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Você e o seu grupo de jovens na JMJ 2013 JMJ = Jornada Mundial da Juventude. No dia 21 de agosto de 2011, o Papa Bento XVI anunciou que a próxima JMJ acontecerá no Brasil, entre os dias 23 e 28 de julho de 2013, na cidade do Rio de Janeiro, e o lema será: “Ide, fazei discipulos entre todas as nações!” (Mt 28, 19). Desde então, começamos conceber a JMJ 2013 a partir das palavras do próprio Evangelho.

1. 2. 3.

As ações para a Jornada estão divididas em três aspectos: Missão Discipulado Universalidade

Estes três aspectos marcam a construção e a revisão dos projetos evangelizadores com e para a Juventude em todo o Brasil, e propõem: >> >> >>

Ir aos ambientes onde os jovens estão = Missão Promomer o fascínio pela pessoa e pela mensagem de Jesus Cristo = Discipulado Engajar os jovens na dinâmica evangelizadora = Universalidade

O projeto de desenvolvimento da JMJ 2013 se dará, necessariamente, em todos os níveis: paroquial, diocesano, regional e nacional, além de promover a articulação desses níveis. Portanto, cada movimento e grupo jovem são chamados a se envolver na realização da Jornada Mundial da Juventude. Mas, você pode estar se perguntando: como eu e o meu grupo de jovens podemos participar ativamente das atividades da JMJ 2013? 1. Marque presença: Organize a sua ida à JMJ 2013 – acesse o site www.setorjuventudeanapolis.com.br e mobilize seu grupo para planejar e organizar os recursos financeiros, materiais e espirituais para que você participe da programação oficial nos dias 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro. 2. Seja um voluntário: Acolha jovens estrangeiros – fique ligado no site www.setorjuventudeanapolis.com.br e em breve você saberá como se inscrever para ajudar na Pré-Jornada em nossa Diocese. 3. Só isso? NÃO! O mais importante, necessário, principal, imediato e... INDISPENSÁVEL!!!

Participe do BOTE FÉ!!!


II 1.

O que é? Dom Eduardo Pinheiro da Silva, Bispo Auxiliar de Campo Grande – MS e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, assim define o Bote Fé: “O 'BOTE FÉ' é um conjunto de ações que une todos em volta desta visita da Cruz e do Ícone, para celebrar a mensagem própria que estes símbolos carregam e proporcionar situações propícias para o desenvolvimento da evangelização da juventude em cada realidade. Assim sendo, este projeto, aberto à criatividade e às condições de cada Diocese, possui três grandes eixos: a celebração, a formação e a ação social.” A Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora já começou em solo brasileiro com uma bonita celebração organizada pela Arquidiocese de São Paulo. Estes símbolos de nossa Jornada percorrerão o país até 2013 e seu itinerário está sob responsabilidade direta da CNBB. Neste sentido vamos conhecer os eixos centrais do projeto 'Bote Fé' em vista de se aproveitar ao máximo desta ocasião, que é ímpar, em nossa Igreja. A CELEBRAÇÃO A peregrinação da Cruz e do Ícone de Maria proporcionará um intenso caminho de evangelização e momentos festivos para toda a Igreja particular, mas, de um modo todo especial, para a juventude. É preciso celebrar com cantos, orações, manifestações, estudos e compromissos este momento forte que já se inicia com a cuidadosa preparação, envolvendo todas as expressões evangelizadoras da juventude em uma Diocese. Para isso, está sendo viabilizado: >> Show musical cultural com artistas católicos de expressão nacional e regional; >> Texto Base:“Cruz Peregrina - Rumo ao Rio 2013”. Este texto contém uma reflexão teológica sobre os símbolos da JMJ, celebrações de acolhida e de envio, encontros, músicas e orientações práticas para os devidos cuidados e o melhor aproveitamento deste momento. Destacamos ali os cinco encontros celebrativos para o exercício da Leitura Orante da Bíblia em vista da preparação à chegada da Cruz e do Ícone na diocese (Anexo I) >> CD: 'No peito eu levo uma Cruz'. Este CD, com treze músicas relacionadas à Cruz e a Nossa Senhora, tem como música principal 'Nova Geração', do Pe. Zezinho. O CD é fruto do 1º encontro realizado com mais de 80 cantores leigos que estão abraçando com muita alegria e generosidade este momento de evangelização. Outros CDs serão lançados futuramente. A FORMAÇÃO Estamos certos de que viveremos momentos carregados de oportunidades para se trabalhar temas formativos juvenis. Pensando assim, é proposto às Dioceses um projeto diferenciado e atraente para tratar de grandes e urgentes assuntos na vida dos jovens: as drogas: “A Igreja não pode permanecer indiferente diante desse flagelo que está destruindo a humanidade, especialmente as novas gerações”


(DAp, n. 422); as novas tecnologias: “A revolução tecnológica e os processos de globalização formatam o mundo atual como grande cultura midiática” (DAp, n. 484); e as questões éticas e morais: “Entre os maiores obstáculos atuais, sobressaem as dificuldades encontradas pelas famílias e pela instituição escolar, que têm a difícil tarefa de transmitir às jovens gerações os valores humanos, morais e espirituais que lhes permitirão ser homens e mulheres capazes de levar uma vida pessoal digna e de se empenharem na vida social” (Discurso João Paulo II, 16 de Março de 2002). Com estes temas queremos atingir dois grandes públicos: os próprios jovens e os seus responsáveis (pais, educadores, evangelizadores, sacerdotes, religiosos, etc.). A AÇÃO SOCIAL O terceiro eixo aborda a questão do contributo social e educativo que pretendemos deixar para o povo brasileiro com a JMJ Rio 2013. Pensando assim, estamos elaborando o projeto 'Bote fé na vida: por um mundo sem drogas, numa vida de força e esperança', que tem como objetivo geral: “promover um conjunto de ações culturais e sociais para sensibilizar a sociedade à causa dos dependentes químicos e suas interrelações, bem como os pais e jovens com respeito à utilização adequada das redes sociais e da internet”. Este eixo utilizará de várias ferramentas e do próprio entretenimento juvenil para a conscientização, a conversão, a qualidade de vida dos jovens que, motivados por ideais e novas oportunidades, poderão, assim, vislumbrar um futuro agradável e promissor. 2.

Bote Fé na Diocese de Anápolis A nossa diocese ao encontro de outras dioceses brasileiras e do Kairós, vivido neste tempo no Brasil, pensou o seu “Bote Fé” baseado nos três eixos propostos pela CNBB e na realidade da Diocese de Anápolis. Uma grande ação social com benefícios a pequeno, médio e longo prazos, que envolva todos os movimentos juvenis e movimentos e pastorais da diocese, uma formação baseada nas necessidades do Brasil e voltadas para a realidade de nossas cidades e uma celebração que se prolongará por quatro dias, para abrangermos todos em nossa região, comporá o BOTE FÉ NA DIOCESE DE ANÁPOLIS. A Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora passarão por nossa diocese nos dias 30 e 31 de maio de 2012, dias que celebraremos a presença deles no meio de nós e prolongaremos nossa celebração pelos dias 01 e 02 de junho de 2012, onde daremos continuidade ao nosso Bote Fé e também celebraremos nossa Jornada Diocesana da Juventude – JDJ. Com certeza este evento marcará profundamente a evangelização, especialmente da juventude em nossa diocese, e para tanto contamos com a participação e colaboração de todos.

05 Na página 31 segue toda a programação.


III

Tema Abordado no Bote Fé Tema: “Bote Fé na vida: por um mundo sem drogas”

Por intermédio da peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, em preparação à JMJ Rio 2013, foi proposto um conjunto de ações culturais e sociais para sensibilizar a sociedade especialmente, à causa dos dependentes químicos e suas interrelações, bem como debater com pais e jovens a respeito da utilização adequada das redes sociais e da internet. O uso de drogas e a dependência química são alguns dos assuntos mais enfatizados na atualidade, contudo quando há debates, muitos deles se resumem a opiniões do senso comum e acabam não resultando em ações efetivas à comunidade. Nesse sentido, a CNBB propôs, que, já na caminhada em preparação para a JMJ 2013, pudéssemos desenvolver ações sociais efetivas. O tema: “Bote Fé na vida: por um mundo sem drogas” pode ser escolhido como a proposta da Ação Social Paroquial. Caso essa Ação Social não envolva a temática das drogas, os grupos e movimentos deverão desenvolver o tema “por um mundo sem drogas” nas reuniões semanais ou mensais. Os objetivos foram divididos em seis etapas de ações que podem ser desenvolvidas nas reuniões dos grupos e movimentos juvenis, como parte do planejamento de temas e atividades do próprio grupo.As etapas são as seguintes: 1.

Atuar na conscientização e na prevenção; É possível compreender e promover debates: O que é droga? O que chamamos de droga? Quais são as drogas mais conhecidas? Por que as drogas atraem tanto os jovens? O que é dependência? Dependência física e psíquica. Como é o dependente. Drogas lícitas e ilícitas. Criminalização das drogas. Droga, sexo e balada. Droga e revolução social. Droga e música. Família: codependentes. O tratamento. Interessante é pesquisar em livros, sites, órgãos municipais, estaduais, nacionais, mundiais (OMS – Organização Mundial da Saúde), diálogos com especialistas e conhecidos, responsáveis por ONG's, ex-dependentes químicos, pessoas que tenham relação com dependentes químicos. 2.

Mapear e fomentar instituições já existentes; É importante procurar: Instituições, grupos ou pessoas que desenvolvem trabalho de recuperação com dependentes, preferencialmente católicos, e acompanhar as etapas do trabalho desde a acolhida do dependente e sua família, ao caminho espiritual e clínico de sua recuperação.Acompanhar o dia a dia e as atividades. 3. Apoiar e orientar as famílias e as comunidades; É possível propor: Palestras e atividades para a comunidade.Teatros, danças,

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esclarecimentos. Nesse momento arrecadar materiais que possam ajudar instituições ou famílias de dependentes. 4.

Estimular a capacitação profissionalizante dos dependentes; O grupo pode formular: Uma proposta de lei, por exemplo, ou uma carta, e encaminhar para a Prefeitura e para a Câmara de Vereadores da cidade, instigando-os a uma iniciativa pública que favoreça efetivamente os ex-dependentes ou dependentes em tratamento, a fim de que possam vislumbrar uma real possibilidade de mudança de vida. 5.

Resgatar os jovens já diretamente envolvidos; A partir de uma orientação especializada o grupo pode: Se comprometer a ajudar uma família ou um jovem, dentro das possibilidades do grupo, numa formar de apadrinhamento.

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IV

Cruz Peregrina e Ícone

A Cruz Peregrina é um símbolo da fé católica, de evangelização, de união de várias nações, tendo como objetivo expressar a redenção e a fé.Além de ter um significado maior, mais forte e amplo: representa a figura de Cristo Salvador, o cordeiro de Deus. É o símbolo do amor de Cristo por nós e por toda a humanidade conforme a expressão de João Paulo II. A importância e o significado da cruz estão na representação de toda a entrega salvífica de Cristo, que caminha ao lado dos jovens. Bem como, que o Filho de Deus não vem sozinho, junto vem Maria, presença materna, testemunho de entrega, Mãe de Deus, representada pelo Ícone de Nossa Senhora. Em comemoração ao Ano Santo da Redenção – 1983, o Beato João Paulo II, à época Papa em exercício, pensou como símbolo uma grande Cruz, que pudesse ser vista de longe, sendo então construída e colocada na Basílica do Vaticano uma Cruz de madeira, com 3,8 metros de altura, permanecendo ali durante todo o Ano Santo, sendo chamada, inicialmente, de Ano Santo ou Cruz do Jubileu. Em 22 de abril de 1984, término do Ano Santo, o Beato João Paulo II enviou tal Cruz ao Centro de Juventude São Lourenço, dando-lhes a seguinte missão:“Meus queridos jovens, ao concluir este Ano Santo, confio-vos o símbolo deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Levai-a pelo mundo afora como um símbolo de amor de Cristo pela humanidade, e anunciai a todos que só na morte e ressurreição de Cristo é que podemos encontrar salvação e redenção”. Sendo ali traçada a grande missão evangelizadora para jovens: levar a Cruz de Jesus Cristo como símbolo de seu amor pela humanidade e, simultaneamente, evangelizar o mundo, surgindo aos jovens, neste momento, duplo movimento: os de Evangelizadores e os de Evangelizados.Válido lembrar que, muitos foram e estão sendo evangelizados, tornando-se discípulos de Cristo, através das JMJ. Agindo em nome de toda a Juventude Católica, os jovens do Centro de Juventude São Lourenço organizaram peregrinações dessa Cruz por todas as partes: Europa Central, Leste Europeu, alguns lugares da América, Ásia, África e Austrália. Após sua primeira peregrinação, em julho de 1984, de Munique (Alemanha) para o Katholikentag (Jornadas Católicas), passou a ser denominada de Cruz Peregrina, Cruz dos Jovens ou Cruz das JMJ. A partir de 1994, a Cruz começou peregrinar por todas ou quase todas as Igrejas escolhidas dos países sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento. Assim, vai passando de país em país, de diocese em diocese, tal como uma tocha olímpica, contudo, como uma mensagem superior e sublime: entusiasmar nossa juventude para seguir Jesus! Em dias atuais, onde se vê forte corrente de hostilização da Cruz pelo mundo, em nome de uma mal entendida liberdade religiosa, é uma sadia provocação que esta Cruz dos Jovens, de grande dimensão esteja presente ostensivamente, em nosso meio como testemunha viva da fé cristã. E como disse Leen den Blawen, uma das coordenadoras do Centro da Juventude São Lourenço:“(...) Aos jovens que não conhecem a Cruz de Jesus ou as JMJ, parece causar intimidação porque pode simbolizar a morte.

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Por isso, devemos explicar-lhes o significado: representa a redenção, nossa salvação e a ressurreição. (...)”. Ou seja, ao invés de morte é vida! Ainda, nos dizeres de Pe. Eric Jacquinet: “(...) Quando o Santo Padre escolhe um país, tem uma mensagem muito precisa: esse país é uma prioridade para a Igreja, e, nesse momento histórico, precisa de motivações impulsos e estímulos para fé, que são as JMJ.” O ano de 1985 foi instituído pela ONU como Ano Internacional dos Jovens pelas Nações Unidas, mas, de fato, quem o realizou foi a Igreja. No Domingos de Ramos desse ano, 300.000 jovens reuniram-se com o Papa na Praça São Pedro, tendo presença a Cruz dos Jovens. O Beato João Paulo II, ao termino de tal Ano, anunciou que iria realizar anualmente um Dia Mundial da Juventude, sempre aos Domingos de Ramos. Nos anos subseqüentes essa Cruz acompanhou a Juventude em diversas partes do mundo. Para caminhar ao lado da Cruz, em 2003, o Papa João Paulo II, entregou aos jovens, outro grande símbolo: o Ícone de Nossa Senhora chamado de Maria Salus Populi Romani, “de agora em diante, juntamente com a cruz, este Ícone acompanhara as Jornadas Mundiais da Juventude e será sinal da presença de Maria junto aos jovens, chamados, como o Apóstolo São João a acolhe-la em sua vida” e após estas palavras o Ícone, cuja a versão original esta na Basílica de Santa Maria Maior em Roma, vem acompanhando a Cruz pelas Jornadas Mundiais da Juventude pelo mundo.

Jovens da Delegação Brasileira recebendo a Cruz da JMJ, em Madrid, Espanha 21 de Agosto de 2011


V

Ação Social

Ação Social é transformar todo o nosso “potencial social” em ações que, de fato, ajudem a melhorar a vida das pessoas que necessitam de nossa assistência. Com o passar do tempo passamos a ter um olhar passivo às duras realidades de nossa sociedade, deixando de lado a sensibilização pelo próximo e esquecendo o Mandamento de amar ao próximo como a nós mesmos. Com a realização da ação social, organizada por nós jovens, temos o objetivo de resgatar este olhar humanizado ao próximo. Para ação proposta no nosso Bote Fé temos que ter em mente a concepção de que não basta apenas oferecer às pessoas uma ajuda de caráter emergencial, mas que é necessário prepará-las para a aspereza da vida, criando com elas as condições para se inserirem na sociedade como pessoas capazes de reivindicar seus direitos e de cumprir com seus deveres sociais. Para tanto precisamos tomar consciência de que a população com quem vamos trabalhar não seja entendida somente como sujeitos de necessidades, mas também como sujeitos de possibilidades e capacidades que devem ser desenvolvidas.Tomar consciência ainda que de que toda nossa ação leve a atender demandas do local, mediante a participação dos usuários, em todas as suas manifestações ou setores e a desenvolver capacidades para maior autonomia dos mesmos. Que as virtudes como simplicidade, humildade, mansidão e zelo não sejam perdidas de vista. Para auxilio montamos um roteiro que pode ser seguido para ajudar no planejamento e realização da ação social. Esta ação deve ser desenvolvida a nível paroquial, com a união de todos os movimentos juvenis presentes na paróquia, atendendo as necessidades mais urgentes daquela região. METODOLOGIA Desejamos com este roteiro exemplificar e nortear a construção de projetos sociais em seis etapas, didaticamente apresentadas. Eles servirão como um fio condutor, permitindo aos grupos fazerem as devidas adaptações à realidade local. 1.

Convocação A primeira etapa é a “convocação”. Para a realização de um projeto, é necessário obtermos apoio tanto dentro da igreja (clero, coordenadores de movimentos e pastorais entre outros) como fora dela (vizinhança, ONGs, comércio e imprensa locais, associação do bairro, prefeitura, empresa e instituições de ensino). Convocar é convidar, chamar, informar, conquistar o interesse e o apoio, integrar e comprometer a comunidade em um só objetivo. Podemos convocar de diferentes formas: >> Convidando membros dos grupos, coordenadores de movimentos, clero, para fazerem parte da elaboração do projeto; >> Realizando seminários e palestras para esclarecer e divulgar o projeto; >> Indo de pastoral em pastoral, enviando e-mails ou até mesmo divulgando boca-a-boca, para que todos possam tomar conhecimento e

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participar das ações que serão desenvolvidas. 2. Diagnóstico Diagnosticar é identificar quais são as reais necessidades daquela pessoa, grupo ou organização social que receberá a ação social. É nesta etapa também que (re)conhecemos o perfil dos participantes, identificando qual será o tempo, trabalho e talento que os voluntários poderão dispor ao projeto, para que possamos considerá-lo posteriormente no plano de ação. A partir desta primeira análise será possível identificar quais serão as ações, os recursos necessários, o tempo previsto, as ferramentas e os meios para a implantação do projeto. Existem muitas maneiras de diagnosticar: >> Conversando com pastorais que já trabalham com o social na comunidade, como os vicentinos. >> Entrevistando pessoas da comunidade, das instituições locais que possam ajudar a traçar o perfil das necessidades locais; >> Fazendo e distribuindo questionários, com perguntas abertas ou fechadas para mapear as condições atuais; >> Conversando com moradores antigos, com a imprensa e lideranças locais, para pesquisar o histórico da comunidade. 3. Elaboração do Projeto Uma vez definido que iniciaremos uma ação social, quem irá participar e quais são as necessidades do grupo ou da comunidade, podemos planejar nossa ação. Existem muitas formas possíveis de se realizar um projeto e o grupo deve discutir e decidir como irá fazê-lo. Para tanto, é fundamental refletirmos sobre algumas questões norteadoras. Justificativa: Por que fazer? O que move o grupo a tomar esta iniciativa? Objetivo: O que fazer? Quais são os objetivos e metas a serem alcançados? Grupo de trabalho: quem está disposto a fazer parte? Público alvo: a quem se destina este projeto de voluntariado? Plano de ação: como fazer? Quais são as ações e fases necessárias? Cronograma: quando? Qual o tempo necessário e que será previamente reservado para cada fase? Recursos: Quanto é necessário para a realização do projeto – em recursos materiais, humanos e financeiros? Quais serão os parceiros envolvidos?

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Neste momento o grupo deve decidir em que área irá atuar: meio ambiente, educação, cultura, saúde, assistência social, lazer, defesa de direitos, cidadania.Também pode ter considerado diferentes públicos como crianças, jovens, idosos e comunidade. Vale ressaltar a importância de firmarmos parcerias, sejam elas com ONG's, Instituições de Ensino ou Assistência Social, Escolas Profissionalizantes e/ou patrocinadores e ainda de que este projeto deve ser colocado no papel.


4.

Ação Colocar em prática o planejamento, respeitando as fases, o cronograma e o envolvimento de todos, lembrando o dom dispensado de cada um no trabalho. A partir da análise, diagnóstico e planejamento das ações, os indivíduos envolvidos tornamse parte de um projeto que beneficiará toda uma comunidade, em pequenas ou grandes ações, com responsabilidade, criticidade, autonomia, favorecendo diretamente o desenvolvimento das inteligências interpessoais e intrapessoais, essenciais na formação de cidadãos conscientes. 5.

Registro A experiência pode ser divulgada, ampliada, analisada, revisada e reeditada se houver o registro das ações realizadas.A partir dele será formada uma base de dados comum de conhecimento, disponível para todos que necessitarem conhecer as etapas, os impactos, os resultados, as dificuldades e conquistas do projeto. O registro pode se dar de diferentes maneiras: Fazendo memórias das reuniões, relatórios, pautas; Arquivando banco de dados e pesquisas que serão feitas ao longo do projeto; Fotografando a comunidade atendida em atividade, buscando registrar o antes e o depois das ações, além de eventos, campanhas, os envolvidos, reuniões, etc. Filmando entrevistas, palestras e apresentações promovidas com o público atendido. Gravando reuniões, entrevistas ou depoimentos para que não seja perdida nenhuma informação, o que posteriormente pode até ser transcrito e arquivado. 6.

Avaliação Refletir é uma ação essencial que deve permear todas as etapas do projeto. Sempre que necessário o grupo deve trocar impressões, ideias, para ver se o resultado da ação corresponde ao esperado. É fundamental que o projeto seja constantemente avaliado por meio de uma reflexão conjunta sobre os seus resultados. Existem inúmeras formas de refletir em grupo, mas é importante considerar o diálogo como fundamental no processo. Dialogar envolve dizer, ouvir e refletir sobre o que foi dito e feito para reconstruir e ressignificar; estes movimentos de troca de impressões, avaliações constantes e reflexão mútua possibilitam a criação de uma nova visão.

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PRAZOS Março: Convocação, Diagnóstico e Elaboração do Projeto. Até 31/03/2012: Encaminhar projeto escrito ao Setor Juventude para publicação. Abril e Maio: Ação, Registro e avaliação (A ação pode se prolongar por quanto tempo o grupo achar necessário, uma vez que o objetivo é de resultados que causem algum impacto na comunidade) 02/06/2012: Apresentação dos resultados parciais ou finais.

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS Os resultados deverão ser apresentados no dia 02 de junho de 2012, em uma exposição que acontecerá na Praça Dom Emanuel, na cidade de Anápolis, a partir das 15 horas. O Setor Juventude oferecerá o espaço e os pontos de eletricidade.Todo o material de divulgação fica por conta do grupo. Interessante que sejam apresentadas fotos, estatísticas, produtos, se for o caso, da ação social, tudo que mostre o impacto na comunidade causado pela Ação Social.

‘‘Aquele que tem caridade no coração tem sempre alguma coisa para dar’’ 13

Santo Agostinho


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Encontros de Preparação Anexo I

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Itinerário da Cruz Jornada Mundial da Juventude Orientações para poder bem realizar os Encontros Celebrativos Leitura Orante A leitura orante da Bíblia é o coração da vida cristã, pois a vida cristã é alimentada pela Fé (escutar a palavra e colocá-la em prática), pela Esperança (anunciar a Palavra de Deus aos outros por palavras e testemunho) e a Caridade (amar os outros como Deus nos ama). “Entre as muitas formas de ler a Sagrada Escritura existe uma privilegiada à qual todos somos convidados: a Lectio Divina ou exercício de leitura orante da Sagrada Escritura, com seus cinco elementos: leitura, meditação, oração. contemplação e ação. Essa leitura,bem praticada, conduz ao encontro com Jesus-Mestre, ao conhecimento do mistério de JesusMessias, à comunhão com Jesus-Filho de Deus e ao testemunho de Jesus-Senhor do universo (cf. Documento de Aparecida, n. 249). Orientações litúrgicas 1. Nunca colocar os símbolos sobre o altar. 2. Os símbolos podem ser colocados num canto do presbitério. 3. Nas celebrações em preparação da JMJ Rio 2013 à chegada da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, colocar sempre em destaque: Bíblia, Cruz (sem o Cristo) e Nossa Senhora. 4. A mesa da Palavra deve ser bem preparada. Não usá-la para comunicações e avisos. 5. Os cantos devem ser de acordo com o tempo litúrgico. 6. Cruz e Ícone (já colocados no espaço adequado). 7. Sinal da Cruz quando cantado, que seja sem repetição.

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Primeiro Encontro Celebrativo O Anjo do Senhor anunciou a Maria Centralidade desse encontro: Tema: Virtude: Ícone: Gesto concreto: Texto Bíblico:

A Pessoa Anunciação Projeto de Vida Anunciação Rezar o terço na casa das famílias Lc 1,26-38

Ícone da Anunciação A. Introdução: Acolhida: Contextualização da leitura orante da Palavra de Deus. B. Leitura 1. Invocação do Espírito Santo /:Vem Espírito Santo, vem! Vem iluminar!:/ 2. Momento de silêncio 3. Proclamação do Evangelho no ambão (Momento para a escuta atenta da Palavra. Para isso, todos devem voltar o olhar para o ambão enquanto a Palavra é proclamada). LUCAS 1,26-38 26Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27a uma virgem prometida em

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casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo”. 29Ela perturbou-se com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo, então, disse: “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus. 31Conceberás e darás à luz um ! lho, e lhe porás o nome de Jesus. 32Ele será grande; será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. 33Ele reinará para sempre sobre a descendência de Jacó, e o seu reino não terá fim”. 34Maria, então, perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?” 35O anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. 36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, 37pois para Deus nada é impossível”. 38Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo retirou-se de junto dela. Palavra da Salvação. Assembleia: Glória a vós Senhor 4. Leitura silenciosa e individual do texto bíblico proclamado C. Meditação 1. Meditação pessoal: (Ler o texto explicativo do Ícone e comparar com o texto bíblico proclamado).

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Texto sobre o ícone: Conta-nos São Lucas que o anjo Gabriel foi enviado pelo Pai celeste a uma cidade de Nazaré, na Galileia. O anjo devia cumprir uma missão muito especial: procurar uma jovem (15-16 anos) chamada Maria e propor- lhe tornar-se a mãe do Messias, do Salvador do mundo, do Filho de Deus que iria fazer-se Homem. Não foi difícil o anjo encontrar Maria.Ao vê-lo, ela ficou perturbada. O anjo, porém, a acalmou e saudou, dizendo: “Alegra te, Maria, cheia de graça, o Senhor está contigo”. E depois o anjo lhe fez a proposta divina. Passada a perturbação, Maria inclinou a cabeça, respondendo;“Faça-se em mim segundo a tua palavra”. Nesse instante, por intervenção do Espírito Santo, ela se tornou a mãe do Filho de Deus que, ao se fazer Homem, recebeu o nome de “Jesus”, que significa:“Deus salva”! O evangelista São Lucas é chamado “evangelista da alegria”. Com a narração da Anunciação, ele convida o mundo inteiro a alegrar-se porque o Filho de Deus decidiu tornar-se um de nós a ! m de nos salvar. Não é sem motivo que o anjo saúda Maria, dizendo:“Alegra te!”. Por isso, a Anunciação a Maria é também a Anunciação do otimismo para o mundo: de fato, como ensina São João, “Deus enviou seu Filho ao mundo, não para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por Ele” (João 3,17). Por isso, o otimismo faz parte essencial do ser cristão. A alegria, o contentamento, a simpatia pela vida, tudo isso é puro Evangelho.Você pode imaginar a responsabilidade que Maria aceitou sobre seus ombros naquele momento: ainda jovem, ser convidada a tornar-se mãe do Salvador do mundo! Era para se assustar e tremer da cabeça


aos pés. Ela, porém, serenamente e alegremente aceitou sua missão e a cumpriu até o fim. Seja otimista! Os pessimistas, os derrotados, só tornam o mundo ainda mais escuro. Como diz um provérbio: “É melhor acender um fósforo do que amaldiçoar a escuridão”. Acenda a luz de seu coração. 2. Partilha (após cada 3 partilhas cantar um refrão). O Senhor fez em mim maravilhas, santo, santo, santo é seu nome! D. Oração 1. Preces espontâneas 2. (Após cada prece responder cantando refrão) Firmes na fé, no teu amor, te pedimos, Senhor! E. Contemplação: olhar a realidade da comunidade com os olhos de Deus 1.Voltar os olhos para a Cruz ou para o Ícone de Nossa Senhora 2. Cantar refrãos meditativos. F. Ação 1. O coordenador motiva a comunidade ao gesto concreto a partir da leitura orante. (Esse gesto concreto pode ser realizado no dia seguinte). G. Conclusão 1. Pai Nosso,... 2.Ave Maria,... 3. Oração de Bênção: Confirmai, ó Deus, os corações dos vossos filhos e filhas, e fortalecei-os com vossa graça, para que sejam fiéis na oração e sinceros no amor fraterno. Por Cristo, nosso Senhor. (Missal pag. 534, n. 23)

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Segundo Encontro Celebrativo Nascimento de Jesus Centralidade: Tema: Virtude: Ícone: Gesto da mística: Texto bíblico:

Sociedade Nascimento de Jesus Cuidado com o outro Manjedoura Visitar os doentes Lc 2,1-7

Ícone da Manjedoura Introdução Acolhida: Contextualização da leitura orante da Palavra de Deus. A. Sequência 1. Invocação do Espírito Santo /:Vem Espírito santo, vem.Vem iluminar!:/ 2. Momento de silêncio 3. Proclamação do Evangelho no ambão (Momento para a escuta atenta da Palavra. Para isso, todos devem voltar o olhar para o ambão enquanto a Palavra é proclamada).

LUCAS 2,1-7 1

Naqueles dias, saiu um decreto do imperador Augusto mandando fazer o

19 recenseamento de toda a terra 2 o primeiro recenseamento, feito quando Quirino era


governador da Síria. 3Todos iam registrar-se, cada um na sua cidade. 4Também José, que era da família e da descendência de Davi, subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, à cidade de Davi, chama da Belém, na Judéia, 5para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. 6Quando estavam ali, chegou o tempo do parto. 7Ela deu à luz o seu ! lho primogênito, envolveu-o em faixas e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.

Assembleia: Glória a vós Senhor 4. Leitura silenciosa e individual do texto bíblico proclamado B. Meditação 1. Meditação pessoal: (ler o texto explicativo do Ícone e comparar com o texto bíblico proclamado) TEXTO EXPLICATIVO: O maior e mais admirável acontecimento do nosso mundo foi a entrada do Filho de Deus em nossa história: ele se fez Homem em tudo igual a nós (menos no pecado) nascendo da Virgem Maria. É isso que celebramos no Natal de cada ano. Como São Paulo lembra, Ele não teve receio de deixar a glória celeste para revestir-se da pobreza e da fraqueza da nossa carne. Fazendo-se nosso irmão, Ele nos ensina que somos todos irmãos e irmãs. Por isso, meditar sobre o NASCIMENTO do Filho de Deus deve ensinar-nos a sermos mais acolhedores do próprio Jesus e dos nossos irmãos e irmãs, particularmente dos mais pobres e marginalizados, como Ele fez. 2. Partilha (após cada 3 partilhas cantar um refrão ligado àquele Ícone). Con! emo-nos ao Senhor, Ele é justo e tão bondoso. Con! emo nos ao Senhor,Aleluia! C. Oração 1. Preces espontâneas 2. (Após cada prece responder cantando um refrão) Firmes na fé, no teu amor, te pedimos, Senhor! D. Contemplação: olhar a realidade da comunidade com os olhos de Deus 1.Voltar os olhos para o Ícone da Cruz e ou de Nossa Senhora (Em todas as celebrações terão os ícones da cruz e de Nossa Senhora no presbitério). 2. Cantar refrãos meditativos ligados ao texto.

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E.Ação 1. O coordenador motiva a comunidade ao gesto concreto a partir da leitura orante. (Esse gesto concreto pode ser realizado no dia seguinte). F. Conclusão: 1. Pai Nosso,... 2.Ave Maria,... 3. Oração de Bênção: Confirmai, ó Deus, os corações dos vossos filhos e filhas, e fortalecei-os com vossa graça, para que sejam fiéis na oração e sinceros no amor fraterno. Por Cristo, nosso Senhor. (Missal p. 534, n. 23)

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Terceiro Encontro Celebrativo Jesus é pregado na cruz e morte Centralidade: Tema: Virtude: Ícone: Gesto da mística: Texto bíblico:

Pessoa Paixão de Jesus Renúncia e Ascese Cruz Visitar os presos e famílias que perderam jovens na violência Jo 19,28-42

Paixão De Jesus A. Introdução Acolhida: Contextualização da leitura orante da Palavra de Deus. B. Sequência 1. Invocação do Espírito Santo /:Vem Espírito Santo, vem.Vem iluminar!:/ 2. Momento de silêncio 3. Proclamação do Evangelho no ambão (Momento para a escuta atenta da Palavra. Para isso, todos devem voltar o olhar para o ambão enquanto a Palavra é proclamada).

JOÃO 19,28-42 28Depois disso, sabendo Jesus que tudo estava consumado, e para que se cum prisse a Escritura até o ! m, disse:“Tenho sede”! 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre.Amar raram num ramo de hissopo uma esponja embebida de vinagre e a levaram à sua boca. 30Ele tomou o vinagre e disse:“Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou

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o espírito. 31Era o dia de preparação do sábado, e este seria solene. Para que os corpos não ! cassem na cruz no sábado, os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos cruci! cados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas, primeiro a um dos cruci! cados com ele e depois ao outro. 33Chegando a Jesus, viram que estava morto. Por isso, não lhe quebraram as pernas, 34mas um soldado golpeoulhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. (35 Aquele que viu dá testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que vós, também, acrediteis.) 36Isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 37E um outro texto da Escritura diz:“Olharão para aquele que traspassaram”. 38Depois disso, José de Arimatéia pediu a Pilatos para retirar o corpo de Jesus; ele era discípulo de Jesus às escondidas, por medo dos judeus. Pilatos o permitiu. José veio e retirou o corpo. 39Veio também Nicodemos, aquele que anteriormente tinha ido a Jesus de noite; ele trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e de aloés. 40Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram, com os perfumes, em faixas de linho, do modo como os judeus costumam sepultar. 41No lugar onde Jesus foi cruci! cado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ninguém tinha sido ainda sepultado. 42Por ser dia de preparação para os judeus, e como o túmulo estava perto, foi lá que eles colocaram Jesus. Palavra da Salvação. Assembleia: Glória a vós Senhor 4. Leitura silenciosa e individual do texto bíblico proclamado C. Meditação 1. Meditação pessoal: (ler o texto explicativo do Ícone e comparar com o texto bíblico proclamado)

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TEXTO EXPLICATIVO Que o Filho de Deus se faça Homem é um acontecimento extraordinariamente fora do comum. Porém, que os homens o crucifiquem é alguma coisa espantosa: foi a tentativa de matar o próprio Deus! A leitura da paixão de Jesus nos Evangelhos nos transmite um pouco do horror da crucificação. Transmite-nos também um pouco do sofrimento terrível que Jesus suportou longamente. Sim, porque não se tratou de alguns momentos, foram longas e longas horas: pelo menos desde o início da noite de quinta-feira até à tarde de sexta-feira. Os Evangelhos, mesmo relatando o sofrimento e a morte de Jesus, são sóbrios. Pergunte, porém, aos médicos que lhe descrevam todos os tipos de sofrimento que Jesus padeceu desde o momento de sua agonia no Horto das Oliveiras até o último respiro na cruz... É assustador ler os relatos desses sofrimentos feitos por médicos que descrevem minuto por minuto toda a dor que levou Jesus à morte. Um mar de dor e de sofrimentos! Por que o Filho de Deus teve que sofrer desse modo? Por si não era necessário. Teria sido su! ciente um ato de amor pelo mundo, e o mundo já estaria salvo. Ele, porém, quis demonstrar o máximo do seu amor por nós. Entregou sua vida de forma violenta e atormentada, derramou todo o seu sangue, permitiu que lhe abrissem o coração depois de morto unicamente para mostrar a nós quanto Ele nos ama. Seu amor, entretanto, foi também


a forma de compensar a nossa falta de amor para com o Pai e para com nossos irmãos e irmãs. Quanto mais os homens pecaram, tanto mais Jesus nos amou. Ele entregou por amor a sua vida, quando poderia ter vivido regaladamente, dado que tudo tinha nas mãos. Este foi o “jejum” praticado por Jesus. O jejum em si não é uma virtude, é um meio para fortalecer nossa alma e até mesmo nosso corpo, um meio para sujeitar todo o nosso ser ao caminho do bem, ao caminho de Jesus. O caminho de Jesus fatalmente conduz ao calvário. Ele mesmo disse: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-me” (Lucas 9,23). Este é o “jejum” que Jesus espera de nós: dar a vida pelos irmãos. 2. Partilha (após cada 3 partilhas cantar um refrão ligado aquele Ícone). Con! emo-nos ao Senhor, Ele é justo e tão bondoso. Con! emo nos ao Senhor, aleluia! D. Oração 1. Preces espontâneas. 2. (Após cada prece responder cantando o refrão) Firmes na fé, no teu amor, te pedimos, Senhor! E. Contemplação: olhar a realidade da comunidade com os olhos de Deus 1.Voltar os olhos para o Ícone da Cruz ou de Nossa Senhora. 2. Cantar refrãos meditativos ligados ao texto. F.Ação O coordenador motiva a comunidade ao gesto concreto a partir da leitura orante. (Esse gesto concreto pode ser realizado no dia seguinte). G. CONCLUSÃO: 1. Pai Nosso. 2.Ave Maria. 3. Oração de Bênção: Confirmai, ó Deus, os corações dos vossos filhos e filhas, e fortalecei-os com vossa graça, para que sejam fiéis na oração e sinceros no amor fraterno. Por Cristo, nosso Senhor. (Missal p. 534, n. 23)

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Quarto Encontro Celebrativo Ressurreição de Jesus Centralidade: Pessoa Tema: Ressurreição Virtude: Otimismo e Alegria Ícone: Círio Pascal Gesto da mística: Campanha de solidariedade para com os que passam necessidades. Texto bíblico: Lc 24,1-12

Ressurreição De Jesus A. Introdução Acolhida: Contextualização da leitura orante da Palavra de Deus. B. Sequência 1. Invocação do Espírito Santo /:Vem Espírito Santo, vem.Vem iluminar!:/ 2. Momento de silêncio 3. Proclamação do Evangelho no ambão (Momento para a escuta atenta da Palavra. Para isso, todos devem voltar o olhar para o ambão enquanto a Palavra é proclamada).

LUCAS 24,1-12

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No primeiro dia da semana, bem de madrugada, as mulheres foram ao túmulo, levando os

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perfumes que tinham preparado. 2Encontraram a pedra do túmulo removida, 3mas, ao entrarem, não encontraram o corpo do Senhor Jesus 4e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens com vestes resplandecentes pararam perto delas. 5Tomadas de medo, elas olhavam para o chão. Eles, porém, disseram-lhes:“Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? 6Não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: 7'É necessário o Filho do Homem ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e, no terceiro dia, ressuscitar'. 8Então as mulheres se lembraram das palavras de Jesus. 9Voltando do túmulo, anunciaram tudo isso aos Onze e a todos os outros. 10Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas contaram essas coisas aos apóstolos, 11mas estes acharam tudo isso um delírio e não acreditaram. 12Pedro, no entanto, levantou-se e correu ao túmulo. Olhou para dentro e viu apenas os lençóis. Então voltou para casa, admirado com o que havia acontecido. Palavra da Salvação. Assembleia: Glória a vós Senhor 4. Leitura silenciosa e individual do texto bíblico proclamado C. Meditação 1. Meditação pessoal: (ler o texto explicativo do Ícone e comparar com o texto bíblico proclamado) TEXTO EXPLICATIVO Depois do sofrimento e da morte, a ressurreição. Foi o prêmio da vitória sobre o pecado e o diabo, pois a morte é fruto de ambos. O Pai acolheu o amor redentor do seu Filho crucificado e o ressuscitou, tornou-o cheio do Espírito Santo, de tal modo que Jesus ressuscitado irradia até hoje por toda parte: vida, vitória, alegria, esperança, paz. O acontecimento da morte e da ressurreição foi a Páscoa do Senhor. Páscoa significa “passagem”. Jesus passou da morte para a vida, da carne para o espírito, do mundo para o Pai. Ressuscitado, Ele está sempre conosco, como nos prometeu, e está em todo lugar, pois as barreiras da matéria não lhe impedem nenhum movimento. Jesus ressuscitado é fonte de alegria, daquela alegria messiânica que o anjo Gabriel anunciou a Maria, mãe de Jesus, no momento da Anunciação. Agora a alegria se tornou plena, se tornou completa. Jesus ressuscitado é também fonte de vida: morrendo, morreu com ele a nossa própria morte e, assim, Ele nos garante a nossa futura ressurreição: pode haver alegria maior? Jesus ressuscitado é igualmente fonte de esperança para o mundo: apesar de todos os problemas, de todos os fracassos, de todos os pecados dos seres humanos, o nosso mundo também, à semelhança do Ressuscitado, um dia será transformado e serão criados novos céus e nova terra, como nos promete a Escritura. Quando Jesus saiu vitorioso do sepulcro derrotou as trevas, o medo, a covardia, e fez explodir de alegria o céu inteiro: Aleluia! É o “aleluia pascal”, que nós cantamos com tanta frequência, que traduz a alegria do mundo, a alegria da Igreja, a alegria dos discípulos e discípulas de Jesus. Dom Bosco orientava seus meninos e jovens a viverem “sempre alegres”, a “servirem a Deus com

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alegria”. Experimente viver assim. Não confunda, porém, alegria com divertimentos mundanos, nem com prazer.A alegria é alguma coisa simples, suave, tranquila, santa, que brota do fundo do coração dos que amam a Jesus e aos irmãos e irmãs de Jesus Viver sempre alegres e em ação de graças por tudo o que Jesus fez por nós é a típica “alegria pascal”. 2. Partilha (após cada 3 partilhas cantar o refrão:) Banhados em Cristo somos uma nova criatura. As coisas antigas já se passaram, somos nascidos de novo. /:Aleluia, aleluia, aleluia!:/ D. Oração 1. Preces espontâneas 2. (Após cada prece responder cantando um refrão) Firmes na fé, no teu amor, te pedimos, Senhor! E. Contemplação: olhar a realidade da comunidade com os olhos de Deus 1.Voltar os olhos para o Ícone da Cruz ou de Nossa Senhora 2. Cantar refrãos meditativos ligados ao texto. F.Ação: 1. O coordenador motiva a comunidade ao gesto concreto a partir da leitura orante. (Esse gesto concreto pode ser realizado no dia seguinte). G. CONCLUSÃO: 1. Pai Nosso. 2.Ave Maria. 3. Oração de Bênção: Confirmai, ó Deus, os corações dos vossos filhos e filhas, e fortalecei-os com vossa graça, para que sejam fiéis na oração e sinceros no amor fraterno. Por Cristo, nosso Senhor. (Missal p. 534, n. 23)

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Quinto Encontro Celebrativo Santíssima Trindade Centralidade: Tema: Virtude: Ícone: Gesto da mística: Texto bíblico:

Comunidade Trindade Unidade: comunidade, Igreja e Maria Cruz trinitária Missões Populares no final de semana Jo 10,25-30

Ícone da Trindade A. Introdução Acolhida: Contextualização da leitura orante da Palavra de Deus. B. Sequência 1. Invocação do Espírito Santo /:Vem Espírito Santo, vem.Vem iluminar!:/ 2. Momento de silêncio 3. Proclamação do Evangelho no ambão (Momento para a escuta atenta da Palavra. Para isso, todos devem voltar o olhar para o ambão enquanto a Palavra é proclamada).

JOÃO 10,25-30 Jesus respondeu:“Eu já vos disse, mas vós não acreditais.As obras que eu faço em nome do meu Pai dão tes temunho de mim. 26Vós, porém, não acre ditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu lhes dou a vida eterna. Por isso, elas nunca se perderão e ninguém vai rrancá-las da minha mão. 25

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29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior do que todos, e ninguém pode arrancá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”.

Palavra da Salvação.

Assembleia: Glória a vós Senhor 4. Leitura silenciosa e individual do texto bíblico proclamado C. Meditação 1. Meditação pessoal: (ler o texto explicativo do Ícone e comparar com o texto bíblico proclamado) TEXTO EXPLICATIVO Um só é o nosso Deus, mas em três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo. Quem o pode compreender, só podemos “crer”. Nós o cremos porque Jesus assim nos ensinou e Jesus, Filho de Deus, não pode nos enganar. Cremos, sem compreender plenamente. Aliás, está nisso o valor da nossa fé. Jesus disse ao apóstolo Tomé:“Tomé, creste porque viste. Felizes os que creem sem ter visto” (João 20,29).Assim, a primeira atitude que devemos ter diante do mistério da Santíssima Trindade é a atitude da fé. Em seguida, precisamos tirar uma outra lição para a nossa vida: as três pessoas divinas são distintas entre si, mas vivem na mais perfeita comunhão do amor, a ponto de serem um único Deus. É dessa comunhão divina que também nós participamos por sermos comunidade de Jesus, Igreja de Deus. De fato, a Igreja é a comunidade que deriva da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Pelo batismo, entramos a fazer parte da mesma comunhão da Santíssima Trindade, sem falar que a Santíssima Trindade vem habitar em nosso coração. Daqui se conclui que nós somos realmente “igreja” na medida em que mantemos a comunhão com Deus e com nossos irmãos e irmãs. Onde se rompe a unidade, onde se rompe a comunhão, rompe-se também a Igreja. A unidade, a comunhão é a virtude mais preciosa que devemos viver neste mundo, conforme o mandamento que Jesus nos deixou na última ceia: “Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei” (João 13,34). Essa é também a razão pela qual, no céu, não haverá mais necessidade de fé nem de esperança, porque só o amor reinará para sempre, porque “Deus é amor” (1João 4,16). Maria é o modelo do discípulo e da discípula de Jesus: Ela foi mulher de fé, modelo de comunhão e de serviço fraterno. Ela nos ensina o Evangelho. 2. Partilha (após cada 3 partilhas cantar um refrão ligado à aquele Ícone). Vitória, tu reinarás. Ó cruz, tu nos salvarás! D. Oração 1. Preces espontâneas 2. (Após cada prece responder cantando o refrão:) Firmes na fé, no teu amor, te pedimos, Senhor!

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E. Contemplação: olhar a realidade da comunidade com os olhos de Deus 1.Voltar os olhos para o Ícone da Cruz ou de Nossa Senhora 2. Cantar refrãos meditativos ligados ao texto. F.Ação 1. O coordenador motiva a comunidade ao gesto concreto a partir da leitura orante. (Esse gesto concreto pode ser realizado no dia seguinte). G. Conclusão 1. Pai Nosso. 2.Ave Maria. 3. Oração de Bênção: Confirmai, ó Deus, os corações dos vossos filhos e filhas, e fortalecei-os com vossa graça, para que sejam fiéis na oração e sinceros no amor fraterno. Por Cristo, nosso Senhor. (Missal p. 534, n. 23)

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Programação do BOTE FÉ Anexo II 30/05/2012 // BOTE FÉ PARTE I - Visita da Cruz Peregrina

Horário

Atividade

09h

Carreata, partindo da entrada da cidade até a Catedral do Bom Jesus, com cruz no carro de bombeiros.

12h

Missa e celebração de acolhida.

14h 20h

Ir onde o povo esta. Passagem da cruz por hospitais, presídio, presídio de menores, invasão, instituições de apoio a dependentes. Vigília de 12 horas. Cada hora será dirigida por um movimento ou pastoral.

Local Cidade de Anápolis Catedral do Bom Jesus Diocese de Anápolis Catedral do Bom Jesus

31/05/2012 // BOTE FÉ PARTE II - Visita da Cruz Peregrina

Horário

Atividade

12h 15h

Momento da Misericórdia e Veneração.

Praça Santana

18:30h

Meditação da Via Sacra

Praça Santana

19:30h

Missa e celebração de envio.

Matriz Santana

08:30h

JDJ

02/06/2012 // BOTE FÉ

ANÁPOLIS

2012

‘‘Alegrai-vos no Senhor

’’

PARTE III - Jornada Diocesana da Juventude

Horário

15h 18h 20h 20:30h

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Local

Momento com estudantes para veneração da cruz. Incentivada por Praça do Ancião apresentações artísticas, orações, vídeos, testemunhos, etc. Vôo por toda a diocese. A cruz sobrevoará as paróquias do interior. Diocese de Anápolis Benção dada de cima do helicóptero.

Atividade

Local

Exposição em stands dos trabalhos realizados na ação social, Praça realizada pelos movimentos dentro da região paroquial. Divisão dos Dom Emanuel jovens que solicitaram estadia, para as casas famílias Anapolinas. Praça Adoração e confissão, com santíssimo exposto. Dom Emanuel Ruas de Procissão com o Santíssimo exposto, até o Parque Ipiranga, com Anápolis participação das congregações. Lual

Parque Ipiranga


JDJ

03/06/2012 // BOTE FÉ

ANÁPOLIS

2012

‘‘Alegrai-vos no Senhor

’’

PARTE IV - Jornada Diocesana da Juventude Local: Colégio São Francisco de Assis.

Horário

Atividade

07:30h

Abertura dos Portões. Recolhimento de fichas e cadastro de novas fichas.

08:30h

Início com a Benção Eucarística

09:10h

Louvor e convite para o primeiro bloco de atividades

09:30h

Bloco de Atividades I

11:30h

Almoço

13h

Louvor e convite para o segundo bloco de atividades

13:30h

Bloco de Atividades II

15:30h

Show com o Ministério Nova Aliança, condução de Louvor e Adoração

16:30h

Missa, presidida pelo Bispo

18h 18:30h 20h

DJ Show Banda Principal Encerramento

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Setor Juventude Diocesano Anexo III

www.setorjuventudeanapolis.com.br www.facebook.com/SJAnapolis @SetorAnapolis setor.juventude.anps@gmail.com coordenacao@setorjuventudeanapolis.com.br cruzperegrina@setorjuventudeanapolis.com.br espiritualidade@setorjuventudeanapolis.com.br comunicacao@setorjuventudeanapolis.com.br plubicidade@setorjuventudeanapolis.com.br jornalismo@setorjuventudeanapolis.com.br contato@setorjuventudeanapolis.com.br executivo@setorjuventudeanapolis.com.br setor@setorjuventudeanapolis.com.br

Pe. William Delfino Santana Diretor Espiritual contato@setorjuventudeanapolis.com.br willanakin@hotmail.com

Renato Souza Coordenação Geral coordenacao@setorjuventudeanapolis.com.br reltbg_psico@hotmail.com (62) 8427.3086 Roberta Barbosa Coordenação Geral coordenacao@setorjuventudeanapolis.com.br robbta@hotmail.com (62) 9177.3349 João Paulo Pericoli Secretaria Geral setor@setorjuventudeanapolis.com.br jppericoli@hotmail.com (62) 9100.6733

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Mariana Rocha Secretaria Geral setor@setorjuventudeanapolis.com.br rocha_mary@hotmail.com (62) 9626.8247 Luciene Barreto Secretaria Executiva executivo@setorjuventudeanapolis.com.br lupbarreto@gmail.com (62) 8429.5224 João Paulo Monteiro Coordenação de Ligação com Cidades do Interior contato@setorjuventudeanapolis.com.br joaopaulomonteiroadm@hotmail.com (62) 9222.9493 Guilherme Augusto Barbosa Coordenação de Comunicação comunicacao@setorjuventudeanapolis.com.br k2xpikiterine@hotmail.com (62) 9698.1872 Ana Carolina Fonseca Coordenação de Espiritualidade espiritualidade@setorjuventudeanapolis.com.br niinaa_a@hotmail.com (62) 9176.0884 Laís Carneiro Coordenação de Peregrinação da Cruz Diocesana cruzperegrina@setorjuventudeanapolis.com.br llaisinha_lcs@hotmail.com (62) 9239.0653 Rogério Bomfim de Freitas Novas Comunidades contato@setorjuventudeanapolis.com.br rogerccna@hotmail.com (62) 9344.6015

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Como surgiu a JMJ? Curiosidade Iniciemos pelas palavras do nosso Pontífice Bento XVI que expressam o verdadeiro desafio que a Igreja é chamada a enfrentar hoje e também no futuro: “a evangelização”. Somos chamados a pensar:“Como anunciar hoje o Evangelho? Como pode a fé, enquanto força viva e vital, tornar-se realidade hoje? E como o contexto das Jornadas Mundiais da Juventude contribui para o anúncio do Evangelho de Cristo?” A Jornada Mundial da Juventude nasceu em 1985, como resposta do papa João Paulo II a uma iniciativa dos jovens. Esta Jornada é realizada em intervalos de 2 ou 3 anos, sendo uma cidade escolhida para celebrar a grande Jornada, na qual participam centenas de milhares de pessoas do mundo inteiro. Nos anos intermediários, as JMJs são vividas localmente, no Domingo de Ramos, por algumas dioceses ao redor do mundo. “O principal objetivo das Jornadas é fazer a pessoa de Jesus o centro da fé e da vida de cada jovem para que Ele possa ser seu ponto de referência constante e também a inspiração para cada iniciativa e compromisso para a educação das novas gerações.”² A Jornada Mundial da Juventude é conhecida como “a semana de eventos da Igreja Católica para os jovens e com os jovens. Ela reúne milhares de jovens do mundo todo para celebrar e aprender sobre a fé católica e para construir pontes de amizade e esperança entre continentes, povos e culturas”. Contudo, a Jornada é um evento muito maior do que aparenta ser. Não se trata, portanto, de um evento de apenas alguns dias.Trata-se de um momento de animação da ação evangelizadora junto à juventude, porém, não é o único projeto, pois essa ação não se restringe às Jornadas. A Jornada Mundial em nosso país deverá ser “O” instrumento que fortalece os projetos já existentes e impulsiona para a criação de novos. É preciso entender que desde o anúncio da data e do local da JMJ já estamos diretamente envolvidos nas ações desse evento de Evangelização. “A JMJ é um verdadeiro kairós! Aproveitemos para intensificar a unidade das diversas expressões juvenis – Setor Diocesano da Juventude – e dinamizemos, o quanto possível, os 3 eixos. A força transformadora da Cruz de Cristo e a ternura de Sua Mãe, que jamais nos abandona, sejam intensamente sentidas em suas Dioceses”. Dom Eduardo Pinheiro

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Informações Utilidades Saiba tudo sobre a Juventude Católica Brasileira e a JMJ através do Jovens Conectados. O departamento de comunicação oficial do Setor Juventude Nacional da CNBB. www.jovensconectados.org TV Canção Nova quartas-feiras às 18h53 A JMJ Rio 2013 está com data marcada! Será de 23 a 28 de julho de 2013! Organize-se desde já e leve o máximo de pessoas contigo para vivenciar essa experiência única de Fé. 23 a 28 de julho de 2013 www.rio2013.com Acompanhe também pela internet os Bote Fé que estão acontecendo pelo Brasil! Fortaleza Teresina São Luís Palmas Brasília Anápolis Campo Grande Cuiabá Porto Velho Rio Branco Manaus Belém Santa Maria (RS) Florianópolis Curitiba Vitória Aparecida (SP) Niterói (RJ)

3 de março 17 de março 28 de abril 6 de maio 12 de maio 30 de maio à 03 de junho 23 de junho 8 de julho i8 de agosto 25 de agosto 22 de setembro 20 de outubro 10 de novembro 12 de janeiro de 2013 23 de fevereiro de 2013 2 de março de 2013 20 e 21 de abril de 2013 19 de maio

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Subsídio // Bote Fé Anápolis  

Subsídio de preparação da visita da Cruz Peregrina da JMJ à Diocese de Anápolis.

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