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Ano XIII - Nº 158 - Fevereiro de 2014 - Revista Mensal do Sócio Evangelizador

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ISSN 1806-1494

vê além. palavra em do fundador: A Missão a nós confiada! Palavra Destaque:Deus

r e v i s t a


Carta ao leitor

A HORA DO LEIGO

FUNDADOR DA COMUNIDADE CANÇÃO NOVA: MONSENHOR JONAS ABIB PRESIDENTE DA FJPII: WELLINGTON SILVA JARDIM DIRETOR EXECUTIVO DA FJPII: FILIPE JARDIM JORNALISTA RESPONSÁVEL: OSVALDO LUIZ/MTB 23094 COORDENAÇÃO: THAÍS BRANT DA SILVA RAMOS ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO: VANESSA GOTO E JOEL PRADO PRODUÇÃO E ASSESSORIA: GABRIELA CIOLINI, PATRICIA SANCHES, VIVIAN DE PAULA, ARIELI PRADO E MARIANA NEPOMUCENO REVISÃO ORTOGRÁFICA: DYRCE ARAÚJO DIREÇÃO DE ARTE: SETOR DESIGN PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO: MARIANA BUENO DESIGNERS: MARIANA BUENO, LARISSA CARVALHO, MARIA ALICE CAMPOS, ARTUR SANTONI, BIANCA MONTENEGRO, TIAGO PALMEIRA E LEONARDO AUGUSTO CAPA: ANDRÉIA BRITTA FOTO: ANDRÉIA BRITTA

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A Revista Canção Nova em fevereiro apresenta uma valiosa reflexão sobre o Leigo na Igreja. A matéria de capa informa que o tema terá destaque na Assembleia deste ano da CNBB. Para Dom Frei Severino Clasen, Bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, os cristãos leigos “são convocados a dar testemunho no seguimento de Jesus Cristo, transformando o mundo da política, da economia, da educação, do trabalho em verdadeiro sinal do Reino de Deus, sem injustiça e sem opressão”. Em sua “carta” mensal, Monsenhor Jonas Abib destaca: “na evangelização, os leigos podem ir aonde os bispos e nós padres não podemos ir. Em primeiro lugar, na sua família, o fiel leigo é o primeiro apóstolo da sua família”. E Luzia Santiago lembra em seu artigo: “no dia 2 de fevereiro, em que se celebra a Festa da Apresentação de Jesus no Templo, em 1978, o Mons. Jonas, com alguns jovens leigos, incluindo eu, e mais duas religiosas, deu início a uma experiência totalmente nova para a época: viver em comunidade para evangelizar”. E testemunha: “a nossa vida diária é um viver na fé nas várias responsabilidades que temos e nos múltiplos

desafios que travamos para permanecermos firmes e perseverantes no nosso “Sim” ao chamado de Deus e da Igreja. Somos como bandeirantes, abrindo picadas em regiões desconhecidas...” Destaque nesta edição também para a segunda parte do artigo de Dom Benedito Beni sobre “a Eucaristia e a Unidade da Igreja” e o ensinamento do professor Felipe Aquino” Por que Deus nos fez livres, sabendo que poderíamos pecar?” “De todas as faculdades que Deus nos deu, a que mais nos assemelha a Ele é a liberdade”. No + Vida deste mês, informações sobre o Alcoolismo e no Ação Jovem um alerta sobre as redes sociais. Por fim, o presidente da Fundação João Paulo II, Wellington Silva Jardim, escreve sobre a necessidade de vigiar porque “nossas vidas são preciosas para Deus. Deixemos a ação do Espírito Santo nos administrar”. Boa leitura! OSVALDO LUIZ Jornalista Responsável www.twitter.com/osvaldoluiz_

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Palavra do fundador

Heroísmo dos fiéis leigos Os documentos da Igreja reconhecem o valor do leigo e nos falam sobre a importância daquele que continuamente busca a santidade em meio a todos os apelos no mundo contrários a esta decisão. A vida dos leigos, e todas as dificuldades que enfrentam para se manterem em santidade, é um exemplo de coragem e fidelidade a Deus. Todo o esforço e luta para viver castamente no matrimônio, a garra, as lágrimas, o suor e o sangue que dão para serem corretos, em santidade em meio à corrupção, são verdadeiros atos de heroísmo. Ao se assumirem como pai e mãe de família, toda a dedicação para ser um bom profissional, um jovem exemplar, e tudo o mais que sofrem devido à doença, dificuldades econômicas, tudo isso, sem se revoltar contra Deus. Só Deus sabe o que é ser santo. Aquele que na dor, no sofrimento, na luta contra o pecado, na luta para viver a pureza, casados ou solteiros, nas grandes ou pequenas cidades, para se conservar puro e casto, fiel à esposa, tem sido verdadeiro herói. É preciso até mesmo fechar os olhos para não ser envolvido com a depravação e pornografia tão presente nos dias atuais. Isso é heroísmo. Talvez alguma vez você resvale ou caia, mas você luta pela pureza e castidade, e isso é tornar-se santo. Deus abençoe você nesta santidade. Outro exemplo é a mulher que aguenta a infidelidade do marido sem traí-lo, aguenta o adultério sem deixar Deus, sem deixar a família, sem deixar

a Igreja, e ainda continua evangelizando, tudo isso é heroísmo. Quantas têm um marido alcoólatra, que dá vexame, e age com brutalidade, e exige carinho de suas esposas. Aguentar tudo isso por causa da sua família é exemplo de santidade. Também trilham este caminho de santidade os pais que aguentam um filho viciado dentro de casa, que rouba tudo para poder comprar drogas, as filhas que se prostituem para sustentar o vício. Mas no seu coração estes pais aguentam tudo isso sem revoltar, rezando, insistindo, amando, acreditando na recuperação, e esperando em Deus este milagre. Por isso, na evangelização, os leigos podem ir aonde os bispos e nós padres não podemos ir. Em primeiro lugar, na sua família, o fiel leigo é o primeiro apóstolo da sua família; você pai, mãe, filho. Você é o apóstolo da sua casa, você é o evangelizador. Dizemos que santo de casa não faz milagres, mas a grande arma não está na boca, você pode ficar falando com a pessoa, mas a grande arma está nos joelhos, reze, reze e reze. Tudo isso se chama santidade e vocês estão sendo profetas de Deus para estes tempos. MONSENHOR JONAS ABIB Fundador da Comunidade Canção Nova www.twitter.com/padrejonasabib www.padrejonas.com

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Foto: Andréia Britta

Palavra da igreja

A Eucaristia e a Unidade da Igreja Parte 1I

Finalmente, a Eucaristia tem um aspecto pedagógico: educa para a unidade. “A Eucaristia, como suprema manifestação sacramental da comunhão da Igreja, exige para ser celebrada um contexto de integridade dos laços, inclusive externos, de comunhão” (n.38). Comunhão na mesma fé, na celebração dos mesmos sacramentos, na obediência aos legítimos pastores, sucessores dos Apóstolos. Oportunamente, a encíclica recorda as admoestações de São Paulo com relação às divisões na comunidade de Corinto (cf.1Cor 11,17-34). Elas estavam em contraste com a Ceia do Senhor celebrada na comunidade. Recorda ainda a admoestação de Agostinho: “quem recebe o sacramento da unidade, sem conservar o vínculo da paz, não recebe um sacramento para seu benefício, mas antes uma condenação” (n. 40). A Ecclesia de Eucharistia está em continuidade com a encíclica sobre o mistério eucarístico, dirigida aos bispos em 1980. Nela, João Paulo II recorda o aspecto ético da celebração da Eucaristia. Afirma que todos aqueles que participam da Eucaristia devem assumir um tríplice compromisso. Antes de tudo, compromisso com o amor. A Eucaristia condensa e expressa o amor de Cristo levado ao extremo. Participar, pois, da Eucaristia implica o compromisso de gastar a própria vida no serviço e na dedicação aos irmãos. A Eucaristia é também o sacramento do Pão dividido, compartilhado. Implica o compromisso com a construção 06

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de uma sociedade, onde o “pão”, isto é, tudo aquilo que é fundamental para a vida - alimento, veste, saúde, educação, habitação - não falte a ninguém. Por fim, a Eucaristia é a celebração da páscoa de Cristo, da vida em plenitude. Quem participa da Eucaristia deve assumir a responsabilidade para com a vida humana desde sua origem, no ventre materno, até o seu fim natural. Seja a vida que nasce plena e forte, seja a vida que nasce frágil e pobre. Na exortação apostólica Christifideles Laici, o Papa recorda que não passa de hipocrisia defender condições de vida digna para todos, como o direito à habitação, à saúde, à educação, e, ao mesmo tempo, não respeitar a vida que surge no seio materno, mesmo que pobre e fraca. Com a instituição da Eucaristia, Cristo inaugurou um novo modo de estar presente na Igreja, no mundo e em cada um de nós. Como recorda a encíclica, a Eucaristia é uma realização concreta e plena de sua palavras: “Eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28,20).

DOM BENEDITO BENI DOS SANTOS Administrador Apostólico


Palavra em destaque

A missão a nós confiada! responsabilidades que temos e nos múltiplos desafios que travamos para permanecermos firmes e perseverantes no nosso “Sim” ao chamado de Deus e da Igreja. Somos como bandeirantes, abrindo picadas em regiões desconhecidas, pois evangelizar pelos mass media, contando apenas com a Providência Divina, comporta fé, coragem, resistência, mas “até aqui nos ajudou o Senhor, fé em Deus e pé na estrada”. Este ano Mons. Jonas completará cinquenta anos de sacerdócio, no dia 08/12, e em 2016 oitenta anos de vida. Sendo assim, a Canção Nova se propôs a viver um triênio, que comporta explorarmos todas as dimensões do nosso carisma. Em 2014, meditamos o “sacerdócio” do nosso fundador, mas também toda a realidade de nossas vidas ofertadas e entregues à missão. A palavra bíblica que norteará o nosso Retiro será I Pd 2,9: “Mas vós sois a gente escolhida, o sacerdócio régio, a nação santa, o povo que ele adquiriu, a fim de que proclameis os grandes feitos daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa”. Temos a certeza de que: “Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança, e não nos faltará a sua ajuda para cumprir a missão que nos confia” (Evangelii Gaudium, n. 275).

Foto: Deividson Francisco

Este mês é muito importante para a Canção Nova. Exatamente no dia 2 de fevereiro, em que se celebra a Festa da Apresentação de Jesus no Templo, em 1978, o Mons. Jonas, com alguns jovens leigos, incluindo eu e mais duas religiosas, deu início a uma experiência totalmente nova para a época: viver em comunidade para evangelizar. Tudo começou com a celebração Eucarística em um lugar muito simples, onde fizemos o nosso primeiro compromisso em comunidade. Ali pronunciei o meu “Sim” a Deus, que comportou deixar minha família, trabalho e projetos pessoais, e me lancei na fé como discípula e missionária, com apenas o meu entusiasmo e vigor da minha juventude. É assim que a cada ano todos os membros da Comunidade de Vida e Aliança da Canção Nova renovam o compromisso de viver em comunidade. Como Igreja que somos “todos os anos celebramos novamente esta festa, para nunca nos esquecermos d’Aquele que um dia há de voltar” (Oficio das Leituras 2/2). Anualmente fazemos um retiro para nos prepararmos para a renovação do nosso compromisso; é tempo forte de espiritualidade, quando refletimos sobre um tema específico que nos acompanhará durante todo o ano em nossa formação mensal, cultivando a essência do nosso chamado. A nossa vida diária é um viver na fé nas várias

LUZIA SANTIAGO Cofundadora da Comunidade Canção Nova www.twitter.com/luziasantiago www.luziasantiago.com

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Administração e vida

Vigiai “Quem sonha sozinho é apenas um sonho, mas quem sonha com um povo torna-se realidade”. Assim é a Canção Nova! Sonha com a sua Comunidade e transmite para seu povo amado por Deus. Vejamos a TV – iniciou-se com estúdio na cobertura de “sapê”, maços de capim distribuídos para a cobertura. Primeiro porque não tínhamos dinheiro para comprar uma cobertura acústica, segundo, ela segurava o calor externo e poderíamos trabalhar sem danificar os equipamentos. Hoje somos a sexta maior emissora de televisão graças à dedicação na oração e trabalho. Tudo que ganhávamos revertíamos em melhorias para a TV. É a Canção Nova sonhando e realizando para o serviço da Igreja Católica, espalhando o amor pelo ar. Jesus é o nosso Senhor. Um abraço de seu irmão,

Foto: Maria Andrea

Fotos: Andréia Britta

Hoje venho falar a vocês sobre a ‘vigilância’. Temos sempre que saber controlar nossa imaginação, nossas paixões e fantasias. Papa Pio XII disse que mais importante que a reação para conseguir o controle das fantasias e das paixões é a higiene mental. Mas uma coisa é essencial: prestar atenção no conjunto de atividades imaginativas e afetivas. A fantasia é um filtro enganador, faz ver ‘Helena’ em todas as mulheres e ‘Apolo’ em todos os homens. O perigo da imaginação está em justamente nos cegar e nos enganar. Conselhos não convencem - o homem só se dá por vencido quando os ventos desmentem seus sonhos. A maioria das pessoas amadurece sofrendo sucessivas desilusões em amargas experiências. Quanto mais compreendemos o jogo das nossas vontades, mais livres nos tornamos, mais autênticos seremos. Por isso, vigiai! Nossas vidas são preciosas para Deus. Deixemos a ação do Espírito Santo nos administrar.

WELLINGTON SILVA JARDIM Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador www.twitter.com/etocn blog.cancaonova.com/eto

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Matéria especial

Missão dos leigos e leigas:

Ser discípulos e missionários

A efetiva participação dos leigos e leigas na missão evangelizadora da Igreja será tema destaque na próxima Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, entre os dias 30 a 09 de maio, de 2014. O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, Dom Frei Severino Clasen, Bispo de Caçador (SC), destaca que o Documento de Aparecida, as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora e mesmo a recente Exortação Apostólica do Papa Francisco Evangelii Gaudium “Alegria do Evangelho” evidenciam aspectos fundamentais dessa participação dos leigos, especialmente da mulher, como discípulos e missionários. Dom Severino explica que o Conselho Permanente da CNBB decidiu não inflacionar mais a pauta da 52ª Assembleia Geral da CNBB, mas destacará o tema do Laicato para ser aprofundado por uma Comissão formada por quatro bispos e quatro leigos, com a participação de todos durante o ano, visando produzir um documento verde que será aprovado na assembleia de 2015. O presidente da Comissão lembra que a celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, as Conferências Episcopais e os pronunciamentos do Papa Francisco reconhecem e incentivam a participação dos leigos na Igreja. O serviço, o testemunho e a alegria caracterizam a força laica no anúncio da Boa Nova. “Os cristãos leigos, filhos da Igreja, pelo Batismo, são convocados a dar testemunho no seguimento de Jesus Cristo, transformando o mundo da política, da economia, da educação, do trabalho em verdadeiro sinal do Reino de Deus, sem injustiça e sem opressão. 10

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Tanto nas comunidades eclesiais, quanto na sociedade, os leigos são fermento na massa para a conversão de toda a humanidade”, enfatiza o bispo. Dom Severino considera ainda que a Exortação Apostólica do Papa Francisco chegou em boa hora, convergindo para uma maior participação dos cristãos na missão, nas pastorais e na recuperação da dignidade humana, valorizando a família e fortalecendo os agentes de transformação da sociedade. O Papa prega a oração encarnada, com o olhar na Sagrada Escritura e na realidade, que leve as pessoas a conhecer Jesus Cristo e o seguir com amor e alegria. O Papa convoca a todos os batizados a testemunharem a alegria cristã. Em sua mensagem para o Dia Nacional dos Leigos (24 de novembro), a presidente do Conselho Nacional de Leigos e Leigas do Brasil (CNLB), Marilza Lopes Schuina, destacou que, desde os primeiros cristãos, como podemos constatar no relato das comunidades (At 2,42-45 e 4,32-35), os ideais igualitários e comunitários são percebidos, pois entre eles não havia separação nem distinção.

“Os fiéis eram um só coração e uma só alma e juntos viviam e testemunhavam a novidade do Evangelho. Este é um desafio, para nós leigos e leigas, superarmos as divisões e avançarmos no seguimento de Jesus Cristo”, completa Marilza Schuina.


TESTEMUNHO Católico por tradição, despertei para uma verdadeira vivência cristã a partir de uma experiência de evangelização no começo da década de 1990. Investi em minha formação teológica, espiritual e no engajamento eclesial, atuando em diversas pastorais, ampliando sempre minha dedicação em buscar o conhecimento de Deus e servir aos irmãos. Agradecido a Deus e feliz com o meu aprendizado, hoje, partilho esse conhecimento, ministrando formação bíblica e doutrinária em várias comunidades. Atualmente estou concluindo o curso de teologia para assumir o diaconato permanente pela Diocese Militar de Brasília. ACÁCIO VIEIRA DE CARVALHO Paróquia Nossa Senhora de Loreto (Aeronáutica) Guaratinguetá-SP

Fotos: Andréia Britta

Fo to s: An dr éi a Br itt a

TESTEMUNHO Católico por tradição, despertei para uma verdadeira vivência cristã a partir de uma experiência de evangelização no começo da década de 1990. Investi em minha formação teológica, espiritual e no engajamento eclesial, atuando em diversas pastorais, ampliando sempre minha dedicação em buscar o conhecimento de Deus e servir aos irmãos. Agradecido a Deus e feliz com o meu aprendizado, hoje, partilho esse conhecimento, ministrando formação bíblica e doutrinária em várias comunidades. Atualmente estou concluindo o curso de teologia para assumir o diaconato permanente pela Diocese Militar de Brasília.

JOSÉ EXPEDITO DA SILVA Jornalista da Assessoria de Imprensa/CN assessoria@cancaonova.com

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+ Vida

Sobre o alcoolismo

Foto: Andréia Britta

O Alcoolismo é uma Doença que se caracteriza pela autoadministração do álcool, que começa de forma experimental, como recreação, e passa progressivamente a ser de uso rotineiro até se transformar em um comportamento repetitivo e sem controle. Essa é a essência da doença: comportamento compulsivo, descontrolado e excessivo em usar o álcool. A própria definição já indica que existe um “caminho” para se chegar a este pleno descontrole. Tudo começa com o uso recreativo do álcool, “as cervejinhas com os amigos”; passa pelos problemas desencadeados pelas bebedeiras (acidentes de trânsito, por exemplo); e culmina na plena dependência do álcool. Neste ponto final, observamos que a pessoa não consegue mais controlar o quanto desejaria beber, passando a beber não mais por prazer, mas simplesmente para aliviar o desconforto da falta do álcool no organismo. Nesta fase os indivíduos dependentes dizem: “eu paro quando quiser!”; dizem com “orgulho”, como se detivessem todo o controle. E é verdade: parar eles conseguem, mas não por muito tempo e voltam a beber. Este caminho para a

dependência do álcool não se instala da noite para o dia, é lento e pode levar anos. Este detalhe dificulta para que os amigos, a família e até o próprio indivíduo percebam a “chegada” da doença. A droga álcool tem esta característica: entra de forma “mansa”, vagarosa, na vida das pessoas, como um prazer, uma brincadeira e, quando percebemos, ela controla nossa vontade. Mas nem todos que bebem chegam à dependência. Em média, uma entre cada dez pessoas que bebem “socialmente” chegarão a se tornar dependentes. Então qual o caminho para não “escorregar” para a dependência? A chave é o diagnóstico precoce. Questione-se: você já tentou diminuir a quantidade e a forma como bebe e não conseguiu? As pessoas que gostam de você já falaram, criticaram o seu “jeitão” de beber? Você já se sentiu incomodado, culpado pelo jeito que bebe? Você já bebeu para aliviar uma tensão ou uma ressaca? Se, nestas perguntas você respondeu positivamente em pelo menos uma, pode ir conversar com seu médico de confiança. Não tenha medo de falar da sua forma de beber, de ser julgado em ser um “alcóolatra”, “bebedor”. Lembrese: nós não controlamos as doenças, mas nós controlamos o tratamento! Aceitar a falta de controle no uso de uma droga é começar o tratamento. A boa notícia: existe tratamento para o alcoolismo. E, quanto mais cedo se detectar o problema com a bebida, mais rápido, fácil, barato e eficiente será o tratamento. Dicas finais sobre como beber e como prevenir alguns problemas com o álcool: 1) Não beba sozinho; 2) Não beba para aliviar alguma tensão emocional, tristeza, desafeto, ou outra emoção negativa, NÃO USE O ÁLCOOL COMO REMÉDIO para os problemas do cotidiano; 3) Não permita que menores de idade façam uso de bebidas alcoólicas.

LUIS ARENALES Médico Psiquiatra CREMESP 56 849

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A Bíblia foi escrita para você

Fotos: Andréia Britta

O olhar denuncia o que busca o coração A nossa meditação da Palavra neste mês é do evangelho de Lucas 13, 33-36. É um texto bem curto, podemos fazer a leitura várias vezes e ir destacando o que mais nos chama a atenção. Que nossa leitura seja seguida de um bom momento de silêncio para ouvir o que Deus fala ao nosso coração! Experimente deixar que essa palavra cresça dentro de você! A lâmpada que é colocada no alto serve sempre para ajudar a enxergarmos melhor e o texto afirma que “a lâmpada que ilumina o corpo é o olho”. O olho é um órgão da visão, que nos ajuda na orientação e contemplação do que está ao nosso redor. O nosso olhar é também, de uma forma muito imediata e superficial, uma primeira instância de avaliação. Basta batermos os olhos em alguma situação ou em alguma pessoa e o nosso olhar já fornece algum tipo de impressão positiva ou negativa da realidade ou pessoa enxergada. É bem verdade que esse julgamento pela aparência é superficial e incompleto, brecha para muitos juízos errados sobre pessoas e realidades. A Palavra diz: “se teu olho for límpido, ficarás todo cheio de luz; mas se teu olho for ruim, ficarás todo em trevas”, assim precisamos “examinar” a forma como estamos olhando para a realidade e para as pessoas que nos cercam. Se meus olhos só buscam defeitos e erros, será isso que sempre vou enxergar nas pessoas, porém se, ao contrário, meus olhos buscam o que é bom e correto, sempre conseguirá enxergar, para além dos erros e defeitos aquilo que de melhor e bom as pessoas e realidades têm para oferecer. No convívio social e familiar, a forma como olhamos para os outros e para as realidades acaba por denunciar aquilo que busca o nosso coração. Quem vive enxer14

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gando defeitos e os erros de todos deixa muito claro que é isso que busca no seu coração, parecendo que se alimenta da constante necessidade de ver os erros e defeitos dos outros. Gente assim vive envolta em trevas e leva essa escuridão por onde passa. Entretanto existem também as pessoas que, motivadas por um coração que busca o bem e a verdade, conseguem ultrapassar aquilo que os olhos enxergam, podem romper com o juízo imediato que a realidade mostra e são capazes de ver a beleza e a verdade de cada pessoa e situação. Quando os olhos de uma pessoa se viciaram em enxergar somente os erros, isso gera uma dificuldade de convivência com os outros muito grande, gente pessimista, ranzinza e triste, que gera confusão por onde passa. A cura desse jeito de enxergar a vida e as pessoas é uma verdadeira libertação pra ela e para quem convive com gente assim. Somos convidados a examinar nossa forma de olhar o mundo e as pessoas, deixando que a Luz Verdadeira de Cristo entre por nossos olhos e ilumine todo o nosso ser. Devemos ultrapassar a realidade imediata que captamos com nosso olhar e submeter tudo à Luz de Cristo. Aonde demoramos com o nosso olhar sempre revela aquilo que buscamos para preencher o coração. Isso pode ajudar a mudar um pouco a forma como temos olhado para as pessoas e para a realidade onde estamos inseridos. PE. FABRÍCIO ANDRADE Comunidade Canção Nova Twitter: pefabriciocn Facebook: Fabricio Andrade blog.cancaonova.com/padrefabricio


Foto: Andréia Britta

Ação jovem

Um clique que pode mudar sua vida! Vivemos em um tempo que tudo se dá de maneira muito rápida, conhecemos milhares de pessoas através de nosso acesso à internet, abrimos janelas para relacionamentos e por menos de 140 caracteres há quem diga que se possam fazer amigos. Qualificamos como melhor amigo aquele que às vezes conhecemos no ponto de ônibus ou no intervalo da facul. Deixamos as fotos no instagram em privado até que aconteça o primeiro pedido de acesso a elas. Condicionamo-nos a colocar no blog os momentos marcantes e os fatos inusitados. Mas estar em todas essas redes sociais me faz estar de fato ou me força a ser qualquer coisa menos eu mesmo? Muitos tentam “demonizar” as redes sociais dizendo que elas estão gerando pessoas mais individualistas, fechadas em seu mundinho, duplas personalidades e por aí vai. Não quero aqui fazer o papel de advogado delas, pois acredito que as redes sociais, como lugar, podem gerar novos comportamentos, sim, mas acredito que o que está em jogo é muito mais do que a pessoa traz como “seu” para rede e como se posiciona nela do que a rede como produtora de “males modernos”! Ressalto: as redes como lugar podem gerar muita coisa, sim! Mas quero pensar o homem que está conectado nestas redes, seus anseios e desejos. Quais os motivos que o direcionam a dar determinado clique? Aqui mora

o centro da questão! É este mundo de desejos que precisa ser vasculhado, pois é a partir daí que terá uma postura X, Y ou Z na rede. Por exemplo, fico intrigado com tantas pessoas que perderam a capacidade de curtir um momento bacana com os amigos e ficam na fissura de tirar uma foto deste momento e colocar no instagram para que o número de “curtidas” na rede possa dar certa sensação de prazer, e o prazer de estar com os amigos já foi embora no tempo gasto que ela desperdiçou apertando a tecla de atualizar o aplicativo. Sem contar que, às vezes, o motivo de colocar a foto no instagram é para que determinada pessoa possa ver e perceber que ela está “curtindo” com os amigos. Sei lá, tantos motivos podem envolver colocar uma foto no instagram; cada um precisa examinar os seus e diante deles ser bem sincero. O que está me movendo a isso ou aquilo? Quando se fala de postura na internet, muitos param no produto final, no comportamento que se vê, mas é preciso um olhar mais aprofundado. Por detrás de uma pessoa que está constantemente te mandando mensagens inbox “me segue” “me aceita” e por aí vai, pode ter uma pessoa tão sozinha que precisa ser ajudada a se possuir e se amar e não ficar mendigando as migalhas que caem dos tweets das timelines. Quer ter uma postura bacana nas redes sociais? Examine o motivo que te leva a dar o enter! Grandes pecados serão evitados e muita coisa boa vai acontecer! Tamu junto!

ADRIANO GONÇALVES Comunidade Canção Nova twitter.com/adriano_rvj

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Fotos: AndrĂŠia Britta


Formação

Por que Deus nos fez livres, sabendo que poderíamos pecar? que Jesus veio recuperar com sua Morte e Ressurreição. Se Deus não nos desse liberdade, a ponto de poder pecar, não seríamos à imagem Dele, maravilhosos, mas apenas robôs, marionetes e teleguiados. Ele não quis assim. Deus aceitou “correr o risco” de nos fazer livres, belos, mesmo sabendo que Ele teria que aceitar a morte do Seu Filho na Cruz para nos salvar. O Criador, em sua sabedoria e bondade, viu que assim era bom. Um mistério de Seu amor que não podemos entender até o fim. São Paulo diz que “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gal 5,1). “Vós fostes chamados à liberdade, irmãos. Entretanto que a liberdade não sirva de pretexto para a carne, mas, pela caridade, colocai-vos a serviço uns dos outros” (Gal 5,13). O que nos rouba a liberdade, mais que as cadeias de ferro, são as cadeias do pecado. “Não sabeis que oferecendo-vos a alguém como escravos para obedecer, vos tornais escravos daquele a quem obedeceis, seja do pecado que leva à morte, seja da obediência que conduz à justiça?” (Rom 6,16) Nota: se você desejar, mande a sua pergunta e a responderemos.

Fotos: Andréia Britta

Por que Deus nos fez livres, sabendo que o homem poderia usar mal essa liberdade, cometer o pecado e gerar o sofrimento e a morte? Para nos fazer belos, criados “à sua imagem e semelhança” (Gn 1,26), Deus nos dotou de muitos dons que não deu aos animais: antes de tudo as mãos e a inteligência. Com as mãos, construímos o que a inteligência elaborou. E ainda nos deu a liberdade, vontade, memória, inteligência, consciência, capacidade de amar, cantar, sorrir, chorar... Nenhum irracional tem isso. Deus não podia nos ter feito melhores enquanto criaturas, pois Ele não olhou um “modelo” fora Dele para nos criar, mas “entrou dentro Dele mesmo” e O tomou como modelo para nos dar vida. De todas as faculdades que Deus nos deu, a que mais nos assemelha a Ele é a liberdade; nenhuma outra criatura no mundo a tem. Podemos até dizer a Deus, como os anjos maus: “não vos servirei!”. E Deus respeita. Esses anjos maus foram criados bons e belos, mas, usando mal a liberdade, quiseram ser como Deus, não se aceitaram como belas criaturas apenas. É o orgulho! O pior pecado. O pecado é o abuso da liberdade, dizia Santo Agostinho. Deus não nos deu liberdade para fazer o mal, mas só o bem. Tirar a liberdade do homem, como fazem alguns países, é tirar-lhe a dignidade; é escravizá-lo. Por isso, esses países sucumbem, pois eliminam a produtividade. Deus quer que o amemos e sirvamos, mas livremente. Ninguém aceita ser amado na marra. A nossa liberdade explica a triste história do pecado que destruiu o plano de Deus e

PROF. FELIPE AQUINO Escritor e apresentador na TV Canção Nova blog.cancaonova.com/felipeaquino

Revista Canção Nova FEVEREIRO 2014

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Testemunho Uma história de fé e devoção Lucas Basani mora em Guaçuí, município do Espírito Santo, situado há mais de 200 km da capital do estado, a cidade de Vitória. Um jovem de apenas 21 anos que traz consigo uma história de luta, persistência, fé e devoção. Ainda criança, com apenas cinco anos de idade, ele teve que conviver com os vícios dos pais e a triste separação do casal. “Éramos uma família feliz, bem estruturada, com uma situação financeira estabilizada, mas meu pai começou a beber muito e se tornou alcoólatra e nossa vida foi se tornando cada vez mais difícil”, conta Lucas Basani. Filho do meio de três filhos, Lucas e os irmãos passaram por diversas dificuldades na infância, incluindo uma forte depressão de sua mãe, que a levou também para o alcoolismo. Na busca por um caminho melhor para sua família, aos 14 anos de idade, Lucas teve seu primeiro encontro pessoal com Deus. “Nós fomos levando a vida, com muitas dificuldades, fomos crescendo e eu comecei a frequentar cada vez mais a Igreja, comecei a servir no Grupo de Oração de minha cidade e a buscar as coisas de Deus. E, certo dia, depois de um momento bastante forte de encontro pessoal com Jesus, eu voltei para a casa e entendi que eu precisava amar a minha mãe do jeito que ela era.” Nesta época, Lucas já conhecia a Canção Nova, através da TV e da Rádio e foi no grupo de oração, que surgiu a oportunidade de visitar a sede da Comunidade, a Chácara de Santa Cruz, em Cachoeira Paulista, para participar de um acampamento de oração: o Hosana Brasil.

“Eu me lembro de que eu fui sozinho para a Canção Nova, isso foi em 2010, até com receio de deixar meus irmãos e minha mãe em casa, mas fui tocado por Deus e sentia que Ele iria falar comigo naquele acampamento, só que eu não sabia que ia ser tão rápido.” Através de uma pregação, Lucas teve uma resposta de Deus para sua vida. “Na primeira pregação que teve lá no Rincão, eu fui e quem estava pregando era o missionário Márcio Mendes e, quando ele iniciou a palestra, disse: ‘Tem um jovem aqui que não tinha certeza se deveria vir pra Canção Nova, que está passando por momentos difíceis, inclusive na sua família, mas Deus hoje está visitando sua casa, sua família, sua mãe’ e eu senti que era para mim, comecei a chorar e tomei posse daquela graça de Deus e as coisas começaram a mudar”. Lucas viu uma verdadeira transformação acontecer na sua casa e na sua família. “Minha mãe venceu a depressão, venceu as bebidas, começou a buscar Deus, a fazer a leitura da Palavra e nossa vida mudou, nossa família mudou e, hoje, Deus é o centro da minha casa”. Hoje Lucas está cursando faculdade de História, atua diretamente nos trabalhos da Igreja e agradece a todos que ajudaram em sua caminhada de fé. “Eu ter pisado naquele lugar, ter participado daquele acampamento de oração mudou minha vida, fez-me ver um Deus que eu não conhecia e a minha mãe também experimentou essa graça, através de uma intercessão lá na Canção Nova”, destaca Basani.

LITURGIA

Testemunho editado pela jornalista da TV Canção Nova, Samantha Natielli. Dia 01 - Sábado 2Sm 12,17a.10-17 Sl 50(51) Ml 3,1-4

Mc 4,35-41

Dia 02 - Domingo Sl 23(24) Hb 2,14-18

Lc 2,22-40

Dia 03 - Segunda-feira 2Sm 15,13-14.30;16,5-13a Sl 3,2-3.4-5.6-7 Dia 04 - Terça-feira 2Sm 18,9-10.14b.24-25a.30-19,3 Sl 85(86)

Mc 5,1-20 Mc 5,21-43

Dia 05 - Quarta-feira 2Sm 24,2.9-17 Sl 31(32)

Mc 6,1-6

Fevereiro 2014

Dia 06 - Quinta-feira 1Rs 2,1-4.10-12

1Rs 3,4-13 Is 58,7-10

Mc 6,7-13

Dia 25 – Terça-feira Sl 54(55) Mc 9,30-37

Tg 4,13-17

Dia 26 – Quarta-feira Sl 48(49) Mc 9,38-40

Mc 8,1-10

Tg 5,1-6

Dia 27 – Quinta-feira Sl 48(49) Mc 9,41-50

Mt 5,17-37

Tg 5,9-12

Dia 14 – Sexta-feira 1Rs 11,29-32;12,19 Sl 80(81) Mc 7,31-37 Dia 15– Sábado 1Rs 12,26-32;13,33-34 Sl 105(106) Dia 16 – Domingo Sl 118(119) 1Cor 2,6-10

Eclo 15,16-21

Dia 17– Segunda-feira Sl 118(119) Mc 8,11-13

Tg 1,1-11

Dia 18– Terça-feira Sl 93(94)

Tg 1,12-18

Mc 8,14-21

Mc 6,14-29

Tg 1,19-27

Dia 19 – Quarta-feira Sl 14(15) Mc 8,22-26

Dia 08 - Sábado Sl 118(119)

Mc 6,30-34

Tg 2,1-9

Dia 20 – Quinta-feira Sl 33(34) Mc 8,27-33

Dia 09 - Domingo Sl 111(112) 1Cor 2,1-5

Mt 5,13-16

Dia 07 - Sexta-feira Eclo 47,2-13 Sl 17(18)

Dia 10 - Segunda-feira 1Rs 8,1-7.9-13 Sl 131(132) Mc 6,53-56 Dia 11 - Terça-feira 1Rs 8,22-23.27-30 Sl 83(84) 1Rs 10,1-10

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Cânt.: 1Cr 29,10.11ab.11d-12a.12bcd

Tg 4,1-10

Dia 13 – Quinta-feira Sl 105(106) Mc 7,24-30

1Rs 11,4-13

Tg 2,14-24.26

Dia 21 – Sexta-feira Sl 11(112)

1Pd 5,1-4

Dia 22 – Sábado Sl 22(23)

Mc 7,1-13

Lv 19,1-2.17-18

Dia 12 - Quarta-feira Sl 36(37) Mc 7,14-23

Tg 3,13-18

Dia 28 –Sexta-feira Sl 102(103)

DATAS ESPECIAIS 02 – Apresentação do Senhor 11 – Nossa Senhora de Lourdes 18 – Dia de Combate ao Alcoolismo

Mc 8,34-9,1 Mt 16,13-19

Dia 23 – Domingo Sl 102(103) 1Cor 3,16-23

Mt 5,38-48

27 – Dia Nacional do Livro Didático 27 – Dia do Idoso

Dia 24– Segunda-feira Sl 18(19B) Mc 9,14-29 1ª leitura

Revista Canção Nova FEVEREIRO 2014

Mc 10,1-12

2ª leitura

Salmo

Evangelho


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Foto: AndrĂŠia Britta

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