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DAVID REBELO GINECOLOGIA | MÉDICO ESPECIALISTA

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ESTE CADERNO FAZ PARTE INTEGRANTE DA EDIÇÃO 692 DE 03 OUTUBRO DE 2013 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

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EXCELĂŠNCIA DA SAĂšDE PRIVADA EM COIMBRA 03 QUINTA-FEIRA

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E d i t o r i a l

Devido Ă  crise e a nova directiva europeia

Mudança de paradigma

FICHA TÉCNICA

O sector da saĂşde, extremamente No sector pĂşblico, ĂŠ incontornĂĄrelevante para o cidadĂŁo comum, estĂĄ vel o valor do Centro Hospitalar e em vias de assistir a uma mudança 8QLYHUVLWiULR GH &RLPEUD &+8&  VLJQLĂ€FDWLYD GH SDUDGLJPD QR SDtV H da Universidade de Coimbra, com os seus centros de investigação multidisna Europa. Em Portugal, as mudanças sĂŁo indu- ciplinares e polivalentes, e do Instituto zidas pela necessidade de racionalização Pedro Nunes, que se tem imposto no que Ă  tecnologia diz respeito Ă  saĂşde, econĂłmica dos recursos. Muito contestado, o plano de ra- com a introdução no mercado de novas cionalização organizativa no sector soluçþes, produtos e serviços. Fazemos votos para que, a breve pĂşblico visa a necessĂĄria sustentabilidaGHHFRQyPLFDHĂ€QDQFHLUDGR6HUYLoR trecho, o Coimbra iParque – Parque SDUDD,QRYDomRHP&LrQFLD7HFQRORJLD 1DFLRQDOGH6D~GH 616  Reduzir os custos, mantendo a quali- H6D~GHSURMHFWDGRSDUD$QWDQKROVH dade dos cuidados de saĂşde e as respecti- torne tambĂŠm num agente dinamizador vas condiçþes de acesso e os direitos dos da economia, em geral, e do sector, em FLGDGmRVpRJUDQGHGHVtJQLRGR616 particular. Na Europa, em geral, o sector poA nova sede da sociedade iParque GHUiWDPEpPVRIUHUDOWHUDo}HVVLJQLĂ€FD- MiHVWiSURQWDSHORTXHHVSHUDPRVTXH tivas por via da directiva dos cuidados esta infra-estrutura funcione como de saĂşde transfronteiriços, que tem de rampa de lançamento para a rĂĄpida ser inscrita na legislação nacional, pre- instalação de empresas inovadoras e diferenciadas. Certo ĂŠ que dos 12 hecFLVDPHQWHDWpDRĂ€QDOGHVWHPrV Agente retares de lotes de novador do tterreno destinaDiversos grupos de sector, esta diddos Ă  instalação investidores tĂŞm apostado rectiva europeia dde empresas, 67 SRU FHQWR Mi VH pode configuS fortemente nos encontra venrar uma enorme e Ăşltimos anos na regiĂŁo, opor tunidade ddida. contribuindo sobremaneira para os hospiPo r o u t r o para o reforço da tais pĂşblicos e llado, no sector privado, diverpara os operap qualidade da saĂşde sos grupos de dores privados. s em Coimbra e no paĂ­s Como pĂłlo i n v e s t i d o r e s, privilegiado no aacreditando no VHFWRUGD6D~GH potencial de Coimbra e a regiĂŁo poderĂŁo ter nesta DWUDFomR GD UHJLmR WrP DSRVWDGR IRUalteração legislativa a oportunidade que temente nos Ăşltimos anos, contribuinIDOWDYDSDUDVHDĂ€UPDUHPDLQGDPDLV do sobremaneira para o reforço da internacionalmente como “clusterâ€? de qualidade da saĂşde em Coimbra e no SDtVFRPRWHQWDPRVGHPRQVWUDUQHVWH UHIHUrQFLDQRVHFWRU A internacionalização da “marcaâ€? trabalho que organizamos sobre saĂşde Coimbra, como capital da saĂşde, repre- privada em Coimbra. senta uma importante mais-valia para a A actividade mĂŠdico-cirĂşrgica privaGDQDUHJLmRWHPWDPEpPFRQWULEXtGR regiĂŁo no seu todo. Aliada Ă  prestação de cuidados de para o aumento da empregabilidade saĂşde diferenciados, a regiĂŁo pode tirar QR VHFWRU FRQWUDULDQGR D WHQGrQFLD DLQGDPDLRUSDUWLGRGDYHUWHQWHWXUtVWL- TXHVHUHJLVWDQRSDtVHPJHUDOVHQGR FDIDFHDRYDVWRHGLYHUVLĂ€FDGRWHVRXUR disso exemplo paradigmĂĄtico o facto de arquitectĂłnico de Coimbra – reconhe- Portugal estar a exportar mĂŁo-de-obra FLGRUHFHQWHPHQWHDQtYHOLQWHUQDFLRQDO TXDOLĂ€FDGDQHVWHGRPtQLR com a elevação a PatrimĂłnio Mundial Fixar novos recursos humanos e GD +XPDQLGDGH GD 81(6&2 ² DR gerar mais riqueza sĂŁo, sĂł por si, arguexcelente clima e riqueza gastronĂłmica. mentos extremamente vĂĄlidos a favor Indirectamente, a actividade poderĂĄ desta causa. ainda criar valor em diversos sectores &RLPEUDWHPWDOHQWRHPDVVDFUtWLFD da economia, entre os quais se conta a quer no sector pĂşblico – basta referir LQG~VWULDIDUPDFrXWLFDHGHGLVSRVLWLYRV que o Centro Hospitalar e UniversitĂĄrio PpGLFRV Wr[WLO FRQVXPtYHLV FOtQLFRV GH&RLPEUD &+8& pDPDLRUXQLGDGH tecnologias de informação e biotec- KRVSLWDODUGRSDtVHRžPDLRUKRVSLWDO da Europa, antes da agregação com o nologia. $LGHLDGHDĂ€UPDU&RLPEUDFRPR &HQWUR+RVSLWDODUGH&RLPEUD &+&  um Campus na ĂĄrea da saĂşde nĂŁo ĂŠ ²TXHUQRVHFWRUSULYDGRGHVD~GH+DMD nova, mas, aos poucos e poucos, vai-se vontade, engenho e arte para catapultar DUHJLmRDQtYHOQDFLRQDOHLQWHUQDFLRQDO consubstanciando.

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Estudo

Sector público Ê (ainda) prevalecente nos cuidados de saúde Num recente estudo feito pela Netsonda, em parceria com a Cegedim, VREUHD6D~GHHP3RUWXgal, mais de metade dos inquiridos receia que, ao longo do próximo ano, a qualidade da prestação de cuidados de saúde no sector público vå piorar. Jå em relação ao sector privado, o optimismo Ê maior: quase 50 por cento dos participantes neste inquÊrito considera que a qualidade irå manter-se. Com efeito, metade dos inquiridos revelou-se muito preocupada com a perda de qualidade do 6HUYLoR1DFLRQDOGH6D~GH 616 VHQGRRHVFDOmR etårio entre os 35 e os 44 anos o que apresenta maior receio. Os preços das consultas no sector privado e das taxas moderadores são outras das g randes preocupaçþes dos por tugueses, bem como o valor a pagar pelos medicamentos. Mesmo assim, e de acordo com o estudo, 31 por cento dos portugueses considera que o estado actual dos cuidados de saúde em Portugal no VHFWRU S~EOLFR616 p bom ou muito bom. 2616pRVLVWHPDGH saúde mais usado pelos portugueses, com 65,2 por cento dos inquiridos D XVDUHPQR 6HJXHVH D modalidade de seguro de saúde privado, com 26,6 por cento de utilizadores. $$'6(pXVDGDSRU por cento dos inquiridos. A grande maioria dos inquiridos que respondeu beneficiar de um seguro de saúde privaGR SHQVD PDQWrOR  SRU FHQWR  $V TXHVW}HV monetårias estão na base GDVMXVWLILFDo}HVGRVTXH pensam em não manter o serviço. Para 84,5 por cento aderir a um seguro

Portugueses acreditam que o sector privado irĂĄ manter a qualidade

mação, tambĂŠm o perfil do doente tem vindo a sofrer alteraçþes. O doHQWH GH KRMH p PDLV SUHocupado e informado do que o de hĂĄ umas dĂŠcadas atrĂĄsâ€?, comenta Pedro Rebelo, responsĂĄvel de marketing da Cegedim Portugal. No mesmo estudo, 54 por cento dos inquiridos afirmou nĂŁo cumprir na tQWHJUDDVUHFRPHQGDo}HV do mĂŠdico. O principal motivo para este nĂŁo cumprimento sĂŁo as mePapel do doente lhorias sentidas ao fim ĂŠ cada vez mais de alguns dias e a conactivo VHTXHQWH GHVLVWrQFLD GD e preponderante WRPD SRUFHQWR  nas decisĂľes O excesso de medicação ĂŠ outra das razĂľes Em tempo de crise e apontadas por 22,4 por contenção, a maioria dos cento dos portugueses, inquiridos afirma praticar bem como a falta de indesporto como uma me- IRUPDomRVREUHDWHUDSrXdida para melhorar a sua tica, para 10,4 por cento FRQGLomR GH VD~GH 7HU dos inquiridos. JĂĄ 8,3 por uma alimentação cuidada cento aponta questĂľes e saudĂĄvel ĂŠ outra das monetĂĄrias para esta falta preocupaçþes manifesta- de cumprimento. das pelos inquiridos. 2VLQGLYtGXRVGRVH[R Mais informado e in- PDVFXOLQR SRUFHQWR  terventivo do que hĂĄ uns H RV LQGLYtGXRV FRP  anos atrĂĄs, o papel do DQRV RX PDLV  SRU doente ĂŠ cada vez mais FHQWR  VmR TXHP PHOKRactivo e tem um papel res taxas de cumprimento preponderante nas toma- apresentam. No caso da das de decisĂŁo. LGDGH RV QtYHLV GH FXP“A sociedade estĂĄ em primento vĂŁo aumentanpermanente transforma- do Ă  metida que o escalĂŁo ção. A par dessa transfor- etĂĄrio avança. de saĂşde privado nĂŁo estĂĄ nos planos dos prĂłximos seis meses. No mesmo estudo, 40 por cento dos inquiridos reconhece que o seu orçamento actual nĂŁo permite fazer face Ă s despesas de saĂşde do seu DJUHJDGR 6DEHVH SHOR mesmo inquĂŠrito que, em mĂŠdia, uma em cada cinco pessoas deixou de ir ao mĂŠdico nos Ăşltimos seis meses, por motivos financeiros.

Edição Campeão das Províncias / Departamento Ediçþes Especiais

Directora Lina Vinhal | Coordenação editorial Benedita Oliveira | Textos Benedita Oliveira e Geraldo Barros E-mail jornalcp@mail.telepac.pt Coordenação comercial Adelaide Pinto | E-mail adelaide.pinto@mail.telepac.pt | Contactos Tel. 239 497 750 | Fax 239 497 759 | Paginação e Maquetagem CampeĂŁo das ProvĂ­ncias ImpressĂŁo FIG Coimbra Este caderno faz parte integrante do “CampeĂŁo das ProvĂ­nciasâ€? (edição de 03 de Outubro) e nĂŁo pode ser vendida separadamente.


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Clínica Particular de Coimbra

Excelência ao serviço do doente Aber ta há um ano, a Clínica Particular de Coimbra tem-se demarcado no sector privado da saúde pela excelência dos serviços e qualidade no atendimento prestado ao cliente. Esta unidade de saúde está vocacionada para a realização de cirurgias, consultas e exames complementares de diagnóstico em todas as áreas de especialidades médicas. “Abrimos em Setembro de 2012, tendo realizado a primeira cirurgia a 13 de Setembro. A actividade tem sido sempre crescente e sustentada, apesar das dificuldades do país”, referiu a Administração da Clínica Particular de Coimbra, salientando que a unidade tem convenções e acordos com as principais companhias de seguros e subsistemas de saúde, aguardando apenas a inclusão no SIGIC

(Sistema Integ rado de Gestão de Inscritos para Cirurgia). “O enfoco da Clínica é na qualidade. Apostamos na excelência dos ser viços e no atendimento personalizado ao cliente, conscientes que todos os dias somos avaliados, impondo-nos a prestação do melhor

Em termos de valências médicas e cirúrgicas, a Clínica Particular de Coimbra abrange, com excepção de pediatria, todas as especialidades, implementando tratamentos e todo o tipo de cirurgias. Notabiliza-se, também, nas patologias do foro oncológico, nomeadamente em mama,

A Clínica presta serviços em todas as valências médicas e cirúrgicas

serviço”, notou a Administração, adiantando que a “a esmagadora maioria dos clientes, senão a totalidade, manifesta uma sentida satisfação pelos serviços prestados pela Clínica”. A qualidade das suas instalações merece também total aprovação por parte do corpo clínico e demais colaboradores.

urologia, aparelho digestivo, pulmão e cabeça e pescoço. Especialidades como a cir urgia g eral, ginecologia, neurocir urgia, ortopedia, otorrinolaringologia e cirurgia plástica são outras das áreas médico-cirúrgicas que mais se tem evidenciado, tendo registado, estas últimas, nos últimos meses,

Quarto de cirurgia

Na área da saúde

Coimbra é pólo privilegiado no país e na Europa A Administração da Clínica Particular de Coimbra defende a complementaridade entre o sector público e privado, de forma a aumentar o potencial de atractividade da região na área da saúde. Coimbra é o maior pólo de saúde do país e um dos maiores a nível da Europa,

sendo procurada anualmente por milhares de pessoas. Contribuir para “alavancar a marca Coimbra na área da saúde” a nível mundial é um dos propósitos da Administração desta nova unidade hospitalar. “Uma maior congregação de esforços por parte de todas as entidades, públicas

e/ou privadas, directa ou indirectamente ligadas ao sector, para que Coimbra consiga ganhar como um todo, será determinante para reduzir a erosão populacional e empresarial TXH VH WHP YHULÀFDGR QDV últimas décadas”, adverte a Administração da Clínica Particular de Coimbra.

um “crescimento muito considerável”. Quanto aos meios complementares de diagnóstico, a Clínica Particular de Coimbra encontra-se dotada com os equipamentos mais recentes em termos de tecnologia, abrangendo a imagiologia (ecografia, raio-x digital e TAC), análises clínicas, anatomia patológica, exames m dde gastrenterologia (collonoscopia e endoscopia ddig estiva), exames de pneumologia, exames aup ddiométricos, assim como todos os diagnósticos correlacionados com o estudo do sono. Os m e i os c om pl e mentares de diagnóstico também funcionam para serviço externo. A nível clínico, a nova unidade de saúde é liderada por João Ganho, profissional reputado e com vasta experiência, tendo exercido as funções de director de serviço no IPO de Coimbra. “Exercem a sua actividade na Clínica um grande número de médicos com créditos firmados, não só na medicina pública, assim como na m e d i c i n a p r iva d a . S ó com uma equipa clínica de enor me prestígio e experiência podemos g arantir a qualidade e e xc e l ê n c i a q u e t e m o s atingido”, afirmou o director clínico. A Clínica Particular de Coimbra tem quatro blocos operatórios certificados para qualquer tipo de cir urgia, seis camas de recobro, 28 quartos individuais e 27 gabinetes de consulta na área de ambulatório. Ao

João Ganho, o director clínico

todo, a unidade privada de saúde ocupa uma área de 8 500 metros quadrados. “Todas as nossas salas cirúrgicas são certificadas com a ISO 5 ou 6, o que nos garante uma q u a l i d a d e d e s e r v i ç o, comparável, somente, com unidades de referência inter nacional”, realçou a Administração da Clínica. Entre os seus Clientes, a Clínica Particular

de Coimbra conta com pessoas oriundas de diversos pontos do país e de cariz inter nacion a l . E m b o r a r e c e n t e, a Clínica Particular de Coimbra posiciona-se já como uma referência no sector privado de saúde. E s t a u n i d a d e p r iva d a de saúde localiza-se nas imediações do Hospital Pediátrico de Coimbra e H.U.C. (Hospitais da Universidade de Coimbra).

Criocirurgia de órgãos é um dos exemplos

Procedimentos de vanguarda “Esta nova unidade aposta na qualidade das suas equipas médicas, no atendimento e acompanhamento dos seus Clientes”. A garantia é dada por João Ganho, director clínico, com larga experiência na direcção de serviços e, em concreto, na vertente cirúrgica. O prestigiado médico faz um balanço positivo do primeiro ano de actividade da Clínica, sublinhando o crescimento sustentado, pese embora a conjuntura extremamente desfavorável do país. A diferenciação, nota o cirurgião,

faz-se através da prestação de serviços de qualidade e recursos humanos altamente SURÀVVLRQDLVHGHGLFDGRV Entre os tratamentos inovadores disponibilizados pela unidade clínica contam-se, por exemplo, a braquiterapia (aplicação de sementes de iodo para tratamento do cancro da próstata), a criocirurgia de órgãos, a aplicação de implantes cocleares, a aplicação de prótese fonatória (laringe), próteses ortopédicas com enxertos ósseos e o tratamento do cancro do pulmão.


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JosĂŠ Manuel Silva, BastonĂĄrio da Ordem dos MĂŠdicos

“O empreendedorismo deve ser estimuladoâ€? O sector privado de saĂşde deve funcionar num “esquema de complementaridade e sĂŁ concorrĂŞnciaâ€? com o Serviço Nacional de SaĂşde, ampliando o leque de escolha dos cidadĂŁos. A opiniĂŁo ĂŠ de JosĂŠ Manuel Silva, BastonĂĄrio da Ordem dos MĂŠdicos (OM). 4XH GHVDĂ€RV OKH VmR FRORFDGRVSHORFUHVFLPHQWRTXHDVXQLGDGHVGHVD~GH SULYDGDV WrP YLQGR D DOFDQoDUHP3RUWXJDO" -RVp 0DQXHO 6LOYD ² A OM tem como missĂŁo salvaguardar a qualidade da formação dos MĂŠdicos e do exercĂ­cio profissional, bem como exercer a exigente missĂŁo de auto-regulação, segundo o seu CĂłdigo de Ética e Deontologia, seja no sector pĂşblico, privado ou social. O crescimento que as Unidades Privadas de SaĂşde (UPS) tĂŞm vindo a alcançar representa SDUDD20HWRGRVRVSURĂ€VVLRQDLVRGHVDĂ€RGHPDQWHU esses nĂ­veis de qualidade. 4XDO p R SDSHO TXH DVXQLGDGHVGHVD~GHSULYDGDV SRGHP H GHYHP DVVXPLU" A Medicina privada sempre coexistiu com o Serviço Nacional de SaĂşde (SNS) e o sector social, constituindo o SNS. Ă€s UPS cumpre ampliar o leque de escolha dos cidadĂŁos, num sistema de complementaridade e sĂŁ concorrĂŞncia. $ LQLFLDWLYD SULYDGD QD iUHD GD 6D~GH QXP SDtVFRPSURYDVGDGDVDR QtYHOGDFRPSHWrQFLDGRV VHXV SURILVVLRQDLV PpGLFRVSRGHFRQWULEXLUSDUD DODYDQFDU R SDtV HP WHUPRV GH GHVHQYROYLPHQWR HFRQyPLFR" Se a iniciativa privada na ĂĄrea da saĂşde apostar na qualidade dos mĂŠdicos portugueses (qualidade que ĂŠ internacionalmente reconhecida) e nĂŁo no lucro fĂĄcil com critĂŠrios estritamente

economicistas, certamente trarå benefícios à economia do país, nomeadamente pela atracção de doentes estrangeiros. O empreendedorismo deve ser estimulado em todas as åreas da sociedade. 1HVWDQRYDUHDOLGDGH RV SRUWXJXHVHV SRGHP HVWDUGHVFDQVDGRVTXDQWR DRVFXLGDGRVTXHOKHVVmR SUHVWDGRVSHORVSURÀVVLRQDLVGDVXQLGDGHVGHVD~GH SULYDGDVHS~EOLFDV" Apenas posso assegurar que os portugueses podem estar descansados quanto ao papel que a OM desempenharå como garante da qualidade da Medicina que Ê praticada em Portugal. PorÊm, devido à complexidade do sistema, aos múltiplos intervenientes e à limitada capacidade de intervenção da OM, o nosso conselho Ê que, na Saúde, como em tudo, todos devemos ser consumidores atentos. Preocupa-nos o recente aumento das taxas de mortalidade bruta e infantil em Portugal, certamente jå o UHà H[RGRVFRUWHVQD6D~GH e do empobrecimento das famílias mais carenciadas. 4XHFRQWULEXWRpTXH &RLPEUDSRGHGDUDRSDtV QDiUHDGDVD~GHHWHQGR HPOLQKDGHFRQWDTXHDFLGDGHVHWHPYLQGRDDÀUPDU FRPRXPSyORGHH[FHOrQFLDTXHUDRQtYHOS~EOLFR TXHUDRQtYHOSULYDGR" Coimbra afirma ser a Capital da Saúde. Os seus hospitais públicos, as suas unidades de investigação em Saúde e as UPS têm um historial de qualidade, dando uma notåvel contribuição para que assim seja. São conhecidos os casos de sucesso, e não vale a pena enumerå-los. O futuro contributo de Coimbra dependerå do facto de continuar a buscar a excelência, num mundo e num tempo muito difícil e competitivo. A busca da excelência deve ser o principal contributo de Coimbra. PorÊm, vemos com muita preocupação a forma como se estå a processar a

deve estar atenta. A OM continuarĂĄ interventiva em defesa dos doentes. 7HPVLGRFUtWLFR²HHP YiULDVRFDVL}HVGLVFRUGDQWH²HPUHODomRDDOJXPDV GHFLV}HVGRDFWXDO*RYHUQRHVREUHWXGRDRVFRQVWUDQJLPHQWRVTXHDIHFWDP RVHFWRUGD6D~GHeXPD TXHVWmR GH SULQFtSLR RX GHIDFWRDWXWHODWHPVLGR QHJOLJHQWH FRP HVWD iUHD WmRLPSRUWDQWH" HĂĄ uma estratĂŠgia polĂ­tica neoliberal para a SaĂşGH H XP GHVHVSHUR Ă€QDQceiro que estĂŁo a afectar prejudicialmente o SNS. Os exemplos e as notĂ­cias menos positivas que vĂŁo sendo transmitidas pela comunicação social sĂŁo bem a prova disso mesmo. Infelizmente, Portugal estĂĄ a aplicar as polĂ­ticas de austeridade de forma muito desigual, prejudicando o “A excelĂŞncia deve ser o principal contributo de Coimbra sector social, o SNS e os ci[a nĂ­vel mundial]â€?, refere JosĂŠ Manuel Silva dadĂŁos menos favorecidos, em benefĂ­cio dos grandes fusĂŁo dos Hospitais da Uni- preservar a qualidade e aces- jVD~GHHjPHGLFLQDGL] interesses econĂłmicos. HĂĄ versidade de Coimbra (HUC) sibilidade do SNS, que temos UHVSHLWR" alternativas. com o Centro Hospitalar de a obrigação de defender, A acção do Governo na Coimbra (CHC), com alguns pela sua elevada qualidade, SaĂşde ĂŠ condicionada pela 8P DVVXQWR TXH UHefeitos negativos e uma redu- universalidade e baixo custo acção do Governo no paĂ­s. FHQWHPHQWHQRVVXVFLWRX ção da actividade em alguns per capita, comparando favo- Quanto a esta Ăşltima, des- LQWHUHVVH HVWi UHODFLRsectores; ĂŠ um processo que ravelmente com a mĂŠdia dos contando a retĂłrica polĂ­tica, QDGR FRP D FROKHLWD H deve ser bem analisado nas paĂ­ses da OCDE em todos os os resultados objectivos e WUDQVSODQWDomRGHyUJmRV suas consequĂŞncias presentes parâmetros. concretos estĂŁo Ă  vista de to- 4XDO p DFWXDOPHQWH D e, sobretudo, futuras. dos, com uma dĂ­vida pĂşblica UHDOLGDGH GH 3RUWXJDO" $VVXPLQGR R SDSHO a subir continuamente e a +i PHQRV WUDQVSODQWHV 4XDO p D DQiOLVH TXH GRVPpGLFRVFRPREDVLODU XOWUDSDVVDUWRGDVDVSUHYLV}HV SHOD IDOWD GH yUJmRV GLVID]GRDXPHQWRGHXQLGD- HIXOFUDOQRTXHFRQFHUQH benignas. HĂĄ duas medidas SRQtYHLV" GHVGHVD~GHSULYDGDVHP jDFWLYLGDGHGHVD~GHKi particularmente positivas na O sistema que vigora&RLPEUD"4XDOpQRVHX XPDDOWHUDomRGRHVWDWXWR SaĂşde, que sĂŁo o combate Ă  va e mantinha uma elevada HQWHQGHU D MXVWLILFDomR SURILVVLRQDO H GD IRUPD fraude e a descida do preço performance a nĂ­vel da transSDUDHVWDUHDOLGDGH" FRPRDSURĂ€VVmRp²GHYH dos medicamentos. Mas o plantação foi desestruturado, O aumento do nĂşmero VHU²HQFDUDGDTXHUSHOD aumento das taxas modera- com redução do nĂşmero de de UPS era expectĂĄvel, atenta VRFLHGDGHTXHUSHORVSUy- GRUDVDVGLĂ€FXOGDGHVGHDFHV- transplantes, tambĂŠm parciala nova realidade do paĂ­s. SULRVPpGLFRV" so a recursos terapĂŞuticos, as mente explicado pela redução NĂŁo vemos razĂŁo, neces- FRQFHQWUDo}HV H[FHVVLYDV R de potenciais dadores. A OM (VWDPRVSHUDQWHXPD sidade e/ou benefĂ­cio para tal. elevado custo da SaĂşde para aprovou recentemente os criDOWHUDomRGRSDUDGLJPDGD Dentro da nova realidade e os cidadĂŁos (muito acima da tĂŠrios para alargar a recolha de 6D~GHHGDDFWLYLGDGHPp- maior consciĂŞncia social, que PpGLDGD2&'( DVGLĂ€FXO- ĂłrgĂŁos a potenciais dadores GLFDFRPRRFRQKHFHPRV" se saĂşdam, o mĂŠdico deve dades de funcionamento de HP VLWXDo}HV GH PRUWH SRU Quanto a isso, nĂŁo hĂĄ continuar a ser o garante de hospitais, o emperramento paragem cardĂ­aca irreversĂ­vel. dĂşvida. A entrada, em massa, um exercĂ­cio profissional da reforma dos cuidados de O Governo estĂĄ a rever o na ĂĄrea da SaĂşde de grandes eticamente irrepreensĂ­vel, nĂŁo saĂşde primĂĄrios, entre outros, enquadramento legislativo, grupos econĂłmicos, nome- pactuando com facilitismos, estĂŁo a ter consequĂŞncias pelo que se espera que, em adamente ligados Ă  banca e DSHQDVMXVWLĂ€FDGRVSRUUD]}HV negativas, como jĂĄ referimos benefĂ­cio dos doentes e da aos seguros, representa uma contabilĂ­sticas. acima, podendo contribuir sociedade, se possam melhonova realidade. NĂŁo obstante, 4XH DYDOLDomR ID] GD para o aumento das taxas rar os nĂ­veis de transplante ĂŠ absolutamente essencial DFomRJRYHUQDWLYDQRTXH de mortalidade. A sociedade de ĂłrgĂŁos.

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EXCELĂŠNCIA DA SAĂšDE PRIVADA EM COIMBRA VII www.campeaoprovincias.pt

SPINE CENTER

A excelência em cirurgia da coluna Após uma primeira fase de criação e desenvolvimento de uma unidade de coluna no grupo SANFIL Medicina, surgiu, o SPINE CENTER. Um projecto com vista à internacionalização liderado por Luís Teixeira, mÊdico ortopedista reconhecido. Envolvendo diversos mÊdicos especialistas das åreas de Ortopedia, Neurocirurgia, Neuroradiologia, Neurologia, Fisiatria foi criada uma equipa clínica multidisciplinar muito completa capaz de dar resposta às diversas solicitaçþes na årea da coluna vertebral e trabalhando de forma articulada e complementar. Actualmente, o SPINE CENTER tem a decorrer RSURFHVVRGHFHUWLÀFDomR internacional, atravÊs da Bureau Veritas – uma das entidades certificadoras mais credíveis na årea da

saĂşde a nĂ­vel internacional. $WpDRĂ€QDOGRSULPHLURVHmestre de 2014 o processo deverĂĄ estar terminado.

tambĂŠm estĂĄ envolvido num projecto de candidatura ao IGASS (International Group for Advancement in Spinal Science).

Patologias

Cirurgias por tĂŠcnicas mini-invasivas

DiagnĂłstico ĂŠ o primeiro passo

- Abaulamento Discal - Degenerescência das Facetåria - Espondilolistesis - Estenose do canal vertebral - HÊrnia de Disco e Degenerescência Discal - Escoliose - Cifose - Degenerescência Discal - Lombalgia e Lombociatalgia - Osteofitose - Fractura osteoporótica - Fractura de origem traumåtica - Destruição vertebral por lesão tumural

O SPINE CENTER Ê jå um centro de formação, recebendo mÊdicos internos de ortopedia e neurocirurgia de vårios hospitais do país. Para alÊm do processo de certificação, o centro

Actualmente, o SPINE CENTER realiza todo o tipo de cirurgias da coluna cervical, toråcica e lombar. Isto, para alÊm, das cirurgias diferenciadas da charneira occipitocervical – transição entre o crânio e a coluna cervical –, cirurgias tumorais, patologia toråcica grave, etc. Em virtude da aposta da SANFIL Medicina na aquisição de determinado tipo de equipamento, hoje realiza cirurgias de uma diferenciação tÊcnica que, atÊ agora, eram realizadas apenas em hospitais públicos. Uma das apostas fortes Ê a utilização de tÊcnicas Acordos O SPINE CENTER conta com um conjunto de acordos celebrados com os principais subsistemas de saúde que permite aos seus utentes, benefeciårios e associados terem acesso aos seus serviços com toda a comodidade que estes protocolos prevêm.

A equipa do Spine Center ĂŠ composta por mĂŠdicos de vĂĄrias especialidades

minimamente invasivas, que permitem uma menor agressividade cirĂşrgica, com melhoria nos resultados e um mais fĂĄcil e mais rĂĄpido retorno Ă s actividades laborais. O centro de excelĂŞncia tem como ambição ser um centro de referĂŞncia a nĂ­vel nacional e ibĂŠrico. A equipa ĂŠ, actualmente, constituĂ­da por sete cirurgiĂľes (quatro ortopedistas e trĂŞs neurocirurgiĂľes) –, o que permite dar resposta global a todas as solicitaçþes. Com os acordos jĂĄ estabelecidos, LuĂ­s Teixeira pensa que pode “dar resposta cirĂşrgica imediata, tal como acontece nas grandes unidades hospitalares pĂşblicas. Se temos recursos humanos, temos equipamento e massa crĂ­tica que nos permite avançar para essa resposta, chegou a hora de o fazermosâ€?.

Sub-sistemas de Saúde ADSE (C | CIR | MCDT); ADMG (C | CIR | MCDT); IASFA (C | CIR | MCDT); PSP - SAD (C | CIR | MCDT); PT-ACS (C | CIR | MCDT); Sams - Centro (C | CIR | MCDT); Sams - Quadros (C | CIR | MCDT); Sams - SIB (C | CIR | MCDT); Serviços Sociais da CGD (C | CIR | MCDT)

Sub-sistemas de Saúde ACP (C | CIR | MCDT); Açoreana (C | CIR | MCDT); AdvanceCare (C | CIR | MCDT); Allianz (C | CIR | MCDT); Allianz Saúde (C | CIR | MCDT); Axa (C | CIR | MCDT); Fidelidade Mundial (C | CIR | MCDT); Future Healthcare (C | CIR | MCDT); Generali Seguros (C | CIR | MCDT); Groupana (C | CIR | MCDT); Liberty Seguros (C | CIR | MCDT); Lusitania (C | CIR | MCDT); Macif (C | CIR | MCDT); Maphre (C | CIR | MCDT); MÊdis (C | CIR | MCDT); Montepio Geral (C | CIR | MCDT); Multicare (C | CIR | MCDT); Ocidental Seguros (C | CIR | MCDT); Sãvida (C | CIR | MCDT); Tranquilidade (C | CIR | MCDT); TRUST (C | CIR | MCDT); Victoria Seguros (C | CIR | MCDT); Zurich (C | CIR | MCDT)

O SPINE CENTER ĂŠ liderado pelo mĂŠdico ortopedista LuĂ­s Teixeira

Cirurgias - Com a cirurgia minimamente invasiva os doentes têm menos dor, cicatrizes cirúrgicas mais estÊticas, mais råpida recuperação funcional e em consequência apresentam um mais råpido regresso às suas atividades normais.

Exames complementares - Em parceria com a Sanfil Medicina, o SPINE CENTER tem ao dispor dos seus utentes os mais avançados meios complementares de diagnóstico e tratamento

Tratamentos - Pela complexidade e pluridisciplinaridade de que se reveste a patologia da coluna vertebral, o doente serĂĄ sempre avaliado na sua vertente psicossomĂĄtica e conforme a necessidade de cada caso.

O-ARM

Mais de 70 por cento dos doentes sĂŁo de fora do concelho

Primeiro sistema de cirurgia por neuronavegação em Portugal

Entre os maiores e os melhores

Desde Julho de 2013 que o SPINE CENTER - SANFIL MEDICINA ĂŠ a primeira e Ăşnica unidade de coluna a nĂ­vel nacional com um sistema de imagiologia 3D intra-operatĂłria com cirĂşrgia por neuronavegação. O sistema ĂŠ utilizado no tratamento cirĂşrgico Ă  coluna e fornece imagens intraoperatĂłrias multidimensionais completas – imagens 3D em tempo real e vĂĄrios SODQRVLPDJHQVHP'HLPDJHQVSRUĂ XRURVFRSLD² sem que o doente tenha de sair do bloco operatĂłrio. AtravĂŠs destas imagens completas, os neurocirurgiĂľes e ortopedistas podem visualizar a anatomia do doente na posição cirĂşrgica, monitorizar o status da ciUXUJLDHYHULĂ€FDUDVDOWHUDo}HVDQDWyPLFDVGRGRHQWHHP O O-ARM ĂŠ um sistema utilizado no tratamento LPDJHQVYROXPpWULFDVHP'QRĂ€QDOGDLQWHUYHQomR cirĂşrgico Ă  coluna que fornece imagens De acordo com LuĂ­s Teixeira, “este sistema permite intraoperatĂłrias multidimensionais completas a obtenção de imagens multidimensionais em cerca de 30 segundos e, conjugando estas imagens com a tecnologia mais avançada do mundo em navegação corporal, com procedimentos menos invasivos, os tempos de as intervençþes sĂŁo feitas com os mais elevados nĂ­veis recuperação dos doentes sĂŁo mais rĂĄpidos e obtĂŞm-se de segurança, menor tempo operatĂłrio e em conjugação melhores resultadosâ€?.

Segundo o responsĂĄvel do SPINE CENTER, a integração desta Unidade no grupo SANFIL Medicina tem sido muito importante, “nĂŁo sĂł na aquisição de equipamentos, mas tambĂŠm nas parcerias e acordos estabelecidos com diversas entidades, o que tem permitido alavancar este tipo de projectoâ€?. “Temos hoje ao dispor dos utentes do SPINE CENTER todos os meios complementares de diagnĂłsticos, tais como: AnĂĄlises ClĂ­nicas, RX Digital, TAC Multicorte, Ressonância MagnĂŠtica, Oste-

odensitometria Óssea e Electromiografia, sendo possível realizar todos estes exames de imediato no momento da consulta�. Este aspecto tem sido importante atendendo que mais de 70 por cento dos doentes que recorrem a esta unidade são de fora do concelho de Coimbra, sendo necessårio ter os meios necessårios para a råpida obtenção de um diagnóstico. Com mais de 400 cirurgias e mais de 3 000 consultas por ano, esta unidade Ê jå uma das maiores unidades de coluna do país e da Península IbÊrica.


VIII

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DiagnĂłstico de imagem

CLIMAG, modernidade com passado A CLIMAG – Clínica de Diagnóstico de Imagem, Lda. – tem na sua base uma história que remonta aos anos 30 do sÊculo passado. Muita coisa mudou, desde então. Mudou de nome, mudou de morada e atÊ de timoneiros. Só não mudou RSURÀVVLRQDOLVPRHDEXVca de excelência, traduzida em formação científica contínua. Henrique Vilaça Ramos, Margarida Martins, Filipe Caseiro Alves e Rui Borralho, quatro mÊdicos radiologistas com crÊditos firmados no domínio da Imagiologia, são os actuais sócios da clínica. Henrique Vilaça Ramos, professor catedråtico aposentado de Radiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (UC), foi, entre 1975 e 1998, o director da Clínica Universitåria de Imagiologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC). Sucedeu-o no cargo, Filipe Caseiro Al-

ves, tambÊm ele professor catedråtico de Imagiologia na UC. Recuando no tempo, a CLIMAG tem na sua origem o Consultório de Radiologia Dr. Guedes Pinto, aberto no início da Segunda Guerra Mundial, na Portagem, uma zona da cidade de Coimbra onde, à Êpoca, se situava grande parte dos consultórios mÊdicos. Ao mÊdico Guedes Pinto sucederam os mÊdicos António Fonseca e à lvaro Martins (tambÊm antigos directores do Serviço de Imagiologia dos HUC). Em 1957, ingressou o radiologista Telo de Morais e em 1968 foi a vez de Vilaça Ramos iniciar o seu contributo. Margarida Martins juntou-se-lhes em 1987 e Caseiro Alves em 1989, quando Telo de Måquina telecomandada para realização Morais abandonou a actide radiografias YLGDGH3RUÀPHQWURX5XL Borralho jå em meados dos anos noventa. no sentido da evolução da de esperar de um corpo clíA passagem de teste- clínica, nunca de estagna- nico comprometido com a munho tem sido um passo ção, e outra coisa não seria investigação e, consequen-

temente, com o progresso FLHQWtÀFR A Imagiologia constitui o paradigma das especialidades mÊdicas de base tecnológica e, por isso, Ê uma das åreas da Medicina que mais tem progredido em matÊria de novas tecnologias. Longe vão os tempos em que o radiologista revelava as chapas de raios-x, numa câmara escura, como faziam os fotógrafos, e o diagnóstico råpido levava o seu tempo... Hoje em dia, em plena era digital, a CLIMAG assegura diagnósticos na hora. Em 1987, a necessidade de alargar a oferta a novas valências levou à mudança para as actuais instalaçþes, ao fundo do Parque Dr. Manuel Braga. 0DPRJUDÀDGHQVLWRPHWULD óssea, radiologia panorâmica dentåria, ecografia, ecodoppler, ecocardiograÀD H JDODFWRJUDÀD UDGLRgrafia dos canais mamårios, importante para a des-

coberta de alguns cancros da mama em estado inicial) são exames possíveis na CLIMAG. Para alÊm dos quatro sócios, o corpo clínico tem, noutros lugares-chave, os mÊdicos Ana Paula Pinto (dedicada ao ecodoppler), Paula Cristina Avidago (mamografia), Luísa Teixeira HFRJUDÀD /XtV6HPHGRH Henrique Rodrigues (ecoJUDÀDDUWLFXODU H5XL3LUHV HFRFDUGLRJUDÀD  A qualidade dos seus serviços Ê largamente reconhecida, granjeando-lhe clientes de todo o País e a preferência dada por organismos estrangeiros, nomeadamente a nível de embaixadas. O corpo de colaboradores – tÊcnicas de radiologia, administrativos, etc – Ê de excelente qualidade, concitando o apreço dos que recorrem à CLIMAG, o que Ê comprovado pelos inquÊritos anónimos que esta clínica promove continuamente.

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Na regiĂŁo Centro

A IDEALMED tem acordos com os seguintes seguros e subsistemas de saĂşde

IDEALMED, o maior hospital privado Aberta ao público desde Maio de 2012, a IDEALMED – Unidade Hospitalar de Coimbra, o maior hospital privado da região Centro, dispþe da quase totalidade das valências clínicas (34), mÊdicas e cirúrgicas, estando estas organizadas em grupos de elevada competência. A estrutura hospital aposta na diferenciação e elevação da qualidade dos serviços prestados, mas garante um acesso acessível e transversal a toda a população, atravÊs dos acordos existentes, não apenas globalmente, enquanto unidade hospitalar, como tambÊm nas diversas estruturas autónomas que integram a IDEALMED. Em múltiplas åreas, esses acordos incluem, nomeadamente, a ADSE, as entidades seguradoras, os subsistemas de saúde e o Serviço Nacional de Saúde. Por outro lado, a IDEALMED desenvolveu o seu próprio sistema de acesso da população à estrutura, a baixo

custo e de grande comodidade, atravÊs dos planos de saúde IdealCare. As valências clínicas funcionam de forma integrada, sob a direcção clínica de Carlos Robalo Cordeiro. A unidade hospitalar dispþe de um Atendimento MÊdico Permanente, meios complementares de diagnóstico laboratoriais e de imagem de última geração, cinco blocos operatórios, duas salas de partos e unidades de recobro pós-operatório, três unidades de internamento – sendo uma de maternidade –, unidades de cuidados especiais, com seis camas de cuidados intermÊdios e duas camas de cuidados intensivos, entre outras åreas clínicas. De salientar que a IDEALMED possui ainda um Centro de Oncologia MÊdica e uma Unidade Forense de Perícias MÊdico Legais, com características únicas no país. O hospital privado aposta em recursos humanos al-

tamente qualificados, pois pretende ser reconhecido, não apenas pelos elevados padrþes WpFQLFRVHSURÀVVLRQDLVPDV sobretudo pelo retorno da população que a visita, pelo reconhecimento dos doentes que aqui procuram resposta aos seus problemas e tambÊm SHODFRQÀDQoDGHTXHPUHIHrencia os seus doentes ao seu cuidado. Num modelo inovador e dinâmico, a IDEALMED agrega valências clínicas e SURÀVVLRQDLVGHUHIHUrQFLDGD região que, pela sua experiência e know how reconhecido e comprovado, se associaram a um projecto de saúde altamente diferenciado com o objectivo de criar um cluster de excelência no sector da saúde. A unidade mÊdico-cirúrgica integra ainda um Centro de Formação e de Investigação Clínica, que inclui um moderno espaço de reuniþes e de partilha do conhecimento. A IDEALMED tem-se DÀUPDGRQDUHJLmRFRPRXP

JosĂŠ Alexandre Cunha ĂŠ o administrador executivo da IDEALMED

projecto de excelência em Coimbra e em toda a região Centro. Por mês, a unidade hospitalar realiza mais de 5 000 consultas de especialidades, 1 000 consultas no serviço de Atendimento MÊdico Permanente e 400 cirurgias. A IDEALMED apresenta-se como uma resposta integrada e abrangente no sector da saúde, sendo jå considerada um caso de sucesso. Esta representa um investimento de mais de 44 milhþes de euros, tendo todo o projecto sido construído sem qualquer apoio público. Este Ê o maior investi-

mento realizado em Coimbra nos últimos anos e um dos que mais contribuiu para elevar a empregabilidade no sector – emprega cerca de 450 pessoas. A maior unidade de saúde privada da região Centro ocupa uma årea total de 35 000 metros quadrados. A holding IDEALMED SGPS, SA Ê constituída pelas empresas: IDEALMED UHC SA, IDEALMED UHC Serviços Clínicos SA, Ideal Clinical Software SA, IDEALMED R&D, Imacentro Imagiologia MÊdica SA, Faria Pais Lda e IDEALMED Ponte Galante SA.

A Previdência Portuguesa ADSE Advance Care Allianz Saúde Assist-Card ASSP Cares Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados Future Healthcare Idealcare ISP Lusitânia Medicare MEDIS Multicare RNA SAMS Centro SAMS/SIB Servimed Sindicato dos Funcionårios Judiciais SNS (Anålises Clínicas) SNS (Imagiologia) SSCGD TK Tranquilidade

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- Ortopedia Geral

Marcação de Consultas: IDEALMED - Unidade Hospitalar de Coimbra Circular Externa de Coimbra - COIMBRA - Telef.: 239 096 900 SANFIL - Casa de Saúde Santa Filomena Avenida Navarro, 8 - Coimbra - Telem.: 938 632 436

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AntĂłnio Fernandes Costa MĂŠdico Ortopedista

- Cirurgia mini-invasiva de joanetes e outras deformidades do pĂŠ sem internamento


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Quarto maior grupo do sector a nĂ­vel nacional

SANFIL celebra 60 anos na senda do crescimento A SANFIL completa em Dezembro próximo seis dÊcadas de actividade. Uma clara lógica de proximidade às populaçþes, aliada à vontade de lhes proporcionar mais serviços e cuidados de saúde de qualidade, fez com que este projecto tenha crescido, de forma acentuada, sobretudo nos últimos anos. A clínica presta um serviço de excelência e tenta sempre ter os melhores mÊdicos e equipas auxiliares. Ao longo dos anos isso foi-se acentuando, cada vez mais, e a SANFIL tem vindo a acompanhar a evolução da medicina, investindo fortemente em novos equipamentos tal como o sistema robótico de cirurgia Da Vinci ou o sistema de neuronavegação O-armŽ, o que lhe permite estar na vanguarda das tÊcnicas da medicina mais avançadas do mundo. O robô Da Vinci realiza cirurgias minimamente invasivas, que tem como principais vantagens o facto de se fazer apenas duas pequenas incisþes no corpo humano e de garantir uma precisão do movimento cirúrgico muito superior ao da cirurgia convencional. Com este tipo de intervenção, o doente tem menos dor, menos complicaçþes e, à partida, um

período de recuperação mais råpido. Por outro lado, hå cirurgias que se tornam possíveis porque o robô faz o movimento de 360º da mão. Actualmente, este tipo de cirurgia Ê muito utilizada nos Estados Unidos e em grande parte dos países desenvolvidos da Europa devido aos resultados que são, necessariamente, melhores. Jå o O-armŽ Ê utilizado fundamentalmente na cirurgia da coluna e fornece imagens intraoperatórias multidimensionais completas – imagens em 3-D em tempo real e em vårios planos, imagens em 2D e imagens por à XRURVFRSLD²SHUPLWLQGRDR cirurgião maior precisão na cirurgia, o que Ê fundamental, por exemplo, na colocação de implantes. Ou seja, realça o responsåvel, este sistema tem a grande vantagem de manter um nível de qualidade sempre elevado em toda e qualquer cirurgia. A medicina tem evoluído imenso do ponto de vista da tecnologia, sendo disso tambÊm exemplo a Medicina Nuclear (que no grupo estå na Diaton), mas tambÊm em termos de Imagiologia – TAC, ressonâncias magnÊticas, eco-

O objectivo Ê ter dimensão para compensar a constante redução das margens de lucro que se tem assistido no sector. A dimensão Ê essencial para se ter capacidade de negociação com os fornecedores e para adquirir este tipo de equipamentos que tornam as cirurgias e tratamentos apetecíveis. A única solução para manter as unidades de saúde viåveis do ponto de vista financeiro Ê crescer, A SANFIL Ê actualmente o quarto maior grupo de saúde do país apostando simultaneamente numa gestão altamente prografos, entre outros equipa- a Urgicentro, num serviço diagnóstico, que possui ainda ÀVVLRQDOHFDSD] A SANFIL vai continuar mentos... –, que permitem ao de atendimento urgente 24 unidades a funcionar em Leia concentrar-se em si própria e doente fazer todos os exames horas, que tambÊm existe ria, Aveiro e Viseu. Com esta aquisição, o a seguir o seu caminho, sendo complementares de diagnósti- no Centro Hospitalar de S. grupo, que detÊm vårias ou- certo que a estratÊgia passa, co na hora. Francisco. O grupo Ê composto Este Ê um serviço de tras entidades na região, re- a curto prazo, tambÊm pela por cerca de 20 unidades qualidade que tem sido pro- força não só a sua presença aposta no turismo de saúde. A SANFIL tem acordos de saúde, entre os quais se curado por pessoas que têm no sector privado de saúde da contam dois hospitais: a Casa vidas muito ocupadas e que zona Centro, mas tambÊm no com todos os subsistemas de Saúde Santa Filomena (na precisam de ver os seus pro- panorama nacional, assumin- de saúde e companhias seguavenida Emídio Navarro) blemas resolvidos muito ra- do um dos lugares cimeiros radoras a actuar em Portugal em número de valências e e realiza todos o tipo de cie o Centro Hospitalar de S. pidamente. A SANFIL tornou-se re- volume de negócios. rurgias, com excepção das Francisco, em Leiria. Primeiro o grupo cres- cardiotoråcicas e transplantes. O grupo opera em Coim- centemente no quarto maior 1RÀQDOGRDQRD6$1bra, Leiria, Alcobaça, Pombal, grupo de saúde do país, após ceu de forma orgânica e só Viseu e Aveiro, dispondo ain- adquirir o Centro Hospitalar posteriormente começou a FIL completarå 60 anos, feida de uma rede de parcerias de S. Francisco, unidade hos- fazer aquisiçþes, que o ano tos de uma longa caminhada com policlínicas na região pitalar privada com mais de passado culminaram com marcada, sobretudo, por um a inclusão de duas grandes contributo de relevo para o Centro, nomeadamente na 30 anos. Jå o ano passado, a SAN- unidades que têm um peso aumento da oferta de serviGuarda, Viseu, Cantanhede FIL comprou a Diaton, enti- PXLWRVLJQLÀFDWLYRQRJUXSR ços de saúde e de cuidados e Moimenta da Beira. Recentemente, a SAN- dade de referência em Coim- que Ê o Centro Hospitalar de mÊdicos do sector privado às populaçþes. FIL abriu, em parceria com bra em meios auxiliares de S. Francisco e a Diaton. Tecnologia de ponta

Sector privado destaca-se na cirurgia mini-invasiva Serviço Nacional de Saúde, Ê a cirurgia mini-invasiva ou percutânea do pÊ. Esta constitui XPDYDQoRPXLWRVLJQLÀFDWLYR no tratamento das deformidades do pÊ e muito especialmente das deformidades da parte anterior (antepÊ). Segundo António Fernandes Costa, este tipo de cirurgia permite o tratamento

da maioria das deformidades do pÊ, actuando apenas sobre a zona afectada, atravÊs de orifícios – de cerca de dois milímetros – que habitualmente se fecham com um só ponto. Este tipo de intervenção Ê, por exemplo, especialmente indicada no tratamentos de doentes diabÊWLFRV TXH WrP GLÀFXOGDGHV

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A ARTE do CUIDAR... ...em sua casa ‡(QIHUPDJHP ‡$FRPSDQKDPHQWRD&RQVXOWDV ‡6D~GH2FXSDFLRQDO ‡$FRPSDQKDPHQWR1RFWXUQR ‡&XLGDGRVGH+LJLHQHH&RQIRUWR3HVVRDO ‡*DUDQWLUR$FHVVRD&XLGDGRVGH6D~GH ‡&XLGDGRV3yV$OWD+RVSLWDODU ‡$SRLRD'RHQWHVFRP$O]KHLPHU HRXWUDV'HPrQFLDV ‡3UHSDUDomRH$GPLQLVWUDomRGH0HGLFDomR ‡$FRPSDQKDPHQWRHP6LWXDo}HV GH(PHUJrQFLD ‡)LVLRWHUDSLD ‡)RUPDomRDR&XLGDGRUH)DPtOLD

AlvarĂĄ n.Âş 03/2011 6HJ6RFLDOGH&RLPEUD

por consequente, as probabilidades de infecção e necrose da pele sĂŁo “praticamente inexistentesâ€?. As patologias mais frequentes, cujo tratamento ĂŠ possĂ­vel atravĂŠs da cirurgia mini-invasiva ou percutânea sĂŁo, entre outras, os joanetes, dedos em martelo, dedos em garra, desvios de dedos e metatarsalgias. Desde que introduziu a cirurgia em Coimbra, hĂĄ sete anos, AntĂłnio Fernandes Costa jĂĄ operou cerca de 2 000 pacientes, oriundos nĂŁo sĂł de Norte a Sul do paĂ­s como do estrangeiro, como seja Ă?ndia, Brasil, Irlanda e SuĂŠcia. Esta cirurgia, adianta, ĂŠ bastante utilizada em Es-

panha – onde aprendeu e treinou estas tĂŠcnicas –, mas no resto da Europa a sua implementação ainda estĂĄ bastante embrionĂĄria. AntĂłnio Fernandes Costa nĂŁo tem, no entanto, dĂşvidas que o futuro da medicina passa pela cirurgia nĂŁo invasiva, com claras vantagens para o paciente, atĂŠ porque, frisa, “as hipĂłteses de complicaçþes sĂŁo extremamente menores e a comodidade QR SyVRSHUDWyULR p VLJQLĂ€cativaâ€?. AntĂłnio Fernandes Costa ĂŠ mĂŠdico ortopedista, actualmente dedicado apenas Ă  medicina privada, atravĂŠs da ClĂ­nica do PĂŠ (que opera na 6DQĂ€OH,GHDO0HG 

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Rua de Olivença | Edifício Topåzio - N.º 21 - 3.º Andar - Sala 312 - 3000-306 Coimbra Telef.: 239 832 361 | Telem.: 910 512 115 - saude@celulaviva.com | www.celulaviva.com

acrescidas de cicatrização. “Esta ĂŠ uma cirurgia nĂŁo invasiva e como tal ĂŠ uma cirurgia Ăştil nos casos do pĂŠ diabĂŠtico, porque as cirurgias tradicionais nos diabĂŠticos sĂŁo alvo de muitas complicaçþesâ€?, nota AntĂłnio Fernandes Costa, adiantando que no caso do pĂŠ diabĂŠtico sĂŁo muito comuns as ulceras de pressĂŁo. A cirurgia mini-invasiva ou percutânea em geral ĂŠ em ambulatĂłrio, mas, sublinha o especialista, no caso de um pĂŠ diabĂŠtico pode ser necessĂĄrio internamento. As hipĂłteses de complicaçþes, realça AntĂłnio )HUQDQGHV&RVWDVmRtQĂ€PDV dado que as incisĂľes sĂŁo de extremamente pequenas e,

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Para se demarcar do sector público e oferecer um serviço diferenciado, o sector privado de saúde tende a liderar nos avanços tecnológicos na årea da medicina, contribuindo sobremaneira para o aumento da satisfação no sector. Exemplo paradigmåtico de um tratamento inovador, e ainda pouco recorrente no


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DE OUTUBRO DE 2013 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

EXCELÊNCIA DA SAÚDE PRIVADA EM COIMBRA XI www.campeaoprovincias.pt

A unidade médico-cirurgica é especializada na área da Oftalmologia

A Clínica realiza todo o tipo de exames complementares de diagnóstico oftalmológicos

A unidade está dotada de equipamentos de última geração

Unidade médico-cirurgica de referência

CLÍNICA OFTALMOLÓGICA JOAQUIM MIRA e SANFIL MXQWDVQDHÀFLrQFLDGDFLUXUJLDRIWDOPROyJLFD Com mais de 20 anos a CLÍNICA OFTALMOLÓGICA JOAQUIM MIRA é uma unidade médico-cirúrgica especializada na área de estudo, tratamento e cirurgia das doenças dos olhos. As instalações amplas e bem apetrechadas incluem cinco gabinetes de consulta, três gabinetes de Exames Complementares e Lasers para o tratamento de algumas doenças da retina e cataratas secundárias. Possui também um Bloco Operatório vocacionado para a Cirurgia por Laser Excimer – Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo. Pessoas com miopia estável entre os 20 e 50 anos com menos de 8 dioptrias e que necessitam de óculos para verem bem a distancia poderão ser operadas nesta clinica médico-cirúrgica e passarem a ver bem sem necessitar de óculos. A técnica de correção da miopia é pouco invasiva, porque atua só na superfície ocular, usa o Laser Excimer para moldar a córnea,

no sentido de permitir ver bem, na maioria dos casos, sem óculos. A CLÍNICA OFTALMOLÓGICA JOAQUIM MIRA trabalha em parceria com a SANFIL (Casa Saúde de Santa Filomena). Ambas instituições procuram a PHOKRUHÀFLrQFLDQDFLUXUgia oftalmológica, sendo que é na SANFIL que o cirurgião Joaquim Mira com outros Médicos Oftalmologistas operam os pacientes com Catarata, Glaucoma, Descolamento da Retina, correção de Altas Miopias com implante de lente intraocular entre outras patologias. “Somos essencialmente uma clínica virada para a cirurgia ocular”, nota Joaquim Mira, cirurgião com mais de 25 anos de experiência, que já realizou mais de meia centena de milhar de cirurgias oculares. O olho possui uma lente, o cristalino, que permite ver bem ao longe e ao perto. O cristalino quando opaciÀFDFKDPDVHFDWDUDWD-RD-

quim Mira na Cirurgia da Catarata, utiliza anestesia local praticamente sem dor e implanta, quando esta indicado, lentes multifocais, que também corrigem o astigmatismo quando existir, SDUD TXH R GRHQWH ÀTXH D ver bem ao longe e ao perto sem ter de usar óculos na maioria das tarefas. “Já a correção das chamadas Altas Miopias – entre 7 e 25 dioptrias – pode ser feita com anestesia local ou geral, através da colocação de diferentes tipos de lentes intraoculares”, refere Joaquim Mira, tendo sido implantadas na SANFIL mais de um milhar destas lentes. Diabetes Ocular, Glaucoma, Degenerescência Macular Relacionada com a Idade são outras das patologias oftalmológicas comuns na sociedade portuguesa. O Glaucoma é uma doença evolutiva, sem queixas, em que os doentes podem perder progressiva e silenciosamente a visão. Esta patologia é comum sobretudo a partir dos 45 anos,

Instalações: Quinta de Voimarães, R S Teotónio Lote 12 junto aos HUC

A unidade médico-cirúrgica é liderada por Joaquim Mira

razão porque o especialista aconselha a ida regular ao oftalmologista a partir desta idade, para despiste desta e de outras doenças. “Quando já não é possível controlar o Glaucoma com colírios (gotas), as pessoas podem ser operadas na tentativa de evitar a cegueira”, observa ainda que efetua a cirurgia ao glaucoma, na maioria das pessoas, com anestesia local sem dor. No caso dos doentes diabéticos mal controlados, é comum aparecerem lesões na retina que podem levar a cegueira. O bom controlo da diabetes e da obesidade é a única maneira de evitar a progressão da doença na retina e evitar maior perda da visão. Quando os diabetes já afetarem os olhos, as lesões podem ser tratadas com laser ou injeções intraoculares. O doente diabético deve ser observado com

frequência em consulta de oftalmologia. A Degenerescência Macular Relacionada com a Idade é uma das principais causas de cegueira em pessoas com mais de 60 anos. O seu reconhecimento e estudo em consultas de oftalmologia e posterior tratamento com injeções intraoculares pode evitar a perda da visão nestes doentes Na CLÍNICA OF. J. MIRA trabalham diariamente vários Oftalmologistas. - Tem convenções com quase todos os Sistemas de Saúde (PSP, ADMG, EDP, CGD, SAMS, MEDIS, MULTICARE, ADVANCE CARE etc.) - Realiza todo o tipo de exames complementares de diagnóstico oftalmológico, uma vez que está dotada com todos os equipamen-

tos: 2 OCT (um para o estudo da retina e outro para o estudo da córnea e segmento anterior do olho), Angiografo, Tomógrafo Galilei, Orbscan, Microscopia Especular, Aberrometro, Campos Visuais, (FRJUDÀD 2FXlar, IOL Master, RetinoJUDÀD, Paquimetria, entre outros. - Outras Especialidades. Além da especialidade em Oftalmologia, a unidade médico-cirúrgica dispõe ainda de consultas de Medicina Interna, Obesidade, Nutrição Clínica e outras. A CLÍNICA OF. J. MIRA em Coimbra (Quinta de Voimarães, R. de São Teotónio, Lote 12 R/c) está aberta de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 20h00. A Clínica possui também uma Policlínica na Batalha e outra em Ourém.


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EXCELĂŠNCIA DA SAĂšDE PRIVADA EM COIMBRA 03 QUINTA-FEIRA

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Rede privada ajuda a colmatar as incapacidades do SNS ISABEL DE JESUS OLIVEIRA*

O investimento privado no sector da saúde tem aumentado em Portugal nos últimos anos. Esta tendência encontra, de igual modo, paridade em Coimbra. A conjuntura sócio-económica tem subtraído alguma capacidade de resposta ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), propiciando o crescimento da iniciativa privada. Num sector onde deve sempre prevalecer a deontologia SUR¿VVLRQDOSDUHFHQRVPXLWRLPSRUWDQWHVXEOLQKDUDSHUWLQrQFLD da necessidade de primar pela qualidade dos cuidados prestados, bem como a segurança dos mesmos – pressupostos båsicos que devem orientar as intençþes de qualquer instituição prestadora de cuidados de saúde. De salientar que consideramos imprescindível que a gestão da oferta de cuidados de saúde a e acessibilidade aos mesmos, continuam a ser responsabilidade do estado, atravÊs do SNS. Assim, em todos os contextos em que o mesmo não disponibiliza, atempadamente, um conjunto de serviços e cuidados necessårios, MXVWL¿FDVHDUHVSRQVDELOLGDGHVRFLDOGDUHGHSULYDGDQRVHQWLGR GHFROPDWDUDVLQFDSDFLGDGHVGR616WHPSRUiULDVRXGH¿QLWLYDV Um bom exemplo da função social do privado Ê a Medicina Dentåria. A sua escassa presença no SNS confere ao privado a responsabilidade da quase totalidade da prestação de cuidados dentårios em Portugal. O sector público estå em larga escala associado à formação VXSHULRUGHSUR¿VVLRQDLVGHVD~GHHjFRPSRQHQWHGHLQYHVWLJDomRRTXHOKHFRQIHUHXPDJUHJDGRGHFRQKHFLPHQWRV FLHQWt¿FRVHWpFQLFRVDRFRQMXQWRGHWRGRVRVVHXVSUR¿VVLRQDLV difícil de reproduzir no âmbito privado. A atractividade do domínio privado Ê, tambÊm, inerente à LQWHUHVVDQWHRIHUWDGHVHUYLoRVKRWHOHLURVHRXWURVFRPSOHPHQtares, como Ê o caso da årea da beleza e estÊtica, muitos deles não disponíveis no sector público. $RVSUR¿VVLRQDLVQHVWHFDVRHPSDUWLFXODUDRVHQIHUPHLURV exige-se, independentemente do local de exercício, o mesmo respeito pelo código deontológico que os rege, dedicação e pro¿VVLRQDOLVPRH[LJrQFLDSDUDDIRUPDomRFRQWtQXDHFRQGLo}HV IDYRUiYHLVSDUDRGHVHQYROYLPHQWRGDSUR¿VVmRHUHVSRVWDjV necessidades de todos os utentes. &DEHj2UGHPGRV(QIHUPHLURVUHJXODUHDFRPSDQKDUR exercício de todos os enfermeiros, sem excepção, no sentido de garantir aos cidadãos cuidados de enfermagem de qualidade. (*) Enfermeira, presidente do Conselho Directivo Regional da Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros

DE OUTUBRO DE 2013 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

Centro CirĂşrgico de Coimbra

O ĂŞxito estĂĄ no sucesso dos doentes

O Centro Cirúrgico de Coimbra tem a Oftalmologia como especialidade-âncora

A Oftalmologia ĂŠ uma especialidade que teve e tem um lugar estratĂŠgico no Centro CirĂşrgico de Coimbra, mas as estruturas criadas rapidamente atraĂ­ram outras especialidades mĂŠdicas. A casa “mĂŁeâ€? cresceu e o Centro CirĂşrgico de Coimbra mudou. HĂĄ apenas uma regra que se mantĂŠm imutĂĄvel: a segurança dos doentes ĂŠ uma preocupação mĂĄxima, seguindo cĂłdigos e condutas inquebrĂĄveis. “Procuramos fazer sempre o melhor pelo doente, porque temos a certeza que sĂł podemos ter sucesso se as pessoas reconhecerem que foram aqui tratadas de uma forma diferenciada. O ĂŞxito

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do Centro Cirúrgico de Coimbra Ê o sucesso dos doentes�, explica António Travassos, administrador executivo do Centro Cirúrgico de Coimbra e cirurgião oftalmologista. A Oftalmologia Ê uma especialidade com um lugar estratÊgico no Centro Cirúrgico de Coimbra, pelo desempenho visionårio de querer fazer diferente, mas tambÊm porque foi abrindo caminho a novos håbitos de trabalho. Dar memória futura (documentando) a todos os casos clínicos que passam pela Oftalmologia do Centro Cirúrgico de Coimbra Ê um håbito jå enraizado. Esta Ê uma unidade de saúde privada de excelência, focada na saúde e bem estar do doente. Os mÊdicos procuram sempre o melhor diagnóstico, tendo ao seu dispor a melhor tecnologia, para conseguirem captar o que o olho humano não vê, os melhores meios de diagnóstico e dispositivos mÊdicos – as próteses ou os implantes – de qualidade, a mesma que Ê exigida aos parceiros que lidam diariamente com o Centro Cirúrgico de Coimbra. No Centro Cirúrgico de Coimbra, os mÊdicos especialistas estão rodeados peORVPHOKRUHVSURÀVVLRQDLV nas mais variadas åreas e, juntos, conseguem alcançar

XPUHVXOWDGRĂ€QDOHPTXH ĂŠ visĂ­vel o respeito pela vida de qualquer ser humano. “E tudo isso sĂł ĂŠ possĂ­vel se a segurança do doente for designada como prioridade mĂĄximaâ€?, assegura AntĂłnio Travassos. A garantia dessa mesma segurança pode começar no simples trabalho de manutenção, passando pela higienização mas, porque se trata de um Centro CirĂşrgico, inclui necessariamente a vivĂŞncia e os cuidados prĂłprios inerentes a um bloco operatĂłrio, neste caso, com preocupaçþes de segurança reforçada. A adesĂŁo Ă  checklist cirĂşrgica hĂĄ jĂĄ trĂŞs anos veio reforçar a preocupação e rotina diĂĄria inerente a uma cultura de segurança. E se antes havia a ideia de que a segurança cirĂşrgica chegava a todos os doentes agora, hĂĄ a certeza de que a cirurgia segura ĂŠ garantida a todos. A checklist entrou na rotina diĂĄria em ĂĄreas como a aviação ou a energia nuclear hĂĄ jĂĄ algum tempo e foi esse mesmo exemplo de cultura de segurança que o Centro CirĂşrgico de Coimbra quis trazer para as salas de cirurgia, seguindo e aplicando as recomendaçþes da Organização Mundial de SaĂşde (OMS). O rigor, a segurança e a procura constante pelo que

Ê o melhor para o doente são peças chave de uma ÀORVRÀDTXHVDLXGDWHRULD e se transformou numa pråtica diåria de um qualquer dia-a-dia vivido no Centro Cirúrgico de Coimbra. Especialidades e actividades clínicas

Angiologia e Cirurgia Vascular Cardiologia Cardiologia pediåtrica Cirurgia geral (e cirurgia Bariåtrica) Cirurgia maxilo-facial Cirurgia pediåtrica Dermatologia Endocrinologia Gastroenterologia (e endoscopia digestiva) Ginecologia/Obstetrícia Imagiologia (e Radiologia de intervenção) Imuno-alergologia Medicina de Reprodução Medicina Interna Neurocirurgia Neurologia Neurorradiologia Nutricionismo Oftalmologia Ortopedia Otorrinolaringologia Pediatria Pedopsiquiatria Pneumologia Psicologia clínica Psicologia de Desenvolvimento Psiquiatria Terapia da fala Urologia

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QUINTA-FEIRA

DE OUTUBRO DE 2013 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

EXCELĂŠNCIA DA SAĂšDE PRIVADA EM COIMBRA XIII www.campeaoprovincias.pt

Casa de SaĂşde “Coimbraâ€?

A mais antiga unidade de saĂşde privada da cidade A Casa de SaĂşde “Coimbraâ€?, resultado de um projecto ambicioso que teve origem na ajuda aos mais idosos e carenciados, ĂŠ a unidade de saĂşde privada mais antiga de Coimbra. Integrada na fundação de solidariedade social, hoje, denominada Casa de Repouso de Coimbra, esta unidade hospitalar oferece um conjunWRGLYHUVLĂ€FDGRGHYDOrQFLDV mĂŠdicas e cirĂşrgicas e meios complementares de diagnĂłstico transversais Ă s mais diversas especialidades. A Casa de SaĂşde “Coimbraâ€?, tambĂŠm conhecida por “ClĂ­nica da Sofiaâ€?, ĂŠ uma unidade hospitalar do sector social e de tipo polivalente, tanto em ambulatĂłrio como internamento. Alia uma forte componente tĂŠcnica aos mais elevados padrĂľes de personalização e humanização dos cuidados a prestar, uma e outros determinantes do absoluto respeito pela dignidade e bem-estar dos doentes. Para tanto, para alĂŠm da permanente actualização de meios e equipamentos, a Casa

de SaĂşde “Coimbraâ€? age no dia-a-dia sobre o potencial formativo de todos os colaboradores, por forma a garantir as FRPSHWrQFLDVRUJDQL]DFLRQDLV que a distingam como entidaGHTXHUHWULEXLDFRQĂ€DQoDH corresponde Ă s expectativas de quantos a procuram. No âmbito da clĂ­nica mĂŠdica, a Casa de SaĂşde “Coimbraâ€? dispĂľe de um serviço de atendimento geral (entre as 09h00 e as 21h00, nos dias Ăşteis), com mĂŠdicos de medicina geral e familiar em regime presencial, para alĂŠm de um serviço de atendimento especializado em sinistros de trabalho, acidentes escolares e medicina desportiva. Disponibiliza, ainda, consultas externas, nomeadamente, de Acupuntura, Cardiologia, Diabetes e Nutrição, no âmbito do Projecto DOCMC (Diabetes e Obesidade, ClĂ­nica MĂŠdica e CirĂşrgica), Gastrenterologia, Hematologia ClĂ­nica, Medicina do Idoso, Oftalmologia, Ortopedia e Urologia. No âmbito da clĂ­nica cirĂşrgica, por via de um bloco operatĂłrio com quatro salas,

que inclui uma ĂĄrea de recobro cirĂşrgico, a Casa de SaĂşde “Coimbraâ€? tem disponibilidade para, seja em regime de tratamento ambulatĂłrio seja de internamento num dos seus 32 quartos, prestar cuidados nas seguintes especialidades: Anestesiologia, Cirurgia Geral, Cirurgia PlĂĄstica e Reconstrutiva, Cirurgia Vascular, Dermatologia, Ginecologia, Neurocirurgia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia e Urologia. Diferenciação na ĂĄrea geriĂĄtrica

A Casa de Repouso de Coimbra desenvolve a sua DFWLYLGDGHHPWRUQRGHWUrV eixos estratĂŠgicos: 1) Protecção social Ă  população idosa e dependente, sedimentada na actividade de um conjunto de equipamentos e serviços sociais – lar de idosos, centro de dia, centro de noite, serviços de apoio domiciliĂĄrio, centro de acolhimento temporĂĄrio H FHQWUR GH HPHUJrQFLD VRcial; 2) Actividade em SaĂşde desenvolvida atravĂŠs da Casa de SaĂşde “Coimbraâ€?; 3) Cui-

Casa de SaĂşde “Coimbraâ€? estĂĄ localizada na rua da Sofia

dados continuados integrados garantidos por uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Saúde e Apoio Social, tipologicamente enquadrada nas unidades de internamento de mÊdia duração e reabilitação previstas na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados. Atendendo à própria vocação social, a instituição entende ter condiçþes excepcionais para se diferenciar

na ĂĄrea da geriatria. “Neste momento, estamos a incrementar tal intervenção, que permitirĂĄ desenvolver um centro clĂ­nico especializado que, num ambiente de comodidade e segurança, garanta aos seus utilizadores cuidados de saĂşde por parte de equipas clĂ­nicas multidisciplinares, a realizar em Hospital de Dia ou em Hospital Residencial, os quais manterĂŁo como objectivo primordial atingir

os mais elevados padrĂľes de qualidade, segurança e disponibilidade institucional, pessoal e profissional no atendimentoâ€?, refere o administrador-delegado Costa Fernandes. “Aqui as pessoas, particularmente as pessoas idosas ou HPVLWXDomRGHGHSHQGrQFLD estarĂŁo bem, seja do ponto de vista hoteleiro seja do ponto de vista clĂ­nicoâ€?, remata Costa Fernandes.

A nĂ­vel mundial

Sector ainda tem potencial de crescimento A saúde foi um dos sectores que mais evoluíram nos últimos 40 anos em Portugal. O seu desenvolvimento implicou investimentos signiÀFDWLYRVHPUHFXUVRVÀQDQceiros, humanos e tÊcnicos e permitiu a generalização do acesso aos cuidados de saúde. O país passou a apresenWDULQGLFDGRUHVGHPRJUiÀFRV e de saúde compaginåveis com os dos países mais desenvolvidos.

A par desta evolução, as instituiçþes privadas assumiram um papel de crescente importância actuando nesta årea cada vez mais operadores e com maior dimensão. $VXDUHOHYkQFLDÀFDWDPbÊm associada à crescente procura de cuidados de saúde pela população sendo que, hoje em dia, uma percentagem relevante de consultas, exames e cirurgias Ê realizada em instituiçþes privadas.

O sector privado da saĂşde em Portugal tem registado XPFUHVFLPHQWRVLJQLĂ€FDWLYR nos Ăşltimos anos e ainda mantĂŠm potencial de crescimento, segundo o estudo “A SaĂşde em Portugal: A procura de cuidados de saĂşde privadosâ€?, da autoria da economista Ana de Almeida Eira. Entre os principais factores apontados pelo estudo para o crescimento do sector privado estĂĄ a elevada qualidade dos

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serviços dos hospitais privados, os importantes investimentos efectuados em tecnologias de ponta, o råpido crescimento do número de mÊdicos privados e o facto de os hospitais privados tambÊm terem passado a efectuar procedimentos complexos como bypass das artÊrias coronårias, tratamentos oncológicos ou a prestação de cuidados intensivos. O aumento dos cuidados GH VD~GH p XPD WHQGrQFLD

mundial e deve-se nĂŁo sĂł ao desenvolvimento tecnolĂłgico, mas tambĂŠm ao envelhecimento da população e ao aumento das expectativas dos consumidores. No sector da saĂşde pode, aliĂĄs, considerar-se que surgiu uma nova classe de clientes: pessoas bem informadas, que nĂŁo sĂŁo alvo da tradicional assimetria de informação entre doente e mĂŠdico, que “navegamâ€? na Internet e consultam

estatísticas de desempenho dos hospitais, dos planos de saúde e dos mÊdicos; que compram qualidade, preço e FRQYHQLrQFLDHTXDQGRYmRD XPDFRQVXOWDPpGLFDMiWrP em mente um diagnóstico e um tratamento preferencial. Em conclusão, os consumidores de cuidados de saúde estão cada vez mais informados e exigentes e menos dispostos a ceder o controlo sobre a sua saúde.

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XIV

EXCELÊNCIA DA SAÚDE PRIVADA EM COIMBRA 03 QUINTA-FEIRA

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Infecções nos dentes e na boca

Privado é prevalecente na saúde oral 6HKiiUHDHPTXHRVFLGDGmRVUHFRUUHPDRSULYDGR VLVWHPDWLFDPHQWHpQDVD~GH RUDO$SDUGDOLYUHHVFROKD GRVPpGLFRVGHQWLVWDVSHUPLWLGDSRUPXLWRVVXEVLVWHPDVGHVD~GHHFREHUWXUDV GHDSyOLFHVVHJXUDGRUDVKi TXH WHU HP FRQVLGHUDomR TXHpXPDUDULGDGHHQFRQWUDUHVWDHVSHFLDOLGDGHQXP FHQWURGHVD~GH &RQVHJXLUXPDPDUFDomRDWHPSDGDSDUDRGHQWLVWD QR 6HUYLoR 1DFLRQDO GH 6D~GH p GH WDO RUGHP LPSUDWLFiYHOTXHDUHJUDp RVSRUWXJXHVHVUHFRUUHUHP DRSULYDGR $SHVDUGHDVD~GHRUDO VHUXPDGDVGLPHQV}HVGD VD~GHJHUDOGRVLQGLYtGXRV H[SUHVVDQGRVHDRORQJRGH WRGRRFLFORGHYLGDR6HUYLoR1DFLRQDOGH6D~GHQmR WHPFDSDFLGDGHGHUHVSRVWD SDUDRJURVVRGDSRSXODomR SRUWXJXHVD 2 3ODQR 1DFLRQDO GH 6D~GHUHFRQKHFHHVWDODFXQDHDVVLQDODTXH DSUHYDOrQFLDGDVSULQFLSDLV SDWRORJLDV RUDLV FRQWLQXD D DSUHVHQWDU FULWpULRV SDUD TXH GHYD FRQWLQXDU D VHU FRQVLGHUDGDFRPRXPSUREOHPDGHVD~GHS~EOLFD 2 DXPHQWR GD HVSHUDQoD GH YLGD H D H[SHFWDWLYD GRV LQGLYtGXRV QD PDQXWHQomRGDVHVWUXWXUDV GHQWiULDV FRPR JDUDQWH GD VXD TXDOLGDGH GH YLGD

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DE OUTUBRO DE 2013 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

Serviços de apoio domiciliário

Uma necessidade cada vez mais premente O envelhecimento dePRJUiÀFRHDVDOWHUDo}HVQD HVWUXWXUD IDPLOLDU GD VRFLHGDGH SRUWXJXHVD VmR SRUYHQWXUD GRV IHQyPHQRV VRFLDLV PDLV UHOHYDQWHV GD DFWXDOLGDGH 2DXPHQWRGDHVSHUDQoD PpGLD GH YLGD UHSUHVHQWD XPDERDQRWtFLDSDUDRSDtV PDVWDPEpPXPGHVDÀR 3HVHHPERUDRVHQRUPHV SURJUHVVRV GDV FLrQFLDV GD VD~GHQDV~OWLPDVGpFDGDVR DXPHQWRGDORQJHYLGDGHID]VH QmRUDUDVYH]HVjFXVWDGDGHJUDGDomRGDTXDOLGDGHGHYLGD &XLGDGRV LQGLYLGXDOL]DGRVHSHUVRQDOL]DGRVQRGRPLFtOLRQDiUHDGDVD~GHVmR SRU LVVR XPD QHFHVVLGDGH FDGDYH]PDLVSUHPHQWHHHVVHQFLDOSDUDDPDQXWHQomRGD DXWRQRPLDLQGHSHQGrQFLDH TXDOLGDGH GH YLGD GDV SHVVRDV LGRVDV RX ÀVLFDPHQWH GHELOLWDGDV 'HIRUPDDJDUDQWLUXP VHUYLoRGHDSRLRGRPLFLOLiULR QDiUHDGDVD~GHGHTXDOLGDGHHVWDpXPDiUHDWXWHODGD SHOD6HJXUDQoD6RFLDO ´(VWDpXPDiUHDPXLWR HVSHFtÀFD H FRQVLGHUR TXH WHP GH WHU XPD IRUPDomR FRQFUHWD -XOJR TXH WRGR R WUDEDOKR QHVWD iUHD GHYH VHU GHVHQYROYLGR FRP VXSHUYLVmR GH HQIHUPDJHPµ GHIHQGH 5XL *LUmR HQIHUPHLURFRPPDLVGHDQRV

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Rui Girão é enfermeiro há mais de 30 anos

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