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Um indivíduo, acusado de co-autoria de um assalto a uma pastelaria de S. Martinho da Cortiça (Arganil), acaba de ser condenado a 45 meses de prisão efectiva, ficando no ar a sensação de que foi punido por ter confessado. Outro suposto co-autor do roubo foi absolvido; o terceiro encontra-se a monte. Vítor Manuel, que acabou por confessar haver ficado à porta, tinha contra ele uma reconstituição de factos e nada mais. Pågina 04 Associação mutualista

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Houve trĂŞs co-autores de roubo, mas apenas um condenado

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Pedro Vaz Serra, ex-presidente do Cube de EmpresĂĄrios de Coimbra e antigo quadro do BPP, acaba de ser subtraĂ­do, pelo Tribunal da Relação, ao risco de vir DVRIUHUXPDSHQDGHSULVmRHIHFWLYDPHGLDQWHĂ€[DomRGHXPF~PXORMXUtGLFR inerente a duas condenaçþes, apurou o “CampeĂŁoâ€?. PĂĄgina 03 34297

A Previdência Portuguesa, com sede em Coimbra, completou recentemente 86 anos e mantÊm viYRVRVIXQGDPHQWRVFRPTXHVXUJLXHFRPFRQÀDQoD QRIXWXUR2VREMHFWLYRVGDDVVRFLDomRPXWXDOLVWD são uma forma de protecção complementar da segurança social. Påginas 09 a 12

Tribunal da Relação subtrai Pedro Vaz Serra ao risco de sofrer prisão efectiva

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Pedro Vaz Serra, ex-presidente do Cube de EmpresĂĄrios de Coimbra e antigo quadro do BPP, acaba de ser subtraĂ­do, pelo Tribunal da Relação, ao risco de vir a sofrer uma pena de prisĂŁo HIHFWLYDPHGLDQWHĂ€[DomRGH um cĂşmulo jurĂ­dico inerente a duas condenaçþes, apurou o “CampeĂŁoâ€?. Caso transitasse em julgado uma punição por alegada violĂŞncia domĂŠstica, anteriormente aplicada ao economista, caberia ao tribunal de primeira instância fixar um cĂşmulo jurĂ­dico, porquanto o arguido havia sido condenado, por burla qualificada e falsificação de documento, a cinco anos de prisĂŁo, e houve lugar a suspensĂŁo da execução da pena por 60 meses. A avaliar pelos pontos de vista colhidos pelo nosso Jornal, o arguido correria o risco de vir a ser preso, na medida em que a suspensĂŁo da execução da pena sĂł ĂŠ possĂ­vel para uma punição atĂŠ cinco anos de cadeia. A angĂşstia inerente a eventual prisĂŁo efectiva desapareceu, agora, na medida em que o Tribunal

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da Relação absolveu o gestor da acusação de autoria de um crime de violência domÊstica, por que fora punido com 26 meses de cadeia, e condenou-o, por ofensa à integridade física simples e coacção, a uma multa de 1 260 euros (vide peça complementar). Estipula o Código Penal que hå lugar a punição com

uma Ăşnica pena “quando alguĂŠm tiver praticado vĂĄrios crimes antes de transitar em julgado a condenação por qualquer delesâ€?, sendo considerados para a medida de tal pena, em conjunto, os factos e a personalidade do agente. Se, como era a situação de Pedro Vaz Serra, depois de uma punição transitada em

MXOJDGR DGHEXUODTXDOLĂ€FDGD HIDOVLĂ€FDomRGHGRFXPHQWR  se mostrasse que o agente praticou, anteriormente Ă quela condenação, outro ou outros crimes, seriam aplicĂĄveis as regras da norma atrĂĄs citada. Ao MinistĂŠrio PĂşblico (MP), segundo o CĂłdigo de Processo Penal, cabe “colaborar com o Tribunal na

descoberta da verdade e na realização do Direito, obedecendo em todas as intervençþes processuais a critÊrios de estrita objectividade�. O MP, atravÊs do Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra, não deduziu acusação ao arguido. Pedro Vaz Serra foi sujeito a julgamento mediante

despacho de pronúncia do Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra, cujo teor foi reiterado pela Relação atravÊs das desembargadores Cacilda Sena e Elisa Sales. Embora não haja deduzido acusação, o MP pugnara pela manutenção da condenação do arguido por violência domÊstica.

-Xt]RVGHEUDQGRVFRVWXPHV Embora se trate de ex-cĂ´njuges (um do outro) HDDJUHVVmRD9HUD1XQHVWHQKDVLGRLQĂ LJLGD Condenado, em primeira instância, por violĂŞn- no domicĂ­lio comum, o Tribunal da Relação de cia domĂŠstica, a dois anos e dois meses de cadeia, Coimbra entende que “os factos apurados nĂŁo sĂŁo com suspensĂŁo da execução da pena, Pedro Vaz susceptĂ­veis de integrar o conceito de maus tratos Serra foi punido, agora, com pena de multa (1 260 fĂ­sicos ou psĂ­quicos a que alude o corpo do nÂş. 01 euros), por ofensa Ă integridade fĂ­sica simples e do artigo 152Âş. do CĂłdigo Penalâ€?. Para os desembargadores, inexistem factos que, coacção. O economista tambĂŠm estĂĄ condenado a “apreciados Ă  luz da vida em comumâ€?, inculquem indemnizar a ex-mulher,Vera Nunes, com 3 000 DYHULĂ€FDomRGHPDXVWUDWRVLQĂ LJLGRVjRIHQGLGD pelo ex-presidente do Clube de EmpresĂĄrios de euros, a tĂ­tulo de danos morais. Apesar da “manutenção da factualidade que Coimbra. Na Ăłptica dos juĂ­zes de segunda instância, havia sido dada como provada, nesta parte, e em- o arguido nĂŁo agiu com propĂłsito de humilhação, bora por fundamentos diversos (‌), consideramos desprezo ou especial desconsideração. Tratou-se, segundo a Relação, de um crime que, mesmo assim, assiste parcial razĂŁo ao arguido TXDQGRDĂ€UPDTXHWDOIDFWXDOLGDGHQmRSUHHQFKH de ofensa Ă  integridade fĂ­sica simples (bofetada, o crime de violĂŞncia domĂŠsticaâ€?, concluĂ­ram os empurrĂŁo e pontapĂŠs) e de um crime de coacção. Segundo os desembargadores, “nĂŁo hĂĄ factos juĂ­zes desembargadores LuĂ­s Coimbra e Isabel Silva. R.A.

FRQĂ€JXUDGRUHVGRYHUGDGHLURVHQWLGRGRV´PDXV tratosâ€? que atentassem / violassem aquele substracWRPDLVtQWLPRHVSHFtĂ€FRGDGLJQLGDGHGDSHVVRD humana para que se pudesse estar perante crime de violĂŞncia domĂŠsticaâ€?. Ainda assim, os juĂ­zes entendem que “o conjunto dos factosâ€? praticados pelo economista ĂŠ “expressivo de uma atitude de desconsideração e indiferença pelo respeito de valores essenciais da comunidade, como sejam a integridade fĂ­sica e a liberdade, demonstrando XPD GHĂ€FLHQWH LQWHULRUL]DomR GD LPSRUWkQFLD desses bens jurĂ­dicosâ€?. Onde os desembargadores falham ĂŠ ao dizer que Pedro Vaz Serra nĂŁo possuĂ­a antecedentes FULPLQDLVHVWDQGRHOHFRQGHQDGRHPGHĂ€QLWLYR SHORVFULPHVGHEXUODTXDOLĂ€FDGDHIDOVLĂ€FDomRGH documento.

CHUC

(QWLGDGH5HJXODGRUDLQYHVWLJD´ODSVRÂľQR6HUYLoRGH*LQHFRORJLD muito prioritĂĄrias ou com urgĂŞncias diferidas. No Serviço de Ginecologia, a proposta operatĂłria ĂŠ elaborada apĂłs “reuniĂŁo de decisĂŁo terapĂŞuticaâ€? e, em patologia oncolĂłgica, procede-se de imediato ao agendamento da cirurgia, dentro do prazo clinicamente recomendado, garante Isabel Torgal. Segundo a mĂŠdica, a classificação de prioridades na proposta perde importância na elaboração dos mapas operatĂłrios, sendo que “a nota interna nĂŁo se destina a subverter o espĂ­rito da lei, mas a evitar problemas administrativos condicionadores do tratamento das doentes em tempo Ăştilâ€?. “Todos os doentes oncolĂłgicos, independentemente da sua gravidade, devem ser calendarizados apĂłs a elaboração da propostaâ€?, reitera Isabel Torgal, acrescentando que “todos os doentes considerados prioritĂĄrios ou muito prioritĂĄrios devem ser imediatamente calendarizadosâ€?. Como nĂŁo hĂĄ lista de esSHUDRXGLĂ€FXOGDGHVGHDJHQ-

damento para pessoas com doença oncológica, esclarece a directora do Serviço de Ginecologia do CHUC, a clasVLÀFDomRGHSDFLHQWHVFRPR urgentes ou muito prioritårias pode causar problemas administrativos se, por motivos de força maior, não puderem ser operadas na data prevista e não houver lugar a imediata recalendarização. A referida circular informativa interna recomendava TXHIRVVHHYLWDGDDFODVVLÀFDção de prioridade ou muito prioridade, independentemente do diagnóstico, acentuando que no sobredito Serviço não

H[LVWHGLÀFXOGDGHGHPDUFDomR de pacientes urgentes e, por isso, todas as doentes devem ser agendadas como normais. Quanto a mulheres portadoras de uma proposta cirúrgica, cuja intervenção fosse adiada para tratamentos complementares, devem elas ter a respectiva proposta cancelada e não suspensa, fazendo-se nova proposta oportunamente, advertiu Francisco Falcão. Marcação feita de imediato

Ao dirigir um pedido de esclarecimento ao CHUC, o

director-adjunto do “CampeĂŁoâ€? fez notar que, do ponto de vista da substância, a nota interna aludia Ă s coisas como se elas fossem a preto e branco e linearmente simplistas. Quanto a um dos pontos, opinou o jornalista que ele parece ter subjacente uma preocupação de mera ÂŤmaquilhagemÂť das listas de cirurgias, dando primazia Ă  gestĂŁo das mesmas em detrimento dos casos humanos protagonizados pelas pacientes. O Serviço de Ginecologia do CHUC reiterou, entretanto, que “a marcação de doentes oncolĂłgicas ĂŠ imediata,

VHPTXDOTXHUGLĂ€FXOGDGHRX HVSHUDÂľVHQGRDFODVVLĂ€FDomR das pacientes baseada em critĂŠrios clĂ­nicos. “A nota de serviço interna destinava-se a garantir, no maior rigor, um procedimento SDGURQL]DGRQDFODVVLĂ€FDomR dos doentes num Serviço sem GLĂ€FXOGDGHGHDJHQGDPHQWRÂľ assegurou Isabel Torgal. Quase 98 por cento das pacientes do Serviço de Ginecologia A do Centro Hospitalar UniversitĂĄrio de Coimbra sĂŁo operadas em menos de meio ano, prazo contado apĂłs a proposta de cirurgia e independentemente da patologia.

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A Entidade Reguladora da SaĂşde (ERS) estĂĄ a averiguar o facto de o Serviço de Ginecologia do Centro Hospitalar UniversitĂĄrio de Coimbra (CHUC) ter divulgado como ordem de serviço uma mera circular informativa interna alusiva a situaçþes em que se excede o tempo mĂĄximo de espera, apurou o “CampeĂŁoâ€?. A directora do Serviço, Isabel Torgal, jĂĄ reconheceu “o lapsoâ€?, indicando que ao documento podem ser apontadas “imprecisĂľes de redacçãoâ€? que sĂŁo susceptĂ­veis de levar a “conclusĂľes abusivasâ€? em caso de descontextualização. Subscrita por Francisco FalcĂŁo, na qualidade de assessor do sobredito Serviço junto do SIGIC - Sistema Integrado de GestĂŁo de Inscritos para Cirurgia, a circular informativa refere-se a propostas inerentes a doentes do foro oncolĂłgico que excedem o tempo mĂĄximo de espera, assinalando que isso se deve sobretudo ao facto de as pacientes serem classificadas de prioritĂĄrias,

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Protocolo entre CrĂŠdito AgrĂ­cola e Cooperativa

Agricultores com taxas de juro mais baixas Um protocolo de cooperação, assinado na passada segunda-feira (dia 09), entre duas instituiçþes de Coimbra, a &DL[DGH&UpGLWR$JUtFROD e a Cooperativa AgrĂ­cola, vai per mitir que os associados desta Ăşltima tenham vantag ens no acesso ao crĂŠdito. O protocolo prevĂŞ que os agricultores posVDPXVXIUXLUGHWD[DVGH juro inferiores a trĂŞs por cento, o que irĂĄ ajudar no desenvolvimento dos seus negĂłcios. “Esta parceria ĂŠ uma porta aberta no acesso ao crĂŠdito por parte dos associados da Cooperativa, para que possam desenvolver as suas ideias, sabendo que serĂŁo apoia-

dos por um parceiro que lhes garante um retorno e apoio fiĂĄvel para o sucesso do seu negĂłcioâ€?, H[SOLFRX 5XL 9LWDO GD administração do CrĂŠdito AgrĂ­cola. Pedro Pimenta, da Cooperativa, considerou que esta ĂŠ “uma mais-valia para os agricultores da regiĂŁoâ€?, uma vez que “sabem das dificuldades pelas quais alguns tĂŞm passado, nomeadamente devido Ă descida do preço dos cereaisâ€?. “O nosso trabalho passa por contribuir para o bem-comum e este acordo permite que os nossos DVVRFLDGRV QmR GHL[HP de cultivar e apostem cada vez mais na agriculturaâ€?, acrescentou.

Rui Vital (primeiro Ă direita) e Pedro Pimenta (a assinar) PUBLICIDADE

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Houve trĂŞs co-autores de roubo, mas apenas um condenado

SĂł foi ladrĂŁo o arguido TXHFRQIHVVRXWHUĂ€FDGRjSRUWD

F., concluindo nĂŁo haver sido feita prova contra ele. Um indivĂ­duo, acu- Outro co-autor nunca foi sado de co-autoria de interceptado pela PolĂ­cia um assalto a uma paste- JudiciĂĄria. O Tribunal atribuiu laria de S. Martinho da Cortiça (Arganil), acaba a VĂ­tor Manuel, 45 anos de ser condenado a 45 de idade, a iniciativa de meses de prisĂŁo efectiva, cometimento do roubo, e Ă€FDQGR QR DU D VHQVDomR alude Ă conivĂŞncia de dois de que foi punido por ter indivĂ­duos, que agiram confessado. Outro su- encapuzados e munidos posto co-autor do roubo de armas de fogo. Embora dĂŞ como profoi absolvido; o terceiro vado que VĂ­tor Manuel encontra-se a monte. VĂ­tor Manuel, que aca- e outra pessoa “agiram bou por confessar haver sempre em conjugação de Ă€FDGRjSRUWDWLQKDFRQ- esforços, na prossecução tra ele uma reconstituição de um plano previamente elaborado (...), dividinde factos e nada mais. O condenado ficara do tarefas entre ambosâ€?, em silĂŞncio atĂŠ Ă  Ăşltima o acĂłrdĂŁo conclui pela sessĂŁo da audiĂŞncia do impossibilidade de punir julgamento. Aparente- LuĂ­s F. VĂ­tor Manuel havia mente, achou que ÂŤentalariaÂť outro co-arguido, sido condenado, recenteque nunca abriu a boca, PHQWHSRUURXERTXDOLĂ€possuidor de largo ca- cado e sequestro, e sofrera dastro e acusado de ter uma punição de 10 anos empunhado uma ar ma de cadeia. Apesar de, na fase de num assalto ao sobredito reconstituição, VĂ­tor ter estabelecimento. VĂ­tor Manuel nem se- implicado LuĂ­s como coquer alcançou a suspensĂŁo -autor do assalto, certo ĂŠ que, no tocante a este GHH[HFXomRGDSHQD Um colectivo de juĂ­zes arguido, a referida dilida comarca de Coimbra gĂŞncia processual nĂŁo foi entendeu absolver LuĂ­s corroborada por outros R.A.

elementos objectivos de prova, assinalam os magistrados judiciais Ana Vicente, Fernando Andrade e JoĂŁo Ferreira. Segundo os juĂ­zes, a imputação de co-autoria do crime a outro arguido carecia de elementos objectivos que demonstrassem a sua participação no cometimento do roubo, “o que nĂŁo sucedeu, revelando-se, assim, o auto de reconstituição (‌) maQLIHVWDPHQWH LQVXĂ€FLHQWH para imputação a LuĂ­s F. da prĂĄtica dos factos narrados na acusaçãoâ€?. O acĂłrdĂŁo define a reconstituição como “um dos meios de prova tĂ­picos previstos no CĂłdigo de Processo Penal, de que se lança mĂŁo quando houver necessidade de determinar se um facto poderia ter ocorrido de uma certa formaâ€?. Sensação de injustiça

As puniçþes inferiores a cinco anos de cadeia podem ser suspensas na VXD H[HFXomR PDV R FRlectivo de juízes, por ra-

zĂľes de prevenção geral e de prevenção especial, entendeu submeter VĂ­tor Manuel ao cumprimento de uma pena privativa da liberdade. A proprietĂĄria do estabelecimento assaltado, FĂĄtima Santos, que declarou haver ficado “traumatizada para o resto da vidaâ€?, foi vĂ­tima de um episĂłdio de violĂŞncia antes de lhe roubarem GLQKHLUR GD FDL[D UHJLVtadora, um fio de ouro, anĂŠis e um relĂłgio. LuĂ­s F. desfrutou do princĂ­pio de o rĂŠu beneĂ€FLDU GD G~YLGD TXDQGR ela prevalece, e o criminoso a monte usufruiu do facto de nunca ter sido interceptado pela PolĂ­cia JudiciĂĄria. Os juĂ­zes julgaram de acordo com a convicção for mada, mas, embora VĂ­tor Manuel possa ter agido com safadeza ao confessar, trata-se de um daqueles casos onde avulta a sensação que teria tido outra sorte se permanecesse calado. Pior do que isso, fica a sensação de sĂł haver sido condenado quem confessou.

Festival GastronĂłmico a partir do dia 20

CARTĂ“RIO NOTARIAL NOTĂ RIA PAULA MARIA MACEDO MESQUITA PIRES DE CARVALHO Avenida 25 de Abril, n.0 37, 1.Âş andar ILHAVO Telf: 234.322.469 Fax: 234.326.066 Email: cnilhavo@mail.telepac.pt

EXTRACTO DE JUSTIFICAĂ‡ĂƒO Certifico, para efeito de publicação que, neste CartĂłrio, no livro de notas para escrituras diversas nĂşmero 126-F, a folhas 65 e seguintes, se encontra exarada uma escritura de justificação notarial, com data de hoje, na qual CARLOS FIDALGO FILIPE e mulher ISAURA FERREIRA, casados sob o regime- de comunhĂŁo geral de bens, naturais, ele da freguesia da Gafanha da NazarĂŠ, concelho de Ilhavo e ela da freguesia de Poiares (Santo AndrĂŠ), concelho de Vila Nova de Poiares, residentes habitualmente na R. Sacadura Cabral, n.Âş 77, freguesia da Gafanha da NazarĂŠ, concelho de Ilhavo, declararam ser, com exclusĂŁo de outrem, donos e legĂ­timos possuidores do seguinte bem: PrĂŠdio rĂşstico composto de terra culta com 11 oliveiras, 6 tanchas, 50 videiras, 1 poço em comum, mato e pinhal, com a ĂĄrea de 1485 metros quadrados, sito no Iugar de Ponte da Moenda, freguesia de Poiares (Santo AndrĂŠ), concelho de Vila Nova de Poiares, nĂŁo descrito na ConservatĂłria do Registo Predial de Vila Nova de Poiares, a confrontar do norte com VirgĂ­nia de Jesus Henriques, do sul com Estrada, do nascente com Dr. Urbano Carvalho Madeira e do poente com Joaquim SimĂľes, inscrito na matriz sob o artigo 8285. Que o mencionado prĂŠdio veio Ă posse dos justificantes por doação verbal feita pelos pais da primeira outorgante, AntĂłnio Ferreira e mulher VirgĂ­nia Albertina, residentes que foram em Vila Nova de Poiares, por volta do ano de 1960, sem que tenham reduzido este acto a escritura pĂşblica. Que nĂŁo sĂŁo detentores de qualquer tĂ­tulo formal que legitime 0 domĂ­nio sobre 0 referido prĂŠdio, mas nĂŁo obstante isso, sempre o usufruĂ­ram, colhendo os respectivos frutos e gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas e pagando os respectivos impostos, com ânimo de quem exercita direito prĂłprio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, fazendo-o de boa fĂŠ, pacĂ­fica, contĂ­nua e publicamente, Ă  vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguĂŠm e, tudo isto, por um lapso de tempo superior a 20 anos; Que, dadas as enunciadas caracterĂ­sticas de tal posse, eles, primeiros outorgantes, adquiriram o mencionado prĂŠdio por usucapiĂŁo, tĂ­tulo este que, por natureza, nĂŁo ĂŠ susceptĂ­vel de ser comprovado pelos meios normais. Ă?lhavo, trinta de Janeiro de dois mil e quinze. Ricardo Filipe Marques Duarte, devidamente autorizado pela notĂĄria Paula Maria Macedo Mesquita Pires de Carvalho, com o nĂşmero de inscrição 204 e conforme publicação no sĂ­tio da Ordem dos NotĂĄrios em 12/04/2013.

Campeão das Províncias, edição 12 de Fevereiro 2015

LousĂŁ vai ser capital da chanfana A chanfana vai ser o prato principal dos 18 restaurantes aderentes ao IV Festival GastronĂłmico que se realizarĂĄ na LousĂŁ, entre 20 de Fevereiro e 01 de Março. A iguaria, tĂ­pica desta zona, pretende promover o concelho a nĂ­vel nacional e “reforçar a atractividade com um dos seus pontos chave: a gastronomiaâ€?, refere LuĂ­s Antunes, presidente da Câmara Municipal da LousĂŁ, durante a apresentação do evento. O sucesso dos anos anteriores deste tipo de iniciativas tem cumprido os objectivos e, por isso, a autarquia continua a apostar na sua realização, jĂĄ que alĂŠm do festival da chanfana organiza o do cabrito e dos sabores de Outono. “O concelho tem sido apreciado como destino WXUtVWLFR FRP UHĂ H[R QRV restaurantes e unidades

de alojamento, o que nos mostra que tem havido uma procura interessante, que QRV HVWLPXOD H QRV GHL[D bastante satisfeitosâ€?, refere o autarca. Para a realização desta iniciativa, o MunicĂ­pio contou com parcerias de agentes pĂşblicos e privados e os patrocĂ­nios da empresa Licor BeirĂŁo, a Cooperativa LousĂŁmel e a FĂĄbrica de Pastelaria SĂŁo Silvestre. LuĂ­s Antunes aproveitou, tambĂŠm, a oportunidade para agradecer o “apoio e o interesse demonstrado pelos restaurantes do concelho em participar em mais um festivalâ€?. Durante a sessĂŁo de apresentação, Amândio Torres, presidente da Assembleia Municipal da LousĂŁ, realçou o esforço da comunidade lousanense para a realização do evento, mas lamentou o facto de a acessibilidade ao conce-

O restaurante Casa Velha foi o palco da apresentação do festival gastronómico da chanfana

lho nĂŁo estar resolvida, jĂĄ que, segundo parece, para os deputados Ă Assembleia da RepĂşblica eleitos por Coimbra, “o Metro se transformou num nĂŁo-problemaâ€?. Para alĂŠm da gastro-

nomia, o festival contarå com outras actividades de FDUiFWHUFXOWXUDOFRPRH[posiçþes, feira de antiguidades e a inauguração de um monumento comemorativo dos 500 anos do Foral Manuelino de Serpins.


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OLHARES... POR COIMBRA E PELO PAĂ?S www.campeaoprovincias.pt

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Nós por cå‌

Carta aberta à vereadora da Cultura que, em compensação pela aprovação do Fórum Coim Luís Fernandes bra, a Câmara Municipal http://www.questoesnacionais.blogspot.com prometia ceder um terreno Em representação da SDUDDFRQVWUXomRGD³&DVD ABCC, Associação de Be do Comerciante� no Planal QH¿FrQFLDDR&RPHUFLDQWH to de Santa Clara. de Coimbra, em Novembro Em 13 de Fevereiro de de 2013, portanto hå um 2012, juntamente com um ano e dois meses, enquan grupo de comerciantes, to presidente da associação DSUHVHQWHLPH QD VHVVmR formalmente constituída, aberta ao público do execu Armindo Gaspar pediu a tivo municipal para reivindi primeira audiência à se car parte da promessa não nhora vereadora da Cultu cumprida. Por impossibili ra, Carina Gomes. Como dade de construir, agora pe esta edil nunca se dignou díamos simplesmente um responder, por mais duas espaço para prosseguirmos vezes se insistiu na solicita a acção social. Perante as ção, o que veio a acontecer iminentes insolvências de a semana passada. vårios comerciantes na ³%DL[D´GH&RLPEUDFRPH Mas porque foge çava a fazer sentido tentar a vereadora? fazer renascer este projecto O que estå em causa e esquecido. Nessa altura, o na gÊnese desta reunião Ê então presidente camarårio o compromisso que a edi Barbosa de Melo, com a fra lidade conimbricense tem VH³DJRUDVLPRFRPpUFLR para com os comerciantes atravessa uma crise muito GH &RLPEUD 7UDWDVH GH grande�, prometeu que iria uma promessa transcrita cumprir a deliberação exa na acta municipal de 14 rada em acta. Passaram de Outubro de 2002 em uns meses e em Junho,

Cogitando sobre...

Coimbra, cidade pequenina A crónica que escrevi sobre a vereadora da Cultura, da edilidade, Carina Gomes, mostra bem o respeito que os eleitos têm pelos munícipes. Coimbra, na mensagem que passa para o exterior, Ê uma cidade desenvolvida e moderna, mas, para quem cå vive e observa, Ê uma urbe tacanha, minorca, subdesenvolvida, onde hå dÊcadas se pratica um convÊnio aceite tacitamente entre o senhor e o VHUYLGRU2SULPHLURR¿GDOJRFRORFDQGRVHHPELFRVGH pÊs e falando grosso, utiliza o poder que lhe foi conferido pelo destino e distribui pequenos favores e prebendas aos PDLVFKHJDGRV6HUYLQGRVHGHXPFHUWRSDWHUQDOLVPR buscando palmadinhas nas costas, usa e abusa do seu domínio. O segundo, o servo, numa vassalagem indigna mas tacitamente prestada por saber que lhe cairão no regaço umas lentilhas, com muita hipocrisia à mistura aceita venerar o poderoso. É assim hå dÊcadas no país, Ê assim hå mais de um sÊculo em Coimbra. 6HUYLXPH HVWD LQWURGXomR SRU PH OHPEUDU GH XPD pequena história passada hå uns anos. Um vereador da HGLOLGDGH FRQYLGRXPH SDUD DOPRoDU QXP GHWHUPLQDGR restaurante onde almoçava todos os dias. À saída fomos DFRPSDQKDGRVSHORKRWHOHLUR2HGLOGLVVHPH³HVSHUH um pouco. Vou ter de levar uns frutos, o dono do restau rante insiste�. Mergulhou numa arrecadação e saiu com um saco de plåstico com fruta. Ora, estå de ver, este eleito nunca deveria ter aceitado tal prenda. Mas recebeu porquê? Porque, no seu entendimento, aquele gesto era uma prova de carinho, dependente de uma demonstração de submissão do outro perante o seu imaginårio poder. Nem por momentos logrou que estava a ser subornado SHOR HPSUHViULR ³FKLFRHVSHUWR´ HP WURFD GH FRLVD QH nhuma. Qualquer autarca, sendo sÊrio e bom político no contacto pessoal, pela obrigação de conhecer bem toda a restauração da sua cidade, para alÊm de não aceitar seja o que for, deveria ter o cuidado de visitar todos os estabelecimentos, sem discriminar nenhum. Tudo começa nos pormenores.

agora como representante da comissão instaladora e perante membros da mes ma, voltei ao executivo para lembrar do compromisso anteriormente assumido. Mais uma vez Barbosa de Melo reiterou que o assunto estava em andamento e ti nha encarregado o director do Gabinete de Inovação e Desenvolvimento Económi co, Veiga Simão, de chamar a si a sua execução. à lvaro Seco, em representação dos membros da bancada da oposição, do Partido 6RFLDOLVWDUHLWHURX³RVFR merciantes, neste projecto, DR FRQWHQWDUHPVH FRP XPD VDOD  TXH VDOD" 7 7"WrPSRXFDDPELomR Deveriam estar aqui não a pedir mas sim a exigir�. Logo a seguir, na pre sença de Veiga Simão, foi QRVRIHUHFLGDXPDVDODQR Mercado Dom Pedro V para a futura sede da ABCC, que nos seria entregue proximamente, em regime de comodato no prazo de cinco anos. Passado um tempo fomos convocados para uma reunião com o vereador JosÊ Belo. Se gundo este responsåvel SHOR SHORXUR ³DTXHOD VDOD no mercado não tinha dig QLGDGH VX¿FLHQWH SDUD XP projecto desta importância e por isso mesmo tinha SHQVDGR QRXWUR HVSDoR um anexo em mau estado de conservação, no mes mo Mercado Municipal e junto à rua de Martins de Carvalho�. Naturalmente, e dentro do espírito de ERDIpDFHLWiPRV)RLDFRU dado que a autarquia faria as obras necessårias e o prÊdio nos seria entregue passados alguns meses. O tempo foi correndo, pas sou cerca de um ano, e QRYDSURSRVWDD¿QDOFLQFR anos em comodato era demais, passava para dois. Negåmos e ameaçåmos tornar público este dar o dito por não dito. Retornou DRVFLQFRDQRV(¿FiPRV à espera da entrega do

espaço. Uns meses antes das eleiçþes autårquicas de IRLQRVSURSRVWDQRYD DOWHUDomRDHGLOLGDGHFHGLD 14 500 euros para as obras e a comissão instaladora da ABCC chamava a si o res tauro do edifício. Ora, não sendo a construção civil o nosso forte, declinåmos o SODQR H ¿FiPRV j HVSHUD do resultado eleitoral.

Muda a cor mas tudo na mesma‌ para pior Ganhou o PS as elei çþes e, pelo esforço de Armindo Gaspar, tentå mos ser ouvidos pelo novo presidente da edilidade, Manuel Machado. Nunca nos recebeu. Em Novem bro desse ano de 2013, atravÊs de pedido escrito e por indicação de que seria a responsåvel, solicitåmos uma audiência à vereadora da Cultura, Carina Gomes. Passou um ano e nem um sinal da dirigente pela pasta cultural. Nova solicitação escrita no Gabinete de Atendimento e nada. Hå cerca de um mês, Armindo Gaspar encontrou Macha GRHIDORXOKHGHVWHDWUDVR e foi então acordado que Carina Gomes iria receber dirigentes da ABCC e que posteriormente daria conta. Foi marcado um encontro para o dia 03 de Fevereiro, pelas 11h30.

Eureka! &HUFD GR PHLRGLD GD data aprazada, na casa GD&XOWXUDUHFHEHXQRVD vereadora da Cultura. Em torno da mesa e rodeada por um tÊcnico e um asses sor, ao lamento de Armindo Gaspar de só nos receber um ano e dois meses de SRLVUHVSRQGHXDHGLO³(X FKDPRPH &DULQD *RPHV e não Carina Alves. A carta que o senhor enviou não HUDSDUDPLP´¿PGHFLWD ção!! Perguntei à senhora se, por acaso, havia mais do que uma vereadora da Cultura na Câmara Muni

cipal de Coimbra. Com um permanente sorriso irónico, respondeu que o apelido HVWDYDHUUDGRHSRQWR¿QDO O erro foi de Armindo e não dela. Tinha de levar o que PHUHFLD SHUJXQWHL VH Wt nhamos cara de parvos. Estava desembainhada a espada de guerra. Durante largos e muitos minutos não me olhou e só fala va para Armindo Gaspar. Como rainha no seu caste lo, ostentava no rosto uma notória superioridade e um presumível sarcasmo. De tal modo que chegou a di ]HUD$UPLQGR³QmRHVWHMD tão nervoso. Não hå razão para tal!�. Porque estava à vonta GHHVWRXVHPSUHMiOHYR alguma experiência com estas pessoas que rara mente me deixam saudade IXLPHWHQGRXPDVJUDoDV e a tensão entre mim e a PHVD DOLYLRXVH HPERUD por pouco tempo. Mos WUDQGR D DQ¿WULm FRPSOHWR desconhecimento do que estava a ser discutido, a FRQYHUVDLDÀXLQGRHDWpMi havia sorrisos. AtÊ que um tÊcnico presente lançou a bomba de que a contrapar tida municipal, exarada em acta de 2002, por um lado, poderia ser devida pelo Fórum Coimbra, por outro, atÊ poderia ter prescrito. ³$V FRQWUDSDUWLGDV SRGHP ter um prazo de validade�, arguiu, do alto do seu gran de saber tecnocrata. Ou seja, estava metido o pau na roda para lançar a dúvi da e a confusão. Para mim nem deveria ser nada de novo. Jå conheço este pro cedimento. Hå funcionårios TXH SDUD ¿FDUHP EHP QD foto conseguem ser pio res que o chefe político. O problema Ê aguentar HVWH JpQHUR GH FRQWUDDU gumentação, cujo objecto Ê simplesmente ganhar WHPSRHJHUDUGL¿FXOGDGHV Interroguei se estava ali no papel de economista ou advogado. Caiu o Carmo e D7ULQGDGH³2VHQKRUHVWi D RIHQGHUPH´ UHSOLFRX R sujeito com veemência. Com as minhas desculpas de que não tinha tal inten to, prosseguiu o homem com a sua explanação GL]HQGRTXH³KiXPDJUDQ de procura de espaços na 'Baixa', o problema são as rendas. Hå comerciantes a ganharem muito dinheiro!�. Pronto, estava tudo estra gado outra vez! Repliquei

TXHRFRPpUFLRQD³%DL[D´ estå catastrófico. Basta va lembrar que, nos dois anos antecedentes, três comerciantes da direção da ABCC faliram. Quem estå a ganhar dinheiro? Pode apontar o nome de um comerciante? O senhor não sabe nada do que se passa no comÊrcio! Atirei assim a frio. Olha o que eu fui dizer! Saltou logo toda a mesa em sua de fesa. A vereadora tomou o comando da ofensiva e replicou que hå muitas ver dades e que a minha não era a única. Atirando um argumento que só quem não sabe o que se passa o LQYRFDDUUHPHVVRX³2OKH os horårios do comÊrcio! Ao såbado, de tarde, estå tudo encerrado. As ruas estão cheias de gente. Eu vejo!�, enfatizou com sole nidade. Estava mesmo a SHGLODVSHQVHLSDUDPLP Ai sim? Eu estou aberto ao såbado todo o dia e não tenho clientes, por que QmRKiSHVVRDVD³%DL[D´ ¿FDFRPSOHWDPHQWHGHVHU WL¿FDGD$VHQKRUDDRYHU o que ninguÊm vê, estå a precisar de óculos! Outra FKDWLFH ³2 VHQKRU HVWi D RIHQGHUPH´DUJXPHQWRX a dona da Cultura. Ai es WRX" 'HIHQGLPH 9RFrV políticos, estão habituados DREHLMDPmRHDTXHWRGRV concordem com o que dizem. Quando alguÊm GLVFRUGD TXHL[DPVH GH ofensa. Se a senhora não tem estômago para ouvir o que um cidadão tem para OKH GL]HU PXGH GH SUR¿V são. Esta não lhe assiste nem nos serve! Avoquei. Saltou em sua defesa RDVVHVVRU³2VHQKRUQmR deixa falar ninguÊm. O co mÊrcio estå muito mau mas QmRHVWiFDWDVWUy¿FR1mR Ê a mesma coisa! O senhor estå a ofender a senhora vereadora!�. Ai estou? In terroguei. Não sabia! Estava tudo descon YHUVDGR'HVSHGLPHFRP um aperto de mão e com D IUDVH $SHVDU GH WXGR gostei de falar convosco. É verdade! Esta conversa YHLR PRVWUDUPH R TXH Mi LPDJLQDYD FRP HVWDV pessoas não vamos lon ge! Pela parte que me toca, creio que não me apanharão mais em qual TXHU IUHQWHDIUHQWH 2 desencanto Ê demasiado para voltar a falar consigo, senhora vereadora, Carina Gomes‌ (não Alves).


FIGURAS DA SEMANA

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Ascensor

A

S U B I R

Paulo Júlio – Menos empresas municipais e estruturas orgânicas mais ligeiras nas autarquias contribuíram para que dois terços das câmaras cortassem na despesa, em 2014, assinalou, hå dias, em manchete, o Diårio de Notícias. Os municípios conseguiram reduzir em mil milhþes de euros o montante dos gastos que haviam sido efectuados em 2013. Só uma centena de câmaras municipais, num universo de 308, não alcançaram diminuição de despesa. Entre as 77 em que os encargos DXPHQWDUDPDOJXQVFDVRVVmRMXVWLÀFDGRVSHODUHJXODULzação de pagamentos de facturas, indica o DN. Menos empresas municipais, menos assessores nas câmaras e estruturas orgânicas menos complexas traduzem-se numa poupança de mil milhþes de euros. Paulo Júlio, outrora secretårio de Estado da Administração Local, foi bastante zurzido devido à reforma a que meteu ombros, PDVWHPGHUHFRQKHFHUVHTXHDÀQDOKRXYHUHVXOWDGRV Tiago Monteiro – Investigador do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, acaba de ser premiado pelo Programa de Estímulo à Investigação da Fundação de Calouste Gulbenkian para estudar o papel do nitrito, ascorbato e óxido nítrico em patologias cerebrais resultantes da privação de oxigÊnio. $GLVWLQomRQDiUHDFLHQWtÀFDGD4XtPLFDH&pUHEURQR âmbito do Ano Europeu do CÊrebro, serå entregue a 24 de Fevereiro. O prÊmio, no montante de 12 500 euros, consiste em 2 500 para o investigador e 10 000 para a Instituição de acolhimento suportar os encargos com a execução da investigação. Segundo outro investigador, Rui Barbosa, os resultados deste estudo podem contribuir para esclarecer o papel do nitrito, ascorbato e óxido nítriFRQDIXQomRYDVFXODUGRFpUHEURSURPRYHQGRRà X[R sanguíneo em estados de privação de oxigÊnio e abrindo a possibilidade de novas abordagens terapêuticas para determinadas patologias. A

D E S C E R

Carina Gomes – O feitio da vereadora da Cultura da Câmara de Coimbra vota a ser alvo de reparo (vide a påg.05). Primeiro, a autarca fez questão de ser tratada por doutora (em vez de drª.); depois, irritou o director do Departamento Financeiro da autarquia (vide a nossa edição de 29 de Janeiro [de 2015]). Hå uma coisa que abona a favor de Carina Gomes – a juventude, que lhe confere margem para limar determinadas arestas. Cristiano Ronaldo – O afã de querer ser o melhor futebolista do mundo Ê incompatível com a faustosa festa do 30º. aniversårio, em que terå gastado cerca de 400 000 euros, imediatamente a seguir à copiosa derrota do Real Madrid perante o AtlÊtico da capital espanhola. Isabel Torgal – O Serviço de Ginecologia do Centro Hospitalar Universitårio de Coimbra, dirigido por Isabel Torgal, estå sob averiguação da Entidade Reguladora da Saúde na medida em que um assessor do mesmo junto do SIGIC - Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia subscreveu um documento para que não possui alçada. Hå excessos de zelo que redundam em percalço. Marco Silva – Não Ê a primeira nem a segunda vez, na presente Êpoca futebolística, que o Sporting vê fugir o påssaro à beira dos 90 minutos de jogo. A pecha tem ocorrido no campeonato e aconteceu na Liga dos Campeþes, sendo que, na Alemanha, um årbitro russo atÊ inventou uma grande penalidade, que privou os leþes de meio milhão de euros e de continuarem na competição. O mais recente desaire do onze do Sporting ocorreu IUHQWHDR%HQÀFDQR(VWiGLRGH$OYDODGHRQGHROtGHU do campeonato se limitou a jogar para o empate. É verGDGHTXHRJROREHQÀTXLVWDIRLSUHFHGLGRGHVLWXDomRGH fora-de-jogo, protagonizada por Maxi Pereira, mas Ê o treinador do Sporting quem tem de deitar contas à vida para não acumular determinados desaires.

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Francisco Carrilho O director do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo do Centro Hospitalar e UniversitĂĄrio de Coimbra (CHUC) foi eleito presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) para o triĂŠnio de 2015/2017. A tomada de posse decorreu no 66.Âş congresso portuguĂŞs de Endocrinologia 2015, realizado no Funchal, na Madeira, no Ă€QDOGH-DQHLURHTXHUHXQLXFHUFDGHHVSHFLDOLVWDVGHWRGRRPXQGR tendo sido apresentados 242 trabalhos. O serviço dirigido pelo mĂŠdico Francisco Carrilho e sediado no pĂłlo dos Hospitais da Universidade de Coimbra completou 40 anos em Novembro, sendo um dos mais antigos, completos e maiores do paĂ­s. As trĂŞs grandes patologias tratadas sĂŁo a diabetes, a tirĂłide HDREHVLGDGHVHJXLQGRVHDVGRHQoDVGDVXSUDUHQDOGDKLSyĂ€VHHDOWHUDo}HVQRFUHVFLPHQWR Ana Ferreira – Vice-presidente da Escola Superior de Tecnologia da SaĂşde de Coimbra (ESTeSC) - Coimbra Health School e vereadora da Câmara Municipal da LousĂŁ, a docente defendeu a sua tese de doutoramento em CiĂŞncias da SaĂşde, ramo de CiĂŞncias BiomĂŠdicas, na passada sexta-feira dia (06). A investigação, intitulada “A qualidade do ar interior em escolas e saĂşde das criançasâ€?, foi orientada por Salvador Massano Cardoso e apresentada no Instituto de Higiene e Medicina Social da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC). A professora Ana Ferreira ĂŠ licenciada em SaĂşde Ambiental pela ESTeSC, mestre em SaĂşde PĂşblica pela UC, professora coordenadora e presidente da ĂĄrea cienWtĂ€FDGH6D~GH$PELHQWDOQDLQVWLWXLomRRQGHVHOLFHQFLRXH tĂŠcnica superior de Segurança e Higiene do Trabalho. Duarte Nuno Vieira – O professor catedrĂĄtico da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) estĂĄ em missĂŁo no Bahrein para avaliar os serviços mĂŠdico-legais e forenses do paĂ­s e, simultaneamente, ministrar um curso de formação sobre investigação e documentação de tortura, dirigida a peritos mĂŠdico-legais e a procuradores. A visita do mĂŠdico legista aquele paĂ­s vem na sequĂŞncia de um pedido do Governo do Bahrein Ă Organização das Naçþes Unidas (ONU) que, por sua vez, convidou Duarte Nuno Vieira para integrar esta missĂŁo. Duarte Nuno Vieira tem desenvolvido diversos projectos de formação a nĂ­vel internacional, nomeadamente na LĂ­bia, Iraque, TunĂ­sia e Palestina, apoiados pela ĂĄrea de CiĂŞncias MĂŠdico-Legais e Ético-DeontolĂłgicas da FMUC. Outras acçþes formativas e missĂľes no âmbito dos direitos humanos estĂŁo jĂĄ previstas para a GeĂłgia, Jordânia, Moçambique, Brasil, MĂŠxico, IrĂŁo, Reino Unido e, novamente, no Bahrein, Palestina e Iraque. JoĂŁo Caetano – O atirador do GinĂĄsio Clube Figueirense e campeĂŁo nacional jĂşnior faz parte dos seleccionados para representar Portugal no Mundial de Field Target, que se realiza de 21 a 23 de Agosto, em Dubingiai, na Lituânia. Com JoĂŁo Caetano viajam mais sete atletas sĂŠniores e uma mulher, que representarĂŁo o paĂ­s numa competição que reĂşne mais de 300 atletas representando 36 paĂ­ses. AndrĂŠ Mora – O estudante de GestĂŁo de Empresas do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC), de 24 anos, foi empossado como presidente da Associação de Estudantes da Coimbra Business School. Na cerimĂłnia da tomada de posse estiveram presentes Ricardo JoĂŁo Nobre Pinto, presidente da mesa da Assembleia Geral e Rui Antunes, presidente do Instituto PolitĂŠcnico de Coimbra. Afonso Alexandre²2DWOHWDĂ€JXHLUHQVHGD$VVRFLDção de Bodyboard Foz Mondego, de 17 anos, percorreu a costa portuguesa com o objectivo de conseguir “apanharâ€? as melhores ondas e documentar essa experiĂŞncia em vĂ­deo que estĂĄ, agora, disponĂ­vel no youtube. Afonso Alexandre ĂŠ um dos melhores juniores nacionais, tendo conquistado o terceiro lugar no campeonato mundial de bodyboard, em Setembro de 2014. MilĂş Loureiro – Licenciada em Filologia Romântica na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), a escritora lançou no passado sĂĄbado o seu quinto livro infantil, intitulado “A manta que dava abraçosâ€?. MilĂş Loureiro foi professora bibliotecĂĄria durante vĂĄrios anos e no desempenho dessa função que decidiu deixar o ensino e dedicar-se Ă s histĂłrias infantis, desde a escrita, Ă  ilustração,

narração e, tambĂŠm, confecção de tapetes narrativos. “A manta que dava abraçosâ€?, da Chiado Editora, ĂŠ a sua obra mais recente, tendo jĂĄ publicado “O esquilo que amava as palavras e outras histĂłriasâ€?, em 2010, “A mantinha de retalhosâ€? e “El- Rei ComilĂŁoâ€?, em 2013 e “Castanho e Brancoâ€?, em 2014, como ilustradora. InĂŞs Moreira – A atleta da Escola de Judo de Coimbra sagrou-se pelo segundo ano consecutivo campeĂŁ da zona Centro, na categoria +70 kg, no no Campeonato de Juniores, que VHUHDOL]RXQRSDVVDGRĂ€PGHVHPDQDQD/RXVm,QrV0RUHLUD mostrou a sua superioridade tĂŠcnica frente a adversĂĄrias bastante mais pesadas, ganhando pela vantagem mĂĄxima (ippon). Ainda da Escola de Judo, Bernardo Silva (-73 kg), atleta ainda no segundo ano de cadete, participou pela primeira vez numa prova de juniores e alcançou o terceiro lugar, perdendo apenas QDPHLDĂ€QDOFRPXPDWOHWDEDVWDQWHPDLVH[SHULHQWH$SUyxima etapa serĂĄ o campeonato nacional, dia 28, em Odivelas. AntĂłnio Valentim, Francisco Mendes e Catarina Costa – Realizou-se no sĂĄbado, na LousĂŁ, a prova de apuramento para o Campeonato Nacional de Juniores de judo e a Associação AcadĂŠmica de Coimbra (AAC) esteve em destaque ao conquistar trĂŞs primeiros lugares, duas medalhas de prata e uma de bronze. AntĂłnio Valentim (-73 kg), Francisco Mendes (-55 kg) e Catarina Costa (-48 kg) foram os atletas que conseguiram subir ao lugar mais alto do pĂłdio. JoĂŁo Marques (- 66 kg) e Filipa Sousa (-70 kg) tiveram bons desempenhos, cedendo apenas nos derradeiros combates, enquanto a atleta Joana Antunes conquistou a medalha de bronze na categoria -57 kg. Joana Fernandes – No Campeonato da Zona Centro de Juniores, realizado na LousĂŁ, na categoria de -57 kg, Joana Fernandes, do Judo Clube de Coimbra, nĂŁo deu qualquer hipĂłtese Ă concorrĂŞncia e garantiu mais um tĂ­tulo de campeĂŁ. Quanto Ă  participação da Associação CristĂŁ da Mocidade, a judoca LuĂ­sa Silva sagrou-se vice-campeĂŁ zonal na prova de -48 kg, com Sandra Martins (AERG) e Marta Pratas (Associação Recreativa de S. Miguel de Poiares) a repartirem o 3.Âş lugar do pĂłdio. Na prova de -81 kg, os acemistas JoĂŁo Botelho e Rodrigo MelĂ­cias terminaram, por esta ordem, no 2.Âş e 3.Âş lugar. Bernardo Silva (EJC) garantiu a 3.ÂŞ posição na categoria de -73 kg. Na prova de -66 kg, a vitĂłria foi conquistada por JoĂŁo Fernando (ACM), com Rodrigo Antunes (ACM) a subir ao 3.Âş lugar. Maria JosĂŠ Azevedo Santos – A docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) foi nomeada como representante de Portugal para o comitĂŠ internacional de peritos dos Caminhos de Santiago. â€œĂ‰ um gosto muito grande, mas ĂŠ tambĂŠm uma honra jĂĄ que se trata de um organismo internacional constituĂ­do para realizar trabalhos que tenham a ver com os Caminhos de Santiago, no sentido de procurar cada vez mais originalidade dos percursosâ€?, explica a professora catedrĂĄtica. “O objectivo agora ĂŠ continuar a estreitar as relaçþes entre Coimbra e Compostela, promovendo a ligação entre o culto de Santiago e da Rainha Santa Isabel â€?. Maria JosĂŠ Azevedo Santos irĂĄ colaborar com o Centro de Estudos Jacobeus, no Porto, com a Confraria da Rainha Santa, com o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova e com AntĂłnio Rebelo, que recentemente inaugurou um albergue de peregrinos. Para breve, a docente recĂŠm-nomeada revela que pretende organizar, com o comitĂŠ, um congresso dos Caminhos, focando, “concretamente, o papel de Maria e Santiago no caminhoâ€?, e que deve acontecer ainda em 2015. A docente recĂŠm-nomeada vai tomar posse no ComitĂŠ Internacional de Expertos do Caminho de Santiago no prĂłximo dia 07 de Março.


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Apelo para IRS solidĂĄrio O presidente da Associação HumanitĂĄria de Bombeiros VoluntĂĄrios de Coimbra, Henrique Fernandes, apela Ă população para que a corporação seja distinguida com uma contribuição de IRS solidĂĄrio. “Quando preencherem a declaração de IRS relativa a 2014 indiquem a AHBVC como destinatĂĄria dos 0,50 por cento (no anexo H, quadro 9, introduzam o nÂş 501217240) e apelem aos vossos familiares e amigos para que façam o mesmoâ€?, solicita Henrique Fernandes. O timoneiro da Associação HumanitĂĄria aproveita para agradecer Ă s pessoas que, no ano anterior, praticaram idĂŞntica gentileza. “Foi um acto solidĂĄrio muito importante para nĂłs e que gostarĂ­amos de ver repetido este anoâ€?, acentua. Segundo Henrique Fernandes, em 2014, os Bombeiros VoluntĂĄrios de Coimbra acorreram a mais de 500 situaçþes de emergĂŞncia, prestando socorro a quem deles necessitava, e transportaram mais de um milhar de doentes aos hospitais ou a tratamentos. Por isso, acrescenta, a Direcção da AHBVC tem assumido como sua principal responsabilidade, e nos WHUPRVGDOHLJDUDQWLURVXSRUWHĂ€QDQFHLURHDORJtVWLFDDGHquada ao bom funcionamento do seu corpo de bombeiros, que conta com mais de uma centena de elementos ao serviço da comunidade coimbrĂŁ.

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JoĂŁo Gabriel Silva reeleito reitor da UC atĂŠ 2019 JoĂŁo Gabriel Silva foi reeleito, segunda-feira, por maioria, para o segundo mandato de reitor da Universidade de Coimbra (UC), tendo sido o Ăşnico candidato. A eleição, conforme o disposto nos Estatutos da Universidade, coube ao Conselho Geral da UC, constituĂ­do por 35 membros: 18 representantes dos professores e investigadores, cinco representantes dos estudantes, dois representantes dos trabalhadores nĂŁo docentes e nĂŁo investigadores e dez personalidades externas. A tomada de posse para o novo mandato (2015-2019) do reitor vai decorrer no dia 01 de Março, pelas 10h30, em cerimĂłnia pĂşblica, na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra. Para os prĂłximos quatro anos, o catedrĂĄtico da Faculdade de CiĂŞncias e Tecnologia, com 57 anos de idade, pretende apostar na internacionalização da Universidade de Coimbra, considerando que, de momento, a instituição tem “uma escolha muito difĂ­cil e muito simples: ou consegue transformar-se numa universidade global, com nĂ­veis de ensino, organização e investigação das grandes universidades, ou vai-se transformar numa universidade regional, mais pequena e modestaâ€?. Um dos pontos em que o reitor se pretende focar ĂŠ na atracção de estudantes estrangeiros, sendo que o novo Estatuto do Estudante Internacional levou a Universidade de Coimbra a acolher neste ano lectivo, pela primeira vez, 140 alunos, a pagarem propinas de 7 000 euros. Para alĂŠm da atracção de estudantes estrangeiros, o reitor quer que a XQLYHUVLGDGH´FDSWHVXEVWDQFLDOPHQWHPDLVĂ€QDQFLDPHQWRHXURSHXGRTXHDTXLORTXHFDSWDDJRUDÂľTXHDWUDQVferĂŞncia de conhecimento tambĂŠm ocorra com empresas internacionais e que continue a apostar na vertente do turismo. Apesar de querer transformar a UC numa universidade global, JoĂŁo Gabriel Silva realçou que nĂŁo quer TXHHVWDVHMD´XPDXQLYHUVLGDGHHPOtQJXDLQJOHVDÂľDĂ€UPDQGRGHVHMDUTXH´DOtQJXDSRUWXJXHVDVHMDXVDGDGH forma central na instrução e transmissĂŁo de conhecimento na instituiçãoâ€?.

meçar agora, estå previsto efetuar-se o grosso dos trabalhos nos períodos de fÊrias escolares. A maior intervenção terå lugar na Escola do 1.º CEB de S. Martinho do Bispo, um estabelecimento de dois pisos com seis salas de aula que se apresenta em mau estado de conservação. As casas-de-banho, situadas no telheiro, serão remodeladas, tanto na årea dos alunos como na dos professores, sendo que estas últimas passarão a dispor de acesso para pessoas com mobilidade condicionada. A intervenção incluirå, tambÊm, a renovação da iluminação e do pavimento em madeira das salas, pintura exterior e limpeza das cantarias e substituição das caixilharias em madeira por alumínio termolacado.

e do concelho da Figueira da Foz. Segundo a Direcção de Rede e Clientes Mondego, em Coimbra a interrupção de electricidade ocorrerĂĄ na rua de Infanta Dona Teresa Lt., rua de Conde Sisnando Lt. rua de Verde Pinho, avenida de Gouveia Monteiro, rua de Costa SimĂľes, rua de Infanta Dona Sancha, avenida de Fernando Namora, ladeira e rua da Porteladinha, Quinta dos AcĂĄcios - Casa Branca, ladeira da Santiva, rua de SĂŁo TeotĂłnio, rua de Santa Comba, avenida GR9DOHGDV)ORUHVUXDGRV$FiFLRVUXDGD6RĂ€DUXDGR Bispo Lucencio (Celas), Quinta de VoimarĂŁes, avenida de Bissaya Barreto, praça de Mota Pinto, rua de Afonso Costa e rua de Jacob Cast. Sarmento. Na cidade da Figueira da Foz (ver lista completa na edição do “CampeĂŁoâ€? na Internet) abrangerĂĄ uma ĂĄrea que compreende a rua de Joaquim Sotto SUCH obrigado a reintegrar funcionĂĄria O Serviço de Utilização Comum do Hospitais (SUCH) Mayor, rua de D. JosĂŠ I, rua das Rosas, rua do Mato, avenida foi condenado, sexta-feira (06), a reintegrar uma mulher de Dr. Francisco L. GuimarĂŁes, rua de Vasco da Gama, rua que tinha sido indevidamente despedida mediante abuso do da Lapa, rua de Afonso Albuquerque, rua de Bartolomeu UHFXUVRjĂ€JXUDGDVXFHVVLYDFRQWUDWDomRUHYHORXR6LQGLFDWR Dias, avenida de Dr. Joaquim de Carvalho, rua de Dr. LuĂ­s dos Trabalhadores da Hotelaria do Centro. Segundo a asso- Carriço, rua de Dr. Nogueira de Carvalho, avenida de Dr. ciação sindical, a decisĂŁo do Tribunal do Trabalho de Coim- Manuel Gaspar de Lemos, rua Celulose Billerud e rua da EUDFRQIHUH´XPVLJQLĂ€FDGRPXLWRLPSRUWDQWHjOXWDFRQWUD GuinĂŠ. HaverĂĄ tambĂŠm cortes em Ferreira-a-Nova e na o trabalho precĂĄrioâ€?. Trata-se tambĂŠm de “um exemplo, que freguesia de Maiorca em Anta, Arneiro de S. JoĂŁo, Cruzes, queremos ver transmitido a todos os trabalhadores do sector, Maiorca e Raposeira. onde cada vez mais prolifera o recurso dos empregadores a subcontratação de mĂŁo-de-obra, por via das empresas de Chefs promovem almoço solidĂĄrio trabalho temporĂĄrio, refugiando-se neste expedientes para Murtede tem uma nova ETAR A Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra vai realizar A Inova, empresa municipal de Cantanhede, anunciou desrespeitar a legislação e transformar postos de trabalho no prĂłximo dia 19, pelas 12h00, o almoço solidĂĄrio “Cozinha a conclusĂŁo da ampliação e valorização da ETAR da Zona efectivos em trabalho precĂĄrio, mal remuneradoâ€?, conclui o de Inverno/ Aquecer a Almaâ€?, com a participação especial dos chefs HĂŠlio Loureiro, Jorge Fernandes, Emanuel Faria Industrial de Murtede, que passou a tratar tambĂŠm os Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria do Centro. e VĂ­tor AdĂŁo. Este almoço contarĂĄ tambĂŠm com a ajuda HĂ XHQWHVSURYHQLHQWHVGDViUHDVXUEDQDVGDVHGHGHIUHJXHde uma equipa de alunos do 3.Âş semestre do curso de gestĂŁo sia, num investimento que ascendeu a 770 000 euros. Com Câmara de Coimbra de produção de cozinha, que esperam transformar alguns a empreitada agora concluĂ­da, a estação de tratamento de concede tolerância de ponto iJXDV UHVLGXDLV (7$5  Ă€FD GLPHQVLRQDGD H TXDOLĂ€FDGD A Câmara de Coimbra concede tolerância de ponto aos sonhos em realidades. A participação neste almoço ĂŠ aberta a GHIRUPDGHĂ€QLWLYDSDUDFXPSULUDIXQomRTXHOKHFDEHQR seus funcionĂĄrios, no Dia de Entrudo, medida extensiva todos os interessados e tem um custo de 15 euros (mediante sistema de saneamento do concelho num horizonte tem- ao pessoal dos Transportes Urbanos, sem prejuĂ­zo de ser inscrição prĂŠvia atravĂŠs do e-mail cozinhadeinverno@gmail. poral de vĂĄrias dĂŠcadas. A obra ascendeu a 770 227 euros assegurado o funcionamento dos serviços essenciais. A com ou telefonicamente: 919 406 161) sendo as receitas para e foi comparticipada pelo POVT (Programa Operacional prerrogativa dos funcionĂĄrios camarĂĄrios consta de um des- a CĂĄritas Diocesana de Coimbra. de Valorização do TerritĂłrio) em 85 por cento (654 693,59 pacho de Manuel Machado, a cujo teor o “CampeĂŁoâ€? teve euros), no âmbito do programa de investimentos da ordem acesso. Aos trabalhadores afectos aos serviços considerados CafĂŠ Santa Cruz muito animado dos 20 milhĂľes que permitiu passar a taxa de cobertura de essenciais serĂĄ concedida tolerância de ponto equivalente, em O cafĂŠ Santa Cruz, em Coimbra, prepara-se para viver saneamento do concelho de Cantanhede de 30 por cento, data a acordar com os dirigentes das respectivas unidades seis meses de intensa actividade, com um programa que em 2002, para mais de 95 por cento no primeiro trimestre de orgânicas. Manuel Machado invoca, por um lado, a previsi- se prolonga atĂŠ 12 de Julho, tendo como ponto alto as 2013. A ETAR da Zona Industrial de Murtede estĂĄ dimen- bilidade de reduzida procura dos serviços municipais, a 17 comemoraçþes dos 92 anos do estabelecimento, a 08 de sionada para processar caudais relativos a 3 020 habitantes, de Fevereiro, e, por outro, “o enraizamento da celebração do 0DLR&RQYHUVDVDRĂ€PGDWDUGHDSUHVHQWDo}HVGHOLYURV o que garante uma capacidade de resposta muito para alĂŠm Carnaval nos hĂĄbitos da populaçãoâ€?, assinalando “a dedica- tertĂşlias, exposiçþes, espectĂĄculos musicais, teatro, dança, das necessidades actuais, quer para os oriundos das empresas ção da generalidades dos trabalhadoresâ€? da autarquia. â€œĂ‰ de cinema, magia, concursos, festivais e workshops sĂŁo algulocalizadas na sua ĂĄrea de implantação, quer para os nĂşcleos VLJQLĂ€FDWLYDLPSRUWkQFLDSDUDDGLQkPLFDVRFLRHFRQyPLFD mas das atividades que integram a programação do estĂĄurbanos de Murtede. localâ€?, a participação dos conimbricenses em eventos festi- gio que Diogo Carvalho, 22 anos, estudante no Instituto YRV´FRPRpXVRDQFHVWUDOÂľDOJXQVGHOHVFRPVLJQLĂ€FDWLYRV PolitĂŠcnico de Braga, vai desenvolver no cafĂŠ Santa Cruz. investimentos por parte dos promotores e que atraem ao O programa abre amanhĂŁ, Ă s 18h00, com a apresentação CMC beneficia quatro escolas do livro “PrincĂ­pios do Socialismo Ă  volta de Anteroâ€?, $VREUDVGHEHQHĂ€FLDomRQDVHVFRODVGRž&LFORGR MunicĂ­pio inĂşmeros visitantes, entende o autarca. de Francisco Fraga, e serĂĄ evocado tambĂŠm o Dia MunEnsino BĂĄsico (CEB) de SĂŁo Martinho do Bispo, SĂŁo Bardial da RĂĄdio. SĂĄbado celebra-se o Dia dos Namorados, tolomeu, Arzila e Antanhol vĂŁo começar, com o respectivo Cortes de electricidade comemoraçþes que incluem um “CafĂŠ com coraçãoâ€?, o contrato assinado pelo presidente da Câmara Municipal de em Coimbra e na Figueira da Foz Coimbra, Manuel Machado. O documento estabelece que A EDP Distribuição-Energia anuncia que vai efectuar FRQFXUVR´&DIp6DQWD&UX]6HOĂ€H/RYHUVÂľDUUXDGDVFRP a intervenção serĂĄ efectuada pela Soteol - Sociedade de trabalhos de remodelação e conservação das redes de distri- os Roncos e Coriscos, um menu “Lanche com paixĂŁoâ€? e a Terraplanagens do Oeste Lda., que dispĂľe de um prazo de buição, sendo para tal necessĂĄrio proceder Ă  interrupção da apresentação e leitura do livro “A lenda de Pedro e InĂŞsâ€?, 270 dias (nove meses) para concluir a obra e irĂĄ receber 153 alimentação da energia elĂŠctrica no domingo (dia 15), num pela autora Margarida Almeida. A encerrar estĂĄ a atuação HXURV FRP,9$LQFOXtGR $SHVDUGHDEHQHĂ€FLDomRFR- perĂ­odo entre as 07h00 e as 14h00, em locais de Coimbra do cantor Carlos Alberto Moniz. Cinco traficantes em Coimbra tinham 500 doses de cocaĂ­na A PolĂ­cia JudiciĂĄria (PJ), atravĂŠs da Diretoria do Centro, anunciou, segunda-feira, a detenção em Coimbra de cinco homens, com idades entre os 19 e 56 anos, pela suspeita dos FULPHVGHWUiĂ€FRGHFRFDtQDQD´%DL[DÂľGDFLGDGHHGHSRVVH de arma proibida. Segundo a PJ, as detençþes ocorreram no kPELWRGHXPDLQYHVWLJDomRTXHYLVDRFRPEDWHDRWUiĂ€FR de cocaĂ­na em vĂĄrias zonas da “Baixaâ€? de Coimbra. “Nas diligĂŞncias probatĂłrias desenvolvidas, para alĂŠm da detenção dos suspeitos, foram apreendidas 500 doses de cocaĂ­na, trĂŞs armas de fogo indocumentadas - duas pistolas 6,35 milĂ­metros, um revĂłlver calibre 0.22 curto e 16 muniçþes - e duas viaturas ligeirasâ€?, refere a PJ. Quatro dos detidos tinham DQWHFHGHQWHV FULPLQDLV SHOR WUiĂ€FR GH HVWXSHIDFLHQWHV H por crimes contra as pessoas, conforme adianta a polĂ­cia de investigação. Presentes a primeiro interrogatĂłrio judicial, foi aplicada a medida de coacção de prisĂŁo preventiva a dois deles, a um a obrigação de apresentaçþes bissemanais Ă s autoridades e aos restantes a proibição de contactarem com os outros arguidos, de frequentarem as zonas referenciadas FRPRWUiĂ€FRGHGURJDHDSURLELomRGHVHDXVHQWDUHPGH Coimbra.


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SAĂšDE

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Projecto europeu de quatro milhĂľes de euros

Empresa de Coimbra desenvolve tĂŠcnica inovadora de prĂłteses

83anos 1932 / 2015

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diminuir o tempo de fabrico�, refere Carlos Alcobia, docente do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra e um dos fundadores da empresa Sensing Future Technologies. O projecto em que participa a empresa de Coimbra, ÀQDQFLDGRQRkPELWRGRQRYR programa comunitårio Horizonte 2020 - Investigação e Inovação, arrancou na passada semana e inclui a realização de mais de 50 ensaios clínicos, com o objectivo de desen-

volver “uma nova tĂŠcnica de ‘design’ e fabrico rĂĄpido de prĂłteses otimizadasâ€? para membros inferiores. Criada em 2012 e instalada na incubadora do IPN, a Sensing Future desenvolve dispositivos mĂŠdicos que resultam da aplicação de conhecimentos na ĂĄrea das engenharias Ă saĂşde. Os trabalhos decorrerĂŁo ao longo dos prĂłximos trĂŞs DQRV FRP FLQFR SURĂ€VVLRnais da ‘start-up’ portuguesa

envolvidos na “realização dos testes de ‘hardware’ e ‘software’ do sistemaâ€?, disse Carlos Alcobia. A proposta apresentada Ă ComissĂŁo Europeia obteve uma classificação de 14,5 pontos em 15, com duas pontuaçþes mĂĄximas nos itens de “ExcelĂŞncia do consĂłrcioâ€? e “Impactoâ€?. “Trata-se de um projecto ambicioso que promete fornecer aos amputados prĂłteses otimizadas e que podem ser

concebidas e fabricadas num curto espaço de tempoâ€?, de acordo com o IPN, realçando que, nos paĂ­ses desenvolvidos, “mais de 90 por cento dos amputados alcançam a sua mobilidadeâ€? atravĂŠs do uso de prĂłteses. A nova tĂŠcnica passa por “integrar diversos microssensores numa meia, que ajudarĂĄ RSURĂ€VVLRQDOSURWpWLFRDGHVHnhar e conceber rapidamenteâ€? as prĂłteses para membros inferiores.

SeminĂĄrio a 21 de Fevereiro

Nutrição e desporto dĂŁo azo a plataforma informativa A criação de uma plataforma informativa, em suporte electrĂłnico, ĂŠ um dos objectivos de um seminĂĄrio sobre “Nutrição, saĂşde e desportoâ€?, a realizar em Coimbra, a 21 de Fevereiro, pela Associação de Basquetebol e pela Associação de Futebol. A iniciativa visa ajudar a criar hĂĄbitos saudĂĄveis, disse LuĂ­s Santarino, presidente da ABC, ao alertar para a existĂŞncia de “problemas graves de subnutrição entre atletasâ€?.

Nutrição e saúde dizem respeito a todas as associaçþes das modalidades desportivas, observou, em conferência de Imprensa, o presidente da AFC, Horåcio Antunes. O evento contarå com a participação da nutricionista Ana Carvalhas, da psicóloga Joana Minderico, da mÊdica Patrícia Vaz Silva e de um especialista em Ciências do Desporto, AndrÊ Seabra. Ana Carvalhas trabalhou em duas das maiores multi-

nacionais do sector alimentar (NestlĂŠ e McDonald's). Ex-nadadora de alta competição, a cardiologista PatrĂ­cia Silva irĂĄ falar de “Desporto como hĂĄbito de vida saudĂĄvelâ€?. AndrĂŠ Seabra vem alertando para o “ritmo alarmante a que tem aumentado a obesidade pediĂĄtricaâ€?. Trata-se de um “aumento preocupanteâ€?, tendo presente o “riso acrescido de doenças cardiovascularesâ€?, adverte. Segundo Joana Minderico,

a actividade física e os håbitos de vida saudåvel são fundamentais para a construção de uma base emocional, que seja simultaneamente consistente e maleåvel. A inscrição para frequência do seminårio pode ser efectuada na sede da Associação de Basquetebol de Coimbra (rua de Infanta D. Maria, 23), mediante pagamento de cinco euros, ou atravÊs de secretaria. coimbra@gmail.com e usando o nib 001800002869019900164 para transferência bancåria.

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lhĂľes de euros, o projecto SocketMaster permitirĂĄ o fabrico de “uma prĂłtese com elevada qualidade, optimizada e com um encaixe perfeitoâ€?, realçando que a sua produção serĂĄ “menos dependente da FRPSHWrQFLDÂľGHFDGDSURĂ€Vsional protĂŠtico. “O grande objectivo ĂŠ tornar a prĂłtese mais confortĂĄvel para o amputado e 35680

Uma empresa de Coimbra integra um consĂłrcio europeu para desenvolver uma tĂŠcnica inovadora que permitirĂĄ “desenhar e conceber rapidamenteâ€? prĂłteses mais confortĂĄveis para membros inferiores amputados, segundo anunciou o Instituto Pedro Nunes (IPN). Apoiado pela ComissĂŁo Europeia com quatro mi-


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A PREVIDĂŠNCIA PORTUGUESA

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AntĂłnio Martins de Oliveira

Associação mutualista sustentåvel com os olhos postos no futuro LU�S SANTOS

António Martins de Oliveira preside à Direcção d'A Previdência Portuguesa no mandato de 2015 a 2017, após as eleiçþes realizadas no passado mês de Dezembro. Este empresårio, de 59 anos de idade, economista, jå tinha ascendido à liderança da associação mutualista em 2013, pelo falecimento de Mårio Nunes. Criada em Coimbra, em 11 de Janeiro de 1929, A Previdência Portuguesa completou recentemente 86 anos e mantÊm vivos os fundamentos com que surgiu e com confiança no futuro. Os objectivos da associação mutualista, com cerca de 6 000 associados, são uma forma de protecção complementar da segurança social, com benefícios destinados a prevenir e repor as consequências imprevistas relativos à vida e à saúde. Por que se candidatou à presidência da Direcção de A Previdência Portuguesa? Martins de Oliveira (MO) – Depois de um período em que estive um ano e meio como presidente da Direcção, devido ao falecimento do dr. Mårio Nunes, quero dar continuidade a uma associação que fez 86 anos no passado dia 11 de Janeiro e foi criada em 1929. Hå associaçþes mais antigas, mas com esta idade jå Ê uma marca e temos de ter em conta que A Previdência Portuguesa Ê uma associação mutualista única nesta região. As associaçþes mutualistas que temos mais próximas são em Torres Novas, na Covilhã, em Esmoriz, pelo que existe uma vasta årea sem instituiçþes deste cariz. A nossa candidatura vai no sentido de dar continuidade àquilo que vínhamos fazendo, ou seja, tentar alargar o âmbito desta instituição, que esteve muitos anos fechada sobre si própria, e dar-lhe outra vida e projectå-la para o futuro. O sentido da candidatura foi para dar vida à instituição, que queremos que progrida, numa base sustentada, e que defenda os associados,

Portuguesa. Temos gasto cerca de 200 000 euros por ano a conservar prÊdios, mas são obras que nos permitem não estar preocupados durante 10 ou 15 anos e ser uma recuperação sustentada.

a razĂŁo de ser da existĂŞncia d'A PrevidĂŞncia Portuguesa. Temos 6 000 associados e vamos procurar crescer. Trata-se, agora, de uma Direcção renovada? MO – Nesta Direcção apenas hĂĄ trĂŞs elementos que vĂŞm da anterior e o resto sĂŁo pessoas novas, porque quisemos, para alĂŠm de ter pessoas com competĂŞncias para os cargos, que trouxessem novas ideias. Havia duas candidaturas e a nossa, a lista A, venceu,com uma boa votação, apesar das eleiçþes se terem realizado na sexta-feira Ă noite, antes do Natal, e atĂŠ alguns elementos da nossa lista nĂŁo puderam ir votar, devido a compromissos inadiĂĄveis. $SHVDUGHWXGRĂ€TXHLFRQtente, porque temos vindo a notar que devido Ă  nossa acção os associados tĂŞm aparecido mais e registe-se que nas eleiçþes anteriores tĂ­nhamos sido eleitos por 26 votos e actualmente fomos por 146. AtĂŠ criĂĄmos um mail para os associados darem sugestĂľes, o seu contributo, porque nĂŁo somos fechados Ă s propostas e todas sĂŁo bem-vindas. Querem, entĂŁo, tornar a associação mais aberta? MO – Temos vindo a puxar pelas pessoas para que elas aparecerem e o nosso manifesto eleitoral tinha o lema “De todos para todos - Defender os associados, defender a PrevidĂŞncia Portuguesaâ€?. Entendemos que a associação ĂŠ de todos e nĂŁo sĂł de alguns, nem estamos cĂĄ para nos governar. As associaçþes mutualistas podem ter cargos remunerados, mas nĂłs apenas temos senhas de presença. Falta-nos e vamos criar um setor de marketing, que consiga divulgar a nossa instituição para o exterior, para o meio envolvente, porque por mais estranho que pareça A PrevidĂŞncia Portuguesa era mais conhecida em Santa Maria da Feira do que em Coimbra. Queremos que seja uma instituição portuguesa e vamos criar postos avançados da instituição, nĂŁo apenas em Santa Maria da Feira,

Martins de Oliveira: “O associado estĂĄ no centro das nossas preocupaçþes e procuramos servi-lo cada vez melhorâ€?

mais seguro para a instituição e os associados, porque jå vimos o que då a especulação, em acçþes, em obrigaçþes. Hoje em Os associados po- dia, num clima de incerteGHP ÀFDU WUDQTXLORV D za, temos de ser razoåveis. associação estå sustenE têm realizado intåvel? MO – Estå sustentå- vestimentos? MO – Fizemos desde vel. Nós estamos a tentar Jå têm realizado tra- colmatar alguns problemas 2012 e atÊ agora muitas deixados por direcçþes reparaçþes em prÊdios - e balho? MO – Estamos a rees- muito antigas e julgo que vamos continuar-, muitos truturar a instituição, atra- estamos a levar a bom dos quais estiveram 18 anos vÊs de uma reestruturação porto, resolvendo algumas sem estarem arrendados e, de serviços que estå na situaçþes, investimentos actualmente, jå estão. Aumentåmos as rendas em 41 SDUWHÀQDODGDUIRUPDomR mal feitos. O património da insti- por cento, nestes três anos, aos funcionårios e a reclasVLÀFDUDOJXQV7HPRVGDGR tuição anda à volta de 14 e julgo que ainda vamos formação desde 2012 por- milhþes de euros e quere- conseguir incrementar este que Ê um trabalho que tem mos ver se o aumentamos rendimento, porque temos DOJXPDGLÀFXOGDGHGHFRU- para dar rendabilidade e alguns prÊdios que estamos a procurar recuperar, rente das novas tecnologias sustentabilidade. Ter património e re- dando-lhes uma imagem que estamos a implementar. Isto coloca-nos, tambÊm, tirar dele rendimento Ê o digna de A Previdência mas em alguns locais que VH MXVWLÀTXH 9DPRV SURcurar expandir o número de associados por todo o país, e pretendemos abrir um escritório em Lisboa, onde temos umas instalaçþes, em Queluz, e jå lå temos um agente que estå a trabalhar bem.

na situação de ir andando com algum cuidado e alguma contenção, para que as coisas surtam efeito.

Quer dizer que os riscos sĂŁo calculado? MO – Queremos criar uma sustentabilidade futura, mas para isso ĂŠ preciso criar uma infraestrutura que consiga estar apetrechada com as ferramentas para fazer face a isso. TambĂŠm temos de ter instrumentos para os associados, para poderem fazer face a momentos crĂ­ticos. Tem-se assistido ao desemprego, a redução de vencimentos, de reformas, a impostos extraordinĂĄrio que vieram onerar os rendimentos, e ĂŠ atravĂŠs de instituiçþes como a nossa que as pessoas podem defender-se. Pretendemos defender as aplicaçþes numa base sĂłlida e concreta, nĂŁo naqueles produtos que criaram muitos problemas. NĂŁo vamos jogar ao casino! Tentamos fazer bons investimentos e nĂŁo nos aventuramos naqueles produtos chamados “tĂłxicosâ€?. Teremos menos rendimento, mas investimos em produtos seguros. NĂŁo saĂ­mos muito dos depĂłsitos a prazo, que tĂŞm menos juro, mas ĂŠ preferĂ­vel. O imobiliĂĄrio poderĂĄ ser uma aposta? MO – O mercado de arrendamento vai progredir nos prĂłximos anos e ĂŠ nossa ideia continuar a recuperar o nosso patrimĂłnio e valorizĂĄ-lo em termos de rendimento, assim como procurar patrimĂłnio em vĂĄrias cidades que permita dar rendimento. NĂŁo queremos uma aquisição de imobiliĂĄrio que seja exorbitante, mas o investimento serĂĄ sempre dentro do patrimĂłnio, FRPRĂ€]HUDPDVGLUHFomR de 1940 e 1950. Vale a pena ser associado de A PrevidĂŞncia Portuguesa? MO - Temos 10 produtos mutualistas que visam criar uma poupança, CONTINUA


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Proporcionar os melhores serviços aos associados CONTINUAĂ‡ĂƒO

no sentido de as pessoas mais tarde receberem. Sabemos que as reformas estão a levar um corte VLJQLÀFDWLYR H VH DV SHVsoas criarem um plano de poupança, que pode ir atÊ 40 000 euros, podem ter o futuro melhor assegurado. Os montantes podem ser acrescidos de melhorias, as quais resultam da distribuição pelos associados dos resultados obtidos pela instituição, todos os anos. Alguns produtos tambÊm funcionam como seguro de vida, porque se alguÊm tiver a fatalidade GHIDOHFHUDRÀPGHGRLV a três anos, e tem contratado um produto de 10 000 ou 20 000 euros, os familiares recebem a totalidade do montante. TambÊm temos outro produto para quando as pessoas se reformarem, a partir dos 55, 60, 65 ou 70 anos, podendo criar uma poupança para a partir desse período receberem esse montante. Quanto mais resultados a instituição tiver, mais os associados beneficiam. Temos tambÊm produtos para estudantes, que podem ser feitos logo que a criança nasce, recebendo ao 18, 19 ou 20 anos, conforme for contratado, e se o pai tambÊm tiver a fatalidade de falecer o jovem receberå na mesma quando atingir a idade. É uma forma de salvaguardar o futuro. Temos tambÊm o produto poupança-educação que se destina a ajudar a custear as despesas de educação, no sentido de proporcionar 12 semestralidades, que poderå servir para pagar as propinas e outras despesas que tiver.

Mas tambÊm hå outros serviços? MO – Temos uma creche e jardim-de-infância e vamos criar muitos mais serviços de apoio aos associados a nível cultural. Temos a Casa da Mutualidade, onde fazemos exposiçþes mensais, com tudo preenchido atÊ Julho ou Agosto, onde todas as pessoas podem ir e onde iremos desenvolver outras actividades, que estão a ser estudadas, satisfazendo os associados com mais serviços. A årea da saúde Ê uma mais-valia? MO – Quem quiser beneficiar de assistência mÊdica paga dois euros por mês e vai às consultas que necessitar. Se não desejar esse contributo paga quatro euros por cada consulta, porque temos custos com as instalaçþes, o mÊdico, a enfermeira. Temos no edifício da sede serviços mÊdicos, de clínica geral e de enfermagem, serviço de estomatologia e, tambÊm, fazemos parte de uma rede, a nível nacional, que Ê a RedeMut, onde os nossos associados podem usufruir dos serviços mÊdicos de outras associaçþes, se estiver em Lisboa, em Lagos, no Porto e de futuro tambÊm nas Caldas da Rainha. Serå assistido aí e paga as mesmas taxas dos associados dessas mutualidades. Vamos tambÊm ter um serviço nocturno que funciona das 20h00 às 08h00. Um associado que se sentir mal disposto pode telefonar e se for necessårio a rede envia um mÊdico. Se for aconselhamento telefónico Ê gratuito, se tiver a presença de um mÊdico paga uma taxa de 20 euros e se for preciso ir para o hospital ele acompanha-o.

A sede da associação mutualista fica junto à rua da Sofia e ao Palåcio da Justiça, em Coimbra

A associação vai para alÊm de Coimbra? MO – Temos muitos associados em Santa Maria da Feira e em Ovar e aí vamos abrir um consultório mÊdico e fazer parcerias com especialistas daquela zona, no sentido de satisfazer as necessidades desses associados, que foram sempre votados ao esquecimento. Sendo cerca de 50 por cento de associados de A Previdência têm direitos, como os outros, a verem satisfeitos os seus anseios. Tenho lå ido vårias vezes, não nos esquecemos deles, foi uma proposta eleitoral e vamos cumpri-la. Nós tambÊm concedemos emprÊstimos, quer sejam hipotecårios, quer sejam sobre as reservas matemåticas, e os

nossos associados daquela zona estão longe para vir a Coimbra e se tivermos lå um posto de apoio isso facilitarå a vida deles. Pretendemos defender todos os associados e não apenas alguns. Que outros pontos tem o programa de acção? MO – Vamos constituir o grupo de caminhadas, no seio do qual desenvolvemos algumas acçþes, Estamos tambÊm a pensar fazer um grande encontro de mutualistas, de todas as associaçþes, num local da zona Centro, onde as pessoas poderão conviver e trocar ideias. Muitas vezes as pessoas não sabem o que Ê o espírito mutualista, que vem

Os ĂłrgĂŁo sociais atĂŠ 2017

Martins de Oliveira lidera a Direcção Os órgãos sociais de A Previdência Portuguesa, eleitos a 19 de Dezembro de 2014, têm um mandato atÊ 2017. A Direcção Ê presidida por António Martins de Oliveira, com 59 anos, economista, gestor de emSUHVDVH7pFQLFR2ÀFLDOGH Contas. Foi tÊcnico superior da Câmara Municipal de Coimbra, durante quase três dÊcadas, no Departa-

mento Financeiro. A Direcção d'A Previdência Portuguesa tem a seguinte equipa: Luís Saavedra (engenheiro agrónomo, administrador do MAC aposentado); Luís Perdigão (tÊcnico de seguros); HÊlGHU6LP}HV$OPHLGD RÀFLDO de Justiça aposentado); Ricardo Alexandre Veloso (licenciado em Administração Pública); RogÊrio

Batista Pratas (engenheiro químico, administrador de empresas); Lídia Lobo de Oliveira (educadora de infância). A mesa da Assembleia Geral Ê presidida por Jorge Lapa Simþes (economista, 5HYLVRU2ÀFLDOGH&RQWDV administrador judicial), acompanhado por Luís Seabra Ferreira (engenheiro químico) e David Simþes

Carvalhal (enfermeiro aposentado do CHUC). Pedro Santos Monteiro (licenciado em Administração Pública) preside ao Conselho Fiscal, órgão que tambÊm integra Rosa Morais da Silva (licenciada em Economia), Silvino Simþes Lemos (gestor da restauração) e Joaquim Moreira das 1HYHV 7pFQLFR2ÀFLDOGH Contas).

desde a Idade MÊdia, com as associaçþes de socorro mútuo. Havia necessidades e as pessoas juntavam-se, com cariz solidårio. A Previdência não estão só? MO – Estamos na União das Mutualidades, que tem 76 associaçþes inscritas das cerca de 100 existentes, e faço parte do grupo que estå a estudar o novo contrato colectivo de trabalho, que se encontra quase na parte final de redacção. Actualmente estamo-nos a reger pelo código das IPSS, que tem especificidades próprias dessas institutiçþes,mas são diferentes das mutualidades. Vamos desenvolver parcerias, não apenas nos ser viços mÊdicos, mas

noutras situaçþes, com outras associaçþes mutualistas. Se uma coisa for boa para os nossos associados, tambÊm serå para os dos outros e vice-versa, possibilitando algumas economias de escala. Podem-se desenvolver vårios serviços, pois hå algumas mutualidades que têm farmåcias sociais e outras têm serviços fúnebres. Podemos criar equipamentos residenciais para seniores, sem se tratar de lares, num conjunto mais de bairro organizado, com restauração, serviços mÊdicos, centros de dia. Hå três caixas económicas em Portugal, e um deles Ê o Montepio, porque não duas ou três associaçþes juntarem-se e criarem tambÊm uma?


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Jardim-de-infância com valências de creche e prÊ-escolar

Formar as crianças e apoio Ă famĂ­lia Dotado de instalaçþes de excelĂŞncia, com capacidade para acolher 120 crianças, o jardim-de-infância d'A PrevidĂŞncia Portuguesa tem as valĂŞncias de creche com bercĂĄrio (a partir dos quatro meses) e prĂŠ-escolar (dos trĂŞs aos seis anos). Afirmando-se como uma unidade de referĂŞncia, “reconhecida pela qualidade dos seus serviços, pelo carinho e amor prestados Ă s crianças e Ă s suas famĂ­liasâ€?, o jardim-de-infância da associação mutualista de Coimbra, localizado na rua da Fonte do Castanheiro, visa prestar uma resposta

social, no âmbito da educação, sustentada numa equipa sĂłlida, “empenhada num futuro mais risonho dos nossos pequenos cidadĂŁosâ€?. Frequentado por cerca de 100 crianças (apenas ainda hĂĄ vagas no prĂŠ-escolar), o jardim-de-infância tem mĂşsica e inglĂŞs para todos, a que se adicionam, como actividades extra-curriculares, a natação, o judo e o yoga. Tendo VĂ­tor SimĂľes como director-tĂŠcnico e Paula Ramos como coordenadora pedagĂłgia, a instituição partilha e defende valores como a felicidade,

Paula Ramos Ê a coordenadora pedagógica, com uma equipa empenhada num futuro mais risonho para as crianças

o desenvolvimento harPRQLRVR D FRQĂ€DQoD H D integração, a que acresce a igualdade e a solidariedade, caracterĂ­sticas mutualistas de relevo. “O actual projecto educativo foca os usos e os costumes, no sentido de salientar o respeito pela diferença dos outros e a tolerância, a começar nas prĂłprias crianças, pois cada uma ĂŠ distinta da outraâ€?, conforme salienta a educadora Paula Ramos. “Quem nos procura, pretende qualidade e um serviço com caracterĂ­sticas muito familiares. Tratamos cada criança e a famĂ­lia de forma personalizada. Pelo que nos ĂŠ dito, isso ĂŠ o mais importante e ĂŠ valorizado pelos paisâ€?, refere a coordenadora pedagĂłgica do jardim-de-infância d'A PrevidĂŞncia Portuguesa. “Estamos a formar os cidadĂŁos do futuroâ€?, sublinha, para acrescentar que “a estabilidade, o equilĂ­brio emocional e a estimulação cognitiva das crianças sĂŁo fundamentaisâ€?. E como tĂŞm ao seu cuidado desde muito pequeninos, a instituição ĂŠ tambĂŠm parceira das famĂ­lias neste inĂ­cio da caminha das crianças. Em preparação estĂŁo para avançar quatro projectos educativos, conforme dĂĄ conta VĂ­tor SimĂľes, constituindo uma mais-valia para a comunidade do jardim-de-infância. O essencial ĂŠ a ligação da criança ao meio, atravĂŠs de aspectos sensoriais.

O actual projecto educativo foca os usos e os costumes, no sentido de salientar o respeito pela diferença dos outros e a tolerância

Irå ser criado um observatório do sol, para que as crianças se apercebam da luz e da sombra, assim como serão registadas as temperaturas e percepcionado o estado do tempo, apreendendo o calor e o frio, o sol, as núvens e a chuva. Ainda a nível sensorial, outro projecto tem em vista o contacto com materiais, como o vidro, o metal, a madeira, entre outros, para que a criança tenha, atravÊs do tacto, a sensação da textura e do som. Outra mais-valia do jardim-de-infância Ê ter um jardim, com årvores de frutos e uma horta, espaço muito apreciado pelas crianças, atÊ porque, con-

forme refere Paula Ramos, a maioria vive na cidade, em apartamentos, sendo uma forma de usufruírem do ar livre e terem contacto com a natureza. A funcionar desde Setembro de 2010, as novas instalaçþes, adjacentes à casa-mãe, vieram reforçar a capacidade do jardim-de-infância d'A Previdência Portuguesa. Inaugurado em Janeiro de 2012, o edifício, construído de raiz num terreno com uma årea total de 2 600 metros quadrados, re-

presentou um investimento de um milhão de euros, pela associação mutualista. AlÊm de vårias salas, adequadas às crianças de diferentes idades, as instalaçþes dispþem de um berçårio, um refeitório e uma cozinha própria que serve as duas valências. A equipa do jardim-de-infância tem seis educadoras, 11 auxiliares, um cozinheiro e ajudante, elementos dos serviços gerais e funcionåria administrativa.

Jardim-de-infância d’A Previdência Portuguesa Rua da Fonte do Castanheiro 3030-246 Coimbra Telefone: 239 713 397 | Fax: 239 406 388 jipp@aprevidenciaportuguesa.pt

SaĂşde que pode ser grĂĄtis para os aderentes

Consultas mÊdicas e enfermagem estão ao serviço dos associados O serviço de assistência mÊdica d'A Previdência Portuguesa Ê uma vantagem que estå ao alcance de todos os associados da instituição mutualista e dos seus familiares, mediante uma inscrição no valor de GRLVHXURVPHQVDLV ÀOKRV atÊ aos 18 anos de idade), com todas as consultas gråtis. Mesmo os associados não aderentes podem usufruir das consultas de clínica geral, mas jå terão de pagar quatro euros por consulta, enquanto os tra-

tamentos de enfermagem têm um custo constante de tabela própria. Junto à sede de A Previdência Portuguesa, a assistência mÊdica proporciona consultas de medicina geral, serviços de enfermagem e prescrição de medicamentos e exames complementares de diagnóstico aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (mercê de um acordo com a Administração Regional de Saúde do Centro) e aos de todos os outros subsistemas de Saúde existentes

(ADSE e SAMS, entre outros). Dotado de um corpo clínico e de enfermagem, o serviço de assistência mÊdica d'A Previdência Portuguesa distingue-se por dar uma resposta às solicitaçþes no próprio dia, podendo as consultas ser marcadas presencialmente, atravÊs de telefone ou mensagem de correio electrónico, meio que pode ser usado para qualquer contacto com a equipa de saúde. As consultas de clínica geral, com os mÊdicos João

Mendes e Alípio Carvalho, são às segundas e sexta-feiras, das 14h30 às 16h30, e às terças, quartas e quintas das 10h30 às 12h30. O serviço de enfermagem funciona, tambÊm, no horårio das consultas. Para alÊm dos serviços assegurados pelo corpo clínico e de enfermagem, esta valência d'A Previdência Portuguesa tem acordos com especialistas mÊdicos, uma mais-valia que permite proporcionar preços de consulta reduzidos aos associados inscritos, quan-

JoĂŁo Mendes ĂŠ um dos mĂŠdicos disponĂ­veis para os associados

do tal seja necessårio para uma melhor avaliação ou tratamento de saúde. Este Ê um serviço que funciona em articulação com a RedeMut, colaboração que permite a um associado de uma mutualidade de Lisboa, que integre esta rede, receber assistência

em Coimbra. E o mesmo sucede, por exemplo, com os muitos associados d'A Previdência Portuguesa na região Norte do país que, neste âmbito, podem recorrer aos serviços mÊdicos de associaçþes mutualistas mais próximas da sua årea de residência.


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Casa da Mutualidade e Galeria de Arte

Um contributo para a cultura em Coimbra Localizada no rÊs-do-chão do prÊdio contíguo ao da sede de A Previdência Portuguesa, a Casa da Mutualidade Ê um espaço privilegiado de divulgação, no qual se pretende proporcionar uma interatividade constante para todos aqueles que aí procurem informaçþes, ou simplesmente saciar a sua curiosidade sobre a corrente mutualista, quer sejam associados ou não.

Criada no âmbito do programa das comemoraçþes do 75.º aniversårio de A Previdência Portuguesa, em 2004, a Casa da Mutualidade Ê, igualmente, uma galeria de arte com uma localização priveligiada na urbe coimbrã Ê jå um ponto de referência cultural e artístico da cidade. As magníficas instalaçþes amplas e bem iluminadas, proporcionam aos artistas a possibilidade de divulgarem

A Casa da Mutualidade, com galeria de arte, situa-se na rua de Dr. Manuel Rodrigues, em Coimbra

os seus trabalhos, realçando toda a beleza dos mesmos. Na cidade do Mondego e com reconhecida pujança e dinâmica na regiĂŁo Centro, este ĂŠ um local de excelĂŞncia para a promoção das artes e da cultura, tendo sido essa mais-valia reconhecida pelo PrĂŠmio Nacional de Mutalismo - Inovar para Melhorar, atribuĂ­do Ă PrevidĂŞncia Portuguesa, em 2012. Em homenagem ao homem que, durante mais de 25 anos, foi força viva e empenhado defensor do mutualismo, em Coimbra e em Portugal, a galeria de arte instalada na Casa da Mutualidade d'A PrevidĂŞncia Portuguesa passou a ter a designação de “Sala MĂĄrio Nunesâ€?, Trata-se de uma Ă€JXUD TXH WRGRV UHFRUGDP com carinho e admiração, que presidiu Ă  Direcção de A PrevidĂŞncia Portuguesa desde Janeiro de 2009 e atĂŠ

Martins de Oliveira, Luís Miguel Pereira e Telo de Morais, na inauguração da exposição de pintura

ao momento da sua morte, em 29 de Junho de 2013. Exposição para ver

“A Partitura do silĂŞncio ou a Harmonia do sonhoâ€? ĂŠ a exposição de pintura, do artista LuĂ­s Miguel Pereira, que foi inaugurada sexta-feira (dia 06), na galeria de arte da Casa da Mutualidade de A PrevidĂŞncia Portuguesa, em Coimbra. O artista plĂĄstico, licenciado em pintura na Escola UniversitĂĄria das Artes de

Coimbra, realiza a sua quinta exposição individual, a qual estarå patente atÊ ao próximo dia 02 de Março, podendo ser visitada de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 14h00 e das 15h00 às 19h00, e ao såbado, das 09h00 às 13h00. A inauguração desta exposição contou com a presença do artista plåstico, do presidente da Direcção d'A Previdência Portuguesa, Martins de Oliveira, e do conhecido apaixonado por arte, Telo de Morais. Foi este

que incentivou LuĂ­s Pereira a pintar uma sĂŠrie de quadros relacionados com a mĂşsica, WHQGRUHVXOWDGRREUDVĂ€JXUDtivas e abstractas, onde o azul e o amarelo sĂŁo traço comum entre o cĂŠu e a terra (deserto). Para Telo de Morais, trata-se de “uma dinâmica entre o real e o irrealâ€?, sublinhando DTXDOLGDGHGHVWDDUWHĂ€JXUDtiva de LuĂ­s Miguel Pereira, que “encanta pela precisĂŁo do desenhoâ€?. Ao iniciar a exposição, o autor tinha jĂĄ sete quadros vendidos e 20 livres para aquisição.

Soluçþes mutualista de poupança, investimento e segurança

Acautelar presente e o futuro A Previdência Previdência Ê uma associação mutualista proporciona protecção social, atravÊs de 10 modalidades de benefícios, enquadradas na-

quilo que Ê o regulamento da instituição e da tutela. Orientadas para a pessoa, todas as opçþes têm associada uma componente de seguro de vida.

Subsídio de Sobrevivência É o produto mutualista mais antigo e aquele que menos custos acarreta ao associado, criado, única e exclusivamente, a pensar no bem-estar da família. Trata-se de um subsídio a receber pelos herdeiros ou legatårios por morte do associado. Os montantes mensais a pagar são calculados tendo em conta a idade do subscritor, o plano da subscrição e o capital a subscrever. Subsídio a Prazo (com opçþes) Com prazos a convencionar de 15, 20 ou 25 anos, esta modalidade permite ao associado receber o subsídio IRUPDGRQRÀQDOGRPHVPRRXRSWDUSRUWUDQVIRUPDU parte ou a totalidade do capital, num subsídio de sobreYLYrQFLDÀFDQGRQHVWHVFDVRVLVHQWRGRSDJDPHQWRGH quotização associativa. Plano Poupança Juventude Trata-se de um plano de poupança ideal que permiWLUiDRMRYHPPHOKRUDUVLJQLÀFDWLYDPHQWHRLQtFLRGHVWH novo ciclo de vida. Ao atingir os 18, 21 ou 25 anos, o EHQHÀFLiULRSRGHUHFHEHUXPFDSLWDOGHLPHGLDWRRXHP prestaçþes mensais e com duração compreendidas entre dois e cinco anos. Plano Poupança Educação Tendo presente que a educação Ê a base de uma sociedade moderna e competitiva, esta modalidade pode ser subscrita por qualquer indivíduo com idade compreendida entre os 14 e os 60 anos, o qual indicarå um jovem

A subscrição de qualquer uma das modalidades de benefício confere, de imediato, o estatuto de associado d’A Previdência Portuguesa. Trata-se de

um conjunto de soluçþes procuradas, sobretudo, por pessoas que buscam a poupança, o investimento e uma segurança para o futuro.

A oferta proporcioQDGD p GLYHUVLÀFDGD SRU forma a alcançar um amplo conjunto de situaçþes que podem ser vantajosas para os associados, ao

longo da sua vida. É, tambÊm, a demonstração da evolução do conjunto de modalidades de benefícios mutualistas, desde a sua gÊnese.

DEHQHÀFLDUFRPLGDGHQXQFDVXSHULRUDDQRV$RV a reaplicação das fracçþes de modo a que se vençam na subscritores deste produto Ê garantido o pagamento de data referente à subscrição inicial. 12 semestralidades ao jovem indicado, a partir da data em que este completa 18 anos, custeando, assim, despesas Subsídio Periódico com Opçþes com um curso mÊdio ou superior. Contempla os riscos de morte ou invalidez permanente, quer estes factos ocorram por acidente ou de forma natural. É um subsídio com prazo de 10, 15 ou Subsídio Duplo de Sobrevivência e Prazo Este Ê um subsídio misto de sobrevivência e prazos 20 anos, com pagamentos a cada cinco anos, atÊ perfazer de 15, 20 ou 25 anos. Contempla o recebimento imedia- o prazo escolhido e com escolha de um factor de mulWRQRÀQDOGRSUD]RHFRQWLQXLGDGHGHDVVRFLDGRFRP tiplicação que vai de um a três. vertente de subsídio de sobrevivência do mesmo valor, sem qualquer pagamento de quotização. Capital de Reforma Atingir a idade da reforma depois de uma vida de WUDEDOKRHGHVIUXWDUGHXPDVLWXDomRÀQDQFHLUDFDSD]GH Subsídio a Prazo suportar os encargos planeados para mais uma etapa da com Pagamentos Antecipados Com recebimentos faseados tripartidos, permite vida Ê o desejo de qualquer cidadão. Esta Ê uma subscrifazer uma calendarização exacta de encargos. Os prazos ção para indivíduos entre os três e os 60 anos que prevê podem variar entre os 15 e os 30 anos, sempre em múlti- o recebimento de um capital prÊ-determinado ao ser plos de três. Os pagamentos são feitos ao associado, 25 atingida uma idade que pode ser de 55, 60, 65 ou 70 anos. SRUFHQWRGRVXEVtGLRIRUPDGRUHVSHFWLYDPHQWHQRÀQDO do primeiro e segundo terços do prazo convencionado, Rendas Vitalícias HRVUHVWDQWHVSRUFHQWRQRÀQDOGRFRQWUDWR Constitui preocupação fundamental da maioria dos FLGDGmRVDFRQVROLGDomRGHIRQWHVGHUHQGLPHQWRÀiYHLV Capitais Diferidos com Opção e duradouras, por forma a assegurar uma desejåvel estaMediante a subscrição desta modalidade, acautela-se bilidade económica. Mediante a entrega de um valor, que um imprevisto indesejåvel e, tambÊm, uma poupança poderå ser em numerårio, imóveis ou títulos de crÊdito, para mais tarde. Este produto mutualista, cujos prazos Ê atribuída uma renda mensal e vitalícia, proporcional a determinar são de 15 ou 20 anos, vincendos de cinco ao valor entregue. Este Ê o único produto disponível, em cinco, pode ser subscrito por indivíduos com idade em simultâneo, para associados e não associados d'A compreendida entre os três e os 60 anos. Permite, ainda, Previdência Portuguesa.


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ACTUALIDADE

DE FEVEREIRO DE 2015 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

Parceria entre CEARTE e CLDS+

Coimbra vai ter incubadora social para empreendedores O Centro de Formação 3URÀVVLRQDO GR $UWHVDQDWR &($57(  HP FRQMXQWR FRP D &kPDUD 0XQLFLSDO GH &RLPEUD H D 2EUD GH 3URPRomR6RFLDOGR'LVWULWR GH &RLPEUD QR kPELWR GR SURJUDPD &RQWUDWR /RFDO GH 'HVHQYROYLPHQWR 6RFLDO &/'6 DSUHVHQWDUDPXP SURMHFWR GH HPSUHHQGHGRULVPRTXHSUHWHQGHGDUIRUPDomR D GHVHPSUHJDGRV H SURSRUFLRQDUOKHVXPHVSDoR GHWUDEDOKR &HUFDGHSHVVRDVHVWLYHUDPSUHVHQWHVQDVHVVmRGH HVFODUHFLPHQWRTXHGHFRUUHX QD SDVVDGD VH[WDIHLUD QDV LQVWDODo}HV GR &($57( RQGHQRkPELWRGHVWHSURMHFWR VHUi GDGD XPD IRU-

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PDomR LQWLWXODGD ´3ODQR GH 1HJyFLRVµ &RPDSHQDVSDUWLFLSDQWHV D IRUPDomR WHUi  KRUDV HP KRUiULR ODERUDO HQWUHDVKHDVK  HGHFRUUHUiGHDGH)HYHUHLURHGHDGH0DUoR 2REMHFWLYRpGDUDRSRUWXQLGDGH D GHVHPSUHJDGRV EHQHÀFLiULRVGR5HQGLPHQWR 6RFLDO GH ,QVHUomR 56,  H RXWURVFLGDGmRVHPULVFRGH GHVHPSUHJR FRPR R FDVR GRV UHFpPOLFHQFLDGRV  GR FRQFHOKR GH &RLPEUD GH SRGHUHP GHVHQYROYHU D VXD LGHLDGHQHJyFLRGDQGROKHVDV FRQGLo}HVQHFHVViULDVSDUDWDO $OFLQR 6LOYD FRRUGHQDGRU WpFQLFR GR &/'6  H[SOLFRX TXH ´Ki PXLWDV

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Promotora do Dolce Vita

Empresa da Chamartin declarada insolvente 3URPRWRUD GR FHQWUR FRPHUFLDO 'ROFH 9LWD GH &RLPEUDLQDXJXUDGRKi DQRV D HPSUHVD $SOLFDomR 8UEDQD9,DFDEDGHVHUGHFODUDGDLQVROYHQWHPHGLDQWH GHFLVmRMXGLFLDO )RQWHOLJDGDDRSURFHVVR GLVVH DR ´&DPSHmRµ TXH R DVVXQWR HVWi D VHU WUDWDGR QRkPELWRGHXPSURFHVVR GHUHHVWUXWXUDomRGR*UXSR &KDPDUWLQ VHP LQWHUIHUrQFLD QR GHVHQYROYLPHQWR H JHVWmRGLiULDGR'ROFH9LWD QHPQDUHODomRFRPRVVHXV SDUFHLURV $$SOLFDomR8UEDQD9, TXH WUDQVLWRX GR XQLYHUVR HPSUHVDULDO GH $PpULFR $PRULPSDUDR*UXSR&KDPDUWLQ IRL D YHQFHGRUD GH XP FRQFXUVR S~EOLFR GH kPELWRLQWHUQDFLRQDOODQoDGR SHOD&kPDUDGH&RLPEUDHP

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Treinadores holandeses estiveram no campo Baskerville

Especialistas em treino canino dão seminário em Coimbra %DVNHUYLOOHSDUDHQVLQDUQRYDV WpFQLFDVQDHGXFDomRHWUHLQR GHFmHV (VWDVDSUHQGL]DJHQVSHUPLWHP´DSHUIHLoRDURVQRVVRV FRQKHFLPHQWRVQDiUHDQmR Vy DR QtYHO GD FRPSHWLomR PDVWDPEpPSDUDRWUDEDOKR Empreendedorismo social FLYLOµUHIHUH+pOGHU$PDUR SURSULHWiULR GR FDPSR GH WUHLQR DFUHVFHQWDQGR TXH ´HPERUD VHMD GLVSHQGLRVR 8PSURMHFWRGHSURGXomR $SRLR)DPLOLDUGH&RLPEUD WHQWDPWUD]HUVHPSUHSHVVRDV GHVDEmRDUWHVDQDOYLVDFULDU ´6DEmRFRPDUWHµIRLFRQFH- UHFRQKHFLGDV QD iUHD SDUD HP&RLPEUDVHLVSRVWRVGH ELGRDSHQVDUHP´MRYHQVVHP DMXGDUHPDDXPHQWDURVFRWUDEDOKR SDUD MRYHQV SUR- LQVHUomRQRPHUFDGRGHWUDEDYHQLHQWHV GH PHLRV VRFLR- OKRHVHPEHQHÀFLDPGHVXHFRQyPLFRVGHVIDYRUHFLGRV SRUWHUHODWLYDPHQWHDRUXPR $LQLFLDWLYDpGR&HQWUR HDRSURFHVVRGHFRQVWUXomR ,QWHJUDGRGH$SRLR)DPLOLDU GHXPSURMHFWRGHYLGDµ Na mente do Centro e GH&RLPEUDTXHWHPFRPR SDUFHLURVR&($57(&HQ- GRVVHXVSDUFHLURVHVWmRLPLWURGH)RUPDomR3URÀVVLRQDO JUDQWHVHGHVFHQGHQWHVPHPH GR $UWHVDQDWR ,QVWLWXWR EURVGHFRPXQLGDGHVFLJDQDV GH (PSUHJR H )RUPDomR MRYHQVRXWURUDLQVWLWXFLRQDOL]D3URILVVLRQDO 6DQWD &DVD GD GRVHUDSD]HVHUDSDULJDVHP 0LVHULFyUGLD8QLYHUVLGDGHH VLWXDomRGHDEDQGRQRHVFRODU ,QVWLWXWR3ROLWpFQLFRGH&RLP- SUHFRFH2IDEULFRGHVDEmR EUD7UDWDVHGHXPSURMHFWR DUWHVDQDOVHUiDFRPSDQKDGR ´6DEmRFRPDUWH(*µGH SHODSURGXomRGHXPDEXOD HPSUHHQGHGRULVPRVRFLDOH[- HP YiULRV LGLRPDV  DOXVLYD SHULPHQWDOHLQRYDGRUVHQGR DRPRQXPHQWRRXjWUDGLomR XPGRVDSURYDGRVHQWUH UHSUHVHQWDGR D  $SURGXomRHRDUPD]HFDQGLGDWXUDVVXEPHWLGDV QDPHQWRVHUmRHIHFWXDGRVHP DR3URJUDPD(VFROKDV $LQLFLDWLYDYLVDDFULDomR HVSDoR GLVSRQLELOL]DGR SHOD GHXPQHJyFLRGHFDUL]VRFLDO 6DQWD&DVDGD0LVHULFyUGLDGH DVVHQWHQRIDEULFRHFRPHU- &RLPEUD$FRPHUFLDOL]DomR FLDOL]DomR GH XP SURGXWR GRVDEmRLUiVHUIHLWDPHGLDQWH DUWHVDQDO TXH UHSUHVHQWH H YHQGDDPEXODQWHHPORFDLV SURPRYDRSDWULPyQLRKLVWy- IUHTXHQWDGRVSRUWXULVWDVHP ULFRHRXFXOWXUDOGH&RLPEUD PXVHXVHORMDVHHPSODWDIRUUHFXSHUDQGRXPDWUDGLomRTXH PDVHOHFWUyQLFDV 7DPEpPGHYHUiVHUFRUHPRQWDjVHJXQGDPHWDGHGR PHUFLDOL]DGRRXWURVDEmRDUVpFXOR;,; 6HJXQGR0DULD-RmR9LHL- WHVDQDOPDLVHFRQyPLFRGHVUD GR &HQWUR ,QWHJUDGR GH WLQDGRDFRQVXPRFRUUHQWH QKHFLGRVWUHLQDGRUHVGHFmHV DQtYHOLQWHUQDFLRQDO 'XUDQWH TXDWUR GLDV R 5HQH YDQ 3LQ[WHUHQ H FDPSRGHWUHLQRV%DVNHUYLOOH 7LQXV 6HOOLV VmR WUHLQDGRUHV QD5LEHLUDGH)UDGHV&RLPEUD KRODQGHVHV GH DOWD FRPSHUHFHEHXGRLVGRVPDLVUHFR- WLomR TXH VH GHVORFDUDP DR D. B.

Sabão artesanal visa criar postos de trabalho

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EMPRESAS & NEGĂ“CIOS www.campeaoprovincias.pt

Sistemas completos de engenharia em automação

Soluçþes industriais em engenharia da Figueira da Foz para o mundo EMPRESA Streak - Engenharia em Automação, Lda SECTOR Engenharia ABERTURA 2002 MORADA Rua dos Linhais, n.º 2 Fonte do Casal Brenha - 3080-440 Figueira da Foz CONTACTOS 233 096 059 / 915 191 166 ENDEREÇO ELECTRÓNICO streak@streak.pt INTERNET www.streak.pt FACEBOOK https://www.facebook.com/pages/ Streak-Engenharia-em-Automação

desenvolverem tambÊm o hardware que dava apoio aos DIANA BAPTISTA programas que desenvolviam A Streak - Engenharia e, mais tarde, a integração total em Automação, Lda foi fun- dos sistemas. As soluçþes que apredada em Setembro de 2002, por dois sócios, tendo como senta nas vårias åreas passam principal objectivo a criação de por reconversão de sistemas soluçþes inovadoras na årea da ´UHWURÀWWLQJ¾LQVSHFomRHPDnutenção de sistemas indusautomação industrial. Instalada na Figueira da triais, redes de comunicaçþes Foz, a Streak tem, actualmen- industriais (wired e wireless), te, 10 funcionårios e quatro construção de måquinas esestagiårios (recÊm formados peciais, apoio e manutenção em engenharia de automação de processos. Em todas estas e mecânica), que garantem a vertentes, a empresa utiliza qualidade do serviço a clientes tecnologias como sistemas de de vårios pontos do país, com automação; sistemas de mediPDLRULQà XrQFLDHPHPSUHVDV ção, monitorização e controlo, redes industriais de dados e do norte e sul de Portugal. Inicialmente surge só com projecto mecânico. Actualmente, a maioria a prestação de serviços de software industrial, dando dos produtos que vendem apoio a empresas que não são sistemas completos e tinham esta årea tão desen- integrados, em que a grande volvida, no entanto, a neces- mais valia Ê a personalização sidade de alargarem a oferta e do produto em relação ao proporcionarem um serviço que o cliente pretende, não completo, levou os sócios a desenvolvendo produtos em

sĂŠrie mas antes "soluçþes que vĂŁo de encontro Ă necessidade HVSHFtĂ€FDGRVQRVVRVFOLHQWHV personalizando-os Ă  medida GRVHXQHJyFLRÂľUHIHUH6pUJLR Correia. AlĂŠm da elaboração destes produtos, a empresa realiza contratos de manutenção, para dar suporte Ă  parte de automação, nĂŁo sĂł nos equipamentos que desenvolvem como tambĂŠm nos jĂĄ existentes. A Streak trabalha com empresas do ramo automĂłvel, da indĂşstria de artigos sanitĂĄrios, indĂşstria quĂ­mica e de resĂ­duos e energia, tendo como principais clientes grande parte das marcas europeias de automĂłveis como BMW, Renault, Mercedes ou Peugeot, com as quais trabalha, directa ou indirectamente, mas, tambĂŠm, a Sonae IndĂşstria e a Mahle, entre outras. “Desenvolvemos os sistemas que vĂŁo atestar que certos produtos estĂŁo aptos para serem utilizados de acordo com as especiĂ€FDo}HVHQRUPDVH[LJLGDV pelo cliente, que podem ser, por exemplo, no caso do ramo automĂłvel, as dimensĂľes de uma peça ou, no caso da indĂşstria quĂ­mica, FHUWLĂ€FDUPRQRV GH TXH D dosagem e a temperatura de um produto sĂŁo as correctas

Empresa oferece serviços de software, hardware e integrados para empresas europeias, africanas e asiåticas

para esse processo quĂ­mico ÂľH[SOLFD

com alguns paĂ­ses africanos e tambĂŠm com a China. Em 2013 a empresa e os seus serviços foram mencioExportaçþes nados junto de outras de refundamentais nome internacional provando Em Portugal, a empresa que “Portugal pode marcar trabalha para um nicho de uma posição nesta ĂĄrea, jĂĄ que mercado, que, em conjunto a engenharia portuguesa ĂŠ tĂŁo com a polĂ­tica de exportação, boa ou melhor do que aquela QD TXDO WrP YLQGR D DSRV- que ĂŠ desenvolvida noutros tar, tem contribuĂ­do para SDtVHVÂľ JĂĄ este ano a Streak foi manterem um “crescimento FRQVWDQWHDRORQJRGRVDQRVÂľ distinguida como PME ExceSegundo SĂŠrgio Correia, OrQFLDRTXHSDUD6pUJLR6LOYD o objectivo da Streak para o representa “uma motivação futuro ĂŠ precisamente apostar extra e a possibilidade da emmais na exportação, nome- presa se tornar mais conhecida adamente para o continente DQtYHOQDFLRQDOÂľUHIRUoDQGR americano, como Estados que “sĂł chegĂĄmos aqui com Unidos da AmĂŠrica, Brasil e muito trabalho, dedicação e MĂŠxico, sendo que jĂĄ traba- qualidade dos produtos e serlham no mercado Espanhol, YLoRVTXHRIHUHFHPRVÂľ

Iniciativa decorreu em 19 estabelecimentos do grupo

“Dia Litocarâ€? realizou quase 3 000 check-ups A Litocar promoveu, no passado sĂĄbado (dia 07), a 9.ÂŞ HGLomRGR´'LD/LWRFDUÂľTXH contou com a participação de milhares de clientes que aproveitaram a oportunidade de fazerem um check-up aos seus automĂłveis. Nesta edição foram realizados cerca de 3 000 check-ups e oferecidos cheques, no valor de 100 euros, aos primeiA nona edição abrangeu todas as marcas ros 10 clientes, que poderĂŁo representadas ser utilizados em futuras revisĂľes nos seus veĂ­culos. Para muitos clientes esperavam Ă O evento foi realizado tentarem a sua sorte, desde o porta das nove concessĂľes em todas as concessĂľes e dia anterior (sexta-feira), que Litocar. extensĂ­vel a todas as marcas PUBLICIDADE

representadas pelo grupo, uma iniciativa que tem vindo a crescer anualmente e que aprofunda a relação da Litocar com os seus clientes, resultando numa boa aposta da empresa no desenho dos seus objectivos comerciais. Os beneficiårios desta iniciativa puderam usufruir, alÊm do check-up gratuito do automóvel, a ofertas de lavagem exterior, desconto especial atÊ 50 por cento em futuras intervençþes e oferta de dois pneus na aquisição de outros dois das marcas Miche-

lin, Dunlop ou Continental. As vantagens estenderam-se, tambÊm, aos pequenos negócios e empresas, jå que a Litocar ofereceu redução de custos de manutenção das frotas, com um pacote exclusivo de descontos nos serviços GDRÀFLQD O Dia Litocar realizou-se QRVSRQWRVGHDVVLVWrQFLD do grupo nos estabelecimentos de Coimbra Sul, Coimbra, Figueira da Foz, Cantanhede, Viseu, Guarda, Covilhã, Castelo Branco e pela primeira vez em Santa Maria da Feira.

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B R E V E S

ORIMA distinguida pelo IAPMEI

A empresa de electrodomĂŠsticos Orima foi uma das 30(([FHOrQFLDGLVWLQJXLGDV pelo IAPMEI, no passado dia 26 de Janeiro, no Europarque, em Santa Maria da Feira. A empresa renovou em 2014, pelo quinto ano consecutivo, o certificado de qualidade SHOD HPSUHVD GH FHUWLĂ€FDomR Bureau Veritas, tendo lançado jĂĄ este ano a gama Prestige, composta por produtos com um maior valor acrescentado, quer ao nĂ­vel do design quer tĂŠcnico. MĂĄrio Almeida, fundador da Orima, garante que “a empresa jĂĄ atravessou muitos ciclos prĂłsperos e tambĂŠm muitas crises, pelo que ĂŠ com grande satisfação que este ano comemoramos os nossos 45 anos, sempre com a dedicação HFRQĂ€DQoDGRVQRVVRVFOLHQWHVÂľ 2 YROXPH GH QHJyFLRV da Orima ultrapassou os 24, 5 milhĂľes de euros, em 2014, o que representou um aumento das vendas em cerca de 9,5 por cento.

AESL homenageia TurislousĂŁ

No passado dia 05 de Fevereiro a AESL- Associação Empresarial Serra da Lousã atribuiu uma distinção ao associado Turislousã, Unip. Lda. A empresa foi contemplada com RHVWDWXWRGH30(([FHOrQFLD 2014, tendo sido a única do FRQFHOKRDREWHUWDO´SUpPLR¾ A cerimónia ocorreu no Museu Municipal Professor à lvaro Viana de Lemos e o momento da distinção levou tambÊm à assinatura do primeiro protocolo entre a AESL e a Turislousã. A AESL, cujo presidente da Direcção Ê Carlos Alves, foi fundada em 2014 e tem como objectivos representar, defender, promover e apoiar as empresas da Serra da Lousã.

Castings em Coimbra

A empresa Good Look (Castings & Produçþes) vai realizar no próximo dia 26 de Fevereiro, em Coimbra, castings para modelos fotogråÀFRVGHSDVVHUHOOHSXEOLFLGDGH hospedeiras e para catålogos de moda. O Rock Planet, em Coimbra, entre as 11h00 e as 16h00, vai receber os interessados em entrar para o mundo da moda, que devem ter entre os dois e os 50 anos de idade. Para mais informaçþes, Ê possível visitar a pågina da Internet da empresa em www.goodlook.pt.


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PROBLEMA N.Âş 419/A

CINCO PALAVRAS RELACIONADAS COM GRÉCIA

PALAVRAS CRUZADAS – Problema n.º 419 Tema de hoje – GRÉCIA 1

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www.campeaoprovincias.pt

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PRÉMIOS – Obra literåria, oferta da PORTO EDITORA; PrÊmio surpresa, oferta de à GUIA; e, no ¿QDOGRPrVPDLVXPSUpPLRHVSHFLDO³7HDWUR1D FLRQDOGH6mR-RmR´YDOLRVDREUDLOXVWUDGDHGLomRH oferta da PORTO EDITORA. Mensalmente tambÊm XPRXWURSUpPLRHVSHFLDORIHUWDGD'8$57(3$ 3(/$5,$QDV*DOHULDV$YHQLGD ORMDDYGH6i da Bandeira, Coimbra). PRAZO PARA REMESSA DE SOLUÇÕES – AtÊ DRGLDGRSUy[LPRPrV (19,2'(62/8dŽ(6¹(UQHVWR/RSHV1XQHV %HFR GRV 8QLGRV Qž  (VSDGDQHLUD  ¹  Coimbra. PREMIADOS 3DVVDWHPSRV Qž  ¹ -RmR $OEDQR 1XQHV 5LEHLURGH3yYRDGH9DU]LPFRPOLYURGD32572 (',725$ -RVp &DUORV %DWLVWD GH &RLPEUD FRP prÊmio surpresa, oferta de à GUIA.

ENIGMA FIGURADO

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HORIZONTAIS Âą  Âą (VSDoR HP EUDQFR 4XH WHP IRUPDDJUDGiYHO SO Âą(QIUHQWDUREVWiFXORFRPYRQWDGH HHVIRUoR)DVHGHXPDGRHQoDÂą3HVVRDDTXHPVH WULEXWDJUDQGHYHQHUDomR3{UWDSXPHHPÂą(VSRVDHP UHODomRDRVSDLVGRUHVSHWLYRF{QMXJH4XHGL]UHVSHLWR jXULQDÂą/DYUDVVHPFRPFKDUUXD(VWRXVLWXDGRÂą 6XÂż[RGLPLQXWLYRÂą(OHPHQWRGHIRUPDomRGHSDODYUDV TXHH[SULPHDLGHLDGHWUrV6XEVWkQFLDDQLPDODGLSRVD Âą)D]HUURTXHQRMRJRGR[DGUH]&DGDXPDGDVSHoDV GHXPDFRUUHQWHÂą,QWHUMHLomRGHDGPLUDomR0XLWRERD Âą8QLGDGHGHFDSDFLGDGHHOpWULFD3HTXHQDSRUomRGH OtTXLGRÂą'RXVDERU)UXWRVXFXOHQWRHGRFHGDDPRUHLUD VERTICAIS – 1 – Cabeleira abundante. Capa de palha. Âą$TXHOHTXHOr)D]HUJLUDUÂą(QFREUH&RELoRVR Âą(VSDoDGDV/DYUDPÂą3UHJR&RQÂżGrQFLDÂą&RQWL QXDomRÂą&DODIHWDU2GHÂą(VWDomRGH7UDWDPHQWRGH ĂˆJXDV5HVLGXDLV DEU 'XUHPÂą3OXPEDJLQD3HJDGR Âą6RPEULR$WLUDUÂą&RUULJLX0XGD

SOLUÇÕES

CORRIGENDAS $VFDVDGHKR UL]RQWDOH VmR HP EUDQFR DV GH  KRUL]RQWDO   HpTXHVmRWD SDGDV 2 HQXQFLDGR GH  KRUL]RQWDO Â?  p GHFLVmR DUELWUiULD SOXUDO 

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PALPITANDO

AcadÊmica procura primeira vitória em Coimbra A AcadÊmica - Futebol SDUQ empatou (0-0) em Setúbal, em jogo da 20.ª. jornada da I Liga. Tratou-se da 11.ª igualdade obtida pela Briosa na presente temporada, cujo único triunfo foi alcançado em Arouca. O Gil Vicente, vitorioso frente ao Marítimo

(no Funchal), estå em igualdade pontual com a AcadÊmica, ocupando o clube de Barcelos a penúltima posição GDWDEHODFODVVLÀFDWLYDHRFRnimbricense a antepenúltima. Vencido em Paços de Ferreira, onde chegou a desfrutar de YDQWDJHPR3HQDÀHOEDL[RX

ao Ăşltimo lugar (com menos um ponto do que a Briosa e o *LO9LFHQWH 1RSUy[LPRGRmingo, a AcadĂŠmica recebe no EstĂĄdio Cidade de Coimbra o Boavista e os adeptos esperam celebrar, pela primeira vez esta ĂŠpoca, o primeiro um triunfo em casa. A mĂĄ notĂ­cia ĂŠ a lesĂŁo

FRANCISCO ANDRADE

JOSÉ ALBERTO COELHO

ACADÉMICA X BOAVISTA

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PALPITES

PONTOS FICHA TÉCNICA EDIĂ‡ĂƒO COIMBRA www.campeaoprovincias.pt

Ă LVARO AMARO

JOĂƒO P. BARBOSA MELO

MĂ RIO CAMPOS

contraĂ­da por AnĂ­bal Capela HP6HW~EDOĂ€FDQGRDJRUDD saber-se que o central da Briosa fracturou o perĂłnio. AnĂ­bal Capela junta-se no boletim mĂŠdico a Salli, Ivanildo, Magique, Ofori e Marcos Paulo, sendo que o brasileiro jĂĄ evolui para treino condicionado.

JOSÉ M. CANAVARRO

JOSÉ M. PUREZA

O calendårio da 21.ª jornada do escalão principal da Liga de futebol Ê o seguinte: VH[WDIHLUD GLD ²3RUWR*XLPDUmHVjVK 6SRUW7Y  ViEDGR GLD   ² *LO Vicente-Paços de Ferreira, às 18h00 (SportTv), Belenenses-Sporting, às 20h15

MIGUEL CORREIA

FĂ TIMA RAMOS

(SportTv); domingo (dia 15) ² 3HQDILHO0DUtWLPR H 5LR Ave-Moreirense, ambos Ă s 16h00, AcadĂŠmica-Boavista, jVK 6SRUW7Y %HQĂ€FD6HW~EDO jV K %HQĂ€FD Tv); segunda-feira (dia 16) ²1DFLRQDO(VWRULOjVK (SportTv).

MĂ RIO NOGUEIRA

HELENA FREITAS

MARTA BRINCA

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Telefone_ Fax_E-mailMRUQDOFS#PDLOWHOHSDFSW Editor/Propriedade 5(*,92=(PSUHVDGH&RPXQLFDomR/GD Rua$GULDQR/XFDV$]'(LUDV&RLPEUD_NIPC:  Director-Adjunto 5XL $YHODU UHVSRQViYHO H[HFXWLYR SRU HVWD H G L o m R  _ G e r e n t e d a R e d a c ç ã o - R V p  ) L G D O J R             H[W   _ Redacção /XtV 6DQWRV &3   5XL $YHODU &3   H  /XtV &DUORV 0HOR &3   7H O H I R Q H             H[W   H   )D[     _ Sede/Redacção: Rua

$GULDQR /XFDV  $] '  (LUDV   &RLPEUD Director Comercial Carlos Gaspar Directora de Marketing e Publicidade $GHODLGH 3LQWR    H[W   DGHODLGHSLQWR#PDLOWHOHSDFSW Paginação e Maquetagem1XQR0LJXHO3HUHV_ Impressão),*,QG~VWULDV*UiILFDV6$Rua Adriano /XFDV&RLPEUD_Distribuição 9$636RFLHGDGHGH7UDQVSRUWHVH'LVWULEXLomR/GD5GD 7DVFRDQ¾¾3LVR4XHOX]7HOHI)D[ Registo 65,3VRERQ¾,661,&6_Depósito Legal Q¾ Preço de cada número \ Assinatura anual \_Tiragem média: H[HPSODUHV

2VSDJDPHQWRVSDUDR&DPSHmRGDV3URYtQFLDVHPFKHTXHGHYHPVHUHPLWLGRVHPQRPHGH³5HJLYR](PSUHVDGH&RPXQLFDomR/GD´7DPEpPSRGHPVHUIHLWRVSRUWUDQVIHUrQFLDEDQFiULDDWUDYpVGR1,%


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Paulo Gonzo no CAE e Miguel Ă‚ngelo no Casino A comemoração do Dia dos Namorados, na Figueira da Foz, que se assinala QRViEDGR  Ă€FDHVWHDQRDFDUJR de Paulo Gonzo e Miguel Ă‚ngelo. O artista portuguĂŞs da voz rouca e baladas poderosas actua no Centro de Artes e EspectĂĄculos (CAE), pelas 21h30, onde apresenta o espectĂĄculo “Concertos Ă?ntimosâ€?, num ano em que comemora os seus 40 anos GHFDUUHLUDHTXHOHYDUiDWpDRS~EOLFRĂ€JXHLUHQVHRVYiULRVVXFHVVRVTXHWHPDOFDQoDGR Os bilhetes custam 17,50 euros por pessoa, estando Ă venda no CAE e atravĂŠs da Internet em www.cae.pt. Miguel Ă‚ngelo, com 30 anos de carreira, actua no SalĂŁo CaffĂŠ do Casino da Figueira, pelas 20h30. A noite terĂĄ inĂ­cio com um jantar, seguindo-se o concerto, RQGHRH[YRFDOLVWDGRV'HOĂ€QVWRFDUiQRYDVP~VLFDVHRVWHPDVGHPDLRUVXFHVVRGD sua carreira, onde se incluem, tambĂŠm, alguns ĂŞxitos do grupo musical ao qual deu voz. O preço para jantar e assistir ao concerto ĂŠ de 35 euros por pessoa, podendo as reservas VHUIHLWDVSDUDRHQGHUHoRGHHPDLOUHVHUYDV#FDVLQRĂ€JXHLUDSW Bamba Social actua no SalĂŁo Brazil O grupo de mĂşsicos luso-brasileiro Bamba Social actua amanhĂŁ (dia 13), pelas 22h30, no SalĂŁo Brazil, em Coimbra. SĂŁo Pedro Pinheiro (cavaquinho), TomĂĄs Marques e ZĂŠ Ferra (violĂŁo), Manu Idhra, Filipe Deniz e JoĂŁo Guedes (percussĂľes), Pedro Guerra e Vanessa Sassine (vozes) sĂŁo os artistas que prometem uma noite cheia de samba, revisitando os vĂĄrios clĂĄssicos da mĂşsica brasileira, desde os anos 30 atĂŠ hoje, recriando-os e acrescentando novas sonoridades. TeatrĂŁo com concerto dos Diabo na Cruz Os Diabo na Cruz vĂŞm, hoje, pelas 21h30, Ă  sala Grande da Oficina Municipal de Teatro (OMT) apresentar o seu mais recente trabalho de originais. Depois de terem conhecido o sucesso em 2009 com o disco “Virou!â€? e de se consolidarem no panorama musical portuguĂŞs com o segundo ĂĄlbum, “Roque Popularâ€?, lançado em 2012, os Diabo na Cruz iniciam, agora, uma digressĂŁo para o seu terceiro trabalho, onde apresentarĂŁo novos temas como “Vida de estradaâ€? e “Ganhar o Diaâ€?. Os bilhetes, que se encontram Ă  venda na OMT, custam 12,5 euros e a plateia tem lotação limitada. Patente espĂłlio do Governo Civil O legado artĂ­stico do Governo Civil do Distrito de Coimbra, reunido ao longo de vĂĄrias dĂŠcadas, pode, agora, ser apreciado pelo pĂşblico numa exposição que estĂĄ patente na sala da Cidade, nos Paços do MunicĂ­pio, atĂŠ 11 de Abril. O espĂłlio, que foi incorporado no Museu Nacional Machado de Castro, estĂĄ depositado no MunicĂ­pio

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Leal Conceição – Com a aposentação de LuĂ­s Leal, que dirigia o Departamento de Planeamento e GestĂŁo UrbanĂ­stica (DPGU) da Câmara Municipal de Coimbra, ĂŠ a chefe da DivisĂŁo de GestĂŁo UrbanĂ­stica, Conceição Pinheiro, quem emerge entre os tĂŠcnicos incumbidos de se pronunciarem acerca das obras particulares. Apesar de apreensivo com sucessivos percalços camarĂĄrios em Gonçalo Cadilhe matĂŠria de concursos, o vereador do ur- contexto, britanicamente falando, “inâ€? de Coimbra e integra, esexpĂľe no CAE banismo, Carlos Cidade, estĂĄ de olho na e “goâ€? estĂŁo Ă s avessas do “tâ€?. sencialmente, pinturas de autores locais sobre temas Gonçalo Cadilhe, escri- abertura de procedimento concursal para relacionados com Coim- WRU H MRUQDOLVWD Ă€JXHLUHQVH escolha do(a) timoneiro(a) do DPGU da bra e a regiĂŁo, “seguindo inaugura a sua exposição de CMC. Mas consta que, na praça de 08 uma estĂŠtica naturalista IRWRJUDĂ€D´8PGLDQDWHU- de Maio, nem toda a gente tem pressa que predominou no gosto raâ€?, no sĂĄbado (dia 14), pelas quanto Ă  abertura do concurso. Cone na formação artĂ­stica de 18h00, na sala 2 do Centro ceição Pinheiro – cujo desempenho em &RLPEUDHQWUHRVĂ€QDLVGR de Artes e EspectĂĄculos FDUJRVGHFKHĂ€DpKiPXLWRGRGRPtQLR sĂŠculo XIX e os meados (CAE) da Figueira da Foz. do conhecimento de Manuel Machado do sĂŠculo XXâ€?, informa a A mostra, da sua colecção – tranquiliza o presidente da autarquia. autarquia. A mostra inclui, pessoal, ĂŠ uma retrospecainda, a planta original da tiva de duas dĂŠcadas de residĂŞncia projectada por viagens protagonizadas pelo “Quem vai para o mar...â€? – PoRaul Lino para Ă‚ngelo da escritor, que serĂŁo acomtencial opositor de AntĂłnio Guterres se Fonseca e um conjunto panhadas por “textos que DPERV VH SHUĂ€ODUHP SDUD R 3DOiFLR GH de peças de ferro forjado confundem e que obrigam BelĂŠm, Rui Rio (vide pĂĄg.20) nĂŁo perdeu criadas para essa mesma a leituras inesperadas das RSRUWXQLGDGH SDUD GDU XPDŠDOĂ€QHWDGDÂŞ residĂŞncia. A exposição imagensâ€?, informa o CAE. ao ex-primeiro-ministro. Segundo o anpode ser visitada de terça Gonçalo Cadilhe vive hĂĄ 20 terior presidente da Câmara Municipal a sĂĄbado, entre as 13h00 e anos a viajar pelo mundo e do Porto, o ex-governante do PS desfruas 18h00. a escrever sobre isso, tendo tou de “condiçþes Ăşnicas na HistĂłria de jĂĄ editado mais de 11 livros, Portugal para pĂ´r em ordem as contas com vĂĄrias ediçþes, onde “Conversas pĂşblicasâ€?. “Sob a vigĂŞncia dos governos desenvolve temas relacionacom saborâ€? voltam de AntĂłnio Guterres, a dĂ­vida pĂşblica dos com os locais por onde a Montemor portuguesa poderia ter sido pouco suAs “conversas com passa e as experiĂŞncias que perior a 30 por cento do Produto Intersabor a canelaâ€? voltam vivĂŞncia. Simultaneamente no Bruto (PIB)â€?, insistiu o ex-autarca. Ă  Biblioteca Municipal decorrerĂĄ a apresentação do Recorde-se que Guterres governou entre Afonso Duarte (BMAD), livro, com o mesmo nome os consulados de Cavaco Silva e de Duem Montemor-o-Velho, da exposição, que inclui o Quinta-feira... gorda – O cantor rĂŁo Barroso (ambos do PSD). Mas nĂŁo para uma edição especial material exposto e alguns de primeiro aniversĂĄrio, capĂ­tulos inĂŠditos. A expo- JosĂŠ Cid intervĂŠm, hoje (12) Ă  noite, no IRLVyDFRVWHODSDUWLGiULDDLQĂ XHQFLDUR amanhĂŁ (dia 13), a partir sição vai estar patente atĂŠ 01 hotel de D. InĂŞs, num jantar-convĂ­vio or- ex-lĂ­der do MunicĂ­pio portuense. Rui Rio ganizado pelo Rotary Club de Coimbra. IRL Ă€HO D XPD Pi[LPD VHJXQGR D TXDO das 21h00. Esta iniciativa de Março. Mensalmente, a instituição tem apresen- “quem vai para o mar avia-se em terraâ€?... mensal da BMAD permitado convidados de indiscutĂ­vel prestĂ­gio tiu levar, durante o Ăşltimo Exposição sobre e de projecção, brindando os presentes ano, vĂĄrios autores de reMiguel Torga em nos seus jantares com momentos inesnome nacional e internaCantanhede cional atĂŠ ao concelho e, Para assinalar o 20.Âş quecĂ­veis e enriquecedores a todos os nĂ­simultaneamente, promo- aniversĂĄrio da morte de veis. Compositor e intĂŠrprete, com mais veu e divulgou autores e Miguel Torga, a Biblioteca de 40 anos de carreira, Cid, com ligação artistas locais ao pĂşbli- Municipal de Cantanhede Ă  Bairrada, ĂŠ artista incontornĂĄvel no doco que se juntou a estas tem patente uma exposição mĂ­nio da mĂşsica portuguesa. Apesar de iniciativas. As conversas, IRWRJUiĂ€FD H GRFXPHQWDO uma carreira repleta de ĂŞxitos e de haver sempre acompanhadas de sobre o escritor portuguĂŞs. actuado nos mais importantes palcos do biscoitos e chĂĄ, com aroma A mostra inclui “fotogra- mundo, JosĂŠ Cid ĂŠ, acima de tudo, um a canela, trouxeram a Mon- Ă€DVGHYiULDVHWDSDVGDYLGD homem simples, capaz de emprestar a Ex-juiz “decideâ€? – Coube a Paulo temor-o-Velho “gente com de Miguel Torga, como tex- sua voz e o seu talento a causas humaestĂłrias dentro e estĂłrias tos manuscritos e dactilo- nitĂĄrias. A presença do artista no evento Mota Pinto (Ă  direita, na foto) falar de Rui com gente dentroâ€?, salien- escritos de alguns dos seus do Rotary Club de Coimbra faz do dia de Rio por ocasiĂŁo da sua recente deslocação ta a autarquia, passando contos mais conhecidos e hoje uma autĂŞntica Quinta-feira... gorda a Coimbra. Ex-juiz do Tribunal Constitucional, Paulo Mota Pinto felicitou o por temas como literatura, FDUWDVTXHHVFUHYHXDĂ€JX- (a que precede o Dia de Entrudo). SRWHQFLDOFDQGLGDWRj&KHĂ€DGR(VWDGR mĂşsica, teatro, ilustração ras pĂşblicas portuguesasâ€?, 'HVDFRUGR RUWRJUiĂ€FR – O bolo por ele nĂŁo andar em busca de â€œĂĄlibis na ou dança. Paulo Azevedo refere o MunicĂ­pio. Os (actor e palestrante), JĂŠssi- documentos agora expos- alusivo aos 105 anos do Sport Club Co- Constituição da RepĂşblicaâ€?. O jurista ca Neves (escritora), Marta tos foram emprestados Ă  nimbricense, assinalados recentemente, tambĂŠm louvou o modo como o ex-autarDutra (escritora), Diogo Biblioteca de Cantanhede p XP KLQR DR GHVDFRUGR RUWRJUiĂ€FR ca tem feito a apologia da regionalização Xavier (escritor), Susana pela Câmara Municipal 6SRUW SHUGHX R ´WÂľ H D JUDĂ€D GH &OXE (criação de regiĂľes administrativas). Margarida (cantora) e o de Coimbra e estĂŁo dis- permaneceu inalterada. Consta que a Rodei(r)o – Francisco Rodeiro (Ă  Grupo de Concertinas do ponĂ­veis para apreciação queda do “tâ€? simboliza a oposição de Mondego sĂŁo os convida- do pĂşblico atĂŠ dia 28 de dirigentes da colectividade a uma hipo- direita, na foto) quis saber se o anterior tĂŠtica transferĂŞncia para o Ingote. No presidente da Câmara do Porto tem mais dos desta sessĂŁo. Fevereiro.


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O “casoâ€? grego – Apesar das consideraçþes feitas sobre a democracia, o anterior presidente da Câmara do Porto nĂŁo respondeu a uma pergunta de um jornalista do “CampeĂŁoâ€? a questionar se hĂĄ futuro para as escolhas dos povos a avaliar pelas ondas de choque na UniĂŁo Europeia na sequĂŞncia da vitĂłria do Syriza na GrĂŠcia. “O que se passou vem em socorro do que tenho ditoâ€? acerca da descredibilização dos apetĂŞncia pelo PalĂĄcio de BelĂŠm ou por polĂ­ticos, comentou o ex-edil, indican6%HQWR ]RQDGDUHVLGrQFLDRĂ€FLDOGR do compreender “o sentido do voto primeiro-ministro). Na resposta, Rui maioritĂĄrio dos gregosâ€?. Nem Messias Rio privilegiou o rodeio Ă pergunta do nem D. SebastiĂŁo, como fez questĂŁo advogado, que se encontrava ladeado por de dizer, o anterior lĂ­der do MunicĂ­pio LuĂ­s PaĂ­s de Sousa (ex-lĂ­der da AAC e portuense exorta a interpretar mos antigo governante). ModĂŠstia Ă  parte, a como “uma liçãoâ€? aquilo que ocorreu questĂŁo estĂĄ esclarecida, na medida do na GrĂŠcia. â€œĂ‰ bom que o regime se adapte Ă  sociedade e ĂŠ desejĂĄvel uma possĂ­vel, na pĂĄg. 20 desta edição.

democracia de substância em vez de democracia meramente formalâ€?, concluiu Rui Rio. Puxar a brasa Ă sua... chanfana – Na sessĂŁo de apresentação do IV Festival GastronĂłmico da Chanfana da LousĂŁ, LuĂ­s Antunes, lĂ­der do MunicĂ­pio lousanense, lançou o convite para que se visite a vila e para apreciar o que de melhor ela tem para oferecer, fazendo alusĂŁo ao lema de uma outra empresa da terra, a do Licor BeirĂŁo. “Que ĂŠ que se come na LousĂŁ? É a melhor chanfana do universo!â€?, proclamou o autarca, parafraseando a tirada publicitĂĄria alusiva ao licor. Obviamente, LuĂ­s Antunes fazia elogio ao seu ÂŤpeixeÂť ou, neste caso, Ă  sua chanfana. Contudo, ĂŠ preciso relembrar que esta iguaria ĂŠ, tambĂŠm, bastante

apreciada, cozinhada e explorada em outros festivais gastronómicos da zona, nomeadamente em Miranda do Corvo e Vila Nova de Poiares. Por coincidência, pela primeira vez na História, os três municípios têm câmaras lideradas por autarcas socialistas.

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tro de Portugal, fazendo fronteira com a costa atlântica, possuindo excelente ligaçþes ferroviĂĄrias e estando nos eixos das principais auto-estradas, sendo tambĂŠm uma cidade conhecida pelas suas praias, hotĂŠis e restauração. â€œĂ‰ uma regiĂŁo que se destaca, ainda, pela implantação de vĂĄrias indĂşstrias, o papel, o vidro e as indĂşstrias de plĂĄstico, que sĂł por si dĂŁo trabalho a 2 000 pessoas e tĂŞm um volume de negĂłcios superior a 1,5 mil milhĂľes de eurosâ€?, explicou o autarca.

Visita pastoral – Durante três meses o bispo de Coimbra, D. Virgílio do Nascimento Antunes, percorreu em visita pastoral todo o arciprestado da Figueira da Foz, a qual terminou no passado domingo, com uma celebração eucarística onde participaram todas as paróTXLDV $ IHVWD ÀQDO UHDOL]RXVH QR SDYLOKmR GR *LQiVLR Clube Figueirense, reunindo quase um milhar de pessoas, entre as quais diversos grupos de cânticos que animaram toda a comunidade. João Ataíde, presidente da Câmara Municipal, acompanhado pela esposa, entre outras entidades, marcaram presença missa celebrada pelo bispo e concelebrada pelos sacerdotes do arciprestado. Falou-se de uma nova evangelização, que inclui catequese para adultos, e de alguma desinstalação de conceitos que não se coadunam com os tempos que vivemos.

antigos HUC, onde ĂŠ responsĂĄvel pela consulta de asma severa, e ĂŠ assistente convidada da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

Figueira da Foz na rota do JapĂŁo – O embaixador do JapĂŁo em Portugal esteve, segunda-feira, na Figueira da Foz, onde foi recebido por autarcas e empresĂĄrios. Hiroshi Azuma prometeu incentivar os japoneses a visitar a Figueira da Foz, atĂŠ porque os portugueses foram o primeiro povo a descobrir o JapĂŁo, e sublinhou a relação entre os dois paĂ­ses, com os nipĂłnicos a ter o estatuto de observador na Comunidade de PaĂ­ses de LĂ­ngua Portuguesa (CPLP). Durante o dia, o embaixador visita algumas empresas da Figueira da Foz, nomeadamente a Lusiaves, para conhecer as potencialidades econĂłmicas do tecido empresarial. O presidente da Câmara, JoĂŁo AtaĂ­de, Filha de peixe... – ClĂĄudia Catarina Ferreira Chaves cumprimentou o diplomata e falou-lhe da localização /RXUHLURĂ€OKDGRGLUHFWRUGR6HUYLoRGH3QHXPRORJLD estratĂŠgica em que a Figueira da Foz se encontra no Cendo Centro Hospitalar UniversitĂĄrio de Coimbra, prestou provas, recentemente, de doutoramento em CiĂŞncias da SaĂşde (prĂŠ-Bolonha), ramo de Medicina (especialidade de Medicina Interna), na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra. A doutoranda foi aprovada,por unanimidade, com distinção e louvor. ClĂĄudia Catarina defendeu uma tese intitulada “FenĂłtipos de asma e novos biomarcadores da doença numa população portuguesaâ€?. Os arguentes da prova foram os doutores AntĂłnio ApolinĂĄrio Bugalho de Almeida e JosĂŠ Agostinho Marques Lopes. Especialista em Pneumologia pela Ordem dos MĂŠdicos e possuidora de Diploma Europeu de Pneumologia, a nova doutorada ĂŠ assistente hospitalar no Serviço de Pneumologia dos

Centro Beira Mondego com sede renovada – No sĂĄbado, o Centro Beira Mondego (CBM), em Santo VarĂŁo, caminhou para a modernização e inaugurou as obras de remodelação da sua sede. Com a presença de muitas entidades e sĂłcios, a instituição engalanou-se e deu as boas-vindas ao futuro. Muito orgulhosa com o UHVXOWDGRĂ€QDO5RVD6LP}HVSUHVLGHQWHGR&%0UHIHULX que “as obras representaram um investimento de 150 000 euros, sendo que de 70 000 foram comparticipados pela AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e do Mondego, atravĂŠs de uma candidatura ao PRODER, no âmbito do programa de desenvolvimento rural 2007-2013, tendo sido o restante angariado com a participação nos eventos realizados no concelho e com o apoio dos sĂłciosâ€?. O CBM ĂŠ uma instituição que fez 90 anos, no dia 01 de janeiro, e a sede estava hĂĄ cerca de 30 anos sem sofrer alteraçþes. Presente na cerimĂłnia de inauguração das obras de remodelação, o presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, EmĂ­lio TorrĂŁo, agradeceu publicamente “o empenho e a dedicação do CBMâ€? e aproveitou para realçar a nova ĂĄrea que mostra parte do espĂłlio da instituição, enaltecendo “a forma digna como respeitam tambĂŠm a histĂłria da instituição, os antigos sĂłcios e dirigentesâ€?.


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Corso sai no domingo e na terça-feira

Merche Romero ĂŠ a rainha na Figueira da Foz Merche Romero, conhecida apresentadora de televisĂŁo e Fernando Maltez, Ă€JXHLUHQVH H IROLmR DVVtGXR das festividades carnavalescas, sĂŁo os reis deste ano do Carnaval de Buarcos / Figueira da Foz. A, tambĂŠm modelo, disse estar “muito contente por ser a rainha do Carnaval mais representativo do povo portuguĂŞs e espanholâ€?. Tendo descendĂŞncia espanhola, Merche Romero considera ser “um prazer representar as mulheres destes dois paĂ­sesâ€?. A animação começou na passada sexta-feira (06), com a apresentação do samba-enredo da escola Novo ImpĂŠrio, continuando no sĂĄbado (07) com a escola

Rainha a apresentar o seu GHVĂ€OH AmanhĂŁ (dia 13) e sĂĄbado (14), no pavilhĂŁo multiusos, decorrerĂĄ a 3.ÂŞ edição do X-Carnival Fest, organizado pela Associação Juvenil Tributelementar, com um cartaz repleto de artistas nacionais e internacionais e, ainda, um “Dia SolidĂĄrioâ€?, no domingo (15), com um jantar de entrada livre para toda a população e em especial para os mais necessitados. Ainda no sĂĄbado (14), pelas 21h30, em Buarcos, realiza-se um desfile nocturno das escolas de samba, com entrada a dois euros, cujo valor reverte para as trĂŞs escolas. O corso de Carnaval

diurno sairå no domingo (15) e na terça-feira (17), pelas 14h30, na avenida do Brasil, e contarå com a participação das três escolas GHVDPEDÀJXHLUHQVHVFLQFR grupos carnavalescos (que se encontram a concurso) e sete carros alegóricos, num total de cerca de 650 participantes. Desfile com samba e såtira

Como habitualmente, as escolas de samba escolheram temas segundo os quais preparam os fatos, os carros e as FRUHRJUDĂ€DVSDUDGHVĂ€ODUQD avenida. A escola Unidos do Mato Grosso seleccionou o tema “Olympusâ€?, a escola A Rainha representarĂĄ a “AmazĂłniaâ€? e a Novo ImpĂŠrio terĂĄ

A folia volta Ă avenida entre Buarcos e a Figueira da Foz

Merche Romero e Fernando Maltez vĂŁo “reinarâ€? nos dois corsos carnavalescos

como tema “Na poesia do ROKDUDIRWRJUDĂ€DpHPRomRÂľ O desfile tem inĂ­cio com uma das trĂŞs escolas (Unidos do Mato Grosso no domingo e A Rainha na terça-feira), seguindo-se o grupo de dança BWS (com o tema “Figueira, rainha das praiasâ€?), o Grupo do Carlos (cujo tema ĂŠ “Quem quer casar com a carochinha?â€?), o terceiro carro pertence, novamente a uma escola de samba (a Novo ImpĂŠrio no domingo e a Unidos do Mato Grosso na terça-feira). O corso prossegue com o grupo

Samba na Praia (com o tema “Figueira – Terra de herĂłis), o grupo Samba no PĂŠ (sendo o tema os “Docesâ€?), o grupo Samba Folia (cujo tema ĂŠ “Isto sĂł Vistos!â€?), seguindo-se a Ăşltima escola de samba (A Rainha no domingo e a Novo ImpĂŠrio na terça-feira). Em penĂşltimo segue o carro alegĂłrico da Junta de Freguesia de Buarcos, com o tema â€œĂ€ procura do coreto perdidoâ€?, terminando RGHVĂ€OHGH&DUQDYDOFRPR carro dos Reis. O preço do bilhete mantĂŠm-se nos trĂŞs euros,

contudo, a entrada serĂĄ grĂĄtis para as crianças com idade inferior a 12 anos, para os portadores do cartĂŁo Figueira SĂŠnior e para todos os que se apresentem mascarados com fatos completos. Durante a apresentação do Carnaval 2015, JoĂŁo AtaĂ­de, presidente da Câmara Municipal, considerou que “o Carnaval de Buarcos da Figueira da Foz ĂŠ uma tradição consolidada na animação turĂ­stica do concelho, que ano apĂłs ano contribui para promover a cidade como destino turĂ­stico de excelĂŞnciaâ€?.

Festival entre amanhĂŁ e dia 22

SĂĄvel e da lampreia em degustação Com o começo de um novo ano arrancam tambĂŠm os festivais gastronĂłmicos da Figueira da Foz, com organização da iniciativa “Figueira com Sabor a Marâ€?, que deseja mostrar algumas novidades na ĂĄrea gastronĂłmica, mas tambĂŠm na doçaria tradicional, com as pastelaria associadas motivadas para apresentarem novos produtos que, oportunamente, serĂŁo dados a conhecer. E porque hĂĄ peixes e pSRFDV HVSHFtĂ€FDV SDUD GHgustar determinados produ-

tos, este Ê o período ideal para saborear a lampreia e o såvel. Aproveitando o Carnaval, altura propícia ao turismo na Figueira da Foz, começa jå amanhã (13) o Festival do Såvel e da Lampreia, que se prolonga atÊ dia 22 de Fevereiro, em 10 restaurantes aderentes: Caçarola Dois, Caçarola-1, A Cantarinha, Casa Marquinhas, Casa das Enguias O Grazina, Lota Nova, Teimoso, Dory Negro, Tubarão da BebÊ e Casa dos Suecos. Este festival Ê o primei-

ro dos seis eventos calendarizados para 2015, num total de 60 dias de iniciativas gastronómicas a realizar nos restaurantes. Depois do Såvel e da Lampreia serão os Peixes Tradicionais a realizar de 01 a 10 de Maio; Sardinha e Cavala de 19 a 30 de Junho; Mariscos e Raia, de 24 a 31 de Julho; Festival das Caldeiradas, de 04 a GH6HWHPEURHDÀQDOL]DU Bacalhau e seus derivados, de 13 a 22 de Novembro. Dado a boa aceitação e procura dos clientes, acom-

panham estes festivais os vinhos das “Boas Quintasâ€?, da Adega de MortĂĄgua, que apresenta vinhos de duas regiĂľes, do DĂŁo (da Quinta das Giestas, branco, tinto e rosĂŠ) e um tinto da Quinta da Fonte de Ouro/Herdade da Gâmbia, SetĂşbal, As sobremesas, como habitualmente, sĂŁo as Brisas e Penhascos da Padaria DionĂ­sio, acompanhadas com o cafĂŠ Delta. Este ano inscreveram-se cerca de duas dezenas de restaurantes, mas nem todos participam nos festivais

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dades colaborarem, estĂŁo calendarizados dois novos certames gastronĂłmicos, a realizar fora dos restaurantes, e com o objectivo AlvarĂĄ de Construção nÂş 46683 promocional visando a restauração, hotelaria, pastela- EDIFĂ?CIOS - INFRAESTRUTURAS rias, bares, - RECUPERAĂ‡ĂƒO artesanato e Sede: Rua da Escola, n.Âş 44 – Netos - 3090-446 Ferreira-a-Nova, Figueira da Foz turismo em Telf/fax: 233 929 177 - Telm: 968 034 170 - Email: pascoal.venezalda@gmail.com Delegação Norte: Rua Argentat, n.Âş 70 - 4425-170 Maia, Porto - Telf/fax: 220 936 151 geral. 35535

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Iniciativas decorrem tambĂŠm na Figueira da Foz atĂŠ 17 de Fevereiro

PSP promove operação de segurança A ĂŠpoca de folia que se aproxima levou PolĂ­cia de Segurança PĂşblica (PSP) a promover um conjunto de iniciativas, designado como “Operação PolĂ­cia Sempre Presente - Carnaval em Segurança 2015â€?, que vigora

desde a passada sexta-feira (06) e que se prolonga atĂŠ terça-feira (dia 17). O objectivo da operação ĂŠ “garantir e promover a segurança dos cidadĂŁos a todos os nĂ­veis, procurando atingir elevados nĂ­veis de

HÀFiFLD¾LQIRUPDD363 A iniciativa vai concentrar atençþes no trânsito; na proximidade e vigilância de cortejos de Carnaval; na atenção redobrada às FULDQoDVQDÀVFDOL]DomRGH e-comercialização ilegal de

explosivos, artigos de pirotecnia e a estabelecimentos, e, tambÊm, a todas as situaçþes que levem a actos de criminalidade que possam afectar o património das pessoas. A PSP considera que

esta ĂŠ uma ĂŠpoca a ter em atenção alguns factores especiais como as “fĂŠrias escolares, movimentaçþes GHPRJUiĂ€FDVSDUDFRUWHMRV HGHVĂ€OHVHP]RQDVPXLWR DEUDQJHQWHVJUDQGHĂ X[R de pessoas em estabe-

lecimentos comerciais, aumento da probabilidade de consumo de bebidas alcoólicas e potenciais aglomerados que proporcionem o surgimento de ocorrências criminais�, salienta a PSP.

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SANTO ANTĂ“NIO DOS OLIVAIS No prĂłximo domingo, a partir das 15h00

FoliĂľes saem Ă rua no bairro de Norton de Matos A Junta de Freguesia de Santo AntĂłnio dos Olivais realiza o seu habitual corso carnavalesco no bairro de Norton de Matos, em

Coimbra, no próximo domingo (dia 15), a partir das 15h00. A música, os carros alegóricos e a animação se-

rão o principal ingrediente desta tarde que promete encher as principais ruas do bairro. O desfile começa na

Alexandre Martins e Gabriela Pimentel sĂŁo os reis do Carnaval

rua de Verde Pinho, seguindo depois para a travessa de Verde Pinho, rua de Dr. Daniel de Matos, rua de Adolfo Loureiro, rua de Macau, Mouzinho de Albuquerque, Pedro Ă lvares Cabral, passando, novamente, na rua de Dr. Daniel de Matos, terminando na praceta de Infante D. Henrique. Os foliĂľes poderĂŁo assistir a um corso composto por palhaços, gigantones, “ZĂŠs Pereirasâ€?, mascarados, bombos, carros alegĂłricos e, tambĂŠm, a presença do rei, Alexandre Martins e da rainha, Gabriela Pimentel. O casal da “realezaâ€? escolhido este ano ĂŠ natural de Santo AntĂłnio dos Olivais e desde sempre que participa em vĂĄrias iniciativas dinamizadas na freguesia. Alexandre Martins e Gabriela Pimentel sĂŁo casados e partilham o gosto

Rua do Brasil, nÂş 267/ 271 | 3030-775 Coimbra | Telef.: 239 718 112 | www.dream-living.pt

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por actividades culturais e populares. Para o corso carnavalesco estão jå inscritos cerca de 200 participantes, mas a organização espera que muitos mais foliþes, mascarados ou não, se juntem à animação. A partir do 12h00, a praceta do Infante D. Henrique serå fechada ao trânPUBLICIDADE

sito e, durante o desfile, haverå condicionamento à passagem de automóveis nas ruas abrangidas pelo trajecto do corso. O Carnaval de Santo António dos Olivais Ê organizado pela Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e do Turismo do Centro de Portugal.


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QUINTA-FEIRA

DE FEVEREIRO DE 2015 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

Presidente da UGT/Coimbra aos 36 anos de idade

Gonçalo Mendes em defesa do “valor do trabalhoâ€? R.A.

Aos 36 anos de idade, Gonçalo Mendes exerce a função de presidente da UGT/Coimbra e aposta no ´FRPEDWHDRDWDTXHLQĂ LJLdo ao valor do trabalhoâ€?. “Defendo a preservação dos postos de trabalho VHPDEGLFDUGDVXDGLJQLĂ€caçãoâ€?, declarou ao “CamPUBLICIDADE

peĂŁoâ€? o jovem sindicalista. ­SHUJXQWDVHKiOXJDU para a esperança, Mendes responde positivamente: “Se nĂŁo acreditasse, nĂŁo WHULDDFHLWDGRRGHVDĂ€RÂľ Recentemente investiGRQRFDUJRRQGHUHQGHX Ricardo Pocinho (que rumou Ă Escola Superior de 7HFQRORJLD GH 6D~GH GH Coimbra), Gonçalo espera

dar um “contributo para a mudança de mentalidadesâ€?. A prioridade vai para o apoio dos sindicatos a quem dele necessita, sem descurar o reforço da aproximação Ă vida acadĂŠmica e a aposta na formação. 6HJUHGRVGDDFWLYLGDGH do associativismo sindical? “Saber comunicar e estar receptivo ao intercâmbio

de experiências, fomentando o relacionamento interpessoal�. 'HSRLV GH LQJUHVVDU nos outrora Serviços MuQLFLSDOL]DGRVGHÉJXDH6Dneamento de Coimbra, aos 20 anos de idade, Gonçalo transitou para a praça de 08 de Maio, fez uma incursão pela Câmara da Mealhada e UHJUHVVRXjFRQLPEULFHQVH

'LULJHQWH GR 6,17$3 Ki XPD GpFDGD DVFHQGHX a coordenador distrital, em  H QR DQR VHJXLQWH WRUQRXVH VHFUHWiULR H[Hcutivo da UGT/Coimbra. Licenciado em AdmiQLVWUDomR 5HJLRQDO H $XWiUTXLFDSHOD8QLYHUVLGDGH ,QGHSHQGHQWH p ILOKR GH XPDQWLJRGLULJHQWHGR6LQdicato dos Trabalhadores de Escritório, ComÊrcio e Serviços de Coimbra, mas confessa que só tardiamente soube da faceta do SURJHQLWRU

&RPGRLVĂ€OKRV*RQçalo Mendes desenrasca-se D FR]LQKDU H JDUDQWH WHU dedo para confeccionar SXUpFRPDOP{QGHJDV 0LOLWDQWHSDUWLGiULR GH base) desde os 17 anos de idade, diz ter sido “por convicçãoâ€? que aderiu ao PS e ĂŠ membro da Direcção do Mototurismo do Centro (clube vocacionado para o IRPHQWRGDSUiWLFDWXUtVWLFD sobre duas rodas). 0iJRDV"&RQIHVVDXPD – a escassez de jovens no sindicalismo.

Mudar mentalidades ĂŠ um dos objectivos do jovem sindicalista

Calendårio facilita opção de Rui Rio

Rio a correr, sĂł nĂŁo se sabe para onde 5XL5LRDQWHULRUOtGHU GR 0XQLFtSLR GR 3RUWR admite voltar a ter protaJRQLVPR QD SROtWLFD PDV nĂŁo se ÂŤdescoseÂť quanto Ă eventual escolha entre a 3UHVLGrQFLD GD 5HS~EOLFD HR*RYHUQR-RJDDIDYRU GHOH R FDOHQGiULR SRLV R DQ~QFLR GDV FDQGLGDWXUDV j&KHĂ€DGR(VWDGRVyLUi ocorrer depois das eleiçþes OHJLVODWLYDV GR SUy[LPR Outono. “Poderei voltar se sentir que se trata de um GHVHMR GH PXLWD JHQWHÂľ DĂ€UPRXRH[DXWDUFDVH[ta-feira (06), em Coimbra, durante a apresentação de um livro intitulado “Rui Rio - de corpo inteiroâ€?. Se o PSD voltar a ser chamado a formar GoverQR 5LR GHYHUi SHUĂ€ODUVH para suceder a Cavaco SilYD0DVKiRXWURFHQiULR o da vitĂłria (relativa) do 36QDVHOHLo}HVOHJLVODWLYDV nesse caso, o ex-edil por-

WXHQVH SRGHUi VXEVWLWXLU Pedro Passos Coelho na liderança do PSD e, porventura, aliar-se a AntĂłnio Costa. (QLJPiWLFR 5LR DVVLnalou, sexta-feira, a importância das relaçþes pessoais para a formação de FROLJDo}HV Paulo Mota Pinto, ex-juiz do Tribunal Constitucional, vaticinou que ´3RUWXJDOWHPDLQGDPXLWR a esperar de Rui Rioâ€? e felicitou-o por nĂŁo andar em EXVFDGH´iOLELVQD&RQVWLWXLomRGD5HS~EOLFDÂľ “Os problemas resolvem-se atravĂŠs da demoFUDFLDUHDOGHVHMDYHOPHQWH cada vez mais forteâ€?, advoJRX5XL5LR 6HJXQGR R H[-autarca,â€œĂŠ bom que o UHJLPH VH DGDSWH j VRFLHGDGH H p GHVHMiYHO XPD democracia de substância em vez de democracia meramente formalâ€?.

Campeão das Províncias (12/02/2015)  

Edição em PDF do semanário Campeão das Províncias n.º 762, publicado a 12/02/2015

Campeão das Províncias (12/02/2015)  

Edição em PDF do semanário Campeão das Províncias n.º 762, publicado a 12/02/2015

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