Page 1

grupo vĂŁo


fragmentos de processos de 2017 - 2018 grupo vĂŁo


Mi, corepta comnis debit, que cumquo et unt adianis qui con eaque ni dolor aditi as eos apel ma volore verrum fugitam eat arumquam nis volore santem versper eperibeati omnimus, conse pore, sit as magnatiat. Nemo et utem inveliquas aut peror resto que prendi quodi ut quo volor sit id quam, sequo esenimus alibus es aut quam, sequo to eum escipsuntium et facculp arcient quia vendigentur adi cum laut ent. Dunt fugit, optam acipsam eumquam, secaborunt aliquae pra cusci inimil invenis por aut ulpa nim reperio nsendaes restrum quibusc itataes velictur, volesti beaquod issimusdam, nest, non eaquas dessed que estrum ut hilliquas sim veraect ecatenisqui aditam de entorenis Rovidus assi simoloritat porum nonem eum sum qui ad ut lam inti atis natem illanda dest et as et volentissunt volupiciis conescipit enduciendit, sinus int, que inullaut destota qui cus anisitatur? Everias sum reicius et harchit, simus con non cuptate mq


dia e


noite


dia e


noite


Mergulhar junto. Imaginar. Ouvir sem ver. Embarcar em uma jornada de pouca luz. Criar mundos por fazer. Sem fazer do outro presa manada. Delicadamente. Compor sem saber. Confiar nos encontros e na sutileza. Nas distâncias que aproximam. No espaço povoado. Fechar os olhos para enxergar melhor. Terrível é ver sem ouvir.


ImersĂŁo. ExperiĂŞncia de estar dentro. Quando estar junto nĂŁo significa perder a autonomia. A parede chorou.


Imaginar é sofrer. É ação. Prática. Acontecimento. Presente. Matéria.


Suspense. Suspender o olhar que enxerga e sabe. Fazer daqui um escuro atravessado por tribos de peixes-monstros e fantasmas. Constantemente reiterar a existĂŞncia desse escuro sem que o seu povoamento o ilumine demais.

O que aterroriza ĂŠ a luz que cega.


subir montanha

só ou juntas

uma montanha é um lugar de onde em direção ao


uma forma de relevo de amplia o olhar profundo de dentro


estar cercada de vivo quando o vivo é estranho, ou longe boiar é relaxar ativamente Não há exigência para a alegria de viver. Sobre a possibilidade de alianças entre diferentes mundos – e não divorciar-se de todos.


Como criar novas formas de aliança sem que elas sejam predatórias, sem que sejam meras re-edições do colonialismo (impulso colonial) Quando se está sozinho, não se está sozinho. Eu sou o mundo. O mundo está em mim.


Fato: a impossibilidade do silêncio e da solidão absoluta. Trata-se do outro. Um outro lugar para o corpo estar e visitar. Escuro. Dançar com os fantasmas. A capacidade de imaginar. Atravessar paisagens. Dançar junto ao mesmo tempo. Dançar com alguém. Dançar comigo mesma. Outro sigo. Sigo pulsando e dando vida de fala as pequeniníssimas partes do corpo. Não tão pequenas assim. O espaço ao redor é desconhecido. O movimento é desconhecido. Coluna. Que atravessa e dá forma aos gestos dos braços e mãos. Vamos não abrir os olhos nunca mais? Parece que o próprio corpo já é muito outro. Já é muita gente. Já dança em companhia de uma imaginação infinita de mundos possíveis.


PEIXE QUE VIVE NO ESCURO QUE BRILHA TEM DENTES É UM MONSTRO PERIGOSO.


ficha tĂŠcnica Mi, corepta comnis debit, que cumquo et unt adianis qui con eaque ni dolor aditi as eos apel ma volore verrum fugitam eat arumquam nis volore santem versper eperibeati omnimus, conse pore, sit as magnatiat. Nemo et utem inveliquas aut peror resto que prendi quodi ut quo volor sit id quam, sequo esenimus alibus es aut quam, sequo to eum escipsuntium et facculp arcient quia vendigentur adi cum laut ent.


Publicação vão  
Publicação vão  
Advertisement