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Revista Cadê o Síndico • março/abril 2011

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EDITORIAL

Núbia Cristina Santos Editora

A

maioria dos condomínios não está preparada para enfrentar situações de emergência e pânico, como incêndios, por exemplo. Nesta edição da Revista Cadê o Síndico você vai conferir dicas de segurança do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar da Bahia, essenciais para salvar vidas e prevenir tragédias e pânico em momentos de emergência. O que é uma brigada de incêndio? Como formá-la? O que é um projeto de segurança? Para que serve? A matéria de capa vai tirar todas essas dúvidas. E mais. A Cadê o Síndico faz um alerta: a Bahia é um dos poucos estados que não têm uma lei que estabeleça normas de segurança para situações de incêndio. Se você planeja co­ns­­­truir ou reformar, não deixe de lê o comentário da arquiteta e decoradora Ticiana Fahel; as dicas são muito úteis. Quer saber como economizar água? Conheça novos sistemas de descargas, com o engenheiro e pesquisador Fabiano da Veiga. Confira, ainda, a estreia da coluna da Vedacit, com perguntas e respostas sobre infiltração e impermeabilização. Há vários motivos a mais para ler esta edição da revista Cadê o Síndico na íntegra; temos a melhor equipe de consultores do mercado baiano e uma seção de classificados completa, com fornecedores de produtos e serviços de excelente qualidade. Boa sorte e boa leitura.

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SUMÁRIO VALORES DE REFERÊNCIA Índices que facilitam sua consulta..................................................

PERFIL Márcio Saback, síndico do Octávio Ariani Machado.......................

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SERVIÇO A Vedacit explica.............................................................................

REGIONAL

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Prefeito de Irecê preside a Unippi...............................................

SEGUROS Seguro contra incêndio é obrigatório........................................

ARTIGO Economia de água e sistemas de descarga...............................

CARTÃO Entrega de prêmios de mais uma promoção.............................

25 CLASSIFICADOS

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e que o, inform Sr. síndic vista cio na re viu anún entos ar orçam it c li o s o a

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MARÇO/ABRIL 2011• EDIÇÃO 32

CAPA Seu condomínio está preparado para emergências?

16 COLUNAS

DÚVIDAS JURÍDICAS Drª Kátia Gerlin Comarella responde

SR. SÍNDICO Rateio da taxa condominial

AMBIENTE Dicas para quem vai reformar ou construir

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INDICADORES

Valores de referência 01 – CONTRIBUIÇÃO DO INSS Tabela a ser aplicada, para recolhimento a partir de 01.01.2011. SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS

Até R$ 1.106,90

8%

De R$ 1.106,91 até R$ 1.844,83

9%

De R$ 1.844,84 até R$ 3.689,66

11%

Pagamento até o dia 20 do mês subseqüente ao de competência. Não havendo expediente bancário fica prorrogado para o prazo do 1° dia útil seguinte.

04 – PISO SALARIAL (VÁLIDO ATÉ 30.04.2011)

Valores não homologados

Data base: maio de cada ano

R$ 698,00 Supervisor.................................................... R$ 698,00 Zelador.......................................................... R$ 643,00 Administrador..............................................

Porteiro ou agente de portaria e recepcionista............................................ R$ 643,00 Folguista, manobrista, jardineiro e piscineiro................................................... R$ 556,00 Auxiliar de serviços gerais, serventes e boy........................................... R$ 556,00 Ascensorista, vigia, garagista, controlador de veículos............................. R$ 556,00 ADICIONAL NOTURNO: 25% HORAS EXTRAS: 100%

02 – GRPS (INSS) 20% sobre a Folha, como parcela do Condomínio.

A convenção de 2010 já saiu, porém não está homologada, é válida até 30/04/2011

2% sobre a Folha, como contribuição de acidente de trabalho.

05 – REGISTRO DE CONDOMÍNIO

4,5% sobre a Folha, como contribuição de terceiros (SESC, SENAI, etc...) Salário Família: Até R$ 573,58 = R$ 29,41.

Passos necessários condomínio

na

regularização

do

1. Expedição do Habite-se (pela Construtora/ Incorporadora).

De R$ 573,59 a R$ 862,11 = R$ 20,73.

2. Inscrição das escrituras definitivas das unidades no Cartório de Registro de Imóveis.

03 - OBRIGAÇÕES

3. Solicitar o desmembramento do IPTU por unidade.

Admissão/Demissão (CAGED) – Comunicar ao Ministério do Trabalho, até o dia 05 do mês subsequente. Recolhimento do INSS, até o dia 20 do mês subsequente. Recolhimento do FGTS, 8% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 7 do mês seguinte. Recolhimento do Pis, 1% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 24 do mês subsequente. Recolhimento do ISS, (Sobre serviços prestados) pagamento no dia 5 do mês subsequente.

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VALE ALIMENTAÇÃO: COND. RESIDENCIAL.....R$ 170,00 COND. COMERCIAL...... R$ 180,00

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4. Elaboração da Convenção, com assinatura de proprietários de no mínimo 2/3 das frações ideais do condomínio. 5. Convocação da primeira assembléia para eleição de síndico e conselho consultivo. 6. Registro do condomínio no cartório de imóveis, juntamente com a convenção. 7. Inscrição do condomínio no CNPJ, que torna automática a inscrição no INSS (esta é necessária para o condomínio ser empregador). OBS: CNPJ: É o Cadastro de Pessoa Jurídica. O condomínio precisa desse registro porque, apesar de não pagar imposto de Renda (associação sem fins lucrativos), vai reter imposto de Renda dos funcionários na fonte.

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PERFIL

Firmeza para vencer desafios Para o síndico do condomínio Octávio Ariani Machado, Márcio Saback, a gestão eficaz é centrada em valores e na valorização da equipe Por Indira Naiara

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oerência, firmeza e lealdade são ca­ racterísticas que o síndico do condomínio Octávio Ariani Machado, Márcio Saback, considera fundamentais para a realização de uma gestão eficiente. Síndico há 10 anos, mas adminis­ trando o edifício consecutivamente há quatro, Saback dedica o sucesso da sua gestão ao amor da sua esposa Railuze, com quem é casado há 16 anos, a seus três filhos Matheus, Raquel e Luiza, e à sua fé. “O mérito para todas as vitórias da minha vida eu devo a Deus. Durante a maior parte da minha gestão sofri com uma doença considerada incurável. Mas hoje, graças a Deus, estou curado”, conta. Superação é uma palavra que define muito bem a gestão de Saback, pois além da doença, ele teve que enfrentar a desconfiança dos condôminos: “Quando fui eleito síndico pela primeira vez, era um morador recém-chegado no prédio”, diz. Além disso, existiam muitos problemas no Edifício Octávio Ariani. Desorganização administrativa e financeira, dificuldade de manter um cadastro de profissionais com qualidade e preços justos nas prestações de serviços foram alguns dos desafios enfrentados. Para solucionar os problemas, Saback definiu prioridades, visando a segurança e o bem-estar dos moradores e funcionários e a valorização patrimonial, com a cobrança de uma taxa de condomínio viável.

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Márcio Saback: leal ao trabalho

“Consegui superar todos os desafios e alcançar as metas definidas. Graças à parceria com os demais membros da administração, que são bastante atuantes, e com uma equipe de funcionários muito dedicada”, declara. Saback conta que não tem muitos problemas relacionados à inadimplência em seu condomínio. “Admi­ nistro um edifício com aproximadamente 220 moradores e o índice de inadimplência é quase zero. E esse fator se deve à nossa política de transparência admi­ nistrativa. Mas quando eles ocorrem, tentamos todas as possibilidades de acordo. Caso o problema não seja resolvido, acionamos a advogada do condomínio para que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis”, Reformas do playgound, guarita e salão de festas abrangendo troca de manta, pisos, revestimentos, paisagismo e iluminação; instalação de um gerador de energia; duas pinturas de fachada e áreas comuns são as principais realizações da gestão de Márcio Saback. Em maio deste ano, ele planeja iniciar a reforma das áreas internas do edifício. Além de síndico, Márcio Saback é sócio da empresa fornecedora de produtos de limpeza Cristallimp. Ele diz que concilia a sua atividade profissional com a administração do condomínio elegendo prioridades e que para realizar um bom trabalho conta com uma equipe bem treinada. “Destaco a importância de uma equipe de trabalho coesa e capaz de ter iniciativa para resolução de problemas. Não basta apenas assumir um cargo de gestão condominial, pois as responsabilidades são muitas, por isso é necessário estar cercado de pessoas competentes e de confiança”, afirma. CS

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DÚVIDAS JURÍDICAS

Por Kátia Gerlin Comarella

Dra. Kátia Gerlin Comarella Responde

01 – PERGUNTA DE ELOISA. Existe alguma legislação que proíba a contratação de funcionário demitido pelo síndico anterior? Caso não exista nada que impeça a recontratação desse funcionário, a convivência com o síndico que demitiu será muito difícil? Resposta: Cara Eloisa não existe nenhuma legislação que proíba a recontratação de funcionários desligados. Quanto à convivência com o síndico que o desligou, vai depender da razão do desligamento. Portanto, não vejo empecilho para recontratar, caso aquele seja bom profissional, e poder aproveitá-lo. 02 - PERGUNTA DE JOSÉ MENSITIERE NETO. O empregado que já dispõe de tempo de aposentadoria, pode ser afastado sem a necessidade do pagamento dos 40% do FGTS? Ou ele faz jus a todos os pagamentos, como se fosse demitido? Resposta: O empregado que já atingiu o tempo de aposentadoria, seja por tempo de contribuição, por idade, espontânea ou apo­

sentadoria especial, nesses casos em comento, a posterior iniciativa de ruptura do contrato sem justa causa obriga o empregador ao pagamento de todas as verbas inerentes a essa modalidade de despedida, inclusive a multa de 40% sobre a totalidade do FGTS depositado. Para a concessão do benefício da aposentadoria espontânea, não é necessário que o segurado empregado se afaste do emprego. Entretanto, mesmo não se afas­ tando do emprego, ele tem direito a sacar o montante do FGTS de sua conta vinculada. Diversas decisões têm sido proferidas pela Justiça do Trabalho, no sentido de que a concessão da aposentadoria espontânea extingue o contrato de trabalho, independentemente da sua rescisão formal. Neste caso, mesmo sem haver a rescisão do contrato, a continuidade da relação de emprego se dará sob a forma de novo contrato. Com base nestas decisões, caso o empregado seja despedido sem justa causa,

somente será devida a indenização compensatória de 40% relativa ao contrato que vigorou após a concessão da aposentadoria. 03 – PERGUNTA SÍNDICA DO MORADAS DO SOL. Em nosso condomínio, alguns condôminos solicitaram os livros fiscais para levar para um auditor analisar a veracidade das notas, eu posso entregar os livros para os Condôminos? Resposta: A responsabilidade de guarda dos documentos do condomínio cabe ao síndico. Nada impede que este disponibilize os documentos para serem vistos pelos condôminos ou auditoria que precise, mas também não tem esta obrigação. Entretanto, pode ocorrer desvio de documentações e, como informado, é da responsabilidade do síndico. O que geralmente acontece é o síndico marcar dia, hora e local para que o condômino ou auditor compareça e veja a documentação na presença do síndico ou do conselho, onde estes darão total liberdade de consulta. CS

Drª Katia Gerlin Comarella, titular do escritório KGC advogados associados, é especialista em direito condominial há 16 anos na cidade do Salvador, tendo estendido a sua especialidade também no estado do Espírito Santo, na cidade de Vitória e Vila Velha onde também atua, com ampliação ao seu escritório a Gerlin & Horta Ltda, dando seguimento aos seus trabalhos. • Tel.: 3345-2727 • drkatiagerlin@hotmail.com

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SERVIÇO

Umidade tem limite

A Vedacit explica

E

ste espaço foi criado para a VEDACIT res­ ponder às perguntas mais frequentes sobre umidade e impermeabilização. Leia, consulte, fique por dentro deste assunto e mande suas dúvidas para revista@cadeosindico.com.br, a VEDACIT responderá na próxima edição.

com o FECHATRINCA VEDACIT. As aberturas podem ter no máximo 5 x 5 (mm). Após a secagem do FECHATRINCA VEDACIT, aplica-se a primeira demão do VEDAPREN PAREDE, diluída em até 10% de água. Aplicar simultaneamente o VEDATEX ANTIFISSURA, colando-o sobre a superfície e na seqüência aplicar mais uma demão do VEDAPREN PAREDE.

Como tratar fissuras em paredes rebocadas? Como corrigir umidade em rodapés?

As fissuras nas paredes podem ser causadas por uma série de fatores, os mais comuns são retração das argamassas, ausência de cura, uso de areia ina­ dequada ou contaminada, etc. As fissuras apresentam uma espessura igual ou inferior a 0,5 mm e as microfissuras apresentam uma espessura igual ou menor que 0,05 mm. Preparo do substrato: as superfícies devem ser porosas, regularizadas, limpas, secas e isentas de po­ eira. Quanto às superfícies já pintadas, devem ser preparadas convenientemente até ficarem nas condições descritas anteriormente. Tratamentos: Microfissuras: No caso de microfissuras, as mesmas podem ser tratadas diretamente com VEDAPREN PAREDE, que é um impermeabilizante acrílico contra batidas de chuva. Aplicar em toda superfície, com rolo, trincha ou broxa de 2 a 3 demãos, com o intervalo mínimo de 6 horas entre elas. Aplica-se a primeira demão do VEDAPREN PAREDE diluída em até 10% de água, para uma melhor penetração e nas demãos seguintes aplicar o produto puro. Fissuras: No caso de fissuras, podem ser tratadas

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Remover todo o revestimento, chegado na alvenaria, até a altura de 1,5 m a partir do rodapé. Avançar com a impermeabilização no piso aproxi­madamente 40 cm, para evitar que a umidade possa infiltrar no encontro do piso com a parede. Aplicar o VEDAJÁ ou VEDATOP com broxa ou trincha, na forma de pintura, em 3 a 4 demãos, obedecendo intervalo de aproximadamente 6 horas entre elas. Chapiscar com cimento:areia grossa lavada (1:3), amolentar com a solução BIANCO: água (1:2), até obter a consistência desejada. Refazer o reboco com argamassa cimento: areia média (1:3), adicionando 2 kg de VEDACIT/saco de cimento (50 kg), espessura 1 cm.

Obs.: Fazer a impermeabilização com o tempo estável. É imprescindível o uso de equipamentos de proteção individual (EPI). Para mais informações sobre os produtos, por favor, consulte as fichas técnicas: BIANCO, VEDACIT, VEDAJÁ e VEDATOP.

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REGIONAL

Prefeito de Irecê

é o primeiro a presidir a Unippi Zé das Virgens, prefeito de Irecê, assume a condição de articulador regional

O

prefeito de Irecê, José Dourado das Virgens, foi eleito presidente da U­nião dos Prefeitos do Platô de Irecê - UNIPPI, entidade que agrega os 19 gestores da microrregião. O nome de Zé das Virgens foi unânime na opinião dos prefeitos e a sua eleição foi anunciada por aclamação dos presentes. Zé das Virgens sucede o prefeito de Canarana – cidade vizinha a Irecê – Ezenivaldo Dourado, assumindo os rumos administrativos da entidade para o biênio 2011-2012. Para Zé das Virgens a responsabilidade de presidir uma entidade, que é sem dúvida a maior representatividade política do território de Irecê, é mais um desafio na sua vida pública, porém, ele assegura que junto com os demais gestores buscará unificar as ações dos municípios com uma agenda de trabalho que mantenha a discussão de medidas para a cons­ trução e e­xecução de projetos de desenvolvimento sustentável para o Território de Irecê. Fundada em 1994 como Apri - Associação dos Prefeitos da Região de Irecê, e reestruturada como Unippi em 2004, a entidade foi constituída para assumir a condição de “viés político da região”, com o propósito de unificar as demandas e ações dos municípios que compõem o território. Zé das Virgens foi o primeiro prefeito de Irecê, cidade pólo da região, a assumir a presidência da entidade, que antes foi dirigida pelos prefeitos de Barra do Mendes, Néu (por duas gestões); América Dourada, Sinobelino; Lapão,

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Hermenilson Carvalho e Canarana, Ezenivaldo Dourado. Segundo Zé das Virgens, o potencial econômico de Irecê aliado à nossa política de desenvolvimento sustentável, tem promovido uma grande expansão urbana no município. Fatores como a nossa vocação econômica no setor de serviços, - com destaque na saúde - a pujança do comércio interno e agora com o IFBa – Ins­tituto Fe­deral Tecnológico da Bahia aqui instalado, têm contribuído para o crescimento e valorização do setor imobiliário no município. Promover o desenvolvimento urbano aliado às políticas de promoção social, é uma das bandeiras da Prefeitura de Irecê, dentre as quais destacam-se o programa para redução do déficit habitacional, com o incentivo e apoio a novos espaços urbanos, o Programa Minha Casa Minha Vida e o cadastramento para atender às famílias de baixa renda. O condomínio Brisas Residence Irecê é uma oportunidade única do setor e contempla o Programa Mi­nha Casa Minha Vida, pois oferece excelentes condições aos munícipes para a aquisição de imóveis. Esse empreendimento irá proporcionar também a urbanização do setor norte do município e aquecerá o segmento da construção civil, uma vez que a mão de obra contratada é proveniente da própria cidade A construção de novos empreendimentos são sinais da melhoria no aspecto urbano da cidade, aliado à parceria entre o setor público e privado proporcionando o desenvolvimento de Irecê. CS

José das Virgens: promoção econômica e social

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Eficiência e atendimento personalizado

A Galvão Impermeabilização consolidou uma boa carteira de clientes em Salvador e expande sua atuação para o interior baiano

Empresa especializada na impermea­ bilização de imóveis, a Galvão foi fun­ dada há cinco anos, mas já consolidou uma boa carteira de clientes em Salva­ dor. Hoje, expande sua atuação para o interior baiano e pretende alçar vôo para outros estados do Brasil. Apesar do pouco tempo de mer­ cado, a Galvão traz a larga experiência de mais de 25 anos do seu fundador e atual diretor-presidente, Antônio Carlos. “O trabalho não está restrito apenas a Salvador: atuamos no interior do Estado, levando qualidade para a construção e reforma”, diz. A empresa faz recuperação estrutural, reformas, ampliações, demolições, pin­ turas e o que for relacionado ao serviço de proteção contra infiltrações. A Galvão Impermeabilização presta serviço em prédios comerciais e residenciais de to­ dos os portes e tamanhos. “O que nos faz destaque nesta área é a constante pesquisa de novos produtos e

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materiais de qualidade superior”, afirma Antônio Carlos. “Graças ao trei­namento contínuo de nossos funcionários e par­ ceiros, conseguimos oferecer um serviço de alta qualidade, com preços justos e competitivos”, complementa. Outro diferencial da empresa é o atendimento personalizado, com o agen­ damento de visita para condomínios. “Nós avaliamos a necessidade de cada serviço e apresentamos todas as soluções possíveis para cada problema. Os orça­ mentos são entregues em tempo hábil, aguardando apenas o aval do cliente para começarmos nosso trabalho”, conta. A Galvão Impermeabilização não presta serviços apenas para os con­ domínios. “Co­n ­­s­­­tru­ímos e reformamos casas em diversas áreas da cidade, prin­ cipalmente na Linha Verde. “Forne­ cemos todas as informações técnicas e as soluções dos problemas aos clientes, procurando oferecer credibilidade e se­ gurança”, finaliza.

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SEGUROS

O presidente do Clube de Seguradores da Bahia, Fausto Dórea, abre evento de encerramento das atividades do Clube em 2010

Seguro contra incêndio é obrigatório Por Indira Naiara

A legislação exige, mas a maioria dos condomínios não contrata esse tipo de serviço

A

legislação exige que os condomínios contratem seguro contra incêndio, no entanto, a maioria descumpre a lei. O alerta é feito pelo presidente Clube dos Seguradores da Bahia, Fausto Dórea. O condomínio que não contratar esse tipo de seguro fica sujeito à multa mensal equivalente a 1 doze avos do imposto predial, cobrável executivamente pela municipalidade. Dórea afirma que o seguro tem excelente custo benefício. “É um produto de extrema necessidade para sociedade, e tem preços acessíveis”, completa. “O seguro de responsabilidade civil do síndico também é obrigatório”, afirma Dórea, lembrando que o síndico é responsabilizado quando não cumpre as atribuições do cargo adequadamente. O Art. 1.348 do

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Código Civil determina que o mesmo deve “realizar o seguro da edificação”. Histórico Fundado em 29 de abril de 1959, o Clube dos Seguradores da Bahia é um fórum permanente de debates do Mercado de Seguros, além de ser instrumento de confraternização e interação da categoria. O objetivo é levar conhecimento e desenvolvimento para a categoria, com palestras, treinamento e debates, além interagir e confraternizar com o mercado e com os sócios. O clube tem hoje cerca de 130 sócios, entre exe­ cutivos, gerentes comerciais, diretores, corretores de seguros e prestadores de serviço. Os sócios pagam uma mensalidade que cobre os custos dos eventos e dos colaboradores. Os associados participam, mensalmente, de um almoço palestra com grandes executivos do mercado de seguros nacional, ou eventos à noite, em datas comemorativas como: Dia Continental do Seguro, Aniversário do Clube, eleição dos Destaques do Ano, treinamento sobre produtos etc. O administrador de empresas, Fausto Dórea, está no 2º mandato, eleito por aclamação pelos sócios, e foi duas vezes premiado como executivo destaque do Mercado Segurador Baiano, em 2006 e 2010.CS

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Assulba acompanha crescimento

do mercado imobiliário da Bahia A empresa cresce junto com os condomínios baianos e oferece serviço personalizado ao síndico e administradoras de condomínios, atendendo às necessidades de cada cliente

C

riada pelo gaúcho Silvio Luiz Moraes, a Assulba se destaca pela qualidade e transparência na prestação de serviço. Há 18 anos, a empresa oferece aos condomínios produtos como contentores de lixo, baldes espremedores, lixeiras, espelhos retrovisores, carrinhos de compras, bebedouros, dentre outros. De acordo com Sílvio, nesses 18 anos a empresa procurou se especializar em produtos e equipamentos para condomínios, pres­tando um serviço personalizado. “Nosso objetivo é sempre atender bem aos nossos clientes. Prestamos ao síndico um atendimento personalizado, trabalhando com a necessidade real de cada condomínio. Esse é o nosso diferencial”, afirma o proprietário da Assulba. Além de condomínios de Salvador e da Região Metropolitana, a Assulba também fornece produtos para condomínios em Itabuna, Ilhéus, Vitória da Conquista e Aracajú. Atualmente, a empresa é referência de

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mercado e está aproveitando as oportunidades geradas pela ascensão do setor imobiliário baiano para crescer junto com ele. A Assulba possui uma equipe treinada e presta atenção nos detalhes para satisfazer aos clientes, unindo preço baixo e qualidade de serviço. “Nossa propaganda é o nosso atendimento. É ele que deixa os clientes satisfeitos e faz com que eles continuem com a gente e nos indiquem para outros condomínios. É essa confiança que faz com que a Assulba se consolide cada vez mais no mercado”, destaca Sílvio. A nova sede da Assulba fica na Rua Adelmário Pinheiro, 16 , no bairro de Amaralina. Esquina com a Av. Manoel Dias da Silva. Um espaço maior, com muito mais produtos para os condomínios e administradoras. Tel.: 3345-6200 | www.assulba.com.br

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CAPA

Seu condomínio está preparado para

emergências?

Na Bahia não há legislação que obrigue o cumprimento das normas de segurança para situações de incêndio, emergência e pânico

Por Evandro Filho

O

coronel Nelson Vasconcelos, subcomandante do Corpo de Bombeiros

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s incêndios recentes na Central da Oi, em Salvador, e nos barracões da Cidade do Samba, na zona portuária do Rio, deixaram síndicos e condôminos da capital bai­ ana em alerta. Nos dois casos a falta de manutenção adequada, exigidos no projeto de segurança, podem ter contribuído para o agravamento do incêndio. Segundo dados oficiais do Corpo de Bombeiros da Bahia, somente em 2010 foram realizadas 3.712 atuações em incêndios no Estado, de um total de 17.248 atendimentos. De acordo com o coronel Nelson Vasconcelos, subcomandante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar da Bahia, o estado é um dos poucos que não possui lei que estabeleça normas de segurança para situações de incêndio, emergência e pânico. Na esfera municipal, dos 417 municípios baianos somente dois, Salvador e Feira de Santana, possuem tal legislação. No Estado de São Paulo, que possui tal legislação, os condomínios comerciais e moradias coletivas, como prédios e condomínios, são obrigados a criar uma brigada de incêndio. Uma equipe formada por moradores e funcionários, treinados, responsáveis por realizar os primeiros socorros em situações de emergência. O número de integran­tes

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depende do tama­ nho e da quantidade de moradores. Além disso, a legislação paulista determina que os empreendimentos comerciais e residenciais tenham um projeto de segurança, que deve ser seguido em situações de emergência e pânico, aprovados Pelo Corpo de Bombeiros. Brigadas de incêndio são essenciais “A grande dificuldade na formação das brigadas é que os moradores não participam dos cursos e nem entendem a importância de ter uma equipe preparada para lidar com situações de emergência”, conta Vasconcelos. Ele exemplifica que esse grupo irá cortar o fornecimento de gás, desligar a energia elétrica, socorrer ou evacuar moradores e realizar os primeiros combates, em caso de incêndio. Segundo o Coronel, uma das grandes dificuldades para formar brigadas em condomínios é que os moradores acreditam que a responsabilidade é do síndico ou dos funcionários e nunca de todos os condôminos. “Eles esquecem que se um incêndio toma grandes proporções, o fogo não irá poupar nenhum dos andares e poderá ocasionar vítimas em qualquer uma das unidades habitacionais. Mais importante que a existência da lei, é a conscientização dos moradores”, conta. O cálculo que define o número mínimo de brigadistas depende das características do imóvel (comercial, residencial ou industrial), da população fixa, além da quantidade de pessoas por setor da edificação. O presidente da Associação de Moradores e Proprietários do Pituba Ville (Ampiv), www.cadeosindico.com.br


Negligência Além da manutenção precária, a falta de respeito aos equipamentos de combate a incêndio e às saídas de emergência não são novidades para o Corpo de Bombeiros. “Já nos deparamos com situações em que o hidrante estava com a tampa arrancada e havia muito lixo no equipamento”, conta o coronel Nelson Vasconcelos. Certa vez, a equipe dele recebeu um chamado, e quando os Bombeiros chegaram ao local, perceberam que a escada de incêndio estava sendo utilizada como depósito de móveis sucateados, atrapalhando a saída dos moradores. Para o coronel Vasconcelos, a maioria dos condomínios não está preparada para a grande quantidade de veículos de seus moradores. Ocorre que a falta de planejamento em relação aos estacionamentos torna os condomínios vulneráveis em situações de emergência. Com o aumento do poder de compra da população, há casos de dois e até três veículos por apartamento, sendo que o projeto não previa essa demanda, declara o coronel. “Certa vez, chegamos à noite em um condomínio de Salvador para atender a um chamado, o número

de veículos era tão intenso que precisamos esperar que os pro­ prietários retirassem seus veículos, para alcançarmos o foco do incêndio”, conta. Segunda a coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da Faculdade de Tecnologia e Ciência (FTC), Katia Gerlin Comarela, a obrigação de fazer manutenção nos equipamentos de segurança do Condomínio, de acordo com a Convenção Condominial, é do síndico. Os equipamentos devem ser inspecionados pelo órgão competente de seis em seis meses. A advogada alerta que o condômino pode acionar o síndico na justiça, por perdas e danos, se for constatada a falta de manutenção. “Em caso de irregularidades, o proprietário do imóvel deve designar uma assembleia para discutir a situação, bem como fazer denúncia na Sucom, e até pedir a destituição do síndico”, alerta. Outro detalhe importante: o seguro do edifício tem que estar em dia. Caso ocorra um sinistro e o seguro contra incêndio não te­ nha sido renovado, o síndico deve arcar com todos os prejuízos, pois é o representante legal do condomínio.

José Luiz Machado, afirma que uma das prioridades de sua gestão, iniciada em 2011, é o treinamento dos funcionários da Ampiv na área de segurança, bem como a qualificação para atuar em situações de emergência e pânico. Com 30 lotes residenciais, o Pituba Ville tem 36 prédios habitados e uma população estimada em seis mil habitantes, distribuídos em 1.494 unidades residenciais. “A Ampiv pretende ainda este ano, em conjunto com os referidos prédios, criar uma brigada para atender as diversas situações de emergência do Loteamento Pituba Ville”, afirma Machado. CS www.cadeosindico.com.br

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Enérberus,

quem conhece confia

A

cidade do Salvador tem crescido muito, o volume de obras civis atualmente em execução não tem pre­c edentes, sem contar com o número de shoppings centers e outros empreendimentos congêneres recentemente lançados. Infelizmente, a preocupação com a segurança é reduzida, nota-se que a qualidade e dimensionamento dos equipamentos de proteção e combate a incêndio resume-se ao básico, onde a principal razão da compra chama-se “custo”, fato que se nota também na manutenção dos A empresa é certificada equipamentos. Veladapelo GL - GERMANISCHER mente existe um consenso de que, se houLLOYD, da Alemanha, o ver um problema de que comprova a aplicação incêndio, os bombeiros de procedimentos corretos apagam e o seguro indeniza. E as vidas na manutenção de (dos bombeiros e dos extintores cidadãos comuns), os postos de trabalho que se perdem, as perdas agregadas e tudo o mais, nada disso conta? A Enérberus tem enfrentado seguidamente síndicos que não têm a preocupação maior em proporcionar uma manutenção de

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Jorge Pessoa, diretor da Enérberus

qualidade nos diversos equipamentos de prevenção, segurança e combate a incêndios nos seus prédios, sob a alegação que já nos referimos, ou seja, o bombeiro apaga e o seguro indeniza. É necessário que não somente os síndicos, mas os condôminos se manifestem, expressando seus justos desejos de conservação do seu patrimônio, bem como a manutenção do conforto e bem estar dos seus familiares, pois ocorrendo eventos de incêndios, além dos riscos de se perderem vidas e saúde, perde-se tempo para avaliação dos sinistros e conseqüente indenização. Muitos problemas decorrem da “economia de palito”, pouco inteligente, aplicada por muitos na manutenção não somente dos extintores, mas também das mangueiras, alarmes de incêndio, luzes de emergência e pararraios.

Av. Vasco da Gama, 180, Tel.: (71) 3261-4249

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ARTIGO

Economia de água e sistemas de descarga Por Fabiano da Veiga

O

sistema de descarga é composto basicamente por uma bacia sanitária, pelo ramal de esgoto e sua ventilação e por um aparelho hidráulico de descarga, responsável pela liberação da água para a limpeza dos dejetos na bacia. Este aparelho hidráulico pode ser uma válvula de descarga, uma caixa acoplada ou uma caixa alta (suspensa). Quem determina o consumo de água em um sistema de descarga é a bacia sanitária e não o apare­ lho hidráulico ligado a ela. Os vasos sanitários são projetados e construídos para efetuar a limpeza com um volume de água pré-determinado – fornecendo-se menos água não vai ocorrer o efeito de sucção para limpeza dos dejetos, chamado de sifonagem. Isso significa que uma válvula de descarga, uma caixa acoplada ou uma caixa alta consomem a mesma quantidade de água para efetuar a limpeza de um mesmo modelo de bacia. Até 2002, as bacias sanitárias eram projetadas para consumir entre 12 e 18 litros de água. Após essa data,a norma técnica vigente passou a exigir dos fabricantes de vasos que produzissem modelos de 6 litros (vo­ lume nominal). No mercado há vários fabricantes com diferentes modelos de bacias e cada modelo tem uma performance, alguns são bem mais econômicos. Cada aparelho de descarga tem suas vantagens e aplicações. A válvula www.cadeosindico.com.br

é um produto tradicional no Brasil. É eficiente porque possui um re­gistro que possibilita a regulagem da vazão fornecida e, portanto, se consegue regular o volume ideal para cada modelo de bacia, garantindo economia de água. Além disso, possui ou­ tras vantagens como o melhor design, com acabamentos cromados, combinando com os demais metais do banheiro, mais facilidade de limpeza e como a válvula fica embutida na parede, garante maior espaço no banheiro. Seguindo a tendência de sustentabilidade, há ainda novos acabamentos, que possuem duas teclas de acionamento, onde o usuário seleciona o volume para dejetos líquidos ou sólidos, garantindo até 30% de economia de água. Para quem tem válvula de descarga em casa (que é o caso da maioria das residências), a dica é verificar o modelo da bacia sanitária. As bacias chamadas de econômicas, com volume de 6 litros, têm a inscrição “6 LPF” marcada. Se não for esse o caso, em primeiro lugar sugere-se substituir a bacia. O próximo passo é ajustar a vazão da válvula de descarga. Esse procedimento é facilmente realizado pelo próprio usuário, no registro incorporado ao produto. E por fim, se quiser aumentar a economia, substituir o acabamento por um modelo com duas teclas de acionamento. * Engenheiro pesquisador, especialista em sistemas de descarga e aparelhos economizadores de água. Revista Cadê o Síndico • março/abril 2011

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SR. SÍNDICO

Rateio da taxa

de condomínio

Por Ionara Ribeiro

O

Código Civil Brasi­ leiro determina em seu artigo 1334 que a Convenção que constitui o Condomínio Edilício determinará a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do Condomínio. O inciso I do artigo 1336, do mesmo Diploma Legal, relaciona os deveres dos condôminos e estabelece que os comunheiros devem contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção. Portanto, a forma de rateio da Taxa Condominial é livre. A maioria das Convenções prevê o rateio com base

na fração ideal. Mas também pode ser utilizado o critério da igualdade. Para se apurar o valor da taxa de condomínio de uma determinada unidade, tomase o valor da previsão orçamentária - obrigatoriamente aprovada em assembléia geral anual - e se multiplica pela porcentagem da unidade no todo, que é encontrada na especificação de condomínio. O argumento da taxa condominial conforme a porcentagem que ocupa no todo, é de que o valor deve ser de acordo com a área, pois a va­ lorização do imóvel também é proporcional e não igual para unidades com tamanhos diferentes num mesmo condomínio. Entretanto, não tem sentido a cobrança proporcional das despesas ordinárias, porque o fato de existir uma unidade com área maior, não contribui em nada para au-

mentar as despesas, já que os condôminos usam as partes comuns e os serviços em absoluta condição de igualdade. Isso quando o condomínio possui água e gás individua­ lizados. Na verdade, os condôminos, em tese, usam as áreas comuns, utilizam-se dos funcionários, de forma igual. Este tema é bastante polêmico, mas não é defensável que um apartamento que tenha fração maior, use mais os serviços dos funcionários do prédio, do que outros menores. Pode até ser o contrário. E, muitas vezes, existem mais moradores numa unidade menor do que numa maior, gastando água, usando mais os elevadores etc. Deste modo, os condôminos devem avaliar melhor o perfil do seu condomínio e de seus moradores para que possam votar e estabelecer na Convenção a melhor forma de rateio da taxa condominial.CS

Dra. Ionara Ribeiro, advogada do Arrais Ribeiro Advogados Associados, especializada em Direito Condominial.

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Informe Publicitário

Terwal oferece produtos e serviços diferenciados para comercializa bombas de o condomínio Aaltaempresa performance, com baixo consumo de energia

C

om o propósito de oferecer atendi-

ano pretendemos nos consolidar na prestação de

mento diferenciado para síndicos e

serviços de assistência técnica e locação de equi-

administradores de condomínio, a

pamentos”, afirma.

Terwal disponibiliza consultoria es-

Com 60 anos de atuação no mercado baiano,

pecializada para aqueles que desejam reduzir o

a Terwal tem constante preocupação em inovar

consumo de energia, além de ofertar uma linha

e oferecer as melhores soluções aos clientes. Por

completa de produtos de alta performance e baixo

isso, mantém uma sólida estrutura de comercia­

consumo.

lização, representação e distribuição de máquinas,

Para os condomínios a Terwal oferece bombas

acessórios, motores, compressores, geradores,

de alta eficiência, a exemplo das bombas GRUND-

bombas e equipamentos agrícolas, ferramentas,

FOS. “Elas são um ótimo investimento para o con-

quadros de comandos e serviços elétricos, locação

domínio. Feitas de aço inoxidável, têm um baixo

de equipamentos e bombeamentos, além de uma

nível de ruído e consomem menos energia. A eco-

equipe voltada para sistemas de irrigação conven-

nomia pode chegar até R$ 4 mil por ano”, ressalta o

cional, de paisagismo e de agricultura familiar.

diretor de produtos, Célio Ho­norato. Além dos condomínios, a Terwal atende a empresas de água e saneamento, construtoras e indústrias e conta com uma equipe de vendas formada por técnicos em elétrica e engenheiros agrônomos, altamente qualificados. De acordo com Honorato, tradição e qualidade são palavras que diferenciam a Terwal no mercado. “Durante as seis décadas em que desenvolvemos o nosso trabalho buscamos sempre o melhor para os nossos clientes e em 2011 não será diferente. Este

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A Terwal possui lojas em: Salvador – Ladeira da Água Brusca, 30, Santo Antônio. Tel: 3326-8800 Lauro de Freitas – Loteamento Portal, Norte Center, 302, Portão. Tel: 3369-9600 Camaçari – Av. Leste, s/nº, Ponto Certo. Tel: 3622-7475 Alagoinhas – Av. Ayrton Senna, 436, Alagoinhas Velha. Tel: 3422-7171

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CARTÃO

Entrega de prêmios da promoção A

promoção de fevereiro do cartão Cadê o Síndico foi finalizada com a entrega dos prêmios aos ganhadores pelos parceiros de empresas de dedetização e da revista Cadê o Síndico. Cada um dos premiados terá direito à uma (01) dedetização de área comum de seus respectivos condomínios. Os ganhadores foram: 1 - Condomínio Jardim das Acácias, representado pela administradora Eliane Matos. 2 - Condomínio André Guimarães Business Center representado pela admi­nistradora Elenita Farias. 3 - Condomínio Iguatemi Sul, representado pelo síndico Divaldo Borges. 4 - Condomínio Residencial Torres, re­presentado pelo síndico Cícero Mariano. 5 - Condomínio Metrópolis Empresarial, representado pela administradora Itanara Sá.

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6 - Condomínio Oswald de Andrade, representado pelo admi­nistrador José Nilton Ferreira. A próxima promoção já tem sorteio marcado para abril de 2011. Para fazer o Cartão Cadê o Síndico basta preencher a ficha de adesão dis­ponível no site www.cadeosindico.com.br. Mais informações pelo telefone 3242-1084. CS

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AMBIENTE

Dicas para quem vai reformar ou construir

Por Ticiana Faehel

R

eformar ou co­ns­ tru­ir não é nem simples nem fácil. Qualquer que seja a obra a ser realizada, pequena ou grande, ela demanda um investimento financeiro e envolve profissionais específicos. Para que o resultado da obra compense o custo e o tempo dispendidos, é preciso ser exigente, objetivo e, sobretudo, estar disposto a fazer escolhas. É prudente cercar-se de alguns cuidados.

Seja um bom vizinho.... Antes do início da obra, verifique a situação da sua vi­ zinhança. O fluxo de materiais, a movimentação dos operários e a execução dos serviços quebram a rotina da área. Certificando-se dos horários permitidos para se fazer barulho, para carga e descarga de materiais, para uso dos elevadores, entres outros, reduz-se o transtorno para os vizinhos, evitando pre­ judicar sua futura vizinhança.

Além disso, respeite a estrutura e as instalações do edifício ou das construções vizinhas. Sua obra não deve alterar estruturas de vigas e pilares existentes. Quando se tratar de instalações, muitas vezes, é necessário conversar com o vizinho. Por exemplo, em apartamentos, as instalações hidrossanitárias de cada unidade se localizam nos forros das unidades inferiores. Então, para realizar serviços, é preciso

Ticiana Fahel é arquiteta, especialista em projetos de arquitetura e interiores, consultora do programa Metrópole Imobiliário

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CLASSIFICADOS entrar em acordo com o vizinho de baixo. Estabeleça a forma, o custo e o prazo da obra. Há varias formas de se realizar uma obra: com a administração de um engenheiro, com a administração de um mestre de obra ou sem administração específica. Cada uma das opções se adapta ao tipo de serviço a ser realizado, desde o mais simples, que pode ser realizado com a contratação a­penas do profissional específico até o mais complexo, com a contratação de um profissional res­ ponsável pela obra. No caso de pequenos serviços, o custo e o prazo será determinado de imediato pela pessoa que vai rea­lizar o serviço. No caso de uma obra maior, quando se opta por contratar um construtor, deve-se definir com ele o custo e o prazo antes que ela comece a ser realizada.

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ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

Reserve um tempo para o projeto. O projeto é o próprio processo de escolha. Ele se inicia na seleção do imóvel ou do terreno, passando pela definição do que se vai cons­truir e reformar, bem como estabelecendo as necessidades e o perfil do usuário, seu estilo e disponibilidade de tempo e investimento a ser realizado. Muitas vezes, o indivíduo quer fazer uma obra sem passar pelo projeto. Se a obra não for apenas o serviço, será difícil definir pisos, revestimentos, forros, iluminação, instalações, móveis, armários, cortinas, persianas... sem prazo e sem auxílio profissional. Com o projeto, tem-se a oportunidade de conhecer os materiais que estão no mercado, seus respectivos custos, e, sobretudo, pode-se ensaiar as diferentes soluções para a obra. Vendo e amadurecendo as idéias, torna-se menos difícil e menos complexo reformar e construir. CS www.cadeosindico.com.br

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CLASSIFICADOS ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

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CLASSIFICADOS ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

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CLASSIFICADOS ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ADMINISTRAÇÃO DE IMÓVEIS

ÁGUA - EQUIP. DE PURIFICAÇÃO ELETROBARRA..........................(71) 3262-4957 EUROPA PURIFICADOR DE ÁGUA............................ ..............................................(71) 3381-3999 ÁGUA - FILTRO DE ENTRADA PURITEC EUROPA......................(71) 3381-3999 ÁGUA - INDIVIDUALIZAÇÃO

ÁGUA TRATAMENTO ADMINISTRAÇÃO E ASSESSORIA

ÁGUA - ECONOMIA

ALAMBRADOS

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CLASSIFICADOS ANTENAS

AQUECEDORES

AUTOMÓVEIS - AGÊNCIA

AQUECEDORES

BATERIAS

AMPLAVISÃO • (71) 3357-1515.............. Veja anúncio no título de Segurança eletrônica ANTENAS

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ASSESSORIA JURÍDICA

ANTIGUIDADES - RESTAURAÇÃO

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CLASSIFICADOS BOMBAS E MOTORES

CONDOMÍNIOS - MULTISERVIÇOS

CONSTRUÇÕES E REFORMAS

ANGI SERVICE • (71) 3498-7072/8189-6084 Veja anúncio no título Terceirização de mão de obra CONSTRUÇÕES E REFORMAS

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CONSTRUÇÕES E REFORMAS

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CLASSIFICADOS CONSTRUÇÕES E REFORMAS

CURSOS E TREINAMENTOS

ELEVADORES

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DECORAÇÕES BARBOSA DECORAÇÕES....................................... .............................3489-2909 / 3347-6022 DESENTUPIMENTO – LIMPA FOSSA

CONTROLE DE PRAGAS ABC PRAG • 3342-1143.. Veja anúncios pág.23 CONTROLE DE PRAGAS

DISTRIBUIÇÃO DE IMPRESSOS

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CLASSIFICADOS ELEVADORES

ENTULHO - COLETA

EQUIPAMENTOS PARA COND.

EQUIPAMENTOS PARA COND.

EQUIPAMENTOS PARA COND.

ELEVADORES - FORRO

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CLASSIFICADOS EQUIPAMENTOS PARA COND.

EXTINTORES DE INCÊNDIO

FARDAMENTO CASA

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FARDAS

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CLASSIFICADOS JARDIM E PAISAGISMO

JOGOS - ARTIGOS E EQUIPAMENTOS

MÃO DE OBRA - TERCEIRIZAÇÃO

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

JOGOS - ARTIGOS E EQUIPAMENTOS

JOGOS - ARTIGOS E EQUIPAMENTOS

MATERIAIS ELÉTRICOS

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MÃO DE OBRA - TERCEIRIZAÇÃO

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CLASSIFICADOS MÓVEIS - FÁBRICA/PLANEJADOS

PISCINA

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RADIOCOMUNICAÇÃO MUDANÇAS E CARRETOS

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PISOS E REVESTIMENTOS - ASSENT.

REDES DE PROTEÇÃO

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CLASSIFICADOS SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGURANÇA ELETRÔNICA

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CLASSIFICADOS SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGURANÇA ELETRÔNICA

SEGUROS

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CLASSIFICADOS SEGUROS

TAPETES

TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA

BARBOSA DECORAÇÕES......................................... .............................. 3489-2909 / 3347-6022 TELECOMUNICAÇÃO AMPLAVISÃO

3357-1515..........................

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TELAS E ALAMBRADOS

SEGUROS

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TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA

TRATAMENTO DE PISOS

VENTILADORES TETO E PAREDE ELETROBARRA .........................(71) 3264-4957

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Ed32  

Na Bahia não há legislação que obrigue o cumprimento das normas de segurança para situações de incêndio, emergência e pânico

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