Page 1


Equipe PL Envio: Anna Azulzinha Tradução: Anna Azulzinha Revisão: Paixão Leitura Final: Lola Formatação: Lola


Parte I — É isso. — disse Zoe, balançando a cabeça, mais determinada do que já foi antes. — Eu vou começar uma dieta. — Não. — Trevor disse enquanto passava por ela, parando para dar uma palmada em seu traseiro enquanto ia para o chuveiro. Ela mordeu seu lábio inferior enquanto olhava para a prova de que exagerou em 2016. Ela não tinha ideia de como ganhou dez quilos desde a última vez que pisou na balança, mas estava indo muito bem para perder antes do Dia dos Namorados. Era isso. Chega de brincadeiras para ela. Era hora de levar a sério, o que significava que teria que ir até o fim desta vez. Iria cortar açúcar, sódio, carboidratos e começar a comer iogurte simples, legumes frescos, verduras, algas, o que for preciso para perder este peso. Ela iria para a academia amanhã. Era isso. Só que não.


Em algumas semanas seria a temporada de impostos e ela tinha suas mãos cheias com o dever de casa dos meninos, recados, com o transporte para as crianças na parte da tarde, cozinhar o jantar à noite, a limpeza. Quando conseguia colocar as crianças na cama e podia passar algum tempo com o marido, estava exausta. Porcaria. Não, ela ia conseguir. Ela só tinha que descobrir uma maneira de contornar o fato de que não tinha tempo para ir à academia. Ela faria caminhadas, usaria vídeos de yoga, faria qualquer coisa para perder esse peso. Ela estava determinada a fazer isso e desta vez, não iria engordar novamente. Ela não se importava com o que tinha que fazer. — Você não vai fazer dieta. — Trevor anunciou com um olhar de aviso que ela escolheu ignorar. — Estou falando sério. — Eu realmente vou. — ela disse com um suspiro sincero quando fez um momento de silêncio para todos os donuts, batatas fritas, barras de chocolate e pizzas noturnas que ela nunca mais desfrutaria. Seria doloroso se não fosse o número aterrorizante da balança olhando para ela.


— Não. — Trevor disse enquanto se aproximava, envolveu uma mão molhada em torno de seu pulso e a puxou para ele. — Você não vai. — Eu realmente vou. — ela murmurou enquanto permitia que seu marido incrivelmente sexy a puxasse para dentro do chuveiro. Assim que ele a tinha em seus braços, envolveu seus braços em torno dela, inclinou para baixo e roçou seus lábios contra os dela. — Não, você não vai. Decidindo que este não era o momento de discutir com ele, permitiu que ele a apoiasse contra a parede e aproveitou seu momento com ele, mas mesmo quando ele a virou e fez coisas com ela, ela silenciosamente prometeu fazer esta dieta.


Parte II — Graças a Deus. — Resmungou Trevor quando caiu de cara no colchão, muito fraco para fazer qualquer outra coisa quando seu corpo tremeu com a exaustão das últimas seis horas que gastou tentando distrair sua esposa de seu plano louco. Levou tudo o que tinha, mas valeu a pena, disse a si mesmo enquanto estava deitado, lutando para recuperar o fôlego. Agora, fazer uma dieta, era a última coisa em sua cabeça. Pelo menos, é muito melhor! Ele usou seus melhores movimentos, bem como alguns que surgiram no calor do momento, convencido de que finalmente encontrou uma maneira de fazer sua esposa desistir deste absurdo sobre a perda de peso. Ela era perfeita do jeito que era e seria muito melhor que descobrisse isso. Essas eram suas malditas curvas para adorar e não havia maneira que ele deixaria tirá-las dele. Adorava como ela era macia e quente, como ele a sentia contra si quando a abraçava e como a sentiu quando ele afundou entre suas pernas e deslizou seu pênis dentro dela, molhada,


quente e apertada. Ele adorava vê-la enquanto deslizava dentro dela, a fazendo lamber seus lábios enquanto seus peitos muito generosos se agitavam sedutoramente. Ele... Grunhindo, quando ele foi forçado a usar o que restou de sua energia quando o apêndice exausto em questão deu uma valente contração, disposto a dar outro momento enquanto o resto do seu corpo gritou em protesto. Pelo menos ele esgotou Zoe, disse a si mesmo enquanto fechava os olhos, exalava e se preparava para cair em coma, ou morrer de exaustão, ele realmente não se importava agora. Tudo que ele se importava era... — Isso foi ótimo, querido. — Zoe anunciou brilhantemente quando beijou sua bochecha e deu a sua bunda um pequeno beliscão que o fez gemer de miséria. Ele abriu a boca para perguntar por que ela não estava desmaiada, mas ele não conseguia encontrar energia para falar. Quando ele foi forçado a deitar lá, resmungando em seu travesseiro, ele a ouviu correndo sobre o quarto, abrindo gavetas, entrando no banheiro, e tomando um banho rápido enquanto ele tentou dizer a si mesmo que ele não estava ficando velho. A mentira o confortava enquanto ele estava ali à beira de cair em um sono profundo, sua esposa, que não deveria ser capaz de se mover, voltou para o quarto cantarolando e sentou na cama ao lado dele.


— O que você está fazendo? — Ele tentou perguntar, mas só saiu como um outro resmungo. — Eu acho que vou dar uma corrida! — Sua esposa, que deveria estar desmaiada na cama ao lado dele, anunciou, soando muito provocadora. Ele abriu a boca para resmungar em resposta, mas aparentemente ele consumiu a última de sua energia com o último murmúrio e só conseguia soltar um gemido de dor quando Zoe, que tinha que estar em alguma coisa, deu a sua bochecha outro rápido beijo e foi para a porta, cantarolando enquanto saia e o deixando saber que teria que conseguir uma outra maneira de pará-la.


Parte III — Água... — Trevor sussurrou fracamente enquanto estendia uma mão trêmula em direção à garrafa de água no criado-mudo. Zoe deu um olhar faminto sobre o corpo incrível de seu marido, lambendo seus lábios e contemplando começar as coisas de novo, mas o pequeno gemido que ele fez para chamar sua atenção a fez suspirar em resignação e entregou a água para seu marido, que ela tinha quase 60% de certeza, não estava morrendo. Quando ele se esforçou para abrir a tampa da garrafa, ela pegou a garrafa e abriu para ele, e fez o seu melhor para ignorar o senso de culpa apunhalando sua consciência quando ele se encolheu de seu toque. Tentando dar um sorriso tranquilizador, ela entregou a água para ele só para ele vê-la a cada movimento como um falcão até que ela não poderia ajudar, além de rolar os olhos e balançar a cabeça em desgosto. Ela decidiu deixá-lo descansar, não decidiu? Os homens podiam ser tão bebês às vezes, ela pensou enquanto agarrava sua camisa rejeitada e puxou, decidindo descer e arrumar a cozinha, outra vez. Depois de um rápido olhar


para o relógio para ver que era apenas um pouco mais de duas da manhã ela percebeu que ela também teria tempo para dobrar todas as toalhas e lençóis na casa antes de caminhar até a padaria e pegar bagels para as crianças, para o café-da-manhã. Talvez ela tivesse tempo para lavar o carro, pensou enquanto descia as escadas e ia direto para a jarra de café. Enquanto preparava uma xícara de café, não conseguia deixar de sorrir. Esta dieta estava indo muito bem. Melhor do que poderia esperar. Ela estava se exercitando, tinha mais energia do que sabia o que fazer, e sua casa nunca foi mais limpa! A única desvantagem era que não estava dormindo, mas isso era excelente. Ela dormiria eventualmente, mas por enquanto, iria se divertir. Ela derramou uma xícara de café extragrande, lentamente soprou sobre ele por um momento enquanto olhou em torno de sua cozinha imaculada e decidiu adicionar algumas doses de café expresso ao seu café para dar sabor. Foi tão bom! Ela pensou com um pequeno sorriso vertiginoso quando tomou seu primeiro gole da bebida altamente cafeinada. Tão bom! Talvez ela deveria ter uma máquina de expresso? Melhor ainda!


Talvez ela devesse construir uma! Sim, esse era definitivamente o caminho a percorrer, pensou enquanto tomava outro gole de café, distraidamente se perguntando quando ela parou de piscar. Quando terminou sua primeira xícara de manhã e rapidamente se serviu de outra xícara, decidiu voltar para cima e perguntar a Trevor se poderia ajudá-la a conseguir uma máquina de solda. Quando ela virou a esquina, não pôde deixar de pensar se ele se recuperou de sua última maratona de quatro horas de sexo, porque ela poderia realmente ir para mais. Quando

ela entrou em seu

quarto

e o

encontrou

esparramado em sua cama, nu e parecendo particularmente bonito a esta hora da noite, ela não pôde evitar sorrir. — Oh, Deus não...— Ele sussurrou roucamente quando a viu ali parada, a fazendo morder um suspiro de desapontamento. Parecia que ela estava sozinha com aquela máquina de solda. Estava tudo bem, porque ela tinha certeza de que poderia descobrir, pensou, instantaneamente se animando quando virou e desceu as escadas, decidindo que provavelmente deveria fazer uma outra jarra desse café delicioso para mantê-la firme. Deus, ela adorava o café.


Parte IV — Não! — Sebastian rosnou apressado enquanto se esforçava para puxar a porta do armário de linho fechada quando ele disparou um olhar de pânico além do ombro de Trevor. — A porta... — disse Trevor ao seu filho, enquanto ele mantinha a mão na porta do armário para impedir que fechasse. — Pai, por favor! — Ele sussurrou enquanto o resto das crianças encolhia atrás dele, apertando naquele pequeno armário enquanto Trevor permanecia ali, balançando a cabeça e suspirando pesadamente quando relutantemente soltou a porta e permitiu que seu filho a fechasse. — Não é tão ruim. — Mentiu para a porta fechada enquanto esfregava as mãos pelo rosto, se perguntando como as coisas andaram tão ruim assim tão rápido. Um dia sua esposa era a mulher mais doce viva e a próxima...


— Devemos ir esquiar! — Sua esposa disse com um guincho excitado quando ela desapareceu de volta para o quarto do gêmeo com outro galão de tinta. — Por favor, salve-nos. — ouviu a menina sussurrar atrás da porta fechada do armário. — Shhhh, ela vai ouvir você! — Mathew sussurrou rapidamente, fazendo Trevor balançar a cabeça em desgosto quando virou a atenção do pequeno armário onde seus filhos estavam escondidos desde que Zoe decidiu que os quartos das crianças realmente poderiam ter mosaicos. Não importava que Zoe não soubesse como pintar, ou que a única tinta que tinham na garagem, era a massa primer e a sobra de tinta cinza clara que ele usara no verão passado para pintar o porão, ela estava determinada a fazer acontecer. Também não parecia importar que eram apenas três da manhã, as crianças, bem a maioria das crianças, tinha escola na parte da manhã e ele tinha trabalho, ela estava determinada a fazer isso. Decidindo que era inútil tentar conversar com as crianças do armário, ele se concentrou em sua esposa sorridente que estava tentando empurrar a cama de beliche dos meninos através da porta. — O que você está fazendo? — Perguntou, mesmo sabendo a resposta.


Ela estava enlouquecendo e o levando para baixo com ela. — Pintura! — Ela disse excitadamente com aquele sorriso doce que ele tanto amava, mas agora estava assustando-o um pouco. — Pintura. — Ele repetiu com um aceno de cabeça enquanto olhava por ela para ver que metade da parede agora estava coberta com primer e a outra metade era agora cinza claro. — Eu imaginei que os meninos poderiam gostar de uma mudança. — Ela disse com aquele maldito sorriso e um aceno de cabeça quando desistiu de tentar empurrar a cama através da pequena porta para que pudesse admirar suas obras de arte. — Não é ótimo? — Sim, ótimo. — Ele disse distraidamente enquanto esfregava a nuca, ainda tentando descobrir o que aconteceu com sua esposa. Em um minuto ela era uma espertinha doce, racional e inteligente e no próximo... — Oh, você sabe o que seria ótimo? — Ela perguntou excitadamente enquanto subia pela cama de baixo para alcançá-lo. — Dormir um pouco? Ele sugeriu secamente enquanto a ajudava a levantar, o que só conseguiu fazer a viciada em cafeína rir.


— Não, lavar o carro! — Ela jorrou enquanto soltava a mão e ia para as escadas, o fazendo se perguntar o quanto mais tempo seria antes que ela caísse. Então, novamente, pensou enquanto seu olhar voltava para aquela porta fechada do armário, talvez ele não tivesse que esperar ...


A Taça Final — Desculpa, o que? — Zoe perguntou, piscando duramente enquanto olhava para a criança falando com ela e franzia a testa. Por que não poderia lembrar o seu nome nem que sua vida dependesse disso. — Mamãe? — Disse o garoto, observando com grande interesse, enquanto entregava a única coisa que a salvaria neste momento. — Oh, graças a Deus. — Ela murmurou reverentemente enquanto pegava o precioso elixir dos deuses. — Posso pegar outra coisa, mãe? — O garoto perguntou com um pequeno sorriso diabólico que significava algo, mas ela não conseguia entender o que era aquela coisa.


Tudo estava tão confuso. Foi difícil se concentrar em qualquer coisa e, em seguida, alguns segundos antes que ela ... Em que estava pensando? Deus, ela estava tão cansada. Tudo que ela queria fazer era enrolar sob a mesa e ir dormir. Ela deveria estar tão cansada? Ela tentou lembrar enquanto tomava um gole saudável do elixir quente que a salvaria desse esquecimento. Seu café precioso faria tudo certo para que ela pudesse ... hum, ela poderia ... Ela tomou outro gole enquanto franzia a testa o belo homem que agora estava de pé sobre ela e parecia extremamente satisfeito. Tomando um gole de café, ela permitiu que seu olhar olhasse o seu corpo. Tão bonito, pensou, estendendo a mão para acariciar os músculos cuidadosamente esboçados por sua camiseta. — Tão lindo. — Ela murmurou, tomando um gole de café quente enquanto continuava acariciando amorosamente os músculos bonitos. Os lábios do homem bonito se contraíram quando ele olhou para baixo. — Você terminou?


— Não. — Ela respondeu com um suspiro, mesmo quando ela se recostou em sua cadeira e se moveu para o lado para que pudesse dar uma boa olhada em sua parte traseira. Houve um suspiro pesado e uma maldição murmurada, mas ela mal o ouviu quando acenou com a aprovação da parte traseira finamente desenvolvida enquanto continuava tomando o café que estava falhando. Suspirando, ela parou de acariciar seu lindo e belíssimo abdômen e moveu sua mão para acariciar seu lindo... — Acho que é hora de encerrar a noite. — Disse o homem com os lindos músculos e traseiro, rindo enquanto ela de repente viu seu café arrancado de suas mãos. Antes que ela pudesse perguntar ao homem bonito onde seu café estava, ela encontrou seu mundo virado de cabeça para baixo e olhando para esse glorioso traseiro. Então, é claro que ela agarrou com ambas as mãos e deu um bom aperto. Era tão firme e apostou um pote de seu café delicioso que daria um grande travesseiro. Antes que o pensamento terminasse em sua cabeça, ela se viu fechando os olhos, seus braços envoltos em torno dele e.... — Aqui estamos nós. — Ouviu quando de repente ela se viu na horizontal, mas ela não queria estar aqui. Ela tinha tantas coisas para fazer.


Ela não tinha ideia do que essas coisas eram, mas ela sabia que havia tanto que precisava ter feito. — Café. — Ela disse, embora soasse como “moffee” para seus ouvidos. — Quer mais café, querida? — Aquele homem doce e compreensivo sussurrou ao sentir seus lábios roçarem contra sua orelha. Resmungou a resposta, sabendo que aquele homem doce compreendia suas necessidades. Ele era tão doce .... Tão doce e bonito ... bonito e doce ... — Posso contar uma coisa, Zoe? — Ele perguntou em sussurro sensual enquanto aqueles lábios continuavam a provocar sua orelha. Outro resmungo. — Eu fiz com que os meninos mudassem seu café para descafeinado ontem. — A voz saiu como um ronrono enquanto sentiu algo puxar em suas calças. Zoe tentou se concentrar no que ele estava dizendo, não conseguia

entender

as

suas

palavras,

mas

ela

soube

imediatamente que descafeinado era uma palavra ruim, uma palavra muito ruim. Ela exigiu saber o que ele estava falando, mas ele só riu quando sentiu sua camisa sendo puxada sobre sua cabeça.


— O seu elixir precioso, aquele que te manteve ligada nas últimas semanas? Foi embora. — Ele disse, em torno do tempo que ela percebeu que seu sutiã saia. Ela abriu os olhos, ou pelo menos ela tentou, mas como eles estavam tão felizes por ficarem fechados, ela foi forçada a permitir isso e resmungou algo que ela mesma não conseguia entender neste momento, quando sentiu que sua calcinha estava sendo tirada de suas pernas — Aposto que você está se perguntando o que estou fazendo, hum. — A voz sexy que ela gostava tanto disse suavemente quando ela sentiu algo grande e suave sendo puxado sobre sua cabeça e até seus joelhos. — Bem. — Ele disse quando algo confortável e quente foi puxado até o queixo dela. — Decidi drenar sua bateria, antes de nos deixar loucos. Bem, isso não parecia legal, mas ela estava cansada demais para dizer algo sobre isso. Mas depois! Mais tarde, ela faria algo sobre essa traição! Ela iria... Ela faria isso direito! Ela iria! Mas por enquanto ela ia ... Ela estava indo ...


— Vá dormir, querida. — Disse a voz que a deixava em uma confusão, a enviando para o doce esquecimento, onde sonhava com o homem incrivelmente gostoso com o traseiro bonito servindo seu café. Café delicioso, totalmente com cafeína.


R.L. Mathewson - Vizinho infernal Vol. 2.1 - New Year’s Resolution  
R.L. Mathewson - Vizinho infernal Vol. 2.1 - New Year’s Resolution  
Advertisement