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Sindicalismo com IndependĂŞncia 32552

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PREÇO 0,75\ | 2ÂŞ SÉRIE | ANO 14 | NÂş 678 | 13 JUNHO DE 2013 SEMANĂ RIO Ă€ QUINTA-FEIRA | EDIĂ‡ĂƒO COIMBRA DIRECTORA LINA VINHAL | www.campeaoprovincias.pt | telef. 239 497 750 | fax 239 497 759

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Julgamento de providĂŞncia cautelar esteve previsto para ontem

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LuĂ­s Gaspar, Lda Gabinete de Consultadoria Administrativa de Pessoal Rua da RepĂşblica, 88 - 2.Âş Dto - Fala - 3045-116 Coimbra E-mail: gabinete@gabluisgaspar.com | geral@gabluisgaspar.com Telef.: 239 445 055/6 - Fax: 239 445 057 Telem.: 917 543 780 - Telem.: 917 764 851

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Amaro da Luz e Fundação de Bissaya Barreto chegaram a acordo

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JoĂŁo Amaro da Luz, que quis voltar a ter assento no Conselho de Administração da Fundação de Bissaya Barreto e cumprir mais dois anos de mandato, e a presidente da instituição, PatrĂ­cia Namorado Viegas Nascimento, chegaram a acordo, ontem (12), antes do inĂ­cio da audiĂŞncia de julgamento de uma providĂŞncia cautelar, apurou o “CampeĂŁoâ€?.

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Vidas (d)escritas

AutĂĄrquicas

Victor Gil

Com uma extensa obra de investigação, o presidente da Direcção do Centro de CiĂŞncia Viva de Coimbra, Victor Gil, nota que nos Ăşltimos anos da sua carreira universitĂĄria assistiu a uma queda na qualidade da preparação dos alunos que ingressavam no ensino superior. “A palavra competĂŞncia praticamente saiu do lĂŠxico do MiQLVWpULRGD(GXFDomRÂľDĂ€UPD(P1RYHPEUR prĂłximo, o Centro de CiĂŞncia Viva de Coimbra inaugura um novo edifĂ­cio. O projecto, adianta o responsĂĄvel, estĂĄ a ser feito com “uma imbatĂ­vel economia de recursosâ€?. PĂĄgina 05

Carlos PĂĄscoa candidata-se Ă  Assembleia de Soure pelo PSD Carlos PĂĄscoa irĂĄ encabeçar, este ano, a lista do PSD para a Assembleia Municipal de Soure, apurou o “CampeĂŁoâ€?. Carlos Cordeiro (independente), empresĂĄrio, ĂŠ o candidato proposto por aquele partido para aspirar Ă  reconquista da liderança do MunicĂ­pio sourense. MĂĄrio Jorge ĂŠ o candidato socialista.

Påscoa foi administrador da Fundação de Bissaya Barreto e delegado regional da Cultura. O PS teve no concelho de Soure um dos seus baluartes do Poder Local, entre 1976 e 1993, ocasião em que João Gouveia (então do PSD) ascendeu à presidência da Câmara. Foi reeleito em 1997 e 2001, pelo PSD, e em 2005 e 2009, pelo PS.

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A palavra competĂŞncia saiu do lĂŠxico do MinistĂŠrio

PARTICIPANTES CONFRARIA DOS SABORES DE COIMBRA

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CONFRARIA DA CHANFANA DE VILA NOVA DE POIARES CONFRARIA DA DOÇARIA CONVENTUAL DE TENTĂšGAL CONFRARIA DO BOLO DE ANĂ‡Ăƒ CONFRARIA DO CHĂ?CHARO CONFRARIA DO VINHO DE LAMAS CONFRARIA ENOGASTRONĂ“MICA SABORES DO BOTARÉU CONFRARIA GASTRONĂ“MICA “AS SAINHASâ€? CONFRARIA DO LEITĂƒO DA BAIRRADA A REQUINTE HOTELARIA MANJAR DO TOJAL FREGUESIA DE LORVĂƒO PASTELARIA MARQUES CHEFE ANTĂ“NIO NEVES

ATUAÇÕES CANTARES E GERAÇÕES DO MONDEGO

MARCHAS DA RIBEIRA DE FRADES

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GRUPO ETNOGRĂ FICO DE TENTĂšGAL

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OS PRIMOS DA CONCERTINA

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POLĂ?TICA

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AutĂĄrquicas

EfemĂŠride assinalada na Tocha

Talento de Francisco Lucas Pires evocado da Direita à Esquerda Fernando Nogueira (PSD),Vital Moreira (deputado ao Parlamento Europeu eleito, como independente, pelo PS) e JosÊ Ribeiro e Castro (CDS/PP) são algumas das individualidades que rumaram à Tocha, såbado, a convite do presidente da Junta local, para darem testemunho do talento de Francisco Lucas Pires. Ministro da Cultura na dÊcada de 80 [do sÊculo XX] e, mais tarde, eurodeputado, Lucas Pires faleceu, prematuramente, hå 15 anos. Júlio Oliveira, presidente cessante da Junta de Freguesia da Tocha, organizou uma evocação do antigo líder do CDS, evento a que se associaram JosÊ Carlos Vieira de Andrade (catedråtico de Direito), João Moura (líder do Município de Cantanhede), Manuel Queiró (presidente da CP), António Barbosa de Melo (ex-presidente da Assembleia da República), Manuel Porto (catedråtico de Direito jubilado) e JosÊ Cardoso da Costa PUBLICIDADE

DE JUNHO DE 2013 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

Antonino Antunes (PSD) para S. Martinho e Ribeira Antonino Moura Antunes (PSD) vai candidatar-se, este ano, Ă  presidĂŞncia da Junta da UniĂŁo de Freguesias de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades, disse fonte partidĂĄria ao “CampeĂŁoâ€?. O autarca conquistou a liderança da Junta de S.

Martinho em 2001, 2005 e 2009. Ao abrigo da recente reorganização administrativa do território, a segunda freguesia mais populosa de Coimbra Ê agregada à de Ribeira de Frades, cujo presidente cessante Ê Jorge Veloso (PS).

JoĂŁo Moura, JĂşlio Oliveira, Fernando Nogueira e JosĂŠ Carlos Vieira de Andrade

(ex-presidente do Tribunal Constitucional). “Foi um grande portuguĂŞs, pensador, ideĂłlogo, homem de Estado e servidor da FDXVDS~EOLFDÂľDĂ€UPRXRH[ ministro Fernando Nogueira, pouco dado a intervençþes pĂşblicas desde que, em 1995, deixou de ser governante. “O mais improvĂĄvel dos amigos de Lucas Piresâ€?, eis como Vital Moreira (ex-PCP) se auto-intitulou. CondiscĂ­pulos enquanto estudantes de Direito na

Universidade de Coimbra, onde ambos se doutoraram e leccionaram, Pires e Moreira militaram, respectivamente, Ă  Direita e Ă  Esquerda, mas sem isso os impedir de nutrirem um pelo outro amizade e profundo respeito. “Tenho emoção e orgulho de haver sido colega e amigo de Francisco Lucas Piresâ€?, acentuou Vital. Para Vieira de Andrade, o homenageado via as coisas de forma mito nĂ­tida e, “sobretudo, via-as de cimaâ€?.

“Fonte de ĂĄgua vivaâ€? ĂŠ a imagem a que recorreu Ribeiro e Castro para lembrar o correlegionĂĄrio, lembrando, porĂŠm, que Francisco “entrou no CDS pela Direita e dele saiu pela Esquerdaâ€? [ao ser eleito pelo PSD para o Parlamento Europeu]. “Ainda hoje Lucas Pires faz falta ao debate sobre a Europaâ€?, opinou Ribeiro e Castro, que enalteceu a “capacidade de acolhimento do PSDâ€? em relação ao homenageado e a Maria JosĂŠ Nogueira Pinto.

A fusĂŁo de freguesias viabiliza outra recandidatura de Moura Antunes


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A par de averiguaçþes abertas pelo MP

PSD alia-se a CDS, PPM e MPT

Actividades suspeitas da Tecnoforma estão sob a mira da União Europeia O Gabinete de Luta Antifraude da União Europeia (OLAF) abriu, recentemente, uma investigação acerca de indícios de fraudes, revelados pelo diårio Público, relativos DRÀQDQFLDPHQWRGDHPSUHVD Tecnoforma e da organização não-governamental (ONG) denominada Centro Português para a Cooperação, entidades que foram dirigidas por Pedro Passos Coelho. A novidade foi comunicada à eurodeputada Ana Gomes (PS) pelo comissårio responsåvel pelo Fundo Social Europeu. A 11 de Outubro de 2012, o nosso Jornal noticiou, citando o Correio da Manhã, que o MinistÊrio Público (MP) estå a avaliar se as ligaçþes de exdirigentes da JSD à sociedade Tecnoforma, com forte preVHQoDQDIRUPDomRSURÀVVLRQDO na região Centro ao abrigo do programa Foral, deram origem à pråtica de crimes. Muita massa

A empresa, de que Pedro Passos Coelho foi consultor e gestor, era detida, em parte, por João Luís Gonçalves (secretårio-geral da JSD na fase da liderança de Passos Coelho).

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A Tecnoforma dominou em absoluto, sobretudo na região Centro, um prograPDGHIRUPDomRSURÀVVLRQDO destinado a funcionårios das autarquias, tutelado pelo então governante Miguel Relvas. Empresa da årea da forPDomRSURÀVVLRQDOHODREWHYH entre 2002 e 2004, cerca de 75 SRUFHQWRGRWRWDOGRVÀQDQciamentos europeus atribuídos na região Centro à totalidade das sociedades privadas concorrentes à realização de acçþes de formação para funcionårios das autarquias locais no quadro do programa Foral. Relvas era o responsåvel político pelo programa Foral, na qualidade de secretårio de Estado da Administração Local, e cabia a Paulo Pereira Coelho, amigo do governante, o papel de gestor do Programa Operacional do Centro, enquanto líder da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (de Outubro de 2003 a meados de 2004, ocasião em que ingressou no Governo de Durão Barroso). O actual primeiro-ministro, que assegura nunca ter sido accionista da empresa, omitiu, porÊm, nos seus currículos, o estatuto de administrador da sociedade entre 2005 e 2007. Ao Público, assegura

o diĂĄrio, garantiu vĂĄrias vezes que se desligou dela em 2004, admitindo que a tinha gerido por um “perĂ­odo nĂŁo muito longoâ€? no biĂŠnio 2003-04. No entanto, assinala o Jornal, em 2007 ainda geria a empresa. A eventualidade de uma sociedade a que Passos Coelho esteve ligado ter sido favorecida no quadro do programa Foral foi sugerida, em Junho de 2012, por Helena Roseta, antiga bastonĂĄria da Ordem dos Arquitectos. Actual vereadora da Câmara de Lisboa, Roseta disse Ă  SIC que Miguel Relvas lhe propĂ´s um acordo, quando era secretĂĄrio de Estado da Administração Local, com o objectivo de a Ordem se candidatar a um programa de formação destinado aos seus membros com dinheiro do Foral. A condição, disse Helena Roseta, era a de esse programa ser depois subcontratado a “uma empresa do dr. Passos Coelhoâ€?. A arquitecta garantiu que rejeitou, de imediato, a proposta. EpisĂłdio em Coimbra

Miguel Relvas apresentou, entretanto, ao MinistĂŠrio PĂşblico, uma queixa por di-

famação, tendo constituĂ­do seu advogado o causĂ­dico de Coimbra Alfredo Castanheira Neves. O “CampeĂŁoâ€? noticiou, hĂĄ perto de um ano, que a outrora coordenadora da formação profissional ministrada a pessoal da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) pela empresa Tecnoforma ingressou na autarquia, como tĂŠcnica superior, em 2004, e, volvido um ano, tornou-se formanda. BrĂ­gida Mateus foi contratada a termo certo, hĂĄ nove anos, para trabalhar na ĂĄrea de Recursos Humanos da CMC. Contactada, em 2012, pelo nosso Jornal, BrĂ­gida Mateus escusou-se a falar do seu percurso de formanda ao serviço da autarquia, invocando o sigilo a que estĂĄ vinculada como funcionĂĄria. Contudo, o “CampeĂŁoâ€? apurou que ela, de Setembro de 2005 a Fevereiro de 2006, frequentou uma acção de formação proĂ€VVLRQDODWLQHQWHDR3ODQRGH EmergĂŞncia do AerĂłdromo de Cernache. Dotado de 217 milhĂľes GHHXURVR)RUDOEHQHĂ€FLiULR de fundos da UniĂŁo Europeia, foi lançado, em 2000, pelo segundo Governo de AntĂłnio Guterres.

Formação de pessoal para aeródromos e heliportos

Tecnoforma fez triplicar verba elegĂ­vel para comparticipação entendeu lançar uma campanha de promoção da regiĂŁo, cujo pontapĂŠ de saĂ­da foi dado a 100 dias do inĂ­cio do Euro/2004, A empresa Tecnoforma fez triplicar, em 2004, o montante tendo congregado em Leiria o outrora secretĂĄrio de Estado da elegĂ­vel para efeitos de comparticipação de formação para Administração Local e o entĂŁo capitĂŁo da Selecção portuguesa pessoal de aerĂłdromos e heliportos, ao abrigo do programa de futebol, Fernando Couto. Foral, depois de se ter reunido com representantes da ComisDos nove cursos bĂĄsicos para tĂŠcnicos de aerĂłdromos e sĂŁo de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro de heliportos apenas um se encontrava aprovado pelo Instituto (CCDRC), que era presidida por Paulo Pereira Coelho, apurou Nacional da Aviação Civil. A CCDRC, que agiu ao abrigo de o “CampeĂŁoâ€?. um protocolo outorgado (em 2004) pelas secretarias de Estado A quantia paga pelo Foral, comparticipado no âmbito do da Administração Local e das Obras PĂşblicas, alega que os Fundo Social Europeu, ascendeu a 312 000 euros. cursos nĂŁo careciam de aprovação pelo INAC. Amigo do entĂŁo secretĂĄrio de Estado da Administração Segundo o Jornal PĂşblico, Relvas ajudou a Tecnoforma, Local Miguel Relvas, Pereira Coelho comunicou Ă  Tecnoforma, de que Pedro Passos Coelho era consultor, “a ter monopĂłlio HPGH0DUoRGHTXHXPSHGLGRGHĂ€QDQFLDPHQWR de formaçãoâ€? para aquele efeito. seria objecto de decisĂŁo num horizonte de dois meses. 2GLiULRLQGLFRXTXHWDOSURMHFWRGHIRUPDomRSURĂ€VVLRQDO Na sequĂŞncia de uma reuniĂŁo, realizada em Abril daquele “foi feito Ă  medida dos interessesâ€? da referida sociedade, “preano, houve lugar Ă  reformulação da candidatura, tendo o parado previamente com ela e sem concorrĂŞnciaâ€?. montante elegĂ­vel passado de 371 500 euros para 1,18 milhĂľes, Ă€ Câmara de Coimbra pertenciam 30 das 122 pessoas o nĂşmero de cursos duplicou (de quatro para nove) e o de correspondentes a 425 formandos e das autarquias congĂŠneres formandos previstos aumentou perto de sete vezes (de 158 de Guarda e Viseu eram oriundos 27 funcionĂĄrios (14 de uma para 1 063). e 13 de outra). A discrepância entre os nĂşmeros de pessoas Paulo Pereira Coelho, que era gestor do Programa Ope- e de formandos ĂŠ explicada pelo facto de o mesmo cidadĂŁo racional do Centro na qualidade de lĂ­der da CCDRC, fez poder frequentar diversas acçþes. a referida comunicação quatro dias depois de Miguel O PĂşblico diz, porĂŠm, que a Câmara de Viseu sĂł terĂĄ Relvas se ter associado, em Leiria, ao lançamento de uma enviado trĂŞs funcionĂĄrios (dos 13 mencionados) e a da Guarda campanha promocional da regiĂŁo, concebida no âmbito cinco (num suposto universo de 14). da promoção da edição de 2004 do Campeonato da Tanto Passos Coelho, como Miguel Relvas e os actuais e Europa de Futebol. antigos responsĂĄveis da Tecnoforma negam que esta tenha A Associação para o Desenvolvimento do Turismo do EHQHĂ€FLDGRGHDOJXPDHVSpFLHGHIDYRUHFLPHQWRGHYLGRjV Centro (ADTRC), a que Pereira Coelho tambĂŠm presidia, ligaçþes existentes entre os intervenientes. R.A.

“Somos Figueiraâ€? protagoniza candidatura inĂŠdita Ă  Câmara L.S.

A candidatura de Miguel Almeida (PSD) Ă  presidĂŞncia da Câmara Municipal da Figueira da Foz, que irĂĄ ser apresentada numa sessĂŁo no prĂłximo domingo, pelas 19h00, no Teatro Caras Direitas (Buarcos), reveste-se de um carĂĄcter inĂŠdito ao reunir quatro partidos sob o lema “Somos Figueiraâ€?. A coligação, candidata aos ĂłrgĂŁos autĂĄrquicos do concelho, congrega o PSD, o CDS-PP, o Partido Popular MonĂĄrquico (PPM) e o Movimento Partido da Terra (MPT), com Miguel Almeida a mostrar-se “agradavelmente surpreendido por constatar que, em todos estes par tidos, estava bem presente a convicção de que a mudança n a F i g u e i r a d a Fo z ĂŠ possĂ­velâ€?. Miguel Almeida, que agradece a confiança depositada em si para liderar o projecto, ĂŠ o actual lĂ­der concelhio do PSD e estĂĄ muito prĂłximo de Pedro Santana Lopes (de cuja vereação fez parte no quadriĂŠnio 19982001), foi deputado Ă  Assembleia da RepĂşblica e presidente da Empresa Geral de Fomento. O candidato afirma que foram apenas aqueles trĂŞs partidos os convidados para a coligação “Somos Figueiraâ€?, mas sustenta que “a caminhada ĂŠ, tambĂŠm, de todos os figueirenses, independentemente de serem de outro partido

ou de nĂŁo terem qualquer inclinação partidĂĄriaâ€?. “O que estĂĄ em causa ĂŠ o desenvolvimento e progresso do concelho, e por isso esta ĂŠ uma chamada colectiva a todos os que acreditam que ĂŠ possĂ­vel fazer diferenteâ€?, referiu. Na apresentação da coligação estiveram presentes Paulo Almeida, presidente da ComissĂŁo PolĂ­tica Distrital de C o i m b r a d o C D S - P P, Pignatelli Queiroz, lĂ­der distrital de Coimbra do PPM, e JosĂŠ Faria, coordenador nacional autĂĄrquico do MPT, com o programa eleitoral a ser elaborado com uma comissĂŁo de acompanhamento que terĂĄ representantes de todas as forças polĂ­ticas envolvidas. Sobre uma eventual distribuição de lugares nas listas, Miguel Almeida diz que isso “decidese no fimâ€?, justificando que todos os partidos da coligação “se movem por causas, apesar de isto poder causar estranheza Ă  luz de algumas situaçþes recentes vividas na Figueira da Fozâ€?. ApĂłs a heg emonia dos socialistas (19761997) na liderança da Câmara da Figueira da Foz, a presidĂŞncia do MunicĂ­pio foi conquistada pelos sociais-democratas atravĂŠs de Santana Lopes, a que se seguiu Duarte Silva (jĂĄ falecido), com o PS a voltar de novo ao poder, em 2009, com JoĂŁo AtaĂ­de (juiz e candidato independente), que jĂĄ anunciou a recandidatura.

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Caso dos Correios

Luís Vilar com pena suspensa por ter votado arrendamento O ex-vereador socialista da Câmara Municipal de Coimbra Luís Vilar foi condenado, anteontem (terça-feira), a quatro anos de cadeia, com suspensão da execução da pena, no âmbito do caso dos Correios. O acórdão da Vara Mista de Coimbra Ê passível de recurso para o Tribunal da Relação. O arguido, que era prestador de serviços à multinacional TCN - Tramcrone, foi punido por ter votado a favor de a Câmara se tornar inquilina da empresa Demagre na tomada de arrendamento de um espaço do antigo edifício dos CTT na avenida de Fernão de Magalhães. A Demagre, tida como uma ferramenta da TCN, intermediou, em 2003, a venda daquele imóvel a uma sociedade do Grupo Espírito Santo e constituiu-se inquilina desta para proceder a subarrendamento. Antigo líder concelhio do PS/Coimbra, Vilar tambÊm foi punido com a pena acessória de proibição, por dois anos, do exercício de funçþes como titular de cargo político.

O CĂłdigo Penal prevĂŞ tal punição para quem, no exercĂ­cio da actividade para que foi eleito ou nomeado, cometer crime punido com pena de prisĂŁo superior a trĂŞs anos, se RIDFWRIRUSUDWLFDGRFRP´à Dgrante e grave abuso da função ou com manifesta e grave violação dos deveresâ€? que lhe sĂŁo inerentes e “implicar a SHUGDGDFRQĂ€DQoDQHFHVViULD ao exercĂ­cio da funçãoâ€?. A suspensĂŁo da execução da pena de quatro anos de FDGHLD DSOLFDGD VHUi DFRPpanhada de regime de prova mediante cumprimento de um plano de reinserção social. A Vara Mista de Coimbra tambĂŠm decidiu que a suspenVmRĂ€FDjPHUFrGDHQWUHJD de 12 500 euros Ă  Casa de Formação CristĂŁ da Rainha Santa Isabel e de igual quantia Ă  Obra do Frei Gil. Camarneiro e Carlos Godinho absolvidos

2HPSUHViULRGH&RLPbra Carlos Godinho SimĂľes (PSD) e o ex-vereador do MunicĂ­pio de Montemor-oVelho VĂ­tor Camarneiro (PS) foram absolvidos.

Godinho estava acusado de presumível co-autoria de um crime de participação económica em negócio e Camarneiro, antigo presidente da Associação de Fernão Mendes Pinto (instituição particular de solidariedade social), pela HYHQWXDOSUiWLFDGHFRUUXSomR passiva para acto ilícito. Carlos Horta e Costa, ex-presidente dos CTT, e dois outros antigos gestores da empresa, Manuel Baptista e Gonçalo da Rocha, tambÊm foram considerados inocentes. Outrora dirigente do PSD, Horta e Costa estava acusado de suposto cometimento de um crime de participação económica em negócio, SUHVXPtYHOSUiWLFDGHDGPLnistração danosa e eventual co-autoria de cinco crimes de participação económica em negócio (estes e o anterior em co-autoria). Manuel Baptista respondeu por alegada co-autoria de cinco crimes de participação económica em negócio e de um crime de administração danosa. Igualmente em co-autoria, Gonçalo da Rocha estava acusado, pelo MinistÊrio Público,

de presumível cometimento de um crime de administração danosa. O Tribunal negou provimento a um pedido de indemnização civil formulado pelos CTT em relação aos seus ex-gestores. Pedro Garcez e Júlio Macedo (ex-gestores da TCN e antigos sócios da Demagre) foram punidos, respectivamente, com 28 meses e 31 meses de cadeia, tendo havido lugar a suspensão da execução

da pena, por haverem sido considerados corruptores (coautoria de corrupção activa para acto ilícito). Ambos têm de desembolsar 25 000 euros para instituiçþes particulares de VROLGDULHGDGHVRFLDODÀPGH usufruírem da suspensão da execução da pena. Marcos Lagoa, ex-presidente da sociedade ESAF -.Espírito Santo Activos Financeiros, foi punido com multa de 15 000 euros, pela

SUiWLFDGHXPFULPHGHIUDXGH fiscal, e com pagamento à Administração Fiscal de 20 000 euros (acrescidos de juros de mora). Por falsificação de documento, Paulo Silveira foi punido com multa de 2 500 euros. Vítor Coelho da Silva, que tinha sido advogado de Carlos Godinho, foi absolvido de eventual co-autoria de um crime de participação económica em negócio.

MP e tribunais agiram mancomunados, diz arguido O ex-autarca Luís Vilar disse que o MinistÊrio Público (MP) e os tribunais agiram mancomunados (combinados). $DÀUPDomRIRLSURIHULGDHPGHFODraçþes aos jornalistas, depois de a Vara Mista de Coimbra condenar o arguido a quatro anos de cadeia, com suspensão da execução da pena, por corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais. Vilar desabafou que, por vezes, as condenaçþes parecem haver sido decididas antes das audiências de julgamento. O colectivo de juízes que puniu o arguido era presidido por Manuel Fi-

gueiredo e o MP esteve representado pelos procuradores Ângela Bronze e Jorge Leitão. Em Dezembro de 2010, Luís Vilar tinha sido condenado a três anos e meio de cadeia e tambÊm houve lugar a suspensão da execução da pena atinente a um crime de corrupção passiva para acto lícito (caso do parque de estacionamento do Bota-abaixo), a um ilícito de abuso de poder, a angariação de um donativo SDUD D FDPSDQKD DXWiUTXLFD GH  mediante ocultação do autor do mesmo RHPSUHViULR(PtGLR0HQGHV HDWUiÀFR GHLQà XrQFLD

Subarrendamento superou expectativas da Demagre e do Grupo Espírito Santo A Vilar e Camarneiro tinha sido deduzida acusação de corrupção passiva para acto ilícito, devido a alegado envolvimento na angariação de inquilinos para a empresa Demagre, que, para subarrendar, tomou de arrendamento um antigo edifício dos CTT (comprado pelo GES - Grupo Espírito Santo) ; Godinho estava acusado de participação económica em negócio. A Câmara conimbricense e uma sociedade anónima (FMP Saúde), em cuja estrutura accionista interveio a AFMP, foram duas das entidades que se tornaram inquilinas da Demagre (sociedade que comprou o referido imóvel aos Correios e o vendeu a um fundo de investimento LPRELOLiULR DEHUWR GR *(6 auferindo um lucro instantâneo de 5,20 milhþes de euros). A Demagre, que a 20 de Março de 2003 intermediou a

venda do sobredito prĂŠdio, garantiu, na vĂŠspera, a qualidade de inquilina de GespatrimĂłnio Rendimento (fundo de invesWLPHQWR LPRELOLiULR DEHUWR gerido pela ESAF - EspĂ­rito Santo Activos Financeiros) para proceder a subarrendamento do edifĂ­cio. Segundo apurou o “CampeĂŁoâ€?, o subarrendamento da totalidade do prĂŠdio gerou uma receita anual de 2,85 milhĂľes de euros (valor correspondente a mais do dobro do montante que a Demagre se comprometera a pagar ao GES). De resto, o referido fundo de investimento imoELOLiULRDEHUWRWHUiLPSRVWRR arrendamento como condição LQGLVSHQViYHOSDUDDFRPSUD do referido imĂłvel. Devido Ă  valorização das rendas, que (mais tarde) passaram a ser pagas Ă  ESAF, a Demagre beneficiou de um prĂŠmio de 6,50 milhĂľes de euros, sendo que a um

montante de 12,50 milhĂľes foram deduzidos seis milhĂľes inerentes a obras pagas pela ESAF para funcionamento da Unidade de SaĂşde de Coimbra (USC). AlĂŠm dos CTT e da Câmara de Coimbra, tornaramse inquilinos da Demagre (e posteriormente do GES) o Instituto de GestĂŁo Financeira e Patrimonial da Justiça, devido Ă  instalação do Tribunal Administrativo e Fiscal na avenida de FernĂŁo de MagalhĂŁes, e a AFMP. “Pelo menos, existe uma dĂşvida que nĂŁo pode deixar de aproveitar ao arguidoâ€? >/XtV9LODU@DĂ€UPRXQDIDVH de alegaçþes, o advogado LuĂ­s Miguel Rodrigues, que sucedeu a Alfredo Castanheira Neves como defensor do antigo autarca. LuĂ­s Miguel disse que nunca houve pagamento de KRQRUiULRVDRVHXFOLHQWHSRU conta da tomada de arrenda-

mento por parte da Demagre para esta subarrendar. Ao manifestar estranheza em relação Ă  conduta do MinistĂŠrio PĂşblico (MP), Rodrigues invocou perplexidade por nĂŁo ter sido posto em xeque, em sede judicial (Tribunal Administrativo), o contrato de arrendamento outorgado pela Câmara de Coimbra. A estranheza estende-se Ă  circunstância de ter sido aberto, pelo MP, um inquĂŠrito DWLQHQWHDPDWpULDĂ€VFDOHLQHrente Ă  remuneração auferida por LuĂ­s Vilar na qualidade de prestador de serviços Ă  multinacional TCN (de que a Demagre era uma espĂŠcie de ÂŤferramentaÂť). Segundo o advogado, o auto de notĂ­cia subjacente Ă  abertura de tal inquĂŠrito ĂŠ “totalmente claro quanto Ă  licitude da obtenção dos proveitosâ€?. “Se o contrato de prestação de serviços ĂŠ idĂłneo e

lĂ­cito para efectuar tributação em IRS e em IVA e para abrir um inquĂŠrito por indĂ­cios de IUDXGHĂ€VFDOSRUTXHUD]mR KiGHRPHVPRFRQWUDWRVHU considerado inidĂłneo e como um veĂ­culo para uma actuação ilĂ­citaâ€??, questionou LuĂ­s Miguel. Defensor de VĂ­tor Camarneiro, Ricardo Cid considerou que “nada desaconselhavaâ€? a AFMP a tornar-se accionista da sociedade anĂłnima que criou a Unidade de SaĂşde de Coimbra (USC). Em matĂŠria de pagamento inerente Ă  tomada de arrendamento, nĂŁo houve qualquer prejuĂ­zo para a Associação de FernĂŁo Mendes Pinto, alegou o advogado, em cujo ponto de vista o respectivo cliente sĂł podia ser acusado de ingenuidade. Nunca se provou haver entrado na esfera patrimonial de VĂ­tor Camarneiro a vantagem apontada como

subjacente a eventual conduta corrupta do arguido, acrescentou Cid, fazendo notar que o seu cliente cedeu Ă  AFMP as acçþes da FMP SaĂşde de que HUDSURSULHWiULR A Demagre comprometeu-se, em 2003, com a referida instituição particular de solidariedade social de Montemor-oVelho a criar uma sociedade anĂłnima e a obter junto da Administração Regional de SaĂşde do Centro comparticipação para uma unidade de cuidados continuados com capacidade para cerca de 200 camas. Quanto a Carlos Godinho – tido como havendo dado a conhecer a LuĂ­s Vilar a disponibilidade dos Correios para procederem Ă  venda do prĂŠdio que possuĂ­am na “Baixaâ€? de Coimbra –, o advogado Ă lvaro Matos considerou a acusação de participação econĂłmica em negĂłcio assente em “meras suposiçþesâ€?.


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VIDAS (D)ESCRITAS

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Victor Gil

Crise fez cair visitas ao Centro de CiĂŞncia Viva BENEDITA OLIVEIRA

“Sou natural de Santana, FRQFHOKRGD)LJXHLUDGD)R] Nasci em 1939. Numa casa TXHĂ€FD YD PHVPRDRODGR GDHVFRODSULPiULDRTXHPH causava algum desconforto. Porque quando se vai para a escola espera-se ficar um pouco mais afastado de casa. Eu estava praticamente em casa e com o duplo controle do professor e da famĂ­lia. Eu era aplicado e quando LVVRVXFHGLDRSURIHVVRUGL]LD DRVSDLVHVWHPL~GRKiGHVHU DOJXpPIDoDPXPVDFULItFLR E nessa altura era ir para a FiJXHLUDID]HUGRLVDQRVQROLFHX 'HSRLV YLP SDUD &RLPEUD porque nĂŁo havia a possibilidade de continuar na Figueira em escolas pĂşblicas. Havia um colĂŠgio particular, mas os meus pais nĂŁo podiam pagar. Tinha parentes em Coimbra HSRUWDQWRĂ€TXHLDORMDGRHP FRQGLo}HVIDYRUiYHLVHSXGH YLUSDUDFiID]HURUHVWRGR liceu e a universidade. $FHUWDDOWXUDGHGX]LTXH devia seguir a carreira das &LrQFLDV1mRWLQKDLQFOLQDomR para as Letras. Aquela ideia de HVWXGDUSDUDMXL]RXDGYRJDGR QmRVHSXQKD'HSRLVDDOWHUnativa era ser engenheiro ou mĂŠdico, mas para mĂŠdico nĂŁo dava muito, porque no dia das vacinas eu desmaiava. No entanto, hoje penso que podia ter gostado e ser um bom mĂŠdico. 1R DQWLJR ž DQR ž DFWXDO pTXHFRPHoRXDS{UD RSomRSHOD4XtPLFDTXHQmR IRLSHOD4XtPLFDHPVLPDV pelo adjectivo nuclear. Nessa altura, a energia nuclear estava QD PRGD H DWUDLD D DWHQomR dos alunos mais interessados. Foi um professor de CiĂŞncias Naturais que me chamou a DWHQomR SDUD HVWH GRPtQLR 'LVVHPHTXHHUDXPGRPtQLR muito importante e que havia em Coimbra um professor que sabia muito dessa matĂŠria e que portanto Coimbra era XP ERP VtWLR SDUD VH ID]HU esse tipo de estudos. NĂŁo

da missiva e ter aceitado de pois, com o ministro Roberto imediato a minha demissĂŁo. Carneiro corre a ideia de se Tinha pouco mais de 30 anos ID]HUHPFHQWURVGHLQLFLDomR e naquela altura era-se mais Ă  ciĂŞncia nas Universidades inexperiente do que hoje com de Coimbra, Minho e no Insa mesma idade. tituto Superior TĂŠcnico. Eu fui 'HSRLV WUDQVIHUL D DFWL- escolhido para o de Coimbra, vidade docente novamente com o consentimento do para Coimbra e nesse ano de reitor de entĂŁo. Mas houPXGDQoDĂ€]XPDVDEiWLFDHP YH PXGDQoDV QR 0LQLVWpULR Inglaterra com a famĂ­lia. Foi ai e de repente o entusiasmo que comecei a alertar-me para desapareceu, assim como o as coisas dos mais pequenos. Ă€QDQFLDPHQWR2VRXWURVGH2PHXĂ€OKRWLQKDGH]DQRVD sistiram, mas com o empenho PLQKDĂ€OKDPDLVYHOKDIH]OiR da Reitoria candidatamos uma 12.Âş. Acompanhei-os bastante IRUPDomR RSURJUDPD)RFR  e Ă  custa disso voltei a desper- para professores de FĂ­sico e WDUSDUDDVFRLVDVGDHGXFDomR 4XtPLFDTXHYLVDYDWRUQDUR 4XDQGRUHJUHVVHLD&RLPEUD ensino mais aliciante, atravĂŠs Victor Gil foi o primeiro investigador portuguĂŞs Ă€]XPDSURSRVWDDR0LQLVWpULR de experiĂŞncias interactivas. galardoado com o PrĂŠmio AntĂłnio Xavier GD (GXFDomR H j )XQGDomR Em 1995 torna-se possĂ­vel *XOEHQNLDQSDUDFULDomRGH DIRUPDOL]DomRGHVWHFHQWUR Imagiologia e Medicina, com pessoas que eu admirava mui- XPFHQWURGHGLYXOJDomRGD FRPR([SORUDWyULR,QIDQWH' a importância que hoje tem. WRQR*DELQHWHGH(VWXGRV ciĂŞncia para os mais pequenos, +HQULTXH TXHWLQKDDYHUFRP (XĂ€]DDSOLFDomRGDWpFQLFD e Planeamento. Mas isto foi PDVVyHPGH]DQRVGH- RHVStULWRGDVGHVFREHUWDV Âľ j4XtPLFDHDFDEHLSRUVHUR HP 'H]HPEUR GH  H D primeiro portuguĂŞs a estudar UHYROXomR GH $EULO WURX[H E AINDA HVWDPDWpULD'HSRLVQRSDtV DOJXPDVSHUWXUEDo}HV$8$ “Em Novembro atingiremos a maioridade. Nessa altura, apareceram muitos outros HVWHYHHPULVFRGHQmRDYDQoDU JUXSRV H KRMH QmR Ki XP Hoje julgo que esse risco foi mudaremos para o prĂłximo edifĂ­cio. Com a expansĂŁo aumentalaboratĂłrio quĂ­mico que nĂŁo PDLVVpULRGRTXHLPDJLQiPRV UHPRVVLJQLĂ€FDWLYDPHQWHDiUHDGHH[SRVLomRHUHIRUPXODUHPRV tenha um equipamento desta $FKiYDPRVTXHHUDXPDERD esta aqui tambĂŠm. As coisas tĂŞm sido feitas com uma imbatĂ­vel QDWXUH]D7LYHPRVRSULPHLUR causa e, por isso, acelerou-se economia de recursosâ€?. laboratĂłrio no paĂ­s e um certo DFULDomRGHFXUVRVHDFHLWD“Com esta primeira fase e com a segunda, incluindo conequipamento a nĂ­vel ibĂŠrico, omRGHDOXQRVSDUDWRUQDUR mas dois anos depois as coisas processo irreversĂ­vel. E como teĂşdos, temos uma iniciativa de 5 milhĂľes de euros. Parece evoluĂ­ram a um ritmo comple- KDYLDXPDHVWUHLWDFRODERUDomR PXLWRGLQKHLURPDVMXOJRTXHĂ€]HPRVXPDERDXWLOL]DomRGR com o Centro de Estudos de GLQKHLURSDUDDTXLORTXHWHPRVLQVWDODGRWHQGRHPFRQWDDiUHD tamente frenĂŠtico. 7HOHFRPXQLFDo}HVGD37 QD construĂ­da e os conteĂşdos que existemâ€?. Reitor da UA DOWXUD&77 FRPHoRXVHFRP “Nos quatro anos que estamos aqui, temos uma mĂŠdia de um curso de electrĂłnica e 2LWRDQRVGHSRLVGHYRO- WHOHFRPXQLFDo}HV 30 000 visitas por ano. A crise afecta o bolso dos pais e empetar, surge o convite para pre$RĂ€PGHWUrVDQRVDFKHL nhamento dos professores e o ano passado sentiu-se uma quebra sidir Ă  ComissĂŁo Instaladora TXHGHYLDID]HUXPSRQWRGD GHGH]SRUFHQWR2QGHVHQRWRXXPDXPHQWRVLJQLĂ€FDWLYRHP da Universidade de Aveiro VLWXDomR $V FRLVDV WLQKDP WHUPRVSHUFHQWXDLVIRLQDVYLVLWDVDRĂ€PGHVHPDQD$JRUD 8$ 1HVVDDOWXUDHUDFRP DYDQoDGR PDV WLQKDP HQ- HVWDPRVQXPORFDOPDLVDSUD]tYHOÂľ a ideia de a universidade se ir tretanto estacionado. Havia “Falar de ensino experimental e experiĂŞncias ĂŠ um pouco construindo paulatinamente, coisas que estavam atrasadas GHĂ€QLQGRRVVHXVREMHFWLYRV e embrulhadas e eu nĂŁo estava PDLVGRTXHID]HUWUDEDOKRVSUiWLFRVeLQWHJUDUDSUySULDREVHURVFXUVRVSULRULWiULRVPDQGDU a gostar muito disso. Comuni- YDomRHH[SHULPHQWDomRQRSURFHVVRGHFRQVWUXomRGHFRQKHFLbolseiros para o estrangeiro quei Ă  ComissĂŁo Instaladora e PHQWRVSHORVPL~GRV(QWUHWDQWRKRXYHXPDPDVVLĂ€FDomRGR para se doutorarem, criando enviei uma carta ao ministro HQVLQRHQmRKDYLDFRQGLo}HVQHPHVSDoRVQHPHTXLSDPHQWRV assim um grupo de investi- GD(GXFDomR'HXPDPDQHLUD HjVYH]HVQHPLQWHUHVVHGRVSURIHVVRUHVSDUDLVVR$JRUD JDomRHGRFrQFLD$FKHLTXH um pouco irreverente, disse- depende seguramente do tempo e extensĂŁo dos programas, SRGLDFRPSDWLELOL]DURPHX OKHTXHVyĂ€FDYDPDLVXPDQR sobretudo no 11.Âş e 12.Âş anos que sĂŁo decisivos para entrar na WUDEDOKRGHLQYHVWLJDomRFRP se ele se envolvesse mais com XQLYHUVLGDGH$FKRTXHDLQGDKiPXLWRDID]HUQHVVHFDStWXORÂľ esta ComissĂŁo, que envolvia a UA e que se nĂŁo fosse isso ´1RV~OWLPRVGH]DQRVGHSURIHVVRUFRPHFHLDGHVDQLPDU XPD DUWLFXODomR PXLWR SUR- podia considerar aquela carta funda com o MinistĂŠrio de como um pedido de demissĂŁo. EDVWDQWHFRPDSUHSDUDomRFRPTXHRVDOXQRVFKHJDYDPj (GXFDomRD'LUHFomR*HUDO )XL WDOYH] PDOHGXFDGR DR XQLYHUVLGDGH2TXHPHDĂ LJLDPDLVQmRHUDQmRVDEHUHPGHWHUdo Ensino Superior e com ponto de ele nĂŁo ter gostado minados conteĂşdos, mas era a circunstância, que me dava conta TXDQGRFRUULJLDRVWHVWHVTXHDPDOWDQmRSHUFHEHXQmRIH] HVIRUoRSDUDSHUFHEHUHSUHIHULXGHFRUDU'HVLVWLUGHSHUFHEHUp BI ODPHQWiYHO$SDODYUDFRPSHWrQFLDSUDWLFDPHQWHVDLXGROp[LFR GR0LQLVWpULRGD(GXFDomRÂľ

havia uma licenciatura nesta iUHD1HPVHTXHUKDYLDHQJHnharias em Coimbra. Tinha de ser uma licenciatura em )tVLFR4XtPLFDV TXH HUD R mais próximo do tema. (DFDEHLSRUID]HU)tVLFR 4XtPLFDVQDSHUVSHFWLYDGH KDYHUDOJXPDUHODomRFRPD energia nuclear. Sucede que esta novidade implicava, para Coimbra, apoio a uma coisa que se chamava Centro de Estudos de Energia Nuclear e Radioquímica que era dirigido pelo professor Pinto Coelho HTXHWLQKDDOJXPÀQDQFLDmento, o que permitia dar bolsas de estudos a alunos mais empenhados. Eu no 2.º ano da universidade consegui ter uma bolsa, que foi uma ajuda enorme do ponto de vista económico para a família. 4XDQGRPHOLFHQFLHLIRUDP PH FRORFDGDV WUrV iUHDV GH doutoramento e uma delas FRP D GHVLJQDomR GH ´(Vpectroscopia da Ressonância MagnÊtica Nuclear�. Escolhi essa ainda não sabendo bem D SRWHQFLDOLGDGH GHVVD iUHD Estava mesmo no princípio. 2SULPHLURWUDWDGRVLJQLÀFDWLYRGHVVDiUHDIRLHGLWDGRHP (VWiYDPRVHP Tratava-se de um mÊtodo para DMXGDUDFDUDFWHUL]DUDPRVWUDV químicas. Foi por isso que DFHLWHL SRU HVVD iUHD H IXL enviado com uma bolsa de doutoramento para Inglaterra. Por sinal, um ano ou dois depois, estive num congresso a que o meu supervisor me mandou e dou conta de FRPXQLFDo}HVIHLWDVSRUXP canadiano que mostrava como a mesma tÊcnica podia ser usada para obter imagens. Alguns dos especialistas olharam para isto com desdÊm, no entanto, FRPHoRXDLDSRVVLELOLGDGHGH obter a imagem de coisas sem DVDEULU'DtDWpjSRVVLELOLGDGH de obter imagens do interior do corpo humano foi um VDOWR 4XDQGR FRPHFHL QmR havia nenhuma ideia que isto podia vir a ser uma tÊcnica de

Pioneiro dos centros de ciĂŞncia viva 'HSRLVGHXPDOLFHQFLDWXUDHP&LrQFLDV)tVLFR4XtPLFDV QD8QLYHUVLGDGHGH&RLPEUD 8& HPHGHXPGRXWRUDPHQWRQD8QLYHUVLGDGHGH6KHIĂ€HO ,QJODWHUUD HPHQD 8&HP9LFWRU*LOWRUQRXVHUHVSRQViYHOSHORSULPHLUR ODERUDWyULRGH5HVVRQkQFLD0DJQpWLFD1XFOHDU 501 HUHVSHFWLYRJUXSRGHLQYHVWLJDomRHP3RUWXJDOQR'HSDUWDPHQWR GH4XtPLFDGD8&VREDGLUHFomRGRVSURIHVVRUHV$QGUDGH *RXYHLDH3LQWR&RHOKReDXWRUHFRDXWRUGHPDLVGHXPD

centena de trabalhos, principalmente sobre a teoria dos parâPHWURVHVSHFWUDLV501HHPYiULDViUHDVGHDSOLFDomRGHVWD WpFQLFDHPTXtPLFDRUJkQLFDHTXtPLFDLQRUJkQLFD2ULHQWRXRX co-orientou 15 teses de doutoramento ou mestrado. Recebeu R3UpPLR$QWyQLR;DYLHUQDVXDSULPHLUDHGLomRHP 'HVGHDVXDIXQGDomRHPpSUHVLGHQWHGDGLUHFomRGR primeiro centro interactivo de ciência em Portugal: o ExploUDWyULR&HQWURGH&LrQFLD9LYDGH&RLPEUD

´2PLQLVWURGH(GXFDomRH&LrQFLDpQDVXDiUHDLQGLVFXWLYHOPHQWHUHFRQKHFLGRDVVLPFRPRQDGLYXOJDomRGD&LrQFLD Mas não gostei de uma palavra que ele divulgou, que foi o eduquês. Não gostei do sentido pejorativo que foi dada à SDODYUD+iXPDOLQJXDJHPSUySULDGHFHUWDViUHDVeYHUGDGH TXHQDV&LrQFLDVGH(GXFDomRKiJHQWHFRPSHWHQWHHPHQRV competente e que a certa altura se caiu no exagero de admitir de que o que Ê preciso fundamentalmente Ê que os meninos aprendam a aprender, ainda que não aprendam. A certa altura FRORXVHLVWRQRVGRLVH[WUHPRV2XVHDSUHQGHHRXVHDGTXLUH competências�.


FIGURAS DA SEMANA

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w w w . c a m p e a o p r o v i n c i a s . pt

Ascensor

A

S U B I R

Júlio Oliveira – O presidente cessante da Junta de Freguesia da Tocha juntou individualidades da Esquerda e da Direita para recordar e homenagear Francisco Lucas Pires, ministro da Cultura na dÊcada de 80 [sÊculo XX] e eurodeputado, falecido, prematuramente, hå 15 anos. A iniciativa de Júlio Oliveira teve o mÊrito de juntar amigos e testemunhos de relevo sobre Lucas Pires, destacando o seu espírito de missão e dedicação à causa pública. João Silva – Persistente, o presidente da Direcção da Associação Humanitåria dos Bombeiros Voluntårios de Coimbra (AHBVC) acaba de conseguir o apoio do Município, liderado por João Paulo Barbosa de Melo, patente no apoio com 30 000 euros, destinado a custear a elaboração do estudo prÊvio e o projecto de arquitectura do novo quartel. Um protocolo entre as duas instituiçþes foi assinado segunda-feira e prevê a colaboração para concretizar uma candidatura a fundos europeus, tendente à da ampliação e remodelação das actuais instalaçþes dos Bombeiros Voluntårios de Coimbra, na avenida de Fernão GH0DJDOKmHV$SHVDUGHWHUDÀUPDGRDLQWHQomRGHGHL[DU D$+%9&QRÀQDOGRDFWXDOPDQGDWR-RmR6LOYDFRQWLQXD a mostrar trabalho relevante. João Moura – O Biocant, parque tecnológico de Cantanhede, vai albergar o Centro Luso-Brasileiro de Inovação e Biotecnologia. Trata-se de um acordo assinado, segunda-feira, entre o primeiro ministro português, Pedro Passos Coelho, e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, PDV TXH FRUUHVSRQGH D XPD H[SHFWDWLYD H DR WUDEDOKR GH FRQWDFWR H SUR[LPLGDGH LQLFLDGR SHOR SUHVLGHQWH GD Câmara de Cantanhede, João Moura. Este Ê mais um H[HPSORGDGLQkPLFDFRPTXHRDXWDUFDWHPSDXWDGRDV VXDVIXQo}HVFRQWULEXLQGRSDUDGHVHQYROYHUHDÀUPDUR concelho que lidera.

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QUINTA-FEIRA

DE JUNHO DE 2013 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

Mary Fisher 0DU\)LVKHUSURIHUHQRSUy[LPRGLDSHODVKQR&HQWURGH&RQJUHVVRVGRV+8&&+8&XPDFRQIHUrQFLDVREUHR9,+6LGD8WLOL]DQGRVH FRPRXPH[HPSORYLYRXPDPXOKHUEUDQFDGHDQRVSURYHQLHQWHGHXPD IDPtOLDULFDHPmHGHGRLVĂ€OKRV0DU\)LVKHUGiDFDUDSHOR9,+VHQVLELOL]DQGR a opiniĂŁo pĂşblica para esta doença crĂłnica. ApĂłs a conferĂŞncia, Mary visita as instalaçþes da CĂĄritas Diocesana de Coimbra (CAT Farol). Autora, artista e activista, Mary passou os Ăşltimos 20 anos compartilhando as mensagenschave: o VIH/sida nĂŁo discrimina e qualquer pessoa pode contrair a doença; RVDIHFWDGRVVmRKXPDQRVHPHUHFHPFRPSDL[mR$SDOHVWUDQWHWHPYLDMDGR RPXQGRFRPRH[HPEDL[DGRUDGR3URJUDPD&RQMXQWRGD218SDUDR 9,+6LGDHLUiSDUWLOKDUDKLVWyULDGDVXDYLGDHGDVXDMRUQDGDHP3RUWXJDO entre os dias 15 e 20 de junho. Mary jĂĄ levou as suas mensagens de coragem HFRPSDL[mRDFHQWHQDVGHPLOK}HVGHSHVVRDVWHQGRFRPHoDGRDVXDLQWHUYHQomRHPQD&RQYHQção Nacional Republicana – um discurso sobre o qual Norman Mailer escreveu: “quando Mary Fisher falou como um anjo naquela noite, o piso estava em lĂĄgrimas e possivelmente a nação tambĂŠmâ€?. Mais GHXPDGpFDGDGHSRLVTXDQGRRVDQDOLVWDVSROtWLFRVDPHULFDQRVIRUDPFRQYLGDGRVDFODVVLĂ€FDURV discursos mais importantes da AmĂŠrica do sĂŠculo XX, a intervenção de Mary Fisher, em Houston, foi consensualmente seleccionado. Francisco Manuel Lucas – “Uma outra visĂŁoâ€? ĂŠ o tĂ­tulo do livro que vai ser lançado, dia 21, pelas 21h00, no auditĂłrio do ConservatĂłrio de MĂşsica de Coimbra. A obra ĂŠ da autoria de Francisco Manuel Lucas, mĂŠdico especialista em Ortopedia nos Hospitais da Universidade de Coimbra, mestre em MeGLFLQD/HJDOQDWXUDOGH60DUWLQKRGH$QJXHLUD 0LUDQGDGR Douro) e que desde jovem se interessou por questĂľes da ĂĄrea de etnologia, linguĂ­stica e pesquisa de teatro popular MirandĂŞs. $SXEOLFRXROLYUR´$YDOLDomRGDV6HTXHODVHP'LUHLWR&LYLOÂľH tem vindo a ministrar aulas nos cursos do Dano no Instituto Nacional de Medicina Legal, em Portugal e no Brasil. O novo livro irĂĄ ser apresentado por Duarte Nuno Vieira (presidente do INML e CiĂŞncias Forenses), por Carlos GuinĂŠ (Procurador da RepĂşblica) e Lurdes Breda (escritora). No prefĂĄcio, Duarte Nuno Vieira escreve: “Todos os que trabalham no âmbito da peritagem mĂŠdico-legal de avaliação de danos corporais, contactam quase diariamente com pessoas que carregam com elas os traumas de uma vida afectada pelo drama e pelo infortĂşnio, por vezes atĂŠ com o cheiro da morte colado ao corpo. Ouvem as vozes das vĂ­timas e das suas famĂ­lias, quantas vezes feitas de gritos mudos de desespero e angustia, de dor e raiva. E esforçam-se diariamente por os ajudarem, por nĂŁo desistirem deste mundo que nos coubeâ€?.

gal, as suas novas instalaçþes. A cerimónia foi presidida pelo presidente da Câmara de Cantanhede, João Moura, e contou FRPXPGHVÀOHHWQRJUiÀFRSURWDJRQL]DGRSHOR*UXSR7tSLFR de Ançã. Quer Ricardo Rosa quer João Moura enfatizaram a sua satisfação pela inauguração da nova sede, instalada numa antiga escola primåria. João Vicente – O atleta João Vicente Ê o mais recente UHIRUoR GR 7RQGHOD SDUD D SUy[LPD WHPSRUDGD 2 GHIHVD esquerda assinou contrato atÊ Junho de 2014. Com 28 anos, João Vicente jogou na Êpoca transacta pelo Arouca. O jovem vai juntar-se aos colegas no dia 27, altura em que arrancam os testes mÊdicos do Tondela. A equipa inicia o estågio de prÊÊpoca a 1 de Julho, no Estådio Municipal de Tondela. EugÊnio Leite – O mÊdico oftalmologista e docente universitårio EugÊnio Leite vai ser o novo governador do distrito &6GR/LRQV&OXEHV$WUDQVPLVVmRGHIXQo}HVWHUiOXJDU a 22 de Junho, no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, pelas 11h30, numa cerimónia moderada por JosÊ Pedro Figueiredo, do Lions Clube de Coimbra.

Carlos Silva – A UGT vai participar na greve geral de 27 de Junho. Contudo, em vez de cair no discurso fĂĄcil HH[LJLUDGHPLVVmRGR*RYHUQRRPRYLPHQWRVLQGLFDO OLGHUDGRSRU&DUORV6LOYDYDLPDQLIHVWDUVHHPIUHQWHDR JoĂŁo Fernando Ramos – O livro “D. JoĂŁo I - O pai da MinistĂŠrio das Finanças e promover a distribuição de Ă?nclita Geraçãoâ€?, da autoria JoĂŁo Fernando Ramos, vai ser DOLPHQWRV D DVVRFLDo}HV GH VROLGDULHGDGH &DUORV 6LOYD JoĂŁo Pedro TrovĂŁo ²0HPEURGR6HFUHWDULDGRGDFRQ- apresentado, este sĂĄbado, Ă s 17h30, no auditĂłrio do Museu pretende, desta forma, combater a banalização da greve, chamar as pessoas para o protesto e, ao mesmo tempo, FHOKLDGH&RLPEUDGR36H9HUHDGRUQD&kPDUD0XQLFLSDO Municipal Professor Ă lvaro Viana de Lemos, na LousĂŁ. A DSRLDURVFLGDGmRVHPGLĂ€FXOGDGHV(LVXPERPH[HPSOR de Coimbra, JoĂŁo Pedro TrovĂŁo vai defender, amanhĂŁ, pelas obra serĂĄ apresentada por Fernanda Redondo, Helena Freitas 14h30, a tese de doutoramento. A cerimĂłnia vai decorrer na e JosĂŠ Manuel Portugal. GHSURWHVWRFRQWUDDVSROtWLFDVGR([HFXWLYR 6DODGRV&DSHORVGD5HLWRULDGD8QLYHUVLGDGHGH&RLPEUD$ tese intitula-se “Optimização e GestĂŁo de MĂşltiplas Fontes de JosĂŠ Pedro Égas ²1DWXUDOGH&DVDOGDV%UDQFDV 6RXUH  A D E S C E R Energia em VeĂ­culos ElĂŠctricosâ€? e foi orientada pelos profes- JosĂŠ Pedro Égas celebrou o seu centenĂĄrio aniversĂĄrio, na companhia da famĂ­lia e amigos. A cerimĂłnia contou ainda com MacĂĄrio Correia – O autarca algarvio perdeu o man- sores Humberto M. Jorge e Paulo G. Pereirinha. DSUHVHQoDGRSUHVLGHQWHGD&kPDUDGH6RXUH%RPEHLURV9Rdato da Câmara de Faro mas jĂĄ avisou que vai manter-se Jaime Soares – Um dos mais antigos autarcas do paĂ­s, OXQWiULRVGH6RXUHSDGUH-RVp&XQKDHRXWURVUHSUHVHQWDQWHV QRFDUJRPHVPRGHSRLVGDGHFLVmRGR6XSUHPR7ULEXQDO Administrativo, que lhe dĂĄ 10 dias para se pronunciar -DLPH6RDUHVIRLKRPHQDJHDGRQDVFRPHPRUDo}HVGR'LDGH do municĂ­pio. JosĂŠ Pedro Égas reside actualmente no Lar da sobre a matĂŠria. MacĂĄrio Correia foi condenado por 3RUWXJDOSHORPXQLFtSLRSRLDUHQVH1DFHULPyQLDRHGLODĂ€UPRX 6DQWD&DVDGD0LVHULFyUGLDGH6RXUH irregularidades em processos de licenciamento de obras TXHGXUDQWHRVSUy[LPRVDQRVRPXQLFtSLRGH9LOD1RYDGH Lucia Castello Branco e Vânia Baeta Andrade – A particulares, quando ainda presidia Ă  autarquia de Tavira. Poiares nĂŁo precisarĂĄ de mais infraestruturas para alĂŠm daquelas (LVXPPDXH[HPSORGRH[HUFtFLRGHFDUJRVS~EOLFRVTXH TXHH[LVWHPKRMHPHVPRTXHDSRSXODomRGXSOLTXH+i escritora e professora universitĂĄria brasileira Lucia Castello apenas contribui para a mĂĄ fama de polĂ­ticos e autarcas. anos no poder, o autarca orgulhar-se de ter contribuĂ­do para Branco estĂĄ a realizar uma residĂŞncia artĂ­stica na Casa da que o concelho tivesse registado, nas Ăşltimas dĂŠcadas, “nĂ­veis de Escrita, acompanhada de Vânia Baeta Andrade. Nesse âmbiLuĂ­s Vilar ²(P'H]HPEURGH/XtV9LODUH[ FUHVFLPHQWRH[WUDRUGLQiULRVÂľWUDQVIRUPDQGRRQXPPXQLFtSLR to, realizou-se ontem a sessĂŁo “Uma pesquisa em processo: vereador da Câmara de Coimbra e antigo lĂ­der concelhio de “grande qualidadeâ€?, muito diferente daquele que encontrou palavra em ponto de dicionĂĄrioâ€?, por Vânia Baeta Andrade. GR36IRLSXQLGRFRPWUrVDQRVHPHLRGHFDGHLD SHQD TXDQGRWRPRXSRVVHHPDOWXUDHPTXH3RLDUHVVHUHVX- Lucia Castello Branco ĂŠ autora de diversos livros de literatura suspensa); anteontem, foi condenado a quatro anos de mia a “22 casas Ă  volta da igrejaâ€?. Actualmente, defendeu Jaime e psicanĂĄlise, alĂŠm de romances, novelas e livros de literatura prisĂŁo (pena igualmente suspensa). Comum a ambas as 6RDUHVH[LVWHPLQIUDHVWUXWXUDVQDVPDLVGLYHUVDViUHDVFRPRD infanto-juvenil. É professora titular em Estudos LiterĂĄrios pela condenaçþes ĂŠ a presumĂ­vel autoria de crimes de corrup- educação, a cultura, o desporto, necessĂĄrias para “enfrentar as Faculdade de Letras da Universidade Federal de Munas Gerais, com pĂłs-doutoramento pela Universidade Nova de Lisboa, ção passiva, atinentes, respectivamente, Ă  construção do SUy[LPDVGpFDGDVFRPHVSHUDQoDÂľ pela Universidade da CalifĂłrnia e pela Universidade Federal SDUTXH GH HVWDFLRQDPHQWR GR Š%RWDDEDL[RÂŞ H DR FDVR Ricardo Rosa – A Junta de Freguesia de Ançã, liderada do Rio de Janeiro. Lucia Castello Branco ĂŠ ainda pesquisadora do antigo edifĂ­cio dos Correios na avenida de FernĂŁo de por Ricardo Rosa, inaugurou, na segunda-feira, Dia de Portu- GR&RQVHOKR1DFLRQDOGH3HVTXLVDQR%UDVLOGHVGH MagalhĂŁes. PUBLICIDADE

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FACTOS DA SEMANA

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Jantar solidĂĄrio com a AFSD na Fundação Beatriz Santos A Fundação Beatriz Santos realiza, amanhĂŁ (sexta-feira), nas instalaçþes da Domus Vitae, em LordemĂŁo, um jantar de solidariedade com a Associação de FamĂ­lias SolidĂĄrias com a 'HĂ€FLrQFLD $)6' (VWDDVVRFLDomRTXHHVWiDFRQVWUXLULQVWDlaçþes prĂłprias na freguesia de Castelo Viegas, pretende acolher QRODUSHVVRDVFRPGHĂ€FLrQFLDPHQWDODTXHVHMXQWDUmR utentes de um centro de actividades ocupacionais que tambĂŠm irĂĄ funcionar nas futuras instalaçþes. Para alĂŠm destes serviços, TXHVHUmRSURSRUFLRQDGRDSHVVRDVSRUWDGRUDVGHGHĂ€FLrQFLD a AFSD estudo processos de apoio aos respectivos familiares, criando uma situação de vida integradora que ajude a resolver os problemas de muitas famĂ­lias. Precedendo o jantar, serĂĄ apresentado um livro da autoria da presidente da AFSD, Maria Prazeres Quintas, com o tĂ­tulo “As asas de AfrĂ­sioâ€?. Caminhada pelo coração no Choupal A delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia tem abertas as inscriçþes para a caminhada “coração solidĂĄrioâ€? que se irĂĄ realizar, sĂĄbado (dia 15), com concentração Ă s 09h30, junto ao bar do Choupal, em Coimbra. Para se inscrever (cinco euros por pessoa) basta dirigir-se Ă  delegação Centro, na avenida de SĂĄ da Bandeira, n.Âş 52, 1.Âş andar, podendo ser obtidas mais informaçþes atravĂŠs do telefone 239 838598, do telemĂłvel 962 038 875, ou do correio electrĂłnico fpc-centro@netcabo. pt. “Vem e traz outro amigo tambĂŠm, para cultivar a saĂşde de amanhĂŁâ€? - eis o apelo da Fundação Portuguesa de Cardiologia. A caminhada decorrerĂĄ a partir das 10h00, realizando-se Ă s 13h00 o piquenique partilhado e, a partir das 15h00, jogos tradicionais. CIMPIN protege bombeiros A Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior Norte (CIMPIN) vai equipar metade dos bombeiros deste territĂłrio com equipamentos de protecção individual, que incluem fatos GHFRPEDWHDLQFrQGLRVĂ RUHVWDLV7UDWDVHGHXPSURMHFWR articulado entre a CIMPIN, os 14 municĂ­pios e a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), concretizado atravĂŠs de um concurso pĂşblico internacional para apresentação de propostas de aquisição de EPI’s, com prazo a decorrer atĂŠ 16 de Julho e um valor base de 346 325 euros. Desta forma, 659 bombeiros (50 por cento dos efectivos), de 18 corporaçþes, vĂŁo passar o utilizar os novos equipamentos de protecção Individual, que incluem capacetes, cogulas (capuzes de protecção), calças, dĂłlmens, luvas e botas, no total de 3 555 artigos. A regiĂŁo do Pinhal Interior Norte ĂŠ dominada por uma extensa mancha Ă RUHVWDO KHFWDUHV TXHUHSUHVHQWDFHUFDGHSRU cento do territĂłrio e que em 2012 registou uma ĂĄrea ardida de aproximadamente 7 500 hectares e 800 igniçþes. A CIMPIN abrange os concelho de AlvaiĂĄzere, AnsiĂŁo, Arganil, Castanheira de Pera, FigueirĂł dos Vinhos, GĂłis, LousĂŁ, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, PedrĂłgĂŁo Grande, Penela, TĂĄbua e Vila Nova de Poiares.

Montemor recebe melhores da Europa em canoagem De amanhĂŁ a domingo, mais de 700 atletas (entre os quais 20 campeĂľes olĂ­mpicos), em representação de 29 paĂ­ses, marcam presença nos Campeonatos Europeus de Canoagem em velocidade, no Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Velho. Fernando Pimenta e Emanuel Silva tĂŞm nos Europeus de canoagem GH0RQWHPRUR9HOKRRSULPHLURJUDQGHGHVDĂ€RDRHVWDWXWRGHYLFH campeĂľes olĂ­mpicos, na mais ampla selecção portuguesa de sempre, que inclui o K4 1 000 campeĂŁo da Europa em 2011. A dupla nacional assume o repto de voltar a honrar o paĂ­s, integrando um grupo em que se destacam igualmente as olĂ­mpicas Teresa Portela e Joana Vasconcelos (vĂŁo fazer K2 200 e 500), com a equipa feminina a estar privada das olĂ­mpicas Beatriz Gomes e Helena Rodrigues, que, em breve, vĂŁo ser mĂŁes. A selecção escalada SHORVHOHFFLRQDGRU5\V]DUG+RSSHHVWiFODUDPHQWHSRODUL]DGDFRPRJUXSRKDELWXDOPHQWHLQWHUQDFLRQDODOXWDUSHODVĂ€QDLV e pĂłdios, enquanto os restantes elementos, vĂĄrios no primeiro ano de sĂŠnior, vĂŁo ter a primeira experiĂŞncia internacional a este nĂ­vel. “Acima de tudo, estes Europeus sĂŁo importantes para a canoagem mostrar todo o seu potencial, dar a conhecer a equipa, os jovens promissores, o Centro de Alto Rendimento, mas, tambĂŠm, para provar que somos capazes de organizar provas ao mais alto nĂ­vel, jĂĄ que esta tem uma exigĂŞncia quase olĂ­mpicaâ€?, refere MĂĄrio Santos, presidente federativo.

VHUYDVFHGLGDVSHODHPSUHVD&RÀVDHTXHQDV~OWLPDVVHPDQDV IRUDPWHVWDGDVSRUFKHIHVGHFR]LQKDGD(VFROD3URÀVVLRQDOHGR restaurante Caçarola Dois, com o objectivo de incentivar todos os restaurantes a apostar neste produto, deixando à criatividade de todos essa possibilidade de enriquecimento e valorização da JDVWURQRPLDÀJXHLUHQVH

Botânico quer baptizar mascote O Jardim Botânico da Universidade de Coimbra apresentou a nova mascote infantil no Dia Mundial do Ambiente e todos sĂŁo convidados a participar na escolha do nome na pĂĄgina do Facebook da institutição. A mascote ĂŠ um menino, usa calças de jardineiro e tem um cabelo de folhas verdes, e irĂĄ acompanhar WRGDVDVDFWLYLGDGHVDPELHQWDLVFLHQWtĂ€FDVHHGXFDFLRQDLVGHVWLnadas ao pĂşblico infantil, bem como os produtos - jogos, livros, PDWHULDLVJUiĂ€FRVHWFTXHVHUmRDSUHVHQWDGRVIXWXUDPHQWH associados Ă  faixa etĂĄria mais jovem. “JĂşlioâ€?, “Domenicoâ€? ou ´(VWXĂ€PÂľVmRRVQRPHVDYDQoDGRVSHOR-DUGLP%RWkQLFRFRP os dois primeiros associados Ă  histĂłria do Jardim (Domenico Vandelli foi o primeiro director do JBUC, entre 1772 e 1811, e JĂşlio Henriques tambĂŠm director entre 1873 e 1917). O nome ´(VWXĂ€PÂľVXUJHDVVRFLDGRDRVORFDLVGHSODQWDomRSDUDLQYHVWLJDomRFLHQWtĂ€FDH[LVWHQWHVQR-DUGLP Encontro pela fĂŠ no Dolce Vita Um encontro pela fĂŠ estĂĄ a decorrer, hoje e amanhĂŁ, no centro comercial Dolce Vita Coimbra, com conferĂŞncias, exposiçþes e muita animação. A iniciativa surgiu de um grupo de leigos catĂłlicos de Lisboa, que, atravĂŠs de uma exposição, pretendeu ajudar a redescobrir a fĂŠ e o seu sentido, para alĂŠm de todos os preconceitos que a ela estĂŁo associados. Esta iniciativa ĂŠ agora trazida para Coimbra e quer “ajudar a superar o preconceito de que a fĂŠ e a razĂŁo sĂŁo duas realidades em oposição, para as descobrir como as duas asas que conduzem o homem Ă  verdadeâ€?. O encontro iniciou-se, ontem, com a presença do bispo de Coimbra, VirgĂ­lio Antunes, com o “meetingâ€? a realizar-se durante a tarde e a noite.

FalcĂľes “invademâ€?Mata do Buçaco Na Mata Nacional do Buçaco vai ser possĂ­vel aprender a arte da falcoaria em aulas prĂĄticas e didĂĄcticas, onde serĂĄ desCiclistas no Baixo Mondego coberto o mundo das aves de rapina e a sua importância. Sob A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Calvete a orientação de responsĂĄveis da ArtFalco, escolas e pĂşblico em geral vĂŁo poder perceber as tarefas diĂĄrias da falcoaria - interagir, Naval 1.Âş de Maio fora da II Liga vai realizar no prĂłximo dia 23 uma das provas pontuĂĄveis para $1DYDOžGH0DLRĂ€FRXLPSHGLGDGHSDUWLFLSDUQD,,/LJD manejar, treinar e alimentar as aves. As actividades para escoRGHVDĂ€R$%,027$XPDFRPSHWLomRLQpGLWDUHDOL]DGDSHOD primeira vez em Portugal e que integra quatro vertentes do des- de futebol, abrindo uma vaga para o Sporting da CovilhĂŁ, depois las, intituladas “Encontros na Naturezaâ€?, realizam-se amanhĂŁ porto de ciclismo Ă  procura de eleger o ciclista mais completo. de a Liga de Clubes nĂŁo ter recebido a inscrição do emblema (sexta-feira), Ă s 10h00 e Ă s 14h00, com um custo de dois euros Os campos de arroz do Baixo Mondego, em redor da zona da da Figueira da Foz. A ComissĂŁo Executiva da Liga Portuguesa por aluno. No sĂĄbado (dia 15), a Fundação Mata do Buçaco e a Amieira, no concelho de Soure, reĂşnem todos os ingredientes GH)XWHERO3URĂ€VVLRQDO /3)3 GHOLEHURX´GDUSRUYHULĂ€FDGD ArtFalco organizam um workshop destinado ao pĂşblico, com para dar cor ao cenĂĄrio de uma empolgante prova de ciclismo a nĂŁo apresentação pela Naval - Futebol, SAD, de candidatura quatro sessĂľes, sendo que o mĂ­nimo de inscriçþes ĂŠ de seis parde Cross-Country OlĂ­mpico, cujo percurso terĂĄ aproximada- para participação na ĂŠpoca 2013/14, no campeonato da II ticipantes e o mĂĄximo de 14 inscritos, por cada sessĂŁo, custando mente quatro quilĂłmetros de extensĂŁo, com partida e chegada Ligaâ€? e, “consequentemente, nos termos do artigo 100.Âş, n.Âş 4, 40 euros por pessoa. As informaçþes podem ser obtidas atravĂŠs nas Termas da Amieira. O Cross-Country OlĂ­mpico (XCO) ĂŠ do Regulamento de Competiçþes, convidar o Sporting Clube do telefone 231 937 000. uma prova disputada em circuito fechado, tem geralmente entre da CovilhĂŁ a apresentar a sua candidatura para preencher a vaga Concurso para inovar o tradicional quatro a seis quilĂłmetros e ĂŠ um percurso bastante tĂŠcnico, com aberta nessa competiçãoâ€?. A Naval 1.Âş de Maio terminou a II EstĂĄ em curso, atĂŠ 15 de Julho, o perĂ­odo de candidaturas subidas e descidas com forte inclinação, pedras e raĂ­zes, que Liga na 17.ÂŞ posição, com 45 pontos, enquanto o Sporting da para o concurso “Coimbra - inovar o tradicional no centro &RYLOKmIRLžHDQWHSHQ~OWLPRFODVVLĂ€FDGRFRP requerem grande capacidade tĂŠcnica e fĂ­sica. histĂłricoâ€?, uma iniciativa que se destina a estudantes ou recĂŠmSardinha com festival na Figueira LousĂŁ: Piscina do Parque de Carlos Reis abre ao licenciados de qualquer instituição de Ensino Superior da cidade, O Complexo MolinolĂłgico dos Moinhos da Gândara pĂşblico no prĂłximo sĂĄbado com a ideia vencedora a receber um prĂŠmio monetĂĄrio de 5 acolheu a apresentação do Festival da Sardinha e da Cavala, que A piscina do Parque de Carlos Reis, na vila da LousĂŁ, abrirĂĄ 000 euros. As ideias de negĂłcio para funcionar na “Altaâ€? ou na decorre atĂŠ 30 de Junho em 19 restaurantes da Figueira da Foz: ao pĂşblico no prĂłximo sĂĄbado. Este equipamento de lazer, “Baixaâ€? de Coimbra podem ser apresentas atravĂŠs do sĂ­tio na Casa das Enguias “O Grazinaâ€?, Adega da Quinta, MarĂŠgrafo, composto por uma piscina, zona relvada, balneĂĄrios e espaços Internet www.itchcoimbra.com. Este concurso de ideias, integraCasa Marquinhas, Caçarola Dois, AquĂĄrio, Caçarola Um, Lota de apoio, funciona apenas no perĂ­odo de VerĂŁo. Aberta de do no projecto INOV.C, pretende estimular a criação de novas Nova, A Cantarinha, Lisfoz, Teimoso, Tapas Bar, Plataforma, segunda-feira a domingo, entre as 10h00 e as 13h00 e das 15h00 empresas, ou apoiar o desenvolvimento de novos produtos e Quinta das Rolas, Casa Mota, Vai d´Arrinca, New Burgue, Ă s 20h00, a piscina do Parque de Carlos Reis “apresenta-se como serviços com viabilidade de implementação e sucesso no centro Carrossel, Boca Cheia. A iniciativa ĂŠ da associação “Figueira um espaço de eleição para os milhares de munĂ­cipes e visitantes histĂłrico de Coimbra. O INOV.C tem um outro concurso de com sabor a marâ€?, que escolheu a sessĂŁo de apresentação para TXHSDVVDPDVVXDVIpULDVQD/RXVmÂľDĂ€UPDD&kPDUD0XQLFLSDO ideias em aberto, o “UC - Start-up Quiosqueâ€?, tambĂŠm com divulgar um conjunto de entradas confeccionadas com con- em comunicado. prazo atĂŠ 15 de Julho.


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DE JUNHO DE 2013 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

-XOJDPHQWRGHSURYLGrQFLDFDXWHODUHVWHYHSUHYLVWRSDUDRQWHP

Amaro da Luz e FBB chegaram a acordo R.A.

-RmR $PDUR GD /X] que quis voltar a ter asVHQWR QR &RQVHOKR GH $GPLQLVWUDomR GD )XQGDomR GH %LVVD\D %DUUHWR H cumprir mais dois anos de PDQGDWRHDSUHVLGHQWHGD LQVWLWXLomR3DWUtFLD1DPRUDGR 9LHJDV 1DVFLPHQWR FKHJDUDPDDFRUGRRQWHP  DQWHVGRLQtFLRGDDXGLrQFLD GH MXOJDPHQWR GH XPD SURYLGrQFLD FDXWHODU DSXURXR´&DPSHmRµ

&RPRSHGLGRGHSURYLGrQFLDFDXWHODUQRWLFLDGR SHORQRVVR-RUQDOHPPHDGRVGH-DQHLURRDGYRJDGR DVSLUDYD D TXH R 7ULEXQDO GHFUHWDVVHRUHJUHVVRGHOH D PHPEUR GR &RQVHOKR GH $GPLQLVWUDomR &$  GD )XQGDomR GH %LVVD\D %DUUHWR )%% FXMDSUHVLGHQWH 3DWUtFLD 1DPRUDGR 9LHJDV 1DVFLPHQWR LPSXWDYD DR DGYRJDGR XP projecto de poder pessoal. 2 H[JHVWRU DSHDGR KiPHLRDQRSHGLXj9DUD

0LVWDGH&RLPEUDTXHGHFUHWDVVH XPD SURYLGrQFLD cautelar no sentido de ele cumprir mais dois anos GH PDQGDWR $ )XQGDomR UHDJLX DOHJDQGR TXH o eventual deferimento da pretensão do jurista LULDSUHMXGLFDUDJHVWmRGD LQVWLWXLomR FXMR &$ IRL recomposto. 6HJXQGR R &yGLJR GH 3URFHVVR&LYLOKiOXJDUD indeferimento de um pediGRGHSURYLGrQFLDFDXWHODU quando o prejuízo dela

resultante para a requerida QHVWHFDVRD)%% H[FHGD consideravelmente o dano que com ela o requerente pretende evitar. $V GLYHUJrQFLDV HQtre Patrícia Nascimento e Amaro da Luz tiveram SRU EDVH D HYHQWXDO QHFHVVLGDGHGHjOX]GD/HL Qž  SURFHGHU D uma revisão estatutária na instituição. Defensor da limitação GR Q~PHUR GH PDQGDWRV GR D  SUHVLGHQWH GD )XQ-

GDomR TXDWURFRUUHVSRQGHQWHVDDQRV RMXULVWD considerou ter sido vítima de delito de opinião. Na perspectiva do exJHVWRUDSUHVLGHQWHFDUHFLD GH FRPSHWrQFLD SDUD R destituir; ponto de vista GLIHUHQWHpRGRDGYRJDGR /XtV /RXUHLUR TXH UHSUHVHQWDD)%% Gustavo Namorado de &DUYDOKR H ,YR 3LPHQWHO 5LEHLUR VmR RV QRYRV YRJDLVGR&$GDLQVWLWXLomR WHQGR VXEVWLWXtGR &DUORV

3iVFRD H -RmR $PDUR GD Luz. Liderado por Patrícia 1DPRUDGR R &RQVHOKR WHP DLQGD FRPR YRJDLV António Meliço Silvestre H[SUHVLGHQWHGRVDQWLJRV Hospitais da Universidade GH &RLPEUD  H +HOHQD Goulão. Meliço Silvestre WHPDVVHQWRQR&$GHVGH  H +HOHQD *RXOmR p JHVWRUDKiFLQFRDQRV $PDURGD/X]HUDJHVWRU GD )XQGDomR GHVGH 

Carvalheiro Dias é o sucessor de Valentim Marques

3LQJR'RFHVRIUHEDL[DHP&RLPEUD

*UiÀFDGH&RLPEUDDFFLRQD3(5 fazendo o gerente uso de outro “chapéu”

3-LQYHVWLJDLQFrQGLRHP loja do largo do Arnado

Um Processo Especial de Revitalização (PER) da *UiÀFDGH&RLPEUD *)  SHUWHQFHQWH j 'LRFHVH PHUHFH R DYDO GR &ROpJLR GH 6 7HRWyQLR &67  QD TXDOLGDGHGHFUHGRUWHQGR DPEDV DV HQWLGDGHV FRPR administrador o padre MaQXHO&DUYDOKHLUR'LDVDSXURXR´&DPSHmRµ 3DUD YLDELOL]DomR GR 3(5pLQGLVSHQViYHODDGHVmRGHSHORPHQRVXPGRV credores. A tentativa de recupeUDomRGD*)pSUHFRQL]DGD SRU &DUYDOKHLUR 'LDV HQTXDQWRJHUHQWHPDVDSHVDU GHRSDGUHWDPEpPSUHVLGLU à sociedade proprietária GR&67HOHQmRVXEVFUHYH um documento por esta emitido. &DUYDOKHLUR'LDVVXFHGHXKiPHVHVDRSDGUH Valentim Marques. Uma declaração da enWLGDGHGHWHQWRUDGR&ROpJLR pDVVLQDGDSRU0DQXHO$QWyQLR)HUUmR H-RmR 3DXOR )HUQDQGHVYLFHSUHVLGHQWH H YRJDO UHVSHFWLYDPHQWH GR &RQVHOKR GH $GPLQLVtração daquela sociedade anónima. $*)GHYHSHUWRGH 000 euros à Sociedade de (QVLQR&XOWXUDH(GXFDomR &ULVWm QXP XQLYHUVR GH duas dezenas de credores (entre eles nove instituições EDQFiULDV  3DUD GHVHPSHQKR GD função de administrado MXGLFLDOSURYLVyULRQRkPELWR GR SURFHVVR SRU TXH HQYHUHGRX D *UiILFD R &ROpJLRVXJHULXXPMXULVWD de Anadia. 6HPGtYLGDVj6HJXUDQ-

ça Social e à Administração )LVFDOD*)VXVSHQGHXRV FRQWUDWRV GH  WUDEDOKDGRUHVHWHPHPODERUDomR FHUFDGH Um legado com quase meio século

Interpelado pelo nosso -RUQDO&DUYDOKHLUR'LDVGLVVHTXHDLQLFLDWLYDGD*UiÀFD GH&RLPEUDYLVD´PDQWrOD em funcionamento e tornáODYLiYHOµ “Tem sido esse o esforoRQmRREVWDQWHDVLWXDomR em que a empresa se encontrava quando assumimos a JHUrQFLDµGHFODURX A desvinculação de Valentim Marques da lideranoD GD *) QRWLFLDGD SHOR QRVVR-RUQDOQDVXD~OWLPD edição impressa de Março GHJHURXDOJXPPDO estar. 2 H[JHVWRU FRQFHLWXDGR QR PHLR HPSUHVDULDO esteve no centro das transformações por que passou D *UiÀFD GH &RLPEUD VRciedade de renome no seu VHJPHQWR PDV QHP WRGRV os investimentos terão tido o retorno esperado. $PLJRGRIDOHFLGRSRHWD0LJXHO7RUJD9DOHQWLP 0DUTXHV FRP FHUFD GH  DQRV GH LGDGH GLULJLX D Gráfica durante mais de TXDWURGpFDGDVWHQGRWUDEDOKDGRVREDDOoDGDGHYiULRV ELVSRV 2RXWURUDJHUHQWHWHYH HP$QGUp)UHLUHH0DQXHO *kQGDUDGRLVGRVSULQFLSDLV coadjutores. $OpPGRPpGLFR$GROIR 5RFKD TXHDGRSWRXRSVHXGyQLPROLWHUiULRGH0LJXHO

7RUJD FRQYLYHUDPEDVWDQWH FRPR3DGUH9DOHQWLPHP SDUWLFXODUQDFDoDRXWURPpGLFRMiIDOHFLGR-RVp%DUURV e o empresário e ex-ministro Manuel Dias Loureiro. &RPXPHVWLORGHYLGD SDXWDGR SHOD GLVFULomR R JHVWRUYLXPXLWRVGRVFOLHQtes da empresa tornaremVH VHXV DPLJRV DYXOWDQGR HQWUHV HVWHV DOpP GRV UHIHULGRVRVMXULVWDV-RDTXLP *RPHV &DQRWLOKR H -RmR &DOYmR GD 6LOYD R IDOHFLGR SROtWLFR)DXVWR&RUUHLD0DQXHO)RQVHFDHYiULRVGLJQLWiULRVGD,JUHMD&DWyOLFD 1RÀQDOGDGpFDGDGH >GRVpFXOR;;@D*)HQWmR localizada junto ao Hospital 0LOLWDU GH &RLPEUD HUD de relativamente pequena GLPHQVmR PDV PXLWR DFWLYD H 9DOHQWLP 0DUTXHV fez dela uma unidade económica muito produtiva. Havia entre ele e o pessoal uma relação de recíproca FRQVLGHUDomRHODERUDUFRP RJHVWRUHUDGHVHMRGHTXDOTXHUWUDEDOKDGRUJUiÀFR 'HIRUPDomRKXPDQLVWD PXLWR DFHQWXDGD DFKDYD TXH HGLWDU OLYURV GD ,JUHMD HFRODERUDUQDH[SDQVmRGD sua doutrina era uma forma SULYLOHJLDGDGHVHUYLUD'HXV Portador de uma lealGDGH TXH WRGRV RV DPLJRV DSUHFLDYDP QmR PXGRX GHDPLJRVQDVHTXrQFLDGD UHYROXomR GH  GH $EULO GH  H VRIUHX EDVWDQWH à medida que vários deles foram falecendo. 6HPSUH EHP LQIRUPDdo em termos de evolução JUiÀFDSRVVXtDHQRUPHFDpacidade de antecipar o fuWXURYLVLWRXLQ~PHUDVIHLUDV

LQWHUQDFLRQDLV GR VHFWRU R TXHOKHYDOHXID]HUDYXOWDGRV investimentos quando decidiu pela mudança de instalao}HVHGRWRXDHPSUHVDGR mais moderno equipamento JUiÀFRKDELOLWDQGRDDFRPpetir com qualquer outra do sector em termos de edição de livros. $PLJR GR VHX DPLJR IRLVHPSUHHWDPEpPXP DPDQWH GD OLEHUGDGH H GR relacionamento sadio entre as pessoas. 1RVWHPSRVGR35(& - Processo Revolucionário (P &XUVR   RV UHYROXFLRQiULRV GD DOWXUD apoiados pela ala esquerdisWDGR0)$VXVSHQGHUDPD SXEOLFDomRGRGLiULR´5HS~EOLFDµHDGLUHFomRHGLWRULDO GR -RUQDO FRPSRVWD SRU 5DXO5HJRH9LFWRU'LUHLWR com o apoio activo do PS SRULQWHUPpGLRVREUHWXGR GH 0iULR 6RDUHV 6DOJDGR =HQKDH-DLPH*DPD FULRX ´$ /XWDµ SDUD RQGH IRL transferida toda a Redacção OLGHUDGDSRU5HJRH'LUHLWR  6y TXH QHQKXPD HPSUHVD JUiÀFD SRUWXJXHVD VH GLVSRQLELOL]RX SDUD LPSULPLU R-RUQDOHIRLHQWmRTXHHP &RLPEUD)DXVWR&RUUHLDH /LQR 9LQKDO HVWDEHOHFHUDP contactos com o Padre VaOHQWLP TXH GH LPHGLDWR UHXQLXDVXDHTXLSDHQXP plenário que não demorou PDLV GH PHLD KRUD KRXYH a decisão de impressão de ´$/XWDµ O Padre Valentim e a *UiÀFDGH&RLPEUDGHUDP HQWmRD3RUWXJDOXPH[HPplo de civismo e de culto SHODOLEHUGDGHGHH[SUHVVmR e de edição.

$3ROtFLD-XGLFLiULDIRL FKDPDGD D LQWHLUDUVH GR LQFrQGLR TXH HFORGLX QD PDGUXJDGD GH ViEDGR QD ORMDGR3LQJR'RFHVLWDQD ´%DL[DµGH&RLPEUD DSXURXR´&DPSHmRµ Populares que acomSDQKDUDP R FRPEDWH jV FKDPDVDOXGLUDPDUXPRUHV GHTXHDRULJHPGRVLQLVWUR não podia deixar de ser LQYHVWLJDGD Interpelado pelo nosso -RUQDO VREUH R DVVXQWR $UPDQGR 6LOYD FKHIH GD &RPSDQKLD GH %RPEHLURV6DSDGRUHVGH&RLPEUD &%6  OLPLWRXVH D GL]HU TXH R IRJR GHIODJURX QD ]RQDGRWDOKR HQWUHDSHL[DULDHRHVSDoRGHFKDUFXtaria) e precisou que a oriJHPIRLGHRULJHPHOpFWULFD 2VLVWHPDGHVHJXUDQoD GD ORMD HVWDYD FRQFHELGR SDUD D GHWHFomR GDV FKDmas ser comunicada para

/LVERDHDSDUWLUGDFDSLWDO foi informada a pessoa HQFDUUHJDGDHP&RLPEUD GH DOHUWDU R  1~PHUR Nacional de Socorro). $ &%6 IRL FKDPDGD SHODVK 2HGLItFLRTXHDOEHUJDD VXSHUItFLH FRPHUFLDO DGMDFHQWHjUXDGD6RÀDVRIUHX danos de ordem estrutural DRQtYHOGRWHFWRSHORTXH DLQGDVHGHVFRQKHFHTXDQGRRFRUUHUiDUHDEHUWXUD 2 IRJR IRL FRPEDWLGR SHOD &RPSDQKLD GH %RPEHLURV 6DSDGRUHV GH &RLPEUD &%6  H SHODV DVVRFLDo}HV KXPDQLWiULDV GH9ROXQWiULRVGH&RLPEUD H%UDVIHPHVWHQGRDVWUrV FRUSRUDo}HVPRELOL]DGR KRPHQVHYLDWXUDV $UPDQGR 6LOYD FKHIH GD &%6 GLVVH DR ´&DPSHmRµTXHDVFKDPDVJHUDram elevada temperatura no interior do edifício. D.R.

A foto é elucidativa acerca do grau de destruição


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DE JUNHO DE 2013 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

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“Useiro e vezeiro� a apoquentar outras pessoas

Autarca da Tocha lamenta desfecho

Septuagenårio usufrui de suspensão de pena em condenação a cadeia

Construção de hotel deixada a meio

Francisco Nascimento Pereira, 74 anos de idade, acaba de ser condenado, pela Vara Mista de Coimbra, a quatro anos e meio de prisĂŁo, tendo havido lugar a suspensĂŁo da execução da pena em nome de uma oportunidade para mudar de conduta. O arguido estava acusado de autoria de uma dĂşzia de crimes, dois deles correspondentes a denĂşncia caluniosa de que foi vĂ­tima um cunhado, LuĂ­s Fonseca (casado com uma irmĂŁ do septuagenĂĄrio). “Useiro e vezeiroâ€? em matĂŠria de comportamentos que apoquentam outras pessoas, como assinalou a magistrada judicial Alexandra Silva, Nascimento Pereira usufruiu da compreensĂŁo dos juĂ­zes.

O presidente da Junta da Tocha, JĂşlio Oliveira, lamenta que tenha sido interrompida a obra de construção, na freguesia, daquela que seria a primeira unidade hoteleira de cinco estrelas, no distrito de Coimbra. “Qualquer obra que pare a meio ĂŠ uma tragĂŠdiaâ€?, admitiu o autarca, sublinhando que se trata de um projecto da autoria de Eduardo Souto de Moura, arquitecto distinguido com o prĂŠmio “Pritzkerâ€?, em 2011. A construção da unidade hoteleira, na praia da Tocha, permitiria a criação de 100 postos de trabalho. JĂşlio Oliveira tem a expectativa de que “tudo se resolva em breveâ€?, disse ao nosso Jornal. Contudo, a obra estĂĄ parada desde o ano passado. Anunciada em 2006, Crime de Montes Claros a construção do hotel de cinco estrelas foi iniciada, em 2011, contando com um apoio global de 3,70 milhĂľes de euros, no âmbito de uma candidatura procurador-geral adjunto do caso dos Correios. Baixo Vouga, onde tem ao Quadro de ReferĂŞne titular da ProcuradoriaPromovido a procu- coadjuvado JoĂŁo Marques cia EstratĂŠgica Nacional Geral Distrital. rador em 2010, Jorge Lei- Vidal no processo “Face (QREN). Anterior coordenador tĂŁo esteve na iminĂŞncia ocultaâ€? (de que o sucateiro Apesar de a primeido DIAP de Coimbra (car- de rumar ao cĂ­rculo de Manuel Godinho ĂŠ o prin- ra pedra ter sido lançada go em que lhe sucedeu Anadia, mas acabou por cipal arguido). por CecĂ­lia Meireles, entĂŁo outro procurador-geral ad- permanecer no DIAP B Embora o Correio da secretĂĄria de Estado do junto, VĂ­tor GuimarĂŁes), de Coimbra, que se ocupa 0DQKmWHQKDŠFUXFLĂ€FDGRÂŞ Turismo, e por Almeida Euclides Dâmaso dirigiu do exercĂ­cio da acção penal Maria JoĂŁo, a titularidade do Henriques, ex-secretĂĄrio a Directoria local da Po- respeitante Ă  criminalidade LQTXpULWRKDYLDVLGRFRQĂ€DlĂ­cia JudiciĂĄria entre 1989 PDLVVRĂ€VWLFDGDHFRPSOH- da Ă quela magistrada por se e 1998. xa investigada na regiĂŁo tratar de uma procuradora e O magistrado do MP Centro. Ă€ continuidade devido Ă  reconhecida comJorge LeitĂŁo tinha estado, daquele magistrado na rua plexidade do caso. Noutras nos Ăşltimos meses, a au- GD6RĂ€DQmRWHUiVLGRDOKHLD circunstâncias, a direcção xiliar outra procuradora, a necessidade da manuten- da investigação seria atriĂ‚ngela Bronze, no âmbito ção de Carlos Filipe Preces buĂ­da a um(a) procuradorda audiĂŞncia de julgamento Ferreira na comarca do adjunto(a).

Basta Francisco persistir em comportamentos incorrectos para “passar na cadeia o resto dos seus diasâ€?, acentuou a magistrada. “Veja se acorda, pois tem estado numa derivaâ€?, insistiu Alexandra Silva. Nascimento Pereira compareceu perante um colectivo de juĂ­zes para ser julgado por seis crimes de IDOVLĂ€FDomR GH GRFXPHQWR quatro de denĂşncia caluniosa e dois de extorsĂŁo (na forma tentada). Dois presumĂ­veis cĂşmplices do principal arguido foram absolvidos. Um advogado de Coimbra foi vĂ­tima de duas cartas alegadamente forjadas por Nascimento para lhe imputar comportamentos violadores de deveres deontolĂłgicos.

Por outro lado, uma mulher tambÊm foi alvo da ira do arguido por se ter escusado a depor como testemunha num processo em que Pereira era interveniente. A avaliar pela peça acusatória, para se vingar de Ana Maria, Pereira entendeu SUHVVLRQiODDÀPGHREULJi la a pagar-lhe 10 000 euros. O arguido negou, porÊm, ter assinado diversos documentos, constantes da acusação contra ele formulada, e indicou ser avesso a mentir. Não teve, contudo, explicação, perante a Vara Mista de Coimbra, para o facto de ser portador de uma declaração de dívida de que não Ê credor. Segundo Luís Fonseca, o cunhado terå forjado declaraçþes de dívidas a ponto

de, se houvesse lugar a cobrança, lhe proporcionarem cerca de 400 000 euros. Outra testemunha disse KDYHU FRQĂ€DGR GHPDVLDGDmente em Francisco Nascimento Pereira, descrito por JosĂŠ Alves Freire como “exĂ­PLRDIDOVLĂ€FDUDVVLQDWXUDVÂľ O advogado AntĂłnio Manuel Arnaut, representante de Fonseca, recorreu ao Tribunal CĂ­vel de Coimbra para deduzir oposição Ă  execução em perto de uma dezena de processos instaurados por Pereira. Durante uma busca Ă  residĂŞncia do arguido, foram apreendidas, por exemplo, duas declaraçþes GHFRQĂ€VVmRGHGtYLGDDWULbuĂ­da ao referido cunhado, aparentemente falsas, correspondendo ambas a 70 000 euros.

Procuradora Maria JoĂŁo Barata coadjuvada por Jorge LeitĂŁo A procuradora Maria JoĂŁo Barata nĂŁo deixou de intervir no inquĂŠrito do crime de Montes Claros, como indicou, sexta-feira (07), o Correio da ManhĂŁ, passou a ser coadjuvada pelo procurador Jorge LeitĂŁo, disse ao “CampeĂŁoâ€? o representante mĂĄximo do MinistĂŠrio PĂşblico (MP) na regiĂŁo Centro. “Houve um reforçoâ€? da direcção do inquĂŠrito, assegurada, nos termos da lei, pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra, assinala Euclides Dâmaso,

de Estado da Economia e do Desenvolvimento Regional, a empreitada foi interrompida, em 2012, quando o projecto jå havia recebido 1,20 milhþes de euros provenientes de fundos comunitårios. Com receio que a estrutura inacabada pudesse pôr em risco a segurança das crianças, moradores naquela zona exigiram a sua demolição, uma opinião partilhada pelo autarca da Tocha, Júlio Oliveira. A construção de um hotel de cinco estrelas na praia da Tocha corresponde a um projecto da empresa World Hotel Investimentos Hoteleiros, Lda, sediada em Paços de Ferreira. A empreitada estava a ser levada a cabo pela sociedade Soares da Costa, que abandonou a obra alegando falta de pagamento por parte do promotor. A World Hotel encontra-se, actualmente, num processo de insolvência, requerido por uma outra sociedade com sócios comuns a ambas. A deputada do PCP na Assembleia da República, Rita Rato, questionou o Governo sobre o facto de ter sido permitida a construção de uma unidade hoteleira de luxo na zona dunar da Reserva Ecológica Nacional.

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DĂ­vidas de 2,44 milhĂľes de euros

A sociedade gestora da FarmĂĄcia dos Olivais (Coimbra) acaba de recorrer Ă  figura do Processo Especial de Revitalização (PER), visando um plano de recuperação tendente a impedir a insolvĂŞncia da empresa. A lista de dĂ­vidas dos credores ĂŠ de cerca de 2,44 milhĂľes de euros, apurou o “CampeĂŁoâ€?.

Para gerir as obrigaçþes da sociedade, o Tribunal Cível de Coimbra nomeou um administrador judicial provisório. A empresa jå acordou com um dos credores negociaçþes conducentes à revitalização da devedora atravÊs de um plano de recuperação, essencial para a instauração do PER. Criado no Código de

Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), o Processo Especial de Revitalização apenas pode ser estabelecido caso, pelo menos, um dos credores entre em acordo. A sociedade gestora da Farmåcia dos Olivais iniciou actividade em Agosto de 2008 e, na altura, contraiu um emprÊstimo bancårio para assegurar

o pagamento das dívidas acumuladas. Apesar de nos primeiros dois anos ter aumentado a facturação, a conjuntura económica posterior a 2010 e as reduzidas margens de comercialização dos medicamentos foram as razþes apontadas pela sociedade para a actual situação financeira.

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Farmåcia dos Olivais recorre a plano de recuperação


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Câmara de Coimbra då contributo de 30 000 euros

Bombeiros Voluntårios avançam com o quartel Os Bombeiros Voluntårios de Coimbra estão mais próximos de poder mandar elaborar o estudo prÊvio e R SURMHFWR GH DUTXLWHFWXUD GRQRYRTXDUWHOLQGRUHFHEHUFRPHVVDÀQDOLGDGHXP montante de 30 000 euros da Câmara Municipal. No âmbito do protocolo de colaboração, assinado segunda-feira, em dia de feriado, as duas entidades vão cooperar para concretizarem uma candidatura a fundos europeus, no sentido da ampliação e remodelação das actuais instalaçþes da Associação Humanitåria dos Bombeiros Voluntårios de Coimbra (AHBVC), na ave-

nida de FernĂŁo de MagalhĂŁes, na “Baixaâ€? da cidade. A Câmara Municipal compromete-se a assumir, em sede de futura candidatura D IXQGRV GR SUy[LPR TXDdro comunitĂĄrio, um apoio aos Bombeiros VoluntĂĄrios de Coimbra, por conta da necessĂĄria contrapartida nacional, no montante de 125 000 euros, a concretizar DTXDQGR GD DSURYDomR GD referida candidatura, conforme conta do protocolo. O MunicĂ­pio apoiarĂĄ, tambĂŠm, a Associação HumanitĂĄria na realização dos projectos de especialidades necessĂĄrios ao licenciamento da operação urbanĂ­stica e isentando-os,

nos termos legais e regulamentares, das respectivas taxas urbanĂ­sticas associadas Ă  ampliação e remoGHODomR GR DFWXDO TXDUWHO entre a “Baixaâ€? histĂłrica da cidade e o rio Mondego. 5HFRUGDQGRTXHDGHFLVmR da Câmara mereceu o apoio “unânimeâ€? do executivo municipal, o presidente da Direcção da AHBVC, -RmR 6LOYD VDOLHQWRX TXH os Bombeiros VoluntĂĄrios de Coimbra “reivindicam XPQRYRTXDUWHOKiPDLVGH 30 anos, pois as instalaçþes GH TXH GLVS}HP DFWXDOPHQWHQmRVmRDGHTXDGDV suscitando imensas dificuldades, designadamente

de operacionalidade e de alojamento dos elementos da corporaçãoâ€?. “Este nĂŁo ĂŠ o passo deĂ€QLWLYRÂľQDRSLQLmRGH-RmR Silva, mas o protocolo de colaboração assinado com a Câmara Municipal de CoimEUD´WRUQDTXDVHLUUHYHUVtYHO o processo de ampliação e UHPRGHODomR GR TXDUWHOÂľ Para o presidente da Câmara, JoĂŁo Paulo Barbosa de Melo, DGHFLVmRGHPDQWHURTXDUWHO no actual espaço, em detrimento da mudança de local, FRPRFKHJRXDVHUHTXDFLRnado em diversos momentos, ĂŠ “a solução mais inteligente, mantendo a protecção civil no sĂ­tio certoâ€?.

João Paulo Barbosa de Melo e João Silva assinaram o acordo de cooperação

5HFRUGHVH TXH QD FHrimĂłnia comemorativa dos 124 anos dos Bombeiros VoluntĂĄrios de Coimbra, a 07 de Abril, o autarca assumiu SXEOLFDPHQWHTXHVHULDGHVWD YH]TXHD&kPDUDGH&RLP-

bra chamaria a si a responsabilidade de avançar com D UHPRGHODomR GR TXDUWHO DWUDYpV GH DSRLR ÀQDQFHLUR e tÊcnico para a obra, assim como a candidatura a fundos comunitårios.

Acordo para a inovação e biotecnologia

Biocant atrai empresas tecnológicas do Brasil Vai ficar instalado no Biocant, em Cantanhede, o Centro Luso-Brasileiro de Inovação e Biotecnologia, resultado de um acordo as-

sinado, segunda feira, entre o primeiro ministro portuguĂŞs, Pedro Passos Coelho, e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Este centro luso-brasileiro dedicado à biotecnologia vai ser apresentado a 27 e 28 de Junho, durante um enconWURFLHQWtÀFRTXHYDLGHFRUUHU

ABC

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QR SDUTXH WHFQROyJLFR GH Cantanhede. Para alĂŠm do ministro brasileiro da CiĂŞncia, estarĂŁo SUHVHQWHV FHUFD GH TXDWUR dezenas de representantes de universidades, de centros de investigação e de empresas brasileiras das ĂĄreas da biotecnologia ligadas Ă  saĂşde, Ă  agricultura, ao ambiente e Ă  indĂşstria. Dilma Rousseff acentuou a cooperação entre o MinistĂŠrio da CiĂŞncia, Tecnologia e Inovação do Brasil e o Biocant como “um exemplo concreto de um eixo prioritĂĄrio nas relaçþes entre os dois paĂ­sesâ€?. O acordo de cooperação foi assinado na presença do ministro da Educação do Brasil, Aloizio Mercadante, e do ministro da Educação e CiĂŞncia de Portugal, Nuno Crato. O objectivo do Centro Luso-Brasileiro de Inovação e Biotecnologia pretende

apoiar a instalação, no Biocant Park, de empresas de capital e WHFQRORJLDEUDVLOHLUDTXHSUHtendam operar no mercado europeu. AlĂŠm de contribuir para dinamizar a transferĂŞncia de biotecnologia entre os dois paĂ­ses, esta cooperação prevĂŞ uma maior harmonia entre projectos comuns de SHVTXLVD H D HODERUDomR GH um programa internacional de formação avançada nesta ĂĄrea, em conjunto com as universidades de Coimbra H$YHLURTXHSDUWLFLSDPQR Biocant. JoĂŁo Moura, presidente da Câmara Municipal de &DQWDQKHGH HQWHQGH TXH R acordo agora celebrado “vem FULDUXPTXDGURLQVWLWXFLRQDO muito favorĂĄvel ao objectivo de tornar o Biocant Park na plataforma de entrada em Portugal das empresas e centros de investigação brasileiros do sectorâ€?. “Tendo em conta a di-

mensão da indústria brasileira QHVWD iUHD TXH p XPD GDV mais fortes a nível mundial, facilmente se percebem os EHQHItFLRV TXH R 3DUTXH GH Biotecnologia de Portugal pode retirar da cooperação prevista no memorando de HQWHQGLPHQWR TXHU QR TXH diz respeito à evolução da investigação, inovação e transferência de tecnologia em bioWHFQRORJLDTXHUGRSRQWRGH vista económico�, acrescenta o autarca cantanhedense. -RmR0RXUDUHFRUGDTXH este Ê o corolårio de um proFHVVRTXHFRPHoRXKiDOJXQV DQRVDWUiVQXPHQFRQWURTXH teve com o actual ministro da Educação brasileiro, Aloizio Mercadante – na altura em TXHHVWHHUDOtGHUGR3DUWLGR Trabalhista no Senado Federal – a propósito da homenagem deste órgão de soberania ao capitão Pedro Teixeira, assinalando os 370 anos da expedição dirigida pelo conTXLVWDGRUGD$PD]yQLD

Parque tecnolĂłgico de Cantanhede suscitou o interesse do governo e dos empresĂĄrios brasileiros


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Revitalização com a adesão dos comerciantes

Recorde do mundo na “Baixa” de Coimbra

Marchas populares regressam à “Baixa” de Coimbra

“Cupcake” gigante foi muito solidário

G. B.

Doze marchas vão desÀODUQD´%DL[DµGH&RLPEUDDGH-XQKRQXPD LQLFLDWLYDTXHDSURYHLWDQGR DV IHVWDV GRV VDQWRV SRSXODUHVSUHWHQGHUHYLWDOL]DUHVWHHVSDoRGDFLGDGH $LQLFLDWLYDFRQWDFRP DDGHVmRGRFRPpUFLRWUDGLFLRQDO H p RUJDQL]DGD SHOD $JrQFLD GH 3URPRomR GD %DL[D GH &RLPEUD $3%&  SHOR TXDUWR DQR FRQVHFXWLYR $SyVSHUFRUUHUHPWUrV LWLQHUiULRV GLVWLQWRV SRU HQWUH UXDV H FDVDULR FRP DSUHVHQWDo}HV QD UXD GD 6RÀD ODUJR GD 3RUWDJHP H SUDoD GR &RPpUFLR DV PDUFKDVSDUWLFLSDQWHVVmR DYDOLDGDVSHORM~ULQDSUDoD GHGH0DLR $PL]DGHGH9LOD1RYD GH$QoRV$UWHVGH3DOFR GH 9LOD 1RYD GH $QoRV

Santos populares servem de mota a mais uma iniciativa da Agência de Promoção da “Baixa”

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Final de iniciativa dedicada à segurança rodoviária disputada em Coimbra

Equipa de Oliveira do Hospital YHQFHGHVDÀRQDFLRQDO $ HTXLSD GD (VFROD 6HFXQGiULD GH 2OLYHLUD GR +RVSLWDO YHQFHX R ´%3 6HJXUDQoD DR 6HJXQGRµ XP GHVDILR TXH UHXQLXPDLVGHSDUWLFLSDQWHVGHHVFRODV VHFXQGiULDV GH WRGR R SDtVWHQGRHP&RLPEUD UHDOL]DGRVH QR SDVVDGR GLD  D LQLFLDWLYD ILQDO QR kPELWR GD VHJXUDQoD URGRYLiULD 3DUDRVÀQDOLVWDVGR ´%3 6HJXUDQoD DR 6HJXQGRµRWpUPLQRVIRLUHSOHWR GH DFWLYLGDGHV H HPRo}HV FRPDJUDYDomRGHXPVSRW SXEOLFLWiULRDSDUGDH[SHULrQFLDHPVLPXODGRUGHFDSRWDPHQWR TXH RV GHL[RX ´GH FDEHoDVSDUD R DUµ $ RSRUWXQLGDGHGHFRQKHFHU GHSHUWRRFDUURFRPTXH RSLORWRGHDOWDFRPSHWLomR 0LJXHO %DUERVD VH VDJURX

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Cada vez mais perto de si!


SAĂšDE

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Mira

Ministro da SaĂşde questionado

Rastreio do cancro da mama a decorrer

PCP alerta para falta de condiçþes em centro de saúde de Coimbra A deputada do PCP na Assembleia da República, Rita Rato, questionou o Governo sobre as condiçþes em que estå a funcionar o Centro de Saúde da avenida de Fernão de Magalhães, em Coimbra. Em requerimento dirigido ao ministro da Saúde, a parlamentar comunista sublinha que as instalaçþes daquela unidade de saúde se encontram degradadas e que o prÊdio de três andares não permite a circulação de macas HGLÀFXOWDRDFHVVRDSHVVRDV com mobilidade reduzida.

“A degradação fĂ­sica do espaço exige uma intervenção urgente ou a construção de raiz de um novo centro de saĂşdeâ€?, defende Rita Rato. Para alĂŠm de problemas no tecto do terceiro andar e das avarias no equipamento de ar condicionado, o PCP refere que hĂĄ falta de materiais e consumĂ­veis, uma situação que imputam aos cortes orçamentais e que “obriga muitos utentes a adquirir alguns materiais fundamentais para os seus tratamentosâ€?. “Esta situação ĂŠ ina-

ceitåvel e degrada profundamente os cuidados de saúde prestados, pelo que o PCP considera urgente o reforço dos meio materiais e humanos adequados ao Serviço Nacional de Saúde, EHP FRPR R ÀP GDV WD[DV moderadoras�, pode ler-se no requerimento submetido no Parlamento. Actualmente, o Centro de Saúde da Avenida Fernão Magalhães då resposta a cerca de 30 000 utentes, contando com uma equipa de 23 mÊdiFRVHFHUFDGHSURÀVVLRQDLV de saúde.

Contudo, alertam os comunistas, a unidade de Coimbra necessita de seis mÊdicos – para substituir aqueles que jå solicitaram a passagem à reforma – e mais três enfermeiros, para suprir as necessidades permanentes dos serviços. O PCP pretende que o Governo esclareça se tem conhecimento destas situaçþes e se entende haver necessidade para a construção de um novo centro de saúde, bem como o reforço de pessoal tendente à prestação de melhores cuidados aos utentes.

Jornadas na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra

e impacte�, que estå a ser desenvolvido pela Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (UICISA-E) da ESEnfC. Este estudo pretende caracterizar as experiências de dor em crianças com idades entre os oito e os 17 anos, doentes oncológicos, durante a sua hospitalização. Onde Ê que dói, com que intensidade e qual o impacto sobre o sono e a qualidade de vida são questþes para as quais se buscam respostas. O objectivo desta investigação Ê o de determinar a HÀFiFLDGHLQWHUYHQo}HVSDUD o controlo da dor na população pediåtrica.

Embora se circunscreva a crianças e instituiçþes portuguesas, esta investigação insere-se num estudo coordenado pela Universidade da Califórnia (Estados Unidos da AmÊrica) e realizado em colaboração com a Universidade de São Paulo (Brasil). A UICISA-E da ESEnfC conta, ainda, com a parceria do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e com o Departamento Pediåtrico do Centro Hospitalar e Universitårio de Coimbra. Na Europa, estima-se

que surjam, por ano, 14 novos casos de cancro em cada 100 000 crianças com menos de 19 anos. “Ao contrĂĄrio do que acontece nos adultos, mais de trĂŞs quartos destas crianças sobrevivem, o que leYDQWDQRYRVGHVDĂ€RVjSUHvenção da dor crĂłnica e Ă  qualidade de vida deste grupo vulnerĂĄvelâ€?, concluem os investigadores. “Durante a hospitalização por doença, a dor ĂŠ o sintoma com maior prevalĂŞncia, em resultado do tratamento ou da prĂłpria doençaâ€?, sublinha a equipa coordenada pelo professor LuĂ­s Manuel da Cunha Batalha.

Especialistas reĂşnem-se em Portugal

Doenças digestivas afectam 30 por cento dos portugueses

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tambĂŠm, entre os jovens. “O estilo de vida ocidental ĂŠ, provavelmente, um dos grandes responsĂĄveis por esta prevalĂŞnciaâ€?, admite Hermano Gouveia, gastroenterologista do Centro Hospitalar e UniversitĂĄrio de Coimbra

CAMPOS COROA

CLĂ?NICA OFTALMOLĂ“GICA, LDA Dr. JosĂŠ Emilio Campos Coroa Dr.ÂŞ M.ÂŞ Helena Campos Coroa

(CHUC) e coordenador da comissĂŁo organizadora da “Semana Digestivaâ€?. O diagnĂłstico e o tratamento das doenças do foro digestivo, que afectam trĂŞs em cada 10 portugueses, sĂŁo o tema de um congresso que

estĂĄ a decorrer, desde ontem, em Vilamoura. O encontro conta com a presença de mais de 800 especialistas, nacionais e estrangeiros, que se reĂşnem SDUDDERUGDURVGHVDĂ€RVGD gastrenterologia, concretamente ao nĂ­vel do diagnĂłstico e do tratamento de doenças. Este congresso decorre no âmbito da “Semana Digestiva 2013â€?. Afirmandose como o maior evento cientĂ­fico da especialidade, propĂľe-se reunir, no mesmo HVSDoRPpGLFRVSURĂ€VVLRQDLV de saĂşde e doentes.

que a melhor resposta Ê o rastreio�, sublinha o Núcleo Regional da LPCC, lembrando que se trata de um exame exame råpido e gratuito, que pode salvar vidas. As mulheres com inscrição actualizada no Centro de Saúde recebem uma carta com a indicação da data e hora de realização do exame. Contudo, para marcaçþes ou informaçþes adicionais, deve contactarse o Centro de Coordenação do Rastreio, atravÊs do telefone 239 487 495 ou pelo endereço electrónico rcmama.nrc@ligacontracancro.pt.

Caminhadas pela natureza ajudam o coração A Delegação do Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) promove, såbado, uma caminhada no Choupal, em Coimbra, com o objectivo de angariar verbas para a instituição. A participação nesta iniciativa tem o preço de cinco euros por pessoa e as inscriçþes podem ser feitas para o telefone 239 858 598. Os campos de arrozais, na zona de Maiorca (Figueira da Foz), são o destino de uma acção semelhante, levada a cabo pelo Núcleo Concelhio de Cantanhede da FPC, a 23 de Junho. Trata-se de duas iniciativas que pretendem sensibilizar as pessoas para a promoção da saúde e, simultaneamente, contribuir

para modificar estilos de vida associados ao risco das doenças cardiovasculares. O percurso sugerido, em Maiorca, com 12 quilómetros de extensão, começa e termina no Terreiro do Paço, podendo ser concluído em quatro horas. AlÊm do baixo grau de diÀFXOGDGH HVWD FDPLQKDGD permite atravessar åreas de grande beleza paisagística, designadamente, os campos de arroz e pontos históricos relevantes. Durante a tarde, estå prevista uma visita cultural a Maiorca. Mais informaçþes podem ser obtidas atravÊs do endereço clubecoracao@ gmail.com ou pelos telefones 964 219 644 ou 966 613 118.

Coimbra

AIBILI organiza simpósio Champalimaud O terceiro simpósio anual Champalimaud realiza-se, em Coimbra, a 27 de Junho. Organizado pela Associação para Investigação BiomÊdica e Inovação em Luz e Imagem (AIBILI), com o apoio da Fundação Champalimaud, esta iniciativa reunirå as três

instituiçþes reconhecidas pela Fundação Champalimaud como C-TRACERs (Champalimaud Translational Centre for Eye Research), respectivamente, o L. V. Prasad Eye Institute da �ndia, a AIBILI de Portugal e o Instituto Paulista de Estudos e Pesquisas em Oftalmologia do Brasil.

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ConsultĂłrios:COIMBRA - Largo da Portagem, 27 - 2.Âş - Telef.: 239 821 403 FIGUEIRA DA FOZ - Praceta D. Maria Madalena Azevedo PerdigĂŁo, n.Âş 30 Telef.: 233 423 541 | ARGANIL - Rua Dr. Veiga SimĂľes, Telem.: 935 106 927 TĂ BUA - Av. da Ribeira, Edf. Ă“mega 1, 1.Âş C - Telem.: 934 224 930 COJA - Rua Dr. Albino Figueiredo, Telem.: 935 106 928 GĂ“IS - Rua Comendador Augusto LuĂ­s Rodrigues Telem.: 934 225 140 PAMPILHOSA DA SERRA - Rua Rangel Lima Telem.: 935 106 935

ONDINA JARDIM MÉDICA ESPECIALISTA

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A incidência das doenças relacionadas com as funçþes gastro-intestinais tem aumentado consideravelmente, nos últimos anos. Apesar de a faixa etåria mais afectada se encontrar acima dos 50 anos, a incidência estå a subir,

Destinado a mulheres com idades entre os 45 e os 69 anos, estĂĄ a decorrer no concelho de Mira um rastreio do cancro da PDPDDWpDRĂ€QDOGRPrV de Junho. A acção, promovida pelo NĂşcleo Regional do Centro Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), decorre junto ao Centro de SaĂşde local, atravĂŠs da uniGDGHPyYHOGHPDPRJUDĂ€D digital, em funcionamento de segunda a quinta-feira (09h00 Ă s 18h30) e Ă  sextafeira (09h00 Ă s 12h30 e das 14h00 Ă s 17h00). “O cancro da mama nĂŁo pode ser evitado, pelo

Maiorca

Dor das crianças com cancro preocupa especialistas A experiĂŞncia de dor em crianças com cancro ĂŠ o tema de um encontro que se realiza, em Coimbra, a 25 de Junho. Organizadas pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), estas jornadas pretendem juntar especialistas para que este possam apresentar a investigação realizada, com o objectivo de apontar caminhos para melhorar a qualidade de vida das crianças doentes e das suas famĂ­lias. Este encontro enquadrase no projecto de investigação “ExperiĂŞncias de dor de crianças com cancro: localização, intensidade, qualidade

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GINECOLOGIA OBSTETRĂ?CIA R. FERREIRA BORGES, 185, 1.Âş - TELEF.: 239 823 739 - COIMBRA


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QUINTA-FEIRA

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EMPRESAS & NEGĂ“CIOS

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Egolplus alarga actividade a Coimbra os clientes para nenhum ABERTURA Maio de 2013 banco, mas podemos dizer GERĂŠNCIA Francisco Casimiro como ĂŠ que as pessoas poMORADA Centro Comercial Girasolum, loja 303, dem proceder e atĂŠ intervir piso 3, Coimbra em nome delas, se assim o entenderemâ€?, afirmou o das pessoasâ€?, referiu o soliespecialista. BENEDITA OLIVEIRA citador, sublinhando que a A Egolplus congrega A Egolplus, marca es- Egolplus trata de tudo que um grupo de profissionais pecializada em serviços de seja burocracia. em vĂĄrios campos, que estĂŁo contabilidade, fiscalidade e “Os nossos campos de habilitadas a responder Ă s seguros, acaba de alargar a DFWXDomRVmRDDVVHVVRULDĂ€V- mais diversas necessidades actividade a Coimbra. cal, seguros e o apoio Ă  gestĂŁo GDVIDPtOLDVDQtYHOFLYLOĂ€VFDO Segundo o gerente, Fran- familiar e pessoal, passando e jurĂ­dico. cisco Casimiro, o escritĂłrio de pela resolução de assuntos “Conforme se vai ao Coimbra funciona, numa fase relacionados com as Finanças advogado para pedir um inicial, Ă s terças e quintas-feira e Segurança Socialâ€?, acrescen- conselho, tambĂŠm se pode vir Ă  tarde. O centro comercial tou Francisco Casimiro. aqui para pedir uma orientaGirasolum foi o local escoOrientar as pessoas e dar ção ao solicitadorâ€?, declarou lhido para instalar o escritĂłrio. conselhos ĂŠ outra das voca- Francisco Casimiro. “Em breve esperamos çþes deste serviço. A Egolplus estĂĄ ainda alargar o horĂĄrio, atravĂŠs da “NĂłs tratamos dos clien- credenciada como agente associação de jovens traba- tes nĂŁo como nĂşmeros, mas do Instituto da Mobilidade lhadores independentesâ€?, como amigos e famĂ­lia. Este e dos Transportes Terrestres adiantou Francisco Casimiro. tem sido o nosso lema ao ,077 EHQHĂ€FLDQGRGHXP A Egolplus existe em longo dos anosâ€?, observou. atendimento privilegiado junSangalhos, Anadia, desde “Por exemplo, no caso to desta instituição. Tirar livre1987 e tem clientes em toda de as pessoas terem vĂĄrios te, renovar cartas de condição a regiĂŁo Centro, estendendo a emprĂŠstimos, avaliamos a sua e registar a compra e venda de sua acção atĂŠ Lisboa. VLWXDomRHYHULĂ€FDPRVVHYDOH automĂłveis sĂŁo alguns dos “NĂłs pomos o nosso a pena avançar para o crĂŠdito assuntos que a empresa pode tempo e recursos ao dispor consolidado. NĂŁo orientamos tratar junto do IMTT.

B R E V E S

CafĂŠ Santa Cruz referenciado em guia

O histĂłrico CafĂŠ Santa Cruz ĂŠ um dos estabelecimentos referenciados, na regiĂŁo Centro, pelo projecto Guia Portugal Contemporâneo. O CafĂŠ Santa Cruz estĂĄ inserido no Centro de Portugal, na categoria de “Designâ€?. Lançado recentemente na Internet, o guia disponiviliza uma selecção criteriosa e fundamentada de mais de 160 espaços e eventos, distribuĂ­dos por todo o paĂ­s, suscetĂ­veis de fruição Contabilidade, fiscalidade e seguros sĂŁo as turĂ­stica. O desenvolvimenprincipais ĂĄreas de negĂłcio da marca, refere to do projecto ĂŠ fruto de Francisco Casimiro parcerias estabelecidas com a Ordem dos Arquitectos, “Dadas as novas tec- çaâ€?, comentou o solicitador, a Secção Portuguesa da Asnologias, podemos resol- reconhecendo que “a nossa sociação Internacional dos ver muitos dos problemas melhor publicidade ĂŠ o cliente CrĂ­ticos de Arte, o MUDE, on line quase na hora ou satisfeitoâ€?. Museu do Design e da Moda com o diferencial de um Francisco Casimiro ĂŠ e as sete agĂŞncias regionais ou dois diasâ€?, notou o licenciado em Fiscalidade e de promoção turĂ­stica. empresĂĄrio. bacharel em Contabilidade O Guia Portugal Con“Acreditamos que as pes- pelo Instituto Superior de temporâneo encontra-se soas cada vez mais procuram Administração de Coimbra disponĂ­vel em http://guiaseste gĂŠnero de serviços, por- (ISCAC) e licenciado em tecnicos.turismodeportugal. que sabem que as repartiçþes Solicitadoria pela Escola de pt/, prevendo-se para breve pĂşblicas sĂŁo uma dor de cabe- GestĂŁo de Leiria. a disponibilização da versĂŁo em InglĂŞs.

No XV Festival Clube de Criativos de Portugal

BĂźrocratik conquista dois primeiros prĂŠmios

Efapel apoia OCC

A Efapel, fabricante de material elĂŠctrico com sede A BĂźrocratik conquis- “ver o visit.uc.pt com um branding, em concursos, em Serpins, LousĂŁ, passou a apoiar a actividade da Ortou dois primeiros lugares ouro tem especial imporlivros e anuĂĄrios da espequestra ClĂĄssica do Cennos prĂŠmios do XV Festival tância pela instituição e a cialidade. tro, ao constituir-se como Clube Criativos de Portu- sua posição pilar na socieO Clube de Criativos mecenas plurianual desta gal, na categoria Digital. dade da nossa cidade. O de Portugal ĂŠ uma assoinstituição. O protocolo foi O sĂ­tio da Universidade SULQFLSDOGHVDĂ€RIRLWUDQVFLDomRVHPĂ€QVOXFUDWLYRV assinado recentemente entre de Coimbra (visit.uc.pt) ferir toda a tradição para a que reĂşne profissionais AmĂŠrico Carvalho Duarte, foi considerado o Melhor modernidade e todo este criativos de comunicação em representação da Efapel, Site Institucional e o sĂ­tio reconhecimento demonstra comercial – publicidade, e EmĂ­lia Martins, presidente S&A Aperitivos (siaperi- TXHRGHVDĂ€RIRLVXSHUDGR design, marketing rela- da direcção da OCC. O protivos.com) o Melhor Site O sĂ­tio arrecadou, atĂŠ ao cional, media digital & tocolo refere que a cultura ĂŠ Comercial. momento, sete interactiva, activação de um elemento necessĂĄrio para Para Adriano Esteves, distinçþes estrangeiras PDUFDV PHLRV IRWRJUDĂ€D o desenvolvimento de uma Os sĂ­tios da Universidade de Coimbra e da fundador e director Criati- e esta Ăşltima no mais ime cinema publicitĂĄrio e que sociedade e que o mecenato S&A Aperitivos arrecadaram ouro vo da BĂźrocratik, estas dis- portante festival das artes tem como objectivo dis- ĂŠ prestigiante para as empretinçþes “sĂŁo uma conquista criativas a nĂ­vel nacionalâ€?. tinguir o melhor trabalho sas que se associem a activiimportante que reforça a JĂĄ no que diz respeito interessadas em investir em visĂ­veis e competitivas num criativo portuguĂŞs. dades culturais de qualidade. BĂźrocratik ao nĂ­vel das me- ao segundo ouro arreca- design e catapultar a sua mercado internacionalâ€?. A BĂźrocratik ĂŠ uma das A OCC completa 12 anos lhores agĂŞncias de design dado pela BĂźrocratik com marca ao nĂ­vel do que meA BĂźrocratik conquis- empresas do Grupo CH, de actividade ininterrupta nacionaisâ€?. o Melhor Site Comercial, lhor se faz em digital. Este ta, assim, a dĂŠcima nona recentemente distinguida este ano. “EstĂĄ ĂŠ a melhor Em relação ao sĂ­tio da Adriano Esteves avança VtWLRUHĂ HFWHWXGR R TXHD distinção em webdesign, como a Melhor Empresa das condecoraçþes que poUniversidade de Coimbra, TXH´pVHPSUHXPGHVDĂ€R BĂźrocratik pode fazer pelas que soma Ă s mais de uma para trabalhar em 2013, derĂ­amos desejar receber. É o responsĂĄvel avança que trabalhar com empresas marcas: tornar as mesmas centena de distinçþes de pela Exame/Accenture. esta a verdadeira ÂŤmedalhaÂť que, enquanto associação, mais ambicionamos, aquela Moda para a casa que mais nos envaidece e de que mais nos orgulhamosâ€?, referiu EmĂ­lia Martins. A OCC e a Efapel partilham o objectivo de implementar actividades culturais na regiĂŁo, procurando promover A vila de Miranda do inaugurado no passado de 20 anos de experiĂŞncia continuamente um conjunto Cor vo conta com uma dia 8. no sector e hĂĄ muito sode acçþes de Ă­ndole cultural nova loja vocacionada para A nova loja foi idealiza- nhava criar o seu prĂłprio junto das populaçþes, com o comĂŠrcio de artigos de- da por DulcĂ­nia Maria Si- emprego. o intuito de criar novos pĂşblicos, na convicĂŁo que a corativos. mĂľes de Paiva que resolveu O novo espaço ĂŠ decultura constitui uma necesLocalizado na rua Dr. criar o seu prĂłprio negĂłcio, dicado Ă s mais recentes Fausto Lobo (junto Ă  Cai- apĂłs ser confrontada com tendĂŞncias de decoração A nova loja estĂĄ localizada na rua Dr. Fausto Lobo, sidade para o crescimento e evolução cultural e econĂłmixa de CrĂŠdito AgrĂ­cola), a situação de desemprego. e complementos de moda junto Ă  Caixa de CrĂŠdito AgrĂ­cola ca do paĂ­s. o espaço “Dcoraçãoâ€? foi DulcĂ­nia Paiva tem mais para a casa.

Dcoração abriu em Miranda do Corvo


DESPORTO

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Prova de Coimbra tambĂŠm com etapa em GĂłis

Rali Rainha Santa vai atÊ Oliveira do Hospital A 43.ª edição do Rali Rainha Santa, que se realizarå såbado e domingo (dias 15 e 16), terå um percurso de 500 quilómetros com partida de Coimbra e etapas atÊ Oliveira do Hospital e Góis, passando por Penacova, Poiares, Tåbua e Arganil. A prova, destinada a automóveis históricos (atÊ 1990 do sÊculo XX), teve a sua primeira edição em 1951, sendo uma das mais antigas competiçþes de estrada que se realiza em Portugal, conforme acentuou, Francisco Fidalgo, presidente da Direcção do Clube Automóvel do Centro (CAC), a entidade organizadora. A próxima edição do Rali 5DLQKD6DQWDFRPXPVRÀVWLcado sistema de cronometragem via satÊlite e com Jorge Conde como director da

Prova envolve as câmaras de Oliveira do Hospital, o CAC (organização), de Góis e Coimbra

prova, terå a participação de 40 concorrentes, sendo seis destes oriundos de Espanha. A partida do rali serå pelas 09h30 do dia 15 (såbado), da praça de Heróis do Ultramar, em Coimbra, com o regresso dos concorrentes a esta cidade, pelas 22h00, para disputarem a rampa do Tovim. No dia 16 (domingo), o

rali terminarå com o tradicional slalom, pelas 11h00, na rua de Jorge Anjinho, junto ao centro comercial Atrium Solum. O rali deste ano tem o apoio público das câmaras municipais de Coimbra, Góis e Oliveira do Hospital, e, a nível privado, do grupo Ascendum, dos Móveis Tralhão e do Atrium Solum.

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Secção com grande tradição

Patinagem da AAC festejou 75 anos A Secção de Patinagem da Associação AcadĂŠmica de Coimbra (AAC) realizou, no sĂĄbado, o jantar de gala comemorativo das “bodas de diamanteâ€?, com cerca de 150 pessoas a fazerem a festa do 75.Âş aniversĂĄrio. Numa noite repleta de discursos de convidados, de que se salientam Maria Aguiar (directora do EstĂĄdio UniversitĂĄrio), Ricardo Morgado (presidente da DG da AAC), Gustavo Sousa (vice-presidente da Federação de Patinagem) e Carlos Arruda (em nome dos super-veteranos), a gala do hĂłquei em patins assinalou, tambĂŠm, aqueles que mais se destacaram na ĂŠpoca de 2012-2013 e ao longo do tempo. O prĂŠmio de mĂŠrito desportivo foi para duas atletas da equipa

sÊnior feminina, Ana Catarina Ferreira e Carolina Gonçalves, pela sua integração muito meritória na selecção nacional A que participou no último Campeonato do Mundo no Brasil, e o prÊmio dedicação para o atleta, treinador, guarda-redes, director e um dos capitães da equipa sÊnior masculina, João Duarte. A manhã de domingo foi plena de actividade, com uma grande delegação a ser recebida pelo vice-reitor Jaime Ramos de Carvalho, numa cerimónia onde RogÊrio Paulo Gama, antigo atleta, dirigente, bem como presidente da FPP na dÊcada de 90 (sÊc. XX) enalteceu a importância social e desportiva desta secção da AAC, bem como o bom trabalho que faz em nome da cidade,

da academia e da Universidade. O programa prosseguiu na sede da AAC, onde foi descerrada uma placa comemorativa dos 75 Anos da Secção de Patinagem, deixando marcada para a história, na fachada do edifício, a glória, dedicação e paixão aos que engrandecem esta Academia. Seguiu-se um passeio atÊ ao Campo de Santa Cruz, para matar saudades e contar histórias no local onde a secção teve o seu campo de treinos ao ar livre. Nesta festa não podiam faltar os jogos, com bambis (03 a 06 anos), veteranos e super-veteranos a calçarem os patins e a mostrarem no Estådio Universitårio o futuro, o presente e o passado da Secção de Patinagem da AAC.

PASSATEMPOS PALAVRAS CRUZADAS – Problema n.º 332

SEIS PALAVRAS RELACIONADAS COM PÉS

PROBLEMA N.Âş 332/A

Tema de hoje – PÉS

Utilizando todas as sílabas constantes do quadro, formar cinco palavras relacionadas com pÊs. HORIZONTAIS 1 – PÊs. Associação Industrial do Minho (abr). PÊs. 2 – Aquelas. PÊs. Rapaz. 3 – Prolactina (sigla inglesa). PÊs. Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (abr). 4 – Matizado. Alterara. 5 – Suas. Latim (abr). 6 – Símbolo de tangente. Cintilação. Chega. Compaixão. 7 – Alas. Fundo Social Europeu (abr). Eu. 8 – Mentira. PÊs. Oceano. 9 – Polvilho. PÊs. Viração. VERTICAIS 1 – PÊs. 2 – PÊs. 3 – Ides. Apenas. 4 – Opus (abr). Armada Portuguesa (abr). 5 – Catedral. Criador do universo. 6 – Direito (abr). Símbolo de palådio. 7 – Sargenta. Feio. 8 – Reconhecimento automåtico de caracteres manuscritos (sigla inglesa). Meio-dia. 9 – Mulas. Autoestima. 10 – Romeno (abr). Símbolo de prata. 11 – Venda. PÊs. 12 – Estås. MalÊvola. 13 – Graça. Símbolo de sódio. 14 – MÊdica cirurgiã. 15 – PÊs.

PRÉMIOS – Obra literĂĄria, oferta da PORTO EDITORA; 3UpPLRVXUSUHVDRIHUWDGHĂˆ*8,$HQRÂżQDOGRPrVPDLV um prĂŠmio especial: um exemplar do Ăştil e valioso DicionĂĄrio de SinĂłnimos e AntĂłnimos da LĂ­ngua Portuguesa – Colecção DicionĂĄrios Modernos, que inclui um CD-ROM, edição e oferta da PORTO EDITORA. PRAZO PARA REMESSA DE SOLUÇÕES – AtĂŠ ao dia GRSUy[LPRPrV ENVIO DE SOLUÇÕES – Ernesto Lopes Nunes, Beco dos Unidos, n.Âş 3, Espadaneira, 3045 – 162 Coimbra. PREMIADOS Passatempos n.Âş 324: Francisco JosĂŠ Costa Ferreira, de Coimbra, com livro da PORTO EDITORA; JosĂŠ Dias de Pinho, do Porto, com prĂŠmio surpresa, oferta de Ă GUIA.

ENIGMA FIGURADO

Interpretando correctamente todos os símbolos e operaçþes apresentadas, encontrar-se-à uma conhecida expressão popular.

HORIZONTAIS – 1 – Audåcias. 2 – Aromatizara. 3 – Serra de Portugal. Cidade de Portugal. Símbolo de amerício. 4 – Caritativo. $OWDU2UJDQL]DomRGD&RQIHUrQFLD,VOkPLFD DEU ¹1RPHSUyprio feminino (pl). Inspiração. 6 – Restolhadora. 7 – Emir. Rezar. 8 – Piedades. Anel. Nome próprio masculino. 9 – Los. Limalha. Essas. 10 – Presa pelos pÊs. 11 – Rigor na escolha das palavras. VERTICAIS – 1 – Moderadora. 2 – Gritemos. 3 – Difícil. Coisa agradåvel no meio de muitas que o não são. Brisa. 4 – Tempo. Sociedade Portuguesa de Reumatologia (abr). Associação Portuguesa dos Empregados Bancårios (abr). 6 – De maus costumes. 7 – Oferecerå. Verbal. 8 – Lavra. Nome próprio masculino. Acrescento. 9 – Entrega. Perfuma. Símbolo de prata. 10 – Encarara. 11 – Aluno de um seminårio.

SOLUÇÕES Palavras Cruzadas – Problema n.º 324: Horizontais – 1 – mouchão, grogues. 2 – untai, ler, sulco. 3 – si, s, Nabão, a, op. 4 – exato, ilesa. 5 – u, te, m, u, dr, s. 6 – palra, meias. 7 – pa, oo, sol, dm, em. 8 – rio, dar, ate, ida. 9 – os, nabantino, al. Verticais – 1 – museu, pro. 2 – onix, pais. 3 – ut, ata, o. 4- castelo, n. 5 – hi, o, roda. 6 – ã, n, må, ab. 7 – ola, sra. 8 – eb, o, n. 9 – grã, lat. 10 – r, o, um, ti. 11 – os, i, eden. 12 – Gualdim, o. 13 – ul, era, i. 14 – ecos, seda. 15 – sopas, mal. Problema n.º 324/A - Horizontais – 1 – tomarista. 2 – vil, por, ana. 3 – acomodarias. 4 – mor, der, sia. 5 – os, molar, si. 6 – s, pó, a, os, s. 7 – sede, amor. 8 – sÊ, alemã, ua. 9 – ais, aro, mil. 10 – ivos, a, sono. 11 – rales, solar. Verticais – 1 – vamos, sair. 2 – ticos, seiva. 3 – olor, pÊ, sol. 4 – m, m, moda, sÊ. 5 – apodo, ela, s. 6 – rodela, era. 7 – irara, amo, s. 8 – s, r, romã, só. 9 – tais, só, mol. 10 – anais, ruína. 11 – asais, alor. Quatro palavras relacionadas com Tomar: Templårios, tabuleiros, QDEkQFLD5LEDWHMR (QLJPD¿JXUDGR Tomar Ê uma linda cidade.


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QUINTA-FEIRA

ACTUALIDADE

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G. B.

O coro Alma de Coimbra deverĂĄ iniciar, em Julho, os trabalhos de gravação do segundo ĂĄlbum. Augusto Mesquita, maestro regente do Alma de Coimbra, confirmou ao “CampeĂŁoâ€? que, em breve, o grupo pretende voltar ao PalĂĄcio de SĂŁo Marcos para iniciar a recolha de material para um novo disco. O ĂĄlbum, para o qual serĂŁo gravadas 16 faixas, incluirĂĄ referĂŞncias musicais a Moçambique, Brasil, Cabo Verde e, ainda, trĂŞs temas de JosĂŠ Afonso. “Estamos a preparar um disco diferente, com uma sonoridade que acentua, ainda mais, a lusofoniaâ€?, revelou o maestro. “Almaâ€?, colectânea de 15 temas lusĂłfonos gravada no PalĂĄcio de SĂŁo

Novo disco do coro Alma de Coimbra vai ser gravado no PalĂĄcio de SĂŁo Marcos

Marcos e editada em 2010, Ê o primeiro registo discoJUiÀFRGR$OPDGH&RLPbra, evocando a Canção de Coimbra, o fado de Lisboa e as músicas tradicionais portuguesas e cabo-verdianas. Recentemente, o grupo deslocou-se a São TomÊ e

PrĂ­ncipe, a convite da embaixadora, para participar QDVFRPHPRUDo}HVRĂ€FLDLV do Dia de Portugal. JĂĄ regressado a Coimbra, o coro dĂĄ um espectĂĄculo, hoje (20h30), no Museu de Machado de Castro. Composto por mais de 30 elementos, antigos

alunos da Universidade de Coimbra, este grupo procura servir a cultura portuguesa tendo presentes os valores essenciais da lusofonia e, atravĂŠs da mĂşsica, contribuir para divulgar os poetas, os autores e os interpretes da lĂ­ngua portuguesa.

'HVWLQREDOQHDUQRULR0RQGHJR

%DQGHLUDD]XOUHFRQKHFHTXDOLGDGH jSUDLDGH3DOKHLURVH=RUUR para a erosĂŁo de inertes no Mondego, a montante da Pela segunda vez conse- praia, para a qual contribui cutiva, a praia de Palheiros o desassoreamento que estĂĄ e Zorro ĂŠ distinguida pela a ser feito. qualidade das suas ĂĄguas e Firmino VĂ­tor entende por se tratar de um destino que, alĂŠm de contrapartidas, balnear acessĂ­vel. tĂŞm de ser tomadas medidas Este ano, a praia flu- para preservar o leito do vial, localizada na freguesia rio, proteger e consolidar as de Torres do Mondego, margens e arranjar forma em Coimbra, foi escolhida de reter os inertes pois, caso para o hastear simbĂłlico contrĂĄrio, a praia de Palheiros da primeira bandeira azul e Zorro, assim como outros a nĂ­vel nacional, ocorrido locais do Mondego, “tĂŞm os terça-feira. dias contadosâ€?. “Este ĂŠ um sĂ­mbolo de JoĂŁo Paulo Barbosa de qualidade mas, tambĂŠm, Melo, presidente da Câmara XP VtPEROR GH FRQĂ€DQoD de Coimbra, referiu-se Ă  A praia ĂŠ maravilhosa e a praia fluvial de Torres do bandeira ĂŠ inteiramente me- Mondego como sendo um recidaâ€?, disse JosĂŠ Archer, espaço por todos estimado. presidente da Associação A qualidade da ĂĄgua, subliBandeira Azul Europa, su- nhou o autarca, ĂŠ apenas blinhando a cooperação e o um aspecto de um trabalho entendimento entre institui- desenvolvido ao longo de çþes e a comunidade, para vĂĄrios anos e que culminou, fazer do local um destino em 2012, com a atribuição da balnear de referĂŞncia. bandeira azul, pela primeira. A areia branca, a quali“SĂł destinos com quadade da ĂĄgua e a segurança lidade ambiental e sustentasĂŁo mais-valias destacadas bilidade podem ter futuroâ€?, pelo presidente da Junta de acentuou o vereador do Freguesia de Torres do Mon- MunicĂ­pio de Coimbra, LuĂ­s dego, Firmino VĂ­tor. ProvidĂŞncia, responsĂĄvel Contudo, o autarca alerta pelo pelouro do Ambiente. G. B.

A construção de um parque de estacionamento e de uma residĂŞncia estudantil na “Baixaâ€? de Coimbra, um investimento na ordem dos 18 milhĂľes de euros, ĂŠ entregue, atĂŠ amanhĂŁ, como candidatura ao fundo comunitĂĄrio Jessica, para XPĂ€QDQFLDPHQWRGHFLQFR milhĂľes de euros. O processo, a cargo da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Coimbra Viva, foi o primeiro, em Portugal, a ser preparado para o fundo Jessica, mas foi sendo preterido e outros passaram Ă  frente, como os 22 projectos de todo o paĂ­s DSUHVHQWDGRVRĂ€FLDOPHQWH no passado dia 06, na ComissĂŁo de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. Na “Baixaâ€? de Coimbra, o parque de estacionamento e a residĂŞncia HVWXGDQWLOĂ€FDPORFDOL]DGRV num quarteirĂŁo delimitado pelas ruas Direita, da Nogueira e JoĂŁo Cabreira, na zona que faz a transição entre a ĂĄrea antiga e as construçþes recentes do largo do Bota-Abaixo. O processo de candidatura de Coimbra arrastou durante cerca de um

ano e meio, devido, essenFLDOPHQWH jV GLÀFXOGDGHV económicas do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que, entretanto, abandonou o projecto. A SRU Coimbra Viva tem igualmente em preparação um outro projecto a apresentar ao fundo Jessica, que consiste na reabilitação e reanimação da rua da 6RÀD QR kPELWR GD FDQdidatura da Universidade a Património da Humanidade, cuja decisão da UNESCO serå conhecida ainda este mês. O fundo Jessica, destinado à reabilitação urbana, Ê uma iniciativa conjunta da Comissão Europeia, Banco Europeu de Investimento e Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, que disponibiliza um total de 130 milhþes de euros. Os primeiros 22 projecWRVÀQDQFLDGRVSHOR-HVVLFD em 22,5 milhþes de euros, são de Lisboa e Porto, com oito e cinco candidaturas aprovadas, respectivamente, seguindo-se Aveiro, com três, e Amares, Vila Verde, Barcelos, Lagos, Portimão e Albufeira, com um projecto cada.

­GHVFREHUWDGDQDWXUH]D

/RXVmUHFHEHSURYD GHWUDLOUXQQLQJ A 22 de Junho, a LousĂŁ recebe o “Louzan Trailâ€?, prova desportiva organizada pelo Montanha Clube, atravĂŠs da sua secção de trail running, com o apoio da Câmara Municipal da LousĂŁ. Com inĂ­cio pelas 17h30, esta prova ĂŠ composta por trĂŞs vertentes, respectivamente, os 25 quilĂłmetros “Louzan Trailâ€?, um mini trail de 10 quilĂłmetros e uma caminhada. Inserida no programa das festas anuais do conJoĂŁo Paulo Barbosa de Melo e Firmino VĂ­tor celho da LousĂŁ, a iniciativa satisfeitos com o galardĂŁo de qualidade tem inscrição limitadas a ambiental e de praia acessĂ­vel. 200 atletas. A partida serĂĄ feita a JĂĄ a pensar nos meses acesso Ă s antigas minas partir do Parque de Carlos que se seguirĂŁo ao VerĂŁo, a de chumbo, localizadas a Reis, no centro da vila da intenção da Junta de Fregue- PRQWDQWHGDSUDLDĂ XYLDOD LousĂŁ, levando os particisia de Torres do Mondego ĂŠ autarquia estĂĄ a criar trilhos pantes a percorrer novos de que a estrutura de apoio Ă  pedonais junto ao rio e a trilhos inseridos na serra e praia possa funcionar duran- recuperar lavadouros, fontes com passagem pelas aldeias te todo o ano. e outros locais que possam de xisto, locais de grande Com esse objectivo, suscitar o interesse daqueles beleza e interesse turĂ­stico. Casal Novo, Terreiro para alĂŠm da limpeza de que apreciam o contacto das Bruxas, Chiqueiro, Vavegetação para facilitar o com a natureza.

queirinho e Talasnal, Ermidas da Senhora da Piedade e Castelo da LousĂŁ sĂŁo alguns dos pontos por onde passarĂĄ o “Louzan Trailâ€?, culminando, novamente, no Parque de Carlos Reis. Conhecida como “paraĂ­so do todo-o-terrenoâ€?, a /RXVmKiPXLWRVHDĂ€UPRX como destino excepcional para a prĂĄtica de modalidades desportivas radicais, acolhendo, como nenhum outro local, aqueles que procuram turismo de aventura. As inscriçþes estĂŁo a decorrer atĂŠ ao dia 14 de Junho, atravĂŠs da Internet, em www.wevent.pt. Criada no inĂ­cio de 2013 por um grupo de amigos que partilham o gosto por esta modalidade, a Secção de Trail Running do Montanha Clube começou por organizar, todas as quartasfeiras, o “Louzan Night Runnersâ€?.


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ImobiliĂĄrias

DE JUNHO DE 2013 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

ABC

Inocentes dos diversos campos de guerra

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O Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão, 4/6, instituído pelas Naçþes Unidas em 19 de agosto de 1982, teve inicialmente o propósito de chamar a atenção para o drama dos milhares de pequeninos que sofrem os efeitos da guerra, muita vez perdendo suas vidas. Os cidadãos de bem, em toda a parte, não podem ¿FDUVXUGRVDRVJULWRVGHGRU desses inocentes. Trata-se de património humano, garantia de futuro — que desejamos mais feliz — da civilização. Mas o despertar da sociedade deve abranger igualmente as crianças que padecem de agressão nos próprios lares, nas escolas, nas ruas, mesmo em países não considerados campos de guerra declarada. AAssociação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) registou 2177 casos de violência contra crianças e jovens (atÊ aos 17 anos) no ano de

2012. Mais de 8200 processos foram registados entre 2000 e 2012. No Brasil, segundo dados divulgados pela Secretaria de Direitos Humanos da PresidĂŞncia da RepĂşblica, 77% das denĂşncias registadas pelo “Disque 100â€?, entre janeiro e novembro de 2012, foram relativas Ă  violĂŞncia contra crianças e adolescentes, o que corresponde a 120.344 casos relatados. O psicĂłlogo dr. Pedro Lagatta, pesquisador do NĂşcleo de Estudos da ViolĂŞncia da Universidade de SĂŁo Paulo (NEV/USP), em entrevista ao programa “Viver ĂŠ Melhorâ€?, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), no Brasil, expĂ´s aos telespectadores vĂĄrias faces da violĂŞncia que acomete as crianças, sejam elas fĂ­sicas ou emocionais; incluĂ­dos aĂ­ o execrĂĄvel abuso sexual e o perverso bullying. Tudo isso com consequĂŞncias dolorosas e duradouras. Trago-lhes hoje escla-

JOSÉ DE PAIVA NETTO*

recimento importante do dr. Lagatta, em que ele procura estabelecer um diferencial em torno da polÊmica e famosa palmada, ainda em uso por muitos pais na educação dos ¿OKRV³3DOPDGDpXPWHUPR bem mau; Ê um eufemismo que tenta de alguma maneira esconder o que acontece realmente nas casas. Quando a gente fala que as crianças apanham de chinelo e objetos duros, o que acontece Ê um sistemåtico espancamento. Palmada parece que os pais só vão lå e dão umas palmadinhas para fazer a criança parar de chorar, mas muitas vezes não se trata disso, se trata da autorização para a violência, uma violência sÊria�. O tema merece de pais e

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AmĂŠrico da Costa Ramalho, um latinista do humanismo portuguĂŞs

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O professor catedrĂĄtico jubilado AmĂŠrico da Costa Ramalho, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), falecido aos 91 anos de idade, ĂŠ considerado o maior expoente da lĂ­ngua latina e do humanismo portuguĂŞs. Natural de Almeida (1210-1921/04-06-2013), AmĂŠrico da Costa Ramalho ĂŠ considerado o fundador da escola de latinistas de Coimbra, que tem discĂ­pulos por todo o mundo, e o quinto volume dos â&#x20AC;&#x153;Estudos sobre o humanismo portuguĂŞsâ&#x20AC;? estĂĄ em preparação para ser editado. Para a professora Nair NazarĂŠ Castro Soares, que sucedeu na cĂĄtedra a Costa Ramalho, este foi â&#x20AC;&#x153;um homem extraordinĂĄrio, com grande lealdade, tolerância e coragem, um intelectual de primeira escolha, possuindo um saber abrangente e profundoâ&#x20AC;?. O estudo de documentos em latim por parte do professor Costa Ramalho levaram a que a introdução do humanismo portuguĂŞs, atĂŠ entĂŁo datada do sĂŠculo XVI, fosse antecipada para a dĂŠcada de 40 do sĂŠculo XV, conforme destaca o professor catedrĂĄtico Ribeiro Ferreira. O professor AmĂŠrico da Costa Ramalho foi director da FLUC (de 1970 a 1974 do sĂŠ-

culo XX), director do Arquivo da Universidade e deputado Ă  Assembleia Nacional (1957 a 1959), tendo leccionado em Nova Iorque (EUA) e no Rio de Janeiro (Brasil), entre muitos outros locais do mundo. Para o actual director da FLUC, AntĂłnio Rebelo, o falecido foi â&#x20AC;&#x153;um dos maiores vultos acadĂŠmicos do Ăşltimo sĂŠculoâ&#x20AC;?, com â&#x20AC;&#x153;uma entrega incondicional Ă  ciĂŞncia, Ă  cultura e ao ensinoâ&#x20AC;?, tendo deixado como legado â&#x20AC;&#x153;uma vastĂ­ssima obra, com uma diversidade de temas que revelam a grande FDSDFLGDGHUHĂ H[LYDÂľ A AmĂŠrico da Costa Ramalho foi dedicada a obra â&#x20AC;&#x153;Homo eloquens homo politicus. A retĂłrica e a construção da cidade na Idade MĂŠdia e no Renascimentoâ&#x20AC;?, que tem como autores Nair Castro Soares, Margarida Miranda e Carlota Miranda Urbano, editada em 2011, pelo Centro de Estudos ClĂĄssicos e HumanĂ­sticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Desta obra consta um texto de Carlos Ascenso AndrĂŠ, ex-director da FLUC, intitulado â&#x20AC;&#x153;Do humanismo como fascĂ­nio ao fascĂ­nio do humanista: a exemplar persistĂŞncia de Costa Ramalhoâ&#x20AC;?, uma versĂŁo ligeiramente corrigida de comunicação apresentada Ă  Academia das CiĂŞncias de Lisboa, em 25 de Março de 2010.

â&#x20AC;&#x153;Quando, a meados da dĂŠcada de sessenta do sĂŠculo passado, AmĂŠrico da Costa Ramalho deu Ă  estampa a sua primeira colectânea de estudos sobre o Humanismo e o Renascimento em Portugal, estaria, talvez, longe de imaginar que inaugurava um percurso de sentido Ăşnico. Na rota acabada de escolher, de facto, por opção pouco a pouco assumida, nĂŁo mais haveria lugar SDUDUHFXR3DUDWUiVĂ&#x20AC;FDYDP anos de preparação multifacetada, nos domĂ­nios mĂşltiplos e pluridisciplinares da Filologia ClĂĄssica, a ĂĄrea que, desde a juventude, decidira abraçarâ&#x20AC;?, escreveu Carlos AndrĂŠ. No artigo, destaca que a atenção de Costa Ramalho â&#x20AC;&#x153;foi atraĂ­da por vultos tĂŁo variados como Gil Vicente ou AndrĂŠ FalcĂŁo de Resende, Joana Vaz ou Diogo de Sousa. Questionou a cultura clĂĄssica do ÂŤfazedor de autosÂť, o nosso primeiro dramaturgo, e nĂŁo se coibiu de pĂ´r em causa alguns dogmas, ainda que tivessem a assinatura de alguĂŠm com o porte intelectual e a estatura acadĂŠmica de Carolina Micaelis de Vasconcelos. (â&#x20AC;Ś)â&#x20AC;?. â&#x20AC;&#x153;Nunca o assustaram, em bom rigor, as verdades feitas, fosse quem fosse a autoridade que pretensamente as avalizava. Costa Ramalho sempre assim foi: Ă­ntegro, frontal, desabrido, mesmo, direito na

educadores vigilância constante quanto aos limites que devem ser absolutamente respeitados. &RUULJLUQmRVLJQL¿FDDJUHGLUe o que defende a Pedagogia do Afeto, que desenvolvemos nas escolas da LBV. A sabedoria popular ilustra bem ao comparar as crianças com a argila, pronta para ser moldada. Ora, os melhores jarros, as mais belas cerâmicas carecem de FXLGDGRVHVSHFt¿FRVHPVXD confecção. Se o oleiro não souber unir disciplina e carinho, o trabalho apresentarå defeitos indesejåveis. *jornalista, radialista, escritor e Presidente da Legião da Boa Vontade, escreve ao abrigo do QRYRDFRUGRRUWRJUi¿FRZZZ OEYSW

â&#x20AC;&#x153;Estudos sobre a ĂŠpoca do Renascimentoâ&#x20AC;? foi o alicerce do projecto de vida de AmĂŠrico da Costa Ramalho

DĂ&#x20AC;UPDomRGHVXDVFHUWH]DVH suas convicçþes, enraizadas no profundo conhecimento dos textos de que falavaâ&#x20AC;?, escreve Carlos AndrĂŠ. Estudou a fundo Cataldo ParĂ­sio SĂ­culo, um italiano que bem cedo o fascinou, quando o descobriu na corte de D. JoĂŁo II. Segundo Carlos AnGUp&RVWD5DPDOKR´GHĂ&#x20AC;QLX as datas do seu magistĂŠrio e da sua produção literĂĄria, assim antecipando em muitas dĂŠcadas, com arrojo e contra vozes supostamente autorizadas, o nascimento do Humanismo portuguĂŞs. Estudou-lhe e traduziu-lhe os poemas. Estudou-lhe e traduziu-lhe as cartas, fonte quase inesgotĂĄvel de informaçþes preciosas para o conhecimento da polĂ­tica cultural do seu tempo, da sociedade em que viveu, na viragem do sĂŠculo, da corte em que deambulava, dos grandes que serviu, das intrigas que urdiamâ&#x20AC;?.


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Emprego â&#x20AC;&#x201C; Factor de coesĂŁo social Pese embora ninguĂŠm saiba qual seria a situação do paĂ­s caso o PEC IV nĂŁo tivesse sido chumbado, aquando do anterior Governo, uma coisa parece certa, pior do que estamos sĂł mesmo a â&#x20AC;&#x153;insolvĂŞnciaâ&#x20AC;? nacional. Curiosamente, quer Ă  Esquerda, quer Ă  Direita, começamos a ouvir cada vez mais que, mesmo no campo das suposiçþes, caso o PEC IV nĂŁo tivesse sido chumbado, talvez nĂŁo nos encontrĂĄssemos na VLWXDomRGHDĂ&#x20AC;LomRHPTXH estamos. SĂŁo tambĂŠm muitos, os da Direita, que nĂŁo alinham por esta governação de

Passos Coelho, de Gaspar, da Merkel e da ÂŤtroikaÂť, de colagem total ao que de mais ultraliberal se pode encontrar. Visivelmente, estamos a ser governados â&#x20AC;&#x153;Ă  distânciaâ&#x20AC;? pela ÂŤtroikaÂť e pela senhora Merkel, cuja assessoria prestada por Passos Coelho e VĂ­tor Gaspar tem conduzido o paĂ­s ao descalabro. Duma forma quase sĂĄdica, metaforicamente falando, obviamente, este Governo tem levado o paĂ­s ao empobrecimento, em benefĂ­cio dos do costume, sĂł que desta feita, de uma forma muito mais acentuada, visĂ­vel e assumida. Perante a enorme tragĂŠ-

dia social que vivemos, com cerca de um milhão de desempregados, com ataques sucessivos aos reformados e pensionistas, ao mundo do trabalho e pela redução dråstica das prestaçþes e apoios sociais, os portugueses têm enormes razþes de preocupação com o seu IXWXURHGRVVHXV¿OKRV Diminuir o salårio mínimo, mesmo que de forma indirecta, atacar a classe mÊdia, manter o IVA tal como HVWiHWFHPQDGDEHQH¿FLD a economia. Apenas empurra, cada vez mais, o país para a beira do abismo, pois todos os objectivos, todas as metas a que o Governo se propôs falharam. E Por-

tugal vĂŞ-se cada vez mais mergulhado numa espiral recessiva. Ou seja â&#x20AC;&#x201C; e em poucas palavras â&#x20AC;&#x201C;, quase nada do que tem sido feito tem resultado, mesmo que Ă  conta disso o nĂ­vel de vida dos cidadĂŁos tenha diminuĂ­do significativamente. Os defensores do ultraliberalismo, do capitalismo selvagem, predatĂłrio dos mais fracos, do assumir que determinada taxa de exclusĂŁo social ĂŠ, segundo esta ideologia econĂłmica e social, perfeitamente normal, em nome da economia, do sector ÂżQDQFHLURPDVHPGHWULPHQto do colectivo, das pessoas, dos cidadĂŁos comuns.

MĂ RIO CARVALHO*

Para esta gente, o desemprego sĂŁo meros nĂşmeros estatĂ­sticos, alheandose das questĂľes sociais daĂ­ resultantes. Preferem falar em caridade, em vez de solidariedade, mantendo as pessoas no limiar da sobrevivĂŞncia, de modo a poder dar continuidade Ă  engorda dos grandes grupos econĂłmicos detentores do grande capital. Olhar cegamente para DVTXHVW}HVGRGpÂżFHHGD divida pĂşblica, atacando os VDFULÂżFDGRV GR FRVWXPH H passando ao lado dos mais

fortes, sem ter em linha de conta o degradar contínuo da situação social, pela fraca aposta no emprego e do apoio às pequenas e mÊdias empresas, Ê estar, deliberadamente, ao serviços dos grandes interesses. Neste momento, as pessoas querem assegurar a comida na mesa, não pela caridade dos bancos DOLPHQWDUHV RX D¿QV PDV sim pelo emprego e pelo trabalho, a melhor forma de solidariedade social! (*) Autarca do PS/Coimbra

COISAS DA CIĂ&#x160;NCIA Como se pĂĄra um tronco e começa uma cauda? Um novo estudo efectuado no Instituto Gulbenkian de CiĂŞncia revela os mecanismos que permitem a transição da formação do tronco para a cauda em vertebrados. Uma das diferenças anatĂłmicas mais notĂĄveis entre vertebrados ĂŠ o tamanho relativo do seu pescoço, tronco e cauda. Isto pode ser ilustrado atravĂŠs da comparação dos corpos de uma cobra tĂ­pica e de um lagarto de cauda comprida. Ambos sĂŁo muito longos e Ă  primeira vista semelhantes. No entanto, a maior parte do corpo da cobra ĂŠ um tronco preenchido com os ĂłrgĂŁos dos sistemas digestivo, excretor e reprodutor, ao passo que a maior parte do corpo do lagarto ĂŠ uma cauda muscular. Estes planos corporais tĂŁo diferentes sĂŁo geneticamente determinados durante o desenvolvimento embrionĂĄrio. Na Ăşltima edição da revista Developmental Cell, MoisĂŠs Mallo e o seu grupo do Instituto Gulbenkian de CiĂŞncia (IGC), Portugal, mostrou que a transição da formação do tronco para a cauda estĂĄ intrinsecamente relacionada com a indução da formação das pernas e da cloaca embrionĂĄria, e que esta transição ĂŠ coordenada por uma cascata

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genÊtica desencadeada pelo factor de sinalização Gdf11. Este trabalho pode contribuir para um melhor conhecimento de alguns síndromes congÊnitos humanos, que apresentam malformaçþes na parte inferior do corpo. O corpo Ê formado progressivamente, durante o desenvolvimento embrionårio, começando na cabeça e terminando na cauda. Este processo depende da actividade de um grupo de cÊlulas (conhecidas como progenitores axiais) que se localizam na ponta mais posterior do embrião e que produzem novos tecidos à medida que este cresce. Depois da cabeça e do pescoço se formarem, estes progenitores começam a formar o tronco, o que implica a produção coordenada da maioria dos órgãos vitais do animal. Mas num determinado momento, o programa do desenvolvimento muda e começam a ser formados os tecidos da cauda, em vez do tronco. E esta mudança ocorre ao mesmo tempo que o embrião forma a cloaca (aberWXUD¿QDOGRVWUDWRVGLJHVWLYR reprodutivo e urinårio) e as pernas (mais genericamente denominado membro posterior). MoisÊs Mallo e o seu

INĂ&#x160;S DOMINGUES*

1). Gdf11 activa este gene HVSHFLÂżFDPHQWHQXPVXEJUXpo dos progenitores axiais, responsĂĄvel por formar os ĂłrgĂŁos internos no tronco. A consequĂŞncia da activação de Isl1 ĂŠ que estes progenitores sĂŁo forçados a formar a cloaca e os membros posteriores em vez de ĂłrgĂŁos. Isto indica que as pernas dos MoisĂŠs Mallo (Ă  direita) e grupo vertebrados sĂŁo, na verdade, de investigadores do Instituto Gulbenkian a consequĂŞncia da forma de CiĂŞncia como o Isl1 consegue parar este grupo de progenitores grupo descobriram que a for- activação precoce do Gdf11, de fazer os ĂłrgĂŁos internos, mação da cloaca e das pernas o resultado foi o oposto: tron- os quais nĂŁo sĂŁo necessĂĄrios ĂŠ uma componente intrĂ­nseca cos extremamente reduzidos na cauda. Este trabalho do grupo desta transição do tronco e os membros posteriores SDUDDFDXGDHLGHQWLÂżFDUDP localizados imediatamente de MoisĂŠs Mallo dĂĄ ainda vĂĄrios dos reguladores chave a seguir aos membros ante- uma mensagem adicional: o deste processo. Estes inves- riores. â&#x20AC;&#x153;FicĂĄmos de queixo programa genĂŠtico que regula tigadores descobriram que a caĂ­do quando vimos estes a transição da formação do sinalização pelo factor Gdf11 embriĂľes pela primeira vez, tronco para a cauda tem que estĂĄ no topo da hierarquia ge- porque nunca antes tinham ser coordenado na perfeição nĂŠtica que regula a transição sido observadas alteraçþes no tempo e no espaço porque da formação do tronco para tĂŁo grandes na posição das alteraçþes no mesmo podem levar a um largo espectro a cauda. A equipa de MoisĂŠs pernasâ&#x20AC;?, diz MoisĂŠs Mallo. Mallo, mostrou que se o Gdf11 Os investigadores identi- de malformaçþes na parte ĂŠ geneticamente inactivado ÂżFDUDPWDPEpPDOJXPDVGDV inferior do corpo, afectando no ratinho, os animais tĂŞm peças essenciais envolvidas tipicamente a coluna vertebral troncos maiores e as pernas na execução deste programa e os tratos digestivo, urinĂĄrio e localizam-se mais longe dos iniciado pelo Gdf11, que ter- reprodutor. Estas malformaçþes rebraços (ou membros anterio- mina a formação do tronco e produzem de perto as caracres) do que em ratinhos nor- começa a da cauda. Destas terĂ­sticas clĂ­nicas de algumas mais. Quando na experiĂŞncia peças, uma das mais intepatologias humanas como complementar, forçaram a ressantes ĂŠ o gene Isl1 (Islet

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o SĂ­ndrome da RegressĂŁo Caudal ou a Disgenesia Vertebral Segmentar, o que indica que poderĂŁo ter origem em alteraçþes na transição da formação do tronco para a cauda, durante o desenvolvimento embrionĂĄrio. Segundo MoisĂŠs Mallo: â&#x20AC;&#x153;O que nĂłs descobrimos pode ser importante nĂŁo sĂł para entender os mecanismos que geram uma tĂŁo grande diversidade anatĂłmica dos vertebrados, mas pode tambĂŠm dar pistas relevantes para entendermos alguns destes sĂ­ndromes humanos congĂŠnitos.â&#x20AC;? Este estudo foi desenvolYLGRQR,*&HIRLÂżQDQFLDGR pela Fundação para a CiĂŞncia e Tecnologia (Portugal). ReferĂŞncia do artigo: Jurberg, A.D., Aires, R. VarelaLasheras, I., NĂłvoa, A., Mallo, M. (2013) Switching Axial Progenitors from Producing Trunk to Tail Tissues in Vertebrate Embryos, Dev. Cell. (http://dx.doi.org/10.1016/j. devcel.2013.05.009) (*) Instituto Gulbenkian de CiĂŞncia CiĂŞncia na Imprensa Regional â&#x20AC;&#x201C; CiĂŞncia Viva

Redacção: Rua Adriano Lucas, 216 Az. D - Eiras 3020-430 Coimbra Director Comercial Carlos Gaspar Directora de Marketing e Publicidade Adelaide Pinto 239 497 750 (ext. 27), adelaide.pinto@mail.telepac.pt Paginação e Maquetagem Nuno Miguel Peres | Impressão FIG - Indústrias Gråficas, S.A.; Rua Adriano Lucas, 3020-265 Coimbra | Distribuição VASP - Sociedade de Transportes e Distribuição, Lda. R. da Tascoa, n.º 16 - 4.º Piso, 2745-003 Queluz, Telef. 214 398 500, Fax 214 302 499 Registo SRIP sob o n.º 222567; ISSN: 1645 - 2968; ICS: 122568 | Depósito Legal n.º 127443/98 Preço de cada número 0,75\ Assinatura anual 30,00\ | Tiragem mÊdia: 9.000 exemplares

Os pagamentos para o CampeĂŁo das ProvĂ­ncias em cheque devem ser emitidos em nome de â&#x20AC;&#x153;Regivoz, Empresa de Comunicação, Lda.â&#x20AC;?. TambĂŠm podem ser feitos por transferĂŞncia bancĂĄria atravĂŠs do NIB: 001000003179749000225


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Exposição inspirada em â&#x20AC;&#x153;Basiliusâ&#x20AC;?, o mendigo Joaquim Vieira BasĂ­lio dĂĄ corpo a â&#x20AC;&#x153;BasĂ­liusâ&#x20AC;?, uma personagem de ĂŠpoca criada hĂĄ mais de duas dĂŠcadas, aquando GDSULPHLUDIHLUDPHGLHYDOGH&RLPEUDeVREUHHVWDĂ&#x20AC;JXUD a exposição patente na galeria Almedina, em Coimbra, atĂŠ GH-XOKR$VIRWRJUDĂ&#x20AC;DVUHFRUGDPDVSUHVHQoDVGRDFWRU em Coimbra e GuimarĂŁes, passando por Castro Marim, Montemor, Elvas, Bragança, Penela, Ă&#x201C;bidos e Santa Maria da Feira, entre tantos outros destinos e feiras medievais, onde interpreta a personagem de mendigo, leproso e indigente que, nas feiras, pede por si e por Deus, entregando a esmola que recebe a instituiçþes de cariz social.

Feira Ă  antiga na vila da LousĂŁ

autora cedeu os direitos da edição em braille Ă  ACAPO. Fotografias do â&#x20AC;&#x153;FormidĂĄvelâ&#x20AC;? na galeria de Santa Clara

Recuando no tempo, a propĂłsito das comemoraçþes dos 500 anos do foral manuelino concedido Ă  LousĂŁ, a simpĂĄtica vila beirĂŁ acolhe, no prĂłximo Ă&#x20AC;PGHVHPDQD XPD IHLUD quinhentista. Trata-se de uma iniciativa organizada pelo MunicĂ­pio da LousĂŁ que, a propĂłsito da efemĂŠride, pretende recriar usos, costumes e tradiçþes daquela ĂŠpoca que agora ĂŠ recordada. Esta realização vai decorrer na praça de Cândido dos Reis e na zona histĂłrica, contando com a colaboração dos moradores, empresĂĄrios e comĂŠrcio local. Livro em braille ĂŠ apresentado na ACAPO O livro â&#x20AC;&#x153;Ama-me sem me suportaresâ&#x20AC;?, da autoria de FĂĄtima Marinho, ĂŠ apresentado, sĂĄbado, pelas 15h30, na Delegação de Coimbra da Associação dos Cegos e AmblĂ­opes de Portugal (ACAPO). Obra de poemas originais, tem a particularidade de estar editado em formato ĂĄudio-livro e com suporte em braille, tornado-se acessĂ­vel a pĂşblicos com necessidades especiais. Especializada em Educação ComunitĂĄria, pĂłs-graduada em Formação PsicolĂłgica de Professores e mestre em Educação Especial, a

uma exposição de pintura de Isidro Bernardo. A mostra, intitulada â&#x20AC;&#x153;Mare Nostrumâ&#x20AC;?, ĂŠ inaugurada amanhĂŁ, pelas 18h00, na rua de Gil Vicente Vicente, 86A, podendo ser visitada atĂŠ ao dia 20 de Julho.

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TV tem medo de ĂĄgua â&#x20AC;&#x201C; Os Campeonatos da Europa de Canoagem vĂŁo reunir mais de 700 atletas de 29 SDtVHVQHVWHĂ&#x20AC;PGHVHPDQD em Montemor-o-Velho, no Centro de Alto Rendimento, um projecto orçado em cerca de 20 milhĂľes de euros

e que serve a canoagem, o remo, o triatlo e natação em ĂĄguas abertas. Apesar de ali estar a â&#x20AC;&#x153;eliteâ&#x20AC;? da modalidaGH p FXULRVR YHULĂ&#x20AC;FDU TXH a Eurosport serĂĄ a Ăşnica estação televisiva que vai fazer a cobertura em directo dos campeonatos. â&#x20AC;&#x153;Apesar

de termos o sinal aberto e gratuito, de termos os Ăşnicos medalhados em Londres 2012 e de sermos a modalidade que conquistou 14 dos 28 pontos de Portugal nos Jogos OlĂ­mpicos, para jĂĄ nenhuma televisĂŁo nacional manifestou interesse

F _____ R _____ A

Debate evoca memĂłria de Manuel Santos

euros. Este aumento abrangerĂĄ todos os bebĂŠs nascidos a partir de 2013. Ensaiar, degustar e actuar â&#x20AC;&#x201C; O Coro dos Antigos Orfeonistas e â&#x20AC;&#x153;Ă Capellaâ&#x20AC;? vĂŁo realizar, amanhĂŁ (sexta-feira), pelas 21h30, â&#x20AC;&#x153;A Vida ĂŠ FormidĂĄvelâ&#x20AC;? um concerto de mĂşsica de Coimbra no ĂŠ o tĂ­tulo de uma exposição pĂĄtio do Museu Nacional de Machado de O realizador Lauro que vai estar patente ao Castro. SerĂŁo interpretados autores renaspĂşblico na galeria de San- AntĂłnio e o professor centistas, como Francisco Martins e D. Miranda do Corvo dĂĄ incentivo Pedro de Cristo, peças de antigos maestros ta Clara, em Coimbra. A Alexandre Ramires sĂŁo os mostra ĂŠ inaugurada no do- intervenientes num debate Ă  natalidade â&#x20AC;&#x201C; A Câmara Municipal dos Orfeonistas, como Raposo Marques, mingo, 16 de Junho, pelas que se realiza, sĂĄbado, de Miranda do Corvo entregou mais 17 fados musicados para coro e temas ins16h00. Nesta exposição sĂŁo pelas 17h00, no peque- cheques, cada um no valor de 200 euros, trumentais com solistas. Intercalado com FRQMXJDGDV DV IRWRJUDĂ&#x20AC;DV no auditĂłrio do Centro no âmbito do programa de incentivo Ă  os intensos ensaios, o Coro dos Antigos de Fernando Marques, co- de Artes e EspectĂĄculos natalidade. Desde que iniciou a atribuição Orfeonistas nĂŁo dispensa o convĂ­vio e, nhecido por â&#x20AC;&#x153;FormidĂĄvelâ&#x20AC;?, (CAE) da Figueira da Foz. do incentivo, a Câmara Municipal jĂĄ bene- recentemente, uma sexta-feira Ă  noite com as histĂłrias da vida Esta iniciativa insere-se Ă&#x20AC;FLRXFHUFDGHFULDQoDV(VWHDSRLRX decorreu a prova e degustação de vinhos desta figura de Coimbra, nas comemoraçþes dos surgiu de uma proposta da presidente do professor Batel Marques, produzidos contadas pelo jornalista 120 anos do nascimento do executivo, FĂĄtima Ramos, cumprindo na Quinta dos Abibes, na freguesia de de Manuel Santos, uma um compromisso assumido no programa Aguim, concelho de Anadia. A qualidade, Jorge Castilho. acção do CAE em parceria eleitoral. Combater o envelhecimento da o prestĂ­gio e a excelĂŞncia sĂŁo apenas trĂŞs Galeria FRPR$UTXLYR)RWRJUiĂ&#x20AC;- população e a queda da natalidade sĂŁo os das mais importantes referĂŞncias deste de Albuquerque co Municipal da Figueira principais objectivos. O apoio visa ainda produtor, doutorado em Farmacologia e Lima com mostra da Foz, destinada a home- criar hĂĄbitos de poupança nos jovens, e, desde 2008, responsĂĄvel pela Unidade de pintura QDJHDUDTXHOHĂ&#x20AC;JXHLUHQVH apoiar a conclusĂŁo dos estudos obriga- de Farmacovigilância da Associação para pioneiro na arte do cinema tĂ��rios e manutenção de residĂŞncia no a Investigação BiomĂŠdica e Inovação em e da fotografia. Nesta concelho. Com efeito, o apoio consiste na Luz e Imagem (AIBILI). Batel Marques conferĂŞncia, para alĂŠm abertura de uma conta bancĂĄria onde serĂĄ tem nos desportos nĂĄuticos, na literatura, de ser abordada a histĂłria efectuado um depĂłsito anual de 100 euros na enologia e na FarmĂĄcia as suas grandes do cinema na Figueira da por cada criança, atĂŠ que esta complete 18 paixĂľes. Foz, tendo como tema anos, perfazendo um total de 1 800 euros. principal o contributo e Os pais tĂŞm apenas de residir no concelho a obra de Manuel Santos, hĂĄ mais de um ano e serem eleitores em VHUi H[LELGR XP Ă&#x20AC;OPH GD Miranda. O incentivo abrange igualmente sua autoria, com excertos crianças adoptadas. Apesar da escassez de de imagens da Figueira da recursos que afecta as câmaras, Miranda do Foz nos anos 20 e 30 [sĂŠc. Corvo decidiu reforçar este programa, no XX], espĂłlio pertencente sentido de auxiliar mais as famĂ­lias nesta ao Museu Municipal San- altura de crise. A nova proposta prevĂŞ um A galeria de arte da tos Rocha, cujo DVD irĂĄ aumento do subsĂ­dio pelo nascimento do Albuquerque e Lima, em ser oferecido ao pĂşblico Â&#x17E;HÂ&#x17E;Ă&#x20AC;OKRSDUDHXURVGRÂ&#x17E;SDUD Coimbra, vai ter patente presente nesta sessĂŁo. 500 euros e do 4.Âş e seguintes para 1 000

Serviços Centrais: Baixa - Avenida Fernão Magalhães nº.92, 3000-607 Coimbra tel: 239855855 fax: 239855851 | Celas - 239854080 | Vale das Flores - 239793930 Solum - 239792079 | Quinta da Vårzea - 239440666 | Lousã - 239994033 Fig. da Foz - 233403060 | Aveiro - 234425999 | Condeixa - 239944666 | Portela - 239793939

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VINAGRETAS

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em aproveitĂĄ-lo, o que nĂŁo se compreendeâ&#x20AC;?, lamenta MĂĄrio Santos, presidente da Federação Portuguesa de Canoagem. E tem toda a razĂŁo, porque parece que as televisĂľes nacionais preferem desportos em recintos mais fechados, ou aqueles espectĂĄculos â&#x20AC;&#x153;pimbasâ&#x20AC;? que enchem tardes e tardes da pantalha. Ă gua? - sĂł se for com â&#x20AC;&#x153;celebridadesâ&#x20AC;? de trazer por casa...

SarcĂĄstico â&#x20AC;&#x201C; JĂşlio Oliveira, que preside Ă  Junta de )UHJXHVLDGD7RFKDKiSHUWRGHDQRVHVWUDQKDTXH a lei de limitação do nĂşmero de mandatos abranja modestos autarcas e ignore os deputados Ă  Assembleia da RepĂşblica. Ă&#x20AC; semelhança de outros lĂ­deres de juntas e de municĂ­pios, Oliveira cessa funçþes este ano, porquanto a legislação impede a recandidatura de quem exerce DTXHOHVFDUJRVSHORPHQRVGHVGH´2VSUHVLGHQtes das juntas sĂŁo perigosos corruptos, os deputados Ă  Assembleia da RepĂşblica podem por lĂĄ estar durante 48 anos...â&#x20AC;?, gracejou. JĂşlio Oliveira fez questĂŁo de assinalar o 15Âş.aniverdsĂĄrio do falecimento de Francisco Lucas Pires. A foto mostra Vital Moreira, JosĂŠ Ribeiro e Castro e AntĂłnio Barbosa de Melo. PUBLICIDADE

S E A R A

A L H E I A

â&#x20AC;&#x153;O actual Governo nĂŁo comemorou â&#x20AC;&#x201C; e fez bem â&#x20AC;&#x201C; o seu segundo aniversĂĄrio. Foi uma prova de bom senso. NĂŁo havia nada a comemorar, visto que Portugal, nestes dois anos, foi de mal a pior, como as estatĂ­sticas indicam e todos os portugueses sentem na pele, sejam pobres ou ricosâ&#x20AC;?. MĂĄrio Soares, no DiĂĄrio de NotĂ­cias de 11/06/2013 â&#x20AC;&#x153;A polĂ­tica de austeridade estĂĄ a ser um desastre para Portugal, cada vez maior, como para a Zona Euro. Mas o ministro das Finanças, VĂ­tor Gaspar, ĂŠ um fanĂĄtico neoliberal, que ignora as pessoas (que para ele nĂŁo contam) e sĂł pensa nos mercados usurĂĄrios, dos quais indirectamente depende. Por isso continua a polĂ­tica que traçou, imperturbĂĄvel. E o pior ĂŠ que ĂŠ ele que manda no Governoâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem â&#x20AC;&#x153;Cavaco Silva trocou, certamente, Elvas por SantarĂŠm, onde estĂĄ a Feira Nacional da Agricultura. No Dia de Portugal, falou em concentrado de tomate a um quarto dos portuguesesâ&#x20AC;?. Fernanda CachĂŁo, no Correio da ManhĂŁ de 11/06/2013 ´  Ă&#x20AC;FiPRVDVDEHUTXHRSyVŠWURLNDÂŞYDLGHVDbrochar com adubo no sector que Cavaco â&#x20AC;&#x201C; primeiroministro â&#x20AC;&#x201C; ajudou a liquidar na euforia de cumprir os FULWpULRVGH0DDVWULFKW  (Ă&#x20AC;FDPRVDWpDVDEHUTXH na opiniĂŁo de Cavaco, por muito grande que seja a constipação nacional poderemos sempre assoar-nos ao neorrealismo literĂĄrio, pois jĂĄ nĂŁo somos o paĂ­s dos avieiros de Redol. NinguĂŠm esperaria que o presidente Ă&#x20AC;]HVVHRSDSHOGDRSRVLomR7RGRVHVSHUiYDPRVTXH QmRQRVĂ&#x20AC;]HVVHGHWRORVÂľ Idem, Ibidem â&#x20AC;&#x153;VĂ­tor Gaspar culpou a chuva pelo apagĂŁo sofrido no investimento, porque travou a construção. Ou estava a gozar com a desgraça de um dos sectores mais atingidos pelo ajustamento ou nĂŁo sabe nada do paĂ­s onde viveâ&#x20AC;?. Armando Esteves Pereira, no Correio da ManhĂŁ de 09/06/2013 â&#x20AC;&#x153;SerĂĄ esta confissĂŁo [de VĂ­tor Gaspar] uma consciente assunção das culpas e dos erros cometidos ou, senĂŁo, foi apenas o contĂ­nuo da estratĂŠgia que empurra para outros â&#x20AC;&#x201C; quase sempre os governos de SĂłcrates â&#x20AC;&#x201C; a responsabilidade pelos seus prĂłprios enganos? O ministro nĂŁo perdeu tempo. ConsequĂŞncias pelos erros cometidos? Nem uma. VĂ­tor Gaspar continua convicto de que estĂĄ no bom caminho. Sublinhou, atĂŠ, TXHRSURJUDPDGDWURLND²RWDOTXHKiXQVPHVHV tinha sido mal desenhado â&#x20AC;&#x201C; nĂŁo estĂĄ a falhar. Mesmo com os errosâ&#x20AC;?. Editorial do DiĂĄrio de NotĂ­cias de 09/06/2013

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ÚLTIMA

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Campeão das Províncias (13/06/2013)