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VOCÊ QUER SER O MEU CHICK-LIT? O VAP

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MEG CABOT


EDITORIAL Para fazer um evento como o Clube do Livro Oficial Saraiva organizado pelo VAP, precisamos de muitas coisas! Mas acho que podemos esclarecer tudo em apenas 2 palavras: Amigos e Vocês. Primeiro os amigos porque, querendo ou não, são sempre eles que estão lá para nos apoiar e dar força quando nosso ânimo está lá embaixo Sim! Eu amo minha cúpula VAP! E depois vocês porque sempre há lugar para novos amigos, né? E qual o sentido de fazer um clube do livro se não for pela amizade de outras pessoas que amam tanto ler quanto a gente? Fazer um evento VAP acontecer é uma coisa muito complicada! Isso porque exige muita organização e muito tempo! Por isso nossa revistinha não saiu mês passado. Imagina ter que organizar evento, fazer banner, correr atrás de parcerias bacanas e de descontinhos para vocês e ainda gerenciar uma revista! Isso porque somos em 5!! =O Simplesmente não demos conta de fazer tudo e pedimos desculpas a vocês por isso! Mas, vendo por outro lado, errar-cair-levantar é o que nos proporciona adquirir experiência,. Não que estejamos garantindo que nunca mais vamos errar, mas esperamos que os erros sejam menores a cada dia. E acertar os pequenos detalhes é o que nos criar coisas grandes. E lindas! Por isso esse mês nossa revista está repleta de coisas novas, lindas e legais! E invariavelmente vamos acabar cometendo um errinho aqui e outro ali. Mas vamos sempre ter “cara” de dizer: ERRAMOS. Esperamos que este mês vocês gostem das sessões novas e se divirtam com tudo. Fazemos a revista especialmente para vocês!


A ESCOLHA DO TEMA No início do ano, enquanto ainda cuidávamos dos preparativos do primeiro Clube do Livro Saraiva by Virando a Página, resolvemos criar uma lista dos temas para o ano todo. Assim, na hora de escolhermos o livro do mês, já teríamos uma diretriz a seguir. Para o mês de maio, a escolha foi o chick-lit. Dessa forma, bastava escolher um livro que representasse bem o tema e que combinasse com a galera que freqüenta o VAP. Parece fácil escolher um livro? Engano de vocês! A escolha do livro do mês é sempre é motivo para muito babado, confusão e gritaria! Agora que vocês já nos conhecem melhor, já podem imaginar o tanto que a gente fala nas nossas reuniões, não é mesmo?? Rs... Em uma dessas noites de reunião, em que a pizza e a Coca-Cola são as únicas capazes de manter a gente em silêncio por alguns instantes, lembramos que maio é conhecido como o mês das noivas. A partir daí o desafio era encontrar um chick-lit que tivesse a ver com o universo dos casamentos... Conversa vai, conversa vem, começamos a pensar qual editora publicava bastante chick-lit e que poderia nos ajudar no evento. A resposta foi imediata: Galera Record. E quem é a primeira autora que veio à nossa mente? Sim, a Diva Meg Cabot! Conversa vai, conversa vem, começamos a pensar qual editora publicava bastante chick-lit e que poderia nos ajudar no evento. A resposta foi imediata: Galera Record. E quem é a primeira autora que veio à nossa mente? Sim, a Diva Meg Cabot! Agora só faltava o livro! Qual livro da Meg Cabot teria a ver com casamentos? A resposta estava bem na nossa frente o tempo inteiro:


Rainha da Fofoca. Por que estava na nossa frente? Ora, porque temos no VAP a nossa própria Lizzie, também conhecida como Clícia Godoy – a garota que estudou moda, que é mestre com uma agulha na mão e que fala... Ahh como fala!! Rs... (Desculpe, Clícia! Mas é verdade!!) E a história da Lizzie, a protagonista da série Rainha da Fofoca, tem tudo a ver com o universo de casamento, noivas, namorado, roupa para casamento, em fim tudo que gira em torno de NOIVAS. Livro escolhido... E então bateu aquela duvida: Será que a turma do VAP vai gostar??? Sobre o livro, em especial, pensamos que não há como não gostar: é chicklit, é Meg Cabot, é moda, em fim tudo de bom para a mulherada!! Epa! Mas temos meninos no VAP. O que fazer para os rapazes que, com o maior carinho, sempre acompanham os encontros? Tirando a criação de kits alternativos, não havia muito o que fazer... Mas, podem ter certeza que os meninos terão direito a uma revanche!! Estão vendo! Vocês pensaram que escolhíamos os livros do mês com a maior facilidade, não é??? Que nada! Ainda mais levando em conta que o VAP é formado por 4 mulheres e somente um homem (Santo!!!). Se a “VAP Caverna” falasse, nós já teríamos sido enviados para o “VAP Manicômio”. Rs...

Cabeça á mil, tentando desvendar como trabalhar cada detalhe e definido cada tema


O QUE É UM CHICK-LIT??? "Chick lit é a literatura voltada para o sexo feminino (que muitos chamam de leitura de mulherzinha ou lixo literário), geralmente são romances leves, divertidos e charmosos, que são o retrato da mulher moderna, independente, culta e audaciosa.” A principal característica do Chick lit é a protagonista: que é do sexo feminino. Ela está, muitas vezes, tentando vencer (profissional e romanticamente) no mundo moderno. A idade dos personagens principais não importa, podem ser garotas do ensino médio até cinquentonas, suas histórias normalmente são bem humoradas e relata o dia-a-dia da mulher moderna, sua rotina tripla, seus problemas amorosos, de peso, no trabalho, no namoro, no casamento, no divorcio, enfim uma infinidade de opções! Aqui no Brasil o Chick lit vem crescendo aos poucos, mas já encontramos muitos deles por ai. Além da diva Meg Cabot temos também mais autoras do gênero como: Candace Bushnell, autora do best-seller Sex and The City


Lauren Weisberger, autora do best-seller O Diabo Veste Prada

Marian Keyes, autora do best-seller Melancia

Sophie Kinsell, autora do best-seller Os DelĂ­rios de Consumo de Becky Bloom


CURIOSIDADES Quem é Meg Cabot? Nossa querida diva literária, Meg Cabot, nasceu em 1 de fevereiro de 1967, em Bloomington, Indiana. Desde muito pequena ela já era uma ávida leitora de revistas em quadrinho e ficção científica e vivia na biblioteca!! Em uma entrevista, a Meg contou que ela encontrou o caminho para a biblioteca durante os meses de verão, porque ela estava à procura de um ar condicionado. Enquanto se refrescava na biblioteca, Meg Cabot descobriu a literatura clássica, como To Kill a Mockingbird e Jane Eyre. Além da leitura, Meg Cabot também era obcecada com princesas, daquelas tradicionais da Disney!!: A obsessão era tanta que, aos seis ano, ela ganhou um bolo branco de aniversário e ficou chamando-o de Cinderela!! Rs... Sem contar que ela fantasiava ser uma princesa de verdade e dizia para seus pais que o rei e a rainha apareceriam para encontrá-la um dia. Pode uma coisa dessas??! Rs... Em 1977, após ver o filme Star Wars, a pequena Meg Cabot, de apenas 10 anos de idade e com mania de realeza, ampliou seus horizontes. Em uma entrevista ela contou à repórter: "Eu me tornei obcecada com a Princesa Leia. Uma coisa é ser princesa de um reino, e outra bem diferente é ser princesa de um planeta inteiro!» Já na escola, Meg Cabot começou a escrever suas próprias histórias, simplesmente porque não havia nada melhor para fazer: "Isso foi nos dias que antecederam a TV a cabo e vídeos cassetes ainda não eram populares, de modo que realmente não havia nada a fazer senão escrever nossas próprias histórias." Além disso, a Meg escrevia para o jornal da escola e mantinha diários detalhados. Embora ela gostasse de escrever, nunca planejou ser uma escritora profissional. O sonho de Meg Cabot era ser atriz ou veterinária (Hein?). O problema é que ela foi reprovada em álgebra e isso atrapalhou bastante nas admissões na maioria das universidades.


Após a formatura do colégio, ela acabou optando por estudar arte na Universidade de Indiana, onde ela poderia assistir aulas livremente, já que sei pai era professor de lá. Em 1991, com um bacharelado em artes plásticas na mão, Meg Cabot se mudou para Nova York para seguir uma carreira como ilustradora. Em vez disso, ela conseguiu um emprego como gerente assistente do dormitório de calouros na Universidade de Nova York. Não era exatamente o seu emprego de sonho, mas houve períodos quando o trabalho era lento, o que lhe deu bastante tempo livre para retornar ao seu antigo amor: escrever. (Quem já leu a série da Heather Wells deve estar percebendo a inspiração, não?!) Mas o sucesso da Meg como escritora não veio da noite para o dia. Sete anos e milhares de cartas de rejeição depois, somente em 1998 ela conseguiu publicar o seu primeiro romance histórico, que aqui no Brasil recebeu o nome de “A Rosa do Inverno” e foi publicado sob o pseudônimo de Patrícia Cabot – que na verdade não é bem um pseudônimo, já que o nome completo dela é Meggin Patricia Cabot!! Rs... Meg Cabot acabou publicando vários outros romances entre 1998 e 2000, mas seu principal projeto nessa época era um romance destinado a leitores mais jovens, chamado O Diário da Princesa. Mesmo já tendo publicado outros livros, Meg Cabot teve sua história rejeitada dezessete vezes antes de ser finalmente comprada pela HarperCollins e lançado em 2000. A inspiração para a Princesa Mia veio de sua própria vida. Depois que seu pai morreu, sua mãe começou a namorar seu professor de arte antiga. A Meg ficou tão chocada que passou a registrar tudo em seu diário. Por fim, acabou transformando suas anotações na vida de uma aluna do ensino médio chamada Amelia Grimaldi Thermopolis Renaldo Mignonette, também conhecida como Mia, cuja mãe está namorando seu professor de álgebra.


A crítica não foi muito boa com a série, mas a história de Mia ganhou uma legião de fãs, “obrigando” a Meg a escrever outros tantos volumes! O sucesso foi tão grande que a história serviu de inspiração para um filme da Disney, estrelado por Anne Hathaway. Além de continuar a série Diário de Princesa, a Meg ainda assinou contrato com a HarperCollins para a publicação de outras duas séries destinadas ao público j ove m : M e d i a d o ra e 1 - 8 0 0 - W h e re - A re - Yo u (Desaparecidos). A idéia para a série Mediadora surgiu após a morte do pai da Meg. Durante uma conversa com seu irmão, ele contou que poderia ver seu pai periodicamente com o canto do olho. Então ela perguntou: "E se você pudesse ver os fantasmas de cada pessoa morta?". E assim nasceu o dom de Suze Simon. Já a inspiração para 1-800-WHERE-ARE-YOU (Desaparecidos) surgiu quando a Meg e uma amiga foram pegas por uma tempestade e se esconderam embaixo de um andaime, que acabou sendo atingido por um raio. Embora tenha sido uma experiência assustadora, as duas ficaram imaginando que isso poderia ter lhes dado poderes psíquicos. E assim surgiu Jess Mastriani, que usa seu dom para encontrar crianças desaparecidas.

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Mas enfim... Essas s達o apenas algumas das curiosidades sobre a nossa querida Meg Cabot!! Para saber mais sobre ela, visitem: www.megcabot.com http://galerarecord.com.br/megcabot/autora.php http://pt.wikipedia.org/wiki/Meg_Cabot http://www.megcabotbr.com/biografia.htm. .


A Rainha da Fofoca é um dos melhores, se não o melhor, chick-lit de Meg Cabot que já li até hoje, e entrou para minha lista de favoritos sem que eu pensasse duas vezes a respeito. A história em si, se bem analisada, não tem nada demais: não toca em questões profundas, não é cheia de reviravoltas, não apresenta um enredo mirabolante e surpreendente. Porém, como excelente representante desse gênero literário, A Rainha da Fofoca comprova que nenhum desses elementos se faz necessário em uma leitura prazerosa e extremamente divertida. Meg Cabot tem o dom da escrita, isso é um fato. Sua narrativa é deliciosamente fluida e extremamente capaz de envolver o leitor em seu enredo, bastam poucas páginas para estar completamente imerso, sem querer sair delas. A prova disso é que li as 430 páginas em pouquíssimas horas, sem me sentir cansada em momento algum, e meu desejo ao finalizar a leitura foi de pegar o segundo volume da série e começá-lo a ler naquele mesmo instante. Infelizmente, outros afazeres me impediram e precisei esperar até o próximo dia para começar A Rainha da Fofoca em Nova York. Acredito que o que torna esse livro especial é sua protagonista, que foge um pouco do estilo das personagens dos chick-lits infanto-juvenis de Meg. Lizzie é hilária, precisei segurar o riso quase que o livro inteiro, a não ser que eu quisesse passar vergonha no trem. Sua mente gera turbilhões de pensamentos ao mesmo tempo, o que a torna praticamente incapaz de manter sua boca fechada.


Acredito que o que torna esse livro especial é sua protagonista, que foge um pouco do estilo das personagens dos chick-lits infanto-juvenis de Meg. Lizzie é hilária, precisei segurar o riso quase que o livro inteiro, a não ser que eu quisesse passar vergonha no trem. Sua mente gera turbilhões de pensamentos ao mesmo tempo, o que a torna praticamente incapaz de manter sua boca fechada. Mas não foi o divertimento que Lizzie me proporcionou o que mais me encantou nela, e sim sua maior qualidade, a meu ver: seu desejo e sua preocupação em fazer o bem, da maneira mais sincera possível, pois Lizzie nem ao menos percebe ser assim. É do tipo que não sabe ficar quieta frente àquilo considerado errado por ela. Ainda, devo dizer que ela me lembrou horrores a querida Becky Bloom, de Sophie Kinsella. Ambas são amantes da moda, criativas ao extremo, com mentes que funcionam a milhão, que se metem nas maiores enrascadas por serem ingênuas e falarem antes de conseguirem perceber que deveriam ter ficado quietas. Acho que isso me encanta nas duas, esse ar ingênuo que compartilham. Meg, pra variar, nos deliciou com mais um de seus incríveis mocinhos, tornando o romance daqueles de arrancar suspiros. Torcemos tanto pelo casal que nem ao menos nos incomodamos com a velocidade cronológica dos fatos, só fui percebê-los após finalizar a leitura. Foi completamente possível, para mim, compreender a paixão que surge. É importante lembrar que o público alvo de A Rainha da Fofoca é mais velho do que o dos livros infanto-juvenis da autora. Dessa maneira, temos uma linguagem diferente, que pode conter palavrões, bem como cenas mais explícitas de sexo. Entretanto, Meg jamais é vulgar, ainda que não floreie ou faça rodeios para dizer algumas coisas. Em resumo, recomendo e muito o livro aos que apreciam romances leves e divertidos como os chick-lits. Se você não é fã do gênero, não verá nada demais


nessa obra de Meg Cabot, porém, acredito que seja quase impossível não se deixar envolver pela deliciosa narrativa da autora, o ponto forte de A Rainha da Fofoca.


Hey! Olha eu aqui de novo! Vou estrear essa coluna! YES! Nessa nova coluna todo mês vai ter um mediador ou uma das nossas queridas staffs falando um pouquinho de como é “fazer” o VAP! E para começar, vou compartilhar com vocês um pouco do que está rolando no VAP! Passamos da fase de adaptação! Graças ao bom Deus! E foi uma fase difícil e prazerosa ao mesmo tempo. Foi a fase para acertarmos os ponteiros e não foi fácil! São 5 pessoas, ou seja 5 opiniões diferentes, e até alinharmos… Eu sou mais agitada, espontânea e confesso muito mandona! A Camila é mais “Capitão Nascimento”, a que bota ordem no barraco! A Yule é a Flor mais delicada do jardim! A Carol é mais faladeira, gosta de por a mão na massa! E o Will... pobre Will... é dono do único ponto de vista masculino entre essas garotas dinamite!! Será que ele sofre?? Sim ou Claro?? Rs... É sempre uma loucura! E até aprendermos a lidar com tudo e todos, suamos a camisa! Mas é assim mesmo, né? Crescer é uma coisa um tanto complicada, mas o VAP está crescendo! Com isso temos que abrir mão de algumas coisas e colocar a mão na massa em outras. E agora que essa fase passou posso dizer: O Virando a Página, foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida! Estar presente com pessoas que são amigas, conversas, trocar uma idéia, ser compreendida e completa é sensacional! E se e posso prometer alguma coisa pro futuro do VAP, é que sempre vamos melhorar e errar, mas o mais importante: VAMOS APRENDER COM NOSSOS ERROS. Muitas novidades virão pela frente! Planos é o que não falta, então preparem seus coraçõezinhos que o VAP é um projeto que está sendo regado com o carinho de vocês e enquanto continuarmos assim, vamos longe!!


Em junho o AMOR esta no ar, esperamos por vocĂŞs!!!



Revista VAP - Maio