larga escala. “As fibras de pinos são mais longas, são ideais para fazer papelão e materiais para embalagens mais resistentes. Mas no cimento você tem que usar mais fibras sintéticas junto com elas”, explica. A fibra deeucalipto é mais barata do que a fibra de pinos e é obtida pelo mesmo processo da fabricação de papel. “O Brasil é o maior produtor do mundo de polpa de celulose”, acrescenta. Ele ressalta que a indústria de celulose tem uma estrutura muito forte, pois produz-se muito papel no Brasil. “ A fibra de eucalipto pode substituir a de pinos e pode vir a substituir o amianto. Temos projeto com evolução surpreendente e qualidade muito boa, mas ainda há muito a ser feito para chegar lá”, afirma. Relevância Social – O fibrocimento de eucalipto pode ser usado na fabricação de materiais delgados, que sejam

finos, como telhas,divisórias de parede, e também forros, olustra o professor. Tonoli argumenta que sua pesquisa tem relevância social porque o desenvolvimento de materiais que sejam mais baratos pode contribuir com projetos de habitação para a população de baixa renda e pode reduzir o impacto ambiental da construção de moradias. Além disso, explica, há interesse da industria, que investe nas pesquisas, pois o amianto é uma rocha, portanto um recurso finito, e porque há uma tendência a substituí-lo, explica. “O grupo Infibra Permatex, de Leme (SP), e a Imbralite, de Criciúma (SC),são parceiros no projeto”, afirma oprofessor. No entanto, ele ressalta: “Ainda temos que melhorar a durabilidade da fibra. Atualmente, temos que usar fibras sintéticas de polipropileno (PP) e polivinil álcool (PVA) no composto. E elas correspondem a aproximadamente 40% do custo dessa telha de nova geração”. A fibra de PVA davém do gás natural e os principais fornecedores estão na China; já a de PP é um produto do petróleo e existem fornecedores no Brasil. O professor da Ufla afirma que um dos objetivos dos pesquisadores é reduzir o uso dessas duas fibras e manter a durabilidade do produto. Nesse ponto, o fibrocimento de eucalipto tem a vantagem de utilizar menos fibras sintéticas do que o de fibras de pinos. Além disso, o professor aponta: “As indústrias estão mais do que preparadas para produzir as fibras de eucalipto com o padrão ISO”. Exemplo de telha com fibra de eucalipto adicionada ao cimento e, por fim, a telha pronta para uso: pesquisador ressalta que durabilidade do material pode ser melhorada.” Reproduzido do jornal “Estado de Minas” de 23-07-12, de Felipe Canêdo. Nota- Assim, poderemos ter mais uma importante aplicação do eucalipto em escala comercial, demandando grande consumo desta matéria prima já usada diretamente como combustível, ou industrializada em carvão para siderúrgicas na produção de aço, como na industria de celulose para papel, madeira para serraria, construções e móveis em geral, escoramento, etc.O potencial para o Brasil produzir eucalipto é imenso, principalmente nas áreas amorradas de Minas, de forte inclinação. Ruy Gripp


n

Cidade

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BREVE RESUMO DA GENEROSA ATUAÇÃO DA DONA MARIA OLINDA PINHEIRO LIMA

“A mais importante de todas as obras é o exemplo da própria vida” Os Senhores Vereadores FRANCISCO CARLOS DE ABREU CABRAL e CARLOS ANTONIO CANDINHO, respectivamente, na época , Presidente e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Carangola – MG, em 23 de junho de 2006, apresentaram ao Plenário daquele parlamento carangolense justificativa ao projeto de Lei n° 52/2006 para denominar MARIA OLINDA PINHEIRO LIMA, saudosa Dona Quiquita, o Centro Social Infantil do Município de Carangola, uma verdadeira creche com capacidade para 120 (cento e vinte) crianças da faixa etária de 0 a 5 anos. Em decorrência da aprovação do citado projeto de lei o prefeito de então Fernando de Souza Costa sancionou a Lei Municipal n° 3.598, de 28/06/200, denominado Maria Olinda Pinheiro Lima, o referido Centro Solidário de Educação Infantil. A homenagem à saudosa Dona Quiquita, como era conhecida por todos, se deve, especialmente, ao grandioso e verdadeiro trabalho social que desenvolvia essa bondosa senhora, matriarca da família Pinheiro Lima, que por muitos e muitos anos partilhou o NATAL ajudando os mais necessitados, fazendo dessa partilha a festa maior e o exato sentido do NATAL. Preocupava-se, ainda, em ajudar a população carente do Complexo Residencial da Irmandade de Santo Antonio e, no dia em que se comemorava Santo Antonio distribua alimentação ás pessoas que acudiam à sua residência. Doou terrenos aos religiosos da Irmandade de Santo Antonio para que fossem vendidos e os recursos auferidos com essa venda aplicados no trabalho social de ajuda aos necessitados. Dito Centro Social, idealizado no Projeto denominado Pró-Infância, foi construído numa área de 2.000m² no Bairro Eldorado, com recursos no valor global de R$ 1.200.000,00 originários do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação – FMDE sendo que R$ 1.000.000,00 destinaram-se à construção do aludido imóvel e R$ 200.000,00 foram aplicados na compra para as crianças , com contrapartida da Prefeitura Municipal de Carangola assegurada na atual administração do Prefeito Patrick Neil Drumond Albuquerque. A escolha dessa área decorre de prévia pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Saúde , que utilizou o cartão de vacina das crianças onde se verificou que o local encaixava-se com exigências do FMDE , porque existia uma acentuada demanda nos bairros próximos, quais sejam : Santa Emilia Floresta, Novos Tempos e Armindo Cunha. A bondade de Dona Maria Olinda, para com os necessitados, não se limitava, apenas, à Carangola, extrapolava as fronteiras indo também a Manhumirim, onde, com seu marido TRAJANO LIMA, homem que emancipou aquele município, no dia 16 de março de 1924, fundador da firma de café Fraga Irmãos, doou àquela Cidade de Manhumirim várias propriedades e terrenos tais como: o prédio da Escola Normal; a área onde foi construída, no centro da cidade, o Ramal e a Estação Ferroviária da Leopoldina; levou para a cidade água encanada, de graça, pois a nascente era dentro de propriedade sua. Além de outras doações, destaca-se, na Avenida Maria Olindo n°50, o terreno onde hoje existe a Loja Maçônica PROPTER HUMANITATEM. Nesse mesmo ano de 1924, TRAJANDO LIMA foi acometido de grave doença, vindo a falecer no Rio de Janeiro, o que ocasionou o retorno de Dona Maria Olinda e seus filhos e filhas à Carangola – Terra Natal de ambos, fixando residência na Rua Santa Luzia onde viveu fazendo o bem até os seus últimos dias.

MARIA OLINDA PINHEIRO LIMA, saudosa Dona Quiquita


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VEÍCULO DA PREFEITURA É REBOCADO EM BLITZ

O veículo, XANA, recentemente adquirido pela prefeitura de Carangola, o qual foi entregue a FUNASA, para auxiliar no combate a Dengue, foi apreendido numa blitz da polícia militar e rebocado. Segundo o policial que participava da operação, a atitude se deu pelo fato de o condutor responsável, de nome José Luiz, “está utilizando o telefone celular” enquanto dirigia. O policial informou ainda que um tenente teria ido dar ciência ao prefeito sobre o ocorrido. Atitude plausível: A atitude da autoridade é plausível e corrobora com o cumprimento das Leis de Trânsito, Código Nacional de Trânsito Brasileiro (CNTB). Qualquer cidadão nem precisa consultar o código nacional de trânsito para constatar a imposição da lei, pois, a maciça divulgação veiculada sobre o assunto, uso de tel ao volante, impedindo a utilização das duas mãos, para ser mais específico e que o ato compromete a concentração no trânsito vindo a contribuir para um acidente. Todos têm consciência e os que ainda a ignoram devem passar a ter. O que mais não é permitido? Reforçando o exemplar argumento do PM, acrescenta-se ainda: não uso do cinto de segurança; circular com deficiência nos itens de sinalização (luzes); parar em fila dupla em pista de rolamento sem proceder à devida sinalização do veículo e da pista (em se tratando de veículos especiais, a trabalho); efetuar

que tenha bebido, em especial durante a madrugada. Imagina-se ainda que o número de autuações por uso de celular ao volante, também seja muito comum, pois raramente não se vê, na maioria dos veículos que circulam, alguém dirigindo usando celular. Por ser tão comum usar telefone ao volante, embora seja errado, imagina-se que, no mesmo dia em que o motorista que conduzia o veículo XANA foi autuado, outros também tenham sido.

conversões sem sinalizar antecipadamente a intenção e etc, etc, etc... é errado e passível de punição. O CNTB não faz distinção de quem ou o que deva gozar de exceções, ou seja, a Lei é para todos. Conhecimento este que o PM deixou bem claro ter com o regimento legal de trânsito. Lei Nacional de Trânsito é para todos: Assim como “todas” as Leis, a interpretação é que, todos são iguais diante dela. A Legislação de Trânsito também faz observações quanto aos veículos especiais, quando, como e em que momento é

justificável o não uso dos cintos de segurança dentre outras. Não se deve confundir “justificável” com “permitido”, ou ainda, “eu posso”. Podem até fazer sem sofrer punições, o que é bem comum, mas, não pela Legislação, mas sim por uma força oculta. Exemplos: Que sirva de exemplo para os demais motoristas desatentos. É bom que fiquem atentos e, ao ver algum veículo, seja ele qual for, sendo conduzido de forma irregular, que você cidadão, fotografe, filme e enfim, denuncie. Bebida e volante: Ainda

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Direção: Dr. Marcelo de Almeida

mais preocupante e perigoso, até mesmo do que o uso do celular, é dirigir alcoolizado. Embora seja mais comum do que se aparenta, em muitas cidades é corriqueiro ver bares, boates e outros eventos lotados, inclusive de jovens fazendo uso de álcool e depois saírem dirigindo pelas ruas da cidade, seja com som extremamente alto ou transitando com velocidade incompatível com o perímetro. Normalmente à noite e nos finais de semana. Apesar de normal e comum, não é comum a notícia de que houve apre-

ensão do veículo, pelo fato do motorista ter feito uso de substâncias alcoólicas. Blitz: As blitz’s são necessária e deveriam ser mais constantes, principalmente em ocasiões de festas, onde o número de pessoas que bebem e depois vão dirigir, aumentam assustadoramente. Imagina-se que no período da exposição de Carangola, tenha havido blitz e que o número de autuações tenham sido expressivo, pois, uma semana de festa com intensa movimentação dificilmente não seja possível flagrar alguém

No último dia (16), sábado, a Polícia Militar de Leopoldina interrompeu a festa dos traficantes e dos possíveis usuários, ao efetuar uma das maiores apreensões de cocaína. Edílson Ferreira de Resende e Flávio Aparecido Valente responsáveis pelo transporte dos 20Kg da droga, foram interceptados pela PM, após denúncias de tráfico na BR-116. Além da droga, a polícia apreendeu dois veículos, celulares, talões de cheques e dinheiro. Segundo, Gisela Borges de Mattos, delegada da comarca, esta foi uma das maiores apreensões de coca já feita na cidade. A polícia não deu o caso por encerrado com esta prisão e as investigações continuarão. Com a apreensão, muitos narizes deixarão de aspirar o pó maldito. Como se observa nas imagens, o homem são

aparentemente fortes e saudáveis e que poderiam está trilhando por caminhos lícitos, ao invés de estarem procurando dinheiro fácil e trazendo desgosto às famílias, que nada tem haver com os seus atos, mas, sofre mais do que eles...

Multas: seria interessante se houvesse uma divulgação do balanço periódico de blitz, colocando a sociedade a par dos resultados positivos que as blitz proporcionam. Gostem ou não, a Blitz é importante. Campanha: A Polícia Militar de Minas Gerais, lança campanha com o slogan “Carona Solidária”, ao beber, fique vivo! Mostre que você é consciente! Passe a direção de seu carro para quem não bebeu! Use a “Carona Solidária” ou “vá de táxi” para um transito seguro. Empenhados na campanha além dos patrocinadores estão: 4ª RPM; 4ª CIA PM IND MAT; 2º PELOTÃO DE POLÍCIA RODOVIÁRIA-UBÁ. Operação Lei Seca... Nós do Jornal o Vertente também apoiamos!!! E você? O que acha, a Lei Seca Pega ou não Pega?! Por: Winston Sales – Goval/MG

PM apreende 20Kg de cocaína com 2 homens em Leopoldina-MG.

Dos males o menor, são menos dois fora da atividade por pouco tempo. Parabéns aos policiais que participaram e principalmente o(s) autor (es) da denúncia anônima que culminou com a apreensão, pois, sem ela não haveria êxito.

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Aparições públicas de Nossa Senhora em Carmo da Cachoeira e na Comunidade Figueira

Maria, a Mãe de Jesus, Mãe da Divina Concepção da Trindade, retornou ontem ao local onde apareceu publicamente pela primeira vez, na Colina das Aparições, localizada na Comunidade Figueira, zona rural de Carmo da Cachoeira. Devotos de várias partes do país e do mundo, cerca de 1.500 peregrinos, subiram a colina em silêncio para um encontro muito especial. Lá no alto do morro, exatamente às 19h30, quando começou a aparição de Nossa Senhora, os fiéis ouviram o soar de 33 badaladas e um cântico em louvor à Amada Mãe Divina. O Campanário da Colina, inaugurado naquela noite, possui 12 m de altura e um sino que pesa 210 kg, afinado em Dó maior. Os devotos cumpriam com um pedido feito por Ela numa das suas primeiras aparições, em setembro do ano passado. A Virgem Maria, que já anunciou em outra aparição em Carmo da Cachoeira, ser a mesma de Fátima, Lourdes e Medjurgorje, chegou dizendo que estava muito alegre por estar novamente conosco. E pediu: “Orem junto comigo, parem tudo o que estão fazendo para que seus corações se iluminem e assim se detenha o mal, porque onde Eu reino prevalece a Luz do Pai. Eu sou a Divina Concepção da Trindade, que lhes traz a paz dos céus e o amor incondicional dos anjos.” Suas mensagens nas aparições transmitidas através do Frei Elias, monge consagrado da Ordem Graça Misericórdia, trazem sempre muita paz e alegria e vem atraindo cada vez mais pessoas. No domingo, a pedido de Nossa Senhora, os peregrinos iniciaram uma procissão ao entardecer

levando sua imagem à frente, uma hora antes da Sua manifestação no Cristo Redentor da cidade. A estátua do Cristo Redentor passou por uma reforma e foi totalmente recuperada. Naquela noite Ela anunciou que iria aparecer também no dia seguinte, às 10h00 da manhã no mesmo local. O encontro com a Virgem Maria na segunda feira foi novamente um chamado para que os fiéis orassem mais pela humanidade. No mês de abril, Nossa Senhora aparecerá de novo publicamente em dois locais diferentes em Carmo da Cachoeira. No dia 25 de abril, a aparição ocorrerá no morro do Cristo Redentor, localizado no centro da cidade de Carmo da Cachoeira. No dia seguinte, 26 de abril, Sua manifestação será na Comunidade Figueira. Ambas as cerimônias estão abertas a todos que queiram participar. O trabalho de preparação e oração para a chegada da Mãe Divina será iniciado às 18h30. Para a cobertura jornalística das aparições públicas, agradecemos uma comunicação prévia através do e-mail comunicacao@fraterinternacional. org, para que possamos recepcioná-los e atender a necessidades específicas. Mensagens diárias de Nossa Senhora encontram-se publicadas no site www. divinamadre.org. Os anúncios feitos por Ela nas aparições ocorridas no Centro de Oração da Casa Redención, em Salto, Uruguai, estão disponíveis na internet através do site www. vidaorante.org. Paz a todos. Assessoria de Imprensa / Setor de Comunicação Jornalista: Regina Celli Tel.: (35) 3225-1233 www.fraterinternacional.org

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O Sonho do carro próprio e a morte do automóvel.(I)

Engº Agrº Ruy Gripp Dois artigos muito oportunos para o momento atual em que explode o comércio dos veículos individuas entupindo nossas ruas e rodovias pelo financiamento a longo prazo e a juros relativamente baixos devido a estabilidade da moeda e o plano do governo em estimular a economia interna para evitar a estagnação e o desemprego, foram publicados no jornal Estado de Minas, de BH-MG. Devido a importâncias das suas informações que muito me impressionaram pela clareza de seus conceitos, de suas ideias, de seus objetivos práticos, resolvemos reproduzi-los na integra para que mais pessoas pudessem usufruir destes assuntos muito comentados atualmente: o excesso de veículos em nossas cidades e rodovias. O sonho do carro próprio – Alcione Araújo (Estado de Minas de 25-06-2012, p. 8) Ao volante, o brasileiro se sente livre, poderoso, intrépido e sedutor. Acha que é dele a potência do motor. E o carro vira o mais desejado símbolo de onipotência. Alguns, porém, o têm como meio de locomoção. Todos vivem um pesadelo: o carro cada

vez mais rápido anda cada vez mais lento. Sem solução. O mal está no próprio carro. Talvez a primazia do instinto sobre a razão seja razão seja obstáculo para se usar a tecnologia como ferramenta, sem valor simbólico ou papel subjetivo. O fascínio que ignora regras e normas, direitos e deveres, nos faz vítimas, não beneficiários. O carro pode matar. Nem o instinto de sobrevivência resiste à sua sedução. No país, são cerca de 250 mil acidentes ao ano. Em nove de cada 10, o responsável é o motorista. A pedagogia da Lei Seca, que contém a barbárie punindo o álcool ao volante, pouco mudou para os cerca de 50 mil mortos e 20 mil feridos ao ano- mais que nas guerras do Afeganistão e Iraque juntas! Difícil estimar as perdas materiais. Nas metrópoles, explodiu o número de veículos em circulação – caminhões, ônibus, táxis, viaturas, vans, carros, motos etc. Em Sampa, 7 milhões de veículos – e 12 milhões de seres – presos em até 200 quilômetros de lentidão, angústia medida no relógio e duas , três horas para ir e voltar do trabalho. Quando viver afetos, cultura, lazer? Viver na cidade é ser atropelados pelo carro. Míopes não veem; cegos

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acham que é progresso. Os valores simbólicos papeis subjetivos do carro ofuscam as perdas do cidadão e a degradação urbana. Recursos municipais vão para obras varias: abrir novas ruas/ vias, alargar/ estender as existentes, construir pontes/viadutos/tuneis. Tudo para servir ao carro, embora falte verba para escola e hospital. E o pedestre, que também paga a conta, refugia-se em estreitas calçadas, quando há. Infladas pela corrupção/contribuições de campanha, obras fazem a festa do prefeito: são noticia/ marketing, carreira rápida e apoio do eleitor ingênuo, que não vê no carro o álibi útil para desviar, além das verbas, seu espaço de viver e de ser um cidadão. A opção pelo carro se deve à rapidez e conforto. Mas o número de veículos cresce mais que a população, o trânsito rasteja e a hora para estacionar vale um almoço. Para fugir da crise, o governo federal reduz imposto, amplia crédito, baixa juro e alarga prazo para comprar

carro! É justo para quem queira possa comprar, mas além de sufocar o etanol, o governo adiou o reajuste da gasolina para deter a inflação – afetou contas da estatal e do pré-sal. O reajuste está aí. Quem tem carro paga mico. Como na Rio+20: os vilões da sustentabilidade são o carro e a gasolina. Horacio Figueira, expert em tráfego, pede transporte de massa e obras que aliviem o tráfego, certo de que uma via aberta hoje, em um mês estará entupida . Todos querem ter carro e não há espaço para eles . A faixa de ônibus leva 10 vezes mais pessoas que a de carro, a prioridade é o ônibus. Usuário de carro ser incomodado. Não sou contra o carro, mas contra seu uso como exercício de onipotência. Volante não faz ninguém livre, poderoso, intrépido ou sedutor. Razões simbólicas fizeram do usuário vitima, em vez de beneficiário. O sonho do carro próprio virou pesadelo.” Nota - Do artigo citado, do jornalista Alcione Araújo. Pretendemos continuar reproduzindo o artigo “A morte do automóvel” crônica de Affonso Romano de San’Anna. Ruy Gripp- 04-07-12

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cidade

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CASA DE CARIDADE DE CARANGOLA INVESTE EM NOVOS SERVIÇOS, AMPLIAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE SUA ESTRUTURA.

Dr. Fernando B. Costa Vasconcelos

UTI Neonatal, Cintilografia e Ampliação do Centro Cirúrgico estão entre as obras.

Doenças do Sistema Nervoso

parcelamento do recurso. A necessidade do projeto da construção e aparelhamento da UTI NEONATAL é a carência deste serviço na microrregião de Carangola e em vários outros pontos do país, acarretando freqüentes remoções de recém-nascidos em estado grave para grandes centros, aumentando o risco de vida, causando despesas imprevistas. A concretização deste projeto minimizará a perda de vidas humanas na fase Neonatal e com certeza contribuirá para a prestação de uma atenção integral, igualitária e equânime definidos constitucionalmente, atendendo assim com mais eficiência a demanda deste hospital, garantindo um atendimento de qualidade para toda a região beneficiada. Em breve estará sendo inaugurado o novo serviço.

CRM 0108

837/2009 – EMG/SES/ SUS-MG/FES (Estado de Minas Gerais/ Secretaria Estadual de Saúde/ Sistema Único de Saúde – Minas Gerais/Fundo Estadual de Saúde), sendo destinado o valor de R$ 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil reais) a esta entidade. O Estado de Minas Gerais/ Secretaria de Estado da Saúde/ Sistema Único de Saúde – Minas Gerais / Fundo Estadual de Saúde efetuou Convênio com a Casa de Caridade de Carangola, sob Termo de Convênio 141/2011, tendo como objeto: investimento e custeio, visando à aquisição de equipamentos, bem como medicamentos e materiais de consumo em geral para UTI NEONATAL, destinando o valor R$ 1.109.980,00 (um milhão, cento e nove mil, novecentos e oitenta reais) para este fim. O Estado realizou convênio com

*Epilepsia * Dor de cabeça * Eletroencefalograma MG 16956 Telefax: (32) 3741-4410 3741-3508 (consutório) Rua Marechal Deodoro, 22 - salas 601 e 602 Centro - Carangola-MG

Dr. Antônio de Pádua Rodrigues

A Casa de Caridade de Carangola nas pessoas dos Drs. Fernando Quintão Hosken Filho - Provedor, Sílvio Roberto Di Mingo – Vice-Provedor, Maurício José Gomide – 1º Tesoureiro, Saulo de Oliveira Pereira – 2º Tesoureiro, Heuley Alves Damasceno – 1º Secretário, Fábio Silva Schettini – 2º Secretário, José Anchieta de Oliveira Pereira – Diretor Assessor, Danilo Delácio Sobrinho – Diretor Clínico, Antônio Albuquerque Alvim Lima – Vice-Diretor Clínico, Dr. Tarcizo José Carim - Diretor Técnico, Eliezer Roriz de Azevedo – Departamento Jurídico, Francisco Sangy Filho – Administrador, Obed Alves Guimarães – Presidente do Supremo Conselho e Murilo Roberto Pereira – Vice-Presidente do Supremo Conselho, juntamente com demais colaboradores, vem realizando investimentos de grande porte, incorporando à sua estrutura aparelhos sofisticados. A obra de construção da UTI Neonatal foi realizada com recurso recebido através do Convênio nº

Ortopedia Traumatologia Fraturas Raio-X Imobilizações Fisioterapia Osteoporose Doenças da coluna Patologias Congênitas

Rua Quintino Bocaiuva, 335-Centro Telefax: (32) 3741-4546 - Carangola-MG


Edição: 37 - Agosto/2012