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Sumário Canal 2 Comunicação e Eventos Ltda. Rua Rio de Janeiro, 365 - Pituba - Salvador-BA CEP - 41830-401 - Telefone 3344-1911 / 3344-1624 contato@canal2.com.br - www.canal2.com.br Diretor Executivo: Luciano Dórea Editora-chefe: Cris Montenegro - DRT/BA - 2521 editoracanal2@gmail.com Fotografias: Lucas Silva

22 Especial Confira tudo que aconteceu na 5ª Convenção Acomac-Ba/17º Ecomac

Textos: Aina Kaorner, Anaísa Freitas, Cris Montenegro, Lucas Sérvio, Márcia Ribeiro e Louise Cibele

Call Center Sua empresa sabe atender bem?

Colaboraram nesta edição: Prof. Gretz, Tom Coelho, Maurício Góis, Diogo Francischini, Vitor Hugo Perrone e Bárbara Hamaji Revisão: Nilvanne Santana (freelancer) Projeto Gráfico: Alan Alves Editoração Eletrônica: Elaine Oliveira Capa: Cosme Arcanjo Marketing: Teresa Bóve Guia do Representante e Dep. Financeiro: Mara Machado - Carlos Dórea Circulação: Bahia e Sergipe Distribuição: Gratuita Tiragem: 8 mil exemplares

Presidente: GERALDO CORDEIRO 1.º Vice-Presidente: ALFREDO GONZALEZ 2.º Vice-Presidente: ALCEU ROBERTO HILTNER FILHO 3.º Vice-Presidente: SÍLVIO CORREA 1.º Secretário: JAMILE BARBOSA 2.º Secretário: PABLO VINICIUS Dir. Financeiro: OSMAR ARAÚJO Tesoureiro: RUBEM SILVA Dir. Social: ALVARO VENTIN

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DIRETORIA SETORIAL Mat. Bruto: EDIVALDO COELHO Amiantos: RUBEM SILVA Pisos e Revestimentos: JOSÉ BARBOSA Elétrica: LUÍS REIS Hidráulica: GILBERTO CERQUEIRA Tintas: JOSÉ NEWTON Ferragens: ANTÔNIO JOSÉ Madeira: ALEXANDRE COHIM

Capa A crise financeira internacional e o setor de materiais de construção

ASSESSORIAS TÉCNICAS Eventos: DIEGO PAES / PABLO VINICIUS / JOELSON SILVA Marketing: LUCIANO ARAÚJO / JAMILE BARBOSA / JOELSON SILVA Interior: BENEDITA CAMPOS / CARLOS ALBERTO PEREIRA JOVENILSON MENESES / ORLEANS MENDONÇA / DEOLINO NERY

Ferreira Costa Conheça a história de uma das maiores revendas do país

Planejamento Estratégico: GILBERTO CERQUEIRA / MILTON ALOI / SÍLVIO CORREA Conselho Fiscal: Titulares: LUIS REIS / LUÍS ALONSO / JOÃO ANDRADE Suplentes: MANUEL GONZALEZ / JOSÉ MANUEL MARTINEZ MANUEL TRANCOSO CONSELHO DELIBERATIVO Presidente LUCIANO ARAÚJO Vice-Presidente JOSÉ ELOY

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CONSELHEIROS: MANUEL BERNARDINO / ANTÔNIO BITTENCOURT / DEONILDO MARTINEZ /JOSÉ GARGUR / MANOEL DURAN / EDMUNDO SOUZA / EDIVALDO COELHO CARLOS ALBERTO PEREIRA Tel.: (71) 3113-2481 Telefax: 3113-2480 Av. Tancredo Neves Ed. Salvador Trade Center Torre Norte, sala 2215 - CEP 41820-020 - Salvador-BA acomac-ba@terra.com.br / www.acomac-ba.com.br


Palavra do Presidente O Brasil e suas prioridades O ano de 2008 chega ao fim com um retrospecto de realizações e incertezas. Internamente, o mercado de material de construção comportou-se positivamente, seguindo o crescimento da economia, mas a crise nos países desenvolvidos já afeta também os países emergentes. Apesar desse acontecimento, que se intensificou no último trimestre, o Brasil não pode abrir mão de sua pauta de interesses, entre eles a demanda por reforma e construção imobiliária, cujas conseqüências sócio-econômicas são vitais ao equilíbrio e crescimento do país e a melhoria da qualidade de vida da população. Crucial, para esses objetivos, que haja a manutenção e mesmo ampliação dos financiamentos para compra de material de construção, instrumentos de acesso ao consumidor e conseqüente movimento de vendas aos lojistas. Essa e outras questões têm sido objeto de permanente discussão nos

Geraldo Cordeiro Presidente da Acomac-BA

fóruns apropriados, como a 5ª Convenção da Acomac-BA/17º Ecomac, em Praia do Forte, de 6 a 9 de novembro, que reuniu quase 1300 pessoas de todo o Brasil, abordou o consumo popular e o cenário mundial, gerou deliberações como a 5ª Carta da Bahia, e contou com as presenças do governador da Bahia, Jaques Wagner, de seu vice, Edmundo Pereira, e do secretário da Indústria, Comércio e Mineração, Rafael Amoedo, que demonstram o nível de diálogo da Acomac-BA e Anamaco com os governos estadual e federal. O setor de material de construção deve continuar trabalhando para fortalecer o mercado interno, por meio de suas entidades representativas, e as empresas usarem a criatividade e aperfeiçoarem o seu processo de gestão. Esta tem sido, a propósito, uma das prioridades da Acomac-BA: a qualificação e atualização das revendas, condição para existência, crescimento e capacitação para lidar com as variações. É com tal enfoque, tendo em vista os interesses dos associados, que a entidade atuou em 2008, com o programa de cursos e palestras, os convênios e benefícios, a negociação sobre a venda sem critério e as ações na Frente Empresarial do Comércio, da qual é uma das fundadoras. O ano de 2009 desponta com um horizonte que exigirá de todos capacidade de diálogo e gestão diante dos desafios e mudanças, sem perder o foco nas questões nacionais e, principalmente, a consciência das oportunidades existentes em nosso país. Sempre com espírito otimista e sincronizado com a realidade, desejamos aos associados e às organizações parceiras votos de Boas Festas e um feliz Ano Novo. Que 2009 seja pleno de sucesso e paz!

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Editorial Feliz 2009! Mais um ano se encerra ao fim e com ele vem o seu habitual balanço final. Hora de refletir, de retomar velhos projetos e novos executar... É com esse espírito de renovação e construção que deixo aqui registrado, em nome da equipe da Canal 2, a nossa satisfação em ter caminhado mais um ano, lado a lado, com a Acomac-Ba. Em meio a tantas notícias de crise e dificuldades enfrentadas em âmbito mundial, nacional e local, é de grande relevância para

Luciano Dórea

nossa empresa produzir a revista de uma associação consolidada e eficaz como a Acomac-Ba. Reforço aqui também o grande número de acessos à versão virtual da Revista AcomacBa que já atingiu o índice de 15 mil acessos por mês. Diariamente, recebemos diversas mensagens de pessoas de todo o país parabenizando a qualidade da publicação, assim como solicitando novas informações acerca desta. Aproveito para parabenizar a todos pelo sucesso da Convenção. Agradeço à AcomacBa pela confiança e parceria e àqueles que apostaram no nosso veículo como ferramenta de divulgação para os seus produtos e/ou serviços durante o ano de 2008. Em 2009, traremos ainda mais novidades para todo o segmento de materiais de construção.

Boas Festas!

Luciano Dórea Diretor Executivo

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Informes

Da Redação Fotos Divulgação

Comercial Ramos recebe o Prêmio Lojista do Ano A Comercial Ramos ganhou o Prêmio Lojista do Ano oferecido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) na categoria material de construção e acabamento. Os premiados são eleitos pelos 3 mil associados da CDL, o que confere ainda mais credibilidade a premiação. Os critérios de votação são: posicionamento, crescimento e ousadia. Um exemplo de que, oferecer mais aos seus clientes, ocasiona o merecido reconhecimento.

Construbahia

Votorantim investe R$ 45 milhões em Aratu/BA Líder do mercado nacional de cimento, a Votorantim coloca em operação, até o final do ano, uma nova unidade de argamassa e uma moagem de cimento em Aratu, Bahia. Com investimento de cerca de R$ 45 milhões, a moagem terá capacidade para produzir 270 mil toneladas/ano de cimento e a unidade de argamassa, 12 mil toneladas/ano. Na escolha de Aratu, a empresa levou em consideração a localização estratégica do local, que fica próxima à Salvador e às cidades da Região Metropolitana da capital, além de estar localizada no entorno do Porto de Aratu. A nova moagem fica distante 35 quilômetros de Salvador e a área total do empreendimento é de 185 mil metros quadrados, sendo que destes, cerca de seis mil são de área construída. A unidade de Aratu vai produzir, inicialmente, o cimento do tipo CPII Z – 32.

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Tigre lança novos produtos na Construir Rio 2008 SISTEMA DE ESGOTO É DESTAQUE E GANHA NOVAS CAIXAS DE GORDURA E INSPEÇÃO

Exposição dos últimos lançamentos, palestras técnicas no Tigrão (Centro de Treinamento Móvel), campanha promocional para comercialização de produtos para revendas Tigre, distribuição de brindes e apresentações de grupo de pagode fizeram parte das atrações do estande da Tigre S/A na XIII Construir Rio – Feira Internacional da Construção, no Riocentro, ocorrida de 18 a 22 de novembro. Os lançamentos em destaque são Tigrefire, Novas Caixas de Gordura, de Inspeção, de Passagem Elétrica de Piso e de Areia, Linha Aquatherm®, Registros Compactos, Caixa Girafácil, Sistema de Drenagem Quadro de Distribuição, Eletrodutos e Caixa d’água.

No intuito de contribuir para amenizar os efeitos da crise econômica mundial, que também atinge o mercado baiano de materiais de construção, a Rede Construbahia resolveu oferecer a sua colaboração. A associação pretende promover a isenção da taxa de afiliação durante o mês de janeiro de 2009. "Esta iniciativa será uma maneira de assumirmos a nossa parcela de cooperação no sentido de reverter uma situação que atinge, também, o setor em que atuamos. Afinal, desejamos que o novo ano comece bem.", diz o presidente da Rede, Manuel Bernardino da Silva. Mas, a entidade avisa: a isenção será válida apenas no período de 1° a 31 de janeiro do próximo ano. Portanto, as lojas de materiais de construção que se interessarem, devem começar a se preparar para aproveitar esta oportunidade de fazer parte da 4ª maior entidade varejista da Bahia, segundo a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) e da maior associação negociosa de lojas de materiais de construção no Estado.

Manuel Bernardino da Silva


Web

Por Vitor Hugo Perrone

Marketing de busca A

internet está completamente mudada. A complexa rede que este ano atingiu mais de 700 milhões de usuários em todo o mundo nem de longe lembra a web da época dos primeiros acessos públicos, quando predominavam os sites estáticos e os mecanismos de busca eram meramente catálogos de sites cadastrados manualmente. A principal mudança não se deu apenas pelo crescimento do acesso e do número de sites publicados, mas principalmente pela invasão dos blogs, das redes sociais, (Orkut, My Space, Face Book, etc.) e do surgimento de ferramentas como Youtube, Wikipedia e Flickr, que tiraram o usuário da condição de mero espectador, tornando-o colaborador. Hoje é possível para qualquer pessoa com acesso e conhecimento mínimo dessas ferramentas, publicar, editar e divulgar o conteúdo que desejar de forma individual ou contribuindo e interagindo coletivamente. A esse contexto deu-se o nome de Web 2.0, ou segunda geração da internet. Este novo cenário provocou uma explo são da quantidade de informações dispo níveis e conseqüentemente uma dis persão do público pelos milhares de websites espalhados por toda a rede. Se por um lado tornou-se muito mais fácil e rápido publicar qualquer conteúdo na web, por outro encontrar a informação desejada passou a ser uma tarefa cada vez mais difícil. Isto, por sua vez, impulsionou uma verdadeira revolução nos mecanismos de busca, que tiveram que adotar critérios mais complexos de filtragem, classificação e indexação dessas informações. O pioneiro, e até hoje, principal expoente dessa revolução, é o Google. É ai que entra o Marketing de Busca ou S.E.M. (Search Engine Marketing), que assim como o Marketing clássico

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“Não é você quem encontra o seu cliente, é o seu cliente quem encontra você.” procura detectar e compreender as necessidades do consumidor de forma a criar o desejo por determinado produto ou organização. Na verdade, o que o S.E.M. faz é detectar e compreender as necessidades de informação do consumidor e fazer com que ele encontre conteúdo relevante associado a determinado produto ou organização. As táticas do marketing de busca são diversas. Começam por modificações na parte estrutural do website, passando pela alimentação correta do conteúdo, links em outros sites, anúncios em links patrocinados até o rastreamento do tráfego do site, entre outros.

Quanto mais táticas combinadas forem utilizadas, maior a probabilidade da informação de interesse da empresa chegar até o consumidor, quando este realiza uma pesquisa através de palavras-chaves utilizando os mecanismos de busca. A maior vantagem desse processo é que naquele momento o consumidor está mais propenso, pois ele mesmo é quem está procurando algo que deseja. Por fim, o marketing de busca veio como a grande alternativa ao chamado web marketing, que já começa a perder a sua eficiência. Isso porque meios como banners, pop-ups e e-mail-marketing nada mais são do que uma tentativa de adaptar anúncios do mundo real ao mundo virtual, enquanto que o marketing de busca é um produto do próprio meio internet. Vitor Hugo Perrone é graduado em Relações Públicas pela UNIFACS, Vice-Presidente da Adba (Associação das Agências Digitais da Bahia) e Diretor Executivo da 2 pontos Web Experts


Cursos

Por Anaísa Freitas

Senac Bahia promove cursos de capacitação

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aumento das vendas no fim do ano aquece o setor de varejo de Salvador com oportunidades de empregos temporários. Esse mercado competitivo define um perfil de vendedor cada vez mais qualificado e, muitas vezes, as lojas encontram dificuldades para conseguir profissionais que atendam

essas exigências. Para auxiliar no treinamento de profissionais recém-contratados ou veteranos, o Senac Bahia disponibiliza, durante todo o ano, cursos voltados para profissionais de diversas áreas. No ramo de varejo, a Coordenadora do Centro de Formação Profissional do Aquidabã,

CURSOS SENAC AQUIDABÃ MARKETING PESSOAL – 20H Desenvolvimento de estratégias empreendedoras que visam uma melhor adaptação profissional ao mundo do trabalho. 15/12 À 19/12 2ª A 6ª 14H ÀS 18H CLIENTELA: maiores de 16 anos. Ensino fundamental incompleto. Conhecimento e/ou experiência profissional em qualquer segmento. R$55 CURSO SENAC CASA DO COMÉRCIO GESTÃO DE PESSOAS – 30H Identificação das práticas da gestão de recursos humanos, principalmente seleção e treinamento de pessoal. 09/12 À 19/12 2ª A 6ª 19H ÀS 22H CLIENTELA: maiores de 18 anos ou estudantes de Administração e áreas afins, profissionais de nível médio completo que atuem em recursos humanos, micro e pequenos empresários. R$170

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Farani Gama, destaca os cursos “criatividade em vendas” e “técnicas de vendas”. O primeiro é presencial e aprimora as habilidades de um vendedor criativo. Já o outro é disponibilizado pelo sistema de educação à distância e enfatiza a técnica da “arte de vender bem”. “Nós percebemos que, ao longo do curso, os alunos se descobrem excelentes vendedores”, explica Farani. O Senac Bahia também disponibiliza outros cursos, como os de marketing pessoal e o de gestão de marketing, que, na opinião da coordenadora, “funcionam como fer ramentas que auxiliam os profissionais de varejo a executarem melhor suas atividades”, acrescenta.

CURSOS SENAC EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS EM COMÉRCIO E SERVIÇOS – 60H CLIENTELA: maiores de 18 anos. Conhecimento e/ou experiência no segmento. Ensino médio completo. R$50 GESTÃO DE MARKETING – 60H 03 módulos CLIENTELA: maiores de 16 anos. Conhecimento e /ou experiência no segmento. Ensino médio completo. 2x R$40 TÉCNICAS DE VENDAS – 60H 03 módulos CLIENTELA: maiores de 18 anos. Conhecimento e /ou experiência no segmento de vendas. Ensino médio completo. 2X R$40 MARKETING PESSOAL – 60H 03 módulos CLIENTELA: maiores de 16 anos. Conhecimento e /ou experiência em qualquer segmento. Ensino médio incompleto. 2x R$40


Premiação

Por Aina Kaorner

Eiffel Representações Ltda. conquista Prêmio Mérito Lojista 2008

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om o objetivo de divulgar a opinião pública e o movimento lojista nacional, foi inaugurado o Prêmio Mérito Lojista, para escolher os melhores fornecedores e prestadores de serviço pulverizados no mercado. Em julho deste ano, no Estado da Bahia, o segmento de materiais de construção foi muito bem representado pela Eiffel Representações Ltda. e Icasa Indústria Cerâmica Andradense, que receberam a gratificação. Foram ouvidos, aproximadamente, três mil lojistas de onze municípios e diversas categorias do comércio, dentre elas confecções, calçados, bazar, autopeças, acessórios, eletrônicos, beleza, higiene pessoal, eletrodomésticos, móveis, materiais de construção, prestadores de serviços e fornecedores. "É muito importante receber esse prêmio, pois reflete a parceria bem feita entre a Eiffel, nossos clientes e a Icasa", afirma a diretora comercial, Ana Luiza Feitosa. A Eiffel Representações Ltda. atua há trinta e sete anos na área de construção civil, engenharia, materiais de construção e materiais elétricos. Possui onze prepostos e vendedores distribuídos na capital e no interior do estado, que representam diversas empresas de Atacado e Varejo.

"É muito importante receber esse prêmio, pois reflete a parceria bem feita entre a Eiffel, nossos clientes e a Icasa" 16 ACOMAC BAHIA

Há 37 anos no mercado, a empresa foi mais uma vez homenageada


Evento

Texto e foto Louise Cibelle

Crédito para quem precisa CAIXA CONCEDE INÚMEROS BENEFÍCIOS PARA FACILITAR NA HORA DE CONSTRUIR

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o dia 4 de dezembro, foi a vez da Caixa Econômica Federal convocar os associados da Acomac-Ba para falar sobre as linhas de financiamento utilizadas na compra de material de construção voltadas ao consumidor final. Vivaldo de Oliveira Neto, gerente regional da Caixa, foi quem liderou as apresentações. O Construcard foi a grande sensação da noite. Entre exposições e demonstrações, o que se notou foi uma grande satisfação por parte do público. “A Caixa não sabe o que é crise, sabemos só o que é trabalho. Dando crédito para quem precisa, a construção civil também não entrará em crise”, afirma. No encontro, falou-se muito sobre as novidades e vantagens desse

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financiamento, como, por exemplo, da isenção de exigência de garantias em alguns casos, taxa de juros mais baixa do mercado, pagamento à vista ao lojista, prazos longos e o convênio com servidores federais. Ainda segundo o gerente, não faltarão recursos para ninguém. O orçamento para 2009 já está garantido. A Caixa mostrou, em primeira mão,

o novo financiamento que entrará em vigor a partir de janeiro de 2009. O Crediário Caixa Fácil, em projeto piloto, terá como diferencial o fato de que o lojista será o correspondente (cedente do crédito) e a Caixa só entrará na fase da aprovação. Além disso, o consumidor final não precisará necessariamente ser cliente do banco e as transações serão online. Vale salientar a presença do superintendente da Caixa Econômica Federal, Aristóteles de Menezes Júnior. Com tantos benefícios, não é de se admirar que, neste ano, o Feirão da Caixa tenha tido mais de 40 mil visitantes. O plano do banco é que, futuramente, todos os que necessitem tenham imóveis e, para isso, a parceria com a Acomac-Ba se faz fundamental.


Qualidade de Vida

Por Tom Coelho*

Escravos Cibernéticos S

into falta de minha amiga Márcia e resolvo telefonar-lhe para ter notícias. Gentil como sempre, ela me atende de imediato, contando-me que perdeu o número de meu celular porque a empresa substituiu seu aparelho e não transferiu, conforme fora prometido, a agenda de telefones. Então passa a falar sobre seu novo “brinquedinho”, um smartphone, prêmio corporativo vinculado à sua merecida promoção. Márcia agora tem ainda mais atribuições e responsabilidades. Por isso, a companhia decidiu ser importante conferir-lhe “conectividade plena”. Ela agora pode ser encontrada a qualquer hora, em qualquer lugar. Pode gerenciar ações e pessoas de maneira ininterrupta, seja durante o horário chamado “comercial”, seja à noite após sair de uma sessão de cinema, seja num domingo, em meio ao almoço familiar. Há quase um ano eu não conversava com Márcia. E o que me causou certa apreensão foi saber que neste meiotempo, na proporção em que subia no organograma, ela descia na escala de sua qualidade de vida. Interrompeu a prática esportiva que realizava com regularidade e exatamente no momento daquele meu telefonema estava a caminho do ambulatório para checar certa indisposição acompanhada por alteração na pressão arterial. Detalhe: Márcia trabalha com gestão de pessoas, tem os olhos e a mente voltados à qualidade de vida. Nada tenho contra a tecnologia. Ao contrário, sou apaixonado por ela. Costumo adquirir todo tipo de “gadget”, nome dado às quinquilharias ele-

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"A tecnologia é uma ferramenta para ajudar as pessoas, não para substituí-las." (Keith Denton)

trônicas produzidas diuturnamente pela indústria. Mas vejo com preocupação o avanço das máquinas sobre nossas vidas. A tecnologia deve estar ao nosso serviço para facilitar a comunicação e dar agilidade à tomada de decisões. Mas isso não significa assentir a escravização eletrônica. Nos escritórios, o email, a intranet e os mensageiros instantâneos enraizaram-nos nas cadeiras. Evitamos nos levantar para falar com um colega na sala ao lado, ou mesmo para espairecer por cinco minutos enquanto bebemos uma água ou um café. Além de reduzir a sociabilidade, esta rotina perigosa é a mãe dos DORT – Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, com desta-

que para as lesões por esforço repetitivo (LER) e a fadiga visual. Nas residências, o computador está substituindo a televisão como instrumento de desagregação familiar. Adeus ao diálogo! Não há mais refeições coletivas, quando se poderia conversar, compartilhar, orientar, aprender e ensinar. Até mesmo o lazer e o desenvolvimento cultural estão sendo substituídos pelo Orkut, My Space e as salas de bate-papo. Guardadas as devidas proporções, vivemos anos sem tudo isso e não precisamos nos render a todas as novidades que vicejam. Considero o celular um instrumento fantástico para ficar desligado. Quando necessito falar com alguém, ligo o aparelho e contato a pessoa. Não sou um médico obstetra ou cardiologista que precisa ser encontrado na calada da noite para um parto ou atendimento emergencial. Por isso, não quero um smartphone nem de graça! Tom Coelho, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. E-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br


Especial

Por Cris Montenegro e Aina Kaorner

Acomacs, Fecomacs e revendas de 21 estados brasileiros participaram do evento

5ª Convenção da Acomac-BA /17º Ecomac

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urburinho, reencontros e animação... esse era o clima na chegada no resort Iberostar Bahia Hotel, na Praia do Forte, na tarde do dia 06 de novembro. O motivo? Iniciava-se ali, mais uma edição de sucesso - já prevista pelo recorde de público alcançado – da 5ª Convenção da Acomac - BA/17º Ecomac, promovida pela Acomac-Ba, em parceria com a Anamaco. Com a participação de aproximadamente 1.300 pessoas que representam a indústria e o comércio, prestam serviços e atuam no setor de materiais de construção, o evento teve como tema - O desafio de conquistar o consumidor popular - e agregou informação e lazer, de forma mais do que harmônica, além de viabilizar um grande encontro entre àqueles que movimentam o segmento de materiais de construção. Para acompanhar a vasta programação, cuidadosamente preparada para a ocasião, nada melhor do que inovar. Partindo deste ponto, o cenário foi per-

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“Não temos como simplesmente fechar os olhos para os sonhos e as conquistas do consumidor popular que busca os nossos produtos e serviços para reformar ou construir.” (Geraldo Cordeiro - Presidente da Acomac-Ba)


“Não podemos ser propagadores do medo e do caos, mas também não podemos ser vendedores de ilusões. Temos um problema, um diagnóstico e ferramentas necessárias para intervir.” (Jaques Wagner, governador do Estado da Bahia) Carmélia Campos, Cargil Construções (Aracaju – Se)

Marcos Atchabahian, Village Materiais de Acabamento (Osasco-SP)

Jamile Barbosa, O Nordestão (Salvador-Ba)

Nelson Barrizelli

feito: Praia do Forte. A antiga Aldeia de Pescadores, conhecida pela biodiversidade e beleza natural, deu o toque de glamour e ao mesmo tempo de aconchego ao maior evento do setor da América Latina. Welcome!

Abertura oficial “Estamos aqui para discutir o consumidor popular e buscar formas para suprir as suas demandas da melhor forma possível no quesito construção. Não podemos simplesmente fechar os olhos para os sonhos e as conquistas desta parte representativa da população que busca os nossos produtos e ou serviços seja para reformar ou construir”, declarou Geraldo Cordeiro, presidente da Acomac-Ba. “Além das novas atrações, vale salientar que o grande diferencial desse evento é que, assim como desde a sua primeira edição, essa discussão será fomentada sob o sol da Bahia”, complementou.

Barrizelli, Cláudio Conz, Grasiela Maria Klein e os lojistas que apresentaram os seus cases em debate

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“O setor precisa de fôlego de capital de giro, senão gera déficit habitacional. Um país só gera riqueza quando constrói.” (Cláudio Conz, presidente Anamaco) Ficou a cargo do vice-governador do da Bahia, Edmundo Pereira, fazer a abertura oficial do evento. “Com certeza, serão momentos de suma importância para o nosso Estado, partindo do pressuposto que aqui estão os responsáveis pela movimentação econômica local, nacional e até mesmo internacional”, salientou e encerrou o breve discurso desejando um bom evento para todos. Já o presidente do Conselho Deliberativo da Anamaco, Getúlio Nogueira de Sá, não poupou elogios a organização do 5ª Convenção da Acomac-BA /17º Ecomac pelo tema escolhido. “São eles os responsáveis por uma grande parte do poder de compra. O setor caminha lado a lado com consumidores desse perfil, consumidores que apostam no crediário e no financiamento como ferramentas para a busca e posterior concretização dos seus sonhos. É o cliente do puxadinho. Aquele que almeja a casa própria e que para tal, precisa ser ajudado”, explanou. O presidente da Anamaco, Cláudio Conz, acrescentou ainda, a amplitude do evento, que ultrapassa as discussões acerca do tema central. “Temos estrutura, mas também precisamos estar atentos às modificações no cenário mundial, pois estas nos atingem e a preparação para enfrentar as possíveis adversidades é imprescindível”, desta-

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cou. “O Governo Federal já adotou diversas medidas em prol da cadeia produtiva, mas ainda há lacunas. Os governos estaduais precisam compreender os acontecimentos das cidades que representam. A crise, com certeza, irá passar. Mas se não nos protegermos, será difícil manter o nosso quadro funcional”, salientou. “Andamos juntos. Vamos dar as mãos e a vitória contra a crise será uma conseqüência”, afirmou Rafael Amoedo, secretário de Indústria e Comércio da Bahia. “Temos todo o interesse em dialogar com o segmento e discutir acerca da redução de impostos sobre a cesta básica de materiais de construção”, destacou. “Em um momento tão importante para o setor, é com grande satisfação que agradeço a presença de TODAS

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“O sonho do consumidor de baixa renda é ter a casa própria. O maior patrimônio que eles têm é o nome, por isso essa classe representa um índice muito baixo de inadimplência.” (Marcos Gabriel, presidente Acomac – SP (Osasco)

as Acomacs (Associações dos Comerciantes de Material de Construção) e Fecomacs (Federações das Associações dos Comerciantes de Material de Construção) e a participação das revendas de 21 Estados Brasileiros”, frisou o presidente da Acomac-Ba.

Gastronomia e música “... não pode pensar, que já não temos tempo a perder” Se alguém pensou em sair da palestra de abertura e seguir para o quarto no primeiro dia, com certeza mudou de idéia ao se deparar com as atrações


Especial

“O sucesso do evento é o resultado de um trabalho coletivo que busca discutir questões inerentes ao segmento, assim como proporcionar momentos de integração essenciais para o fortalecimento do setor de materiais de construção.” (Antonio Carlos Martinez, diretor executivo da Acomac-Ba) da primeira noite. Após saborear as delícias gastronômicas oferecidas pelo resort, que ofereceu opções diversificadas da culinária internacional, japonesa, baiana, mediterrânea e brasileira, além de aperitivos e um amplo leque de bebidas, a pista de dança era a próxima parada. No palco, uma das estrelas da axé music, conhecido nacionalmente e internacionalmente como um dos percussores da música baiana, Luiz Caldas. Com repertório pra lá de eclético, o Rei do Fricote não deixou ninguém parado fazendo com que diferentes gerações entrassem no mesmo ritmo de alegria que já no primeiro dia ocupou lugar de destaque no evento.

Painel de lojistas Nada melhor do que discutir sobre o consumidor popular a partir de alguns personagens que vivenciam situações referentes a estes todos os dias. Foram eles: Marcos Atchabahian, diretor da Village Materiais de Acabamento (Osasco-

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Especial

SP), Carmélia Campos, diretora da Cargil Construções (Aracaju – Se) e Jamile Barbosa, O Nordestão (Salvador-Ba). Marcos Atchabahian, que também é presidente da Acomac de Osasco, analisou o perfil dos consumidores das classes C, D e E e discutiu a importância das ações integradas de atendimento, assim como da qualificação da equipe e qualidade dos produtos voltados para este público. Já “Dona” Carmélia, arrancou sorrisos e aplausos inusitados da platéia ao explanar uma maneira personalizada de lidar com a clientela e de enxergar a sua empresa como extensão da sua casa, de forma que simpatia, criatividade e “jogo de cintura” para driblar a concorrência fazem a diferença. Com apresentação baseada na evolução e crescimento da sua empresa, Jamile do O Nordestão encerrou o ciclo de apresentações.

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“Eventos como este são de extrema importância para a discussão dos temas ligados ao setor de construção civil. Esse ano possui uma dose maior de destaque por conta do cenário econômico internacional que obriga a todos nós, empresários do setor, uma discussão aprofundada sobre medidas eficientes para soluções rápidas nesse novo cenário econômico.” (Walter Barreto, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia - Ademi-Ba)


“Interatividade, acho que esta é a melhor palavra para definir este momento.” (Francisco Verza, Suvinil)

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Especial “Gostei muito da Bahia. Vim buscar experiências e aprender um pouco mais nesse evento.” Jaime Rechia Guarezi, presidente da Acomac-SC (Criciúma SC)

Palestra Nelson Barrizelli O tema da 5ª Convenção da Acomac-BA /17º Ecomac foi lançado há alguns meses que antecederam o evento, realizado de 06 a 09 de novembro. Desafio lançado, nada melhor do que Nelson Barrizelli, economista, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP – Universidade de São Paulo e especialista em marketing de varejo, para ministrar palestra acerca do tema. O professor ressaltou o crescimento do consumo das classes C e D, após a eliminação da inflação, especialmente no Norte/Nordeste. Como forma de atender melhor as classes emergentes, Barrizzelli destacou alguns itens como: ambiente de trabalho, comunicação da empresa, fidelização do cliente e diferenciação dos produtos e atendimentos. “A inovação é o futuro do varejo”, enfatizou. “Noventa e sete por cento das famílias possuem um aparelho de TV e quarenta e sete por cento dos lares de classe C têm um computador. Será que dá para considerar que as pessoas de baixa renda são menos informadas que as demais?”, indagou o palestrante. “Termos como “popular” e “pobre” precisam ser evitados, pois correm o risco de serem considerados discriminatórios”, alertou Barrizelli. “Nada de

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“O encontro é uma tradição no mercado e nós fazemos questão de estar presente.” (Paulo Nascentes, Tigre)

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Especial

apostar em uma loja rústica demais acreditando que esta atenderá de melhor forma esta clientela. Ela quer produtos de qualidade e atendimento personalizado. O cliente é fiel a loja e não ao produto. Nunca se esqueça disso”, complementou. Em um debate realizado após a explanação, que teve como participantes Cláudio Conz (presidente da Anamaco), Grasiela Maria Klein (presidente da Fecomac – RS) e dos lojistas que apresentaram os seus cases no início da programação, o palestrante afirmou que o Brasil está passando por uma crise psicológica e criticou a cobertura dos meios de comunicação que a mostram de forma superlativa. “A crise do sistema financeiro americano e europeu não influencia na liquidez do mercado financeiro”, garantiu

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“Este é um momento único, de discussões importantes para o setor. A cada edição, superamos as expectativas.” (Álvaro Ventin, vice-presidente da Anamaco) Barrizelli. Para ele, não haverá grandes impactos no ramo de materiais de construção, mas sim no setor automobilístico e de eletroeletrônicos mais caros. “Os menos afetados serão os departamentos alimentícios”, garante otimista.

Palestra Ricardo Amorim Mais uma presença ilustre marcou a sua participação no evento. Tratava-se

de Jaques Wagner, governador da Bahia, que chegou pela manhã ao resort e participou do segundo dia de atividades. “Esse evento é de suma importância, assim como o debate aqui realizado. Não teria como não prestigiá-lo”, sinalizou. “Tive a honra de receber o troféu ‘Operário nº 1 da Construção’ oferecido pela Anamaco quando eu ainda era ministro do Conselho de Desenvolvimento Social e Econômico do Governo. Tenho absolu-


“Clientes, parceiros e amigos com um só objetivo em um clima de integração.” (Silvio Barone Júnior, Sil Fios e Cabos Elétricos)

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Especial “Este evento é muito importante para nossa associação. Estamos unindo cada vez mais a Acomac, Anamaco e Fecomac.” (José Carlos Fernandes, presidente da Acomac - SC (Amurel Tubarão SC) ta convicção da importância do crescimento da Construção no desenvolvimento do Estado e do país, pois a cada real investido, o retorno é bastante significativo”, recordou, acrescentou. O apresentador e economista Ricardo Amorim, leia-se Manhattan Connection (GNT/GLOBOSAT), explanou sobre as perspectivas econômicas do Brasil e do segmento. “Temos uma realidade econômico-financeira bem diferente da dos Estados Unidos. Aqui, os reflexos da crise norte-americana ocasionarão uma acomodação das atividades que pode chegar a uma recessão. Jamais a uma crise”, destacou. “No próximo ano o país deve voltar a crescer 2,5% em decorrência de todas as conseqüências e impactos da crise mundial. Já em 2010 voltaremos ao patamar de 4,5% a 6% de crescimento”, revelou Amorim.

Homenagens e presença internacional Não foi à toa que a Convenção da Acomac-Ba/17º Ecomac se tornou o principal encontro do setor no país e também na América Latina. Tal fama, fez com que pela primeira vez uma revenda estrangeira participasse do evento, a Mercantil Leon (Bolívia). Tal

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acontecimento fez com que Geraldo Cordeiro, em nome da associação, entregasse um troféu à Flavio Estatuti Leon e Maria Gutierrez Terrazas. Vale salientar que a Prysmian, sempre atuante em convidar lojistas ao evento, foi a responsável pela ida da revenda internacional para o evento. Já a Fecomac Santa Catarina foi homenageada, na figura de Henrique Pinto Loja, por levar todas as Acomacs do seu Estado para o evento. O vice-presidente da Acomac-SP e diretor corporativo da Universidade Anamaco, Natal Destro, conhecido também pela presteza de serviços ao associativismo e, inclusive ao EcomacBa, Natal Destro, também foi homenageado. Fechando o ciclo das homenagens, Cláudio Conz, presidente

“A cada ano nos surpreendemos com a extensa programação e as novidades. Há 17 anos acompanho a evolução desse evento e só posso tenho motivos para parabenizar aos organizadores.” (Silvio Correia, Comercial Ramos)

executivo da Anamaco, foi reconhecido pela capacidade e dinamismo, qualidades responsáveis pela evolução e grande parte das realizações no Brasil, transmitidas através da forte

atuação do último homenageado da noite, encerrada com a apresentação do cantor Adelmo Casé e a banda Negra Cor: “... de volta pra casa, cruzando a cidade...”.

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Especial

IV Copa Prysmian de Tênis A IV Copa Prysmian de Tênis rolou solta na tarde do segundo dia do evento, dia 07 de novembro, sextafeira.O esporte de origem francesa (“jeu de paume”) foi o escolhido pelos participantes para tornarem a tarde de lazer ainda mais agradável. Confira os “flashes” !

“Acredito que o profissionalismo com o qual o evento é produzido é o principal responsável pela atração desse grande público.” (Marcos Fernandes, Pial Legrand)

Cantinho da poesia Um espaço especial chamou a atenção dos participantes da 5ª Convenção Acomac-Ba/17º Ecomac: o Cantinho da Poesia. Repleto de poesias assinadas pelo médico e poeta Nilvano Andrade, o local deu um toque especial ao evento, tornando-o ainda mais prazeroso.

Dr. Nilvano Andrade

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“Nosso objetivo é despertar o consumo popular e reforçar a importância de atender os clientes de forma positiva. O Nordestão é um exemplo disso, pois fica localizado num bairro popular de Salvador, o San Martin, e atende desde 1984 o público da Classe C.” (Jamile Barbosa - Nordestão)

Campeonato de Futebol Votorantim

Patrocinadores PATROCÍNIO MÁSTER Suvinil, Vedacit, Sil Fios e Cabos Elétricos, Astra, Sika, Tigre, Amanco, Pial Legrand, Prysmian, Tintas Iquine, Cimento Poty, Eternit, Eliane, Sherwin-Williams, Coral, Gyotoku, G-Light e Deca. PATROCÍNIO Papaiz, Tecnogres, Simon, Lorenzetti, Metais Meber, Víqua, Cardinalli Tubos e Conexões. APOIO INSTITUCIONAL Rede Bahia de Televisão, Canal 2 Comunicação, Banco Bradesco, Losango, Grau 10 Editora, SEBRAE e Caixa Econômica Federal.

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Especial “O evento vem crescendo a cada ano, trazendo cada vez mais regiões diversificadas o que enriquece a troca de informações.” (Marcelo Ferreira, Eternit)

Reunião das Acomacs

5ª Convenção da Acomac-BA/17º Ecomac - Quase 1.300 pessoas de todo o Brasil, com 198 revendas, 23 Acomacs, 4 Fecomacs, 9 entidades, 12 representantes e 32 patrocinadores, um recorde em toda a sua história.

“União, integração, networking ... são algumas das muitas palavras que podem definir a grandiosidade desta Convenção” (Getúlio Nogueira de Sá, Presidente do Conselho Deliberativo da Anamaco)

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Reunião do Conselho Diretor da Anamaco


“É incrível como a entidade consegue agregar uma quantidade tão grande de pessoas de forma planejada e organizada, deixando todos mais do que satisfeitos.” (Mozart Guanaes, Gyotoku)

Baile de Máscaras Suvinil Nada melhor do que um toque de glamour e muita cor para fechar a noite e adentrar a madrugada com chave de ouro. Assim foi o Baile de Máscaras Suvinil que encantou a todos, não deixando ninguém parado.

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Especial “Para cada mergulho, um flash” Diversas atrações, buffet variado, ações promocionais, música e alegria tomaram conta da piscina do Iberostar Praia do Forte. Crianças e adultos aproveitaram juntos momentos que com certeza deixaram saudades. Recorde!

“A administração do evento está de parabéns. Mais uma vez, superou as nossas expectativas.” (Márcio Cajahiba, Coral)

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“O evento é excelente.” (Tend Tudo, Paulo César Siqueiro)


“Superação, novidades, criatividade e união. Isso é a 5ª Convenção AcomacBa/17º Ecomac.” (Luciano Araújo, Dismel)

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Especial

“Quem está com a “mão na massa” possui as melhores soluções do próprio mercado.” (Natal Destro, vice-presidente da Acomac-SP)

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“É com grande satisfação que a Vedacit participa mais uma vez do evento . Um momento de informação, mas também de descanso e integração com o setor.” (Alexandre Baumgart, Vedacit)

I Copa de Tênis de Mesa Vedacit No segundo dia do evento, foi realizada a I Copa de tênis de mesa, patrocinada pela Vedacit Impermeabilizantes. Foram feitos dois torneios (adulto e infantil) que contaram com a participação e julgamento da Federação Baiana de Tênis de Mesa (FBTM). “O pessoal está se divertindo bastante”, garantiu Marcelo Bastos, gerente da Vedacit. Troféus e medalhas foram entregues para os participantes. O terceiro ganhador foi Edson Maia, representante comercial da Moliza Revestimentos Cerâmicos. O segundo lugar foi para Paulo Salum, sócio proprietário da OCP. E o grande vencedor foi Fabiano Tavares, representante da Krona: “Faz mais de dez anos que não jogo. Foi bom demais. Nem imaginava que ganharia o prêmio”, comemorou.

“É muito bom poder participar de momentos como este, com debates e discussões acerca de temas tão importantes para o setor.” (José Augusto Gomes, Amanco)

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Especial

O rei do Fricote comandou o agito na primeira noite do evento

Luiz Caldas Um dos pioneiros da Axé Music, Luiz Caldas, introduziu nos trios elétricos uma inovação de sonoridade através de novos instrumentos, criou ritmos e inaugurou um estilo próprio que ajudou a compor a identidade da música baiana.

Seu primeiro disco, “Magia”, ultrapassou a venda de 100 mil cópias e atualmente já prepara um novo álbum com 130 canções inéditas. Com um vasto repertório construído em muitos anos de carreira, o artista fez o público da Ecomac cantar e dançar.

Revista Acomac-Ba: Como você define esse momento da sua carreira? Luiz Caldas: Acredito que este

R.A.: Qual a sua análise sobre os rumos da Axé Music? L. C.: Muita coisa está estagnada,

seja o melhor momento. Sem dúvida o mais fértil. Estarei lançando em março do próximo ano um CD com 60% de tudo que gravei na vida. Serão duas caixas com 130 músicas inéditas e nove estilos diferentes: MPB, rock, axé, forró, samba, brega e até músicas compostas na língua tupi.

pois quem manda são os empresários. As pessoas se preocupam muito mais em qual roupa irão vestir no carnaval do que na própria música. Dessa forma, a axé music se torna uma comida bonita, mas sem gosto. Outro problema que vem afetando os músicos é a internet. Cada dia que passa o CD se torna tão indispensável quanto o vinil. Costumo dizer que “caiu na rede é peixe”. As leis precisam se adaptar a este novo conceito.

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R.A.: O que você acha da iniciativa de empresas privadas em contratarem artistas para eventos comemorativos? L. C.: Este é o caminho para que o artista vá além da experiência da coisa fria e solitária que é o CD. O show de hoje será um experimento muito legal. Em breve, começaremos os ensaios de verão, “Luiz entre amigos”, no Bahia Café Hall.


A turma do Alvoroço “arrancou” muitos sorrisos da platéia

Alvoroço No segundo dia de evento os participantes puderam apreciar o espetáculo 'Alvoroço - Uma Comédia Feita por Você', no anfiteatro do Hotel. Alvoroço é uma peça que pode ser vista e revista várias vezes e nunca vai ser igual. Partindo de situações cômicas da atualidade através da problemática dos personagens, o público tem o poder de interferir na cena, decidir qual caminho o roteiro deve seguir e até subir no palco e participar do espetáculo. Com a tendência de mostrar um teatro improvisado, interati-

vo, despojado e com direção e o texto coletivos, Alvoroço é um jogo cênico de diferentes performances que são improvisadas a cada apresentação. Vários interferências musicais, cenas improvisadas e muita interação com a platéia são representadas pelos atores Aícha Marques, Caíca Alves, Evelin Buchegger,Maria Menezes e Maurício Oliveira. A peça estreou em janeiro de 2005 e passou por diversos palcos da capital e do interior do Estado.

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Especial

Agitação, música e alegria predominaram na última noite do evento

Adelmo Casé (Negra Cor) Apaixonado por música, o cantor e compositor Adelmo Casé cursou a faculdade de Direito, na Universidade Católica do Salvador (UCSal), mas trocou o clima frio dos tribunais pelo calor da platéia, ao tocar os primeiros acordes da gaita e violão. Começou cantando rock nacional e funk romântico na

banda Funk Machine, até se tornar reconhecido nacionalmente através do programa Ídolos, da Rede Globo. Atualmente, vocalista da banda Negra Cor, Adelmo se prepara para lançar o primeiro CD do grupo e agitou o público no último dia do evento.

Revista Acomac-Ba: Qual o diferencial da Negra Cor? Adelmo Casé: É a mistura.

R. A. : Quais os planos para o futuro da banda? A. C. : Este é um momento de

Gostamos de introduzir influências da música do mundo, principalmente hip hop e MPB. Usamos base eletrônica feita pelo DJ. Misturamos Snoop Dogg com música baiana. Isso sempre surpreende o público.

grande maturidade profissional. Lançaremos nosso primeiro CD em dezembro desse ano. São 14 canções, sendo sete composições minhas. O repertório surgiu de forma natural e com uma cara original. Teremos também a participação de grandes nomes da música como Jorge Aragão e Bell Marques.

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R. A. : Qual a importância de participar de uma comemoração como essa? A. C. : Fantástico. Nós sempre participamos de eventos corporativos. Considero este um momento muito especial de descontração, celebração e interação. A ordem é se divertir.


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Por Cris Montenegro e Aina Kaorner

Vai continuar ou vai desistir? O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O PAÍS E O SETOR DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO EM DECORRÊNCIA DA CRISE FINANCEIRA AMERICANA

M

uito se fala sobre a crise financeira americana, mas pouco se sabe sobre suas origens e seus impactos no mercado global. “A crise” é vista apenas como uma entidade superior, ameaçadora e abstrata. Tema amplamente discutido nos diversos setores, não teria como ficar fora das rodas de reuniões daqueles que atuam no segmento de materiais de construção. Tal afirmação pode ser facilmente compreendida durantes os três dias de evento na 5ª Convenção/17° Ecomac realizado no último mês de novembro. Com enfoque no consumidor popular, o assunto virou alvo de explanações, conforme percebido por aqueles que assistiram, por exemplo, a palestra de Ricardo Amorim, apresentador e economista, que afirmou que as moedas emergentes devem voltar a se valorizar no longo prazo, enquanto euro e libra devem perder valor em relação ao dólar. “Daqui a alguns meses o dólar estará em níveis mais baixos do que os de hoje, voltando ao percurso que vinha acompanhando-nos de 2003 para cá”, explanou. Para o apresentador do Manhattan Connection (GNT/GLOBOSAT), a pressão altista do dólar deve prosseguir por conta da repatriação de dólares aos EUA no período da crise. “Pode levar meses, mas, com certeza, um dia acaba”, salienta. Porém, não há como negar que tal rebuliço na economia em decorrência da crise nos Estados Unidos irá demandar tempo para se “ajeitar”. “Daí poderá vir a queda do consumo e com isso as exportações precisarão ser aumentadas, já que o dólar não permanecerá tão forte”, frisou. Ainda segundo ele, o dólar deve ter uma grande desvalorização, “mas não em relação a todas as moedas”, salientou. “Em relação a outras moedas, o euro vai perder, sua queda tende a ser maior do que a do dólar, inclusive. Logo, as moedas dos países emergentes, com destaque para as asiáticas e latinas, acabarão sendo apreciadas nos próximos anos”. O Brasil, assim como os demais países emergentes, será afetado de forma mais sutil pela crise. “Os emergentes não estão “em grandes apuros” e a probabilidade de ser o segundo epicentro da crise, como afirmam alguns economis-

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tas, é baixa”, destacou. Para o economista, se a desaceleração da economia chinesa não for tão significativa, o processo de queda das commodities será revertido. Otimismo - Após anos morando em Nova York, Ricardo Amorim resolveu voltar a morar no Brasil devido às perspectivas de negócios consideradas, por ele, melhores do que em outros lugares do mundo. “É “ingenuidade” acreditar que o nosso país não será afetado pela crise e que somente os EUA e a Europa serão prejudicados. Mas, o prejuízo será muito maior para os países desenvolvidos”, comenta. O “contágio” se dá pela redução de fluxo de recursos, mas a maior parte dele ocorre no âmbito psicológico. "No nosso país o risco sistêmico nunca existiu. Não existia bolha de crédito". Ele afirma que a inflação no país do “carnaval e futebol” deve ficar dentro do centro da meta de 4,5% no ano, “oriunda da valorização do real e desaceleração da economia para ao redor de 3%”. Amorim prevê que os juros irão convergir em três a cinco anos para 7% ou 8%. Já o economista e professor da Faculdade de Economia e Administração da USP – Universidade de São Paulo e especialista em marketing de varejo Nelson Barrizelli também faz alusão a crise psicológica que vem afetando o país. “Os meios de comunicação mostram a crise de maneira superlativa. A crise do sistema financeiro americano e europeu não influencia na liquidez do mercado financeiro”, garante Barrizelli. Para ele, não haverá grandes impactos no ramo de materiais de construção, mas sim no setor automobilístico e de eletroeletrônicos mais caros. “Os menos afetados serão os departamentos ali(Ricardo Amorim) mentícios”, sinaliza otimista.

“Daqui a alguns meses o dólar estará em níveis mais baixos do que os de hoje, voltando ao percurso que vinha acompanhandonos de 2003 para cá.”

Impactos no setor de materiais de construção Psicológica ou não, o fato é que o setor de materiais de construção já sente os impactos da crise financeira internacional. Dados da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) indicam que no mês de outubro, o faturamento do setor caiu 10% em relação ao mesmo mês do ano passado, tendo ligeira queda de 0,2% quando comparada com o mês de setembro. “Quem já tinha iniciado o processo de reforma ou construção não desistiu. Porém, aqueles que ainda não tinha dado o primeiro passo, prontamente optaram por aguardar. Logo, não tem como as vendas do varejo de materiais de construção não refletirem a retração do consumo”, salienta Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

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Capa Em decorrência da redução citada acima, a associação revisou para baixo a projeção de crescimento para o ano em curso – a Anamaco projeta então, expansão de 9,5% do faturamento do varejo de materiais de construção, em substituição a meta anterior de aumento de 10,2% nas vendas. No ano de 2007, as varejistas do segmento faturaram R$ 39,48 bilhões. De janeiro a setembro, as vendas estavam em ritmos pra lá de acelerados. “Nos 12 anos findados em outubro, há registro de uma expansão de 10,5%”, revela Conz. O comportamento de retração adotado pelo consumidor e já sinalizado pelo setor no mês de outubro, em decorrência da retração dos financiamentos, as vendas caíram nas lojas de materiais de construção. Tal comportamento também foi notado durante o mês de novembro. “O ritmo de comercialização no mesmo período, em 2007, está menor. Apesar do 13º salário, mesmo impulsionadas, a tendência da desaceleração das vendas não está sendo revertida”, explica o presidente da Anamaco.

Retração ou estímulo? Se a Anamaco registra a retração, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) já traça um panorama mais otimista acerca do cenário de vendas atual no setor. Segundo a entidade, há uma projeção de crescimento das vendas internas em 2008 de 23% para 28%. Em novembro, a associação elevou a expectativa de expansão do índice de 18% - 20% para 23%. Para Melvyn Fox, presidente da Abramat, a crise não influenciará o segmento, haja vista que as obras terão continuidade pois os projetos já estão orçados e consequentemente, aprovados. “Na comparação com o mês de setembro, as vendas internas cresceram 4,4% em outubro”, salienta com base nos dados levantados pela associação que apontam o aumento das vendas domésticas das indústrias materiais, no período de janeiro a outubro, de 36,47% (mesmo intervalo de 2007) e nos últimos 12 meses, uma expansão de 34,16%. Vale ressaltar ainda que as vendas internas, segundo estes dados, cresceram 4,4% em outubro. Cláudio Conz frisa, porém, que tais indicadores estão relacionados à formação de estoques por parte do varejo para lidar com uma possível falta de materiais. “Os lojistas organizam seus estoques no final de ano, o que faz com que aumente a procura por materiais. Soma-se a esta situação o fato da venda ser feita diretamente às construtoras, sem tramitar pelo varejo”, enfatiza. Também compartilha dessa opinião o presidente da Acomac-Ba e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador (CDL), Geraldo Cordeiro. “A crise financeira ainda não é um motivo de alarde para o setor varejista, porém, temos que lembrar que a injeção de capital na economia no final do ano tem uma vertente especial no momento, pois traz com ela os pequenos efeitos da crise”, acrescenta Geraldo.

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A Anamaco espera que no ano de 2009 o faturamento das lojas de materiais de construção cresça de 7% a 9%. Com a perspectiva de avanços na liberação de recursos para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, espera-se que, a expansão de 3,5% a 5% (prevista com base apenas no consumo de materiais pelo estoque de 50 milhões de moradias no país) avance. Para a Anamaco, após a implantação do Plano Nacional de Habitação (Planhab), que traça metas para o combate ao déficit habitacional até o ano de 2023, também possa alavancar as vendas. Vai continuar ou vai desistir?

Um pouco de história... Uma das primeiras crises econômicas documentadas historicamente aconteceu muito antes da Revolução Industrial. No início do Século XVII, quando as políticas econômicas ainda eram mercantilistas, a flor de tulipa era símbolo de status social, usada para decorações e fins medicinais. Com a crescente procura pelo arranjo, um bulbo de tulipa passou a custar absurdamente o equivalente a 24 toneladas de trigo. Muita gente resolveu apostar no negócio e venderam todos os seus bens para investir no crescente comércio da flor. Isso prova que as especulações de mercado começaram muito antes do capitalismo globalizado. Alguns anos depois, a tulipa já estava desvalorizada e muita gente perdeu tudo que tinha, gerando a crise. Com a mudança da economia agrária para a indústria mecanizada, durante o século XVIII, surge a burguesia, a classe operária (proletariado) e, consequentemente, a desi-


go de 13 milhões de trabalhadores nos EUA, queda de 60% dos salários e falência de 9.096 bancos e 85 mil empresas. Nos anos 70, surgiu a crise do petróleo, quando os integrantes da Organização Países Produtores de Petróleo (OPEP) interroperam o fornecimento deste aos Estados Unidos e aos países europeus, logo após, decidiram duplicar os preços do ouro preto. Verás que um filho teu não foge à luta - O Brasil também não fica de fora quando o assunto é crise. Nos anos 80, após o fim da Ditadura Militar, a inflação chegou a 150% no país. A dívida externa alcançou o número de US$150 bilhões e houve crise fiscal, redução da atividade econômica, queda do consumo, aumento do desemprego e miséria. Durante o governo de José Sarney a inflação chegou a 231,7% e para reverter o quadro os governantes tentaram implantar diversos planos econômicos, que vão desde o Plano Cruzado (1986); Plano Collor (1990), no qual a moeda passou a se chamar cruzeiro; e Plano Real (1994). E agora José? - Em agosto de 2007 surgiram os primeiros sinais de problemas no setor imobiliário norte-americano. A crescente inadimplência no setor gerou a redução da oferta de crédito. Sem os juros de crédito, os mercados globais começaram a sentir os prejuízos. No início deste ano, por exemplo, o banco Bear Sterns, quinto maior dos Estados Unidos teve suas ações despencadas 50% em um só dia, gualdade social. Eis o nono modelo econômico que perdura devido à falta de crédito. até os dias atuais: o capitalismo. A principal diferença entre a crise Em 1870, com o surgimento da eleatual a as anteriores é que hoje, surge tricidade e do petróleo, houve um no Brasil uma nova classe média, totaaumento da capacidade produtiva e do lizando 93,8 milhões de pessoas que acúmulo de capital, mas logo surgiram possibilita minimizar possíveis impacas primeiras crises que geraram instabitos mais agudos na economia. lidade das leis de mercado, queda da A Pesquisa Nacional de Amostra de produção e emprego e declínio dos Domicílio (PNAD) 2007 apontou um preços e lucros. Até hoje o modelo cenário otimista para as classes C, D e econômico capitalista oscila entre E. Aproximadamente 14 milhões de períodos de recessão e expansão. brasileiros subiram socialmente entre Em 1920, após a primeira Guerra 2001 e 2007. Esta migração ascendenMundial, a Alemanha enfrentou uma te ocorreu mais intensamente na grave crise hiperinflacionária. O dinheicamada de menor renda. Logo, é posro valia tão pouco que era queimado sível concluir que ao aumentar a mobiem lareiras durante o inverno. Dívidas lidade social, aumentam os consumida guerra, perda das colônias, pagadores e aumenta o potencial de mento de indenizações e redução de crescimento econômico. geração de emprego gerou muita Mesmo com todo esse tumulto no miséria, crianças desnutridas e aumenmercado financeiro, a maioria dos to exacerbado dos preços. A crise cheempresários está otimista em relação gou a tal ponto que médicos e profesaos negócios e prevê um aumento de sores trabalhavam em troca de ovos, receita em 2009. O ideal nesse manteiga, batatas ou cigarros. momento é fazer um replanejamento e Em 1929 teve início a pior crise ecoreestruturação da empresa, cortando nômica mundial com a quebra da bolsa custos ao invés de cortar investimende Nova York e falência de 40% do tos. Daqui a alguns anos tudo isso não (Cláudio Conz) valor das ações. O fato gerou desemprepassará de tulipas desvalorizadas.

“Os lojistas organizam seus estoques no final de ano, o que faz com que aumente a procura por materiais. Soma-se a esta situação o fato da venda ser feita diretamente às construtoras, sem tramitar pelo varejo.”

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Atendimento

Por Tom Coelho

A incompetência das lideranças O PROBLEMA DO MAU ATENDIMENTO NÃO ESTÁ NOS PROFISSIONAIS DE TELEMARKETING, MAS EM UMA LEGIÃO DE COORDENADORES, SUPERVISORES E GERENTES QUE SE ESCONDEM COVARDEMENTE ATRÁS DESTES ATENDENTES, NEGANDO-SE A FALAR COM OS CLIENTES MESMO QUANDO SOLICITADOS.

C

hego de viagem, após quase uma semana fora de casa, e encontro meu telefone inoperante – mudo, como se costuma dizer. Além da linha, o serviço de conexão à internet por banda larga também está indisponível. Ligo para o suporte da Telefônica, maior operadora de telefonia fixa de São Paulo, e sou atendido por um “inovador sistema de reconhecimento de voz”, em verdade, uma invencionice irritante e pouco pragmática. Após alguns minutos, consigo chegar ao “atendimento humano”, quando sou informado de que o reparo será efetuado “em até 48 horas”, como se este prazo fosse desprezível para quem tem na internet um instrumento de trabalho. Resignado, aguardo as tais 48 horas. E nada. A partir daí, e ao longo de mais uma semana, o que se sucede é um conjunto de eventos lamentáveis. Um verdadeiro elogio à omissão, negligência, inércia e incompetência. Outros três protocolos de atendimento são abertos. Um quarto chamado é feito à ouvidoria, um departamento com a suposta missão de atuar como uma corregedoria, mitigando as tantas falhas de atendimento processadas nos estágios anteriores. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também é acionada. Por duas vezes um técnico chega a comparecer em minha residência, porém abandona o local sem concluir o conserto ou prestar qualquer satisfação convincente. A solução que encontrei foi cancelar o serviço.

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Este relato é apenas mais um em meio a esta selva de desatendimento que assola as organizações. Os produtos estão comoditizados, a tecnologia está acessível e os sistemas de gestão de assemelham. Mas as companhias continuam pecando naquele que é o único e sustentável diferencial competitivo: a qualidade do atendimento. Conheço a Telefônica. É uma empresa que tinha tudo para ser admirada pelo trabalho realizado após a privatização da telefonia pública, democratizando o acesso à comunicação. Em apenas sete anos, o número de terminais fixos instalados dobrou e o índice de digitalização da rede atingiu a marca de 100%. Um novo pedido de ligação é cumprido em até cinco dias úteis, um grande avanço em relação aos tempos dos “planos de expansão”, quando aguardávamos 24 meses pelo direito de receber um tronco telefônico. Entretanto, a empresa é reputada pelo seu fracasso no atendimento, liderando seguidamente o ranking de reclamações no Procon. Mas, ao contrário do que se poderia postular, o problema não está nos indivíduos que fazem o primeiro atendimento, profissionais de telemarketing, em geral, mal remunerados, carentes de preparo, que trabalham sob extrema pressão e em condições laborais estressantes. Falam seguindo um script padronizado, usam do famoso gerundismo para se comunicar, anotam as ocorrências em um sistema informatizado e, sobretudo, rara-

“Um líder é, antes de tudo, um bom ouvinte e um ótimo observador.” (Rodrigo Rocha Loures)

mente gostam do trabalho que exercem. A partir daí, o que temos é uma legião de coordenadores, supervi sores e gerentes que, em sua maioria, escondem-se covardemente atrás destes atendentes, negando-se a falar com os clientes mesmo quando solicitados. De que adiantam palestras, cursos e treinamentos de capacitação e desenvolvimento gerencial quando as lideranças não se mostram dignas de respeito? A lição básica consiste em liderar pelo exemplo, mas o que vemos é a falta de bom senso, profissionalismo e ética. O pior é constatar que algumas decisões são meramente atuariais. Investir em infra-estrutura para evitar problemas sistêmicos e ampliar o quadro de funcionários para agilizar o atendimento são expedientes mais custosos do que lidar com clientes descontentes, em especial quando são poucos os que levam suas reclamações às vias de fato. É por isso que finalizo convidando você, leitor, a telefonar periodica-


FIM

DO “PASSA-PASSA” NOS CALL CENTERS Por Anaísa Freitas

mente para sua própria empresa ou departamento sob sua responsabilidade para checar a qualidade do atendimento. Disfarce a voz, assuma o papel de consumidor e simule um problema que precisa ser resolvido. Observe não apenas como age sua recepcionista, mas em especial como atuam as lideranças para a solução do caso. Talvez você se surpreenda. E negativamente...

O Ministério da Justiça decretou regras para os serviços de call center (serviços telefônicos de auxílio ao consumidor). Desde o dia 1º de dezembro, a nova portaria garante direitos ao consumidor como o acesso ao atendimento através de um único número gratuito (0800) e tempo máximo em espera de um minuto, com exceção de serviços financeiros (45 segundos para contato com um atendente) e em alguns dias da semana (segundas-feiras, nos dias que antecedem e sucedem os feriados e no 5º dia útil de cada mês o prazo máximo será de até 90 segundos). Também ficam estabelecidos o funcionamento ininterrupto dos SAC’s (Serviços de Atendimento ao Consumidor) e a permissão de exibir anúncios publicitários apenas enquanto o cliente aguarda algum procedimento do atendente. A nova portaria exige que as empresas adequem seus sistemas e disponibilizem as opções de falar

com um atendente, cancelar ou registrar uma queixa como as primeiras do menu. Os profissionais desses setores de call center deverão estar devidamente qualificados para solucionar qualquer tipo de reclamação, exceto aquelas de natureza técnica, e nenhum processo poderá levar mais do que cinco dias úteis para ser solucionado. Já os cancelamentos de serviços, de acordo com a nova legislação, poderão ser efetuados instantaneamente e pelo mesmo atendente, ficando proibida a transferência para outro setor.

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Expansão

Por Márcia Ribeiro

Dismel inaugura nova filial em Juazeiro NO PRÓXIMO ANO A EMPRESA ABRIRÁ MAIS DUAS LOJAS: UMA EM FEIRA DE SANTANA E OUTRA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A

Dismel inaugurou no dia 27 de novembro sua primeira loja fora da grande Salvador, onde já possui três estabelecimentos. Em Juazeiro, a 500 km da capital, a nova loja da rede possui 1.500m² e 20 mil itens disponíveis para compra, além de ter gerado 70 empregos diretos, com mão-de-obra local. A nova loja está acoplada à rede de supermercados Atacadão, além de uma farmácia e loja de eletrodomésticos. O investimento foi de R$3 milhões. Na inauguração estiveram presentes autoridades como o atual prefeito da cidade, Misael Aguilar, o prefeito eleito, Isaac Carvalho, o diretor da rede Atacadão, John Kennedy, representantes de fornecedores e imprensa local. Segundo Lorena Fraga, diretora de planejamento da Dismel, a escolha da cidade se deu, entre outros atrativos, pelo grande número de clientes potenciais. Outro fator decisivo é a proximidade com uma grande cidade, Petrolina (PE). “Um grande diferencial dessa região, que é a quarta maior do Estado, é a riqueza cultural, social e econômica decorrente da proximidade entre duas cidades. Juazeiro e Petrolina unem esforços para crescerem juntas e

Mix de produtos escolhidos de acordo com os hábitos da região, mais um diferencial da Dismel de Juazeiro

servem como exemplo para todo país”, afirma Luciano Araújo, presidente do grupo Dismel. De acordo com Cláudio Sampaio, diretor de expansão da Dismel, o mercado destas regiões vem se destacando em relação às regiões metropolitanas, um diferencial que tem feito as empresas olharem mais para essas localidades. “Nos últimos anos o país cresceu como um todo, porém o mercado do interior se desenvolveu significativamente e de uma forma mais madura do que as capitais. Analisamos o poder de compra da população local e o potencial de mercado dessas regiões”, explica. Diferente do mercado soteropolitano, além das classes A e B, as novas lojas também vão apostar em produtos direcionados a um público novo para a empresa, a ascendente classe C. “Tal parcela da população brasileira cresceu consideravelmente nos últimos dois anos e hoje movimenta um mercado de mais de R$ 400 bilhões. Por isso, a loja adaptou o mix de produtos aos hábitos da região, assim como a comunicação visual da loja. Colocamos produtos mais populares, porém com qualidade”, diz Lorena. O cartão Dismel e o serviço delivery, já existentes nas uni-

dades de Salvador, também serão oferecidos nas novas lojas. Além de Juazeiro, a Dismel terá duas novas filiais em Feira de Santana e Vitória da Conquista. A inauguração das lojas está prevista para o início do próximo ano. Diariamente os novos colaboradores da loja de Feira de Santana vêm às unidades de Salvador para fazer treinamento, assim como foi feito com os colaboradores de Juazeiros e será feito com os de Vitória da Conquista. Cada novo funcionário junta-se a outro já experiente para tirar as dúvidas e já se prepara na prática como atender seus futuros clientes. “Esse é o melhor método de aprendizagem, além da possibilidade de passar aos novos colaboradores a cultura da Dismel e suas políticas de trabalho”, explica Lorena. A perspectiva é de que, com a expansão das três lojas, haja um acréscimo de até 50% tanto no faturamento como na área de vendas da empresa. Luciano Araújo afirmou que a Dismel já está programando para 2009 mais quatro lojas espalhadas pelo Nordeste. “A Bahia e a Região Nordeste estão em nosso foco como áreas de interesse para investimento”, diz.


Fotos Reginaldo Santos Por Aina Kaorner

Novidades

O que já era bom ficou ainda melhor !!!

Comercial Ramos completa 21 anos NO ANIVERSÁRIO DA LOJA O CLIMA FOI DE FESTA E DESCONTRAÇÃO Para comemorar os bem sucedidos 21 anos consolidados no ramo de materiais de construção, a Comercial Ramos preparou uma programação especial nas suas lojas durante os dias 5, 6 e 7 de dezembro. Além de promoções relâmpagos e descontos para os clientes, os próprios funcionários da casa apresentaram um desfile de cerâmicas e revestimentos com as principais marcas do segmento. Até os promotores terceirizados tornaram-se modelos e desfilaram no tapete vermelho, exibindo as novidades e lançamentos das marcas: Portobello, Gyotoku, Eliane, Portinari, Pamesa, Biancogrês, Incepa, Tecnogrês, Batistella e Elizabeth. “Nossa intenção foi tirar o produto da prateleira e dar o destaque merecido na passarela. As peças são especiais e artísticas. Imitam couro, madeira, tecidos e vidro. Algumas são adornadas com cristais swarovski e possuem transparência e cintilância”, analisa a arquiteta e responsável pelo desfile, Tatiane Rodrigues. “Nós

mudamos a idéia de loja, colocamos malhas como cenário, DJ e iluminação. Buscamos associar a cerâmica à moda, estética e estilo”, completa. O diretor da empresa, Silvio Correa, também estava presente no evento e comemorou o momento atual: “Tivemos a honra de receber vários prêmios como o Mérito Lojista, Top Of Mind e Destaque CDL. Esse é o resultado de anos de trabalho. Atingimos a nossa maioridade”, ressalta: “É a primeira vez que uma empresa realiza um desfile de materiais de construção. Isso nos ajuda a agregar valor e consolidar nossa marca”.

A Incenor, tradicional fabricante de revestimentos cerâmicos baiana, inaugura no inicio de 2009 a sua segunda unidade produtiva na cidade de Dias D’Ávila. Utilizando tecnologias espanholas e italianas, a nova fabrica terá capacidade para a produção de mais de 1.200.000 m² todos os meses, tornandose a maior produtora de revestimentos do Norte e Nordeste do Brasil. Incansável na busca de produtos cada vez melhores, a Incenor foi a primeira fabricante de revestimentos por via seca a receber a certificação máxima de qualidade conferida pelo CCB - Centro Ceramico do Brasil. Inovadora, lança agora uma exclusiva linha de revestimentos especiais para uso em locais muito úmidos e quentes. Modernas técnicas de esmaltação impedem a formação das indesejáveis manchas de umidade preservando a beleza dos ambientes ao longo dos anos. Diferente de tudo que já foi feito até agora, a nova linha impermeável é revestida com esmaltes especiais do tipo Geração 4, desenvolvidos nos mais importantes laboratórios europeus. Além disso, a camada de esmaltes é duas vezes maior do que a de cerâmicas normais, proporcionando beleza, durabilidade e alta proteção. Queimados por mais tempo, adquirem resistencia extra ao lascamento, o corte fica muito fácil e a impermeabilidade ainda melhor. Ou seja, uma nova tecnologia em revestimentos cerâmicos para pisos e paredes, agora também na Bahia. Para saber mais sobre estes e outros produtos fabricados pela Incenor e pelo Grupo Incefra, basta acessar www.incenor.com.br ou o portal www.incefra.com.br.

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Novidade

Por Márcia Ribeiro

Ferreira Costa abre a maior Home Center de Salvador REDE PERNAMBUCANA PLANEJA EXPANDIR PARA OUTRAS CIDADES BAIANAS E NORDESTINAS

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uem passa pela Avenida Paralela se depara com uma mega estrutura onde está sediada a mais nova filial da Home Center Ferreira Costa, a maior da cidade e a primeira fora do estado pernambucano, origem da rede. Inaugurada em 24 de setembro, os números da Home Center são dignos dos gigantes: cerca de 65 mil itens expostos, entre materiais de construção, eletrodomésticos, utilidades para o lar, cama, mesa e banho, ferragens e até pneus para automóveis; geração de 500 novos empregos diretos, com probabilidade de crescimento para 650 nos próximos meses; área construída de 47 mil metros quadrados, com previsão para ampliações, a depender da demanda; 11 mil metros quadrados de área para vendas; estacionamento para 750 carros, sendo 350 vagas cobertas. Segundo Guilherme Ferreira Costa, diretor superintendente da rede, o que diferencia uma Home Center de uma loja de materiais de construção é a variedade de produtos e serviços oferecidos. “Aqui o cliente pode encontrar tudo o que precisa para sua casa ou empresa, desde o início de uma obra, passando por todo o processo de construção ou reforma, até a ambientação e decoração. Nós também temos uma frota própria para entregas para a região metropolitana de Salvador, o que facilita e agiliza todo o processo”, afirma. Além disso, ele também destaca a grande importância de investir na qualificação de seus profissionais para oferecer a seus clientes excelência nos serviços. O diretor explica que todos os funcionários possuem bom nível técnico e que a empresa oferece refeitório próprio, planos de saúde e outras boni-

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Guilherme Ferreira Costa, diretor-superintendente


ficações. “Nada funciona se o colaborador não tiver motivação e comprometimento”, diz. Guilherme conta que, apesar de estar na cidade há apenas dois meses, já avalia positivamente os resultados alcançados e está com boas expectativas para o futuro. “O mercado de Salvador é evoluído e consciente, sabe o que quer e do seu poder de compra”, afirma. A escolha pela cidade para sua primeira filial fora de Pernambuco é um projeto antigo. “Há oito anos já estamos planejando a vinda da Ferreira Costa para Salvador. Fizemos uma pesquisa e constatamos que o crescimento do Estado da Bahia é constante e superior a vários outros estados brasileiros. Além disso, é a terceira maior capital do país e a primeira do Nordeste”, afirma Guilherme. Para ele, a vinda da Ferreira Costa para Salvador foi um passo muito importante no crescimento da empresa. Outras cidades baianas e nordestinas já estão sendo estudadas para prováveis novas filiais. “Na Bahia com certeza vamos abrir mais lojas, mas ainda estamos em fase de pesquisa”, assegura o diretor. A Ferreira Costa é um grupo familiar fundado em 1884 como um simples armazém de secos e molhados em

REDE

GANHA

TROFÉU INOVAÇÃO

Apenas dois meses depois de ter chegado à cidade, a Ferreira Costa já ganhou seu primeiro reconhecimento: o Troféu Inovação, recebido no dia 26 de novembro na noite do Prêmio Lojista do Ano 2008, realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O diretor da empresa, Guilherme Ferreira da Costa, recebeu das mãos do prefeito João Henrique o troféu que é uma inovação do prêmio em homenagem aos destaques do mercado varejista baiano. A rede de Pernambuco ocupa o primeiro lugar no ranking de maior empresa de material de construção do Norte/Nordeste e o 11º lugar no ranking nacional de acordo com Associação Nacional das Revendedoras de Material de Construção (Anamaco).

Garanhuns, interior de Pernambuco. Hoje a rede possui, além da loja da cidade do interior pernambucano, uma em Recife, a nova filial de Salvador e está finalizando sua quarta Home Center, a segunda na capital de Pernambuco. O

grupo é o 10º no ranking nacional, com expectativa de subir para o 5º com o início das operações em Salvador. De 1999 a 2005 ocupou o 1º lugar no ranking dos maiores e melhores da Revista Anamaco da Região Nordeste.

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Vendas

Por Diogo Francischini Foto Divulgação

Férias. Tempo de viajar, descansar e... Reformar!

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om a chegada do verão, surge um exército de consumidores dispostos a utilizar pelo menos uma parte de seu 13º em compras que lhe tragam bem estar. Fala-se muito sobre presentes de Natal, viagens, mas pouco se comenta a respeito de uma tendência de consumo que tem se tornado cada vez mais freqüente, especialmente neste período do ano: a reforma. Uma reforma costuma trazer uma série de inconvenientes, especialmente quando a família habita o imóvel. Em muitos casos, a poeira e o barulho inviabilizam a sua permanência e por isso, grande parte das famílias se programa para executar reformas durante o período de férias, possibilitando que os moradores aproveitem para fazer uma viagem ou se mudem provisoriamente para a casa de algum parente sem que haja maiores transtornos. Então, aqui vai a pergunta: você se preparou, ao longo do ano, para tirar o melhor proveito possível dessa demanda? No varejo de materiais de construção, existem dois tipos de demanda: a compra de conveniência e a compra planejada. A compra de conveniência ocorre quando o cliente tem uma necessidade pontual e procura uma loja que esteja próxima, pois não tem tempo para pesquisar. São aqueles clientes que fazem pequenas compras e que, devido ao baixo valor do seu ticket, costumam ter o seu potencial subestimado. Já a compra planejada ocorre quando o cliente tem um projeto que deseja executar em sua casa ou empresa. Como houve planejamento, ele irá pesquisar diversos fornecedo-

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res, avaliando os seguintes aspectoschave: atendimento, serviços e preço. Existe uma crença que diz que administrar esses três itens é como ter três sacos e uma quantidade limitada de pedras nas mãos. Você terá que distribuir essas pedras entre os três sacos, optando por aquele que terá mais em detrimento dos demais. Porém, em um mercado cada vez mais competitivo, eu lhes digo que o aspecto atendimento deve estar sempre em seu nível máximo, não importando se você tem o melhor serviço ou menor preço. Ofereça um atendimento excelente sempre. Sobram então dois aspectos, preço e serviço, e esses devem ser muito bem balanceados. Se você não consegue cobrar o menor preço ou oferecer as melhores condições de pagamento, então ofereça o melhor conjunto de serviços agregados para que o cliente sinta que vale à pena pagar um pouco mais. Se você for o mais barato, ofereça os serviços que puder, sem comprometer sua receita. Uma reforma exige um projeto e certamente resultará em um processo de compra planejada. Vencerá a batalha pelo cliente quem estiver

“Ofereça o melhor conjunto de serviços agregados para que o cliente sinta que vale à pena pagar um pouco mais.”

com a melhor relação entre os três aspectos-chave. Veja o que ainda dá tempo de fazer para colher os frutos deste momento: ■ Ajuste seus aspectos-chave – Faça um estudo interno e avalie a relação entre os três aspectos discutidos aqui. Então, estude os seus concorrentes e veja como eles estão trabalhando e que elementos eles estão destacando. Talvez você precise pensar em algum novo serviço agregado para oferecer, caso seu foco não seja preço. Mas se for, talvez você precise flexibilizar um pouco mais a forma de pagamento. A fórmula é simples: se seu foco é serviço, ofereça o melhor serviço. Se o foco é preço, ofereça o melhor preço ou as melhores condições. E atendimento nota 10 sempre! ■ Treine sua equipe de atendimento – Faça uma reciclagem com sua equipe, ofereça-lhes treinamento em técnicas de venda e atendimento, para que fiquem afiados e tirem o melhor proveito possível da demanda. Existem grupos de clientes que optam por comprar em uma loja unicamente por causa do excelente atendimento recebido. ■ Comunique seus diferenciais – Destaque em sua comunicação os seus pontos fortes, e aproveite o momento para usar as férias como tema de campanha, tipo “Férias: é tempo de reformar”. ■ Melhore seu relacionamento com os influenciadores – Sua empresa tem alguma política de relacionamento com pedreiros, eletricistas, encanadores, mestres de obras ou outros profissionais da construção civil? Se não tem, é hora de pensar nisso, pois são esses profissionais que indicam onde o cliente deve comprar seus materiais. Promova cursos, ofereça benefícios,


estreite os laços com esses que podem vir a se tornar seus maiores vendedores. Mas existe algo que não pode mais ser feito para essas férias, mas que deve ser pensado ao longo de 2009 para garantir resultados nas próximas. Lembra do cliente de conveniência? Como você o tratou ao longo do ano? Tenha certeza de que muitos dos clientes de reforma que surgirão foram clientes de conveniência durante todo o ano de 2008. Como ele foi tratado quando foi comprar um pacote de parafusos? E aquele que só queria uma resistência para o chuveiro? Pois é, hoje ele quer refor-

mar a casa inteira. Tomara que ele tenha sido muito bem tratado pelos seus vendedores. Tomara que ele não tenha tido dificuldade em trocar aquele disjuntor que havia comprado com a potência errada. Porque ele vai se lembrar agora e a real impressão que ele terá dos seus aspectos-chave será aquela que sua loja transmitiu para ele ao longo do ano, durante suas compras de conveniência. A partir de agora, vamos assumir um compromisso em encantar o cliente, não importando o tamanho de sua compra. É assim que se cresce e se tira o melhor proveito dos melhores momentos de venda.

Diogo Francischini é consultor, escritor e palestrante, especialista em Gestão de Talentos em Vendas. Tem MBA em Marketing e é professor em cursos de pós-graduação. Site: www.luzcameravenda.com.br


Espaço Anamaco

Por Cláudio Elias Conz

Crescimento e responsabilidade

O Cláudio Elias Conz é presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), do Sincomaco (Sindicato do Comércio Atacadista de Materiais de Construção do Estado de São Paulo), do IBSTH (Instituto Brasileiro de Serviços e Tecnologia na Habitação) e do CTECH (Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Habitação - ligado ao Ministério das Cidades). É também membro do Conselho Curador do FGTS, representando a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e recentemente assumiu a presidência da Câmara da Construção da Fecomércio de São Paulo.

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varejo de material de construção deve fechar o ano de 2008 com um crescimento em volume de vendas de 9,5% sobre 2007, quando o setor faturou 39,48 bilhões de reais. Esse crescimento será possível, sobretudo, pelo excelente desempenho que tivemos nos nove primeiros meses do ano. Desde que a crise norte-americana chegou ao seu ápice, tenho dividido o meu tempo em conversas com empresários do setor e, também, com economistas à frente de cargos no governo, como é o caso do presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, mas a verdade é que até agora não conseguimos mensurar qual o real impacto que essas mudanças poderão trazer à nossa economia. O setor da construção está em um trem a 500 quilômetros por hora. É praticamente impossível pará-lo de uma vez. Os economistas afirmam que a crise nos acomodará em um patamar mais realista de crescimento, pois acreditam que a infra-estrutura e produção do nosso país não suportam um crescimento de 6%, como o que o Brasil registrou no primeiro semestre de 2008. Eles apontam que o índice ideal é entre 4% a 5%, possibilitando que os investimentos que vem sendo implantados possam sustentar, com a devida produção, um novo patamar.

Em setembro de 2008, já começamos a sentir uma tendência de acomodação da nossa atividade. Não sabemos ainda até quando ela deve prevalecer. Tivemos dificuldade em mensurar o comportamento do mercado nos meses de outubro e novembro, porque as grandes lojas estavam mostrando um bom desempenho de vendas, mas as pequenas e médias, que representam 98% do mercado de varejo de material de construção, estavam apresentando queda nas vendas. Além de uma diminuição no pedido das construtoras, em função da acomodação da atividade nos últimos meses de 2008, o setor registrou queda de 20% no número de financiamentos operados por bancos e financeiras, obrigando as lojas a ocuparem parte desse espaço com financiamentos próprios. Sabemos que o Brasil tem cerca de 56 milhões de imóveis que, por si só, demandam material de construção e devem manter a nossa cadeia produtiva aquecida no ano que vem. Por outro lado, o Governo Federal garante que não faltarão recursos para o PAC e tudo indica que, dificilmente nos próximos dois anos cresceremos menos do que o dobro do PIB do Brasil. Pode ser que cresçamos menos que este ano, mas o importante é passar por esse período de instabilidade e nos fortalecermos para possibilitarmos ao país o desenvolvimento que nós, brasileiros, almejamos e merecemos.


Por Márcia Ribeiro

Perfil do Empreendedor

Luciano Araújo (Dismel)

L

uciano Lopez de Araújo é presidente do Conselho da Dismel Participações, holding na qual fazem parte quatro empresas: a Dismel Comércio e Serviços, a Tecnaut Comércio de Automação Industrial, a Alcance Soluções Tecnológicas e a 3D Administração Empresarial, que somam 620 funcionários. Nascido em treze de maio de 1946, em Salvador, é filho de Eduardo Correia de Araújo e Carmen López de Araújo. Começou sua vida profissional como balconista da Sapataria Modelo, primeiro empreendimento de seu pai, Eduardo. Nessa época tinha entre 13 e 14 anos e já o acompanhava na sapataria, que ficava em frente à Praça da Piedade. Estudava pela manhã e, à tarde, ia para a loja para ajudar de alguma forma. Eduardo, em 1962, partiu para o ramo de material para construção, criando a Dismel, ao lado de Luciano, que atuou, inicialmente, no atendimento aos clientes. Já em 1964, Luciano se tornou sócio de seu pai e pouco tempo depois assumiu a direção comercial. Para ele a empresa deve lançar mão dos melhores recursos - humanos e materiais - para ser uma referência em sua área de atuação e proporcionar a clientes, funcionários e fornecedores satisfação, parceria e oportunidade de desenvolvimento. “O compromisso com a qualidade está presente em todos os detalhes das lojas, reconhecidamente unidades diferenciadas no varejo de material de construção”, afirma. Segundo Luciano os princípios comerciais são de extrema importância e podem ser resumidos em: postura ética, de trabalho e dedicação; respeito aos clientes, fornecedores, funcionários e concorrentes; cumprimento das obrigações sociais e fiscais e gestão profissional. Luciano tem em sua história reconhecimentos como O Lojista do Ano (1991), pela Câmara de Diretores Lojistas (CDL)

de Salvador, entidade na qual foi duas vezes vice-presidente e conselheiro. Na Acomac-BA ocupou cargos diretivos e, em 2004 e 2005, como presidente, implantou programas de palestras para os associados e de inserção de jovens lojistas na diretoria, adquiriu a sala-sede própria, atualizou o sistema de gestão, criou o programa Momento AcomacBA, na Rádio Metrópole, e ampliou o perfil e número de participantes e patrocinadores no Ecomac, encontro anual da entidade, o maior da América Latina em seu ramo. Em 2003, recebeu o título de “O Comerciante do Ano” e a medalha Visconde de Cairu pela Federação do Comércio da Bahia. Em 2005, ganhou o troféu Gente que Constrói, pela Gyotoku.

Para Luciano, a memória de seu pai, falecido em abril de 2002, continua a ser a referência forte de profissionalismo pautado na seriedade, ética, dinamismo, inovação e compromisso com o mercado e o idealismo de sempre buscar inovar e acreditar no que faz. “Esses valores fizeram parte de Eduardo, e com eles eu prossigo na Dismel, hoje um grupo empresarial de base familiar e completamente profissionalizada em seu modelo de gestão”, diz. No campo pessoal, Luciano é um apaixonado por música. No momento se dedica a aprender piano. Gosta dos Beatles, que o influenciaram muito, MPB, Roberto Carlos, Skank, Paralamas do Sucesso.

“O compromisso com a qualidade está presente em todos os detalhes das lojas.”


Artigo

Por Prof. Gretz Foto Divulgação

A hora da verdade ESTÁ PROVADO QUE 96% PREFEREM SIMPLESMENTE MUDAR DE EMPRESA, OU DE PRODUTO, POIS É MAIS FÁCIL MUDAR DO QUE RECLAMAR.

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izem que na vida tudo é passageiro. Exceto o motorista e o cobrador, completam alguns, mas também esses profissionais são passageiros quando não estão trabalhando. Assim como todo corretor e todos os vendedores em geral, quando não estão atendendo clientes, estão sendo atendidos, como clientes. Mesmo sendo todo mundo cliente, muitos se esquecem disso quando estão na sua hora de servir. Assim como muitos motoristas se esquecem que em outros momentos são pedestres. Só quem não se esquece disso sabe que poucas coisas são tão passageiras como a lealdade dos clientes. Fala-se muito em fidelização, mas na verdade não há cadeira cativa. A cada dia temos que conquistar, reconquistar e manter o que já havíamos conquistado. Isso vale até para o casamento! Conheço gente que se vangloria de ser irresistível conquistador, mas de tempos em tempos acumula uma nova pensão alimentícia em suas contas a pagar... O custo para conquistar um novo cliente é cinco vezes maior do que o de manter um cliente antigo. Pare de servir bem os clientes e você os perderá. Muitas vezes isso ocorre por um detalhe que você nem percebe. Sabe aquela rodinha emperrada do carrinho do supermercado? Ela tem tanta importância quanto à caríssima decoração, o ar condicionado perfeito e o impecável controle de estoques. O elo mais fraco torna-se então a parte mais importante da corrente, porque vai ser determinante na avaliação do cliente. E raríssimos são os clientes que reclamam. Reclamar é chato, é difícil, as pessoas não se sentem bem quando reclamam, principalmente

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porque muitas vezes não adianta. Está provado que 96% preferem simplesmente mudar de empresa, ou de produto, pois é mais fácil mudar do que reclamar. Para quem está na linha de frente, o mais terrível é saber que muitos motivos de insatisfação do cliente dependem da retaguarda, dos setores de atendimento da empresa. O telefone que demora a ser atendido, a indiferença de quem atende ou a fórmula robotizada de alguns serviços, o hábito de passar adiante um problema sem resolvê-lo – e não há cliente que goste de sentir-se um número, como se estivesse falando apenas com máquinas, ou sentir-se um iô-iô que é jogado de um setor para o outro.

Afinal, quem é o cliente? Para resolvermos situações como essas, que não dependem apenas do nosso próprio atendimento, precisamos saber que a clientela não é formada somente pelos compradores, mas sim por todos os envolvidos no processo. Temos os clientes externos, que são os consumidores do produto ou serviço, e todos os segmentos da sociedade que têm alguma relação com a empresa. Mas há também os clientes intermediários – ou seja, os integrantes da rede de venda, os fornecedores e os parceiros ou terceirizados. E não podemos nos esquecer dos clientes internos, que são os colegas de trabalho, as pessoas para quem você repassa ou encaminha serviços. Para ser bem-sucedido com os clientes externos, você precisa prestar atenção ao seu cliente interno mais próximo, o colega da sala do lado, a secretária, o gerente, e aos interme-


diários, inclusive o atendente de telemarketing, a telefonista, a recepcionista, o ascensorista – sem esquecer da rede de atendimento a quem o comprador precisará recorrer em qualquer necessidade. É claro que muitas vezes a solução de um problema não dependerá de você, mas conhecendo bem a estrutura de atendimento e mantendo boas relações com as pessoas-chaves dessa estrutura você poderá ser um valioso aliado do cliente final – que assim saberá com quem contar nas horas difíceis. Para isso, não custa lembrar algumas dicas óbvias, porém essenciais à fidelidade do cliente: o cliente sente-se mais seguro quando sabe que pode encontrá-lo a qualquer momento, por isso deixe sempre com ele o número do seu celular; ■

seja preciso em suas informações ao cliente;

se houver qualquer dúvida ou imprecisão, certifique-se com os setores competentes e volte a ligar para o cliente completando ou retificando sua resposta;

■ não espere a última hora para informar ao cliente sobre o final do prazo de uma apólice; ■ procure acompanhar com interesse a solução de qualquer problema do cliente, mesmo que não seja de sua responsabilidade direta, ele ficará grato e confiante.

O cliente mais importante Tudo bem. Mas ninguém é superhomem para ser esse profissional per-

Prof. Gretz é conferencistas, autor de 11 livros publicados, dentre eles: “É óbvio – Qualidade Real ao Alcance de todos” e Provérbios para toda a vida.

feito e sempre solícito, não é? Aí chegamos num ponto importante: o atendimento ao principal cliente. Se ele não estiver satisfeito, nenhum outro estará, nenhum outro será realmente bem atendido. Quem é esse cliente especial? Ele acompanha você a cada dia, desde que você acorda e olha no espelho, segue seus passos quando vai para o trabalho e quando está sozinho no elevador, quando volta para casa e até mesmo quando dorme e sonha. Matou a charada? É você mesmo. E logo em seguida o seu círculo mais íntimo: sua família, seus entes queridos. O que vem primeiro? O trabalho, a família ou o indivíduo? Na verdade, uma coisa depende essencialmente da outra. Se você trabalha e realiza-se como pessoa, e se satisfaz a si próprio, sentindo-se feliz com sua vida pessoal, cultivando boas amizades, compartilhando bons momentos com sua família, encarando com positividade até mesmo os momentos difíceis da vida – aí sim você poderá dar o melhor de si para os outros, pois o principal cliente está bem atendido.

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Revista Acomac-Ba Bodas de estanho A Revista Acomac-Ba comemorou 10 anos de existência. Conhecida e respeitada por aqueles que atuam na área de materiais de construção, a publicação já se tornou referência no setor. São 8 mil exemplares, distribuídos gratuitamente, a cada dois meses, para aqueles que movimentam o segmento no Estado da Bahia. Parabéns!

“A revista Acomac-Ba é uma forma eficaz de se comunicar com o setor.” PAULO NASCENTES, TIGRE “A qualidade da revista é inquestionável, a equipe está de parabéns!”. FRANCISCO VERZA, SUVINIL

“Acompanho de forma assídua a revista AcomacBa. Excelente publicação!”. GETÚLIO NOGUEIRA DE SÁ, PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DA ANAMACO “Desconheço outra publicação segmentada voltada para o setor que represente apenas um Estado e tenha este porte da Revista Acomac-Ba. Parabéns.” MÁRCIO CAJAHIBA, CORAL “A revista Acomac-Ba nos ajuda bastante, trata-se um investimento em conhecimento.” LUCIANO ARAÚJO, DISMEL “Somos parceiros da Revista Acomac-Ba por acreditar no potencial da publicação e pela credibilidade conquistada por esta junto ao setor.” MARCELO BASTOS, VEDACIT “A Revista Acomac-Ba tem demonstrado o quanto o setor cresceu, assim como a comunicação entre este é cada vez melhor. E esta, também é responsável por este sucesso.” MOZART GUANAES, GYOTOKU “Sou leitor assíduo da Revista Acomac-Ba e aprecio bastante o conteúdo trazido por este veículo de comunicação.” NATAL DESTRO, VICE-PRESIDENTE DA ACOMAC-SP

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“A revista tem a qualidade de revistas de ponta do mercado editorial nacional.” SILVIO BARONE JÚNIOR, SIL FIOS E CABOS ELÉTRICOS “É um veículo de grande importância que nos auxilia na divulgação da nossa marca.” JOSÉ AUGUSTO GOMES, AMANCO “Somos parceiros deste veículo que é altamente apropriado para o setor.” SILVIO CORREA, COMERCIAL RAMOS

Novidades da Massacom e Texturar A MASSACOM / TEXTURAR atua há quatro anos no mercado de argamassas, tintas, texturas e outros produtos de impermeabilização e acabamento para Construção Civil e esta lançando sempre novos produtos como o reboco flexível colorido “MASSÚNICA”, nova opção para quem procura um reboco pronto já na cor desejada e que não necessita pintar nem aplicar outro material na parede. Esta lançando também a Argamassa AC-I Super Liga Acelerada em sacos de 5Kg, Reboco Pronto Normal Acelerado (para 20min.) em saco de 5Kg, Argamassa AC-III Acelerada (Para 1 Hora) em saco de 5Kg, Argamassa AC-IIIE Pastilhas Acelerada (Para 20 min.) em sacos de 20Kg, Textura Riscada e Rolada (Média e Fina) em sacos de 15Kg. Outra novidade é o impermeabilizante com aditivo cristalizante, chamado de “ADICRIST”, que impermeabiliza as argamassas através do sistema de cristalização. A “Linha Econômica” de tintas PVA / LÁTEX em saco também é um lançamento que deverá alcançar grande sucesso. O conteúdo equivale a 1 (um) galão de tinta (3,6

litros). Há também o “chapisco rolado” que pode ser usado com o rolo ou de maneira tradicional. Por ser rico em resina, forma uma camada espessa de chapisco com 2 (duas) demãos e garante a impermeabilização e embelezamento do ambiente. Sempre buscando se aproximar de seus clientes, trazendo soluções inovadoras e com foco na satisfação de seus consumidores, a MASSACOM esta lançando a partir da segunda quinzena de Dezembro/ 08 seu site, que traz informações sobre sua linha de produtos e muitas outras novidades, o endereço é: www.massacom.com.br . A diretoria da MASSACOM afirma que outras novidades virão em breve, como a nova linha de tintas acrílicas/ vinílicas de primeiríssima qualidade, sempre usando a tecnologia para a melhoria dos seus produtos e serviços. Lembra ainda, seu diretor, que a empresa continua produzindo todo tipo de argamassas e concreto em canteiros de obra, com qualidade e custo final altamente competitivo.


Novidades

Por Cris Montenegro, Márcia Riberio e Lucas Sérvio

Tigre

Empalux Para deixar o natal ainda mais colorido e alegre, a Empalux lançou a linha de Natal em LED, ideal para decoração residencial, comercial e pública. Entre os lançamentos estão a mangueira luminosa, os cordões e a cortina natalina. A economia de energia chega a 90% comparado com a linha tradicional e durabilidade de 20.000 horas, muito superior aos produtos que não contam com a tecnologia LED, possibilitando a utilização do mesmo conjunto por diversos natais.

Sil Fios e Cabos Elétricos Mais atraente e prática, a nova versão das embalagens dos encartelados da Sil possui mais informações que visam facilitar a identificação do item pelo revendedor e consumidor. A SIL modificou as embalagens dos produtos encartelados, compostos pelos itens mais utilizados pelo consumidor que vai realizar uma instalação doméstica, mas não necessita de grandes metragens para isto. São eles: Fio Sólido SIL 450/750 V, nas seções nominais de 1,50mm2 a 10mm2; Cabo Flexível SIL 450/750 V, nas seções nominais de 1,5mm2 a 10mm2; e Cordão Flexível Paralelo SIL 300 V, nas seções nominais 2 x 0,5mm2 a 2 x 4mm2. Todos podem ser encontrados em rolos de 15 ou 25 metros.

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Exposição dos últimos lançamentos, palestras técnicas no Tigrão (Centro de Treinamento Móvel) e distribuição de brindes fizeram parte das atrações do estande da Tigre S/A na XIII Construir Rio – Feira Internacional da Construção, no Riocentro, realizada no final do mês de novembro. Os lançamentos em destaque são Tigrefire, Novas Caixas de Gordura, de Inspeção, de Passagem Elétrica de Piso e de Areia, Linha Aquatherm®, Registros Compactos, Caixa Girafácil, Sistema de Drenagem Quadro de Distribuição, Eletrodutos e Caixa d’água.

Inovação Para melhor servir aos seus clientes, a Inovação Distribuidora está ampliando sua área de armazenagem em mais de 2.000m². Todo o C.D. será verticalizado e contará com o sistema de gerenciamento logístico “WMS” (warehouse management system), o que fará com que a Inovação otimize o seu atendimento.

Vedacit Aditivo multidosagem, plastificante com alto poder de redução de água, o Fazgrauth Vedacit, da Vedacit/Otto Baumgart, foi especialmente formulado para a execução de graute (microconcreto) e concreto na própria obra, o chamado “concreto virado na obra”. É indicado também para o enchimento de alvenaria estrutural, baldrames, reparos e confecção de pisos, vigas e colunas, calçadas, estacas e brocas, além de pré-moldados. A calçada fica bem executada, além de garantir a segurança dos usuários, valorizando a edificação.

Tecnogres lança o primeiro porcelanato fabricado na Bahia Manchas em porcelanatos sempre foram motivos de dores-de-cabeça e transtornos na hora da limpeza. Buscando soluções, a Tecnogres, empresa do Grupo Incefra, lança o primeiro porcelanato fabricado na Bahia, com inovadora proteção anti-manchas, resultado conseguido com até dez camadas de proteção, aplicadas sobre nobre base porcelanica. São melhores que as pedras naturais - mais resistentes, mais fáceis de limpar e não mancham com a umidade. Além disso, a resistência ao impacto é muito alta, quebram e lascam menos, são muito fáceis de limpar e de manter limpos. O corte pode ser feito com riscadores manuais sem necessidade de cortadores eletricos e as perdas são mínimas. Na verdade, foi criada uma nova tecnologia - o "porcelanato alta camada" - técnica de domínio do Grupo Incefra, que já fabrica porcelanatos em sua unidade paulista, com as marcas In Out e Dry Tech. Para conhecer mais sobre estes e outros produtos acesse www.tecnogres.com.br e www.porcelanatoinout.com.br


Por Cris Montenegro

Livros

Recôncavo

A Execução Premium

POR ARMANDO AVENA

DAVID NORTON

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Cachoeira, cidade onde ecoaram os primeiros gritos da Independência do Brasil e onde se estabeleceu o mais antigo terreiro de candomblé do País, é a principal personagem de Recôncavo, terceiro romance do jornalista e escritor Armando Avena. No livro, o autor apresenta uma Cachoeira “inverossímil e real ao mesmo tempo”, que às vezes pode lembrar a sombria Comala, da novela Pedro Páramo, de Juan Rulfo ou a Macondo, de Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquez.

Em The Execution Premium, Robert Kaplan e David Norton mostram que as empresas usuárias de sistemas formais para a execução consistente da estratégia superam o desempenho das concorrentes. Esse livro fornece o elo há tanto tempo procurado entre planejamento e execução, e o equilíbrio das tensões entre eles. O uso de mapas estratégicos e do Balanced Scorecard em casos bem descritos demonstra tanto o brilho da abordagem quanto a utilidade dessas ferramentas para todos os gestores, inclusive para os situados no topo da pirâmide.

Administração da produção

Bem-Vindo à Bolsa de Valores

NIGEL SLACK & STUART CHAMBERS & ALAN HARRISON

Marcelo C. Piazza

Fornece um caminho lógico das atividades de administração da produção e um entendimento do contexto estratégico em que os gerentes de produção trabalham. As possibilidades de melhoria de produção são apresentadas separadamente para refletir a responsabilidade dos gerentes de produção quanto à melhoria contínua do desempenho de suas operações.

Você já pensou em investir em ações, mas desistiu só de imaginar a agitação e o universo, aparentemente incompreensível, da Bolsa de Valores? Achou que era preciso ter muito dinheiro para começar? Então saiba que investir em ações é um processo simples, independente e que qualquer pessoa pode participar desse mercado. O livro "BemVindo à Bolsa de Valores", escrito para iniciantes, ajudará a compreender o mecanismo dos investimentos de forma fácil e rápida, para que você consiga comprar e vender ações pela internet.

Gerência de preços como ferramenta de marketing ROBERTO ASSEF Dentre diversas ferramentas gerenciais, a fixação dos preços de venda é, sem dúvida, uma das que apresentam as maiores dificuldades em seu manejo. Nesse livro, Roberto Assef mostra os diferentes aspectos envolvidos no estabelecimento de uma correta política de preços de vendas. Por meio de exemplos reais, apresenta a aplicação prática de diferentes estratégias mercadológicas de preços, estabelecendo uma relação com os resultados financeiros previstos. Dentre as principais novidades, Assef apresenta um modelo de precificação com base na percepção do consumidor, utilizando a metodologia Conjoint Analysis, que permite aquilatar os valores identificados pelos consumidores, as importâncias relativas de cada atributo de um bem e, finalmente, os preços compatíveis com essa percepção.

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PARFEL * 3316-8700 - parfel@parfel.com.br PISOS E CIA 71-3389-6706 - pisosecia@ibest.com.br PORTINARI 3246-8244 - portifer@terra.com.br SETÚBAL MATERIAIS 3521-1229 - setubal2001@ig.com.br SHOW DE PISOS 3257-2992

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APOIO DA CONST Amargosa - 75 3634-2009

CONSTRUFÁCIL Itabuna - 73-3612-2651

ATAKE MAT CONST Itabuna - 73 3617-3322 kenzomateriais@yahoo.com.br

CONSTRUFORT (GLAUBER) Jaguarari - 74-3532-1231

BELLO FERRAGENS L. de Freitas - 3379-3446 belloferragens@pop.com.br BERERÊ MAT. DE CONSTRUÇÃO Bom J. da Lapa - 77-3481-4271 BLOCOLAR Itabuna - 73 3634-4513 blocolar@yahoo.com.br BRITOFER COM FERRO Ilheus - 73 3231-5725 britofer@terra.com.br CAÇULINHA MAT CONST Itabuna - 73 3617-6543 financeiro@caculinha.com.br CAJAZEIRA Camacan - 73-3283-1665/1212 cajazeira@sicweb.com.br CANTEIRO DE OBRAS Petrolina - 87 3864-4000 financeiro@canteirodeobras.net CARNEIRO MAT.DE CONST Cotegipe - 77-3621-2245 cristiana_ac@hotmail.com CASA AMORIM L. de Freitas - 3378-8009 financeiro_adm@casaamorim.com.br CASA AVENIDA Jequié - 73 3525-2062 casaavenida@terra.com.br CASA BAHIANA Campo Formoso - 74 3641-1455 CASA CAMPOS Barreiras - 77 3612-9900 diretoria@casacampos.com

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ANDAIME Barreiras - 77-3614-7000 andaime@andaimeloja.com.br

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CONSTROLUX Ipirá - 75-3254-1515 constrolux@ipiranet.com.br

CONSTRULAJE MAT Ipira - 75-3254-2222 CONSTRUMAD Camaçari - 71 3621-7144 construmad_ba@hotmail.com CONSTRUSHOP Euc. da Cunha - 75-3271-1932 carloslnjr@hotmail.com CORTES E RAMOS Boquira - 77-6345-2590 ramos_reginaldo@hotmail.com DIMACOL MAT CONSTR Cacule - 77 3455-1320 dimacol@dimacol.com.br DISMACON Alagoinhas - 75 3422-1903 dismacon@uol.com.br EXTRA CONSTRUÇÃO Itabatã - 73 3605-3030 extraconstrucao@bol.com.br FERMACON MAT. CONSTR. Barreiras - 77 3611-4057 fermacom@uol.com.br GUILHERME MATERIAL Poções - 77-3431-1645 guilhermeconstrucoes@hotmail.com HIDRALUZ Canavieiras - 73 3284-3868 hidraluz@yahoo.com.br HIPERLAJE Camaçari - 71 3678-1145 IMPACTO CIMENTOS L de Freitas - 3379-9329 eraldocoelho@uol.com.br INTER PISOS Jequie - 73 3526-5317 LOBO RURAL Camaçari - 3674-0011 loborural@ig.com.br LOJA AVENIDA Ipiau - 73 3531-4129 geizarochasales@hotmail.com

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LOJAS BURITI Itabuna - 73 3613-5777 buritimatconst@ig.com.br

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CIMETAL MAT CONST. Canavieiras - 73 3284-3652 robsonmnascimento@ig.com.br

MADEIREIRA MIRENNA Jaguarari - 74-3532-1836 madeireiramirenna@bol.com.br

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Revista Acomac Bahia  

Revista da Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Estado da Bahia.

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