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$*5$'(&(026$68$35()(5Ç1&,$48(5(026&217,18$5$0(5(&(5$68$&21),$1d$ Somos um centro de Inspecçþes Acreditado pelo Imtt para fazer todo o tipo de Inspecçþes, Acidentados, peliculas, OLFHQFLDPHQWRGHWUDQVSRUWHVGHFULDQoDV*3/UHSRVLomRPDWULFXODVDWULEXLomRGHQRYDVPDWULFXODVHWF 33786

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DĂĄ os parabĂŠns ao CampeĂŁo das ProvĂ­ncias pelo seu 14.Âş AniversĂĄrio Hipermercado condenado a indemnizar um inspector do SEF

Lino Vinhal

A sociedade Modelo Continente acaba de ser condenada, pelo Tribunal CĂ­vel de Coimbra, a indemnizar um cliente no montante de 3 220 euros, devido Ă venda de bolo-rei com um pedaço de xisto, soube o “CampeĂŁoâ€?. A rĂŠ optou por nĂŁo accionar o seguro de responsabilidade civil, apesar de o queixoso, inspector do Serviço de Estrangeiros Fronteiras, haver declarado, em Tribunal, que tinha PĂĄgina 05 sido preenchido um formulĂĄrio para esse efeito.

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fundamentais da sociedade moderna, livre e democråtica, são o ponto de partida SDUDXPDUHà H[mRVREUH&RLPEUDDJRUD que se cumprem 40 anos da Revolução GH $EULO $ SDUWLU GHVWD VHPDQD H DR ORQJRGHGXDVHGLo}HVHYRFDWLYDVGRž aniversårio do Campeão das Províncias HGLomRGH&RLPEUD WUD]HPRVDRVQRVVRV OHLWRUHV R WHVWHPXQKR GH DOJXPDV

intervenção cultural e artística, contriEXHPSDUDFRQVWUXLURSUHVHQWHHGHXPD IRUPDFUtWLFDSURMHFWDURIXWXUR0iULR Silva, mestre da pintura contemporânea, GL]QRV HP HQWUHYLVWD TXH D &XOWXUD p essencial ao desenvolvimento do país e TXHRVJRYHUQDQWHVWDOFRPRID]HPRV artistas, deviam estar mais atentos ao que RVURGHLDPågina 11 a 22

Novas comarcas

Escolhas sujeitas a providĂŞncia cautelar

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ParabĂŠns ao CampeĂŁo

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O “CampeĂŁo das ProvĂ­nciasâ€? assinala hoje o 14.Âş aniversĂĄrio de publicação em Coimbra. Sem ser longo o tempo decorrido, foi um tempo difĂ­cil a todos os nĂ­veis. Dizem os entendidos na matĂŠria que os ciclos editoriais terĂŁo entre 15 H  DQRV DR ÂżP GRV TXDLV VH GHYHP UHSHQVDU FRQÂżUPDQGR RX FRUULJLQGR D rota, reposicionar-se quando sentem que HVWi D FKHJDU XP WHPSR QRYR UHĂ€HFWLU sobre os amanhĂŁs que tanto preocupam. Quer isto dizer que o “CampeĂŁoâ€? se sente convidado por este 14.Âş aniversĂĄrio a LQLFLDUHVVHSHUtRGRGHUHĂ€H[mRFtFOLFDH alargada, para o qual parte com as mesmas determinação e humildade com que surgiu aos leitores de Coimbra e regiĂŁo hĂĄ 14 anos. Os tempos sĂŁo outros, Coimbra estĂĄ diferente, o futuro adivinha-se com novas roupagens. NĂŁo se justificaria, DVVLPVHQGRÂżFDUSDUDGRQRWHPSRVHP nada fazer para acompanhar a histĂłria que ajudamos a escrever, semana apĂłs semana. GostarĂ­amos muito de fazer HVVDUHĂ€H[mRFRPRVOHLWRUHVVREUHWXGR RVPDLVSUy[LPRVHPDLVÂżpLV&RQYLGDmo-los a serem nossos parceiros nessa FDPLQKDGD UHĂ€H[LYD 2EULJDGR D WRGRV quantos nos ajudarem, nessa tarefa. (Cont. na pĂĄgina 2)

Tribunal endossa “fava� ao Continente pela venda de bolo-rei com xisto



Preparando o futuro

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Editorial


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QUINTA-FEIRA

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Editorial (Da primeira pĂĄgina)

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ACTUALIDADE

outro. A nossa incapacidade de reagir como povo Ê Os tempos são dife- um dos maiores exemplos rentes, dizíamos. Muito GHDPRU¿DFROHFWLYDQDGD diferentes, mesmo. Saída a condizente com o nosso Troika, o país que a clas- percurso histórico. É para esse país emse política vai deixar nos braços dos portugueses, pobrecido, com menos es40 anos depois de Abril, Ê colas, menos unidades de um país empobrecido, apå- saúde, menos trabalho, metico, triste, desmotivado, nos fÊ, menos esperança um país sem chama. Não e sobretudo menos gente por causa do 25 de Abril, que nos teremos todos de obviamente. Mas por cau- preparar. E para um país sa da nossa incapacidade cujos governantes, bem à colectiva de nos sabermos revelia da Êtica republicana, conduzir como povo adulto perderam o sentido da hone responsåvel, da nossa ra, da palavra e do dever. O impreparação política que TXH¿]HUDPDRVUHIRUPDGRV nos leva a eleger os nos- e à classe mÊdia Ê um ausos algozes com a mesma têntico monumento à falta indiferença com que bebe- de vergonha. Só igualåvel mos ågua sem sede. Te- à protecção dispensada mos dos partidos políticos aos grandes corruptos que (os grandes responsåveis parecem enguias nas teias pela situação a que o país da legislação, cuidadosa e chegou e que necessitam intencionalmente preparade ser, tambÊm eles, ur- da para produzir os feitos gentemente repensados e pretendidos, como se tem reformulados) uma visão visto particularmente nos clubística, acrítica, não últimos tempos. Apesar de cultural, aceitando como ser assim, à vista de todos GH¿QLWLYDPHQWHERPRTXH e à custa da grande maioYHPGXPODGRHGH¿QLWLYD- ria, nos actos eleitorais lå mente mau o que vem do iremos religiosamente votar

DE ABRIL DE 2014 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

A partir de Setembro nos mesmos de sempre, convencidos de estarmos a cumprir um serviço cívico, não o autêntico mas aquele que nos impingiram. A democracia Ê um sistema político que pressupþe e exige muito mais do que lhe temos dado. Não Ê um slogan ou um conceito abstracto que se baste com a sua invocação. Exige de nós uma outra cultura, uma outra entrega à causa pública, uma outra participação cívica, uma outra exigência para com cada um de nós em especial e para com a comunidade em geral. Se nos limitarmos a votar acriticamente de quatro em quatro anos, lavamos as mãos mas não cultivamos a democracia. Desculpem os leitores o desabafo. Mas Ê um desabafo sentido. E sofrido. Podem crer. Obrigado a todos, a todos mesmo (leitores, anunciantes e amigos em geral), os que nos têm ajudado atÊ aqui. Continuaremos a contar convosco. Lino Vinhal

Tribunal da Figueira da Foz perde competĂŞncias

Com as alteraçþes que o Governo tem introduzido no sistema judiciĂĄrio do paĂ­s, o Tribunal da Figueira da Foz vai perder algumas das suas valĂŞncias que, na opiniĂŁo de alguns causĂ­dicos, “nĂŁo traz melhorias Ă Justiça, antes pelo contrĂĄrio, DVGLĂ€FXOGDGHVQRDFHVVRj mesma passam a ser mais JUDYRVDVSDUDRVĂ€JXHLUHQsesâ€?. Melo Biscaia, um dos advogados mais antigos da Figueira da Foz, nĂŁo esconde a sua mĂĄgoa pelo sucedido e adverte que “o 7ULEXQDOĂ€FDUiDSHQDVFRP a competĂŞncia para processos de instância civil, criminal, laboral, de menores e famĂ­lia, passando os processos mais importantes a serem decididos em Coimbra e as execuçþes passarĂŁo para Montemor-o-Velhoâ€?. Na sua opiniĂŁo, “isto ĂŠ algo de incompreensĂ­velâ€?, pois “a comarca da Figueira da

O Tribunal da Figueira vai perder alguns processos para Coimbra e as execuçþes para Montemor-o-Velho

Foz, desde hĂĄ jĂĄ muitos anos, tem tratado dos processos mais importantes e dispondo de um edifĂ­cio excelente - construĂ­do por SUHVRVQRĂ€QDOGDGpFDGDGH 50 (sĂŠculo XX) - e tem vĂĄrios juĂ­zes que, quando se impĂľe, funcionam em colectivosâ€?. “Tirar competĂŞncias a um tribunal que atĂŠ tem tido muitos processos a resolver,

parece um disparate dos grandesâ€?, refere o causĂ­dico. Melo Biscaia desafia as “forças vivasâ€? da Figueira da Foz a “unirem-se e a manifestarem-se contra tal decisĂŁo, embora se conheça qual o resultado que tĂŞm tido manifestaçþes idĂŞnticas, dada a teimosia deste Governo, mormente da ministra da Justiçaâ€?.

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Praça de 08 de Maio

Suprimido da estrutura da CMC o cargo de director municipal

Manuel Machado acaba de eliminar o cargo de director municipal da estrutura orgânica nuclear da Câmara de Coimbra, sendo que chegou a haver três nos dois primeiros mandatos de Carlos Encarnação (para o urbanismo, administração e ÀQDQoDVHiUHDVRFLDO  O presidente alega que a existência de apenas um director municipal, por imposição legal, carece de sentido por ser impossível ele exercer a função de forma transversal em relaomRDRVGHSDUWDPHQWRV Quando passou a caber à Câmara conimbricense só um director municipal, no mandato de João Barbosa de Melo, a escolha recaiu em Olinto VieiUDPDVHVWHUHQXQFLRXKiFLQFR meses, tendo sido substituído SRU0iULR*DVSDU A futura estrutura orgânica nuclear da CMC, a homologar pela Assembleia Municipal, SRGHUiGLWDUDMXVWDPHQWRVQD atribuição de pelouros feita aos vereadores por Manuel Machado, admitiu o presidente ao ser LQWHUSHODGRSHOR´&DPSHmR¾ A melhoria do funcionamento da autarquia requer que cada director de departamento

reporte a um reduzido nĂşmero GHHGLV$QRYDHVWUXWXUDQXclear da edilidade foi aprovada FRPRYRWRIDYRUiYHOGRVHGLV GR36 FLQFR IDFHjDEVWHQomR dos eleitos pela CDU e pelo movimento CidadĂŁos por &RLPEUD &S& HRYRWRFRQWUD GRVHOHLWRVSHOR36' TXDWUR  “Era tanta a vontade de acenar com ilegalidades e erros da orgânica cessante que a “informaçãoâ€? [inerente Ă nova] acaba por ter, ela prĂłpria, demasiados erros e imprecisĂľes de facto e de Direitoâ€?, alegaram os vereadores da coligação “Por Coimbraâ€? (PSD - PPM 0RYLPHQWR3DUWLGRGD7HUUD  Em termos gerais, os edis eleitos pelo PSD lamentaram, “vivamente, a ilegalidade que advĂŠm de os documentosâ€? SDUDDVHVVmRH[WUDRUGLQiULD lhes terem sido entregues “sem UHVSHLWRSHORVSUD]RVGHOHLÂľ Quanto Ă  reuniĂŁo de seJXQGDIHLUD  ´FRPGRFXmentos importantĂ­ssimos, foi particularmente grave: em vez GDVKRUDV~WHLVSDUDDQiOLVH destes e dos outros processos, os vereadores tiveram 17 horas e 05 minutosâ€?, indicou JoĂŁo Barbosa de Melo, acentuando

que “a ultrapassagem de prazos HVWiDWRUQDUVHXPKiELWRÂľGH uma Câmara presidida pelo lĂ­der da Associação Nacional de MunicĂ­pios Portugueses $103  Acresce, segundo o anteULRUOtGHUFDPDUiULRTXH´WHP sido timbre da actual maioria PDVFDUDUDVVXDVGLĂ€FXOGDGHV HLQVXĂ€FLrQFLDVDFXVDQGRVLVWHmaticamente a gestĂŁo anterior de supostas ilegalidades e erros MXUtGLFRVÂľ

Cultura e Turismo A futura estrutura orgânica MXQWD&XOWXUDH7XULVPRQR mesmo departamento, alteranGRRÀJXULQRHPYLJRUGHVGH DSXURXR´&DPSHmR¾ O novo Departamento de Cultura, Turismo e Desporto congrega atribuiçþes e competências repartidas, actualmente, pelo Departamento de Qualidade de Vida (Divisão de Turismo e de Actividade )tVLFDH'HVSRUWR HSHORGH Educação, Desenvolvimento 6RFLDOH&XOWXUDO '('6&  A Educação e a Habitação, presentemente sob a alçada do '('6&VmRiUHDVDSRQWDGDV ao Departamento de Desen-

volvimento Social e Ambiente ''6$  A DivisĂŁo de Ambiente, por ora na dependĂŞncia do Departamento de Qualidade GH9LGDWUDQVLWDSDUDR''6$ O cessante Departamento de Recursos Humanos, Apoio -XUtGLFRH$GPLQLVWUDWLYRGiOX-

JDUDRGH$GPLQLVWUDomR*HUDO FRPDWXWHODGDiUHDGRSHVVRDO devendo ser criada uma divisão SDUDRHIHLWR O Departamento Financeiro e de Inovação Organizacional e o de Planeamento e *HVWmR8UEDQtVWLFDPDQWrPVH com as mesmas denomina-

çþes; o de Obras Municipais GHYHUiVXFHGHUDRGH2EUDVH ,QIUDHVWUXWXUDV A proposta continuou a contemplar seis departamentos, a par da Polícia Municipal, da Companhia de Bombeiros Sapadores e do Serviço de 3URWHFomR&LYLO

Rosa Casalta Batanete sucede a Ana Malho

5RVD%DWDQHWHLUiVXFHGHUD Ana Malho como directora do Departamento de AdministraomR*HUDOGD&kPDUD0XQLFLpal de Coimbra, substituto do Departamento de Recursos Humanos, Apoio Jurídico e Administrativo, disseram fonWHVDXWiUTXLFDVDR´&DPSHmR¾ Sob a alçada do novo deSDUWDPHQWRÀFDPDiUHDGR SHVVRDO TXHVW}HV MXUtGLFDV atendimento aos cidadãos e DSRLRDRVyUJmRVPXQLFLSDLV Rosa Casalta Batanete regressou, recentemente, à CMC, concluída uma comissão de serviço na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro &&'5& SDUDFKHÀDGD'LYLVmRGH$SRLR-XUtGLFR JosÊ Paulo Amado, titular

do cessante Departamento de 4XDOLGDGHGH9LGDQmRGHYHUi transitar para o de Desenvolvimento Social e Ambiente nem para o de Cultura, Turismo e Desporto (ambos a criar ao abrigo da revisão da estrutura RUJkQLFDFDPDUiULDQXFOHDU  Ao invÊs, Rosa Santos SRGHUiWUDQVLWDUGRFHVVDQWH Departamento de Educação, Desenvolvimento Social e Cultural para o de Desenvolvimento Social e Ambiente LJXDOPHQWHDFULDU  Ulisses Correia, director do Departamento de Obras H,QIUDHVWUXWXUDVGHYHUiVHU o titular do Departamento de 2EUDV0XQLFLSDLV /XtV/HDOTXHMXQWRXR 3ODQHDPHQWRj*HVWmR8UEDnística por ocasião da anterior

revisão da estrutura orgânica QXFOHDUSRGHUiVHUVXEVWLWXtGR QDPHGLGDHPTXHHVWDUiLPLQHQWHDUHVSHFWLYDDSRVHQWDomR 0iULR *DVSDU GLUHFWRU municipal cessante, Ê hipotÊtico titular do Departamento Financeiro e de Inovação OrJDQL]DFLRQDO &HOVR 0DUTXHV GHYHUi permanecer no comando da Polícia Municipal e António Serra Constantino à frente do Serviço de Protecção Civil, sendo que Paulo Palrilha acaba de substituir Avelino Dantas como timoneiro da CompaQKLDGH%RPEHLURV6DSDGRUHV $VQRPHDo}HVGRVSURYiveis escolhidos para a estrutura RUJkQLFDQXFOHDUFDPDUiULDVmR feitas, por ora, em regime de VXEVWLWXLomR

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A partir de amanhã no Calhabé

Novas comarcas

Sala de troféus da Briosa como “ponte de união”

Escolhas sujeitas a providência cautelar

O presidente da Académica/OAF considera uma sala de troféus a inaugurar, amanhã à tarde (25), no Estádio Cidade de Coimbra, como “a ponte” capaz de “unir o que nunca devia ter sido separado”. “Pretendemos que ela constitua o espaço de união do passado e do presente, de antes e depois de 1974, da Secção de Futebol [da AAC], do Clube Académico (CAC) e da Académica/OAF”, assinalou José Eduardo Simões. Segundo o líder do Organismo Autónomo de Futebol da AAC, trata-se de “mais um sonho cumprido”, depois da conquista da Taça de Portugal em 2012 e consequente ingresso na Liga Europa. Eduardo Simões fez votos para que a implantação da sala represente “o termo de guerras, questiúnculas, amores e desamores, da mesquinhez e da pequenez”. Contudo, o ex-futebo-

A escolha de presidentes de algumas das futuras comarcas, entre eles Isabel Namora para a de Coimbra, é alvo de pedidos de providência cautelar entregues ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), soube o “Campeão”. O STJ é a instância competente na medida em que a escolha coube ao Conselho Superior de Magistratura (CSM). Se o Supremo Tribunal de Justiça deferir o pedido, independentemente do que vier a decidir acerca da denominada acção principal, há lugar à suspensão da investidura de

Isabel Namora e de alguns congéneres. Em alternativa à magistrada judicial da Vara Mista de Coimbra perfilava-se para a presidência da futura comarca conimbricense Jorge Loureiro, juiz desembargador auxiliar. António Joaquim Piçarra, vice-presidente do CSM, demarcou-se do desfecho do processo de escolha, tendo expressado “frontal discordância” acerca da “metodologia utilizada” por uma comissão criada no âmbito do órgão de governo dos juízes.

Miranda do Corvo

Fundação ADFP ganha causa sobre o Parque Biológico Eduardo Simões (presidente da Académica/OAF), Helena Freitas (vice-reitora da Universidade de Coimbra) e Ricardo Morgado (ex-líder da AAC)

lista Manuel António foi o único veterano da Briosa a acompanhar José Eduardo, por ocasião do anúncio da inauguração daquele

espaço. Na conferência de Imprensa, Simões esteve acompanhado por uma vice-reitora da Universidade, Helena

Freitas, pelo então presidente da AAC, Ricardo Morgado, por Sérgio Conceição (treinador) e pelo guarda-redes Ricardo.

A Fundação de Assistência, Desenvolvimento e ForPDomR3URÀVVLRQDO $')3  de Miranda do Corvo vai poder continuar a utilizar a designação de Parque Biológico da Serra da Lousã. O Tribunal da Lousã considerou improcedente a acção do Par-

que Biológico de Gaia, que contestava esse direito, revelou a instituição mirandense. O acórdão sustenta que a Fundação ADFP, no que concerne ao Parque Biológico da Serra da Lousã, nunca utiliza apenas e só a denominação “Parque Biológico”.

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Felicita o Campeão das Províncias pelo seu 14.º Aniversário


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Coimbra

Comemoraçþes em Penacova

Continente condenado por vender bolo-rei com xisto

25 de Abril com debate e um novo tribunal

R.A.

A sociedade Modelo Continente acaba de ser condenada, pelo Tribunal CĂ­vel de Coimbra, a indemnizar um cliente no montante de 3 220 euros, devido Ă venda de bolo-rei com um pedaço de xisto, soube o “CampeĂŁoâ€?. O queixoso ĂŠ um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Carlos Condesso Soares, que se fez representar pelo advogado Nuno TeodĂłsio Oliveira. Segundo a sentença, da autoria da juĂ­za Paula Cristina Pereira, o funcionĂĄrio do SEF fez prova da existĂŞncia de um

Ao sentir que havia um corpo estranho no interior de uma fatia de bolo-rei, Carlos Condesso Soares achou que se tratava de brinde ou da fava, disse

corpo estranho no interior de um bolo-rei e do nexo causal entre o defeito do produto e a quebra de um dente. A condenação ao pagamento de indemnização por parte daquela empresa do Grupo Sonae leva em consideração danos patrimoniais e nĂŁo patrimoniais (morais). Carlos Soares, que apresentou prova testemunhal, “sofreu danos nĂŁo patrimoniais que merecem a tutela do Direitoâ€?, concluiu a magistrada judicial. A compra ocorreu a 31 de Dezembro de 2012 e, volvida uma semana, houve lugar a reembolso. Segundo o queixoso, o bolo foi de-

sembalado, e parcialmente consumido, a 04 de Janeiro de 2013. A rÊ fez notar que a primeira diligência de Carlos Soares, 49 anos de idade, não consistiu exactamente em reclamação. Fruto do diålogo entre o queixoso e o hipermercado, Soares consultou uma clínica dentåria e apresentou um orçamento para restauro do dente (incisivo) que ele diz não haver resistido ao corpo estranho existente na iguaria. A 04 de Março [de 2013], o Continente declinou assumir qualquer tipo de responsabilidade, excluindo a hipótese de ter vendido um

Estranha “fava�

o inspector do SEF, na audiĂŞncia de julgamento efectuada no I JuĂ­zo CĂ­vel de Coimbra. “Foi a primeira coisa que me ocorreuâ€?, indicou.

A postura da rĂŠ surpreendeu-o negativamente, tanto mais que, segundo o queixoso, ele colaborou e achou que “as coisas se iam resolverâ€?. “Se isto acontecesse a

gÊnero alimentício defeituoso. Para o efeito, a empresa do Grupo Sonae invocou proceder a fabrico em condiçþes de qualidade e segurança alimentar. Na expectativa de obtenção de conciliação, a magistrada judicial titular do processo levou por diante uma audiência prÊvia, ao abrigo do Código de Processo Civil, mas a diligência revelou-se infrutífera. A rÊ optou por não accionar o seguro de responsabilidade civil, apesar de o inspector do SEF haver declarado, em Tribunal, que tinha sido preenchido um formulårio para esse efeito.

mim, tambÊm gostaria que o hipermercado tivesse outro comportamento�, DÀUPRX-RVp3DFKHFRWHVtemunha arrolada por Carlos Soares.

A inauguração das novas instalaçþes do Tribunal Judicial da Comarca de Penacova, no sĂĄbado (dia 26), e um debate sobre o “25 de Abril: O passado e o presenteâ€?, no domingo (dia 27), sĂŁo dois dos pontos do programa que assinalam os 40 anos da “Revolução dos Cravosâ€?, naquele concelho, sem esquecer, amanhĂŁ, a cerimĂłnia evocativa do dia da “Liberdadeâ€?. No dia 25 de Abril, pelas 11h00, serĂĄ hasteada a bandeira nacional, nos Paços de Concelho, ao som do hino nacional interpretado pela FilarmĂłnica da Casa do Povo de SĂŁo Pedro de Alva, seguindo-se a deposição de XPDFRURDGHĂ RUHVQREXVWR de AntĂłnio JosĂŠ de Almeida. No salĂŁo nobre da Câmara de Penacova decorrerĂĄ a sessĂŁo solene evocativa do 25 de Abril, com intervençþes do presidente da Assembleia Municipal, Pedro Coimbra, e do presidente da edilidade, Humberto Oliveira.

No sĂĄbado, pelas 11h00, o MunicĂ­pio de Penacova inaugura as novas instalaçþes do Tribunal Judicial da Comarca, com a presença do presidente da Associação Nacional dos MunicĂ­pios Portugueses (ANMP), Manuel Machado. Ă€ noite, pelas 21h30, na tela do auditĂłrio do Centro Cultural, serĂĄ SURMHFWDGRRĂ€OPH´&DSLWmHV de Abrilâ€?, um â€œĂ­coneâ€? da Revolução com Maria de Medeiros e a participação de Stefano Accorsi, Joaquim de Almeida e FrĂŠdĂŠric Pierrot. As comemoraçþes encerram no domingo (dia 27), pelas 16h00, com o debate “25 de Abril: O passado e o presenteâ€?, na sala LeitĂŁo Couto da Biblioteca Municipal de Penacova. Participam o historiador LuĂ­s Reis Torgal, professor da Faculdade de Letras de Coimbra, e o coronel Artur Pita Alves, capitĂŁo de Abril, membro do Movimento dos CapitĂŁes no qual se empenhou desde a sua preparação clandestina.

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FIGURAS DA SEMANA

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Ascensor A

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Bruno Matias

S U B I R

Nuno Miguel Santos – O atleta da Associação AcadĂŠmica de Coimbra (AAC) estreou-se, ontem, no Campeonato da Europa de Badminton, que se disputa em Kazan (RĂşssia). Praticante da modalidade hĂĄ mais de duas dĂŠcadas, Nuno Miguel Santos atinge, aos 32 anos de idade, um dos pontos altos da sua carreira, representando a AAC e Portugal. Pedro Sequeira – O jovem chef, natural da freguesia de Serpins (LousĂŁ), acaba de ver distinguido o seu trabalho no prestigiado restaurante AstĂłria, do InterContinental Porto. A unidade hoteleira, localizada no antigo PalĂĄcio das Cardosas, venceu a “Chave de Ouroâ€?, prĂŠmio atribuĂ­do pelo guia “Boa Cama Boa Mesaâ€?, editado pelo semanĂĄrio Expresso. Igualmente, o AstĂłria, cuja cozinha ĂŠ liderada, desde hĂĄ pouco tempo, por Pedro Sequeira, veio a conquistar o trofĂŠu “Garfo de Ouroâ€?. O restaurante revela a irreverĂŞncia de Pedro Sequeira, cuja formação foi adquirida na Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra. Teresa Almeida Cravo – A investigadora do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra acaba de ser galardoada com o prĂŠmio da Associação Portuguesa de CiĂŞncia PolĂ­tica, para a melhor tese de doutoramento em CiĂŞncia PolĂ­tica e Relaçþes Internacionais. Na edição de 2014, Teresa Almeida Cravo foi distinguida, ex-aequo, com Ramon Blanco, doutorado pelo Programa de Doutoramento em PolĂ­tica Internacional e 5HVROXomRGH&RQĂ LWRVWXWHODGRSHOR&(6HSHOD)(8& A

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D E S C E R

Maria LuĂ­s Albuquerque – A ministra de Estado e das Finanças admitiu, hĂĄ dias, que o Governo pode vir a aplicar taxas a produtos com efeitos nocivos para a saĂşde. Trata-se de uma ideia peregrina, de quem quer tapar o sol com a peneira e desviar a atenção de assuntos que, realmente, importam ao paĂ­s. AliĂĄs, a PLQLVWUDGD$JULFXOWXUDHGR0DU$VVXQomR&ULVWDVDĂ€UPRXTXH a referida taxa â€œĂŠ uma nĂŁo questĂŁoâ€? e o ministro da Economia, Pires de Lima, sublinhou que o assunto nĂŁo foi sequer abordado HP&RQVHOKRGH0LQLVWURVSHORTXHFODVVLĂ€FRXDLGHLDFRPR ´ÀFomRHXPIDQWDVPDTXHQXQFDIRLGLVFXWLGRÂľ PUBLICIDADE

Volvidos quase trĂŞs meses apĂłs as eleiçþes, Bruno Matias tomou posse como presidente da Direcção-Geral da Associação AcadĂŠmica de Coimbra (AAC). Na cerimĂłnia, realizada no inĂ­cio da semana, Bruno Matias apelou Ă â€œparticipação e uniĂŁo de todosâ€?, sublinhando que, “nesta AAC, todos tĂŞm lugarâ€?. O lĂ­der estudantil destacou a honra do exercĂ­cio de responsabilidade que inicia, a que pretende corresponder “com humildade que o legado institucional impĂľe, mas com a determinação e irreverĂŞncia que se espera da maior associação estudantil do paĂ­sâ€?. O sucessor de Ricardo Morgado reconheceu que ao ORQJRGHKRXYH´PHOKRULDVDVVLQDOiYHLVÂľQDVLWXDomRDGPLQLVWUDWLYDHĂ€QDQFHLUDGD instituição, mas nem por isso deixou de se manifestar preocupado com o passivo actual. Bruno Matias adiantou ser necessĂĄrio prosseguir com a redução de custos e procurar “novas parcerias e formas inovadoras de angariação de fundos que nĂŁo traiam as raĂ­zes KLVWyULFDVÂľ3DUDJDUDQWLUXPDJHVWmR´PDLVSURĂ€VVLRQDOHWUDQVSDUHQWHÂľROtGHUHVWXGDQWLO anunciou um sistema de controlo interno e uma avaliação externa das contas da AAC. Bruno Matias manifestou-se ainda preocupado com o elevado abandono escolar no ensino VXSHULRUTXHFRQVLGHURXFRPR´IHQyPHQRDYDVVDODGRUÂľ2UHVSRQViYHOSHOD$$&UHFRQKHFHXDVGLĂ€FXOGDGHVRUoDPHQWDLVGD 8&PDVDĂ€UPRXHVWDULQGLVSRQtYHOSDUDDFHLWDUQRYDDFWXDOL]DomRGDSURSLQDHPQRPHGRHTXLOtEULRĂ€QDQFHLUR$LQYHVWLGXUDGH Bruno Matias (lista T) como presidente da Direcção-Geral da AAC esteve suspensa vĂĄrios meses, ao abrigo de um procedimento cautelar accionado pela lista opositora (A). Bruno Matias, estudante de Direito, ĂŠ conotado com a JS. Pinto da Costa – MĂŠdico legista e professor catedrĂĄtico jubilado do Instituto de CiĂŞncias BiomĂŠdicas Abel Salazar da Universidade do Porto, Pinto da Costa ĂŠ o orador principal do seminĂĄrio “Desemprego e SuicĂ­dioâ€?, que se realiza, na segunda-feira, pelas 21h00, no auditĂłrio Marques de Almeida do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC). Do programa do evento consta ainda a apresentação pĂşblica do livro “IDADISMO – Prioridade na Construção Social da Idadeâ€?, pelos autores ClĂĄudia Moura e Ricardo Pocinho. A participação ĂŠ gratuita, embora sujeita a inscrição atravĂŠs do endereço electrĂłnico coimbra@ugt.pt. Pires Laranjeira e Ana T. Rocha – A obra “A noção de serâ€?, com organização de Pires Laranjeira e Ana T. Rocha, vai ser lançada na Fundação Serralves, no Porto, no dia 28, pelas 18h00, e na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, no dia 29, pelas 16h00, e na Torre do Tombo (em Lisboa), no dia 30, pelas 18h30. Trata-se de uma edição da Fundação Dr. AntĂłnio Agostinho Neto que compila vĂĄrios textos de poesia de Agostinho Neto. Agostinho Neto foi um mĂŠdico angolano, formado nas Universidades de Coimbra e de Lisboa, que em 1975 se tornou o primeiro presidente de Angola (cargo que ocupou atĂŠ 1979) como membro do Movimento Popular de Libertação de Angola. Em 1975-1976 foi-lhe atribuĂ­do o “PrĂŠmio Lenine da Pazâ€?. Fez parte da geração de estudantes africanos que viria a desempenhar um papel decisivo na independĂŞncia dos seus paĂ­ses QDTXHODTXHĂ€FRXGHVLJQDGDFRPRD*XHUUD&RORQLDO3RUWXJXHVD Em paralelo, desenvolveu uma actividade literĂĄria, escrevendo nomeadamente poemas.

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António Augustus – Natural da Figueira da Foz, o estilista António Augustus faleceu, no passado domingo, vítima de cancro. Augustus tinha 64 anos e morreu em Lisboa. O costureiro e estilista português nasceu na Figueira da Foz, mas foi viver para Angola com a família ainda em criança. Augustus estudou em Paris e em Londres, tendo depois regressado a Angola, onde passou a fazer vestidos para as amigas e para a sua mãe. Em 1973 abriu a sua primeira loja em Luanda, jå com a denominação Augustus. Devido à revolução de Abril, a família do estilista tive de abandonar RWHUULWyULRDQJRODQRÀ[DQGRVHHP/LVERD2HVWLOLVWDUHFRPHoRX a sua actividade na moda na capital portuguesa, abrindo abrindo a sua loja em Lisboa em 1976. Augustus foi precursor do estilismo em Portugal. Em 1979, apresentou uma coleção de forma considerada inovadora, a bordo de um avião da TAP, acção que repetiu dez anos mais tarde. JosÊ Fontes e Pedro Amado – A dupla de Coimbra JosÊ Fontes e Pedro Amado triunfou em pares masculinos na prova realizada em Belas, Sintra, no circuito de tÊnis social My Break Point. Pedro Amado venceu ainda o quadro principal de singu-

lares. A prĂłxima etapa do My Break Point realiza-se de amanhĂŁ a domingo, na Escola JosĂŠ FalcĂŁo, em Coimbra. Manuel Teixeira VerĂ­ssimo – Especialista em Medicina Interna do CHUC e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Manuel Teixeira VerĂ­ssimo vai liderar a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, a maior associação portuguesa de mĂŠdicos hospitalares. Manuel Teixeira VerĂ­ssimo vai presidir Ă instituição no biĂŠnio 2014-2016. Rui de Figueiredo Marcos – Acaba de ser lançada a obra “HistĂłria do Direito Brasileiroâ€?, da autoria de Rui de Figueiredo Marcos (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra), Carlos Fernando Mathias e Ibsen Noronha. O livro foi apresentado publicamente no GrĂŠmio LiterĂĄrio, em Lisboa. Tal como se lĂŞ na nota prĂŠvia, “HistĂłria do Direito Brasileiro pode ser considerada uma obra de ciĂŞncia e um texto escolar. Alicerçada QDVFRQĂ€GrQFLDVVHJXUDVGDVIRQWHVHPXLWRUHĂ HWLGDGRSRQWRGH vista Doutrinal, repousa no modo histĂłrico de pensar o direito e percorre os diferentes modos como a histĂłria o foi pensandoâ€?. Eduardo Filipe e Helena Albuquerque – O Centro MĂŠdico de Coimbra e a Associação Portuguesa de Pais e Amigos GR&LGDGmR'HĂ€FLHQWH0HQWDO $33$&'0 GH&RLPEUDFHOHbraram, na semana passada, um protocolo de colaboração, que proporciona a prestação de alguns serviços totalmente gratuitos a utentes residentes nas unidades da associação e outros extensĂ­veis a utentes, familiares e colaboradores em condiçþes especiais. A parceria insere-se no âmbito da polĂ­tica de responsabilidade social, associada Ă  prestação de serviços de elevada qualidade e com uma vasta oferta de especialidades, do Centro MĂŠdico de Coimbra. De referir ainda que a instituição mĂŠdica comprometeu-se ainda a apadrinhar um dos utentes residentes da APPACDM, que seguirĂĄ na Unidade de Medicina DentĂĄria. O protocolo tem a duração de um ano, sendo renovado automĂĄtica e sucessivamente por iguais perĂ­odos. Desde a abertura em Maio Ăşltimo, o Centro MĂŠdico de Coimbra celebrou jĂĄ dez parcerias com outras tantas instituiçþes. Inatel, Associação Nacional de Sargentos, Sindicato Nacional da PolĂ­cia e Centro de Bem-Estar Social Sagrada FamĂ­lias foram alguns dos protocolos assinados recentemente. O Centro MĂŠdico de Coimbra conta assinar, em breve, mais cinco protocolos. Pedro Pinto – Engenheiro informĂĄtico e docente no Instituto PolitĂŠcnico da Guarda, Pedro Pinto voltou a ser distinguido pelo programa Cisco Networking Academy. Desta vez, o especialista obteve o diploma de “Expert Level Instructor Excellenceâ€?, que ĂŠ atribuĂ­do apenas a dez por cento dos instrutores Ă  escala mundial. O docente jĂĄ tinha recebido, em 2012, o diploma de “Instrutor Excellence Advancedâ€?. Para Pedro Pinto, o prĂŠmio ĂŠ considerado como “mais uma etapa ganha no percurso como instrutor, mas tambĂŠm o resultado de um longo trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na Academia Cisco do Instituto PolitĂŠcnico da Guarda, tanto ao nĂ­vel da formação, como na integração dos alunos nas empresasâ€?.

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QUINTA-FEIRA

FACTOS DA SEMANA

DE ABRIL DE 2014 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

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DurĂŁo Barroso inaugura centro de pesquisa no Biocant Park

“Abril em famĂ­liaâ€? na “Baixaâ€? de Coimbra “Abril em famĂ­liaâ€? ĂŠ o lema de uma campanha, lançada pela Associação “SaĂşde em PortuguĂŞsâ€?, cujo pontapĂŠ de saĂ­da ĂŠ dado, hoje (quinta-feira), na ÂŤBaixaÂť de Coimbra. Uma “Noite brancaâ€?, com o apoio de comerciantes e de outras entidades, e uma acção de rua, subordinada ao tema “A liberdadeâ€?, sĂŁo dois eventos previstos para 24 de Abril. A campanha irĂĄ prosseguir a 30 de Abril com uma iniciativa alusiva a histĂłrias de vidas de comerciantes. Segundo a Associação, trata-se de comemorar o Ano Europeu da FamĂ­lia e o 40Âş. aniversĂĄrio da ÂŤRevolução dos cravosÂť, articulando famĂ­lia e cidadania. Para Hernâni Caniço e JosĂŠ Dias, “a famĂ­lia estĂĄ no meio de um vasto tsunami social, para o qual poucas estavam preparadasâ€?.

O presidente da ComissĂŁo Europeia visita, hoje, Cantanhede. DurĂŁo Barroso vai ser recebido, Ă s 15h00, no salĂŁo nobre dos Paços do Concelho e, no decurso da cerimĂłnia, o responsĂĄvel mĂĄximo pelo ĂłrgĂŁo executivo da UniĂŁo Europeia serĂĄ distinguido com a Medalha de Ouro da Cidade de Cantanhede. Depois da recepção na Câmara Municipal, o presidente da ComissĂŁo Europeia desloca-se ao Biocant Park, onde inaugurarĂĄ o UC %LRWHFKJUDQGHFHQWURGHSHVTXLVDFLHQWtĂ€FDRQGHLUmRIXQFLRQDU as valĂŞncias de investigação fundamental em biotecnologia e o programa de formação avançada em ambiente empresarial do Centro de NeurociĂŞncias e Biologia Celular da Universidade de pt, ou no sĂ­tio da Internet www.associacaomundodacorrida.com/ pontesamizade2014.htm. Coimbra (CNC). Parque Mondego evoca cançþes de Abril AmanhĂŁ (dia 25), realiza-se no Parque Mondego (Taveiro, Coimbra), um espectĂĄculo de mĂşsica ao vivo a evocar as cançþes de Abril, a partir das 21h45, no “PĂŁes e Bolosâ€? situado na praça da restauração. “Para quem viveu o 25 de Abril, as vozes dos nossos cantores de intervenção continuarĂŁo sempre vivas como suaves e doces memĂłrias dos tempos da Revoluçãoâ€?, referem os promotores. Segundo estes, â€œĂŠ necessĂĄrio e um dever continuar a ouvir e a recordar estes cantores, nĂŁo apenas em efemĂŠrides, mas procurando corrigir a ausĂŞncia de uma ponte de ligação Ă  geração que se seguiu ao 25 de Abrilâ€?. Os temas vĂŁo ser interpretados por um grupo de amigos, que “se uniram num projecto Ăşnico, num espaço Ăşnico, com os ingredientes necessĂĄrios para mais uma noite para mais tarde recordarâ€?.

CM Cantanhede apoia o desporto As associaçþes desportivas do concelho de Cantanhede receberam a primeira fatia dos subsĂ­dios atribuĂ­dos pela Câmara Municipal para fomentar o desporto em vĂĄrias vertentes, num total que ascende a cerca de 95 000 euros. As associaçþes receberam agora 60 por cento da verba a que tĂŞm direito, enquanto a entrega dos restantes 40 por cento serĂĄ concretizada em Setembro, estando dispensadas as contempladas com o valor igual ou inferior a 1 000 euros, pois receberam a totalidade. O desenvolvimento da actividade fĂ­sica regular contempla dois tipos de apoio, um para o desporto federado, outro para o nĂŁo federado, com o presidente da Câmara, JoĂŁo Moura, a destacar “a acção absolutamente meritĂłria das associaçþes enquanto agentes promotores da actividade desportiva, mobilizando jovens e menos jovens para o exercĂ­cio de actividade fĂ­sica regular, com todos os benefĂ­cios que daĂ­ retiram

Condeixa evocou Fernando Namora A ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima exaltou a obra de Fernando Namora durante a conferĂŞncia “O Escritor e o(s) seu(s) Mundo(s)â€?, que comemorou, em Condeixa-a-Nova, o 95.Âş aniversĂĄrio do nascimento do escritor. A anteceder a conferĂŞncia realizou-se uma visita ao museu, aberto ao pĂşblico desde 1990, e a apresentação do novo logotipo da Casa Museu )HUQDQGR1DPRUD$QRYDLPDJHPJUiĂ€FDSDUWHGD ponta de uma caneta que evolui para o aspecto de uma casa de portas abertas para quem a quiser visitar. 1DEDVHGRGHVHQKRFRQVHUYDVHDDVVLQDWXUDRĂ€FLQDO do escritor. O novo logotipo serĂĄ, a partir de agora, XVDGRHPWRGRVRVSURGXWRVGHPHUFKDQGLVLQJRĂ€FLDO da Casa-Museu Fernando Namora, nomeadamente HVIHURJUiĂ€FDVOiSLVFDGHUQRVFDQHFDVHQWUHRXWURV Estrada reabriu na Foz do Caneiro ApĂłs trĂŞs meses fechada, a Estrada Regional 110, entre Penacova e Coimbra, na zona de Foz do Caneiro, reabriu ao trĂĄfego rodoviĂĄrio na quinta-feira, mas a circulação sĂł se efectua de modo alternado. “A reabertura ao trĂĄfego decorre da conclusĂŁo dos trabalhos de pregagens, necessĂĄrios para a estabilização do talude e garantir as condiçþes de segurança para pessoas e bens que utilizam esta estradaâ€?, refere a EP. AtĂŠ Ă conclusĂŁo total dos trabalhos de estabilização do talude o trânsito no local irĂĄ manter-se condicionado com circulação alternada, adianta a EP, esclarecendo que “serĂĄ, ainda, necessĂĄrio proceder a um conjunto de trabalhos nĂŁo crĂ­ticos, tal como drenagens, limpeza e projecção de betĂŁo, que implicarĂŁo o fecho em perĂ­odos pontuais coincidentes com a altura do dia em que se regista menor trĂĄfegoâ€?. Pontes de AMIzade corre-se domingo “Pontes de AMIzadeâ€? ĂŠ uma iniciativa solidĂĄria de apoio Ă  Fundação AMI, que inclui uma corrida e um passeio que atravessa todas as pontes sobre o rio Mondego, em Coimbra, realizando-se domingo (dia 27), a partir das 10h00. A 8.ÂŞ edição de “Pontes de AMIzadeâ€? ĂŠ um evento lĂşdico e desportivo, que terĂĄ uma corrida de 10 000 metros, outra de 5 000 para juvenis e uma caminhada de 4 000 metros, com inĂ­cio e meta no EstĂĄdio UniversitĂĄrio de Coimbra. O preço da inscrição ĂŠ de 7,50 euros e todas as informaçþes e ingresso de participação podem ser obtidas pelo telefone 239 842 702, pelo correio electrĂłnico delegação.centro@ami.org.

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de co-autoria de crime de furto cometido num estabelecimento comercial sito na Mata do Choupal. Os arguidos, que residem na zona de S. JoĂŁo do Campo, eram portadores de cerca de 400 euros. Questionados sobre a proveniĂŞncia da referida quantia, os indivĂ­duos disseram havĂŞ-la furtado no interior do sobredito estabelecimento. Nas imediaçþes, foram encontrados diversos artigos que se encontravam dissimulados em arbustos ali existentes, designadamente, chocolates, produtos de charcutaria, queijos, uma consola de jogos, dois rĂĄdios, pilhas e um carregador de telemĂłvel. Para efectuarem o assalto e nĂŁo serem avistados, os arguidos desviaram a direcção de projectores, que iluminam o estabelecimento, e nele se introduziram atravĂŠs de arrombamento de uma porta, depois de arrancarem o alarme. Da “Baixaâ€? Ă â€œAltaâ€? O incremento de passeios a pĂŠ entre o Parque Verde do Mondego e o Polo I da Universidade de Coimbra ĂŠ o objectivo de uma medida adoptada, esta semana, pela Câmara Municipal. A medida consistiu na aprovação de um anteprojecto subordinado ao lema “Da ÂŤBaixaÂť Ă  ÂŤAltaÂť pelo [Jardim] Botânicoâ€?. É impossĂ­vel, por ora, divulgar mais pormenores sobre o assunto, porquanto a sessĂŁo camarĂĄria de segunda-feira (21) foi vedada aos jornalistas e estes tambĂŠm nĂŁo tĂŞm acesso Ă  informação disponibilizada Ă  vereação. Miranda com facturas electrĂłnicas A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, sob proposta do presidente, Miguel Baptista, aprovou a emissĂŁo de facturas electrĂłnicas nos serviços de ĂĄguas e refeiçþes escolares. De acordo FRPDDXWDUTXLD´VLPSOLĂ€FDVHHGHVPDWHULDOL]D-se o processo de emissĂŁo e envio de facturas aos munĂ­cipes, elimina-se custos para o MunicĂ­pio, PHOKRUDVHDHĂ€FLrQFLDGRVVHUYLoRVVHQGRPDLV um passo para a desburocratização e de aproximação aos cidadĂŁosâ€?.

Lousanense visionĂĄrio no Brasil “Vida e obra do comendador Montenegro - Um lousanense visionĂĄrio no Brasilâ€? ĂŠ o livro que vai ser lançado, sĂĄpara a sua qualidade de vida, sem esquecer os excelentes resultabado (dia 26), pelas 16h00, no auditĂłrio da Biblioteca Municipal dos, quer em termos de formação, quer ao nĂ­vel do desporto de da LousĂŁ, da autoria de SĂ´nia Freitas. Natural da LousĂŁ, JoĂŁo rendimento, no qual muitos atletas e equipas de vĂĄrias modalidades WrPREWLGRFODVVLĂ€FDo}HVGHYDORUDVVLQiYHOÂľ ElisĂĄrio de Carvalho Montenegro, chegou ao Brasil em 1867 (sĂŠculo XIX), acompanhado de 29 conterrâneos, com os quais CĂĄritas tem a campanha “Laço azulâ€? fundou a colĂłnia Nova LouzĂŁ, no municĂ­pio de EspĂ­rito Santo $&iULWDV'LRFHVDQDGH&RLPEUDWHPDGHFRUUHUDWpDRĂ€QDO do Pinhal, arredores de SĂŁo Paulo, que produzia sobretudo cafĂŠ. de Abril, a campanha “Laço azulâ€?, por ser este o mĂŞs designado Era uma fazenda, no tempo do imperador D. Pedro II, com internacionalmente para a prevenção dos maus-tratos na infância. mĂŁo-de-obra livre, rejeitando a escravatura. A autora do livro A CĂĄritas, no âmbito da intervenção junto de crianças e jovens em ĂŠ doutorada em HistĂłria Social, trabalhou como investigadora perigo, conta com dois equipamentos de acolhimento institucio- e curadora no Museu da Imagem e do Som e no Museu da nal: o Centro de Acolhimento TemporĂĄrio N.ÂŞ Sr.ÂŞ dos Milagres, Imigração, em SĂŁo Paulo. em Cernache, para crianças de ambos os sexos atĂŠ aos 06/07 anos; e o Lar de Jovens de St.ÂŞ Maria de Semide, para rapazes dos 06 aos ANMP celebra poder local e democracia 18 anos. A dimensĂŁo mais visĂ­vel da campanha ĂŠ a colocação de A Associação Nacional de MunicĂ­pios Portugueses (ANMP) Ă€WDVD]XLVQRDXWRPyYHOUHSHWLQGRRDFWRGH%RQQLH:)LQQH\ celebra o 40.Âş aniversĂĄrio do 25 de Abril sob o lema “O Poder TXHHPQRV(8$DWRXjDQWHQDGRVHXFDUURXPDĂ€WDD]XO Local ao serviço da Democraciaâ€?, com uma conferĂŞncia, hoje, a mesma cor das nĂłdoas negras que marcavam os corpos dos pelas 18h00, na sua sede, em Coimbra. SerĂŁo oradores o histoseus netos, divulgando as vĂ­timas de maus-tratos. riador Amadeu Carvalho Homem e JoĂŁo Bosco Mota Amaral, antigo presidente da Assembleia da RepĂşblica, sob moderação Autores de furto interceptados pela PSP de Maria Odete Isabel, que foi eleita presidente da Câmara MuUm homem e uma mulher foram interceptados, em Coim- nicipal da Mealhada nas primeiras eleiçþes autĂĄrquicas apĂłs o 25 bra, pela PSP, Ă s primeiras horas de domingo (20), sob suspeita de Abril de 1974.

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A CAMINHO DO MUNDIAL

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GHHQIUHQWDUGHID]HUFHGHUÂľ analisa o â&#x20AC;&#x153;misterâ&#x20AC;?. /DPRXFKL GH  DQRV antigo internacional gaulĂŞs FRPFDUUHLUDHP)UDQoD,WiOLDH4DWDUHVWUHRXVHFRPR treinador em 2012 e logo no FRPDQGR VHOHFomR DIULFDQD onde se mantĂŠm apesar das crĂ­ticas Ă ssua inexperiĂŞncia e Ă  participaçã abaixo das expecparticipação tativas na C CAN´2013. O tĂŠcnico sustenta que a sua equipa tem joga jogadores com qualidade â&#x20AC;&#x153;para incomodar JU JUDQGHV VHOHFo}HVÂľ PDVWDOYH]DSHQVDU nalguns egos de tamanho elevado que por OiSRQWXDPYDL avisando que â&#x20AC;&#x153;para que isso aconteça ĂŠ preciso que os talentos individuais se coloqu coloquem 100 por cento ao serviço do colectivoâ&#x20AC;?. Fica R DOHUWD S SDUD 'URJED <D\D 7RXUp *HUYLQKR * .DORX H companhi companhia. Bem servidos em WHUPRVRIH WHUPRVRIHQVLYRVFRPRRQRPHVDWUiVUH PHVDWUiVUHIHULGRVFRQĂ&#x20AC;UPDP estarĂĄ na rectaguarda re o â&#x20AC;&#x153;calcah de d A nhar Aquilesâ&#x20AC;? do conjunto PDUĂ&#x20AC;QHQVHFRP.ROR7RXUp =DNRUD%DPED%RNDRX6HUJH $XULHUDQHFHVVLWDUHPGHPDLRU DĂ&#x20AC;QDomR O conjunto africano enIUHQWDR-DSmRDGH-XQKR QR5HFLIHPHGHIRUoDVFRP D &RO{PELD QR GLD  HP %UDVtOLDHHQFHUUDDSULPHLUD fase diante da GrĂŠcia a 24 de -XQKRHP)RUWDOH]D

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6RIULPHQWRFRPRLQVSLUDomR 3RGHDGHVLOXVmRVRIULGD FRP D SHUGD GD PHLDĂ&#x20AC;QDO do Ăşltimo Europeu servir de inspiração ao desempenho portuguĂŞs no Brasil? No entender do seleccionador 3DXOR %HQWR SRGH  (P entrevista ao site da UEFA o treinador luso recordou essa partida de Junho de 2012. ´'XUDQWHRVPLQXtos podĂ­amos ter consegui-

do o objectivo de chegar Ă Ă&#x20AC;QDO 'HSRLV QR SURORQJDPHQWR p YHUGDGH TXH D Espanha foi melhor do que nĂłs e acabou por chegar Ă  final atravĂŠs das grandes SHQDOLGDGHV2TXHĂ&#x20AC;]HPRV depois disso foi continuar a competir da melhor forma SRVVtYHO WHQWDQGR DWLQJLU objectivos como a nossa presença agora no Campe-

onato do Mundo de 2014â&#x20AC;?. 3DXOR%HQWRQmRHVSHUD IDFLOLGDGHVQDSURYDPDVR trabalho desenvolvido antes da competição mudou em relação ao que foi feito no passado. â&#x20AC;&#x153;Existem coisas que estamos agora a fazer diferentes em termos de SUHSDUDomR GR QRVVR WUHLQRGDQRVVDHVWUDWpJLD6mR GLIHUHQWHV GR TXH Ă&#x20AC;]HPRV

HPRXÂľH[SOLFRX o tĂŠcnico. â&#x20AC;&#x153;O futebol estĂĄ em constante evolução e temos sempre de estar preparados SDUDLVVR3RUWXJDOMRJDFRP a identidade para a qual traEDOKRX PDV REYLDPHQWH queremos que haja alguma evolução na nossa maneira GHDERUGDURMRJRÂľVXVWHQtou Bento.

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raçþes. A edição deste ano inclui novas ferramentas, como uma zona para trocar cromos com outros coleccionadores, grupos de coleccionadores e a possibilidade de inscrever o nome na chamada Galeria da Fama do à lbum Virtual. Para incentivar a colecção virtual, a FIFA oferece aos

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todavia, o que as prestaçþes jogadores na nossa selecção anteriores mostram ĂŠ que que estĂŁo ao mesmo nĂ­vel, e O grande feito do fute- nĂŁo tĂŞm sabido ou podido que a ItĂĄlia e o Uruguai estĂŁo bol britânico num campeo- aproveitĂĄ-lo. a pensar em Gerrard, Rooney nato do mundo continua a O seleccionador Roy e companhiaâ&#x20AC;?, diz o tĂŠcnico. ser a vitĂłria na prova de 1966 Hodgson, consciente das diO experiente britânico realizada em... Inglaterra! Ă&#x20AC;FXOGDGHVSURFXUDHQFRQWUDU Hodgson, de 66 anos, camDepois disso o melhor que como lhe compepeĂŁo sueco e dinaalcançaram foi uma presença te, aspecm a rq u ĂŞ s, QDVPHLDVĂ&#x20AC;QDLV  HRV t o s t e m desempenhos da formação da terra de Sua Majestade tĂŞm alternado entre o PDX DXVrQFLDVHP H HRUD]RiYHO TXDUWRVGHĂ&#x20AC;QDO HPTXDWURRFDVL}HV  O sonho de repetir um triunfo tem perdurado mas a invasĂŁo estrangeira de qualidade num dos mais apetecĂ­veis e ricos campeonatos nĂŁo tem ajudado ao despontar de jogadores locais, o que naturalmente afecta a Rua Dr. AntĂłnio selecção. JosĂŠ de Almeida, 185 A caminhada para o Bra3000-044 Coimbra sil terminou invicta, com seis FA LTA vitĂłrias e quatro empates, e pasIAL M4 D N U forte concorrĂŞncia da Ucrâ- p o sagens 9 D I A S PA R A O M QLDDDPHDoDUDTXDOLĂ&#x20AC;FDomR s i t i v o s . pelo comando directa. â&#x20AC;&#x153;Quando penso no de trĂŞs outras selecçþes Apurados, os britânicos grupo, imagino que vai ser 6XtoD(PLUDGRVĂ&#x2030;UDEHV8QLviram a sorte virar-lhes as muito duro. Algumas pessoas GRVH)LQOkQGLD HSRUPDLVGH costas: ei-los no chamado chamam-lhe de â&#x20AC;&#x153;grupo da uma dĂşzia de clubes suecos, â&#x20AC;&#x153;grupo da morteâ&#x20AC;?, com Uru- morteâ&#x20AC;?, mas ĂŠ em boa parte suíços, dinamarqueses, noguai, ItĂĄlia e a â&#x20AC;&#x153;pobreâ&#x20AC;? Costa pela nossa presença. Os nos- ruegueses, italianos e ingleses, Rica. SerĂĄ uma luta a trĂŞs pelas sos adversĂĄrios tĂŞm jogadores onde esteve nos Ăşltimos anos, duas vagas para os oitavos-de- de altĂ­ssimo nĂ­vel. SuĂĄrez ĂŠ um antes de em 2012 substituir Ă&#x20AC;QDO$SDUWLFLSDomRHP jogador de primeira, assim Fabio Capello no comando da ediçþes da competição poderĂĄ como Cavani, Balotelli ou equipa nacional, que levou aos conferir-lhes um capital de ex- Pirlo. Mas gosto tambĂŠm de TXDUWRVGHĂ&#x20AC;QDOGR(XURSHX periĂŞncia, quem sabe, decisivo, pensar que temos dois ou trĂŞs da PolĂłnia e Ucrânia.

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Celeste Amaro

Espero que este Quadro Comunitário olhe para os monumentos de outra forma BENEDITA OLIVEIRA

Campeão das Províncias (CP) – Como caracteriza a política cultural e artística em Coimbra? Celeste Amaro (CA) – A Direcção Regional da Cultura do Centro abrange 77 Municípios. Todos eles têm igual importância para mim. Eu cheguei aqui em Outubro de 2011 e tinha alguns projectos que obrig atoriamente teria de dar sequência, como seja a Rota das Catedrais. Havia um protocolo com a Conferência Episcopal, no qual o Estado português se comprometia a fazer o projecto A Rota das Catedrais. Isso implicaria a apresentação de projectos a fundos comunitários, cuja contrapartida nacional seria dividida entre o Estado português e a Igreja. Deparei-me com

essa promessa sem nada que indicasse que era possível cumprirmos o que estava nesse protocolo. A minha preocupação foi, juntamente com os técnicos, preparar três projectos. Nós temos sete Sés na região Centro. Duas delas já tinham tido alguma intervenção

A par dessas três obras, demos conta que havia pelo menos mais cinco edifícios a precisar de intervenção. Era o caso da Casa do Passal de Aristides Sousa Mendes (no Carregal do Sal), do Convento de Santa Clara-a-Nova (cuja cobertura está num estado lastimoso também), da

“Temos infra-estruturas a mais e não temos como as programar, o que me preocupa”

e também estava a decorrer um projecto de intervenção na Sé Velha. As que estavam com mais problemas eram as Sés da Guarda e de Viseu e a Casa do Sineiro (que pertence à Sé de Leiria e que está mesmo a cair). As candidaturas foram aprovadas em 2013.

Igreja do Carmo, da Igreja da Vista Alegre (em Ílhavo) que apesar de privada pPRQXPHQWRFODVVLÀFDGR (sendo que nós entrámos FRPR GRQRV GD REUD ÀVcalizando a intervenção) e do Convento de Semide (reconstrução de um claustro). Entendeu-se que estas eram as obras priori-

“Antes de se construir deve-se preservar o património existente”, defende a directora regional da Cultura do Centro

dades para a região Centro. Ao longo de um ano e meio, foram elaborados os projectos, candidatados e

provados. A maior parte excepto na Igreja da Vista das intervenções têm de Alegre e do Convento de WHUPLQDUQRÀQDOGH As obras estão a avançar, CONTINUA

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CONTINUAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

Semide, cujas obras vĂŁo passar para 2015. Todas as outras espero que estejam SURQWDVQRĂ&#x20AC;QDOGRDQR CP â&#x20AC;&#x201C; Trata-se de um grande esforço financeiro...

CA â&#x20AC;&#x201C; Esta intervenção no patrimĂłnio representa um investimento de perto GH  PLOK}HV GH HXURV &ODURTXHWRGRVRVPRQXmentos precisam depois GH DOJXPD PDQXWHQomR mas estes eram os que estavam em pior estado.

NĂłs temos sempre uma OLVWDJHPGHPRQXPHQWRV H GH REUDV TXH Ki QHcessidade de fazer e que vamos monitorizando. $SUHVHQWiPRV HVVD UHODomR SDUD GLVFXVVmR QR prĂłximo Quadro ComuQLWiULRSHORTXHVHKRXYHU

SRVVLELOLGDGH SHQVDPRV propor outras obras. CP â&#x20AC;&#x201C; A nossa regiĂŁo ĂŠ muito rica em termos patrimoniais... CA â&#x20AC;&#x201C; Ă&#x2030;. CP â&#x20AC;&#x201C; E nĂŁo acha que ĂŠ preciso rentabilizar melhor este patrimĂłnio?

Coimbra perdeu centralidade

Cultura estĂĄ mais disseminada do que hĂĄ 40 anos +iDQRV&RLPEUDHUDXPD FLGDGH FRPSOHWDPHQWH GLIHUHQWH 1D RSLQLmR GH &HOHVWH $PDUR D LPSRUWkQFLD JHRHVWUDWpJLFD HUD PDLRUHRGLQDPLVPRFXOWXUDOXPD evidĂŞncia. â&#x20AC;&#x153;Vim para Coimbra em Setembro de 1975, porĂŠm a Universidade QmR DEULX QHVVH DQR OHFWLYR SDUD os primeiros anos. Como era de JHUPkQLFDVUHVROYLLQVFUHYHUPHQD &DVDGH,QJODWHUUD)L]DLQGDVHUYLoR FtYLFR 1HVVD DOWXUD &RLPEUD WUDQVSLUDYDFXOWXUDSRUTXHHUDXPD FLGDGHPXLWRDUUHLJDGDjVTXHVW}HV DFDGpPLFDVHDWXGRTXHWLQKDDYHU FRPRGH$EULOHDOLEHUGDGH(UD XPDFLGDGHFRPSOHWDPHQWHGLIHUHQWHRQGHDWpRSHVRXQLYHUVLWiULRHUD

PDLRUGRTXHpDJRUD(UDDFLGDGH mais importante em termos acadĂŠmicos do paĂ­sâ&#x20AC;?, recorda. ´+DYLDPXLWDV 5*$ >UHXQL}HV JHUDLV GH DOXQRV@ /HPEURPH GH 5*$QR*LO9LFHQWHTXHGXUDYDP o dia inteiro. Fumava-se e comiaVHQDTXHODV5*$(UDXPDFLGDGH RQGH VH GHEDWLGR WXGR HUD PXOWLFXOWXUDO FRPR SRXFDV SRUTXH Mi WLQKD PXLWRV HVWXGDQWHV GH SDtVHV DIULFDQRV +RMH HX DFKR TXH D FXOWXUD HVWi PDLV GLVVHPLQDGDÂľ DFUHVFHQWD D GLUHFWRUD UHJLRQDO GD &XOWXUDGR&HQWUR 1D iUHD DXWiUTXLFD &HOHVWH Amaro tambĂŠm considera que as diferenças sĂŁo notĂłrias. â&#x20AC;&#x153;Entrei em SDUDD&kPDUD0XQLFLSDOSDUD

WUDEDOKDU FRP R GUÂ&#x17E; -RUJH $ODUFmR QD iUHD GD &XOWXUD 1HVVD DOWXUD ĂŠramos muitos poucos na Câmara. Os vereadores eram a meio-tempo HPDQWLQKDPDVXDDFWLYLGDGHSURĂ&#x20AC;VVLRQDO 6y R SUHVLGHQWH R HQJÂ&#x17E; 0RUHLUD HVWDYD D WHPSR LQWHLUR $FKR TXH DV DXWDUTXLDV SHUGHUDP XPSRXFRFRPDSURĂ&#x20AC;VVLRQDOL]DomR dos vereadores. Isso tira um pouco a UHODomRTXHRHOHLWRWHPFRPRHOHLWRU$RWHUVHXPDSURĂ&#x20AC;VVmRWHPVH PDLV FRQWDFWR FRP R PXQGR UHDO ,VVRpFDSD]GHGLVWRUFHUHVWDUHODomR HQWUHHOHLWRVHHOHLWRUHV'HTXDOTXHU PDQHLUD D DGPLQLVWUDomR ORFDO DR FRQWUiULRGDDGPLQLVWUDomRFHQWUDO ĂŠ sempre muito mais prĂłxima do cidadĂŁoâ&#x20AC;?.

CA â&#x20AC;&#x201C;(XDFKRTXHRV ~OWLPRV TXDGURV FRPXQLWiULRV IRUDP PXLWR QR sentido de se construir de novo. Os prĂłprios municĂ­pios quiseram fazer REUDQRYDHWDOYH]R(VWDGR GHYHVVH WHU ROKDGR SDUDRTXHHUDPDLVDQWLJR e pudesse ser recuperado. Porque, por norma, uma recuperação sai sempre mais cara do que uma obra nova. Durante muiWRV DQRV QmR VH ROKRX para o patrimĂłnio, que ĂŠ LVVRTXHQRVGLVWLQJXHGH outros paĂ­ses. Os turistas dos paĂ­ses europeus que mais nos visitam, apesar de tudo, ficam encantados com o nossos monumentos. Os que HVWmR GHQWUR GD PDOKD urbana nĂŁo estĂŁo assim WmR GHJUDGDGRV PDV GH facto, ĂŠ preciso mantĂŞORVHLVVRFXVWDGLQKHLUR Espero que este quadro FRPXQLWiULR ROKH SDUD os monumentos de outra IRUPD$FKRTXHMiFKHJD GH DXWRHVWUDGDV $FKR que antes de se construir novos equipamentos se deve preservar o patrimĂłnio existente. Por exemSOR IRUDP FRQVWUXtGRV FHQWURV FXOWXUDLV QRYRV

DE ABRIL DE 2014 CAMPEĂ&#x192;O DAS PROVĂ?NCIAS

TXDQGR DR ODGR WrP RXWURVDQWLJRVTXHHVWmRD FDLU$OJXQVVmRSULYDGRV e as câmaras nem sempre WrPGLVSRQLELOLGDGHSDUD RV DGTXLULU PDV DFKR que dentro dos centros KLVWyULFRVDOJXQVHGLItFLRV SRGLDP WHU VLGR UHDELOLWDGRV $ UHJLmR &HQWUR tem cerca de 70 centros FXOWXUDLV HP  0XQLFtpios, o que é muita coisa (fora os que vão ser acabados entretanto, como o Convento S. Francisco). Temos infra-estruturas a mais e não temos como DV SURJUDPDU R TXH PH preocupa, senão poderePRV FKHJDU j FRQFOXVmR TXH IRL GLQKHLUR TXH VH deitou fora. ( P  0 D L R  G H      VDLXXPQRYRGHFUHWROHL que reestruturou todos RV VHU YLoRV GD FXOWXUD H HQWUHJRX j 'LUHFomR 5HJLRQDO GD &XOWXUD GR &HQWUR DOJXQV PXVHXV que estavam na dependência de Lisboa. Como VHMD R 0XVHX GH $YHLUR *XDUGD &DVWHOR %UDQFR GRLV PXVHXV QDV &DOGDV GD5DLQKDHR0XVHX-RDTXLP0DQVRQD1D]DUp CONTINUA

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QUINTA-FEIRA

ARTE & CULTURA

DE ABRIL DE 2014 CAMPEĂ&#x192;O DAS PROVĂ?NCIAS

CONTINUAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

O nosso pessoal duplicou e desde 1 de Janeiro de 2013 passåmos tambÊm a ter a responsabilidade de gerir esses museus. A minha maior satisfação

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Ê que chegåmos a 1 de Janeiro de 2014 com os museus a ter mais gente. Começåmos ainda a geri-los no âmbito de uma rede, de forma a que o dinheiro que nos atribuíram (e que foi menor do

que aquele que era atribuĂ­do quando estavam em Lisboa) dĂŞ-se para gerir todos. Ă&#x2030; isto que temos tentado fazer. CP â&#x20AC;&#x201C; Ă&#x2030; um grande GHVDĂ&#x20AC;RJHULUFRPPHQRV GLQKHLURHPDLVJHQWH

CA â&#x20AC;&#x201C; Ă&#x2030; um desafio difĂ­cil. Mas gasta-se menos dinheiro aqui, porque se estĂĄ a fazer uma gestĂŁo de proximidade. Tenho trĂŞs museus que tĂŞm uma sĂł directora... Os visitantes aumenta-

ram 30 por cento, porque os museus passaram a estar sempre abertos à hora de almoço e todos os dias (excepto à segunda-feira, dia de Natal e Ano Novo). Os museus não são só para terem

espĂłlio. Ă&#x2030; para estarem abertos ao pĂşblico e para receberem iniciativas, o que leva mais pessoas aos museus. Os cidadĂŁos tĂŞm de olhar para nĂłs como um ser viço pĂşblico e essencial.

Projecto orçado em cinco milhþes de euros

Rota das Judiarias vai recuperar 15 monumentos e incrementar turismo Portugal vai ter uma Rota das Judiarias, para reabilitar e divulgar a cultura judaica. A criação da Rota das Judiarias contarĂĄ com um investimento de cerca de cinco milhĂľes de euros, dos quais 15 por cento (cerca de 750 000 euros) serĂŁo suportados pelo Estado portuguĂŞs. A Rota das Judiarias vai incluir um percurso JHRJUiĂ&#x20AC;FR H FXOWXUDO VRbre a presença judaica no territĂłrio nacional. O objectivo ĂŠ fazer um programa de levantamento, reabilitação, organização e disponibilização do patrimĂłnio tangĂ­vel e intangĂ­vel relacionado com a componente judaica portuguesa, em parceria

com a Rede de Judiarias de Portugal. â&#x20AC;&#x153;A Rota das Judiarias foi um projecto que o actual secretĂĄrio de Estado tambĂŠm nos incumbiu em Janeiro de 2013 e que nos deu 15 dias para o fazer. Era um projecto ligado ao programa EEA, que ĂŠ um fundo que a Noruega nos transfere. Isto vem integrado no MinistĂŠrio do Ambiente e tem a ver com a multiculturalidade que existe no nosso paĂ­sâ&#x20AC;?, explicou Celeste Amaro. Neste projecto, a Direcção Regional da Cultura do Centro tem como parceiro a Rede das Judiarias. A Rota das Judiarias arranca no prĂłximo dia 1 de Maio e termina a 30 de Abril de 2016. Este projecto estĂĄ

inserido num prog rama que se prolonga atĂŠ Abril de 2017 dedicado Ă LQĂ XrQFLDGRVMXGHXVHP Portugal. â&#x20AC;&#x153;Uma das obrigatoriedades que nĂłs impusemos a este projecto foi que metade do dinheiro se destinasse Ă  recuperação de monumentos ligados ao judaĂ­smo. Com 2,5 milhĂľes de euros vĂŁo fazer-se cerca de 15 obras no paĂ­s todoâ&#x20AC;?, referiu a responsĂĄvel, acrescentando que este projecto veio para a Direcção Regional da Cultura do Centro, porque â&#x20AC;&#x153;os concelhos RQGH Ki PDLV LQĂ XrQFLD judaica sĂŁo os da regiĂŁo Centro que estĂŁo mais ligados Ă  fronteiraâ&#x20AC;?.

Sabugal, Belmonte, Almeida, Pinhel, Guarda, Gouveia, Seia, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo e Trancoso sĂŁo alguns dos concelhos onde os judeus mais se refugiaram, mas, notou a directora UHJLRQDOGD&XOWXUDDLQĂ XĂŞncia judaica estende-se a todo o territĂłrio nacional, desde Bragança, passando por Ă&#x2030;vora e Faro. â&#x20AC;&#x153;Coimbra ĂŠ uma das cidades importantes em termos de comunidade judaica, mas nĂŁo estĂĄ incluĂ­da neste projecto, porque Coimbra nĂŁo faz parte da Rede de Judiarias â&#x20AC;&#x201C; para se fazer parte ĂŠ preciso uma inscrição e pagar quota (na altura o

presidente da Câmara nĂŁo quis) â&#x20AC;&#x201C; no entanto, penso que isso vai estar resolvido dentro em breveâ&#x20AC;?, comentou Celeste Amaro. â&#x20AC;&#x153;Em Coimbra, temos o PĂĄtio da Inquisição, que ĂŠ a parte menos boa ligada ao judaĂ­smo, mas depois temos o Aristides Sousa Mendes que salvou 30 000 judeus dos campos de concentração, o que acaba por limpar a nossa mĂĄ imagem junto dos judeus. NĂłs estamos a recuperar a casa de Aristides Sousa Mendes e ela tambĂŠm farĂĄ parte desta rotaâ&#x20AC;?, afirmou a responsĂĄvel. Segundo Celeste Amaro, o turismo judaico ĂŠ um â&#x20AC;&#x153;mercado

com um potencial muito grandeâ&#x20AC;?. â&#x20AC;&#x153;Eles estĂŁo muito interessados em virâ&#x20AC;?, observou, aconselhando a adequação da hotelaria e da restauração ao gosto dos judeus. â&#x20AC;&#x153;Os municĂ­pio vĂŁo ter de conseguir que os hotĂŠis tenham alguns quartos com as caracterĂ­sticas que eles querem e restaurantes que confeccionem a comida Kosherâ&#x20AC;?, advertiu. â&#x20AC;&#x153;JĂĄ hĂĄ voos para Israel e agĂŞncias de viagem dedicadas a trabalhar com eles, portanto temos aqui na regiĂŁo Centro, mas tambĂŠm no paĂ­s inteiro, um produto que nos pode ajudar a ultrapassar a criseâ&#x20AC;?, rematou Celeste Amaro.

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DE ABRIL DE 2014 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

Abril ensinou-nos a acarinhar todas as culturas As mudanças que se ¿]HUDP VHQWLU HP 3RUWXJDO QDV~OWLPDVTXDWURGpFDGDV QDVHTXrQFLDGRGH$EULO GHVmRFRORVVDLV(VWDp XPDD¿UPDomRUD]RDYHOPHQWHFRQVHQVXDOHIUDQFDPHQWH yEYLDVREUHWXGRSDUDDTXHOHV TXH H[SHULHQFLDUDP R antes HRdepois GH$EULO0DVSDUD DTXHOHV TXH FRPR HX QmR WrP PHPyULD GR antes nem GR LPHGLDWDPHQWH depois RVUHODWRVGRVDYyVGRVSDLV RXGRVDPLJRVHDVOLo}HVGH KLVWyULD QD HVFROD SULPiULD FRPHoDUDP GHVGH PXLWR FHGRDDWHVWDUDVPXGDQoDV YLYHQFLDGDV H[SOLFDQGR DV GLIHUHQoDV QRV PRGRV GH ID]HUDJLUVHQWLUHLQWHUSUHWDU QRVSULQFtSLRVHYDORUHVTXH SDVVDUDP SDXODWLQD RX VXELWDPHQWHDLQVFUHYHUVHQD VRFLHGDGHSRUWXJXHVD$PXLWRVQtYHLV$WRGRVRVQtYHLV SRUYHQWXUD HYLGHQFLDQGRVH FODUDPHQWH QD iUHD GD FXOWXUDSRUTXHD Revolução dos CravosIRLWDPEpPXPD revolução cultural 2OiSLVD]XOGDFHQVXUD UHIUHDQGR D LPDJLQDomR D FULDWLYLGDGHHRJpQLRFHGHX OXJDU j YDORUL]DomR GHVVHV LQJUHGLHQWHV FRPR IDFWRUHV

GLVWLQWLYRVHVLPXOWDQHDPHQWH FDUDFWHUtVWLFRV GD FXOWXUD FRQWHPSRUkQHD TXH VRXEH LQFRUSRUDU UHLQYHQWDQGR RV WUDoRV PDLV SRSXODUHV H WUDGLFLRQDLV GR antes GH DEULO 2 ODGR YLVtYHO GHVVD FXOWXUD GRantes±DID]HUOHPEUDUD região de fachadaGH0LFKHO )RXFDXOW±TXHHUDHQWmRDSDQiJLRGHXPDSROtWLFDUXUDOLVWD FRQVHUYDGRUD H RSUHVVLYD DOLPHQWDQGR R LPDJLQiULR GH XP SDtV WUDQTXLOR H IHOL] UHFKHDGRGHWUDGLo}HVIROFOyULFDVTXHWUDGX]LDPRRUJXOKR SHODSiWULDDFDERXSRUWUDQVIRUPDUVH QmR UDUDPHQWH HP PDLVYDOLD FRPR DFWLYR LPSRUWDQWH H GLIHUHQFLDGRU QRDFWXDOPXQGRJOREDOL]DGR 4XDQWRDRVHXODGRLQYLVtYHO – a região de bastidores±HOH WUDGX]VHQDKHUDQoDYDOLRVD TXH QRV OHJDUDP P~VLFRV HVFULWRUHVSRHWDVFLQHDVWDVH RXWURVDUWLVWDVLQFRQIRUPDGRV HLQWHUYHQWLYRVTXHQDFODQGHVWLQLGDGHRXYHODGDPHQWH FULDUDPXPDLPHQVXUiYHOREUD TXH SHUGXUD H TXH D WRGRV DLQGD LQVSLUD VHQGR KRMH UHVJDWDGDSDUDPRPHQWRVGH UHYROWDHFRQWHVWDomRFRQWUD DVPDLVUHFHQWHVSROtWLFDVGR (VWDGR&HQWUDO

3RU XP ODGR QR SyV GHDEULOIRUDPUHLQWHUSUHWDGRV H GHVYHQGDGRV PXLWRV GRV VHQWLGRVHLQWHQo}HVODWHQWHV nesses modos de culturaTXH WDO FRPR FRQFHSWXDOL]DGRV SRU$QWyQLR)LUPLQRGD&RVWD DSRQWDPSDUDXPDÀH[LELOL]DomRGRTXHWHPYDORUFXOWXUDO QmRGLVWLQJXLQGRHQWUHRTXH p mais RX menos FXOWXUDO H GDQGRRGHYLGRGHVWDTXHjV OyJLFDV VLPEyOLFDV H VRFLDLV TXH FRQVWLWXHP FDGD WUDoR FXOWXUDO3RURXWURODGRDFWXDOPHQWH Mi QLQJXpP LJQRUD R YDORU HFRQyPLFR GHVVDV YiULDVFXOWXUDVGDVKRMHFKDPDGDV LQG~VWULDV FXOWXUDLV H FULDWLYDV H GD FXOWXUD FRPR IDFWRUGLVWLQWLYRHGHYDORUL]DomRHDWUDFomRWXUtVWLFDV 1XPSHUtRGRHPTXHDV LQVWLWXLo}HVS~EOLFDVDWUDYHVVDPVHYHUDVGL¿FXOGDGHVIDFH DRVSDUFRVUHFXUVRVGHTXH GLVS}HPQXPSDtVTXHQmR SULRUL]DXP0LQLVWpULRSDUDD &XOWXUD H TXH D KLSRWHFD H VHFXQGDUL]D HP PRPHQWRV GHFULVHQmRSRGHPRVQD&kPDUD0XQLFLSDOGH&RLPEUD SURPHWHUXPDQRYDrevolução cultural WDO FRPR QmR SRGHPRVSDUDMiSURPHWHUWUD]HU j FLGDGH JUDQGHV QRPHV

LQWHUQDFLRQDLVGRFLQHPDGD OLWHUDWXUDGRWHDWURRXPHVPR GD P~VLFD FRPR DQWHV IRL SRVVtYHO3RGHPRVLVVRVLP SURPRYHU WRGDV DV FXOWXUDV GDFLGDGH$FDULQKDUWDQWRD FXOWXUD GLWD ³SRSXODU´ TXDQWR DTXHOD TXH p VXSRVWDPHQWH ³GDVHOLWHV´'HXPDIHVWDGH ¿PGHDQRFRPXPDHVSDQWRVD SDUWLFLSDomR SRSXODU D XPHUXGLWR&LFORGH5HTXLHP 'H XP IHVWLYDO GH IROFORUH D XPDLQWHUSUHWDomRGD&DQWDWD %:9  ³,FK +DEH *HQXJ´ GH-6%DFK'HIHVWLYDLVGH P~VLFD D SUpPLRV OLWHUiULRV IHVWDVGHFLQHPDQDFLRQDOH LQWHUQDFLRQDO H[SHULrQFLDV WHDWUDLV VDUDXV GH GDQoD SURMHFWRV SHGDJyJLFRV H GH IRUPDomR GH S~EOLFRV HQWUH PXLWDVRXWUDVLQLFLDWLYDVDWHUW~OLDVFRPRDGHKRMHVREUH as histórias da história do 25 de abrileQRVVRGHYHUDFROKHUWRGRVHVWHVmodos de cultura2QRVVRSURJUDPDSDUD DV FRPHPRUDo}HV GRV  DQRVGRGHDEULOGiGLVVR FRQWDLQFRUSRUDQGRGHVGHH[SRVLo}HVVREUHDYLGDHDREUD GH0LJXHO7RUJDGHYiULDVIRUPDVGHYHUVHQWLUHLQWHUSUHWDU D OLEHUGDGH FRQFHELGDV SRU MRYHQV HP FRQWH[WR HVFRODU

CARINA GOMES*

GH IRWRJUD¿DV GH PXUDLV GR 35(& D DSUHVHQWDo}HV GH REUDV OLWHUiULDV HVSHFWiFXORV WHDWUDLV SDOHVWUDV VREUH FRPSRUWDPHQWRV FRQIOLWRV H HTXtYRFRV HP WRUQR GD UHYROXomR GH  PRVWUDV GRDVVRFLDWLYLVPRFXOWXUDOGD FLGDGHHXPDVpULHGHHYHQWRV GHVSRUWLYRV $$JHQGD&RLPEUDXPD SDUFHULDGD&kPDUD0XQLFLSDO GH&RLPEUDFRPD8QLYHUVLGDGHGH&RLPEUDMiDOLPHQWDGD SRUPDLVGHVHLVGH]HQDVGH DJHQWHVFXOWXUDLVpXPH[HPSOR GH FRPR SUHWHQGHPRV IRPHQWDU WRGRV RV modos de culturaHFRORFDUWRGRVRV PHLRVSRVVtYHLVDRVHUYLoRGD SURPRomRHGDGLYXOJDomRGD FXOWXUDGDFLGDGH $FROKHUWRGRVRVmodos de culturapWDPEpPFRQFHGHU XPDHVSHFLDODWHQomRDRTXHp GH&RLPEUDHDRTXHVHID]QD

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Coimbra C, D, E, Fâ&#x20AC;Ś dor de referĂŞncia, um campo em excelentes condiçþes. O medo de esbarrar no insucesso (que deveria ser visto como parte do processo e nĂŁo funcionar como desincentivador), as incompreensĂľes, os melindres, o pânico ante a avaliação alheia, tudo LVWR H WDOYH] RXWUDV FRLVDV mantĂŞm o potencial na sua FRQGLomR ODUYDU ( WDOYH] se menos tempo se perder a falar do potencial, mais tempo se conquista para o S{UjSURYD

PLFD HP TXH HVWH UHĂ&#x20AC;HFWH os bens durĂĄveis jĂĄ produ]LGRVHXVDGRVQDSURGXomR de mercadorias e serviços. Coimbra assim deixaria de se colocar em bicos de pĂŠs para alcançar um qualquer WtWXORKRQRUtÂżFRSDUDSDVVDU D FDSLWDOL]DU DTXLOR TXH Mi possui, de facto. Colocando a render os seus ingredientes para chegar a coisas novas, para eventualmente granjear reconhecimento de IRUDSDUDGHQWURHPYH]GH epĂ­tetos que se quer impingir para fora.

nhecimento. â&#x20AC;&#x153;Ah, o Museu 0DFKDGR GH &DVWUR DÂżQDO estĂĄ assim? E a Universidade nĂŁo ĂŠ sĂł no cimo da colina e tem uma Semana Cultural que dura 2 meses? 4XDQWDV FRPSDQKLDV GH WHDWUR Ki DÂżQDO HP &RLPbra? E os coros sĂŁo mesmo tantos? E hĂĄ uma orquestra clĂĄssica? E o TAGV ĂŠ a sala de espetĂĄculos do paĂ­s com maior intensidade de XWLOL]DomR" +i XP &ROpJLR Coimbra das Artes e um CĂ­rculo de tem potencial Artes PlĂĄsticas que pro6HDOJXpPÂż]HUXPHVpĂľem exposiçþes de forma tudo estatĂ­stico sobre as permanente? O Festival das IUDVHVPDLVXWLOL]DGDVFRPD Coimbra Artes promove anualmente palavra Coimbra, certamenCoimbra do mofo das capitais WHXPDTXHÂżFDUiQRWRSWHQ Nesta cidade, trocam-se TambĂŠm jĂĄ nĂŁo se XPFDUWD]GHHYHQWRVGHQtĂŠ â&#x20AC;&#x153;Coimbra tem um enorme sistematicamente galhar- aguenta a imagem que vel internacional? O Mosteiro potencial paraâ&#x20AC;? uma sĂŠrie de detes e argumentos sobre muitos carregam como uma de Santa Clara-a-Velha jĂĄ coisas. Debruço-me sobre a verdadeira vocação de FUX]RXTXHLQĂ&#x20AC;LJHPFRPR QmR HVWi DIXQGDGR"$ÂżQDO este assunto nĂŁo porque Coimbra. AtĂŠ se trocam pla- XPD FUX] j FLGDGH 4XH dĂĄ para passar mais do que discorde do princĂ­pio mas cas da autoestrada. Ele Coimbra parou no tempo, um dia na cidade e ainda precisamente por ser apenas ĂŠ capital da cultura, ele ĂŠ que nĂŁo acontece nada ÂżFDUFRPYRQWDGHGHYROWDU"´ issoâ&#x20AC;Ś um princĂ­pio (na acep- capital do conhecimento, relevante desde D. Dinis, Sim, parece que dĂĄ. ção de incipiente). As ideias capital da saĂşde, da praxe no mĂĄximo desde InĂŞs de de facto existem, muitas sĂŁo ou atĂŠ do amor (em Por- Castro ou, com algum favor, Coimbra partilhadas, vĂĄrias debati- tugal)â&#x20AC;Ś DiscussĂŁo muito desde a reforma do Pombal. dos horrores das, algumas melhoradas. pouco capital, parece-me. E A prova maior de que este 'L]VH TXH &RLPEUD AtĂŠ chegam mesmo a ser jĂĄ que se invoca a polisse- discurso vinga pelo paĂ­s ĂŠ nĂŁo aparece nas notĂ­cias e projecto. Depois, demasia- PLDGDSDODYUDWDOYH]IRVVH espanto manifestado por que isso ĂŠ prova de perda GDV YH]HV QmR FKHJDP j desejĂĄvel deixar a discussĂŁo quem olha Coimbra com de centralidade. O pior ĂŠ FRQFUHWL]DomR3DUDJDQKDU da capital e abraçar a causa olhos de ver depois de pro- que Coimbra tem aparecijogos nĂŁo basta ter uma do capital. Entendido no longada ausĂŞncia, manifes- do nas notĂ­cias. E como... equipa fantĂĄstica, um treina- contexto da teoria econĂł- ta distracção ou total desco- Tudo o que de mau acon-

Foi-me pedido um artigo de opiniĂŁo sobre cultura para esta edição de aniversĂĄrio dâ&#x20AC;&#x2122;O CampeĂŁo das ProvĂ­ncias. Respondo antes com um desabafo com o qual (pelo menos) alguns leitores concordarĂŁo: começa a nĂŁo haver paciĂŞncia para alguns discursos sobre Coimbra. E este que se segue corre o risco de ser mais umâ&#x20AC;Ś

CLARA ALMEIDA SANTOS*

tece no país tem na cidade uma ilustração perfeita, j PHGLGD GDV QHFHVVLGDdes jornalísticas: conluios, esquemas, derrapagens, falcatruas e atÊ, pasmeVHWUi¿FRGHGURJD3DUD falar apenas nos exemplos mais recentes de grandes reportagens que assinalam Coimbra no mapa. Não tendo a acreditar em complots, pero que los hay, los hay!

ra especĂ­fica que deve ser cultivada - cultivar a cultura ĂŠ redundante, mas necessĂĄrio. Num curso que tive oportunidade de frequentar recentemente, sobre o tema GDV FRPSHWrQFLDV GL]LDVH TXH D HYROXomR VH ID]LD GD incompetĂŞncia inconsciente para a incompetĂŞncia consciente, daĂ­ para a competĂŞncia consciente, sendo que o objectivo a atingir seria a competĂŞncia inconsciente. Creio Somos o que somos que Coimbra (e a sua cultura) mas podemos estĂŁo algures entre algumas sĂŞ-lo melhor incompetĂŞncias conscientes +i FHUFD GH GRLV DQRV e as vĂĄrias competĂŞncias os â&#x20AC;&#x153;Sinaisâ&#x20AC;? de Fernando Alves conscientes. Dar os passos (crĂłnica diĂĄria da TSF) sobre VHJXLQWHV WDOYH] SHUPLWD VHU &RLPEUD Âż]HUDPPH SHQVDU o que somos, mas melhor, na imagem da cidade que o FDGD YH] PHOKRU ( HQWmR jornalista, com a sua habitual inconscientemente praticando mestria, ofereceu aos ouvin- FRPSHWrQFLDVWDOYH]&RLPEUD tes: uma cidade que tem uma se vĂĄ cumprindo, de A a Z. identidade prĂłpria feita de muitas coisas pequenas (e (*) Vice-reitora da UC de outras tambĂŠm grandes). para a Comunicação Uma cidade com uma cultue Cultura

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DE ABRIL DE 2014 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

Coimbra antes e depois de Abril (1974-2014)

Diz-se que, em Coimbra, as coisas levam muito tempo, entre o momento em que são pensadas e concretizadas. Para além de inúmeros exemplos, o mais pertinente é o do projecto do Metro Mondego, que ainda não tem nem um centímetro de carril. Nesta ocasião de efemérides – comemoram-se os 40 anos da revolução de 25 de Abril (1974, no século XX) – as comparações são muitas, a todos os níveis da sociedade. Aqui, também tempo de aniversário do “Campeão”, optámos por poupar nas palavras e mostrar algumas imagens, que transmitem bem a ideia de que muita coisa mudou. É interessante verificar que, actualmente, com as redes sociais, as pessoas vão aos arquivos e partilham muitas das fotos antigas, com enorme número de visualizações, a que se juntam outras do quotidiano. São muitas as páginas consagradas a isso e, também aqui, fizemos uma pequena recolha, tentando comparar o mesmo local, antes e no presente.

Portagem

Santa Cruz

O tempo em que a automotora da Lousã e os eléctricos circulavam pela Portagem deixa saudades. Apesar do incómodo, agora nem linhas de caminho-de-ferro há no ramal, pois foram arrancadas em nome de um transporte moderno que não chega. Agora também já se fala em tirar os eléctricos do museu e retomarem a circulação (turística)

O antigo largo de Sansão, actual praça de 08 de Maio, em frente à Igreja de Santa Cruz, foi dos locais de Coimbra que teve das maiores transformações, com um grande desaterro que colocou a entrada do templo ao nível da praça. Ficou um sobe e desce que complica a passagem dos carros da Queima das Fitas

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Santa Clara-a-Velha Uma das mais notáveis obras. O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (desde 1314) é indissociável da Rainha Santa Isabel. Alagado pelo Mondego, as freiras saíram em 1677 e o edifício chegou ao século XX soterrado até meia altura e em ruínas. Alvo de uma profunda intervenção arqueológica e uma operação de resgate às águas, foi inaugurado em 2009

Estádio O Estádio do Calhabé, construído a partir de 1948, foi sucessivamente renovado até à década de 90 (século XX), tendo sido palco de inúmero e vibrantes jogos da Académica. Incluía uma piscina olímpica e, ao lado, o parque de campismo. O actual foi inaugurado a 27 de Setembro de 2003, e já acolheu jogos do Campeonato da Europa no ano seguinte, assim como os concertos dos Rolling Stones, U2 e Madonna

Arcos do Jardim A zona do aqueduto de S. Sebastião, popularmente conhecida por Arcos do Jardim, datado do século XVI, tem na rotunda a estátua do Papa João Paulo II, da autoria de Cabral Antunes, inaugurada em 18 de Maio de 1985 (século XX) e que assinala a visita a Coimbra (Maio de 1982) do Sumo Pontífice. Mais de 100 milhões de euros depois... gastos no projecto do Metropolitano Ligeiro de Superfície, sem que haja um centímetro, fica a imagem virtual! PUBLICIDADE

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A arte deve transmitir o pulsar de um povo

â&#x20AC;&#x153;O Governo estĂĄ, culturalmente, decapitadoâ&#x20AC;? GERALDO BARROS

MĂĄrio Silva, reputado pintor conimbricense, 84 anos de idade, iniciou a sua carreira artĂ­stica muito antes da Revolução de Abril, em 1957. Diz que nĂŁo hĂĄ arte sem liberdade e defende que os artistas devem transmitir o pulsar do momento em que vivem. â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; esse o sentido que gosto de dar aos meus quadrosâ&#x20AC;?, revela. O conhecido cafĂŠ Nicola, na â&#x20AC;&#x153;Baixaâ&#x20AC;? conimbricense, foi onde expĂ´s pela primeira vez. Depois de uma ida a Paris, inspirou-se em moços e moças daquela cidade mas preferiu pintar os figurĂľes de Coimbra. Antes de a exposição abrir ao pĂşblico, os censores fizeram-lhe uma visita, coisa normal, antes do 25 de Abril de 1974. Cismaram que havia um quadro que dizia mal do Governo. â&#x20AC;&#x153;Aquilo deu muito brado. Era uma exposição diferente do que estavam habituadosâ&#x20AC;?, recorda o

mestre, enquanto nos recebe na sua casa e atelier, em Lavos. â&#x20AC;&#x153;Naquele tempo, a vida de um artista era muito difĂ­cil. Era uma actividade marginal e quase nĂŁo havia arte. O Salazar nĂŁo deixava que houvesse nada desse gĂŠneroâ&#x20AC;?, lembra MĂĄrio Silva. Assumidamente rebelde, cultivou uma forma de estar e de intervir na sociedade que nĂŁo agradava a um governo ditatorial. Ă&#x20AC; PHPyULDYHPDĂ&#x20AC;JXUDGR general Norton de Matos, opositor de AntĂłnio de Oliveira Salazar e um episĂłdio que ia deixando MĂĄrio Silva em apuros. â&#x20AC;&#x153;Peguei numas tintas e pintei no muro em frente Ă minha casa o nome Š1RUWRQÂŞ2PHXSDLĂ&#x20AC;FRX doido. SĂł dizia: ÂŤE agora? Toda a gente vai saber que foste tu!Âťâ&#x20AC;?, conta. O pintor rebelde pouco se importou com a preocupação e os avisos do progenitor. A tropelia de petiz passou sem consequĂŞncias mas, anos mais tarde, essa von-

tade indomĂĄvel acabaria por o levar a ser detido pela PolĂ­cia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE). â&#x20AC;&#x153;As afrontas ao Poder eram uma coisa natural para mimâ&#x20AC;?, confessa MĂĄrio Silva. O seu pai tinha estado preso por razĂľes polĂ­ticas. MĂĄrio Augusto da Silva, outrora professor na Universidade de Coimbra e reputado discĂ­pulo de madame Marie Curie, acabou por ser demitido e expulso da instituição por Salazar. Sem razĂŁo aparente. Sem explicaçþes. â&#x20AC;&#x153;Tudo o que representasse alguma forma de inteligĂŞncia, esclarecimento ou cultura, era visto como uma ameaça ao regime. Quando comecei a pintar, nĂŁo se pode dizer que havia uma arte subversiva. A verdade ĂŠ que a arte, como tal, nem sequer existia em Portugalâ&#x20AC;?, refere MĂĄrio Silva. Subversivas â&#x20AC;&#x201C; ou nĂŁo â&#x20AC;&#x201C; as obras do mestre da pintura contemporânea portuguesa foram visadas pelos censores em diversas

ocasiĂľes. A ousadia de pintar um quadro evocando a Ăşltima ceia de Cristo, substituindo os apĂłstolos por ministros de Salazar, foi um desses momentos de liberdade criativa que a PIDE nĂŁo tolerou. Os FHQVRUHV Ă&#x20AC;FDUDP GDQDGRV e a obra de MĂĄrio Silva foi FRQĂ&#x20AC;VFDGDHGHVWUXtGD A rebeldia e o cĂĄrcere

Em Coimbra, bem antes de 1974, o pintor levou por diante a organização do primeiro Círculo de Artes Plåsticas, um evento que pretendia revelar a cultura artística e, sobretudo, mostrar a arte a toda a gente. Este abrir de portas à cultura foi uma ousadia a que a PIDE não achou piada nenhuma, apesar de ter trazido a Coimbra destacados pintores de França e do Brasil, para participarem na mostra. Mårio Silva tinha a percepção de que pisava

o risco. Na verdade, nĂŁo se importava. E tantas fez que acabou por ser preso. â&#x20AC;&#x153;Era a minha forma de protestar por aquilo em que acreditava. NĂŁo foi muito mau, mas paguei a factura da minha irreverĂŞnciaâ&#x20AC;?, confessa. Naquele tempo, o nu artĂ­stico era permitido. O crivo dos censores e da PIDE era outro. Criaçþes artĂ­sticas que pudessem visar o Governo, de forma crĂ­tica, estavam proibidas e o castigo era o cĂĄrcere. â&#x20AC;&#x153;A fome, a misĂŠria, a pobreza e qualquer tipo de denĂşncia sobre o mal-estar que o povo sentia era completamente banida. Naquele tempo, a actividade de um pintor ou de qualquer outro artista era muito controlada. A PIDE nĂŁo nos deixava ter liberdade e os artistas estavam sempre debaixo de olho da polĂ­cia do regime. Apesar disso, fiz sempre o retrato do paĂ­s em que vivoâ&#x20AC;?, conta MĂĄrio Silva.

Ontem, hoje e sempre, o artista pinta o que vĂŞ, o que vive e o que sente. Ser livre para pensar fez com que o pintor conimbricense acabasse na prisĂŁo, por duas vezes. Uma delas, durante uma exposição na cidade do Porto. Detido e levado para o cĂĄrcere do Tarrafal, aĂ­ esteve preso durante trĂŞs meses. Sem grandes explicaçþes. Tal como acontecera com o seu pai, MĂĄrio Silva foi privado da liberdade porque se recusou a compactuar com um regime opressor, que tolhia os artistas e castigava o povo. Depois de ter permanecido no Brasil durante alguns anos e de umas incursĂľes por França e Angola, MĂĄrio Silva regressa a Portugal, em 1975, em pleno ÂŤVerĂŁo QuenteÂť. â&#x20AC;&#x153;Aparentemente, Portugal tinha mudado, mas estava tudo na mesmaâ&#x20AC;?, recorda. Entre a dificuldade para percepcionar novos

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horizontes democråticos e o medo de que pudesse haver um contra golpe, o país começava a habituar-se, lentamente, ao sabor da liberdade. A sociedade portuguesa mostrava uma total abertura à produção artística e intelectual, livre

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na Figueira da Foz, a passar fome. â&#x20AC;&#x153;Aqueles que vivem da sua arte estĂŁo a passar muito mal. Os governantes, da Esquerda e da Direita, desconsideraram a arte e esqueceram que a Cultura ĂŠ essencial ao desenvolvimento de

â&#x20AC;&#x153;A PIDE nĂŁo nos deixava ter liberdade e os artistas estavam sempre debaixo de olhoâ&#x20AC;?

de censura, sem limitaçþes criativas. Contudo, para quem fazia da arte o seu sustento, o 25 de Abril nĂŁo trouxe sĂł coisas boas. â&#x20AC;&#x153;Com a revolução desapareceram os capitalistas ou, pelo menos, deixaram de comprar arte, com receio de se exporemâ&#x20AC;?, revela MĂĄrio Silva, recordando um perĂ­odo de crise que lançou na pobreza e na misĂŠria dezenas de pintores e escultores seus amigos. Em 40 anos, nem tudo mudou para melhor. MĂĄrio Silva faz uma pequena pausa na conversa. Ă&#x2030; triste. Diz que hĂĄ artistas,

um paĂ­sâ&#x20AC;?, desabafa. C r Ă­ t i c o, d ĂĄ c o m o exemplo a actual governação. NĂŁo hĂĄ um ministro da Cultura, apenas um secretĂĄrio de Estado. â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; o mesmo que dizer Ă arte e aos artistas que valem pouco. Sem ministro da Cultura, o Governo estĂĄ, culturalmente, decapitado. Se isto ĂŠ assim, como ĂŠ que podemos exigir que tenham sensibilidade para a Cultura?â&#x20AC;?, questiona MĂĄrio Silva. O pincel desliza na tela. Um retoque aqui e ali. Aos 84 anos de idade, o pintor lembra que nunca deixou de ter

â&#x20AC;&#x153;Fiz sempre o retrato do paĂ­s em que vivoâ&#x20AC;?, diz MĂĄrio Silva

uma intervenção cĂ­vica. EstĂĄ-lhe no sangue. Ser do contra nĂŁo ĂŠ defeito nem feitio. Ă&#x2030; uma posição interessante e uma forma

de estar na vida, porque permite ao artista dizer mal das coisas que, efectivamente, estĂŁo mal. â&#x20AC;&#x153;Como artista, nĂŁo

posso pedir maisâ&#x20AC;?, defende MĂĄrio Silva. Corrige. Pode. Pede. â&#x20AC;&#x153;Era tempo de os polĂ­ticos olharem para o povo e ver como

HOH YLYH 6H R Ă&#x20AC;]HVVHP R 25 de Abril era uma festa muito mais bonitaâ&#x20AC;?. Assim termina mais uma tela. E a conversa, tambĂŠm.

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MunicĂ­pio comemora nove sĂŠculos de histĂłria

GĂłis aposta no turismo ligado ao patrimĂłnio e cultura Entre outros locais de interesse histĂłrico, arquitecO turismo ligado ao patri- tĂłnico e cultural em GĂłis, a mĂłnio e cultura ĂŠ o principal presidente da edilidade destaca elemento diferenciador de os tectos apainelados, com GĂłis na ĂĄrea turĂ­stica, realçou a representação de cenas bĂ­Lurdes Castanheira, presi- blicas, do salĂŁo nobre e sala dente do MunicĂ­pio goiense, presidencial; o prĂłprio edifĂ­cio Ă margem do workshop â&#x20AC;&#x153;Ao da Câmara Municipal, classiEncontro de Lugares de Me- Ă&#x20AC;FDGRGHLQWHUHVVHS~EOLFRD mĂłria em GĂłis. Perspectivas Ponte Real (tambĂŠm monupara a sua conservaçãoâ&#x20AC;?, que PHQWRFODVVLĂ&#x20AC;FDGR RW~PXOR decorreu no passado dia 17. renascentista de D. LuĂ­s da O workshop foi dinami- Silveira, na Igreja Matriz; a Cazado por Vanessa Monteiro, pela do MĂĄrtir S. SebastiĂŁo em tĂŠcnica superior de conserva- formato hexagonal (tambĂŠm ção e restauro. QRFHQWURKLVWyULFR D)RQWH O evento visou assina- do Pombal e a Cisterna no lar o Dia Internacional dos Largo do Pombal, toda revesMonumentos e SĂ­tios e, si- tida a azulejos hispano-ĂĄrabes. multaneamente, sensibilizar A cultura e a histĂłria vĂŁo a comunidade em geral para ser precisamente dois dos veca importância do patrimĂłnio. tores principais do programa â&#x20AC;&#x153;Queremos conscienciali- comemorativo dos nove sĂŠcuzar os munĂ­cipes e pessoas que los de existĂŞncia do concelho nos visitam para o patrimĂłnio de GĂłis. enquanto riqueza â&#x20AC;&#x201C; e GĂłis O programa comemoratitem um patrimĂłnio rico â&#x20AC;&#x201C;, vo, que se vai prolongar atĂŠ ao FRPRDOJRTXHQRVLGHQWLĂ&#x20AC;FD Ă&#x20AC;QDOGRDQRYDLVHUDSUHVHQWDmas tambĂŠm como pĂłlo de GRDGH0DLR(QWUHDVP~Oatracção e como um catalisa- tiplas iniciativas ĂŠ de destacar dor para o desenvolvimento ainda o lançamento do livro turĂ­sticoâ&#x20AC;?, afirmou Lurdes â&#x20AC;&#x153;Ao redor de 12 pessoasâ&#x20AC;?, Castanheira. da autoria de JoĂŁo Nogueira BENEDITA OLIVEIRA

Ramos e editado pela Câmara Municipal. A obra retrata Ă&#x20AC;JXUDVGRSDVVDGRHGR SUHVHQWHTXHĂ&#x20AC;]HUDPKLVWyULD no concelho de GĂłis, com destaque para D. LuĂ­s da Silveira, o primeiro senhor GĂłis. O livro inclui tambĂŠm relatos GHĂ&#x20AC;JXUDVGDDFWXDOLGDGHTXH dĂŁo o seu testemunho sobre o que entendem ser a verdadeira histĂłria de GĂłis. â&#x20AC;&#x153;Nestes nove sĂŠculos foi feito um grande trabalho, mas ainda falta percorrer um longo caminhoâ&#x20AC;?, observou Lurdes Castanheira, notando que o concelho se debate com diversas carĂŞncias. â&#x20AC;&#x153;Tivemos alguns altos e baixos ao longo da nossa histĂłria. Um dos perĂ­odos ĂĄureos foi o da exploração mineira, sobretudo do volfrâmio, muito associada Ă questĂŁo bĂŠlica. Mais tarde tivemos cĂĄ tambĂŠm uma grande empresa que, foi a Companhia de Papel de GĂłis, que sustentou muitas famĂ­lias. Essa empresa, que fechou nos anos 90, chegou a ter mais de 300 postos de trabalho. Na ~OWLPDGpFDGDGRVpFXOR;; conhecemos igualmente um

perĂ­odo ĂĄureo no que respeita a infra-estruturas. NĂłs, actualmente, somos um concelho altamente apetrechado em equipamentos colectivos. Diria mesmo que a esse nĂ­vel nĂŁo nos falta nadaâ&#x20AC;?. Ă&#x2030;, por isso, que a autarca defende que â&#x20AC;&#x153;quanto mais se investiu, menos hoje se justifica o encerramento de serviços S~EOLFRVÂľ â&#x20AC;&#x153;HĂĄ aqui um verdadeiro paradoxo entre as estratĂŠgias do poder local e central. Porque enquanto os autarcas lutam todos os dias por manter estes concelhos com qualidade e as pessoas, as polĂ­ticas da Administração Central resultam no esvaziamento dos serviços. Em 40 anos de poder local cada vez se acentua mais a dicotomia Interior/ Litoralâ&#x20AC;?, considerou Lurdes Castanheira, lamentando o desinvestimento na ĂĄrea da MXVWLoDVD~GHHHGXFDomR â&#x20AC;&#x153;NĂŁo hĂĄ cidadĂŁo que opte por viver no Interior se souber que este estĂĄ cada vez mais descapitalizadoâ&#x20AC;?, criticou, manifestando-se contra o GLVFXUVRS~EOLFRGHLQFHQWLYR

Vanessa Monteiro e Lurdes Castanheira durante o workshop dedicado à conservação do património

Ă imigração. â&#x20AC;&#x153;Acho que a saĂ­da do paĂ­s deve ser uma opção voluntĂĄria e nĂŁo decorrer de uma necessidadeâ&#x20AC;?, acrescentou a edil. Segundo Lurdes Castanheira, o prĂłprio MunicĂ­pio ĂŠ vĂ­tima da actual â&#x20AC;&#x153;asfixia Ă&#x20AC;QDQFHLUDÂľTXHVHUHSHUFXWH nomeadamente na redução de receitas, sendo que a despesa, contrapĂ´s, â&#x20AC;&#x153;ĂŠ cada vez maiorâ&#x20AC;?. A perda de população ĂŠ uma das preocupaçþes centrais da autarca, que apela a uma â&#x20AC;&#x153;solução estruturanteâ&#x20AC;? para inverter a queda demogrĂĄfica, que ĂŠ comum ao territĂłrio nacional. â&#x20AC;&#x153;Precisamos de um desenvolvimento empresarial

diferente, focado nos nossos recursos que sĂŁo o turismo e DĂ RUHVWDÂľVXEOLQKRXDGLDQtando que estas terĂŁo de ser tambĂŠm as ĂĄreas estratĂŠgicas para o futuro desenvolvimento de GĂłis. â&#x20AC;&#x153;NĂŁo hĂĄ bom senso quando nĂŁo se olha a meios SDUDDWLQJLURVĂ&#x20AC;QVÂľDFUHVFHQWRXDOXGLQGRjVPHWDVĂ&#x20AC;[DGDV pela â&#x20AC;&#x153;troikaâ&#x20AC;?. â&#x20AC;&#x153;Acho que a nossa preocupação hoje ĂŠ provarmos que somos bons alunos, mas em contrapartida revelamoQRVPDXVJHVWRUHV)LFDPRV com as metas cumpridas, mas com um paĂ­s completamente empobrecidoâ&#x20AC;?, sintetizou a autarca.

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Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. Paisagem cultural... A história do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha de Coimbra estende-se para alÊm das vivências de que foi palco desde a remota cerimónia de bênção da primeira pedra da primitiva igreja, em 1286, atÊ ao momento do abandono, em 1677. Ao longo destes quase quatro sÊculos, a comunidade prosperou, mas teve tambÊm de enfrentar as intrusivas åguas do vizinho rio Mondego, acabando por sair derrotada desta luta desigual. A mudança das freiras para um novo edifício marcou o início de uma nova fase da existência do conjunto monåstico, durante a qual se assistiu à sua progressiva ruína e conversão em quinta agrícola. Mais tarde, criaram-se expectativas peranWHDFODVVL¿FDomR  HR UHVWDXURGRPRQXPHQWR DQRV HGRVpFXOR;; 1RHQtanto, a intervenção foi parcial e não desvendou os mistÊrios do mosteiro, cuja igreja permaneceu semi-alagada. O resgate começa a gaQKDUFRQWRUQRVQRV¿QDLVGR VpFXOR;;HDGHYROXomRGR Mosteiro de Santa Clara-a-Velha à cidade e ao mundo RFRUUHUiHPDSyVDQRV de complexos trabalhos naquele que se tornou o maior estaleiro de arqueologia medieval da Europa, e que pôs a descoberto não só a igreja, mas tambÊm parte considerå-

vel do espaço envolvente. Do resultado desta investigação nasceu, em grande parte, o fundamental para a construção do programa museológico, no plano dos conteúdos. O projecto de valorização do antigo mosteiro, lançado HP  H DSyV DQRV GH profunda intervenção, contemplou a continuação das escavaçþes arqueológicas, a conservação da ruína e o arranjo do espaço intra-muros da cerca, bem como a concepção de um edifício destinado a albergar o centro interpretativo do sítio. Pretendeu-se que esta LQWHUYHQomRGHUHTXDOL¿FDomR resultasse articulada de forma H¿FD]FRPDUHDOLGDGHItVLFD do monumento, com a espeFL¿FLGDGHGDVUXtQDVFRPD existência de dispositivos de contenção aquåtica, com o sistema hidrológico da zona e que se harmonizasse com a paisagem envolvente. Alargando horizontes, e avançando para lå da intervenção arqueológica e da UHTXDOL¿FDomRGRPRQXPHQto, o projecto de valorização propôs a interpretação do sítio sob um olhar múltiplo e dinâmico, de permanente interrogação e descoberta. Enquanto espaço de encontro e de fruição, o mosteiro confere novos sentidos a um lugar que, a todo o tempo, se

reinventa para dar resposta Ă s demandas da sociedade contemporânea. Hoje, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, afecto Ă  Direcção Regional de Cultura do Centro, oferece uma ĂĄrea de desfrute pĂşblico de cerca de   P TXH HQJORED D visita Ă  ruĂ­na atravĂŠs de amplo espaço ao ar livre, e ao centro interpretativo â&#x20AC;&#x201C; documentĂĄrios de autor, exposição de sĂ­tio e temporĂĄrias, loja, cafetaria. O conjunto monumental, considerando a Igreja e o Claustro sĂŁo os principais elementos de referĂŞncia do sĂ­tio, e cuja compreensĂŁo, quer nas valĂŞncias da arquitectura quer na componente das vivĂŞncias monĂĄsticas se estabelece mais facilmente com o pĂşblico considerando os conteĂşdos museolĂłgicos anteriormente postos Ă  disposição, fruto de investigaçþes multidisciplinares. A qualidade do projecto tem sido chancelada nĂŁo sĂł pela adesĂŁo dos pĂşblicos, mas tambĂŠm por galardĂľes atribuĂ­dos por prestigiadas organizaçþes nacionais e internacionais, como os - PrĂŠPLRV(XURSD1RVWUD QD FDWHJRULD GH FRQVHUYDomR  DWULEXtGR SHOD (XURSD 1RVWUD IHGHUDomR SDQHXURSHLD SDUD R SDWULPyQLR FXOWXUDO  $320ÂąFDWHJRULD0HOKRU 0XVHX 3RUWXJXrV Â&#x17E; OXJDUH[DHTXR DWULEXtGRSHOD

Associação Portuguesa de Museologia. De uma ruĂ­na esquecida, engolida pelas ĂĄguas do Mondego, da magnitude, quantidade, qualidade dos achados provenientes da escavação arqueolĂłgica dos espaços monĂĄsticos, bem como do exumar de uma arquitetura submersa â&#x20AC;&#x153;engloutiâ&#x20AC;? durante sĂŠculos e por isso desconhecida, nasce um novo conceito em que a cultura, o turismo, o passado e a contemporaneidade, sob um olhar mĂşltiplo e dinâmico, de permanente interrogação e descoberta, se cruzam de uma forma harmoniosa. Crianças, jovens e seniores interceptam-se naqueles territĂłrios de passados e contemporaneidades, saboreando aquilo que de melhor a Arqueologia nos oferece, objectos e narrativas contadoras de estĂłrias, reias, sensoriais, rigorosas! A arqueologia cruza saberes â&#x20AC;&#x201C; da botânica Ă antropologia, da arquitetura Ă  geologia, da histĂłria de arte Ă  engenharia, da bioarqueologia Ă  arqueozoologia, numa ânsia quase obsessiva em contar histĂłrias, tQÂżPDVSDUWHVGHXPSDVVDGR desconhecido. Os percursos complexos destes restos de vidas, resgatados das ĂĄguas e dos tempos, surgem hoje no seu esplendor plĂĄstico e estĂŠtico, expostos em singular

ARTUR CĂ&#x201D;RTE-REAL*

espaço, åvidos dos olhares dos visitantes. A relação afectiva e efectiva do arqueólogo com o acto de escavação, gestos de cirurgias cautelosas, de contextualizaçþes estratigrafadas, fazem parecer, nas linguagens a quem nos dirigimos, actos de magia, como se o artefacto ressurgisse, nascesse e emergisse dos depósitos arqueológicos para a lustrosa vitrine do centro interpretativo. Mas não, resultaram de uma atitude transversal e cúmplice dos investigadores que permitiram o desenvolvimento de processos de conhecimento por vezes longos e complexos, determinados por trabalhos de paciência, de arquivo, de conservação e dos restauradores, montadores de entroncados puzzles de vidas, para tudo desaguar em histórias aparentemente simples e singelas. Realidades materiais, palcos de leituras nem sempre lineares, num jogo de decifração aparentemente repleto de

incoerências e contradiçþes, mas que cumprem a missão de informar, no rigor e na multidisciplinaridade científica, tornando-o espaço de renascimento e de prazeres contemporâneos. 6DQWD&ODUDD9HOKD¿FD marcada indelevelmente no meu percurso enquanto SUR¿VVLRQDO GR SDWULPyQLR H como cidadão. Uma dÊcada de envolvimento intenso a uma causa, a um território, a uma cidade em que nasci e me acolheu enquanto casa dos muitos territórios que calcorreei, nesta senda de reconstituir e compreender vivências. +RMH PDLV GLVWDQWH ¿sicamente, sinto o orgulho em ter contribuído para o renascer e o fruir deste património identitårio! $UTXHyORJR e director GH6HUYLoRV dos Bens Culturais GD'LUHFomR5HJLRQDO de Cultura do Centro

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PASSATEMPOS

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QUINTA-FEIRA

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PALAVRAS CRUZADAS – Problema n.º 377 Tema de hoje – FUTEBOL

LEIA O PROVÉRBIO

PROBLEMA N.º 377/A 1

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7 8 9

PRÉMIOS – Obra literária, oferta da PORTO EDITORA; Prémio surpresa, oferWDGHÈ*8,$HQR¿QDOGRPrVPDLVXP prémio especial: um exemplar do valioso (e “saboroso”) livro de culinária, encadernado e profusamente ilustrado, “O Pequeno Tesouro das Cozinheiras”, edição e oferta da PORTO EDITORA.

HORIZONTAIS – 1 – Futebol. Futebol. 2 – Quer. )XWHERO3UHÀ[RGHRSRVLomR²5HVSLUDUFRPGLÀFXOGDGH )XWHERO  ² ,QWHUMHLomR XVDGD SDUD LQWHUURPSHU 3UHÀ[RTXHH[SULPHDLGHLDGHVREUH&RQWpP3UHÀ[RGH GLUHomR²8QHP%HEHGHLUD²(VFRDV0HVWUHGDOHL MXGDLFD²)XWHERO(PSUHJXH)XWHERO IRUPDYHUEDO  ²&DPLQKD)XWHERO)XWHERO²'HVJDVWDUDP1RPH SUySULRIHPLQLQR VERTICAIS –²)XWHERO)D]HU²1yV1RPH SUySULRPDVFXOLQR²(PTXHOXJDU²)XWHERO² )XWHERO DEU 6HQKRUD²$JUDGDLV6tPERORGHIpUPLR ²,QVWLWXWR1DFLRQDOGH5HVtGXRV DEU 8PD DUF  ²)XWHERO DEU ²3DGUmRGHUHVROXomRGHLPDJHQVWHOHYLVLYDV VLJOD ([WUDWHUUHVWUH DEU ²)XWHERO6tPEROR GHiVWDWR²)XWHERO6tPERORGHUiGLR²)XWHERO ²6DFXGD²%DWH1RPHSUySULRIHPLQLQR SO  – Futebol. Futebol.

10 11

HORIZONTAIS – ²2EVHUYDGRUHV²0HGLDQDV 6tULR²$IDYRUGH0HULGLRQDO1mR²6RSUR$YDQoDUDP $QGH²3DSi&LGDGHGH3RUWXJDO²$FOLPDWD&LGDGHGH 3RUWXJDO²5HVSHLWH²,VDEHO²(QWUH2FHDQR$EMHWR ²,PSRUWXQD,JQRUkQFLD²+DUPRQL]DU4XHLPDP VERTICAIS – ²,QGHFLVmR1RPHSUySULRPDVFXOLQR ²&RUWDGRFRPVHUURWH1RPHSUySULRIHPLQLQR²3HVVRD DWUDHQWH%DQWR(QJXLDV²(VWiV1DLIDV1RWDPXVLFDO² 6HSDUDGR$OLVDU²(VSpFLHGHFHVWRXVDGRSDUDWUDQVSRUWH GHSURGXWRVDJUtFRODV0DUJHP²$FROi,QDOWHUiYHO² (SLJORWH9RO~YHO/RV²*UDFHMDV$Yy9LODGH3RUWXJDO ²/HYDQWDUD3HGUD²$GLFLRQDUD$RXWUDYLGD

PRAZO PARA REMESSA DE SOLUÇÕES ±$WpDRGLDGRSUy[LPRPrV

SOLUÇÕES Palavras Cruzadas – Problema n.º 369: Horizontais –²Pi PDVFDUDGDVS²~OWLPDSFDSWDL²VHPULWPRLUp²LJQRWD FRWLDU²FRUVRVDEROLU²DUDVVRYR²VLDFROFKHWRDW²FDUDoD DWDFDU²PRURVDVVDUDGDVVerticais –²P~VLFDVP²DOHJyULFR ²WQUDDU²PLPRVDUR²DPWRVFDV²VDUDVRoD²FLODV ²$37F²UPPDV²DFRFDHWD²GiREVWDU²DSLWR RFD²WLORDG²VDUDLYDUD²SLHUURWV Problema n.º 369/A - Horizontais –²DHQWUXGRD²YDOLD PyYHO²DQLVIQDYD²FDWDORJDGRU²DWpLPRDFD²VDDFHVD DV²VLQLVWUDV²SGDWHLVI²DPHQRtFDUR²WHPDXDPRU ²HXVHWDVOiVerticais –²DYDFDVSDWH²DQDWDVPHX²HOLWH LGHP²1LVDDQDQDV²WDOtFLWRH²UIRPHVXW²XPJRVWHL D²GRQDDULFDV²RYDGDDVDP²HYRFDVURO²DODUDVIRUD Cinco palavras relacionadas com Carnaval: %LVQDJD FDUUR VDPEyGURPRPDVFDULOKDUDLQKD (QLJPDÀJXUDGR&DUQDYDO7UrVGLDVGHIHVWDV PREMIADOS Passatempos n.º 369²7HUHVD5RGULJXHV$OPHLGD)HUQDQGHVGH &RLPEUDFRPOLYURGD32572(',725$0DULD6DQWDQD&KDYHV 5XVVRGH3HQLFKHFRPSUpPLRVXUSUHVDRIHUWDGHÉ*8,$&DUORV $OEHUWR6LOYD&RVWHLUDGH*XLPDUmHVFRPRH[FHOHQWHH´VDERURVRµ 3HTXHQR7HVRXURGDV&R]LQKHLUDVRIHUWDGD32572(',725$

ENVIO DE SOLUÇÕES – Ernesto Lopes Nunes, Beco dos Unidos, n.º 3, Espadaneira, 3045 – 162 Coimbra.

ENIGMA FIGURADO

Interpretando correctamente todos os símbolos e operações apresentadas, encontrar-se-à uma conhecida expressão popular.

CORRIGENDA – 1R3UREOHPDQžHP+25,=   OHLDVH,03(',0(1726

PALPITANDO

&RP%HQÀFDFDPSHmRD/LJDYROWDHP0DLR 2 GRPLQJR GH 3iVFRD WHUPLQRX´YHUPHOKRµFRP DV FRPHPRUDo}HV GD FRQTXLVWD GR ž FDPSHRQDWR GH IXWHERO SRU SDUWH GR %HQÀFDDGXDVMRUQDGDVGR ÀP-iRViEDGRGH$OHOXLD IRLVHP´IRODUµSDUDD$FDGpPLFD  )XWHERO 6'84

TXH SHUGHX QR )XQFKDO IUHQWHDR0DUtWLPRSRU FRPDRLQWHUYDOR5HVWDj HTXLSDGH&RLPEUDUHGLPLUVH QD SHQ~OWLPD MRUQDGD TXDQGR UHFHEHU HP FDVD R 9LWyULD GH *XLPDUmHV TXH HVWiXPOXJDUDEDL[R ž H FRPPHQRVGRLVSRQWRV  

PALPITANDO

JOSÉ ALBERTO COELHO

PONTOS

178

MÁRIO CAMPOS

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FRANCISCO ANDRADE

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ÁLVARO AMARO

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MIGUEL CORREIA

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JOSÉ M. PUREZA

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MARTA BRINCA

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JOSÉ M. CANAVARRO

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MÁRIO NOGUEIRA

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FÁTIMA RAMOS

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HELENA FREITAS

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JOÃO P. BARBOSA MELO

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ACTUALIDADE

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Festival gastronĂłmico arranca amanhĂŁ

Cabrito Ă moda da LousĂŁ pretende cativar turistas

â&#x20AC;&#x153;Se conseguirmos despertar sensaçþes e criar exQuem tem a seu lado a periĂŞncias positivas capazes mestria de bons restaurantes de convencer os visitantes a e ingredientes de qualidade, voltar Ă LousĂŁ, o festival [do produtos endĂłgenos de fazer cabrito] serĂĄ bem sucedidoâ&#x20AC;?, crescer a ĂĄgua na boca e pai- sublinhou o presidente da sagens deslumbrantes, sĂł tem Câmara. de saber usar esses argumentos A iniciativa tem o apoio e para promover o territĂłrio. Ă&#x2030; patrocĂ­nio de um conjunto de disso que se trata o festival gas- empresas e entidades lousanentronĂłmico que a vila da LousĂŁ ses, designadamente, o Licor acolhe, de 25 a 27 de Abril e BeirĂŁo, a Padaria e Pastelaria de 01 a 04 de Maio, dedicado SĂŁo Silvestre, a Cooperativa ao cabrito. de Apicultores LousĂŁmel, a Contando com a cola- Quinta de Foz de Arouce e boração de 12 restaurantes a NaturApproach. Trata-se, locais, o MunicĂ­pio, liderado tambĂŠm, de um encontro de pelo socialista LuĂ­s Antunes, vontades que tem potenciado aposta na gastronomia para o sucesso do certame. atrair visitantes ao concelho, na Ana Paula Sançana, da certeza de que, conquistados cooperativa de apicultores SHORSDODWRRVWXULVWDVĂ&#x20AC;FDUDP LousĂŁmel, sublinhou o â&#x20AC;&#x153;feliz com boas memĂłrias da LousĂŁ casamentoâ&#x20AC;? entre o Mel DOP e, quem sabe, regressarĂŁo para Serra da LousĂŁ e as vĂĄrias proestadias mais prolongadas. postas gastronĂłmicas, sejam O edil reconhece que a elas sobremesas ou pratos aposta em iniciativas gastro- principais, uma ideia partilhada, nĂłmicas, ao longo do ano, faz tambĂŠm, por JosĂŠ Redondo, da parte da estratĂŠgia de promo- empresa J. Carranca Redondo. ção turĂ­stica da edilidade e, ao O empresĂĄrio, responsĂĄvel mesmo tempo, contribui para pelo afamado Licor BeirĂŁo, reforçar a identidade dos lousa- sublinhou a importância dos nenses e incentivar os agentes estabelecimentos de restaurade hotelaria e restauração do ção na promoção dos produtos concelho. lousanenses e destacou a forma G. B.

harmoniosa como os responsĂĄveis pelas ementas os conseguem incluir na confecção, apresentando receitas originais e apelativas. A NaturApproach, outras das entidades que se associam ao festival gastronĂłmico, iniciou a sua actividade em Setembro de 2013, dedicando-se Ă criação de cabritos em modo biolĂłgico, na freguesia de Serpins. Carlos Paulino, sĂłcio da empresa, juntamente com BonifĂĄcio Silva e LuĂ­s Neves, defendeu a promoção da qualidade do cabrito junto dos comensais, uma vez que esta carne ĂŠ muito apreciada pelos restaurantes e por clientes particulares. Natural de Serpins, o jovem Pedro Sequeira, chef do reputado restaurante AstĂłria (Hotel InterContinental Porto), recentemente distinguido com o â&#x20AC;&#x153;Garfo de Ouroâ&#x20AC;? pelo guia Boa Cama Boa Mesa, preparou DGHJXVWDomRGHFDEULWRFRQĂ&#x20AC;tado, juntamente com a equipa do restaurante A Viscondessa, do Hotel PalĂĄcio da LousĂŁ, onde o festival gastronĂłmico foi apresentado. Ao longo de sete dias, o

cabrito pode ser apreciado nos restaurantes Adega da Vila, Borges, TĂł dos Frangos, O Burgo, O Gato, SĂŁo Paulo, Galinha Amiga, Tiâ&#x20AC;&#x2122;Lena, Casa Velha, Figueiredoâ&#x20AC;&#x2122;s, Obeliscus e A Viscondessa (Hotel PalĂĄcio da LousĂŁ). Com o apoio de:

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Telefone 239 497 750 | Fax 239 497 759 | E-mail jornalcp@mail.telepac.pt Editor/Propriedade REGIVOZ, Empresa de Comunicação, Lda. Rua Adriano Lucas, 216 Az. D - Eiras 3020-430 Coimbra | NIPC: 504 753 711 Director-Adjunto Rui Avelar (responsåvel executivo por esta edição) | Gerente da Redacção JosÊ Fidalgo 239 497 750 (ext. 38) | Redacção Luís Santos (C.P. 722), Rui Avelar (C.P. 613), Benedita Oliveira (C.P. 6622), Geraldo Barros (C.P. 6555) e Luís Carlos Melo (C.P. 2555), Telefone 239 497 750 (ext. 55, 56 e 57), Fax 239 497 759 | Sede/

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Aberto de segunda-feira a sexta-feira, das 9 Ă s 13 horas e das 14 Ă s 19 horas - SĂĄbados das 9 Ă s 13 horas

Redacção: Rua Adriano Lucas, 216 Az. D - Eiras 3020-430 Coimbra Director Comercial Carlos Gaspar Directora de Marketing e Publicidade Adelaide Pinto 239 497 750 (ext. 27), adelaide.pinto@mail.telepac.pt Paginação e Maquetagem Nuno Miguel Peres | Impressão FIG - Indústrias Gråficas, S.A.; Rua Adriano Lucas, 3020-265 Coimbra | Distribuição VASP - Sociedade de Transportes e Distribuição, Lda. R. da Tascoa, n.º 16 - 4.º Piso, 2745-003 Queluz, Telef. 214 398 500, Fax 214 302 499 Registo SRIP sob o n.º 222567; ISSN: 1645 - 2968; ICS: 122568 | Depósito Legal n.º 127443/98 Preço de cada número 0,75\ Assinatura anual 30,00\ | Tiragem mÊdia: 9.000 exemplares

Os pagamentos para o CampeĂŁo das ProvĂ­ncias em cheque devem ser emitidos em nome de â&#x20AC;&#x153;Regivoz, Empresa de Comunicação, Lda.â&#x20AC;?. TambĂŠm podem ser feitos por transferĂŞncia bancĂĄria atravĂŠs do NIB: 001000003179749000225


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OPINIĂ&#x192;O

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Despertar do cidadĂŁo consciente No artigo â&#x20AC;&#x153;Apocalipse e Genoma do Universoâ&#x20AC;?, procurei, de forma sucinta, analisar as diversas teorias a respeito do surgimento da Terra e do Universo, pelo prisma do Apocalipse de Jesus que, libertado do HVWLJPDFDWDVWUyÂżFRUHFHELdo pelos sĂŠculos, traz boa sorte aos seres humanos. O despertar do cidadĂŁo incorruptĂ­vel tambĂŠm estĂĄ associado Ă s profecias. Observemos a ilustrativa palavra do ApĂłstolo Paulo, na sua EpĂ­stola aos Romanos, 13:11 e 12: â&#x20AC;&#x153;E digo isto a vĂłs outros que conheceis o tempo: jĂĄ ĂŠ hora de vos despertardes do sono; por-

que a nossa salvação estĂĄ, agora, mais perto do que quando no princĂ­pio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luzâ&#x20AC;?. Ă&#x2030; urgente demonstrar que Profecia nĂŁo ĂŠ forçosaPHQWHVLQyQLPRGHĂ&#x20AC;DJHOR mas a exposição das correlaçþes entre causa e efeito. Ela ĂŠ somatĂłrio daquilo que antes realizamos de bem ou de mal. Torna-se necessĂĄrio que aprendamos isto para fazer delas elemento para o progresso consciente, que nos transformemos, em pleno juĂ­zo, em agentes

do nosso futuro, na Terra e no CĂŠu. NĂŁo ĂŠ vĂŁo este comentĂĄrio do escritor francĂŞs Joseph Joubert (1754-1824): â&#x20AC;&#x153;Quando de um erro nosso surge uma infelicidade, injuriamos o destinoâ&#x20AC;?.

Temer o Apocalipse? A Lei de Causa e Efeito Ê omnisciente, para dar a cada um de acordo com as próprias açþes. Nem sempre vemo-la agir de imediato, visto que a sua atuação Ê natural, orgânica. Por isso, raras vezes conseguimos perceber a sua mecânica. No momento

certo, segundo o RelĂłgio de Deus, todos colhemos o que semeamos. Este aforismo de Vauvenargues (1715-1747) ĂŠ bem apropriado para esta oportunidade: â&#x20AC;&#x153;A perfeição de um relĂłgio nĂŁo reside no fato de andar depressa, mas no fato de regular perfeitamenteâ&#x20AC;?. Portanto, nĂŁo ĂŠ contra o Apocalipse que nos devemos precatar; ao contrĂĄrio, porque ele ĂŠ, para os que o leem sem ideias preconcebidas, um belo recado divino com dois milĂŠnios. 0DOpÂżFRV VmR HVWHV VLP os atos humanos, quando desvairados, particulares ou coletivos.

JOSĂ&#x2030; DE PAIVA NETTO*

Sons do silĂŞncio O amigo JosĂŠ Medrado, conferencista e mĂŠdium de singular talento, lançou recentemente, em Salvador, no Brasil, a obra â&#x20AC;&#x153;Sons do SilĂŞncioâ&#x20AC;?, pelo EspĂ­rito Janete. Na apresentação desse seu primeiro romance mediĂşnico, Medrado informa-nos que â&#x20AC;&#x153;ĂŠ um misto de UHDOLGDGHHÂżFomR2HVStULWR partiu de uma histĂłria que realmente aconteceu, mas

a descaracterizou um pouco para que os personagens QmRIRVVHPLGHQWLÂżFDGRV´ Ao autor, o meu agradecimento pela fraterna dedicatĂłria: â&#x20AC;&#x153;Ao IrmĂŁo Paiva Netto, com votos de Paz de JosĂŠ Medradoâ&#x20AC;?. (*) Jornalista, radialista, escritor e presidente da LegiĂŁo da Boa Vontade â&#x20AC;&#x201C; www.lbv.pt [A pedido do autor, este texto ĂŠ publicado segundo as regras GRQRYRDFRUGRRUWRJUiÂżFR@

TRIBUNA DO LEITOR

Os meus filhos sĂŁo uns frustrados Os meus dois filhos mais velhos sĂŁo uns frustrados, coitadinhos. Os meus GRLVÂżOKRVPDLVYHOKRVVmR uns frustrados, coitadinhos, porque nĂŁo tĂŞm uma Playstation. AtĂŠ Novembro passado, eram frustrados porque nĂŁo tinham a Meo, agora que jĂĄ tĂŞm a Meo, jĂĄ nĂŁo tem assim tanta piada. Pronto, ĂŠ giro ver desenhos animados a qualquer hora e o desporto tambĂŠm ĂŠ bom, e os animais Ă s vezes, mas pronto agora jĂĄ temos a Meo. Agora sĂŁo frustrados porque nĂŁo tĂŞm uma Playstation. Ainda ontem estive com os miĂşdos em casa de uns amigos (Ă s vezes, temos destas ideias) e o mais YHOKRÂżFRXHPWRWDOr[WDVH

a olhar para a Playstation e para o jogo de futebol num big ecrã plasma. Bem, aquilo mexeu com ele. O mais velho, que atÊ Ê um miúdo equilibrado e que normalmente não me cria muitos embaraços, fez uma daquelas birras do arco da velha, de quem estå momentaneamente noutra dimensão e não quer de lå sair. Cå em casa atÊ os deixamos jogar no computador de vez em quando, mas o que Ê isso comparado com uma Playstation e um grande Fullscreen HD?! Então, como se vê, os PHXVGRLV¿OKRVPDLVYHOKRV são uns frustrados, para não dizer traumatizados (porque isso só se vai ver daqui a uns anos), porque todos têm

uma Playstation, alguns atĂŠ jĂĄ deixam o 1.Âş ciclo com um tablet debaixo do braço e eles ainda nem uma mĂ­sera Playstation tĂŞm. Dizem as minhas amigas ÂŤVĂĄ lĂĄ, compra-lhes uma Playstation, tambĂŠm nĂŁo ĂŠ assim tĂŁo caro!â&#x20AC;?. (Como se as ditas caĂ­ssem do cĂŠu como as almĂ´ndegas!). Nem ĂŠ preciso dizer que no momento em que lhes oferecermos (pondo essa remota hipĂłtese!) a Playstation, o motivo de um possĂ­vel trauma serĂĄ outra coisa qualquer, tipo um telemĂłvel, ou o tal tablet, ou sei lĂĄ mais o quĂŞ!! Faz-me sempre lembrar os Beylade (ou lĂĄ como se escreve â&#x20AC;&#x201C; eu atĂŠ lhes cha-

mava os bebeleite!), que enquanto não tiveram eram uns desgraçados e quando o Menino Jesus os trouxe passaram a ser banalidades que andam pelo chão. Agora Ê a Playstation e, pelo andar da carruagem, aos 16 anos estão a pedir um carro novo para não apanharem chuva quando vêm da escola. Realmente assim, não KiFRPRWHU¿OKRV2PHOKRU pPHVPRVyWHUXP¿OKRLVWR porque não se pode fazer FRPRFRPR¿DPEUHHSHGLU só 200 gramas. Ou então, o ideal Ê poder ter, digamos, XQVWUrV¿OKRVPDVJDUDQWLU que não são uns frustrados e podermos dar-lhes tudo o que Ê essencial ao seu bem-estar: a Playstation aos

RITA GONĂ&#x2021;ALVES*

cinco, a PSP (Playstation portĂĄtil, que ĂŠ outra coisa!) aos sete, o telemĂłvel aos oito, o tablet aos 10, a mota aos 13 e o carro aos 16. E, entretanto, nĂŁo esquecer os WpQLVĂ&#x20AC;RUHVFHQWHVRVSDOLWLnhos da Vaca que Ri, umas calças todas as semanas (porque estĂŁo sempre a rompĂŞ-las nos joelhos) e, claro estĂĄ, o inglĂŞs, o judo, a bateria, o futebol e a viagem Ă Eurodisney. Eu, entĂŁo, nĂŁo vos digo nada. Tive tudo o que precisei, mesmo assim tambĂŠm sou uma frustrada, porque

os meus pais esqueceram-se de me dar irmĂŁos e, para alĂŠm disso, jĂĄ nĂŁo tenho cĂĄ a minha mĂŁe para ir comigo Ă s compras, para falarmos de banalidades ou para me ajudar a tomar conta dos miĂşdos. SĂł ĂŠ pena nĂŁo ter dinheiro para a psicanĂĄlise. O que compensa tudo sĂŁo as benditas conversas com Deus Nosso Senhor. Pode VHU TXH RV PHXV ÂżOKRV VLgam o mesmo caminho. (*) Ceira dos Vales â&#x20AC;&#x201C; LousĂŁ

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Guarda com turismo ibĂŠrico â&#x20AC;&#x201C; A FIT - Feira IbĂŠrica de Turismo da Guarda, que decorrerĂĄ de 01 a 04 de Maio, no parque urbano do rio Diz, vai contar com a participação de cerca de 100 PUBLICIDADE

expositores de Portugal e Espanha, da hotelaria Ă gastronomia, dos operadores privados Ă s entidades regionais, associaçþes, municĂ­pios, entre muitos outros agentes. O presidente da Câmara da Guarda, Ă lvaro Amaro, refere que o certame surge integrado na RSomRHVWUDWpJLFDTXHRDFWXDOH[HFXWLYRPXQLFLSDOGHĂ&#x20AC;QLXSDUDR concelho, que assenta em dois eixos fundamentais: â&#x20AC;&#x153;Aumentar o poder de atracção e estimular a economia localâ&#x20AC;?. A FIT terĂĄ um vasto leque de actividades lĂşdicas e desportivas, como escalada, zarabatana, tiro com arco, air Bbngee, nordic walking, BTT RULHQWDGR]XPEDIDPLO\QLJKWUXQHERNZDĂ&#x20AC;WQHVV2SURJUDPD cultural abrange vĂĄrias linhas artĂ­sticas e terĂĄ grupos de mĂşsica tradicional, como Uxu Kalhus e Diabo a Sete, um concerto com a banda The Curimakers, o Grupos de Bombos da Guarda, entre PXLWRVRXWURVTXHSURPHWHPXPDGLYHUVLĂ&#x20AC;FDGDDQLPDomR Viva o jazz â&#x20AC;&#x201C; Excedeu todas as expectativas a apresentação da Orquestra de Jazz da Figueira da Foz, no Centro de Artes e EspectĂĄculos, sob a orientação do maestro Adriano Franco. SĂŁo cerca de uma vintena de mĂşsicos, entre os 13 e os 50 anos, com alguns deles a recomeçar depois de uma paragem de 20 anos na mĂşsica, que constituem esta orquestra nascida no âmbito da Escola de Artes do CAE, a qual pretende constituir-se como mais uma valĂŞncia cultural da cidade e pretende ajudar a formar pĂşblicos dentro desta nova linguagem, bem como contribuir SDUDRGHVDEURFKDUGHQRYRVWDOHQWRVQHVWDiUHDHVSHFtĂ&#x20AC;FD &RPXPUHSHUWyULRGLYHUVLĂ&#x20AC;FDGRTXHSDVVRXSRU´$OORI  meâ&#x20AC;?, â&#x20AC;&#x153;Telepatiaâ&#x20AC;?, â&#x20AC;&#x153;Rock around the clockâ&#x20AC;?, entre muitos outros temas, a estreia foi auspiciosa e reuniu centenas de pessoas no jardim interior do CAE. MemĂłria cĂ­vica â&#x20AC;&#x201C; Meia centena de pessoas com protagonismo na deflagração da â&#x20AC;&#x153;Crise acadĂŠmicaâ&#x20AC;? de 1969, que agitou a Universidade de Coimbra, reuniram-se, a 17de Abril, num acto de memĂłria cĂ­vica, que contou com a presença do presidente de entĂŁo da Mesa da Assembleia Magna da AAC. AlĂŠm de DĂŠcio Sousa, mĂŠdico, compareceram, entre outros, o presidente do Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Ad-

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Vindos de longe â&#x20AC;&#x201C; Vasco Pereira da Costa e MĂĄrio Campos foram dois dos antigos estudantes de Coimbra que assinalaram, hĂĄ uma semana, mais um aniYHUViULRGDGHĂ DJUDomRGD´&ULVH acadĂŠmicaâ&#x20AC;? de 1969. Vasco, natural dos Açores, foi director de departamento da Câmara de Coimbra; MĂĄrio, nascido em Torres Vedras, ĂŠ director de serviço no CHUC e faz parte de uma briosa geração de ex-jogadores da AcadĂŠmica. Vieram de longe e Coimbra agradece-lhes o exemplo. Percurso exemplar â&#x20AC;&#x201C; MĂĄrio de AraĂşjo Torres, ex-juiz do Tribunal &RQVWLWXFLRQDOIRLRXWUDGDVĂ&#x20AC;JXUDV presentes em Coimbra, hĂĄ uma semana, por ocasiĂŁo do 45Âş. aniversĂĄrio de 17 de Abril de 1969. Natural de Cabeceiras de Basto, foi juiz em Oliveira do Hospital e em TĂĄbua antes de se tornar procurador junto do Tribunal da Relação de Lisboa. Representante do MinistĂŠrio PĂşblico no Tribunal Constitucional (1987 - 93), o jurista tambĂŠm foi membro do Supremo Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Administrativo. Foi co-fundador e primeiro presidente da Direcção do Sindicato dos Delegados do Procurador da RepĂşblica (1974 - 1975) e, depois, do Sindicato dos Magistrados do MinistĂŠrio PĂşblico, alĂŠm de co-fundador e membro do primeiro Conselho de Administração da MEDEL - Associação Europeia de Magistrados pela Democracia e pelas Liberdades. MĂĄrio Torres recorda Coimbra como uma escola de cidadania. Passado e presente â&#x20AC;&#x201C; Manuel AntĂłnio (em primeiro plano, de Ăłculos) e o guarda-redes Ricardo, que tem brilhado, recentemente, entre os postes das balizas da AcadĂŠmica - Futebol SDUQ. Manuel AntĂłnio foi, hĂĄ 45 anos, o melhor marcador do campeonato, fazendo jus Ă sua condição de ponta-de-lança. Ricardo ĂŠ um guarda-redes de mĂŁoCABELEIREIROS -cheia. Ambos acompanharam o lĂ­der cessante da AcaAberto das 9h Ă s 19h SĂĄbado das 9h Ă s 18h dĂŠmica/OAF por ocasiĂŁo Contactos: do anĂşncio da inauguração 912 318 410 | 239 101 822 | 934 116 155 de uma sala de trofĂŠus do clube. Urb. Chaves, Lote 5, Loja B

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ZĂŠ Reis deseja a todos os funcionĂĄrios do â&#x20AC;&#x153;CampeĂŁo das ProvĂ­nciasâ&#x20AC;? em especial ao Dr. Lino Vinhal, as maiores felicidades. 34460

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vogados, Amaro Jorge, e o anterior lĂ­der da Associação AcadĂŠmica, Ricardo Morgado. O descontentamento que precedeu a â&#x20AC;&#x153;Crise DFDGpPLFDÂľLQWHQVLĂ&#x20AC;FRXVHSRURFDVLmRGDLQDXJXUDomRGR(GLItFLR das MatemĂĄticas, quando foi negado o uso da palavra ao outrora lĂ­der da AAC, Alberto Martins, durante uma cerimĂłnia presidida pelo entĂŁo Chefe do Estado, AmĂŠrico Tomaz. DĂŠcio Sousa e Ricardo Morgado, aqui retratados, simbolizam duas geraçþes do movimento associativo estudantil.

Fechado ao Domingo e Feriados

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Figueira da Foz Medieval â&#x20AC;&#x201C; O presidente da Junta de Freguesia de Buarcos, que passou a incluir a de S. JuliĂŁo, fez uma promessa eleitoral, ganhou, e cumpriu. A Feira Medieval Infante D. Pedro realizou-se, este ano, durante a PĂĄscoa, junto ao Forte de Santa Catarina, na Figueira da Foz. Foram quatro dias de animação e convĂ­vio, dando a conhecer ao pĂşblico hĂĄbitos e costumes de outros tempos, com torneio de armas, espectĂĄculo de fogo e danças medievais, com vĂĄrios momentos de recriação histĂłrica. O povo acorreu e foi um certame com ĂŞxito, que deixa antever as excelentes caracterĂ­sticas daquele espaço para a realização de iniciativas durante o ano e tambĂŠm no VerĂŁo.

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Diamante â&#x20AC;&#x201C; RĂŠplica do trofĂŠu inerente Ă primeira edição da Taça de Portugal em futebol, conquistada, em 1939, pela Secção de Futebol da Associação AcadĂŠmica de Coimbra. Volvidos 75 anos, o trofĂŠu soa mesmo a diamante. Inventor portuguĂŞs triplamente premiado â&#x20AC;&#x201C; O inventor portuguĂŞs Fernando Afonso foi triplamente premiado na mais recente edição do salĂŁo internacional das invençþes de Genebra, o mais importante no mundo. Entre os 790 participantes e 1 000 inventos inĂŠditos em competição, Fernando Afonso foi o Ăşnico

portuguĂŞs a ser distinguido. O inventor luso obteve trĂŞs medalhas, uma para cada invento apresentado. A invenção â&#x20AC;&#x153;Neo sweet lightâ&#x20AC;?, para a cura da icterĂ­cia nos recĂŠm-nascidos, ganhou uma medalha de ouro, na categoria mĂŠdica. O aparelho â&#x20AC;&#x153;Drop Counterâ&#x20AC;?, para monitorizar as gotas dos dispensadores de soro por gravidade, recebeu uma medalha de prata, tambĂŠm na categoria mĂŠdica. JĂĄ o guarda-sol transparente â&#x20AC;&#x153;Dermbeeâ&#x20AC;?, com protecção solar, venceu a medalha de bronze, na categoria saĂşde e paramĂŠdica. Os trabalhos apresentados representam mais de quatro anos de investigação e desenvolvimento e demonstram bem o potencial inovador dos portugueses. CachecĂłis do Mundial â&#x20AC;&#x153;made inâ&#x20AC;? Vizela â&#x20AC;&#x201C; Os cachecĂłis

V I N A G R E T A S

RĂ&#x20AC;FLDLVGDVHTXLSDVTXHGLVSXWDPR0XQGLDOGH)XWHEROTXHp disputado este ano no Brasil, sĂŁo todos produzidos numa fĂĄbrica de Vizela. O organismo que regula o futebol mundial escolheu DHPSUHVD7HDPVTXHDWpGLDGH-XOKRWUDEDOKDGLDHQRLWH SDUDJDUDQWLUDHQFRPHQGDGHFDFKHFyLVRĂ&#x20AC;FLDLVGD),)$ 2VWUDEDOKDGRUHVMiSURGX]LUDPGHVGH-DQHLURPDLVGH FDFKHFyLVFRPRVtPERORRĂ&#x20AC;FLDOGD),)$$HPSUHVDpOLGHUDGD SRU3HGUR6DQWRVHPSUHViULRGHDQRVYDLFRQWLQXDUFRPD SURGXomR´HPDOWDÂľDWpDRĂ&#x20AC;QDOGR0XQGLDOSDUDJDUDQWLUTXH o simbĂłlico adereço chega Ă s mĂŁos dos adeptos das respectivas HTXLSDVPHVPRDSyVDIDVHGHJUXSRV-iQR0XQGLDOGHH QR(XURRVFDFKHFyLVRĂ&#x20AC;FLDLVIRUDPSURGX]LGRVSRUHVWD empresa de Vizela. Ă&#x2030; um mĂŠrito e um importante impulso para a economia regional e nacional. Reconquista â&#x20AC;&#x201C; A Taça de Portugal correspondente Ă  ĂŠpoca futeboOtVWLFDGHpXP dos trofĂŠus em destaque na sala cuja inauguração RFRUUHUiDGH$EULO

Ă&#x201A;ngulo inverso Sem qualidade devida e assim melhora a relação com quem precisa dos serviços! O presidente da ANMP, Manuel Machado, em declaraçþes Ă TSF, diz que â&#x20AC;&#x153;ĂŠ uma medida preocupante e repuganteâ&#x20AC;? e que â&#x20AC;&#x153;nĂŁo VHSRGHĂ&#x20AC;FDUDYHUHVWDVLWXDomRGHIRUPDLPSiYLGDHVHUHQDÂľ Os autarcas de Montalegre (Vila Real) e de Idanha-a-Nova jĂĄ YLHUDPGL]HUTXHQmRVHLPSRUWDPGHĂ&#x20AC;FDUFRPDJHVWmRGDV repartiçþes de Finanças locais. Agora, dizemos nĂłs: Se fecham, deixem a respectiva população isenta de impostos!

Cautela e caldo de galinha... â&#x20AC;&#x201C; A presente foto atesta Portugal stressado â&#x20AC;&#x201C; A AgĂŞncia Europeia para a Segurança a apetĂŞncia dos e SaĂşde no Trabalho acaba de lançar uma campanha para prevenir portugueses por o stress relacionado com o trabalho. A iniciativa â&#x20AC;&#x153;Locais de Traba- uma boa piada; lho Seguros e SaudĂĄveisâ&#x20AC;? surge na sequĂŞncia de uma sondagem por isso, ĂŠ publiSDQHXURSHLDTXHUHYHORXTXHSRUFHQWRGRVSURĂ&#x20AC;VVLRQDLV cada, com a deconsideram habitual o stress relacionado com o emprego no seu vida vĂŠnia, para local de trabalho e que quatro em cada 10 consideram que o stress assinalar o inĂ­nĂŁo ĂŠ correctamente abordado na sua organização. Nesta matĂŠria, cio dos sorteios Portugal destaca-se pela negativa, ao ocupar a terceira posição entre para atribuição os paĂ­ses da UniĂŁo Europeia onde mais trabalhadores referem de carros aos casos de problemas relacionados com o stress no local de trabalho. contribuintes. A cautela ĂŠ recomendĂĄvel e o caldo de galinha tambĂŠm. O Cortam o quĂŞ? â&#x20AC;&#x201C; O Governo, que devia ser dos por- que o sorteio nos traz Ă memĂłria, sem mais consideraçþes, tugueses, escreveu ao Fundo MonetĂĄrio Internacional (FMI) ĂŠ outra piada: a de que, quando o pobre come galinha, a dizer que ia â&#x20AC;&#x153;melhorar a relação [dos contribuintes] com a um dos dois estĂĄ doente. Os pobres estĂŁo, hoje em dia, DGPLQLVWUDomRĂ&#x20AC;VFDOÂľID]HQGRSDUWHGHVWDUHRUJDQL]DomR´R mais ÂŤdepenadosÂť do que uma galinha velha, pouco reencerramento de 50 por cento das repartiçþes de Finanças FRPHQGiYHOSDUDFDQMDHKDELWXDUDPVHDGHVFRQĂ&#x20AC;DUGH DWpDRĂ&#x20AC;QDOGH0DLRGHÂľ6ySRGHUVHU´DQHGRWDÂľ)HFKD determinadas ÂŤesmolasÂť.

RUI AVELAR

Portugal possui a quarta melhor rede de estradas do mundo, noticiou, domingo (20), o JN, com base num relatĂłrio do FĂłrum da Economia Mundial. Em entrevista concedida ao DN e Ă TSF, tambĂŠm divulgada em Domingo de PĂĄscoa, Rui Rio, anterior presidente da Câmara Municipal do Porto, diz ser â&#x20AC;&#x153;baixa a qualidadeâ&#x20AC;? dos partidos em Portugal. HĂĄ â&#x20AC;&#x153;baixa qualidadeâ&#x20AC;? partidĂĄria, segundo o diagnĂłstico de um ex-secretĂĄrio-geral do PSD, e boas estradas para os portugueses rumarem a outras paragens. O lĂ­der distrital do PSD/Coimbra, Marcelo Nuno, acaba de emigrar para Angola e um correligionĂĄrio dele, Daniel Rodrigues, que foi candidato Ă  presidĂŞncia da Câmara da LousĂŁ, emigrou para França. Com partidos sem devida qualidade, compreende-se que haja necessidade de encarar com expectativaâ&#x20AC;Ś as partidas. PUBLICIDADE

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Sem sair de cima... vem abaixo! â&#x20AC;&#x201C; Uma idosa, residente na â&#x20AC;&#x153;Baixinhaâ&#x20AC;? de Coimbra, YLXVXSULGDDVXDGLĂ&#x20AC;FXOGDGH em descer as escadas e ir Ă s compras. Tem um ascensor! Basta chegar ao pĂŠ da casa, chamar... e eis que aparece uma corda! Prende-se o saco Ă  corda, e eis que a encomenda começa a subir! Com engenho e arte... vai-se a toda a parte!

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Rua Fonte da Benta - MeĂŁs do Campo - Telm.: 961 594 258

81,w2'$6)5(*8(6,$6'(6(3,16(%2/+2 Felicita o CampeĂŁo das ProvĂ­ncias pelo seu 14.Âş AniversĂĄrio

EXTRACTO DE JUSTIFICAĂ&#x2021;Ă&#x192;O Certifico narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura lavrada em dezassete de Abril de dois mil e catorze, lavrada a folhas CENTO E TRĂ&#x160;S do livro de notas para escrituras diversas nĂşmero SETENTA E CINCO - A, Rui Manuel de Sousa Soares, casado, natural da freguesia de Barcouço, concelho da Mealhada, residente na Rua das Cambalhas, n.Âş 3, lugar de Marmeleira, uniĂŁo das freguesias de Souselas e BotĂŁo, concelho de Coimbra, o qual outorga na qualidade de Presidente da Junta da FREGUESIA DE SOUSELAS E BOTĂ&#x192;O, pessoa colectiva nĂşmero 510.840.299, com sede na Rua Vale de SĂŁo Pedro, nÂş. 23-B, dita uniĂŁo das freguesias de Souselas e BotĂŁo, declarou que a sua representada ĂŠ dona e legĂ­tima proprietĂĄria, com exclusĂŁo de outrem, do seguinte imĂłvel: PrĂŠdio urbano, composto de campo de futebol, sito na Rua do Parque Desportivo, nĂşmero 10, uniĂŁo das freguesias de Souselas e BotĂŁo, concelho de Coimbra, com a ĂĄrea de oito mil trezentos e dois metros quadrados, omisso na Primeira ConservatĂłria do Registo Predial de Coimbra, inscrito na matriz em nome da justificante sob o artigo 2.830 (proveniente do artigo rĂşstico 2.143 da mesma uniĂŁo das freguesias), com o valor patrimonial tributĂĄrio de 226.030,00 euros e igual valor atribuĂ­do. Que o imĂłvel acima identificado lhe pertence por fusĂŁo das freguesias de Souselas e de BotĂŁo, ambas do concelho de Coimbra e foi pela primeira construĂ­do num prĂŠdio rĂşstico que lhe pertencia desde tempos imemoriais e portanto hĂĄ mais de vinte anos. Que desde sempre atĂŠ esta data, a justificante usufruiu o citado imĂłvel, ininterruptamente Ă vista de toda a gente, sem oposição de quem quer que seja, com a consciĂŞncia de utilizar e fruir coisa exclusivamente sua, procedendo Ă s obras necessĂĄrias Ă  manutenção e conservação do mesmo e cedendo-o gratuitamente para a prĂĄtica desportiva dos seus habitantes. Que em consequĂŞncia de tal posse, em nome prĂłprio, pacĂ­fica, pĂşblica e contĂ­nua, adquiriu sobre o dito imĂłvel o direito de propriedade por usucapiĂŁo, nĂŁo tendo em face do modo de aquisição, documento que lhe permita comprovar o seu direito de propriedade perfeita. EstĂĄ conforme. CartĂłrio Notarial de Coimbra, a cargo da NotĂĄria SĂ´nia Marisa Ramos Pereira, dezassete de Abril de dois mil e catorze. A NotĂĄria

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B.O.

(CampeĂŁo das ProvĂ­ncias, 721 de 24 de Abril de 2014)


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