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A pouco mais de um ano do termo do mandato de presidente da Câmara Municipal de Coimbra, JoĂŁo Barbosa de Melo traça um diagnĂłstico: “a cidade oscila entre possuir mĂĄ impressĂŁo dela prĂłpria, e daĂ­ acharmos que somos mal tratados, e uma faceta de relativa altivez, sobretudo na relação com os centros urbanos circundantesâ€?. â€œĂ‰ preciso misturar a confiança de acreditarmos em nĂłs prĂłprios e de gostarmos da nossa cidade com a humildade de sabermos que sozinhos somos muito menos do que podĂ­amos serâ€?, opina o autarca, desafiado, pelo “CampeĂŁoâ€?, a pronunciar-se sobre outros aspectos da vida PĂĄginas 4 e 5 polĂ­tica, econĂłmica e cultural de Coimbra.

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Coimbra oscila entre GpÀFHGHDXWRHVWLPD HXPDUHODWLYDDOWLYH]

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JoĂŁo Barbosa de Melo

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SAĂšDE

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Declaraçþes à Rådio Regional do Centro

Críticas à falta de acutilância e de estratÊgia em Coimbra O bastonårio da Ordem dos MÊdicos (OM) partilha com o presidente da Federação de Coimbra do PS a convicção de que Coimbra se acomodou

e de que, na prĂĄtica, nĂŁo se tem DĂ€UPDGRGHYLGDPHQWHDiUHD estratĂŠgica da saĂşde, havendo muito que podia ser feito para a potenciar.

JosĂŠ Manuel Silva e Pedro Coimbra encontraram-se para uma conversa sobre o tema “Coimbra e a SaĂşdeâ€?, a convite da RĂĄdio Regional do Centro.

Ambos se declaram defensores do Serviço Nacional de SaĂşde (SNS) e, pelo meio da conversa, convergem nas crĂ­ticas. “Coimbra precisa de uma

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voz mais polĂ­tica, ouve-se pouco nos palcos nacionais e tem de ser mais irreverenteâ€?, adverte JosĂŠ Manuel Silva, mostrando-se convicto de que â€œĂŠ preciso saber exercer uma liderança inteligente e carismĂĄticaâ€?. Por seu lado, o lĂ­der distrital socialista lembra que vĂĄrios serviços tĂŞm sido desmantelados em Coimbra e que a falta de capacidade de luta tem prejudicado os cidadĂŁos. Pedro Coimbra entende, por isso, que ĂŠ imprescindĂ­vel “uma autarquia forte, dinâmica, empenhada, que seja um nĂşcleo de dinamização da regiĂŁoâ€?, dando como exemplos prĂłximos Viseu e Castelo Branco, que competem com pĂłlos maiores e que sĂŁo muito mais irreverentes. Na opiniĂŁo do bastonĂĄrio da OM, “hĂĄ muito tempo que Coimbra devia ter uma estratĂŠgia de exploração da sua localização central no paĂ­sâ€?. Por outro lado, defende, “os portugueses devem orgulhar-se

da qualidade e universalidade do SNS. Mas o governo tem-na colocado em causaâ€?. Ambos os intervenientes se mostram preocupados pelo facto de haver doentes que deixam de ir Ă s consultas porque nĂŁo conseguem suportar os custos dos transportes e das taxas moderadoras, preocupação acentuada por JosĂŠ Manuel Silva, que critica “os cortes cegosâ€? no sector. “A formação dos especialistas demora 12 anos – atĂŠ atingir o nĂ­vel de perĂ­cia ideal ainda tĂŞm muitos anos pela frente – e o Estado estĂĄ a desperdiçar este investimento que ĂŠ muito caro ao paĂ­sâ€?, adverte o bastonĂĄrio, lembrando que com a emigraomRGHSURĂ€VVLRQDLVGHVD~GHH o Estado a contratar mĂŠdicos estrangeiros, hĂĄ um desperdĂ­cio de recursos nacionais que levaram anos a formar . Esta conversa serĂĄ emitida, na Ă­ntegra, pela RĂĄdio Regional do Centro (96.2fm), no prĂłximo domingo, entre o meio dia e as 13:00h.

Pedro Coimbra e JosĂŠ Manuel Silva, em entrevista Ă RĂĄdio Regional do Centro

EmergĂŞncia mĂŠdica

INEM tem novo sistema de triagem O Instituto Nacional de Emergência MÊdica (INEM) tem em funcionamento um novo sistema de triagem e aconselhamento telefónico. O Telephonic Triage and Couseling System foi desenvolvido ao longo dos últimos 18 meses e estå instalado nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), desde o início de Maio. A avaliação råpida das condiçþes clínicas das vítimas, de forma a estabelecer prioridades

no accionamento dos meios de emergência mÊdica, Ê uma das vantagens da nova ferramenta. Entre outras vantagens, para alÊm de diminuir a possibilidade de erro no tratamento das chamadas de emergência e dos tempos de resposta às ocorrências, a nova solução de triagem permite maior rapidez no accionamento de meios de emergência, com particular relevância nas situaçþes de maior gravidade.

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ACTUALIDADE

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Soure

Coimbra

Autarcas absolvidos de acusação de peculato

Arguida perde 100 000 euros a favor do Estado

O presidente da Câmara Municipal de Soure, João Gouveia (PS), e o vereador AmÊrico Nogueira foram absolvidos, esta semana, de uma acusação de peculato atinente à nomeação de um secretårio do segundo edil. A juíza Vanda Sousa concluiu pela improcedência da acusação, que tinha sido deduzida pelo MinistÊrio Público, entendendo a magistrada judicial que, em audiência de julgamento, não foi produzida prova para condenação dos autarcas e de AurÊlio Leite, que outrora coadjuvou AmÊrico Nogueira.

Comete o crime de peculato o funcionårio que, ilegitimamente, se apropriar, em proveito próprio ou de outra pessoa, de dinheiro ou de qualquer coisa móvel (‌), que lhe tenha sido entregue, esteja na sua posse ou lhe seja acessível em razão das suas funçþes. O MinistÊrio Público (MP) tinha preconizado a punição dos arguidos, que, se fossem condenados, sofreriam uma pena compreendida entre um e oito anos de prisão. Alfredo Castanheira Neves, advogado de João

Gouveia e de AmĂŠrico 1RJXHLUDFODVVLĂ€FRXDVDOHgaçþes do MP, feitas a 13 de Julho, de nova acusação aos arguidos, tendo sustentado que ela “nĂŁo valeâ€?. Para o causĂ­dico, a fase de alegaçþes foi aproveitada pelo procurador-adjunto Andrade Porto para ÂŤrecauchutarÂť a acusação. O mote para a tĂĄctica adoptada pela defesa foi dado por ArmĂŠnia Coimbra, advogada de outro co-arguido acusado de peculato, AurĂŠlio Leite, que durante 20 meses assessorou AmĂŠrico Nogueira.

A proposta de dedução de acusação, remetida pela Polícia Judiciåria ao MP, assentou na presunção de que os autarcas são coautores do despacho de nomeação de Leite para secretariar AmÊrico Nogueira sem que, alegadamente, o terceiro co-arguido tenha coadjuvado o vereador. Em cerca de ano e meio, o terceiro co-arguido auferiu perto de 15 500 euros (à razão de cerca de 825 euros por mês). AurÊlio Leite era pago, atravÊs de transferência bancåria, sem emissão de recibo verde.

CHUC

AutĂĄrquicas

FarmacĂŞutica impedida de exercer, esclarece a Ordem

PSD farå este ano parte das escolhas para câmaras

A Ordem dos FarmacĂŞuticos (OF) esclareceu que, ao abrigo de um processo disciplinar, Margarida Pires de Lima estĂĄ impedida de exercer a actividade, apesar de o Tribunal Administrativo ter ordenado a sua reintegração no Centro Hospitalar UniversitĂĄrio de Coimbra (CHUC). “Ainda que, no âmbito do processo disciplinar interno do CHUC, tenha de ser reintegrada, certo ĂŠ que ela nĂŁo pode desempenhar qualquer função adstrita ao exercĂ­cio farmacĂŞuticoâ€?, assinala a Secção Regional de Coimbra da OF. O impedimento decorre da circunstância de o Tribunal Central Administrativo do Norte (TCAN) ter cancelado o alcance de uma providĂŞncia cautelar deferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra (TAFC). Em primeira instância, a decisĂŁo acerca do pedido subtraiu Margarida Pires de Lima Ă medida disciplinar de 14 anos de suspensĂŁo

decretada pela OF; porĂŠm, o TCAN indeferiu a pretensĂŁo da farmacĂŞutica. A advogada Paula RegĂŞncio interpĂ´s recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, que ainda nĂŁo se pronunciou. Independentemente do desfecho do pedido de providĂŞncia cautelar, a suspensĂŁo aplicada pela Ordem encontra-se Ă mercĂŞ de uma denominada acção principal, que estĂĄ a correr termos. Como noticiou o “CampeĂŁoâ€? na anterior edição, o TAFC ordenou a reintegração no CHUC de Margarida Pires de Lima, que, em sede de processo disciplinar instaurado pelos HUC, tinha sido afastada do respectivo posto de trabalho devido a furto de cloridrato de cocaĂ­na. Caso o recente acĂłrdĂŁo do TAFC obtenha alcance definitivo, a farmacĂŞutica voltarĂĄ a desempenhar a sua função no Centro Hospitalar, se, por outro lado, houver lugar Ă  revogação da medida disciplinar decretada pela Ordem.

Os candidatos Ă s presidĂŞncias dos municĂ­pios onde o PSD aspira, pelo menos, a terceira vitĂłria consecutiva irĂŁo ser conhecidos atĂŠ ao final deste ano, apurou o “CampeĂŁoâ€?. É o caso do de Coimbra, onde uma coligação liderada por aquele partido, encabeçada por Carlos Encarnação, triunfou em 2001, 2005 e 2009. Encar nação renunciou, em Dezembro de 2010, ao terceiro (e Ăşltimo) mandato, tendo passado o testemunho a JoĂŁo Paulo Barbosa de Melo, provĂĄvel escolha para eventual protagonista de quarta vitĂłria consecutiva da coligação “Por Coimbraâ€?. Para os concelhos em cujas câmaras o PSD ĂŠ oposição e para aqueles em que os presidentes social-democratas se encontram em terceiro mandato (impedidos de ser reeleitos) os candi-

datos estarão escolhidos atÊ 31 de Março de 2013. As próximas eleiçþes autårquicas realizar-seão no Outono do próximo ano. No distrito de Coimbra, onde os social-democratas são maioritårios em oito dos 17 concelhos, o PSD estå impedido de recandidatar os líderes camarårios de Miranda do Cor vo (Fåtima Ramos), Montemor-o-Velho (Luís Leal) e Vila Nova de Poiares (Jaime Soares). Ricardo Pereira Alves (Arganil), João Moura (Cantanhede) e JosÊ B r i t o ( Pa m p i l h o s a d a Serra) poderão ser reconduzidos na liderança das respectivas câmaras, tal como o presidente de Penela, António Alves, que ascendeu à função, em 2011, por ocasião da investidura de Paulo Júlio no cargo de secretårio de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa.

Uma mulher foi condenada, sexta-feira (20), pela Vara Mista de Coimbra, a entregar 100 000 euros ao Estado, presumivelmente provenientes de actividade delituosa. O MinistĂŠrio PĂşblico tinha pedido que tal punição contemplasse cerca de 120 000 euros. A arguida, Maria JosĂŠ, DFXVDGDGHWUiĂ€FRGHHVWXpefacientes, branqueamento de capital e condução sem carta, foi condenada a sete anos de cadeia. Fonte ligada ao processo disse ao “CampeĂŁoâ€? que o advogado da arguida deverĂĄ recorrer para o Tribunal da Relação de Coimbra. Segundo a fonte, o defensor da condenada poderĂĄ sustentar que uma

parcela daquele montante, pelo menos, fazia parte do património de Maria JosÊ, independentemente do DOHJDGR WUiÀFR GH GURJD Acresce que, na óptica da defesa, ela terå sido julgada duas vezes por determinados factos. Outra arguida, Dina R., foi punida com dois anos e meio de prisão efectiva. M. Lindim, condenado a meio ano de cadeia, permanece em reclusão ao abrigo de outro processo. Três outros arguidos foram punidos, por cumplicidade em matÊria de tråÀFRDGRLVDQRVGHFDGHLD mas a execução das penas encontra-se suspensa. O arguido SÊrgio Barbosa, representado pelo advogado Arnaldo Paredes, foi absolvido.

Corte nas pensþes de aposentação

TAFC då parcialmente razão a juízes jubilados O Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra (TAFC) acaba de dar, parcialmente, razão a dezena e meia de juízes jubilados que pediram a anulação de actos da Caixa Geral de Aposentaçþes (CGA) lesivos do montante das suas pensþes de aposentação. A CGA foi condenada a pagar a cada um dos magistrados judiciais (conselheiros e desembargadores) o valor mensalmente retido com base no disposto no artigo 19º. da Lei do Orçamento do Estado para 2011, acrescido de juros de mora desde a data da retenção atÊ integral pagamento. A sentença Ê da autoria de JosÊ Ferreira Gapo. O advogado JosÊ Sampaio e Nora, que represen-

tou os autores da acção, alegou que as alteraçþes representaram, por si, uma revogação (por substituição) de um anterior acto administrativo “constitutivo de direitos ou de interesses legĂ­timos legalmente protegidosâ€?. HĂĄ cerca de dois meses, duas magistradas do MinistĂŠrio PĂşblico (MP), residentes no Norte, tambĂŠm ganharam em primeira instância acçþes visando o MinistĂŠrio da Justiça, inerentes Ă redução dos seus salĂĄrios. O artigo 19Âş. da Lei do OE para 2011 estipulou redução de vencimentos de servidores do Estado e o artigo 21Âş. instituiu o aditamento de uma norma ao Estatuto dos Magistrados do MP.

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Acto antecipado

A próxima Comissão Politica Concelhia do PS / Penela serå eleita a 28 de Julho (såbado), sendo que o novo Secretariado da Federação decidiu antecipar em mês e meio a data do sufrågio.

A provåvel recondução de Renato França esteve prevista para 15 de Setembro, mediante decisão do anterior Secretariado da Federação. O anterior líder distrital

do PS/Coimbra, Mårio Ruivo, entendeu ter havido, em Junho, entrega tardia de uma lista encabeçada pelo presidente cessante da Concelhia socialista penelense. Pedro Coimbra, novo

presidente da Federação conimbricense do PS, disse ao “CampeĂŁoâ€? perfilhar o entendimento de que o acto eleitoral deve ser efectuado “com a brevidade possĂ­velâ€?.

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PS / Penela elege, sĂĄbado, a Concelhia


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JoĂŁo Barbosa de Melo

É indispensĂĄvel uma Comunidade Int JoĂŁo Paulo Barbosa de Melo preconiza a criação de uma Comunidade Intermunicipal da “RegiĂŁo de Coimbraâ€?, “ou fundindo em apenas uma as actuais comunidades do Baixo Mondego e do Pinhal Interior Norte ou redesenhando, sem medo, a actual Comunidade chamada do Baixo Mondegoâ€? RUI AVELAR

. “CampeĂŁoâ€? – Que balanço faz de 19 meses de mandato como presidente da CMC? Jo ĂŁ o B a r b o s a d e Melo – O balanço global ĂŠ positivo. NĂŁo estou, no entanto, satisfeito; gostava de ter conseguido fazer mais e melhor. Infelizmente, o estado desastroso das finanças nacionais tem condicionado muito os projectos da Câmara Municipal de Coimbra. “CampeĂŁoâ€? – De que se orgulha mais? JBM – De haver, finalmente, empresas no Coimbra iPparque, de terem sido dados passos significativos para a reabilitação do Centro HistĂłrico, do trabalho de ar ticulação com as estr uturas culturais da cidade, o qual tem dado tĂŁo bons frutos, do espĂ­rito de grande colaboração com a Universidade de

Coimbra e restantes instituiçþes de ensino superior, de o MunicĂ­pio estar a conseguir conter as ameaças financeiras que impendem sobre quase todas as autarquias portuguesas e poder, por isso, dar continuidade a alguns investimentos essenciais para o futuro desta regiĂŁo, de haver cada vez mais visitantes e turistas na nossa cidade‌ “CampeĂŁoâ€? – HĂĄ algo que sinta, agora, preferir nĂŁo ter feito? JBM – HĂĄ coisas que faria hoje de forma diferente, mas, no essencial, mudaria poucas das decisĂľes que tomei: com a informação que tinha na altura em que decidi, julgo ter feito sempre o melhor que podia. Ganhar escala

“CampeĂŁoâ€? – Coimbra teria a ganhar se fosse sede de uma ĂĄrea metropolitana, Ă semelhança das de Lisboa e Porto? JBM – Coimbra tem uma dimensĂŁo populacional pequena, mas, Ă  sua escala, e pelas densas relaçþes que estabelece com muitos dos municĂ­pios envolventes, tem de se articular melhor com todos eles para que a gestĂŁo do nosso territĂłrio seja mais inteligente. Isso ĂŠ bom para Coimbra e para os outros municĂ­pios da nossa ĂĄrea metropolitana – e ĂŠ bom

para toda a regiĂŁo Centro. Esse ganho de escala podia ser conseguido atravĂŠs das comunidades i n t e r mu n i c i p a i s, m a s, infelizmente, o territĂłrio Comuni Com unidad dadee em e m que q ue da Comunidade o nosso MunicĂ­pio foi i nserido (Baixo Mondeinserido g o) nĂŁo coincide com a go) verdadeira zona de influverdadeira ĂŞ ncia metropolitana p de ĂŞncia C oimbra. É fundamental Coimbra. p ara a competitividade para e boa governança de t oda a nossa regiĂŁo toda q ue a Comunidade que e m que Coimbra se em i nsere inclua muniinsere c Ă­pios que estĂŁo accĂ­pios t ualmente noutras tualmente c omunidades; por comunidades; e xemplo: faz algum exemplo: s entido que a gestĂŁo sentido i nter municipal da inter C omunidade em que Comunidade C oimbra estĂĄ inserida Coimbra s eja diferente da gestĂŁo seja i ntermunicipal da Cointermunicipal munidade em que Miranmunidade d a do Corvo e a LousĂŁ se da inserem? SerĂĄ fundameninserem? tal caminhar rapidamente tal p ara uma Comunidade para I ntermunicipal da “ReIntermunicipal g iĂŁo de Coimbraâ€?, ou giĂŁo f undindo em apenas uma fundindo a s actuais comunidades as d o Baixo Mondego e do do P inhal Interior Norte Pinhal ou redese-

nhando, sem medo, a actual Comunidade chamada do Baixo Mondego. “CampeĂŁoâ€? – QuestĂľes como a do Sistema Mobili ilidad dadee do do Mon M onde Mob Mobilidade Mondego (Metro) nĂŁo seriam objec-

to de outra abordagem, por parte de diferentes poderes, se Coimbra vivesse menos voltada para o seu umbigo? JBM – Nem Coimbra qualq alquer uer outra outra ci cida danem qu qualquer cidade que queira ser competitiva e atractiva, nos dias de

hoje, pode viver a contemplar o seu umbigo. Neste mundo, altamente competitivo, em que vivemos, uma cidade da dimensão da nossa precis a de d e unir u nir em se seuu rre ecisa redor, de ganhar escala, dee melhorar a cooperação e a cumplicidade com oss municípios envolventess e com os outros póloss urbanos da região dass Beiras. o Para isso, Ê preciso misturar a confian-ça de acreditar moss em nós próprios e dee g ostar mos da nossaa cidade com a humil-dade de sabermoss que sozinhos so-mos muito menoss do que podíamoss ser. Quanto maiss isto acontecer maiss Coimbra se farå res-peitar por todos. Dar-se ao respeito

“CampeĂŁoâ€? – O seu u antecessor, Carlos En-carnação, queixou-se,, por vezes, que os exe-cutivos de JosĂŠ SĂłcratess hostilizaram Coimbra.. CONTINUA

Coimbra não pode viver a contemplar o seu umbigo As finanças da CMC estão relativamente bem

Recandidatura? A ver vamos “CampeĂŁoâ€? – Sente-se o candidato natural do PSD, em 2013, para a presidĂŞncia da CMC? JBM – Tem sido um privilĂŠgio poder servir os meus conterrâneos na função de presidente da Câmara e tenho procurado estar Ă altura das suas expectativas. Quando for tempo de tomar decisĂľes sobre o futuro, cĂĄ estarei para as tomar. “CampeĂŁoâ€? – Pressente-se que o lĂ­der distrital do PSD, Marcelo Nuno, conferiu expressĂŁo a sectores partidĂĄrios apostados na candidatura de Paulo JĂşlio Ă  liderança do MunicĂ­pio conimbricense. Como lida o Senhor com isso? JBM – Nem sempre o que se pressente corresponde Ă  verdade e nem sempre a verdade ĂŠ o que parece‌

“CampeĂŁoâ€? – Que pensa o presidente da CMC da reforma da Administração Local encetada pelo actual Governo? JBM – Creio que ĂŠ muito importante reformar a Administração Local, mexendo em muitas das suas reJUDVGHIXQFLRQDPHQWRHIRUPDVGHĂ€QDQFLDPHQWRSRU exemplo, reduzindo os incentivos para investir acima das SRVVLELOLGDGHV Ă€QDQFHLUDV H GDV SUySULDV QHFHVVLGDGHV da população, apostando nas competĂŞncias dos lĂ­deres locais, ajudando a que o territĂłrio seja cada vez mais um recurso para o paĂ­s crescer, etc... Creio que o momento escolhido para avançar com um aspecto muito lateral da necessĂĄria reforma da Administração Local (o rearranjo dos limites das freguesias e a sua fusĂŁo e agregação) ĂŠ o

SLRUGHWRGRV'HVWDPDQHLUDGLÀFLOPHQWHVHIDUiXPD boa reforma, que perdure no tempo – vão Ê abrir-se SRQWRVGHFRQà LWRRVTXDLVLUmRGHVYLDUDDWHQomRGHWRGD a gente para assuntos que não são os mais importantes para o futuro do País. Com este atabalhoamento, queimase a possibilidade de, no futuro próximo, voltar a mexer neste dossiê de forma mais racional e mais consensual do que a actual. O momento escolhido [para a redução do número de freguesias] Ê o pior de todos


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ermunicipal da “RegiĂŁo de Coimbraâ€? CONTINUAĂ‡ĂƒO

de dose de engenharia financeira... Receia vir a ter razĂŁo JBM – Mais do que de queixa do actual engenharia, o orçamenGoverno? to precisarĂĄ ĂŠ de muita JBM – O problema coragem. As mudanças da relação de Coimbra em curso nas finanças com o PaĂ­s nĂŁo se cinge a nacionais fazem com que um Governo em particu- a margem de autonomia lar: a tentação centralista dos municĂ­pios esteja a aparece por detrĂĄs de reduzir-se assustadoratodas as forças polĂ­ticas e mente e 2013 vai ser muirecrudesce, furiosamente, to difĂ­cil! Tempos difĂ­ceis sempre que os recursos exigem mais rigor tĂŠcnifinanceiros se reduzem‌ co, mais coragem e mais 1 D V  ~ O W L P D V  G p F D G D V capacidade de gestĂŁo do Coimbra tem sido pouco que tempos fĂĄceis. NĂŁo respeitada pelos poderes faltarĂĄ nem rigor, nem nacionais, mas, se calhar, coragem nem capacidade tambĂŠm nĂŁo se tem dado de gerir, em 2013, mesmo tanto ao respeito como sabendo que ĂŠ um ano de devia‌ NĂŁo podemos es- eleiçþes autĂĄrquicas. tar Ă espera que os outros nos ÂŤrespeitemÂť! Temos ĂŠ “CampeĂŁoâ€? – Como de trabalhar mais e mais estĂŁo as finanças do para que os outros nĂŁo MunicĂ­pio? nos possam ignorar. JBM – Quando comparadas com as da grande “CampeĂŁoâ€? – Cons- maioria dos municĂ­pios t a q u e o o r ç a m e n t o portugueses, as financamarĂĄrio para 2013 ças de Coimbra estĂŁo (ano de eleiçþes autĂĄr- bem. Mas nĂŁo ĂŠ fĂĄcil gerir quicas) irĂĄ exigir gran- quando as regras que nos Temos de trabalhar mais e mais para que os outros nĂŁo nos possam ignorar

impĂľem estĂŁo sempre a mudar e quando algumas das regras – como a Lei dos Compromissos – pretendem transformar as autarquias numa espĂŠcie GH UHSDUWLo}HV S~EOLFDV sem autonomia nem poder de decisĂŁo prĂłprio. “CampeĂŁoâ€? – As chefias da Câmara vĂŁo sofrer corte, ao abrigo da Lei do Orçamento de Estado para 2012? JBM – A Câmara Municipal de Coimbra cumpre sempre aquilo a que estĂĄ obrigada pelas decisĂľes de que tem o poder de legislar. Nem sempre, no entanto, essas decisĂľes sĂŁo boas. Neste caso concreto, parecer-me-ia razoĂĄvel que houvesse reg ras sobre montantes mĂĄximos para os municĂ­pios g astarem com chefias (tal como hĂĄ para as despesas com pessoal), definindo, por exemplo, uma percentagem mĂĄxima da despesa municipal para despesas com chefias. De pois devia deixar-se cada Câmara, dentro desses limites, decidir de acordo com

as suas especificidades e c o m a vo n t a d e d o s eleitores. Ao optar-se por tentar fazer uma regulamentação geral aplicĂĄvel a todo o PaĂ­s, cometem-se muitos erros que podem prejudicar gravemente a forma de operar de muitos municĂ­pios. Nesta matĂŠria GRV OLPLWHV SDUD FKHĂ€DV o projecto que estĂĄ na $VVHPEOHLD GD 5HS~EOLFD (AR) salvaguarda a questĂŁo dos turistas e dos movimentos pendulares, mas esquece que em C o i m b r a v i ve m m a i s de 18 000 estudantes, provenientes de outros pontos de Portugal e do mundo e que nĂŁo sĂŁo estatisticamente nem “residentesâ€? em Coimbra nem pendulares (os que entram e saem de Coimbra todos os dias). TambĂŠm se esquece que as cidades capitais de distrito, por providenciarem um enorme leque GHVHUYLoRVWrPXPDJHVtĂŁo mais complexa e que exige maior capacidade de resposta da autarquia. É o habitual problema de alguĂŠm achar que um grupo de “cĂŠrebrosâ€? em Lisboa

Importa que saibamos gostar da nossa cidade sem altivez

YrDVFRLVDVGHIRUPDPDLV esclarecida do que os decisores locais (que tambĂŠm QmRVmRHVW~SLGRV ÂŤ Desabrochar

“CampeĂŁoâ€? – O Senhor tem feito questĂŁo de equacionar o papel de Coimbra em termos do que ela pode proporcionar a Portugal, num registo de promoção da auto-estima da cidade. Que reflexos tem tido essa postura? JBM – Os reflexos desse discurso incidem, principalmente, no ânimo das pessoas. Coimbra oscila entre possuir mĂĄ impressĂŁo dela prĂłpria, e daĂ­ acharmos que somos mal tratados, e uma faceta de relativa altivez, sobretudo na relação com os centros urbanos circundantes. Nem de um lado nem de outro estĂĄ a virtude. HĂĄ um trabalho a fazer, porventura atĂŠ psicolĂłgico, no sentido de

percebermos ser Coimbra uma cidade de que os outros gostam. Importa que saibamos gostar da nossa cidade sem altivez. Quanto mais gostarmos dela menor serĂĄ a propensĂŁo para sermos altivos em relação aos outros. “CampeĂŁoâ€? – Em que consiste o seu projecto para Coimbra? JBM – Consiste, em poucas palavras, em fazer desabrochar a verdadeira “cidade do conhecimentoâ€? que Coimbra pode ser, mas ainda nĂŁo ĂŠ – uma cidade em que todos gostem de criar os seus filhos, uma cidade que ofereça oportunidades de trabalho qualificado, uma cidade aberta e de cultura, uma cidade vibrante e positiva a gostar de si prĂłpria e que, por isso, atrai gente criativa e cheia de iniciativa. Uma cidade que, por todas essas razĂľes, estĂĄ em condiçþes para liderar.

Agregar concelhos Ă volta da Ă guas de Coimbra “CampeĂŁoâ€? – O Metro ĂŠ uma miragem? JBM – Depois de um processo inacreditĂĄvel – em que o mesmo Governo que mandou começar as obras, destruindo o serviço que existia, se arrepende e as manda parar, poucos meses GHSRLV ² HVWi D VHU Ă€QDOmente, possĂ­vel construir alguns entendimentos com o actual Executivo, atravĂŠs do seu secretĂĄrio de Estado dos Transportes. Se a isto somarmos a articulação estratĂŠgica que tem sido conseguida com os municĂ­pios de Miranda do Corvo e LousĂŁ, acho que temos, hoje, mais condiçþes para acreditar na concretização do projecto do que tĂ­nhamos hĂĄ um ano. “CampeĂŁoâ€? – E o segmento previsto para o IC3 entre a zona de AlmalaguĂŞs e a do BotĂŁo? JBM – A decisĂŁo de construir uma ligação entre Tomar e o Norte de &RLPEUDHPSHUĂ€OGHDXWR

estrada foi tĂ­pica de um e deixou de estar. Mas muito consistente para fatempo de medidas pouco consta que poderĂĄ voltar zer com que a empresa seja pensadas. Se a opção tivesse a estar... reconhecidamente boa. Julsido a de construir uma boa JBM – O processo da gamos que Ă volta da Ă guas via rĂĄpida, em vez de uma sociedade Ă guas de Portu- de Coimbra poderemos auto-estrada, muitas das gal [accionista maioritĂĄria agregar outros municĂ­pios. questĂľes que agora se colo- de um sistema multimuni- Quanto ao futuro da AC, cam, por se terem esgotado cipal de abastecimento de ainda que dependente de RVUHFXUVRVĂ€QDQFHLURVQmR ĂĄgua em alta, a que Coimbra decisĂľes exteriores, estase poriam. Apesar de tudo, pertence] ainda estĂĄ muito mos a trabalhar para ser o actual Governo teve a incerto. NinguĂŠm sabe bem embriĂŁo de um sistema coragem de mandar avan- que quer o Governo fazer multimunicipal, com boa çar o IC3 escala, capaz d servir ainatĂŠ Ceira. de Esta coisa de vivermos a empurrar d melhor os Esperemos da papĂŠis uns para os outros numa m que a demunĂ­cipes de economia exclusivamente financeira C cisĂŁo de o Coimbra e os nĂŁo leva a qualquer lado d concelhos completar, dos e levando-o envolventes. atĂŠ Ă  zona Norte de Coim- no sector das ĂĄguas. Se for bra, nĂŁo demore muito verdade que o Grupo AdP “CampeĂŁoâ€? – A Tumais, assim como o lança- pretende continuar, agora rismo de Coimbra (TC), mento da variante Ă  Estrada com o beneplĂĄcito do actu- outra empresa municida Beira, tĂŁo importante al Governo, a olhar para o pal, ĂŠ para continuar? para toda a regiĂŁo de Coim- sector de forma megalĂłma- PorquĂŞ? Cumpre a TC bra. na, trata-se de um pĂŠssimo os rĂĄcios previstos numa caminho. Portugal nĂŁo estĂĄ proposta de lei do Go“CampeĂŁoâ€? – Quan- em condiçþes de continuar verno atinente ao Sector to ao futuro da empre- a apostar em modelos que Empresarial Local? sa municipal Ă guas de jĂĄ provaram ser ruinosos. JBM – De acordo com Coimbra (AC), esteve tre- No caso da AC [fornece- a proposta de lei, a TC nĂŁo mido, devido Ă  eventual dora em baixa], tem vindo se enquadra nos rĂĄcios decedĂŞncia do seu objecto, a ser efectuado um trabalho Ă€QLGRV SDUD VREUHYLYrQFLD

de uma empresa municipal. Se a lei for aprovada como consta da proposta, a TC não terå condiçþes para prosseguir. Se o diploma em vias de sair da AR abrir outras possibilidades, cå estaremos para as avaliar. iParque estratÊgico

“CampeĂŁoâ€? – Que podem os conterrâneos do Senhor Presidente esperar da sociedade iParque? JBM – Mais do que da sociedade iParque, do Parque de Inovação em &LrQFLD7HFQRORJLDH6D~de, pois trata-se de um projecto estratĂŠgico atĂŠ para Portugal. É necessĂĄrio apostar na produção, e mesmo na produção industrial. Esta coisa de vivermos a empurrar papĂŠis uns para os outros numa economia exclusivaPHQWHĂ€QDQFHLUDQmROHYD a qualquer lado. A grande hecatombe das economias europeias vem, em

grande medida, de termos percebido, de repente, que nĂŁo basta empurrar papĂŠis. Por isso, temos de reindustrializar e de reagricultar. Ora, neste esforço, o iParque vai ser uma peça muito importante. Ele corresponde, cada vez mais, Ă necessidade GH GHQVLĂ€FDomR GR WHFLdo econĂłmico na nossa regiĂŁo. “CampeĂŁoâ€? – E do Centro de Convençþes e Espaço Cultural do convento de S. Francisco? Que se propĂľe fazer para que ele nĂŁo se torne um ÂŤelefante brancoÂť? JBM – O Centro de Convençþes ĂŠ fundamental para atrair economia produtiva para Coimbra. AtrĂĄs GHOHYrPRXWUDVDFWLYLGDGHV É indispensĂĄvel haver a funcionar um centro de congressos de qualidade. HĂĄ actividades econĂłmicas que se desenvolvem numa FLGDGHFRPr[LWRQRVFRQgressos.


FIGURAS DA SEMANA

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w w w . campea o p r o vin cia s.co m

Ascensor

A

S U B I R

António Carvalho Gomes – Magistrado do MinistÊrio Público, acaba de ascender a procurador-geral adjunto e irå desempenhar funçþes no Tribunal da Relação de Coimbra. Conjuga a humildade e o sentido de serviço em defesa do Estado de Direito democråtico com competência, perspicåcia e bom senso. JosÊ Redondo – O Licor Beirão, produzido pela empresa lousanense J. Carranca Redondo, acaba de ser distinguido pela revista Meios & Publicidade como Melhor Marca de 2012. Ao receber o prÊmio, JosÊ Redondo recordou o seu pai, J. Carranca Redondo, fundador da empresa e bem conhecido por ter sido pioneiro ao apostar na publicidade e na divulgação dos seus produtos, com campanhas irreverentes e inovadoras. Apreciada bebida com relevante quota de mercado, o Licor Beirão Ê um caso de sucesso só possível pela forma como JosÊ Redondo e a sua família têm sabido dar continuidade ao legado do seu pai, jå falecido. Este ano, Ê a segunda distinção conquistada pela bebida produzida na Quinta do Meiral, depois de ter sido distinguida, internacionalmente, pela ICOM, uma das maiores redes de agências de publicidade do mundo.

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QUINTA-FEIRA

DE JULHO DE 2012 CAMPEĂƒO DAS PROVĂ?NCIAS

Jaime Ramos MĂŠdico, ex-autarca e antigo governador civil de Coimbra, Jaime Ramos ĂŠ o promotor da criação de um movimento cĂ­vico que pretende pugnar pela discussĂŁo de ideias, afronta aos poderes, mudança do regime e salvamento da Democracia. A primeira reuniĂŁo, que juntou em Coimbra cerca de 60 pessoas, oriundas de vĂĄrios quadrantes polĂ­ticos e diferentes ĂĄreas do conhecimento, teve como condĂŁo sentir o pulso para o caminho que, futuramente, poderĂĄ vir a ser trilhado por este movimento, designado por “Ideais do Centroâ€?. Ramos defende o conjugar de esforços, congregando diferentes sensibilidades e contributos, para a mobilização em torno de causas que, em Ăşltima anĂĄlise, permitam criar uma sociedade melhor. Na sua opiniĂŁo, “o Estado nĂŁo pode ser coutada dos partidosâ€?. Mais liberdade, melhor Democracia, menos desigualdade e dignificação da Justiça sĂŁo os quatro ideais que suportam a proposta de solução apresentada. Jaime Ramos defende que o caminho para salvar a Democracia nĂŁo reside nos extremos, de Direita ou de Esquerda, e por isso desafia a agir “quem tiver disponibilidade para lutar por ideais e acreditar que ĂŠ possĂ­vel contribuir para mudar o paĂ­sâ€?. Com uma matriz ideolĂłgica suficientemente ampla para acolher contributos de gente interessada, o movimento pretende focar-se, num primeiro momento, no tema da natalidade. Para debater este assunto e acertar estratĂŠgias, deverĂĄ ser agendado um plenĂĄrio, dentro de dois meses, tendo ficado definida a imediata criação de grupos de discussĂŁo nas redes sociais, como o Facebook, para dar maior visibilidade Ă causa e interagir com os cidadĂŁos. Por ora, Jaime Ramos declinou tratar-se este movimento de um ensaio para uma eventual candidatura polĂ­tica Ă  câmara de Coimbra ou outro cargo de relevo, embora haja quem veja nessa alternativa uma hipĂłtese verosĂ­mil e acertada.

Alice Cruz – A bailarina Alice Cruz voltou a ser premiada no festival internacional Dance World Cup, em Montreal, CanadĂĄ. Galardoada, novamente, com a medalha de bronze, a Lobo Xavier – Talvez haja pouca gente que se lembre, jovem de 27 anos foi a Ăşnica bailarina a representar o paĂ­s no mas a verdade ĂŠ que AntĂłnio Lobo Xavier foi docente da concurso, disputado por cerca de 2 000 pessoas. Alice Cruz Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, cidade concorreu em duas provas, tendo sido distinguida na categoria onde enveredou pela militância no CDS. Acabou por ru- de dança contemporânea. Natural de Montemor-o-Novo, mar ao Porto e vai, com frequĂŞncia, a Lisboa, na qualidade Alice Cruz viveu a maior parte da sua vida em Coimbra, onde de comentador residente do programa “Quadratura do cĂ­r- se licenciou em Arquitectura. A jovem bailarina e professora culoâ€? (SIC / NotĂ­cias). O Jornal de NegĂłcios apresentou, de dança jĂĄ venceu outros prĂŠmios, nomeadamente no festival KiGLDVRMXULVWDFRPRXPGRVPDLVLQĂ XHQWHVJHVWRUHV Dançarte. Alice Cruz ĂŠ actualmente arquitecta estagiĂĄria na portugueses. A agenda de Xavier, segundo o periĂłdico, Câmara Municipal de Portel. deve ter mais dias do que outras, cabendo a cada dia mais horas e a cada hora mais minutos. NinguĂŠm como ele, diz Angelino Lucas – O Torneio de Golfe Expofacic, que R-RUQDOGDVRFLHGDGH&RĂ€QDWHPWDPDQKDGLYHUVLGDGHGH decorreu nos dias 21 e 22, no campo de golfe de Cantanhede, funçþes. AlĂŠm de advogado e gestor, Lobo Xavier ĂŠ um IRLJDQKRSRU$QJHOLQR/XFDV1DVHJXQGDSRVLomRĂ€FRX exĂ­mio cozinheiro e polĂ­tico na reserva, representando o Paulo Gaspar. JĂĄ Joaquim Alves e Jorge Aniceto foram os espaço de Centro-Direita nos diĂĄlogos com JosĂŠ Pacheco vencedores em Gross. O primeiro prĂŠmio de senhoras foi Pereira (PSD) e AntĂłnio Costa (PS). para FĂĄtima Campos e Miguel Reis Pereira ganhou o primeiro prĂŠmio de juniores. Finalmente o Nearest to the Pin (pancada Carlos Costa – Na ausĂŞncia de um parecer do Banco mais prĂłxima da bandeira) foi para o tambĂŠm jĂşnior JoĂŁo Central Europeu (BCE) e atĂŠ que os tribunais se pronun- Tiago Ramos. O torneio integra o ranking de Pitch&Putt ciem, a administração do Banco de Portugal, liderada por GR&OXEHGH*ROIHGH&DQWDQKHGH$VSURYDVEHQHĂ€FLDUDP Carlos Costa, decidiu reter os subsĂ­dios de Natal e de FĂŠ- das excelentes condiçþes atmosfĂŠricas, tendo decorrido num rias aos pensionistas, este ano. Os montantes estĂŁo cativos, ambiente altamente competitivo. desde Janeiro, numa conta prĂłpria. Contudo, nĂŁo serĂŁo transferidos para a Caixa Geral de Aposentaçþes sem que JoĂŁo Silva – O presidente da Direcção da Associação haja uma decisĂŁo judicial que esclareça a legalidade da HumanitĂĄria dos Bombeiros VoluntĂĄrios de Coimbra, JoĂŁo medida. O banco liderado por Carlos Costa considera que Silva, voltou a apelar Ă solidariedade para com aquela corpoesta ĂŠ a Ăşnica decisĂŁo capaz de evitar situaçþes irreversĂ­veis ração. O dirigente relembrou que, no âmbito da campanha “5 de incumprimento atĂŠ que os tribunais decidam a questĂŁo â‚Ź solidĂĄriosâ€?, a corporação tem uma conta aberta na agĂŞncia jurĂ­dica colocada pela aplicação da lei e determinem as da Caixa Geral de DepĂłsitos da Praça 8 de Maio, com o NIB regras que devem prevalecer. 003502550001090883230. “Neste momento de grande exiJrQFLDHGHJUDQGHVGLĂ€FXOGDGHVHPTXHWRGRVUHFRQKHFHP DLPSRUWkQFLDHRPpULWRGRVERPEHLURVYLPRVGHVDĂ€DURV nossos amigos e concidadĂŁos a passarem das palavras aos A D E S C E R actos e a ajudarem-nosâ€?, realçou, em comunicado JoĂŁo Silva. Assunção Cristas – O paĂ­s consumido pelas chamas, 2SUHVLGHQWHGDGLUHFomRDĂ€UPRXTXHDDVVRFLDomRWHP´XP PLOKDUHVGHKHFWDUHVGHĂ RUHVWDVHFDPSRVGHFXOWLYRUH- combate a vencer com urgĂŞnciaâ€?: a aquisição de equipamentos duzidos a cinzas, casas destruĂ­das pelo fogo e nem sinal de protecção para os bombeiros. Garantir o abastecimento das da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do viaturas e mantĂŞ-las operacionais sĂŁo outras das “lutasâ€? desta Ordenamento do TerritĂłrio. A Ăşnica intervenção pĂşblica direcção, que pede que todos os cidadĂŁos, do municĂ­pio ou nĂŁo, de Assunção Cristas sobre esta matĂŠria foi anunciar que contribuam em prol desta causa com cinco euros. SĂŁo cinco o Governo jĂĄ accionou o Programa de Desenvolvimento euros que podem fazer toda a diferença se todos os nossos Regional (PRODER) para “apoio ao pĂłs-incĂŞndioâ€?, que amigos nos ajudarem e divulgarem este pedido por todos os disponibiliza cerca de 100 milhĂľes de euros para limpezas, seus amigos. Podemos, assim, criar uma merecida cadeia de WUDWDPHQWRGDVĂ RUHVWDVUHFROKDGRVPDWHULDLVTXHLPDGRV solidariedade, fundamental para podermos responder com HSRVWHULRUPHQWHDSRLRjUHĂ RUHVWDomR HĂ€FiFLDjVPXLWDVVROLFLWDo}HVGHTXHVRPRVDOYR

Maria de Lemos Gonçalves – Residente em Montes de Formoselha, Maria de Lemos Gonçalves celebrou 101 anos de vida no passado dia 18, na companhia de familiares, amigos, YL]LQKRV H HQWLGDGHV RĂ€FLDLV GR PXQLFtSLR GH 0RQWHPRU o-Velho, entre as quais se conta o presidente do Executivo camarĂĄrio, LuĂ­s Leal, e da Junta de Freguesia, Paulo Redondo. 2SUHVLGHQWHGD&kPDUD0XQLFLSDOHQWUHJRXĂ RUHVjDQLYHUsariante, referindo ser “uma satisfação voltar a celebrar um momento tĂŁo especialâ€?. LuĂ­s Leal fez ainda votos que “para o ano se possa celebrar mais um aniversĂĄrio da d.ÂŞ Mariaâ€?.Sem se atrever a tentar adivinhar qual o segredo da longevidade da bisavĂł, Tânia VilĂŁo assegurou que â€œĂŠ uma alegria ver todos os dias a sua vivacidade e a sua alegriaâ€?. Com orgulho referiu que “o meu bisavĂ´ trabalhou em Lisboa e ela ĂŠ que geria a casa e governava a famĂ­lia aqui em Formoselhaâ€?. “NĂŁo sabe ler, mas se soubesse seria uma pessoa ainda mais excepcionalâ€?, assegurou. Ainda com muita vitalidade, “continua a ensinarme oraçþes e a contar-me histĂłrias de antigamenteâ€?, concluiu a bisneta. Ana Figueiredo e Joaquim Pires Valentim – Os investigadores da Faculdade de Psicologia e CiĂŞncias da Educação da Universidade de Coimbra Ana Figueiredo e Joaquim Pires Valentim participaram num estudo europeu sobre a radicalização violenta. Iniciada em 2010, a investigação ĂŠ coordenada pelo TNO (organização holandesa para investigação aplicada) e reĂşne investigadores, peritos e especialistas em ĂŠtica, de uma dezena de instituiçþes de seis paĂ­ses, a saber: França, Holanda, Inglaterra, ItĂĄlia, Israel e Portugal. O estudo defende parte do SUHVVXSRVWRTXHLVRODGDPHQWHRVIDFWRUHVFXOWXUDLVGLĂ€FLOmente podem ser responsĂĄveis pela radicalização violenta, jĂĄ TXHHVVHVSURFHVVRVVmRGHPDVLDGRFRPSOH[RVHGLYHUVLĂ€FDGRV para que possam ser reduzidos a causas Ăşnicas. Francisco Leal Machado – Estudante da Escola SecundĂĄria Infanta D. Maria, Francisco Leal Machado obteve a medalha de bronze nas OlimpĂ­adas Internacionais de FĂ­sica, que decorreu de 15 a 24 de Julho em Tallinn e Tartu, EstĂłnia. No total, a equipa portuguesa conseguiu uma medalha de bronze e trĂŞs mençþes honrosas – ganhas por SimĂŁo Meneses JoĂŁo (da Escola SecundĂĄria Jaime Moniz, Funchal; Pedro Miguel Reis Bento Paredes (tambĂŠm da Escola SecundĂĄria Avelar Brotero) e Matheus Silva Marreiros (da Escola SecundĂĄria de Eça de QueirĂłs, Lisboa). Os estudantes portugueses regressaram desta competição mundial para estudantes do ensino secundĂĄrio com um dos melhores conjuntos de prĂŠmios de VHPSUH$FRPSHWLomRUHXQLXHVWXGDQWHVĂ€QDOLVWDVGR ensino secundĂĄrio de 81 paĂ­ses.

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FACTOS DA SEMANA

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www.ca m p e a o p r o vin cia s.co m

ARS Centro concentrou serviços Os serviços da Administração Regional de SaĂşde do Centro (ARSC) dispersos pela cidade de Coimbra passaram a funcionar no novo edifĂ­cio-sede situado na alameda de JĂşlio Henriques (em frente ao Jardim Botânico). Nas novas instalaçþes, que resultam da recuperação e remodelação de um antigo edifĂ­cio neoclĂĄssico que funcionou, na sua gĂŠnese, como Paço Episcopal, concentram-se agora os departamentos de Recursos Humanos, de Planeamento e Contratualização, Instalaçþes e Equipamentos e o Conselho Directivo da ARSC. No mesmo espaço, mas em edifĂ­cio contĂ­guo, a ARSC mantĂŠm a funcionar o Gabinete JurĂ­dico e do CidadĂŁo e os serviços de InformĂĄtica. Quanto aos departamentos de SaĂşde PĂşblica e de GestĂŁo e Administração Geral continuam sediados, respectivamente, na avenida de Afonso Henriques, n.Âş 141 e na rua de Filipe SimĂľes, n.Âş 15. EDP enterrou linhas elĂŠctricas na SertĂŁ A EDP Distribuição deu como concluĂ­das as obras de passagem de aĂŠreo a subterrâneo das duas saĂ­das da subestação da SertĂŁ que alimentam toda a zona oeste da vila e da que ĂŠ responsĂĄvel pela alimentação das zonas de Cernache do Bonjardim, Cabeçudo e Castelo. Segundo a empresa, a obra visou, para alĂŠm dos ganhos em termos de qualidade de serviço, a eliminação do impacto visual negativo que a parte inicial desta linha dupla, implantada sobre vĂĄrias edifĂ­cios habitacionais, provocava na zona que atravessava e que corresponde Ă rua de Proença-a-Nova e zona da Abegoaria. Ainda de acordo com a elĂŠctrica, paralelamente a esta alteração procedeu-se, tambĂŠm, a outras trabalhos na rede de mĂŠdia tensĂŁo da mesma zona, concretamente o fecho em anel da rede subterrânea, o que permite uma maior rapidez na alimentação de recurso, em caso de eventual interrupção. O conjunto da obra representou um investimento da EDP Distribuição que ascendeu a cerca de 200 000 euros e contou com a colaboração, ao nĂ­vel da execução das valas, da Câmara Municipal da SertĂŁ. Penacova com Internet grĂĄtis EstĂĄ disponĂ­vel, em Penacova, um serviço Hotspot DFHVVRj,QWHUQHWVHPĂ€RVHJUiWLVORFDOL]DGRQRODUJRGH Alberto LeitĂŁo, junto ao edifĂ­cio da Câmara Municipal. Para o presidente do MunicĂ­pio, “este ĂŠ mais um factor de atracção, fundamental para a população do concelho e visitantes desfrutarem dos principais espaços pĂşblicos urbanosâ€?. Humberto Oliveira salienta que, “acompanhando as obras de regeneração urbana e a preservação ambiental, Penacova tem dado passos importantes na melhoria da qualidade de vida e da modernização do concelho, de forma a que este territĂłrio se diferencie atravĂŠs dessa mesma qualidade sustentadaâ€?. Para acederem ao serviço gratuito de Internet, os interessados sĂł tĂŞm de deslocar-se ao Posto de Turismo Municipal onde, apĂłs efectuarem um registo prĂŠvio, lhes serĂĄ atribuĂ­do um nome de utilizador e respectiva password.

MunicĂ­pio de Coimbra investe no aerĂłdromo de Cernache MercĂŞ de um conjunto de investimentos realizados pela Câmara de Coimbra, o AerĂłdromo Municipal de Bissaya Barreto, em Cernache, terĂĄ condiçþes para abrir ao trĂĄfego aĂŠreo nocturno, a partir do mĂŞs de Setembro. ApĂłs ter visitado aquela infraestrutura, JoĂŁo Paulo Barbosa de Melo, presidente da edilidade, reiterou a sua importância para Coimbra e para a regiĂŁo Centro. O aerĂłdromo de Cernache tem vindo a registar uma mĂŠdia de 7 000 operaçþes por ano, sendo utilizado, sobretudo, por pequenos aparelhos. Contudo, a ampliação da pista dos actuais 920 metros para 1 200 metros, abriria caminho para que aeronaves de maiores dimensĂľes pudessem aterrar e descolar naquele local. Apesar de ver com bons olhos a possibilidade de a autarquia vir a investir na ampliação da pista, JoĂŁo Paulo Barbosa de Melo prefere nĂŁo adiantar datas para a realização desta melhoria e lembra que “os investimentos tĂŞm de ser feitos de acordo com a capacidadeâ€? do MunicĂ­pio. O autarca conimbricense deslocou-se ao aerĂłdromo de Cernache para visitar o Centro de Meio AĂŠreos e o Dispositivo Especial de Combate a IncĂŞndios Florestais que ali se encontra instalado. Criar uma escola de aviação, ampliar as RĂ€FLQDVHDXPHQWDUDFDSDFLGDGHGRVGHSyVLWRVGHFRPEXVWtYHOVmRDOJXQVGRVLQYHVWLPHQWRVTXHD&kPDUDGH Coimbra pondera vir a realizar no AerĂłdromo Municipal de Bissaya Barreto.

Dinis, uma tarde desportiva no EstĂĄdio UniversitĂĄrio, um peddy-paper e actuaçþes de tunas acadĂŠmicas. A Universidade de VerĂŁo contou com o apoio de vĂĄrias entidades, nomeadamente, da Associação AcadĂŠmica de Coimbra e das câmaras municipais de Coimbra, Arganil, Mogadouro, Santa Marta de PenaguiĂŁo e Oliveira de Frades. Alma de Coimbra canta AmĂĄlia “Lembrar AmĂĄliaâ€? ĂŠ o nome do concerto que decorrerĂĄ domingo (dia 29), no PanteĂŁo Nacional (Igreja de Santa EngrĂĄcia), em Lisboa, pelas 16h30, e o coro Alma de Coimbra e MĂ­sia foram os convidados para esta homenagem Ă diva

Santos & Santos destaca Atlantic Woodna na Expofacic $$WODQWLF:RRGPDUFDGHPDGHLUDWHUPRPRGLÀFDGD da Santos & Santos, lançada no mercado no passado mês de Abril, vai estar em destaque na Expofacic, certame que decorre atÊ 5 de Agosto, em Cantanhede. Esta madeira (que se aplica em decking, pavimentos e revestimentos) resulta de um processo de produção tecnologicamente avançado que utiliza apenas calor e vapor de ågua, apresentando uma maior durabilidade contra fungos e elevada estabilidade dimensional. O tratamento tÊrmico torna-a mais resistente e eståvel, conferindo-lhe propriedades semelhantes às das espÊcies tropicais e com uma coloração de tom quente e mais escuro. É tambÊm 100 por cento ecológica, jå que não utiliza qualquer composto químico com efeitos nocivos para o ambiente. A inovadora marca Atlantic Wood estå a ser produzida na nova unidade industrial da Santos & Santos Madeiras e representou um investimento de cerca de seis milhþes de euros num complexo com 17 000 metros quadrados, que integra uma unidade de destroçamento de biomassa, de tratamentos de madeira e de transformação de madeira. Na produção da PDGHLUDWHUPRPRGLÀFDGDQmRVmRXWLOL]DGRVFRPSRVWRV químicos nem aplicada qualquer substância durante o tratamento. Os resíduos podem assim ser reciclados VHPTXDOTXHUULVFRSDUDRDPELHQWH2SURGXWRÀQDOp mais higiÊnico, saudåvel e agradåvel ao tacto, preservando a sua beleza natural e permitindo um aumento da poupança por ser um excelente material de isolamento.

Matobra reconhecida como Loja Amiga do Cliente Telef.: 239 822 971 A Matobra foi a primeira empresa no paĂ­s no sector info@ihcoimbra.com do comĂŠrcio de materiais de construção e decoração a REWHUDFHUWLĂ€FDomR/$&²/RMD$PLJDGR&OLHQWH que tem como sĂ­mbolo um coração sorridente. QualiEventual traficante de droga dade de serviço e bom atendimento sĂŁo os requisitos preventivamente preso Um cidadĂŁo estrangeiro, detido pela GNR de Condeixa- do fado. O espectĂĄculo serĂĄ constituĂ­do, fundamentalmente, GHVWDFHUWLĂ€FDomRLQRYDGRUDHP3RUWXJDO$FHUWLĂ€FDomR D1RYD VRE VXVSHLWD GH WUiĂ€FR GH GURJD IRL SRVWR QD por mĂşsicas que foram interpretadas por AmĂĄlia, prevendo- foi atribuĂ­da pelo Instituto PortuguĂŞs de Relaçþes com semana passada, em regime de prisĂŁo preventiva. A mais se que algumas peças tenham interpretação conjunta pelo o Cliente (IPRC), depois de esta organização empresasevera das medidas de coacção, aplicada por um juiz de Alma de Coimbra e por MĂ­sia, sob a orientação do maestro rial ter sido rigorosamente avaliada por auditores. Esta FHUWLĂ€FDomRSURPRYHDH[FHOrQFLDGRVHUYLoRDRFOLHQWH instrução, foi proposta pelo MinistĂŠrio PĂşblico. A GNR Augusto Mesquita. como pilar central de toda a actuação organizacional. apreendeu ao arguido cerca de 400 doses de heroĂ­na, uma Penacova dĂĄ 96 000 euros a associaçþes Criada para avaliar e aprimorar o atendimento e servinviatura, dois telemĂłveis e duas embalagens de uma subsA Câmara de Penacova prescindiu este ano da reali- do como parâmetro de qualidade e de diferencial para tância aparentemente tĂłxica. zação de uma semana de festas e optou pela transferĂŞncia TXHPDSRVVXLUHVWDFHUWLĂ€FDomRFRQWHPSODFULWpULRV Universidade de VerĂŁo recebeu 300 jovens de verbas para as associaçþes do concelho, um total de de avaliação, em quatro ĂĄreas distintas: lei de defesa do TrĂŞs centenas de alunos do ensino secundĂĄrio termi- subsĂ­dios no valor de 96 762 euros destinados a apoio ao consumidor, apresentação da loja, apresentação dos nam, amanhĂŁ, o perĂ­odo de uma semana em que partici- funcionamento e obras das colectividades. A opção de SURĂ€VVLRQDLVHRDFWRGHDWHQGLPHQWR'HDFRUGRFRP param, em Coimbra, na quarta edição da Universidade de privilegiar as associaçþes face Ă realização das festas nĂŁo o relatĂłrio produzido pelo IPRC ao longo da visita “o VerĂŁo, com os futuros estudantes do ensino superior a ĂŠ, como nota a vereadora Fernanda Veiga, uma medida DXGLWRU YHULĂ€FRX TXH RV SURĂ€VVLRQDLV FRQKHFLDP RV conhecerem os diferentes trabalhos de anĂĄlise, pesquisa, que deixe o Executivo satisfeito, mas â€œĂŠ de sobremaneira produtos que vendiam, focalizavam-se nas necessidades debate, experiĂŞncia e ensino desenvolvido nas oito Facul- LPSRUWDQWH FRQWULEXLU SDUD D HVWDELOLGDGH Ă€QDQFHLUD GDV do cliente, na procura de produtos que o cliente refedades e nos muitos centros de investigação da UC. No total associaçþes locais, determinantes tambĂŠm elas para o de- UHQFLRXQHFHVVLWDU2VSURĂ€VVLRQDLVIRUDPVLPSiWLFRV foram 15 as ĂĄreas do saber disponibilizadas, sob a orien- senvolvimento cultural e desportivo do concelho, sendo educados e prĂł-activos, demonstrando disponibilidade tação de professores e investigadores das diferentes ĂĄreas, verdadeiros motores de dinamismo social e humanoâ€?. Na e evidenciando que conheciam os serviços da empresaâ€?. alĂŠm de diversas actividades lĂşdicas, culturais e desportivas, presença do presidente da Câmara, Humberto Oliveira, e do Com este selo, a Matobra vĂŞ premiado o seu empenho com o apoio de 35 monitores designados pela Associação vice-presidente, Ernesto Coelho, na cerimĂłnia de entrega na prestação de um serviço de excelĂŞncia, associando Ă  AcadĂŠmica de Coimbra (AAC). A “aventura universitĂĄriaâ€? de subsĂ­dios foi apresentado o Regulamento Municipal de experiĂŞncia adquirida ao longo de 45 anos de actividade QmR VH Ă€FRX SRU DTXL H RV SDUWLFLSDQWHV WLYHUDP DLQGD Apoio ao Associativismo, que entrou em vigor no dia 01 o apoio de uma equipa com formação em arquitectura, uma descida do rio Mondego, um arraial no largo de D. de Julho. decoração e design de interiores.


ACTUALIDADE

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Estudo apreciado na Câmara de Coimbra

Apesar de suscitar inscontitucionalidades

Reabilitação da “Baixaâ€? custa 193 milhĂľes de euros

AM de Coimbra rejeita consulta sobre extinção de freguesias

A reabilitação urbana da “Baixaâ€? e da zona do ULRHP&RLPEUDHVWiFDOculada em 193 milhĂľes de euros, durante um perĂ­odo de 15 anos e envolvendo um total de 58 acçþes, segundo um estudo realizado pela ParqueExpo e apreciado, segunda-feira, na reuniĂŁo da Câmara Municipal. O programa estratĂŠgico de reabilitação urbana, que LUi D GLVFXVVmR S~EOLFD DEUDQJHXPDiUHDGD´%DLxaâ€? com 30 hectares e onde se encontram 900 edifĂ­cios, dos quais 24 por cento em mau estado e seis por cento em ruĂ­na, com 34 acçþes propostas no valor de 124 milhĂľes de euros.

O estudo abrang e, LJXDOPHQWHDiUHDGD´%DLxaâ€? atĂŠ ao rio, com 21 hectares, na qual existem 100 edifĂ­cios, dos quais 30 por cento estĂŁo em mau estado e quatro por cento em ruĂ­na, com 24 acçþes que incluem a aproximação do centro histĂłrico ao Mondego, num investimento total de 69 milhĂľes de euros. A Ă rea de Reabilitação 8UEDQD GD ´%DL[DÂľ WHUi WUrV iUHDV GH LQWHUYHQomR centradas no Terreiro da Erva, no canal do Metro e na Praça do ComĂŠrcio, enquanto a ARU da “Baixaâ€?ULR WDPEpP HVWi GLYLGLGD em trĂŞs: Avenida de EmĂ­dio Navarro, Estação de Coimbra-A e Viver o Rio.

Confor me explicou Paulo LeitĂŁo, vereador da GestĂŁo UrbanĂ­stica, o programa estratĂŠgico conjuga todos os estudos anteriores, onde o Metro Mondego â€œĂŠ considerado essencial, mas pode avançar separadamenteâ€?, nĂŁo estando englobados os investimentos prĂłprios deste sistema de transporte. A discussĂŁo pela Edilidade do volumoso documento, durante cerca de quatro horas, teve algumas objecçþes por parte dos vereadores do PS, nomeadamente de Ă lvaro Maia Seco, ex-presidente da sociedade Metro Mondego. A primeira crĂ­tica refere-se Ă falta de um

VXPiULRH[HFXWLYRGRSURgrama estratĂŠgico, por a extensĂŁo do documento completo impossibilitar a consulta por parte dos cidadĂŁos, com Maia Seco a considerar, tambĂŠm, que o proposto para a zona da “Baixaâ€?-rio â€œĂŠ incompatĂ­vel com o projecto de execução do Metro, aprovado em 2010â€?. “NĂŁo aceito que uma nova equipa de arquitectos deite para o lixo um projecto de mais de um milhĂŁo de euros, nem que se encontre um pretexto para ir estudar tudo outra vez e se volte ao inĂ­cioâ€?, refere o vereador do PS, refutando estar-se a discutir “o sexo dos anjosâ€?.

Hoje em Arazede

AD ELO entrega contratos aprovados pelo PRODER A AD ELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego entrega hoje, na exploração agrĂ­cola “Valmarques, em Arazede, os FRQWUDWRVDRVEHQHĂ€FLiULRV com pedidos de apoio aprovados no âmbito do

Eixo 3 do PRODER-LEADER. O LEADER AD ELO ĂŠ um programa para a melhoria da qualidade de vida nas zonas rurais, que tem por objectivo incentivar os agentes socioeconĂłmicos a trabalharem com vista

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MUNICĂ?PIO DE CONDEIXA-A-NOVA

AVISO

Alteração de loteamento

O Presidente da Câmara Jorge Manuel Teixeira Bento

31645

Jorge Manuel Teixeira Bento, Presidente da Câmara Municipal de Condeixa-aNova, torna público que, nos termos do n.º 2 do art.º 27.º do DL 555/99, de 16 de Dezembro com a redação atualizada pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, alterado e republicado pelo DL 26/2010, de 30 de Março, que esta Câmara Municipal em reunião realizada no dia 16/06/2012 deliberou, por unanimidade mandar proceder à discussão pública sobre o pedido de licenciamento de alteração de loteamento com o alvarå n.º 1/1998, sito em Urbanização Nova Conímbriga II, freguesia de Condeixa-a-Velha, Concelho de Condeixa-a-Nova. A alteração, requerida por Gilberto de Oliveira Gomes, Processo n.º 02//2011/4, visa a alteração do uso previsto para a fração C do Lote B 10, da referida Urbanização, de comÊrcio para comÊrcio e indústria de tipo 3. A discussão pública decorrerå pelo período de 22 dias a contar 5 dias da data de publicação do presente aviso no Diårio da República, durante o qual os interessados poderão proceder à consulta do processo na Divisão de Planeamento Urbanístico da Câmara Municipal, sita na Rua Lopo Vaz, n.º 29, Condeixa-a-Nova, de 2.ª a 6.ª feira (das 9H00 às 12H30 e das 14H00 às 17H30). No caso de oposição os interessados poderão apresentar, por escrito, a sua exposição devidamente fundamentada, atravÊs de requerimento dirigido ao Presidente da Câmara, atravÊs do fax: 239 945 445 ou do correio eletrónico: geral@cm-condeixa.pt Paços do Município de Condeixa-a-Nova, 26/06/2012

CampeĂŁo das ProvĂ­ncias, n.Âş 634 de 26 de Julho de 2012

à produção de bens e serviços que gerem um valor acrescentado no território de intervenção que se inserem. A estratÊgia local de desenvolvimento tem por objectivo, por um lado, transformar esta zona de intervenção numa jazida VXVWHQWiYHO GH HPSUHJR H crescimento e, por outro, garantir a coesão territorial interna da região. Esta acção visa a diYHUVLÀFDomRGHDFWLYLGDGHV na exploração agrícola, a criação e desenvolvimento de microempresas, desenvolvimento de actividades turísticas e de lazer, a conservação e valorização do património rural e serviços EiVLFRV SDUD D SRSXODomR rural. A AD ELO Ê a entidade gestora do Eixo 3 do PRODER na zona de intervenção correspon-

dente aos municípios de Cantanhede, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Penacova e Vagos. No âmbito da estratÊgia local de desenvolvimento, a associação tem atribuído, para o período de 2007 a 2013, uma dotação de despesa pública de 9,56 milhþes de euros para um investimento previsto de 17,7 milhþes de euros. Entre 2009 e 2010 foram aprovados projectos no valor total de 8,94 milhþes de euros, que criaram 158 postos de trabalho. 1RÀQDOGHIRUDP aprovados mais projectos no valor de 471 mil euros. A acção da AD ELO visa ainda evidenciar a importância que o sector agrícola assume num contexto de coesão social, consolidação económica e valorização dos territórios.

A Assembleia Municipal (AM) de Coimbra rejeitou, terça-feira, por maioria, uma proposta do Bloco de Esquerda (BE) no sentido de se efectuar uma auscultação das SRSXODo}HV VREUH FHQiULRV de extinção e agregação de freguesias. A moção apresentada pelos dois deputados do BE, chumbada por 51 votos contra e que obteve nove votos a favor e duas abstençþes, foi a fórmula encontrada pelos bloquistas após terem retirado o ponto da ordem de trabalhos da reunião H[WUDRUGLQiULDTXHGHIHQGLD a realização de um referendo local sobre a reorganização de freguesias e continha a pergunta a sufragar. Após quase três horas de discussão e cerca de 5 000 euros de senhas de presença que custa a realização da reunião da Assembleia Municipal, os deputados do BE JosÊ João Lucas H6HUDÀP'XDUWHDWHQGHUDP DR IDFWR  Mi FRQKHFLGR QR início da sessão - de o Tribunal Constitucional ter rejeitado a realização de idêntico referendo em Barcelos. No início da reunião da AM, Joana Martins, em nome dos deputados da JSD, disse não compreender a necessida-

de da realização desta sessĂŁo H[WUDRUGLQiULDHDQXQFLRXTXH doariam o montante das suas senhas de presença aos BomEHLURV9ROXQWiULRVGH&RLPEUDRTXHIRLFODVVLĂ€FDGRSRU 6HUDĂ€P'XDUWHGR%(FRPR ´XPDGHPDJRJLDĂ€ODQWUySLFD barataâ€?. No entretanto, Ferreira da Silva, do PS, apresentou um requerimento, subscrito por 37 deputados municipais, no sentido de o presidente da $0SURPRYHUFRP´FDUiFWHU GHPXLWDXUJrQFLDÂľD´ÀVFDlização abstracta da constitucionalidade e legalidadeâ€?, nomeadamente quanto ao prazo concedido por lei para a Assembleia Municipal se pronunciar sobre o novo mapa DXWiUTXLFRHHQWHQGHQGRTXH os seus membros (presidentes de Junta de Freguesia) nĂŁo tĂŞm poder para extinguir o ĂłrgĂŁo para que foram eleitos. Manuel Porto, que nĂŁo pĂ´s o requerimento Ă votação, mas GHSRLVDQXLXHPHQYLiORSDUD os serviços jurĂ­dicos da Câmara para ser encaminhado, atravĂŠs do MinistĂŠrio PĂşblico, para o Tribunal Constitucional, disse que “nĂŁo iria sujeitar-se a exercer uma competĂŞncia que ĂŠ do Parlamento e do Presidente da RepĂşblicaâ€?.

No âmbito dos programas Leonardo e Grundtvig

Arte-Via Cooperativa vĂŞ aprovadas duas candidaturas Dois projectos da Arte-Via Cooperativa, da LousĂŁ, foram aprovados com fundos comuQLWiULRVQRkPELWRGRVSURgramas Leonardo e Grundtvig. O projecto submetido ao programa Grundtvig tem como tĂ­tulo “Foodprint.euâ€? e integra nove paĂ­ses, sĂŁo eles: Espanha (coordenador), BĂŠlgica, PolĂłnia, Finlândia, Portugal, Turquia, GrĂŠcia, RomĂŠnia e EstĂłnia. Este projecto centra-se no desenYROYLPHQWRGHKiELWRVGHYLGD VXVWHQWiYHLVSURWHJHQGRDVVLP o equilĂ­brio ecolĂłgico do planeta e promovendo uma “pegada humanaâ€? mais natural e biolĂłgica. O objectivo do programa Grundtvig ĂŠ contribuir para a construção de um mundo rural onde a tradição e o co-

nhecimento ancestral se funda com as novas tecnologias e o futuro, bem como chamar a atenção para a agricultura e a pastorĂ­cia, como actividades essenciais para o equilĂ­brio do sistema produtivo de qualquer sociedade, e da Terra. 8PGRVSURGXWRVĂ€QDLV GHVWHSURMHFWRVHUiDUHDOL]DomR de uma feira europeia, designaGDGH)RRGSULQWTXHWHUiOXJDU em Espanha, no termo dos dois anos da sua duração. O Programa Leonardo Parcerias, mais direccionado para o mundo do trabalho e GDV SURĂ€VV}HV FRQWRX FRP a candidatura cujo tema era “Festival Entrepreneurship for VETâ€?, e inclui tambĂŠm nove paĂ­ses.

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Os Bombeiros Volun- passarĂŁo a dispor de melhotĂĄrios da Mealhada (BVM) res condiçþes para combate vĂŁo ter uma nova viatura a incĂŞndios em ambiente pesada para o combate a Ă RUHVWDO H UXUDO VHQGR GH incĂŞndios florestais, cuja salientar que a Mata Nacioaquisição tem o valor de nal do Bussaco estĂĄ ali bem 122 380 euros (acrescidos perto e constitui uma “jĂłiaâ€? de IVA), comparticipados que tem de ser preservada. HPSRUFHQWRĂ€FDQGRD A actual Direcção dos associação com um encargo BVM, em exercĂ­cio desde de cerca de 40 000 euros. hĂĄ seis anos, jĂĄ adquiriu O contrato de forneci- uma viatura de emergĂŞnmento do veĂ­culo tanque cia, um veĂ­culo ligeiro de tĂĄctico-rural (VTTR) foi combate a incĂŞndios e uma assinado a 09 de Julho, viatura de transporte de entre AbĂ­lio Semedo e JoĂŁo doentes nĂŁo urgentes. Soares, presidente e vice da O actual parque de viaJoĂŁo Soares e AbĂ­lio Semedo, vice e presidente da Direcção dos Bombeiros VoluntĂĄrios Direcção dos Bombeiros, e turas dos BVM ĂŠ constituLuĂ­s Figueiredo, que farĂĄ o Ă­do por 23 veĂ­culos, assim da Mealhada junto ao quartel, onde hoje se cantam os parabĂŠns encarroçamento da viatura distribuĂ­dos: Uma viatura Direcção, “a data ĂŠ assinalada soas e dos estabelecimentos doviĂĄrio apelativo) de uma com as caracterĂ­sticas ne- INEM; quatro ambulâncias L.S. de uma forma singela, mas comerciais, com a distribuição empresa privada, a “Flor da cessĂĄrias. Esta aquisição foi de socorro; duas ambuUma festa simples, por- com a dignidade que a asso- de mealheiros a solicitar a ge- Riaâ€?, “esta veio levar 50 por objecto de uma candidatura lâncias de transporte de que o tempo que atravessamos ciação humanitĂĄria merece, nerosidade de todos. cento dos doentes que eram DR45(1HWHYHXPĂ€QDQ- doentes nĂŁo urgentes; trĂŞs pGHGLĂ€FXOGDGHVDVVLQDKRMHR nĂŁo sendo importante haver “O descontentamento vai transportados pelos bombei- ciamento comunitĂĄrio em ambulâncias de transporte 85.Âş aniversĂĄrio dos Bombei- muita ou pouca comidaâ€?. para a forma como o transpor- ros da Mealhada e pelos da cerca de dois terços. mĂşltiplos; 13 viaturas de ros VoluntĂĄrios da Mealhada, O essencial da cerimĂłnia te de doentes estĂĄ a ser legisla- Pampilhosa, pelo que acaCom esta nova viatura incĂŞndio, ligeiras, pesadas e cuja associação foi constituĂ­da comemorativa do aniversĂĄrio do, prejudicando fortemente EDPRVSRUĂ€FDUDSHQDVFRP os Bombeiros da Mealhada de desencarceramento. a 26 de Julho de 1927, em dia vai ser a atribuição de meda- as associaçþes de bombeiros 25 por centoâ€?, dĂŁo conta os de Sant’Ana, padroeira da lhas e diplomas a bombeiros, e ainda vamos sentir mais, em dirigentes, com a corporação cidade que tem o leitĂŁo assado DVVLPFRPRDRĂ€FLDOL]DomRGD Janeiro de 2013, ao se permitir a ver a facturação a baixar Ă Bairrada como uma das “7 promoção de Joaquim LuĂ­s a o alargamento a outro tipo de dos 7 000 a 8 000 euros para maravilhasâ€? da gastronomia. 2.Âş comandante e de Nuno viaturasâ€?, referem os dirigen- meses em que nĂŁo chega aos As comemoraçþes vĂŁo JoĂŁo a adjunto, homens que tes da Mealhada. 2 000 euros. fazer-se apenas com as entida- pertencem Ă  corporação hĂĄ “Nada temos contra tĂĄxis Isto jĂĄ fez, segundo os des e instituiçþes do concelho, muitos anos, sob o comando, e empresas privadas que estĂŁo Bombeiros da Mealhada, com a partir das 20h00, no quartel, neste Ăşltimos cinco anos, de a operar, mas nĂłs, bombei- que tivessem de despedir dois com o bolo de aniversĂĄrio e AntĂłnio Lousada. ros, temos de ter as viaturas funcionĂĄrios e passar outro uma taça de espumante. “NĂŁo Os Bombeiros VoluntĂĄ- devidamente homologadas, para meio tempo. “Muitas fazia sentido juntar muitos rios da Mealhada tĂŞm cerca circular com um condutor e corporaçþes vĂŁo fecharâ€?, convivas num jantar, mesmo de 5 000 sĂłcios, individuais um tripulante devidamente advertem os dirigentes, que com a habitual colaboração e empresas, o que constitui credenciados e com os cursos lamentam “ter de andar sem- Os Bombeiros da Mealhada tĂŞm 23 viaturas: dos restaurantes da Mealhada, uma grande base de apoio, de formação inerentes ao pre a pedir, a incomodar as 10 ambulâncias e 13 veĂ­culos para incĂŞndios e acidentes porque neste momento todos atĂŠ porque 90 por cento tĂŞm desempenho das funçþesâ€?, su- pessoasâ€?. HQIUHQWDPRVGLĂ€FXOGDGHVHDV as quotas em dia. Contudo, a blinham AbĂ­pessoas nĂŁo iriam entender situação para os “soldados da lio Semedo e que andĂĄssemos a pedir ajuda pazâ€? nĂŁo estĂĄ nada fĂĄcil, com JoĂŁo Soares. HGHSRLVĂ€]pVVHPRVGHVSHVD alteraçþes que tĂŞm sido introCom a O Executivo da Freguesia numa festaâ€?, explicam os duzidas pelo Governo. entrada em dois principais dirigentes dos Conforme anuncia a Di- f u n c i o n a felicita os Bombeiros Felicita os Bombeiros Bombeiros. recção da associação, vĂŁo mento no VoluntĂĄrios da Mealhada VoluntĂĄrios da Mealhada Para AbĂ­lio Semedo e decorrer, de imediato, acçþes c o n c e l h o pelo seu 85.Âş AniversĂĄrio JoĂŁo Soares, respectivamente de sensibilização para o apoio ( q u e t e m pelo seu 85.Âş AniversĂĄrio presidente e vice-presidente da Ă  corporação, junto das pes- um eixo roRua 23 de Abril, 34 - 3050-032 Antes - Telef.: 231 281 871 PUBLICIDADE

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POMBAL

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Narciso Mota defende certame

%RGRpFRQMXJDUGHYRQWDGHVSDUDÀQWDUDFULVH Da mostra de actividades económicas ao artesanato internacional, passando pela feira popular, as iniciativas dinamizadas pelas colectividades do concelho, as provas desportivas, os concertos e os espectåculos, eis as festas do Bodo 2012, que durante cinco dias dão reforçada animação à cidade de Pombal. O jardim do Cardal, o largo do Arnado e os Paços do Concelho são pontos de referência para uma secular festa que começa hoje e só termina na segunda-feira. Consciente de que os tempos actuais são para

todos difĂ­ceis, o presidente do MunicĂ­pio de Pombal, Narciso Mota, defende que a autarquia deve encarar como missĂŁo sua “continuar a apoiar a produção artĂ­stica e a promover eventos de âmbito culturalâ€?. Ao referir como fundamental “manter o rigor orçamentalâ€? que tem pautado ediçþes anteriores do certame, o edil dĂĄ voz Ă pretensĂŁo de “manter o elevado patamar de qualidadeâ€? das festas do Bodo. Para tal, a Câmara conta com a colaboração da Associação de Desenvolvimento e Iniciativas Locais de Pombal (ADILPOM),

A feira popular ĂŠ uma das vĂĄrias ĂĄreas de diversĂŁo que compĂľem as festas do Bodo

da Escola TecnolĂłgica ArtĂ­stica e Profissional de Pombal (ETAP) e da

empresa municipal Pombal Manutenção Urbana e Gestão, E.E.M. Segundo o

autarca, â€œĂŠ a aposta numa parceria que tem tudo para ter sucessoâ€?. MĂşsica, dança, animação de rua, desporto, exSRVLo}HVHRĂ€FLQDVWHPiticas sĂŁo apenas algumas YHUWHQWH GR GLYHUVLĂ€FDGR programa de animação. Trata-se de uma oferta que, explica Narciso Mota, conta com “o apoio de todos os que ainda sentem o pulsar da cidade e do concelho de Pombalâ€?. Este ano, de um conjunto de iniciativas que o edil refere como capaz de promover uma imagem de marca do concelho, destaca-se, ainda, a comemoração dos 500 anos

da atribuição do Foral Manuelino a Pombal. “Aos que tencionam visitar-nos nesta ĂŠpoca especial, quero que saibam que a vossa presença nos orgulha e eng randece, esperando que apreciem tudo o que Pombal tem SDUDYRVRIHUHFHUÂľDĂ€UPD Narciso Mota, em forma de convite aos muitos visitantes que sĂŁo esperados, por estes dias, em terras pombalenses. As festas do Bodo 2012 tĂŞm a cerimĂłnia de VHVVmRGHDEHUWXUDRĂ€FLDO agendada para amanhĂŁ, pelas 18h00, no salĂŁo nobre dos Paços do Concelho.

Programa Quinta-feira (dia 26) 14h30 – Comemoração do Dia dos Avós no jardim do Cardal. 21h00 – Celebração de missa e proclamação da palavra na igreja do Cardal, seguida de procissão de velas 23h30 – Actuação de Blues CaffÊ, no largo do Arnado 01h00 – Animação pelos dj’s Godinho e Ramos

SĂĄbado (dia 28) 09h00 – Alvorada K²'HVĂ€OHGHJDLWHLURV 11h00 – CerimĂłnias comemorativas do VII CapĂ­tulo GD&RQIUDULDGR%RGRFRPGHVĂ€OHSHODVUXDVGDFLGDGH 17h00 – Acçþes da Escola TecnolĂłgica, ArtĂ­stica e ProĂ€VVLRQDOGH3RPEDOVREUH´(PSUHHQGHGRULVPRH6XVtentabilidadeâ€?, no jardim do Cardal, seguidas de arruada Sexta-feira (dia 27) pelo Grupo de Acordeonistas de Pombal 09h00 – Alvorada 19h00 – 30.ÂŞ Prova do Bodo/Derovo e 11.ÂŞ Corrida K²'HVĂ€OHGHJDLWHLURV do Bodo, com partida junto ao edifĂ­cio dos Paços do 17h30 – Arruada pela pela FilarmĂłnica ArtĂ­stica Pom- Concelho balense 21h30 – Missa na igreja do Cardal 1 8 h 0 0 – S e s s ĂŁ o d e a b e r t u r a d a s F e s - 22h30 – Entrega de prĂŠmios do concurso “Boneca de tas do Bodo 2012, no salĂŁo nobre dos Paços do Trapo Vestida de Chita – Maria Fogaçaâ€? &RQFHOKR FRP D SUHVHQoD GDV HQWLGDGHV RĂ€FLDLV H D 22h45 – 4.Âş Festival da Canção Infantil “Cantar Pombalâ€?, participação da Confraria do Bodo, seguida de visita Ă com acompanhamento musical da Banda FilarmĂłnica mostra de actividades econĂłmicas Ilhense 19h00 – Acçþes da Escola TecnolĂłgica, ArtĂ­stica 24h00 – Baile da PĂŠrgula, com o grupo musical “Tecla e Profissional de Pombal, sobre “Empreendedo- 12â€? rismo e Sustentabilidadeâ€?, no jardim do Cardal, 23h30 – Concerto de Boss AC, no largo do Arnado seguidas de arruada pelo Grupo de Acordeonistas 01h00 – Animação pelos dj’s Ana Arroja e Kiko de Pombal 21h00 – Missa na igreja do Cardal Domingo (dia 29) 22h00 – Actuação do grupo de cantares “Os RouxinĂłis 09h00 – Alvorada do Aruncaâ€? K²'HVĂ€OHGHJDLWHLURV 24h00 – Baile da PĂŠrgula, com o duo musical “Anabela 16h00 – Arruada pela FilarmĂłnica ArtĂ­stica Pombalense e Angelâ€? e FilarmĂłnica Louriçalense 23h30 – Actuação dos Oquestrada, no largo do Arnado 17h00 – Missa solene em honra de Nossa Senhora do 01h00 – Animação “The Freak Deejaysâ€? Cardal, seguida de procissĂŁo pelas ruas da cidade

K²'HVĂ€OHGRVJUXSRVSDUWLFLSDQWHVQRIHVWLYDOGH folclore, desde a rotunda da Escola do Conde Castelo Melhor atĂŠ ao jardim do Cardal 2130 – Festival de folclore, com a participação do Rancho FolclĂłrico “Luz dos Candeeirosâ€? (Porto de MĂłs), Grupo FolclĂłrico de Vila Verde, Grupo FolclĂłrico e EtnogrĂĄfico de Vila Cova Ă Coelheira (Vila Nova de Paiva), Grupo FolclĂłrico da Casa do Povo de Cacia, Grupo de Danças “Os Lusitanos de Marinhaisâ€? (Salvaterra de Magos) e Rancho TĂ­pico de Pombal 24h00 – Baile da PĂŠrgula, com o teclista Sincopa 23h30 – Concerto de Aurea, no largo do Arnado 01h00 – Animação pelos dj’s Angel e NS Segunda-feira (dia 30) 09h00 – Alvorada e missa de encerramento das festas religiosas, na igreja do Cardal K²'HVĂ€OHGHJDLWHLURV 17h00 – Acçþes da Escola TecnolĂłgica, ArtĂ­stica e 3URĂ€VVLRQDO GH 3RPEDO VREUH ´(PSUHHQGHGRULVPR H Sustentabilidadeâ€?, no jardim do Cardal 18h00 – Arruada pelo grupo de Acordeonistas de Pombal 21h30 – EspectĂĄculo com os Lucky Duckies, no jardim municipal 24h00 – Baile da PĂŠrgula: Teclista Carlos Monteiro 23h30 – Concerto de Mickael Carreira, no largo do Arnado 01h00 – Animação pelos dj’s Eurico Lisboa & MC Fubu e Pedro G

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POMBAL

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Do povo e para o povo

De D. Maria Fogaça à promoção do concelho As festas do Bodo são tradição secular, de origem em tempos remotos, manifestação do povo e para o povo. Da lenda que foi passada de geração em geração, ouve-se falar de D. Maria Fogaça e dos difíceis tempos em que uma praga de gafanhotos e lagartos Dà LJLXRVSRPEDOHQVHVLQYDGLX DVVXDVKDELWDo}HVFRQWDPLQRX alimentos e åguas e a todos deixou em desassossego. Conta-se que, sem outra solução, o povo rumou então à igreja de S. Pedro. Munidos GHIpHGHYRomRÀ]HUDPSUHFHV e procissão que percorreu os lugares e terminou na capela de Nossa Senhora de JerusalÊm. Para se verem livres do PDUWtULRIH]VHPLVVDFDQWDGD e prometeu-se festa a preceito, desde que divina ajuda os ajudasse em tempo de tão grande calamidade. Fervoroso o povo, terå a Senhora de JerusalÊm atendido as suas súplicas, de tal forma cÊlere que, na manhã seguinte, nos campos e searas, da praga nem sinal. Em forma de agradecimento pela graça concedida, DSRSXODomRPDQGRXFHOHEUDU missa e, desde logo, tratou de acertar festa idêntica para o ano vindouro, de modo a que as pragas se mantivessem longe. 5H]DDOHQGDTXHIRL'

Maria Fogaça quem assumiu o total do dispĂŞndio da festa religiosa e do arraial popular. 'RLVJUDQGHVERORVIRUDPDLQda, oferecidos ao pĂĄroco da vila, FRQWXGRXPGHOHVWHUiĂ€FDGR mal colocado no forno. E eis que um criado da casa, invocando o nome de Nossa Senhora de JerusalĂŠm, se aventura no FDORUGDIRUQDOKDDMHLWDRERORH de lĂĄ sai, ileso. Interpretado pelo povo como um novo milagre, este episĂłdio estĂĄ na gĂŠnese da IHVWDGRERGRTXHGHVGHHQWmR LQFOXLRDIDPDGRERORDRTXDO foi dado o nome de “fogaçaâ€?. Para melhor acertar com o calendĂĄrio das colheitas, a romaria SDVVDDUHDOL]DUVHQR~OWLPR Ă€PGHVHPDQDGH-XOKRDQWHcedida de quatro semanas de cerimĂłnias religiosas em honra da Senhora de JerusalĂŠm. No derradeiro momento da festa, o forno era acendido e nele FKHJDYDPDTXHLPDUGL]HP quatro a seis carradas de lenha, enquanto que as mulheres do FRQYHQWRYHVWLGDVGHEUDQFR procediam Ă confecção do ERORGHIRUPDDUUHGRQGDGD e de farinha nĂŁo levedada, que levava seis alqueires de trigo. Muitas histĂłrias de contam. Umas verosĂ­meis, outras nem por isso. Mas afirmam os mais antigos que, em cortejo, com DEDQGHLUDGH1RVVD6HQKRUD

Vertente religiosa tem grande importância na festa maior de Pombal

do Cardal à frente, seguiam as irmandades, o påroco, a filarmónica e muito povo, tanto que dava a volta às ruas da vila. Todos se aprontavam para o local do forno, onde um homem havia de repetir idêntico episódio ao do criado que, protegido pela fÊ e invocando a protecção de Nossa Senhora, se aventuraria DDMHLWDURERORQRFDORULPHQVR Tudo isto se passaria no largo do Cardal, onde ainda hoje a festa do Bodo Ê grande. Anos se passaram, a romaULDIH]VHFRPPDLVRXPHQRV fulgor, devoção ou tradição. No sÊculo XVI, descontente com alguns excessos, D. Manuel

DLQGDFKHJRXDSURLELUDUHDOL]DomRGDIHVWD&RQWXGRQHP mesmo o monarca resistiu aos relatos da devoção e milagres de Nossa Senhora do Cardal, pelo que terå concordado em voltar a permitir os festejos. Ao longo de vårios sÊculos e diferentes reinados, Infante D. +HQULTXH'6HEDVWLmR'-RmR D. Manuel e D. Afonso, todos eles concederam diferentes privilÊgios à população, acedendo à pretensão desta em manter viva a tradição do Bodo. Em 1811, com a passagem do exÊrcito de Napoleão, as WUDGLo}HVGRVSRPEDOHQVHVVRfrem um rude golpe. Pior sorte

viria, jå depois da implantação GD5HS~EOLFDFRPDGHPROLomR do forno e, anos depois, quanGRRELVSRGH&RLPEUDGHFLGH SURLELUDHQWUDGDGRKRPHPQR IRUQRHP3RPEDO6DQWLDJRGH /LWpP$EL~OH$YHODU $QVLmR  onde os populares tinham idêntica devoção e costume. Tradição adaptada a novos tempos

Ao longo dos anos que se VHJXHPDVWUDGLo}HVYmRSHUdendo fulgor e a festa dimensão, chegando mesmo a não ir alÊm da vertente religiosa. Em 1935, com a criação de uma comissão

onde estavam representantes do poder polĂ­tico e dos vĂĄrios sectores da sociedade, as festas do Bodo recuperam a sua granGH]DDWUDLQGRHOHYDGRQ~PHUR de forasteiros. TerĂĄ sido sol de pouca dura, pois dois anos depois, volta a nĂŁo haver festejos. O actual modelo do Bodo GH3RPEDOFRQIRUPHFRQĂ€Uma a informação constante QR VtWLR ZZZIHVWDVGRERGR com e a partir do qual foram recolhidos os elementos da histĂłria e as estĂłrias aqui referidas, ĂŠ o resultado de um IHVWD GH FDUL] SRSXODU FRP inspiração religiosa, que evoluiu ao longo dos tempos. Com maior ou menor dimensĂŁo, mantendo, apesar de tudo, DPDWUL]GHIHVWDGRSRYRHSDUD RSRYRRĂ€JXULQRDFWXDOGD IHVWDPDLRUGH3RPEDOHXPD das maiores da regiĂŁo Centro, surgiu por volta da dĂŠcada de 90 [sĂŠc. XX], integrando a promoção do sector agrĂ­cola, das iniciativas culturais e a divulgação de provas desportivas de carĂĄcter nacional. O nome de festas do Bodo ĂŠ recuperado, HPGHĂ€QLWLYRMiHPSHUPDQHFHQGRFRPRDĂ€UPDPRV seus responsĂĄveis, “presentes QRHVStULWRGRVSRPEDOHQVHV demonstrando ser as festas mais importantes do concelho GH3RPEDOÂľ

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Feira de Artesanato, Velharias e Antiguidades, de 03 a 05 de Agosto

A FAVA estĂĄ a crescer

JoĂŁo Oliveira deseja atrair cada vez mais visitantes

desculpa a todos os que tĂŞm GHĂ€FDPGHIRUDHVSHUDQGR e desejando corresponder aos pedidos no ano seguinte. Para alĂŠm da parte de exposição, o certame inclui um sector com tasquinhas, onde podem ser saboreados petiscos como broa de carne e de sardinha, torresmos, ou papas laberças e peixes do rio, entre outras iguarias gastronĂłmicas da regiĂŁo. A FAVA, um certame que jĂĄ estĂĄ completamente consolidado na freguesia, atraindo todos os anos muitos visitantes de vĂĄrios pontos da regiĂŁo e nĂŁo sĂł, surge assim tambĂŠm com o intuito de promover a freguesia e de potenciar a economia local. “Esta feira surge como um meio de promoção da regiĂŁo e como forma de agitar e EHQHĂ€FLDURWHFLGRHFRQyPLFR cĂĄ da terra. Num futuro muito prĂłximo, Coja tem que passar

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a assentar a sua economia no turismo e nas pessoas que nos visitamâ€?, sublinha JoĂŁo Manuel Oliveira. O autarca lamenta que a economia local esteja “um pouco abalada com esta criseâ€? e, assim sendo, entende que uma das principais prioridades da Junta de Freguesia tem que passar precisamente por “movimentar todo o tecido econĂłmico, de forma a melhorar ou pelo menos atenuar os efeitos da crise que se estĂĄ a viverâ€?. Para tal ĂŠ preciso, como refere, “dar Ă freguesia o mĂ­nimo de condiçþes, para que quem nos visite se sinta bemâ€?. Por outro lado, ĂŠ preciso criar “um Ă X[RWXUtVWLFRTXHPRYLPHQWH o sector empresarial, criando ao mesmo tempo possibilidades de, com alguma imaginação, melhorar o rendimento familiar, atravĂŠs do artesanato, do aluguer de quartos particulares, da fabricação de doces, da agricultura familiar e produção de melâ€?.

A praia fluvial do Caneiro esteve seleccionada para as “7 maravilhas�

O programa de animação tem uma noite de fados de Coimbra, na sexta-feira, assim como, no sĂĄbado, a actuação da Tuna de Cantares de AvĂ´, da Tuna Cantares de Coja e baile com a banda “The Offshoreâ€?. No domingo poderĂĄ ser apreciada a exibição do Rancho FolclĂłrico das Rosas de Coja e o baile voltarĂĄ a ser animado pela banda “The Offshoreâ€?. A freguesia de Coja ĂŠ a mais importante do concelho de Arganil, a seguir Ă sede do concelho, devido nĂŁo sĂł Ă  sua histĂłria mas tambĂŠm em termos populacionais, industriais, comerciais e equipamentos de Animação e praia interesse colectivo. A sua proximidade da A FAVA, que abrirĂĄ no dia serra do Açor e da Estrela sĂŁo 03 (sexta-feira) de Agosto, pelas PRWLYRVPDLVGRTXHVXĂ€FLHQ19h00, pode ser visitada atĂŠ Ă  tes, para que seja incluĂ­do nos meia-noite, com a feira a iniciar- roteiros turĂ­sticos do interior se nos dias 04 e 05 (sĂĄbado e de Portugal. domingo), pelas 10h00. No aspecto paisagĂ­stico evidenciamse, em Coja, os açudes do rio Alva, com ARGOCOJA particular destaque para o COMÉRCIO DE MATERIAIS DE CONSTRUĂ‡ĂƒO, LDA. existente, que pelas suas Praça Dr. Alberto Vale - 3305-118 Coja caracterĂ­stiTelef.: 235 721 159 - Telef.: 235 205 126 cas naturais Telef.: 235 729 569 (Noite) per mite a Fax: 235 208 419 - Telem.: 967 575 660 31750

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localização da praia fluvial do Caneiro, que ficou nas prĂŠ-qualificadas no concurso das “7 maravilhasâ€?. eXPD]RQDĂ XYLDOTXHUH~QH condiçþes para a prĂĄtica da actividade balnear, sendo constituĂ­da por um açude que criou na parte inferior um “espelho de ĂĄguaâ€? e cujas margens sĂŁo constituĂ­das por um areal que permite a permanĂŞncia de banhistas junto Ă ĂĄgua. A parte superior ĂŠ formada por um lençol de ĂĄgua, o que permite, alĂŠm da actividade balnear, algumas actividades recreativas como a canoagem, gaivotas e pesca desportiva. As margens e a ĂĄrea envolYHQWHjSUDLDĂ XYLDOVmRUHIUHVcantemente arborizadas por choupos e amieiros. Na margem direita do rio Alva existe um antigo lagar e moinho, que foram convenientemente recuperados, onde funciona um bar, restaurante e esplanada, enquanto que na margem esquerda existe um parque de campismo. AlĂŠm da vila de Coja, fazem parte da freguesia as povoaçþes de PisĂŁo, Esculca, Salgueiral, Machouro, Medas, Vale do Carro, Casal MourĂŁo, Pai Espada e Travasso.

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Com mais de meia centena de participantes, a 9.ÂŞ edição da Feira de Artesanato, Velharias e Antiguidades (FAVA) de Coja (Arganil) tem este ano mais atractivos para todos os que desejem visitar a iniciativa que se realiza de 03 a 05 de Agosto e apreciar, tambĂŠm, as belezas da “Princesa do Alvaâ€?.

Os expositores que irĂŁo estar presentes na FAVA ultrapassam os 50, o que para o presidente da Junta de Freguesia de Coja, JoĂŁo Oliveira, â€œĂŠ um bom sinal, supera as expectativas e perspectiva um ĂŞxito ainda maior de anteriores certames, os quais revelaram-se do agrado dos participantes e dos muitos visitantesâ€?. Para alĂŠm da divulgação dos produtos endĂłgenos e artesanato produzidos na freguesia e no concelho de Arganil, a FAVA recebe, tambĂŠm, vĂĄrios elementos de outras regiĂľes do paĂ­s, nĂŁo apenas ao nĂ­vel de artefactos, mas tambĂŠm dos tradicionais e apreciados produtos gastronĂłmicos. De ano para ano o espaço tem-se revelado pequeno para tanta procura por parte de expositores, com a organização a procurar sempre corresponder, dentro das possibilidades, ao interesse demonstrado, e a pedir

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O Executivo da Freguesia convida a visitar a FAVA - Feira de Artesanato, Velharias e Antiguidades de 03 a 05 de Agosto

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L.S.


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BRASFEMES

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VoluntĂĄrios completam 73 anos

Corpo de bombeiros preparado e atento

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O Executivo da Freguesia de Brasfemes felicita os Bombeiros VoluntĂĄrios de Brasfemes pelos seus 73 Anos

Rua Santo Cristo, n.Âş 62 - EIRAS - 3020-198 Coimbra Telef.: 239 439 694 | Telem.: 917 363 684 / 919 975 671

Felicita os Bombeiros VoluntĂĄrios de Brasfemes pelos seus 73 Anos

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Loja 1: Telef.: 239 918 583 | Telem.: 919 958 686 Rua 25 de Abril, n.Âş 3/n. 10 | 3020-575 Brasfemes Loja 2: Rua dos Correios, n.Âş 54 - Telef.: 239 911 089 Telem.: 914 137 307 - 3020-853 Souselas

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TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS Inscrito CTOC - Membro n.º 8481 Cont. N.º 175 300 097

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Junta de Freguesia de Torre de Vilela

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Felicitamos os Bombeiros VoluntĂĄrios de Brasfemes pelo seu 73.Âş AniversĂĄrio

Felicitamos os Bombeiros VoluntĂĄrios de Brasfemes pelo seu aniversĂĄrio. Contem connosco! 31772

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meios aquĂĄticos. SĂŁo nĂşmeros elevados em horas de serviço e muitos quilĂłmetros percorridos, sinĂłnimo de grande capacidade operacional. “As populaçþes podem estar descansadas porque tĂŞm um corpo de bombeiros preparado e atentoâ€?, garante Bruno Santos. A AHBVB farĂĄ a festa de aniversĂĄrio a 08 de Dezembro. Para essa ocasiĂŁo, estĂĄ prevista a apresentação de novas viaturas, a promoção de bombeiros ao Os Bombeiros VoluntĂĄrios de Brasfemes dĂŁo corpo ao lema “Vida por Vidaâ€? quadro activo, uma romaria ao cemitĂŠrio para recordar comContudo, para levar esta obra A construção de uma casa- associaçþes de bombeiros estĂŁo panheiros jĂĄ falecidos e uma avante ĂŠ preciso investir cerca escola, destinada Ă realização de a atravessar uma das fases mais sessĂŁo solene. de 400 000 euros, uma verba simulacros e outras acçþes de negras da sua histĂłriaâ€?, porque A 30 de Julho, data efectiva que a AHBVB nĂŁo tem. formação, ĂŠ outro dos projec- as despesas sobem mas as do aniversĂĄrio, a cerimĂłnia serĂĄ O projecto prevĂŞ a requa- tos acalentados, uma obra or- receitas sĂŁo cada vez menores. breve, pois o momento exige lificação das ĂĄreas interiores çada em cerca de 40 000 euros. A actividade operacional total prontidĂŁo. Ainda assim, do actual edifĂ­cio do quartel Financeiramente, a AHB- ĂŠ composta, sobretudo, pelo haverĂĄ tempo para um moe a ampliação da zona das VB vai-se aguentando. O ce- transporte de doentes, a res- mento simbĂłlico em que serĂŁo camaratas e balneĂĄrios, da sala nĂĄrio ĂŠ idĂŞntico Ă  de centenas posta Ă  emergĂŞncia mĂŠdica, o promovidos os bombeiros que de formação e do aparcamento de outras corporaçþes do paĂ­s. FRPEDWHDLQFrQGLRVĂ RUHVWDLV concluĂ­ram formação para de viaturas coberto. Bruno Santos admite que “as e urbanos e o salvamento em progredir na carreira. 31760

dos VoluntĂĄrios de Brasfemes, paralelamente Ă escola de esQuando surgiu, em 30 de tagiĂĄrios, onde 14 elementos Julho de 1939, foi com a desig- recebem formação, durante nação de “Grupo de Bombei- um ano, para depois integrarem ros VoluntĂĄrios Brasfemenseâ€?. a corporação. Muito mudou, desde entĂŁo. AcApenas no primeiro setualmente, a Associação Huma- mestre deste ano jĂĄ foram feitas nitĂĄria dos Bombeiros Volun- RLWRFHUWLĂ€FDo}HVGHIRUPDomR tĂĄrios de Brasfemes (AHBVB) na ENB, abordando vertentes tutela um corpo activo, alerta, como as tĂŠcnicas de socorro, preparado para servir as popu- o salvamento e desencarceralaçþes e dar resposta adequada mento, os cursos de tripulantes Ă s necessidades da comunidade. de ambulância de transporte e Zelar pelos interesses da operador de central ou a concorporação ĂŠ, sobretudo, pre- dução fora de estrada, entre ouparar o futuro. AcĂĄcio Montei- tras especialidades, abrangendo ro, comandante dos Bombei- cerca de 70 bombeiros. ros VoluntĂĄrios de Brasfemes Actualmente, o corpo acsublinha a importância de sen- tivo ĂŠ composto por 114 opesibilizar os mais jovens para a racionais. HĂĄ, ainda, a academia actividade dos soldados da paz. de formação e uma fanfara, “Um corpo de bombeiros totalizando cerca de 200 pessĂł ĂŠ sustentĂĄvel se apostar na soas, ligadas aos Bombeiros juventude que lhe permita VoluntĂĄrios de Brasfemes. continuar a existir. Quem nĂŁo o Apesar de recentes, as insĂ€]HUHVWiFRQGHQDGRÂľVXVWHQWD WDODo}HVVmRMiLQVXĂ€FLHQWHVIDFH o responsĂĄvel operacional. Ă s necessidades da corporação, HĂĄ cerca de cinco anos uma situação que se agrava, foi criada uma academia onde, sobretudo, no VerĂŁo, quando entre os meses de Outubro e hĂĄ mais operacionais a pernoiJunho, um grupo de 10 for- tar, integrados nos grupos de madores passa aos candidatos primeira intervenção. informação importante soPara resolver o problema, bre o que ĂŠ a actividade dos hĂĄ um projecto aprovado pelo bombeiros. Esta ĂŠ a porta de MunicĂ­pio, tendente Ă  requalientrada para o corpo activo Ă€FDomRHDPSOLDomRGRTXDUWHO G. B.


OLIVEIRA DO HOSPITAL w w w . campea o p r o vin cia s.co m

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Investimento total ascende a cerca de um milhão de euros

Aprovados projectos candidatos a fundos comunitários pela BLC3 Os projectos de desenvolvimento da produção de Queijo Serra da Estrela e cogumelos silvestres da BLC3 – Plataforma de Desenvolvimento da Região Interior Centro, sediada em Oliveira do Hospital, YmRVHUFRÀQDQFLDGRVSHOD União Europeia. Em parceria com a Universidade do Minho e uma conceituada queijaria da região demarcada, a Casa Matias, a BLC3 pretende desenvolver um projecto de investigação aplicada que tem por principal missão eliminar os bolores, que dificultam a conservação deste queijo fatiado após os 35 a 40 dias. O projecto, que obteve XP ÀQDQFLDPHQWR GH  000 euros, destina-se única e exclusivamente ao Queijo 6HUUDGD(VWUHODFHUWLÀFDGR O projecto tem tamEpPSRUÀQDOLGDGHFULDUXP “kit” analítico que diferencie o queijo produzido com o leite da raça Bordaleira e encontrar um processo que mantenha a textura da fatia e permita a sua conservação, sem bolores. Considerado como um dos melhores do mundo, o Queijo Serra da Estrela tem estado, justifica este organismo, sujeito a uma grande indisciplina de mercado, arriscando-se mesmo a entrar em vias de extinção. Na região demarcada só dez por cento do queijo é produzido com leite da raça Bordaleira Serra da Estrela, sendo o restante fabricado com leite importado de Espanha e de outras regiões. A BLC3 pretende con-

Um dos objectivos é eliminar os bolores do queijo fatiado Serra da Estrela

tribuir para a valorização deste queijo, classificado como uma das maravilhas da gastronomia portuguesa, permitindo nomeadamente que este tenha condições para entrar em mercados gourmet nacionais e internacionais e inverter, assim, o desinteresse na produção desta iguaria gastronómica. Já o projecto que visa desenvolver a produção de cogumelos silvestres nativos no interior do país REWHYHXPLQFHQWLYRÀQDQceiro aprovado no montanWHGHHXURV Este projecto biotecnológico vai ser desenvolvido em parceria com o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e a Voz da Natureza, uma empresa incubada na BLC3 com actividade na área da inYHVWLJDomRFLHQWtÀFDHWHFQRlógica para o desenvolvimento de produtos inovadores. O projecto pretende fomentar na região interior centro do país a produção de inóculo de cogumelos

silvestres nativos e investigar as biomoléculas e as condições para a produção de trufas – fungos do solo que formam cogumelos subterrâneos e que, nos mercados internacionais, têm uma cotação que varia entre os 400/500 euros por quilo. Num território com elevada capacidade de pro-

dução de cogumelos nativos, a BLC3 propõe-se avançar com um Centro de Micologia Aplicada, por forma a alavancar o desenvolvimento de uma nova economia na região, através da valorização do território e dos melhores recursos que esta gera. Para a BLC3, os cogumelos silvestres têm um grande potencial industrial e económico, dada a ampla diversidade de cogumelos silvestres que poderão ser altamente valorizados nos mercados internacionais. Porém, Portugal – ao contrário do que já acontece com países como Espanha, França e Itália – não apresenta ÁX[RVFRPHUFLDLVVLJQLÀFDWLvos nesta área que pode gerar actividades empresariais com elevado retorno económico. No total, os dois projectos representam um investimento de cerca de um milhão de euros.

Vai ser desenvolvida a produção de cogumelos silvestres e a possibilidade de criação de trufas

Investigação e ligação ao tecido local

ESTGOH celebra protocolos de cooperação

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A Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH) e a BLC3 - Plataforma de Desenvolvimento da Região Interior Centro celebram hoje, pelas 14h00, dois protocolos nas áreas da formação e criação de unidades de investigação. Os acordos prevêem a cooperação das duas instituições no desenvolvimento de unidades de investigação e a realização

de actividades de ID&T e formação, assim como no desenvolvimento de projectos com aplicação no tecido empresarial local, nacional e internacional. A BLC3 também se disponibiliza para colaborar com a ESTGOH na LGHQWLÀFDomRGHQHFHVVLGDdes formativas, bem como na elaboração de novas estratégias de ensino na região. Por seu turno, a ESTGOH compromete-se

também, através dos seus recursos humanos, a asVHJXUDU DSRLR FLHQWtÀFR D projectos de desenvolvimento e, ainda, a desenvolver projectos de formação direccionados às empresas instaladas na Incubadora da BLC3. A BLC3 e a ESTGOH pretendem trilhar um caminho que conduza ao desenvolvimento de unidades e/ou linhas de investigação fundamental, que sirvam de rampa ao desenvolvimento tecnoló-

gico, de projectos e ideias e empresas. Na assinatura dos protocolos, que se realiza na sede da BLC3, estão presentes os presidentes das entidades signatárias - João Nunes e Carlos Veiga, respectivamente - e, ainda, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino, e o presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, Rui Antunes.


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Certame decorrerĂĄ de 28 de Julho a 05 de Agosto, no Parque do Mandanelho

Programa

L.S.

JosĂŠ Carlos Alexandrino, ao centro e ladeado por Mickael Carreira, destacou a vertente social do certame

lho, nos sectores empresarial, associativo e socialâ€?, tornando a ExpOH “amiga dos investidores e com sensibilidade socialâ€?, expressa quer na parceria com o Movimento Vida, quer numa campanha de sensibilização contra a violĂŞncia domĂŠstica. Por outro lado, a diversidade cultural tambĂŠm estĂĄ presente na feira, conforme assinala a vereadora do pelouro, Graça Silva, referindo que para alĂŠm de artistas nacionais, como Mickael Carreira, Leandro, ou Expensive Soul, actuam grupos regionais e locais, como Função PĂşblika, Alta FrequĂŞncia, ou o grupo de fados Senhora da Beira, a par de vĂĄrios grupos culturais concelhios que animarĂŁo o

segundo palco, na zona das tasquinhas. Sublinhando a “oferta diversificada, um cartaz de elevada qualidade e uma polĂ­tica de bilhetes adequada ao momento de atravessamosâ€?, o director executivo do certame, Francisco Rodrigues, diz que estĂŁo reunidos todos os ingredientes para que as pessoas adiram. Parceiro na organização e apoio Ă ExpOH, Miguel Ventura, da ADIBER, realça a mais valia do certame, no sentido de permitir que o concelho mostre que “tem um tecido empresarial, social e associativo que ĂŠ capaz de vencer esta crise, trabalhar e DĂ€UPDUVHQXPFRQWH[WRGH desenvolvimentoâ€?.

Volta a Portugal em Bicicleta

&LGDGHUHFHEHDÀQDOGD�HWDSD Para jå Ê o ciclismo que dominarå as atençþes, em Oliveira do Hospital e em todo o país, com a Volta a Portugal em Bicicleta, entre 15 e 26 de Agosto, este ano mais tarde para permitir a participação de alguns corredores nacionais nos Jogos Olímpicos de Londres. A Volta, num total de 1 606 quilómetros de percurso, serå PUBLICIDADE

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disputada por 17 equipas de oito nacionalidades e terĂĄ duas etapas de montanha seguidas: a sĂŠtima, a 23 de Agosto, que ligarĂĄ Gouveia ao Sabugal (185,3 km), e a oitava, entre a Guarda e a Torre (154,9 km), Seia.

Junta de Freguesia Lourosa Convida a visitar Lourosa por altura da Feira Moçarabe dia 18 e 19 Agosto

Junta de Freguesia Bobadela Preservar o Presente Pensar no Futuro HistĂłria, Cultura e PatrimĂłnio... Visite a Bobadela aquando da ExpoH 31638

distrito de Coimbra, o qual tem uma årea que integra a região demarcada do queijo Serra da Estrela. Em termos de acontecimentos desportivos, JosÊ Carlos Alexandrino anuncia que irå tambÊm realizar-se, a 07 e 08 de Setembro, o Rali Cidade de Oliveira do Hospital, que incluirå um prólogo em pista fechada, deixando antever outra novidade para 2014: a forte possibilidade de a edição desse ano do Rali de Portugal regressar a Oliveira do Hospital e a Arganil.

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No dia 16 de Agosto, Oliveira do Hospital receberå os cerca de 150 corredores da 74.ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, ao ser o palco da chegada da 1.ª etapa da prova rainha do ciclismo. Após o prólogo, que decorrerå, a 15 de Agosto, em Castelo Branco, e disputado no sistema de contra-relógio individual, a Volta faz-se à estrada no dia seguinte com um etapa de 200,8 quilómetros entre as Termas de Monfortinho e Oliveira do Hospital, com a caravana a passar por Idanhaa-Nova, Fundão e Unhais da Serra. 2ÀQDOGDSULPHLUDHWDSD da Volta a Portugal em Bicicleta, em Oliveira do Hospital, e com transmissão em directo pela RTP, Ê um dos aspectos sublinhados pelo presidente da Câmara Municipal, como dando notoriedade a esta cidade e concelho do interior do

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Convida a visitar a Praia Fluvial de AlvĂ´co das VĂĄrzeas 31635

UHIHULXRDXWDUFDGHVDĂ€DQGR toda a regiĂŁo a participar, atĂŠ porque a organização decidiu apostar em preços reduzidos na bilheteira (dois e trĂŞs euros) e proporciona trĂŞs dias com entradas grĂĄtis (30, 31 de Julho e 05 de Agosto). Com a presença de 130 expositores e um investimento de 60 000 euros, a ExpOH, no Parque do Mandanelho, promete nove dias de intensa actividade cultural, mas tambĂŠm um grande momento para oportunidades de negĂłcio, segundo JosĂŠ Francisco Rolo, vice-presidente da Câmara. De acordo com o tambĂŠm director-geral do certame, “estĂŁo reunidas as condiçþes para uma mostra do grande potencial instalado no conce-

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A ExpOH – Feira Regional de Oliveira do Hospital irĂĄ realizar-se do prĂłximo sĂĄbado (28 de Julho) a 05 de Agosto, uma semana mais tarde do que em anos anteriores para permitir, tambĂŠm, aos emigrantes que possam usufruir do certame numa altura em que gozam as fĂŠrias no concelho. Esta mostra do melhor que se faz no municĂ­pio de Oliveira do Hospital tem, nas noites de espectĂĄculo, como cabeça de cartaz o jovem Mickael Carreira, o qual actuarĂĄ a 03 de Agosto e esteve presente, recentemente, no lançamento da edição de 2012 da ExpOH, marcada pela vertente da solidariedade. A vertente social ĂŠ sublinhada pelo presidente da Câmara Municipal, JosĂŠ Carlos Alexandrino, dado que a feira se associou ao Movimento Vida, lançado pelo futebolista Carlos Martins, natural do concelho, que visa sensibilizar as pessoas para serem dadores de medula Ăłssea e de sangue, na sequĂŞncia do transplante TXHRVHXĂ€OKRQHFHVVLWRX “Oliveira do Hospital vai fazer uma grande festa, mas tambĂŠm um acto de solidariedade com todas as pessoas do paĂ­s que precisam desta ajudaâ€?,

Dia 28 (sĂĄbado) 18h00 – Abertura da Feira, Grupo de Concertinas “Montes HermĂ­niosâ€?. 20h30 – Tuna da Associação Progressiva St.Âş AntĂłnio de Alva (palco 2). 22h30 – Leandro (palco principal). 00h00 – Dose Dupla (palco 2). Dia 29 (domingo) K²,,&RUULGDGH3~FDURV´$VV'HĂ€FLHQWHV2+3Âľ (junto ao Mercado Municipal). 16H00 – III Encontro de Concertinas OHP (palco 3). 20h30 – Rancho FolclĂłrico Camponesas do Alva (palco 2). 22h30 – Função PĂşblika (palco principal). Dia 30 (segunda) 20h30 – Grupo de Cantares da Casa do Povo de Nogueira do Cravo (palco 2). 21h30 – *DOD6RFLDOFRPGHVĂ€OHGHPRGDDIDYRUGR Banco de Recursos Sociais (palco principal). 22h30 – Tuna da Sociedade Recreativa Penalvense (palco 2). Dia 31 (terça) 20h30 – Grupo de Cantares Tradicionais Cotovias de AlvĂ´co (palco 2). 21h30 – Encontro de Bandas FilarmĂłnicas (palco principal). Dia 01 Agosto 20h30 – Grupo de Melodias e Tradiçþes da Beira Serra (palco 2). 21h30 – Noite de fados: Mar e Fados + Senhora da Beira (palco principal). Dia 02 (quinta) 20h30 – Rancho FolclĂłrico Estrelas da ManhĂŁ de Andorinha (palco 2). 22h30 – Grupo AF (palco principal). Dia 03 (sexta) 20h30 – Rancho FolclĂłrico Sampaense (palco 2). 22h30 – Mickael Carreira (palco principal). 00h00 – Click (palco 2). Dia 04 (sĂĄbado) 20h30 – Rancho FolclĂłrico e Cultural de Lagares da Beira (palco 2). 22h30 – Expensive Soul (palco principal). 00h00 – Karaoke (palco 2). Dia 05 (domingo) 14h00 – “Somos Portugalâ€? (transmissĂŁo em directo pela TVI). 20h30 – Tuna Cantares de AvĂ´ (palco 2). K²6ROWHP7DOHQWRVĂ€QDOGRFRQFXUVR SDOFR principal) e actuação de Sandra Pereira (vencedora “Ă?dolosâ€? 2010).

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ExpOH junta solidariedade aos negĂłcios e ao convĂ­vio


OPINIĂƒO

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Coimbra possidĂłnia

RICARDO LOPES * (R.LOPES@TURISFORMA.PT)

Foi na passada semana que li uma entrevista com o dr. JosĂŠ Miguel JĂşdice, distinto advogado e proprietĂĄrio da Quinta das LĂĄgrimas, em TXHHVWHDÂżUPDTXHÂł&RLPEUD ĂŠ uma cidade muito aristocrĂĄtica (...) promove-se mal (...) acha atĂŠ um pouco possidĂłnio promover-seâ€?. Estas declaraçþes surgem a propĂłsito da organização do Festival GDV$UWHVGH&RLPEUD Apesar de reconhecer a H[LVWrQFLDGHDOJXPDVGHÂżFLĂŞncias ao nĂ­vel da promoção turĂ­stica da nossa cidade (jĂĄ aqui deixei, anteriormente, alguns maus exemplos do que tem sido a actuação da empresa municipal Turismo GH &RLPEUD  QmR GHL[R GH achar curiosa a crĂ­tica do entrevistado que recaĂ­u exactamente em quem o apoiou na organização do Festival das Artes. Esta iniciativa viu ser retirado o apoio da secretaria de Estado do Turismo (que, face Ă situação econĂłmica do nosso paĂ­s, assumiu puEOLFDPHQWHDUHGXomRHP por cento no apoio a eventos HFXMDVYHUEDVHUDPFDQDOL]Ddas via Turismo de Portugal), PDV DVVHJXURX D YHUED GH   HXURV DWULEXtGD SHOR MunicĂ­pio. Porque tenho enorme respeito pelo dr. JĂşdice, acreGLWRTXHRÂłWLUR´QmRWHQKDVLGR despropositado e tenha tido o REMHFWLYRGHÂłDWLQJLU´DVHFUHWDria de Estado do Turismo e a YHUHDomRFRPDUHVSRQVDELOLGDGHGD7XULVPRGH&RLPEUD – o mesmo partido. Para alĂŠm de outras pessoas e entidades da cidade. Acredito sinceraPHQWHTXHQmRDFHLWDULDÂżFDU QDIRWRJUDÂżDGDDVVLQDWXUDGR DFRUGRGHFRODERUDomRHQWUHD )XQGDomR,QrVGH&DVWUR TXH organiza o Festival das Artes) e D&kPDUD0XQLFLSDOGH&RLPEUDRQGHHVWHYHSUHVHQWHFRP o presidente do MunicĂ­pio e a vice-presidente e vereadora GD&XOWXUDVHDHOHVWLYHVVH dirigido a sua crĂ­tica. De resto, e quanto Ă  actuação da vereação com a UHVSRQVDELOLGDGHGR7XULVPR

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HP&RLPEUDKiTXHUHFRQKHcer o sucesso da organização do 8.º Eurogym que, apesar de se tratar de uma iniciativa desportiva, trouxe à cidade PDLV GH   JLQDVWDV H a promoveu junto de todos os participantes. A imagem TXH&RLPEUDGHL[RXMXQWRGH WRGRVIRLEDVWDQWHSRVLWLYDH ajudou à conquista de outras organizaçþes para o nosso país. Pelo contrårio, na minha opinião, a inauguração da ponte pedonal na Praia Fluvial de Palheiros e Zorro (no início deste mês) merecia que o responsåvel pelo TuULVPRHP&RLPEUDHVWLYHVVH presente nesse momento, nem que fosse para festejar DDWULEXLomRGDEDQGHLUDD]XO e galardão de praia acessível. Não sei se não esteve SUHVHQWHSRULQGLVSRQLELOLGDGH ou porque não quis inaugurar uma ponte de madeira, PDV MXOJR MXVWL¿FDUVH PDLV a sua presença do que toda a restante comitiva (metade da maioria do executivo): o presidente, a vice-presidente H R YHUHDGRU GDV 2EUDV H Infra-estruturas Municipais. &RLPEUD SRVVLGyQLD QD sua promoção? Talvez não PXGH HQTXDQWR D DWULEXLomR GH UHVSRQVDELOLGDGHV com interferência directa no Turismo continuar dispersa entre o executivo municipal. Hoje acredito que, face à sua LPSRUWkQFLD VHULD ~WLO MXQWDU numa única vereação as åreas do Turismo, o Desporto H /D]HU R *DELQHWH SDUD R &HQWUR+LVWyULFRR*DELQHWH de Arqueologia, Arte e História, o Aeródromo Municipal, D &XOWXUD H DV 5HODo}HV Externas e Geminaçþes – actualmente assumidas por TXDWUR PHPEURV GR H[Hcutivo diferentes. Teríamos assim uma única pessoa a defender o Município, a entrar QD V IRWRJUD¿D V HDFRORFDU &RLPEUD GHILQLWLYDPHQWH H verdadeiramente no mapa. (*) Gestor (escreve neste espaço quinzenalmente)

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Tecnologias assistivas 1HVWHPXQGRJOREDOLzado, em que as tecnologias aprimoram-se a uma velocidade que impresVLRQDDEUHVHXPOHTXH de oportunidades para a inclusĂŁo, no mercado GH WUDEDOKR GH SHVVRDV FRP GHILFLrQFLD &RQWXdo, muitas dessas novas IHUUDPHQWDVHVEDUUDPQR despreparo e na desinformação de uma parcela da sociedade. Segundo a analista de tecnologia assistiva da Associação para Valorização de Pessoas com DeficiĂŞncia (Avape), do Brasil, Karolline Fernandes Sales, ela prĂłpria deficiente visual, as empresas usam trĂŞs argumentos para nĂŁo contratar alguĂŠm com EDL[DRXQHQKXPDYLVmR Âł8PGHOHVpRGHVFRQKHcimento. Para a maioria dos empregadores, o cego nĂŁo tem condiçþes GH WUDEDOKDU GH FKHJDU D R  O R F D O  G H  W U D E D O K R  Outro empecilho ĂŠ o de Q m R  V D E H U  X W L O L ] D U  X P computador; sem falar do custo do leitor de WHODTXHYDULDGHD RXXPSRXFRPDLV O terceiro argumento ĂŠ o de que nĂŁo existem pessoas qualificadas no mercadoâ€?, afirmou. Em entrevista ao proJUDPD Âł6RFLHGDGH 6ROLdĂĄriaâ€?, da Boa Vontade

JOSÉ DE PAIVA NETTO*

79 FDQDO  GD 6.<  Karolline Sales, que tamEpPH[HUFHDIXQomRGH assessora de comunicação da Organização 1DFLRQDO GH &HJRV GR %UDVLO 21&%  FRQWHVW R X   Âł & R Q K H o R  Y i U L D V pessoas com deficiĂŞncia visual graduadas, pĂłs-graduadas, que jĂĄ concluĂ­ram o mestrado. EntĂŁo, esse argumento da falta de qualificação ĂŠ mais hipotĂŠtico do que UHDO &ODUR TXH H[LVWHP indivĂ­duos sem qualificação, nĂŁo sĂł com deficiĂŞncia, mas sem deficiĂŞncia WDPEpP$$YDSHLQFOXsive, ĂŠ uma das pioneiras em capacitar pessoas com deficiĂŞncia, nĂŁo sĂł a visualâ&#x20AC;?. 8 P  G R V  S U L Q F L S D L V avanços no que diz respeito Ă inclusĂŁo social foi a implementação da /HL GH &RWDV .DUROOLQH 6DOHV HVFODUHFHX Âł(VVD lei determina, de acordo com a quantidade de empregados, a contratação GR WUDEDOKDGRU GHILFLHQte. A grande dificuldade dos empresĂĄrios, dos gestores, ĂŠ como con-

WUDWDURQGHEXVFDUHVVH profissional? Ă&#x2030; aĂ­ que entra a Avapeâ&#x20AC;?.

Oportunidade e competĂŞncia No programa, foi apresentada uma matĂŠria com o depoimento do deficiente visual Edi &DUORV GH 6RX]D &RP apenas um por cento de visĂŁo, ele procurou a Avape para recolocação profissional e começou a prestar serviço para a Secretaria do (PSUHJRH5HODo}HVGR 7UDEDOKR 6HUW GR(Vtado de SĂŁo Paulo. SoEUHDVXDFDSDFLWDomR ( G L  & D U O R V  F R P H Q W R X  Âł 3 U H F L V H L  S D V V D U  S R U treinamentos porque XVR GRLV VLVWHPDV 8P de leitor de tela â&#x20AC;&#x201C; para acompanhar as informaçþes do computador â&#x20AC;&#x201C; e outro do prĂłprio sistema do ÂŤEmprega SĂŁo PauloÂťâ&#x20AC;?. Orgulhoso de sua profissĂŁo, ele deVDEDIRXÂł,QIHOL]PHQWH no Brasil temos falta de informação em relação ao deficiente. Hoje em

dia, a tecnologia e os mecanismos de acesso estĂŁo aĂ­ para todo o mundo verificar. O que a pessoa deficiente precisa? De uma oportunidade. Esse ĂŠ o xis da questĂŁo. NinguĂŠm pode ser julgado pela deficiĂŞncia. Primeiro, o empregador tem que avaliar a capacidade, e nĂŁo a deficiĂŞnciaâ&#x20AC;?. (DUUHPDWRXÂł9RFr que tem alguma deficiĂŞncia, nunca se esconda. Estude, faça cursos, procure, pois o mercado estĂĄ precisando. E vocĂŞs, que sĂŁo empregadores, sempre acreditem e nunca prejulguem um deficiente. Deem a ele uma oportunidade, depois o avaliemâ&#x20AC;?. Diante do exposto, p  J U D W L I L F D Q W H  V D E H U TXHDSHVDUGRVREVWiculos, mais deficientes conquistam a cada dia maior re conhecim ento na sociedade e, principalmente, no mercado GHWUDEDOKR (*) Jornalista, radialista, escritor e presidente da LegiĂŁo da Boa Vontade â&#x20AC;&#x201C; www.lbv.pt [A pedido do autor, este texto ĂŠ publicado segundo as regras do novo acordo ortogrĂĄfico]

'LUHLWRGHUHFWLĂ&#x20AC;FDomR

Ordem esclarece a situação de farmacêutica A Ordem dos Farmacêuticos (OF) desconhece, HP DEVROXWR D GHFLVmR SURIHULGDSHOR7ULEXQDO$GPLQLVWUDWLYR QR kPELWR GR processo disciplinar levado D FDER SHORV +8& D TXDO determinou a reintegração da Sra. dra. Margarida 0DULD&UX]6HUUD3LUHVGH Lima. &RQWXGR D GUD 0DUJDULGD 0DULD &UX] 6HUUD Pires de Lima, foi alvo de SURFHVVRGLVFLSOLQDUQRkP-

Telefone_ Fax_E-mail jornalcp@mail.telepac.pt Editor/Propriedade 5(*,92=(PSUHVDGH&RPXQLFDomR/GD Rua$GULDQR/XFDV$]'(LUDV&RLPEUD_NIPC:  Director-Adjunto5XL$YHODU UHVSRQViYHOH[HFXWLYRSRUHVWDHGLomR  _ Gerente da Redacção -RVp )LGDOJR    H[W   _ Redacção /XtV6DQWRV &3 5XL$YHODU &3 %HQHGLWD2OLYHLUD &3 *HUDOGR%DUURV &3 H/XtV&DUORV0HOR &3  7HOHIRQH H[WH )D[_Sede/

ELWRGRTXDOIRLFRQGHQDGD a uma pena de 14 anos de suspensĂŁo do exercĂ­cio SURÂżVVLRQDO Apesar de a interessada ter interposto a competente providĂŞncia cautelar SDUDVXVSHQVmRGHHÂżFiFLD do acto administrativo, FHUWR p TXH SHOR 7ULEXQDO &HQWUDO$GPLQLVWUDWLYR Norte, por acĂłrdĂŁo datado GH  GH 0DLR GH  foi julgada improcedente a providĂŞncia cautelar,

mantendo-se em vigor a GHFLVmRGR&RQVHOKR-XULVGLFLRQDO5HJLRQDOGH&RLPEUDGD2)VHJXQGRDTXDO DGUD0DUJDULGD0DULD&UX] Serra Pires de Lima estĂĄ suspensa do exercĂ­cio das VXDV IXQo}HV SURÂżVVLRQDLV pelo prazo de 14 anos. Assim, ainda que no kPELWR GR SURFHVVR GLVFLSOLQDU LQWHUQR GRV +8& D mesma tenha d ser reintegrada, certo ĂŠ que a mesma nĂŁo pode exercer qualquer

função adstrita ao exercĂ­cio farmacĂŞutico, como tal considerado no Decreto/HLQÂ&#x17E;GHGH 1RYHPEUR R TXDO DSURYD o Estatuto da Ordem dos FarmacĂŞutico. &RLPEUD  GH -XOKR GH O Presidente da Direcção Regional de Coimbra (Paulo Moreira da Fonseca)

Redacção: 5XD$GULDQR/XFDV$]'(LUDV&RLPEUDDirector Comercial&DUORV*DVSDU Directora de Marketing e Publicidade $GHODLGH3LQWR H[W DGHODLGHSLQWR#PDLOWHOHSDFSW Paginação e Maquetagem1XQR0LJXHO3HUHV_ ImpressĂŁo FIG - IndĂşstrias GrĂĄficas, S.A.; Rua Adriano /XFDV&RLPEUD_Distribuição 9$636RFLHGDGHGH7UDQVSRUWHVH'LVWULEXLomR/GD5GD 7DVFRDQÂ&#x17E;Â&#x17E;3LVR4XHOX]7HOHI)D[ Registo 65,3VRERQÂ&#x17E;,661,&6_DepĂłsito Legal QÂ&#x17E; Preço de cada nĂşmero \ Assinatura anual \_Tiragem mĂŠdia: H[HPSODUHV

2VSDJDPHQWRVSDUDR&DPSHmRGDV3URYtQFLDVHPFKHTXHGHYHPVHUHPLWLGRVHPQRPHGH³5HJLYR](PSUHVDGH&RPXQLFDomR/GD´7DPEpPSRGHPVHUIHLWRVSRUWUDQVIHUrQFLDEDQFiULDDWUDYpVGR1,%


OPINIĂ&#x192;O / CLASSIFICADOS

Isabel de AragĂŁo a santa padroeira de Coimbra O dia 04 de Julho tem SDUD&RLPEUDXPVLJQLÂżFDGR muito especial. Celebra-se a festividade de Isabel de AragĂŁo que viria a ser a Santa Padroeira da cidade do Mondego. Procura-se dar grande solenidade ao evento com actos de profunda veneração jTXHODTXHÂżFRXQDKLVWyULD como alfobre de virtudes, QmRVySDUDRVFRQLPEULFHQses mas tambĂŠm para todos aqueles que recordam a sua exemplar passagem pela terra como um modelar paradigma de vida. Nesta ocasiĂŁo festiva faz-se um convite jUHĂ&#x20AC;H[mRHDRVLOrQFLRLQWHrior. Procuramos abstrair do nosso quotidiano e do ruĂ­do causado pela frenĂŠtica agitação que os acontecimentos a nĂ­vel interno e no exterior provocam e nos atormentam o espĂ­rito. Essa terrĂ­vel agitação contribui para se perder a visibilidade das realidades espirituais e os anseios da alma que tenta libertar-se e encontrar paz, o sossego e a solução adequada para as ingentes interrogaçþes e dificuldades do mundo. Ă&#x2030; certo que vivemos uma hora extremamente difĂ­cil em vĂĄrios sectores, mas precisamente por isso exige-se uma pausa para meditar nas coisas do alto e nos valores que enriquecem o ser humano. Um momento como este que agora vivemos de religiosidade intensa com os olhos postos em Santa Isabel revela-se extremamente salutar e hĂĄ que aproveitĂĄ-lo. A urbe mondeguinha, alĂŠm da excelsa esposa do Rei D. Dinis, o fundador da Universidade, conheceu igualmente outros nomes de santos que marcaram a sua KLVWyULD H SHUGXUDP DLQGD como luzeiros que iluminam DQRVVDH[LVWrQFLD3HQVHVH HP 6mR7HRWyQLR R JUDQGH prior de Santa Cruz, que tanto contribuiu para que o Mosteiro crĂşzio se tornasse um foco de intelectualidade e de vida espiritual. Pense-se nos Santos MĂĄrtires de Marrocos que, inspirados pelo espĂ­rito franciscano, deram a vida pela fĂŠ. Pense-se em FernĂŁo de BulhĂľes, oriundo de Lisboa, que em Coimbra, depois de algum tempo em Santa Cruz, se fez franciscaQR FRP R QRPH GH$QWyQLR passando a viver no conventĂ­culo dos Olivais. Podemos, SRLVGL]HUTXH6DQWR$QWyQLR ĂŠ tambĂŠm conimbricense. A ,JUHMDFRQVDJURXRÂżFLDOPHQWH DVDQWLGDGHGHVVHVKHUyLVGD virtude e do bem. Mas a eles

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juntam-se muitos outros que no decorrer do tempo foram alimentando espiritualmente a sociedade que deles recebeu inĂşmeros ensinamentos e apelos Ă prĂĄtica de actos nobres e de elevado mĂŠrito social. E nĂŁo se esqueça o presente, tambĂŠm ele rico em testemunhas da beleza evangĂŠlica, pioneiros de novos caminhos que ajudam o homem a superar as agruras do dia a dia. Como nĂŁo evocar aqui o nunca assaz louvado Padre AmĂŠrico de Aguiar que criou a Obra da Rua que hoje no paĂ­s e em antigas possessĂľes portuguesas realiza um WUDEDOKR GHYHUDV PHULWyULR Justo foi que se erguesse na cidade, junto Ă  igreja franciscana da Av. Dias da Silva, XPEXVWRSDUDJORULÂżFDomRGR incansĂĄvel defensor dos mais desprotegidos, em particular dos jovens. O lema escolhido â&#x20AC;&#x153;Obra dos Rapazes, pelos Rapazes, para os Rapazesâ&#x20AC;? ĂŠ um hino Ă  sensibilidade humana e cristĂŁ que o Padre AmĂŠrico possuĂ­a. Os nomes desses obreiros da promoção do homem nos seus diversos ângulos estĂŁo escritos no livro da vida. Os santos nĂŁo foram todos iguais. Cada um, de acordo com o seu talento e a sua intenção, deixou uma PHQVDJHPSUySULDDGDSWDda Ă  ĂŠpoca em que viveram e Ă s circunstâncias em que estiveram envolvidos. Mas essas mensagens, porque promanavam do Evangelho e estavam alicerçadas na rocha e nĂŁo na areia, permanecem pelos sĂŠculos alĂŠm, sempre actualizadas e com uma pedagogia duradoura. Eram pessoas movidas pela fĂŠ, pela esperança e pela caridade, e pela consFLrQFLDTXHWLQKDPGDGLJQLdade do homem. Venceram o tempo que alimenta mas tambĂŠm consome, que ĂŠ limitativo e se esvai, e colocaram os seus ideais na realidade transcendente de 'HXVR6HQKRUGDKLVWyULD que a conduz e no qual encontramos a voz da verdade e da justiça. Santa Isabel como todos os grandes construtores do bem viveram, sonharam e actuaram na sociedade, mas iluminados por critĂŠrios que pertencem Ă  esfera do sobrenatural. A humanidade muito lhes deve, pelo que HVTXHFrORVHQmRSHUSHWXDUDVXDPHPyULDVHULDXP sinal de incompreensĂŁo e de ingratidĂŁo. Vivendo a mĂ­stica

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e a espiritualidade, serviram D LQWHOLJrQFLD WUDQVPLWLUDP o Evangelho, sofreram o martírio e entregaram-se a obras sociais importantes. Todos eles contribuíram para o enriquecimento da humanidade que seria mais pobre sem o seu contributo. A Rainha Santa e todos os bem-aventurados incarnaram o espírito das Bem-aventuranças e o amor pelos pobres, cantaram o hino da caridade formulado tão brilhantemente por São Paulo e compreenderam que a cruz Ê superior à sabedoria humana e aos valores terUHQRV$ VXD FRQVFLrQFLD H a sua razão orientavam-se pela luz sobrenatural que Ê superior à da natureza humana. A frase de Santo Agostinho guiava-os na sua caminhada: Fizeste-nos para Ti e inquieto estå o nosso coração enquanto não repousar em Ti. Os ideais de paz, justiça, verdade, solidariedade e tantos outros, jå expressos no Decålogo e noutras partes do Antigo Testamento e que a doutrina social da Igreja e os ensinamentos eclesiåsticos WDQWRWrPLQFXOFDGRFRQVWLWXtram preocupaçþes constantes desses muitos homens e mulheres que hoje se veneram nos altares ou no coração dos seus admiradores ou que permanecem mesmo no anonimato. Santa Isabel compreendeu esses ideais e, como diz o Apocalipse, ela conta-se entre o incontåvel número de bem-aventurados. O Eclesiåstico 44 convida a recordar as virtudes desses talentos de santidade: Louvemos os homens de bem, da sÊrie dos nossos antepassados, granGH JOyULD OKHV FRQFHGHX R Altíssimo, engrandeceu-os desde tempo antigo. O Eclesiåstico fala dos soberanos, dos conselheiros, dos príncipes das naçþes, dos såbios pensadores, dos poetas, dos artistas, etc. Hå RV TXH GHL[DUDP PHPyULD enquanto outros passaram ao esquecimento. A esperança dos homens de bem não acabou e a sua caridade não serå esquecida. Sepultados em paz, a sua fama vive pelas geraçþes alÊm e, por isso, o povo canta a sua sabedoria colhendo dos seus ensinamentos ajuda e linhas de orientação. &ODULVVDHSRULVVR¿HO

ao franciscanismo semeado pelo Poverello de Assis, Isabel de Aragão, foi a mulher forte de que fala a Bíblia no livro dos ProvÊrbios 31, 10: Uma mulher forte quem a encontrarå? Vale muito mais do que os corais. Muitos autores, nomeadamente o Dr. $QWyQLRGH9DVFRQFHORVTXH foi presidente da Confraria da Rainha Santa, escreveram påginas maravilhosas sobre Santa Isabel. Jå em 1551, AndrÊ de Resende, o grande humanista do sÊc. XVI, compôs um belíssimo ofício em louvor de Santa ,VDEHOHPTXH¿JXUDXPKLQR baseado no referido texto GRV3URYpUELRV$RUDWyULDp ULFDGHHQFyPLRVHPTXHQmR faltam apelos à sua imitação. Ao admirarmos no Monte da Esperança o imponente Mosteiro de Santa Clara qualquer pessoa se interroga VREUHRVLJQL¿FDGRGDTXHODV pedras e o que encerram no seu interior. Då-nos a resposta a mulher vinda de Saragoça que deu àquele sítio um caråcter sagrado, donde em mais um período KLVWyULFR GH WDQWDV G~YLGDV e incertezas como aquele que agora vivemos podemos extrair a sã doutrina de que os homens precisam. Não aquela que nos apregoam, VHP FRQVLVWrQFLD QHP DXtenticidade. Guardando religiosamente o seu corpo santo, o monumento tem agora pela frente problemas que urge enfrentar sem desfalecimento. A Confraria da Rainha Santa jå lançou um veemente apelo nesse sentido. O necessårio restauro de certas partes da igreja e seus anexos não pode deixar Coimbra indiferente. Não basta augurar para a tão propalada cidade do conhecimento que receba o estatuto GHSDWULPyQLRGDKXPDQLGDde. Importa contribuir para a digna conservação dos seus tesouros, que são muitos e EDVWDQWHGLYHUVL¿FDGRV(R Mosteiro de Santa Clara Ê um deles. Celebrar a Padroeira de Coimbra, verdadeiro SDWULPyQLR HVSLULWXDO SDVVD tambÊm pelo imperativo de salvar o templo, testemunho eloquente da mensagem de Isabel de Aragão que nele repousa, um privilÊgio de que Coimbra se pode legitimamente ufanar. Coimbra, 2012-07-03

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O antigo Centro de SaĂşde de Eiras deu lugar ao Espaço Social da freguesia. A cerimĂłnia de inauguração decorreu ontem, no âmbito das comemoraçþes do Dia da Freguesia, que tem como patrono S. Tiago. Este projecto ĂŠ GLQDPL]DGRSHOD$626²$VVRciação Juvenil Soltar os Sentidos HSHOD$'5$²$VVRFLDomR Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e AssistĂŞncia, que concorreram ao programa de alimentação europeu. A loja social vai ficar a cargo das duas associaçþes que vĂŁo distribuir alimentos a famĂ­lias, assim como roupas, mobĂ­lias ou electrodomĂŠsticos para fazer face a certas carĂŞnFLDVHGLĂ&#x20AC;FXOGDGHVGDVSHVVRDV ² SUHYLDPHQWH LGHQWLILFDGDV quer pelas assistentes sociais das associaçþes quer pelos pro-

Ă&#x20AC;VVLRQDLVGD6HJXUDQoD6RFLDO Segundo a presidente da Junta de Freguesia, Filomena Santos, as associaçþes jĂĄ estĂŁo a trabalhar hĂĄ vĂĄrios meses, sendo que neste momento jĂĄ apoiam 24 famĂ­lias carenciadas de Eiras, no âmbito do programa de alimentação europeu. â&#x20AC;&#x153;O Espaço Social vem alargar o nĂşmero de famĂ­lias que sĂŁo acompanhadas na freguesiaâ&#x20AC;?, referiu Filomena Santos ao â&#x20AC;&#x153;CampeĂŁoâ&#x20AC;?, realçando que hĂĄ a preocupação de cruzar os dados com outras instituiçþes que fazem um trabalho congĂŠnere, de forma a nĂŁo haver a sobreposição de apoios. O espaço pertencente Ă faPtOLD%DUURVIRLFHGLGRDFXVWR zero, Ă  presidente da Junta de Freguesia, que tambĂŠm preside Ă  ComissĂŁo Social da Freguesia.

A sua porta de embarque de Coimbra para o Mundo

Certame promove sabores e artesanato A Feira de Artesanato de Aveiro (FARAV) realiza-se a partir de amanhã e atÊ ao dia 05 de Agosto, no Cais da Fonte Nova, em Aveiro. O certame conta com a presença de 90 artesãos, diversos promotores de produtos endógenos e tasquinhas que, ao longo de 10 dias, pretende divulgar o que de melhor se

produz em toda a regiĂŁo. A edição 2012 da FARAV ĂŠ organizada pela empresa municipal Aveiro-Expo, atravĂŠs de uma comissĂŁo executiva que integra, ainda, a Câmara Municipal de Aveiro, o Instituto de Emprego e Formação 3URĂ&#x20AC;VVLRQDOH$%DUULFD²$Vsociação de ArtesĂŁos da RegiĂŁo de Aveiro. 31646

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EMPRESAS & NEGĂ&#x201C;CIOS Na Camarneira

B R E V E S

Unidade de Cuidados Continuados HPIDVHĂ&#x20AC;QDOGHFRQVWUXomR ABERTURA 2000 PRESIDENTE DA DIRECĂ&#x2021;Ă&#x192;O Eva Neves Dias MORADA Rua das Escolas, 1, 3060-821 Camarneira

devia finalizada, jĂĄ que o empreiteiro, a empreA Associação Centro sa Mar voense, teve de CĂ­vico Polivalente â&#x20AC;&#x153;O suspender a obra por 90 Emigranteâ&#x20AC;?, instituição dias devido ao atraso do privada sem fins lucra- pagamento por parte da WLYRV ,366  VHGLDGD QD ARS-Centroâ&#x20AC;?, comentou Camarneira, Cantanhede, a dirigente, que, como estĂĄ a acabar de construir voluntĂĄria, trabalha de uma Unidade de Cuida- forma abnegada em prol dos Continuados (UCC), da comunidade. num terreno doado por â&#x20AC;&#x153;Presentemente as Eurico Pereira e Eva Ne- , 3 6 6  T X H  F R Q V H J X L ves Dias, na localidade ram projectos sociais vizinha de Labrengos. d e g r a n d e q u a l i d a d e, â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; um local que tem adaptados aos tempos uma localização extraor- modernas e Ă s exigĂŞndinĂĄria, do ponto de vista cias higiĂŠnico-sanitĂĄrias, geogrĂĄfico, climĂĄtico e s e n t e m - s e e m g r a n d e do ambienteâ&#x20AC;?, referiu a dificuldadeâ&#x20AC;?, afirmou a presidente da direcção, responsĂĄvel, sublinhanEva Neves Dias, acres- do que estas instituiçþes centando que â&#x20AC;&#x153;social- comprometeram-se com mente esta obra estĂĄ inte- g randes investimentos grada num meio rural, o e que o Estado estĂĄ a que lhe confere Ă  partida obrigĂĄ-las a fazer um grande qualidadeâ&#x20AC;?. compasso de esperaâ&#x20AC;?. Orçada em 1,55 miâ&#x20AC;&#x153;Nota-se que esta lhĂľes de euros, a obra ĂŠ estagnação redunda num co-financiada pela ARS desequilĂ­brio social e â&#x20AC;&#x201C; Centro em 688 mi- nalguns casos num delhĂľes de euros. sequilĂ­brio financeiro â&#x20AC;&#x153;Queremos concluir PXLWR JUDYH GDV ,366Âľ a UCC dentro de um a c r e s c e n t o u a a n t i g a mĂŞs, mas em rigor ela jĂĄ advogada e professora . BENEDITA OLIVEIRA

A Unidade de Cuidados Continuados representa um investimento de 1,55 milhĂľes de euros

A UCC tem 11 quartos, dos quais trĂŞs sĂŁo individuais e nove sĂŁo duplos. O equipamento vai ter vĂĄrios gabinetes mĂŠdicos, terapia, psicĂłlogos, cozinha equipada de acordos com as regras d o p r o j e c t o m o d e l a r, lavandaria, sala de fisioterapia e ter raços que per mitem aos utentes uma exposição solar mesmo em caso de estes estarem em cadeiras de rodas. A UCC estĂĄ projectada, contou Eva Neves Dias, â&#x20AC;&#x153;de forma a poder usufruir de outras tantas camas, caso a ARS venha

O projecto vai criar 25 postos de trabalho profissionalizados

a apoiar as Unidades de Cuidados Continuados no futuroâ&#x20AC;?. Este equipamento faz par te da rede nacional de UCC, cuja direcção pertence Ă ARSCentro. â&#x20AC;&#x153;Ao ser acrescentada uma UCC Ă  rede, o concelho de Cantanhede e WRGD D UHJLmR &HQWUR Ă&#x20AC;FD altamente valorizada. Ă&#x2030; bom que as pessoas tomem consciĂŞncia que este projecto nacional valoriza nĂŁo sĂł as regiĂľes, como tambĂŠm cria postos de trabalho especializado e oferece aos utentes uma qualidade superior Ă quelas que vem sendo prestada fora destas unidadesâ&#x20AC;?, considerou, advertindo que a saĂşde â&#x20AC;&#x153;ĂŠ um bem precioso que se deve conservar em qualquer idadeâ&#x20AC;?. â&#x20AC;&#x153;A Câmara Municipal de Cantanhede tem visto sempre com bons olhos esta associação na sua generalidade. Embora as ajudas que dĂŞ nĂŁo sejam as necessĂĄrias, pelo menos ĂŠ simpĂĄtica e muito colaborante e tenho a cer teza que quando a unidade estiver a funcionar todo o municĂ­pio sentirĂĄ orgulho nesta obraâ&#x20AC;?, rematou Eva Ne-

ves Dias. Este equipamento destina-se a pessoas com alzeimer, parkinson, com dificuldades motoras ou cujas idades exijam cuidados especiais e vai trabalhar em articulação com o Centro de Saúde e Hospital de Cantanhede, assim como o CHUC. A Associação, cujo nome homenageia os emigrantes, espera que este projecto conte com o apoio da comunidade emig rante, que muito tem contribuído para o crescimento de Portugal. Os proprietårios, não sendo emigrantes, apreciam e respeita, o trabalho que estes desenvolvem no estrangeiro e as ajudas que têm dado a vårias instituiçþes soFLDLV HPERUD HVWD ,366 ao long o dos seus 12 anos de existência ainda só contou com o apoio de um emigrante. O Centro Cívico Polivalente tem as valências de creche, infantårio H  $7 /  S D U D  W R G D V  D V idades, que são frequentadas por cerca de 60 crianças. Actualmente, a associação tem dez funcionårios.

A estratĂŠgia comercial do Grupo tem como lema â&#x20AC;&#x153;Gosto destes Preçosâ&#x20AC;? e todos os dias vai ter um produto diferente a um â&#x20AC;&#x153;preço imbatĂ­velâ&#x20AC;?. EstarĂŁo ainda com â&#x20AC;&#x153;preços bastante agressivosâ&#x20AC;? alguns pequenos electrodomĂŠsticos

Orima e LED LG. Os visitantes que passarem pelo stand Orima podem habilitar-se a cinco prĂŠmios, num sorteio a reDOL]DUQRĂ&#x20AC;QDOGD([SRIDFLF dia 5, Ă s 23h30, mas quem Ă&#x20AC;]HUXPDFRPSUDUHFHEHGH imediato um brinde Orima.

A campanha da feira ĂŠ extensĂ­vel Ă s trĂŞs lojas Eshop que, atĂŠ 6 de Agosto, tambĂŠm irĂŁo ter campanhas â&#x20AC;&#x153;a preços bombĂĄsticosâ&#x20AC;?. Os visitantes do stand serĂŁo convidados a visitar as lojas Eshop e a conhecer nomeadamente a secção

Catarino constrĂłi hotel em Alfama Depois de ter ganho o concurso para a primeira fase (que envolveu a demolição do interior do edifĂ­cio existente e dos anexos e a execução da estrutura do edifĂ­cio), a Ramos Catarino, empresa de engenharia e construção do Grupo Catarino, volta a ser a construtora escolhida para os trabalhos de acabamentos e instalaçþes tĂŠcnicas do hotel Memmo Alfama, que deverĂĄ ser inaugurado no prĂłximo ano em Lisboa. O projecto do Memmo Alfama, situado em plena zona histĂłrica de Lisboa, compreende 43 quartos e tem uma ĂĄrea de construção de cerca de 2 000 metros quadrados. O hotel estĂĄ inserido na Cerca Moura, monumento nacional que se encontra a ser restaurado por tĂŠcnicos especializados da Câmara Municipal de Lisboa. O Grupo Catarino jĂĄ realizou trabalhos em diversas unidades hoteleiras de referĂŞncia, sendo disso exemplo: a remodelação do 6RĂ&#x20AC;WHOHP/LVERDDUHFXSHUDomR da Quinta da Romaneira, em AliMyRSURMHFWRLQWHJUDGRGR7LYROL Marinotel, em Vilamoura, e do Hotel Alif Avenidas, em Lisboa.

JA MĂłveis promove demonstraçþes culinĂĄrias A empresa de mĂłveis por medida JĂĄ MĂłveis promove um ciclo de demonstraçþes culinĂĄrias no seu espaço na Expofacic. Sediada em Oliveira do Bairro, a empresa vai apresentar os seus produtos, promovendo a utilização do seu equipamento ao vivo, sempre a partir das 19h30. O chefe Paulo QueirĂłs ĂŠ o primeiro a fazer a demonstração culinĂĄria, QRGLDVHJXHVHQRGLDR chefe JoĂŁo Madeira. A demonstração de culinĂĄria continua, a 30 de Julho, com o chefe Gonçalo Soares, conhecido por fazer do peixe da costa o rei da cozinha. 1RĂ&#x20AC;QDORVYLVLWDQWHVVmRFRQvidados a degustar os petiscos.

KWL com curso de GestĂŁo do Risco

A KWL â&#x20AC;&#x201C; Sistemas de GestĂŁo da Qualidade, do Grupo CH, promove em parceria com a SGS, a 1 de Agosto, o curso GestĂŁo do Risco, na sede do grupo, no Parque Empresarial de Eiras, Coimbra. Com duração de oito horas, a acção destina-se a quadros mĂŠdios e superiores com funçþes de gestĂŁo ou continuidade do negĂłcio e tem como conteĂşdo outlet com produtos com pragmĂĄtico os exemplos de pequenos toques resultan- riscos a que as organizaçþes estĂŁo sujeitas, metodologias para WHVGRWUDQVSRUWHRXHPĂ&#x20AC;QV prever o risco e ferramentas de colecção. para gerir o risco (BS 25999 As campanhas abran- GH %XVLQHVV &RQWLQXLW\ ,62 gem mais de 3 000 produ- 27001 de GestĂŁo da Segurança tos e visam contribuir para GD,QIRUPDomR,62GH a renovação dos stocks das *HVWmR GD 6HJXUDQoD H ,62 31000 de GestĂŁo do Risco). trĂŞs lojas em questĂŁo.

Grupo Orima promove três lojas na Expofacic O Grupo Orima, que tem projectado o nome do concelho de Cantanhede alÊm fronteiras, vai, mais uma vez, marcar presença na Expofacic, atravÊs das lojas Eshop Marioactiva (de Cantanhede), LB (de Vilamar) e Mamial (de Coimbra).

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CULTURA / VINAGRETAS

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ComĂŠdia inspirada no mundo do espectĂĄculo Maria JoĂŁo Abreu, SĂłnia BrazĂŁo, Mico da Câmara Pereira e Paulo VintĂŠm contracenam em â&#x20AC;&#x153;Eu Conheço-te!â&#x20AC;?, uma encenação cĂłmica de Almeno Gonçalves que sobre ao palco do Centro de artes e EspectĂĄculos da Figueira da Foz a 04 de Agosto, pelas 22h00. Imagine que artistas de renome internacional como os Abba, Lizza Minnelli, Bruno Mars, Louis Armstrong, Deolinda e Carlos PaiĂŁo, entre outros, sĂŁo as estrelas de um espectĂĄculo e que, em cima da hora, decidem cancelar a sua participação na produção. O que fazer? Ora, avançar com o espectĂĄculo, substituindo as vedetas faltosas e rezando para que o pĂşblico nĂŁo se aperceba da troca. Este ĂŠ o enredo de uma comĂŠdia que inclui uma banda ao vivo, um coro e, ainda, um convidado surpresa. Os ingressos custam entre os cinco e os 15 euros, estando Ă venda na bilheteira do CAE e em www.cae.pt.

SalĂŁo Brazil mostra retratos de ilustres

senta â&#x20AC;&#x153;Deixar cairâ&#x20AC;?, o seu mais recente ĂĄlbum discogrĂĄfico. Revelação da nova mĂşsica portuguesa, os Salto estrearam-se no palco do Teatro de SĂĄ da Bandeira, em 2007. O seu novo ĂĄlbum conta com a produção de New Max, dos Expensive Soul. Exposição de escultura em Oliveira do Hospital

EstĂĄ patente ao pĂşblico no SalĂŁo Brasil, em plena â&#x20AC;&#x153;Baixaâ&#x20AC;? da cidade de Coimbra, uma exposição de obras da autoria de MĂĄrio Fresco. Sob o tĂ­tulo â&#x20AC;&#x153;Retratos Ilustresâ&#x20AC;?, sĂŁo sete as obras que integram esta mostra de pintura dedicada a personagens conhecidas, que pode ser visitada atĂŠ ao dia 05 de Agosto. Tendo nascido em Toronto (CanadĂĄ), 1976, Fresco veio para Portugal ainda em criança. Em Coimbra, cidade e distrito, tĂŞm vivido a sua vida, numa actividade que inclui a arte, nomeadamente, a pintura e a escultura, utilizando diversas tĂŠcnicas e materiais. Livros e mĂşsica na Fnac de Coimbra â&#x20AC;&#x153;Rimas e Castanholasâ&#x20AC;? ĂŠ o tĂ­tulo do livro de JosĂŠ AntĂłnio Franco e Rui Pedro Lourenço, que serĂĄ apresentado amanhĂŁ, pelas 22h00, na Fnac de Coimbra. Trata-se de uma colectânea destinada, sobretudo, ao pĂşblico infantil, com poemas, rimas, versos e alguns ritmos de dança que desafiam os mais jovens para a leitura e diversĂŁo. TambĂŠm no espaço Fnac, sĂĄbado, pelas 22h00, o duo portuense Salto apre-

no âmbito de um projecto da associação Integrar, destinado a potenciar as competências de comunicação destas pessoas e, ao mesmo tempo, dar imagem a uma realidade paralela ignorada pela comunidade. A exposição, registo de grande sensibilidade, traz à consideração alguns dos momentos vividos por gente que se cruza connosco ao virar de uma qualquer esquina, mas a quem a vida decidiu pregar uma partida. Teatro e provocação no TAGV

Na Casa da Cultura de CÊsar de Oliveira, em Oliveira do Hospital, atÊ ao dia 29 de Julho, pode ser visitada uma exposição de esculturas da autoria de Eduardo Campos. A mostra reúne cerca de 30 trabalhos deste artista autodidacta, natural da freguesia de Seixo da Beira. Variadas nos materiais, formas e tamanhos, as peças representam, no conjunto, um retrato fiel e retrospectivo da evolução deste escultor e do seu modo muito peculiar de estar no mundo. Uma visão diferente sobre cidade de Coimbra O cafÊ de Santa Cruz acolhe, atÊ ao final do mês de Julho, uma exposição de fotografias sobre a cidade de Coimbra. Tratase de uma mostra que reúne imagens captadas por alguns sem-abrigo,

Encenação sobre o abuso sexual na infância, recorrendo a uma linguagem crua e pornogrĂĄfica que evoca o universo negro dos contos infantis e o cinema gore, â&#x20AC;&#x153;Eu nĂŁo sou bonita. Eu sou o porcoâ&#x20AC;? sobe ao palco do Teatro AcadĂŠmico de Gil Vicente, terça-feira, pelas 21h30. Criado a partir dos textos de AngĂŠlica Liddell e Paulo Castro, este um espectĂĄculo ĂŠ apresentado em Coimbra, tendo sido co-produzido pelo Coletivo 84 e a associação cultural Vertigo, para o festival Citemor 2012, que estĂĄ a decorrer em Montemor-o-Velho, atĂŠ ao dia 11 de Agosto. Com a interpretação de John RomĂŁo e Solange Freitas, â&#x20AC;&#x153;Eu nĂŁo sou bonita. Eu sou o porcoâ&#x20AC;? fala dos mais Ă­nfimos desejos do ser humano, escondidos atravĂŠs de capas protegidas e alimentadas pela sociedade.

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â&#x20AC;&#x153;Vai estudar, Relvasâ&#x20AC;?! â&#x20AC;&#x201C; Os episĂłdios atinentes Ă licenciatura do ministro Miguel Relvas chegaram Ă  Volta a França em bicicleta. Numa das etapas disputadas na semana passada, um adepto da modalidade exibiu um cartaz a recomendar a Relvas que vĂĄ estudar. As televisĂľes chamaram-lhe um figo... A situação ocorreu junto do Col du Tour malet, numa zona que costuma reunir muitos amantes da modalidade, entre eles centenas de portugueses. Segundo o DiĂĄrio de NotĂ­cias, foi um professor de Cantanhede, JosĂŠ Santos, a empunhar o cartaz. Apesar de ser mordaz, a atitude do docente nĂŁo deixa de ser generosa, pois, em matĂŠria de estudo, mais vale tarde do que nunca. A ver vamos â&#x20AC;Ś â&#x20AC;&#x201C; LuĂ­s ProvidĂŞncia, vereador com o pelouro do Ambiente na Câmara de Coimbra, deu uma achega acerca do assunto da r ua de AntĂłnio Jardim, a qual de jardim sĂł tem o nome. Segundo o autarca do CDS/PP, foi efectuada uma desra-

tização e a participação de Natividade Leppert transitou para a PolĂ­cia Municipal. Quando a cor poração funcionar noutros moldes, talvez a comunicação da munĂ­cipe seja vista com outros olhos. A ver vamos... â&#x20AC;&#x153;Enfiar o barreteâ&#x20AC;? â&#x20AC;&#x201C; O vereador socialista Carlos Cidade aludiu Ă homilia proferida pelo padre Jesus Ramos, por ocasiĂŁo da primeira das procissĂľes da Rainha Santa, a ela aderindo com o propĂłsito de fazer reparos aos desmandos dos polĂ­ticos. O presidente da Câmara de Coimbra, JoĂŁo Paulo Barbosa de Melo (PSD), replicou, na penĂşltima sessĂŁo da autarquia, que tinha estado ao lado de Ramos e o felicitou pela pregação. Constata-se, assim, que a homilia de Jesus agradou ao prefeito conimbricense e ao lĂ­der da oposição no executivo municipal. â&#x20AC;&#x153;NĂŁo desconheceis, Senhora, as dificuldades dos tempos que atravessamos, nem a apagada e dolorosa situação de mĂĄgoa a que fomos conduzidos pela vilania de alguns, que se propuseram

servir o povo, mas nĂŁo cumpriram a sua palavra; de muitos que â&#x20AC;&#x201C; necessĂĄrio ĂŠ dizĂŞ-lo sem medo! â&#x20AC;&#x201C; fraudulentamente se apropriaram dos bens que eram de todos e que sĂŁo de todos; de tantos outros que, como aconteceu em todas as ĂŠpocas, mas na nossa ganha foros de escândalo, construĂ­ram impĂŠrios de luxo e de grande poderio econĂłmico Ă custa do suor dos pobres, esquecendo, e, Ă s vezes atĂŠ propositadamente, espezinhando o princĂ­pio inscrito na consciĂŞncia de todos de ser desonestidade e injustiça que brada aos cĂŠus nĂŁo pagar o devido salĂĄrio a quem trabalhaâ&#x20AC;?, afir mou Jesus Ramos. O presente excerto da homilia mostra atĂŠ que ponto PS e PSD ÂŤenfiam o barreteÂť. â&#x20AC;&#x153;ChĂĄâ&#x20AC;? sem querer â&#x20AC;&#x201C; Noutro contexto da penĂşltima reuniĂŁo da Câmara Municipal de Coimbra, a vice-presidente, Maria JosĂŠ Azevedo Santos, professora universitĂĄria, disse a Carlos Cidade que ele nĂŁo lhe dĂĄ liçþes de HistĂłria nem de religiĂŁo. A

F _____ R _____ A

Buarcos de antanho â&#x20AC;&#x201C; 1RSDVVDGRĂ&#x20AC;PGHVHPDQDDV muralhas da vila de Buarcos, para alĂŠm da Figueira da Foz, regressam aos tempos dos piratas, corsĂĄrios e saqueadores. O II Festival Pirata PortuguĂŞs, numa organização da Junta de Freguesia, foi um ĂŞxito, tendo decorrido, em permanĂŞncia, vĂĄrias actividades lĂşdicas (mĂşsica, canto, dança, malabarismo e acrobacia, jogos de destreza e treino de armas). Das tabernas e tendas do mercado ecoaram os pregĂľes e os ditos de incitamento ao comĂŠrcio, enquanto os penetrantes aromas do peixe e carne a serem grelhados atraĂ­ram os famintos e os sequiosos. As mais variadas personagens cruzaram-se pelo mercado: almocreves e bufarinheiros, mendigos e marinheiros, carregadores e a clerezia, o povo do norte e o povo do sul, o reino de Portugal e o reino do Algarve, os mouros forros e RVĂ DPHQJRVRVLQJOHVHVHJHQRYHVHVRVYHQH]LDQRVHRVIUDQFHVHVQXPDDOJDUDYLDGD a que se sobrepunha a mĂşsica dos tangedores e menestrĂŠis.


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VINAGRETAS

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troca de mimos ficou a dever-se à peridiocidade das festas de Coimbra e da sua padroeira. Talvez o laicismo do edil o tenha prejudicado em matÊria de acerto; de resto, tratava-se de uma discussão estÊril e, tambÊm por isso, Cidade devia ter evitado levar aquele ´FKi¾

minutos de intervenção, mas deixou prolong arem-se os trabalhos por trĂŞs horas. Houve, tambĂŠm, quem questionasse a utilidade desta sessĂŁo para decidir a realização de um referendo sobre a extinção e agregação de freguesias, quando o Tribunal Constitucional pronunciou-se, na vĂŠspera, neg ativamente a As dificuldades de propĂłsito de igual posPorto (I) â&#x20AC;&#x201C; O presidente sibilidade aprovada pela da Assembleia Municipal Assembleia Municipal de de Coimbra, professor de Barcelos. O saldo da reu'LUHLWR WHP XPD PDQL- niĂŁo da AM de Coimbra festa dificuldade em con- acabou por ultrapassar duzir as reuniĂľes daquele 4 000 euros, o custo aos yUJmRDXWiUTXLFRSDWHQWH cofres municipais das QD~OWLPDVHVVmRTXHHUD senhas de presença (70 H[WUDRUGLQiULD D SHGLGR euros cada) dos membros de dois eleitos do Bloco GHVWHyUJmRDXWiUTXLFR de Esquerda) e tinha sĂł um ponto na ordem de As dificuldades de trabalhos. Manuel Porto Porto (II) â&#x20AC;&#x201C; Quando se apelou, inicialmente, ao discute na Assembleia cumprimento dos trĂŞs Municipal de Coimbra

S E A R A

a questĂŁo da extinção e agregação de freguesias, o presidente deste ĂłrgĂŁo, Manuel Porto, acaba por estar sempre na berlinda, dado ser, simultaneamente, presidente da Unidade TĂŠcnica para a Reorganização Administrativa do TerritĂłrio. Na passada reuniĂŁo o assunto foi DI ORUDGR YiULDV YH]HV FRP R DGYRJ DGR )HUUHLUD GD 6LOYD GR 36 D dizer que â&#x20AC;&#x153;compreende a dificuldadeâ&#x20AC;? de Manuel Por to em lidar com o tema. Este replicou que â&#x20AC;&#x153;nĂŁo fog e Ă s responsabilidadesâ&#x20AC;?, reiterou que â&#x20AC;&#x153;ĂŠ a favor de que se mantenham todas as freguesiasâ&#x20AC;?, mas como â&#x20AC;&#x153;duvida que a sua posição vingue, vai participar na

comissĂŁo para minimizar o mais possĂ­vel os estragosâ&#x20AC;?. O outro remoque a Manuel Porto veio do presidente da Junta de )UHJXHVLDGH6%DUWRORmeu, Carlos Clemente, que aludiu ao facto de a Unidade TĂŠcnica para a Reorganização Administrativa do TerritĂłrio ir custar 979 000 euros. â&#x20AC;&#x153;O nosso presidente da Assembleia pode dizer que ĂŠ contra a extinção de freguesias, para ficar bem na fotografia, mas tambĂŠm preside Ă Unidade TĂŠcnicaâ&#x20AC;?, disse, para acrescentar que â&#x20AC;&#x153;tambĂŠm nĂŁo se importaria de estar dentroâ&#x20AC;?, numa alusĂŁo indirecta Ă s possĂ­veis remuneraçþes perante um avultado orçamento.

Ă&#x201A;ngulo inverso

PolĂ­tica de terra queimada GERALDO BARROS

Que se lixe o lixo! â&#x20AC;&#x201C; Uma munĂ­cipe conimbricense, Natividade Leppert, foi a uma reuniĂŁo da Assembleia GH )UHJXHVLD GH 6DQWR $QWyQLR GRV 2OLYDLV HP $EULO de 2011, queixar-se de um monte de entulho, votado ao esquecimento desde 2006 apesar de estar junto Ă rua de $QWyQLR-DUGLP´'HLFRQWDGDVLWXDomRj&kPDUDHQDGD IRLIHLWRÂľGHVDEDIRX)UDQFLVFR$QGUDGHSUHVLGHQWHGH -XQWDDGPLWLXWUDWDUVHGHXPDVSHFWR´LQGHVHMiYHOHLQHVtĂŠticoâ&#x20AC;? e prometeu empenhar-se em prol da resolução do problema. Volvidos 15 meses, o vereador Carlos Cidade 36 IH]HFRGDSUHRFXSDomRGDIXQFLRQiULDMXGLFLDOHGH outros munĂ­cipes no âmbito de uma reuniĂŁo da Câmara FRQLPEULFHQVH 6HJXQGR R HGLO VRFLDOLVWD 1DWLYLGDGH Leppert foi informada, pela autarquia, do arquivamento GHXPDSDUWLFLSDomR&RPRpPDLVIiFLOOLGDUFRPSDSpLV GRTXHFRPHQWXOKRHVWiDUUXPDGDDSDUWLFLSDomRHTXH se lixe o lixo!

O problema dos incĂŞndios ĂŠ mais complicado do que parece. O cenĂĄrio desolador da terra cinzenta e estĂŠril, testemunho da passagem de um demĂłnio que, em minutos, consumiu em labaredas o trabalho de gente simples e humilde, obriga-nos a pensar alĂŠm do calor do momento. A ĂĄgua, a mesma que se evapora perante o fogo posto Ă solta por gente com intençþes obscuras, coloca a nu um problema mais grave, que tem na sua gĂŠnese uma polĂ­tica de terra queimada, perpetrada por sucessivos governos e sem exemplar punição. Esta tĂĄctica, utilizada pelos exĂŠrcitos para evitar a progressĂŁo do inimigo, estĂĄ a matar o que resta da esperança daqueles que resistem no amanho das terras e dos campos. Os bombeiros, valorosos homens H PXOKHUHV TXH GmR YHUGDGHLUR VLJQLÂżFDGD DR OHPD â&#x20AC;&#x153;Vida por Vidaâ&#x20AC;?, nĂŁo podem ser alvo fĂĄcil de predadores que procuram o protagonismo momentâneo. Portugal estĂĄ a arder, consumido por um fogo abrasador, porque os responsĂĄveis polĂ­ticos foram exĂ­mios a sacudir ĂĄgua do seu capote e permitiram, incentivaram e fecharam os olhos ao abandono das terras. No momento em que o Governo se prepara para introduzir alteraçþes ao UHJLPHGHRUGHQDPHQWRGDĂ&#x20AC;RUHVWDSHUPLWLQGRTXHDV iUHDVDUGLGDVSRVVDPVHUUHĂ&#x20AC;RUHVWDGDVFRPHXFDOLSWRV servindo os interesses de proprietĂĄrios e indĂşstria da celulose, valerĂĄ a pena pensar se nĂŁo estamos, mais uma vez, a atear um fogo que nos consumirĂĄ a todos.

A L H E I A

â&#x20AC;&#x153;Gandhi ensinou-nos que a polĂ­tica tem de ser um gesto amoroso para com o povo. (...) Essa crucial experiĂŞncia histĂłrica Ă&#x20AC;FRXFRPRWHVWHPXQKRLQDSDJiYHOGHTXHRDPRUQDSROtWLFDH na economia nĂŁo ĂŠ um vago princĂ­pio de cordialidade com todos indiferenciadamente, mas, sim, um dever de romper com costumes, comportamentos e estruturas de exploração e de infelicidade imposto por um imperativo de cuidado preferencial com os pobres. Esse dever ganha corpo quer em polĂ­ticas de discriminação positiva quer na exigĂŞncia de nĂŁo discriminação negativaâ&#x20AC;?. JosĂŠ Manuel Pureza, no DiĂĄrio de NotĂ­cias de 20/07/2012 â&#x20AC;&#x153;Estou absolutamente convencido de que os defensores do amor como critĂŠrio da gestĂŁo, da economia e da polĂ­tica me darĂŁo razĂŁo. Porque o amor ĂŠ assim mesmo: nĂŁo discrimina os pobres. Ama-os apenas. E isso pode ser ameaçadorâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem ´3DUDJiXGLRGHQXPHURVDVYL~YDVHRXWURVWDQWRVyUImRV GHL[DGRVSDUDWUiVTXDQGR6yFUDWHVIH]RFDPLQKRLQYHUVRGDV cegonhas, Miguel Relvas ferve em lume brandoâ&#x20AC;?. Leonardo Ralha, no Correio da ManhĂŁ de 20/07/2012 ´8P*RYHUQRTXHH[LJHLQFRQWiYHLVVDFULItFLRVDRVHOHLWRUHV FDUHFHGHVXSHULRULGDGHpWLFDLQDWDFiYHOSDUDPDUFDUDGLIHUHQoD em relação ao pântano que muitos procuram fazer esquecer. E vĂŁo conseguindo, graças ao efeito daninho de Relvasâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem â&#x20AC;&#x153;Tendo em conta que o ministro-adjunto continua a perder capital polĂ­tico â&#x20AC;&#x201C; mal-grado a estratĂŠgia de ÂŤsorrir e acenarÂť, como RVSLQJXLQVGRŠ0DGDJiVFDUÂŞ²pTXHVHWRUQDFODURTXH3DVVRV Coelho olha em redor e nĂŁo encontra ninguĂŠm a quem possa FRQILDURFRPSOLFDGRSDSHOGHOLJDomRHQWUHR*RYHUQRHR36' Quando nĂŁo se encontram soluçþes, todos parecem insubstituĂ­veisâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem ´$ŠWURLNDÂŞHVWiWDPEpPDDYDOLDUVHDVLSUySULD)RLDFRPSDnhando ao longo do ano regularmente estas opçþes do Governo VHPDVFULWLFDURXGHPDUFDUVHGHODV$ÂśWURLND¡HVWiDEUDQTXHDUR fracasso do Governoâ&#x20AC;?. Pedro Silva Pereira, ex-ministro de JosĂŠ SĂłcrates, no DiĂĄrio EconĂłmico de 19/07/2012 â&#x20AC;&#x153;A polĂ­tica de austeridade do Governo (...) nĂŁo se tratou de uma execução do memorando da ÂŤtroikaÂť, mas de um desvirtuamento desse programa. O Governo destruiu todos os equilĂ­brios que existiam quanto Ă possibilidade de conciliar austeridade com economiaâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem â&#x20AC;&#x153;O que ĂŠ preciso ĂŠ perceber que houve um erro estratĂŠgico QDH[HFXomRGRPHPRUDQGRTXHSUHFLVDVHULGHQWLĂ&#x20AC;FDGRSDUDVHU corrigido. Ă&#x2030; falsa a ideia de inevitabilidade, porque escamoteia a existĂŞncia de um erro de polĂ­tica orçamentalâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem â&#x20AC;&#x153;O padrĂŁo geral das despesas vive entre duas realidades: a falta de coragem de combater interesses instalados e formatar verdaGHLUDVUHIRUPDVHDLQGLVSHQViYHOH[LJrQFLDGHUHIRUoDUSROtWLFDV GHDSRLRVRFLDO(VWiQDFDUDRUHVXOWDGRGHXPDWDOGLFRWRPLD Agrava-se todos os dias o ambiente geral do paĂ­sâ&#x20AC;?. Fernando Santos, no Jornal de NotĂ­cias de 19/07/2012 ´6HPSUHTXHVHFHQDUL]DPIHFKRVGHVHUYLoRVVHMDPHOHVGH WULEXQDLVHVFRODVKRVSLWDLVFRUUHLRVUHSDUWLo}HVGHĂ&#x20AC;QDQoDVRTXH TXHUTXHVHMDĂ&#x20AC;FDPRQWDGRRUDVWLOKRGDH[DFHUEDomRGHSRSXODçþes inteiras. Escasseia a explicação, desejavelmente acompanhada de racionalidade bastanteâ&#x20AC;?. Idem, Ibidem

Serviços Centrais: Baixa - Avenida Fernão Magalhães nº.92, 3000-607 Coimbra tel: 239855855 fax: 239855851 | Celas - 239854080 | Vale das Flores - 239793930 Solum - 239792079 | Quinta da Vårzea - 239440666 | Lousã - 239994033 Fig. da Foz - 233403060 | Aveiro - 234425999 | Condeixa - 239944666 | Portela - 239793939

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Programa cultural de VerĂŁo prolonga-se atĂŠ 16 de Setembro

Menos colheitas na RegiĂŁo Centro

Importante inverter quebra nas dĂĄdivas de sangue G. B.

FRQWXGRpIXQGDPHQWDOTXH os portugueses percebam que dar sangue ĂŠ â&#x20AC;&#x153;um gesto boniAs dĂĄdivas de sangue baito e extremamente importanxaram cerca de 15 por cento WHÂľGL]+pOGHU7ULQGDGH na regiĂŁo Centro, durante o $SUHFDULHGDGHODERUDODV mĂŞs de Junho, comparativaGHVSHVDVGHGHVORFDomRHDUHmente ao mesmo perĂ­odo dução das isençþes nas taxas de 2011. Trata-se de uma PRGHUDGRUDVVmRDOJXQVGRV tendĂŞncia que se tem vindo a factores que podem ajudar a YHULĂ&#x20AC;FDUQRV~OWLPRVWHPSRV H[SOLFDUDUHGXomRGRQ~PHUR mas que o Instituto PortuguĂŞs GHFROKHLWDV GR6DQJXHHGD7UDQVSODQWD3DUD DOpP GH WHU FULDGR ção (IPST) quer inverter. XPD OLQKD GH DWHQGLPHQWR +pOGHU 7ULQGDGH UHFRWHOHIyQLFRSDUDFRQWDFWDURV nheceu, em Coimbra, a importância de â&#x20AC;&#x153;inverter a ten- Dar sangue ĂŠ â&#x20AC;&#x153;um gesto bonito e extremamente dadores que nĂŁo dĂŁo sangue Ki PDLV GH XP DQR OHPdĂŞncia de descida das dĂĄdivas importanteâ&#x20AC;?, diz HĂŠlder Trindade brando-os da necessidade QDUHJLmR&HQWURHGHYROWDU DWHURVQtYHLVGHFROKHLWDTXH FROKHLWDLQVWDODGRVWHPSRUD- acçþes que o IPST estĂĄ a pro- GHRID]HUHPR,367HVWiD RVGRHQWHVSUHFLVDPDQtYHO ULDPHQWHHPDOJXPDVSUDLDV PRYHUDSDUGRODQoDPHQWR DSUR[LPDURVORFDLVHKRUiULRV da regiĂŁo Centro, como ĂŠ o GH XPD FDPSDQKD SXEOLFL- GHFROKHLWDGRVSRWHQFLDLVGDQDFLRQDOÂľ O presidente do IPST FDVRGD)LJXHLUDGD)R]0LUD WiULDQDWHOHYLVmRHQDVUHGHV dores, apostando, sobretudo, sociais, com o objectivo de QRSHUtRGRSyVODERUDO defendeu que o VerĂŁo â&#x20AC;&#x153;ĂŠ uma Tocha e Barra (Aveiro). Quem pretenda doar 3DUDTXHTXDOTXHUSHVVRD OHPEUDUjSRSXODomRDLPSRUERDRFDVLmRSDUDVHQVLELOL]DU sangue podem obter mais os jovens e as pessoas que possa saber quando e onde se tância da dĂĄdiva de sangue. Em mĂŠdia, diariamente, informaçþes junto do Centro nĂŁo sĂŁo dadores para que deve dirigir para dar sangue, cumpram o seu dever de acaba de ser criada uma pĂĄgi- sĂŁo consumidas no nosso paĂ­s 5HJLRQDOGH6DQJXHGH&RLPentre 1 100 a 1 200 unidades bra ou, atravĂŠs da Internet, na na Internet. FLGDGDQLDÂľ A criação do sĂ­tio www. de sangue. Por ora, nĂŁo hĂĄ o nos sĂ­tios www.darsangue.pt ­ VHPHOKDQoD GH DQRV anteriores, haverĂĄ postos de darsangue.pt ĂŠ uma das vĂĄrias risco de ruptura das reservas, e www.ipsangue.org.

Fins-de-semana mais animados no Luso 2SURJUDPDFXOWXUDOGH 9HUmRGDYLODWHUPDOGR/XVR TXHVHODQoDHVWHDQRVRED PDUFD/862DUUDQFRX QRSDVVDGRĂ&#x20AC;PGHVHPDQD $SURJUDPDomRFXOWXUDO começou com um concerto GRGXR-RmR*HQWLOQDQRLWH GHViEDGRTXHGHVOXPEURX as mais de duas centenas de SHVVRDVTXHSRUDOLVHMXQWDram. Na tarde de domingo, DVSHVVRDVIRUDPDOHJUHPHQWHVXUSUHHQGLGDVSHORWDOHQWRVR DUWLVWD ´7RVWD 0LVWDÂľ R PDODEDULVWD TXH SHUFRUUHQGR D YLOD H ´LQYDGLQGRÂľ os espaços comerciais foi VXUSUHHQGHQGR DGXOWRV H crianças com um misto de PDODEDULVPR H WHDWUR GH improviso, convidando o S~EOLFRSDUDRVHXHVSHFWiFXOR TXHVHUHDOL]DULDDRĂ&#x20AC;QDOGDWDUGH QRSDOFRGDDODPHGDGRFDVLQR 2S~EOLFRUHVSRQGHXDRFRQYLWHHFRPSDUHFHXDSODXGLQGR e participando num espectĂĄ-

FXORTXHIRLPXLWRDOpPGH XPQ~PHURGHPDODEDULVPR 3DUDOHODPHQWHQDDYHQLGDQD barraquinha da Dito EFeito, as FULDQoDVDJORPHUDUDPVHHQmR arredaram pĂŠ sem ter a sua cara SLQWDGDSHOD6yQLDTXHHQFKHX de cores e sorrisos os rostos de GH]HQDVGHFULDQoDV A animação continua no SUy[LPRĂ&#x20AC;PGHVHPDQDFRPR JUXSR'XDOLGDGHVQRViEDGRj QRLWHSHODVKQRSDOFRGD DODPHGD7UDWDVHGHXPDEDQGDFXMRUHSHUWyULRpFRPSRVWR VREUHWXGRSRUP~VLFDGRVDQRV H-iQRGRPLQJRSHODV KVHUiDYH]GHXPJUXSR de cordas do Tenerife animar a Fonte de S. JoĂŁo. Numa uniĂŁo de forças enWUHD&kPDUDPXQLFLSDOGD0HDOKDGDHD-XQWDGH)UHJXHVLDGR /XVRFRQWDQGRFRPRDSRLR de jovens empreendedores do municĂ­pio, este projecto pretenGHUHODQoDUDYLODGR/XVRFRPR GHVWLQRWXUtVWLFRHFXOWXUDO

PASSATEMPOS PALAVRAS CRUZADAS â&#x20AC;&#x201C; Problema n.Âş 286

LEIA O PROVĂ&#x2030;RBIO

PROBLEMA N.Âş 286/A

Tema de hoje â&#x20AC;&#x201C; CORAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

Percorrendo todo o tabuleiro, sempre para o lado, para cima ou para baixo â&#x20AC;&#x201C; nunca em diagonal â&#x20AC;&#x201C; e começando na casa /1 para terminar na /2, encontrar-se-Ă um provĂŠrbio SRSXODUSRUWXJXrV HORIZONTAIS  Âą &RUDomR 7pFQLFR 2ÂżFLDO GH &RQWDV DEU  &RUDomR 2 â&#x20AC;&#x201C; Combate. Coração. Observam. 3 â&#x20AC;&#x201C; Prejudicial. Coração. 9L~YRÂą5HÂżQDU Do~FDU 7RVWDUÂą$OLiV&RULIHX6tPERORGH &pVLR(GLomR DEU Âą3HWD7rPFL~PHVGHÂą0DoR6RYLQD 8 â&#x20AC;&#x201C; Uniforme. Unir. Dei. Gemido. 9 â&#x20AC;&#x201C; Coração. Fulana. Coração. VERTICAIS 1 â&#x20AC;&#x201C; Coração. ObservatĂłrio AstronĂłmico da Universidade de &RLPEUD DEU Âą4XHVmRGDUDoDGRVPXV(PHÂą$HUyGURPRGH7UkQVLWR DEU /HYDQWHÂą$QWLJRQRPHGDQRWDPXVLFDO VRO$VVLPpÂą&yOHUD2OiÂą$Y{&RUDomRÂą7RPRJUDÂżD $[LDO&RPSXWRUL]DGD DEU $OpPGLVVRÂą3DQHODÂą&RUDomR Beiral. 10 â&#x20AC;&#x201C; SĂ­mbolo de rad. Coração. 11 â&#x20AC;&#x201C; Avançavas. Trifosfato GH$GHQRVLQD VLJOD Âą3ULQFtSLRV,QYHQWHÂą1RWDPXVLFDO Coração. 14 â&#x20AC;&#x201C; Esticada. DĂł. 15 â&#x20AC;&#x201C; Coração. Coração.

PRĂ&#x2030;MIOS â&#x20AC;&#x201C; Obra literĂĄria, oferta da PORTO EDITORA; 3UpPLRVXUSUHVDRIHUWDGH0('9(7HQRÂżQDOGRPrVPDLV um prĂŠmio especial, um exemplar do Ăştil e valioso DicionĂĄrio da LĂ­ngua Portuguesa â&#x20AC;&#x201C; Colecção DicionĂĄrios Modernos, que inclui um CD-ROM, oferta da PORTO EDITORA. PRAZO PARA REMESSA DE SOLUĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES â&#x20AC;&#x201C; AtĂŠ ao dia GRSUy[LPRPrV ENVIO DE SOLUĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES â&#x20AC;&#x201C; Ernesto Lopes Nunes, Beco dos Unidos, n.Âş 3, Espadaneira, 3045 â&#x20AC;&#x201C; 162 Coimbra. PREMIADOS Passatempos n.Âş 278: LuĂ­s Gonzaga Soares, de Buarcos, com livro da PORTO EDITORA; Francisco Cruz, de Coimbra, com prĂŠmio surpresa, oferta de Ă GUIA; Maria Santana Chaves Russo, de Peniche, com DicionĂĄrio da LĂ­ngua Portuguesa â&#x20AC;&#x201C; Colecção DicionĂĄrios Modernos, que inclui um CD-ROM, oferta da PORTO EDITORA.

ENIGMA FIGURADO

Interpretando correctamente todos os símbolos e operaçþes apresentadas, encontrar-se-à uma conhecida expressão.

HORIZONTAIS 1 â&#x20AC;&#x201C; Intrometidos. 2 â&#x20AC;&#x201C; Aprovei. Interno. 3 â&#x20AC;&#x201C; Soberano. PorĂŠm. Adivinhar. 4 â&#x20AC;&#x201C; SĂ­mbolo de cĂŠsio. Celeiro subterrâneo, entre os Mouros. Nome de letra grega. 5 â&#x20AC;&#x201C; Povoadores. 6 â&#x20AC;&#x201C; Grande SURomRGHKDVWHV'LOLJHQWHÂą&KmR4XHQmRHVWiHVFULWR 8 â&#x20AC;&#x201C; Escudeiro. Do sul. Ena! 9 â&#x20AC;&#x201C; SĂ­mbolo de rĂĄdio. Tudo o que existe e foi criado. Bafo. 10 â&#x20AC;&#x201C; Acatavam. 11 â&#x20AC;&#x201C; Agite. Ouro. VERTICAIS Âą)DFWRGHFLVLYR(IpOLGHÂą1rV0DVWLJDYDÂą1RPHGH letra grega. Calosidade. Aqui. 4 â&#x20AC;&#x201C; Interjeição de dor. FacalhĂŁo. Graça. 5 â&#x20AC;&#x201C; Instigador. SĂŠtimo. 6 â&#x20AC;&#x201C; ImpressĂŁo desagradĂĄvel. Sopro. 7 â&#x20AC;&#x201C; Cura. Grupo. 8 â&#x20AC;&#x201C; Entre. Daqui a pouco. Czar. 9 â&#x20AC;&#x201C; Animosidade. TĂ­tulo de senhores feudais. Mim. Atmosfera. Prata. 11 â&#x20AC;&#x201C; IrmĂŁ. Fantasma.

SOLUĂ&#x2021;Ă&#x2022;ES Palavras Cruzadas â&#x20AC;&#x201C; Problema n.Âş 278: Horizontais â&#x20AC;&#x201C; 1 â&#x20AC;&#x201C; AndamĂŁo, Celebes. 2 â&#x20AC;&#x201C; roĂ­do, mie, China. 3 â&#x20AC;&#x201C; ara, Morto, cav. 4 â&#x20AC;&#x201C; lu, ufa, por, nu. 5 â&#x20AC;&#x201C; el, ir, er, at. 6 â&#x20AC;&#x201C; agucem, rasgos. 7 â&#x20AC;&#x201C; Java, Azove, urso. 8 â&#x20AC;&#x201C; o, ariri, piela, i. 9 â&#x20AC;&#x201C; sisa, DÂżQVXVRV9HUWLFDLV¹¹$UDODMRVÂą1RUXHJDLÂąGLDOXYDVÂąDGX &ODUDÂąPyÂżHLÂąm0iUPDUDÂąRPR=,)ÂąLURLÂą&(7931 10 â&#x20AC;&#x201C; e, opereis. 11 â&#x20AC;&#x201C; LC, ora, e. 12 â&#x20AC;&#x201C; eh, r, Sulu. 13 â&#x20AC;&#x201C; BIC, agras. 14 â&#x20AC;&#x201C; enantos, o. 15 â&#x20AC;&#x201C; Savu, sois. Problema n.Âş 278/A: Horizontais â&#x20AC;&#x201C; 1 â&#x20AC;&#x201C; mutualidade. 2 â&#x20AC;&#x201C; ano, mor, sim. 3 â&#x20AC;&#x201C; rim, aba, sob. 4 â&#x20AC;&#x201C; edaz, a, pico. 5 â&#x20AC;&#x201C; taras, comer. 6 â&#x20AC;&#x201C; ad, gacha, sa. 7 â&#x20AC;&#x201C; Evas, adie. 8 â&#x20AC;&#x201C; w, il, k, ar, y. 9 â&#x20AC;&#x201C; aer, que, exo. 10 â&#x20AC;&#x201C; t, al, n, ji, g. 11 â&#x20AC;&#x201C; to, afaga, pa. Verticais â&#x20AC;&#x201C; 1 â&#x20AC;&#x201C; mareta, watt. 2 â&#x20AC;&#x201C; unidade, e, o. 3 â&#x20AC;&#x201C; Tomar, vira. 4 â&#x20AC;&#x201C; u, zagal, la. 5 â&#x20AC;&#x201C; ama, sas, q, f. 6 â&#x20AC;&#x201C; loba, c, kuna. 7 â&#x20AC;&#x201C; ira, chĂĄ, e, g. 8 â&#x20AC;&#x201C; d, poada, jĂĄ. 9 â&#x20AC;&#x201C; assim, irei. 10 â&#x20AC;&#x201C; diocese, x, p. 11 â&#x20AC;&#x201C; embora, yoga. Cinco mares: CĂĄspio, BĂĄltico, Egeu, Vermelho, AdriĂĄtico. (QLJPDÂżJXUDGR9LYHUQXPPDUGHURVDV


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QUINTA-FEIRA

DIA DOS AVĂ&#x201C;S

DE JULHO DE 2012 CAMPEĂ&#x192;O DAS PROVĂ?NCIAS

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www.ca m p e a o p r o vin cia s.co m

Acção destaca importância do exercício físico em todas as idades

Encontro de geraçþes na Mata Nacional do Buçaco pråtica do exercício físico, essencial para uma vida saudåvel, não implica a frequência de ginåsio ou o uso de aparelhos dispendiosos. Pelo contrårio, pode integrar-se simplesmente no quotidiano. Os

na natureza e recheada de exercícios físicos realizados ao ar livre. A actividade para avós e netos tem por objectivo principal explicar a importância do exercício físico em todas as idades, desde os avós aos netos. A acção servirå tambÊm para demonstrar que a

que os exercícios serão realizados no miradouro das Portas de Coimbra. A participação Ê gratuita, mediante pagamento de entrada de viatura na Mata. A actividade vai decorrer da das 11h00 às 13h00.

Parque BiolĂłgico da LousĂŁ promove demonstração de latoaria O Parque BiolĂłgico da Serra da LousĂŁ, em Miranda do Corvo, promove hoje, a partir das 14h30, um workshop de latoaria, uma arte em vias de extinção, que inclui uma palestra alusiva e uma demonstração prĂĄtica pelo Ăşnico latoeiro existente no concelho, o mestre Afonso Ferreira da Silva. &HOHEUDUR'LDGRV$YyVVLJQLĂ&#x20AC;FDFHOHEUDUDH[SHULrQFLDGH vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, nĂŁo apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convĂ­vio com as pessoas e com a prĂłpria natureza, refere o Parque BiolĂłgico. A participação na palestra â&#x20AC;&#x153;Conhecer a arte da latoariaâ&#x20AC;?, ĂŠ gratuita, bastando para tal pagar entrada no parque, que, sugere a direcção do espaço, poderĂĄ ser antecedida com um almoço QR5HVWDXUDQWH0XVHXGD&KDQIDQD RPHQXGRGLDĂ&#x20AC;FDD euros por pessoa).

Penacova organiza convĂ­vio

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Envelhecimento Activo e da Solidariedade Entre Geraçþes, que se assinala este ano, sendo dirigida a avĂłs e netos. O ponto de encontro serĂĄ junto Ă loja â&#x20AC;&#x153;Produtos da Mataâ&#x20AC;?, Ă s 10h50, sendo

Hoje

No PavilhĂŁo Gimnodesportivo

O município de Penacova assinala hoje o Dia Mundial dos Avós, com a organização de um convívio intergeracional, no Pavilhão Gimnodesportivo, a partir das 14h30. A iniciativa começa com uma aula de ginåstica destinada a todos os avós do concelho, mas aberta tambÊm aos seus netos. Ao longo da tarde, estão previstos momentos de muita animação, que culminarão num lanche partilhado a realizar pelas 16h00. Apesar das restriçþes orçamentais a que a Câmara Municipal de Penacova estå sujeita ac-

espaços verdes, como a Mata Nacional do Buçaco, tornam-se locais privilegiados para o exercício físico, em comunhão com a natureza. A ideia surge no âmbito do Ano Europeu do

tualmente, Ernesto Coelho, vice-presidente do município e vereador com as pastas da Acção Social e Educação, salientou a importância da comemoração deste dia, jå enraizado na programação da autarquia e direccionado para a promoção do convívio intergeracional.

O Parque BiolĂłgico ĂŠ um verdadeiro museu vivo de artes e ofĂ­cios tradicionais onde pessoas vitimas de exclusĂŁo laboral, GHĂ&#x20AC;FLHQWHVHGRHQWHVPHQWDLVPDQWrPDWHOLHUVDIXQFLRQDUGH olaria, vidro, tapeçaria, sapataria, mobiliĂĄrio de vime, cestaria, empalhamento de vasilhame e estofador. De referir que o Parque BiolĂłgico recebeu recentemente o primeiro PrĂŠmio DamiĂŁo de GĂłis, de empreendedorismo social, atribuĂ­do pela Embaixada do Reino dos PaĂ­ses Baixos e Instituto PortuguĂŞs de Corporate Governance e tambĂŠm o prĂŠmio mais valioso atribuĂ­do em 2012 pela EDP SolidĂĄria. O Parque BiolĂłgico da Serra da LousĂŁ em Miranda do Corvo possui hoje a principal mostra de vida selvagem de Portugal, RQGHQmRIDOWDPXUVRVHORERVFRPFULDVOLJDQGRDELRĂ&#x20AC;OtDHD defesa da natureza Ă coesĂŁo social.

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Saúda os Avós! Delegação: Largo do Romal, 19 Rua da Misericórdia - Quinta do Cedro 3000-347 COIMBRA S. Martinho do Bispo - 3045-093 COIMBRA Telf. 239 838 580 Tlm. 963 372 564 | 966 065 183 | Tel. 239 443 309

31814

A Fundação Mata do Buçaco, em parceria com o Núcleo de Cantanhede da Associação Nacional de Cardiologia, assinala o Dia Mundial dos Avós, que se comemora hoje, com um encontro de geraçþes. Miúdos e graúdos estão convidados para uma manhã especial, passada

Associação de Desenvolvimento Social, Cultural e Desportivo da Freguesia de TapÊus

3DUDDOpPGRVVHUYLoRVWLSLÂżFDGRV D$VVRFLDomRGHVHQYROYHYiULDVDFWLYLGDGHV HQWUHLGRVRVHRXWURVJUXSRVHWiULRVUHVXOWDQGR GDtXPWUDEDOKRINTERGERACIONAL

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ÚLTIMA www.ca m p e a o p r o vin cia s.co m

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QUINTA-FEIRA

DE JULHO DE 2012 CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS

jornal634_26_07_2012  

Edição em PDF do semanário Campeão das Províncias n.º 634 de 26/07/2012

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