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Editorial

Vinicius Capeleto

Diretor Comercial Nossa participação na 38ª. Expomaq, realizada em Juiz de Fora (MG), no mês de julho, foi bastante proveitosa. A feira é a mais tradicional do setor de laticínios e acontece anualmente dentro do Congresso Nacional de Laticínios, que este ano chegou na sua 27ª. edição. Nosso stand esteve lotado durante os três dias do evento e foi muito gratificante reencontrar amigos, clientes e fornecedores e estreitar relacionamentos além de estabelecer novos contatos. A poucos dias da Fispal Bahia, estamos trabalhando a todo vapor para mais este importante evento do setor de alimentação e tecnologia que tem o mérito de integrar toda a cadeia da alimentação, indo desde a matéria-prima até a comercialização, passando pela industrialização. Eventos como esses são uma excelente vitrine onde podemos expor nossos produtos e fugir um pouco das paredes da empresa, estabelecendo contatos e fortalecendo laços, sempre visando o crescimento pessoal e profissional. Falando em crescimento, não podemos esquecer que nosso País passa por um importante momento de transição. Quando este informativo chegar em suas mãos, certamente já teremos muitos de nossos representantes eleitos pelo voto popular. Alguns ainda serão eleitos no final do mês, no segundo turno das eleições. A responsabilidade pelo que vai acontecer no País nos próximos quatro anos está no simples gesto de apertar botões. Há alguns anos, quem poderia imaginar que construção do nosso futuro dependeria de uma ação tão simples? A tecnologia está presente em nosso dia a dia e, na maioria das vezes, nem nos damos conta... Nós, que trabalhamos com este segmento, sabemos o quanto ela é importante. E ficamos na torcida para que, quem quer que sejam os futuros líderes da nação, que possam trabalhar pelo progresso do nosso querido Brasil. Até a próxima e esperamos vocês na Fispal Bahia!

técnica

Entrevista

Em busca da qualidade Com 26 anos de experiência na área láctea, Paulo Mauricio Silva, da Diplomata Industrial e Comercial, batalha pela melhoria da qualidade do leite no Brasil.

O

Rio de Janeiro é um estado brasileiro com larga tradição na área do turismo e que encanta com suas belas praias. Dificilmente seria lembrado como uma capital relacionada aos laticínios. No entanto, é de lá que vem um profissional dedicado, formado em engenharia química e administração de empresas com pós-graduação na área alimentícia. Paulo Mauricio B. Basto da Silva, hoje superintendente da Diplomata, tem 26 anos de experiência nas áreas de leite, sucos e café, com foco em laticínios. Atuou em diversas empresas, inclusive multinacionais, como é o caso da Fleischman Royal, que foi seu primeiro emprego no setor de lácteos. “Foi em 1984 e atuei como supervisor de produção de uma das unidades industriais do Leite Glória”, relembra. Por sua experiência no setor, Silva percebe que a qualidade da matéria-prima no Brasil ainda tem muito que melhorar. “Qualidade do leite não é apenas saber se ele está ácido ou não. Tem a ver com sanidade animal, qualidade higiênica do leite (relacionado à contagem de células somáticas e contagem bacteriana total), qualidade nutricional (referente a composição do leite) e até mesmo com o custo do produto”, enumera. Para ele, a Instrução Normativa 51, embora tenha sido um grande avanço na busca da qualidade, por si só não resolve essas questões de qualidade se não houver uma atitude pró-ativa das empresas e produtores, buscando parcerias e fornecendo apoio técnico nestas ações. Silva lembra da dificuldade de implantação de programas que visavam a melhoria da qualidade nas últimas décadas por falta de conscientização dos supervisores e funcionários. “No final da década de 80 e início

dos anos 90, com a implantação do Código de Defesa do Consumidor, foram criados os programas BPF (Boas Práticas de Fabricação) e APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle). Naquela época, houve uma grande dificuldade de conscientizar supervisores e funcionários, pois a escolaridade do trabalhador brasileiro era de quatro anos. Mais de 20 anos depois, ainda é uma ferramenta que precisa ser praticada todos os dias através de treinamentos e programas internos de auditoria, com foco motivacional e não apenas punitivo”, ensina ele. Nesse sentido, a Diplomata tem investido em treinamento e desenvolvimento dos laboratórios de controle de qualidade para aperfeiçoar cada vez mais a qualidade dos produtos. Para o superintendente, ter profissionais com boa formação teórica, mas que não fiquem estacionados e busquem sempre o aperfeiçoamento é essencial para o sucesso de uma empresa e a satisfação conjunta de funcionários, consumidores e fornecedores. “Ainda temos muito que melhorar no combate às fraudes e na melhoria da qualidade higiênica e da composição do leite”, defende Silva. Cumprir esse desafio é uma tarefa árdua, mas que ele enxerga com boas perspectivas dentro da empresa. Desde 2006, foram definidas quatro estratégias básicas de crescimento estruturado que Silva pretende colocar em prática nos próximos anos. “Assistência técnica ao produtor, treinamento e desenvolvimento de recursos humanos, diversificação do mix de produtos e atuação em novos mercados, inclusive exportação são as quatro premissas de nossas atividades futuras.” Com o foco nos recursos humanos, Silva acredita que poderá fazer a diferença na busca pela qualidade. Foto: Arquivo Pessoal

Psicrotróficos: vilões da qualidade microbiológica do leite cru nos dias de hoje O resfriamento do leite cru na propriedade antes do envio para a indústria teve inicio no Brasil na década de 90 e, em 2002, o Ministério da Agricultura regulamentou esta prática. Segundo a Instrução Normativa nº 51 de 18 de setembro de 2002 – Anexo VI, os objetivos da granelização do leite são: redução de custos de sua obtenção e conservação de sua qualidade até a recepção no estabelecimento em que será processado. Ainda conforme estabelecido pela IN 51/2002, o leite deve atingir temperatura menor ou igual a 7°C até três horas depois da ordenha, para tanques de refrigeração por imersão; e menor ou igual a 4°C até três horas depois da ordenha, para tanques de refrigeração por expansão direta. No que se refere ao prazo para recebimento do leite refrigerado pela indústria, este não deve ser superior a 48 horas depois da ordenha, sendo que o ideal seria não ultrapassar 24 horas. A granelização do leite trouxe muitos benefícios para a indústria, sobretudo no tocante à qualidade desta matéria-prima, e também ao produtor rural. A redução de gastos com a reposição de latões, que tinham vida útil curta em virtude do desgaste do material; a menor necessidade de mão-de-obra no setor de recepção do leite e a diminuição do gasto de energia para refrigerar o leite no laticínio representam as principais vantagens econômicas desta prática para a indústria. Para o produtor de leite, a granelização contribuiu para economia no transporte do produto (caminhões tanques transportam maior quantidade de leite por veículo) e trouxe mais comodidade, visto que a ordenha pode ser realizada em horário mais adequado às atividades da propriedade. De todas as mencionadas, o que é considerado como mais importante para o setor de lácteos certamente é a melhoria na qualidade microbiológica do leite. O resfriamento do leite imediatamente após a ordenha inibe o desenvolvimento bacteriano e, consequentemente diminui a incidência de recepção de leite ácido. No entanto, esta melhoria na qualidade microbiana deve ser analisada levando-se em conta as condições higiênicas de obtenção, uma vez que o resfriamento imediato não elimina os contaminantes, apenas inibe a proliferação daqueles classificados como mesófilos (temperatura ótima de crescimento de 20 a 40°C). Logo, um leite originalmente de baixa qualidade microbiológica sofrerá ação de bactérias psicrotróficas, formadoras ou não de esporos, que produzem grandes quantidades de enzimas (lipases, proteases) causadoras de alterações no produto. Os microrganismos psicrotróficos são aqueles capazes de se desenvolver em temperaturas iguais ou menores que 7°C, independente de sua temperatura ótima de crescimento (CHAMPAGNE et al., 1994) e, atualmente, representam cerca de 90% da população microbiana total do leite submetido ao resfriamento na propriedade (RYSER, 1999) –

dependendo do grau de higiene do processo (DE SANTANA, 2001). A microbiota psicrotrófica principal do leite cru são bactérias Gram-negativas e inclui os gêneros Pseudomonas, Achromobacter, Aeromonas, Serratia, Alcaligenes, Chromobacterium e Flavobacterium. Pode-se ainda encontrar bactérias Gram-positivas dos gêneros Bacillus, Clostridium, Corynebacterium, Streptococcus, Lactococcus, Leuconostoc, Lactobacillus e Microbacterium spp. Os tratamentos térmicos eliminam grande parte destes microrganismos, porém as enzimas produzidas por eles, os psicrotróficos esporogênicos, e a possibilidade de recontaminação por essas bactérias durante as fases de processamento do leite causam inúmeros prejuízos e transtornos para a indústria. A origem de tal contaminação é variada, podendo estar relacionada à água, ao úbere dos animais, ao solo e aos equipamentos empregados na ordenha e estocagem do leite. Já no que se refere à presença desses microrganismos em leite pasteurizado, devese à presença de esporos que resistiram ao tratamento térmico ou à recontaminação pósprocessamento. No Brasil, não há um padrão microbiológico estabelecido para microrganismos psicrotróficos. Entretanto, alguns estudos demonstram ser imprudente a fabricação de produtos a partir de leite cru com contagem de psicro6 tróficos superior a 5,0 x 10 UFC/mL. As enzimas produzidas pelos psicrotróficos provocam a degradação de produtos lácteos, sendo que esta pode ser tanto de origem lipolítica quanto proteolítica. Estas enzimas podem causar problemas como gelatinização do leite UHT, perda de rendimento na produção de queijos e alterações sensoriais em produtos. O monitoramento da incidência deste tipo de microrganismo no leite cru e das condições de obtenção e processamento do leite consiste nas principais ferramentas para combate à ação dos psicrotróficos. Os procedimentos de higienização empregados na cadeia produtiva do leite são pontos críticos para a obtenção de uma matéria-prima de alta qualidade. Os principais métodos de controle de psicrotróficos são: a) Resfriamento do leite, imediatamente depois de ordenhado, a temperaturas inferiores a 5°C; b) Controle das práticas de higiene em todas as etapas de obtenção do leite e também de processamento do leite (evitar recontaminação); c) Adição de bactérias lácticas no leite cru criando antagonismo às psicrotróficas; d) Uso de gases inertes (N2 e CO2) nos tanques de refrigeração - para diminuir o potencial redox e aumentar a acidez do leite cru (DE SOUZA, 2001), e) Termização do leite cru (temperaturas inferiores à pasteurização, normalmente 6365°C, por 15 segundos) para diminuir popu-

lação de psicrotróficos, seguido de rápido resfriamento a temperaturas inferiores a 5°C. O monitoramento por meio de análise microbiológica deste tipo de microrganismo pode ser feito empregando uma técnica simples e materiais comumente disponíveis em laboratórios de controle de qualidade da indústria. Considerando-se a facilidade em realizar a análise de contagem de microrganismos psicrotróficos e as implicações da ação destes no leite,torna-se imprescindível para a qualidade do leite e de seus derivados a implantação desta rotina para avaliação da matéria-prima e a utilização dos resultados como ferramenta para auxiliar os produtores e os envolvidos na recepção e processamento do leite no combate ao problema. Bibliografia: BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria da defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Instrução Normativa nº 51, de 18 de setembro de 2002. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, n. 172, p. 8-13, 20 set. 2002a. Seção I. FAGUNDES, Maria Helena. Uma nova etapa da Instrução Normativa nº 51 A Região CentroSul. Brasília, DF: Revista da política Agrícola, nº 2, 2006. Disponível em: <http://www.embrapa. br/publicacoes/tecnico/revistaAgricola/rpade-2006/pol_agr_02-2006.pdf>, acesso em 28 out. 2010. MOSQUIM, Maria Cristina; FURTADO, Mauro Mansur. Resfriamento de Leite na Fazenda e Coleta a Granel. 1996 <http://www.cpt.com. br/materia/209/resfriamento-de-leite-na-fazenda-e-coleta-a-granel> Acesso em 28 out. 2010 SILVEIRA, Ivana Aparecida da; CARVALHO, Eliana Pinheiro de; TEIXEIRA, Damaris. Influência de microrganismos psicrotróficos sobre a qualidade do leite refrigerado. <http://www. bichoonline.com.br/artigos/ha0005.htm> Acesso em 20 set. 2010.

Quem é quem na Cap-Lab “ A partir desta edição, apresentaremos, um a um, todos os nossos colaboradores. Nós sabemos que por trás de grandes conquistas existem grandes pessoas. Queremos sempre ter pessoas incríveis ao nosso lado, sejam clientes, amigos, fornecedores ou funcionários. Conheça as pessoas que fazem da Cap-Lab uma empresa tão reconhecida e respeitada no mercado”.

Mônica Veríssimo Pelayo Cargo: Coordenadora de Vendas Nasci em: São Paulo Comecei a trabalhar na Cap-Lab em: Agosto de 2001 Nas horas livres: “Adoro viajar e ficar à toa (o que é muito difícil), ficar longe do trânsito, do barulho, da correria do dia a dia e só ouvir o barulho da natureza curtindo minha família”. O que me motiva: “Ser reconhecida nas coisas em que me proponho a realizar. Saber que minha função neste mundo é essencial não somente para minha realização própria, mas também para outras pessoas, outras famílias. Saber que faço parte, direta ou indiretamente, da vida destas pessoas em busca seus sonhos, seus objetivos, seus ideais. Em mundo tão louco em que estamos vivendo, o que eu almejo é que Deus sempre me ilumine para poder trabalhar, realizar minhas vontades, desejos e poder cooperar para realização das pessoas que estão ao meu redor.”


aí ! Ve m

I Seminário Técnico

Cap-Lab

“Caminhos para Alcançar a Qualidade” A Cap-Lab realizará, no dia 25/11/2010 (quinta-feira), o “I Seminário Técnico Cap- Lab – Caminhos para Alcançar a Qualidade”, que acontecerá na cidade de Cascavel/PR. Diversos palestrantes falarão sobre temas focados na qualidade de leite e derivados, sob aspectos de avaliação e melhorias e, no final do dia, teremos o sorteio de brindes especiais! Mais informações: marketing@cap-lab.com.br Contamos com a sua valiosa participação!

EXPEDIENTE

NEWS 27˚. Congresso Nacional de Laticínios em Juiz de Fora - MG De 12 a 15 de julho estivemos em Juiz de Fora/MG para participar do 27º. Congresso Nacional de Laticínios. Apresentamos produtos inovadores no tocante à qualidade de leite e derivados, tais como o Cryosmart 20 (crioscópio carrossel com capacidade para 20 amostras), Proteinômetro (analisador de proteína de leite) e kiT Trisensor (detecção simultânea e diferenciada de resíduos de antibióticos em leite – betalactâmicos, tetraciclinas e sulfamidas). Outro fato muito importante que ocorreu durante o evento, foi o lançamento do “Manual Básico de Controle de Qualidade de Leite e Derivados – Comentado”. A equipe técnica da Cap-Lab elaborou este manual, com apoio de algumas outras empresas do setor laticinista e com a participação de profissionais da área que comentaram temas relacionados a controle de qualidade, com objetivo de auxiliar seus clientes em suas rotinas diárias de laboratório de controle de qualidade. Foi um momento único de interação com clientes e fornecedores, aos quais queremos agradecer o carinho e a visita em nosso stand.

Em breve, a programação completa no site www.cap-lab.com.br

Manual Básico de Controle de Qualidade de Leite e Derivados Comentado Com o intuito de auxiliar seus clientes, tornando conhecidas as metodologias de análises físico-quimicas e microbiológicas necessárias para o controle da qualidade de leite e derivados, a Cap-Lab lançou este manual. Organizado de forma simples e prática, facilita a rotina de trabalho de qualquer laboratório sobre quais técnicas são recomendadas pelo Ministério da Agricultura. O manual contém as metodologias de análises conforme as Instruções Normativas 68/2006 e 62/2003. Solicite o seu pelo site: www.cap-lab.com.br

Prof. Gérson no lançamento do livro  

Equipe Cap Lab em Juiz de Fora  

Ano 2 - nº 06 - julho/agosto/setembro/outubro 2010

Projeto Gráfico e Arte MN Design Comunicação Visual Ltda. www.mndesign.com.br

Duas Décadas

Impressão Arara Brasil Artes Gráficas Ltda. www.ararabr.com.br

de qualidade

Endereço para Correspondência: Rua Amadis, 116P - Ipiranga - São Paulo/SP CEP: 04221-000 Fone/Fax: (11) 2063-4242 Site: www.cap-lab.com.br E-mail: vendas@cap-lab.com.br

Há 20 anos no mercado, a Quatá foca na qualidade e faz da sua marca o maior patrimônio.

Stand Cap Lab  

No dia 22 de julho, participamos como palestrantes do Seminário ABIQ 2010 Sul, em Carlos Barbosa/RS. A oportunidade de estar com pessoas da indústria de lácteos, principalmente do Sul do País, e com outras empresas que atuam como fornecedoras de laticínios foi excelente. Em 31 de agosto viajamos para Sacramento/MG, para atender ao honroso convite da Laticínios Scala e participarmos da Semana de Qualidade. Foi com muita alegria que, pelo segundo ano consecutivo, pudemos estar com a equipe Scala neste evento tão importante para o sucesso da empresa.

A

Troféu Destaque 2009 No dia 16 de setembro, entregamos o Troféu “Destaque 2009 – Parceria Comercial” para o Laticínios Balkis. A empresa, que já possui 20 anos de história, tem como missão a promoção da qualidade de vida e possui uma linha diferenciada e exclusiva de produtos. Parabenizamos a empresa pelo prêmio e desejamos que continuem sempre promovendo saúde e bem estar na mesa dos brasileiros.

No dia 29 de julho, a Cap-Lab visitou a cidade de Guareí/SP, onde ministramos o treinamento “Físicoquímica de Leite e Derivados” com a equipe de laboratoristas da Laticínios Yema – unidades de Guareí e São Miguel Arcanjo. De 13 a 17 de setembro, fizemos o “circuito interior de São Paulo” e, com o auxílio do nosso representante Américo Tadashi, visitamos empresas que sempre demonstram compromisso com a melhoria da qualidade de seus produtos. Parabéns por estas iniciativas: Laticínios Milklins (Lins), Laticínios Promileite (Promissão), Laticínios Zacarias (Zacarias) e Salute (São Carlos).

A Cap-Lab tem representantes em vários pontos do território brasileiro. Sempre tem algum perto de você! Entre em contato e solicite uma visita: Rio Grande do Sul Iran Gustavo Mattos iran@cap-lab.com.br / Cel. (49) 9969-3848 Santa Catarina Anilton Roberto Mattos anilton@cap-lab.com.br / Cel. (49) 9987-6060 Paraná Marco Aurélio Kafer kafer@cap-lab.com.br / Cel. (46) 9911-9474 São Paulo Américo Tadashi americo@cap-lab.com.br / Cel. (11) 8483-4559 Goiás Dante Furtado dante@cap-lab.com.br / Cel. (62) 8115-3500 Ceará Raphael Fernandes Jalles raphael@cap-lab.com.br / Cel. (85) 9953-8176

soLICItE sEu trEINAMENto Análises Físico-Químicas em Leite e Derivados – Prática e Teoria Público alvo: Analistas de laboratório de controle de qualidade, analistas de laboratório de recepção.

Análises Microbiológicas em Leite e Derivados – Prática e Teoria Público alvo: Analistas de laboratório de controle de qualidade.

Boas Práticas de Laboratório Público alvo: Supervisão, gerência e analistas de laboratório de controle de qualidade.

Programa 5S Público alvo: Colaboradores de todos os setores da empresa, inclusive administrativo.

Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Laticínios Público alvo: Colaboradores de todos os setores da empresa, inclusive administrativo.

Treinamentos para Laticínios

Mais informações: www.fispalbahia.com.br

Colaboração Ana Carolina Guimarães Castanheira, Carlos Santoro, Luciana Capeleto e Monica Pelayo.

REPRESENTANTES

Treinamentos

de 26 a 29 de outubro de 2010 no Centro de Convenções da Bahia, das 16h às 22h. Venha conhecer nosso stand localizado na Rua E 11/12.

Jornalista Responsável Eduardo Marchiori - MTb 027590

Tiragem: 3.000 exemplares

Outros Eventos

Américo Tadashi, Ana Carolina Castanheira, Fernanda Piva e Alexandre Almeida Marques Entrega do Troféu Destaque 2009 - Parceria Comercial.  

Salvador - BA

Responsável Vinicius Capeleto

Cap-Lab News é um informativo trimestral distribuído gratuitamente para clientes e fornecedores. Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da empresa. Pode ser reproduzido desde que citada a fonte.

Estaremos na Fispal Bahia 2010

2ª Feira Internacional de Produtos, Embalagens, Equipamentos, Acessórios e Serviços para Alimentação

Diretora Silvia Capeleto

Laticínios Quatá iniciou suas atividades em 1990, na cidade de Teodoro Sampaio (SP), localizada a 650 Km da capital. De forma modesta, com uma coleta diária de apenas três mil litros/dia, a empresa foi, pouco a pouco, desenvolvendo sua marca e capacidade, graças à experiência de seus empreendedores, que atuam no mercado de laticínios há mais de 25 anos. Com 20 anos de estrada, a empresa aumentou sua produção para cerca de 250 mil litros/dia e capacidade instalada de 900 toneladas/mês nas cinco fábricas da empresa: Douradoquara (MG), Vazante (MG), Mercedes (PR), Teodoro Sampaio (SP) e a recém-adquirida fábrica de leite UHT em Campo Belo (MG). A produção inicial de queijos Minas Frescal, Ricota, Mussarela e Prato também cresceram e, atualmente, 43 produtos fazem parte da linha Quatá, que inclui queijos especiais, como Gruyère, Emmental, Gouda, Gorgonzola e outros. Segundo o responsável pelo departamento de marketing da Quatá, Mauro Roberto Afanacio, os 20 anos da empresa marcam também uma fase de mudanças, em que a empresa busca maior profissionalização e aprimoramento da marca.“A Quatá está reformulando sua identidade visual, a começar pela logomarca, agora sua forma tem um toque sutil de leveza e rejuvenescimento, com traços mais adequados à categoria de alimentos. Por isso, temos procurado trabalhar a marca em eventos, principalmente junto à Abiq (Associação Brasileira das Indústrias de Queijo), Mercado Municipal de São Paulo e outros. Também realizando ações em pontos de venda, sempre visando uma exposição da marca.”, comenta. Além disso, está prevista também a revitalização das embalagens dos produtos Quatá, a fim de buscar uma uniformidade nas gôndolas e refletir um visual mais moderno. Aliás, modernidade é algo que sempre esteve em pauta na Quatá, que não

parou no tempo nesses 20 anos, sempre se atualizando e investindo continuamente em todas as áreas, inclusive na capacitação fabril, por meio da modernização dos equipamentos e da busca de novas fontes de incremento para sua produção. Para comemorar a data, foram realizadas algumas ações internas, mas ainda estão previstas ações para o público consumidor. “Por enquanto, tivemos apenas o lançamento do selo comemorativo na APAS (feira anual realizada pela Associação Paulista de Supermercados, uma das mais importantes vitrines mercadológicas do setor), estamos trabalhando focados em lançamentos de, com a expectativa de, no mínimo, quatro novos produtos. Não podemos dar maiores detalhes por ser uma questão estratégica.”, confessa Afanacio. O site da Quatá também está sendo reformulado e deve entrar no ar em breve. O sucesso da empresa pode ser creditado, além de todos os fatores já citados, também ao relacionamento com os clientes e consumidores. “A Quatá tem em sua filosofia comercial desenvolver parcerias

e canais de vendas, diversificando a sua potencialidade. Por isso, tem uma atuação constante no pequeno varejo através de grandes distribuidores e realiza a gestão própria do médio varejo e grandes contas (Key Accounts), além de atender também o canal Food Service (B2B, restaurantes, lanchonetes, bares etc.).” revela o publicitário. A responsabilidade de trabalhar com uma empresa com atuação nacional é algo desafiador para Afanacio, mas ele sabe que a estrutura familiar da empresa confere uma agilidade na tomada de decisões envolvendo o marketing dos produtos. “A proximidade com os sócios facilita a atuação da empresa junto ao mercado. Por isso, a Quatá está sempre sintonizada com os anseios do consumidor.”, comemora. Com toda experiência focada no bom atendimento e satisfação de seus clientes e consumidores, os produtos Quatá mesclam qualidade e preços adequados e o resultado é uma marca líder, que há duas décadas, marca presença na mesa dos brasileiros, levando saúde e qualidade de vida.

Fotos: Divulgação Queijos Quatá


Cap-Lab News 06