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setembro/outubro 2014 • Revista Cadê o Síndico

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CARTA DO EDITOR

Carla Brayner

SUMÁRIO

Editora

C

hegamos na edição 50. E temos muito o que agradecer à todos que contribuíram

VALORES DE REFERÊNCIA Índices com novos valores homologados...................................................

6

para esta conquista. Quere­

mos dizer muito obrigada aos parceiros comerciais que mantêm a revista em fun­ cionamento, aos colunistas, que mesmo

PERFIL Síndico Geilton Galvão........................................................................................

7

tendo suas atividades diárias, se preo­ cupam em enviar um texto inteligente e enriquecedor, às fontes de informação que sempre se mostram dispostas para partici­

ASSEMBLEIA

10

Sorteio de vagas de garagem......................................................................

par e contribuir com dados relevantes e interessantes, e por fim, à todos que um dia fizeram e os que fazem parte desta equipe, e a deixam cada dia mais sólida e completa.

PISCINA

14

Como evitar acidentes com dispositivos de sucção...........................

E para esta edição especial, vamos tratar na matéria de capa sobre o uso de tecnologias em condomínios. Atualmente, é possível reduzir números significativos

MANUTENÇÃO

16

Subestações elétricas......................................................................................

de consumo de energia elétrica, ou de água, com sistemas inteligentes. Sem falar da segurança, que fica muito mais eficaz, com a ajuda de soluções e equipamentos.

CONVIVÊNCIA Conflitos em condomínios..........................................................................

25

E não deixe de ler o perfil do síndico. Contamos a história do Sr. Geilton Galvão, um homem engajado no que faz, que pro­ porciona redução significativa nos gastos

SEGURANÇA Furtos e roubos................................................................................................

dos condomínios, ou nos custos na hora de realizar uma contratação. Boa leitura!

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Revista Cadê o Síndico • setembro/outubro 2014

CLASSIFICADOS.................................

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SET/OUT 2014 • EDIÇÃO 50 COLUNAS

DÚVIDAS JURÍDICAS Drª Kátia Gerlin Comarella responde

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AUDITORIA CONTÁBIL Evitando multas e autuações f iscais

12

SR. SÍNDICO Multa aos condôminos antissociais

18

DIA A DIA DO SÍNDICO A fração ideal e a taxa de condomínio

24

ELEVADORES Critérios na contratação de empresa de manutenção

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DIREITO IMOBILIÁRIO Comentários à destituição do síndico

28

DESIGN DE INTERIORES Decoração de apartamentos pequenos

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CAPA

A tecnologia a favor do conforto, segurança e economia

EXPEDIENTE Editora Responsável e textos Carla Brayner (DRT 3843-BA)

Gerência Executiva Antônio Castro Gerência Comercial Lucas Castro

Projeto Gráfico e Editoração Adrien Tournillon arte@cadeosindico.com.br

Comercial Gardênia Burgos Vera Lucia Barbosa Gerência de Marketing Rafael Castro

Colunista Nelson Uzeda

Cadê o Síndico é uma revista de publicação bimestral da Editora União Salvador Ltda. Periodicidade - Bimestral Tiragem - 8.000 exemplares (24.000 leitores em média) Rua Portugal, 17, Edf. Regente Feijó - sala 511- CEP: 40015-000 Comércio - Salvador/BA - Tel.: (71) 3242-1084 / 3491-0710 revista@cadeosindico.com.br

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VALORES DE REFERÊNCIA

01 – CONTRIBUIÇÃO DO INSS

04 – REGISTRO DE CONDOMÍNIO

Tabela a ser aplicada, para recolhimento a partir de 01.01.2011. SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS

Até R$ 1.317,07

8%

De R$ 1.317,08 até R$ 2.195,12

9%

De R$ 2.195,13 até R$ 4.390,24

11%

TETO MÁXIMO, CONTRIBUIÇÃO

R$ 482,92

Pagamento até o dia 20 do mês subseqüente ao de competência. Não havendo expediente bancário antecipa para o 1º dia útil anterior.

02 – GRPS (INSS) 20% sobre a folha, como parcela do condomínio. 2% sobre a folha, como contribuição de acidente de trabalho.

Passos necessários na regularização do condomínio 1. Registro do condomínio no cartório de imóveis, juntamente com a convenção. 2. Elaboração da convenção, com assinatura de proprietários de no mínimo 2/3 das frações ideais do condomínio. 3. Inscrição das escrituras definitivas das unidades no Cartório de Registro de Imóveis. 4. Expedição do habite-se (pela construtora/ incorporadora). 5. Solicitar o desmembramento do IPTU por unidade. 6. Convocação da primeira assembleia para eleição de síndico e conselho consultivo. 7. Inscrição do condomínio no CNPJ, que torna automática a inscrição no INSS (esta é necessária para o condomínio ser empregador). OBS: CNPJ: É o cadastro de pessoa jurídica. O condomínio precisa desse registro porque, apesar de não pagar imposto de renda (associação sem fins lucrativos), vai reter imposto de renda dos funcionários na fonte.

4,5% sobre a folha, como contribuição de terceiros (SESC, SENAI, etc...) Salário Família: Até R$ 682,50 = R$ 35,00. De R$ 682,51 a R$ 1.025,81 = R$ 24,60.

05 – PISO SALARIAL

(VÁLIDO ATÉ 31.12.2014)

Data base: janeiro de cada ano

03 - OBRIGAÇÕES Admissão/Demissão (CAGED) – Comunicar ao Ministério do Trabalho, até o dia 05 do mês subsequente. Recolhimento do INSS, até o dia 20 do mês subsequente. Recolhimento do FGTS, 8% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 7 do mês seguinte. Recolhimento do Pis, 1% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 24 do mês subsequente. Recolhimento do ISS, (Sobre serviços prestados) pagamento no dia 5 do mês subsequente.

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Administrador........................................... R$ 895,00 Supervisor................................................. R$ 895,00 Zelador, porteiro, piscineiro, jardineiro, folguista, vigia, ascensorista................... R$ 840,00 Garagista, faxineiro, manobrista, mensageiro, auxiliar de serviços gerais, demais trabalhadores em serviços gerais.......................................................... R$ 788,00 ADICIONAL NOTURNO: 25% HORAS EXTRAS: 100% VALE ALIMENTAÇÃO: COND. RESIDENCIAL....R$ 205,00 COND. COMERCIAL...... R$ 215,00

Valores homologados

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PERFIL

Reduzindo custos

Galvão garante economias visando valorizar o patrimônio dos condôminos

Por Carla Brayner

P

gastar R$28.000,00, e consegui gastar R$ 23.500,00. Orientamos

rodutor rural, com experiência em empresa

cada morador a instalar

multinacional é síndico pela 7ª vez do

seu filtro, e hoje temos

Edifício Diana. O senhor Geilton Galvão tem

uma água totalmente

habilidades comprovadas que é possível

potável”, informou Galvão

realizar uma gestão com foco na redução de custos, sem

que atingiu economia de

abdicar da qualidade.

40% na conta mensal de

Aliás, corte de gastos é sua característica marcante, que foi evidenciada em sua primeira experiência como

água do condomínio. Depois, surgiu a neces­

Galvão: busca de soluções para otimizar receitas

síndico, há mais de 20 anos no edifício Pedra dos Barris.

sidade de modernizar os

“Eu tive que retirar um revestimento de piso derivado do

elevadores, foi criado uma

petróleo e altamente inflamável. Na época consegui nego­

comissão de obras, que cotou com seis empresas do ramo

ciar diretamente com a fábrica, que fechou uma carreta e

para executar a reforma, e implantar um sistema inteli­

enviou o novo revestimento. Com isso, eu reduzi os custos

gente e digital.

em 30%, e através desta economia foi pago quase toda a mão de obra deste empreendimento”, disse Galvão.

E não para por aí, está sendo construída uma nova guarita, atendendo as recomendações atuais de segu­ rança. “Identificamos e negociamos diretamente com os

Gestão no Edifício Diana nos últimos quatro anos

fabricantes, que gerou redução substancial de custos no investimento”, disse Galvão.

Depois de sucessivas reclamações sobre a empresa

“O sucesso para administrar o condomínio é a hones­

fornecedora de gás, com aumentos sem justificativas,

tidade, dedicação, gostar do que faz, é exercer uma gestão

Sr. Galvão encontrou uma concorrente que fechou um

ativa que vá em busca de soluções para otimizar a receita,

contrato com uma diferença de um real por quilo de

reduzir as despesas e promover ações que tornem a vida

gás, o que gerou uma economia de cerca de 25% nos

em comunidade mais confortável, prazerosa e fraterna.”

gastos mensais.

disse Galvão, que após ouvir os conselhos de sua filha,

No ano seguinte, com o poço artesiano existente

exemplar administradora de empresas, e seus dois filhos

no condomínio e decidiu implantar o sistema de trata­

advogados, resolveu montar a Service – administradora

mento de água. “Resolvemos tratar a água do poço daqui

de condomínios, que contempla todos os departamentos

e os resultados foram surpreendentes. A previsão era

necessários, sua experiência e qualidade no serviço.

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DÚVIDAS JURÍDICAS

Por Kátia Gerlin Comarella

Dra Katia Gerlin Comarella, titular do escritório KGC Advogados Associados, é especialista em direito condominial, há cerca de 19 anos atuando na cidade do Salvador, tendo estendido a sua especialidade também no estado do Espírito Santo, na cidade de Vitória e Vila Velha, onde também atua, com ampliação ao seu escritório Horta & Gerlin Ltda, dando seguimento aos seus trabalhos. drkatiagerlin@hotmail.com, Tel.: 71 3345-2727 / 3240-8639.

Dra. Kátia Gerlin Comarella responde 1. Quais são algumas das medidas que podem ser adotadas pelo síndico ao ser constatado o consumo ou tráfico de drogas em áreas do condomínio?

De outro vértice, caso esta situação esteja ocorrendo por moradores do condomínio, a conduta passa, inicialmente, a

Inicialmente, cumpre esclarecer se o consumo e o trá­

ter caráter pedagógico e não só punitiva. Primeiro passo é

fico de drogas estão sendo realizados por condôminos ou

identificar as pessoas envolvidas e se, por ventura, houver

por pessoas estranhas ao condomínio. Caso a ocorrência

envolvimento de menores é imprescindível que a família seja

seja constatada dentro do condomínio, mas por pessoas

comunicada imediatamente.

que ali não residem, a conduta a ser adotada é denunciar

Assim, outras atitudes pedagógicas deverão ser imple­

o fato às autoridades policiais, munido de documentos

mentadas, a exemplo de orientar à administração do

necessários e testemunhas. O condômino/síndico poderá

condomínio a lidar com esse tipo de problema, ademais de

fazer uma representação perante a Delegacia de Tóxicos e

realizar assembleias visando divulgar a postura da cole­

Entorpecentes (DTE), comunicando a ocorrência e aguar­

tividade, podendo os pais levar seus filhos para que sejam

dando a conduta do órgão.

orientados, evitando-se, assim, que esses sejam seduzidos

Por outro lado, é necessário divulgar o fato concreto

por aliciadores de drogas. Outra salutar alternativa seria

para todos os condôminos, a fim de haver uma mobiliza­

convidar especialistas da área, chamando os usuários para

ção para combater esta prática, tais como um maior rigor

dialogar e tratar a questão com a consciência de que está

na identificação dos visitantes, colocação de câmeras pelo

tratando uma questão de saúde, como de fato é.

menos nas áreas comuns, amplitude de iluminação também nas áreas comuns, dentre outras.

8

respectivo auto de infração.

Neste sentido, o condomínio pode exercer importante papel de vigília, acolhimento e de auxílio no suporte às famí­

Importante ressaltar que a Polícia Militar também

lias que, via de regra, não enfrentam os problemas como

poderá ser acionada para lavrar o boletim de ocorrência,

deveriam ser enfrentados. Entendo que o síndico, nesta hora,

no momento ou logo após, a prática delituosa. Neste caso,

deve ser cauteloso, porém rigoroso, mas com grande habi­

a autoridade policial efetuará o flagrante delito, lavrando o

lidade, coragem, seriedade e parcimônia para defrontar a

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Espaço

Controle de pragas gravidade que o caso requer. Por derradeiro, recomendo que seja enviada ao condômino infrator uma notificação formal, protocolada, informando a con­ tinuidade dos atos praticados e os esforços envidados pelo síndico no combate a esta prática dentro do condomínio. Inobstante isso, por se tratar de uso e venda de substâncias ilícitas nas áreas externas do prédio estarão sujei­ tos às penalidades previstas na convenção ou regimento interno, haja vista o descumprimento das advertências notificadas, tais como aplicação de multas, cujo pagamento pode alcançar o montante de até 10 vezes o valor mensal da contribuição condominial àquele que, por seu reiterado comportamento antisocial, gera incompatibilidade de convivência com os demais condôminos. Se essa prática está ocor­ rendo em seu condomínio, é preciso o síndico tomar as medi­ das protetivas imediatamente, junto com seu corpo jurídico, sob

Síndicos e administradores,

pena de o condomínio, através

ao contratarem uma

do seu representante legal, ser inserido nesta tipificação, de

empresa de controle de

sorte a ser indiciado pela con­

pragas, verifique se tem:

duta ativa ou omissiva em sua

• Alvará da vigilância

admi­nistração.

Posto tudo isso, entendo que

sanitária atualizado

a melhor forma de combater

•Se está enquadrada na

todos esses problemas, aqui

resolução RDC 52 de 22 de

sumariados, é, antes de qualquer medida mais enérgica, adotar a prática do diálogo e das medi­

outubro de 2009 • Se é filiada à ABCPrag

das protetivas, pois, só assim, estar-se-ia coibindo, de imediato, tanto o uso como o tráfico. www.cadeosindico.com.br

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ASSEMBLEIA

Sorteio de vagas Como organizar uma assembleia com esta pauta Por Carla Brayner

A

o iniciar o preparo para o sorteio de vagas nos condomínios, é importante observar e esclarecer alguns itens. A forma e perio­ dicidade do sorteio devem estar descritas

na convenção, e o presidente da mesa, tem que ser uma pessoa focada na pauta para esclarecer as propostas e ter o controle das votações. De acordo com Ary Cabral, síndico profis­ sional da AC Assessoria Contábil Condominial, com o passar dos anos e a evolução, o sorteio de vagas tem sido cada vez mais raro nas assembleias.

de carros, se tem uma iluminação eficiente e se o piso é

“As construtoras atualmente quando vendem os aparta­

de alta resistência. Com uma assembleia desse tipo pede

mentos já vendem também a garagem, fazendo com que

atenção aos detalhes, e se preparar bem para ela é fun­

se evite esse tipo de assembleia polêmica e que muitas

damental”, completou.

vezes traz confusão”, alertou.

10

“O sorteio das vagas de garagem deve ser de acordo

Porém, muitos condomínios antigos oferecem uma

com o que determina a convenção. Caso seja omissa, deve

quantidade de vagas menor que a de carros por moradia,

ser feita uma assembleia para tratar do assunto. Há uma

ou até mesmo que de apartamentos. “Já tivemos um caso

discussão se o inadimplente pode participar do sorteio,

em que o condomínio tinha 21 vagas e 32 apartamentos.

pois este deverá ocorrer em assembleia e o inadimplente

A saída foi preencher as vagas por ordem de chegada dos

não pode participar e votar nas assembleias. Na minha

veículos”, esclareceu o síndico profissional Ary Cabral.

concepção, entendo que o condômino estando inadim­

Ary alerta que deve-se considerar algumas caracte­

plente não pode se habilitar no sorteio, em razão do seu

rísticas, pois, normalmente, influenciam na escolha das

impedimento de participar da assembleia”, disse a advo­

vagas. “As que estão perto do elevador, são de fácil mano­

gada especialista em condomínios Ionara Ribeiro.

bra, e as vagas cobertas são sempre alvo de disputa.

Ary Cabral ainda ressalta que é importante realizar

Mas, é importante observar todos os detalhes, como o

o sorteio com o globo e as bolinhas numeradas. “Pois

tamanho das vagas, se são travadas, se ficam na passa­

se faz de forma transparente e na presença ao vivo de

gem de carrinhos de compras ou torneira para lavagem

todos”, alertou.

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AUDITORIA CONTÁBIL

Por Michele Lordêlo

Contadora, empresária contábil, coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Unime L.F/Ba, especialista em contabilidade para empresas e condomínios, doutora em educação e membro da comissão mulher contabilista do Conselho Regional de Contabilidade do Estado da Bahia. m_lordelo@yahoo.com.br.

Evitando multas e autuações fiscais

P

rezados gestores de condomínios, temos rece­

cos, que vêm as penalidades chegarem dos entes tributários,

bido com muita alegria consultas para dirimir

dentre elas, processos judiciais, multas e inscrições de débitos

dúvidas acerca da auditoria preventiva. Parece-

em nome do condomínio.

nos que estamos avançando muito nesta

temática no Estado da Bahia.

uma empresa de auditoria contratada ao final do ano para

Como é satisfatório saber que cada vez mais os desem­

a chamada auditoria revisional, mas é possível perceber que

bolsos do condomínio precisam ser acompanhados, mas,

pagar fracionadamente (e mensalmente) uma auditoria, como

sobretudo precisam ser acompanhados e validados pelo

ocorre com a auditoria preventiva vem ganhando espaço para

relatório de auditoria preventiva, as obrigações que ense­

as empresas que dominam as questões contábeis e fiscais,

jam evitar penalidades que surgem após três, quatro anos da

afinal de contas, o numerário e o entorno das obrigações con­

emissão do fato gerador.

12

Regularmente a prestação de contas é validada por

dominiais perpassam por estas áreas.

Diariamente, as operações realizadas pelo

O síndico profissional, Sr. Fernando Henrique Oliveira

contador, administrador e administradora,

Santos, do Complexo Odonto-Médico Itaigara, composto

como o não acompanhamento de

pelas torres Pierre Fauchard e Louis Pasteur, localizadas no

notas fiscais adequadas, o segui­

bairro da Pituba em Salvador, contratou uma empresa de

mento de todos os trâmites na

auditoria condominial para realização das auditorias revi­

contratação de pessoa física,

sional e preventiva; segundo o Sr. Fernando, “a auditoria

a ausência de entrega de

revisional serviu para esclarecer e nos alertar sobre as falhas

obrigações que envolvem o

e vícios freqüentes e com a descoberta dessas ocorrências a

síndico e o condomínio com

atual e futuras administrações estarão mais alertas. Quanto

calendário específico emitido

a auditoria preventiva, que foi adotada pela atual adminis­

pelos órgãos, não devem ser

tração, servirá para que não ocorramos mais em erros que

objeto de espera pelos síndi­

muitas vezes podem ser evitados”.

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Espaço do Síndico profissional

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PISCINA

Como evitar acidentes com dispositivos de sucção Por Antônio Coradinho coradinho@coragua.com.br www.tekhouse.com.br

R

ecentemente, um grande hotel de Salvador pediu-me para avaliar se os ralos de fundo da piscina estavam em conformi­

dade com a norma nacional americana para evitar ficar preso na sucção em piscinas, tubulações e ralos de fundo (american national

standard for suction entrapment avoidance in swimming pools, wadings pools, spas, hot tubs and catch basins), um catatau de 26 paginas só para assegurar que as sucções das piscinas, que incluem ralos de fundo, aspirações e ralos de superfície estão

O risco de acidentes diminui quando se usa no mínimo dois drenos de fundo (determinação da ABNT), dessa forma a sucção da bomba é dividida

em conformidade, e não oferecem perigo de prender os usuários, principalmente o ralo de fundo, com consequên­ cias muitas vezes fatais.

14

podendo em algum momento provocar um acidente. Muitos agora perguntam, mas a minha piscina já está

Como se trata de segurança, adotar o padrão de segu­

construída há muito tempo, o que faço? A norma ameri­

rança americano é uma atitude altamente louvável. A

cana tem um capítulo que orienta como adequar a piscina

norma brasileira 10339 que trata da conformidade das

já construída à norma vigente, exatamente para evitar

piscinas é pouco abrangente neste sentido, e não men­

gastos excessivos na adequação da mesma.

ciona principalmente as tubulações que são uma das vilãs

O verão está chegando e a garotada doida para ter­

dos acidentes, quando estão sub dimensionadas. Um dos

minar as aulas e aproveitar as férias, que na maioria

nossos trabalhos constantes é avaliar o projeto hidráu­

significam atividades na piscina. Então, está na hora de

lico, principalmente a parte embutida no concreto, que

avaliar a segurança dos sistemas de sucção de sua piscina

uma vez instalada, não tem como corrigir o erro a não ser

e verificar se estão em conformidade com as normas

quebrando o concreto. Um grande número de sistema

vigentes, ou as melhores práticas de segurança, isto é ,

de sucção de piscinas de Salvador não está em confor­

não oferecem nenhum risco de acidente. Piscina é para rir

midade com padrões de segurança das normas citadas,

e brincar e não para chorar.

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www.bhforcaeletrica.com

MANUTENÇÃO

Subestações elétricas Saiba quais as responsabilidades da Coelba e do condomínio

Por Carla Brayner

De acordo com a Resolução 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Art.14 - inciso VIII,

O

16

a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) é

fornecimento de energia sem interrupções

responsável pela manutenção dos equipamentos elétricos

depende da integridade dos equipamentos

das subestações. Ao condomínio, cabe a responsabilidade

da subestação elétrica. Estes equipamentos

pela conservação das instalações físicas da subestação

não emitem sinais avisando a presença de

(SE): limpeza interna, pintura e eliminação de infiltra­

defeitos, o que faz com que se torne necessário um plano

ções; conservação; garantia da desobstrução do acesso ao

regular de manutenção, conservação e ajustes para evitar

portão da SE; manutenção do extintor de incêndio e ilumi­

danos e falta de energia por tempo indeterminado.

nação em condições normais de funcionamento.

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“Os síndicos também devem ficar atentos, pois cabe

da concessionária. “Nessas situações, a manutenção dos

ao condomínio, a conservação e manutenção dos qua­

equipamentos particulares é responsabilidade do cliente,

dros gerais de distribuição de energia em baixa tensão.

mas a intervenção só pode ser feita com acompanha­

Portanto, a substituição de chaves, disjuntores (quick-

mento de prepostos da concessionária”, completou.

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lags ) e barramentos defeituosos instalados nesses quadros são de responsabilidade do condomínio.

Dicas

Quando solicitada, a Coelba oferece orientação técnica tanto para a aquisição dos componentes, como para a

1. Manter o portão da subestação sempre

execução dos serviços de recuperação ou substituição

trancado, com a chave em local de conhecimento

de componentes danificados nos quadros”, informou

dos porteiros e administradores, para agilizar o

Moacyr Botelho, gestor da unidade de Manutenção da

acesso dos técnicos;

Região Metropolitana de Salvador da Coelba. A Coelba faz vistoria nas subestações, com perio­ dicidade média quadrienal. Nessas inspeções, avalia

2. Em hipótese alguma, utilizar o interior da SE como depósito de materiais de qualquer espécie; 3. Verificar/manter afixados no portão da SE o

não só as condições dos equipamentos elétricos, como

prontuário da NR10 e os adesivos que

também as condições em que se encontram as instala­

trazem dicas de segurança

ções físicas. Concluída a inspeção, a companhia entrega

e os contatos em caso de

uma carta ao síndico discriminando os eventuais itens

emergência;

a serem corrigidos pelo condomínio (ex: limpeza, pin­

4. Manter os extintores

tura, infiltrações, iluminação, extintor, etc.), e aguarda

de incêndio em condições

a programação do síndico para realizar as correções.

de uso, observando sempre o

De acordo com Moacyr Botelho, algumas subestações são compartilhadas, ou seja, equipamentos de proprie­ dade do cliente dividem o espaço físico com equipamentos

prazo de validade da carga; 5. Em caso de infiltração de água por vazamento de tubulações hidráulica ou pluvial, entrar em contato imediato com a Coelba; 6. Não permitir que terceiros acessem o inte­

Algumas empresas vêm oferecendo indevida­

ATENÇÃO

mente serviços de manutenção nas subestações prediais, inclusive com substituição de equipa­ mentos elétricos de propriedade da Coelba. A manutenção nos equipamentos elétricos da SE é responsabilidade da companhia. Portanto, é um serviço gratuito. Caso receba alguma proposta desse gênero, informe à Coelba através da Central de Teleatendimento: 0800 071 0800.

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rior da SE. Somente empregados da Coelba ou de empresas que prestam serviços à Coelba têm essa permissão; 7. Não executar obras que impliquem aumento substancial de carga sem o devido conhecimento da Coelba, pois as instalações foram projetadas para um determinado carregamento, e o acréscimo poderá resultar em perda da qualidade da energia fornecida, ou, pior ainda, causar danos severos às instalações e equipamentos.

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SR. SÍNDICO

Por Ionara Ribeiro

Aplicação de multa aos condôminos antissociais

Dra. Ionara Ribeiro é advogada titular do escritório Ionara Ribeiro Advogados, especializada em Condomínios Edilícios e Incorporações Imobiliárias. ionararibeiro@ionararibeiro.adv.br, Tel.: 71 3797-6277 / 3011-5801.

poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despe­ sas condominiais, até ulterior deliberação da assembleia. A multa aplicada ao condômino tem caráter punitivo e muitas vezes é a única forma de inibir os abusos prati­

P

18

cados por determinados condôminos e manter a ordem ara impor multa a um condômino por rei­

no condomínio. Os problemas mais comuns estão relacio­

terado comportamento antissocial, mister

nados estacionamento de veículos em local não permitido

que o síndico notifique-o descrevendo de

ou na vaga alheia, barulhos em horários de descanso,

forma objetiva os atos praticados que estão

realização de obras e festas. A depender da gravidade

em desacordo com a boa convivência e em dissonância

da infração, a multa pode ser aplicada imedia­tamente

com os dispositivos da lei civil, convenção e regimento

após a ocorrência do fato gerador, mediante notificação

interno do condomínio, concedendo-lhe ainda prazo

expressa ao morador, desde que haja tal previsão na con­

razoável para apresentação de defesa.

venção do condomínio.

O art. 1337 do Código Civil dispõe que o condômino,

A multa aplicada pode ser decorrente de ato praticado

ou possuidor, que não cumpre reiteradamente com os

pelo locatário, ocupante, visitante e a responsabilidade

seus deveres perante o condomínio poderá, por deli­

pelo pagamento será do proprietário do imóvel, porém o

beração de três quartos dos condôminos restantes,

infrator também poderá ser cobrado de forma solidária.

ser constrangido a pagar multa correspondente até

Imperioso é que o condomínio comprove a ocorrên­

ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as

cia da infração para poder cobrar a multa ao condômino.

despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas

O ideal é que as ocorrências sejam documentadas em

e a reiteração, independentemente das perdas e danos

livro próprio. Uma segunda opção é documentar a

que se apurem. O referido diploma legal dispõe ainda

re­c lamação por e-mail ao síndico ou à administradora

que o condômino ou possuidor que, por seu reiterado

e sempre que necessário convocar duas testemunhas

comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de

para presenciar o fato e registrar a ocorrência no livro

convivência com os demais condôminos ou possuidores,

próprio do condomínio.

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CAPA

Conforto, segurança e mais economia

Como a tecnologia pode melhorar os serviços e as instalações dos condomínios

Por Carla Brayner

recursos, melhorando a eficiência do prédio. A área de segurança também ganha muito, com controle de acesso digital, monitoramento eletrônico e instalação de sen­

G

sores inteligentes”, informa Vinicius Bastos, diretor da raças aos avanços tecnológicos alcança­

empresa Munddo, que oferece soluções de alta tecno­

dos pelo homem em séculos de pesquisas,

logia para criar ambientes sustentáveis, por meio de

a tecnologia empregada em condomínios

sistemas inteligentes de automação.

tem proporcionado diversos benefícios

Um sistema de automação predial é feito com sen­

aos funcionários, moradores e visitantes. Além de con­

sores, atuadores e um software supervisor de gestão.

forto e segurança, criam ambientes sustentáveis por

“Há uma oferta de marcas de alta qualidade e é impor­

meio de sistemas inteligentes.

tante dar atenção à instalação, que responde por 90% do

Uma das formas de utilizar a tecnologia em con­

sucesso do projeto”, alerta Vinicius Bastos.

domínios é por meio da automação predial, que permite a execução de rotinas e tarefas de forma

Economia de energia elétrica

automatizada, por meio da utilização de dis­ positivos elétricos e eletrônicos, simplificando a vida diária das pessoas e

o sis­tema de automação

proporcionado conforto,

Fibaro que contribui

segurança e economia.

para tornar o imóvel

“A automação predial

inteligente, proporcio­

tem como principal

nando a redução de até

benefício a redução

30% do consumo de ener­

dos desperdícios. Com

gia, evitando o desperdício

sistemas inteligentes,

com eficiência. “Tudo isso é

é possível monitorar

feito com sensores e atuadores

e controlar o uso dos

20

A Munddo comercializa

Revista Cadê o Síndico • setembro/outubro 2014

ge­r enciados por uma central de

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automação sem fio. Dessa forma, é

de sensores, que são responsáveis

possível programar o desligamento

pela leitura das informações dos

do ar-condicionado no horário deter­

ambientes, como temperatura, umi­

minado, apagar as luzes externas do

dade, presença, luminosidade, entre

prédio automaticamente, desligar TV

ou­tros. “Os sensores informam para

e som, quando não houver ninguém

a central de automação a situação

no ambiente e muito mais”, informa

em função da programação e os

Vinicius Bastos.

atuadores desligam as luzes, ajustam

Uma outra forma de economi­ zar a energia elétrica é a instalação

o ar-condicionado, sobem as corti­ nas”, diz Vinicius.

Monitoramento dos níveis de água A empresa Rastec Tecnologia,

envia mensagens SMS para celulares

criou o sistema Waterplus, que tem

e email, alertando o baixo nível da

o objetivo de monitorar as caixas de

água com até 8 horas de antecedên­

água superior dos condomínios para

cia, ou seja, tempo suficiente para

evitar o desperdício e a falta de água.

verificar o problema e resolvê-lo”,

Além de evitar acidentes com fun­

informou Luiz.

cionários, pois não será necessário

Também, são instalados sensores

que o mesmo visite o terraço para

para avisar que o tanque irá transbor­

verificar a caixa de água.

dar, caso a bomba não seja desligada.

De acordo com Luiz Andrade,

“O transbordo é muito comum em

sócio-diretor da Rastec Tecnologia,

prédios e é o grande vilão no aumento

o sistema informa em tempo real

da conta de água”, alerta Luiz.

via internet, email e celular o nível

O sistema monitora a quantidade

das caixas de água, transbordo,

de vezes que a bomba é ativada para

vazamento e o desgaste da bomba.

abastecer a caixa de água. Se a bomba

“Dessa forma é possível evitar o

ligar mais vezes que a media diária,

cons­t rangimento da falta de água

o sistema envia alertas informando

para os moradores, pois o sistema

a possibilidade de vazamento pelo

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setembro/outubro 2014 • Revista Cadê o Síndico

21


CAPA aumento de consumo. “O Waterplus também informa a

seguir encher a caixa de água. Essa falha só poderá ser

quantidade de vezes que a bomba é acionada, se a quan­

detectada via sistema”, diz Luiz.

tidade sair da média diária, ele avisa. Uma bomba com

A Rastec Tecnologia informou que está com um

problema térmico, fica ligando e desligando, dessa forma

preço promocional, acesse waterplus.com.br, e tenha

ela gasta uma quantidade enorme de energia, até con­

mais informações.

Segurança rança, será uma atitude irresponsável”, completa. Na área de segurança é possível instalar o CFTV, que são câmeras e monitoramento com ou sem acesso remoto; o controle de acesso veicular, de pedestre e de funcionários; ronda eletrônica; cerca elétrica e peri­ metral (sensor); concertina; alarme e etc. “Foi instalado recentemente em um condomínio de Alphaville o controle de acesso veicular (CAV), que utiliza a tecno­ logia RFID, através de antenas com alcance de 6 a 15 me­tros, que captam o sinal emitido pelo TAG (adesivo colado no pára-brisa). Os dados dos moradores são cadastrados no sistema e aparece no monitor da gua­ rita ou central de monitoramento as informações do veículo cadastrado, gerando um relatório de entrada e saída e liberando automaticamente o acesso”, disse A falta de segurança é uma das principais preocupa­

Valter Nery, coordenador de projetos da empresa Solu­

ções dos moradores dos grandes centros urbanos. Com

tion – sistemas integrados de segurança, que instalou o

o avanço da tecnologia nessa área, já existem sistemas e

sistema no Carpe Diem.

soluções específicos, com recursos que tornam a vigilân­

De acordo com Afonso Porfírio, responsável técnico

cia muito mais eficaz. “Dentro dos meios técnicos ativos

da empresa Solution, os empreendimentos que utilizam o

e meios técnicos passivos existem diversas opções que

sistema de segurança todo integrado, tem uma melhor pro­

podem ser aplicadas em condomínios com o controle de

teção, pois os dados armazenados agilizam a liberação do

acesso digital, monitoramento eletrônico e instalação de

acesso e garantem uma melhor proteção, principalmente na

sensores inteligentes”, informa o especialista em segu­

entrada, onde acontecem as tomadas de assalto.

rança Nino Meirelles.

22

Procure sempre um especialista para adequar o

Porém, Nino alerta para que antes de implantar qual­

condomínio com as novas tecnologias. Tem muitas

quer sistema seja realizado o diagnóstico, identificação,

opções no mercado, e o importante é contratar uma

análise, avaliação e tratamento dos riscos. “Sem estas

empresa séria, com um bom histórico e sistemas de

etapas iniciais, é muito difícil ter uma solução de segu­

fácil instalação e manuseio.

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DIA A DIA DO SÍNDICO

Por Rosemar Smera

A fração ideal e a taxa de condomínio

N

de suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção”. Este assunto vem sendo a causa de muitas discussões em assembleias. Alguns moradores entendem que se alguns serviços como água e gás são individualizados e o uso das áreas comuns e dos serviços são os mesmos para todos os apartamentos, independente do tamanho, deve ser cobrada a mesma taxa de condomínio para todas as

em todos os condomínios apresentam

unidades, independente da fração ideal.

unidades autônomas com a mesma área

Seguindo a legislação em vigor, está claro que se a

útil, cuja metragem é especificada na

convenção do condomínio estipula a cobrança igualitária,

convenção. Em 2002, com a promul­

a assembleia de condôminos não poderá determinar

gação do Código Civil, o art. 1336, I vigorava com a

outra forma de cobrança, sob pena de se estabelecer a

seguinte redação: “São deveres do condômino: contri­

tese de enriquecimento sem causa. Da mesma forma, se

buir para as despesas do condomínio na proporção de

a convenção estipular as frações ideais e determinar a

suas frações ideais”.

cobrança considerando a área do imóvel, não poderá a

Na ocasião, todos os condomínios, independente das

24

Dra. Rosemar Smera é especialista em direito condominial e sócia da empresa Adcon Administração de Condomínios. Tel.: 71 3272-1354

assembleia alterar este entendimento.

determinações de suas convenções, passaram a ratear e

Os condomínios que ainda não possuem conven­

cobrar as taxas considerando a fração ideal da unidade,

ção devem seguir as determinações de lei e cobrarem

que é a área do imóvel descrita na escritura ou na con­

as taxas condominiais considerando a fração ideal das

venção do condomínio.

unidades. Importante salientar que a legislação trata

Em 2004, com o advento da lei nº 10.931, o refe­rido

genericamente de “as despesas do condomínio”. Assim,

artigo foi alterado e passou a vigorar com o seguinte

tanto a cobrança da taxa de condomínio como a cobrança

texto e complemento: “São deveres do condômino: con­

das taxas extras devem seguir as determinações da con­

tribuir para as despesas do condomínio na proporção

venção quanto à forma de cobrança.

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CONVIVÊNCIA

Conflitos em condomínios O que fazer para obter a paz e evitar tragédias

Por Carla Brayner

N

o dia 02 de junho, um crime chocou a população. O publicitário Edu­ ardo Martins brigou com o zelador Jezi Lopes de Souza do prédio www.commons.wikimedia.org

que morava, ele caiu e bateu a cabeça no batente da porta. A morte teria sido acidental, segundo o pu­blicitário, que afirma que se desesperou e resolveu sumir com o corpo do zelador e esquartejálo. Eles tinham pro­blemas de convivência, e em uma das suas discussões, o morador cometeu o crime. E agora surge a questão, o que fazer para controlar e evitar essas atrocidades nos condomínios? De acordo com o advogado especialista em con­

gente consiga solução. Às vezes tem vazamentos entre

domínios, Márcio Rachkorsky não existe fórmula mágica

as unidades e o morador causador do problema não quer

para a paz, mas algumas ações da adminis­tração podem

quebrar o azulejo e somos obrigados a tentar fazer o ser­

evitar e prevenir tragédias. “Entre elas está eleger sem­

viço de baixo para cima, o que torna mais problemático”,

pre o diálogo como ferramenta para dirimir conflitos e

completou Rosemar.

buscar sempre uma mediação para aproximar os vi­zinhos

“Tentar contato com os familiares de moradores

briguentos. Às vezes, uma boa conversa é me­lhor do que

mais problemáticos, para pedir apoio e auxílio, é outra

uma multa”, disse Rachkorsky.

alternativa. Casos mais complexos podem exigir a con­

A especialista em direito condominial e sócia da

sultoria de um psicólogo para uma abordagem mais

empresa Adcon Administração de Condomínios, Rosemar

técnica com os envolvidos. Os funcionários também

Smera, cita que tem rela­tado vários problemas de con­

devem ser treinados para se desvencilhar de situações

vivência em condomínios, especialmente com barulho,

conflituosas com moradores exaltados, além de investir

vazamentos e cachorros. “Habitualmente procuramos

em sistemas modernos de vídeo, para coibir ações de

fazer uma reunião com os envolvidos para tentar con­

vanda­lismo e violência, bem como para produzir provas

ciliar e resolver o problema, embora nem sempre a

contra infratores”, alertou Márcio.

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setembro/outubro 2014 • Revista Cadê o Síndico

25


ELEVADORES

Por Adriana Novaes

Critérios para contratação de empresa de manutenção

Q

ualquer edifício que possui elevador necessita

• Tem referências e/ou atestados de capacidade técnica, assegurando a confiabilidade dos seus serviços? • Disponibiliza plantão técnico 24hs para atendimento emergencial a passageiro preso? • Cumpre a obrigatoriedade legal de realizar a manuten­ ção preventiva nos equipamentos a cada 30 (trinta) dias?

de uma empresa especializada para cuidar

• O que está incluso no contrato, qual sua cobertura? Se há

de sua manutenção e conservação. O con­

exceções, quais são? Estão explícitas e destacadas em contrato?

domínio, através do síndico ou adminis­trador,

• O contrato estabelece cláusula de multa rescisória, con­

necessita averiguar ao contratar a empresa de manutenção dos

trariando o Código de Defesa do Consumidor? A multa de

seus elevadores alguns caracteres de fundamental importân­

até 50% para rescisão é ilegal e não pode ser cobrada dos

cia, tais como: credibilidade nos serviços prestados, agilidade

condomínios. Na grande maioria das vezes, o síndico/admi­

do atendimento, existência de responsabilidade técnica por

nistrador desconhece a existência desta cláusula abusiva no

engenheiro devidamente regis­trado no Conselho Regional de

contrato e somente percebe quando tenta realizar o cancela­

Engenharia, além de outros, também de essencial relevância.

mento com a empresa e se vê como “refém”. Neste caso, é

São diversas as questões a serem analisadas ao contratar

recomendável não assinar contrato com esta cláusula abusiva,

uma empresa de manutenção, pois o elevador é um veículo de

o síndico/administrador deve solicitar novo contrato sem essa

transporte, e como tal merece especial e cuidadosa atenção,

multa contratual. Uma empresa deve manter seus clientes

sob pena de responsabilidade tanto para o condomínio como

apenas pelos bons serviços prestados e não por uma multa

para o próprio síndico que o administra. Eis algumas indaga­

contratual abusiva e ilegal.

ções relevantes: • A empresa é registrada no Conselho Regional de Enge­ nharia? Possui um engenheiro responsável técnico? • Possui apólice de seguro de responsabilidade civil em locais de terceiros? Qual o valor assegurado? • Quanto tempo a empresa atua no mercado? Seu corpo técnico é especializado e experiente?

26

Adriana Novaes, bacharel em Direito - UFBA, pós-graduada pelo Ministério Público-BA, advogada atuante no segmento civil e empresária no ramo de transporte vertical. adry_novaes@hotmail.com

Revista Cadê o Síndico • setembro/outubro 2014

Desta forma, é sempre bom e recomendável que o condomínio, já nas negociações, estabeleça padrões para salvaguardar seus interesses e contratar uma empresa séria e idônea que corresponda às expectativas de uma boa manutenção, garantindo maior eficiência dos equi­ pamentos e a segurança dos usuários dos elevadores do seu condomínio.

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DIREITO IMOBILIÁRIO

Por Marcela Queiroz

Marcela Queiroz é advogada, especialista em direito tributário pela Universidade Federal da Bahia, sócia-fundadora da Freire e Queiroz Advocacia e Consultoria, com atuação na área de direito imobiliário e consultora do programa Cadê o Síndico no Rádio da rádio Metrópole FM.

contato@freireequeiroz.com.br , 71 3355-0864.

Comentários à destituição do síndico

O

A prática de irregularidades é vista também como o ato de extrapolar os limites impostos pelo código civil no artigo 1.348 ao elucidar as funções do síndico, e pela con­ venção do condomínio. Essas irregularidades deverão ser comprovadas através de provas inequívocas das irregu­ laridades praticadas pelo síndico e a veraci­dade de todas as alegações levadas à assembleia poderão ser poste­ riormente arguidas em Juízo. Sendo permitido ao síndico, em assembleia a defesa, tanto previamente, quanto em

artigo 1.349 do Código Civil de 2002

assembleia, respeitando à garantia constitucional da

prevê um procedimento específico para

ampla defesa e do contraditório e o princípio da eficácia

a hipótese de destituição do síndico: “A

horizontal dos direitos fundamentais.

assembleia, especialmente convocada para

Temos ainda no artigo em análise o termo “admi­

o fim estabelecido no § 2º do artigo antecedente, poderá,

nistrar convenientemente”, locução que promove ampla

pelo voto da maioria absoluta de seus membros, destituir

interpretação no caso concreto devido à sua subjetivi­

o síndico que praticar irregularidades, não prestar contas,

dade, que traz a ideia de que pode ser destituído o síndico

ou não administrar convenientemente o condomínio”.

que não administrar de forma apropriada, adequada à

Sabemos que a assembleia tem a atribuição de

realidade e aos interesses do condomínio. Contudo, uma

eleger o síndico, bem como o poder de destituí-lo, caso

vez que o síndico fundamenta as ações por ele tomadas,

o síndico exerça alguma das condutas elencadas no

descarta-se a possibilidade de ser atribuída à sua conduta

artigo em comento. As condutas são: não prestar contas,

uma “administração inconveniente”.

praticar irregularidades e/ou não administrar conveni­ entemente o condomínio.

28

redação do artigo 1.354 do Código Civil.

Por fim, há que se falar do quórum de votação para a destituição do síndico, que se dá pela maioria absoluta

O dever de prestar contas à assembleia é anual ou

dos membros da assembleia, esta abrangida como ato

em prazo estabelecido pela convenção do condomínio,

jurídico, respeitando a sociabilidade e valorizando as pes­

ou quando exigida a prestação de contas, conforme

soas ali presentes como protagonistas da vida social da

redação do parágrafo VIII do artigo 1.348 do Código

qual fazem parte. Caso haja alguma irregularidade formal

Civil. Em caso de o síndico não prestar contas no

e a convenção do condominio venha a prever quórum

prazo previsto em lei, a assembleia poderá ser convo­

divergente do que o previsto no código civil, sendo este

cada por ¼ (um quarto) dos condôminos, que poderão

quórum menor que o desta legislação, a ata desta assem­

discutir pela destituição do síndico, constando-se tal

bleia de destituição é passível de anulação e o síndico

deliberação na ordem do dia. Sem esquecer que a

pode ser reconduzido ao cargo e ainda requerer danos

assembleia não poderá deliberar se todos os condômi­

morais sofridos caso o afastamento do cargo tenha sido

nos não forem convocados para a reunião, conforme

realizado a ferir a sua ética particular.

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Furtos e roubos

SEGURANÇA

Quando a responsabilidade é do condomínio?

Por Carla Brayner

rança pública poderá colher as provas. Caso o autor do fato seja um preposto do condomínio, o condomínio tem

Q

a responsabilidade de recompor o patrimônio. O con­ uando acontece furto ou roubo no con­

domínio deve solicitar ao condômino a cópia do registro

domínio, deve-se averiguar o que está

de ocorrência do furto ou do roubo junto à secretaria”,

previsto na convenção. Além disso, é

alerta a advogada Marcela Queiroz, do escritório Freire e

importante contratar um seguro com

Queiroz Advocacia e Consultoria.

proteção para prejuízos decorrentes de furtos qualificado de bens e/ou roubo.

Existe decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, admitindo que os condomínios que possuem ser­

Se a convenção do condomínio prevê a responsabili­

viços de vigilância contratada, respondem pela reparação

dade do condomínio, deve ser seguida integralmente. Se

de danos, ainda que na convenção exista cláusula de não

a convenção não prevê, deve-se apurar a existência da

indenizar. “Para tanto, o fato deve ser registrado e apurado,

culpa. “Essa apuração pode ser feita através de re­gistro

devendo ainda ser descrito pelo condômino no livro de ocor­

da ocorrência na delegacia, e assim, a secretaria de segu­

rências do condomínio”, completou a advogada Marcela.

Seguro O condomínio deve contratar

geral não estão cobertos nessa garantia”, informa Nelson Uzeda, representante da Excelsior Seguro.

o seguro multirrisco. No Brasil, as

Nelson Uzeda alerta para que antes de esco­

apólices condominiais estabelecem

lher um seguro ou mesmo uma seguradora, seja

algumas garantias obrigatórias, como

feita uma pesquisa. “Nunca faça seguro com atraves­

incêndio, queda de raio e explosão de

sadores ou pessoas que se intitulam vendedores de

qualquer natureza dentro e/ou fora do

seguros, procure uma corretora, pesquise no site da

estabelecimento segurado. “Então, para que o condomínio

Susep (www.susep.gov.br/menu/informacoes-ao-mer-

tenha proteção do seguro para eventuais prejuízos

cado/corretores-de-seguros) se o corretor é habilitado

decorrentes de furtos qualificado de bens e/ou roubo

e está legalmente autorizado a intermediar a venda de

é necessário que o condomínio, através do seu síndico,

seguros, quer pessoa física ou jurídica. O bom corretor

manifeste o desejo de incluir tais riscos na sua apólice

vai levantar as suas reais necessidades para só então

multirrisco. Lembramos que dinheiro e/ou valores em

oferecer uma proposta justa e personalizada”, finalizou.

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DESIGN DE INTERIORES

Por Ricardo Ferreira

Decoração de apartamentos pequenos

C

ada vez mais comum, o apartamento pequeno

mesa ou como apoio para receber amigos. Utilize ao máximo cores claras nas paredes, para dar sensação de ampliação de espaço. Use espelhos para dar sen­ sação de leveza e suavidade. Evite usar móveis muito grandes e evite usar muitos objetos de decoração, para não dar a sen­ sação de bagunça e desconforto. Mantenha o espaço o mais clean e organizado possível.

deve ser funcional para caber todas as neces­

Evite usar móveis muito grandes como estantes, elas são

sidades dos moradores em pouco espaço. Com

horríveis para espaços pequenos, use uma estante pequena e

as dicas certas é possível conseguir equilíbrio

baixa, ou um painel; e não deixe muitos objetos decorativos

e harmonia tornando seu apartamento pequeno num espaço

espalhados pela casa ou pendurados nas paredes, elas vão

muito bem aproveitado e decorado.

dar uma sensação ruim, de muita bagunça.

Inicialmente, deve-se ana­l i­s ar a possibilidade em agregar e com­

Quanto aos móveis, utilize no máximo um sofá de dois ou de três lugares e abuse de poltronas de braços abertos e

co­z inha, sala e quarto, por

pufes. Nos quartos, utilize beliches

paredes ampliará os espa­ ços. Se preferir, suba apenas metade da parede e abuse de vidros transparentes.

Na cozinha: use um fogão tipo cooktop (pode ter de 1 a 5 bocas)

Pode-se utilizar ainda, um móvel como divisor de ambi­ entes, como uma estante por exemplo, que pode dividir a sala e o quarto com uma televisão giratória que atenderá aos dois ambientes. O uso de um piso único, amplia o ambiente. O balcão da cozinha americana, por exemplo, poderá ser usado como

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binar espaços, como sala e exemplo. A diminuição de

30

Designer de interiores Tel.: 71 3178-1978 / 9976-6286 ricardoferreira@ricardoferreiradesigner.com.br www.ricardoferreiradesigner.com.br

e sofá–cama. Aproveite ao máximo todos os espaços. Faça móveis plane­ jados para otimizar o ambiente e para atender as suas neces­

sidades. Na cozinha, por exemplo, utilize mesa modelo abre-fecha, pendure as panelas, use fogão cooktop. Deixe a circulação livre e desimpedida e lembre-se: Espaços pequenos requerem um bom senso de organiza­ ção. Quanto mais livre e organizado um espaço, maior a sensação de amplitude.

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Classificados

Feira de Santana CLASSIFICADOS

CONTROLE DE PRAGAS

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

FARDAMENTO

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ELEVADORES

Classificados

CLASSIFICADOS

Ilhéus e Itabuna ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO E DECORAÇÃO

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ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

CLASSIFICADOS

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

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ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ÁGUA - ECONOMIA

ÁGUA - ECONOMIA

CLASSIFICADOS

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CONSTRUÇÕES E REFORMAS

CONSTRUÇÕES E REFORMAS

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CONSTRUÇÕES E REFORMAS

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ELEVADORES

ELEVADORES

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EXTINTORES DE INCÊNDIO

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GÁS - INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO

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