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Casa Cor Bahia deste ano mergulha no tema a sustentabilidade e como reaproveitar as sobras H

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Correio

3 DE OUTUBRO DE 2010 Este suplemento é parte integrante da edição do CORREIO e não pode ser vendido separadamente.

DIVULGAÇÃO

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MARINA SILVA

ARQUIVO CORREIO

Há uma discussão entre os arquitetos de resgatar o caminhar pelas ruas, diz Caramelo

Correio

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Cobertura da Torre Farol: conforto, estilo e vista deslumbrante

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Para atrair clientes de alto poder aquisitivo, lançamentos apostam nos mimos


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CORREIO Salvador, domingo, 3 de outubro de 2010

Palavra da ADEMI

Nilson Sarti

ademi@ademi-ba.com.br

Copa e oportunidades

A

Copa de 2014 deve mudar a vida de muitos baianos, pois além de proporcionar a chance de assistir aos jogos das seleções, esta será para muitos a oportunidade de conseguir emprego. Estima-se que o Brasil seja responsável pela criação de 3,5 milhões de postos de trabalho somente no setor da construção civil. Os soteropolitanos também vão se beneficiar com abertura de novas vagas, já que o evento promete revitalizar regiões da cidade como o Centro Histórico, além de recuperar a infraestrutura hoteleira, aquecendo o mercado. Não se pode negar que a Copa trará melhorias significativas para Salvador. O setor da construção civil receberá investimentos da ordem de R$ 8,14 bilhões e ajudará a impulsionar o crescimento da cidade. Prestações de serviços para empresas, serviços imobiliários e de aluguel também terão vantagens com o evento. Os dois setores terão investimentos de R$ 6,5 bilhões e R$ 4,4 bilhões, respectivamente. A expectativa é que, a cada R$ 1 milhão dedicado à construção civil, sejam criadas 58 vagas de emprego, sendo 33 diretas e 25 indiretas. Os dados fazem parte do estudo Brasil Sustentável - Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014. Do ponto de vista de impactos econômicos, esta será a oportunidade de receber tanto capital nacional da iniciativa privada, como de investimentos internacionais. São investimentos diretos, em torno de R$ 10 bilhões, para atender às exigências da Fifa e que, de fato, gerarão legados de prosperidade, como estádios, aeroportos, rodovias e urbanização da cidade. Todas essas exigências são necessárias para atender ao aumento no número de turistas estrangeiros e uma alta circulação de brasileiros, o que fará o setor da construção e de serviços ferver durante o evento esportivo. A Copa do Mundo de 2014 vai produzir um efeito multiplicador nos investimentos no país e injetará R$ 142,39 bilhões na economia. Este é o momento certo de amadurecer e estruturar ideias de pequenos e médios negócios já com um olho neste grande evento que trará importantes perspectivas para a economia do estado. Vale ressaltar que a Bahia está crescendo mais que o Brasil e graças aos setores de serviços e construção civil, responsável por um incremento expressivo de 18,8% na economia. Para se ter uma ideia deste avanço, a economia baiana registrou um crescimento de 10,4% no primeiro semestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano de 2009, superando a média nacional que foi de 8,9%. Com a Copa do Mundo de 2014, o resultado é um mercado ainda mais aquecido, com novas oportunidades e desafios. Com dedicação e esforço, a Bahia pode não só atender às expectativas como até mesmo superá-las.

Com a Copa do Mundo de 2014 o resultado é um mercado ainda mais aquecido, com novas oportunidades e desafios que a Bahia vai atender e até mesmo superá-las

ENTREVISTA/ANTÔNIO CARAMELO

A construção mais inteligente quadrados de terreno. A área de lazer é ampla. O paisagista paulista Benedito Abbud me disse que estava impressionado com o aumento de solicitação de áreas para esportes nos empreendimentos de luxo.

Antônio Caramelo tem um sorriso largo, fala mansa e adora conversar sobre sua paixão, a arquitetura. Seus projetos estão entre os principais lançamentos residenciais e comerciais da Bahia. Na entrevista, Caramelo não se limita a falar dos empreendimentos que levam a sua assinatura. O arquiteto manifesta a todo momento sua preocupação com a cidade. “Salvador está começando a se estruturar e se voltar para o humano. Há uma discussão entre os arquitetos de tentar resgatar o caminhar pelas ruas, o melhor uso da cidade”, diz.

Por que isso acontece? O comportamento do homem está mudando. O homem está se tornando metrossexual, quer estar bem na aparência e também saudável. Essa busca por mais qualidade de vida é muito saudável. E a tendência para o mercado? Com a melhor qualidade das técnicas construtivas, maior será a valorização patrimonial. Hoje os vidros já têm filtros contra raios solares: protege 92% contra raios ultravioletas e 68% contra in-

Qual o conceito para empreendimentos de luxo? O avanço da densidade demográfica passa pelo valor da terra que hoje em dia supera muitas vezes o valor das casas. O Morro do Ipiranga já foi o reduto de residências das famílias mais importantes de Salvador, como a Vitória também. Não tem como impedir o progresso. Grandes complexos acontecem na verticalização e por si só se resolvem naquele espaço: tem tudo ali residência, trabalho e lazer. Isso é ruim? Não. As pessoas são obrigadas a conviver, voltam a socializar.

fravermelho. Isso significa que terá menos carga térmica nas unidades e menor necessidade do uso de ar-condicionado. Por enquanto essa tecnologia só é acessível ao mercado de luxo, mas daqui a um tempo se tornará mais acessível. No Orizon View Houses, no Morro Ipiranga, essa tecnologia já é usada nos vidros do empreendimento. A preocupação com a sustentabilidade tem se tornado presente em vários projetos. É o movimento mais inteligente que a construção já teve. A preocupação com a sustentabilidade, com o reuso e o ecologicamente correto. Por exemplo, hoje se tem muita preocupação com o destino dos pneus. Já existe um piso para calçada que reaproveita esse pneu. Esse material absorve melhor o impacto e é ideal para corridas. ARQUIVO CORREIO

Condomínio-clube também vale para os empreendimentos de luxo? A busca pela socialização também acontece no mercado de luxo. No Vale do Loire, por exemplo, são duas torres residenciais em 27 mil metros

Para Antônio Caramelo, Salvador começa a se voltar para o humano

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NILSON SARTI é presidente da ADEMI-BA

Expediente

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IMÓVEIS CORREIO  

Caderno de imóveis do jornal Correio com entrevista ao arquiteto Antonio Caramelo sobre arquitetura em Salvador.