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EQUIPE P L Tradução: Patycris, Cris, G, Nina, Krol_cnt, Amora, Hystar, Nanda Navy, Aida A, Ju Oliveira, Lore Alvarez, CiaRuscello Revisão Inicial: Ana, Mercy, Emanu B. Revisão Final: Fafa Leitura Final: Anna Azulzinha Formatação: Lola Verificação: Lola


SINOPSE: Marybeth ainda não podia acreditar que ela sobreviveu tanto tempo com um amigo como Darrin, mas

de

alguma

forma

ela

conseguiu

vencer

as

probabilidades e não ceder à tentação e sufocá-lo com um travesseiro enquanto ele dormia. Claro que alguns dias foram mais difíceis do que outros... Há vinte anos ele está esperando a hora certa, esperando o momento certo para agir e agora que ele chegou... Ele não conseguia parar de estragar tudo.

Nota do autor: Cada novela de NFH é escrita de modo que possa ser apreciada como um livro individual com a exceção deste. Quando comecei a escrever Double Dare não era para coincidir com The Game Plan, mas aconteceu. Assim, se você não leu The Game Plan, aconselho a fazer isso para que possa desfrutar plenamente este livro.


PRÓLOGO 1993 Darrin e Marybeth, 7 anos de idade

—Pare de me encarar! —Não. — Disse o menino que a estava olhando desde que sua mãe o colocou de castigo há 20 minutos, com um encolher de ombros descuidado. Com um suspiro irritado, ela decidiu ignorá-lo, na esperança de que ele iria tomar a dica e ir embora para que ela pudesse sentar lá olhando para seu irmão em paz, enquanto ele fazia um grande show ao comer o sorvete que a sua mãe lhe deu. Jake sorriu enquanto dava outra mordida grande em seu sorvete. Marybeth estreitou os olhos para seu irmão mais velho antes de mudar seu olhar para longe, recusando-se a dar ao seu irmão a satisfação de vê-la chateada. —Ele mereceu. — disse o rapaz, chamando sua atenção de volta para encontrá-lo ainda empoleirado no galho acima de sua cabeça. —Eu sei — ela disse com raiva O menino olhou pensativo antes de acrescentar: —Ele chora como uma menina.


—Eu sei disso, também. —Você quer que eu bata nele por você? — Ele ofereceu enquanto encostava-se na árvore. Por um minuto ela considerou dizer sim, mas depois de uma breve pausa, ela balançou a cabeça com um suspiro. —Não, está tudo bem. — ela disse, já sabendo que mais tarde ela iria dar o troco em seu irmão por dedurá-la. —Você não se parece com sua mãe. — ele assinalou com um sorriso curioso enquanto ele desviava o olhar para a mãe dela, que ainda estava descarregando o carro deles. Ela suspirou profundamente quando ela se deitou na grama e esperava a pergunta que provavelmente a lev aria pegar a vara ao seu lado e jogá-la em sua cabeça. Ele gostaria de saber se ela foi adotada e quando ela lhe disser que não, ele provavelmente iria discutir com ela como a maioria das crianças fazia, ressaltando o fato de que sua mãe tinha a pele pálida, cabelo loiro e olhos cinzentos, enquanto ela tinha cabelo preto, a pele morena e olhos verdes. Ela poderia dizerlhe que ela se parecia com seu pai, mas ela não faria isso, porque só levaria a mais perguntas, perguntas que ela não se sentia bem em responder. —Você é mais bonita. — anunciou ele, fazendo-a perceber que ele estava olhando para ela mais uma vez. —Você é um péssimo mentiroso. — disse ela, cegamente estendendo a mão e agarrando a vara para que ela pudesse se concentrar em descascá-la ao invés de focar no quanto suas palavras lhe agradaram.


—Por que você acha que eu estou mentindo? — Ele perguntou, parecendo curioso. Com um suspiro, ela apontou para sua mãe, que estava conversando com o pessoal da mudança. —Porque todo mundo diz que ela é linda. —Então? — Ele perguntou ao franzir a testa. —Isso não significa que ela é mais bonita do que você. —Eu não deveria falar com você. — ela admitiu com um suspiro, porque ela realmente gostava de conversar com ele. —Eu sei. — disse ele com um sorriso enorme. —Eu ouvi a sua mãe quando ela lhe disse para ficar longe de nós. —Desculpe por isso. — disse ela com um encolher de ombros, sem saber o que dizer. —O entregador de pizza esqueceu o sanduíche de almôndega do meu pai. — disse ele, imitando seu encolher de ombros com um dos seus próprios como se isso explicasse a cena terrível de quando eles se conheceram ao estacionarem na garagem algumas horas atrás. Provavelmente não teria sido tão ruim se o pessoal da mudança não tivesse sido forçado a intervir e se os policiais não tivessem aparecido. —Se você já sabe que eu não estou autorizada a falar com você, então por que você está aqui? — Ela perguntou, querendo saber quanto tempo demoraria antes que sua mãe se lembrasse de que ela ainda estava de castigo. Provavelmente não por um tempo, ela pensou com um suspiro.


—Porque eu cheguei primeiro. — disse ele com um encolher de ombros enquanto trocava de posição no galho até que ele estava deitado de bruços acima dela. —Primeiro? Em que? —Em você. — disse ele com um grande bocejo, confundindo-a um pouco. —Como um brinquedo? — Marybeth encontrou-se perguntando enquanto arriscou um olhar para a direita, se certificando de que sua mãe não estava olhando. Desde que sua mãe ainda estava falando com o pessoal da mudança e não olhando para ela, ela assumiu que sua mãe não o viu ainda. —Eu vou me casar com você. — ele anunciou, parecendo entediado ao atrair a atenção dela de volta para encontrá-lo pendurado de cabeça para baixo por suas pernas enquanto ele continuava a observá-la. —Eu não posso me casar com você. — disse ela, franzindo a testa, mesmo enquanto ela se perguntava se ele estaria disposto a ensiná-la como fazer isso sem cair de cabeça. —Por que não? — Ele perguntou com um franzir de testa. —Porque eu nem sei o seu nome. — ela apontou ainda que deveria ter sido mais do que óbvio. Ele riu.


—Eu sou Darrin e você é Marybeth. — disse ele antes que ela pudesse dizer a ele. Ela pensou em perguntar como ele sabia o nome dela, mas então percebeu que ele provavelmente ouviu sua mãe quando ela estava gritando com ela antes. Ela olhou para sua mãe e irmão novamente antes de olhar de volta para Darrin. Ela tremeu o lábio inferior, não tendo certeza se ela devia perguntar, mas ... ela tinha que saber. —Você não chegou primeiro em minha mãe? Ele fez uma careta em desgosto. —Não! —E seus irmãos? Ele bufou com isso. — Não, mas eu tive que dar a Reese minha sobremesa para que eu pudesse mantê-la. —Quem é Reese? —Meu irmão gêmeo. —Oh. — disse ela, porque ela nunca conheceu ninguém que tivesse um irmão gêmeo antes. —Quantos anos você tem? —Sete. — ela disse, voltando sua atenção para sua vara. —Eu tenho sete, também. —Você não parece que tem sete. — ela disse, sem se preocupar em olhar por cima de seu graveto. —Eu sei, mas eu tenho.


Apertando os lábios em pensamento, ela olhou para ele, tentando decidir se ele estava mentindo ou não. Ele disse que tinha sete anos, mas parecia mais como se tivesse dez anos. Ele era grande demais para ter sete, ela decidiu. Ela realmente gostava de seu cabelo preto curto e da maneira que seus olhos verdes brilhavam quando ele sorria. Ele também era bonito, ela decidiu, sem saber por que aquilo importava, mas importava. —Tem certeza? — Ela perguntou, voltando sua atenção para seu graveto. —Que eu tenho sete? —Sim. — ela disse, tirando um pedaço de casca fora de seu graveto e jogando-a fora. —Sim, você quer brincar de pega-pega? —Eu não posso. Além disso, eu vou ficar em apuros se ela me pegar falando com você. — explicou ela, arriscando outro olhar para a direita para ver o que seu irmão estava fazendo. Ele acabou o seu sorvete e agora estava brincando com seus soldados do exército no gramado da frente. —Você quer vir para minha casa e brincar? — Ele perguntou, chamando sua atenção de volta para a árvore, quando ele começou a descer. —Eu

não

posso.

disse

profundamente. —Por que não? —Porque eu vou ficar em apuros.

ela,

suspirando


—Você já está em apuros. — ressaltou. Ele tinha um ponto, mas... —Eu simplesmente não posso. Ele ficou em silêncio por um minuto antes de perguntar: —E se eu desafiasse você? —Ainda não posso. —Tudo bem. — disse ele, sorrindo. —E se eu desafiar você duplamente? Olhando fixamente para ele, ela levantou-se lentamente com um aceno de cabeça e aceitou sua mão quando ele a estendeu, porque ela não tinha escolha. Afinal ele a desafiou duplamente.


1996 Idade: 10 anos

—De maneira alguma eu farei isso. — disse Darrin, balançando a cabeça enquanto passava a bola de volta para o seu irmão gêmeo Reese, que estava lá, lançando olhares nervosos entre os dois. —Você não teria escolha, se eu desafiasse você. — ela ressaltou, cruzando os braços pequenos sobre seu peito quando ela olhou para seu melhor amigo, que já era maior do que todos os meninos em sua escola e que a maioria dos meninos do ensino médio. —Você

poderia.

Darrin

murmurou

pensativo,

enquanto levantava a mão enluvada para apanhar a bola quando Reese jogou de volta para ele, — Mas eu teria certeza de que você se arrependeria. —Iria valer a pena. — ela disse, sabendo que não havia absolutamente nada que ele pudesse fazer para ela que iria fazê-la se arrepender. Nada. —Sua mãe iria nos matar, — Darrin salientou, atirando a bola para Reese para que ele pudesse roubar o refrigerante dele de cima da calçada preta e quente e terminá-lo antes de atirar a garrafa vazia na lixeira marcando a linha de separação de suas propriedades.


—Mamãe e papai provavelmente não ficariam felizes também, — Reese acrescentou, dando-lhe um outro olhar nervoso, observando-a com a saia de babados e meia calça cor de rosa de ballet que sua mãe lutou para que ela colocasse, antes que ele desviasse o olhar para as portas traseiras abertas da van de sua família, onde uma dúzia de sacos estavam ameaçando cair. —Você vai me esconder? — Ela perguntou, olhando para seu melhor amigo e dando-lhe a única chance que ele poderia obter antes que ela fosse forçada a fazer o impensável. O sorriso de Darrin era presunçoso enquanto ele sacudia a cabeça. —Não. —Tem certeza? — Perguntou ela, decidindo lhe dar mais uma chance só porque ele era seu melhor amigo. —Eu não estou escondendo você para que você possa faltar ao seu recital, não depois que sua mãe prometeu graválo para que assim eu não perca suas tentativas tristes de dançar, — disse ele, tendo muito mais prazer em sua humilhação pública. —Se você me desafiar para te esconder, eu vou ter certeza de que você chegará a tempo para o seu recital. Olhos estreitando para um grau perigoso, ela decidiu que uma mudança de planos era necessária. —Então, é provavelmente uma boa coisa que eu não vou desafiar você a me esconder, não é? —Ela perguntou em tom


de zombaria, amando o jeito que sua expressão satisfeita de repente virou cautelosa. —O-o que você quer dizer? — Ele perguntou, engolindo nervosamente enquanto ele deu um passo apressado para trás, mas não seria o suficiente para salvá-lo. Nada seria. Ele merecia, lembrou a si mesma, embora ela não tinha absolutamente nenhum problema com o que ela estava prestes a fazer. —Isso significa que eu mudei de ideia sobre desafiar você para me esconder, — ela disse, imitando o tom presunçoso que ela ouvia do resto dos homens da família dele usar. —Não faça nada que você vai se arrepender, — alertou, imitando seu olhar enquanto ele tentava intimidá-la. É evidente que ele esqueceu com quem ele estava lidando, porque ela nunca desistia de um desafio. Nunca. —Eu te desafio a usar a minha fantasia do recital pelas próximas duas semanas, a partir de agora, — ela disse com satisfação quando viu o olhar de horror no rosto de Darrin enquanto ele absorvia suas palavras. —Você não faria isso! —Ele estalou, mesmo quando ele irrompeu em uma corrida, desesperado para fugir dela e do desafio que faria dele o alvo de todos os seus primos e tios


para as próximas duas semanas durante a sua reunião de família anual. Se ao menos ele tivesse concordado em escondê-la, ela pensou com um suspiro e um aceno de sua cabeça enquanto abria a boca e dizia as quatro palavras que trariam muita alegria. —Eu desafio você duplamente.


2001 Idade: 15 anos

—Isso é estúpido, — Marybeth anunciou, tentando não se encolher enquanto Brian Fitzgerald enviou-lhe outra piscadela. —Deixa disso, por favor! —Brenda implorou com um enorme sorriso quando ela praticamente saltou com excitação no sofá velho e sujo ao seu lado, enviando uma nova onda de poeira velha para o ar para se misturar com os aromas de perfume pesado e barato. —Não, — disse Marybeth, perguntando por que ela veio aqui em primeiro lugar. —Por favor, por favor! —Brenda implorou com uma risada estridente que atraiu a atenção de cada adolescente no cômodo. —Meninas, não se esqueçam de colocar seus nomes na jarra, — Laurie, uma menina que ela viu em torno da escola algumas vezes, disse, lançando a David Thompson um sorriso tímido enquanto colocava uma tigela grande de vidro na mesa de café junto as latas de cerveja de raiz vazias e sacos de salgadinhos descartados. —Vamos! — Disse Brenda, jorrando de excitação quando ela se levantou, agarrou o braço de Marybeth, puxando-a para fora do sofá e tentou arrastá-la do outro lado da sala, para que elas colocassem seus nomes na jarra de


modo que um dos rapazes que estavam banhados em colônia barata poderiam ficar no armário por cinco minutos com uma delas. Sim… Ela era bonita. —Eu estou indo para casa, — disse ela, puxando o braço livre e se dirigiu para a porta de vidro do pátio só para gemer alguns segundos mais tarde, quando Brenda grudou em seu braço e fez outra tentativa desesperada de convencêla a ficar. —Você não pode ir ainda! — Brenda sussurrou histericamente. — Qual é, você prometeu! —Não, — disse Marybeth, colocando a mão sobre Brenda e delicadamente arrancando a mão dela, —Eu realmente não prometi. —São só cinco minutos! —Em um armário com um adolescente com tesão que nem sequer sabe o meu nome, — disse ela secamente, enquanto ela habilmente libertou seu braço e se dirigiu para as portas de vidro do pátio que prometia liberdade e ar fresco. —Vou passar. —Por favor! —Brenda implorou, tentando agarrar seu braço novamente, mas antes que Brenda pudesse alcançá-la, Marybeth passou pelas portas duplas e estava fora, fechando a porta atrás dela.


—Onde você está indo? — A única pessoa no mundo que poderia fazê-la sorrir, mesmo

quando ele a irritava,

perguntou de onde ele estava, recostando-se contra a casa onde ele aparentemente estava esperando por ela. —Casa, — disse ela, apontando para os bosques e o caminho que a levaria para casa onde ela poderia se sentar em seu sofá, comendo massa de biscoito e assistindo a episódios antigos de Saturday Night Live, enquanto ela fingia estudar para seu teste de álgebra. —Estou vendo, — Darrin murmurou, pensativo e, tanto quanto ela gostaria de ignorá-lo e ir para casa, algo em seu tom a fez parar e se virar para encará-lo. —Você vê o que exatamente? — Ela perguntou, estreitando os olhos para ele. —Que você é uma covarde, — disse ele com aquele sorriso arrogante, o mesmo que a maioria dos homens de sua família parecia ter aperfeiçoado com dez anos de idade. Ela piscou para ele, certa de que ela ouviu errado. —Eu sou covarde, porque eu não quero entrar em um armário e ficar com um rapaz que eu mal conheço? —Não, — ele disse, balançando a cabeça com um suspiro pesado enquanto ele encostou-se à parede, —porque você está fugindo de seus sentimentos por mim. —Meus

sentimentos

por

você?

Ela

repetiu

lentamente, se perguntando se ele bateu a cabeça hoje.


—Você é loucamente apaixonada por mim, — ele disse solenemente, fazendo-a revirar os olhos. —Qual é, por favor — disse ela, balançando a cabeça enquanto ela se virou e se dirigiu para casa e a massa de biscoito que ela escondeu na parte de trás do freezer. —Todo mundo sabe. —Então, todo mundo está delirante, — disse ela, sem se preocupar em reprimir seu sorriso quando ela se abaixou sob um ramo saliente e deu um passo para o caminho bem desenhado. —Isto só prova o quanto você me quer, — ele explicou quando se juntou a ela no caminho. —Por que eu estou andando para longe de você? — Ela perguntou secamente enquanto ela se abaixou sob outro ramo. —Eu acho que correr seria uma palavra mais adequada, — disse ele, parecendo pensativo e ganhando um aceno de sua cabeça e um rolar de seus olhos quando ela colocou a mão em seu braço para firmar-se enquanto ela passou por cima de um tronco caído bloqueando seu caminho. —Sério? —Hummm hmm. —Você percebe que eu estava deixando a festa antes de você aparecer, certo? — Perguntou ela com um suspiro de resignação, enquanto ele passava seu braço sobre os ombros dela.


—Porque você me sentiu. —Você está certo. Eu senti. — Ela admitiu com um aceno solene. —Eu sabia. — Disse ele, suspirando pesadamente, enquanto ele deu aos ombros dela um aperto suave. —Quer me dizer por que você se preocupou em aparecer? — Ela perguntou, lhe lançando um olhar curioso para encontrá-lo olhando para ela. —Por que eu não iria aparecer? — Ele perguntou, franzindo a testa. —Por que você não foi convidado? Ele deu de ombros. — Isso geralmente não me impede. Bem, isso era verdade... —Há também o fato de que você disse que não tinha interesse em ir a essa festa, — ela lembrou-lhe enquanto caminhavam em torno de uma grande poça bloqueando seu caminho. —Eu mudei de ideia, — ele simplesmente disse enquanto eles retomavam seu caminho. —Sobre? —Esperar até mais tarde para dar-lhe o seu desafio, — ele disse casualmente e se ela não tivesse estado observando o bonito esquilo sentado no meio da trilha, ela provavelmente teria percebido o que ele disse mais cedo.


Como aconteceu, ela mal conseguiu se afastar dele antes que ele perguntasse: —Você não quer ouvir seu desafio? —Não! — Ela gritou por cima do ombro enquanto ela correu em direção à direita, esperando que os densos bosques fossem fornecer a ela algum tipo de proteção, mas graças a sua falta de capacidade atlética e uma raiz espessa saindo do chão, ela não foi muito longe antes que ele a desafiasse duplamente novamente, o que terminou com ela passando os próximos seis meses condenada a fazer trabalho pesado para o tio Jared e amaldiçoando o dia em que ela ouviu a palavra, “Duplo Desafio”.


Parque Fenway1 Boston, MA 2009 Idade: 23 anos

—Parece que Trevor será preso. —Uh huh, isso é bom, — disse ela, sem se preocupar em olhar para cima do mini iPad que ela sentia como se fosse dela por direito agora. —Marybeth-— o bastardo traiçoeiro, mais uma vez começou com o seu pedido de desculpas, mas ela conhecia o tom que ele estava usando um pouco bem demais. —Não vai funcionar, — disse ela, distraidamente passando

o

dedo

sobre

a tela do iPad, suspirando

pesadamente quando a nova página não parecia mais promissora do que a última esteve. —Mas, eu realmente sinto muito, — Darrin, o bastardo que ela parecia não poder se livrar disse, soando como se ele estivesse fazendo beicinho, o que ele provavelmente estaria fazendo uma vez que seu tom charmoso não funcionou com ela. —Apodreça no inferno, seu bastardo egoísta, — ela disse, tentando não encolher quando viu o preço pedido por um apartamento de um quarto básico na Avenida Real, que

1

É a casa do Red Sox, um campo de Baseball


não foi exatamente um incentivo desde que a Avenida Real estava localizada em uma das piores partes da cidade. —Eu não posso acreditar que você ainda está com raiva, — o idiota murmurou, agarrando a cerveja e acabando com ela. —Acredite, seu mulherengo, — ela murmurou, mais uma vez encolhendo-se. —Mas, ela me atacou! — Darrin disse com a arrogância típica dos Bradford e drama que ela estava acostumada infelizmente. —Aham, isso é bom, — disse ela, se perguntando se ela deveria procurar um novo companheiro de quarto apenas para descartar a ideia, segundos depois. Não havia nenhuma maneira que ela fosse ser capaz de passar por isso novamente, a menos que ela cortasse o idiota no ato de roubar seu hot-dog fora de sua vida, mas depois de todos os anos de besteiras que ele a fez passar, ela simplesmente não podia fazer isso. Ela colocou muito tempo e esforço na formação dele e da mesma idade dela. Ela realmente não gostava da ideia de arrumar um novo melhor amigo. —E se eu lhe dissesse que eu poderia te recompensar? — Perguntou Darrin, colocando o braço sobre as costas de sua cadeira para que ele pudesse se inclinar ao lado dela e olhar para a tela. —Eu o chamaria de bastardo mentiroso, — ela disse, sem se preocupar em empurrá-lo uma vez que não faria nenhum bem. O bastardo simplesmente não entendia o


conceito de espaço pessoal, pelo menos não em se tratando dela. Ele sempre foi assim. Quando eles eram crianças, ele iria agarrá-la pela mão e arrastá-la para todos os lugares, exigia sentar-se ao lado dela no almoço ou na sala de aula, e ele sempre tinha seu braço jogado em torno dela, sempre. Se ele tivesse sido qualquer outro cara, ela provavelmente teria o empurrado ou o chutado nas bolas, mas ... Era Darrin, seu melhor amigo. Além disso, a esta altura, ela mal notava isso. Entretanto, ela notou quando as mulheres com quem ele estava namorando reparavam nesse detalhe, principalmente porque elas ficavam irritadas e tentavam reivindicar Darrin e empurrá-la para longe dele. Isso nunca funcionou, mas ela apreciava o entretenimento. Ela era um elemento permanente em sua vida e se uma mulher não podia aceitar esse fato, Darrin a largava sem pensar duas vezes. Ela gostaria de dizer que foi da mesma forma para ela, mas Darrin realmente não lhe dava uma escolha nesse assunto. Se qualquer cara que ela estava namorando ficasse ofendido pela amizade entre eles, Darrin, o idiota que estava comendo seus salgadinhos, iria levá-los até a porta. Ainda a irritava quando ele fazia isso, mas neste ponto simplesmente não valia a pena reclamar com ele, não quando ele fazia outras coisas para irritá-la, outras coisas que levaram sua colega de quarto a ter um colapso, teve a equipe da SWAT derrubando sua porta, seu senhorio obtendo uma ordem de restrição contra ela e obrigando-a a dormir no velho sofá de


seu irmão. Com Darrin Bradford aprendeu há muito tempo que ela tinha de escolher suas batalhas ou lidar com suas encaradas e resmungos. —Eu estava para dizer-lhe que Trevor tem uma casa para alugar muito barata, mas desde que você não está interessada...,

ele

deixou

suas

palavras

caírem,

encolhendo os ombros quando ele se sentou em sua cadeira. Ela teve que bufar de incredulidade, ela realmente teve. —Você está esquecendo que ele jurou que nunca iria alugar para qualquer um de nós novamente depois do que aconteceu com aquele entregador do Papa Gino. Ela ainda não perdoou Darrin por esse episódio. Trevor foi o melhor senhorio que ela já teve. Ele não era um idiota, nunca aumentou o aluguel, sempre teve cuidado com suas propriedades e nunca alugava para nenhum idiota. Bem, nenhum idiota que ele não estava relacionado de qualquer maneira. Ela sentia falta de seu antigo apartamento. Era grande, recém-reformado, à prova do

clima e, mais

importante, muito barato. Mas o bastardo ao lado dela arruinou isso para ela, por causa de um desejo que ele teve por asas de frango picante tarde da noite. —Ele está pensando em vendê-la, porque ela não está trazendo muito dinheiro. Ele está apenas procurando um inquilino para ficar lá para parecer que ela está ocupada. Ele disse que é mais difícil de vender um lugar se ele está vazio, porque parece menos atraente para potenciais compradores,


— explica Darrin quando ele acenou para um vendedor passando por seu corredor. Era tentador, muito tentador, mas ... —Eu preciso de um lugar mais do que apenas para um mês ou dois, — ela apontou, sabendo que não iria demorar muito para Trevor vender a casa já que todas as suas propriedades eram mantidas em perfeito estado. —Verdade, — Darrin disse, dando ao vendedor cinco dólares por uma Coca-Cola gelada — mas eu estava pensando que ele poderia financiá-la se você quiser comprar a propriedade. Ela teve que revirar os olhos, mesmo quando emoção borbulhou dentro dela com a perspectiva de finalmente possuir sua própria casa. Era tentador, muito tentador. Ela adoraria ter um lugar próprio, adoraria ser capaz de trabalhar nele sem ter que pedir a permissão de seu senhorio para cada pequena coisa, gostaria de ter a paz de espírito e segurança que possuir uma casa traria, mas ela sabia que isso nunca iria acontecer. Como uma mulher solteira na casa dos vinte, com apenas um diploma escolar, decente, não era perfeito, sem crédito e nenhum membro de sua família disposto a ser seu fiador, ela provavelmente nunca possuiria sua própria casa. O fato de que suas economias, enquanto decentes, não estavam nem perto de ser suficientes para um pagamento de vinte por cento de entrada.


—Ele não vai me financiar, — ela suspirou, finalmente olhando para cima sobre o iPad para que ela pudesse pegar a Coca-Cola de suas mãos. Ele estreitou seus belos olhos verdes sobre ela enquanto ela fez um show ao abrir a garrafa de refrigerante e tomando um gole longo e satisfatório, tentando não sorrir enquanto ele sinalizou ao vendedor por outra garrafa. Enquanto ela tomou um segundo gole de refrigerante, ela não podia deixar de apreciar o homem agora olhando para ela. Com cabelo preto, curto e bagunçado, um bronzeado dourado, perfeitas características masculinas e uma forma incrível, ele era o sonho de consumo de todas as mulheres, não dela, mas isso não significa que ela não podia apreciar um cara quente quando via um. —Se ele não o fizer, então o tio Jared provavelmente o faria, — disse ele com um encolher de ombros, terminando seu refrigerante antes de pegar o dela e acabando com ele também. —Tio Jared não vai me ajudar, — ela murmurou, olhando através de Darrin para ver como Trevor foi empurrado para seus joelhos por três policiais e algemado, enquanto Zoe freneticamente tentou explicar algo para os oficiais, provavelmente algo a ver com os gêmeos, ela pensou com um bocejo. Ela olhou para encontrar o tio Jared segurando

os gêmeos, que estavam parecendo muito

inocentes enquanto comiam seus cones de sorvete. Ela sabia, sem dúvida que o que estava acontecendo, foi definitivamente por causa dos gêmeos que estavam com 2 anos de idade.


—Claro que ele o faria, — disse Darrin, parecendo entediado enquanto observava a cena e seu desdobramento. —Eu sou apenas uma empregada, — ela apontou, tentando não estremecer quando Trevor foi empurrado para a escada de cimento, de cara. —Não deixe o tio Jared ouvir você dizer isso, — disse Darrin, deslocando-se para trás em seu assento para ficar mais confortável. —Você

não

deveria ajudá-lo? — Ela perguntou,

apontando para Trevor enquanto vários policiais correram em direção a eles, desde que ela não tinha vontade de discutir sobre seu chefe e seu lugar estranho na família Bradford. —Provavelmente, — disse Darrin em torno de um bocejo. —Você vai? — Ela perguntou, observando enquanto Trevor foi puxado de volta para seus pés. —Em um minuto ou dois, — disse Darrin, sinalizando para uma outra Coca-Cola enquanto observavam Zoe gesticulando entre seus gêmeos, seu marido e o campo. —Que

diabos?

—Jason

estalou

quando

ele

foi

subitamente agarrado por dois policiais e empurrado de joelhos ao lado de Trevor. —Você acha que os gêmeos planejaram isso? — Ela perguntou, tomando a Coca-Cola do vendedor e gesticulando para ele se afastar para que ela pudesse assistir ao show.


—É difícil dizer, — disse Darrin, tomando a Coca-Cola dela e tomando um longo gole antes de entregá-la de volta para ela. —É meio assustador, — ela murmurou ao tomar um gole, observando como Haley se aproximou para se juntar ao drama. Darrin riu, pegando a garrafa de volta enquanto Haley, com um enorme sorriso, tirou seu telefone celular e começou a tirar fotos de seu marido enquanto um policial de 136 quilos bateu-lhe para baixo. Depois de uma pequena pausa, Marybeth a imitou e puxou seu telefone celular para fora, decidindo que ela poderia precisar de uma boa risada mais tarde esta noite, quando ela tivesse que lutar com o cachorro de seu irmão, carinhosamente chamado Killer, por espaço no sofá. —Eu acho que eu deveria dar-lhes uma mão, — disse Darrin, tomando um último gole antes de entregar-lhe a garrafa agora vazia. —Espere, — disse ela, parando-o e, colocando uma mão em seu braço. —Eu só quero pegar isso... click —, disse ela, inclinando seu telefone para o ângulo certo para que ela pudesse capturar esta ocasião especial. — Consegui, — disse ela, com um suspiro de satisfação quando ela se sentou e colocou o telefone longe. —Envie para mim, — disse Darrin, levantando-se quando ele enfiou a mão no bolso de trás e tirou seu distintivo.


—Você sabe qual a minha taxa, — disse ela, sinalizando para o vendedor para uma cerveja enquanto ela se inclinou para trás em sua cadeira e observou como os Yankees derrotavam os Red Sox. Darrin riu quando ele tirou algum dinheiro e pagou por sua cerveja. — Eu não vou lavar a sua roupa. —Vamos ver, — disse ela, sabendo que a necessidade de esfregar isso na cara de seus primos nesta tarde seria sua queda. Ela podia não ter um lugar para ficar ainda, mas pelo menos ela não teria que se preocupar em lavar sua roupa por uma semana, ela meditou, bebericando sua cerveja enquanto ela se aproveitou da ausência de Darrin e comprou outro cachorro quente.

— Isso não vai acontecer, caralho, — Trevor disse, cuidadosamente pegando o copo de água com as mãos algemadas e tomou um gole antes de acrescentar: —Então foda-se. —Por que não? — Perguntou Darrin, distraidamente ajustando o coldre quando ele se encostou à parede e tomou um gole de café. Trevor piscou para ele. —Porque eu te odeio. Eu não fui claro sobre isso? —Não, — disse Darrin, ligeiramente soprando seu café antes de ele tomar outro gole, —Você foi bastante claro sobre isso.


—Então por que você está desperdiçando meu tempo com essa merda? Ele incisivamente olhou ao redor da pequena sala de exploração em que a segurança jogou Trevor há mais de duas horas atrás. —Você tem algo melhor para fazer? —Cai fora — Trevor mordeu fora. —Você sabe que eu posso fazer essa coisa toda ir embora, não

é? — Ele perguntou casualmente, sem

mencionar que ele já fez isso ou que Trevor estava livre para ir, uma vez que isso iria tirar sua vantagem. —Eu prefiro ser a vadia do Bubba, — Trevor o informou, o que naturalmente o fez suspirar pesadamente enquanto ele sacudia a cabeça, perguntando-se por que os bastardos em sua família tinham que tornar as coisas tão difíceis. —Você sabe que eu nunca vou perder um pagamento, — ressaltou ele, na esperança de colocar algum sentido maldito em seu primo. Trevor bufou com isso. —Não é sobre o dinheiro. —Então, do que se trata? —Será que eu não mencionei que eu odiava você? — Trevor perguntou com um aceno de nojo de sua cabeça, tomando mais um gole de água. —Mas você ama Marybeth, — Darrin apontou.


Trevor olhou para cima e encontrou seu olhar. —Assim como você. —Nunca disse que eu não amava. —Mas, você nunca disse a ela. Na verdade, ele tinha... Mas desde que ele esteva bêbado e confundiu sua colega de quarto com ela, que surtou quando ela percebeu que ele estava apaixonado por Marybeth, ele decidiu que era provavelmente uma daquelas coisas que não deveriam ser mencionadas. Nunca. —Eu não preciso dizer a ela. Trevor riu, balançando a cabeça em pensamento. — Você está esperando que a maldição Bradford vá fazer o trabalho por você. —Talvez, — disse ele com um encolher de ombros. —Não vai funcionar. —Ela pode funcionar. Trevor murmurou algo enquanto ele colocou seu copo para baixo. — A maldição é besteira. Não vai funcionar. —Então explique Zoe, — ele disse enquanto colocava sua xícara de café sobre a mesa. —Ela me pediu para casar com ela e eu simplesmente não tinha o coração para colocar a coitada para baixo, — Trevor disse com um suspiro exagerado e um aceno triste de sua cabeça.


—Ela não perdeu uma aposta? — Ele perguntou com uma careta. —Seu desgraçado! —Só me venda a casa, — disse ele, na esperança de acabar com isso para que ele pudesse caçar Marybeth e começar o longo processo de convencê-la de que esta era uma ótima ideia. —Não vai acontecer. —Sim, vai. —Eu vou vender a casa para Marybeth, mas não para você! —Isso realmente não vai funcionar para mim, — ressaltou. —Por que ela vai ser capaz de expulsá-lo? —Trevor adivinhou, balançando a cabeça em desgosto. —Exatamente. —Eu não estou vendendo a casa para você, — Trevor disse com firmeza. —Ah, mas eu acho que você vai, — disse Darrin, indo para longe da parede enquanto ele enfiava a mão no bolso de trás e tirava seu telefone. — A menos que você queira que Zoe saiba o que você estava fazendo na noite passada, — disse ele, segurando o telefone para seu primo para que ele pudesse ver a foto incriminadora em toda a sua glória. —Seu desgraçado!


—Com certeza seria uma vergonha se Zoe descobrisse que você estava jogando fora os almoços que ela embala para você todos os dias, — Darrin explicou quando guardou o telefone no bolso de trás. Trevor estreitou seus olhos para ele. — Você vai se arrepender disso, um dia, seu filho da puta! —Provavelmente, — ele concordou com um encolher de ombros descuidado enquanto se dirigia para a porta. — Mas olhe para o lado positivo, você simplesmente parou de se tornar a vadia do Bubba. —Ele teria sido gentil! —Seu primo gritou atrás dele, fazendo-o rir enquanto se dirigia para a sala de espera, preparando-se para a luta de sua vida.


Menos de um ano mais tarde...

Ela nunca deveria ter concordado em vir nesta viagem, ela percebeu enquanto ela se virou para o lado e piscou outra lágrima, enquanto ouvia os meninos Bradford conversando e rindo ao redor do fogo. Pelo menos se ela tivesse ficado em casa, ela seria capaz de relaxar em seu pijama, comer junk food e assistir filmes enquanto ela mergulhava na auto piedade. Em vez disso, ela estava presa nesta viagem, obrigando-se a sorrir e rir das piadas enquanto finge que ela não estava morrendo por dentro. Talvez ela devesse apenas dizer-lhes que ela não estava se sentindo bem e conseguir um passeio na cidade, pensou ela, mas ela descartou a ideia. Ela não queria falar sobre isso e se ela lhes dissesse que ela não estava se sentindo bem, eles iriam perturbá-la até que ela lhes dissesse o que estava acontecendo. Suspirando, ela rolou para seu outro lado, tentando encontrar uma posição confortável no velho saco de dormir, que Darrin cavou da garagem de seus pais. Depois de mais algumas voltas, gemidos e suspiros, ela decidiu roubar o saco de dormir de Darrin e usá-lo como um colchão. Sentando-se, ela estendeu a mão para fazer exatamente isso, quando ouviu um galho estalar perto. —Eu estou bem, — ela murmurou enquanto ela agarrou seu saco de dormir e jogou-o em cima do dele.


—Então saia e junte-se a nós, — Darrin disse, enquanto ele abria o zíper da grande janela na parte de trás da tenda. —Não, — ela simplesmente disse ao se sentar em cima de seu colchão, ela recostou-se e fechou os olhos. —Você quer me dizer o que há de errado? — Ele perguntou, não a surpreendendo exatamente que ele percebeu que algo estava errado, mas ela tinha esperança de que ele achasse que ela estava chateada por causa do Malcolm. —Não, — ela disse, rolando para o lado, de costas para ele e esperando que ele pegasse a dica e fosse embora. —Eu sei que você não está chateada com aquele canalha, então me diga o que está acontecendo? — Ele perguntou quando ela registrou a sensação de seus dedos traçando uma linha no seu pescoço, deixando um rastro de arrepios para trás. —Ele não era um canalha, — ela admitiu com um resmungo. Malcolm foi um cara legal, doce, amável, atencioso e, aparentemente apaixonando por ela, algo que ela o avisou para não fazer. Infelizmente, ele não escutou. Enquanto ela estava esperando por algo casual para passar o tempo, ele estava imaginando uma vida juntos, cheia de crianças, cachorros e uma cerca branca. —Talvez não, mas ele não era o cara certo para você, — ele disse suavemente enquanto ele continuou acariciando seu rosto.


Odiando a maneira que ela reagia a ele, ela estendeu a mão e afastou seu toque. —Estou cansada, Darrin, — disse ela, incisivamente fechando os olhos, esperando que ele a deixasse sozinha para que ela pudesse continuar a chafurdar na auto piedade. — Entendo— ele murmurou. —Bom. Então vá embora. —Eu vou... Assim que você completar o desafio que te dei, — ele murmurou, parecendo pensativo enquanto ela estava deitada lá, franzindo a testa e se perguntando do que ele estava falando. —Você não me desafiou, — ela apontou enquanto ela rolou de costas. —Eu não te desafiei a ir mergulhar pelada? — Ele perguntou, parecendo pensativo enquanto ela imediatamente sentou-se e se dirigiu para as abas da barraca, tudo ao mesmo tempo orando para que ele não se atrevesse a desfiála para dar um mergulho no lago frio que ela estava evitando desde que chegaram mais cedo esta tarde. Ela conseguiu agarrar o zíper entre ela e a liberdade quando o grande bastardo selou o seu destino: —Eu duplamente desafio você.

—Você. Desgraçado!


—Como está a água? — Ele perguntou, lhe lançando um sorriso e uma piscadela enquanto ele jogava mais lenha na fogueira. —Eu te odeio! — Ela sussurrou enquanto ela continuava indo lentamente para dentro do lago gelado enquanto ele tomou seu tempo na criação de seu minicampo. —Você me ama e você sabe disso, — ele lembrou a ela enquanto ele caminhava até o tronco caído e agarrava o saco de dormir que ele escondeu antes. —Ódio! Eu te odeio! — Ela girou batendo os dentes. —Isso é apenas a água gelada falando, querida, — disse ele ao rolar o saco de dormir para a frente da fogueira. —Não, trata-se de... — ela disse, parecendo triunfante ao deixá-lo saber que ele estava prestes a ter um gosto de seu próprio remédio, mas ele estava esperando por isso. —Eu desafio você duplamente a entrar aqui. —Estou vendo, — ele murmurou, tirando os sapatos e suas roupas. —Eu espero que você congele suas bolas, seu bastardo doente! — Ela sussurrou através de uma mandíbula apertada enquanto ele jogou a cueca de lado e entrou no lago frio. —Merda, — ele assobiou quando ele se forçou a continuar desejando que ele tivesse pensado em outra coisa para ajudar a tirar da cabeça dela aquele imbecil. —Este foi um desafio idiota, — ela murmurou enquanto ele se juntou a ela.


Ele riu quando ele chegou até ela, satisfeito quando ela colocou os braços ao redor dele, provavelmente tentando roubar o último calor do seu corpo, mas no momento ele não se importava. —Eu imaginei que isto fosse um pouco diferente, — admitiu, decidindo que dizer-lhe que ele realmente planejou um

piquenique,

à

meia-noite,

para

dois,

no

lago

provavelmente não viria em seu melhor interesse, não quando a admissão a levaria a empurrá-lo para longe. —Você perde seus privilégios de desafios por duas semanas por esta besteira, — ela anunciou ao enrolar suas pernas em volta dele e aumentou seu aperto em torno de seus ombros. —Tudo bem, — disse ele, decidindo não discutir, não quando ela estava em seus braços como agora. —E você está lavando a minha roupa por um mês depois disso, — ela o informou quando ela enterrou o rosto em seu ombro. —Será que vai contar se eu deixá-la em uma lavanderia? — Ele perguntou ao passar os braços em volta dela e beijou seu ombro antes que pudesse se conter. —Depende, — ela murmurou contra seu ombro. —Do que? — Ele perguntou, fechando os olhos enquanto rezava por controle.


—Se você está ou não disposto a fazer alarde pelo bom amaciante, — ela murmurou, fazendo-o rir quando ele apertou os braços em volta dela. —Você é uma coisinha gananciosa, — ele disse distraidamente enquanto se movia de volta na água, a necessidade de fazer algo para tirar da sua mente do quão boa era a sensação de tê-la em seus braços. —Você já sabia disso, — ela murmurou quando ela estendeu a mão e gentilmente arrastou os dedos pelo cabelo dele. Ele suspirou profundamente enquanto beijava seu ombro. —Verdade, — ele concordou, fechando os olhos enquanto ele se movia através da água, aproveitando o fato de que ele poderia segurá-la assim, sem se preocupar com algum idiota tentando vir entre eles. Desta vez, ele não estava esperando o momento certo para dizer-lhe como se sentia. Desta vez, ele iria dizer a ela que a amava antes de algum outro idiota pudesse entrar em cena e forçá-lo a esperar novamente. Ele não podia suportar a ideia de sentar e assistir enquanto algum outro idiota a segurava quando ele sabia com cada fibra do seu ser que ele deveria ser o único segurando-a em seus braços. Ele engoliu em seco, temendo a reação dela. —Eu preciso te dizer uma coisa, — disse ele, embora ele não tinha absolutamente nenhuma ideia de como dizer a ela que ele estava apaixonado por ela, não depois de todo esse tempo.


Ela

se

mexeu

em

seus

braços

e

suspirou

profundamente. —Se isso é algo que vai me deprimir, eu prefiro que você guarde para si mesmo. —Não é deprimente, — prometeu a ela, embora ele tinha certeza de que ele iria encontrar-se deprimido se ela o rejeitasse. —Ok, — ela disse, puxando para trás para que ela pudesse olhar para ele enquanto seus dedos continuaram a brincar com seu cabelo, — Diga-me. Ele abriu a boca para dizer a ela que a amava, que ele queria estar com ela, queria passar o resto da vida com ela, ter filhos com ela, mas ele não conseguia encontrar as palavras certas. Ele praticou isso em sua cabeça uma centena de vezes por dia durante anos, mas agora que ele a tinha em seus braços e o outro babaca estava fora do quadro, ele não conseguia descobrir o que ele deveria dizer para fazêla dar uma chance a ele. A eles. —O que foi? — Perguntou ela, mudando a mão na parte de trás de sua cabeça para que ela pudesse passar a mão em sua mandíbula. —Darrin? Você está bem? —Eu... — ele começou a dizer apenas para acabar balançando a cabeça com pesar, porque não importa o que ele dissesse ou fizesse, ele estava indo para foder isso e provavelmente perdê-la. Então, ao invés, ele beijou o topo de sua cabeça e disse a si mesmo que este não era o momento certo.


CAPÍTULO 1 Dias de hoje

Deve ser sábado, ela percebeu com um suspiro quando sentiu Darrin pressionar outro beijo contra a parte de trás do seu pescoço e seu grande corpo enrolado por trás dela, pressionando-a com sua grande ereção, que ela tinha noventa e nove por cento de certeza de que foi o resultado de um acidente envolvendo resíduos radioativos, contra a sua bunda enquanto o seu braço estava em volta dela. Realmente não havia melhor maneira de acordar, ela pensou ao se aconchegar contra ele, ela estendeu a mão e.... —Ow! Filha da puta! —Darrin gritou, saltando para fora da cama em tempo recorde enquanto ela tomava seu tempo sentando-se e saindo da cama. Ela gemeu baixinho enquanto ela esticou os braços sobre a cabeça, notando a forma como o bastardo fez uma pausa em esfregar o dorso da mão para observá-la. Com um rolar de olhos e uma risada, ela se dirigiu para o banheiro, falando por cima do ombro, —Caia fora. —Não, — ele resmungou em torno de um grande bocejo ao tropeçar de volta para sua cama e se jogar sobre ela.


—Então é melhor você ter o café da manhã pronto quando eu sair, — disse ela, distraidamente notando que ele estava vestindo boxers pretos, o seu favorito. Patético, pensou com um suspiro e um sorriso quando ela entrou no banheiro e fechou a porta atrás dela. Ela usou o banheiro, escovou os dentes e acabou de entrar no chuveiro quando ouviu a porta do banheiro sendo aberta atrás dela. —Você tem o seu próprio apartamento, — ela lembrou. —Mas eu gosto mais do seu. —Que pena, — disse ela, inclinando a cabeça para trás e fechando os olhos enquanto permitia que a água caísse sobre seu cabelo. Quando ela ouviu os sons da cortina do chuveiro sendo puxada

para trás, ela sorriu. Ele

era um

bastardo

persistente. —Nem pense nisso. Com uma risada, ele soltou a cortina. —O que você quer para o almoço? — Ele perguntou, fazendo-a franzir a testa. —O que aconteceu com o café da manhã? —Ele terminou cerca de duas horas atrás, — ele disse parecendo se divertir enquanto ela estava ali, ombros caídos e murmurando. —Droga! —O que?


—Eu tenho um compromisso às 13h que esqueci de cancelar, — disse ela, abrindo os olhos e agarrando o frasco de xampu, resignando-se a um bom banho relaxante amanhã de manhã depois que ela chegasse em casa, em vez de um chuveiro agradável agora. —Você não parece muito feliz com isso, — observou ele, soando esperançoso. Porque ela não esteve ansiosa para este compromisso. Ele era contador do seu irmão ou algo assim, não que ela realmente se importava, porque ela já sabia que não ia dar certo. De acordo com seu irmão, seu amigo estava em seus trinta e poucos anos, engraçado, inteligente e pronto para se estabelecer e começar uma família. Em outras palavras, ele não era para ela. —Jake, — era tudo que ela precisava dizer para fazê-lo compreender. Com uma risada, ele disse: —Oh, eu entendo. Ela apostava que ele o tivesse feito, ela pensou quando ela ouviu a porta do banheiro fechando atrás dele. Por um minuto, ok, talvez um segundo, ela considerou ir atrás dele e impedi-lo, mas então ela percebeu que era realmente o melhor. Além disso, desta forma ela seria capaz de encontrar Zoe e as crianças antes do planejado.


—O que você quer? —Darrin perguntou assim que ele abriu a porta da frente. —Eu, hum, — o homem de pé no degrau da frente disse, parecendo pouco seguro de si mesmo: —Eu estou aqui para ver Marybeth? —Você marcou um horário? —Darrin perguntou ao cruzar os braços sobre o peito, dando ao homem confuso uma boa olhada na arma que ele empurrou na frente de suas calças. —Umm, — o homem disse, olhando para a arma, — o irmão dela arranjou um encontro para nós. Eu deveria buscá-la às 13h. —Ela está acabando com seu último cliente, — disse ele, nivelando o olhar sobre o homem muito menor. —Um cliente? Jake me disse que ela era uma pintora. —Você é um policial? —Darrin perguntou em seu tom mais severo, um que ele aperfeiçoou ao longo dos anos. —Um policial? —O outro homem repetiu, visivelmente nervoso. —Não, eu não sou um policial. —Bom, — Darrin disse, aprovando com um aceno firme. —Será que Jake disse-lhe para trazer dinheiro para a sua doação? —Doação? —Ela exige uma doação em dinheiro de trezentos dólares, por hora.


—Eu... — O cara balançou a cabeça antes de perguntar: —Você está dizendo que ela é uma prostituta? Darrin apenas olhou para ele. —Jesus! —O cara engasgou, passando os dedos pelo cabelo bem penteado. —Você tem o dinheiro ou não? — Ele perguntou, na esperança de acelerar esta coisa para que ele pudesse voltar no andar de cima e convencer Marybeth a rastejar de volta na cama com ele por algumas horas. Ele preferia usar o tempo para tentar convencer a mulher teimosa que ela estava loucamente apaixonada por ele, mas ele estava exausto para caralho para fazer qualquer coisa mais do que descansar. Ele vinha trabalhando em muitos turnos extras e não apenas para as horas extras, mas para ganhar mais dias de férias. Para cada turno de oito horas que ele trabalhou, ele ganhou uma hora a mais no período de férias. Até agora, ele ganhou um adicional de seis semanas de férias este ano. Acrescente isso as cinco semanas de férias que ele ganhou no ano passado, e as quatro que ele ganhou no ano anterior e ele ia ter tempo de sobra para ajudar sua prima e seu marido quando chegasse o momento. Se ele chegasse.... Três anos depois, Connor e Rory ainda estavam tentando obter o seu projeto fora do chão. Eles estavam sonhando alto, muito alto, e eles precisavam levantar uma quantidade insana de dinheiro para manter seu projeto, mas Darrin tinha fé que eles iriam conseguir. Eles iriam


transformar o sonho de Rory em realidade e quando o fizessem, ele iria estar lá por eles. Cada Bradford estaria. —Sinto muito, mas deve haver algum engano. Estou à procura de Marybeth Dawson, — disse o homem, soando esperançoso de que isso tudo foi um erro. —Ela prefere ser chamada de Caramelo Amanteigado, — disse ele, dando ao cara um sorriso e apenas para foder com a cabeça dele, uma piscadela. —Caramelo....

Amanteigado......—

o

cara

repetiu

lentamente, fazendo com que Darrin se sentisse um pouco mal. O cara parecia bastante decente. Não era culpa dele que Marybeth era dele, foi desde que eram crianças, mesmo que a mulher teimosa se recusasse a aceitá-lo. Ele abriu a boca para explicar as coisas para o cara só para acabar balançando a cabeça em desgosto. —Escute,

— disse o rapaz, lambendo os lábios

nervosamente enquanto olhava ao redor, —Eu só tenho cinquenta dólares comigo, mas eu posso ir a um caixa eletrônico e estar de volta aqui em dez minutos. Típico, ele pensou enquanto pegava seu distintivo no bolso de trás. — Corra, — ele disse simplesmente. —Oh, merda! —O cara disse, tropeçando. —Eu vou embora agora.


—Faça isso, — disse Darrin, empurrando o distintivo de volta no bolso e suspirando em desgosto. Ele teria uma conversa com Jake, ele decidiu ao trancar a porta da frente, caminhou de volta em seu apartamento e foi para o andar de cima. —Você se livrou dele? —Marybeth perguntou quando ele entrou em seu quarto, sem soar terrivelmente chateada que ele arruinou seu encontro, o que naturalmente o agradava. —Sim, ele saiu correndo, — disse ele, sorrindo quando ele a viu encolhida na cama sob as cobertas. —Será que você mostrou seu distintivo? — Ela perguntou provocativamente enquanto ele tirava a arma e a colocava em cima da cômoda ao lado do boné de beisebol dela da Construção Bradford. Ele tirou as calças enquanto ia para a cama. —Eu precisei, — disse ele, puxando as cobertas para trás para que ele pudesse se juntar a ela. —Você não poderia ter dito ao cara que eu não estava interessada? — Ela perguntou, aconchegando-se contra ele. —Eu não precisaria se você apenas dissesse ao seu irmão que estamos juntos, — disse ele, dando um beijo contra a parte de trás do seu pescoço. —Isso seria uma mentira, — disse ela, gemendo baixinho quando ele passou o braço em torno dela e segurou seu peito nu.


—Seria? — Ele perguntou, dando um beijo contra o ombro nu enquanto ele gentilmente apertou seu seio grande. —Sim, — ela disse, virando a cabeça para que ela estivesse olhando para ele enquanto ela apertou seu traseiro contra sua ereção, lembrando-lhe que ele não tinha ela desde ontem de manhã, pouco antes dele sair para seu turno, — Seria. Ele soltou seu peito e estendeu a mão entre eles. Ele alcançou dentro de sua cueca e puxou seu pênis ansioso para fora. Ele observou enquanto ela lambeu seus lindos lábios cor de rosa quando ele agarrou seu pau e apontou, segundos antes de ele empurrar dentro de seu núcleo quente e molhado. —Porra, — ele gemeu quando ele moveu a mão para fora do caminho para que ele pudesse deslizar profundamente dentro dela. Ele engasgou quando ela foi em frente e lambeu aqueles belos lábios dela, tirando-o do sério. Ele estendeu a mão e empurrou uma mecha de seu cabelo preto fora do caminho quando ele se inclinou e roçou os lábios contra os dela. —Podemos fazer isso para o resto de nossas vidas, — ele apontou quando ele moveu a mão por seu braço, sobre o peito, certificando-se de roçar a palma da mão sobre o grande mamilo marrom que ele adorava devorar com a boca, e para baixo em seu estômago suave até que ele estava traçando sua fenda molhada.


—Isto é apenas temporário, — ela o lembrou quando ela abriu as pernas para lhe dar melhor acesso. Ele decidiu que provavelmente seria melhor se ele não a lembrasse de que eles estavam fazendo isso há mais de seis anos, quando ele encontrou seu clitóris e gentilmente o provocou com a ponta do dedo. Ele lentamente puxou de volta, amando o jeito que ela gemeu quando ela se abaixou e segurou sua mão para mantê-lo exatamente onde ele estava enquanto ele empurrou dentro dela. —Eu poderia foder você durante todo o dia, — disse ele contra seus lábios, sabendo exatamente o que isso faria com ela. Ela gemeu quando seu aperto aumentou em torno de sua mão. Ele aprofundou o beijo enquanto ele continuava a empurrar lentamente dentro dela, o dedo igualando o ritmo de seu impulso enquanto ele descontava sua frustração na mulher irritante que se recusava a colocá-lo fora de sua miséria e se casar com ele. —É a minha vez, — disse ela, permitindo-lhe um último impulso antes que ela se afastasse lentamente, fazendo-o gemer quando seu pênis deslizou livre. Depois de seis anos, ele sabia o que ela queria e não tinha problema em dar a ela. Ele roçou seus lábios nos dela uma última vez antes de se sentar. Ele estendeu a mão e segurou sua bunda enquanto ela rolou para seu estômago. No momento em que ela levantou a bunda para cima no ar, ele já estava se movendo para trás e entrando nela.


Inclinando-se sobre ela, ele pressionou um beijo contra sua coluna, no ombro e no pescoço dela enquanto ele se afastou e deslizou para dentro dela. Ele a sentiu fantástica, absolutamente fantástica, ele pensou enquanto ele colocou as mãos sobre a dela e entrelaçou os dedos. —Venha morar comigo, — disse ele, empurrando dentro dela apenas para puxar para trás rapidamente, esperando que fosse o suficiente para distraí-la a concordar com seus planos. —Não, — ela disse, ofegante ao virar a cabeça em uma demanda silenciosa. Rindo, porque honestamente essa mulher ia ser a morte dele, inclinou-se e deu-lhe o que ela queria enquanto ele lentamente se retirava, gemendo contra sua boca quando notou como ela estava molhada, e empurrou de volta para dentro. Ela era tão teimosa, mas estava tudo bem, porque ele iria fazer o que fosse necessário, não importa quanto tempo levasse, para tê-la. —Então passe o dia comigo, — disse ele contra sua boca, observando o momento exato em que ela paralisou em baixo dele. —Hummm, eu não posso, — ela disse rapidamente enquanto tentava seduzi-lo com uma manobra e um beijo que o tinha gemendo e obrigando-se a permanecer imóvel, porque ele sabia, sem dúvida que ela estava escondendo algo dele.


CAPÍTULO 2 —Em suas costas, — Darrin sussurrou, pressionando um beijo logo abaixo da orelha e fazendo-a estremecer. Droga! Ele sabia! —Isso é bom, — ela disse rapidamente, desafiando um olhar atrás dela, perguntando-se se ela conseguiria chegar até a porta antes que ele pudesse detê-la. —Em. Suas. Costas, — ele sussurrou novamente, enfatizando cada palavra e deixando-a saber que não havia escapatória. Não para ela. —Isso está bom para mim, — ela disse, soando esperançosa. —Você tem dez segundos, Marybeth. —Eu não estou escondendo nada, — ela mentiu, apertando

os

olhos

fechados

enquanto

ela

engoliu

nervosamente. —Por que eu não acredito em você? — Ele perguntou enquanto ele lentamente puxou para fora até que a ponta estava em sua entrada. —Porque você tem problemas de confiança, — ela apontou, discretamente empurrando para trás e tentando


forçá-lo de volta para dentro em uma tentativa de distraí-lo e porque ela estava se divertindo droga! —Marybeth, — disse ele enquanto puxou o restante e virou-a de costas. Antes

que

ela

pudesse

sequer considerar tentar

argumentar para a sua liberdade, ele estava passando a língua em sua fenda. —Oh Deus… —O que está acontecendo, Marybeth? — Ele perguntou enquanto ele vagarosamente a lambia. —Hummmm, nada, — ela murmurou, lambendo os lábios avidamente enquanto ela tentava resistir a ele. —Tente novamente, — disse ele, estabelecendo-se mais firmemente entre suas pernas, ficando confortável, que não era um bom sinal. Isso significava que ele estava pensando em prolongar isso durante o tempo que fosse preciso para conseguir o que queria. Ela não podia fazer isso. Não depois da última vez. Ela mal sobreviveu. Ela também não foi capaz de falar por dois dias depois, desde que o bastardo não parou até muito tempo depois de ela ter perdido a capacidade de gritar seu nome. —Por favor, Darrin, — disse ela, gemendo seu nome enquanto ela abriu as pernas e estendeu a mão para passar os dedos pelos cabelos, enquanto ele continuava a lambê-la.


—Diga-me o que eu quero saber, — disse ele, fazendo uma pausa para apertar a ponta da língua sobre seu clitóris. —N-nada, — ela disse, lambendo os lábios avidamente enquanto ela tentou rolar seus quadris e forçar sua língua dentro dela, mas o bastardo não estava fazendo isso. Ele manteve seus quadris na cama e manteve-se lentamente a lambendo, batendo em todos os lugares certos e deixando-a doida de prazer, mas não foi o suficiente para mandá-la sobre o limite. —Apenas me diga o que eu quero saber, Marybeth. —Não há nada para contar! Um longo e prolongado suspiro foi a sua resposta quando ele inclinou a cabeça e gentilmente chupou seu clitóris, momentaneamente, roubando-a de sua capacidade de respirar. Ela fechou os olhos e tentou pensar em alguma coisa, qualquer outra coisa para se distrair do que ele estava fazendo, mas ele se recusou a conceder-lhe um alívio. Ele passou a língua sobre seu clitóris antes de traçar uma trilha até seu núcleo e deslizou sua língua dentro dela. —Não há nada! —Ela praticamente gritou, embora ele não tivesse lhe feito outra pergunta. Neste ponto não era realmente necessário, porque ambos sabiam que ele iria continuar até que ela dissesse a ele o que ele queria saber. Estava tão bom... tão bom...


—Por favor, Darrin! — Ela implorou, gemendo e choramingando quando ele continuou lambendo-a, levando-a até o limite e afastando-se para traçar sua fenda novamente. —Você ... filho da puta! — Ela disse, ofegante e tentando se afastar dele. Ela não podia dizer-lhe aonde ia. Ela simplesmente não podia. —Oh, Deus! — Ela gritou, suas costas curvando-se para fora da cama quando ele deslizou sua língua para dentro dela e trouxe-a de volta para o limite. Quando ela sentiu seu orgasmo se construindo ao ponto de não retorno, ele se afastou. —Eu te odeio! — Ela suspirou, diminuindo seu aperto sobre o cabelo dele para agarrar a cabeceira da cama em uma tentativa inútil de afastar-se dele, mas ele não estava a deixando ir. —Não, — ele disse simplesmente: —Você não odeia. Não, ela realmente não odiava, mas em momentos como este, ela realmente desejava que ela o odiasse. —Eu posso parar com isso a qualquer momento, — disse ele, puxando para trás apenas o suficiente para soprar delicadamente o ar frio em seu clitóris muito sensível. —Então pare agora! —Não até que você me diga o que eu quero saber, — disse ele, recostando-se para pressionar um beijo entre os dois pontos que mais ansiavam sua atenção.


—Eu não posso! Uma lambida. —Conte-me. —Não! Outra longa e lenta lambida, a teve lambendo os lábios e gemendo, enquanto seu corpo foi mais uma vez trazido para o limite apenas para deixá-la gemendo quando ele se afastou, deixando-a à beira de um orgasmo poderoso. Seu corpo tremia quando ele começou tudo de novo, ela não conseguia aguentar isso, não poderia fazer isso. Ele descobriria eventualmente. Ela sabia que ele o faria. Foi inútil e tolo tentar manter isso dele. Quando ela sentiu sua língua mover-se lentamente entre a sua fenda, ela cedeu, incapaz de aguentar mais. —Vou me encontrar com Zoe, — ela admitiu antes de soltar um gemido de prazer quando ele a recompensou com um dedo. —Onde? — Ele perguntou, deslizando o dedo grosso dentro dela enquanto ele se moveu lentamente para cima de seu corpo. Ele continuou a dar prazer a ela com seu dedo enquanto lentamente beijou até um dos seios, onde ele tomou o mamilo entre os lábios e sugou. Quando ele se afastou, ele permitiu que seus dentes deslizassem suavemente sobre seu mamilo, ganhando um suspiro de prazer.


—Onde você vai se encontrar com ela? — Ele perguntou enquanto se movia pelo seu corpo e suav emente tirou o dedo, substituindo-o com o seu eixo rígido. Ele deslizou para dentro dela enquanto ele a beijou no rosto. —Em um local combinado? — Ela disse, esperando que fosse o suficiente para levá-lo a terminar o que começou e esquecer o que ela disse, mas, infelizmente, para ela, não era. —Onde? — Perguntou ele, beijando-a outra face quando ele lentamente puxou um pouco para trás até que a ponta do seu pênis era a única coisa que restava dentro dela e ficou assim. Ele não faria isso. Oh, Deus, quem ela queria enganar? Ele com certeza iniciaria esta tortura de novo se isso era o que o levou a fazêla falar. Quando ele suspirou pesadamente e mudou-se para puxar o restante para fora, ela rapidamente colocou os braços e as pernas em torno dele, desesperada para mantê-lo onde ele estava. —Um parque de diversões! — Ela disse rapidamente, indiferente ao momento em que ela acabou de selar o seu destino. Ele riu quando ele empurrou de volta para dentro dela. Ela começou a suspirar de alívio quando o bastardo a pegou de surpresa e de repente se retirou.


—O que você está fazendo? — Ela perguntou, com um aperto enquanto ele começou a beijar de volta para baixo de seu corpo. —Começando a sua punição. —Oh, não, — ela murmurou, mesmo quando ela conseguiu virar, sair cama e gritar de prazer quando ele a alcançou e levou-a para o chão onde ele a puniu pelas próximas duas horas.

—Ainda não está falando comigo? —Apodreça no inferno, — disse Marybeth, tomando um gole de refrigerante, enquanto se afastava dele. —Vamos lá, — disse Darrin, apressando o passo para alcançá-la, — Você sabe que você está feliz que eu vim. —Não, não realmente, — disse ela com uma pequena sacudida de sua cabeça enquanto ela passava os jogos alinhados em cada lado deles. —Você vai se divertir mais comigo, — ressaltou ele, perguntando se ela ainda estava chateada que ele disse a Trevor sobre a traição de Zoe. Ela lhe lançou um olhar enquanto ela continuou andando provavelmente esperando que ele não fosse perceber que ela estava caminhando longe de todos os passeios divertidos.


—Como exatamente eu deveria ter mais diversão com você quando eu vim aqui para me divertir com as crianças? —Porque você odeia crianças, — ele decidiu lembrá-la. —Não, eu não odeio, — a mulher teimosa disse enquanto ele pegava um pouco de seu refrigerante. Ele riu enquanto finalizava seu refrigerante e jogou-o em uma lata de lixo. —Sim, você odeia. —Então, explique por que eu os convidei neste fim de semana em vez de você? — Ela perguntou, erguendo uma sobrancelha em desafio. —Simples, você não gosta de ir a lugares como este por si mesma e, — ele disse, sorrindo, porque ele simplesmente não podia evitá-lo, — porque você sabia que eu iria te desafiar para que você fosse em uma das montanhas russas. —Seu filho da puta! — Ela engasgou, acelerando seu ritmo até que ela estava quase correndo no meio da multidão, mas ela não podia correr rápido o suficiente para sair do alcance da voz, antes que ele a levasse para o próximo nível. —Eu duplamente desafio você.


CAPÍTULO 3 Por favor, não a deixe ser alta o suficiente... Por favor, não a deixe ser alta o suficiente... Por favor, não... —Você é a próxima, — o cara controlando o brinquedo disse, gesticulando para ela ficar em frente a linha e destruindo suas esperanças de que não seria autorizada neste brinquedo. Engolindo nervosamente, Marybeth forçou seus pés para levá-la o resto do caminho. Menos de trinta segundos depois, ela encontrou-se em pé na primeira fila com Darrin assobiando alegremente uma música atrás dela. —Poderia ser pior, — ele apontou que ela estava em pé ali, assistindo a montanha-russa em que provavelmente ela morreria hoje na corrida até o final do loop. — Cala a boca. Ele riu quando passou os braços em volta dela e puxoua de volta contra ele. — Eu poderia duplamente te desafiar a ir a cada montanha-russa no parque, duas vezes. E ele ainda podia, ela lembrou a si mesma enquanto ela estava ali e aceitou o conforto que ele lhe oferecia. Enquanto


ela observava o carro cheio de pessoas gritando correr mais um declive e percebeu que ela realmente morreria hoje. —Eu poderia, — ele sussurrou, beijando seu rosto. —Poderia o quê? — Ela perguntou, lutando para manter o foco no que ele estava dizendo, mas era difícil com todos aqueles gritos. —Eu poderia dar a você o dobro do desafio de ir e a montar todas as montanhas russas, — ele sussurrou sedutoramente no ouvido dela. —E eu poderia matá-lo em seu sono, — disse ela, fazendo o bastardo gargalhar. —Você poderia..., — ele disse, deixando suas palavras escaparem com uma risada. —Eu te odeio. —Estou sentindo outro desafio em dobro chegando. Suspirando em derrota. —Eu desejaria nunca ter deixado você me convencer a jogar este jogo em primeiro lugar. —Você foi à única que começou este jogo, — disse ele, tirando fora o mentiroso rabo Bradford. Ela zombou disso, porque se havia uma coisa que ela tinha certeza, era que este jogo, que nenhum deles teve o bom senso de parar de jogar, era tudo culpa dele. Ela era apenas a idiota que não poderia parar de jogar e realmente desejava que pudesse parar, mas ela simplesmente não conseguia. Não quando ela tem uma alegria tão grande


desafiando em dobro o seu traseiro em fazer algo dez vezes pior do que o desafio que ela lhe deu. —Talvez eu deva refrescar sua memória? — Ele sugeriu roçando os lábios ao longo de seu queixo enquanto ela observava com medo que o carro agora vazio rolou lentamente em direção a eles, sinalizando sua condenação. — Acredito que nós tínhamos oito anos quando me desafiou em dobro pela primeira vez. Ela bufou naquele momento mesmo quando ela se inclinou para trás, saboreando seu toque. — Você me desafiou no primeiro dia em que nos conhecemos. —Sim, mas você foi à única que decidiu torná-lo um jogo. Ela abriu a boca para argumentar, só para fechar os olhos com um gemido patético enquanto caiu para trás contra ele na derrota, porque ele estava certo. A razão do por que

ela

agora

estava

em

na

fila,

aguardando

pacientemente sua morte era sua própria culpa. —Você me desafiou a comer uma grande tigela de vermes e sujeira misturada com esse material branco com bolor que encontramos na parte de trás do frigorífico da mãe, — ele a lembrou, quando o carro vazio parou na frente deles, apresentando a ela com a primeira linha. —Você poderia ter dito não. — Ela murmurou quando o pequeno portão bloqueando seu caminho se abriu bem devagar.


—Eu poderia ter, — ele concordou, parecendo pensativo antes de ele acrescentar. —mas então eu perderia momentos como este. —Eu

te

odeio,

ela

murmurou,

engolindo

nervosamente e enviando uma oração silenciosa quando ela mais uma vez forçou seus pés para levá-la onde ela não queria ir. —Você me ama, — disse ele, rindo enquanto ele a ajudou a dar o passo dentro do carro. —Não, eu realmente odeio você, — ela disse solenemente com um aceno enquanto ela fechou os olhos e esperou para se reunir com Porky, seu hamster amado que morreu quando ela tinha quatro anos, depois que ela pode ter lhe dado uma fatia enorme do seu bolo de aniversário de chocolate fudge. O suspiro resignado de Darrin enquanto ele afivelava a fez querer chutar o bastardo, mas isso exigiria abrir seus olhos e ela se recusou a fazer isso até que ela estivesse novamente de volta em terra firme. —Você me odeia? — Ele perguntou quando ela registrou os sons do arnês sendo baixado. —Sim! — Ela sussurrou, odiando-o com cada fibra do seu ser, naquele momento, mesmo quando ela cegamente estendeu a mão e agarrou a sua, decidindo que, se ela ia morrer então ela estava indo fazê-lo segurando a mão do bastardo que amava. —Então eu acho que não tenho outra escolha, — disse ele, soando confuso e imediatamente a colocando em defesa.


Seus olhos se abriram quando ela virou a cabeça para encará-lo. — Darrin, não faça. —Eu a desafio em dobro. — Disse o bastardo, cortandoa e selando seu destino, porque se ela sobrevivesse a este dia, o que não estava parecendo provável, ela iria matá-lo!

—Quartos separados, — Marybeth murmurou, ainda parecendo um pouquinho verde. —Nós temos dois quartos no segundo piso. Darrin a cortou, segurando sua mão. — Um quarto é bom. —Dois..., — disse Marybeth, fazendo uma pausa para fechar seus olhos enquanto ela visivelmente engoliu, —Por favor. A mulher que trabalha atrás da mesa enviou-lhe um olhar interrogativo. — Você gostaria de um quarto ou dois, senhor? —Um, — ele disse e quando Marybeth abriu a boca para tentar fugir de passar a noite em seus braços, ele bateu com a mão sobre sua boca e enfatizou —Apenas um quarto. Ela olhou para Marybeth, mas quando Marybeth não disse nada, principalmente porque ela estava muito ocupada tentando dar um tapa na mão dele, a mulher focalizou para trás em sua tela de computador. —Eu tenho um queen, dois duplos e um king com...


—Vamos levar o king, — disse ele, cortando-a, na esperança de apressar isso antes de Marybeth- —Ow! — Ele retrucou, puxando a mão e tentando livrar-se da picada quando ele olhou para baixo, para a pequena mulher que adorava. — Pare de me beliscar! —Nós, — disse ela, praticamente fervendo de raiva, — Não estamos conversando. —Sshhh, está tudo bem, querida. Eu sei que v ocê realmente não quer dizer isso — disse ele em seu tom mais condescendente quando ele estendeu a mão e acariciou-lhe a cabeça, amando o jeito que seu rosto ficou vermelho de raiva. Ela abriu a boca, provavelmente para chamá-lo de um idiota, mas tudo o que conseguiu dizer foi um som abafado, sua raiva muito forte para formar uma palavra coerente neste momento. Não que ele poderia culpá-la. Ele realmente não podia. Quando ele puxou a carteira e entregou sua carteira de identidade e cartão de crédito, ele não poderia ajudar, mas pergunto se a desafiando a ir ao brinquedo elevador drop2 cinco vezes seguidas depois que ela comeu o cachorro quente foi demais. Quando ela passou por ele e tomou o cartãochave da funcionária da recepção e saiu, deixando-o para carregar sua bolsa e segui-la, ele decidiu que ela estava apenas sendo exageradamente mal-humorada.

2

Brinquedo como o BIG TOWER do Beto Carreiro


—Trevor e Zoe levaram as crianças para casa, — Darrin disse quando entrou no pequeno banheiro e encostou-se ao balcão. —Eu pensei que eles estariam hospedados para a noite, — disse ela, decidindo que ela gostava do mundo muito mais com os olhos fechados. Sim, mantendo os olhos fechados era definitivamente o caminho a percorrer, ela decidiu quando o mundo parou de girar e balançar. Ela lentamente exalou, querendo que a tontura e náusea que a assolaram desde que ela tropeçou fora da primeira montanha-russa, fossem embora. Ela abaixou-se na banheira e colocou a toalha de rosto molhada sobre os olhos. —Sim, bem, — disse Darrin, rindo —parece que eles têm as mãos cheias com as crianças desafiando duplamente uns aos outros para fazer alguma coisa incrivelmente estúpida de cinco em cinco minutos. Com um gemido, ela se abaixou na água até o queixo estar tocando a água quente. —Merda. —Eles não estão muito felizes conosco agora, — disse Darrin quando o sentiu traçando seu queixo com as pontas dos dedos. Não, ela não pensou que eles estariam. Eles eram normalmente muito bons em não ficar desafiando em dobro


um ao outro na frente de crianças. Não que ela estava tomando qualquer parte da culpa sobre isso, não após o inferno que o bastardo a colocou hoje. Ela tinha pavor de montanhas-russas,

brinquedos

rápidos,

alturas

e

especialmente os brinquedos que de repente caiam de três andares e o bastardo se atreveu a desafiá-la em dobro para ir a cada um hoje e as crianças tinham, infelizmente, estado lá para ouvir alguns dos desafios de Darrin. É verdade, ela poderia simplesmente ter dito não e, provavelmente, deveria, mas eles estavam fazendo isso por tanto tempo, que agora ela teria se sentido errada em ir embora. Além disso, ela iria recuperá-lo. Ela sempre fazia e seria dez vezes pior do que o que ele a fez passar hoje. Ela só não faria agora, enquanto cada fibra do seu ser exigia que ela se enrolasse e morresse. —Você quer que eu te traga alguma coisa? — Ele perguntou suavemente enquanto ele removia a toalha de seu rosto. —Meu próprio quarto? — Perguntou ela, embora ela o mataria se ele a abandonasse durante a sua hora de necessidade. Ele riu quando sentiu a suave pressão dos lábios contra sua testa. — Não vai acontecer. O que mais? Ela suspirou, certificando-se

de

uma sonoridade

apropriada saísse quando ela disse, — Uma Pepsi. —O seu estômago está virado? — Perguntou ele enquanto ele gentilmente colocou a mão sobre o estômago.


Ela abriu os olhos apenas o suficiente para que ela pudesse olhar para ele. Apenas olhou. —Tudo bem, — disse ele, sorrindo enquanto ele se inclinou e roçou os lábios contra seus firmes enquanto ela continuava a olhar para ele, — Vou pegar a sua Pepsi. Ela continuou a encará-lo quando ele deixou o banheiro. Uma vez que ele foi embora, ela pegou a toalha de rosto, molhou-o na água do banho e colocou de volta sobre seus olhos enquanto ela esperava o Grim Reaper3 vir para ela ... ou para a Pepsi chegar, o que viesse primeiro. 4

3

Anjo da Morte, ceitador


CAPÍTULO 4 —Vamos! Não seja assim! —Vá. Para. O. Inferno, — ela mordeu fora enfatizando cada palavra, rolou para o lado dela e ficou mais confortável enquanto lia no iPad de Darrin, determinada a ignorar seu irmão. —Eu disse que estava arrependido! Ela revirou os olhos, porque ele não pediu desculpas e provavelmente nunca o faria. —Vá embora! —E se eu lhe disser que eu tenho pizza do Black Jack? —Oh, merda! — Ela engasgou de terror, saltando do sofá e correndo para a porta, rezando para que Darrin não o tivesse ouvido, porque mesmo que ela estivesse muito chateada com seu irmão agora, ela realmente o amava. Ela tinha a porta aberta e foi arrastando seu irmão, pizza e tudo, para dentro antes de bater à porta, estremecendo com o barulho e rezando para que Darrin não tivesse ouvido isso. —Ele não está aqui, — disse Jake, rindo enquanto ele trocou as caixas de pizza e sacos de aperitivo em seus braços para que ele pudesse aguentar o pacote de seis refrigerantes A & W para ela. —Sua caminhonete não estava lá fora? — Perguntou ela, mesmo quando ela lentamente estendeu a mão e virou a


fechadura da sua porta, encolhendo-se quando a ação produziu um estalido suave que os obrigava a ficar afastados. —Não, — ele disse provocando enquanto ele desistiu de esperar por ela para tomar o refrigerante dele e colocou o pacote na mesa de café. —Você quer comer aqui ou na cozinha? Lambendo os lábios com nervosismo, ela estendeu a mão e virou lentamente a trava, algo que ela só usava em emergências terríveis. Encolhendo-se quando o bloqueio fez um barulho mais alto ao fechar, ela congelou no local e ouviu. Quando ela não ouviu qualquer coisa, ela virou-se e pronunciou a palavra —quarto, — e fez um gesto para seu irmão mover sua bunda. Rolando os olhos azuis bebê dele, cortesia de sua mãe, Jake subiu as escadas. Ela pegou o pacote de refrigerantes e olhou em volta, certificando-se que não havia qualquer evidência deixada para trás como um guardanapo ou um desses cupons que normalmente ficavam nas caixas de pizza. Quando ela não encontrou nada que pudesse delatá-los, ela pegou a pequena garrafa de purificadores de ar perfumado que sua mãe comprou para ela como um presente de inauguração, há sete anos e liberalmente pulverizou a sala de estar e escadas enquanto ela foi para andar de cima, rezando para que o cheiro desagradável fosse suficiente para impedir Darrin de descobrir o que eles estavam fazendo. —Essa merda fede, — Jake disse, pegando o purificador de ar e seis latas de refrigerante dela e colocou-os em seu


gabinete, libertando as mãos para que ela pudesse fechar e trancar a porta do quarto atrás dela. —Mamãe me deu isso, — ela disse distraidamente enquanto ela verificou e, em seguida, verificou novamente a fechadura. —Eu acho que ela me deu a mesma garrafa alguns anos atrás, — Jake murmurou pensativamente enquanto olhava para a garrafa. — Eu tenho certeza que eu dei a uma exnamorada. —Provavelmente, — ela distraidamente concordou enquanto ela considerava colocar uma toalha contra a parte inferior da porta. —Vamos comer, — disse Jake, rindo enquanto ele jogou o braço ao redor dela. — Que diabos aconteceu com sua mão? — Ela perguntou, notando pela primeira vez que dois dos dedos de sua mão direita estavam em talas. —Huh? — Perguntou Jake, olhando para os dedos quando ele deu de ombros. — Apenas decidi que eu precisava de um novo contador. —Eu pensei que o cara que você queria me juntar era seu contador, — ressaltou, permitindo-lhe para levá-la para a cama. —Era, é a palavra operativa, — disse ele com uma piscadela enquanto esperava por ela para subir na cama.


—O que aconteceu? — Perguntou ela, mudando mais perto da beirada da cama para dar espaço para a pizza e Jake. —Nada que você precisa preocupar a sua linda cabecinha, — disse ele ironicamente quando ele estendeu a mão e deu um tapinha na cabeça dela, um hábito irritante que ele pegou de Darrin. Revirando os olhos, ela agarrou um dos pratos de papel pesado fora da caixa de pizza e jogou o outro para ele. Ela estendeu a mão, abriu a caixa e percebeu que Darrin poderia muito bem matá-la neste dia. —O Monstro, — ela disse em um tom reverente enquanto pegava uma fatia grossa que detinha todas as coberturas deliciosas conhecidas pelo homem. —Achei que isso iria compensar pelo o outro dia, — disse ele, ajudando-a a carregar a fatia impossivelmente grossa de pizza no prato dela. —Isso não, — disse ela, levando uma mordida de pizza e gemendo

quando

a crosta amanteigada e

coberturas

competiram pela atenção em sua boca, — mas é um bom começo. —O que é preciso para ganhar o seu perdão? — Ele perguntou, pegando uma fatia de pizza para si mesmo antes de fechar a tampa e forneceu-lhes uma mesa. —Bem, além de uma cerveja de raiz? — Ela perguntou, dando-lhe um olhar aguçado que o tinha revirando os olhos e levantando-se.


—Sim, além de uma cerveja de raiz, — disse ele, agarrando o pacote e caminhando de volta para a cama. Quando se sentou, ele entregou-lhe uma lata. —Você pode parar de tentar juntar-me com os seus amigos perdedores, — sugeriu-a, esperançosa. —Meus amigos não são perdedores, — disse ele em torno de um grande pedaço de pizza, gemendo de prazer. Isso era verdade. Seus amigos e os homens que normalmente ele tentou juntá-la não eram perdedores, mas o último foi definitivamente. Sério? Que tipo de perdedor estava disposto a pagar para sexo? —E o último cara claramente não conta, — disse ele com firmeza. —Tudo bem, — disse ela, dando outra mordida antes de acrescentar, — então, basta parar de tentar me arrumar um namorado. Estou bem. —Você vai se casar com Darrin? — Ele perguntou bruscamente quando colocou o pequeno pedaço da massa na boca. —Somos apenas amigos, — ela murmurou enquanto ela deu uma mordida grande na sua pizza, mas desta vez os deliciosos sabores foram perdidos sobre ela e tudo o que ela queria fazer era jogar a pizza e Jake fora de seu apartamento para que ela pudesse evitar essa conversa, a mesma de que vinham tendo nos últimos cinco anos desde que Jake os pegou, bem, o que ele os pegou fazendo não era importante.


—Ele ama você, — disse Jake, chegando mais perto e tomando

sua mão

na dele para dar-lhe um aperto

reconfortante. —Eu sei, — disse ela, deixando cair o resto de sua pizza em seu prato e colocou-o na caixa. —Você esteve apaixonada por este homem a sua vida inteira, Goose, — ele disse suavemente, usando o apelido que a tribo de seu avô deu a ela depois de um incidente lamentável, envolvendo vários gansos, um sanduíche de manteiga de amendoim e geleia e sua determinação para alimentá-los quando tinha três anos de idade. Ela assentiu com a cabeça, porque ele estava certo, é claro. Ela estava apaixonada por Darrin Bradford. Durante muito tempo ela lutou, tentou negar, mas no final do dia, ela sabia que não havia como negar que ela o amava. Ele era o amor de sua vida e sempre seria, o que tornava as coisas piores porque ela não era suficientemente boa para ele. E ela nunca seria. —Diga a ele, Goose. Isso não vai mudar nada para ele. Ele ainda vai querer casar com você — disse Jake, colocando o prato na caixa de pizza para que ele pudesse chegar mais perto e pegar a mão dela na sua. —Eu sei que não vai, — ela disse, fungando. —Então, diga a ele. —Não.


—Por que não? — Ele perguntou, dando-lhe um aperto reconfortante em sua mão. —Porque eu o amo demais para fazer isso com ele, — disse ela, aceitando o guardanapo que ele estava segurando na mão para ela e rapidamente limpou a boca. —Ele tem o direito de tomar essa decisão por si mesmo. —Não, — ela disse, balançando a cabeça, — ele não tem. Eu não quero que ele desista de seus sonhos por mim. Durante vários minutos, nenhum deles disse nada enquanto se sentaram lá, pensando sobre as coisas até que, finalmente, Jake disse, — Então é hora de você deixá-lo ir. —Eu sei, — ela relutantemente admitiu, porque o que ela estava fazendo não era justo para qualquer um deles. Ela deveria deixá-lo ir. Ela simplesmente não estava pronta para fazer isso ainda.


CAPÍTULO 5 —Tem que ser uma armadilha, — seu irmão gêmeo disse enquanto eles estavam ali, olhando para a pequena pilha de caixas de pizza do Black Jack que descobriu escondido em seu refrigerador normalmente estéril há vinte minutos. —Eu sei, — disse Darrin, olhando fixamente para as caixas e condenando Marybeth ao inferno por provocá-los com isto. —Você não a desafiou a ir em todos os brinquedos? — Perguntou Reese, engolindo nervosamente enquanto olhava ao redor da grande cozinha. —Sim, — ele admitiu oco, perguntando que tipo de pessoa doente poderia fazer assim. —Elas já têm que estar vazias, — disse Reese, deslocando sua atenção para as caixas. —Não, — ele disse, balançando a cabeça lentamente, — elas estavam pesadas. — O que você está pensando? — Perguntou Reese, cutucando a caixa com uma faca de manteiga. — Um diurético? —Poderia ser qualquer coisa, — disse ele, dobrando um braço sobre o peito enquanto ele segurou seu queixo de forma pensativa com a outra mão.


—Talvez nós devêssemos apenas jogá-las fora, — Reese sugeriu, mas ambos sabiam que nenhum deles seria capaz de fazer isso. Havia apenas algumas coisas que você não deveria fazer, e jogar fora pizzas do Black Jack era uma delas. —Basta experimentá-lo, — disse ele, esperando que seu irmão fosse homem e acabasse logo com isso para que pudessem acabar com essa besteira. Reese

sacudiu

a

cabeça,

assumindo

uma

pose

semelhante a ele e continuou a estudar a caixa. —Você primeiro. —De

maneira

nenhuma,

disse

ele,

com

absolutamente nenhum desejo de aceitar de bom grado a vingança de Marybeth. —Eu o desafio em dobro a fazer isso, — disse Reese, o que foi realmente muito triste. —Isso só funciona vindo de Marybeth, — lembrou ao irmão. —Por quê? — Seu irmão perguntou, franzindo a testa enquanto ele desviou o olhar das caixas para encará-lo. —Porque você recusou-se a jogar o jogo quando começou. Reese bufou. — Eu não comeria aquela merda. Aquilo foi nojento. Darrin riu quando ele voltou sua atenção para a caixa. — Não foi tão ruim assim.


—Eles internaram você na UTI por um mês! — Disse Reese, parecendo tão horrorizado, quanto ele esteve naquela fatídica tarde de domingo, quando Darrin seguiu com Marybeth o primeiro desafio em dobro e comeu toda a bacia de porcaria coberta de vermes. —Foi apenas uma má reação aos vermes, — disse ele, acenando com desinteresse. —Então, isto deve ser um passeio no parque para você, — disse Reese, apontando para as caixas. —Come uma fatia ou dê o fora, — disse seu irmão, na esperança de cortar a merda e acabar logo com isso. —Não, — Reese disse simplesmente, usando a faca de manteiga para retirar a tampa aberta no topo da caixa, revelando —Ah, porra não — disse ele, engolindo em seco quando ele percebeu o que tinha na frente deles. —Um Monstro, — disse Reese, lambendo os lábios avidamente enquanto eles olharam para a pizza na frente deles. —Quatro

fatias

estão

faltando,

— ressaltou

ele,

aproximando-se para examinar a pizza procurando qualquer sinal visível de adulteração. —Ela fez isso para foder com nossas cabeças, — disse Reese, aproximando-se para examinar a pizza também. Eles

examinaram

a pizza de

todos

os ângulos,

procurando qualquer coisa que daria algum sinal sobre os planos de doentes e retorcidos de Marybeth para ele.


—Aposto que não há nada de errado com a pizza, — disse ele, rindo. —Você provavelmente está certo, — Reese concordou, combinando sua risada, mas não fez um único movimento para ir para essa pizza, observou ele. —Então, experimente uma fatia, — disse ele, apontando para a pizza. Reese estreitou seus olhos para ele. —Você. —Não, você, — retrucou, se perguntando por que seu irmão estava sendo tão malditamente difícil sobre isso. —Basta comer uma fatia! —Você come uma fatia! —Você! —Você! Por mais um minuto, eles olharam um para o outro. Esperando o outro recuar e desistir, mas ambos sabiam que nunca iria acontecer sem um pouco de incentivo físico. Com um aceno de compreensão, eles se afastaram da ilha de cozinha, deu um passo para o lado com um suspiro entediado, eles fizeram o que tinham que fazer.

Talvez devesse ter dito não quando o tio Jared ligou mais cedo para ver se ela poderia começar o projeto da antiga mansão Mason esta noite. Um momento mais tarde, quando ela abriu a porta da caminhonete e se moveu para sair


apenas para estremecer quando todos os músculos do seu corpo gritaram em protesto ela decidiu que não havia talvez sobre isso. No mínimo, ela deveria ter esperado até amanhã, quando ela tinha a sua equipe para ajudar a levar tudo para dentro e preparar a casa. Em vez disso, ela levou mais de vinte baldes de cinco litros de primer para vários diferentes locais, a maioria deles até o terceiro andar da grande mansão. Então, porque ela realmente era uma idiota, ela levou os pesados trajes pelas escadas e todo o equipamento que eles teriam a necessidade para pintar o interior da mansão reformada e colocou-os onde eles seriam necessários amanhã de manhã. Seis horas mais tarde, ela estava ferida, exausta e faminta, mas pelo menos ela não estava a ponto de chorar sobre esta situação desesperada por mais tempo. Bem, esta noite ela não estava. Toda vez que ela sentiu como se estivesse em perigo de chorar, ela empurrou-se mais duro e mais duro até que tudo o que podia pensar era como eram pesados àqueles malditos baldes e escadas. É difícil se concentrar em qualquer outra coisa quando seus braços pareciam que estavam caindo. De

alguma

forma,

ela

conseguiu

sair

de

sua

caminhonete e fechou a porta sem gritar de dor. Ela levou o dobro do tempo que normalmente fazia, mas ela conseguiu arrastar sua bunda pela porta da frente e entrou. Quando ela não viu Darrin, ela se sentiu com sorte. Gemendo baixinho enquanto tentava trabalhar a rigidez em seus ombros, ela entrou em seu apartamento, jogou as chaves na mesinha ao


lado da porta e fez-se subir as escadas, choramingando pateticamente com cada degrau. Quando ela chegou ao segundo andar, ela estava mais do que pronta a dar a noite por terminada e se enrolar em uma bola no final da escada e ficar lá até que seu despertador disparasse e a obrigasse a se levantar para que ela pudesse rastejar para seu quarto. Mas sabia que, se ela não fizesse aparecer alguns Advils e tomasse uma ducha terrivelmente quente agora, ela se arrependeria de manhã. Ela entrou em seu quarto, bateu a mão contra a parede, inclinou-se e começou o longo e tedioso processo de desatar suas botas de trabalho. Uma vez que ela teve a bota esquerda fora, ela deixou cair com um grunhido e trabalhou removendo a outra. Uma vez que isso foi feito, ela soltou outro gemido patético e se dirigiu para o banheiro, tirando as roupas dela ao longo do caminho. Ela virou-se em seu chuveiro, pegou sua escova de dente e creme dental e forçou os músculos de seu braço a trabalhar. Cinco minutos depois, ela estava fechando os olhos e saboreando a água quente que a ajudava a aliviar seu sofrimento e dores. Foi tão bom, mas muito em breve a água começou a esfriar. Com um suspiro de decepção, ela fechou a torneira de água e saiu do chuveiro. Ela secou se com uma toalha e, em seguida, enrolou-se para que ela pudesse pentear seu longo cabelo. Reprimindo um bocejo, ela pegou um frasco de loção e entrou em seu quarto, deixando cair à toalha ao longo do


caminho, deixando-a cair no chão com uma promessa mental para buscá-la na parte da manhã. Ela colocou um pouco de loção na mão e colocou o frasco na sua mesa de cabeceira. Esfregando a loção entre suas mãos, ela começou a passá-la por todo o corpo, gemendo baixinho enquanto trabalhava a última das tensões de seus músculos. Uma vez que ela fez isso, ela estendeu a mão, desligado a sua luz e se arrastou na cama. Ela enrolou-se em seu lado, fechou os olhos e soltou um suspiro sonolento, antes de se tranquilizar para a noite, ela murmurou, —Caia fora. Uma risada quente provocou seu ouvido, fazendo-a tremer enquanto Darrin envolveu seu grande braço em volta dela e

puxou-a para mais perto. — Eu estava me

perguntando quando você ia dar a volta a me chutar para fora, — disse ele, beijando seu ombro. —Agora você sabe, — disse ela em torno de um bocejo, —Só saia. Ele beijou seu pescoço. —Vire. Oh Deus… Ela realmente se assustou com o quanto ela queria fazer exatamente isso. Ela geralmente amava como ele poderia deixá-la louca com apenas algumas palavras, um olhar, um sorriso ou um simples beijo em seu ombro, mas não agora. Agora ela só queria desmaiar e ficar assim até que era hora de arrastar sua bunda para fora da cama e ir trabalhar.


—Eu não posso, — ela murmurou, choramingando um pouco no final. —Você pode querida, — ele disse suavemente enquanto ele gentilmente puxou e mudou um pouco até que ela se encontrou estendida sobre ele. Ela estava cansada demais para se empurrar longe dele e rastejar de volta para a segurança de seu lado da cama. Em vez disso, ela estava ali, choramingando, enquanto esperava ele dizer ou fazer algo que iria deixá-la implorando por mais. Deus, ela odiava ser assim fraca. —A apenas o faça rápido, — disse ela, apertando os olhos fechados quando sentiu seu corpo começar a responder a grande ereção pressionada contra seu estômago. Ele riu quando ele beijou sua testa. — Sshhh, apenas relaxe, querida, — disse ele naquele maldito tom calmante dele que tornou mais difícil manter os olhos abertos. Não ajudou exatamente quando ele começou a passar as mãos sobre as costas e os ombros. Deus era tão bom estar em seus braços, ela pensou sonolenta quando se sentiu começar a cair. —O

que

você

fez

na

pizza?

Ele

perguntou

suavemente, pressionando outro beijo na testa dela enquanto suas mãos continuavam a trabalhar sua mágica, embalandoa em um sono profundo. —Hmmmmm?


—A pizza que você deixou na minha geladeira, — ele disse suavemente, pressionando um beijo em sua testa. —O que você fez com ela? —A pizza? — Ela murmurou, tentando se concentrar. —A pizza que você deixou na minha geladeira, querida. O que você fez com ela? — Perguntou ele com outro beijo que a fez muito feliz. — A pizza do Black Jack? —Ela murmurou com uma careta. —Hmmmmm, — ele murmurou, recompensando-a com outro beijo. —Nada. —Tem certeza? — Ele perguntou, depois de uma ligeira hesitação. —Hmmmmm, — ela murmurou, mudando para ficar mais confortável e para que ela pudesse pressionar um beijo contra seu peito. —Bom, — ele sussurrou com outro beijo, parecendo aliviado. —Embora eu tenha revestido a barra de chocolate meio comida que eu deixei na minha mesa de cozinha com laxante, — explicou ela em torno de um bocejo. Ele realmente fazia um colchão confortável, pensou distraidamente enquanto ela notou o segundo exato que suas palavras foram registradas. —O que você está-oh, merda! — Disse ele, gentilmente empurrando-a fora para que ele pudesse rastejar para fora da


cama com a mão pressionada contra o seu estômago e fazendo uma corrida para seu banheiro. —Escondi todo o papel higiênico do banheiro antes de eu sair, — ela o informou sobre um pequeno suspiro satisfeito quando ela se enrolou em seu lado. —Merda! — Ele gemeu, tropeçando em direção à porta do quarto. Ela abriu a boca para dizer-lhe que ela removeu todo o papel higiênico de seu banheiro, bem, mas decidiu contra isso. Ele descobriria a extensão da sua vingança em breve, pensou enquanto cegamente chegou para trás e pegou seu travesseiro para que ela pudesse abraçá-lo. A vingança adiada realmente era o melhor, ela decidiu com um sorriso.


CAPÍTULO 6 —Apodreça no inferno, seu filho da puta! —Você tinha que vir e sabe disso, — Reese disse quando saiu da sua viatura e se juntou a ele na calçada. —Eu deveria saber que você estava do lado dela, — ele murmurou enquanto ele estendeu a mão e apertou o botão em seu colarinho para ligar o microfone. —Eco 25 e 32 estão em cena, — disse ele antes de liberar o interruptor. —Eco 25 e 32, eu tenho vocês a cena na Estrada Thompson, 32 às 11:22. — Disse a expedição, marcando sua chegada na cena. —Não tente me arrastar para o seu relacionamento fodido, — Reese disse quando começaram a subir a longa passarela. Darrin bufou com isso, porque realmente, de todas as pessoas Reese não tinha nada a falar sobre relacionamentos fodido. Não só ele estava namorando a maior puta que Darrin já conheceu, mas ele também planejava se casar com ela. Deus, ele não podia aguentar estar perto de Missy. Ninguém na sua família podia. Além de ser uma cadela, ela era irritante, vingativa, maliciosa, mentirosa e extremamente falsa. Ele não tinha certeza do que ele mais odiava sobre ela, aquele sorriso falso que ela tinha estampado em seu rosto a qualquer momento


quando ela via alguém que odiava ou toda aquela besteira de —pobre de mim— que ela estava constantemente falando. Ela trabalhava como artista. Bem, —trabalhar— pode ser um pouco generoso considerando que ela estava aproveitando-se de Reese. Ela passava a maior parte de seu tempo dormindo, comprando ou reclamando no Facebook sobre todos que se recusavam a ver o quanto ela era realmente talentosa. Pelo que ele ouviu, ela reclamava muito dele. Não que ele se importasse. Ele não o fazia, porque ele sabia que essa relação fodida não ia durar muito mais tempo. Ele admitiu que ficou um pouco preocupado por um tempo, especialmente quando Reese a deixou se mudar. Quando Reese propôs há alguns meses, ele sabia que era apenas uma questão de tempo antes que a cadela saísse de suas vidas de uma vez por todas por causa de uma razão simples. Os homens Bradford não pediam em casamento. Antes de um Bradford poder fazer uma viagem ao altar, ele tem que perder a sua fodida mente. Sequestrar sua noiva era uma tradição Bradford e Reese não estava disposto a arriscar um crime para se casar com Missy. Darrin, por outro lado... estava mais do que disposto. Ele já tentou sequestrar Marybeth uma vez antes, quando ele tinha dez anos. Se Aidan não tivesse quebrado as rodas do seu velho carrinho Red Ryder, ela já seria dele. Agora, graças à falta de consideração do irmão, ele tinha que ter uma abordagem diferente com Marybeth. Ela não queria


encontros, viver juntos, casar ou ter uma família. Isso tornava as coisas um pouco complicadas para ele, porque ele queria todas essas coisas e muito mais com ela. Não que ele ia deixar qualquer um entrar em seu caminho, porque ele não deixaria. Claro, ele poderia arrastála para fora do estado e se casar com ela e com o tempo ela iria perceber que foi o melhor, mas ele realmente não queria correr o risco de necessitar de uma cirurgia de religação testicular para que isso acontecesse. Além disso, ela já era sua para que ele não visse qualquer ponto para apressar isso. —Qual andar estamos indo? —Reese perguntou quando eles entraram no grande edifício de escritórios. —O décimo primeiro andar, — disse ele à medida que se juntou ao pequeno grupo esperando pelas portas do elevador. —Balcão de segurança não está ocupado, — Reese destacou. —Eu vi isso, — ele disse, esperando que a segurança do prédio fosse capaz de lidar com esta chamada por conta própria para que ele pudesse caminhar pela antiga mansão Mason em tempo de se juntar a Marybeth para o almoço. —Será que trouxe uma marmita ou quer pegar alguma coisa para o almoço? — Perguntou Reese, movendo-se para a cabeça do grupo para bloquear o elevador. —Marybeth embalou para mim um agradável almoço para compensar sua traição na última noite, — disse ele, perguntando se ele deveria pegar uma pizza grande ou alguns


sanduiches

para valorizar o

delicioso

almoço que o

aguardava. Reese riu quando eles fizeram um gesto para que todos pudessem se mover de lado quando o elev ador anunciou sua chegada com uma melodia de sinos. —Você roubou-lhe o almoço, não é? —Ela me devia, — ressaltou ele, desnecessariamente, em sua opinião, enquanto esperavam que as portas do elevador se abrissem. —Você só queria uma desculpa para ir ao seu trabalho e levá-la para almoçar, — disse Reese, com um sorriso. —É uma coisa educada a fazer depois de roubar-lhe o almoço, — ele murmurou, pensativo. —Ou você poderia apenas levá-la para jantar fora para compensar isso, — disse Reese bruscamente enquanto as portas do elevador finalmente abriram. Suspirando, ele entrou no elevador. —Não comece com essa merda de novo. —Eu só não entendo isso, — disse Reese, apertando o botão para o décimo primeiro andar enquanto Darrin fez um gesto para o homem tentando se juntar a eles para fazer a volta e ir embora. —Você

não

precisa,

disse

ele,

desejando,

provavelmente, pela centésima vez que Reese não tivesse parado em sua casa naquele dia fatídico, há quatro anos e o pegasse lambendo suco de morango dos seios de Marybeth...


enquanto ela o montava ... enquanto ela dizia o quão duro ela queria chupar seu pênis. Por alguma razão, Reese não acreditou nele quando ele tentou explicar, conforme ele tropeçou enquanto carregava uma pequena taça de morangos amassados, conseguindo de alguma forma derramar a taça inteira sobre seios nus de Marybeth e que ele estava tentando ajudar a limpar o suco porque era uma coisa que vizinhos deveriam fazer. Seu irmão tinha simplesmente olhado para ele, esperando ele lhe dizer o que realmente estava acontecendo, então é claro que ele explicou ainda que as calças de Marybeth ficaram arruinadas e de alguma forma escorregaram durante o acidente e que ela simplesmente veio manifestar a sua gratidão por suas habilidades de limpeza, oferecendo para chupar seu pau. Foi apenas uma série inocente de eventos que terminou com ele transando com ela em seu sofá, mas Reese foi capaz de ver isso? Não, o bastardo jumento se recusou a acreditar nele o obrigando a dizer-lhe o que estava realmente acontecendo, ameaçando contar a todos o que viu. Então, depois de uma breve briga na qual ele explicou o que aconteceria se Reese abrisse sua boca grande, ele disse a seu irmão o que estava acontecendo. Assim que ele terminou de explicar como ele estava acalmando Marybeth para se casar com ele usando o sexo, seu irmão o encarou por sólidos cinco minutos antes de chamá-lo de idiota, o que levou a outra briga onde Darrin foi forçado a bater em seu irmão. Desde então Reese fez o seu melhor para ficar de fora, mas de vez em quando ele tocava


no assunto, tentando convencê-lo de que este plano era muito ferrado para funcionar. —Por que você apenas não a desafia em dobro para casar com você? — Perguntou Reese, soando entediado enquanto estavam ali, observando como a pequena tela acima das portas anunciava o andar enquanto passavam por eles. —Nós já passamos por isso, — disse ele, suspirando pesadamente. —Refresque minha memória, — disse Reese, claramente com a intenção de agravar as coisas para ele hoje. —Porque eu quero que ela saiba que ela não pode viver sem mim antes de eu arrastar sua bela bunda até City Hall e fazê-la

a

mulher

mais

feliz

do

mundo,

ele

desnecessariamente explicou, novamente. —Já se passaram seis anos, Darrin, e ela não vai mesmo deixar você segurar a mão dela em público, — disse Reese, atirando-lhe um olhar de simpatia que ele não gostou nem um pouco. Sua mandíbula se apertou com força quando ele disse: — Cuide da sua vida, porra. Mas ele se recusou a ouvir. —Ela não quer se casar, Darrin. Ela disse a você. —Ela não sabe o que ela quer, — disse ele, desejando que o elevador malditamente se apressasse para que ele pudesse ter essa chamada finalizada e fugir do bastardo e dessa fodida conversa que ele se recusava a ter.


—Você quer se casar e ter uma família e ela não, — disse Reese, com um encolher de ombros. —Isso nunca vai mudar. Com um olhar, ele virou-se para seu irmão. —Só por isso, você está fora da corrida para posição do padrinho quando ela finalmente começar a ter meus bebês preciosos. —Seu filho da puta! —Reese engasgou de indignação. — Você não pode fazer isso! —Acabei de fazer, — disse ele com ar satisfeito, voltando sua atenção para as portas do elevador, assim quando o elevador soou, anunciando sua chegada. —Seus filhos teriam sorte de me ter como seu padrinho e você sabe muito bem disso, — Reese rosnou. —Eles podem fazer melhor, — disse ele com um encolher de ombros só para irritar seu irmão. As portas começaram a abrir quando Reese decidiu o seu jogo. —Você sabe que ela só está com você, porque ela pensou que você fosse eu, certo? Darrin considerou bater em seu irmão, mas naquele momento as portas do elevador se abriram, revelando o motivo que eles foram chamados. —Eu desisto, filhos da puta! — Anunciou uma mulher gorda de meia-idade em pé na mesa da recepcionista, acrescentando um —Whoo-hooo! —No final quando ela arrancou a blusa e agitou por cima de sua cabeça.


Suspirando, Darrin voltou para trás, agarrou Reese pela parte de trás do seu pescoço e empurrou-o em direção à mulher muito animada quando ela arrancou o sutiã e jogou voando. —Você vai pagar por isso, seu filho da puta! — Reese gritou quando o sutiã lhe deu bateu no rosto segundos antes da mulher o ver e decidir tentar usar sua mão em sua direção.


CAPÍTULO 7 —Mas eles pediram o verde menta, — tio Jared disse, parecendo adoravelmente confuso enquanto olhava impotente em torno da grande sala de estar. —Nós já passamos por isso, — disse ela, apontando para Bill, um dos membros de sua equipe, para começar a trabalhar no grande foyer. —Eles não vão ficar felizes, — disse ele com um leve beicinho quando ele olhou a amostra da tinta na mão que os clientes escolheram e o verde colonial que agora cobriam as paredes. —Era brega e brilhava. Eles teriam me chamado para pintar a sala em menos de uma semana. Desta forma, eu salvo tempo e dinheiro consertando o seu erro agora — disse ela, olhando para o relógio com uma carranca. Onde estava aquele bastardo? —Sim, mas— Suspirando, ela enfiou a mão na bolsa e tirou a foto que ela imprimiu na noite passada. —Dê-lhes isso. Ele franziu a testa para a foto. —Esta é a cor que eles escolheram? —Seria essa mesma, — ela disse, agarrando a mochila e a jogou sobre o ombro enquanto se dirigia para a porta da frente.


—Deus, isso é horrível — tio Jared disse, aproximandose dela. —É uma cor institucional, — ela apontou, olhando ao redor do quintal grande, procurando Darrin, mas o bastardo não estava lá. —Bem, agora você está apenas exagerando. Com muita fome e reconhecidamente mal-intencionada, ela apontou para a legenda na parte inferior da imagem. —Isso é de Riker 's Island. —Oh ... —Basta explicar que esta cor irá adicionar mais calor e sofisticação, bem como complementar o seu mobiliário e você deve estar com tudo pronto, — disse ela, caminhando para sua caminhonete, relaxando quando um dos funcionários do tio Jared conseguiu distraí-lo para que ela pudesse fazer uma saída limpa. —Droga, — ela murmurou pateticamente um minuto mais tarde, quando ela ligou seu carro e viu o relógio brilhando no painel. Ela já estava dez minutos atrasada para sua consulta, morrendo de fome, irritadiça, cansada e dolorida da noite passada. Tudo o que ela queria fazer era ir para casa, encher um balde com gelo e cerveja, tirar a piscina infantil que ela comprou no último verão para as crianças, enchê-la até a borda com água fria, colocar na sala de estar e passar o resto


da noite nela. Mas, infelizmente para ela não era uma opção. Ela não podia ignorar esta consulta. Ela também não podia adiar o almoço até depois da consulta, porque ela estava começando a sentir tonturas. Suspirando pesadamente, ela se resignou a deixar Marge, a recepcionista do inferno ficar brava, e se dirigiu para o Carne Assada do Roy Trinta

minutos

mais

tarde,

ela

estava

fazendo

malabarismos com dois grandes sacos de papel marrom em seus braços e tentando abrir a porta da frente para Bradford Medical Associates. Demoraram dois minutos, alguma insistência e empurrões até que Marge finalmente se aproximou e abriu a porta para ela. —Você está quarenta e cinco minutos atrasada — disse Marge com a mesma carranca que ela estava desde que Marybeth era criança. —Tráfego, — disse Marybeth com um encolher de ombros, sem se preocupar em pedir desculpas desde que ela sabia por experiência que só poderia irritar mais a recepcionista. Marge se afastou com um sofrido e longo. — Você pode esperar no escritório dele, se quiser. Inclinando-se apenas o suficiente para que ela pudesse tomar um gole do canudo que estava cutucando para fora de um dos sacos, ela olhou ao redor da pequena sala de espera, observando que a única cadeira disponível era entre um garoto que parecia totalmente fascinado com o conteúdo do


seu

nariz

e

um

homem

de

meia-idade

gemendo

miseravelmente em um balde grande e decidiu pegar a oferta de Marge para se livrar dela. Ainda tomando seu refrigerante ela caminhou em direção ao corredor de trás. Ela fez uma pausa na primeira porta do escritório e bateu com o pé. Trinta segundos depois, a porta se abriu e ela foi aliviada de uma de suas bolsas. — Obrigado, querida, — Dr. Bradford, o pai de Darrin, disse com um sorriso quando ele fechou a porta atrás dele e voltou para o que parecia ser uma chamada de telefone com um cirurgião. Continuando a saborear seu refrigerante, ela caminhou pelo corredor até chegar à porta marcada, —Dr. Aidan Bradford —. Abraçando o saco restante contra o peito, ela bateu na porta e esperou. Quando não houve resposta, ela abriu a porta e entrou, certificando-se de fechar a porta atrás dela. Ela caminhou até o sofá de couro perto da grande janela da sacada, colocou o saco repleto de sanduíches de carne assada e batatas fritas onduladas na mesa de café e tirou o copo para beber e sentou-se. Sabendo que ela não tinha muito tempo antes de Aidan sentir o cheiro de carne e batatas fritas, ela cavou seu sanduíche e batatas fritas fora do saco e começou a comer. Nem mesmo um minuto depois, Aidan entrou em seu escritório, suspirando pesadamente enquanto ele jogava uma pasta sobre a mesa. Sem uma palavra, ele sentou-se ao lado


dela no sofá. Ele pegou o refrigerante e tomou um gole enquanto ele enfiou a mão no saco e começou a puxar os sanduíches que ela tinha pedido para ele. —Você está atrasada, — disse ele, desembrulhando um sanduíche de rosbife de luxe com esforço e deu uma mordida enorme. —Desculpe, — ela murmurou, tomando o refrigerante dele e tomou um gole antes de colocar de volta na mesa de café. —Você está pálida, — Aidan observou em torno de uma batata. —Eu sei, — disse ela, levando uma mordida de seu sanduíche. —Seus resultados do exame de sangue chegaram esta manhã, — disse ele, tomando outro gole de refrigerante. Precisando de algo para fazer, ela pegou um pacote de ketchup e lentamente abriu. —E? —E, — disse ele, balançando a cabeça enquanto colocava seu refrigerante de volta na mesa, —não é bom. Ela balançou a cabeça lentamente, odiando-se por esperar por boas notícias, algo que iria acabar com esse pesadelo e dar-lhe a única coisa no mundo que ela desejava. —Quão ruim? —Precisamos mudar o seu medicamento para outra coisa, — disse ele, colocando o sanduíche meio comido na


mesa de café e limpando as mãos em um guardanapo, deixando-a saber, o quão ruim isto era. —O

que

mais?

Ela

perguntou,

engolindo

nervosamente enquanto olhava para o pacote de ketchup nas mãos. —Você desenvolveu anemia perniciosa, Marybeth. —O que mais? — Perguntou ela, estendendo a mão rapidamente enxugando as lágrimas inúteis que não mudaria nada. —Os seus níveis de vitamina B-12 estão muito baixos. Você vai ter que mudar para uma injeção diária. Seus níveis de ferro estão perigosamente baixos e seus níveis de vitamina D e cálcio, o que explicaria por que você está cansada o tempo todo, — ele explicou quando ele se abaixou e pegou sua

mão

tremendo

na

dele

e

deu-lhe

um

aperto

reconfortante. —O que mais? — Perguntou ela, com a voz embargada, porque ela sabia, sem dúvida que havia mais. Houve uma pequena pausa antes de dizer: —Seus níveis de estrogênio estão altos, o que significa que precisamos marcar outro ultrassom e ver se o tecido se espalhou. Ela assentiu com a cabeça atordoada, mesmo quando ela disse: —Eu pensei que não seria capaz de crescer desde que eu estava no controle da natalidade.


—O medicamento reduziu a sua velocidade por um tempo, mas agora... —Agora o medicamento não está funcionando, — ela terminou por ele quando seu mundo desabou ao seu redor. —Sinto muito, Marybeth. Eu gostaria de ter notícias melhores, — disse Aidan, liberando a mão para que ele pudesse colocar o braço em volta dela e segurá-la quando o primeiro soluço saiu. — Sinto muito, — disse ele mais ou menos quando ele a puxou em seus braços e segurou-a firmemente. — Porra, desculpe. Agarrando sua camisa, ela enterrou o rosto em seu ombro e segurou enquanto ela sentiu seu coração finalmente quebrar quando sua última esperança que tudo isso foi um sonho ruim desapareceu.


CAPÍTULO 8 Ele fechou a porta da frente atrás dele e foi até sua porta, perguntando se ele deveria ligar com antecedência e fazer uma reserva para o jantar no restaurante favorito de Marybeth ou se ele deveria —Pare de ser um bebê e apenas faça! —Marybeth de repente gritou: chamando a sua atenção para a porta fechada do apartamento. —Pare de me apressar, mulher! Vou colocá-lo em você quando eu estiver malditamente satisfeito e pronto! — Ele ouviu o que pareceu com seu irmão Aidan rosnando, o que, naturalmente, o fez deixar sua mochila no chão e caminhar a curta distância até a porta de Marybeth. —Apenas faça isso! —Eu vou assim que você parar de se mover! —Pare de dar desculpas e faça! Coloque-o em mim! — Marybeth

exigiu

no

momento

que

ele

suspirou

profundamente enquanto ele lentamente abria a porta para encontrar a mulher que ele amava dobrada sobre a extremidade do sofá com a bunda no ar e seu irmão deslocando nervosamente atrás dela. —Isso vai picar um pouco, — Aidan avisou quando ele colocou a mão em seu quadril para mantê-la imóvel. —Então basta fazê-lo! —Pare de me apressar!


—Eu não teria que te apressar se você tivesse aplicado logo e acabado com isso, — Marybeth destacou com um acesso de raiva quando ela mudou para ficar mais confortável enquanto Aidan olhou para a bunda dela. —Eu vou fazer isso agora, se você parar de se mover! Se você não gosta do jeito que eu faço isso, então da próxima vez agende uma entrevista com meu pai em vez de pedir-me para pegar o medicamento e fazer isso aqui! —Se você não o aplicar no minuto seguinte, eu vou. — Oh, meu deus do caralho! — Ela terminou em um grito quando Aidan empurrou a maior agulha que Darrin já viu na bela bunda de Marybeth. —Seu filho da puta! —Marybeth gritou em torno de um suspiro sufocado enquanto Aidan puxou a agulha. —Eu lhe disse que ia doer! —Não, você disse que ia picar! —Essa é a mesma maldita coisa maldita! —Aidan apontou quando Marybeth levantou e se esforçou para puxar suas calças para cima, enquanto ela murmurou algumas ameaças de violência contra a bunda de Aidan. Sentindo uma dor de cabeça chegando, Darrin decidiu que ele viu o suficiente. Esfregando as mãos rudemente pelo seu rosto, ele se virou e saiu, decidindo que uma noite com os caras estava definitivamente na ordem.


—O

que

foi

isso?

Ela

perguntou,

ficando

completamente imóvel quando ouviu o som revelador de uma porta se fechando. —Acho que ele viu, — disse Aidan, suspirando pesadamente enquanto ela puxava para cima as calças, tentando não entrar em pânico. —Merda! — Ela gemeu, se atrapalhou com o botão de sua calça por um minuto até que ela desistiu e dirigiu-se para a porta da frente. —Ele provavelmente não ouviu muito, — disse Aidan, soando esperançoso a fazendo gemer pateticamente enquanto ela abruptamente se virou e se dirigiu para a cozinha, decidindo que ela simplesmente não teria essa conversa com Darrin. Se ele soubesse então eles falariam sobre isso, mas não agora, quando tudo o que ela queria fazer era pegar uma Coca-Cola e o saco de Kisses Hershey que ela escondeu na caixa de absorventes no andar de cima e vegetar na frente da televisão. Ela pegou duas latas de Coca-Cola e subiu as escadas, não realmente surpresa quando Aidan a seguiu. Ele não disse nada, provavelmente porque ele estava com medo de que ela fosse começar a chorar de novo, o que ela odiava admitir, mas era uma possibilidade concreta, algo que ela não queria fazer na frente de Darrin. Ela colocou a Coca-Cola em sua mesa de cabeceira e entrou no banheiro, puxou a gaveta aberta e pegou a caixa de absorventes tamanho econômico que ela comprou há oito


anos e levou-a de volta para a cama, onde Aidan já estava descansando com uma de suas preciosas Coca-Cola em sua mão. Franzindo a testa, ele viu quando ela abriu a caixa e jogou os dois grandes sacos de Kisses Hershey que ela estava escondendo de Darrin na cama. —Que diabos..., — ele murmurou enquanto olhava da caixa de absorventes vazia para o chocolate que ela planejava devorar e de volta para a caixa vazia. —Diga a Darrin e eu vou fazer da sua vida um inferno, — prometeu ela, abrindo sua coca com um suspiro quando ela pegou o controle remoto e se estabeleceu para uma longa e deprimente noite de filmes do Lifetime. —Entendido, — disse Aidan com um aceno enquanto pegava um de seus sacos de chocolate. —Toque em meu chocolate e você cantará soprano para o resto de sua vida, — ela colocou para fora, quando ela se moveu para que pudesse se ajustar contra ele. Ele limpou a garganta enquanto ele rapidamente perdeu o interesse em seu chocolate e colocou seu braço ao redor dela, —Devidamente anotado.

—Onde está Marybeth? —Reese perguntou quando ele se sentou ao lado dele na mesa do bar lotada. —Em casa, — disse ele com um suspiro cansado quando ele tomou um gole de sua cerveja.


—Por que ela não veio? —Seu irmão gêmeo perguntou com uma expressão confusa quando Darrin foi novamente forçado a mudar sua cadeira para a esquerda e para longe do casal se agarrando ao lado dele. —Porque esta é a noite dos caras saírem, — ele mordeu fora olhando incisivamente para os dois grandes bastardos que se sentaram a direita, os mesmos que tinham não só trazido suas esposas na noite dos caras, mas que também não conseguiam parar de ficar beijando e apalpando o traseiro delas. —Se você queria ter uma noite dos rapazes, então por que você os convidou? — Perguntou Reese, apontando para Trevor e Jason com a mão cheia de amendoins. —Eu não convidei, — disse ele, revirando os olhos em desgosto quando Zoe riu quando Trevor divertidamente mordiscou seu pescoço. Patético, ele pensou com desgosto, não de todo ciumento que seus primos eram livres para tocar e beijar as mulheres que amavam sempre que quisessem, enquanto ele tinha que esconder seu relacionamento com Marybeth. Ele estava bem com isso, absolutamente porra bem, disse a si mesmo quando ele levantou a garrafa de cerveja vazia e fez um gesto para a garçonete passando por eles para trazer outra. —Então por que eles estão aqui? — Perguntou Reese, que sustenta dois dedos, pedindo a sua própria cerveja.


—Eu não tenho ideia caralho, — disse ele com um suspiro pesado. —Eles só apareceram uma hora atrás, sentaram-se e começaram a fazer isso. —Você

quer

mudar

para

outra

mesa?

—Reese

perguntou quando Trevor de repente agarrou Zoe de sua cadeira e arrastou-a para o seu colo. —Eu já tentei isso, — admitiu, balançando a cabeça em agradecimento quando a garçonete colocou uma garrafa de cerveja na frente dele. —Eles me seguiram. Reese riu quando ele tomou um gole de cerveja. —Danny vem? —Não, sua namorada está fazendo o jantar hoje à noite, — disse ele, odiando o fato de que ele estava com ciúmes de seu irmão, especialmente porque Danny merecia um pouco de felicidade depois de toda a merda que a vida lhe fez passar. —Você conheceu ela? — Perguntou Reese, agarrando o pequeno menu de aperitivo posicionado entre as garrafas de ketchup e molho de churrasco no meio da mesa. —Não, — ele disse, balançando a cabeça enquanto ele sinalizou para a garçonete. —Aidan e o tio Jared não podem dizer coisas agradáveis suficientes sobre ela, — disse Reese, olhando por cima do menu. —Isso é porque ela cozinha para eles, — ressaltou.


—Não é isso, — disse Reese, seus lábios se contraindo com diversão enquanto gesticulava para o menu de aperitivo quando a garçonete parou em sua mesa e tirou um pequeno bloco de notas fora de seu avental. —Quatro de tudo, por favor. —É melhor pedir cinco, se você deseja que as meninas possam conseguir alguma coisa, — disse Darrin, apontando para Haley e Zoe, que pareciam completamente obcecadas com os bastardos que as prendiam... —Eu vou colocar esses pedidos na frente, — disse a garçonete com um sorriso, nem mesmo pestanejou com o seu pedido, mais do que acostumada a lidar com Bradfords e seus apetites. —Será que você fez uma verificação de antecedentes sobre ela? —Reese perguntou uma vez que sua garçonete se afastou. Darrin riu quando ele tomou um gole de cerveja. —Três meses atrás. Você? Sorrindo, Reese acenou com a cabeça quando ele terminou a cerveja e sinalizou para outra. —Papai me pediu para fazê-lo há quatro meses, — admitiu com pesar quando ele pegou outro punhado de amendoins. Ele não estava exatamente surpreso desde que o seu pai não conseguia parar de se preocupar com o seu irmão mais velho. Seu pai estava sempre se preocupando com Danny,


preocupado que ele não estava comendo o suficiente, que não estava cuidando de si mesmo ou que ele estava com dor e não estava dizendo a ninguém. Darrin se preocupava com seu irmão, todos eles faziam, mas eles eram livres para se preocupar com ele. Seu pai, por outro lado... seriamente ferrou tudo e não conseguia parar de ferrar-se. Ele morria de medo de dizer ou fazer algo e empurrar Danny para longe e Darrin podia entender provavelmente mais que qualquer um, dado a sua situação com Marybeth, mas foi um erro. Seu pai precisava parar de brincadeira e enfrentar o passado, antes que fosse tarde demais. Quando os dois finalmente lidassem com isso, eles provavelmente viriam a golpes, mas isso era de se esperar. —Você

pegou

um

turno extra amanhã? —Reese

perguntou, felizmente desviando a conversa longe de seu pai e todas as outras besteiras que ele não queria pensar esta noite. —Não, — ele disse, balançando a cabeça enquanto ele se moveu para trás quando a garçonete se aproximou com uma bandeja transbordando com batatas fritas com queijo e asas de frango, —Eu vou tirar um dia de folga e dormir um pouco antes de eu desabe. —Isso é provavelmente é uma boa ideia, — Reese concordou quando ele se sentou para trás de modo que a garçonete pudesse colocar a primeira parte do seu pedido sobre a mesa.


Ele considerou sugerir que seu irmão fizesse o mesmo, mas depois ele repensou quando ele percebeu que significaria que seu irmão iria acabar por ter de passar mais tempo com Missy, um destino que ele não desejaria ao seu pior inimigo. —Você quer assistir a um filme amanhã ou você está planejando passar o dia descansando na cama com Marybeth? — Perguntou Reese, ganhando um olhar aguçado dele e um chute por baixo da mesa apenas no caso de seu irmão não receber a mensagem. —Por que diabos você está me chutando? —Reese exigiu com um olhar acusador. —Porque você tem uma fodida boca grande! — Ele retrucou, tentado chutar seu irmão novamente. Revirando

os

olhos,

Reese

pegou

um

prato

transbordando com batatas fritas, queijo e bacon e puxou-o na frente dele. —Eles já sabem, — disse ele com um encolher de ombros descuidado quando ele pegou uma batata e empurrou-o na boca. —Ele está certo, — Jason disse de repente quando o bastardo estendeu a mão e agarrou as asas de frango, — Nós sabemos. —Todo mundo sabe, — Trevor acrescentou com um encolher de ombros quando ele se aproximou e roubou a cerveja de Darrin. Reconhecidamente atordoado, ele olhou para seus primos para confirmação. Zoe deu de ombros quando ela se


aproximou e roubou uma batata frita de seu prato. —Ele tem razão. —Nós sabemos há anos, — Haley admitiu quando ela empurrou os óculos de volta até seu nariz e também roubou uma de suas batatas fritas. —Como?

Ele

perguntou,

lançando

um

olhar

assassino para seu irmão, perguntando se o bastardo abriu a boca grande. —Eu encontrei vocês dois se beijando na cozinha de sua mãe há alguns anos, — Zoe anunciou com um encolher de ombros. —Eu também, — Haley disse quando ela levou mais uma batata. —O mesmo aqui, — disse Jason com a boca cheia de batatas fritas. —Eu entrei no quintal e encontrei você dobrando Marybeth sobre a mesa de piquenique e... Com um suspiro pesado, ele disse, — Eu entendi o ponto, — cortando seu primo e fazendo-o saber quanto tempo teria antes de Marybeth descobrir que o seu pequeno segredo não era mais tão secreto e tentaria usar isso para afastá-lo.


CAPÍTULO 9 Será que essa noite nunca vai acabar? Ele se perguntou quando ele jogou as chaves e carteira sobre a mesa e perguntou: —O que diabos você está fazendo aqui? Com um olhar selvagem em seus olhos, Aidan olhou para ele antes de olhar rapidamente de volta para a mulher dormindo

enrolada

contra

ele.

—Nada, — disse

ele

lentamente quando ele cuidadosamente pegou um saco meio vazio de Kisses Hershey e moveu-se longe de Marybeth. —O que você está fazendo? — Perguntou Aidan, esgueirando um olhar para baixo, para Marybeth quando ele pegou um punhado de chocolate e freneticamente desembrulhou-os antes de empurrá-los em sua boca. —Checando

ela,

disse

ele,

convenientemente

deixando de fora o fato de que ele estava pensando em tomar um banho e subir na cama com Marybeth, logo que Aidan saísse. —Eu também, — Aidan concordou distraidamente, enquanto se apressava para desembrulhar outro punhado de chocolate enquanto ele continuava olhando para baixo para Marybeth, olhando como se ele esperasse ela acordar e ir para as bolas dele a qualquer momento.


—É seu estoque dos absorventes? — Ele perguntou, apontando para o chocolate que seu irmão estava devorando. Aidan congelou no meio da mastigação. —Talvez? —Merda, — ele murmurou, esfregando a parte de trás do seu pescoço quando ele olhou para a televisão e quase gemeu quando viu o canal Lifetime, o símbolo do flash na parte inferior da tela. Isso não era bom. Um filme do Lifetime e farras de chocolate eram geralmente reservados para quando ele ferrou e a deixou seriamente irritada. —Saia, — disse ele, suspirando pesadamente enquanto ele esfregou as mãos pelo seu rosto. —Mas o filme ainda não acabou, — Aidan apontou com a boca cheia de chocolate novamente —Não me importo. Saia, — disse ele, agarrando seu irmão pelo tornozelo e puxando. —Seu filho da puta! —Aidan engasgou quando suas costas bateram no chão. —Da próxima vez você vai me ouvir, — Darrin explicou calmamente, ignorando as tentativas desesperadas do seu irmão para escapar do seu agarre quando ele o arrastou para o corredor, onde ele o soltou. —Tranque

tudo

ao

sair,

— disse

ele

enquanto

caminhava de volta para o quarto de Marybeth e fechou a porta atrás dele, certificando-se de trancá-la. —Você bastardo abusivo! — Ouviu Aidan gritar de indignação quando ele desfez o cinto e tirou os sapatos.


—Isso foi maldade, — disse Marybeth com um sorriso sonolento, quando ela abriu os olhos e viu-o, fazendo o peito apertar. Deus, ela era tão linda... —Ele não sairia, — ele explicou quando ele andou até a cama e sentou-se ao lado dela. —Você poderia tê-lo convidado a sair, — ela apontou provocantemente quando ela se inclinou e beijou-o. —Eu poderia... —ele se esquivou antes de acrescentar: — Mas onde está a diversão nisso? Ela revirou os olhos alegremente, mesmo quando ela se moveu para se aconchegar contra ele. —Aonde você foi? — Ela perguntou-lhe quando se moveu para ficar mais confortável. —Noite dos caras saírem... — ele disse quando se inclinou e beijou o topo da sua cabeça, saboreando seu perfume de morangos e creme. —Eu pensei que nós iriamos jantar esta noite, — disse ela calmamente enquanto brincava com um dos botões da camisa. —Nós íamos, — ele disse, envolvendo seu braço ao redor dela enquanto ele pressionou um beijo contra o topo de sua cabeça. —Então o que mudou? Ele suspirou profundamente quando ele disse, — Dia da injeção.


—Dia de injeção? — Ela repetiu para trás, sem saber o que tinha a ver com qualquer coisa. —Você sempre me chuta para fora no dia de injeção, — disse ele com um encolher de ombros descuidado quando ele se inclinou para baixo e deu um beijo contra o pescoço dela, fazendo-a lamber os lábios quando ele colocou a mão em seu estômago e lembrou-lhe exatamente por que ela o evitou sobre os dias em que ela teve que tomar injeção mensal. Ela colocou a mão sobre a dele onde ele estava distraidamente acariciando sua barriga e empurrou-a. Ela não tinha certeza se ele percebeu que ele estava fazendo isso, mas ele fazia isso a cada vez que ela tinha que tomar uma injeção, tornando uma situação já difícil insuportável. Ele também fazia isso a qualquer momento que eles estavam em torno de alguém que estava grávida, ou quando via um bebê ou uma criança fazer algo bonito. Ele colocava seus braços em volta dela, a mão sobre o estômago e, com a menor carícia, ele quebrava seu coração um pouco mais. Ele queria uma família e ela não poderia dar isso a ele e ela queria desesperadamente, mais do que qualquer coisa. Ela queria passar o resto de sua vida com ele, começar uma família com ele e envelhecer juntos, cercado por seus filhos e netos, mas isso nunca ia acontecer, pelo menos não para ela. No momento certo, e Deus, quantas vezes ela disse a si mesma que era o momento certo, ela deveria pôr fim a essa coisa entre eles de uma vez por todas para que ele pudesse


seguir em frente e encontrar uma mulher que não era quebrada e poderia dar-lhe o que ele merecia. —Você ainda está com raiva de mim? — Ele perguntou quando ela se moveu para o lado, de costas para ele. —Não, — ela disse suavemente, odiando a maneira que seu lábio inferior tremeu, — Eu só estou cansada. Sentiu-o deslocar atrás dela, na esperança de que ele iria apenas embora para que ela pudesse deitar aqui chafurdar na auto piedade, mas em vez de sair, ele enrolou seu grande corpo por trás dela e colocou seu braço ao redor dela. Ele esticou o braço e colocou a mão sobre a dela. —Eu não gosto do efeito que estas injeções têm em você, — ele murmurou, pressionando um beijo contra sua nuca enquanto ela fechou os olhos e orou para que este dia acabasse. Deus, ela odiava o dia da injeção. —Está tudo bem, — ela murmurou com uma fungada suave. —Não, não está, — disse ele, apertando seu abraço em volta dela. — Sem mais injeções, Marybeth. —Eu preciso delas. —Não, você não precisa, — ele disse, pressionando um beijo

em

seu

pescoço.

Eu

vou

começar a usar

preservativos, querida. Não há necessidade de se manter sofrendo por isso. Ela balançou a cabeça.


—Não, tudo bem. —Não, — ele disse, pressionando outro beijo contra seu pescoço, — Não está. Eu não quero que você tome mais as injeções. —Não é sua decisão, — disse ela, parte dela desejando que ela tivesse acabado de terminar essa coisa entre eles anos atrás para que ela não fosse forçada a deitar aqui em seus braços enquanto ele fazia tudo pior por ser tão compreensivo. Ele suspirou profundamente quando ele estendeu a mão e empurrou o cabelo longe de seu rosto. — Seria realmente tão ruim? — Ele perguntou, roçando seus lábios ao longo de sua mandíbula quando ele mais uma vez colocou a mão sobre o estômago, fazendo-a fechar os olhos e lutar para não chorar. — Faríamos lindos bebês, Marybeth, — ele sussurrou, beijando sua mandíbula. —Eu não quero filhos, Darrin, — ela disse, forçando a mentira quando ela engoliu a bile que ameaçava mandá-la correndo para o banheiro. —Você já pensou sobre como seria? Só a cada minuto do dia que estava acordada. —Nem toda mulher quer ser uma mãe, — disse ela, repetindo o que a enfermeira disse a ela quando ela tinha quinze anos e a devastou por descobrir que ela nunca seria capaz de ter um filho.


—Você seria uma mãe maravilhosa, — disse ele, apertando os braços em volta dela. —Qualquer criança teria sorte de ter você. —Pare, Darrin, basta parar, — disse ela, empurrando a mão dele quando ela se arrastou para fora da cama, a necessidade de colocar algum espaço entre eles antes que ela fizesse algo estúpido como lhe dizer a verdade apenas para que ela pudesse pôr fim a este pesadelo. Ele sentou-se e jogou as pernas para o lado da cama enquanto empurrava os dedos pelo cabelo curto. — Eu não vim aqui para incomodá-la. —Está tudo bem, — disse ela, sacudindo a cabeça, distraída quando ela olhou para o relógio. Era apenas depois das nove horas e, infelizmente, a maioria dos lugares estaria começando a fechar para a noite, limitando suas opções para uma fuga. —Que tal um banho e um jantar mais tarde? — Sugeriu ele, parecendo exausto e a fazendo saber quanto tempo passou desde que ele tirou um dia de folga e teve um pouco de descanso. Um tempo extremamente longo, ela decidiu quando ela agarrou uma das camisas velhas e um par de cuecas dele que ela pegou outro dia e se dirigiu para seu banheiro. Ele a seguiu, mas não disse nada quando ela ligou a água. Ele estendeu a mão atrás dela e ajustado a água antes de pegar do chuveirinho e levar até banheira enquanto ela deu um passo atrás para que pudesse se ajoelhar na frente do


pequeno armário ornamentado que ele construiu para ela quando eles tinham quatorze e procurou os sais de banho favorito que ele deu a ela ao longo dos anos até que ela encontrou, framboesa preta e baunilha. Sem uma palavra, ela entregou a pequena garrafa de sais perfumados para Darrin. Enquanto ele jogou os sais na banheira, ela tirou a roupa e jogou-as no cesto. Ao vê-lo fazendo o mesmo, ela considerou lhe dizer que ela precisava de espaço, mas o olhar que ele lhe enviou lhe disse que ele não estava deixando-a afastá-lo, não esta noite. Mas logo, ela não teria escolha.


CAPÍTULO 10 —Marybeth? — Ele chamou quando a porta da frente se fechou atrás dele. Não houve resposta. Não que ele realmente esperasse uma. Ele considerou lhe enviar uma mensagem de texto para ver quanto tempo ela ainda ia continuar com isso, mas ele já sabia a resposta. Oh, ele sabia... As últimas duas horas ela estava lhe enviando fotos para deixá-lo puto da vida. Muitas vezes ele encontrou-se esgueirando para o banheiro da estação, puxando o seu telefone e olhando todas as imagens que ela lhe enviou. Deus, ela era a porra de uma provocação, ele pensou com um gemido abrindo a porta do apartamento e entrando, sem se preocupar em fechar a porta atrás dele. Um som no celular o alertou para uma nova mensagem de texto. Ele puxou seu telefone celular, lambendo os lábios em antecipação e desbloqueando a tela. A imagem que apareceu na tela pequena obrigou-o a agarrar a parte de trás do sofá quando suas pernas ameaçaram não se segurar. —Maldição, — ele rosnou, lambendo os lábios com avidez, enquanto olhava para a imagem de seus suculentos seios.


Ele daria qualquer coisa para cravar os dentes nela. Uma nova imagem apareceu acompanhada por um pequeno som, mostrando-lhe uma imagem de uma bela perna que teve sua respiração vindo um pouco mais rápido. Maldita! Ele poderia felizmente torcer a porra do seu pescoço por isso! —Oh, merda, — ele gemeu quando outra imagem apareceu e depois outra. Ele não podia levar mais disto, não sem perder a porra da cabeça e fazendo algo que ele ia se arrepender. Levou toda sua força de vontade, mas de alguma forma ele se forçou a desviar o olhar da foto do grande prato de lasanha que ele sabia que estava indo para o lixo. Ela nunca seria capaz de comer tudo isso e ela sabia que iria irritá-lo mais do que qualquer coisa. Ela pagaria por isso ... Infelizmente, ele teria que esperar até mais tarde porque agora ele estava cansado para caralho. Na última madrugada, depois de trabalhar um turno de doze horas ele decidiu pegar algumas horas extras e agora estava pagando por isso. Ele colocou o celular no bolso de trás e forçou seus pés para levá-lo até as escadas e para o seu quarto, de alguma forma conseguiu chegar até o banheiro.


Ele tirou o seu uniforme e tomou um banho rápido, sabendo que ele tinha apenas algumas horas antes ele tivesse que estar na casa de sua mãe para o jantar. Sua mãe iria entender que ele estava cansado demais para fazer isso, mas ele queria uma chance para recuperar o atraso com seu irmão Danny esta noite e ver como ele estava indo. Umas poucas horas deve ser o suficiente, ele se esqueceu de programar o seu despertador. Bocejando, ele deixou cair a toalha, colocou um par de boxers e se arrastou para a cama. No momento em que sua cabeça bateu no travesseiro, ele já estava sonhando com uma doce vingança.

—Você acha que ele vai dormir o dia todo? —Provavelmente, — disse a voz dolorosamente familiar antes de acrescentar: —Bastardo imprudente. Sem abrir os olhos, ele disse: — Eu tenho uma arma. —Você ficaria perdido sem nós, — disse Jason, suspirando pesadamente, enquanto Darrin registrava alguém sentado na cama ao lado dele, à sua direita. —Sai fora, — ele gemeu, exausto demais para colocar o esforço que seria necessário para bater para caralho em seus primos e arrastar os seus corpos sem vida para fora. Mas é claro que os bastardos irritantes do cacete o ignoraram. —Passe o controle remoto? —Trevor perguntou quando ele sentiu o mergulho na cama à sua esquerda, deixando-o


saber que os dois bastardos mais irritantes na Terra agora o encurralaram. Algum segundo depois ouviu o que soou como o jogo tocando no fundo. —Eu estou tentando dormir aqui, — ele murmurou contra o travesseiro. —Sshhh, estamos assistindo ao jogo. —Caiam. Fora, — ele falou, rezando para que tudo isso fosse apenas um sonho horrível. —O jogo apenas começou, — disse Jason em torno do que parecia um bocado de comida, deixando-o saber que seus primos provavelmente limparam sua dispensa antes deles virem aqui para irritá-lo para caralho. —Além disso, não é hora de sair ainda. —Que diabos você está falando? — Ele perguntou com um suspiro pesado quando ele rolou para trás apenas a tempo de ver seus primos terminarem a última de suas batatas fritas. —Você precisa ir às compras, — Trevor apontou quando ele jogou o saco de batatas vazio de lado e pegou um saco de biscoitos na mesa de cabeceira. —Você realmente precisa, — Jason murmurou em concordância quando ele jogou seu saco vazio de lado e pegou uma caixa de Lucky Charms. —O que exatamente vocês estão fazendo aqui? — Ele perguntou, esfregando as mãos pelo seu rosto enquanto se sentava.


—É

domingo. Onde

mais

estaríamos?

— Trevor

perguntou com um bufo de desgosto quando ele lançou o pacote de biscoito vazio de lado e agarrou o saco de manteiga de amendoim e um M&Ms que Darrin guardou para Marybeth. —Em qualquer lugar menos aqui, — disse ele, sentandose contra a cabeceira enquanto lutava para se manter acordado. —Viemos para lhe dar uma carona, — disse Trevor em torno de um punhado de M & Ms. —Eu não preciso de uma carona, — disse ele, bocejando, embora ele já tivesse decidido chamar um de seus irmãos para uma carona à noite antes de acrescentar: —E vocês não foram convidados. —Nós não precisamos de um convite, — Jason lembrou a ele, porque seus pais, bem como o resto de suas tias e tios, nunca deixam a família longe. —Então por que vocês estão aqui? — Ele perguntou, abrindo e fechando os olhos. —Além de dar-lhe uma carona? —Trevor perguntou antes de dizer: —Para ajudá-lo. —Eu não preciso de ajuda, — ele murmurou bocejando, se perguntando o que seria necessário para fazê-los sair. —Você realmente precisa, — disse Jason com um longo suspiro de sofrimento. —Com o que exatamente?


—Com Marybeth, — disse Trevor, fazendo-o rir, porque se havia uma coisa que ele não precisava de ajuda, era com Marybeth. —Não é necessário, — disse ele, sem vontade de ter essa conversa, especialmente com os dois bastardos arrogantes que comeram toda a sua comida. —Realmente é, — disse Jason com a boca cheia de biscoitos. —Você está fazendo tudo errado. Suspirando, ele estendeu a mão e empurrou Jason fora da cama. —Seu filho da puta! —Jason suspirou de onde ele caiu no chão. —Saia, — Darrin disse quando ele caiu para trás em seu estômago e decidiu ignorar os bastardos e voltar a dormir. —Estamos aqui para ajudá-lo, imbecil. —Eu não preciso de nenhuma ajuda, — ele murmurou contra

o

travesseiro,

querendo

saber

quando

eles

simplesmente iriam desistir e ir embora. —Olha, — Jason disse, voltando-se e sentando na beira da cama, — nós amamos Marybeth. Nós fazemos, mas há algo seriamente ferrado com o seu relacionamento. —Está tudo bem, — ele falou rispidamente, já perdendo a

paz

e

tranquilidade

que

acompanhavam

o

seu

relacionamento secreto. —Eles não têm um relacionamento, — disse Trevor, parecendo entediado. —Eles são amigos de foda.


—Nós não somos amigos de foda, — ele gritou quando agarrou um travesseiro e puxou-o sobre a sua cabeça, na esperança de que seria suficiente para bloquear os bastardos intrometidos. —Sério? —Trevor perguntou em tom de zombaria que faria ele levar uma porrada. —Sério! — Ele retrucou, porque eles não eram apenas amigos de foda. Eles estavam indo a algum lugar, falou para si mesmo. Era isso ou admitir que seus primos poderiam estar certos, o que era algo que ele se recusava a fazer. —Admita, você precisa de nossa ajuda, — disse Trevor, parecendo satisfeito consigo mesmo, até mesmo para um Bradford. Muito cansado para lidar com essa besteira, ele estendeu a mão e empurrou Trevor fora da cama quando ele disse, —Foda-se. Fora —. E, em seguida, por precaução, ele se moveu para que pudesse chutar a bunda de Jason da sua cama também. —Você poderia ter nos pedido para sair! —Poderia..., — disse ele, suspirando pesadamente enquanto ele se virou na cama, — Mas não o fiz. —Idiota, — Jason murmurou enquanto Darrin pegou o travesseiro que Marybeth gostava de usar, puxou-o para mais perto e inalou seu perfume de creme com morangos quando ele ignorou os bastardos reclamando sobre a brutalidade policial.


CAPÍTULO 11 —Já ouviu falar de telefone, idiota? — Perguntou Darrin, empurrando sua exaustão quando ele puxou Danny para um abraço, levando seu irmão de surpresa. — Mamãe estava prestes a enviar-nos para ir encontrá-lo, — ele disse suavemente, apenas metade brincando quando ele deu a Danny mais um aperto, a necessidade de assegurar-se de que seu irmão estava realmente bem antes que ele o soltasse. Fazia anos desde que seu irmão foi enviado de volta para os Estados Unidos, cortesia dos Marines dos EUA, mas Darrin ainda não conseguia tirar a imagem de seu irmão preso a um leito de hospital com uma máquina respirando por ele, de sua cabeça. —Eu estou bem, — Danny prometeu quando ele se afastou e se abaixou, pegando a mão da pequena mulher que estava ao lado dele na sua. —Só estou um pouco atrasado. —Eu posso ver isso, — Darrin murmurou, olhando Jodi, sem se preocupar em pedir que apresentasse, uma vez que ele já sabia exatamente quem ela era. —Por que não nos avisou? — O sugeriu, usando o sorriso Bradford para colocar a pequena mulher à vontade. —Eu deveria ter chamado, — Danny disse olhando para Jodi, que parecia um pouco nervosa e por uma boa razão, Darrin meditou quando ele olhou para a pequena mulher suspeita.


—E avisar a mãe que estava trazendo uma mulher para conhecer a família pela primeira vez? Darrin perguntou alegremente, rindo quando Danny lançou lhe um olhar homicida. —Agora, por que você iria querer fazer isso? —Umm, talvez eu devesse esperar no carro? Ou ir a pé para casa? — Perguntou Jodi, retardando um pouco o passo e mordendo seu lábio inferior. —Eu posso ir para casa. Não é realmente tão longe. —Vai tudo ficar bem. Eu prometo, — disse Danny, levantando suas mãos para que ele pudesse beijar as costas das mãos dela. —Sim, mas não era suposto eu estar aqui esta noite. Eu não quero interferir, — disse ela, olhando como se ela preferisse estar em qualquer lugar, menos aqui. —Vai ficar tudo bem. Além disso, eu quero você aqui, — Danny prometeu a ela, com um sorriso de adoração que tinha Darrin revirando os olhos e balançando a cabeça, porque parecia que o seu irmão já estava abatido. Porra patético, Darrin pensou com desgosto quando ele puxou seu telefone para ver se Marybeth ligou ou mandou uma mensagem para ele nos últimos cinco minutos. —Tudo bem, — disse ela com um suspiro prolongado com um pouco de beicinho miserável que parou Danny para que ele pudesse inclinar-se e beijá-la. —Não se preocupe, Sininho. Tudo vai ficar bem.


Algo disse à Darrin que não era exatamente verdade, mas ele não disse nada, principalmente porque ele estava muito ocupado pensando no desafio da mais recente traição de Marybeth.

—Você quer me dizer por que você está olhando para mim? — Perguntou Darrin, já sabendo por que sua irmã estava olhando para ele quando ele se serviu de outro peito de frango e realmente não se importando. —O fato de que você está comendo toda a comida não é uma razão boa o suficiente? — Perguntou Kenzie, soando irritada enquanto pegava um prato e começava a enchê-lo com frango frito e purê de batatas antes de se deixar cair sentada na ilha de cozinha na frente dele. —Não, — ele simplesmente disse quando ele pegou um garfo e cavou. —Será que ela vem? —Perguntou ela friamente quando ela cruzou os braços sobre o peito e fez o seu melhor para encará-lo. —Sim, — disse ele, sem se preocupar em perguntar quem era ela ou realmente não se importando que a sua irmã odiasse Marybeth, sempre odiou e provavelmente sempre o faria. Suspirando pesadamente, Kenzie balançou a cabeça em desgosto enquanto ela caminhava até a geladeira e pegava duas garrafas de água.


—Eu não sei por que você a deixa tratá-lo assim. —Fique fora disso, — advertiu, focando sua atenção de volta para o seu prato, com absolutamente nenhuma vontade de discutir com sua irmã sobre algo que não era da sua conta. —Você merece o melhor, — disse ela, colocando uma garrafa de água na frente dele. —Não é da sua fodida... —Fique fora disso, Kenzie, — seu pai disse com firmeza quando ele entrou na cozinha, cortando-o antes que ele pudesse dizer algo que ele provavelmente iria se arrepender mais tarde. —Alguém deveria dizer algo a ele! — Ela retrucou, apontando para ele, quando ele deu uma última mordida no frango antes dele empurrar seu prato para longe. —Não é nosso assunto, Mackenzie, — seu pai disse com firmeza quando Darrin dirigiu-se para a porta, com nenhuma vontade de entrar em uma competição de gritos com sua irmã mais nova sobre Marybeth, novamente. Não quando ele ainda estava exausto porque seus primos idiotas se recusaram a deixá-lo sozinho e se mantiveram lhe incomodando para caralho sobre Marybeth até que ele foi forçado a se levantar e jogá-los para fora em seus traseiros. Enquanto caminhava para fora da cozinha, rezando para Kenzie deixá-lo ir por uma vez, ele considerou ir para seu antigo quarto e recuperar o atraso de seu sono antes do


jantar. Ele virou-se pelo corredor de volta para fazer exatamente isso, quando ouviu seu irmão Danny perguntar: —Onde está a mamãe e Kenzie? —Lembrando-lhe que ele precisava ajudar seu irmão esta noite. —Na cozinha, — Darrin disse quando ele se juntou a seus primos e irmãos no hall de entrada, sua atenção ficou bloqueada sobre a pequena mulher que teve seu irmão envolvido em torno de seu dedo mindinho. —Marybeth está aqui? — Perguntou Danny, soltando mão de Jodi. —Essa safada está morta para mim, — disse Darrin, olhando para a mulher pequena, movendo-se nervosamente enquanto disparava olhares esperançosos para a porta da frente. —Uh

huh,

isso

é

bom,

Danny

murmurou

distraidamente enquanto voltou sua atenção para a sua pequena mulher. Eu já volto, — disse ele, pressionando um beijo no topo da cabeça dela e indo em direção ao pequeno corredor que o levaria para a cozinha. —O...ok, — disse Jodi, engolindo nervosamente. Seus irmãos e primos observavam com diferentes graus de suspeita. —Então, uma, grande família, hein? — Ela murmurou, atirando outro olhar para a porta. —Quais são suas intenções para com o nosso irmão? — Ele perguntou antes que ela pudesse fazer uma corrida para


a porta e, a julgar pela expressão em seu rosto, ela queria desesperadamente fazer exatamente isso.

—Por favor, pare! —Jodi conseguiu sufocar, rindo quando todos eles se revezavam empurrando as imagens mais embaraçosas que pudessem encontrar de Danny em seu rosto. Uma vez Darrin conseguiu encontrar a coleção de fotos de escola que sua mãe organizou ao longo dos anos, ele deixou cair a seus pés e caminhou até o sofá no canto onde se estabeleceu para o que, sem dúvida, vai acabar sendo uma noite muito divertida. —Espera! Eu achei vídeos caseiros! —Arik anunciou triunfante quando ele ergueu a grande pilha de DVDs que fez ao longo dos anos. —Vocês ... bastardos! —Danny rosnou quando ele correu até Jodi e pegou o álbum de fotos de seu colo. —Oh, vamos lá! —Seus irmãos choramingaram quando Danny pegou o resto dos álbuns de fotos e levou para longe deles. —Bastardos traidores, — ele resmungou com um olhar assassino que avisava o resto de seus irmãos quando ele bateu os álbuns de fotos sobre a mesa de café. —Pare de ser um idiota, — disse Duncan com um revirar de olhos.


—Ow! —Duncan gritou quando Danny agarrou sua mão e com um simples toque de seu pulso, derrubou o irmão de joelhos. —A próxima pessoa que mostra a minha namorada uma foto minha usando um dos sutiãs da mamãe é um homem morto! — Ele rosnou, usando o agarro na mão o seu irmão para fazer o seu ponto. —Vamos lá, seu bastardo! —Duncan gritou, ofegando de dor. Darrin pensou em ajudar seu irmão, mas ... Ele estava demasiado confortável para se mover. —Há uma foto sua vestindo um sutiã? — Perguntou Jodi, lançando um olhar esperançoso para a pilha de álbuns de fotos que eles empilharam para ela. —Nem sequer pense sobre isso, — Danny cuspiu friamente, o que provavelmente teria intimidado qualquer outra mulher, mas não está. Ela olhou de volta para ele, o que lhe rendeu uma série de maldições quando Danny puxou-a em seus braços e a beijou. —Seja gentil, sininho, ou eu não te mostrarei a minha velha casa na árvore. —Você tinha uma casa na árvore? — Ela perguntou, parecendo intrigada quando Darrin observava sua mãe entrando na sala. Sim, isso deveria definitivamente ser bom, ele decidiu em torno de um bocejo.


—Sim, ele mesmo a fez e eu só podia fazê-lo sair na hora do jantar, — disse sua mãe com um sorriso enorme quando Danny recuou para apresentá-los. —Querida, esta é a minha mãe, — disse Danny, inclinando-se para beijar a sua mãe na bochecha. —Mãe, esta é a minha namorada ... mamãe? —Senhora. Bradford? — Perguntou Jodi, deslocando nervosamente enquanto Darrin observou os olhos de sua mãe revirarem

e.…— Merda!

—Darrin

estalou

quando

ele

percebeu o que estava acontecendo um pouco tarde demais e pulou do sofá. Ele mergulhou para ela junto com o resto de seus irmãos e ... Falharam. Merda!

—Eu estou bem, — sua mãe, Mary disse, acenando fora as preocupações de todos e gesticulando para todos para comer. —Querida, talvez devêssemos ir para o hos...— seu pai começou a dizer só para parar no meio da palavra quando ela virou um olhar furioso com ele. —Meu filho mais velho trouxe para casa a sua namorada para jantar comigo e eu estou muito bem para jantar com ela! — Ela desafiou seu pai, surpreendendo todos na mesa.


—Ummm, — seu pai começou a dizer, engolindo nervosamente enquanto ele lentamente, muito lentamente, entregou sua esposa o saco de gelo que ele estava segurando contra a parte de trás de sua cabeça onde ela atingiu a beirada do sofá quando desmaiou, e recostou-se na cadeira. —Apenas deixe-me saber se começa a doer. —Uh huh, — disse ela, deslocando sua atenção para a namorada de Danny. —Gostaria de mais frango, Jodi? — Ela perguntou

agradavelmente,

visivelmente

assustando

a

pequena mulher ainda mais. —N-não, obrigada, eu estou bem, — disse Jodi com um sorriso quando ela voltou sua atenção para o grande prato de comida na frente dela com uma expressão curiosa. —Você

está com

sede?

Perguntou

sua mãe,

parecendo ansiosa quando ela apontou para um dos muitos jarros sobre a longa mesa da sala de jantar. —Eu estou bem, obrigada, — disse Jodi, sorrindo. —Tem certeza? —Mary perguntou, apontando para Duncan para reabastecesse seu copo de limonada. —Ela está bem, mãe, — disse Danny, ajudando seu irmão. —Sim,

sim,

claro,

Mary murmurou, olhando

pensativa enquanto ela distraidamente empurrou seu purê de batatas ao redor no seu prato.


—Isto está realmente bom, Sra. Bra-umm, Mary, — disse Jodi com um sorriso quando ela deu uma mordida no purê de batata. —Então, me conte sobre você, — disse Mary com um sorriso enorme, logo que Jodi tinha comida em sua boca. —Você já sabe tudo sobre ela, — disse Danny, suspirando pesadamente mexendo o alimento ao redor de seu prato. Com olhos apertados em Danny, sua mãe estalou, — Esperei anos para um dos meus filhos teimosos trazer uma boa moça, agradável, em casa para me conhecer! Você não vai me negar esse momento! Reprimindo um gemido, Darrin voltou sua atenção para o seu prato, rezando para que ninguém decidisse comentar a sua falta de —namoradas— novamente. Ele desejou para caralho que ele pudesse apenas dizer-lhes sobre ele e Marybeth, mas a mulher teimosa estava determinada a leválo a loucura. Falando de Marybeth, ele puxou seu telefone para fora e discretamente verificou sob a mesa só para amaldiçoar segundos depois e... —Por que você está aqui? — Danny perguntou de repente, arrastando a sua atenção longe de seu telefone. Ele olhou para cima e seguiu o olhar curioso de Danny até o final da mesa onde seus primos sentaram. —Houve uma festa, — Jason disse, tomando um grande gole de chá gelado. —E nós não fomos convidados, — Trevor terminou por ele com um encolher de ombros descuidado.


—E

Haley

e

Zoe?

—Danny

perguntou,

ainda

empurrando sua comida ao redor de seu prato. —Foram, — Jason respondeu, dando uma garfada de purê de batata. —E as crianças? — Perguntou Jodi, franzindo a testa. —Também foram convidados, — disse Trevor, levando uma mordida de frango. —Então por que vocês não foram? — Ela começou a perguntar, apenas para ser cortada pela chegada da mulher que passou o dia todo ferrando com ele e estava esfregando isso na sua cara. —Desculpa, estou atrasada. Tio Jared precisava de uma mão com alguns modelos, — Marybeth explicou quando ela entrou. —Que diabos você está fazendo aqui? — Ele perguntou quando olhou por cima do ombro e viu como Marybeth se aproximou da mesa, parecendo incrivelmente sexy em sua camisa Bradford Construção e jeans apertados, que mostrou seu generoso traseiro perfeito. —Darrin

Bradford!

—Sua mãe

engasgou, ficando

chocada. —O que há de errado com você? —Muitas coisas, — Reese murmurou baixinho, levando uma mordida de alimentos quando ele balançou a cabeça em desgosto. —Estou feliz que você está aqui, Marybeth. Eu queria ver se você ainda está pensando em viajar com a gente, —


disse a mãe com um sorriso que parecia um pouco esperançoso para ele. Desde que ele arrastou Marybeth até ela e disse-lhe que ele estava mantendo-a, sua mãe estava na esperança de que eles iram se casar um dia. —Ela não vai, — Darrin disse ríspido, agarrando dois biscoitos do grande prato em frente a ele quando seu pai e irmãos, todos reviraram os olhos e balançaram a cabeça quando ele suspirou profundamente. —Sim, eu vou, — disse Marybeth quando ela se sentou na cadeira vazia ao seu lado. —Não, você não vai, — Darrin disse e botou umas colheres de purê de batatas em seu prato e começou a enchêlo com comida. —Sim, eu realmente vou, — ela disse, tomando um gole de limonada. —Não, você não está indo realmente, — disse ele, jogando o braço sobre as costas da cadeira quando ele tomou o copo de limonada dela e acabando com ele. —Você

realmente

precisa superar isso,

— disse

Marybeth, roubando um pedaço de salada de batata de seu prato. —Você realmente acha que eu vou ser capaz de superar esse tipo de traição? — Ele perguntou, brincando com uma mecha de seu cabelo, amando o jeito como sentia deslizando entre os dedos.


—Eu fui almoçar em um buffet com Zoe sem contar a ele. Não foi a primeira vez e não será a última, então supere isso, — disse ela, roubando um dos bolinhos de seu prato, quando um suspiro alto chamou a atenção de todos para o outro extremo da mesa onde Trevor ficou de pé, olhando absolutamente furioso. —Ela me disse que estava fazendo algum serviço de rua! Suspirando, porque parecia que ia ser uma longa merda de noite, ele pegou seu copo de limonada e encheu-o enquanto ele observava seu irmão Danny, que raramente sorria, sorrindo quando se inclinou e beijou sua namorada. Quando ele colocou o copo sobre a mesa e estendeu a mão e roubou o copo de limonada de Marybeth para que ele pudesse preenchê-lo, ele não podia deixar de se perguntar se ele estava fazendo tudo da maneira errada com Marybeth.


CAPÍTULO 12 —Você ainda está com raiva de mim? — Ela perguntou, suas palavras terminaram em um gemido quando a mão de Darrin serpenteou por baixo da sua calça e segurou sua bunda. —Eu não estou bravo com você, — Darrin prometeu quando ele roçou os lábios em sua garganta. —Tem certeza? — Perguntou ela, lambendo os lábios avidamente enquanto ela se movia para cima dele e pressionando contra a grande protuberância lutando contra seu zíper. —Hmmmmm, — ele murmurou enquanto beijava até a boca, e ele usou a mão que tinha na sua bunda para puxá-la para baixo e mais forte à medida que ela moeu contra ele. Muito. —Então por que não entrar? — Ela sugeriu, não tendo certeza quanto mais disso ela poderia aguentar, quando ela passou por ele e agarrou a parte de trás do banco da sua caminhonete. —Eu tenho uma ideia melhor, — ele disse quando ele tirou a mão da parte de trás da calça e passou os braços em volta dela, segurando-a enquanto ela vagarosamente se moeu contra ele.


—Qual ideia? — Ela perguntou reconhecidamente distraída quando beijou e mordiscou sua mandíbula e pescoço. —Podemos dirigir até New Hampshire esta noite e nos casar pela manhã, — ele sussurrou com voz rouca, fazendo-a revirar os olhos, porque ela sabia que ele não estava falando sério. Ele era um Bradford, que de acordo com todas essas histórias

assustadoras

que

sua

família

gostava

de

compartilhar em torno da mesa de jantar, significava que ele provavelmente não iria dar-lhe qualquer tipo de aviso antes que ela fosse arrastada para fora do Estado chutando e gritando. —Ah, não, — ela disse, decidindo que ela não estava fazendo um trabalho muito bom se ele foi capaz de brincar. Ela se moveu para que a próxima vez que se movesse contra ele, poderia... —Então jante comigo amanhã à noite, — sugeriu, cortando-a. —Você está realmente tentando usar o sexo para me distrair, para que eu concorde em fazer o jantar? — Ela perguntou,

rindo

baixinho

enquanto

divertidamente

mordiscava sua mandíbula. Ela se mexeu mais uma vez. —Não, eu estou tentando pedir-lhe para sair comigo amanhã à noite. —Não, — ela disse com um leve aceno de sua cabeça enquanto ela pressionava e mudando-se para um suspiro de


surpresa quando de repente ela se viu apanhada e deixada. Antes que ela pudesse perguntar o que estava errado, Darrin estava suspirando pesadamente na forma típica Bradford quando ele puxou as chaves da ignição, pegou o telefone e abriu a porta. Ele saltou para fora e deixou-a sentada ali perguntando o que aconteceu. Levou um minuto antes que ela percebesse que o grande bastardo estava tentando se vingar de todas as fotos que ela lhe enviou hoje. Estreitando seus olhos para ele, ela pegou sua bolsa, saiu da caminhonete e correu atrás dele. —Boa tentativa, — disse ela com um aceno triste de sua cabeça enquanto ela passou por ele e entrou. Ela abriu a porta e entrou em seu apartamento, já decidindo que ela ia fazer o bastardo sair para comprar para ela um litro de sorvete Ben e Jerry antes que ela permitisse ele rastejar na cama com ela esta noite. —Você mudou de ideia sobre o jantar de amanhã à noite? — Ele perguntou ainda de pé no pequeno hall de entrada, quando ele realmente deveria era encontrar uma caneta e papel para que ele pudesse anotar o seu pedido de sorvete. —Eu estava pensando em fazer lasanha amanhã à noite, — disse ela, principalmente para distraí-lo, mas para sua surpresa, a promessa de comida não pareceu interessá-lo. —Então isso é um não? — Perguntou ele com uma inclinação curiosa de sua cabeça.


—Não, isso é uma oferta para fazer uma refeição caseira, assistir a um filme ruim de horror seguido de uma noite de sexo, — ela lembrou. —Desculpe, eu não posso fazer isso, — disse ele com um encolher de ombros, instantaneamente colocando-a em guarda, porque ela o conhecia bem o suficiente para saber que aquele olhar de determinação em seu rosto significava que ele estava tramando algo, algo que ela não iria gostar. —Não pode fazer o quê? — Ela cautelosamente perguntou. Ele suspirou profundamente. —Eu não posso deixar você me tratar como uma prostituta mais, — ele anunciou com a maneira típica Bradford, fazendo-a revirar os olhos. —Trato você como uma prostituta? Realmente? — Ela perguntou secamente com um aceno triste de sua cabeça, porque, na verdade, apenas um Bradford iria se transformar em um mártir sobre sexo. —Você sabe muito bem que você está me tratando como uma suja, puta nojenta, — disse ele em um tom acusador e com um brilho no olhar. —Bem, eu não vou ser mais! Você pode me ouvir, mulher? Eu não vou mais ser submetido a deslizar dentro do seu corpo incrivelmente delicioso, a menos que você comece a reconhecer o nosso amor! —Significando? — Perguntou ela com um suspiro, sabendo que ele acabaria por chegar ao ponto.


—O que significa que eu não vou mais permitir que você fique do seu jeito sujo, comigo. —V-você está terminando? — Ela perguntou, lutando para

manter

a

calma

enquanto

seu

coração

batia

furiosamente no peito. Ela sabia que ia ter de acabar com isso um dia para o bem de ambos, mas ela não estava pronta, ainda não. Ela só precisava de um pouco mais de tempo antes de desistir dele. Ele bufou com um aceno de cabeça. —Como se eu fosse deixar você ir embora tão facilmente. —Então o que você está fazendo? — Ela perguntou, querendo saber se ela tinha alguma cerveja na geladeira, porque ela tinha certeza de que ela ia precisar de uma bebida depois dessa conversa. Possivelmente duas. —O que estou fazendo? — Ele perguntou, seus lábios levantando

em

um

sorriso

sensual

enquanto ele se

aproximou dela até que só havia uns centímetros de espaço entre eles. —Eu estou te dando o último duplo desafio, — disse, enquanto ele se inclinou e roçou os lábios com ternura contra o dela. —E o que é isso? — Ela perguntou, desconfiada, observando cada movimento seu, quando ele se levantou e deu um passo atrás. —Para casar comigo.


Talvez ele devesse ter encontrado uma maneira melhor de fazer isso? Pensou enquanto a expressão chocada de Marybeth ia para uma de descrença. —Você não pode estar falando sério! —No entanto, eu estou, — disse ele, apreciando sua angústia, provavelmente, mais do que deveria. —Eu não vou me casar com você! — Gritou ela com uma expressão de pânico, mas que era compreensível, dadas as circunstâncias. Ele foi muito rápido depois de tudo. Então, novamente, ela sempre foi mais alerta do que a maioria das mulheres apresentada aos homens de sua família. —Sim, — disse ele, inclinando-se e roçou os contra seus queridos e atordoados lábios, simplesmente porque ele não podia ajudar a si mesmo, — você vai. —Nós não estamos nem mesmo namorando! — Ela cuspiu, soando um pouco histérica. —Nós estamos agora, — disse ele com um último beijo e uma piscadela quando ele se afastou, decidindo que ela provavelmente precisava de um minuto para processar tudo isso. —Não, não estamos! Estamos apenas fazendo sexo! — Ela apontou quase desesperadamente, fazendo-o suspirar.


Ela era tão bonitinha quando ela estava prestes a brigar com ele, pensou com um sorriso, que pela aparência do brilho que ela de repente estava enviando para ele, ela não gostou. Ele decidiu que seria provavelmente o melhor, se ele esclarecesse algumas coisas para ela. —Nós vamos nos casar até o final do ano, garantido, — disse ele, decidindo não prolongar esta explicação quando ela abriu a boca para cortá-lo e, provavelmente, dizer-lhe para ir para o inferno. —Mas, primeiro, vamos ter um encontro, o que significa que toda essa besteira sobre manter o que está acontecendo entre nós em segredo acaba agora. —E se eu não concordar com isso? — Ela perguntou com um brilho teimoso em seus olhos quando ela cruzou os braços sobre o peito e tentou o seu melhor para olhá-lo com desdém, o que era apenas triste. —Bem, — disse ele, inclinando-se para trás para baixo para roçar os lábios contra os dela, certificando-se de provocar o lábio inferior com a ponta da língua e quase se esquecendo quando ela gemeu baixinho antes de lembrar o seu propósito, — até que você comece a deixar todos saberem o quanto eu significo a você, Marybeth, eu vou manter as minhas pequenas e sujas mãos fora de seu pequeno e delicioso corpo.


CAPÍTULO 13 Deus será que essa noite nunca vai acabar? Ela se perguntou quando ela olhou por cima do ombro para encontrar o bastardo manipulador seguindo-a ao subir as escadas. —O que você está fazendo? — Ela não podia deixar de perguntar, especialmente depois da declaração que ele lhe fez. —Indo para a cama, — disse ele, olhando adoravelmente confuso. —Eu vejo, — ela murmurou quando ela apontou para a direita, — Então você deve estar perdido, porque o seu apartamento está ali. —Eu durmo melhor com você, — ele disse com um encolher de ombros e um bocejo que a fez virar à direita e voltar a andar até as escadas, perguntando por que ela não o matou ainda. —Isso é realmente muito ruim, porque eu acredito que você decidiu que você estaria dormindo sozinho no momento, — disse ela, levando alguma satisfação perversa que ela teria a última palavra sobre o assunto esta noite. —Eu não me lembro de ter dito isso, — ele disse, parecendo pensativo enquanto ele a seguiu para o quarto e começou a retirar suas roupas e jogá-las de lado.


—Então o que foi aquela pequena declaração lá embaixo? — Ela perguntou, puxando a gaveta de cima e pegando um par de calcinhas rendadas amarelo pálido antes de bater à porta fechada. —Você quer dizer a minha proposta de casamento? — Perguntou, fazendo-a ter uma contração no seu olho direito. —Isso não foi uma proposta, — ela respondeu, indo em direção ao banheiro, parando apenas o tempo suficiente para estender a mão e pegar a camisa descartada. —Então do que você vai chamar? — Ele perguntou, puxando as cobertas para trás e subindo em sua cama com um suspiro de satisfação, que fazia as suas mãos se contraírem com a necessidade de estrangular o bastardo arrogante. —Típica besteira Bradford, — ela retrucou, balançando a cabeça em desgosto enquanto se dirigia para o banheiro e bateu a porta, simplesmente porque era bom fazê-lo. —Por que eu quero casar com você? — Ele perguntou, parecendo se divertir. —Cala a boca! — Ela retrucou, odiando-o mais a cada segundo que passava. —Ah, a pequena e louca Marybeth está chateada por que ela não pode ter a sua diversão suja comigo? — Ele perguntou no tom mais condescendente que ela já ouviu o que era um monte desde que ela cresceu em torno dos Bradfords.


—Bastardo, — ela murmurou, agarrando sua escova de dente e apertando uma quantidade insana de pasta na escova antes que ela a empurrasse na boca e tomasse sua frustração em seus dentes. —Admita que você é apaixonada por mim e eu poderia considerar deixar você ter a sua diversãozinha suja comigo, — disse ele, parecendo demasiado satisfeito consigo mesmo, decidiu. Ela devia apenas aceitar que as coisas acabaram entre eles e seguir em frente. Foi a coisa certa a fazer e ela provavelmente nunca teria uma oportunidade melhor do que esta, mas ela simplesmente não podia fazer. Isso ia contra tudo o que ela acreditava, deixar o bastardo manipulador conseguir acabar com isso. Com a mandíbula apertada, ela decidiu que se ele queria jogar com ela que estava tudo bem, porque ela era mais do que capaz de levar isso para o próximo nível, algo que ele deveria ter considerado quando ele chegou a esse plano estúpido. Dez minutos mais tarde, ela estava pronta, o cabelo foi escovado, a maquiagem retocada e ela estava vestindo sua camisa sem calcinha. Contendo um sorriso, ela abriu a porta do banheiro e reprimiu um sorriso quando viu Darrin, deitado em sua cama com um sorriso arrogante que disse a ela que tudo o que ela estava prestes a fazer a ele estava completamente justificado.


—Saia, — Marybeth disse quando ela entrou no quarto, puxando o bonito cabelo preto longo que ele adorava correr os dedos à noite, para cima em um rabo de cavalo bagunçado. O movimento fez a camisa subir um pouco mais, revelando a curva atrás do joelho, que era um dos seus lugares favoritos para beijar. —Desculpe, — disse ele com um suspiro longo apenas para irritá-la, porque o divertiu e ajudou a tirar o seu pensamento do fato de que ele acabou de se condenar a uma ou duas semanas do celibato. —Eu simplesmente não posso fazer isso. Balançando a cabeça, ela suspirou profundamente enquanto ela foi até o que ele gostava de pensar em como o seu lado da cama e abriu a gaveta da mesa de cabeceira. —Tudo vai ficar bem então, — ela disse, parecendo irritada quando ela chegou na gaveta, — mas isso pode ser um pouco estranho. —O que pode ser um pouco estranho? — Ele perguntou com uma careta enquanto a observava, perguntando se ela estava indo para tentar usar alguma desculpa besta e chutálo para fora da cama. Isso não estava acontecendo. Ele estava ficando. Fim. Da. História. —O seu substituto, — ela disse quando ela puxou a mão e fechou a gaveta.


—Meu... oh, merda ... não, — disse ele em um gemido quando ela ergueu o vibrador cor de rosa um pouco pequeno que ele comprou para ela no ano passado, quando ele teve que fazer uma viagem até New Hampshire para uma semana de treinamento e queria fazer as suas conversas tarde da noite um pouco mais interessante. —Você não está me deixando com muita escolha, — ela disse distraidamente enquanto ela fez um show de abertura da embalagem e testando a bateria. O pequeno vibrador veio a vida com um zumbido suave que o teve sacudindo a cabeça com um pequeno suspiro quando ela fez um show de agarrar uma nova bateria e deslizando-a. Quando ficou pronta, ela fez um gesto para ele se mover mais. —Você não pode estar falando sério, — disse ele, rezando para caralho para que ela estivesse brincando. —Sim, eu estou, — disse ela ironicamente quando ela agarrou dois de seus travesseiros e colocou-os contra o pé da cama. —Marybeth, — ele disse firmemente enquanto a observava subir na cama e se inclinar para trás contra os travesseiros com a droga do vibrador que ele nunca deveria ter dado a ela, de forma segura na sua mão direita, —Nem sequer pense nisso, porra. —Pense sobre o quê? — Ela perguntou inocentemente enquanto ela se inclinou para trás e deslocou-se para ficar


mais confortável, puxando a ponta da camisa no processo e expondo mais de sua coxa para os olhos gananciosos. —Você sabe o quê, — ele respondeu, apertando as mãos no edredom para se impedir de alcançar mais e passar as mãos sobre as pernas lisas. —Eu? — Ela perguntou, erguendo uma sobrancelha em desafio quando ela puxou ambas as pernas para cima e lentamente, muito lentamente, porra, deixando as pernas caírem abertas, dando-lhe uma visão do caralho. Ele não podia deixar de gemer quando seus olhos se fixaram sobre os lábios carnudos e úmidos entre suas pernas. Ele sabia por experiência própria o quão suave eles eram, como ele os sentia gostosos contra ele quando ele deslizava dentro dela. Ele lambeu os lábios, imaginando o quão bom seria a sensação de traçar a fenda molhada com a língua. —Então, eu decidi algo, — ela disse, chamando a sua atenção para os dedos finos que estavam brincando com um dos botões da camisa que ela vestia. —E que foi? — Ele perguntou, lutando para se concentrar no que ela estava dizendo, enquanto a observava enquanto abria um dos botões de baixo, dando-lhe uma visão ainda melhor no processo. —Até que você concorde com meus termos, tenho medo de que eu tenha que manter minhas pequenas mãos sujas para mim, — disse ela enquanto ela lentamente passou a mão sobre a pele exposta e para baixo entre as pernas,


terminando com um suspiro suave e um gemido que teve sua respiração vindo um pouco mais rápida. O gemido aflito lhe escapou, enquanto observava seus dedos muito talentosos puxar lentamente para trás sobre sua boceta antes que ele pudesse levar sua respiração seguinte, eles foram deslizando para trás e para baixo. Ela abriu as pernas um pouco mais quando ela deslocava seus quadris, dando-lhe uma melhor visão dos dedos quando eles acariciaram a sua boceta. —Merda, — ele gemeu, deslocando-se enquanto ele distraidamente estendia a mão para ajustar-se quando sua boxer se tornou um pouco apertada demais para o seu conforto. —Assim que você concordar com meus termos... —ela disse, deixando suas palavras no ar significativamente quando ela mergulhou seu dedo em sua boceta e provocou a pequena protuberância rosa que estava implorando por sua língua. —Que

termos? — Ele encontrou-se perguntando,

hipnotizado pela visão na frente dele e mal consciente de que ele empurrou o lençol fora de seu colo e foi distraidamente esfregando seu pênis dolorido através de seus boxers. —É só você esquecer esse negócio de casamento e nós voltamos para o modo como as coisas eram, — ela disse, lambendo os lábios enquanto o observava, seus dedos lentamente provocando seu clitóris.


Com os olhos travados sobre o que estava acontecendo entre suas pernas, ele teimosamente sacudiu a cabeça. —Não vai acontecer, — disse ele, rindo enquanto ele aproveitava a vista. —Sim, — ela disse, usando os dedos para espalhar seus pequenos lábios entre suas pernas para lhe dar uma visão melhor, — Você vai. —Sério? — Ele perguntou, com a mão em sua boxer e tirando seu pênis enquanto ele desviava o olhar para o rosto bonito para encontrá-la observando cada movimento seu. —Hmmmmm, — disse ela, lambendo os lábios com avidez quando ele lentamente acariciava seu pênis, tomando a decisão de jogar este jogo com ela. Ela iria aprender rapidamente que ela não tinha nenhuma chance do caralho de derrotá-lo, algo que ela deveria ter aprendido até agora. Ele estava determinado a tê-la, e ele faria o que fosse preciso para que isso acontecesse, mesmo que fosse preciso se torturar. —Você acha que você está conseguindo me provocar para eu perder o controle? — Ele perguntou, inclinando-se para trás e ficando mais confortável enquanto ele continuava preguiçosamente tocando em si mesmo. —Pensar? — Perguntou ela, rasgando seu olhar longe de seu pênis para encontrar seu olhar. —Não, — ela disse, balançando a cabeça com um sorriso de satisfação que ele facilmente compensou. —Eu sei.


—Sério? — Ele perguntou, rindo enquanto ele sacudiu a cabeça maravilhado. —Você realmente acha que você poderia aguentar mais tempo do que eu posso? —Isso é um desafio? — Perguntou ela, lambendo os lábios com um gemido quando ela se moveu, atraindo sua atenção para o que estava fazendo entre as pernas. —Não, — disse ele enquanto ele continuava a assistir Marybeth se masturbar, —E parte de mim ousar. —Parte do desafio? — Perguntou ela com um gemido suave quando ela movimentou seus quadris inquietos, um sinal de que normalmente lhe dizia que ela estava pronta e que ela precisava de algo dentro dela, mas agora lhe dizia que ele estava indo para vencer essa porra. —Hmmmmm, parte do desafio, — ele murmurou, pensativo enquanto corria os olhos sobre ela, levando-se em o rubor manchando suas bochechas, a maneira como ela mordeu o lábio inferior, a forma como seus mamilos duros foram pressionando contra a camisa azul-claro, ela movendo os dedos brilhantes entre as suas pernas, enquanto seus quadris se moviam ligeiramente, exigindo mais do que ela estava sendo capaz de dar. —Como exatamente é essa parte do desafio? Isso soa mais como uma aposta. —Porque eu vou usar sua obsessão pelo meu corpo para ganhar, querida, — ele disse, lambendo os lábios enquanto imaginava levar aqueles dedinhos delicados em sua boca.


—Como exatamente? — Ela perguntou, colocando a perna por cima dele e dando-lhe uma visão desobstruída do seu pequeno núcleo necessitado que seu pênis considerava a sua casa. —Vamos ver quem desisti primeiro, querida, — disse ele, sabendo que, se ela jogasse junto, ela iria desistir muito mais cedo. —Só isso? — Ela perguntou, parecendo se divertir enquanto ela começou a mover os dedos ao sul. —Não exatamente, — disse ele, dando ao seu pau um aperto suave, enquanto observava a ponta do dedo desenhar um círculo em torno de seu clitóris, provocando os dois. —O que mais? — Perguntou ela enquanto continuava a tentativa de provocá-lo a acabar com isso. —Se você pode me fazer desistir primeiro, eu nunca vou mencionar o casamento de novo, — ele prometeu, decidindo oferecer-lhe algo que ela queria, a fim de atraí-la para participar de seus planos. —E se eu falhar primeiro? — Perguntou ela, correndo o pé de forma provocativa sobre sua coxa. —Então você se casa comigo.


CAPÍTULO 14 Oh, Deus... ela não iria sobreviver a isto, pensou miseravelmente enquanto ela estava lá, esperando o relógio do alarme disparar quando ela tentou ignorar a grande ereção pressionada contra sua bunda. Quando Darrin se mexeu atrás dela, arrastando aquele pau anormalmente grande em toda a sua parte inferior, provocando-a, ela foi forçada a morder o lábio para parar seu gemido e dar ao bastardo a satisfação de saber que ele estava mexendo com ela. —Eu posso terminar isto, Marybeth, — ele sussurrou em seu ouvido quando ele passou a mão sobre o peito, dando-lhe um aperto suave antes de deslocar sua atenção para o outro seio. —Basta dizer a palavra. —Eu estou bem, — ela respondeu um pouco ríspida, fechando os olhos enquanto ela lutava para pensar em outra coisa que não implorar para ele fodê-la. Ela era patética. Foi apenas um dia e meio desde a última vez que ele a fez gritar seu nome e aqui estava ela tremendo como se tivesse sido anos. Deus, ela precisava de uma correção. Apenas um pequeno orgasmo e ela ficaria bem. Ela só precisava de um pouco de alívio, só para amenizar para que


ela pudesse passar por isso e descobrir como ela conseguiu acabar nesta situação. Então, novamente, ela tinha o grande bastardo atrás dela para agradecer por sua situação atual, ela lembrou a si mesma de como ela se forçou a ficar ali, fingindo que sua presença não a estava afetando. Abrindo os olhos para olhar para a parede, ela repreendeu-se por concordar com este incrivelmente estúpido desafio, mas a ideia de passar o resto do tempo juntos sem ter que se preocupar com Darrin trazendo a ideia de casamento de novo foi muito tentadora. Ela deve apenas acabar com isso agora, disse a si mesma pela centésima vez desde a noite passada, mas ela simplesmente não podia fazer-se dizer as palavras ou encontrar a força para ir embora. Deus, ela realmente era fraca e patética. —Você está pronta para admitir a derrota? — Ele perguntou enquanto se movia contra ela, gentilmente moendo o seu pau que agora estava proibido para ela, contra a sua bunda. —Não! — Ela rosnou de volta, forçando-se a ficar ali e levá-lo. Ela deveria estar fazendo tudo em seu poder para acabar com isso, para fazer o bastardo cavar a sua própria cova usando cada truque sujo que ela conhecia, mas ela foi honesta com medo de que se ela se esforçasse muito acabaria mudando e aceitando a oferta do bastardo. Ela só precisava de um pouco de tempo e um pouco de espaço para limpar a


cabeça, mas ele se recusou a dar a ela. Ele sabia o que estava fazendo. Oh, ele sabia o que estava fazendo... Depois de definir as suas condições para o seu último desafio, ele decidiu acrescentar algumas regras para ajudar a sua causa. Eles poderiam tentar um ao outro de qualquer maneira, e sim, ao que parece, tocar agora era permitido, exceto da cintura para abaixo e essa regra aparentemente era aplicada a ambos. Até que um deles cedesse, e ela iria ter a maldita certeza que era ele, não haveria absolutamente nenhuma satisfação. De qualquer maneira. Ele fez o anúncio ontem à noite, ela estendeu a mão para o pequeno tubo-de-rosa que ela levou para trazê-lo de joelhos. Assim que ela pegou, sabendo que ela lhe convidaria a implorar em questão de minutos, o bastardo anunciou quando ele acariciou-se uma última vez que não haveria absolutamente nenhuma autogratificação permitida. Para tornar as coisas interessantes, é claro. —Você está pronta para admitir a derrota? — Ele perguntou, brincando com seu mamilo duro entre os dedos. —Não, — ela grunhiu quando ela se forçou a ficar ali e resistir ao impulso de inclinar seus quadris e empurrar para trás para pedir o alívio que ela sabia que ele podia lhe dar. Ele riu, beijando seu ombro quando ele mexeu atrás dela. Ele apertou seu pau duro contra ela, fazendo-a lamber


os lábios avidamente enquanto ela prendia a respiração, rezando para que ele estivesse prestes a colocá-la para fora da sua miséria e deslizar profundamente dentro dela onde ela mais precisava dele. —Basta dizer a palavra, — ele rosnou quando ele lentamente deslizou contra a sua parte inferior, trazendo sua frustração a um nível totalmente novo. Oh merda… Ela não podia fazer isso. Ela simplesmente não podia fazer isso. Ela precisava disso, precisava dele. Depois do que aconteceu ontem à noite ... ou melhor, após o que não aconteceu na noite passada, ela estava no limite, desesperada e fraca demais para recusar o alívio que ele estava oferecendo a ela. Ela tentou, Deus, como ela tentou, mas não podia resistir a ele. Ela afastou-se dele, determinada a colocar um pouco de espaço entre eles, mas de alguma forma ela encontrou-se inclinando os quadris e movendo-se para trás quando ela lambeu os lábios em antecipação, desesperada por ele. —É isso aí, baby, — disse ele em aprovação, parecendo aflito quando ele abandonou seu peito e colocou a mão em seu quadril e ajudou a guiá-la para trás, enquanto ele moveu seus quadris. Um gemido faminto ecoou por todo o quarto quando ele empurrou para frente, colocando a grande ponta de seu pênis em sua entrada. Seu aperto voltou para seu peito, apertando


suavemente o, mesmo quando ele usou seu poder sobre ela para puxá-la contra ele. Ele empurrou apenas o suficiente para que a ponta do seu pênis estivesse dentro dela. —Você quer isso? — Ele sussurrou asperamente quando ela fechou os olhos em derrota e lambeu os lábios avidamente. —Diga, querida, — ele exigiu quando ela não lhe respondeu. —Diga-me para te foder. Gemendo, ela entorpecida assentiu quando ela lambeu os lábios e quando ela tentou empurrar para trás e forçá-lo a deslizar ainda mais, mas ele rapidamente parou retornando a mão para seu quadril e a manteve imóvel. —Diga, — ele cuspiu duramente quando sua mão apertou em torno de seu quadril, mantendo-a trancada no lugar enquanto ela estava deitada lá, desesperada por mais. —Diga-me que você precisa de mim para foder sua boceta doce e colocar-nos para fora da nossa miséria, querida. —Eu... eu, — ela murmurou, lambendo os lábios avidamente enquanto sua respiração ficou mais rápida, lutando para combater isto, mesmo quando ela estremeceu de prazer. —Eu não posso esperar para transar com você, — ele disse suavemente, dando um beijo contra o lado de seu pescoço enquanto ela estava deitada lá, ofegante e tremendo enquanto ela esperou em agonia por ele. —Merda! — Ele murmurou enquanto ele lançou seu quadril para que ele pudesse bater fora o seu despertador, ela


ficou lá, lutando para recuperar o fôlego, quando a realidade do que ela quase fez lentamente afundou. Ah Merda… Ela tinha quase inadvertidamente, concordado em casar com ele, mas isso nem de longe era o pior de tudo... Ela quase deu a vitória ao bastardo manipulador.

—Agora, onde estávamos? — Perguntou ele com um suspiro pesado quando ele jogou os restos de seu despertador de lado, fazendo uma nota mental de parar na loja mais tarde e comprar um novo, e colocou a mão em seu quadril, mais do que pronto para continuar. Ele mexeu os quadris, puxando-os para trás para reposicionar-se e deslocando para frente lançando um rosnado vicioso quando Marybeth pôs a sua bela bunda fora de seu alcance. Antes que ele pudesse agarrá-la e puxá-la de volta para terminar o que começou na noite passada ela estava fora da cama e no meio do quarto em questão de segundos. Mandíbula apertada, ele desceu da cama e mudouse para seguir atrás dela, seu pau empurrando com raiva, expressando seu descontentamento por ter sido negada a única coisa no mundo que o fazia feliz quando ele caminhou atrás dela. Ok, uma das três coisas que o faziam feliz, ele retificou quando ele pensou sobre sua bela boca e da maneira que ela sempre gostou de envolver os lábios em torno da ponta do


seu pênis e a sua ereção ficou mais dura, batendo contra o seu estômago, exigindo que ele movesse sua bun da mais rápido. Ele orou para que ela começasse usando essa mão talentosa dela para guiar seu pênis à boca para que ela pudesse aliviar a dor em seu pênis antes dele incliná-la sobre a pia do banheiro e pegá-la até que suas pernas cedessem e fosse forçado a levá-la para o chão onde ele planejou totalmente estar transando com ela até que ele gritasse de alegria ao saber que muito em breve, ela seria sua. Lambendo os lábios em antecipação, ele foi atrás dela, ignorando o empurrão de aprovação de seu pênis e ... tropeçou para uma parada, quando ele registrou a porta branca de repente, bloqueando seu caminho. Sacudindo sua irritação, ele estendeu a mão para a maçaneta da porta, quando ele ouviu os sons inconfundíveis da tranca da porta. O que. No. Inferno? —Destranque

a

porta,

Marybeth,

ele

disse

rispidamente quando ele inutilmente torcia e virava a maçaneta da porta com as mãos trêmulas. —O que foi? — Ela perguntou em voz alta sobre os sons do chuveiro. —Destranque a porta porra, — ele rosnou, soando mais como um animal raivoso do que um homem que tenta seduzir uma mulher para se casar com ele, mas no momento ele não se importava. Ele a queria, precisava dela e se ela não trouxesse o seu rabo gostoso aqui fora para que ele pudesse enterrar-se até as bolas dentro dela e ouvi-la gritar seu nome


quando ele deslizasse dentro dela ainda molhada, ele ia perder a cabeça. —Hã? Oh, desculpe, não posso fazer isso, — disse ela, não soando com pena em tudo, ele observou com frustração enquanto ele continuava ali de pé, olhando para a porta como um idiota. —Marybeth, — ele disse firmemente, as mãos cerrando os punhos ao lado do corpo enquanto ele olhava para a porta lutando para envolver seu pensamento em torno do que aconteceu. Ela recuou. Ele deveria ter esperado por isso e encontrado uma maneira de impedi-la, mas em vez disso ele estava muito ocupado se vangloriando por um trabalho bem feito, muito focado em reivindicar seu prêmio, ele tolamente esqueceu com quem ele estava lidando. Agora Marybeth estava trancada no banheiro, onde ela estava, sem dúvida, traçando seu próximo passo. Merda! Ele estava a segundos de distância de conseguir o que queria, quando seu maldito despertador estragou tudo, pensou com amargura, lançando um olhar assassino por cima do ombro para o despertador arruinado. Ele estava esperando para colocar um fim a isso rapidamente, mas tudo bem. Mais do que bem, ele decidiu, mudando seu olhar para a porta fechada uma última vez antes de se forçar e se afastar.


CAPÍTULO 15 —Você está bem, Marybeth? —Tio Jared perguntou, assustando-a. Contendo um grito que poderia provavelmente trair o sorriso falso que ela estampou em seu rosto, ela olhou por cima do ombro para encontrar o tio Jared em pé atrás dela, estudando-a com uma careta. —Marybeth? —Hmm, sim, eu estou bem, — disse ela, de alguma forma mantendo aquele sorriso forçado enquanto ela discretamente olhava para a janela para se certificar de que o bastardo persistente ainda estava lá fora. Quando ela o viu, esperando na fila para o caminhão de café, ela engoliu nervosamente enquanto ela lançou um olhar esperançoso para a porta da frente... Para a liberdade. —Tem certeza que você não quer ajuda aqui? — Perguntou o tio Jared, trazendo sua atenção de volta para encontrá-lo estudando-a com uma expressão curiosa. Engessando aquele falso sorriso de volta no rosto, ela disse: — Eu tenho tudo sob controle, tio Jared, — ela assegurou-lhe enquanto ela tentava não pensar em todo o trabalho que ela ia ter que fazer sozinha hoje.


Reconhecendo, ela realmente não tinha que rebocar todas as paredes danificadas ela mesma. Tudo o que tinha de fazer era pedir e tio Jared iria fornecer-lhe quantos homens ela precisasse, mas graças ao homem do lado de fora colocando Trevor em uma cela por terem brigado Deus sabe o porquê, ela decidiu que não podia arriscar pedindo por qualquer ajuda hoje. Ela ainda queria saber por que aquele bastardo estava trabalhando para o tio Jared hoje e não pegando um turno extra na estação. Ela estava contando em ter algum tempo para limpar a cabeça hoje e descobrir o que ela ia fazer em relação a este novo desafio dele, mas ele rapidamente colocou um fim a seus planos quando ele apareceu algumas horas atrás, olhando suspeitosamente presunçoso. Ela estava lutando para chegar a um plano para acabar com isso desde as três horas da manhã, quando ela foi forçada a ficar ali, tentando ignorar o quão bom era ter seu corpo enrolado contra o dela e o quanto ela queria empurrá-lo de costas, escarranchar ele e... —Eu vou ter Darrin e Trevor dando-lhe uma mão depois do

almoço,

tio

Jared

disse,

interrompendo

seus

pensamentos e fazendo-a perceber que seu dia estava prestes a ficar muito pior. —Eu

não

preciso

de

nenhuma

ajuda,

ela

teimosamente persistiu enquanto se esforçou para ter uma razão para manter Darrin fora hoje.


Tio Jared olhou em volta, balançando a cabeça ligeiramente quando ele avaliou todos os danos das paredes da sala. — Precisamos começar a aprontar amanhã, querida. Ela abriu a boca para argumentar, mas rapidamente fechou-a e relutantemente concordou com a cabeça, porque ele estava certo. Eles tinham um prazo a cumprir nesta reforma e se eles não terminassem de pintar as paredes no prazo, isso iria acabar atrasando tudo. — Por que não Danny e Trevor? — Ela sugeriu, esperando ganhar um pouco mais de tempo antes que o bastardo começasse a tentar seduzi-la novamente. — Danny está trabalhando na nova biblioteca hoje. A Câmara Municipal decidiu que queria a moldagem de teto, afinal de contas, — ele respondeu distraidamente enquanto olhava ao redor da sala, vendo os danos que a água causou no teto. — Ok, — disse ela, balançando a cabeça, mesmo quando ela decidiu deixar o andar de baixo para Darrin e Trevor e trabalhar no andar de cima, onde ela poderia trabalhar relativamente em paz. Por enquanto, ela estava tirando uma pausa para o almoço, porque ela tinha a sensação de que ela iria precisar da hora inteira para se preparar para o inferno que Darrin planejou para ela e ela muito bem sabia que ele tinha algo planejado.


—É um prazer fazer negócios com você, — tio Jared disse com um suspiro de satisfação quando ele aceitou as duas grandes caixas de donuts dele. —Bom apetite, — disse Darrin com um aceno de cabeça e um suspiro de satisfação quando ele se abaixou e abriu a caixa de donuts que comprara para si mesmo. Agarrando um donut com recheio de creme de baunilha, ele deu uma grande mordida e olhou para a caminhonete de Marybeth. Ele soltou um suspiro satisfeito quando notou as caminhonetes de seus primos trancando-a e impedindo-a de fugir e ele sabia muito bem que ela faria qualquer coisa para ficar longe dele agora. Ele estava ganhando e ambos sabiam disso. Ele pegou-a de surpresa na noite passada com o desafio e não lhe deu um momento de paz, para que ela não viesse com uma droga de plano para atrasar o seu felizes para sempre. Ele não era estúpido depois de tudo. Ele a tinha em fuga e ele foi muito bem na caçada, provocando e atraindo-a até que ela implorou para ele colocá-la fora de sua miséria e, em seguida, ... Em seguida, ela realmente seria sua. Ele não podia esperar, pensou, enquanto distraidamente bateu na mão do seu tio quando ele fez um movimento em seus donuts.


—Meu, — ele simplesmente disse olhando por cima do ombro e sorriu enquanto observava Marybeth parecendo incrivelmente chateada quando passou por eles indo para a casa em que estavam trabalhando, carregando duas sacolas de compras brancas. — Mas— tio Jared começou a discutir, mas ao contrário da maioria de seus primos, Darrin não deixou que seu tio saísse dessa tocando sua comida. —Meu, — ele repetiu com firmeza quando ele voltou sua atenção de volta ao seu tio para encontrá-lo fazendo beicinho. —Eu estou com fome, — tio Jared murmurou com amargura enquanto olhava ansiosamente para a caixa de donuts colocada protetoramente ao lado de Darrin. —Então vá comer suas rosquinhas, — disse ele, olhando por cima do ombro para encontrar Marybeth de pé, na varanda decrépita que estava programada para ser demolida hoje, olhando para ele. Decidindo ter um pouco mais de diversão às suas custas, ele tomou uma decisão calculada e se afastou de seus donuts, oficialmente abandonando-os. Mantendo os olhos fixos nos dela, ele se abaixou e pegou a bainha de sua camisa cinza e, lentamente, puxou-a para cima. Mesmo com essa distância, ele foi capaz de ouvir seu gemido baixo. Ele pôs a camisa de lado, revelando o torso bem definido pelos quais ela tanto amava correr suas gananciosas mãos. Quando ela lambeu os lábios com fome, ele sabia que ele a tinha e a julgar pela forma que seus olhos piscaram e se


estreitaram sobre ele, ela também sabia disso. Era apenas uma questão de tempo e ambos sabiam disso. Incapaz de ajudar a si mesmo e ele realmente não estava tentando, ele atirou-lhe uma piscadela, que ganhou uma rodada de maldições murmuradas enquanto ela se virou e saiu. Ela era definitivamente sua ... —Oh Deus, esses são tão bons, — Tio Jared gemeu, chamando a sua atenção de volta para a caixa de donuts que ele abandonou apenas alguns segundos antes de encontrar a caixa vazia e seu tio saboreando os donuts recheados de limão que ele planejou comer por último. Ele

realmente

esteve

ansioso

para comer essas

rosquinhas, pensou, lambendo os lábios enquanto observava seu tio terminar o último pedaço. Merda! Ele olhou de volta para a casa onde ele tinha Marybeth exatamente onde ele queria e, em seguida, de volta para as três caixas de donuts que seu tio estava guardando e depois de volta novamente. Definitivamente a garota, ele decidiu com um aceno de cabeça, indo em direção à casa, decidindo que iria celebrar a rendição de Marybeth com uma caixa de donuts mais tarde.

Cinco horas muito longas mais tarde ... —Isso não pode estar acontecendo, — ela murmurou, balançando a cabeça em descrença enquanto ela observava o bastardo que ela de repente não poderia ficar longe estacionar seu carro e sair.


Ela brevemente considerou subir de volta em sua caminhonete e ir para outro lugar, mas graças a sua associação com os meninos Bradford este era o único supermercado em um raio de vinte milhas que ela não estava proibida de ir. Embora ela não se importasse de fazer uma longa viagem para limpar a cabeça, ela estava exausta demais para colocar esforço extra esta noite. Tudo o que ela queria fazer era ter suas compras feitas, ir para casa, fazer um par de sanduíches de queijo e presunto grelhados e comê-los na frente da televisão, enquanto tentava descobrir como o bastardo caminhando em direção a ela conseguiu deixá-la louca, sem dizer uma única palavra a ela durante todo o dia. —Fazendo um pouco de compras de supermercado? — Perguntou ele com aquele sorriso convencido, que fez seu pé contrair-se para bater em seu peito. —Sim, — ela respondeu, fervendo de raiva quando ela passou por ele e se dirigiu para um carrinho abandonado dois corredores à frente. —Quer que eu empurre isso para você? — Perguntou ele, pegando-o para ela quando ela empurrou o carrinho pela loja. —Não, — ela disse calmamente enquanto ela ignorou o movimento brusco do carrinho velho e frágil, saltando ao redor nas rodas bambas que travavam a cada poucos segundos, forçando-a a empurrá-lo mais duro para tê-lo se movendo novamente. —Você tem certeza?


—Sim! — Ela retrucou, quando as rodas prenderam novamente, forçando-a a impulsionar mais fortemente o carro e quando ele não se moveu ela puxou-o para trás e empurrou-o novamente e novamente até que ele finalmente rolou para frente. —Pronta para desistir? — Ele perguntou, rindo quando o carrinho parou em outra parada súbita. —Não, — ela retrucou, recusando-se a olhá-lo enquanto rezava que ela fosse capaz de passar a próxima hora sem matá-lo por fazer isso com ela. Ela estava no limite, frustrada e tão desesperada para senti-lo dentro dela que não havia absolutamente nenhuma dúvida em sua mente de que ela estava em crise de abstinência. Nos últimos seis anos, ela não esteve um único dia sem experimentar um orgasmo, geralmente três ou mais. Mesmo naqueles momentos em que eles estavam separados por

algumas

noites

ele

sempre

ligou, provocando

e

seduzindo-a com sua voz incrivelmente sexy, dizendo-lhe exatamente o que ele queria fazer para ela. Deus, ela adorava sexo por telefone .... —Basta dizer a palavra, baby, — disse o bastardo sorrateiro no mesmo sotaque sexy que ele normalmente utilizava quando ele sussurrava em seu ouvido enquanto ele a tomava por trás, assim quando ela atravessou as portas automáticas e entrou no grande supermercado, enviou um delicioso arrepio na espinha. Manipulador. Desgraçado.


—Vá para o inferno, seu bastardo! — Ela disse em um sussurro estrangulado enquanto empurrava o carrinho e pegou o ritmo, desesperada para colocar algum espaço muito necessário entre eles antes que ela fizesse algo tolo como arrancar suas roupas e exigir que ele a dobrasse sobre a prateleira de papel higiênico Charmin perto da porta e colocála para fora de sua miséria.


CAPÍTULO 16 —Eu estava pensando New Hampshire, — disse ele, alcançando além da mão trêmula de Marybeth, pegando uma caixa de cereal Cinnamon Life e jogando-a no carro. Depois de uma ligeira hesitação, ele pegou mais duas caixas e jogouas também. Com um suspiro pesado, Marybeth chegou ao carrinho, agarrou as duas caixas extras de cereais e as colocou de volta na prateleira antes que ela começasse a empurrar o carrinho só para vir a uma parada abrupta perto das caixas de Lucky Charms

quando

as

rodas

prenderam

novamente.

Murmurando uma maldição viciosa, ela empurrou de lado o carrinho

para conseguir movê-lo

novamente só para

amaldiçoar em seguida quando a coisa teimosa permaneceu bloqueada no local. Sorrindo, porque ele realmente não resistiu, ele fechou a distância entre eles, pegou-a e gentilmente a colocou de lado. Quando ela estava lá, olhando para ele e tremendo com raiva contida, ele puxou o carrinho velho e raquítico algumas polegadas para trás e depois simplesmente empurrou-o para frente com uma mão enquanto ele estendeu a mão e agarrou duas caixas de Lucky Charms e jogou-as dentro também. Em seguida, apenas por diversão, ele decidiu assobiar uma melodia alegre enquanto ele continuou a empurrar o carrinho pelo corredor, parando apenas o tempo suficiente para lançar


algumas caixas de barras de granola no carro antes de continuar andando sentindo-se estranhamente triunfante. —E quanto a New Hampshire? —Marybeth perguntou com os dentes cerrados um minuto mais tarde, quando ela relutantemente se juntou a ele no corredor de lanches. —Hmm? — Ele murmurou enquanto ele pegou três pacotes de biscoitos de chocolate e jogou-os no carro antes de continuar pelo corredor, apreciando isto provavelmente mais do que deveria. Então, novamente, após seis longos anos era bom saber que a espera estava quase no fim. Os dias de fingir que ela era apenas a sua melhor amiga estavam no fim. Ele a amava mais do que tudo e não podia esperar até que ele pudesse fazer todas as coisas que seus primos e irmãos tomaram por garantido. Apenas o pensamento de segurar a sua mão ou envolver os braços em sua volta enquanto a sentava no colo dele em público, fez seu pau se contorcer com antecipação. —New Hampshire, — lembrou-a, mexendo com um pacote

de

Oreos

e

jogando-os

no

carro,

parecendo

incrivelmente sexy com as bochechas coradas, o lábio inferior inchado de onde ela estava mordiscando-o e seus grandes mamilos endureceram contra a camiseta da Bradford Construção que vestia, dando a qualquer pessoa que a visse a impressão de que ela acabou de ser completamente fodida. Ele engoliu em seco, pensando na última vez que ele a levou.


—Foram realmente apenas dois dias? — Ele se perguntou vagamente, enquanto ele pensava sentir de volta a sensação de acordar com sua a boca envolvida em torno de seu pênis, gentilmente sugando a ponta enquanto ela provocava o ponto sensível debaixo da cabeça de seu pênis com os dentes. Lembrou-se deitado ali, socando os lençóis enquanto ela continuava a atormentá-lo até que ele tivesse perdido o controle. Ele mexeu seus quadris e avançou, deslizando seu pau dentro de sua boca acolhedora. Ela riu suavemente quando ela colocou a mão em torno de seu pênis enquanto lentamente puxou a boca de volta apenas para levá-lo novamente em sua boca uma fração de segundo depois, acariciando seu pau enquanto ela movia sua boca para cima e para baixo no seu eixo, gentilmente sugando-o enquanto ela passava a outra mão por baixo e segurava suas bolas sensíveis em sua mão quente e macia. Ela foi implacável, negando suas exigências que ela subisse em cima dele para fodê-lo. Ela continuava chupando o pau até que ele enfiou os dedos pelos seus belos cabelos longos e cedeu com as costas curvadas, gritando seu nome enquanto ela engoliu-o sem misericórdia. Ele ainda estava com falta de ar quando Marybeth soltou seu pênis quando o último tremor de prazer percorreu a ponta, se arrastou pelo seu corpo e montou a boca dele. Só de pensar sobre a maneira que sua boceta molhada pressionou contra seus lábios, separando-se facilmente quando ele abriu a boca e acariciou o cerne sensível com a língua tinha seu pau endurecendo dolorosamente. Ele


lambeu e chupou, amando o jeito que ela se moveu contra sua boca, gemendo seu nome quando ela segurou os seios, provocando os mamilos duros enquanto ele observava através de suas pálpebras. Cristo, ela estava linda. Ele segurou seu traseiro, incentivando-a a tomar o que ela queria quando ele deslizou sua língua dentro dela, endurecendo-a para que ela pudesse montar sua boca. Ela o montou com um toque sensual de seus quadris, moendo sua boceta contra sua boca, seus movimentos chegando cada vez mais rápido até que ela estava jogando a cabeça para trás e gritando seu nome. Antes que o último tremor tivesse deixado seu corpo, ele lhe pressionou contra a cabeceira da cama e estava transando com ela, usando seu poder sobre a cabeceira para mantê-la onde ele precisava dela quando ele bateu nela, saboreando

a

maneira

como

ela

gemeu

e

gemeu,

murmurando seu nome enquanto sua vagina apertou o cerco em torno dele, recusando-se a deixá-lo ir e... —Você vai me dizer o que há em New Hampshire ou não? —Marybeth exigiu, arrastando-o para fora de seus pensamentos e fazendo-o perceber que ele estava em pé no meio de um supermercado, segurando uma caixa de Oreos duplos e ostentando uma ereção muito grande e muito dolorosa. Merda! Ele

arriscou

silenciosamente

um

rápido

amaldiçoou

olhar

quando

para ele

baixo

e

casualmente


deslocou-se atrás do carrinho e fora de sua vista, uma vez que a última coisa que ele precisava era de Marybeth descobrindo o quão mal ele a queria. Cristo, ele não podia imaginar o que ele faria se ela percebesse o poder que ela tinha sobre ele e foi por isso que ele não estava dando a ela um momento de paz. Ele tinha a vantagem e ele planejava mantê-la. —New Hampshire? — Ela disse, olhando para ele com expectativa enquanto ele estava lá, rangendo os dentes e tentando

não

estremecer quando

seu

pau

empurrou

avidamente ao som de sua voz. Merda! —Eu pensei que irmos lá para nossa lua-de-mel, — disse ele, limpando a garganta enquanto se virava ao redor e fazia um show apenas examinando a prateleira de biscoitos orgânicos enquanto tentava manter seu pau sob controle novamente. —Lua-de-Mel? — Ela repetiu lentamente, como se ela nunca tivesse ouvido a palavra antes. —Hmmmmm,

ele

murmurou

distraidamente,

enquanto tentava se concentrar em toda a papelada esperando por ele no trabalho para ter sua mente longe da mulher atrás dele, que provavelmente estava contemplando-o enquanto andava com o carrinho velho enguiçado. —Não iremos em uma lua de mel, — ela disse e, em seguida, antes que ele pudesse detê-la, a mulher frustrante roubou seu carro e saiu, deixando-o ali de pé, tentando fazer


com que seu pênis se comportasse de modo que pudesse pôr a mulher tranquila e calmamente explicar-lhe que ela iria dar-lhe a porra de uma lua de mel para compensar seu pobre pau indefeso.

—Estamos indo. —Nós vamos para onde? — Ela perguntou com uma careta enquanto ela continuava a procurar as prateleiras de seu xampu favorito. —Em uma lua de mel, — Darrin respondeu em uma voz estrangulada, fazendo-a se perguntar o que ele estava fazendo durante os últimos quarenta minutos. Então, ela decidiu que ela realmente não se importava desde que ela deu uma pequena pausa agradável de sua besteira e uma oportunidade para limpar a cabeça e ter seus hormônios sob controle. Embora ela não se importaria se ele a jogasse no chão, tirasse suas calças e arrancasse sua calcinha para que ele pudesse fazer travessuras com ela. Mas, ela não está mais desesperada por seu toque graças aos últimos quarenta minutos que ela gastou andando pelo supermercado. Ok, então ela podia ter estacionado seu carrinho na loja de flores e passado os últimos trinta minutos no pequeno café em frente da loja, bebericando um copo de leite com chocolate, ou dois, e mordiscando uma grande fatia de bolo de chocolate... uma fatia de torta de maçã... uma grande fatia


de bolo de cenoura... e um brownie ou dois acompanhados por sorvete para ajudar a acalmar seus nervos, é claro. Agora, após o consumo de mais de cinco mil calorias em açúcar, ela teve que admitir que ela estava começando a se sentir muito melhor. Ela olhou para o bastardo que esteve atormentando-a desde a noite passada e arqueou as sobrancelhas, notando que ele parecia muito pior do que a última vez que ela o viu. Seu cabelo escuro curto era confuso, parecendo como se ele tivesse passado os dedos por ele uma dúzia de vezes, sua mandíbula

estava

apertada e

ele

parecia seriamente

chateado. —Problemas? — Ela perguntou, seu olhar caindo para a grande caixa de biscoitos de manteiga vegan que ele estava segurando. —Não, — ele rosnou. —Eu vejo, — disse ela, estudando-o com curiosidade, agora que ela não se sentia como se ela fosse morrer sem sexo. —Nós vamos sair em uma maldita lua de mel, — informou ele, enquanto seus olhos se estreitaram sobre ela, desafiando-a a discutir com ele. E uma vez que ela estava se sentindo muito melhor graças à sua compulsão por açúcar ... —Nós realmente não estamos, — disse ela com um encolher de ombros descuidado que ele não pareceu apreciar,


a julgar pelo tique que ele desenvolveu de repente em seu olho esquerdo quando ele olhou para ela. —Sim, estamos, — ele rosnou, fazendo-a perceber algo muito importante. Tinha perdido aquele brilho arrogante em seu olho. Agora isto era interessante, pensou ela, inclinando a cabeça para o lado enquanto o estudava. Muito interessante, pensou enquanto seu olhar, mais uma vez, caiu para a caixa de biscoitos com a qual nenhum Bradford seria pego. Ela considerou pegar a caixa para provar sua teoria, mas ... Ah, o que o inferno? —Merda! —Darrin engasgou quando ele tentou agarrar loucamente a caixa de biscoitos, mas ela rapidamente jogou-a no carrinho enquanto empurrou-a para longe e fora de seu alcance, forçando-o a virar-se e fingir estar estudando os pequenos frascos de shampoo que não tiveram nenhuma chance de esconder essa protuberância muito grande e muito perceptível de olhos curiosos. —Hmmmmm, olha bem para isso, — ela murmurou, sentindo os lábios puxarem para cima em um sorriso comedor de merda que iria rivalizar com o de qualquer Bradford. —Não é nada, — ele retrucou, virando a cabeça para que ele pudesse olhá-la. —Sério? — Ela perguntou, erguendo uma sobrancelha em descrença quando ela olhou apontando para baixo.


—Está tudo bem. —Se você diz, — ela disse, deixando suas palavras trilhando fora com um sorriso maroto quando ela se afastou, deixando-o preso pelos frascos de xampu Head and Shoulders, bastante satisfeita com a forma como as coisas estavam mudando. —Onde diabos você está indo? — Ele perguntou quando uma mulher e quatro filhos pequenos viraram pelo corredor e passaram por ela, encarando-o de forma eficaz. —Fazer planos, — ela anunciou com prazer enquanto ela empurrava o carrinho velho deteriorado pelo corredor, decidindo que era hora de trazer o bastardo de joelhos.


CAPÍTULO 17 —Merda! — Murmurou com um encolher quando ele lançou um olhar nervoso em direção à porta do apartamento de Marybeth, enquanto esperava por algum sinal de que ela ouviu falar dele. Quando ele não ouviu nada depois de um minuto, ele foi praticamente à ponta dos pés pela curta distância até a porta e virou lentamente a maçaneta ao mesmo tempo, balançando a cabeça em desgosto consigo. Porra patético, ele pensou quando ele mesmo lançou outro olhar nervoso por cima do ombro para garantir que a pequena provocadora não estava vindo para destruir o último fio de seu autocontrole. Ele ainda não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Um minuto ele estava tão certo de que ele finalmente a teve onde ele a queria e no próximo ele estava em pé na frente dos Head and Shoulders genéricos, explicando ao gerente assistente que ele não precisava de qualquer ajuda, enquanto ele lutava para obter seu pênis sob controle.

Agora,

duas

horas

mais

tarde,

ele

foi

sorrateiramente a seu apartamento como um covarde, tudo para que ele pudesse ter a chance de limpar a cabeça antes que

Marybeth

pudesse

tirar

momentâneo de autocontrole. Espaço.

proveito

de

seu

lapso


Ele só precisava colocar um pouco de espaço entre eles para que ele pudesse limpar a cabeça e ganhar o controle antes que ele continuasse com seu assalto sensual. Ele considerou brevemente vir com um novo plano, mas apenas decidiu tão rapidamente que esta era a sua melhor chance de finalmente fazer Marybeth dele. Agora tudo o que ele precisava fazer era ter certeza de que seu pênis estava a bordo com o seu plano e tudo ficaria bem. Amanhã ele iria começar de onde ele parou, mas esta noite ele estava tirando a noite de folga para se recuperar, ele decidiu ao fechar a porta atrás dele. Depois de uma ligeira hesitação, ele trancou a porta atrás dele e passou a fechadura para garantir que a pequena provocadora não fosse capaz de esgueirar-se para dentro e tirar proveito de seu estado debilitado. Com isso em mente, ele moveu sua bunda e se certificou de que a porta dos fundos estava trancada, bem como se certificando de que Marybeth não estava à espreita, pronta para atacar. Quando ele não a encontrou escondida em um canto em algum lugar, pronto para atormentar seu pobre pau maldosamente distraído com seus sorrisos pequenos e perniciosos e curvas generosas, ele subiu as escadas, engolindo nervosamente enquanto ele chegou até a porta do quarto fechada. Ele tentou reunir coragem para abrir a porta e enfrentar o que estava esperando por ele dentro, mas ele não podia se mover, não quando havia uma possibilidade real de Marybeth estar lá, esperando por ele, nua, ansiosa e molhada ...


Oh droga… Ele deveria virar e ir embora enquanto ele ainda teve a chance. Ele poderia ficar na casa de seus pais ou com um de seus irmãos ou primos. Seria a coisa inteligente a fazer, ele disse a si mesmo, mas ele não podia se impedir de chegar a essa maçaneta quando ele lambeu os lábios, antecipando o momento em que ele a visse, pronta e esperando por ele. Ele era tão fraco. A maçaneta girou com um pequeno clique, seu pau saltou com antecipação, mesmo quando tudo nele lhe disse para correr. Ele tinha um plano, porra, e ele estava funcionando. Ele só precisava ser forte e avançar com isto, pensou entorpecido quando a porta se abriu, revelando... Um quarto vazio. Ele não estava desapontado, disse a si mesmo quando ele entrou em seu quarto e fechou a porta atrás de si. Ele foi até sua mesa, abriu a gaveta de cima, pegou um par de boxers e bateu a gaveta fechada. Ele se afastou em direção ao banheiro, olhando a cama vazia, onde Marybeth deveria estar esperando por ele, nua e pedindo-lhe para transar com ela enquanto ela professava seu amor eterno por ele. Chateado, porque isso estava levando mais tempo do que ele esperava, tirou suas roupas, abrindo o chuveiro em plena explosão e entrou. Mandíbula apertada, lavou-se, decidido a ignorar seu pênis negligenciado, empurrando com força contra seu estômago, pedindo autorização, mas ele não podia ceder às exigências de seu corpo sem perder o desafio e


perder a melhor chance que ele teve em fazer de Marybeth sua esposa. Sem recorrer ao sequestro, mas, que ele estava disposto a fazer, somente como um último recurso. Ele preferia ter sua cooperação, especialmente desde que faria a lua de mel mais agradável. Cristo, só de pensar na lua de mel e todas as coisas que ele queria fazer com ela lhe tinha lambendo os lábios em antecipação. Ele a levaria para uma ilha tropical, em algum lugar onde pudessem passar os seus dias fazendo amor na praia com a maré sobre seus corpos quando ele deslizasse dentro dela, resfriando sua pele do sol quente batendo contra eles. À noite, ele a deitaria na frente de um fogo e adoraria o seu corpo com as mãos e boca. Ele tomaria seu tempo com ela, reaprendendo cada curva de seu corpo, a sensação de sua pele contra a sua língua, traçando suas curvas, sugando e beijando cada polegada de sua pele até que ele viesse para o centro dela. Sua mão enrolada em seu pênis enquanto ele lambia os lábios, imaginando o quão bom ele ia se sentir deslizando lentamente a língua na sua boceta molhada. Ele usaria a ponta da língua para provocar o clitóris enquanto ele agarraria suas coxas e empurraria as pernas abertas para que ele pudesse enterrar a língua na... —Merda! — Ele rosnou, soltando a mão de seu pênis enquanto ele arrastou uma respiração profunda, rezando por


controle quando tudo que ele queria fazer era encontrar Marybeth e fodê-la duramente. Ele queria que... —Você vai me foder, Darrin? A questão congelou-o no local. Ela estava aqui? —Marybeth? — Ele disse, desligando a água quando saiu da banheira e pegou uma toalha. —Bem? —Marybeth perguntou em tom de provocação que ela usava quando eles estavam na cama, o que o fez gemer e querer enterrar-se dentro dela e ficar lá. —Você está molhada para mim, querida? —Ele se ouviu perguntar, só que ele não disse nada. Franzindo a testa, ele abriu a porta do banheiro e olhou para a cama para encontrá-la vazio. Que diabos.... —Por que você não vem aqui e descobre por si mesmo? —Marybeth sugeriu no mesmo tom, chamando a sua atenção contra a sua vontade para a televisão. Oh, foda-se não ... —Por que você não me mostra? —Ouviu-se perguntar quando a câmera deu um zoom em Marybeth, que estava deitada em sua cama, seminua, sorrindo e agradavelmente tonta do champanhe que serviram na festa de aniversário de seu pai.


Ele engoliu em seco, enquanto observava Marybeth enviar a câmera um olhar brincalhão, mesmo quando ela se abaixou e deslizou fora de um fio dental rosa pálido Lacey. Ela afastou uma de suas pernas, expondo seu sexo molhado quando ela jogou sua calcinha para a câmera. —Você quer uma inspeção mais próxima, Oficial? — Ela perguntou, descendo para traçar sua fenda molhada quando a câmera se aproximou. —Sim, senhora, — ele ouviu-se dizer quando o som inconfundível de um zíper sendo arrastado para baixo veio através dos alto falantes da televisão alto e claro. —Merda, — ele murmurou, deixando cair a toalha quando ele correu para a mesa de cabeceira e pegou o controle remoto. Assim quando seu polegar encontrou o botão de energia e ele pressionou, orando a Deus que o filme caseiro desligasse antes de chegar à parte onde Marybeth lhe mostrasse o quão ela estava molhada. Levaram vários segundos para perceber que não estava desligando. Maldição, ele bateu o controle remoto contra a mão dele, mas isso não ajudou. —O que você está fazendo? — Perguntou Marybeth, parecendo sem fôlego quando ele olhou para a televisão a tempo de ver a cena desfocando um pouco quando a câmera foi colocada para baixo. —Liberte as minhas mãos. Ele olhou para a televisão, congelado no local, enquanto observava-se ir até a cama, seu pau saindo de suas calças e


saltando a cada passo. Sem uma palavra, Marybeth inclinouse com um sorriso e levou a cabeça de seu pênis em sua boca. No segundo seguinte ele estava no seu gabinete, apertando o botão de ligar o leitor de DVD, mas a cena continuou a correr, gemidos altos vibraram por toda a sala quando ele voltou sua atenção para a televisão e tentou desligá-la, mas não desligava. —Por que você não está de quatro, querida? —Puta que pariu! — Ele retrucou, desistindo de tentar desligar a televisão. Ele arrastou-a para longe da parede, inclinou-se em torno dele e... —Foda-se! Havia uma caixa de saída cobrindo os plugs. Ele tentou puxá-lo para fora, para libertar os plugs, mas não houve resultado. Ele afastou-se da mesa e dirigiu-se para a porta do quarto,

desesperado

para fugir antes

que

as

coisas

piorassem. Ele agarrou a maçaneta, abriu a porta e foi forçado a bater a mão contra o batente da porta quando suas pernas ameaçaram falhar. —Indo a algum lugar? — Perguntou Marybeth com aquele sorriso travesso que tinha seu pau empurrando feliz contra seu estômago, desesperado por sua atenção quando os sons de gemidos ficaram mais altos. —Isso não vai funcionar, — ele mordeu fora tentando ignorar os sons de Marybeth implorando-lhe para fodê-la ainda mais duro vindos da televisão enquanto ele ficou ali olhando para ela.


—Sério? — Ela perguntou com um encolher de ombros descuidado quando ela entrou na sala. Ele abriu a boca para dizer-lhe exatamente por que isso não iria funcionar quando um gemido estrangulado rasgou de seus lábios e a pequena provocadora correu a ponta do dedo para baixo para a parte inferior de seu pênis. Ela lançou lhe um sorriso quando ela se afastou, deixando-o ali de pé, ofegante e lambendo os lábios enquanto a observava tirar a camisa e jogá-la para o lado, deixando-a completamente nua. Ele ficou ali, sentindo-se impotente quando ela se arrastou em sua cama e deitou para trás, deixando as pernas caírem abertas e deu-lhe uma vista panorâmica dos lábios molhados inchados. —Você está pronto para colocar um fim a isso? — Ela perguntou suavemente, mordendo o lábio inferior enquanto ela distraidamente passou um dedo entre os seios, chamando a sua atenção para o fato de que seus mamilos grandes caramelo estavam duros e desesperados por sua boca. Deus, sim... Ele levantou o pé, pronto para implorar misericórdia quando ele viu o brilho triunfante nos olhos dela que lhe disse exatamente o que ela estava fazendo. Ela estava jogando com ele e o fez bem. Mandíbula apertada com força, ele se obrigou a afastarse, com medo de que se ele abrisse a boca ele iria estragar tudo, dizendo-lhe exatamente o quanto ele queria colocar um


fim a isso. Foi apenas a lembranรงa do que estava em jogo que o impediu de fazer isso.


CAPÍTULO 18 A vida era boa, ela decidiu, incapaz de parar de sorrir enquanto esperava que a caixa terminasse de passar seu café da manhã. Ela normalmente decidia por cereais ou pop-tarts pela manhã antes de trabalhar, mas hoje ela sentia-se no clima para algumas fatias de bolo com pedaços de maçã da melhor padaria na cidade, que também passou a ser apenas aquela de onde Darrin foi banido. Realmente não havia melhor maneira de comemorar, ela meditou fazendo um gesto para o caixa para adicionar outros bolinhos de maçã para o seu deleite. De fato, isso não era verdade, ela percebeu com um aceno triste de sua cabeça quando ela puxou seu telefone para fora e tirou uma foto rápida de todos os saborosos muffins dinamarqueses dispostos para o café da manhã. Ela colocou seu dinheiro em cima do balcão, pegou as sacolas cheias com assados e se dirigiu para a porta quando ela teclou, enviar. Ela não ficou exatamente surpresa quando ele não respondeu ao seu texto. Ele a estava evitando, afinal de contas, desde a semana passada quando ela comandou sua televisão. Desde então ele esteve correndo. Sempre que ele a via, ele amaldiçoava e virava abruptamente a cabeça para a direção

oposta. Se ela o chamasse, ele responderia,

perguntaria se ela estava bem antes que pudesse dizer qualquer coisa e assim que ele sabia que estava tudo bem, ele


ia para longe dela. Se ela lhe enviasse um texto, ele o leria, mas nunca responderia. Ela provavelmente deveria recuar e dar-lhe algum espaço, mas isto só lhe daria uma chance de se reagrupar e ir atrás dela de uma forma diferente e ela sabia muito bem que ele estava tentando descobrir uma outra maneira de quebrá-la. Mais cedo ou mais tarde ele iria descobrir que ele não tinha a menor chance de ganhar e pelo tempo que ele fizesse, seria tarde demais. Ela viraria a mesa sobre ele e o faria implorar antes de deixá-lo ter uma transa quente com ela e colocar um fim a este desafio uma vez por todas. Em seguida, ela estaria livre para desfrutar o resto de seu tempo juntos sem ter que lidar com outra conversa comovente sobre o futuro. Suspirando com alívio, ela abriu a porta do caminhão e subiu, lançando suavemente os sacos cheios de guloseimas que ela ia ter que comer antes que ela fosse para o local de trabalho no banco ao lado dela. Cinco minutos depois ela estava

dirigindo

por

uma

das

estradas

do

interior,

cantarolando uma de suas músicas preferidas e chegando em um dos sacos de padaria branco quando ouviu o piar de uma sirene. —Merda, — ela murmurou com um gemido quando ela olhou para o espelho retrovisor e viu as luzes piscando vindo por trás dela. Resignando-se a uma multa, ela puxou para o lado da estrada e colocou a caminhonete no acostamento. Muito


familiarizada com a rotina, ela se aproximou e começou a buscar tediosamente dentro de sua mochila sua licença e... —Por favor, saia do veículo, senhora, — disse a voz dolorosamente familiar, fazendo-a sacudir com desgosto, porque isto foi triste mesmo para os padrões dos Bradford. Parando sua busca por sua licença, ela voltou sua atenção para o grande bastardo do lado de fora de sua porta, olhando presunçoso, enquanto esperava para ela cumprir a ordem.

Curiosa

para

ver

o

que

ele

planejou

e

reconhecidamente ansiosa para atormentá-lo um pouco mais, ela abriu a porta e... — Por favor, coloque as mãos sobre o capô de seu veículo, senhora, — Darrin disse firmemente, soando um pouco aborrecido, enquanto esperava por ela para fazer o que ele pediu. Divertida, ela não se preocupou em esconder o sorriso quando ela se moveu para o lado, virou-se e colocou as mãos sobre o capô de sua caminhonete. — Existe um problema, oficial? — Ela de alguma forma conseguiu falar sem rir... muito. —Você sabe o quão rápido você estava indo? —Nenhum indício, — disse ela, esperando que ele colocasse as mãos sobre ela e fizesse alguma tentativa meiaboca para tentá-la perder o controle. —Você estava a cinquenta milhas em uma zona de trinta e cinco, senhora.


—Uh huh, — disse ela, suspirando pesadamente enquanto ela estava lá, apertando os olhos contra o sol da manhã, esperando-o continuar. —Além disso, a sua luz traseira está queimada, — ele apontou com firmeza. —Isso pode ter algo a ver com o fato de que você prometeu consertá-la, — ela apontou amavelmente quando ela moveu e esperou. —Senhora, você está ciente de que há dez bilhetes de estacionamento

pendentes sobre este veículo?

— Ele

perguntou, ignorando-a enquanto ele continuou com o que estava se transformando em uma tentativa realmente patética de ganhar, fazendo-a perguntar-se por que ele sequer se preocupou. —Sim, sim, eu sei. Eu acredito que um determinado policial pegou emprestado meu carro para chegar ao trabalho e esqueceu-se de obter uma autorização de estacionamento para estacionar na estação, acumulando

bilhetes

de

estacionamento que ele deveria ter regularizado, — ela lembrou. — Temo que terei que detê-la, — disse ele, finalmente, chegando ao ponto e fazendo-a rolar os olhos, porque sim, eles jogaram este jogo uma vez ou duas. Só que hoje provavelmente não iria acabar com ele tomando-a por trás. Bem, provavelmente, pensou, sorrindo presunçosamente, mas ela também desejava obter exatamente o que queria, quando ele finalmente cedesse e...


— Oficial de McCain, você poderia tomar essa mulher sob custódia? — Perguntou ele, chamando sua atenção para o fato de que um segundo policial parou atrás de Darrin enquanto ela estava esperando por ele para chegar ao ponto. Ela virou a cabeça quando os primeiros arrepios de apreensão se arrastaram por sua espinha e ela sentiu seu queixo cair quando viu o rosto muito severo e muito irritado de uma oficial mulher andando em direção a eles. Engolindo nervosamente, ela disse, — Darrin? Rindo em voz baixa, ele se aproximou até que ele estava atrás dela. —Diga a palavra Marybeth, e eu posso fazer isso tudo ir embora, — ele sussurrou, seu hálito quente provocando sua nuca enquanto ela estava ali, lambendo os lábios nervosamente enquanto observava a outra mulher se aproximar, parecendo seriamente puta para uma mulher que carregava uma arma. —Ou você pode simplesmente virar-se, envolver seus braços em volta de mim, olhando com adoração nos meus olhos e professar seu amor eterno por mim, — disse ele, rindo. —Não faça isso, — ela cerrou as mãos em punhos quando a oficial muito irritada puxou algemas fora. — Dê-me o que eu quero e não vou precisar. — É melhor que seja uma piada, — ela cuspiu fora enquanto a oficial fez um gesto para Darrin se afastar. — Última oportunidade, querida, — Darrin disse suavemente e mesmo que ele não a estivesse tocando, ela


poderia jurar pelo seu dia de morrer, que ela sentiu o sorriso sacana. —Não faça isso, Darrin, — ela implorou, deslocando-se nervosamente enquanto a oficial McCain deu um passo ao lado dela. —Você sabe o que você tem que fazer para que isso tudo acabe, — disse ele, afastando-se e deixando-a a mercê de... —Ow! — Ela suspirou, mais em choque do que de dor real, quando a oficial McCain agarrou seu braço e puxou-o de volta para pôr a algema de metal em volta do pulso antes de fazer o mesmo com o outro braço. —Você tem o direito de permanecer em silêncio. Qualquer coisa que você disser e fizer pode... — Isto não é mais engraçado, — Marybeth estalou, olhando por cima do ombro de Darrin enquanto a oficial McCain lia seus direitos. — Quebrar a lei nunca é, — Darrin murmurou ironicamente. — Você vai se arrepender disso, — prometeu ela, ainda segurando a esperança de que tudo isso era uma piada de mau gosto, mas algo sobre a oficial McCain disse a ela que a mulher não tinha senso de humor. — Provavelmente, — ele murmurou, distraído com um encolher de ombros quando ela foi puxada para longe do caminhão. —Eu não estou brincando, Darrin!


Sorrindo aquele maldito sorriso Bradford que ela estava realmente começando a odiar, ele foi até sua caminhonete e roubou seus preciosos sacos de padaria, enquanto ela estava ali, impotente para detê-lo. — Eu nunca pensei que você estivesse, — ele demorou, fazendo um show ao inspecionar suas bolsas. —Nem

sequer pense

sobre

isso,

ela avisou,

precisando de seus açucarados mimos assados mais do que nunca. Dando-lhe uma piscadela, o filho da puta que ela iria matar, enfiou a mão na bolsa e tirou um dos grandes peixinhos de maçã crocantes que eram dela por direito e deu uma mordida, tudo enquanto mantinha os olhos fixos nela. —Vamos, — disse a oficial McCain, dando-lhe um puxão suave no braço que conteve seu movimento. —Isso ainda não acabou! — Gritou ela enquanto era arrastada para o segundo carro da polícia. —Vou caçá-lo por isso, seu bastardo! — Ela prometeu a ele enquanto a oficial McCain abriu a porta do carro e empurrou-a para dentro. —Não faça promessas que não pode cumprir, baby, — ele disse, suspirando feliz enquanto passava por ela, dando uma mordida enorme em seu bolo de maçã e trazendo sua raiva a um nível totalmente novo.


CAPÍTULO 19 —Você vai ter que sair daí, em algum momento, seu filho da puta! —Marybeth gritou, enfatizando suas palavras batendo em sua porta. —Você percebe que ela vai matá-lo, certo? —Reese perguntou em torno de um grande bocejo enquanto ele distraidamente coçou a parte de trás de sua cabeça enquanto examinava a pilha de embalagens vazias cobrindo a mesa de café. —Provavelmente, — disse ele, sem se preocupar quando ele se inclinou para frente e procurou através das embalagens vazias e invólucros algo para comer, indiferente quando caiu no chão. —Eu não posso acreditar que você mandou revista-la, — Jason disse, balançando a cabeça tristemente enquanto passava por ele para pegar um pacote de Oreos duplos, apenas para soltá-lo alguns segundos mais tarde, quando ele descobriu que o pacote estava vazio. —Ela poderia ter colocado um fim a isso a qualquer momento que ela quisesse, — ele lembrou-lhes quando ele olhou para o relógio, perguntando onde Aidan foi com a comida. —Isso provavelmente não ajudou com o seu plano de merda, — Trevor acrescentou, lançando o saco vazio de


manteiga de amendoim de Reese de lado e encostou-se no sofá com um suspiro, lembrando Darrin de algo sobre o qual ele se perguntou nas últimas duas horas… —O que diabos você está fazendo aqui? —Zoe nos expulsou, — Trevor explicou com um encolher de ombros e um suspiro quando ele desistiu de sua pesquisa e sentou-se. —Isso ainda não explica o que está fazendo aqui, — apontando enquanto ele aceitou uma cerveja de seu gêmeo. —Vovó está dando um jantar e ela não confiava que fôssemos nos comportar, — disse Jason bocejando enquanto ele finalmente desistiu de sua busca por comida. —Ainda não explica por que você está aqui, — disse ele ao mesmo tempo em que Marybeth lançou um grunhido de frustração no corredor alguns segundos antes de ouvirem a porta se fechar. Ele não podia fazer nada mais que sacudir a cabeça em desgosto. Será que ela realmente acha que ele ia cair nessa? Ele tirou a tampa da sua cerveja e tomou um gole, enquanto observava o jogo, esperando o momento em que a mulher frustrante percebesse que ele não estava caindo neste truque bobo. Não demorou muito antes de ela lançar um gemido de frustração e voltar a bater em sua porta. —Abra a porta! — Ela retrucou, demandando e batendo em sua porta.


—Você já está pronta para desistir? — Ele perguntou em torno de um bocejo, porque se isso era tudo que ela faria, em seguida, ela poderia muito bem desistir e aceitar o inevitável. Houve uma pequena pausa antes de perguntar: — Você vai sair, se eu fizer? —Não. —Eu te odeio! — Ela retrucou, enfatizando sua declaração batendo a porta da frente. —Não, ela me odeia, — disse ele com um leve aceno de cabeça enquanto a observava passar rápido em frente da sua janela e seguindo para seu carro, diminuindo quando ela avistou Aidan saindo de seu SUV. Ele atirou a Marybeth um sorriso e uma piscadela antes de se virar e ocupar-se carregando em seus braços a comida que ele prometeu pegar. —O que ela está fazendo? —Jason perguntou com uma careta enquanto a observavam abruptamente parar em seu caminho, virar-se, caminhar de volta para a casa, pegar a mangueira e jogar água como numa tormenta para fora da garagem. —Oh, merda, — Reese murmurou. —Ela não iria... —Trevor disse, lentamente chegando a seus pés enquanto observavam Marybeth enfurecida vir através do pátio em direção a Aidan. —Merda! — Ele rosnou, correndo para a porta, rezando para que ele fosse capaz de fechar a torneira de água antes que fosse tarde demais.


Ele mal conseguiu empurrar a porta da frente aberta quando Marybeth tomou sua vingança em Aidan e mais importante, a deliciosa comida chinesa que ele sonhou durante toda a manhã. Aidan tentou correr, mas a moça sem coração que ele amava mais que tudo conseguiu derrubar seu irmão com um empurrão da mangueira. Enquanto Aidan lutava para salvar os últimos pedaços de comida que, de alguma forma sobreviveu

ao

seu

ataque

cruel,

Marybeth

mudou

calmamente a mangueira para a direita e com os olhos fixos nele, destruiu cada pedaço saboroso. A mulher era insensível, ele percebeu enquanto ele a viu soltar a mangueira em seus pés, passar por cima de Aidan que estava procurando em vão através da comida encharcada por quaisquer sobreviventes, e caminhou em direção a ele só para parar e visivelmente engolir quando ela pegou o brilho assassino nos olhos dele. Absolutamente sem coração, ele decidiu quando ele lançava para ela, mas se encontrou preso no chão por seus primos enquanto a mulher cruel que ele estava mais determinado do que nunca para fazer sua, fugiu.

Deus, ela sentia falta dele, pensou distraidamente com um gemido patético enquanto ela estava ali olhando o despertador, esperando o último minuto passar antes que ela tivesse que se levantar. Ela moveu-se em antecipação só para estremecer quando o movimento fez uma das molas velhas e


enferrujadas

que

estavam

se

tornando

mais e mais

perceptível a cada minuto a cutucasse de lado. Ela também realmente sentia falta de sua cama, pensou miseravelmente quando se sentou lentamente e com cuidado desembaraçou sua camisa favorita da mola afiada que saia fora da almofada do velho sofá. Suspirando, ela se moveu de o lado, estendeu a mão e agarrou o rolo de fita adesiva que ela mantinha na mão para tal ocasião. Ela tirou duas tiras curtas e cobriu a ponta de metal recortada, na esperança de que a mola não visse isso como um desafio para estalar todo o caminho esta noite, enquanto ela estava tentando dormir. Ela olhou para a porta do quarto fechada de Jake e considerou forçar o bastardo de trocar de lugar com ela, mas.... Ela tinha visto o seu colchão. Não que ela realmente queria saber, porque ela não o queria, mas ela tinha certeza de que era o mesmo colchão que ele teve desde que ele tinha quinze anos. Era mais encaroçado do que o sofá, manchado de todos aqueles cafés gelados que ele gostava de beber à noite e tinha pedaços dele faltando. Até que ela descobrisse o que ela iria fazer, ela ia ter que engolir e lidar com seu sofá cheio de buracos e a possibilidade de contrair tétano. —Você está acordada, — disse Jake dando um grande bocejo enquanto ele tropeçou fora de seu quarto e se dirigiu para o banheiro.


—Você acha que poderia passar por minha casa hoje e pegar algumas coisas para mim? — Ela perguntou, puxando a lista que fez ontem à noite, sabendo que ele era um covarde e realmente não o faria. Ele balançou sua cabeça. — Desculpe, não posso. Eu tenho um encontro hoje à noite, — disse ele com um sorriso tímido que só poderia significar uma coisa. —Merda, — ela murmurou com um suspiro. —Desculpe, — ele disse com aquele sorriso de menino que normalmente tinha seus olhos revirando e rindo quando ela o chamava de burro, mas não hoje. Não quando isso significava que ela estava fora no tempo. —Talvez você possa ficar com a mamãe? — Sugeriu com um encolher de ombros. Onde sua mãe podia enchê-la com mil perguntas sobre por que ela não estava hospedada em sua própria casa e por que ela parecia estar constantemente olhando por cima do ombro? Não, isso realmente não era a melhor ideia, não se ela não quisesse ter de explicar a verdadeira razão pela qual ela ficou entre um grupo de Bradfords e sua comida. —Eu não posso, — disse ela com um suspiro, percebendo que ela não tinha mais para onde ir. Era hora de ir para casa e encarar a música, ela decidiu com uma careta quando ela foi forçada a mudar de lado e outra mola rasgou o tecido do sofá áspero, ameaçando arranhar seu quadril.


—Você quer que eu fale com ele? —Jake ofereceu, enquanto agarrou sua escova de dente que era uma bagunça emaranhada e esguichou uma quantia obscena de pasta de dente. Desde que ela sabia quem —ele— era, ela encolheu os ombros e balançou a cabeça. — Eu posso lidar com isso sozinha. — Tem certeza? — Ele perguntou em torno de sua escova de dente e uma boca cheia de pasta de dente, parando a escova e parecendo que queria discutir com ela, mais uma vez. —Sim, eu tenho certeza que ele está calmo por agora, — disse ela, forçando um sorriso descuidado, quando tudo o que ela queria fazer era caçar aquele grande bastardo e chutar a bunda insensível dele. Ele não veio atrás dela para em busca de vingança, nem mandou uma mensagem para ela ou apareceu para ver como ela estava, chamou Jake ou sua mãe, ou teve um de seus parentes perguntando se ela estava bem, nada. Não que ela queria vê-lo chateado ou estava na corrida para descobrir exatamente o que ele planejou para ela, mas ainda assim... Teria o matado pelo menos fingir que ele deu a mínima para ela? Desgraçado. Quando ela se levantou, ofegando de dor quando a mola deu um último puxão, ela foi até o banheiro e empurrou seu irmão para fora do caminho, decidindo que era provavelmente


melhor enfrentar o bastardo sem coração agora e acabar com este desafio antes que eles acabassem matando um ao outro.

—Me solte, porra! Reese, o maior traidor de merda no mundo, balançou a cabeça, enquanto Jason e Trevor descansavam na cama de cada lado dele, terminando o último de seus cereais. —Eu não acho que seja uma boa ideia, — disse Jason com um suspiro suave e um aceno de cabeça que tinha Darrin puxando mais forte contra as algemas, ansioso para matar o bastardo. —Eu

teria

que

concordar,

Trevor

disse

distraidamente, enquanto ele jogou de lado a caixa vazia de Lucky Charms e pegou a caixa de Twinkies que eles encontraram escondido no apartamento de Marybeth. —Eu não vou matá-la, — ele prometeu, porque matá-la foi a última porra de coisa que ele queria fazer com ela. Ela o traiu, usou sua fraqueza contra ele e, em seguida, saiu correndo antes que ele pudesse se vingar e ele não conseguiu se lembrar de desejá-la mais. —Uh huh, — Jason disse distraidamente, enquanto ele se levantou e jogou a caixa de cereal vazia de lado. — Por que não descemos e lhe damos uma chance para se refrescar antes de deixá-lo ir? — Sugeriu, já indo para a porta e trazendo sua raiva para um nível totalmente novo.


—Nem. Pense. Sobre. Isso! — Ele retrucou, enfatizando cada palavra com um puxão vicioso em suas algemas. —É o melhor, — disse Trevor, repetindo a mesma frase maldita que ele utilizava desde ontem, quando eles todos encurralaram ele e arrastaram-no até aqui. Ele sabia que tinham boas intenções. Ele sabia. Ele ainda

apreciava

que

eles

estavam

tentando

proteger

Marybeth, mas eles simplesmente não entenderam o que vêla gritar com ele sobre isso fez para ele. Ele a queria tanto que ele estava realmente em dor física. Ele precisava dela e assim que se soltasse, ele estava indo encontrá-la, dobrá-la e transar com ela até que isso parasse de doer. Então ele ia ter de chegar a um novo plano, porque claramente esse desafio não estava funcionando da maneira que ele esperava que fosse. Ele estava cancelando este desafio, algo que ele nunca fez antes, levá-la para a cama, colocar os dois para fora de suas misérias e então ele ia ter de se reagrupar e chegar a um plano diferente. — Bem, isso explica muita coisa, — Jake falou lentamente quando ele entrou na sala. Darrin desviou o olhar passando por Jake, esperando encontrar Marybeth à espreita no corredor, desesperado por um vislumbre dela, mas ela não estava lá. — Onde ela está? — Ele perguntou, mantendo sua atenção no corredor, esperando que ela aparecesse magicamente para que eles pudessem dar a esta cama e às algemas um bom uso.


— No trabalho, — Jake simplesmente disse ao pegar a cadeira para longe da parede e arrastá-la para a cama. —Então por que você está aqui? — Ele perguntou, arrancando nos punhos quando ele lançou um esperançoso olhar para trás no corredor, condenando seus primos e irmão ao inferno e voltou quando suas grandes costas bloqueavam a visão deles saindo da sala. —Nós estaremos lá embaixo, se você precisar de nós, — disse Reese, mas ele não estava escutando. —Porque você e eu precisamos ter uma conversa, — disse Jake enquanto Darrin continuou a encarar o corredor, esperançoso de que Marybeth aparecesse para pôr um fim a este desafio e seguir em frente. —Sobre o quê? — Ele perguntou, distraído enquanto se moveu na cama, tentando obter um melhor olhar para o corredor para que ele pudesse ver o momento exato em que Marybeth aparecesse no andar superior. —A razão pela qual você precisa deixar minha irmã em paz e seguir em frente.


CAPÍTULO 20 —Quantas noites você vai ficar com a gente? —O cara bonito que trabalha na recepção perguntou, dando-lhe um sorriso caloroso que não fez nada para ajudar seus nervos desgastados. —Eu ainda não tenho certeza, — disse ela, de alguma forma resistindo à vontade para olhar por cima do ombro mais uma vez. Ele acenou com a cabeça, quando ele voltou sua atenção para a tela do computador. “Muito bom” ele murmurou baixinho enquanto ele continuava a escrever. Você prefere duas camas de casal ou uma king? —Não importa, — disse ela, cedendo à tentação e olhando por cima do ombro para se certificar de que o caminho estava livre. —Terceiro andar ou quinto? —Quinto, — ela murmurou distraidamente enquanto olhava ao redor da grande sala de estar, verificando todas as saídas, apenas para o caso. —Eu coloquei você no quarto 517 com duas camas de casal, à taxa de cento e dezessete por noite. Há mais alguma coisa que eu possa fazer por você? — Perguntou o balconista.


—Não, eu estou bem, — ela disse, forçando um sorriso que pareceu um pouco tenso enquanto aceitava os cartõeschave e sua carteira de motorista de volta, —Obrigada. —Se você precisar de alguma coisa, por favor, não hesite em chamar, — disse ele, dando-lhe um sorriso convidativo, que ela mal registrou em sua mente paranoica. —Obrigada, — ela disse, atirando uma olhada para as portas duplas de vidro da entrada, conforme ela ergueu sua mochila por cima do ombro e se dirigiu para os elevadores. Quatro minutos depois, ela estava fechando a porta do quarto atrás dela e trancando a fechadura antes de cambalear para trás e cair no pequeno sofá com um gemido quando ela finalmente encarou verdade. Ela era uma covarde. Ela planejou confrontar Darrin e colocar um fim a esta ousadia nesta manhã, mas uma coisa levou a outra e no momento em que era hora de ir para casa e encarar o problema,

algo

lhe

ocorreu.

Ela

não

entrou

voluntariamente entre um Bradford e sua comida, mas ela realmente a destruiu com alegria. Ao longo dos anos ela fez algumas coisas estúpidas, mas esta foi de longe a coisa mais idiota que ela já fez. Mesmo que ela conseguisse convencer Darrin a esquecer este desafio, algo que ela nunca foi capaz de fazer antes, não havia nenhuma maneira que ela conseguisse fazê-lo esquecer sobre o “Incidente”, como agora ela gostava de se referir a


isso, até que ele tivesse vingado a comida chinesa que ela destruiu. Desde que ela já viu o que acontece quando alguém se coloca entre um Bradford e sua comida, era compreensível, pelo menos em sua mente, por que ela não estava com pressa para enfrentar a justiça Bradford. Ambos só precisavam de alguns dias para descobrir algumas coisas e... —Para mim chega! — Disse Darrin, tirando dela um grito de gelar o sangue conforme ela levantou-se, tropeçou em sua bolsa e caiu com um estremecimento no chão. —O que diabos está errado com você? — Ela conseguiu perguntar entre arfadas, enquanto desejava que seu coração acelerado se acalmasse, quando ela o viu encostado na parede, olhando para fora da janela grande. —Aparentemente um monte de coisas, — disse ele, continuando a olhar pela janela, ao invés de emitir um desafio contra ela, pelo que fez a seu precioso alimento, deixando-a saber que algo estava muito errado. —Como é que você entrou aqui? — Ela perguntou, percebendo que sua paranoia foi justificada. Então, novamente, geralmente era o que acontecia quando um Bradford estava envolvido. —Devin ouviu o seu telefonema para o hotel e decidiu me ligar, — ele explicou, enquanto ela ficou lá parada, silenciosamente xingando seu primo idiota.


—Isso realmente não explica como chegou no quarto, — ressaltou. —Não importa, — disse ele com um encolher de ombros. —O que está acontecendo, Darrin? — Ela perguntou, empurrando lentamente seus pés conforme um cansaço inexplicável se espalhou através dela. —Jake veio explicar algumas coisas para mim, — disse ele, destruindo seu mundo inteiro em questão de segundos. Oh Deus… —O que ele disse para você? — Perguntou ela, colocando a mão sobre a dor oca em seu estômago. —Não brinque comigo, Marybeth. Não agora. — Ele disse, finalmente olhando para ela. Ela assentiu com a cabeça atordoada, conforme sentouse na beira do sofá e cobriu o rosto com as mãos. Ela respirou fundo antes que ela lhe dissesse a razão pela qual isto tinha que acabar agora. —Eu não posso ter filhos.

Oh Deus, ele ia vomitar. De todas as coisas que ele esperava que ela dissesse, essa não foi uma delas. Ele virou de costas para ela e agarrou o parapeito da janela até que as juntas de seus dedos ficaram brancas.


—Há mais do que isso, — disse ele firmemente, mesmo enquanto ele orava para que isso fosse tudo mentira, porque, honestamente, ele não tinha certeza de que ele poderia lidar com qualquer outra coisa. —O que Jake lhe disse? — Ela sussurrou, depois de uma ligeira hesitação. Que ele deveria seguir em frente, porque Marybeth não estava interessada em nada sério com ele. Enquanto ele estivesse em cena, Marybeth não seria capaz de encontrar alguém com quem pudesse se estabelecer. Darrin precisava fazer a coisa certa e terminar as coisas, porque Marybeth merecia coisa melhor do que ser amiga de foda de um cara. Se fosse qualquer outro cara o procurando por sua irmã, Darrin teria se sentido como um idiota, mas este era Jake, que não podia mentir nem para salvar a sua vida. Ele sabia no segundo que Jake abriu a boca que ele estav a tentando enrolar, mas ele não sabia o porquê. Até agora. Durante

anos,

ele

sabia

que

Marybeth

estava

escondendo alguma coisa dele, mas ele se convenceu de que, desde que ele a tinha em seus braços, mesmo com as condições que ela definiu, que não tinha importância. Agora ele estava lamentando essa decisão, bem como aquela em que eles tolamente concordaram em se contentar com o status de Amigo de Foda.


—Não importa o que Jake me disse. Eu quero ouvir isso de você, — ele disse baixinho, com medo de que se ele falasse mais alto ele ia começar a gritar e não seria capaz de parar. —Eu não sei o que mais há a dizer, — disse ela com voz rouca. —Por que você não começa do início? — Sugeriu ele, dizendo a si mesmo que de alguma forma, faria a diferença, mas ele sabia que nada poderia mudar sua mente agora. Ele estava acabado. —Eu fui diagnosticada com endometriose, estágio quatro, quando eu tinha quinze anos, — ela falou, como se ele tivesse uma maldita ideia do que isso significa. —O que é isso? — Ele perguntou, olhando para fora da janela que dava para o estacionamento ocupado. —Basicamente, significa que o tecido que deveria crescer dentro do meu útero, está crescendo onde ele não deveria. Normalmente, isso poderia ser controlado com medicamentos, mas... —Não no seu caso, — ele adivinhou, terminando por ela. —Não, — ela disse, suspirando baixinho. —Não no meu caso. —Quando você descobriu que não podia ter filhos? — Perguntou ele, com a necessidade de saber quanto tempo ela escondeu isso dele.


—Há quanto tempo? — Ele perguntou quando ela não respondeu de imediato. —Desde que eu tinha quinze anos, — ela finalmente admitiu, fazendo-o balançar a cabeça em desgosto, porque tudo fazia sentido agora. —Essa foi a verdadeira razão de você ter caído fora da escola, não foi? — Ele perguntou, já sabendo a verdade e percebendo que era mais uma mentira que ele poderia acrescentar à lista. —Eu não conseguiria manter o trabalho após a primeira cirurgia e... —Cirurgia? — Ele retrucou, cortando-a, conforme ele se virou para encará-la. —Eles tentaram remover o tecido cicatrizado, — disse ela, sentada na ponta do sofá, olhando para as mãos trêmulas, — mas ele apenas continuou a crescer de volta. —Por que você não me contou? — Perguntou ele, sufocando as palavras ao se lembrar do momento em que ela começou a faltar às aulas. Lembrou-se de ter entrado sorrateiramente em seu quarto à noite e reclamado sobre o quanto ele odiava a escola sem ela, reclamado sobre trabalhos de casa, tarefas e todas as besteiras que meninos de quinze anos reclamam e de ter resmungado sobre isso, na esperança de levá-la a lhe dizer sobre o que estava acontecendo, tudo isso enquanto ela ficou lá deitada, descansando a cabeça em seu ombro e brincando com os botões da sua camisa. Eles geralmente ficavam ali,


falando absolutamente nada ou assistindo filmes, até que a mãe dela ou os chamava para jantar ou o expulsava. Ele também lembrou dos momentos em que ele se esgueirou em seu quarto apenas para encontrar uma nota dizendo-lhe que ela estava passando algum tempo na casa de seu pai, o que nunca fez sentido para ele, já que o pai dela era um babaca, que não se incomodava com ela. Agora tudo fazia sentido. —Eu não queria preocupar você. —Você não queria me preocupar? — Perguntou ele com uma risada sem humor enquanto ele pensava sobre o quanto ele costumava se preocupar com ela quando ela desaparecia de repente ou quando ele a encontrava chorando e não queria lhe dizer o motivo. Ele ficava assustado para caralho. —Eu te perguntei o que estava acontecendo! — Ele retrucou, furioso com ela, consigo mesmo por não insistir no problema e fazê-la contar pra ele, e com toda esta maldita situação em geral. Sem crianças... Eles nunca iriam ter filhos, ele percebeu, com falta de ar quando ele se virou e agarrou o peitoril da janela. Ele fechou os olhos e deixou a cabeça cair para a frente, tentando não se despedaçar, mas era uma batalha perdida. Não haveria meninos vestindo o sorriso Bradford, roubando sua comida ou meninas com o brilho diabólico em seus olhos que combinava com sua mãe, envolvendo-o em torno de seus


pequenos dedos. Eles nunca iriam segurar seu bebê, vê-lo crescer e ter seus próprios filhos um dia. Eles nunca teriam a família que ele sonhou em dar a ela. —Não tinha nada a ver com você, Dar... —Tinha tudo a ver comigo! — Gritou ele, agarrando o parapeito da janela, quando a dor bateu nele. —Você deveria ter me contado. Você devia ter me contado porra! —Darrin, me desc... —Não, — ele disse, interrompendo-a, enquanto fechou os olhos, porque ele não achava que poderia aguentar ouvi-la dizer a ele o quanto ela lamentava. —Eu

nunca planejei

lhe

dizer, — explicou ela,

confirmando o que ele deveria saber todo esse tempo. —Porque você nunca planejou me dar nada mais do que sexo. —Não tenho mais nada para te dar! — Ela gritou, conforme ele subitamente se viu virando de volta, até estar encarando-a. Ela empurrou-o contra a parede até que ele se viu olhando para a bela lágrima formando uma listra no rosto da mulher que tinha brincado com ele. —Você tinha tudo para me dar! — Ele gritou de volta, fitando seu rosto. Ele estava tão furioso que ele mal podia ver direito. Ela havia desperdiçado seis malditos anos!


Seis malditos anos que eles poderiam ter sido felizes juntos! Ele teria ficado devastado ao saber que não poderiam ter filhos, mas ele teria ela. —Você quer uma família, — disse ela, olhando firmemente em seu rosto, — E eu não posso dar isso a você! —Você é a porra da minha família! —Não, eu não sou, — ela colocou para fora, olhando para ele através de olhos lacrimejantes enquanto ela se afastou dele, — E eu não vou ser o que o impede de ter uma. —Não, — ele disse, balançando a cabeça, feliz por eles finalmente estarem de acordo sobre alguma coisa — Você não vai. —O que isso deveria significar? — Perguntou ela, sua expressão instantaneamente mudando para cautelosa, e por um motivo muito bom. Ela esteve em torno dele e da sua família tempo suficiente para saber quando algo seriamente ferrado estava prestes a acontecer. —Isso significa que você tem uma escolha a fazer, — disse ele friamente, sem se importar se ela iria odiá-lo por isso, não depois do que ela fez. —Darrin, — disse ela, de repente, parecendo tão exausta como ele se sentia, —Vamos apenas falar sobre isso. Ele a ignorou, porque não havia nada para falar, nada que o interessasse, de qualquer maneira. —Você tem uma escolha a fazer. Case-se comigo hoje ou me deixe ir embora.


Ela

balançou

a cabeça lentamente, as

lágrimas

escorrendo pelo seu lindo rosto, dando-lhe a sua resposta sem uma palavra. —Eu não posso — ela engasgou com um soluço. — Eu simplesmente não posso fazer isso. Com a mandíbula fechada bem apertada, ele acenou com a cabeça quando ele passou por ela e se dirigiu para a porta. —Adeus, Marybeth.


CAPÍTULO 21 Três semanas depois… —Você ainda está com raiva de mim? —Jake perguntou quando eles se sentaram lá, esperando descer para a calçada para que ela pudesse sair e ser miserável em um estado diferente pelas próximas duas semanas. —Você ainda está aliado a ele? — Perguntou ela, distraidamente observando o caos organizado em torno deles. Ela deveria ter apenas cancelado sua viagem e comido o valor da sua passagem, mas, em seguida, ela teria sido forçada a lidar com perguntas da Senhora Bradford, e agora ela realmente não achava que poderia lidar com isso sem deixar a mulher saber exatamente o que ela achava de seu filho. —Sim, sim eu estou, — Jake disse com firmeza quando ele se puxou para mais perto do meio-fio. —Então, eu ainda estou brava com você, — disse ela, soltando o cinto de segurança, para que pudesse inclinar-se e pegar a mala de mão. —Você não o deixou com muita escolha — Jake apontou, mais uma vez, enquanto ele movia para frente em seu assento para que ele pudesse retirar sua carteira.


—Você deveria estar do meu lado, — ela resmungou, verificando novamente para se certificar de que ela tinha seu cartão de embarque e papelada. —Eu estou do seu lado, — Jake explicou enquanto se aproximou e colocou um pouco de dinheiro no bolso da frente da mochila dela. —Não parece — ela disse conforme olhou pela janela, perguntando o que a tinha possuído para contar a Jake. —Você sabia que ele era apaixonado por você, — disse Jake, não soando nada simpático da maneira que um bom irmão deveria soar. —E ele sabia que eu não queria me casar, — ela murmurou de volta, debatendo suas chances de alcançar a calçada sem ser atropelada. —Ele é um Bradford, Marybeth, — disse ele, atirando e balançando a cabeça em descrença. — O que você esperava que ele fizesse? — Respeitar a minha vontade? — Ela sugeriu, não gostando da maneira com a qual ele começou a rir para ela. —Um Bradford? — Ele conseguiu perguntar entre as séries de risos enquanto ela se sentou lá, fervendo de raiva. —Sim, — ela assobiou, decidindo naquele momento que ela já não tinha de se sentir mal em contar à mãe deles sobre a coleção dele de Playboys para salvar sua própria bunda quando eles eram crianças.


Decidindo que preferia arriscar com os motoristas de táxi que sofriam de raiva do transito do que sentar aqui e ouvir mais um segundo de deslealdade, ela abriu a porta, pegou sua bolsa e saiu com um resmungo, — Obrigada pela carona, seu idiota insensível. —De nada, Goose, — disse Jake com uma piscadela e o mesmo sorriso coordenadamente satisfeito que ele estava usando desde que ela lhe disse que Darrin terminou o arranjo deles. —Bastardo, — ela murmurou quando ela abriu a porta traseira do passageiro, pegou sua bolsa e... Gemeu quando o grande bastardo que ela evitou pelas últimas três semanas de repente estava lá, abrindo a porta e pegando sua bolsa no banco de trás. Sem dizer uma palavra, atirou a bolsa por cima do ombro, fechou a porta de trás e saiu,

deixando-a

para

segui-lo

ou

ser

atropelada.

Resmungando para si mesma, ela o seguiu enquanto ela tirou seu cartão de embarque e identidade para distrair-se do quanto ela sentiu falta dele. Quando ele chegou à linha de check-in de bagagem, ele deixou cair sua bolsa e saiu como se ele fosse o único que tivesse o direito de estar com raiva. Ela considerou ir atrás dele e atirar sua bolsa na cabeça dele, mas no final ela se conformou em puxá-la atrás dela enquanto ela se movia mais perto do início da fila. Se alguém tinha o direito de estar com raiva era definitivamente ela.


—Posso ver o seu cartão de embarque e identidade, por favor? — O atendente da bagagem pediu, quando ela pegou sua bolsa e a colocou na balança. Silenciosamente, fervendo por causa do bastardo que estragou tudo, ela tirou seu cartão de embarque e identidade e os entregou. Ela olhou para sua direita para encontrar Darrin parado em pé, na fila várias pessoas atrás dela, olhando para ela como se tivesse todo o direito do mundo de sentir puto. Estreitando os olhos, ela olhou de volta para ele, lembrando-lhe que ela não era a pessoa que arruinou tudo. —Senhora, esta identidade não corresponde ao seu cartão de embarque. Mantendo os olhos travados no bastardo em que ela estava tentada a dar um chute, ela enfiou a mão na bolsa, tirou um pedaço de papel dobrado e entregou ao atendente. —Obrigada, Sra. Bradford.

—Ela ainda não está falando com você? —Reese perguntou enquanto se deixou cair na cadeira de plástico duro ao lado dele. Ele entregou a Darrin uma garrafa de água conforme eles olhavam ao redor do portão. —Não — disse Darrin, balançando a cabeça enquanto abriu a garrafa de água e deu um gole, mantendo os olhos travados na mulher que ele queria estrangular. —Mais alguém sabe?


Ele balançou a cabeça, terminando a sua água enquanto ele observava Marybeth sentar ao lado de Aidan. Ela não falou com ele desde que ele a forçou a fazer uma escolha. Não que ele se importasse, porque ele não o fazia, ele disse a si mesmo, enquanto observava seu irmão jogar o braço em volta dos ombros dela e puxá-la para perto para que ele pudesse beijar sua bochecha. Ela riu de alguma coisa que Aidan disse, ganhando um segundo beijo que tinha Darrin decidindo que provavelmente seria melhor se ele tivesse menos um irmão para lidar. —Será que ele sabe? — Ele perguntou, decidindo que ele deveria pelo menos ter certeza de que seu irmão era inocente antes dele bater nele para cacete e, provavelmente, mergulhar a cabeça dele em uma privada. —Sobre você e Marybeth? — Perguntou Reese com uma expressão pensativa enquanto finalizava sua garrafa de água. —Sim, — ele disse enquanto seus olhos se estreitaram em seu irmão sorridente, enquanto Marybeth estendeu a mão e, de maneira brincalhona, bagunçou seu cabelo curto. Reese acenou com a cabeça. —Nos últimos anos, pelo menos. —Você tem certeza? —Ele estava comigo quando eu entrei e vi Marybeth caindo de joelhos e... Ele praguejou, cortando seu irmão. — Eu entendi.


—Fico feliz por entender, — Reese murmurou enquanto observavam Aidan beijar o topo da cabeça de Marybeth. — Você vai bater muito nele, não vai? —No mínimo — disse ele, levantando-se para fazer exatamente isso apenas para sentar-se novamente com um suspiro quando sua mãe se aproximou e se juntou a eles. —Eles fazem um casal tão bonito, não é? — Ela perguntou com um sorriso. Darrin começou automaticamente a concordar até que ele percebeu que sua mãe não estava falando sobre seu irmão Danny e sua namorada Jodi, que estavam sentados em frente a eles, mas Marybeth e Aidan. —Estou tão feliz que ela veio, — disse sua mãe, suspirando com contentamento enquanto Darrin, sentado ali, fazia uma nota mental para se certificar de que sua mãe teria carvão em sua meia de Natal este ano. —Eu

também

Reese

concordou,

visivelmente

tentando não rir enquanto Darrin sentava ali, fumegando. —Eles não são um casal, — ele mordeu para fora, perguntando o que havia de errado com essa mulher. Marybeth foi sua melhor amiga desde que tinham sete anos. Se alguém pertencia à Marybeth, essa pessoa era ele e sua mãe deveria muito bem ser capaz de ver isso! —Não, mas eu acho que é apenas uma questão de tempo, — sua mãe confidenciou em um sussurro que fez com que ele atirasse um olhar de advertência a seu gêmeo, desafiando o bastardo traidor a rir.


—Por que você diz isso? — Reese perguntou a ela, com os olhos brilhando de alegria. —Eles cresceram tão próximos ao longo dos anos — disse ela antes de acrescentar com um pouco de tristeza — Além disso, nenhum deles está interessado em ter filhos. —Aidan

não

quer ter filhos?

— Ele perguntou,

principalmente para distrair-se quando seu estômago caiu com o lembrete de que ele nunca ia ter filhos, mesmo quando ele orou para que isso parasse de doer tanto. —Não, ele quer expandir a clínica e viajar e ele não acha que ele vai ser capaz de fazer isso com uma família, — explicou ela em um tom resignado. —Papai conseguiu melhor do que ninguém com a gente — Reese apontou e ele não podia deixar de concordar. Seu pai fez muitos sacrifícios e trabalhou para caralho para tornar a clínica o que é hoje, mas a única coisa que ele não estava disposto a sacrificar era sua família. O pai deles sempre acordou até antes do raiar do dia, todas as manhãs, fazia telefonemas para verificar seus pacientes enquanto ele fazia café da manhã, ajudava todos a ficarem prontos e garantia que todos eles se sentassem para tomar o café da manhã juntos. No final do dia, seu pai chegava em casa exausto, estressado e às vezes chateado com a perda de um paciente, mas ele nunca demonstrou isso. Ele sempre queria ter certeza de que eles soubessem que eram a melhor parte do seu dia.


—Porque o sonho de seu pai era ter uma grande família — disse sua mãe, enviando-lhe um sorriso caloroso quando ela estendeu a mão e passou seus dedos pelo cabelo dele — Assim como o seu. —Esse não é o meu sonho, — disse ele, olhando para cima enquanto o seu sonho lançou lhe outro olhar. —Um dia você vai encontrar um homem maravilhoso que vai apreciar você e te fazer feliz, — sua mãe disse com um sorriso sentimental quando ele se sentou lá, dando um pequeno balanço à cabeça, certo de que ele ouviu mal. —Desculpe-me, o quê? — Ele perguntou, trocando sua atenção da mulher que o encarava para encontrar sua mãe dando-lhe um sorriso esperançoso. —Vai acontecer um dia — ela disse, confiante, dando um pequeno beliscão em seu rosto, quando ele lançou um olhar horrorizado ao seu irmão gêmeo para encontrar Reese sentado lá, prestes a rir até que sua mãe voltou sua atenção para ele e disse: —Não se preocupe, querido. Você vai encontrar um bom homem, um dia, também. —O que vai acontecer um dia? — Ele perguntou fracamente enquanto se sentaram lá, olhando com horror para sua mãe, perguntando, Cristo, orando, para que ela estivesse bêbada, porque senão eles iam ter que começar a procurar por lugares que pudessem dar a sua mãe o tipo de ajuda que ela tanto precisava.


—Vocês dois irão encontrar bons homens que amarão vocês, — disse ela com um aceno firme conforme ela agarrou suas mãos e lhes deu um aperto reconfortante. —Por que diabos nós iríamos querer fazer isso? — Eles estalaram em uníssono enquanto se sentaram lá, olhando para a mulher que claramente perdeu sua maldita cabeça. Seu sorriso esperançoso virou pensativo conforme ela pensava sobre isso novamente. —Você ainda está pensando em se casar, não é? Você pode fazer isso agora, você sabe... —Nós não somos gay, mulher! — Ele sussurrou, puxando sua mão longe da mulher psicótica que ele uma vez permitiu o prazer de cozinhar e limpar para ele. Ela piscou para ele. —Vocês não são? —Não! —Oh, vocês não são? — Ela perguntou com uma careta, e Deus o ajude se ela não soou desapontada. —Então por que Jason e Trevor me disseram isso? —Por que eles são bastardos odiosos? — Sugeriu ele, imaginando como ela conseguiu não reparar nisso ao longo dos anos. Ela lhe deu outro sorriso esperançoso quando ela perguntou: —Você sabe que ainda te amo, não é? —Não. Somos. Gays — eles gritaram, olhando para baixo, para a pequena mulher que, na verdade, suspirou fortemente com a decepção.


—E eu tenho certeza que ambos seriam capazes de encontrar homens maravilhosos um dia, — ela continuou explicando, aparentemente com a intenção de ignorá-los. Reese abriu a boca, sem dúvida, para discutir com ela um pouco mais quando algo no seu tom da mãe chamou a atenção de Darrin. —O que quer dizer com você tem certeza de que seríamos capazes de encontrar homens maravilhosos um dia? — Ele perguntou, muito ofendido por ela estar realmente questionando suas habilidades de conseguir um bom homem. —Nós somos uma porra de um peixão, — disse Reese com um olhar, balançando a cabeça em desgosto enquanto Darrin se levantou. —Qualquer homem teria sorte em nos ter, — Darrin acrescentou, pegando sua bagagem de mão antes que ele tivesse um acesso de raiva, decidindo que agora era um bom momento para ter uma palavra com o filho da puta ladrão de esposas.


CAPÍTULO 22 —Você quer pegar uma xícara de café ou... oh, merda! — Aidan engasgou, chamando sua atenção para longe do “email” que ela estava fingindo ler pelos últimos cinco minutos, para que ela não acabasse fazendo algo estúpido como olhar para Darrin como uma adolescente apaixonada. Ela olhou por cima de seu telefone bem a tempo de ver Darrin segurar Aidan pela camisa e arrastá-lo da parte traseira de sua cadeira, sem diminuir seu passo. Sua mente privada de sexo levou poucos segundos para misturar a imagem do grande bíceps flexionado de Darrin com as memórias de como esses músculos costumavam flexionar quando ele... —Pare de me empurrar, seu filho da puta violento! — Aidan estalou, felizmente puxando seus pensamentos longe de quão bom costumava ser quando Darrin ficava entre suas pernas e... —Vamos ter uma conversinha, sim? —Darrin anunciou, fazendo-a sacudir a cabeça em desgosto. Que diabos havia de errado com ela? Perguntou-se com um gemido quando ela voltou sua atenção para seu telefone. Depois de um mês sem sexo, você pensaria que ela seria capaz de parar de pensar tanto sobre isso, mas tudo o que precisava na maioria dos dias era ouvir seu nome e... Espere!


Ele acabou de dizer ... —Droga! — Ela retrucou, pulando de seu assento para ir atrás deles só para gemer derrotada quando ela os viu entrar no banheiro masculino, o único lugar em que ele sabia que ela não o iria seguir. Pânico subiu através dela conforme ela olhou em volta, procurando por alguém, qualquer um, para impedir que Darrin fizesse o pior. Ela viu Arik e Garrett sentados ao lado de seu pai e rapidamente os dispensou desde que não havia nenhuma maneira de que ela conseguisse que eles fossem salvar o irmão deles antes que Darrin o matasse, sem que o Dr. Bradford suspeitasse que ela estava escondendo alguma coisa dele. Sua atenção se mudou para Reese, que estava ocupado demais olhando para sua mãe, conforme ela agarrava Kenzie e a arrastava para o banheiro feminino, onde Jodi, a namorada de Danny, estava indo. Ela trocou sua atenção para Danny e rapidamente mudou de ideia, não querendo arrastar o irmão Bradford mais velho para isso. Ela viu Duncan encantando uma mulher idosa, conforme ele a ajudava com seu tanque de oxigênio portátil e seguiu em frente. Suspirando, ela trocou sua atenção para o único irmão Bradford restante. Lúcifer. Choramingando pateticamente, porque ela já sabia que o imbecil não iria ajudá-la, ela foi até onde ele estava encostado na parede.


—Não estou interessado — disse ele, sem se preocupar em olhar por cima de seu telefone enquanto se aproximava dele. —Bom falar com você, Lúcifer — disse ela secamente, enquanto se virou e voltou para sua cadeira, derrotada, rezando para que Aidan não estragasse tudo antes que ela pudesse consertar isso.

—Eu estou dizendo! — Aidan grunhiu, enquanto ele se moveu para pisar ao redor dele, mas Darrin estava cansado de joguinhos. —Você pode ir chorar e ser uma cadela assim que você me disser o que eu quero saber — disse ele, empurrando seu irmão contra a parede de mármore do banheiro. Estreitando os olhos, Aidan tentou olhar para baixo. —Eu não sei do que você está falando, — disse o bastardo, tentando fingir de idiota. Suspirando, porque ele realmente não tinha tempo para esta merda, ele decidiu acelerar as coisas um pouco. —Ai! Solte-me, seu filho da puta! —Aidan grunhiu quando Darrin o agarrou e colocou em uma cabine. —Agora, onde estávamos? — Ele perguntou em tom de conversa enquanto ele estava lá, segurando seu irmão em uma chave de pescoço quando meia dúzia de homens parou no meio da urina para se embasbacar com eles.


—Eu não vou dizer nada, seu bastardo cruel! —Sério? —Darrin perguntou enquanto olhou ao redor do grande vestiário, ignorando os homens que os encaravam, quando ele olhou para a única coisa que garantidamente faria seu irmão falar. Quando a encontrou, ele não pôde deixar de sorrir. —Por que não vamos ter essa conversa em algum lugar privado? — Sugeriu ele, dirigindo-se para a cabine sanitária para deficientes físicos e arrastando seu irmão junto com ele. —O que? Espere! Não, não faça isso! —Aidan estalou, lutando para se libertar, mas, infelizmente para ele, Darrin tinha aperfeiçoado este movimento quando eles eram crianças. —Diga-me

o

que

eu

quero

saber,

— disse

ele

distraidamente quando empurrou a porta do banheiro para abri-la. Não, isso nunca daria certo, pensou com um aceno de cabeça, enquanto arrastou seu irmão para a próxima cabine. —Darrin! —Você tem algo que quer me dizer? — Ele perguntou, empurrando a próxima porta aberta com o pé, apenas para sacudir a cabeça com um suspiro e seguir em frente na linha de cabines. —Não faça isso, Darrin! Estou falando sério! —Aidan implorou, dobrando seus esforços para escapar.


—Diga-me o que eu quero saber, — disse Darrin, abrindo a próxima porta com um empurrão e... —Bem, olha o que temos aqui, — ele murmurou, pensativo, enquanto ele finalmente encontrou uma cabine digna de um banheiro público. Reforçando seu aperto em torno de seu irmão, ele ergueu o pé para dar um passo para dentro da cabine que iria deixá-lo com pesadelos, quando seu irmão gritou — Ótimo! Vou lhe dizer o que você quer saber! Ele parou no meio da passada. —Você tem certeza? —Sim! Com um aceno satisfeito, ele deu um passo para fora da cabine, mais do que feliz em ficar longe do odor rançoso e soltou seu irmão. Com um olhar, Aidan se afastou dele, mas ele não tentou correr. Ele o conhecia bem, afinal. —O que você quer saber? —Aidan mordeu acidamente enquanto cruzava os braços sobre o peito e recostava-se contra a parede. —Vamos começar com o básico, sim? — Ele sugeriu, nem um pouco surpreso quando o telefone de Aidan começou a tocar alguns segundos mais tarde. —Merda, — Aidan suspirou, puxando seu telefone. —Eu tenho que atender isso. Darrin fez um gesto para seu irmão atender, sabendo que poderia ser um paciente ou outro médico tentando


alcançá-lo com urgência, mas algo lhe disse que não era o caso. —É a minha esposa? —Darrin perguntou quando Aidan gemeu. Aidan

começou

a sacudir a cabeça quando ele

abruptamente se deteve e olhou para ele. —Sua esposa? —Aham, — Darrin murmurou, arrancando o celular dos dedos de seu irmão. —Marybeth não te contou? —Não, ela não...— Aidan começou a dizer, só para dar à sua cabeça uma sacudida e repetir: —Sua esposa? —Indo para a terceira semana, — disse ele enquanto enviava a ligação de Marybeth para o correio de voz e voltou sua atenção novamente para seu irmão atordoado. —O que me traz à minha primeira pergunta — disse ele, estreitando os olhos em seu irmão — Você não está apaixonado por minha esposa, não é? A expressão de horror no rosto de Aidan disse tudo. — Você está louco? — Seu irmão perguntou. E apenas no caso de haver qualquer dúvida em sua mente, acrescentou —Ela é como uma irmã para mim! —Bom, bom, — ele murmurou, satisfeito que ele não teria que bater em seu irmão, o que lhe permitiu fazer sua próxima

pergunta:

endometriose?

—Você

está

tratando-a

para

a


Arrastando os dedos pelo cabelo preto curto, Aidan suspirou profundamente. —Você sabe que eu não posso responder a isso. Desde que ele esperava essa resposta, ele seguiu em frente. —Que tal algumas perguntas hipotéticas, então? — Ele sugeriu para que ele não tivesse que colocar seu irmão em uma posição desconfortável que poderia comprometer sua licença médica. Estreitando os olhos enquanto ele se aproximou e pegou o celular de volta, Aidan perguntou: —Que tipo de perguntas? —Sobre a endometriose e a fertilidade — disse Darrin, minimizando isso como se não fosse grande coisa, quan do tudo o que ele queria fazer era implorar que seu irmão lhe dissesse que havia uma cura e que Marybeth ficaria bem e que seria capaz de ter filhos um dia, mas de alguma forma ele conseguiu permanecer no controle. Suspirando pesadamente, Aidan colocou seu telefone de volta no bolso e encostou-se à parede. —Pergunte — disse ele com um gesto descuidado. —É possível que uma mulher com estágio quatro de endometriose tenha filhos? — Ele perguntou, tentando apenas ir direto ao ponto. O olhar de pena que cruzou as feições de Aidan disselhe tudo o que ele precisava saber.


—E-e sobre uma barriga de aluguel? — Ele perguntou, forçando-se a desviar o olhar enquanto ele lutava para não o perder. —Essa seria a situação ideal para alguém com endometriose, — Aidan explicou suavemente enquanto Darrin virou-se, dando-lhe as costas quando ele fechou os olhos e respirou fundo quando alívio surgiu através dele, porque ainda tinha uma chance. —Uma mulher com endometriose pode ter seus óvulos fertilizados e colocados em uma substituta, mas o custo seria vertiginoso

— Aidan explicou, o lamento envolvendo

pesadamente suas palavras, destruindo-o. —Como vertiginoso? — Ele se forçou a perguntar. —Para uma barriga de aluguel inexperiente? — Disse Aidan, suspirando baixinho antes de responder à sua própria pergunta. —Vinte e cinco mil, no mínimo, e isso não cobre viagem, seguro de saúde e todos os custos adicionais que não são cobertos no contrato. Uma barriga de aluguel experiente, que é o que eu gostaria de sugerir, iria começar em torno de trinta e cinco mil. Quando tudo estivesse dito e feito, você provavelmente estaria olhando para quarenta e cinco mil, no mínimo. Mesmo assim, não há garantias, Darrin. Com a mandíbula apertada bem fechada, Darrin assentiu, mesmo quando sua respiração veio um pouco mais rápida e ele não conseguia obter ar o suficiente. Seu irmão poderia muito bem ter-lhe dito que ele precisaria de um


milhão de dólares, porque quarenta e cinco mil em seu salário, levaria anos para guardar. —Você sempre pode adotar, — Aidan disse suavemente. —Demora alguns anos, mas pelo menos você terá uma criança. Ele assentiu bruscamente quando ele tentou se virar, precisando ficar longe, para conseguir algum espaço e ar fresco, quando suas pernas começaram a vacilar com ele. —Oh, Deus, — ele engasgou quando seus joelhos bateram no chão. —Sinto muito, Darrin, — disse Aidan, instantaneamente ao seu lado. Entorpecido, ele sacudiu a cabeça. Ele não queria desculpas, o que ele queria era que seu irmão mentisse para ele e prometesse que ainda havia uma chance para eles. —Sinto

muito,

disse Aidan uma última vez,

destruindo cada último fio de esperança de que ele já tivera de que um dia teria um filho próprio. —Eu não sei o que aconteceu entre você e Marybeth, mas eu sei que ela nunca quis isso para você. Ele balançou a cabeça, rindo fracamente quando ele admitiu para si mesmo: —Tudo o que eu sempre quis foi ela.


CAPÍTULO 23 —Eles lotaram o hotel, —Darrin anunciou enquanto baixava-se e pegava a sacola, falando com ela pela primeira vez em três semanas e a deixando ainda mais curiosa sobre o que aconteceu naquele banheiro. Quando ele finalmente saiu do banheiro, uma hora depois de ter arrastado Aidan junto com ele, Darrin parecia exausto e doente. Aidan não parecia muito melhor. Darrin não disse uma única palavra a ninguém desde então. Ele simplesmente esperou até que era hora de embarcar no avião, sentado ao lado dela e nas quatro horas seguintes ele apenas olhava pela janela enquanto ela tentava descobrir o que estava errado. Várias vezes ela viu-se estendendo a mão para segurar a mão dele, precisando confortá-lo, mas, pela primeira vez desde que eram crianças, ela não tinha absolutamente nenhuma ideia de como agir com ele. Eles já discutiram antes, mas não como desta vez. Nunca se passou um dia sem que um deles cedesse e pedisse desculpas, mas desta vez se passaram três semanas sem uma palavra. Ela odiava cada minuto desta situação. Ela odiava o fato dele ter insistido nisto, odiava o fato dele ter feito algo tão tolo para prender-se a uma mulher que não podia dar-lhe o que ele precisava, odiava o fato de que ele nunca seria pai graças a ela, odiava o fato de que ela se


sentia como se tivesse tomado algo tão precioso dele, mas acima de tudo, ela odiava o fato de que ela não podia abraçálo e dizer-lhe o quanto lamentava por ter feito isso com ele. —Encontrei um hotel com alguns quartos vagos, —ele explicou,

com

a

mandíbula

apertada,

sem

estar

particularmente feliz ou confortável com essa conversa. Ela considerou por um breve momento pedir a Kenzie se ela poderia compartilhar seu quarto, mas o senso comum rapidamente arrancou esse pensamento dela, e a fez segurar na sua mochila. Se havia uma coisa que ela tinha certeza, era que a irmã mais nova de Darrin a odiava completamente. Sempre a odiou, e não havia dúvidas de que ela para sempre o faria. Marybeth não tinha qualquer ideia do motivo que a mais nova Bradford a odiava e depois de alguns anos e várias tentativas falhas tentando resolver as coisas, ela não se importou o bastante para tentar descobrir os motivos. —O hotel está a poucos minutos da estrada, —Darrin prometeu enquanto caminhavam em direção às portas da frente, preenchendo o silêncio constrangedor, o primeiro que ela experimentava com ele. Sem qualquer ideia do que dizer, e sabendo que este não era o momento nem o lugar para dizer as coisas que ela queria dizer, ela apenas acenou e seguiu-o em direção à paragem de táxis e aguardaram por um. Poucos minutos depois, ela estava sentada no banco de trás de um táxi que cheirava a hortelã e odor corporal, à espera de Darrin se juntar a ela. Quando Darrin optou por se


sentar no banco da frente em vez disso, ela quis chorar. Nos últimos seis anos, ela vinha se preparando para o dia em que ela não poderia segurá-lo e perder-se em seus braços, mas ela acreditava com todas suas forças de que as coisas sempre voltariam a ser como costumavam a ser. Ela nunca se deixou a acreditar que eles estavam arriscando sua amizade. Ela sempre acreditou que nada, nem ninguém jamais seria capaz separá-los, mas ela estava errada. Ela o machucou e agora parecia que ambos estavam pagando por isso. Quando o táxi parou em frente ao Hotel Marriott, ela tinha tido o suficiente. Antes do carro estacionar para eles descerem, ela já estava saindo do carro e indo para as portas da frente do hotel, sem se importar se ele lev ava sua mochila ou não. Tudo o que importava era ela conseguir um quarto e ficar lá até que tudo parasse de doer. É claro que havia um limite, ela pensou com um riso amargo quando ela com uma mão trêmula limpou as lágrimas ameaçando transbordar antes que ela as pudesse fazer parar. Orando para que eles se apressassem para que ela pudesse sair daqui antes que elas transbordassem. Ela olhou para o tapete azul escuro que conduzia à recepção e tentou não pensar sobre o quanto ela sentia falta dele. Justamente quando ela pensou que ela tinha tudo sob controle, ela sentiu-o mover-se atrás dela. Sua respiração ficou presa em seu peito enquanto esperava ouvir a sua voz, sentir o seu toque, mas isso nunca veio.


Oh, Deus, ela pensou enquanto lutava para reprimir um soluço. Ela o perdeu, perdeu seu melhor amigo, a única pessoa que ela amava mais que tudo e não havia nada que ela poderia fazer para corrigir. Ela não podia dar o que ele queria, o que ele merecia. Ela não podia tirar a dor que ela lhe causou. Ela não podia corrigir isso. —Vá sentar, —ele sussurrou baixinho em seu ouvido e, como ela gostaria de dizer-lhe que ela estava bem assim, mas ela não conseguia. Ela simplesmente não conseguia... Acenando com a cabeça atordoada, ela abraçou a sua mochila com mais força enquanto ela caminhava em direção à área de espera e sentou-se. Ela manteve a cabeça baixa e os olhos bem fechados, rezando para que ela fosse capaz chegar ao seu quarto antes que ela desmoronasse. O mais engraçado é que, embora ela esteja chateada com fato de que provavelmente perdeu Darrin, o que mais a transtornava era o que ele perdeu. Ele merecia filhos, merecia uma família própria e se ele ficasse com ela, ele nunca iria ter essas coisas e ela simplesmente não podia deixar isso acontecer. —Consegui um quarto no segundo andar, —Darrin disse calmamente enquanto ele baixava para pegar a mochila dela. —O que acha de subirmos e nos instalarmos antes de nos juntarmos aos outros para o almoço? —Sugeriu, soando inseguro pela primeira vez em sua vida.


Balançando a cabeça, levantou-se e seguiu-o para os elevadores. Durante vários minutos, ela ficou lá, dizendo a si mesma que ela estava fazendo a coisa certa. Precisava ser feito e um dia, ele iria perceber isso. —Acho que temos de falar, —disse ele poucos minutos mais tarde, quando eles estavam fora do seu quarto. —Não há nada para falar, —disse ela, porque não havia nada que ele pudesse dizer neste momento que a faria mudar de ideia. Eles cometeram um erro e era hora de corrigi-lo antes que fosse tarde demais. Uma vez que ela fizesse isso, ele provavelmente irá odiá-la para o resto da sua vida, mas, novamente, ele provavelmente irá odiá-la independentemente do que ela faça neste momento. Ele não disse nada enquanto abria a porta do quarto e esperou que ela entrasse para que ele a seguisse com as suas malas. Precisando fazer qualquer coisa, ela entrou no quarto e pegou o menu de serviço de quarto. Ela o sentiu no momento em que ele se juntou a ela, mas ele não disse nada. Engolindo em seco, ela abriu a boca e soltou, — Eu quero o divórcio. —Eu vejo..., —ele murmurou pensativo enquanto segurava com força o menu. —Bom..., —ela sussurrou. —Garrett, provavelmente, poderá aprontar os documentos e... Ooomph...!


Ela terminou gritando quando ela de repente encontrouse na cama, deitada no colo de Darrin. —Agora, onde estávamos? —O bastardo presunçoso perguntou enquanto a acomodava em seu colo e usou seus grandes braços para mantê-la lá. —Me solte, Darrin! —Ela gritou enquanto tentava escapar, mas o idiota não a deixava ir. —Não até que tenhamos algumas coisas esclarecidas, — disse ele, deslocando-se pela cama na tentativa de ficar mais confortável enquanto ela ficava lá, gemendo quando o movimento a empurrou um pouco. — Primeira coisa. —Disse ele, colocando a mão na bunda dela, —nós não vamos nos divorciar. Ela abriu a boca para argumentar, mas ele a cortou antes que ela pudesse corrigi-lo. —Cansei de jogar, querida, —disse ele, distraidamente massageando sua parte inferior. —Nós não continuaremos casados, —disse ela, tentando alcançar... —Ow! —Ele retrucou, arrancando sua mão longe da bunda dela. —Pare de me beliscar! —Você vai me soltar? —Ela perguntou, desistindo de tentar desvencilhar-se dele, uma vez que ela já sabia que era impossível.


—Não, —disse ele, enfatizando a sua recusa, retornando a mão para sua bunda e dando a sua bochecha um aperto rebelde desafiando ela a revidar. Revirou os olhos enquanto ela balançava a cabeça em desgosto, ela tentando alcançar de volta e... —Seu filho da puta sujo! —Ela gritou quando ele a agarrou pelo pulso e conteve o braço dela suavemente atrás das costas. —Uma vez que continuaremos casados, —disse ele, continuando a massagear sua parte inferior e fazendo-a morder o lábio enquanto ela lutava para não lamber os lábios,

—Você

pode

se

sentir

livre

para

adorar-me

abertamente em público agora. Ela revirou os olhos. Ela realmente não poderia evitar isso. —Quando estivermos perto da minha família e crianças, mantenha tudo na classificação L5. Eu sei como é fácil você se deixar levar quando me toca, —disse ele, parecendo completamente sério. —Sim, é uma verdadeira luta, —disse ela secamente, tentando puxar a mão presa, enquanto ele continuava massageando a sua bunda. —Eu

sei,

—disse

ele

com

uma

massagem

condescendente na bunda, —Eu sei. Sistema de Classificação de filmes: L (Livre) o que significa que o conteúdo é apropriado para todas as idades, com nenhum conteúdo ofensivo, tais como violência, uso de drogas, palavrões ou atos sexuais. 5


Seus lábios tremeram, mesmo quando ela revirou os olhos e tentou puxar o braço preso. Suspirando, ela estendeu a mão e agarrou um travesseiro com a mão livre e decidiu ficar mais confortável, já que ela sabia por experiência que isto poderia durar algum tempo. Ele já usou o mesmo método com ela para convencê-la a ir ao baile com ele. —Tenho consciência de que o início do nosso casamento foi um pouco difícil, mas... Ela bufou a isso. —Você quer dizer quando você me deu um ultimato, me deixando sem escolha a não ser casar com você? —Bem. —E mesmo depois que eu concordei em casar com você, você se recusou a ouvir uma palavra do que dissesse. Em vez disso, arrastou-me para outro Estado, fez o Juiz de Paz chorar antes de me arrastar de volta ao Estado ao mesmo tempo me dando tratamento de silêncio só para depois me deixar na minha porta sem dizer uma palavra e fingir que não existo pelas últimas três semanas? Você quer dizer esse começo difícil? —Ela perguntou num tom zombeteiro doce que qualquer Bradford poderia apreciar. Ele soltou um suspiro sofredor, deixando-a saber que seria uma longa tarde e fazê-la arrepender-se de ter recusado o saco extra de nozes que a aeromoça lhe oferecera no avião. —Eu estava dando-lhe algum tempo para chegar a um acordo com a honra que tenho concedido a você.


—Sendo um idiota? —Ela perguntou, puxando o braço quando ela sentiu que ele soltava a sua mão e usou-o para aconchegar seu travesseiro enquanto ela esperava por ele chegar ao ponto da conversa e deixá-la livre para que ela pudesse ir arrancar suas bolas. —Não quero que você fique sobrecarregada por sua boa sorte. —Ao

ser

forçada a me

casar?

—Ela perguntou

incisivamente, enquanto ele continuava a esfregar sua bunda e costas, o que ela tem que admitir era bom, depois de passar as últimas três semanas sem ele. —Não

é

assim

que

eu

me

lembro,

—disse ele

distraidamente enquanto passava a mão sobre suas costas em uma carícia suave que a fez fechar os olhos, saboreando seu toque. —E como exatamente você se lembra? —Ela conseguiu perguntar sob um gemido suave enquanto ele descia a mão entre as suas omoplatas. —Que você estava explodindo de felicidade que não conseguia conter-se, —ele disse secamente e se ele fosse uma outra pessoa qualquer, ela provavelmente o teria socado pelo que ele fez. Em vez disso, ela moveu-se para desfrutar melhor do seu toque, ou seja, até que ele arruinou tudo, lembrando-lhe que o amava demais para fazer isso com ele.


—Sinto muito sobre as últimas três semanas, querida. Sei que estraguei tudo. Eu te amo, Marybeth, e eu não preciso de crianças para ser feliz, não enquanto eu tiver você.


CAPÍTULO 24 —Que porra aconteceu? —Ele perguntou, olhando para a porta do hotel e se perguntando como ele foi parar ali. Um minuto ele estava se desculpando por tudo e dizendo a ela o quanto ela significava para ele e no próximo... De alguma forma, ela conseguiu empurrá-lo para fora da cama, arrastá-lo até o arco da porta e empurrá-lo para fora antes que ele pudesse detê-la. —Você está bem, senhor? —Perguntou um homem, chamando a sua atenção para grande homem com cabelo preto pimenta e pele bronzeada, vestindo um blazer azul e um fone de ouvido. —Sim,

eu

estou...,

—disse

ele

em

um

torpor,

gesticulando preguiçosamente até a porta quando ele balançou a cabeça, sem ter absolutamente nenhuma ideia de como explicar o que aconteceu. —Eu disse a ela que eu estava arrependido e que eu a amava e ela... ela me chutou para fora. Ela apenas me expulsou... Franzindo a testa, o segurança se juntou a ele olhando para a porta. —Você quis dizer isso? —O quê? —Ele perguntou distraído, questionando-se se deveria voltar lá e exigir que ela professe seu amor eterno por


ele ou se ele deveria ir à caça de um litro de sorvete Ben e Jerry e enfiá-lo na mulher temperamental. —O pedido de desculpas. Você realmente quis dizer aquilo? —Perguntou o guarda de segurança, apontando para a porta. —É claro, —disse ele, franziu os lábios enquanto pensava sobre isso. Ele sentia muito pelo fato de ter sido um idiota nas últimas três semanas, mas ele não estava arrependido por ter casado com ela. Ele nunca poderia se arrepender disso. —Então talvez você devesse comprar-lhe algumas flores ou chocolate, —o guarda de segurança murmurou pensativo. —Provavelmente, —ele concordou com um suspiro, querendo saber se a loja de presentes no andar térreo vendia chocolate Hershey Kisses por quilo, pois, provavelmente, irá precisar de 20 quilos de chocolate para fazer a mulher teimosa ouvir a razão. Então,

novamente,

ela

parecia

bastante

furiosa

enquanto o expulsava... —Acho que é melhor eu dar-lhe uma noite para pensar nas coisas, —disse ele, olhou a porta uma última vez antes de virar, dando um aceno de agradecimento ao guarda de segurança. Desceu as escadas para o lobby, onde ele sabia que uma chave extra para o quarto de seu irmão poderia ser encontrada esperando na recepção para ele ou qualquer Bradford que precisasse.


Deixar uma chave extra na recepção para os seus irmãos e primos era um hábito que aprendeu de seu pai e tios. A família sempre veio em primeiro lugar. Dez minutos depois, ele estava do lado de fora da porta de seu irmão, batendo na porta e perguntando-se como ele iria explicar isso. Ele poderia apenas dizer a verdade ao seu irmão, que ele ferrou com tudo e que precisava de uma noite para refletir, mas, em seguida, ele teria que explicar todo o resto e ele realmente não estava com vontade de falar sobre isso esta noite. Quando ele não ouviu uma resposta, ele desconfiou de que seu irmão estava ou tirando uma soneca ou fora. Ele abriu a porta, rezando para que Danny não tenha decidido jogar vinte perguntas e entrou. —Ei, colega de quarto... oh, merda! —Disse ele, terminando com um grito de surpresa quando ele entrou na sala e rapidamente virou-se, tentando desesperadamente limpar a imagem de seu irmão recebendo um boquete até que Jodi gritou assustada. —Você está maluco? —Danny perguntou a Darrin e preparou-se para gritar porque ele, com certeza, iria bater para caralho em qualquer homem que se metesse entre ele e Marybeth. —Provavelmente,

—Darrin

admitiu

mantendo-se de costas. —O que diabos você está fazendo aqui?

facilmente,


—O hotel que era suposto ficarmos hospedados estava lotado então viemos para cá, —explicou antes de acrescentar: —Eu não tive a intenção de humm... —Ele limpou a garganta, —interromper, —acrescentou com um encolher de ombros. —Quem somos 'nós'? —Marybeth e eu, —disse Darrin, passando as mãos pelos cabelos, sabendo que ele estava enrolado agora. —Então por que você está no meu quarto? —Danny retrucou. Suspirando, ele sacudiu a cabeça. —Eu ferrei tudo e ela agora não está falando comigo. —Entendo, —seu irmão murmurou, pensativo. —De qualquer forma, eu estava esperando que você não se importasse de ficar comigo. Imaginei que as meninas poderiam dividir um quarto e eu poderia dormir no beliche aqui com você, —disse Darrin, na esperança de que seu irmão tivesse pena dele. —Ela já ficou com raiva de você antes, —Danny apontou. Darrin riu sem humor e esfregou a parte de trás do pescoço. —Nunca assim. —Entendo, —Danny murmurou pensativamente e Darrin soube naquele instante que seu irmão ia matá-lo. Não que ele pudesse culpá-lo, porque ele não podia.


Ele faria a mesma coisa por Marybeth. —Sim, isso simplesmente não vai acontecer, —disse Danny ao mesmo tempo em que o agarrou pela parte de trás do pescoço. —Espere! —Disse Darrin com um toque de desespero, enquanto tentava golpear a mão de seu irmão, mas Danny simplesmente ignorou-o enquanto o empurrava em direção à porta. —Eu sou seu irmão, seu imbecil! —Uh huh, isso é bom, —disse Danny, atingindo a porta. Ele abriu a porta e em poucos segundos Darrin foi empurrado sem cerimônia do quarto. —Onde diabos eu irei? —Darrin perguntou, virando-se para seu irmão com um olhar assassino. —Vá implorar por perdão, —Danny sugeriu com um encolher de ombros. —Eu já pedi! —Darrin estalou. —A mulher teimosa não quer ouvir a razão e... —Sim, divirta-se com isso, —disse o bastardo, o interrompendo. —Vou passar a noite com a minha namorada incrivelmente quente. —Mas... —Darrin começou a falar quando a porta foi subitamente fechada na cara dele. —Filho da mãe! —Ele rosnou, passando a mão em seus cabelos e perguntando-se o que diabos ele faria agora.


Comida, ele definitivamente precisava de comida para ajudá-lo a pensar em algumas coisas, ele concluiu algumas horas mais tarde, quando ficou exausto de dar voltas no saguão do hotel. —Aquele desgraçado! —Ouviu Danny falando, o fazendo sorrir, porque se havia uma coisa que poderia fazê-lo sorrir esta noite, definitivamente era importunar um de seus irmãos. —Eu acho que vi uma pizzaria no final da rua, —ele ouviu Jodi sugerir quase desesperadamente quando ele olhou por cima do ombro e viu seu irmão a alguns passos atrás dele na fila. —Cheguei aqui primeiro, —Darrin lembrou ao seu irmão com um olhar, observando a maneira que Jodi corou lindamente e decidiu que seria provavelmente melhor se ele deixasse o coitado sozinho esta noite. —Muito ruim, —Danny desembuchou, ignorando as tentativas óbvias de Jodi de escapar, puxando-a para a fila bem atrás dele. —Você conhece as regras. —Sim, eu sei, mas desde que você ainda não pagou, este buffet ainda está em disputa, —disse Danny. —Há uma abundância de buffets nesta cidade, —disse Darrin, fitando o rosto de seu irmão mais velho, —Por que você não vai a um deles? —Nós não vamos a lugar algum.


—Umm, eu não me importo de pegar pizza, —Jodi ofereceu, mas eles a ignoraram, porque de maneira alguma qualquer Bradford troca um buffet que você pode comer de tudo por uma fatia de pizza. —Quando você ferrar isto, e você irá, melhor você não me levar contigo, —Darrin cuspiu, olhando seu irmão de cima. —Não serei eu quem vai ferrar com isso, —disse Danny, quase nariz com nariz com ele agora. —Quantos?

—A

mulher

ansiosa

atrás

da

caixa

registradora perguntou, olhando nervosamente entre os dois. —Um —Darrin disse firmemente, assim como Danny falou: —Dois. Deu ao seu irmão um último olhar, ele puxou a carteira e voltou sua atenção para a pequena mulher que estava atrás do balcão, engolindo visivelmente quando ela lançou um olhar esperançoso em direção à saída, fazendo-o questionarse se este não era o buffet que baniu o Jason e Trevor em junho do ano passado, quando eles trouxeram suas mulheres aqui para uma feira de livros. —Prazer, —disse ele, apontando para o irmão e Jodi, certificando-se de piscar para a mulher nervosa quando ele tirou o dinheiro para ajudá-la a se tranquilizar pois eles não estavam dispostos a entrar num reboliço e destruir o lugar. Ela relaxou visivelmente, atirando-lhes um sorriso quando ela empurrou os óculos para cima de seu nariz e


voltou sua atenção para a caixa registadora. —Para três adultos, são trinta. —É melhor fazer isso para quatro, —disse a sua relutante esposa enquanto passava por eles e se dirigia as mesas de buffet. —Oh, bem, —a caixa disse com um leve franzido. —Para quatro adultos serão... —Você cuida disto? —Ele perguntou ao seu irmão, mantendo os olhos fixos na sua esposa enquanto ela caminhava através do movimentado restaurante. —Não se preocupe com isso, —disse Danny, puxando a carteira enquanto Darrin empurrava a sua de volta no bolso e seguiu a sua mulher, decidindo que talvez fosse a hora de tentar uma abordagem diferente.


CAPÍTULO 25 —Precisamos conversar, —disse Darrin sem preâmbulos quando ele pegou um prato e se juntou a ela na fila. —Sobre nosso divórcio iminente e sua promessa de não ameaçar acabar com nossa amizade de novo? —Perguntou ela, obrigando-se a lembrar que ela precisava afastá-lo e acabar com isto por ele. Ele merecia o melhor e ela se certificaria de que ele teria. —Bem. Então por que você não me diz por que você quer o divórcio, — sugeriu ele, a pegando de surpresa, porque ela, honestamente, não esperava por isso. O que ela esperava era um pouco mais de discussão, talvez uma ou duas tentativas de sequestro, basicamente, a resposta típica de um Bradford. Na verdade, eu não esperava que ele perguntasse a razão por detrás da sua decisão e por algum motivo absolutamente aterrorizante, porque ela sabia que o grande bastardo estava tramando algo. —Talvez possamos discutir isso, —disse ele, soando perfeitamente amigável para discutir isto como dois adultos calmos e racionais. Sim, ele definitivamente estava tramando algo. —O

que

você

está

tramando?

—Ela perguntou,

decidindo ignorar os jogos, terror e a besteira e ir direto ao ponto.


—O que faz você pensar que eu estou tramando algo? — Perguntou ele, dando-lhe o que ele acreditava ser, sem dúvida, um caloroso sorriso tranquilizador, na tentativa de deixá-la à vontade, que para qualquer outra pessoa provavelmente funcionaria, mas ela foi criada entre os Bradfords e estava bem familiarizada com suas besteiras. Ela estreitou os olhos para o bastardo ainda lhe dando aquele sorriso maldito, estendeu a mão para a colher no monte de purê de batatas, mas antes que ela pudesse alcançá-la, Darrin estava colocando uma grande porção de purê no prato dela. —Então,

o que você gostaria de discutir? —Ele

perguntou enquanto servia três grandes colheradas de purê de batatas no seu prato, o tempo todo com aquele maldito sorriso no rosto. —Que tal se falássemos sobre o que você está tramando? —Ela sugeriu um pouco mordaz enquanto ela servia um pouco de macarrão cozido e queijo em seu prato. —Não estou tramando nada, —disse ele, piscando inocentemente enquanto levantava o prato com um sorriso esperançoso. Reprimindo uma maldição e um sorriso, porque ele realmente era muito fofo para o seu próprio bem, ela pegou uma grande colherada de macarrão e queijo e colocou no prato dele. Antes que ele começasse a fazer beicinho, e ambos sabiam que ele estava a segundos de fazer, ela rapidamente colocou mais macarrão com queijo em seu prato.


—Você não está tramando nada? —Perguntou ela sem constrangimento, enquanto se servia de um peito de frango. —Não, —ele disse, segurando o prato com o mesmo sorriso de menino, —Claro que não. —Eu vejo, —ela murmurou, pensativa, enquanto ela se concentrava na panela grande cheia de frango frito, tomando seu tempo selecionando a peça perfeita enquanto ela refletia sobre suas opções. —Eu estou contente que você entende, —ele murmurou quando a panela de bolo de carne chamou sua atenção. —Então, você só quer conversar? —Ela perguntou, dando-lhe a chance de ser sincero e deixar de besteiras. —Sim, eu só quero conversar, —disse ele, de alguma forma conseguindo manter uma cara séria enquanto ele mentia. —Isso soa razoável, —ela disse devagar, tentando manter a suspeita fora de seu tom de voz quando ela procurou sua expressão, à procura de algo para ajudar a descobrir o que ele estava tramando, fora a breve expressão de triunfo que ele rapidamente escondeu, não havia nada. —Bom, —ele disse, agarrando o prato dela enquanto gesticulava em direção a mesa de bebidas, —Por que você não vai buscar alguma bebida para nós e eu vou encontrá-la na mesa onde podemos tentar resolver isso?


—Claro, soa muito bem, —disse ela, questionando-se se ela acabaria no inferno pelo o que ela estava pensando em fazer. Quando ele se inclinou e a beijou na bochecha atirandolhe um sorriso doce, enquanto ela se afastava, seus ombros caíram como tentáculos de culpa se arrastando até coluna, forçando-a a repensar seus planos para atormentá-lo. Era um pouco mal e ele estava tentando resolver as coisas, ela pensou com um suspiro, decidindo que talvez ela devesse ouvi-lo primeiro antes dela fazer algo que depois se arrependeria. Decisão tomada dirigiu-se para a mesa de bebidas só para parar alguns segundos mais tarde, quando algo que ela não conseguia explicar a fez olhar por cima do ombro e vendo como Darrin atravessou o movimentado restaurante. Por um minuto, ela viu quando ele foi em torno de mesas, crianças correndo selvagens, adultos esquecidos em pé ao redor de mesas e garçonetes que transportavam pilhas de pratos sujos. Quando ele colocou cuidadosamente seus pratos sobre a mesa e sentou-se, ela balançou a cabeça, achando-se paranoica e começava a virar-se quando viu. Aquele sorriso triunfante, o mesmo que ela viu inúmeras vezes ao longo dos anos quando um Bradford achava que tivesse ganho e aquele que sempre enfeitava os lábios de Darrin antes que ela fizesse algo incrivelmente estúpido para tirar aquele sorriso de seu rosto.


Desta vez não seria diferente, ela decidiu, ignorando seus instintos, pedindo-lhe para parar e repensar antes que fosse tarde demais, mas ela ignorou-os como costumava fazer e se dirigiu para a mesa de saladas. Ele pediu por isto, recordou-se, pensando no quanto doeu quando ele de repente saiu da sua vida depois do que ele a fez passar com seu plano, mas acima de tudo, ela decidiu continuar com isso por causa desse maldito que começou tudo.

—Ummm, isso é um monte de alface, —disse ele, incapaz de deixar de se perguntar por que ele estava olhando para um grande prato cheio de alface semi-murcha. —Sim, sim, é, —Marybeth concordou com facilidade. —Por que exatamente eu estou olhando para um prato de alface? —Ele não poderia deixar de perguntar. —Porque

você

parecia

faminto,

—explicou

ela

docemente. —Eu sou um Bradford, querida. Estamos sempre com fome, —ele desnecessariamente a lembrou, pegando um pequeno pedaço de alface murcho que caiu sobre a mesa e jogou de volta no topo da pilha. —É verdade, mas você parecia especialmente com fome esta noite, —disse ela, fazendo-o franzir a testa quando ele olhou para cima para encontrá-la olhando-o com um brilho estranhamente triunfante nos olhos, o mesmo brilho que...


—Oh, merda, —ele engasgou, empurrando a cadeira para trás quando ele se levantou e se dirigiu para a saída, que infelizmente estava a mais de cem jardas de distância e atualmente bloqueada por duas crianças pequenas, um grupo de senhoras de idade e um cara que parou no meio do corredor para tomar um gole de sua bebida. Sabendo que ele nunca chegaria a saída antes que a sua esposa viciante o desafiasse a fazer algo que provavelmente iria destruir um pedaço de sua alma, ele tomou hesitante uma segunda decisão e se dirigiu para o banheiro localizado na parte de trás do restaurante. Não era uma solução permanente, mas deve, pelo menos, salvar a sua bunda e dar-lhe algum tempo para descobrir uma maneira de deixar o restaurante antes que... —Dá-me o meu andador, querido? —Uma idosa com o sorriso

mais

gentil

perguntou

enquanto

levantava-se

lentamente e bloqueou seu único meio de fuga. Merda ... —Qual é a pressa? —A mulher má que ele amava mais que tudo perguntou, claramente tirando o maior prazer fazendo isso. Ele considerou saltar sobre a mesa e mandando tudo ao inferno, mas ele sabia que nunca o faria a tempo. Suspirando, ele fechou os olhos em derrota e murmurou, — Simplesmente faça. —E limitar a minha alegria de vingar-me pelo mês passado? Eu realmente não estou certa de que posso fazer


isso, —disse ela com prazer, claramente desfrutando o momento enquanto ele lutava para pensar em algum desafio que salvaria a sua bunda, mas ele não foi rápido o suficiente. —Tudo bem, —disse ela, suspirando pesadamente. —Se eu devo. Eu o desafio em dobro a ficar aqui até que te expulsem. Bem... isto não era tão ruim, pensou ele, virando-se, enquanto tentava esconder seu alívio. Talvez ela estivesse perdendo o seu toque depois destes anos todos. Este foi provavelmente, o desafio mais fraco que ela já inventou, desafiando-o a fazer algo que ele faria normalmente de qualquer maneira. Ela estava definitivamente perdendo seu toque, ele concluiu enquanto sentava-se novamente. Ele pegou o garfo e cavou em sua comida, mas quando ele estava prestes a tomar uma mordida do purê de batatas seu mundo desabou. —Será que me esqueci de mencionar que este duplo desafio consiste em você comer apenas alface e nada mais, nas próximas sete horas?

—Uau, eu estou satisfeita. E você? —Ela perguntou, sabendo que provavelmente era uma péssima ideia ficar o provocando, mas ela não conseguia evitar. Alguma coisa no fato de vingar-se do bastardo dava-lhe tanto prazer que ela decidiu dar um show pegando outro pedaço de torta de creme de chocolate e trazê-lo a meio do


caminho da sua boca apenas para depois devolvê-lo ao prato dela com um triste aceno de cabeça e um pequeno suspiro. —Você vai pagar por isso, — Darrin praticamente rosnou enquanto apunhalava seu garfo no que devia ser a sua trigésima porção de alface. Mantendo seu olhar bloqueado no dela, ele empurrou a garfada de alface murcha na boca e mastigou. —Como é que alface parece para você? Ele parou no meio da mastigação quando seus olhos se estreitaram sobre ela e ela sabia, simplesmente sabia, que ele estava imaginando todas as coisas violentas que ele gostaria de fazer com ela. Então, é claro que ela pegou o telefone e tirou outra fotografia. —Hmm, essa foi uma boa, —ela murmurou, notando como o telefone foi capaz de pegar o brilho assassino nos olhos. Ah, as memórias ... —Você vai pagar por isso, —ele repetiu, praticamente tremendo de raiva. Ela considerou apontar que ela graciosamente permitiulhe ter um delicioso copo de água da torneira com a sua refeição, mas decidiu não fazer, pois algo na sua expressão disse a ela que era provavelmente uma má ideia. Na verdade, agora que ela pensava sobre isso, provavelmente seria melhor se ela fosse embora agora já que o restaurante teve o encerramento há uma hora atrás. Isso lhe daria tempo suficiente para correr de volta para o hotel, trocar de quarto e


comprar algumas coisas apenas no caso de ela ser forçada a ficar fora do radar por alguns dias. Com isso em mente, ela levantou-se, observando a maneira que ele a observava a cada movimento, e agarrou sua bolsa. —Bem, foi divertido, mas receio que eu tenha que ir agora. —Marybeth, —ele rosnou em advertência. Se ela soubesse quando parar quando ela estava vencendo, pensou ela, sacudindo a cabeça com tristeza quando ela olhou para a mesa de Danny para encontrá-la vazia. Ela olhou ao redor do restaurante movimentado até que ela o viu com sua namorada na extremidade do buffet, esperando na fila do posto de carne. Ela realmente não devia fazer isso, principalmente porque provavelmente ele a mataria por isso, mas ... Ela não conseguia evitar. Depois de assistir Danny por mais alguns segundos só para certificar-se de que ele não ia se virar, ela mudou sua atenção para o homem que ela amava. Havia algo de errado com

o

prazer

de

brincar

com

fogo,

e

ela

estava

definitivamente brincando com fogo, ela pensou quando passou os dedos pelos cabelos dele, inclinou-se e fez a única coisa de que ela mais sentiu falta no mês passado. Ela o beijou.


CAPÍTULO 26 No dia seguinte… —Bom dia! Eu vou matá-la .... Não Jodi, apesar da sua atitude irritante que exigia alguma forma de retribuição, mas não foi ela quem fez isso com ele. Não, a mulher que ele queria estrangular não era outra senão sua bela esposa. Ele poderia ter perdoado ela por ter ferrado o buffet, mas a maneira como ela o deixou, desesperado, duro e ansioso por fazer qualquer coisa para levá-la nua por baixo dele, garantiu vingança. Aquele beijo... aquela porra de beijo ... Ela o surpreendeu com aquele beijo, quando ela se inclinou e enfiou os dedos pelos cabelos e tomou a sua boca em um beijo que o deixou ofegante e desesperado por mais. No momento em que ele chegou para ela, já era tarde demais. A provocadora saltou para trás, para fora de seu alcance, sabendo que ele não estava em condições de ir atrás dela. Ele foi forçado a sentar-se lá, ofegante e orando desesperadamente

para

que

seu

pênis

se

acalmasse

rapidamente para que ele pudesse ir atrás dela. Ele assistiu como a mulher sorrindo e com bochechas bem rosadas saia


do

restaurante,

o

rabo

balançando

sedutoramente,

garantindo que ele não fosse capaz de segui-la tão cedo. Depois disso, as coisas ficaram um pouco... nebulosas. Ele lembrava-se vagamente algo sobre purê de batatas, alface voando por toda parte, gritos, gritos de socorro e sendo jogado para fora do restaurante. Como ele gostaria de não se lembrar do resto da noite, mas infelizmente para ele esse não era o caso e Deus, como ele gostaria de esquecer o horror de testemunhar a destruição que uma pequena mulher bêbada pode causar. —Mate. Me, —Danny gemeu de algum lugar da cama e, tanto quanto Darrin gostaria de juntar-se a aquela oração, ele tinha outros assuntos a tratar hoje. —Noite

difícil?

—Perguntou

Jodi,

soando

repugnantemente alegre. —Você fez isso comigo! —Danny rosnou com tom acusador, ao mesmo tempo que Darrin forçou os seus olhos a abrirem-se e tentou descobrir como ele conseguiu rastejar até debaixo da pequena mesa de café e desmaiar ali mesmo. —Eu? —Perguntou Jodi, parecendo surpresa quando ela devia estar desculpando-se aos dois e implorando por seu perdão. —Eu vos odeio, —Darrin gemeu quando fez a sua primeira tentativa de arrastar-se de debaixo da mesa e falhou.


—Exatamente, quanto vocês dois beberam na noite passada?

—Perguntou

Jodi,

engolindo

nervosamente

enquanto ela dava um passo para trás, ficando fora do alcance deles. —Quanto nós bebemos na noite passada? —Repetiu Darrin, balançando a cabeça em desgosto. —Nem a metade do que você bebeu! —Danny falou de onde ele estava deitado no chão, cegamente alcançando e puxando o cobertor da cama enquanto olhava para a pequena mulher olhando nervosamente entre os dois. —Eu não bebi na noite passada, —Jodi murmurou com uma expressão pensativa e até mesmo ele teve que admitir que a pequena mulher era adorável, mas depois do que fez com eles na noite passada, isso realmente não importava. —Eu realmente odeio vocês, —Darrin murmurou com um gemido aflito quando ele finalmente conseguiu se arrastar de debaixo da mesa de café e ficar de pé. —Onde você está indo? —Perguntou Danny, parecendo que ia ficar doente. —Para o meu quarto onde eu posso morrer em paz, — disse ele, tropeçando indo para a porta, decidindo não admitir que ele estava pensando em bater no rabo da sua bela esposa até ficar preto e azul e ela não fosse capaz de fugir antes deles resolverem algumas coisas.


—Afaste-se, —Darrin disse quando deixou-se cair na cama e enrolava-se atrás dela. —Não,

saia,

—ela

murmurou

pateticamente,

choramingando um pouco no final. —Faça-me, —ele murmurou em seu ouvido, soando quase tão exausto quanto ela, quando passou o braço em volta dela e puxou-a para mais perto, mas ela sabia que era impossível. Ela nunca esteve tão exausta antes em sua vida e ela poderia culpar por isso, o bastardo deslocando-se atrás dela, tentando ficar confortável. Depois que ela fez uma retirada precipitada na noite passada, por razões óbvias, ela correu de volta para o hotel, mudou-se para um novo quarto, foi a loja de presentes no andar de baixo e abasteceu-se com bebidas, lanches e revistas antes dela correr de volta para o andar de cima, jogou as chaves e deu um suspiro de alívio por ter conseguido fugir antes que ele pudesse colocar as mãos sobre ela. Seu alívio foi de curta duração, porque nem mesmo uma hora mais tarde ele estava na sua porta exigindo que o deixasse entrar, para que pudessem "conversar". Ela provavelmente teria considerado deixá-lo entrar, para que pudessem resolver as coisas se ele não tivesse gritado promessas de transformar o traseiro dela em preto e azul e fazê-la pensar duas vezes antes de usar o seu amor por comida contra ele novamente. Decidindo que era o melhor ignorá-lo, ela decidiu tomar um longo banho relaxante. Ela


acabava de despir-se quando a porta foi aberta e Darrin, parecendo mais irritado como ela nunca viu antes, entrou o quarto. Quando ele a viu, ele chegou a um impasse e lambeu os lábios enquanto ele corria os olhos verdes famintos que prometiam compensar-lhe o último mês. Antes que ele pudesse fazer bom uso dessa promessa, e Deus, como ela queria que ele fizesse apenas isso, Danny estava lá, o pegando e o arrastando para fora do quarto. O episódio tomou dela alguns minutos e um banho frio para ajudá-la a perceber que foi melhor assim. Ela gostaria que aquilo fosse o fim de tudo, mas infelizmente para ela e o resto dos hóspedes do hotel ontem à noite, não foi o caso. Graças ao trio do inferno, como ela agora estava se referindo a Darrin, Danny e Jodi quando bebiam. Ela passou metade da noite os perseguindo tentando levá-los ao quarto de Danny para dormirem antes que os seguranças, a polícia e por algum motivo desconhecido, um padre os encontrassem. A outra metade da noite ela passou evitando Darrin e sua embriagada necessidade de desabafar. Quando ela conseguiu enfiá-los no quarto de Danny e certificou-se de que eles não iriam mais sair tropeçando e causar mais problemas, ela regressou ao seu quarto, tomou um banho e enrolou-se debaixo de seus lençóis na esperança de dormir por uma hora, antes dela ser forçada a arrastar a sua bunda para fora da cama e ir conhecer o resto dos Bradfords na Disney World. Ela mal conseguiu fechar os


olhos quando ela ouviu a porta do quarto abrir e fechar alguns segundos mais tarde. Exausta demais para mandar o bastardo embora, ela fechou os olhos e adormeceu alguns minutos mais tarde, quando ela o ouviu ligar o chuveiro, rezando para que ele tomasse o seu banho e depois fosse embora para que ela possa dormir em paz. Aparentemente, suas orações não serão respondidas hoje, ela pensou miseravelmente enquanto ela se virava de bruços com um gemido e múrmuros e fracamente o empurrou. —Por que você tem que lutar contra o nosso amor? — Ele perguntou enquanto a seguia, jogando o braço para trás em volta dela e puxou-a de volta. —Por que eu odeio você? —Ela disse, mudando e se contorcendo enquanto tentava ficar confortável, mas era meio difícil de fazer com cento e trinta quilos de puro músculo colado ao seu lado, recusando-se a deixá-la ir. —Você me ama, —ele murmurou com confiança enquanto ele se aconchegava mais perto. —Não, eu realmente não, —ela mentiu, mudando para colocar mais espaço entre eles, enquanto o que ela queria realmente fazer era aconchegar-se mais a ele. Ela sentia tanta falta dele... Mas é melhor assim, ela lembrou-se enquanto movia-se para o lado e ...


De alguma forma, encontrou-se estendida sobre o colo de Darrin, de novo. —Sério? —Ela perguntou com um gemido, porque, na verdade, ela estava muito cansada para lidar com essa merda agora. —Acho que já é tempo de acabarmos com essa besteira, não acha? —Ele perguntou com um grande bocejo, mexendose debaixo dela para ficar mais confortável e, aparentemente, isso significava colocar a mão na bunda dela. —E você tem que colocar a mão na minha bunda para fazer isso? —Perguntou ela com um suspiro irritado quando ela estendeu a mão e agarrou um travesseiro. —Isso me ajuda a concentrar, —ele murmurou, dando a bunda dela um aperto suave. —Podemos acabar com isso? —Ela perguntou irritada enquanto abraçava o travesseiro apertado e se estabeleceu para uma longa conversa. —Bem, primeiro, —ele disse com uma ligeira pausa e outro aperto de seu traseiro, fazendo-a revirar os olhos, mesmo quando seus lábios se contraíram com diversão, —Eu pensei que íamos parar com essa besteira. —Sério? —Cansei de jogar, Marybeth. —Isso significa que você vai me dar o divórcio? —Ela perguntou fracamente enquanto seu estômago virava-se com medo.


—Não, isso significa que paramos de jogar estes jogos e começamos a ser honestos um com o outro, —ele disse suavemente enquanto corria os dedos pelos cabelos dela. —Eu não estou jogando com você, —ela teimosamente argumentou enquanto tentava sair do seu colo e ficar longe desta conversa, mas ele usou seu domínio sobre seu traseiro para mantê-la exatamente onde ela estava. —Você não vai mais fugir disso, querida. —Eu não estou tentando fugir, —ela mentiu, tentando fazer exatamente isso, porque uma coisa era saber que esse dia estava chegando outra bem diferente é realmente enfrentá-lo e lidar com as consequências. Oh Deus, ela não estava pronta para fazer isso... —Por que não combinamos algo antes de começarmos? —Sugeriu ele quando se aproximou e pegou a mão trêmula dela na sua. —Nós não vamos nos divorciar, Marybeth, então pare de tentar me afastar. Não vai funcionar. Eu te amei desde o momento que vi você quando seu pequeno punho deu um soco em seu irmão e eu sei que você me ama também. —Darrin, eu ..., —ela começou a mentir, mas ela simplesmente não podia fazê-lo. Não mais. —Não importa. Ele arrastou os dedos para baixo em sua coluna, alisando a camiseta que ela pegou de sua bolsa e perguntou: —Você realmente acha que eu poderia ser feliz com alguém além de você?


—E você realmente acha que poderia ser feliz com uma mulher que não pode dar-lhe filhos? —Ela perguntou, decidindo que ele estava certo. Era hora deles pararem de jogar este jogo e chegar ao ponto. Ela se levantou e saiu do seu colo. —Eu não posso fazer isso com você, Darrin. Sinto muito ... eu só não posso.


CAPÍTULO 27 —OH meu Deus! Que merda você está fazendo? —Assumindo as responsabilidades, — ele explicou enquanto ele colocava a mulher se contorcendo onde queria que ela ficasse, ele virou-a para suas costas. —Espera. —O quê? —Não Darrin, não faça isso! — Ela chorou enquanto lutava para escapar, mas ele não estava a deixando ir. Não desta vez. —Por favor, não faça isso! —Ela chorou tentando afastar as mãos dele e usando seus pés para se afastar dele, mas ele simplesmente ignorou toda a sua luta, agarrou seus quadris e a colocou onde ele queria. —Eu sinto muito, mas você não me deixou alternativa, — ele disse sério, enquanto lambia os lábios em antecipação, enquanto seu olhar faminto parava na mancha de pele dourada que a camisa tinha exposto. Ele estava se odiando pelo que ele ia fazer, mas ela deixou ele sem ideias. A mulher teimosa não estava ouvindo a razão, ele estava dizendo a si mesmo como desculpa para seguir em frente com o que ele estava sonhando durante o último mês. Ele puxou-a para mais perto ignorando a luta


dela para que ele a soltasse, e sua triste tentativa de fugir, enquanto ele se lembrava de que não tinha outra alternativa. Ele tinha que fazer isso e tinha que fazer agora. —Por favor, Darrin, não faça isso! —Desculpe, Marybeth, — ele disse com um longo e sofrido suspiro, se inclinou para ela e fez o que ele tinha que fazer.

—Seu... — uma incontrolável risadinha, — filho da... — outra risadinha — puta! — Você pode fazer com que eu pare a qualquer momento, — o grande bastardo que fazia cócegas explicou calmamente enquanto movia as mãos para uma área especialmente sensível abaixo dos seus quadris. —P... Pare!! —Você vai parar com esta merda de querer um divórcio? — Ele perguntou, parando o ataque de cócegas, para dar-lhe a chance de resgatar o fôlego e respondê-lo. Ponderando, ela negou com a cabeça — “Isso é para seu... Bastardo, ” — ela terminou com um engasgo quando ele começou o ataque novamente fazendo com que ela risse e lutasse para escapar, mas ele estava se recusando a ceder. —Assim é como eu vejo as coisas se resolvendo, — ele diz com facilidade enquanto ela está se contorcendo, engasgando, tentando escapar e ainda fazendo promessas


para ela mesma que agora ela iria chutar suas bolas, — Você vai concordar em continuar casada comigo, vai parar também de tentar se tornar uma mártir e vai também parar com esta merda sobre crianças. —Não merrrrrr! — Ela começou a discutir, não gostando do comentário sobre ser uma mártir, mas o bastardo continuou a tortura agora focando na planta dos pés. —Isso é como vai acontecer, — ele explicou calmamente para ela enquanto ela continuava se contorcendo forte e já estava sem fôlego —Você nunca mais vai mencionar a palavra divórcio outra vez. —Dar…. — Ela terminou com um engasgo porque ele mudou a atenção do pé para simplesmente agarrá-la pelo quadril e virá-la de costas. Antes dela conseguir recuperar o fôlego, ele estava sentando em suas pernas, prendendo-a na cama e fazendo mais cócegas. —Nós vamos continuar casados, certo, querida? — Ele perguntou enquanto ia para todos os lugares sensíveis que ele mapeou ao longo dos anos. Ela abriu a boca só para rir enquanto ele dobrava seus esforços. —A única coisa que você precisa fazer é prometer que vamos continuar casados e eu paro, — ele prometeu enquanto ia para aquele ponto especial que ficava no lado que ele aprendeu quando eles tinham quinze anos e suas mãos acidentalmente esbarraram quando ele foi pegar alguma coisa que estava ao seu lado.


—Parrrrrrrrrrre!! — Ela choramingou enquanto ria muito duro. —Você está desistindo? —Nãoooooooooo!! —Então não tenho outra escolha se não continuar, — ele explicou soando divertido, enquanto ele continuava com o ataque doido, ela continuava tentando se soltar, mas o bastardo era mais forte. —Vocccê vaiiii pagaaar por issooooo — ela jurou rindo tanto que o lado dela estava doendo. —Ah, pequena Marybeth está ficando com raiva? —Sim! —Você quer que eu pare? — Ele perguntou em uma voz falsamente doce que a fez olhar para ele enquanto continuava a se contorcer e engasgar incontrolavelmente. —Siiiim! — Ela conseguiu soltar entre um engasgo enquanto se segurava na beira da cama, para tentar se puxar para escapar da tortura, então quando ele parou, ela estava realmente assustada. Ela continuou deitada lá recuperando o ar enquanto os espasmos das cócegas iam embora, e o senso falava para ela se levantar da cama e sair correndo enquanto ela podia. —Deixa tornar isto fácil para você. — Ele sussurrou em sua orelha. —Nós não vamos nos divorciar, querida. Eu não vou mentir e dizer que não quebra o meu coração saber que nunca poderemos ter filhos, porque faz, mas isto nunca me


impediria de querer você. Foi por isso que você nunca me contou, certo? Ela fechou os olhos em derrota e disse, —Sim. Ele ficou quieto por um minuto antes de perguntar, — Você perdeu a porra da sua cabeça?

—Darrin? —Eu não estou falando com você. Então pode ir embora, — ele falou se virando e apertando o travesseiro mais, quando ele viu uma sacola com guloseimas na mesinha ao lado da cama. Ele poderia ter agarrado qualquer outra bolsa de guloseimas que ela comprou, mas ele não fez. Ele pegou a bolsa pequena com Hershey Kisses, comeu tudo enquanto dava uma olhada para ela que apostava que ela ia brigar com ele. —Você vai me contar o que te fez ficar tão nervosinho? — Ela perguntou, sentando na cama ao lado dele, parecendo muito satisfeita, enquanto ela devia era estar implorando por perdão. Não que ele teria dado. Só se ela achasse alguma forma muito criativa e satisfatória, para fazer as pazes com ele. —Você sabe muito bem porque eu estou nervosinho. — Ele disse desembrulhando o delicioso chocolate e jogando


dentro da boca, enquanto ele olhava ao redor do quarto procurando alguma coisa para lavar o sabor de chocolate, que ele estava se recusando a dividir. Acenando de uma maneira que ele não estava gostando, ela saiu da cama, foi para a unidade de entretenimento. Ele observou ela abrir o armário de baixo que tinha um frigobar, ela se abaixou dando a ele uma vista incrível. Porém ele preferia quando ela ia para cama sem calcinha, e ele tinha que admitir que adorava quando ela usava suas boxers, muito porque elas eram enormes e tinham a tendência de cair dando a ele a grande vista que ele tinha no momento. Antes que ele realmente pudesse apreciar o momento ou relembrar os bons momentos, ela estava se levantando e voltando para se juntar a ele na cama com uma garrafa de suco de laranja nas mãos. Sem nenhuma palavra ela entregou a garrafa para ele e se sentou ao seu lado. Embora não fosse o suficiente para comprar o seu perdão, ele decidiu que era suficiente para ele dar um ou dois chocolates para ela. Grunhindo ele entregou o chocolate para ela, e tomou um gole do suco, pensando como uma mulher inteligente como

Marybeth podia fazer uma coisa tão estúpida.

Aparentemente ela estava pensando a mesma coisa, porque ela perguntou: —Então? —Então, o quê? — Ele perguntou, entregando-a a garrafa de suco de laranja.


—Eu achei que não estávamos mais jogando, — ela o lembrou enquanto bebia um gole do suco e lhe entregava a garrafa. Acenando ele decidiu que ela tinha um ponto, então ele decidiu ser direto. —Você soube nos últimos seis anos que você se casaria comigo, então em vez de cortar a merda e me deixar fazer de você a mulher mais feliz viva, você os desperdiçou. — Ele falou e olhou-a acusadoramente enquanto tirava o papel do doce e colocava na boca, ele estava precisando da distração achocolatada, para impedi-lo de bater nela da forma que ela merecia. Quando ela piscou para ele vagarosamente com um sorriso sarcástico, ele decidiu que não precisava dividir seu suco e seu chocolate com a mulher irritante. Quando ela foi para pegar o suco dele, ele deu uma encarada nela para que ela pegasse a dica e puxasse a mão de volta. —Eu não tinha nenhum plano de casar com você ou com qualquer um, só para constar. — Ela explicou, parecendo cansada enquanto descia da cama e seguia em direção ao armário da televisão, onde novamente ela abriu o armário se agachou, dando a ele uma vista. Deus ele amava o seu traseiro. Enquanto andava de volta para cama, ele terminou o suco e colocou a garrafa de lado. Antes de o seu lindo traseiro ter a chance de sentar, ele roubou a garrafa de suco, abriu e


terminou em três goles, antes mesmo dela conseguir reclamar ou tentar recuperar a garrafa. Balançando a cabeça e murmurando alguma coisa muito hostil sobre o seu pau, ela voltou para o armário pegou outra bebida, e conseguiu um pouquinho mais de perdão quando se abaixou de novo. —Você é patético, — ela murmurou, balançando a sua cabeça em desgosto, enquanto andava de volta para cama, mas agora ela estava tomando sua bebida antes de se sentar ao seu lado e lhe oferecer novamente a bebida. —E você me ama, — ele falou aceitando a garrafa, acenando para dizer obrigado, enquanto ele se preparava para negar que ela estivesse usando ele pelos últimos seis anos para se afastar dele. —Mais do que qualquer coisa, — ela admitiu, e pegou a garrafa da mão dele. —Então eu estava certo, — ele disse, retornando a sua atenção ao chocolate restante que estava no fundo da bolsa. —Sobre o que? — Ela perguntou, pegando a bolsa e comendo alguns chocolates. —Tudo.


CAPÍTULO 28 — Tudo? — Ela repetiu com um aceno de cabeça triste, enquanto ela alcançava a bolsa de chocolate, só para perceber que estava fora do alcance e o grande bebê a estava olhando no típico jeito Bradford. Deus, eles realmente eram uns bebês, ela decidiu se ajoelhar e inclinar por cima dele. —Meus. — Darrin grunhiu, enquanto ele protegia com as mãos a sacola de guloseimas que ela gastou uma pequena fortuna. — Tudo bem, — ela falou sacudindo a cabeça muito forte, enquanto entrou debaixo das cobertas e virou de lado, decidindo que ela preferia dormir a ter que lidar com as merdas dos Bradfords logo de manhã, — Seja um bebezão. Ela fechou os olhos e se aconchegou em seu travesseiro e quase chorou quando ela sentiu o grande idiota se virar, antes de sentir o seu corpo quente se enrolar nela. —Nós precisamos terminar de conversar, — ele falou passando o braço ao redor da sua cintura e puxando mais perto. —Então você precisa fazer o seu ponto logo, — ela resmungou, não se incomodando em abrir os olhos. — Eu já fiz, — ele disse dando um beijo no seu pescoço. — Não você realmente não fez.


— Tudo não ficou claro para você? — Ele perguntou com uma voz quente que fez com que enrolasse os dedos dos pés. Deus ela sentiu saudades dele... —Não, realmente não ficou. — Ela murmurou sonolenta se mexendo para ficar mais firme em seus braços. —Então porque eu não clareio as coisas para você? Hum? — Ele perguntou enquanto se afastava um pouco nela, para conseguir puxá-la para que se virasse e pudesse olhar para ele. —Eu provavelmente vou gostar disso. — Ela disse com um sorriso provocador, enquanto ela passava os dedos pelos cabelos negros sem conseguir se deter. —Você sabia que eu nunca a deixaria ir, — ele disse, tirando uma mecha do cabelo de seu rosto para que ele pudesse passar os nós dos dedos em seu queixo. —Você sabia que eu te amava e queria me casar com você, foi por isso que você não me contou, querida, porque você sabia que quando eu descobrisse nada me impediria de torná-la minha. Ela não se incomodou de negar, porque ele estava certo. Ao invés disso, ela voltou para a razão pela qual não podia estar com ele, de ter mais com ele e a razão de pedir a única coisa que acabaria com ela. — Porque você merece coisa muito melhor do que eu, Darrin. —Eu mereço você, — ele disse se inclinando para que seus lábios pudessem encontrar os dela gentilmente.


— Você quer ter filhos, — ela o lembrou. —Eu quero você, — ele disse firme enquanto beijava o canto da sua boca, — e mais cedo ou mais tarde você vai aprender isso. —Eu... — Ela começou a falar só para ser interrompida e morder os lábios quando Darrin se moveu para o meio de suas pernas. — O que você está fazendo? —Tentando uma aproximação diferente. — Ele disse, beijando seu pescoço, bem no momento em que ele moveu seus quadris e deixou-a saber exatamente o que ele tinha em mente. —Eu pensei que você queria discutir isso, — ela disse, tentando se impedir de moer nele, enquanto ela movia a cabeça para dar lhe um melhor acesso. —Isso estava tomando muito tempo, — ele explicou para ela, e gentilmente começou a chupar o seu pescoço a deixando maluca, ele moveu a mão entre eles e começou a apalpar o seio dela. —E fazer sexo vai resolver isso? — Ela perguntou, envolvendo os braços em volta dele e engasgando quando ele apertou seu seio. —Com certeza não vai machucar, — ele disse beijando para baixo, enquanto ele tirava a mão do seu seio. Ele segurou a ponta da sua camiseta e puxou vagarosamente. —Nós

não

podemos

continuar

casados,

ela

argumentou fracamente, colocando sua cabeça para trás e


engolindo duro, para ter força de parar as coisas antes dela fazer alguma bobagem. —Eu acho que nós podemos, — ele sussurrou, enquanto esfregava sua grande ereção no meio de suas pernas. —Oh, meu Deus! — Ela engasgou, enquanto fechava os olhos e fazia força para pensar em outra coisa, qualquer coisa que a distraísse, de quão gostoso era estar em seus braços, o quanto ela o queria. Ela tinha que continuar forte!!! Ela precisava de foco. Ela precisava.... precisava.... ela .... —Você quer que eu pare? — Ele perguntou, enquanto sua mão retornava para o seio dela, ele segurava mais alto, para conseguir traçar o mamilo dela com a língua. —Talvez? — Ela grunhiu enquanto sua respiração vinha mais rápida, enquanto ela tentava lembrar porque ela não deveria estar fazendo isso. —Talvez? — Ele perguntou, engasgando contra os seus seios, como o bastardo insensível que ele era, enquanto ela lutava para pensar nas coisas. —Eu estou pensando, — ela declarou, abrindo seus olhos e encarando o teto branco, enquanto ela enrolava. —Vou te dizer uma coisa querida, — ele disse parecendo preocupado, e parando tempo suficiente para puxar o mamilo dela entre seus lábios, antes que ele permitisse soltar com um gemido alto, — Se você realmente quer se divorciar, então


me diga para parar. Eu vou conseguir um quarto para mim. E aí nós podemos resolver as coisas, falar com o Garret e ele vai resolver este assunto rapidamente. Ela abriu a boca determinada a fazer a coisa certa, e o deixar partir, mas ele chegou ao elástico da boxer que ela roubou dele. Ele deslizou a ponta do dedo na sua entrada molhada, enquanto ele movia a mão, até que ela começou a moer na sua mão, ele grunhiu de prazer, e ela continuou deitada lá, enquanto ele continuava lambendo seus lábios e a enfraquecendo a cada segundo. Ele se ergueu um pouco para deitar em cima dela, colocando sua boca próxima a sua orelha enquanto ele mexia seu dedo muito longo dentro dela. —Ou, — ele sussurrou, e devagar começou a tirar o dedo de dentro dela e colocar novamente fazendo seus olhos girarem, — eu poderia te foder. —Darrin, — ela gemeu, engasgando fracamente quando ele pressionou o dedão no seu clitóris e começou a esfregar. —Deixa eu te foder, querida, — ele sussurrou e continuou esfregando. —Eu... —Eu tenho sentido muitas saudades, Marybeth, — ele disse beijando o seu pescoço, enquanto bem devagar ele metia seu dedo dentro dela. — Eu sinto falta de conversar com você, de te segurar, de te beijar e a primeira coisa de manhã quando eu deslizo dentro de você, quente, molhada e apertada.


Ela gemeu sem conseguir fazer nada, além de enrolar os braços nos seus ombros. —Você sentiu minha falta, querida? — Ele perguntou, voltando a beijá-la na boca. Ele não deu a ela a chance de responder, não que ela pudesse no momento. —O que você quer, querida? Você quer que eu te foda ou deixe você ir embora? — Ele perguntou movendo os dedos e deixando o prazer dela sair. — Diga-me o que você quer querida. Diga-me para ir ou para.... —Marybeth? — Aidan de repente disse, cortando Darrin e dando uma chance a ela para clarear a luxúria e pensar direito. —Obrigada Deus! — Ela murmurou, abrindo seus olhos e percebendo que ela era a maior cadela do mundo, quando ela olhou nos olhos de Darrin e viu todo o amor que ele sentia e o quanto ela o estava machucando. —Por favor, Marybeth, não faça isso, — ele sussurrou. —Por favor! Saia de cima de mim, — ela disse, virando o rosto para que ela não pudesse ver tanta mágoa em seus olhos, enquanto ela cometia provavelmente o maior erro de sua vida. —Marybeth? — Aidan chamou seu nome de novo, Darrin saiu de cima dela devagar, e ela se forçou a levantar da cama e andar em direção a porta do quarto de hotel enquanto sua camisa voltava para o lugar. Respirando fundo,


rezou para que Darrin algum dia conseguisse perdoá-la, abriu a porta. —Eu consegui convencer a farmácia a me dar algumas agulhas para substituir as que quebraram na sua mala, e substituir também o frasco de b12 que foi destruído também, — ele explicou enquanto entregava a sacola de papel branco. —Obrigada! — Ela conseguiu dizer, pensando como ela podia estar tão calma num momento desse. —Você não viu o Danny, certo? — Ele perguntou meio ausente, enquanto bocejava e checava as mensagens no telefone celular. —Não, — ela falou, se perguntando se realmente ela poderia fazer isso. —Será que vocês querem tomar café da manhã? — Ele perguntou fazendo uma careta para o telefone, só para balançar a sua cabeça e enfiar o celular no bolso alguns segundos depois. Ela limpou a garganta e disse: — Acho que estamos bem. —OK! — Ele disse acenando do jeito Bradford quando eles estavam considerando suas opções de comida. —O Buffet na rua ainda deve estar servindo café da manhã, — ela falou para conseguir mais alguns segundos preciosos.


—Verdade, — ele disse pensativo, mesmo depois de virar em direção ao elevador, foi aí que ela percebeu que o seu tempo estava esgotado. Darrin estava certo, enquanto ela fechava a porta devagar. Ela decidiu que era hora de acabar com os jogos. Sabendo que não adiantava adiar isto mais tempo, ela virou e olhou o homem que somente a poucos minutos atrás percebeu que estava machucando muito, e disse a única coisa que iria deixá-los livres. —Foda-me.


CAPÍTULO 29 —Não, — ele disse, cruzando os braços sobre o peito na esperança de que a atitude iria impedi-lo de agarrá-la, quando ele olhou para a mulher que estava determinada a deixá-lo louco. —Não?

Ela

perguntou,

franzindo

a

testa

adoravelmente em confusão quando ela mudou sua atenção de seu rosto para a grande ereção visível em sua cueca, tentando chamar sua atenção antes que ela voltasse a olhar em seus olhos. —Não, — ele disse, balançando a cabeça enquanto silenciosamente amaldiçoou sua incapacidade de manter o controle perto dela, o que estava arruinando tudo. Filho da puta fraco, ele silenciosamente amaldiçoou o seu pau indisciplinado

e

tentou

se

acalmar,

numa

tentativa

desesperada de recuperar a atenção de Marybeth. —Você não quer fazer sexo? — Ela perguntou com um sorriso tímido enquanto descaradamente olhou para o maldito traidor que estava mais do que disposto a mandar tudo para o inferno e tomar o que ela estava oferecendo, sem perguntas. —Nós dois sabemos que não há nada que eu gostaria mais do que empurrá-la contra a porta, rasgar seu short e te foder até que nossas pernas fiquem tão fracas que eu seria forçado a transar com você no chão, mas eu não vou, — ele


explicou, e só com o pensamento seu pau de agitou em aprovação, quando um forte rubor se espalhou pelo pescoço e rosto de Marybeth enquanto ela avidamente lambeu os lábios. —P-por que não? — Perguntou ela, se aproximando e lambendo os lábios macios e cheios o que o fez se lembrar daqueles lábios em torno do seu pau e, Cristo, ele realmente precisava se concentrar. —Porque a minha oferta terminou no segundo em que você deixou esta cama. Se você quer um futuro comigo, então você terá que ser a única a fazer o próximo movimento, porque eu não vou dar-lhe outra desculpa para se esconder. Franzindo a testa, ela disse, — Eu nunca... —Não, — disse ele, cortando-a. Não importa o que você diz ou pensa, nós dois sabemos que você realmente nunca planejou ir embora. Isso foi apenas uma bobagem que você disse a si mesma, porque você não se permite querer mais. Você sabia que um dia eu me cansaria desse seu arranjo idiota e resolveria essa questão do meu jeito, o que lhe dá a desculpa que você precisava para ter o que realmente queria. —E o que exatamente eu queria? — Ela perguntou com aquele brilho teimoso em seus olhos que ele tanto amava. —Eu, — ele disse com firmeza com um olhar que a desafiava a mentir para ele. — Você precisava de mim para tomar a escolha de suas mãos, porque não podia suportar a ideia de tirar a vida que você pensou que eu merecia. Se for isso que você precisa para que possamos estar juntos isso é


bom. Eu vou fazer o que for preciso para fazer você se sentir segura, Marybeth, agora e sempre, mas eu preciso de você para fazer o próximo movimento. Eu preciso de você para fazer esta escolha. Por um longo momento ela ficou parada, observando-o quando ele se sentou, rezando para que não tivesse ferrado tudo ao lhe dar o empurrão final. Depois de uma vida esperando por ela, ele estava cansado de persegui-la, mas se é isso que ela precisava para aceitar o que havia entre eles, então isso é exatamente o que ele faria. Ele nunca iria desistir dela e ambos sabiam disso. Seus belos lábios formaram um sorriso quando ela fechou a distância entre eles. — Eu acredito que eu já tomei a minha decisão, — disse ela, afastando seu longo cabelo preto enquanto se inclinou e... - Ele gemeu quando Marybeth levou seu pênis à boca e chupou a ponta. Lambendo os lábios, ele viu como ela envolveu a mão em seu pênis e se afastou para que pudesse traçar a ponta com a língua. — Esta é uma resposta aceitável? — Ela perguntou com um sorriso provocador enquanto lentamente acariciava seu pau. — Vai ter que ser, — ele gemeu, lambendo os lábios enquanto a observava tomar o seu pau de volta em sua boca. —Você sentiu minha falta, Darrin? — A pequena provocadora perguntou quando parou de chupar seu pau e começou a lamber todo seu cumprimento.


—Cada maldito minuto, — ele rosnou quando estendeu a mão, agarrou sua camisa e puxou-a, forçando-a a soltar seu pênis. Antes de sua camisa chegar ao chão, ele tinha-a de costas e foi arrancando seu boxer. Sua boca ficou seca quando viu o quão molhada ela estava. Hipnotizado pela visão diante dele, ele tocou suavemente sua boceta e quase gozou quando Marybeth seguiu a ação, movendo os quadris. Ele continuou brincando com ela enquanto seu olhar subia por sua barriga macia, até seus seios grandes com mamilos caramelo e, finalmente, até seu rosto bonito. Quando ela olhou em seus olhos, ele a tocou uma última vez antes de puxá-la ainda mais perto, ansioso para sentir seus braços em volta dele e... —Eu te amo, Darrin, — ela sussurrou, dizendo as palavras que ele estava morrendo de vontade de ouvir durante o que pareceu uma eternidade. Quando sentiu o último fio de seu autocontrole se romper, ele só podia rezar e agradecer por ela finalmente perdoá-lo.

— Darrin? Dar-oh, Deus! — Ela gemeu, fechando os olhos e ofegando enquanto sentia o primeiro toque de sua língua através de sua boceta.


— Bom para caralho, — ele rosnou, o que parecia ser a única coisa que ele era capaz de fazer desde que ela disse a ele que o amava. Bem, isso sim é perder o controle, ela pensou ofegante quando sentiu a ponta de sua língua sobre seu clitóris. Ela agarrou mais forte o travesseiro e abriu mais as pernas para lhe dar melhor acesso, enquanto ainda lutava para entender como três palavrinhas simples podiam deixar um homem tão pouco racional, ele era um Bradford afinal. Ela mal terminou de dizer-lhe as três palavras que ela estava mantendo para si mesma por tanto tempo, quando de repente se viu sobre seu estômago, suas mãos presas acima da cabeça, seus joelhos afastados e a boca de Darrin entre suas pernas, devorando-a. Por um momento ela pensou em detê-lo e pedir-lhe para ir devagar, mas ela não pôde fazer isso. Após um mês de banhos frios, filmes Lifetime6 horríveis, após falhar em mais de uma dúzia de passatempos para se distrair do quanto ela sentia falta dele, não havia nenhuma maneira que ela ia dizer ou fazer qualquer coisa para pará-lo. — Tão malditamente molhada, — disse ele em um grunhido que fez seus dedos enrolarem de prazer quando ele lentamente deslizou um dedo dentro dela. — Darrin, por favor! — Ela implorou sem absolutamente nenhuma vergonha quando empurrou de volta contra o seu dedo. 6

De mulherzinha


Em vez de lhe responder, ele pressionou um beijo contra seu traseiro e acrescentou um segundo dedo, fazendo-a se perguntar se ele estava tentando atormentá-la pelos últimos seis anos. Não que pudesse culpá-lo, pensou, mesmo quando decidiu que iria torcer o pescoço dele se ele não se movesse logo. — Foda-se — ele gemeu alto quando de repente deslizou dentro dela, fazendo-a ofegar com a intrusão repentina. Ela esqueceu o quão bom era a sensação de ter ele dentro dela, ele agarrou seus quadris, se afastou e deslizou lentamente para dentro, mantendo-a presa no lugar. Seu aperto no travesseiro aumentou quando ela tentou empurrar para trás, desesperada por mais, mas ele não a deixou se mover. Ele a manteve presa no lugar quando se enterrou dentro dela. Ela não podia acreditar que sobreviveu um mês inteiro sem ele. Ela sentiu muita saudade e passar por isso tomou todas as suas forças; além de um litro de Ben e Jerry e um saco de Hershey Kisses, que a ajudaram a se segurar para não ir atrás dele e abraçá-lo. Embora ela o amasse mais do que tudo, ele foi o primeiro e principalmente o seu melhor amigo e até a um mês atrás, ela nunca passou um dia sequer sem falar com ele. — Venha aqui, — ele chamou, fazendo-a tremer quando repentinamente puxou para fora, virou-a de costas e deslizou para dentro dela outra vez, tudo antes que ela conseguisse tomar a próxima respiração.


Quando ela se virou para ele, ele a olhou com um sorriso no rosto. Ela colocou os braços ao redor dele e fechou os olhos enquanto saboreava a sensação dele em seus braços. — Nunca mais me deixe, — ela sussurrou, certa de que não iria sobreviver a uma próxima vez. — Eu não vou, — ele jurou, envolvendo os braços em volta dela e puxou-a para perto. Nunca mais. — E nunca mais negue sexo para mim ou eu vou para as suas bolas na próxima vez, — ela decidiu acrescentar apenas para se certificar de que eles estavam na mesma página. Ele riu quando rolou de costas, levando-a com ele. Sorrindo, ela segurou seu rosto e se inclinou para beijá-lo enquanto movia seus quadris empurrando para trás, movendo-se apenas o suficiente para acertar todos os lugares certos. Darrin gemeu quando ele passou suas mãos pelo corpo dela e segurou sua bunda, incentivando-a a montá-lo. —Eu nunca vou deixar você ir, Marybeth, — ele prometeu, e pela primeira vez em sua vida, essas palavras não a fizeram querer chorar.


CAPÍTULO 30 —Você realmente precisa me soltar, Darrin, — disse sua atrevida mulher enquanto se contorcia em seus braços, tentando desesperadamente se afastar dele, o que claramente era um insulto, pois a menos de uma hora atrás ela o fez prometer nunca mais deixá-la. —Não, — ele disse, apertando seus braços ao redor dela enquanto fechou os olhos e se aconchegou mais perto, com a intenção de aproveitar o resplendor de sua vitória, mas parecia que a frustrante mulher que ele amava mais do que tudo, realmente tinha a intenção de escapar. —Darrin... —Sshhh, sussurrou

não

enquanto

ironicamente

e

eu

estou

estendeu

dormindo,

a mão

afagando

suavemente sua cabeça. —Olha, seu grandíssimo imbecil, — sua amada esposa disse, batendo em sua mão para afastá-lo. — Eu estou com fome e eu preciso usar o banheiro. Então, se você não tirar esses braços monstruosamente grandes para que eu possa ir ao banheiro e talvez pegar na minha bolsa um saco de amendoins ou algo para comer antes que eu morra de fome, eu vou matar você!


Suspirando pesadamente, ele a libertou, principalmente porque ele meio que ficou assustado com o som demoníaco que ela usou ao ameaçá-lo de morte. — Tudo bem, — disse ele com outro suspiro, rolou de costas e fez um gesto apontando em direção ao banheiro, — Vá. Murmurando algumas palavras duras que ele preferiu ignorar, ela jogou as pernas para o lado da cama e sentou-se, enquanto ele ficou deitado, pensando na possibilidade de trazê-la de volta para a cama para se aconchegar, desde que ele estava tão confortável, até que a furiosa pequena mulher se lembrou de algo muito importante. — É melhor esses lanches estarem aí quando eu voltar, — ela retrucou, parecendo excessivamente irritada quando tudo o que ele fez foi manter sua palavra ao ignorar seus apelos para que ele a soltasse durante os últimos trinta minutos. —Eu vou voltar a dormir, — disse ele, virando de bruços e abraçando seu travesseiro enquanto fechou os olhos. —Estou falando sério, — disse ela e ele não precisava abrir os olhos para saber que aquela coisinha irritadiça ainda estava de pé ao lado da cama, olhando para ele. —Mmmhmmm, — ele murmurou sonolento quando fez uma cena ao ir dormir. —Estou falando sério, Darrin. Não toque na minha comida. Estou morrendo de fome.


Ele não se incomodou em responder, desde que, se mentisse ela só iria chutar sua bunda mais tarde. Em vez disso, ele ficou deitado esperando ela desistir de pegá-lo no flagra e entrar no banheiro onde ela provavelmente tomaria um banho rápido, dando-lhe mais tempo para fazer o que ele tinha que fazer. Poucos minutos depois, ouviu claramente os sons inconfundíveis do chuveiro sendo ligado, mas ele ainda não podia fazer a sua jogada. Ainda não. Ficou

ali

fingindo

Felizmente

ela

não

o

dormir, fez

enquanto

esperar

muito

esperava. antes

de

discretamente abrir a porta e colocar a cabeça para fora, certificando-se de que sua preciosa comida ainda estava a salvo. —Darrin? — Ela sussurrou, soando insegura. — Você está acordado? Ele manteve os olhos fechados e sua respiração constante, e esperou ela fechar a porta, mas depois de um minuto, tornou-se óbvio que ela não confiava nele, o que era muito insultante. Ele ouviu quando ela saiu do banheiro silenciosamente, na ponta dos pés e foi até o outro lado da sala pegar todos os lanches que agora eram seus por direito, pelo menos, em sua opinião, eles eram, e de novo na ponta dos pés voltou para o banheiro e fechou a porta atrás dela. Quando ouviu o clique da tranca do banheiro, ele não pode evitar, abriu os olhos e pulou da cama.


— Quanta desconfiança, — ele murmurou enquanto ia até o pacote de boas vindas do hotel que entregaram a eles durante o check-in e pegou um clipe de papel. Suspirando com desgosto, porque ela realmente deveria conhecê-lo melhor, ele pegou o clipe, deslizou na abertura do cilindro e abriu a fechadura. Ela claramente não queria aquela comida, ele decidiu quando descartou o clipe usado e abriu a porta. Se ela realmente quisesse aquela comida, teria encontrado a melhor maneira de protegê-la. Quando viu a comida sobre o balcão, sem nenhuma proteção e amor, ele estendeu a mão para pegar alguma quando foi interrompido. —Você tem uma escolha a fazer, Sr. Bradford, — disse Marybeth, intrigante o suficiente para fazê-lo parar no meio do furto. — Você pode pegar todos esses lanches e devorá-los ou você pode se juntar a mim aqui e eu vou fazer aquela coisa com a minha língua que você tanto ama. Engolindo em seco, ele desviou o olhar fixo dos deliciosos petiscos, apenas o necessário para observar a silhueta de sua esposa enquanto ela deslizou as mãos sobre seus seios e estômago. Lambendo os lábios, ele olhou para a pequena pilha de bolinhos de chocolate, doces e sacos de batatas fritas e voltou à atenção para sua mulher. Seu estômago roncou, dando seu voto ao mesmo tempo em que o seu pau cresceu duro, desesperado para sentir novamente a língua talentosa de Marybeth deslizando sobre ele quando ela o levou em sua boca e chupou até quase deixá-lo louco.


Merda! Comida ou um boquete? Ou

talvez

ele

pudesse

ter

os

dois,

pensou

esperançosamente quando alcançou os pacotes de comida. —Nem pense nisso, — disse a perversa mulher, parecendo se divertir enquanto ele se deparava com uma das decisões mais difíceis de sua vida. Seu pênis empurrou contra seu estômago novamente, exigindo que ele fizesse alguma coisa, mas ele se recusou a ser apressado. Tinha que haver uma maneira de contornar isso. Então, novamente, talvez ele pudesse ter um agora e o outro depois do banho, ele se perguntou com esperança quando olhou novamente para o chuveiro. Ele limpou a garganta, tentando parecer casual e perguntou: — E se eu escolhesse a comida? —Você ficaria com um de seus irmãos o resto da viagem, — ela calmamente explicou, enquanto qualquer outra mulher provavelmente teria jogado algo em sua cabeça, ofendida por ele não ter aproveitado a chance de estar com ela, mas não sua Marybeth. Ela cresceu ao lado deles e entendia o dilema que ele enfrentava provavelmente melhor do que ninguém. Quando Marybeth desligou o chuveiro e saiu poucos minutos depois, ele ainda estava lá, alternando sua atenção entre Marybeth e os lanches enquanto lutava para tomar uma decisão. Ela não disse nada enquanto se secou, simplesmente estava ali, balançando a cabeça e suspirando, até que finalmente se cansou.


—Patético, — ela murmurou com um suspiro quando deixou cair a toalha, agarrou dois dos bolinhos de chocolate e se dirigiu para a cama, deixando-o ali de pé olhando ansiosamente para os lanches que ela deixou para trás. Ele não podia simplesmente abandoná-los, ele percebeu com um aceno de cabeça. Ele só não poderia fazer isso. Ele olhou por cima do ombro, e viu sua mulher na cama. — Que diabos você está fazendo? — Ele perguntou com uma careta enquanto observava sua esposa desembrulhar um dos bolinhos delicioso e colocar entre os seios. —Fazendo-lhe um banquete, — ela disse enquanto abria a embalagem de outro bolinho, virou-o e apertou-o contra seu mamilo direito, revestindo-o de creme de chocolate e, em seguida, fez o mesmo com o outro mamilo. Quando ambos os mamilos estavam cobertos do recheio, ela continuou a espalhar o chocolate até bem abaixo do umbigo. —Oh... Deus..., — ele murmurou, tropeçando para frente e seu olhar alternando ansiosamente entre uma guloseima e outra enquanto tentava se decidir por onde começar. Até que ela resolveu o problema dele, espalhando suas pernas e dando-lhe um sorriso convidativo que ele não poderia ignorar, naquele momento ele decidiu que se casar com o amor da sua vida definitivamente tinha suas vantagens.


—Devemos ir, — ela se forçou a dizer, porque parecia ser a coisa educada a se fazer, uma vez que vieram nesta viagem para passar um tempo com a família dele, mas ambos sabiam que, se ele parasse o que estava fazendo ela iria matá-lo. —Você é tão apertada, — ele rosnou em aprovação quando ela fez um movimento para frente e segurou na ponta da pequena mesa redonda que ficava no quarto. —Nós devemos... devemos, Ummm ... devemos ir, — disse ela, lutando para se concentrar quando lambeu os lábios e tentou empurrar de volta contra ele, mas ele a tinha firmemente presa no lugar. —Eu amo sua bunda, — ele murmurou em vez disso, apalpando a bunda dela enquanto lentamente continuava com suas estocadas. A única resposta que ela conseguiu dele foi um gemido alto quando ela apertou as pernas em sua volta, surpreso com o quão bom ela o fazia se sentir. Ela não podia se mover, não podia empurrar para trás e talvez por isso, o que ele despertava nela agora era mil vezes mais intenso e poderoso. —Eu poderia transar com você durante todo o dia, — disse ele, gemendo enquanto enterrou-se completamente dentro dela e fez uma pausa de vários segundos antes de se afastar lentamente e empurrar de volta. Lambendo os lábios, ela fechou os olhos e apertou mais forte a beirada da mesa enquanto lutava para segurar o orgasmo que estava chegando, muito gananciosa para


desistir daquele sentimento intenso mesmo para a liberação poderosa que ela sabia que estava vindo. A respiração ficando mais rápida e ofegante, ela se concentrou no grande pau grosso deslizando dentro dela, acertando todos os lugares certos e o movimento quando ele puxou para fora, acariciando esses mesmos pontos e fazendo-a gemer ainda mais alto quando ele voltou lentamente. —Sabe a melhor parte sobre ser casado? — Darrin perguntou suavemente quando ele se inclinou sobre ela, seus golpes não abrandaram quando ele beijou sua mandíbula. —O quê? — Ela perguntou em um suspiro enquanto ele continuava a penetrá-la em um ângulo diferente, batendo todos os novos pontos e enviando ondas de prazer através de seu corpo, ameaçando mandá-la sobre o limite. —Ser capaz de transar com você quando eu quero, — ele sussurrou, enviando-a ao paraíso.


CAPÍTULO 31 — Você nunca vai parar de sorrir? — Marybeth perguntou quando eles estavam no elevador, observando os números acendem enquanto esperavam para chegar ao primeiro andar. Com o sorriso ainda maior, ele sacudiu a cabeça. — Não. — Entendo, — Marybeth murmurou antes de perguntar: — Você nunca vai tirar a mão da minha bunda? —Não, — ele disse, dando outro aperto na bunda perfeitamente arredondada que ela tinha, simplesmente porque podia. Rindo, ela tirou a mão dele da sua bunda. — Você é patético, — disse ela, sorrindo entrelaçando suas mãos nas dele. —Não, — ele disse correspondendo ao seu sorriso, quando se inclinou e roçou os lábios contra os dela, — Eu sou um homem bem casado reivindicando minha esposa para que nenhum idiota desavisado cometa o erro de checar a sua bunda e me obrigue a acabar com ele. — Ah, então você está fazendo um serviço público por mim, me apalpando, — ela disse, parecendo pensativa quando as portas do elevador se abriram.


— É o mínimo que posso fazer, — disse ele, atirando-lhe uma piscadela quando saíram do elevador e se dirigiam para o terminal de caixa eletrônico ali disponível, quando viram sua mãe no saguão, conversando com um cara com cabelos descoloridos e espetado vestindo uma camiseta polo rosa bebê, apertada. — Oh! — Disse sua mãe, com alegria quando os viu. — Este é o meu filho que eu estava te falando, Patrick. Quando o cara sentado ao lado dela olhou por cima do ombro e sorriu, Darrin percebeu que era muito provável que sua mãe estava fazendo algo realmente constrangedor. Foi uma pena, porque ela faz as melhores cookies com pedaços do chocolate, ele pensou com pesar quando ele pegou a mão de Marybeth e apertou à medida que se aproximavam de sua mãe. —Talvez devêssemos esperar até depois que chegarmos em casa para dizer a ela? — Marybeth sugeriu à medida que se aproximavam e o cara que estava com sua mãe continuava lhe atirando o que só poderia ser descrito como um sorriso acolhedor. —Não, — ele disse, percebendo uma troca de olhares entre sua mãe e o cara quando ele balançou a cabeça, — Agora é bom. —Você não quer esperar o seu pai estar junto? —Nós podemos dizer-lhe mais tarde, — disse ele, decidindo que quanto mais cedo ele colocasse um fim à teoria louca de sua mãe, melhor.


—Oi, querido, — disse sua mãe, levantando-se para abraçá-lo. — Estou tão feliz em vê-lo! É claro que ela estava, pensou, estreitando os olhos para o outro homem que teve a coragem de piscar para ele. Quando Marybeth tentou soltar a mão de seu aperto para que pudesse abraçar sua mãe, ele resistiu. Não queria dar a sua mãe a oportunidade de empurrá-lo para o homem que no momento estava com um olhar de cobiça sobre ele e, a julgar pela expressão de sua mãe era exatamente isso que ela queria. —Mãe, nós temos que lhe dizer uma coisa, — disse ele, logo que sua mãe se afastou de Marybeth, aliviado por finalmente poder compartilhar com sua família a melhor coisa que aconteceu em sua vida. — O que é querido? — Perguntou ela com aquele sorriso que o fazia se sentir como se fosse a sua pessoa favorita no mundo, é certo que ela tinha esse mesmo sorriso para todos os filhos, mas isso nunca o fez sentir menos especial quando o recebia. Ele olhou para Marybeth para encontrar sua esposa olhando para Patrick com uma expressão curiosa, antes de voltar sua atenção para sua mãe. — Mãe, Marybeth e eu nos casamos, — anunciou incapaz de esconder sua felicidade. Realmente ele se sentia melhor por finalmente ter contado. — Oh, querido, não há nenhuma necessidade de esconder quem você realmente é, — disse ela, seu sorriso se


tornando um pouco compassivo quando estendeu a mão e acariciou sua bochecha. — Eu não estou escondendo quem eu sou, — ele disse calmamente olhando para sua mãe. — Nós nos casamos há três semanas. Sua mãe soltou um suspiro exasperado. — Querido, não há realmente nenhuma necessidade de mentir para mim. Eu te amo independentemente de qualquer coisa. —Mulher! — Disse exasperado, forçando-se a respirar fundo antes de continuar e dizer algo que ele iria se arrepender mais tarde — Pela última vez, eu não sou gay! —Darrin Bradford, não te criei para se envergonhar de quem você é! — Ela sussurrou baixinho, mas com firmeza, da mesma maneira que ela fazia quando ele era criança e ela estava tentando não chamar a atenção para o fato de que ela estava prestes a esganá-lo. — Eu não tenho vergonha de quem eu sou! Pelo amor de tudo que é santo, mulher, eu não sou... — Eu vou pegar algo para comer, — Marybeth disse de repente, interrompendo-o e o atentando para o fato de que ele se casou com uma traidora. — Você não vai me defender? — Ele perguntou quando a traidora soltou sua mão e habilmente tirou sua carteira do bolso de trás.


— Não, não realmente, — ela disse, soando aborrecida quando tirou de sua carteira uma nota de vinte dólares e a jogou de volta para ele. — Nós fizemos os votos, mulher! Piscando, ela olhou para ele e disse: — Eu não tenho ideia do que você está falando. — Marybeth, — ele rosnou o nome dela em advertência, mas assim como todas as outras vezes que ela o ferrou apenas por diversão, ela o ignorou. — Darrin, — disse ela, suspirando seu nome de um jeito que o deixou saber o quanto ela estava gostando disso, — Está tudo bem. Ela sabe. Olhando fixamente para aquela traidora, ele rosnou o último aviso para ela ficar. — Não faça isso. —Darrin, Darrin, Darrin, — disse ela, falando enquanto balançava a cabeça como se estivesse lamentando por ele e segurou o seu rosto — Não esconda quem você é. Abrace o seu eu interior. —Eu te odeio, — disse ele, olhando para ela. —Você sabe que você não quer dizer isso, — ela disse, dando-lhe um tapinha condescendente na bochecha. —Oh, mas eu realmente odeio, — insistiu, olhando para ela e dando aquele sorriso que ele tinha certeza que ela entenderia o significado. Seus olhos se estreitaram avaliando a situação em que ela o colocou, obviamente, tentando decidir se valia a pena


empurrá-lo sobre este assunto. Depois de um minuto e um gemido, ela se aproximou, segurou seu rosto e violentamente puxou-o para baixo e beijou-o, logo ali na frente de sua mãe e para o mundo ver. Cristo, ele amava essa mulher. Ele não queria soltá-la nunca, e se pudesse nunca o faria. Inclinando a cabeça, ele aprofundou o beijo e a puxou para mais perto em seus braços. Durante seis anos ele esperou pacientemente pelo dia em que poderia segurá-la em público e agora que ele a tinha em seus braços ele faria qualquer coisa para levá-la de volta para o quarto, onde ele poderia tê-la ainda mais perto, beijá-la com mais força, livrála de

suas

roupas

e, claro, ficar longe da mulher

enlouquecida que estava batendo nele com uma bolsa! —Ai! Por que diabos você está me batendo, mãe? — Ele perguntou com uma careta de dor quando se afastou de Marybeth e se abaixou para escapar do próximo golpe. — Marybeth é a sua melhor amiga e merece mais do que ser arrastada para isso! — Ela sussurrou enquanto o fuzilava com o olhar. — Se você não está confortável admitindo quem você é, tudo bem, mas não coloque a doce Marybeth no meio de suas mentiras! Atordoado demais para falar, ele olhou para Marybeth só para encontrá-la reprimindo um bocejo enquanto olhava por cima do ombro para a loja de conveniências do hotel. — Eu estou indo pegar algo para beber, — ela murmurou, soando entediada enquanto ele estava ali de alguma forma


resistindo à vontade de colocá-la no colo e lhe ensinar uma lição. — Oh, uma bebida parece uma ideia maravilhosa, — disse sua mãe, sorrindo em conspiração antes de ir murmurou um adeus a Patrick, lançou um olhar de pena a Darrin e saiu, deixando-o com o homem ainda olhando para ele. — Eu não sou gay, — disse ele, por algum motivo, sentindo necessidade de esclarecer. — Não, é claro que você não é, — Patrick murmurou com ironia. — Eu não sou. Patrick piscou para ele. — Claro que não é. Estreitando os olhos para o idiota apaziguador, ele retrucou: — Eu não sou! Patrick pigarreou desconfortavelmente antes de explicar com um simples encolher de ombros: — Olha, você não precisa se preocupar com isso. Eu não queria ferir os sentimentos de sua mãe, mas você não é realmente o meu tipo. Ele bufou. — Como se você tivesse alguma chance comigo. —Desculpe, eu apenas não estou... — Ele começou a dizer, apenas para deixar suas palavras no ar enquanto gesticulava preguiçosamente em direção a Darrin e deu-lhe


mais um daqueles malditos encolher de ombros que estavam realmente começando a irritá-lo. Antes que ele pudesse dizer mais alguma besteira e ambos sabiam que ele estava cheio de merda, Darrin levantou a mão e sacudiu a cabeça com um longo e triste suspiro. — Não vamos jogar este jogo desde que nós dois sabemos que eu não jogo no seu time. — Cai fora veado, — disse Patrick, com um encolher de ombros quando ele puxou seu telefone, dispensando-o claramente,

mas

ele

se

recusou

a

ser

descartado,

especialmente por este merdinha que estava se achando. — Eu não sou veado— ele rosnou, olhando para o babaca que agora estava o ignorando. —

Uh

huh,

tanto

faz,

Patrick

murmurou,

distraidamente atirando-lhe um sorriso indiferente antes de voltar sua atenção para o celular em suas mãos. — Eu não sou — Ok, você não é. — Eu sou um pegador do caralho! — Com certeza você é. — Tudo que você queria era conseguir pegar um cara como eu, — Darrin retrucou. —

Cada segundo

do dia, — Patrick murmurou

secamente, claramente zombando dele, mas Darrin decidiu fingir que não ouviu o seu tom sarcástico.


— Isso! — Ele disse com firmeza, deslocando sua atenção para longe do pobre coitado que simplesmente não conseguia aceitar que Darrin estava fora dos limites e olhou ao redor do lobby até que encontrou Marybeth com outro filho da puta traidor que ele ainda tinha que lidar.


CAPÍTULO 32 — Por que mesmo você está sentada no meu colo? — Aidan perguntou enquanto colocava os braços em volta dela para facilitar que ele pegasse seus chips de batata. — Porque eu precisava conversar com você, — ela explicou, entregando-lhe o saco de batatas para que ela pudesse tomar um gole de cerveja. — E você não poderia fazer isso sentada na sua cadeira? — Ele perguntou roubando outros chips. — Não, — ela disse e pegou outro pacote de chips na bolsa. — Por quê? — Ele perguntou, esperando ela tirar a mão para que ele pudesse pegar mais. — Porque sua mãe está bancando a casamenteira e ela pensa que está tendo sucesso, aparentemente é a única maneira eficaz para que ela nos dê um pouco de privacidade — anunciou ela com um encolher de ombros enquanto continuava a comer. Aidan ficou completamente imóvel quando ele olhou freneticamente para sua mãe, de volta para ela e depois para Darrin que parecia estar tentando convencer Patrick de algo até que ele finalmente olhou para Marybeth sentada em seu colo. — Oh Deus, Darrin vai me matar.


— Provavelmente, — ela murmurou em concordância e olhou para a loja de conveniências decidindo se pegava outro saco de batatas, mas rapidamente desistiu e decidiu pegar algo para comer quando eles deixassem o hotel. — Por que exatamente ela está se esforçando tanto em nos juntar? — Ele perguntou, alcançando as batatas com a mão trêmula enquanto lançava cautelosamente outro olhar a seu irmão caçula, que ela tinha que admitir, ao que parece, tinha prazer em ferrar com a vida de Aidan. Ela nunca se esqueceria de quando Darrin convenceu todos os seus irmãos a fingirem que Aidan era invisível por um ano inteiro. — Porque ela pensa que Darrin e Reese são gays, — ela disse com um encolher de ombros, enquanto tomava um gole de refrigerante. Claramente assustado, a mão de Aidan congelou a meio caminho para o saco. — E por que exatamente ela pensa isso? —Jason e Trevor— ela simplesmente disse, porque se tratando dos Bradfords, realmente era tudo o que se precisava dizer. — Ahhh, entendi — disse Aidan com um sorriso presunçoso e, se Darrin viu isso, provavelmente iria chutar o seu traseiro. — Olha, nós não temos muito tempo, — ela disse, lançando outro olhar sobre a seu marido para encontrá-lo olhando para o homem claramente empenhado em ignorá-lo. — Eu preciso falar com você sobre algo.


— O que está te preocupando? — Perguntou ele, franzindo o cenho para o saco vazio com uma careta que teria normalmente lhe rendido um rolar de olhos e provavelmente outro saco de batatas fritas para fazê-lo parar de fazer beicinho, mas não hoje. Hoje, ela precisava de respostas. —Eu quero falar com você sobre Fertilização In Vitro, novamente — ela disse, forçando as palavras a saírem de sua boca e tentando acreditar que aquilo era uma opção, porque de outra maneira... Deus, ela nem queria pensar no que significaria se ela não pudesse fazer isso para Darrin. Ela simplesmente não podia. Ela precisava conseguir, precisava lhe dar o bebê que ele sonhou para que assim pudesse dizer a si mesma que o merecia. Ela não podia suportar a ideia de sentenciá-lo a uma existência sem filhos e netos, porque ela sabia que não importa o que ele disse ou fizesse, ela nunca seria boa o suficiente para ele. —Marybeth, — Aidan disse suavemente, deixando cair o saco vazio para que ele pudesse segurar-lhe a mão e deu-lhe esse mesmo aperto reconfortante de que ele deu a ela a última vez que eles tiveram essa conversa, — Eu sinto muito. Fingindo que ela ainda tinha alguma esperança, ela ignorou a expressão preocupada no rosto de Aidan, na esperança de que havia algo que ela poderia dizer para consertar isso.


—Há estudos lá fora, novas drogas experimentais que podem ajudar. Eles estão fazendo descobertas todos os dias, Aidan. Eles podem ter encontrado algo que pode corrigir isso e me permite ter filhos. Seu pai já colheu meus óvulos anos atrás, então eu tenho uma opção viável. Talvez haja uma droga ou um novo procedimento que me permita ter... —Você terá que fazer uma histerectomia, Marybeth, — ele disse suavemente, cortando-a, dizendo as palavras que ela mais temia desde que ela completou quinze anos e percebeu que havia algo muito errado com seu corpo. —Não, — ela disse fracamente, sacudindo a cabeça, desejando que ele mentisse para ela. — Eu sinto muito, Marybeth. Eu queria esperar até voltarmos para lhe dizer, — explicou ele, desconfortável. — Os resultados dos seus exames chegaram. Seu útero precisa ser retirado em breve. Está dilatado e coberto com cistos. Precisamos fazer biopsia dos cistos e ver... Mas ela não conseguia mais se concentrar no que ele estava dizendo, não quando ele acabou de destruir sua única esperança de um futuro real com Darrin. — Desculpe-me, mas eu preciso ir me deitar, — disse ela distraída quando se levantou, cruzou os braços sobre o peito e de alguma forma conseguiu caminhar até o elevador, assim que as portas se abriram. Ela entrou pouco consciente dos olhares curiosos dos outros hóspedes ou o fato de que Darrin e Aidan a seguiram, perguntando se ela estava bem. Ela não tinha certeza de como ela conseguiu chegar ao seu quarto,


mas ela sabia o momento que Darrin a tomou em seus braços. Foi o momento em que seu mundo inteiro desabou.

—Sai de cima de mim, caralho! —Diga-me o que você disse a ela! — Ele gritou, empurrando Aidan na parede de concreto da escada. —Eu não posso te dizer! — Aidan gritou de volta, tentando empurrá-lo, mas ele não iria a qualquer lugar, não até que ele tivesse algumas respostas. —Besteira! —Você sabe que por lei eu não posso te dizer nada! — Aidan estalou, tentando empurrá-lo novamente. —E você sabe que eu não dou a mínima para isso! Digame porque minha esposa não pode parar de chorar! — Disse ele, batendo seu irmão contra a parede, e sentindo mais medo do que já sentiu em vida. Ela estava chorando… Marybeth estava chorando e, pela primeira vez em sua vida, ele não tinha absolutamente nenhuma ideia de como consertar isso. —Eu não posso! —Conte-me! —Eu...


— Ela precisa de uma histerectomia, — seu pai disse enquanto entrava pela porta e se juntou a eles no patamar enquanto Darrin tentou se concentrar no que ele acabou de dizer. — O-o quê? — Ele perguntou com a voz rouca, seu aperto em Aidan afrouxando, quando suas pernas cederam. Antes que ele pudesse bater no chão, seu pai e irmão o ampararam. Eles o arrastaram até as escadas e o ajudaram a se sentar. — Está tudo bem, — seu pai prometeu, sentou-se ao lado dele e ele colocou o braço em volta dos ombros. — Tudo vai ficar bem, Darrin. Eu prometo. Ela vai sobreviver a isso. — Pai, não devemos falar com ele sobre isso, — disse Aidan, parecendo miserável. — Nós não estamos, por isso, vá levar sua mãe para almoçar fora para que Darrin e eu possamos conversar, — disse seu pai, soando claro como cristal. — É claro, — disse Aidan com hesitação, o que lhe disse tudo o que ele precisava saber. Seu irmão queria ser o único a lhe dizer. — Está tudo bem, — disse Darrin, esfregando as mãos no rosto. Aidan hesitou por mais alguns segundos antes de relutantemente se virar e sair, certificando-se de fechar a pesada porta de aço atrás dele. — Você está bem?


Ele riu fracamente e balançou a cabeça. — Nem mesmo perto. — Ela vai ficar bem, Darrin. Eu prometo. Ele virou a cabeça e olhou naqueles olhos muito parecidos com os seus. — Você não sabe disso. — Eu sei que eu preferiria morrer a ver algum dos meus filhos ferido, Darrin, e desde que perder Marybeth iria matálo, eu pretendo fazer tudo que estiver ao meu alcance para me certificar de que ela viva até os cem anos. Balançando a cabeça, ele desviou o olhar, precisando de um momento para clarear a cabeça. — Você deve falar com Danny. — Não mude de assunto — disse seu pai, dando um aperto em seu ombro antes que ele puxou o braço. — Ele sente sua falta, — disse ele, precisando de mais um momento para se preparar para o que quer que seu pai tenha a lhe dizer. — Eu sinto falta dele também, — seu pai admitiu suavemente. — Eu simplesmente não tenho ideia de como consertar isso, além de deixá-lo me dar uma surra pelo que eu fiz para ele. — Você já tentou falar com ele? — Ele sugeriu, esperando que seu pai desse o primeiro passo para que eles pudessem deixar essa merda para trás. Ele odiava o distanciamento entre seu pai e irmão e daria qualquer coisa para mudar isso.


— Eu não consigo parar de ferrar as coisas onde seu irmão está em causa. Darrin olhou para seu pai e encontrou-o olhando para as mãos. — Você ainda se culpa pelo que aconteceu com ele, não é? — Todos os dias da minha vida. — Ele não culpa você, pai. Ele sabe que ferrou tudo, mas eu honestamente acho que juntar-se à Marinha foi provavelmente a melhor coisa para ele, — disse ele, querendo saber quando seu pai iria parar de se martirizar sobre o que aconteceu com Danny. —Isso não muda o fato de que eu deveria ter lidado com as coisas de forma diferente, — disse seu pai, sacudindo a cabeça. Durante vários minutos, os dois sentaram ali, olhando para o mármore frio no chão até Darrin ter coragem de dizer as palavras e rezou para que a resposta não o destruísse. —Diga-me sobre a condição de Marybeth.


CAPÍTULO 33 — Não podemos assistir outra coisa? — Duncan perguntou segurando um sorvete que foi entregue pelo serviço de quarto juntamente com mais duas centenas de dólares em alimentos, graças ao cartão de crédito de Lúcifer. — Não, — disse Aidan sentado do outro lado, ocupado devorando um sanduíche recheado de carne e queijo, enquanto ela balançou a cabeça e deu outra mordida no delicioso macarrão com almôndegas do jantar que os caras encomendaram para ela. — Está passando jogo, — Duncan apontou, dando uma última mordida em seu sorvete antes de voltar sua atenção para o seu jantar que estava sobre a mesa de cabeceira. — Estamos assistindo a um filme! — Aidan estalou, lançando ao irmão um olhar assassino por ele se atrever a querer mudar de canal. — É chato, — Duncan resmungou com um beicinho e empurrou uma grande garfada de purê de batatas na boca. —Então saia! — Aidan disse um pouco preocupado por ela estar tão deprimida ao ponto de não o provocar sobre sua obsessão doentia com filmes de romance. Duncan não disse qualquer outra coisa enquanto permaneceram lá assistindo a algum filme realmente horrível, mas ele continuou a fazer beicinho quando terminou seu


jantar. Quanto a Marybeth, ela ficou ali sentada comendo seu spaghetti, olhando para a televisão, mas sinceramente, não tinha nenhuma ideia do que estava assistindo. A cada minuto ela era forçada a bater em uma grande mão bronzeada para longe da sua comida, mas na maior parte do tempo, eles apenas

se

sentaram

em

silêncio

assistindo

o

que

provavelmente era o filme mais chato de todos os tempos. Quando ela terminou, Duncan pegou seu prato e colocou-o de lado antes de passar o braço em volta dela e puxá-la para perto. Assim que sua cabeça tocou seu ombro ela fechou os olhos e tentou descobrir o que ela ia fazer agora. Ela deveria deixar Darrin e dar-lhe uma oportunidade de ter uma família, mas infelizmente ela finalmente chegou à conclusão

de

que

ela

nunca

poderia

deixá-lo

ir

e

provavelmente nunca seria capaz de seguir para longe dele, o que significava que ela não poderia ir em frente com a cirurgia, pelo menos não ainda. Darrin tinha razão, ela pensou com um suspiro quando se enrolou nos braços de Duncan. Em algum nível, ela sempre soube que eles iriam acabar juntos, mas ela não foi capaz de aceitar isso, porque isso significaria aceitar a verdade sobre si mesma. Ela era imperfeita. Talvez

danificada

fosse

uma

palavra

melhor. A

enfermeira que explicou exatamente o que significava ter endometriose depois que o médico e sua mãe deixaram o quarto para conversarem no corredor, deu a entender


exatamente isso, “danificada” certamente parecia ser a palavra exata a caber em sua situação. Após doze anos temendo consultas médicas e telefonemas, a má notícia finalmente chegou, ela percebeu entorpecida, se perguntando por que ela não estava apavorada. Na verdade, agora que ela pensava sobre isso, ela ficou surpresa com o quão rapidamente ela conseguiu parar de chorar depois que Aidan e Duncan apareceram e começaram a empurrar um monte de comida para cima dela. Em um minuto ela sentiu como se seu mundo estava prestes a acabar e no seguinte... nada, apenas pensamentos pacíficos enquanto decidia se tirava uma soneca enquanto Aidan assistia sua maratona de filmes ruins. — Eu coloquei um sedativo em sua comida, — Aidan explicou com um encolher de ombros. Fará efeito em poucos minutos. — Oh, — ela murmurou, sabendo que ela devia estar perturbada, mas ela simplesmente não conseguia se importar o suficiente para agarrar alguma coisa dura o suficiente e lançar na cabeça de Aidan. — Graças a Deus, — Duncan disse, suspirando pesadamente enquanto ele a puxou para ainda mais perto. — Uma vez que ela esteja apagada, podemos ver o jogo. — Não, devemos deixar isso de modo que possa acalmála durante o sono, — Aidan explicou, ganhando um revirar de olhos dela que terminou de fechar os olhos e permaneceu desse jeito.


— Você percebe que não está enganando ninguém com essa desculpa idiota, não é? — Duncan perguntou enquanto se acomodava contra a cabeceira. — Eu não sei do que você está falando, — disse Aidan um pouco na defensiva em sua opinião quando ele mudou de posição na cama ao lado dela. — Uh huh. — Eu apenas quero assisti-los em companhia a Marybeth, — Aidan argumentou assim que ela começou a cochilar. — Claro. — É verdade. — Então por que eu encontrei o canal Lifetime salvo em seus favoritos quando eu estava em sua casa no mês passado? — Eu não tenho ideia do que você está falando, — Aidan disse lentamente e se suas pálpebras não pesassem uma tonelada ela teria revirado os olhos, mais uma vez. — Não, claro que não, — Duncan disse secamente, fazendo seus lábios se contrair, apesar do fato de que ela mal conseguia se mover. Houve uma ligeira hesitação antes que Aidan dissesse: — Não é verdade, — seguido pelo som de um pigarro. — Eu só pretendo vê-lo quando estiver com Marybeth. — Uh huh. — Estou sendo sincero.


— Não, eu acredito em você, e é por isso que eu vou mudar o canal agora. —Mas, ela não está dormindo ainda! — Aidan apontou um pouco desesperadamente, pelo menos na opinião dela nublada de drogas. — Eu acho que ela vai me perdoar. — Ma...- mas o filme não terminou ainda! — Eu acho que nós vamos sobreviver, — Duncan falou pausadamente antes de a sala se encher de sons de aplausos. — Você é um babaca! — O que você vai fazer sobre isso? — Duncan perguntou no mesmo tom que os meninos Bradford costumavam usar quando eles tiravam o dia para atormentar a vida de Aidan. — Eu vou te mostrar! — Aidan diz bem na hora em que, de repente ela viu-se de bruços na cama e ao que parece no meio do início de uma briga.

Darrin olhou para os dos dois homens que estavam ao lado da cama, parados culposamente, olhou para a bela mulher enrolada em cima da cama, dormindo em paz e depois de volta para os seus dois irmãos, que não conseguiam encará-lo. — Ela está bem, — Aidan deixou escapar, confirmando suas suspeitas de que algo seriamente ferrado ocorreu.


Ele não disse nada enquanto ele ficou lá olhando para os dois homens que disparam olhares esperançosos para a porta, porque não havia necessidade de dizer nada. Eles iriam dizer-lhe tudo o que ele queria saber em poucos minutos. — Não houve problemas, — disse Duncan, engolindo nervosamente. — Nenhum, — Aidan repetiu, visivelmente tentando não olhar para a cama. Darrin simplesmente olhou para eles. — Sim, humm, — Duncan disse, limpando a garganta, — ela está dormindo como um bebê por um tempo. — Ela estava cansada, — Aidan sentiu a necessidade de adicionar, mas Darrin ainda não disse nada. — Sim, — Duncan disse, balançando a cabeça em concordância, — Cansada. Quando ele ainda não disse nada, Duncan estendeu a mão e esfregou a parte de trás do seu pescoço, um gesto nervoso que para Darrin era muito familiar. Ele sabia exatamente como empurrar os botões dos seus irmãos, Darrin cruzou os braços sobre o peito e concentrou toda a sua atenção sobre Duncan. O elo fraco no quarto. — Então, humm, — Duncan disse, limpando a garganta desconfortavelmente, — Estamos humm, só vou agora... Ele simplesmente levantou uma sobrancelha.


— Duncan, — Aidan sussurrou asperamente, enviando ao irmão um olhar de advertência, mas já era tarde demais e ambos sabiam disso. Duncan abriu a boca para falar, mas não saiu nenhum som, enquanto olhava para ele, olhando impotente sob seu olhar. Era apenas uma questão de tempo antes de... — Foi Aidan! Eu não tive nada a ver com isso! — Seu idiota filho da puta, — disse Aidan, suspirando pesadamente enquanto ele fechou os olhos e balançou a cabeça em descrença, mas quando Duncan começava não havia nada e ninguém que seria capaz de impedi-lo de derramar tudo o que ele sabia. — Ele deu a ela um sedativo e então ele começou a me bater! Eu precisei lhe dar uma chave de braço! Eu precisei! Não foi minha culpa que Marybeth rolou para fora da cama! Foi culpa daquele desgraçado! — Ele apontou freneticamente enquanto gesticulava violentamente em direção a Aidan, que simplesmente ficou ali, balançando a cabeça em desgosto. Balançando a cabeça, ele digeria essa informação antes de ele perguntar: — Vocês drogaram a minha esposa? — Ela precisava disso, — Aidan disse firmemente, encontrando o olhar de Darrin. — Eu vejo, — ele murmurou pensativo enquanto voltou sua atenção para a Marybeth.


— Quanto tempo vai durar o efeito? — Deve durar durante a noite toda — explicou Aidan. — Você tem certeza disso? — Com certeza. — Bom, — disse ele em aprovação e puxou o telefone do bolso de trás, decidindo que este era provavelmente o melhor momento para começar a fazer algumas chamadas.


CAPÍTULO 34 — Hummm, o que exatamente você está fazendo? — Ela decidiu perguntar quando o sentiu colocar outra coisa em suas costas. — Sshhh, não enquanto eu estou estudando, — ele sussurrou, colocando o que parecia ser outro pedaço de papel sobre a pilha crescente de papéis em suas costas. — Humm, estudando sobre o que exatamente? — Ela perguntou, virando a cabeça para que ela pudesse ver o que ele estava fazendo. — Como cuidar de você, — disse ele, lhe lançando um sorriso rápido antes de voltar sua atenção para a grande pilha de papéis em seu colo. — Desde quando exatamente que eu venho com manual de instruções? — Ela não podia deixar de perguntar quando ela desajeitadamente se virou e pegou a pilha desordenada de artigos cobrindo a parte inferior de suas costas para que ela pudesse ver o que tanto entretinha seu marido até o amanhecer. Segurando a pilha de papéis, ela sentou-se e recostou-se contra a cabeceira. Bocejando, ela esfregou os olhos com a mão livre, tentada a enrolar-se e voltar a dormir, mas ela estava com sede e precisava usar o banheiro...


— Que diabo é isso? — Perguntou ela, enquanto tentava entender o que estava vendo. — Informações sobre endometriose, tratamentos, dietas, histerectomias e sobre o cuidado que devemos ter depois. A cirurgia não vai curar a sua endometriose, mas vai impedi-la de ficar pior. Há uma série de decisões que temos de tomar, antes de voltar, mas acho que devemos procurar remédios naturais primeiro antes de experimentar drogas de reposição hormonal, — explicou enquanto entregou a ela o papel que estava lendo e pegou outro da grande pilha. Franzindo a testa, ela olhou para o pedaço de papel que ele deu a ela e sentiu que ia vomitar. — Ainda há tempo para pensar sobre tudo isso mais tarde, — disse ela vagamente quando colocou a pilha de papéis na cama, no pequeno espaço entre eles e levantou-se, tinha necessidade de colocar algum espaço entre eles para ter esta conversa. — O meu pai e Aidan conseguiram chamar algumas dezenas de favores para nós. A cirurgia está agendada para duas semanas depois de voltarmos — ele explicou enquanto continuava a ler toda aquela papelada sobre a cama. — Eu não pedi para fazerem isso, — ela murmurou, inclinando-se sobre a mala e pegando algumas roupas. — Você não precisa pedir. Ignorando a forma que suas mãos tremiam, ela pegou uma muda de roupa e engoliu em seco. — Eu não vou fazer a cirurgia. Pelo menos ainda não.


— Esta foi a melhor data que podíamos conseguir, Marybeth. Se deixarmos passar, não conseguiremos marcar outra data tão cedo — explicou distraidamente quando ela se ajoelhou ali, ouvindo-o embaralhar mais papéis. — Mesmo assim, eu ainda não farei a cirurgia, Darrin — disse ela com mais firmeza quando se levantou e virou para encará-lo. — Que diabos você está falando? — Ele perguntou, olhando por cima do papel em suas mãos e franzindo a testa para ela. — Eu não posso fazer a cirurgia ainda. — Que diabos você está falando? Você precisa desta cirurgia! Lambendo os lábios nervosamente, ela apertou as roupas que estavam em seus braços contra o peito. — Eu não estou dizendo que eu nunca vou fazer a cirurgia, — disse vagamente. — Só não vou fazê-la agora. —Você precisa desta cirurgia, Marybeth, — ele disse calmamente enquanto jogou os papéis de lado e levantou-se, provavelmente, para tentar colocar algum sentido nela. — Como eu disse, eu vou fazê-la, apenas não agora. Estreitando os olhos perigosamente sobre ela, ele exigiu, — O que exatamente você está tentando dizer? — Primeiro, eu quero ter um bebê.


Dois dias depois… —Você ainda não está falando comigo? —Vá para o inferno — sua amada esposa rosnou quando ele se sentou ao lado dela no ônibus que levaria todos à Disneyworld. Pelo menos ela parou de jogar coisas em sua cabeça, ele pensou com um suspiro, constatando que teve algum progresso desde a sua resposta bastante infeliz ao anúncio de Marybeth no outro dia. Perguntar se ela ficou louca provavelmente não foi a melhor maneira de lidar com a declaração ridícula de sua mulher de que ela queria ter um bebê em vez de fazer a cirurgia que ela precisava. Agora que ele teve algum tempo para se acalmar, ler sobre os perigos e complicações para uma mulher com um caso grave de endometriose tentar uma gravidez e falou com seu pai, irmão e alguns especialistas que chamou ontem, ele se sentiu mais confiante quando ele disse: — Você está completamente louca, se acha que eu vou permitir que você faça isso. —

Da última vez que

verifiquei, eu não tinha

necessidade de pedir sua permissão para fazer qualquer coisa, — disse ela acidamente enquanto agarrava sua mochila para passar por ele, parando apenas tempo


suficiente para chutá-lo discretamente na canela antes de virar e descer o corredor estreito, empurrou Aidan ao passar por ele e sentou-se ao lado de Reese. Perguntando-se quando ela se tornou tão insensível que ela tinha de bom grado arrastado seu irmão gêmeo para o meio disso, levantou-se, empurrou Aidan para fora do caminho, ignorou Arik que estava tentando chamar sua atenção, e foi atrás dela. Ele estava a poucos passos de alcançá-la quando Reese tirou sua atenção de Marybeth, que estava olhando fixamente para fora da janela. Quando os olhos de Reese se fixaram nele, ele praguejou tentando pegar sua mochila e se virou para sair do caminho, mas, infelizmente, não se moveu rápido o suficiente. — Desculpe, — Darrin murmurou com um encolher de ombros quando agarrou Reese pela parte de trás do seu pescoço e o empurrou para fora do assento. — Seu filho da puta! — Seu gêmeo engasgou quando Darrin o fez sair. Ignorando o grunhido de dor do irmão, ele sentou-se, agarrou Marybeth quando ela tentou se afastar de novo e puxou-a para seu colo onde ele tinha a intenção de mantê-la até ela começar a ver a razão. — Me solte. — Não, até terminarmos essa conversa, — disse ele, recostando-se no assento, enquanto ele mantinha os braços fechados firmemente em torno dela.


— Já terminamos — disse ela, tentando se livrar do aperto dele, mas ele simplesmente ignorou. — Definitivamente, não. —Eu não vou fazer a cirurgia agora, Darrin, — ela resmungou enquanto se contorcia em seus braços e tentava sair de seu colo. —Você fará. —Eu não vou. —Vamos ver, — ele disse confiante, enquanto observava o resto de sua família dentro do ônibus. Quando Kenzie pisou no ônibus, ela revirou os olhos e murmurou algo quando viu Marybeth em seu colo. Depois de fazer uma nota mental para ter uma conversa com sua irmã para que ela pudesse parar de besteira, ele se concentrou novamente em sua mulher para encontrá-la tentando ignorá-lo. Era como se ela não o conhecesse, ele pensou com um aceno triste quando ele a puxou para mais perto, para que pudesse sussurrar em seu ouvido. — Você não está fazendo isso, Marybeth. — Isso não é com você, Darrin — ela sussurrou de volta. — Você realmente acha isso? Porque a última vez que verifiquei, leva dois para fazer um bebê. — Deixe-me em paz — ela sussurrou, parecendo exausta e fazendo-o perceber que ela sentiu tanto a falta dele durante esses dois dias quanto ele sentiu a dela. — Você sabe que eu não posso fazer isso.


Ela se mexeu em seu colo para que ela pudesse olhar para fora da janela e longe dos olhares curiosos do resto dos ocupantes do ônibus. Atirando um olhar que lhes disse para cuidar da própria vida, ele voltou sua atenção de volta para sua esposa e disse a coisa que foi até agora o fato mais difícil da sua vida para aceitar. — As crianças apenas não estão nos nossos planos, Marybeth.


CAPÍTULO 35 —Você precisa parar de mexer com a cabeça do meu irmão, — Kenzie falou enquanto ela se sentava no banco ao lado dela, enquanto os outros tentavam resolver o que fazer para não agravar a lesão antiga nas costas de Danny, que ele recebeu como cortesia do tio Sam, a bala se alojou muito próximo da sua espinha. —E você precisa tomar conta da sua própria vida, — ela disse instantaneamente, desmerecendo a mulher que fez a missão de sua vida, deixá-la afastada da vida de Darrin desde o momento que ela a conheceu. A mais nova dos Bradfords fez seus sentimentos muitos claros para Marybeth quando os anunciou em uma caixa de som. —Ele é meu negócio, — casualmente a irmã super protetora falou enquanto elas olhavam Danny colocar uma muito ruborizada Jodi em seu colo e beijar a sua bochecha. — Você não deveria estar preocupada com Danny como os seus outros irmãos? — Ela perguntou quase não conseguindo rolar seus olhos enquanto os outros Bradfords olhavam para a pequena mulher que estava fazendo seu irmão mais velho sorrir. — Ele não precisa da minha ajuda. — Darrin também não, — ela atirou de volta.


—Aparentemente ele precisa, —Kenzie murmurou com um pequeno balançar de cabeça. A atenção de Marybeth se desviou para esquerda onde Darrin estava discutindo com seus irmãos enquanto olhava para ela. — Você precisa deixar meu irmão ir. — Mas eu já fiz isso. — Ela admitiu mudando a sua atenção para o refrigerante que estava em suas mãos. — Não está parecendo que você tentou o bastante, — Kenzie disse tirando a garrafa fazia de suas mãos e jogando na lata do lixo que estava ao seu lado. — Eu realmente tentei, — ela disse encostada no banco e olhou para o seu marido rindo de alguma coisa que Garret disse. — Aparentemente não duro o suficiente, —Kenzie apontou com um sorriso sarcástico. —Aparentemente não, — ela concordou com um aceno de cabeça quando ela levantou sua mão esquerda acenando com seu anel de casamento no dedo, mostrando a aliança céltica que Darrin colocou no seu dedo apenas algumas horas atrás, depois que ele procurou em muitas lojas e comprou uma igual para ele. Kenzie parou alguns segundos antes dos seus olhos estreitaram em suspeita. — Isto e alguma piada? — Não.


— Você realmente está casada com o meu irmão? — Eu prefiro pensar que eu cedi há algum tipo de chantagem, mas sim, sim eu casei. —Quanto tempo atrás? — Um pouquinho mais de três semanas agora. —Entendo, —Kenzie murmura pensando, enquanto ela olha para seus irmãos. —Tenho certeza que você faz agora. —Bem, — Kenzie diz acenando pesadamente enquanto se levanta. — Isto resolve a questão, eu imagino. —Eu acho que sim. —Marybeth concorda, imaginando se isso vai mudar as coisas entre elas, agora que ela está casada com Darrin. —Machuque o meu irmão e eu vou quebrar todos os ossos do seu corpo. — Kenzie disse isso com um sorriso amigável, piscou e saiu deixando Marybeth besta em seu assento. Talvez não

— Por que estamos parados nesta fila? —Ele perguntou enquanto se juntava a ela na fila do que deveria ser o brinquedo mais odiado na história dos parques de diversão. — Eu só precisava de uma pausa, — ela admitiu com um aceno enquanto ela chegava nele e pegava as bebidas geladas, que ele comprou para ela, ele estava tentando o seu


melhor para bloquear a música que estava tocando no sistema de som, que lhe causava arrepios mesmo depois de todos esses anos. —De.... — Ele falou, pegando de volta o refrigerante e tomando um gole antes de devolvê-lo. Acenando ela desviou o olhar, olhou para fora. —De tudo. —Isso realmente diminui as opções para mim, — ele disse secamente, ganhando um olhar de deboche dela, que fez com que ele sorrisse. — Eu só precisava de um tempo de todos os olhares, como se fossem de pena, da sua mãe me perguntando se eu não conheço nenhum homem que possa se interessar por você ou por Reese. —Ela disse com dificuldade enquanto a fila parava. Ele passou as mãos pelo rosto. —Eu vou matar aqueles enxeridos de merda. — Você deveria, — ela murmurou em acordo, quando a fila começou a se mover de novo. Por vários minutos nenhum dos dois falou nada enquanto eles andavam compartilhando o silêncio, então ele finalmente desistiu e teve que perguntar. — O que eu preciso fazer para consertar as coisas Marybeth? Ela não fingiu que não entendeu o que ele estava dizendo. —Eu não sei se vamos conseguir consertar, Darrin.


— E por que isso? — Ele perguntou colocando as mãos no bolso para não tentar sacudir algum senso dentro dela. — Você sabe o porquê, — ela falou parecendo triste e confirmando a sua opinião anterior que ela foi posta na terra para fazer com que ele perca a porra da sua cabeça. — Você está transformando esta coisa toda em algum daqueles filmes do Lifetime que você viciou o meu irmão, você sabe disso né? — Eu não estou, — ela falou engasgando de raiva enquanto eles andavam em volta indo em direção a um grande declive. —Ah, você realmente está, — ele disse, não realmente ligando se a este ponto ele a estava deixando puta, porque ela certamente estava fazendo um trabalho muito bom com ele. — Eu não estou. — Sério? —Ele perguntou, levantando a sobrancelha. — Então como você chamaria esta merda que você está me fazendo passar? — Tentando ter a certeza que você não desperdice a sua vida. —Ela resmungou com uma careta, enquanto ela movimentava os pés. Ele rolou seus olhos, e não se incomodou em aumentar o passo porque não tinha nenhum lugar para ela correr. — Sim, porque casar com a mulher que eu estou loucamente apaixonado, passar o resto da minha vida com ela é um desperdício de vida. —Ele disse secamente para ela,


notando que seus ombros ficaram tensos enquanto ela contornava outra esquina. — Estas falas de merda estão ficando velhas Marybeth, então por que não vamos para o assunto real, por que você está disposta a fazer uma coisa tão ferrada, que vai fazer você arriscar a sua vida, humm? — Eu não estou arriscando a minha vida, — ela mordeu fora jogando para ele um olhar mortal que dizia tudo. Mais uma vez ele estava certo, e ela odiava. —Verdade? Então como você chamaria adiar uma cirurgia que você precisa para poder parar de tomar vários medicamentos perigosos e que tem vários efeitos colaterais, só para que diminua a velocidade do crescimento em volta dos seus pulmões, só para tentar achar um médico que faça um procedimento que não tem uma chance de merda de dar certo? — Você não sabe disso, — ela falou, mas de uma maneira que ela não encontrasse seus olhos, quando virou para falar, porque ela sabia que ele estav a certo. Desde que ele já falou, ele decidiu continuar. — Eu não sei? Eu pensei que já tínhamos conversado sobre isso. Como você vai fazer isso exatamente sem a minha ajuda? — Olhe, — ela disse. — Eu entendo. Eu não posso ter filhos. Eu consegui aceitar isso antes e com um pouco de espaço, tempo e um monte de chocolate, eu vou conseguir


fazer de novo, — ela explicou quando eles pararam na fila para embarcar. — Quantos? —Um estudante perguntou com um sorriso. — Um, — Marybeth falou, logo quando Darrin disse: — Dois. Ignorando Marybeth, provavelmente porque o garoto sentiu que Darrin teria batido nele se ele tentasse separá-los, gesticulou para ambos a última fila para embarcar. — Você nunca será capaz de aceitar isso, — ele apontou enquanto esperava atrás dela na fila. — Eu fiz isto antes, — ela falou, realmente ficando puta. — Não, você não o fez, — ele disse, com toda a certeza que ele tinha. — E você sabe disso, como? — Porque eu te conheço. — Claramente este não é o caso, — ela falou secamente, enquanto eles esperavam o barco cheio de passageiros esvaziar, para que eles pudessem embarcar. — Verdade? Eu aposto que sim. — E eu posso apostar que você não sabe do que está falando, — ela disse impacientemente virando de costas para ele enquanto batia os pés no chão.


— Verdade? E quanto você está disposta a apostar, que eu sei a verdade atrás deste seu plano de merda e outro que você tenta me afastar. — Eu nunca tentei te afastar! — Então, do que você chama estes últimos seis anos? — Ele exigiu sussurrando, enquanto olhavam para o barco finalmente encher e eles se prenderem nos assentos. — Manter as minhas opções em aberto, para caso alguma coisa melhor aparecer? Sabendo que ela estava tentando irritá-lo, ele ignorou e decidiu continuar. — Você nunca aceitou isso, por alguma razão idiota, você acha que porque não pode ter filhos, isto faz com que você seja menos mulher de alguma fora. Ele esperava que ela fosse olhar para ele para discutir, mas o que ele não esperava é que ela fosse sair do barco enquanto começava a se movimentar, deixando-o lá sentado sem outra opção a não ser sofrer durante o “It’s a Small World. ”


CAPÍTULO 36 —Eu acho que é hora de você fazer um teste de drogas, Goose, — disse Jake, parecendo completamente sério, o que era compreensível, dadas as circunstâncias. —Uh huh, vou já tratar disso, — ela prometeu enquanto batia os dedos na parte superior da caixa de pedra que impedia os jacarés bebês de atacá-la. —Você disse ao Darrin o que você está fazendo? —Não tem nada a ver com isso, — disse ela, lançando seu olhar do jacaré bebê determinado a escalar a parede e fazer um lanche de sua mão, para o homem que ela evitou desde ontem quando ela o abandonou no passeio da Small World. —Ele é seu marido, — Jake apontou. —Eu quero acabar com isso, — disse ela, sentindo seu peito apertar quando ela se voltou para olhar Darrin sentado no banco do parque, observando-a com uma expressão que a destroçou. —Porra, não faça isso, Goose. —Eu não quero que ele esteja lá quando eles fizerem isso, Jake, — ela disse, forçando-se a olhar para longe de Darrin antes que ela fizesse algo estúpido. —Isso não é verdade e você sabe disso.


Suspirando, ela voltou passando a mão distraidamente na parte superior da parede de pedra enquanto ela afastava a necessidade de colocar um pouco de espaço entre ela e olhar conhecedor de Darrin. —Você vai me ajudar ou o que, Jake? Houve uma ligeira pausa antes de Jake responder: —Eu sou seu irmão e eu te amo, Goose, mas eu não vou ajudá-la a fazer isso. Seja o que for que você está fugindo, Goose, pare antes que seja tarde demais. Diga a Darrin que antecipou a data da cirurgia e deixe-o voltar para casa com você. —Eu não estou fugindo de nada, — ela mordeu fora, quando ela enxugou os olhos quando eles começaram a molhar. —Sim, você está, — a voz por demais familiar que sempre conseguiu fazê-la se sentir segura e amada disse quando seu telefone foi gentilmente tirado dela. —Vá embora, Darrin, — ela disse fracamente, lutando contra o desejo de se virar e envolver os braços ao redor dele. —Não até que você responda a minha pergunta, — ele disse quando chegou ao seu redor e lhe entregou o telefone. —Qual é? —Você me ama o suficiente para parar de empurrar-me para longe?


—Eu não estou, — ela começou a discutir a mesma besteira que ela alimentou por anos, mas aparentemente ele tinha o suficiente. —Pare de jogar este jogo comigo, Marybeth. Ela balançou a cabeça, recusando-se a dizer outra palavra. —Então Marybeth, está feito, não é mesmo engraçado. Eu te amo demais para ficar por mais tempo, enquanto você se faz de mártir. Você deixa o simples fato de que você não pode ter filhos ditar nossas vidas. Você não pode ter filhos. As crianças são uma benção, não uma garantia e, tanto quanto eu teria gostado de tê-los, eu sempre quis mais, mas você é tão cega pela sua própria auto piedade que se recusa a ver isso. Estou cansado de te implorar para ficar em minha vida, Marybeth.

Ele desperdiçou seis anos esperando por ela. Seis. Porra. Anos! Não importa o que ele disse ou o que ele fez, ela nunca ia deixar essa merda ir e ele estava cansado de tentar convencê-la a ficar com ele. Ele não deveria ter que pedir a uma mulher para estar com ele e o fato de que ele tinha que fazê-lo com a mulher que ele amava o fazia se sentir como merda pura. —Não se afaste de mim! — Marybeth gritou, correndo atrás dele quando ele saiu da fazenda de répteis e se dirigiu


para a linha de táxis que o levariam longe dela e de suas besteiras. Nós vamos terminar isto de uma vez por todas! —Já está decidido! — Ele retrucou, sem sequer olhar para trás quando ele disse isso, que ele pagou segundos depois quando um moleque se chocou contra ele, levando-o para o chão, com força. —Não, nós não estamos, — ela retrucou, tentando segurá-lo com uma chave de braço, mas infelizmente para ela, ela cresceu com apenas um irmão, um irmão que estava absolutamente aterrorizado com o que Darrin faria com ele se ele colocasse a porra de um dedo sobre ela para que ela não tivesse absolutamente nenhuma ideia do que ela estava fazendo. Ele facilmente escapou de seu agarre, rolou de costas, agarrou-a pelos quadris e se virou para colocá-la de lado quando ela fez o impensável. —Filho da puta! —Darrin gritou de surpresa e agonia quando ela se abaixou e torceu os pobres indefesos mamilos através de sua camisa. —Nós vamos terminar isto, aqui, agora, Darrin, porque tanto quanto você odeia a besteira que eu tenho deixado passar, eu odeio mais. Eu odeio o fato de que eu não posso te dar o que você precisa e o que você merece. Eu odeio o fato de que não importa quantas pílulas e injeções que eu tomo ou não importa quantas cirurgias que eu faça, eu ainda estou danificada. Eu odeio isso. Eu odeio que eu nunca vou segurar seu bebê, — ela falou amargamente com raiva.


—Baby, eu... — ele começou a dizer, mas ela não o deixou terminar. —Eu odeio que eu não posso ver uma criança sem sentir como meu coração está prestes a quebrar. Eu odeio isso. Eu odeio toda essa situação de merda, mas eu odeio ainda mais que eu não sou boa o suficiente para você e nunca serei! — Ela retrucou, largando seu domínio sobre seus mamilos para que ela pudesse ficar de pé quando ela olhou para baixo em ele. —Você estava certo. É isso que você queria ouvir? Que, enquanto eu não tinha que enfrentar a verdade uma pequena parte de mim poderia continuar fingindo que ainda havia esperança? Que uma vez eu me permiti algo real com você que a realidade iria desabar sobre mim e não haveria nenhum lugar para eu correr? Em questão de dias, eu nunca vou ser capaz de me iludir e pensar que estou inteira novamente. É isso que você queria ouvir? Parabéns, Darrin, — disse ela com força enquanto ela se afastou dele, — Deve ser maravilhoso saber que você estava certo. Com isso, ela saiu correndo, deixando-o perceber o quão mal ele ferrou tudo, empurrando-a para isso. Ele foi paciente com ela por seis longos anos, porque ele sabia que pressionála era um erro. Então, por que ele ferrou isso desse jeito? Porque uma vez que ele descobriu a verdadeira razão por que ela não queria estar com ele, ele estava com medo que ela o estaria deixando. Agora…


Agora ele não tinha absolutamente nenhuma ideia do que ele deveria fazer.

Mais tarde naquela noite… —Eu não posso acreditar que eu estou fazendo isso, — disse ele enquanto ele olhou para o telefone na mão. —Eu não posso acreditar que você não vai calar a boca e me deixar dormir um pouco, — Arik reclamou quando ele rolou para seu estômago e puxou um travesseiro sobre sua cabeça. —Como isso é favorável? — Ele perguntou, enquanto tentava chegar a uma razão para não fazer esta chamada, mas depois de passar as últimas dezoito horas afundando em seu cérebro, tentando descobrir como consertar isso, ele estava finalmente pronto para aceitar o fato de que ele estava a um passo de perder a cabeça. —Você me manteve acordado a noite toda com o seu lamento! Então, faça a chamada para que eu possa dormir um pouco! —Arik rosnou, cegamente jogando o travesseiro para ele quando ele desceu da cama e saiu em direção ao banheiro, onde ele bateu a porta atrás dele. Darrin rolou através de sua lista de contatos e fez o impensável. —O que você quer? —Trevor estalou logo que ele atendeu ao telefone.


—Eu preciso de alguns conselhos, — admitiu. Houve uma ligeira pausa antes de Trevor disse: —Vá em frente. —Eu realmente estraguei essa coisa toda com Marybeth. —Você é um Bradford. É o que fazemos, — Trevor explicou com uma risada. —Então me diga como corrigir isso, — disse ele, perto de mendicância. —Bem, isso depende .... —De quê? — Ele perguntou, mordendo de volta um gemido quando ele percebeu que ele ia ter que lidar com a típica besteira Bradford para corrigir isso. —Sobre o que você fez. Suspirando, ele estendeu a mão e apertou a ponte de seu nariz quando sentiu uma dor de cabeça chegando. —É uma longa história. —Eu tenho tempo.


CAPÍTULO 37 —Oh meu Deus, o que diabos você está fazendo? — Ela pode ter gritado, suspirou, gemeu e gritou de prazer quando ela sentiu a ponta da língua de Darrin traçar sua fenda. Desesperada para agarrar a algo quando uma intensa onda de prazer rasgou através dela, obrigando-a de volta ao arco e os dedos dos pés a enrolar, ela estendeu a mão e... —Seu filho da puta! — Gritou ela, seus olhos se abriram ao mesmo tempo, ela orou que ela estava imaginando tudo isso, mas uma inclinação de sua cabeça lhe disse que ela não estava. —Sinto

muito,

acordá-la?

Ele

perguntou

inocentemente quando inclinou a cabeça ligeiramente para o lado para que pudesse arrastar a ponta da língua através de sua fenda em um ângulo diferente, enquanto ela puxou as algemas que mantinham os braços presos à cabeceira acima da cabeça. Ela abriu a boca para responder-lhe, mas conseguiu apenas um gemido quando ele arrastou a língua sobre seu clitóris, efetivamente roubando-a da capacidade de gritar com o bastardo que a algemou na cama. —Achei que deveríamos ter uma conversa. Agora é um bom momento para você? —Ele calmamente perguntou quando levantou a cabeça entre suas pernas, mas antes que pudesse suspirar de alívio, seu polegar assumiu.


—Umm, — disse ela, forçada a fechar seus olhos e ela tentou pensar sobre por que ela estava brava com ele e ela definitivamente sabia que ela estava brava com ele. —Tudo bem se eu começar? — Perguntou ele, sem lhe dar a chance de responder antes dele murmurar: —Bom, bom, — e inclinando-se para trás e abaixo para dar-lhe outro pingo de lazer e mantê-la fora do equilíbrio. —Por que não começar com algumas perguntas? — Ele sugeriu, puxando para trás de modo que o polegar pode assumir novamente. —Oh, isso é ótimo, porque eu tenho uma muito boa! Por que exatamente eu estou algemada à cama? Ela não estava realmente surpresa quando ele ignorou a pergunta e perguntou. —O que você estava falando com Jake esta manhã? Tem a ver com isso todas as suas malas estarem prontas? —Você vai responder a minha pergunta? — Perguntou ela, recusando-se a dar-lhe qualquer coisa até que ela soubesse o que ele esperava ganhar por deixá-la assim. —Claro, — disse ele, baixando a cabeça para trás para voltar a lambê-la, o que a deixou ofegante. —Depois de falar com os meus primos e cuidadosa consideração, eu senti que poderia me beneficiar de algum tempo de qualidade sem interrupção. Suspirando, porque ela não tinha certeza de que ela realmente queria saber, ela perguntou: — Quais primos?


—Trevor e Jason, — disse ele, confirmando seus medos. —E o que exatamente eles sugeriram? —Para que a gente aceite mais cedo o fato de que eu estava indo ferrar constantemente isso, o melhor para nós seria acabar logo com isto, — disse ele com um encolher de ombros como se não fosse grande coisa, e para um Bradford provavelmente não era, mas ela não era uma Bradford. Pelo menos, não por sangue e o tempo que ela passou crescendo junto com eles de modo algum preparava para esse tipo de lógica Bradford. —E eles sugeriram fazer isso? — Ela realmente não poderia

deixar

de

perguntar,

porque

tão

seriamente

perturbado como o seu conselho poderia ser, o que estava dizendo um monte desde que eram Bradfords, ela realmente não poderia vê-los sugerindo que ele usasse o sexo para corrigir isso. Ele riu quando baixou a cabeça para outra lambida. —Eles sugeriram que eu ajoelhasse e pedisse perdão, — disse ele com um encolher de ombros descuidado, sentada ali, impotente vendo como ele se inclinou para baixo e arrastou sua língua entre sua fenda, atingindo todos os pontos certos e momentaneamente fazendo-a esquecer que eles deviam estar falando disso. —E você foi contra esse plano... por quê? — Ela perguntou, ofegante e mudando um pouco, desesperada por mais.


—Eles não conhecem você, assim como eu conheço, — ressaltou ele, recompensando-a com outra lambida que lhe fez suspirar de prazer. Isso é até que ele acrescentou, — Porque

se o fizessem, eles não iriam sugerir tentar

argumentar com você. —Seu filho da...Oh Deus, sim! — Ela terminou com um grito quando ele decidiu que este era o melhor momento para deslizar sua língua dentro dela. —Você estava dizendo? — Ele perguntou, segundos ou talvez minutos mais tarde, quando ele voltou sua atenção de volta para o clitóris, que foi mais do que feliz em recebê-lo de volta. Ela lambeu os lábios com avidez, enquanto ela lhe respondeu, mas ela se recusou a lhe contar tudo. —Eu decidi pegar um voo mais cedo para casa, — ela respondeu, decidindo que não importaria se ele sabia que ela estava saindo cedo. —Por quê? — Ele perguntou, sem perder uma batida. —Eu tenho algumas coisas que eu preciso fazer em casa, — disse ela, não tecnicamente mentindo desde que ela tinha algumas coisas para fazer antes da sua cirurgia na sexta-feira. Ela precisava falar com o tio Jared sobre encontrar alguém para chefiar sua equipe para o próximo par de meses, checar laboratórios pré-cirurgia, limpar o seu frigorífico, embalar tudo que ela ia precisar para as próximas semanas e preparar-se para todo o caldo de carne e gelatina que sua mãe estava empurrando para baixo da sua garganta.


—Como o quê? — Ele perguntou, inclinando-se para lamber, com especial atenção para seu clitóris. —Coisas? — Ela repetiu, perguntando por que saiu como uma pergunta e realmente desejando que ele parasse de provocá-la com a língua muito talentosa dentro dela. —Será que alguma dessas coisas tem a ver com a sua cirurgia sendo feita até o final da semana? — Ele perguntou casualmente, para deixá-la saber que não havia razão para mentir para ele. —Sim, — ela disse, fechando os olhos em derrota. —E você não ia me dizer? —Não, — ela disse com um simples movimento de cabeça. —Por que isso? — Ele perguntou quando ele lentamente deslizou

um

dedo

profundamente

dentro

dela,

aparentemente, ainda determinado a continuar com esta linha de interrogatório. —Porque eu não queria você lá, — ela admitiu em um gemido quando ele lentamente retirou seu dedo e deslizou de volta dentro dela. —Porque você pensou que eu fosse olhar para você de forma diferente, — ele adivinhou, enquanto ele continuava a deslizar o dedo dentro dela. —Não importa, — disse ela, mudando seu olhar. — Que diabos é isso? — Ela perguntou, tentando fazer sentido fora do que estava vendo.


—Hmmm? — Ele murmurou distraidamente quando ele relutantemente olhou para longe de seus seios nus, e que ela realmente queria saber como ele conseguiu deixá-la nua e algemada à cama sem acordá-la? Não, não, ela realmente não sabia. Ele seguiu seu olhar para a embalagem economia de baterias tamanho A, óleos de massagem sabor morango, lubrificante pessoal, garrafa de molho de chocolate e o vibrador rosa pequeno que igual ao que ela tinha em casa, esperando por ele na mesa de cabeceira. —Backup, — disse ele com um encolher de ombros quando ele voltou sua atenção de volta para ela. Ela engoliu nervosamente enquanto olhava impotente para

a

coleção

perturbadora.

—Backup

para o

que

exatamente? —Apenas no caso de o plano A não funcionar, — ele disse, inclinando-se para tomar um de seus grandes mamilos em sua boca. Ela

lambeu

gentilmente

os

chupou

lábios seu

avidamente

mamilo.

enquanto

Quando

os

ele

dentes

levemente roçaram o tecido sensível, ela mexeu seus quadris desesperadamente contra sua mão. —E o que exatamente é o Plano A? — Ela perguntou, gemendo, quando de repente ele abandonou seu mamilo e beijou até o outro, aguardando ansiosamente o seu toque. —Bem, — disse ele, fazendo uma pausa para que ele pudesse conferir a mesma atenção ao outro mamilo quando


ele acrescentou: — Achei, uma vez que provavelmente não havia nada que eu poderia dizer que iria fazer você ver a maneira que eu vejo você, eu decidi que o sexo seria provavelmente mais eficaz. —E como exatamente você me vê? — Ela não podia deixar de perguntar quando ele acrescentou um segundo dedo e deslizou para dentro dela. —Inteira.


CAPÍTULO 38 —Eu não sou quem... Oh, meu Deus, pare de fazer isso! —Então pare de discutir comigo, — disse ele, deslizando sua língua para dentro dela e quase chegando no local quando sentiu sua passagem apertar em torno de sua língua, desesperado para mantê-lo dentro dela. —Bastardo! — Ela engasgou quando ele relutantemente se afastou, mas não antes que passasse sua língua através de sua fenda uma última vez. —Você é uma mulher incrivelmente bela, Marybeth. Você sempre foi linda, — ele sussurrou reverentemente enquanto ele lentamente beijou até seu corpo. —Qualquer homem iria matar para tê-la como sua esposa, — ele sussurrou contra o seu seio enquanto ele estendeu a mão entre eles e apertou o mamilo. Ela gemeu baixinho enquanto passava a língua sobre seu peito grande e lambeu seu mamilo firme antes de tomá-lo em sua boca e suavemente chupando, quando ele tocou entre as pernas. Ele deslizou seu pênis contra sua fenda molhada, amando o jeito que ela enrolou as pernas em volta de sua cintura e tentou puxá-lo para mais perto. —Eu nunca poderia ser a mulher de alguém, — afirmou de forma tão simples em um suspiro que ele sabia, sem dúvida que ela realmente acreditava nessa besteira.


Ele soltou o mamilo firme de sua boca e continuou a beijar, saboreando o gosto doce de sua pele contra a sua língua, ele puxou para trás e lentamente a penetrou. Ele gemeu quando ela acolheu seu pênis, cobrindo-o com sua excitação quando ele alcançou e segurou um peito na mão, enquanto ele finalmente chegou ao seu destino. —Você foi concebida para ser minha esposa, — informou ele, assim quando se inclinou e beijou-lhe. —Você merece o melhor, Darrin, — argumentou, mesmo enquanto ela gemia. —Eu mereço o melhor e isso é você, — ele disse a ela com firmeza enquanto ele se afastava lentamente, provocando ambos e tornando mais difícil a cada segundo não ceder e fodê-la duro e rápido e colocá-los fora de sua miséria. Ela riu até mesmo quando ela tentou puxar contra suas restrições. —Tire estas algemas, Darrin. Tomando o lábio inferior entre o seu e gentilmente mordiscando-o, ele estendeu a mão e colocou-a sobre a algema, mantendo-a a direita, onde ele a queria. Ele passou o polegar sobre o pequeno botão de metal onde o buraco da fechadura deve ser pressionado. A algema instantaneamente abriu, liberando sua mão. Ele fez o mesmo com a outra, mantendo suas estocadas rasas. Com as mãos finalmente livres, ela apertou as mãos contra o peito e o empurrou. Ele rolou de costas, gemendo quando ela o seguiu. Em segundos, ele estava de volta dentro


dela.

Ela

empurrou

para

trás,

levando

seu

pênis

profundamente dentro dela enquanto ela se sentava. —Eu não quero acabar por ser o maior erro da sua vida, — ela admitiu com um gemido. —Você ainda está pensando em se divorciar? — Ele se forçou a perguntar quando tudo o que ele queria fazer era gozar e tomar seus seios grandes em suas mãos e saborear a sensação de sua boceta molhada agarrando seu pênis. Sorrindo calorosamente para ele, ela balançou a cabeça: — Não. —Eu não vou deixar você passar por isso sozinha, Marybeth, — ele jurou. — Eu estou mudando o meu bilhete e eu estou voltando para casa com você. Vou levar algum tempo fora do trabalho e cuidar de você. Depois disso, vamos levá-lo lento, descobrir as coisas, salvar o nosso dinheiro e começar a preencher cada pedido de adoção que chegar em nossas mãos, mas vou estar lá com você, Marybeth. Sem mais jogos, querida. Ela desviou o olhar quando ela parou de se mover. —Eu não quero que você me veja assim. —Como o quê? — Ele sussurrou enquanto ele estendeu as mãos e segurou seu belo rosto. —Danificada. Sentando-se, ele passou os braços em volta dela e abraçou-a.


—Você não está danificada, quebrada ou falha. Você me ouve? Você está absolutamente perfeita e você é minha. Ela riu e revirou os olhos, exasperada. —Só você veria uma mulher que não pode ter filhos, tão perfeita. —Isso é porque você é perfeita, — disse ele, inclinando a cabeça para que ele pudesse roçar os lábios contra os dela. — Além disso, quem diz que você não pode ter filhos? —Cerca de vinte Médicos, incluindo o seu pai e irmão, — disse ela secamente, dando-lhe esperança, porque pela primeira vez desde que ele descobriu a verdade, ela não soava como se um pequeno pedaço dentro dela estivesse morrendo com a lembrança de que ela não podia ter filhos. —E se eu lhe disser que há uma maneira de ter um bebê sem ter que se preocupar com estrias e os desejos perturbadores que vem junto com a gravidez? — Ele perguntou casualmente. —O que você está falando? — Ela perguntou, gemendo baixinho enquanto ela assumiu rolando seus quadris, montando-o lentamente, enquanto ela esperou por uma resposta. —Você vai fazer aquela coisa com os quadris que me deixa fora da minha mente se eu te disser? —Talvez, — disse ela, sorrindo para ele. —Faz em primeiro lugar. —Não. —Sim.


—Sim, eu não penso assim. Você me diz o que eu quero saber e, em seguida, talvez eu vou pensar em fazer essa coisa com os meus quadris, — disse ela, fazendo-o suspirar pesadamente, porque, na verdade, neste ponto ela deveria saber melhor. —Tudo bem, então eu acho que eu vou ter que dobrar o desafio e fazer tudo isso enquanto você grita seu amor eterno por mim. Com um sorriso maroto, ela se inclinou e roçou os lábios novamente no ouvido e disse: — E se eu o sussurrar? —Não será o mesmo. —E por que não? — Ela perguntou, gemendo quando revirou os quadris sensualmente. —Porque os meus pais têm o quarto perto e eu realmente apreciaria isso se você pudesse me ajudar, gritando meu nome, seu amor infinito e se não der muito trabalho alguns, Queridos Deuses, não faria mal. Talvez você pudesse... por que diabos você está rindo, mulher? Estou falando sério! — Ele retrucou, que por alguma razão só a fez rir ainda mais.


EPÍLOGO Cinco meses depois ... —Posso ter outra cerveja de raiz, por favor? — Perguntou Marybeth com um sorriso doce quando ela levantou o copo vazio. —Claro, querida, — disse ele, inclinando-se para beijá-la quando ele pegou o copo dela. —Poderia, por favor, ter um copo de sumo de maçã e outro prato de macarrão com queijo? — Zoe perguntou quando se levantou, chamando a sua atenção para a pequena mulher sentada no sofá ao lado de Marybeth. —Você pode ter o que quiser, — ele prometeu a ela com um sorriso e uma piscada enquanto pegava o copo vazio na mesa de centro. —Vou querer um prato e uma Coca-Cola, obrigado, — o grande bastardo sentado na outra extremidade do sofá disse, soando aborrecido enquanto gesticulava para Darrin para ir em frente. —Então eu sugiro que você se levante para pegá-lo, — disse ele, gesticulando em direção à cozinha. —Eu faria, mas estou muito ocupado aqui sentado, segurando a mão da minha esposa, dando-lhe o amor e apoio


que ela precisa desesperadamente enquanto ela faz o seu melhor para fornecer a seus filhos por nascer com um ambiente quente, alimentado no qual crescem, — disse Trevor com um longo suspiro, quando ele colocou a mão sobre a ondulação suave do estômago de Zoe. —Eu vejo, — ele murmurou, rindo mesmo enquanto se dirigia para a cozinha para pegar ao seu primo irritante um enorme prato de macarrão com queijo. Trevor tinha mais do que merecido, ele decidiu quando abriu o forno e agarrou uma das panelas de macarrão e queijo que sua mãe deixou uma hora atrás ao ir para o aeroporto

quando

ela parou

para verificar Marybeth.

Pensando em Danny preso na Flórida naquele hospital virou o estômago do jeito que aconteceu, ele pensou em seu irmão. Ele devia estar lá ajudando seu irmão e cuidando de Jodi, mas ele não podia deixar sua esposa. Ela ainda estava tendo um inferno de um tempo após a cirurgia, e provavelmente continuaria fazendo isso por mais alguns meses. A cirurgia foi brutal. Houve muito mais danos do tecido do que esperava. Eles só foram capazes de descobrir a extensão dos danos, uma vez que eles removeram o útero e, em seguida...Em seguida, o verdadeiro trabalho começou. O tecido cresceu além de seus pulmões, ao longo de sua espinha e foi em direção ao norte. Graças a Deus, eles adiantaram sua cirurgia, porque ele não queria nem pensar no que poderia ter acontecido se tivessem adiado por mais tempo. Eles removeram o máximo de tecido que podiam, mas precisou de duas cirurgias adicionais para fazê-lo.


A única coisa que manteve a mente sã foram Zoe e Trevor e a promessa que fizeram para tentar gerar uma criança para eles. O fato de que três embriões foram fecundados era mais do que jamais poderiam ter pensado. —Posso pegar um prato de que? — Perguntou Marybeth, sorrindo enquanto ela lentamente se aproximou dele e colocou os braços ao redor dele. —Você deveria estar descansando, — lembrou ele, inclinando-se para roubar um beijo. —E você deveria estar pegando minha comida, — Trevor apontou quando entrou na cozinha e se dirigiu para o frigorífico onde mantinham um ginger ale para Zoe. —O

estômago

dela

está

enjoado?

Perguntou

Marybeth, olhando preocupada quando ela saiu de seus braços e agarrou um copo de gelo para Trevor. Trevor riu. —Não se preocupe com isso. Ela tem isso. —Eu acho que nunca vou ser capaz de lhes agradecer o suficiente por fazer isso para nós, — disse Marybeth, ainda conseguindo olhar tão chocada hoje como quando ele disse a ela sobre o presente que Trevor e Zoe tinham lhes oferecido. —Não se preocupe, — Trevor disse, pegando a taça dela com uma piscadela, — É o que os Bradfords fazem uns pelos outros. —Obrigada, — disse ela, estando perto de chorar, de novo, quando ela estendeu a mão e colocou os braços em


torno de Trevor. —Muito obrigada, — disse ela, fungando quando Trevor voltou cuidadosamente o abraço ao mesmo tempo, ela olhou para ele e murmurou, — Eu ainda te odeio. Sorrindo, Darrin respondeu, — Eu sei. Com um beijo no topo da cabeça dela, Trevor deu um passo atrás, pegou o prato de macarrão e queijo de suas mãos e se dirigiu para a sala de estar. Assim que eles estavam sozinhos, Darrin levou sua esposa nos braços e fechou os olhos, com a intenção de saborear a sensação da mulher em seus braços. —Eu te amo, — ela disse e o abraçou com força. —Não tanto quanto eu te amo, — ele disse a ela no momento que ele se inclinou e beijou sua testa. Balançando a cabeça com um suspiro, ela se afastou e se dirigiu para o refrigerador. — Isso provavelmente é verdade. Rindo, ele se aproximou por trás dela e envolveu cuidadosamente os braços de volta ao redor dela. — É realmente uma vergonha, — disse ele, beijando-a na garganta. —O que? — Ela perguntou com cautela, ainda em seus braços. —Sinto um desafio duplo chegando, — ele admitiu com um sorriso e uma risada enquanto suas palavras afundaram em sua esposa, e esta tentou fazer a sua fuga, mas, infelizmente para ela, ela não se moveu rápido o suficiente.


Um Gostinho especial como um obrigado:

—Tome os analgésicos, Jodi! Pelo amor de Deus, tome os analgésicos! —Danny pediu, reprimindo um grito mesmo quando ela lançou um grito horripilante que vai assombrá-lo para o resto de sua vida. —Tome os comprimidos! — Darrin implorou do outro lado da mesa onde ele estava segurando a outra mão de Jodi. — Oh Deus, tome as pílulas! —Eu não posso! — Jodi rosnou, apertando em torno de suas mãos, quando outra contração a atravessou, ganhando gritos de dor e pedidos de misericórdia. —Jodi, — Aidan disse calmamente observando a raiva de Jodi em direção a ele, enquanto Danny afundou em sua cadeira, não tenho certeza se ele seria capaz de sobreviver a outra contração sem drogas, — Você está apenas a dois centímetros, querida. Eu acho que talvez seja hora de começar a repensar a sua escolha para um parto natural. —Não! — Ela mordeu fora com os dentes cerrados, soando um tanto demoníaca e assustando todos os três. —Baby, — ele disse lentamente, na esperança de não assustar sua esposa para virar sua fúria homicida para ele, — Eu entendo que você não quer ir para um de seus “estados”, mas eu não acho que você quer estar com tanta dor nas próximas horas também. Você quer?


Ela virou seu olhar sobre ele tão rápido que foi uma maravilha que ele não caiu da sua cadeira. — Eu não vou tomar drogas! —Oh tudo bem, — disse ele, engolindo nervosamente enquanto ele gentilmente pegou o dorso da mão, tentando acalmá-la antes que ela decidisse ir para suas bolas. —Por que meninos não nos dão um minuto? — Seu pai disse com um sorriso quente para Marybeth quando ele entrou na sala, vestindo um par de roupas azul marinho. —Graças a Deus, — Darrin murmurou, puxando sua mão livre com um estremecimento quando Danny fez o mesmo. —Nós estaremos no corredor, — ele prometeu a sua mulher, decidindo que mencionar o saco de gelo que ele planejava caçar para sua mão provavelmente apenas iria irritá-la. —Ok, — ela murmurou, ofegando um pouco quando ela colocou a mão protetora em torno da grande onda de sua barriga. Ele se inclinou e beijou-a. — Você está indo bem. —Pedaços de gelo. Preciso de mais pedaços de gelo, — disse ela com a determinação de uma mulher que realmente acreditava que pedaços de gelo faria toda a diferença no mundo e de alguma forma aliviaria sua dor. —Eu vou pegar mais lascas de gelo, — prometeu ele, resistindo à vontade para embalar a mão contra o peito.


—Obrigada, — disse ela, suspirando de alívio quando ela deitou para trás e fechou os olhos. —Logo nós estaremos de volta, — disse ele, ignorando o olhar de pânico nos olhos do seu irmão quando eles foram para a porta, sem saber que seu pai estav a prestes a fazer dele um mentiroso. Uma hora mais tarde, ele foi finalmente autorizado a regressar. —Danny! — Jodi disse entusiasmada com um grande sorriso, dando-lhe o seu primeiro indício de que algo estava seriamente errado. —Umm, hey, querida. Eu trouxe as suas lascas de gelo, — disse ele, levantando a taça que era principalmente água agora. Seus belos olhos se encheram de lágrimas, e o queixo tremia. — Você é o homem mais doce vivo. Eu te amo tanto, Danny Bradford, —ela disse com uma pequena fungada para colocá-lo imediatamente no limite. —Ah Merda…. Eles a drogaram. De alguma forma, seu pai conseguiu fazer o que mais ninguém foi capaz de fazer e convenceu-a a tomar a medicação para a dor. Ele estava feliz que alguém foi capaz de convencê-la a tomar a medicação, porque ele odiava a ideia de sua esposa sofrendo mesmo um segundo de dor, mas


havia uma parte dele, uma grande parte dele, que estava absolutamente aterrorizada com as próximas doze horas. —Ela está dormente da cintura para baixo. Ela não será capaz de deixar a cama, — disse o pai com um sorriso. —Graças a Deus, — disse ele, com alívio, agradecido que ele não ia ter que se preocupar com sua esposa grávida tentando escapar de sua cama durante toda a noite e entrar em só Deus sabe o quê. —Eu não posso esperar para ter relações sexuais novamente, — disse Jodi, suspirando melancolicamente. — Eu realmente sinto falta de sexo. —Ummm, Jodi, — disse ele, tentando chamar a atenção de sua esposa antes que ela pudesse... —Só com Danny é claro, porque ele tem realmente um pênis grande e sabe como usá-lo, — ela anunciou como se só ele estivesse ali, tentando fingir que ele não estava corando enquanto ele tentava desesperadamente fazer sua esposa parar. —Aqui, querida. Por que você não toma um pouco de água? — Sugeriu ele, segurando o copo para ela, rezando para que ela bebesse antes que ela dissesse algo que pudesse piorar o seu estado. —Ele sabe como usar sua língua, também, — ela acrescentou pensativamente quando todos na sala de repente,

encontraram

interessante.

uma

das

paredes

ou

o

chão


—Vai ser uma longa noite, — disse seu pai com um suspiro e sorriso simpático quando ele fechou os olhos em derrota. Eles definitivamente teriam uma longa noite pela frente, ele decidiu quando de repente ela irrompeu em lágrimas histéricas quando ela percebeu que seus pedaços de gelo derreteram. Uma longa noite de merda ...


R.L. Mathewson - Vizinho Infernal Vol. 06 - Double Dare  
R.L. Mathewson - Vizinho Infernal Vol. 06 - Double Dare  
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