Page 1

BOLETIM INFORMATIVO – Março e Abril de 2017

ANO VI

Nº39

Conheça e contribua com o Acontece no CAIC O Centro de Atenção Integral à Criança e ao .Adolescente é um espaço rico em vivências e

experiências. São muitos os acontecimentos que diariamente nos encantam e deixam evidente a riqueza do trabalho desenvolvido, seja na extensão universitária, na área da saúde ou na educação. Para socializar isso tudo com nossos profissionais, comunidade, estudantes e parceiros, temos alguns canais de comunicação. Os dois principais são: Facebook:www.facebook.com.br/acontecenocaic Página: www.caic.furg.br. .

Página www.caic.furg.br

A equipe da Coordenação de Comunicação e Cultura é responsável pela postagem das notícias, em ambos, contudo, não possui recursos – humanos ou materiais – para registrar tudo que acontece no CAIC. Para qualificar nossas publicações, precisamos de sua contribuição. Sempre que tiver algo que queira publicar em nossa página encaminhe os registros fotográficos e breve resumo da atividade para o Acontece no CAIC, através de mensagem pelo facebook. Quer que a equipe da Coordenação de Comunicação e Cultura acompanhe alguma atividade que irá desenvolver? Entre em contato! Sempre que possível estaremos participando! Quer saber o que é falado nas reuniões no CAIC? Conheça o espaço Documentos Oficiais – Atas em nossa página www.caic.furg.br e fique por dentro de tudo que foi conversado e decidido nas reuniões do Conselho do CAIC, do Colegiado Gestor e Equipe Pedagógica. Entre em contato conosco também através do e-mail caiccomunicacao@furg.br.

Novidades na RADIOIC... Teremos uma banca para que todos possam sugerir as músicas que querem ouvir no recreio. Todas as segundasfeiras estaremos no recreio com uma banca esperando sua participação.

Vem aí...

Gincana em comemoração ao aniversário do CAIC. Será no dia 20 de maio durante todo o dia!

Além disso, nossa RADIOIC estará presente no turno da noite, teremos uma programação especial todas as terças e quintas-feiras das 18h35 às 18h55. Peça músicas também através de nosso aplicativo, disponível em: www.caic.furg.br. Entre em nossa página e click na imagem ao lado!

Não fique de fora! Monte sua equipe e venha participar!


BOLETIM INFORMATIVO MENSAL

Março e Abril de 2017 ANO V I Nº39

Aprendendo cada vez mais e melhor! O ano letivo está começando, então, é momento de aproveitarmos ao máximo o tempo em que estamos no CAIC para construir novas aprendizagens. Para te ajudar a aprender cada vez mais e melhor, selecionamos cinco dicas que irão colaborar com sua rotina escolar. 1. Ensine outras pessoas A melhor maneira de aprender algo é ensinando outras pessoas. Quando ensinamos nossas idéias ficam mais claras, organizamos as informações e melhoramos nossa compreensão. Verbalizar e raciocinar são ações que ajudam a memorizar. 2. Descubra qual seu horário de maior produtividade nos estudos Cada um de nós se adapta melhor a estudar em um horário. A melhor maneira de descobrir nosso horário mais produtivo é estudando em diversos horários. Podes fazer anotações ao perceber que em um determinado horário seus estudos renderam mais, e também anotar quando sua concentração estava menor. Fazendo isso irás determinar seu melhor horário para aprender. 3-Pratique o que aprender Do que adianta você passar horas e horas na teoria se você não praticar o que aprende? Se não utilizamos o que aprendemos, acabamos esquecendo. Então, faça exercícios, refaça provas e atividades antigos e esteja sempre procurando retomar os conhecimentos aprendidos. 4 - Faça atividades físicas A realização de atividades físicas contribui para liberar nossa mente criativa. Pesquisas defendem que a realização de 10 a 40 minutos de atividade física aumenta significativamente a concentração e o foco mental. Isso acontece devido ao aumento do fluxo sanguíneo no cérebro enquanto nos exercitamos. 5- Seja persistente em seus estudos A falta de persistência nos estudos é o que mais dificulta o aprendizado. Isso porque o aprendizado é construído pouco a pouco e se paramos por muito tempo esquecemos o que aprendemos. Fontes: http://estudareaprender.com/10-dicas-para-estudar-e-aprender-mais-facil/ http://estudareaprender.com/tecnicas-de-motivacao-para-estudar/ http://brasilescola.uol.com.br/dicas-de-estudo/como-estudar.htm

Complete o Sodoku!


BOLETIM INFORMATIVO MENSAL

Março e Abril de 2017 ANO V I Nº39

Ministério da Educação apresenta Base Nacional Comum Curricular No dia 06 de abril, o Ministério da Educação (MEC) apresentou a terceira e última versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino infantil e fundamental. No documento, que pode ser conhecido na integra em http://basenacionalcomum.mec.gov.br/#/site/inicio apresenta os objetivos de aprendizagem que as 190 mil escolas do País – públicas e privadas – deverão contemplar em seus currículos para cada ano. O texto foi finalizado com atraso, tendo em vista que estava previsto para junho de 2016. A Base Nacional Comum precisa ser aprovada agora pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e, posteriormente, homologado pelo ministro da Educação, Mendonça Filho. A revista Carta Educação publicou uma matéria sobre o tema, a qual conta com informações sobre a proposta e a posição de especialistas sobre o tema. Confira um excerto abaixo da matéria produzida por Thais Paiva: “Uma das mudanças mais importantes da nova BNCC é a alteração da idade máxima esperada para a alfabetização das crianças. Segundo o novo texto, elas deverão estar plenamente alfabetizadas até o fim do segundo ano. Antes, o prazo era a terceira série, isto é, até os 8 anos, em consonância com o que estabelecia o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Entre os principais avanços em relação à versão anterior da Base, está a exclusão da obrigatoriedade do ensino religioso. Antes, a modalidade aparecia ao lado das áreas de linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza. De acordo com a última versão, a oferta será optativa. Entre os pontos mais polêmicos, estão a supressão do conceito de gênero do conteúdo e a determinação do inglês como idioma estrangeiro obrigatório a ser ensinado. Na versão anterior, a opção pela segunda língua ficava a critério das redes. A BNCC atual também prescreve o ensino de habilidades socioemocionais como resiliência, empatia e responsabilidade. Para a especialista, no entanto, o grande desafio começa com a homologação da BNCC. “Uma coisa é o documento, outra é o currículo. Isto é, a adaptação da prática pedagógica que isso demandará das escolas, sem falar de uma revisão na formação inicial e continuada dos professores e dos materiais didáticos”. Outro ponto que precisará ser reformulado são as matrizes que edificam as avaliações externas do País. “Geralmente, vemos o ensino sendo pautado pelas avaliações e, agora, essa lógica precisará se inverter”, aponta Patrícia.

Saiba mais: Visite o site do Movimento pela Base Nacional Comum, que se intitula como um grupo não governamental de profissionais da educação, que atuou para facilitar a construção de uma Base de qualidade. O endereço é: http://movimentopelabase.org.br/o-movimento/ No Portal Brasil encontramos informações institucionais sobre a Base. Confira em: http://www.brasil.gov.br/educacao/2017/04/base-nacional-comum-curricular-mantem-respeito-adiversidade É possível acessar vídeos no youtube que abordam o tema. Segue algumas sugestões: https://www.youtube.com/watch?v=ioM313JW3ME (BNC – Sala de Debate – Cana Futura – Parte 01) https://www.youtube.com/watch?v=lqBh39qU-JU (BNC – Sala de Debate – Canal Futura – Parte 02) https://www.youtube.com/watch?v=bVTeB5y7Qwg (Desafios da Educação: BNCC – UNIVESP TV) https://www.youtube.com/watch?v=Q6K5Yy-bkDE (Como a Base Nacional Comum pode ajudar a conectar a escola com a vida - Maria Ignez Diniz – Movimento pela Base Nacional Comum )


Esta é uma das perguntas mais recorrentes dirigidas às mulheres grávidas. E muito provavelmente seja umas das questões que permeiam o cérebro de muitas dessas futuras mães. Na maioria das vezes, a resposta a esta pergunta define uma série de coisas, desde o nome, as cores e modelos das roupas e da decoração do quarto do bebê, suas lembrancinhas, seus brinquedos até uma série de projeções e perspectivas. Entretanto, talvez não seja uma pergunta com uma resposta tão fácil. Gênero, em uma perspectiva binária (masculino/ feminino), é uma das primeiras expectativas lançadas sobre a infância. Uma expectativa baseada no modelo estereotipado de masculinidade e feminilidade que determina comportamentos socialmente esperados e considerados apropriados ao menino e a menina. Assim, espera-se que as meninas sejam delicadas, frágeis, maternais, carinhosas, dóceis, meigas, „comportadas‟, prendadas, discretas e os meninos, agressivos, fortes, racionais, ativos, independentes, competitivo, viril, líder, decidido, insensível, sagaz, ousado, livre. É evidente que as meninas iniciam a sua trajetória com expectativas que as colocam em visível desvantagem em relação aos meninos. Apesar dos avanços, a nossa sociedade ainda sofre fortes ecos de nossa herança patriarcal. Não é por acaso que as meninas continuam ganhando bonecas, casinhas, panelinhas e coisas do tipo, enquanto os meninos ganham carros, games e armas. Em que medida ser menino ou menina, homem ou mulher, masculino ou feminino são categorias biológicas ou construções sócio-histórico-culturais? O que é inato? O que é aprendido, desenvolvido, construído? Os imperativos biológicos característicos a cada gênero são a fecundação masculina e a gestação e a amamentação feminina. Todas as demais características podem ser desenvolvidas, independentemente do gênero. Basta que o indivíduo (homem ou mulher) queira e seja estimulado. Nesta perspectiva, meninos e meninas podem desenvolver características diversas. Fragilidade e agressividade não têm sexo. A cultura é uma questão fundamental nesta discussão, pois cada sociedade possui crenças e valores que são transmitidos por meio de padrões sociais, que estabelecem parâmetros, que determinam características atribuídas ao masculino e ao feminino e que estabelecerão o que é ou não permitido ao homem e a mulher desempenhar. A cultura tem a função de transmitir e conservar valores. Como uma verdade natural e incontestável, a cultura impõe costumes que possuem códigos e regras rígidas. Como fica a situação das crianças que não se sentem adaptadas aos estereótipos definidos pelos papéis sexuais a partir de uma visão binária de gênero? Por exemplo, é exigido um comportamento mais agressivo das crianças identificadas como meninos e um comportamento mais dócil das crianças identificadas como meninas. Qual o estado da saúde mental de uma criança que não consegue corresponder a esta expectativa? E que dizer das crianças transexuais que definitivamente não se encaixam nos padrões de comportamentos estereotipados exigidos ao seu sexo de nascimento? As crianças chegam a pré-adolescência invadidas por todos os conceitos binários coercitivos que foram bombardeados sobre elas, mesmo antes de seu nascimento e que influenciam o seu comportamento. E se rejeitássemos o conceito binário de gênero? Na gravidez, não importaria saber o sexo do bebê, desconstruindo a ideia de uma cor para esse ou aquele gênero e oferecendo à criança brinquedos sem gênero. As crianças não seriam educadas como meninos nem meninas, mas apenas como pessoas. Tampouco seria exigido da criança comportamentos estereotipados, criando o contexto afetivo necessário para desenvolver suas potencialidades, sejam elas quais forem. Neste sentido, algumas etnias indígena. Em muitas aldeias, como por exemplo da etnia Kaingang, as crianças são criadas com roupas e brinquedos desprovidos de gênero. E isso não interfere na saúde mental destas crianças. É provável que crianças educadas sem uma visão de gênero binária demarcada serão pessoas mais propensas a respeitar e interagir com a diversidade humana.nas têm muito a ensinar aos não indígenas. Afinal, cada ser é único dentro da diversidade e complexidade da ecologia humana. Não se pode padronizar de forma rígida e fechada o que é múltiplo e suscetível às muitas variantes internas e externas em seu processo de desenvolvimento. Uilames Lazaro– Acadêmico do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande. O tema na mídia: Na novela da Rede Globo “A Força do Querer” a personagem Ivana interpretada por Carol Duarte viverá um interessante drama sobre sua sexualidade.

Jornal marco e abril 2017  
Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you