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Revista Cadê o Síndico • setembro/outubro 2012

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EDITORIAL

Núbia Cristina Santos

SUMÁRIO

Editora

A

Revista Cadê o Síndico já está no clima da Primavera. Por isso pro­ duzimos esta edição com muita alegria, desejando a você, leitor, muita sorte e sintonia com o bem, para aproveitar os melhores momentos da estação das flores. Se descobrir novas oportunidades profissionais vai lhe fazer bem, então leia com atenção a matéria de capa, que trata do Curso Livre de Síndico Profissional da Faculdade 2 de Julho. As inscrições estão abertas e podem ser fei­ tas na sede da Faculdade. As aulas terão início em outubro. Com carga horária de 120 h/aula, o curso ocorre às sextas-feiras, das 18h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h30, quinzenalmente. Podem se inscrever pessoas com nível médio completo. É uma oportunidade ímpar para quem já está na área e quer aprimorar conhecimentos e para aqueles que procuram investir profissional­ mente em um setor repleto de boas oportuni­ dades. A coluna Auditoria Contábil, da contadora Michele Lordêlo, também merece especial aten­ ção, porque vai mostrar como essa atividade dá apoio no controle da inadimplência. Mas há outros motivos para ler cada página desta edição: tire dúvidas sobre direito condo­ minial com a Dra Kátia Gerlin Comarella; descu­ bra os melhores caminhos para encontrar um síndico, com Dra Rosemar Smera, e saiba como gerir conflitos pessoais lendo o comentário da professora Cristiane Araújo, do MBA em Gestão de Pessoas da Unipessoa. Pensa que é só isso? Leia a revista inteira e descubra que o conteú­ do vale à pena. Como você sabe, a revista e os classificados estão disponíveis no site (www.ca­ deosindico.com.br). Boa leitura.

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VALORES DE REFERÊNCIA Índices com novos valores não homologados.....................

PERFIL

Célia Mathias, síndica do Condomínio José Maria Diniz.........

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SUSTENTABILIDADE

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GESTÃO DE PESSOAS

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CARTÃO

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SAÚDE AMBIENTAL

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PISCINA

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Separe o lixo usando sacos coloridos...............................

Gestão de conflitos nas relações interpessoais................

Entrega de prêmios da promoção...................................

Contratação de “fumacê”.................................................

Sistema hidráulico mal dimensionado..............................

e que , inform o ic d ín s Sr. vista cio na re viu anún entos ar orçam ao solicit

CLASSIFICADOS......

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SET/OUT 2012 • EDIÇÃO 40

CAPA Faculdade 2 de Julho lança curso de Síndico Profissional

18 COLUNAS

DÚVIDAS JURÍDICAS Drª Kátia Gerlin Comarella responde

SR. SÍNDICO Protesto das taxas condominiais

AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria como apoio ao controle da inadimplência

DIA A DIA DO SÍNDICO Como encontrar um síndico

ELEVADORES Empresas de manutenção

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INDICADORES

Valores de referência 01 – CONTRIBUIÇÃO DO INSS Tabela a ser aplicada, para recolhimento a partir de 01.01.2011. SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS

Até R$ 1.174,86

8%

De R$ 1.174,87 até R$ 1.958,10

9%

De R$ 1.958,11 até R$ 3.916,20

11%

Pagamento até o dia 20 do mês subseqüente ao de competência. Não havendo expediente bancário antecipa para o 1ª dia útil anterior.

04 – PISO SALARIAL (VÁLIDO ATÉ 31.12.2012) Data base: janeiro de cada ano

Valores não homologados

R$ 851,00 Supervisor.................................................... R$ 851,00 Zelador.......................................................... R$ 784,00 Administrador..............................................

Porteiro ou agente de portaria, arrumadeira e recepcionista..................... R$ 784,00 Folguista, manobrista, jardineiro e piscineiro................................................... R$ 701,00 Aux. administrativo, aux. de serviços gerais, serventes e boy............................... R$ 678,00 Ascensorista, vigia, garagista, controlador de veículos............................. R$ 701,00 ADICIONAL NOTURNO: 25% HORAS EXTRAS: 100%

02 – GRPS (INSS) 20% sobre a Folha, como parcela do Con­ domínio. 2% sobre a Folha, como contribuição de aciden­ te de trabalho. 4,5% sobre a Folha, como contribuição de ter­ ceiros (SESC, SENAI, etc...) Salário Família: Até R$ 608,80 = R$ 31,22. De R$ 608,81 a R$ 915,05 = R$ 22,00.

03 - OBRIGAÇÕES Admissão/Demissão (CAGED) – Comunicar ao Ministério do Trabalho, até o dia 05 do mês subsequente. Recolhimento do INSS, até o dia 20 do mês subsequente. Recolhimento do FGTS, 8% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 7 do mês seguinte. Recolhimento do Pis, 1% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 24 do mês subsequente. Recolhimento do ISS, (Sobre serviços prestados) pagamento no dia 5 do mês subsequente.

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VALE ALIMENTAÇÃO: COND. RESIDENCIAL.....R$ 180,00 COND. COMERCIAL...... R$ 190,00 Valores não homologados

05 – REGISTRO DE CONDOMÍNIO Passos necessários na regularização do condomínio 1. Registro do condomínio no cartório de imóveis, juntamente com a convenção. 2. Elaboração da Convenção, com assinatura de proprietários de no mínimo 2/3 das frações ideais do condomínio. 3. Inscrição das escrituras definitivas das unidades no Cartório de Registro de Imóveis. 4. Expedição do Habite-se (pela Construtora/ Incorporadora). 5. Solicitar o desmembramento do IPTU por unidade. 6. Convocação da primeira assembleia para eleição de síndico e conselho consultivo. 7. Inscrição do condomínio no CNPJ, que torna automática a inscrição no INSS (esta é necessária para o condomínio ser empregador). OBS: CNPJ: É o Cadastro de Pessoa Jurídica. O condomínio pre­ cisa desse registro porque, apesar de não pagar imposto de Renda (associação sem fins lucrativos), vai reter imposto de Renda dos funcionários na fonte.

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PERFIL

Gestão eficaz que vence desafios Por Indira Naiara

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uando assumiu o cargo de síndica do condomínio José Maria Diniz, localizado no bairro da Pituba, em fevereiro deste ano, Célia Mathias tinha noção do desafio que vinha pela frente, mesmo assim decidiu enfrentar. Alto ín­ dice de inadimplência, equipamentos de segurança que não funcionavam e problemas com presta­ dores de serviços foram algumas das dificuldades encontradas por ela, que vem surpreendendo aos condôminos e a si mesma com os rumos tomados pelo condomínio desde o início da sua gestão. “A vontade de assumir a administração do meu condomínio não partiu de um desejo pessoal, mas sim de uma necessidade”, conta Célia, que diante do caos em que o condomínio José Maria Diniz se encontrava resolveu intervir. Ela começou o seu tra­ balho contratando uma empresa de auditoria para verificar as contas do condomínio e foi constatado um débito de quase R$ 100 mil. Para solucionar esse problema, ela começou a fazer as cobranças. Foi feito acordo com os condômi­ nos que tinham dívidas muito altas e aqueles que se recusaram a pagar foram acionados judicialmente. A síndica diz que atualmente a taxa de inadimplência no condomínio está bastante reduzida e ela acredita que isso se deve ao fato de os resultados estarem aparecendo. “Atualmente o dinheiro do condomínio é bem empregado. Contratamos uma empresa de admi­ nistração condominial, regularizamos a situação dos funcionários do condomínio, alguns contratos com prestadores de serviços foram revistos, cons­

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truímos uma guarita e reduzimos os custos do condomínio”, enumera. Célia diz que ainda tem muita coisa para melhorar, mas é muito bom ver que o seu trabalho tem apresentado re­ sultados positivos. Ela planeja agora a melhoria do salão de festas e da academia, pintura do prédio, reforma do espaço reservado aos empregados e a arborização do condomínio. “Embora tenha pouca experiência como síndica, posso dizer que assumir a administração de um con­ domínio exige, no mínimo, disponibilidade de tem­ po, gostar de administrar e equilíbrio no tratamento dos conflitos que, eventualmente, possam surgir”, afirma. Ela conta que procurou conhecer toda a convenção do condomínio e a partir daí distribuiu regulamentos em quadros de avisos nas áreas co­ muns e entre os condôminos. A síndica diz que é muito enérgica em suas atitudes, mas que muitas vezes isso é necessário para que as normas sejam cumpridas e os espaços sejam respeitados. Para que os resultados apareçam, além de um síndico disposto a tomar atitudes, a colaboração dos condôminos é indispensável. “É importante notar que a função do síndico consiste, essencialmente, em zelar por uma boa administração e cuidar do que é de todos. Assim, é imprescindível o apoio e a con­ tribuição dos demais condôminos, lembrando que a harmonia entre os integrantes da coletividade é indispensável para o sucesso dessa missão." CS

Célia Mathias: vencendo desafios

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CURTAS

ThyssenKrupp Elevadores cria canais nas redes sociais para atender os clientes

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ThyssenKrupp Elevado­res amplia seus canais de co­ municação para interagir diretamente com clientes, parceiros e usuários de elevadores em geral. Agora, além do website, a empresa está nas redes sociais com perfis no Twitter, YouTube e também lança o blog Tecnologia em Movimento. “A aposta da empresa nas mí­ dias sociais tem como finalidade compartilhar informações e con­

teúdos relevantes sobre o univer­ so do elevador e sua relação com o dia a dia das pessoas que utilizam este meio de transporte”, afirma Loren Lehmann Coelho, coorde­ nadora de Marketing da Thyssen­ Krupp Elevadores. Para os clientes da área de Serviços, como assistência técnica e manutenção de elevadores, o Twitter é a principal via de relacio­ namento. Por meio deste canal, a

empresa vai esclarecer dúvidas do usuário e orientá-lo sobre temas como segurança e uso correto do elevador. O Twitter também trará notícias relacionadas às áreas de atuação da empresa. Para interagir com a Thyssen­ Krupp Elevadores acesse: Twitter: @seuelevador www.youtube.com/SeuElevador www.thyssenkruppelevadores.com.br/blog www.thyssenkruppelevadores.com.br

Cuidados ao escolher a administradora do condomínio

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ntes de escolher a admi­ nistradora do seu con­ domínio procure indica­ ções de outros síndicos. Solicite uma relação dos con­ domínios administrados por ela, com o nome e o telefone dos síndicos e informe-se sobre a ido­

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neidade da empresa. Verifique se a taxa cobrada é fixa ou vinculada à arrecada­ ção ordinária do condomínio, se o balancete tem linguagem sim­ ples, de fácil compreensão, pos­ sibilitando acompanhamento da aplicação dos recursos.

Exija certidões civil e criminal dos sócios e da empresa, certidões negativas de INSS e FGTS, além de informações bancárias e comerci­ ais da administradora. O síndico deve solicitar, peri­ odicamente, a certidão negativa de INSS do seu condomínio.

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DÚVIDAS JURÍDICAS

Dra. Kátia Gerlin Comarella Responde Por Kátia Gerlin Comarella

O que é o regimento interno de um condomínio? R.: O regimento interno re­ presenta o conjunto de nor­ mas e procedimentos relati­ vos a situações corriqueiras do condomínio, regulamen­ tando o comportamento dos moradores e freqüentadores, ainda, disciplinando a utiliza­ ção das áreas comuns. Deve ser aprovado pela Assembleia Geral, com o “quorum” de 2/3 dos votos dos condôminos. O regimento interno objetiva, sobretudo, a convivência har­ mônica entre os condômi­ nos, assim como os direitos e obri­gações para tal vivência no cotidiano, mas vale ressal­ tar que o regimento interno não pode de forma alguma contrariar a convenção. Este também, como a convenção deve ser alterado para ga­ rantir sua eficácia e adapta­ ção às novas condições que vierem a se apresentar no condomínio, desde que devi­ damente a­­provada pela As­ sembléia Geral com o “quo­ rum” específico.

Todo condomínio é obrigado por lei a ter regimento interno? E qual a sua importância para o condomínio e condôminos? R.: Com efeito, não existe ne­ nhuma exigência legal, mas por outro lado, o regimento interno é o instrumento que disciplina a convivência dentro do condomínio, sendo através deste, que são disciplinadas as regras de funcionamento do condomínio, visando garantir uma boa convivência entre os moradores. Entretanto, vale salientar, que hoje há previsão legal para anexar na própria convenção o regimento in­ terno. É de suma importância a sua constituição, haja vista, que o regimento interno nor­ matiza e regulam a conduta interna dos proprietários, lo­ catários, ocupantes de uni­ dades e funcionários. O regimento interno deve estar sempre em consonância com a convenção? R.: Sim, complementa a con­ venção, em que pese, não pode haver incompatibilidade entre ambas.

Qual a penalidade para o condômino que descumpre o regimento interno? R.: Há sanção para aquele que descumprir o regimento, mul­ ta. A multa tem que ser esta­ belecida em convenção ou no próprio regimento interno, além da previsão legal, terá também, sobretudo, que res­ peitar o limite admitido em Lei que regula os condomínios. A convenção coletiva de trabalho 2012 já foi divulgada pelo sindicato, porém não foi homologada. O condomínio deve pagar aos seus funcionários com base na nova convenção, mesmo sabendo que não foi homologada? R.: Alguns condomínios não pagam o piso salarial aos seus obreiros pelo dissídio atual, ar­ gumentando não ter sido ho­ mologada tal convenção, por também não ter definido o sindicato que regula a repre­ sentação dos mesmos. Outros condomínios preferem pagar o piso salarial atual, mesmo não tendo sido homologada tal convenção. É uma decisão que cabe ao condomínio tomar. CS

Drª Katia Gerlin Comarella, titular do escritório KGC Advogados Associados, é especialista em direito condominial, há 16 anos atua na cidade do Salvador, tendo estendido a sua especialidade também no estado do Espírito Santo, na cidade de Vitória e Vila Velha, onde também atua, com ampliação ao seu escritório a Gerlin & Horta Ltda, dando seguimento aos seus trabalhos. • Tel.: (71) 3345-2727 • drkatiagerlin@hotmail.com

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SR. SÍNDICO

Protesto das taxas condominiais Por Ionara Ribeiro

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á algum tempo se discute a na­ tureza dos débitos condominiais e suas formas de cobrança. Para muitos, a ação de cobrança, em rito sumário, é medida branda demais, verdadeiro convite à inadimplência. Em vigor desde janei­ ro de 2009 no estado de São Paulo, a Lei estadual 13.160/08 legitima aos con­ domínios levarem os boletos de quotas condominiais a protesto, tornando também legítima a inclusão do nome dos devedores em órgãos de proteção ao crédito. A Lei 9.492 de 1997 de­ fine em seu art. 1º que: “Art. 1º. Protesto é o ato formal e solene pelo qual se prova a inadimplência e o descum­ primento de obrigação origi­ nada em títulos e outros documentos de dívida”. O Código de Processo Civil, em seu art. 585 e incisos normatiza que: “são títulos extrajudiciais o crédito decor­ rente de foro, laudêmio, aluguel ou renda de imóvel,

bem como encargo de con­ domínio desde que compro­ vado por contrato escrito”. Da leitura do disposi­ tivo acima, conclui-se que quando se passa a condição de condômino, automatica­ mente e por disposição da própria lei, passa a aderir e anuir às condições daquele condomínio. A quota con­ dominial em atraso pode ser levada a protesto pelo condomínio, com base na Lei 9.492/97, até mesmo porque predomina hoje o entendimento que qualquer documento que demonstre que seja uma dívida pode ser protestado. É bom regis­ trar que cobrança de taxa de condomínio não pode ser analisada segundo as regras do Código de Defesa do Con­ sumidor, tendo em vista que não se trata de uma relação entre consumidor e fornece­ dor, e sim, de um rateio das despesas. Assim, o protesto é perfeitamente possível em condomínio, pois se trata de um ato legítimo e legal.” No entanto, ainda que as

taxas de condomínio sejam aprovadas em assembleia ge­ral, nos casos de impontu­ alidade do seu vencimento a torna um documento de dívi­ da, porém não é recomendá­ vel que o devedor seja incluso nos órgãos de restrição de crédito, tendo em vista que ainda não existe uma lei es­ tadual específica que trate do assunto, assim como tem no estado de São Paulo. A verdade é que, em tais casos, o custo da cobrança amigável e da negociação de acordos, mesmo por meio de departamento jurídico, envolve custos infinitamente menores, se comparados aos que serão despendidos em caso de necessidade de de­ fesa em ações para sustação do protesto e indenizações decorrentes de apontamento restritivo. A melhor solução para a inadimplência de con­ domínios e seus acessórios continua sendo a composição extrajudicial, em não sendo suficiente, uma ação judicial de cobrança deve ser pro­ posta. CS

Dra. Ionara Ribeiro é advogada titular do escritório Ionara Ribeiro Advogados, especializada em Condomínios Edilícios e Incorporações Imobiliárias. ionararibeiro@ionararibeiro.adv.br. Tel.: 71 3797-6277 / 3011-5801

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SUSTENTABILIDADE

Separe o lixo Alguns resíduos podem ser reciclados

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ue a separação do lixo é muito importante todos nós sabemos. O que muitos ainda não sabem é que podemos separar os ma­ teriais recicláveis dos não recicláveis em sacolas plásti­ cas coloridas. Cada tipo de matéria-prima tem uma cor padrão: vidro (Verde), papel (Azul), plástico (Vermelho), metal (Amarelo) e orgânico (Marrom). O uso das sacolas plásticas coloridas facilitaria muito mais a atividade dos

catadores, que são os res­ ponsáveis em grande parte pelo destino sustentável do lixo. A coleta seletiva feita por eles reduz o orçamento destinado à limpeza pública, aumenta a vida útil dos a­terros sanitários, dentre ou­ tros resultados. Intensificar a coleta seletiva é reco­ nhecer a importância de seus agentes sociais. CS

A separação em sua casa

Lixo Seco (sacolas coloridas) No lixo Inorgânico (seco), os materiais podem ser reciclados • Papéis em geral - jornais, revistas, cadernos, embrulhos de presente, etc. • Embalagens Tetra Pack - de leite, sucos, leite condensado, creme de leite, etc. • Plásticos em geral - garrafas de água e refrigerante, potes e frascos de alimentos, produtos de higiene e limpeza, brinquedos, etc. • Vidros - garrafas, potes, frascos de alimentos e perfumes, etc. • Metal - latas de bebidas e alimentos, pregos, parafusos, objetos de ferro, etc.

Lixo Orgânico (sacolas marrons) e Não Reciclável No lixo Orgânico (molhado), os materiais serão aproveitados como adubo • Restos de comida - cascas de frutas, legumes, cascas de ovos, erva-mate... • Papel higiênico e papel toalha usados • Absorventes • Tocos de cigarro • Cinzas • Esponjas comuns de aço usadas

2º A separação pelos catadores Esse seria o cenário ideal na busca pela sustentabilidade.

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O lixo é saparado na sacola correta para facilitar a coleta.

Os catadores observam a cor das sacolas para a disposição correta do material.

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GESTÃO DE PESSOAS

Por Cristiane Araujo

Gestão de conflitos nas

relações interpessoais

A

cada momento, nos deparamos com situações que nos fazem refletir sobre as questões sociais nas organizações, e nos perguntamos: que sociedade é essa em que vivemos? Como ela está organizada? Será que compreendemos quais são os nossos direitos? Te­ mos consciência de que a garantia desses direitos se dá pelo exercício dos deveres? Com o propósito de refletir sobre o nosso pa­ pel social com relação às regras de convivência e fazermos relações dessas com as diferentes inves­ tigações sociais no eixo “normas e procedimentos das empresas”, é necessário discutirmos e refletir­ mos as posturas assumidas por nós, no dia a dia, que geram conflitos e causam desconfortos nos grupos de trabalho. Alguns questionamentos se fazem presentes: por que muitas vezes agredimos nossos parceiros com atos inconsequentes? Por que temos conhecimento das normas e procedi­ mentos dos diversos processos de trabalho e, na maioria das vezes, não conseguimos respeitá-las? Por que nem sempre conseguimos resolver os conflitos através do diálogo? O processo de interação humana encontra-se

presente nas organizações, e a forma como se es­ tabelece essa interação, influencia diretamente na produtividade. Conviver com o outro não é uma tarefa fácil, e conviver com o outro no trabalho sem respeitar o comportamento de cada um é pratica­ mente impossível. Uma interação sócio emocional positiva, favorece o resultado do traba­lho e das relações interpessoais. Nas relações cons­trutivas, a colaboração e o afeto predominam, o que possibi­ lita maior coesão entre as pessoas. Caso contrário, o grupo passa a ter conflitos internos. O que se observa é que para trabalhar bem, e em grupo, as pessoas precisam dominar as competências técni­ cas para realizar suas funções com eficiência, mas igualmente importante, garantir as competências emocionais nas relações. Utilizando o método de treinamento como la­ boratório para o aprendizado e a mudança com­ portamental, discutimos a importância da escuta ativa e do diálogo, como instrumentos de comuni­ cação e atitudes sociais nas relações interpessoais. Assim, nos sintamos corresponsáveis por mudan­ ças que possibilitem um convívio harmonioso e saudável, na micro sociedade que é a empresa. CS

*Cristiane Araújo é professora do MBA em Gestão de Pessoas da Unipessoa.

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AUDITORIA CONTÁBIL

A auditoria como apoio ao controle da inadimplência Por Michele Lordêlo

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aros gestores, nes­ ta edição iremos compartilhar infor­ mações sobre um dos prin­ cipais problemas que con­ tribuem para a contratação de empresa de auditoria no condomínio, a Inadimplência. É importante na autogestão ou adminis­tração por “...a contratação terceiros que o con­ trole dos recebimen­ de uma empresa tos dos condôminos acompanhado especializada seja mensalmente com o nessa área é re­gistro e a cobran­ ça imediata da ina­ indispensável para dimplência, visando uma administração o cumprimento de uma das atribuições mais segura e do síndico, “cobrar transparente.” dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas”, segundo o Código Civil Brasileiro. A auditoria utiliza crité­ rios específicos no controle dos inadimplentes e objetiva salvaguardar a gestão do síndico nas cobranças real­

mente de­vidas. Como a auditoria não pos­ sui caráter de fiscalização e sim de acompanhamento, evi­ denciamos que o condomínio que possui o controle de seus inadimplentes saberá oportu­ namente recuperar os valores de forma eficiente. A síndica do condomínio José Maria Diniz, na Pituba, a Sra. Célia Maria realizou as­ sembleia e decidiu, contratar uma empresa de audito­ ria para verificação da ina­ dimplência de 3 (três) anos. "Posteriormente, foram iden­ tificadas as pendências de i­nadimplência, adotadas as providências cabíveis para sa­ ná-las, com excelentes resul­ tados", comentou a síndica Célia Maria. A Sra. Célia completou: “Posso afirmar, ainda, que a contratação de uma empre­ sa especializada nessa área é indispensável para uma ad­ ministração mais segura e transparente. Agradeço o em­ penho dos funcionários e re­

conheço o profissionalis­mo e a eficiência na condução dos trabalhos.”. Os resultados obtidos na auditoria de inadimplência são validados e respaldados em parecer de auditoria, que dará subsídios para a reali­ zação de acordos com os condôminos inadimplentes, através da auditoria preven­ tiva, que custa a partir de R$ 300,00 mensais. Nesse tipo de auditoria, o recebimento de valores de unidades efetivamente ina­ dimplentes possibilitam: 1. que sejam feitos a­cordos para quitações dos condômi­ nos com recebimentos em curto prazo; 2. que o condomínio pague dívidas em atrasos e acordos antes não honrados por falta de dinheiro; 3. que os condôminos acom­ panhem as melhorias no pré­ dio, realizadas com os valores recuperados dos débitos, a­lém de fortalecer e contribuir com a gestão do síndico.CS

Michele Lordêlo é contadora, empresária contábil, auditora contábil da Prefeitura de Lauro de Freitas-Bahia, coordenadora do Curso de Ciências Contábeis da Unime L.F/Ba e do curso de Pós-Graduação-MBA em Planejamento Tributário- Unime LF/Ba, especialista em contabilidade para empresas e condomínios, doutoranda em educação e membro da comissão mulher contabilista do Conselho Regional de Con­tabilidade do Estado da Bahia. m_lordelo@yahoo.com.br, Tel.: (71) 3022-7022

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CAPA

Faculdade 2 de Julho lança curso de

Síndico Profissional As inscrições estão abertas e as aulas, que terão início em outubro, acontecem quinzenalmente às sextas e aos sábados

Por Indira Naiara e Núbia Cristina

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gestão condominial exige cada vez mais qualificação. Na atualidade, quem exerce o papel de síndico precisa ter conhecimentos em várias áreas: direito, adminis­ tração, finanças, recursos humanos, dentre ou­ tras. Isso porque muitos condomínios são ver­ dadeiras cidades, difíceis de administrar, abrigando cen­ tenas de residências, empresas de ser­ viços, comércio e diversos

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itens de lazer e entretenimento. A figura do síndi­ co morador, com tempo de sobra e pouco profis­ sionalismo, é coisa do passado. Para atender à necessidade de qualificação das pessoas que exercem ou pretendem exercer o papel de gestor condominial, a Faculdade 2 de Julho lança o Curso Livre de Síndico Profissional. A novidade chega após o sucesso do curso de PósGraduação em Gestão de Condomínios, uma ini­ ciativa pioneira da faculdade, em parceria com a Revista Cadê o Síndico. O curso de síndico profissional é adequado para quem quer crescer atuando em uma área promissora. “Estamos disponibilizando qualifica­ ção adequada para quem quer aproveitar as várias oportunidades que surgem nessa área. O síndico profissional pode prestar serviços para vários con­ domínios e precisa estar preparado para geren­ ciar as demandas diárias, possibilitando redução das despesas e otimização das taxas condomi­ niais, permitindo uma maior sustentabilidade dos condomínios”, comenta o coordenador do curso, Adei­mival Junior. As inscrições estão abertas e podem ser fei­ tas na sede da Faculdade 2 de Julho. As aulas terão iní­cio em outubro. Com 120 horas totais, o curso ocorre às sextas-feiras, das 18h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h30, quinzenalmente. Tem seis meses de duração e apresenta conteú­

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dos fundamentais para o bom desempenho da função de síndico, a exemplo de legislação condominial; gestão de rotinas, pessoas, finan­ ceira e orçamentária; se­ gurança e manutenção condominial e marke­ ting. Podem se inscrever pessoas com nível médio completo. A metodologia inclui Lançamento da 3ª turma de pós-graduação em gestão encontros presenciais de condominios e do curso livre de sindico profissional com aulas teóricas e prá­ ticas, dinâmicas de grupo e exercícios de fixação. “Quando criamos esse curso, reuni­ síndico profissional”, ressalta Adei­ mos as principais competências a mival. Ele afirma que a sociedade serem trabalhadas com os nossos caminha para a regulamentação da estudantes, capazes de satisfazer profissão de síndico, de quem será as mais variadas exigências do mer­ exigido cada vez mais profissiona­ cado, no que tange à formação do lismo e competência. CS

Qualificação

durante s abordados do eú nt co s “O as função de am não apen xercendo a rso me ajudar cu o l­ pa o ci , in 12 anos mas, pr síndico há ea teórica, ár na a nç s ra ais segu José Carlo me deram m eco­nomista , te en m õe situaç s ssa ativi­ decisões em irma que ne ar nf m co to e ra nt pa la Ga a gama o ter uma bo inusitadas”. dade é precis do tos que o merca “Conhecimen s: õe aç rm Cabral ressalta fo de in ios ­ ín le , om de cond adminis tr ação ministração ad de nas áreas de n­ o. a co adorism “A alhista, prátic o permite am nã je ho gislação trab de plane­ icos profis­ ática, senso ção de sínd ta ra nt co tábil, inform cada vez ão oral e se tornado a comunicaç m te bo , s ai to en on si m o ja ades”. Salvador. Para outras habilid s comum em ai m verbal, entre o­ ­ aj es nt of va pr isso é muito também é condomínio Galante, que al ultor ns co e um profission ão istraç is conta com po , so sor de admin ar on de luci s e do, apto a so investimento mais qualifica financeiro, de ou eç m co e ”, diz. conta qu os problemas condomínios, iar a ico pro­ nd sí de a para elog os ve iç Ele apro it a prestar serv cria­ r te o. o por ício deste an ade 2 de Julh ld cu Fa fissional no in n­ o Síndic Pro­ Assessoria Co rso Livre de Cu o O sócio da AC do o curs pcional essa al, foi aluno do l. “Achei exce na io ss fi tábil, Ar y Cabr stão de ico é uma ação em Ge pois ser sínd iz , al va ci ti pe ia ic Es in de é ou­ e essa minis tr ador e afirma qu is a e ser ad co Condomínios te an al rt po ar a qu ificar foi muito im curso vai ajud O a. tr qualificação ste o. sã ofis o fissionais de cio da sua pr a mais os pr d n­ ai e para o exercí qu 24 al de um dos o profission to, que é en gm se Ele é síndic a. ­ clar e ad na Bahia”, de há cinco anos mais crescem condomínios s. io ín om de 110 cond ministrador

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CAPA

minial o d n o c o la Direit res ou pe s morado

do entos de tempo conhecim ões iç u e d ib tr a e d s a s a pelo necessid ão muita plexos e ordo mais com , de ac z o e v ic d a n id d sí v ca ati ades do tenso de Civil. Cabe x o e ig a d ro ó e C m nú comenta c om o síndico”, ção de as­ o a a c s o o a v it n íd e o u ir c atrib m D ela) a ecialista e s; repre­ a ele (ou sp o e in , m a ­ ô d d a d A g n advo D CO N do s co sócia da A ente o sembleia e m l a v ia ti in a se m s, Ro Co nd o assiva e juízo, ondomínio sentar p dora de C ndo, em a a c tr ti is ra in p m , io rios condomín s necessá rece Smera. le, os ato e d bém escla ns; ra u fo ou ogada tam sses com v re d a dor te A in tr s is do admin a à as­ à defesa ça entre n cimento o e re h e n d if o n d c a “O sí ic iato fissional. dar imed e procedi­ ro d p ia o c u n ic o d tê a n c e sí da exis oa físi , sembleia uma pess inistrativo é m l a d a n ­ n io u ss se o profi repre dicial o; cum­ tada para mento ju a in tr m n ô o d c a n o a su p or jurídic e do c io e que, venção; ín de interess n o m c o d a n r s: o ri iço tar o c r c ump e utros serv prir e faze da despesa tratará o n to o n c e dvo­ a m z, a e rç v r, o reali­ contado ; o , n elaborar o a ra o a d d a a c de admi­nistr relativa a inistrador ar da receita Já o adm ção e prest . a ic tc ou e if d a e o c d a si ga ro d a fí e zar o segu é a pesso ualmente n io a ín , as m ia r o le a d b ili c on aux ssem conta à a atada para tr n o c a ic lica. juríd xigidas. dico”, exp orador qu an d o e des do sín síndico m a id o v d ti a ra u lta “A fig seja pela fa arecendo, p sa e d á est

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Informe Publicitário

Atitude realiza curso de formação e atualização

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mercado imobiliário baiano cresce a cada dia, com a construção de grandes empreendimentos e implantação de condomínios que aglomeram até mi­ lhares de pessoas, dotados de elevada receita e deze­ nas de funcionários. Embora sejam entes despersonalizados e que não almejam lucro, os condomínios se assemelham às empresas, o que exige a substituição de uma gestão amadora e empírica por uma profissional, pois do síndico são exigidos conhecimentos em dife­ rentes áreas do conhecimento: administração, co­ municação, contabilidade, direito e psicologia. E, simultaneamente, surge a necessidade de qualificar também os funcionários, para que se tor­ nem verdadeiros colaboradores, sujeitos pró-ativos na administração do condomínio. E é nesse cenário que foi criada a primeira em­ presa especializada em cursos livres e de formação e capacitação profissional com ênfase na área con­ dominial: Atitude Cursos Condominiais. A Atitude Cursos Condominiais iniciou as suas atividades com o Curso de formação e atualização de porteiros, recepcionis­tas, vigias e garagistas, realizado com 2 turmas de 30 alunos, no período de 13 a 28 de Setembro de 2012. São os primeiros colaboradores com certificado de um curso com 60 horas de aula, divididas em 6 módulos: I. Área Técnica 1. Segurança do Trabalho, Prevenção e Combate de Incêndios e Primeiros Socorros.

Dez razões para o sucesso do curso 1. Elevado padrão de qualidade do corpo docente, que é cons­ tituído por professores com graduação, pós-graduação e mes­ trado, referências em suas áreas de atuação profissional. 2. Coordenação realizada, em par­ ceria, por uma Psicopeda­ goga com vasta experiên­ cia na área educacional e um advogado especia­ lista em Direito Imobiliário, Gestão de Condomínios e Gestão de Pessoas, com vivência em administração e sindicância profissional. 3. Trabalho motivacional rea­lizado por todos os pro­ fessores. 4. Aulas teóricas e práticas com estudo de casos concre­ tos. 5. Instalações confortáveis e com recursos audiovisuais. 6. Módulos independentes. 7. Aulas em dias alternados, pares e ímpares, conforme a es­ cala 12/36 dos funcionários. 8. Entrega de certificado e coffee break. 9. Premiação dos melhores alunos com a entrega de livros no final de cada módulo, estimulando a leitura e a busca do co­ nhecimento. 10. Sorteios de produtos e serviços fornecidos pelas empresas patrocinadoras que apóiam e acreditam na transformação das pessoas através da qualificação profissional.

2. Segurança Patrimonial, Prevenção à Assaltos, Rotinas e Procedimentos. II. Área Jurídica 1. Legislação Condominial. 2. Legislação Trabalhista. III. Área Comportamental 1. Autodesenvolvimento, Motivação, Trabalho em Equipe e Atendimento. 2. Relacionamento Interpessoal, Inteligência Emocional e Gestão de Conflitos. www.cadeosindico.com.br

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DIA A DIA DO SÍNDICO

Como encontrar um síndico? Por Rosemar Smera

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s condomínios a­­ tualmente estão en­f rentando um gran­de problema: a falta de moradores voluntários e inte­ ressados em assumir o cargo de síndico. Vários são os mo­ tivos para esta situação: falta de tempo, aumento das res­ ponsabilidades e pro­blemas diversos com os demais mo­ radores. Algumas convenções proí­ bem que o cargo de síndico seja remunerado ou que lhe seja concedida isenção da taxa condominial, o que dificulta ain­da mais a candidatura de pessoas interessadas em as­ sumir o condomínio, obrigan­ do o condomínio a profissiona­ lizar a função de síndico. É possível que após a­­ provação do Projeto de Lei nº 6518/2009 esse aspecto se modifique. O projeto de lei prevê a possibilidade da as­ sembleia autorizar a remune­ ração do síndico, independen­ te do que prevê a convenção do condomínio. A legislação em vigor obri­ ga a existência da figura do

síndico nos condomínios, mas permite a eleição de pessoa es­ tranha ao condomínio. É o que preceitua o art. 1347 do Có­ digo Civil: “A assembleia esco­ lherá um síndico, que poderá não ser condômino, para ad­ ministrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”. Como solução, vários con­ domínios estão contratando os chamados “Síndicos Profis­ sionais”, que são pessoas ou empresas conhecedoras de condomínios e que prestam serviços na área. É importante salientar que a contratação dos serviços de um síndico profissional não elimina a necessidade do condomínio na contrata­ ção de uma administradora, contador, advogado e demais prestadores de serviços. É muito comum a contratação de uma administradora de condomínios que assuma to­ dos os serviços necessários ao bom andamento do con­ domínio, inclusive com cláusu­ la específica para as atividades de síndico profissional.

Como irá tratar principal­ mente com pessoas, o síndico profissional deve ter carac­ terísticas de liderança e orga­ nização; ser paciente e saber ouvir os anseios e pedidos dos moradores. Também é interes­ sante que ele saiba se comuni­ car, e seja bom negociador. Todas as atividades a se­rem exercidas pelo síndico profis­ sional, bem como a remune­ ração e as responsabilida­des, de­vem constar claramente em contrato aprovado em as­ sembleia e assinado pelos mo­ radores. A contratação de síndi­ co profissional traz várias vantagens ao condomínio, como a disponibilidade de tempo, experiência adminis­ trativa no setor; administra­ ção com segurança e quali­ dade, isenção nas decisões tomadas em assembleias; conhecimento de vários as­ suntos relacionados a con­ domínios, especialmente a legislação civil, fiscal e tribu­ tária; facilidade na solução dos problemas junto aos moradores.CS

Dra. Rosemar Smera é especialista em direito condominial e sócia da empresa Adcon Administração de Condomínios - Tel.: 71 3272-1354

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Reforma e revitalização valoriza seu patrimônio

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dificações mais antigas têm como principal problema a defasagem de sua estrutura em relação às mais novas. Muitas também enfrentam o descompasso entre a valorização vertiginosa do terreno e a desvalorização do pa­trimônio imobiliário, seja por conta do tempo ou da má conservação. Em casos como esse é chegada a hora de uma revitalização ou Retrofit. Ou seja, um processo que visa readequar a construção às necessidades, estruturais e tecnológicas dos dias de hoje. A FR Arquitetura, Urbanismo e Interiores tem o instrumento adequado para isso: a realização de um Projeto de Reforma e Recuperação Estrutural de Fachadas. Nele são identificados os principais problemas que afetam o prédio. A receita começa pelo síndico proativo e atuante, aberto a ouvir e com vontade de realizar, que é capaz de mobilizar os condôminos e criar um objetivo comum. Passar do projeto à ação requer gestão e conhecimento na área. Um orçamento básico permite estabelecer por parte do condomínio uma programação para execução da obra e fazer o controle dessa durante o processo. A FR Arquitetura, Urbanismo e Interiores presta completa assessoria ao condomínio na tomada de preço e avaliação das empresas que executaram a reforma. Objetivos claros, responsabilidades definidas, cronograma físico financeiro e respectivo caderno de encargos, documentação e certidões comprobatórias fazem parte de um contrato que garante tranquilidade durante a execução da obra. A fiscalização e gerenciamento por parte da FR Arquitetura, Urbanismo e Interiores minimiza os transtornos inerentes a qualquer obra e mantém o cronograma em dia. Com a aparência renovada o patrimônio tem assim garantida a sua valorização.

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"N

a condição de Engenheiro Fiscal, participante de obras de revitalização, manifesto a minha total satisfação na eficiência e presteza dos serviços desenvolvidos pela FR Arquitetura, Urbanismo e Interiores.” Eng. Newman Cunha (Fiscal de Obras - Reforma do Condomínio Palazzo Siena)

"A

s arquitetas Fernanda Muniz e Renata Riccó foram contratadas para elaborar um Projeto de Reforma do edifício, incluindo as fachadas, área externa do playground, salão de festas, guarita, muro frontal e portões de acesso. O trabalho foi muito útil para o planejamento das reformas e contribuiu para a execução de um orçamento mais realista." Hélio Faria (Sub-síndico do Condomínio Delnorte)

FR Arquitetura Urbanismo e Interiores Fernanda Freitas - CREA 1482-D Ba fdefreitasmuniz@gmail.com - (71) 9961.2643 Renata Riccó - CREA 65470-D Ba renata_ricco@yahoo.com.br - (71) 9606.6296

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Astrap: novas ferramentas tecnológicas a serviço do cliente Diversificação e inclusão de novas soluções para atender às necessidades dos clientes são prioridades para a Astrap

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Astrap é uma empresa baiana, que presta serviços de mão de obra, compreendendo diversas áreas de terceirização. Seu principal objetivo é a excelência dos serviços prestados, alcançado através de um grande suporte administrativo e operacional, desenvolvido com diversas ferramentas tecnológicas. A “Nossa proposta melhor no desempenho é eliminar os com o uso dessas fertranstornos ramentas é significativa, vez que facilita o diários vividos uma trabalho de seus funpelos síndicos” cionários e traz maior sa­ tisfação aos clientes. De acordo com o sócio diretor, Isaac de Belchior, a empresa tem foco na diversificação de serviços e na especialização, com o objetivo de agregar valor para o cliente. “Nossa proposta é eliminar os transtornos diários vividos pelos síndicos e administradores, que em geral exercem funções que caberiam às empresas prestadoras de serviços”, afirma Belchior. Um dos diferenciais da empresa é ofe­recer

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aos condomínios redução no custo de terceirização de mão de obra. “Somos parceiros de nossos clientes, identificando suas reais necessidades e adaptando nossos serviços, com a maior qualidade possível”. A carteira de clientes da Astrap é formada por condomínios, médias e grandes empresas (de vá­rios setores), além de órgãos públicos. O atendimento é ou­ tro diferencial. Antes de qualquer orçamento, o cliente recebe uma visita de um representante, previamente agendada por telefone. O orçamento é precedido de um diagnóstico, para que atenda às necessidades do cliente. Para o sócio diretor, uma das metas da empresa é continuar conquistando reco­nhe­ cimento, como símbolo de qualidade e segurança. “Sempre buscamos proporcionar um elo de confiança, indispensável nesse tipo de serviço”.

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CARTÃO

Entrega de prêmios

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promoção de agosto do cartão Cadê o Síndi­ co foi finalizada com a entrega dos prêmios aos ganhadores. Nesta oportunidade a An­ gelo Freitas Saúde Ambiental ofereceu oito serviços de controle de baratas e ratos em área comum. Os ga­nhadores foram:

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1. Condomínio Salvador Ville Clube, represen­ tado pela síndica Bruna Correia. 2. Condomínio Bosque Imperial, re­presentado pelo síndico Alessandro Castro. 3. Condomínio São Lucas, re­presentado pelo síndico Hildeval Silva.

4. Aloísio Mascarenhas, administrador do Con­ domínio Edf. Mansão Pituba. 5. Condomínio Edf. Praia Ville, representado pela subsíndica Elba Ornellas através do porteiro Sr. Roque.

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6. Condomínio Edf. Luiz de Camões, represen­ tado pelo síndico Marinésio Neri Silva. 7. Condomínio Edf. Garcia D’Avila, representado pela síndica Silvani Cerqueira. 8. Condomínio Horizon Residence, representado pela administradora Arleide Nascimento. A próxima promoção já tem sorteio marcado para novembro de 2012, veja anúncio na página 2. Para fazer o cartão Cadê o Síndico, basta preen­cher a ficha de adesão disponível no site www.cadeosin­ dico.com.br. Maiores informações pelo telefone 3242-1084.CS

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Excelsior Seguros: alta qualidade para manter o cliente satisfeito Inovadora, a Excelsior Salvador foi pioneira em seguro pessoal para cordeiros, foliões do carnaval e torcedores de estádio

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om 69 anos de atuação no mercado brasileiro, a Excelsior Seguros é a única seguradora com matriz na região Nordeste, em Recife. Na Bahia, a empresa há 11 anos realiza um trabalho totalmente diferenciado, oferecendo seguros especializados em diversas áreas e adaptados às necessidades de cada cliente. A Excelsior Seguros Salvador disponibiliza diversos modelos de seguros: Multirriscos; Garantia; Aeronáutico; Habitacional; Riscos Diversos, para máquinas e equipamentos em geral e Res­ ponsabilidade Civil Geral, incluindo garantias de reembolso ao segurado em decorrência de erros profissionais. “A Excelsior oferece produtos com características especiais e dentro do perfil de cada cliente”, declara o executivo da Excelsior Salvador, Nelson Uzêda. A empresa tem alguns produtos inovadores, como o seguro para obras de arte, exposições e eventos musicais e culturais. A seguradora foi precursora no segmento de seguro pessoal para cordeiros e foliões do carnaval e também para torcedores de estádio. “No tocante ao seguro dos torcedores, a Excelsior teve uma expressiva participação no atendimento aos beneficiários das vítimas do acidente ocorrido na Fonte Nova, em 2007, uma vez que era a seguradora detentora do produto”, ressalta Uzêda. Além dos seguros

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denominados “Taylor Made”, que são aqueles desenvolvidos de acordo com a necessidade dos clientes e tipo de operação desenvolvida. A empresa realiza ainda treinamento e palestras na Bahia e em Sergipe. Atualmente, a Excelsior Salvador possui 12 profissionais, entre funcionários e prestadores, além de diversos corretores, que são altamente capacitados para prestar o melhor serviço. “Nos casos de atendimento aos sinistros, os clientes podem entrar em contato com a Central de Atendimento ou ir a um de nossos escritórios. Nossa equipe presta atendimento personalizado, apresentando um seguro adequado, de acordo com as necessidades dos clientes”, explica Uzêda. “Mantemos total atenção ao trabalho de pós-venda, que é muito importante no processo de fidelização do cliente”, afirma Uzêda.

Nelson Uzeda

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ELEVADORES

Por Vandilson Alves

Empresas de manutenção D

e um modo ge­ ral o consumidor ­bra­sileiro está se habituando com as vanta­ gens trazidas pela condição de portabilidade dos ser­ viços das operadoras de celular, planos de saúde, bancos, etc. A possibilidade de escolha de prestadores de serviços essenciais não é uma novidade no ramo das empresas de manutenção de elevadores. O próprio Có­ digo do Consumidor proíbe o monopólio da venda de peças por parte das monta­ doras/fabricantes. O fato é que, com a crise internacional, o Brasil tem sido uma das principais vál­ vulas de escape de empresas europeias e asiáticas. A con­ sequência é a proliferação de prestadores desse tipo de serviço, aquecendo o mer­ cado, tornando-o ainda mais competitivo. Para as empresas sérias, que mantêm em seus qua­ dros colaboradores qualifica­

dos e experientes, que buscam honrar com o seu compro­ misso com a coleti­ vi­d ade, pagando im­postos e ge­ rando em­pregos, procuran­ do prestar o me­lhor serviço possível para seus clientes, o acirramento da concorrência pode ser um perigo. Diante desse cenário, qual será o futuro das empresas de ma­ nutenção de elevadores? A regulação deste mer­ cado, certamente, passa pela capacidade de discernimen­ to do cliente. Os elevadores de um condomínio, mesmo de um estabelecimento co­ mercial, constituem um im­ portante patrimônio. Mais que isso: transportam vidas! Diante disso, das inú­ meras opções existentes, os condomínios já se permitem escolher boas empresas de

elevadores do mercado. Hoje não basta dizer que a empresa tem sede no EUA, na Eu­ropa ou na Ásia. É imperativo que estas empresas ofereçam melhor preço e quali­ dade de serviços. Enfim, os condomínios não precisam se preocupar tanto com a marca e o fabricante do ele­ vador. O importante é veri­ ficar sempre se a empresa está devidamen­te habilitada pelos órgãos competentes, conhecer se­u portifólio de clientes, a estrutura técnica operacional, assim como avaliar o grau de compro­ misso com o aten­dimento das necessidades dos equi­ pamentos e seus usuários. Portanto, fiquem aten­ tos, pois a portabilidade e­xiste também no ramo de elevadores para que o con­ sumidor escolha, livremente, a empresa para a manuten­ ção dos seus elevadores. CS

Vandilson Alves é engenheiro, consultor e perito em transporte vertical. contato: vandilson_alves@yahoo.com.br

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SAÚDE AMBIENTAL

Contratação de “fumacê” no combate a mosquitos

Uso isolado da técnica na maioria das vezes não resolve Por Danilo Roriz

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m terrível incômodo, sem contar com os riscos de contrair a dengue e outras doenças, é a presença de mosquitos no condomínio. Diante da cobrança dos condôminos e da ausência de ações dos órgãos públicos, o gestor muitas vezes contrata empresas para “bater o fu­ macê”, na esperança de amenizar o inconveniente. A partir desse momento, os administradores menos informados passam a ter mais problemas quando o serviço não apresenta os resultados esperados, pois, parte dos condôminos é contra, devido à exposição de pessoas a inseticidas que engrossam o coro “prófumacê” cobram revisões da empresa desinsetizado­ ra para equacionar o problema, uma vez que paga­ ram para a solução. Em primeiro lugar o síndico deve saber que a forma voadora desses insetos é apenas uma das fases do ciclo e que a água parada é a principal causadora da infestação no edifício, portanto, a busca por criatórios deve ser a fundamental medida no controle da infestação. Então se o foco proliferador estiver no prédio ao lado, de nada adiantará o fumacê no local. As fases do ovo, larva e da pupa (pré-nascimento) não são afetados pelo fumacê, necessitando os criatórios de tratamento com produtos larvicidas, no caso de tanques, ou de serem descartados ou preenchidos para não mais acumularem água. Dessa maneira, a união e troca de informação entre síndicos e administradores de edificações vizinhas, assim como a presença de um técnico especializado de instituição pública ou de empresa controladora, deve ser sempre

a primeira e essencial medida no sentido de controlar o problema. A população de maneira geral supervaloriza as ações do fumacê, negligenciando as ações de rotina, como evitar o acúmulo de água parada em qualquer recipiente e facilitar a entrada do agente de saúde. Pesquisas já comprovaram que em recipientes secos que abrigam ovos depositados pela fêmea do Aedes, quando novamente enchidos com água, podem des­ encadear novo criatório após vários meses ou mais de um ano sem água. O administrador deve estar atento a outro impor­ tante ponto: a utilização do equipamento fumacê do tipo FOG adotado por várias empresas, não é a técnica mais eficaz. Estudo da Organização Panamericana de Saúde comprovou que o aparelho do tipo UBV é muito mais eficaz no combate aos mosquitos pernilongos e do Aedes, fato este que abalizou as instituições públi­ cas de controle a abolirem o FOG. Em suma, quando pensar em contratar uma em­ presa para amenizar uma infestação de muriçocas em um condomínio, o contratante deve seguir os se­ guintes passos: certificar que no condomínio não há foco em água parada, contatar os vizinhos para ações conjuntas e levantamento de informações, acionar a autoridade pública para inspeção na área, solicitar das empresas a serem contratadas que enviem um pro­ fissional de formação compatível para apresentar a técnica a ser aplicada e observar se a empresa contro­ ladora possui alvará sanitário e está quite com a auto­ ridade sanitária do município. Tomando essas medidas consegue-se um resultado melhor nessa luta, onde até agora o mosquito tem vencido. CS

Danilo Roriz (médico veterinário CRMV BA 2262) - Especializado em controle de pragas urbanas. responsável técnico e consultor de empresas de controle de pragas urbanas, atuou no Centro de Controle de Zoonoses de Salvador por oito anos, onde coordenou o Programa de Controle de Roedores. Tel. (71) 9127-9516. danilofreireroriz@yahoo.com.br

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PISCINA

Sistema hidráulico mal dimensionado acidentes aos usuários.

Por Antônio Coradinho

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ormalmente a preocupação dos res­ ponsáveis pelas piscinas é quanto ao tratamento químico adequado. É fácil medir os índices de PH e de cloro no kit teste e fazer as devidas correções. Mas existe um perigo oculto que, se não detectado, pode ocasionar graves acidentes aos usuários, o dimen­ sionamento do sistema hidráulico. A instalação hidráulica é muitas vezes efe­ tuada sem projeto por encanadores que não sabem que existe uma norma (NBR 10339) espe­ cífica para construção de piscinas e nem fazem a análise dos fluxos, o que potencializa a possibili­ dade de danos aos equipamentos e acidentes aos usuários. Veja alguns exemplos que temos encontrado de não conformidade com as normas; e que re­ sultaram em danos materiais e em alguns casos

1. Piscina somente com dispositivo de aspiração, sem ralos de fundo. Erro grave de projeto e de ins­t alação. A Nor­ ma diz que deve existir dois ralos de fundo de grade ou um antiturbilhão. Em uma destas piscinas, uma criança de quatro anos foi deixada sozinha na piscina. A bomba estava ligada, a criança colocou a mão no buraco da aspiração e foi sugada, penetrando quase até ao ombro. Foi necessário quebrar a pis­ cina por fora, serrar a tubulação e levar a criança para o hospital com o braço totalmente dentro do tubo. Fe­lizmente a piscina era rasa e criança recuperou-se do acidente. 2. Tubulação subdimensionada para a potência da bomba. Uma bomba de 1 cv tem a capacidade de bombear 12 m³/hora. Uma tubulação de 50 mm suporta uma vazão máxima de segurança de 10 m³/hora. Quando uma tubulação de 50 mm é ins­ talada inadequadamente numa bomba de 1 cv, cria uma força de sucção acima da capacidade da tubulação podendo romper as conexões. Se exis­ tir um só ralo de fundo na piscina, esta força de sucção torna-se extremamente perigosa para o usuário que pode ficar preso no ralo de fundo. 3. Recentemente fomos cha­mados para analisar uma situação nas piscinas de um condomínio

Antônio Coradinho é sócio da empresa Corágua Soluções em Piscinas - www.coragua.com.br - 3334-7977 / 3334-3436

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construído por uma grande construtora, a poucos dias da inauguração. Quando ligavam a bomba de filtração, uma das piscinas esvaziava e a outra en­ chia. Depois da análise, concluí­ mos que para consertar teriam que tornar as piscinas comuni­ cantes, isto é, quebrar o piso e colocar tubos entre as pisci­ nas para haver um equilíbrio nos níveis. A última coisa que a cons­trutora esperava era ter de quebrar o deck para corrigir a falha de projeto.

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4. Em outra ocasião fomos chamados para fazer um dia­ g­­nóstico em outra piscina de linhas muito bonitas, para sa­ ber porque a borda infinita da piscina não funcionava. Veri­ ficamos que a tubulação de sucção da borda infinita es­ tava totalmente subdimensio­ nada, isto é, a vazão de água que caía na borda e ia para a bomba era muito inferior à capacidade da bomba, e esta trabalhava a seco. 5. Bomba incompatível com o filtro. Muitos dos danos materi­ ais ocasionados em bombas e filtros de piscinas acontecem quando existe a necessidade de substituição de um filtro ou de uma bomba. Na maior parte das vezes, por uma razão de custo, é ins­t alado um filtro com menor capacidade. O risco de romper o filtro é alto. Por outro lado, uma bomba com menor vazão compromete a filtração, afetando a qualidade da água da piscina. CS www.cadeosindico.com.br

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