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DIRECTOR LINO VINHAL

ESTE CADERNO FAZ PARTE INTEGRANTE DA EDIÇÃO DE 526 DE 03 JUNHO DE 2010 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

Peelo A Pel Am mbieien enntete,e, com co om am amor or!


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Os vencedores em plena actuação no Parque da Cidade, junto ao Museu da Água

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A desigualdade social inspirou um momento de teatro em que o racismo e o machismo foram temas dominantes

Desigualdades sociais e ambiente inspiraram trabalhos de concurso

Alunos revelam preocupação pelo mundo onde vivem Numa iniciativa conjunta da empresa municipal Águas de Coimbra e da empresa multimunicipal Águas do Mondeg o, à qual aderiu a Escola Básica 2, 3 Rainha Santa Isabel, três grupos de jovens deram a conhecer, através da expressão dramática, as suas preocupações relativamente ao mundo onde vivem. Pedem mais igualdade social e respeito pelo meio ambiente. Alunos do 5.º A e do 9. º C da Escola Básica 2, 3 Rainha Santa Isabel (do Agrupamento de E s c o l a s d a Pe d r u l h a ) compuseram a letra e música de uma canção intitulada “Desigualdade Social” e com ela g anharam o concurso “Quem somos sempre”. O teatro foi a forma encontrada pelos alunos de uma outra turma da escola para abordarem

Ana Santos, Inês Massano e Lisete Oliveira formaram o júri que avaliou os trabalhos

o mesmo tema e quatro alunas apresentaram-se com um poema dedicado à “Água”. Apesar do esforço e dedicação de todos, o júri – composto pela ilustradora Inês Massado e pelas representantes da Águas de Coimbra e Águas do Mondego, Ana Santos e Liseta Oliveira,

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respectivamente – tinha apenas um prémio para atribuir. O livro “Santa Clara das Águas – a história de um mosteiro e de um rio que nunca lhe deu paz”, da autoria de José Jorge Letria, com ilustrações de Inês Massano, deu o mote para às escolas de Coimbra para apresentarem um trabalho de expressão dramática, com duração máxima de 10 minutos, sobre o tema “Quem somos sempre”. A iniciativa desafiava os alunos participantes a serem originais, criativos e sustentáveis na concepção dos seus trabalhos. O tema do concurso apelava às boas práticas ambientais e a uma atitude ambientalmente responsável de

cada um, já que as nossas acções de hoje terão

sempre consequências no futuro. O espírito deste concurso está resumido num excerto do livro Santa Clara das Águas: “(…) Por favor, nunca se esqueçam de que aquilo que a pedra guardou na memória dos tempos vai durar para sempre, muito além de nós.” A ideia de publicar o livro surgiu do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em parceria com o Museu da Água (Águas de Coimbra) e com a Águas do Mondego, como forma de sensibilizar os mais novos para temas como o ambiente, a

reciclag em, o desperdício de água, a gestão de recursos naturais e também, claro, a conser vação do património histórico. A história, que José Jor g e L e t r i a e s c r e ve u e que Inês Massano ilustrou, conta a história do long o namoro entre o rio e a cidade. Nessa história o Mondego assiste à fundação do Mosteiro de Santa Clara, e a grande curiosidade que o Mosteiro lhe suscita, leva-o a saltar as margens, causando-lhe sucessivas i nu n d a ç õ e s e d i f i c u l dades.

Estas quatro alunos escreveram e disseram o poema intitulado “Água”


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Especialistas debateram importância da preservação da ågua

Nova mentalidade precisa-se ZILDA MONTEIRO*

“Comunicação Ambiental - Para uma nova mentalidade da ĂĄguaâ€? foi o tema de um debate, no Museu da Ă gua de Coimbra. Moderado por Manuel Carmo, comissĂĄrio do Museu, JoĂŁo Paulo Maia (presidente da Associação Portuguesa de Imprensa), AugustĂ­n Remesal (jornalista j da TVE) e Ă lvaro Mendon ça (diretor do Jornal de NegĂłcios) destacaram a importância da ĂĄgua no Planeta, procurando sensibilizar para a urgĂŞncia da sua preser vação enquanto bem essencial. Aproveitando a presença de um pĂşblico jovem, Manuel Car mo começou por sublinhar que, independentemente das escolhas futuras, “a questĂŁo da ĂĄgua e os problemas a ela ligados vĂŁo atravessar qualquer profissĂŁoâ€?. O comissĂĄrio do Museu acredita que “a g estĂŁo da ĂĄgua vai ser um dos elementos mais importantes do sĂŠculo XXIâ€? e realça que ĂŠ preciso desmistificar alguns mitos e explicar a essĂŞncia dos problemas Ă s pessoas, jĂĄ que, sĂł assim, se podem mudar prĂĄticas. “NĂłs nĂŁo gas-

tamos ĂĄgua a mais. A ĂĄgua que existe hoje no Planeta ĂŠ exatamente a mesma que existia no tempo dos dinossauros. O que queremos dizer ĂŠ que quanto mais ĂĄgua utilizamos, mais poluĂ­da ela ficaâ€?, explicou. p Ă lvaro Mendonça destacou, por sua vez, as mudanças ocorridas nos Ăşltimos sĂŠculos, lembrando que a ĂĄgua “hĂĄ cerca de 400/500 anos era um bem livreâ€?, sendo agora “um bem preciosoâ€?. De acordo com a sua apresentação, cada indivĂ­duo bebe em mĂŠdia apenas cerca de dois litros de ĂĄgua por dia mas, indiretamente, “tem um consumo de 300 litros por dia, se tivermos em conta a ĂĄgua que ĂŠ necessĂĄria para gerar a nossa alimentaçãoâ€?. SĂł a agricultura, segundo disse, ĂŠ “responsĂĄvel por 70 por cento da ĂĄgua gasta no mundoâ€?. Para o jornalista espanhol AugustĂ­n Remesal a importância da ĂĄgua torna-se evidente em todos os momentos. “A ĂĄgua ĂŠ algo que trazemos dentro do gĂŠnero humanoâ€?, frisou, acrescentando que “a ĂĄgua estĂĄ em todos os momentos da BĂ­bliaâ€?.

Marcelo Nuno, administrador da à guas de Coimbra (ao centro), deu as boas vindas. TambÊm na mesa, Manuel Carmo, João Palmeiro, Augustín Remesal e à lvaro Mendonça

Au g u s t Ă­ n Re m e s a l lamentou ainda que o tema da ĂĄgua apenas seja explorado pelos meios de comunicação quando se trata de “acontecimentos negativosâ€? e diz que pensa que “o final do nosso Planeta serĂĄ com motivado pela falta de ĂĄguaâ€?, o que, como recordou, jĂĄ terĂĄ acontecido com “a civilização dos Maiasâ€?. JoĂŁo Palmeiro estabeleceu um paralelismo en-

tre a ĂĄgua e a comunicação social, jĂĄ que, como subliQKRX´DPERVĂ XHPÂľ Especialmente dirigido a jornalistas, profissionais de comunicação e marketing ambiental e estudantes de jornalismo e comunicação, esta conferĂŞncia procurou alertar para a necessidade de “mudar mentalidadesâ€? e criar uma nova postura perante um bem essencial, como aliĂĄs reforçou

o presidente do conselho de administração das Ă guas de Coimbra, Marcelo Nuno, na abertura do encontro. “SĂł podemos mudar prĂĄticas se souber mos explicar Ă s pessoas a importância dessas mudançasâ€?, disse. Mais do que a empresa que assegura o abastecimento de ĂĄgua e a drenagem das ĂĄguas residuais e p pluviais, a Ă guas de Coimbra quer

ser “agente de uma dinâmica de mudançaâ€?, atravĂŠs da sua ação de responsabilidade social, que se desenvolve maioritariamente no Museu da Ă gua de Coimbra. Pretende, no fundo, promover o diĂĄlogo pĂşblico e participativo, de forma a estimular a reflexĂŁo e contribuir para a alteração de comportamentos. * Jornal Despertar

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5XDQGDpRSDtVDQĂ€WULmR do Dia Mundial do Ambiente Ruanda, paĂ­s do Leste Africano, ĂŠ anfitriĂŁo do Dia Mundial do Ambiente 2010, este ano subordinado ao tema “Muitas espĂŠcies. Um Planeta. Um Futuroâ€?- uma mensagem com ĂŞnfase na importância central da riqueza global de espĂŠcies e ecossistemas para a humanidade. O Dia Mundial do Meio Ambiente 2010 terĂĄ como objectivo mobilizar as pessoas mais do que nunca para o ambiente, com uma enorme variedade de atividades que vĂŁo desde o plantio de ĂĄrvores nas escolas a limpezas nas

OBRIGADO A TODOS OS QUE AJUDARAM COIMBRA A GANHAR ESTE GALARDĂƒO POR BOAS PRĂ TICAS AMBIENTAIS

comunidades, dias sem carro, competição de fotos sobre biodiversidade, caminhadas ao ar livre, iniciativas de limpeza em parques urbanos, exposiçþes, petiçþes e campanhas globais em prol do meio ambiente, e muito mais. 2 VLWH RÀFLDO GR 'LD Mundial do Meio Ambiente 2010 estå a inspirar, informar e envolver todas as pessoas atravÊs de uma interactividade sem precedentes, oferecendo dicas, informaçþes e estatísticas diårias sobre biodiversidade.

FICHA TÉCNICA COORDENAĂ‡ĂƒO EDITORIAL Iolanda Chaves FOTOGRAFIAS Iolanda Chaves e Geraldo Barros COORDENAĂ‡ĂƒO COMERCIAL Adelaide Pinto


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Alguns dos pequenos autores do segundo prĂŠmio contemplam a prĂłpria obra

Os autores do terceiro prĂŠmio

Mensagem ambiental dos SMTUC no Dia da Criança

“O autocarro polui menos!â€? As turmas vencedoras do concurso de artes plĂĄsticas promovido pelos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) receberam os respectivos prĂŠmios em plena comemoração do Dia da Criança, no Parque Dr. Manuel Braga (Parque da Cidade). Em primeiro lugar, conforme o “CampeĂŁoâ€? noticiou RSRUWXQDPHQWHĂ€FRXD(% de Casal do Lobo, com uma pintura colectiva; em segundo OXJDUĂ€FRXD7XUPD'GHž ano, da EB da Solum e em terceiro lugar, a Turma E, do 4.Âş ano da EB da Solum. O jĂşri, presidido pela vereadora da Cultura, Maria JosĂŠ Azevedo, atribuiu Mençþes Honrosas - “Miminhos do 3DQWXĂ€QKDVÂľ DRV WUDEDOKRV A turma vencedora do concurso dos SMTUC, com a vereadora da Cultura, Maria JosĂŠ Azevedo, apresentados pelos alunos do e o administrador delegado, Manuel Oliveira. O trabalho ĂŠ o quadro que estĂĄ ao centro na foto 4.Âş ano da EB do Dianteiro, “Foram todos vence- vereadora, presente na entre- GLYHUVLĂ€FDUDPFRQVRDQWHRV em primeiro lugar, conseguiu aos meninos do 3.Âş A e aos do doresâ€?, conforme referiu a ga dos prĂŠmios, estes ĂŠ que OXJDUHV $ WXUPD TXH Ă€FRX para toda a escola, um qua1.Âş E da EB da Solum.

dro interactivo que, devido Ă s dimensĂľes, serĂĄ entregue na prĂłpria escola. Cheques FNAC foram atribuĂ­dos ao segundo e ao terceiro lugares e os “Miminhos do PantuĂ€QKDVÂľ YDOHUDP YLDJHQV QR autocarro descapotĂĄvel. A edição deste ano do concurso, contemplou apenas o Agrupamento de Escolas EugĂŠnio de Castro. No prĂłximo ano, outras escolas participarĂŁo na iniciativa que tem como fonte de inspiração uma visita de estudo Ă s instalaçþes dos SMTUC e uma YROWLQKDGH3DQWXĂ€QKDV Manuel Oliveira, administrador delegado dos SMTUC, agradeceu a participação dos jovens e deu-lhes os parabĂŠns pelos trabalhos. A encerrar, reforçou a ideia de que os autocarros sĂŁo meios de transporte econĂłmicos e amigos do Ambiente, ideia essa patenteada em todos os trabalhos das crianças.

Vai hastear bandeira verde pela quinta vez

Coimbra premiada cidade com boas prĂĄticas ambientais Coimbra ĂŠ uma das cidades do paĂ­s com bandeira verde, ou seja, uma cidade reconhecida por boas prĂĄticas ambientais. O municĂ­pio de Coimbra recebeu pela quinta vez, o galardĂŁo ECO XXI, composto por uma bandeira, medalha e diploma. A bandeira verde deverĂĄ ser hasteada no Dia da Cidade, que se celebra a 4 de Julho, em local a determinar pelo executivo camarĂĄrio, disse ao “CampeĂŁoâ€? LuĂ­s ProvidĂŞncia, vereador responsĂĄvel pelo pelouro do Ambiente e Espaços

Verdes. Em 2009/2010, candidataram-se ao ECOXXI 39 municípios: à gueda, Abrantes, Alandroal, Albufeira, Amadora, Avis, Beja, Bragança, Caminha, Cantanhede, Cascais, Castro Daire, Coimbra, Évora, Faro, Ferreira do Alentejo, Gavião, Golegã, Lagos, Lisboa, LoulÊ, Lousã, Macedo de Cavaleiros, Maia, Manteigas, Mealhada, Olhão, Peniche, Pombal, Porto, Póvoa de Varzim, Santo Tirso, Setúbal, Tavira, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Franca de Xira, Vila

Nova de Gaia e Vila Verde. Este prÊmio, ao qual os municípios se candidatam, visa distinguir os municípios que apresentaram pråticas mais sustentåveis durante o período em anålise. Oitenta por cento dos candidatos foram este ano distinguidos com a BandeiUD9HUGHRTXHVLJQLÀFDTXH conseguiram pontuar acima dos 50% da pontuação måxima possível deste índice de sustentabilidade. O Município de Coimbra foi galardoado com o ECO XXI em 2005, 2006, 2007 e 2008.

O Parque Verde do Mondego ĂŠ um dos locais onde a autarquia poderĂĄ hastear a Bandeira ECO XXI


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Este sĂĄbado, na Quinta da Paiva, em Miranda do Corvo

Pintores retratam a natureza em iniciativa benemĂŠrita WDGRUDVGHGHĂ€FLrQFLDHRX doença crĂłnica e desempregados de longa duração. DĂĄ emprego, formação ou ocupação a cerca de 60 pessoas com necessidades especiais. Este projecto integra uma Quinta PedagĂłgica com animais domĂŠsticos de raças portuguesas, um Parque de Animais Selvagens A iniciativa tem lugar nacionais, um Labirinto de no Parque BiolĂłgico da Ă rvores de Fruto (Ăşnico no Serra da LousĂŁ, subordi- mundo) o Museu de Artes nado ao tema “A Arte pela e OfĂ­cios Tradicionais com Natureza e a Natureza pela RĂ€FLQDVGH$UWHVH2ItFLRV Arteâ€?. É aberta a todos os Tradicionais e loja de venda pintores que, ao longo dos ao pĂşblico, um Ecomuseu anos, tĂŞm colaborado com com engenhos de rega e a instituição e a outros que mecanismos de transformação de produtos agrĂ­coqueiram aderir. Para alĂŠm de ser um las como moinhos de vento momento de convĂ­vio e e ĂĄgua e ainda o Museu da manifestação artĂ­stica ĂŠ Tanoaria e o Restaurante tambĂŠm um acto de so- Museu da Chanfana. A sustentabilidade ecolidariedade para com os mais desfavorecidos, pois nĂłmica e social depende as obras reverterĂŁo para a do nĂşmero de visitantes e das receitas obtidas atraFundação ADFP. O Parque BiolĂłgico da vĂŠs da Loja de Artesanato Serra da LousĂŁ, aberto ao e Restaurante Museu da pĂşblico desde 1 de Junho Chanfana. Este espaço de 2009, ĂŠ um complexo contou com cerca de 11 mil lĂşdico-turĂ­stico de promo- visitantes no Parque Biolóção e protecção ambiental gico e 40 mil utilizadores HFXOWXUDOFRPXPDĂ€ORVRĂ€D em toda a Quinta da Paiva. A Fundação, que prossocial de base que visa a integração de pessoas por- segue a actividade da As-

D.R.

O I Encontro de Pintores, da Fundação ADFP - Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional, sedeada em Miranda do Corvo, realiza-se este såbado, 5, sob a Êgide do Dia Mundial do Ambiente.

Fontes de inspiração existem em abundância no Parque Biológico da Serra da Lousã, na Quinta da Paiva

sociação para o Desenvolvimento e Formação ProÀVVLRQDO SURPRYH GHVGH a sua gÊnese, iniciativas em prol da divulgação e promoção das artes plåsticas. Em 1991 começou uma colecção que se encontra exposta nas paredes da sua

sede e em todos os seus edifĂ­cios, fruto da generosidade de alguns artistas locais e regionais, embelezando e tornando mais ricas as instalaçþes das suas valĂŞncias, transformando-as numa espĂŠcie de “galeria de arteâ€?. Realizou exposiçþes,

encontros e alia agora essa consideração pela classe artística a um espaço privilegiado e inspirador em termos de beleza e riqueza natural. A instituição tem, inclusive, um Museu Virtual com obras de arte oferecidas e que pode ser visitado

em http://www.adfp.pt/ admin/artigos/uploads/ arte/index.htm. Para alÊm da pintura ao vivo, haverå um almoço convívio no Restaurante Museu da Chanfana, gratuito para os participantes na iniciativa.

Concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal�

Miguel Sousa Tavares apadrinha Mata do Buçaco O escritor e jornalista Miguel Sousa Tavares Ê o padrinho da Mata Nacional do Buçaco e o professor Sidónio Pardal o mandatårio da candidatura desta

preciosidade ambiental, localizada na Mealhada, para o concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal.â€? Ambos, sĂŁo profundos conhecedores e aprecia-

dores da Mata Nacional do Buçaco. Miguel Sousa Tavares ĂŠ um frequentador assĂ­duo, onde localiza, inclusive, parte da acção do seu romance “Equadorâ€?.

A Mata Nacional do Buçaco Ê, independentemente de qualquer votação, um tesouro do património natural português

Por sua vez, o professor SidĂłnio Pardal ĂŠ um dos urbanistas portugueses de maior nomeada. É arquitecto paisagista, engenheiro agrĂłnomo e detentor de um profundo conhecimento da mata. AtĂŠ 7 de Setembro, Miguel Sousa Tavares e SidĂłnio Pardal serĂŁo os grandes embaixadores desta candidatura em todas as iniciativas e acçþes promocionais do concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal.â€? ApĂłs a apresentação de Mariza e Pedro Pauleta como Embaixadores do projecto “7 Maravilhas Naturais de PortugalÂŽâ€?, a organização revelou todos os padrinhos e madrinhas das 21 candidatas a concurso, em evento realizado no Jardim Botânico da Ajuda (Lisboa), durante um programa em directo da RTP (RĂĄdio e TelevisĂŁo de Portugal).

Marcaram presença 10 padrinhos e madrinhas, nomeadamente Joaquim de Almeida, Joe Berardo, Elisabete Jacinto, Ana Sobrinho, VĂ­tor Barros, Maestro Vitorino de Almeida, LĂşcia Moniz, LuĂ­s Represas, Rui Veloso, Prof. Galopim de Carvalho e os mandatĂĄrios SidĂłnio Pardal (em representação de Miguel Sousa Tavares), Francisco Pedro BalsemĂŁo (em representação de Francisco Pinto BalsemĂŁo), Manuel Fernandes (em representação de FĂĄtima Lopes) e JosĂŠ Nuno Martins (em representação de Manuel Cargaleiro). “Os padrinhos e madriQKDVVHUmRĂ€JXUDVFKDYHQD divulgação e mediatização de cada uma das maravilhas a concurso, tendo uma participação activa nas acçþes a desenvolver ao longo do ano por cada uma delas. SĂŁo Ă€JXUDV S~EOLFDV TXH WrP alguma ligação com o local,

e que queremos que ajudem a envolver a população, a incentivar a preservação do património natural de Portugal�, explica Luís Segadães, presidente da New 7 Wonders Portugal. Foram escolhidos em parceria com as entidades que tutelam os locais a concurso. Um dos requisitos fundamentais para apadrinhar as candidatas por FDGDXPDGHVWDVÀJXUDV públicas foi a existência de uma ligação pessoa, sentiPHQWDORXSURÀVVLRQDOFRP a maravilha. Cabe-lhes a divulgação a nível regional e nacional da maravilha que representam, o apelo ao voto por parte da população, o envolvimento pontual em acçþes desenvolvidas pela organização ou pela entidade que tutela a candidatura e a presença no roadshow a realizar entre Julho e Agosto de 2010 por todo o país.


Caderno Ambiente