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Publicação com informação e análise das realidades e aspirações comunitárias

Campinarte Dicas & Fatos OUTUBRO UTUBRO / / 2016 2016 O

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função de balconista de um estabelecimento co mercial tem sido muito difundida ultimamente. A maioria das empresas comerciais estão a procura deste profissional que é a pessoa que mais contato tem com o consumidor. A função do balconista está cada vez mais exigente e faz se necessário pessoas bem treinadas para desempenhar este papel. Cabe ao balconista sugerir alterações sobre a quantidades de produtos expostos nas prateleiras e em estoques dos produtos que são mais vendidos. Também tem que ficar alerta e informar ao comprador da empresa sobre produtos que estão sendo procurados pelos clientes e estão em falta para comercializar. Outra atividade desempenhada pelo balconista nas empresas é a colocação de preços nas mercadorias. É muito importante verificar se os preços estão etiquetados corretamente e se estão legíveis aos olhos dos clientes. Observar se não existe preços diferentes em mercadorias que são de compras diferentes. Se a empresa trabalha com mercadorias perecíveis faz se necessário diariamente ao balconista verificar o número de lote do pro-duto e sobre o prazo de validade da mercadoria. Podemos enumerar uma série de responsabilidades do balconista, o que pode variar é sobre o ramo de atividade da empresa. Controlar a entrada e saída de produtos, conferir, repor, arrumar mercadorias, ter conhecimento da mercadoria que está vendendo, quem produziu e como produziu são atributos de um bom vendedor. Todo trabalhador e o balconista não é diferente tem que trabalhar com muita seriedade e profissionalismo. Ele tem que ser o relações públicas e passar uma boa imagem aos clientes representando e defendendo com firmesa os interesses da empresa. O objetivo da empresa é atender bem as necessidades do cliente para que ele retorne e volte a fazer novas aquisições e assim todos possam crescer. E atender bem o cliente e manter este elo de ligação entre empresa e cliente cabe ao balconista. O balconista é a primeira pessoa que o cliente recorre na empresa e alguns clientes gostam de serem atendidos sempre pelas as mesmas pessoas. Por isso é fundamental a maneira que o balconista atende seus clientes, sempre com bom humor, demonstrando um bom conhecimento dos assuntos de interesse da pessoa sem ultrapassar os limites de cada pessoa.Usar sempre roupas adequadas, limpas, bom aspecto em um bom vocabulário. Fonte: www.empregoseprofissao.com

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história dos Comerciários começa a ser construída em 1908 por Turíbio da Rosa Garcia e alguns outros grandes companheiros, que criaram a União dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro. Naqueles duros anos, a exploração e os abusos praticados pelas empresas retratavam condições de trabalho praticamente escravo. Muitos chegavam a dormir no emprego, sem tempo para voltar para casa após jornadas de mais de 16 horas diárias. Foi onde os Caixeiros, Escriturários, Guarda Livros e outros uniram-se para se defenderem dos abusos e da escravização a que eram submetidos. HUMBERTO DE CAMPOS EM SUAS MEMÓRIAS TRANSCREVEU: "Era meia noite, no alto de uma escada arrumava as prateleiras da Transmontana - Mercearia de Secos e Molhados. O murmúrio da rua chegava até os meus ouvidos, quando espocados os foguetes eu parei por um momento para ouvir aquela cantoria. Era a VIRADA DO SÉCULO - 1900!! O português dono da Mercearia gritava lá de baixo: Oi ! menino porque estás parado? Prossiga". Humberto de Campos era o menino que o português chamava, a Mercearia de Secos e Molhados é o que hoje chamamos de SUPERMERCADO. O que mudou de lá pra cá? Muita coisa. Então, a esses homens que fizeram essa mudança é dedicado o mês de Outubro. Em 29 de outubro de 1932, às 10 horas da manhã, alguns companheiros Caixeiros da Rua da Carioca, Gonçalves Dias, Largo de São Francisco, Rua do Ouvidor e adjacências aglomeraram-se no Largo da Carioca onde

havia a Galeria Cruzeiro e organizaram a histórica Passeata dos 5.000 até o Palácio do Catete, que era a sede do Governo Federal. O então Presidente da República Getúlio Vargas recebeu da massa de trabalhadores na sacada do palácio, suas reivindicações, que eram entre outras a Redução da Jornada de Trabalho e o Direito ao Descanso Semanal Remunerado aos Domingos. Prontamente o Presidente da República ordenou que naquele mesmo dia memorável fosse assinada a REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO de 12 horas para 8 h oras pelo Dr. Pedro Ernesto que foi a primeira lei em nosso benefício (Decreto-Lei nº 4.042 de 29/10/1932), e que também regulamentou o funcionamento do Comércio. A partir daí, o Comerciário (Balconistas, os Vendedores antigamente denominados de Caixeiros) não precisariam dormir nos seus empregos, como fazia Humberto de Campos, quando trabalhou na MERCEARIA TRANSMONTANA. DEVEMOS AOS EMINENTES GETÚLIO VARGAS, LINDOLPHO COLLOR E PEDRO ERNESTO ESSA NOVA SITUAÇÃO, POIS OS CAIXEIROS DEIXARAM DE SER "CACHORROS", E PASSARAM A SER TRABALHADORES. A partir dessa data, a Jornada de Trabalho passou a ser "três oitos": 08 HORAS PARA O TRABALHO, 08 HORAS PARA O LAZER E 08 HORAS PARA DESCANSO. Em 29 de Outubro foi a grande passeata, e no dia 30 de outubro foi a publicação no Diário Oficial dos direitos dos Comerciários. Por isso, 30 DE OUTUBRO é o consagrado "Dia do Comerciário no Brasil". Fonte: www.observatoriosocial.org.br

Campinarte Dicas e Fatos - Edição -Out. / 2016  

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