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Índice

SETEMBRO/OUTUBRO 2009 • EDIÇÃO 24

7 PERFIL

Artigo de Karine Lima, síndica do Condomínio do Colinas do Imbuí

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CAPA Em casa ou apartamento, é melhor viver em condomínio

10 SEU CONDOMÍNIO

Curso de Gestão de Condomínios, aula inaugural

12 DÚVIDAS JURÍDICAS Drª Kátia Gerlin Comarella responde

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LEGISLAÇÃO Lei antifumo: o que muda nos condomínios

18 SAÚDE AMBIENTAL

2º Fórum Nacional de Vetores e Pragas Urbanas

20 ARTIGO

Ética no condomínio

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SR. SÍNDICO Prestação de contas

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23 PISCINA

Como calcular o volume da piscina

24 ALERTA TRIBUTÁRIO Condomínio, exemplo de democracia

25 ENTREVISTA

Alexandre Baumgart, diretor técnico e comercial da Vedacit

28 CLASSIFICADOS

e que o, inform ic d ín s r. S ista io na rev c n ú n a tos viu orçamen r a it c li o ao s

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OS CONFIRA DOS A CLASSIFIC

Editorial

O mundo muda, mas os valores essenciais são eternos

E

spelhe-se em profissionais e empresas com histórico de sucesso e não sucesso de marketing. Você pode ser o que qui­ ser em qualquer mercado, desde que trabalhe com qualidade, verdade e ética. Esse trecho foi retirado, na íntegra, da entrevista com o diretor técnico e comercial da Vedacit/Otto Baumgart, Alexandre Baumgart, e merece ser repetido no editorial. Nos dias de hoje, em que a prioridade para a maioria é chegar no topo da carreira, alcançar a liderança de mercado, ser mais e melhor que o colega de profissão, obter fama e dinheiro, vale a pena refletir sobre o verdadeiro significado do sucesso. Será que é válido chegar ao topo, mesmo comprometendo a saúde, as relações com amigos e com a família? Vale a pena se adequar a uma rotina onde não há tempo para você? Para Alexandre Baumgart, o sucesso conquistado no longo prazo, com foco na melhoria contínua, no desenvolvimento de valores como humildade, simplicidade, persistência e ética é aquele que vale a pena ser conquistado. A ideia de fazer essa entrevista surgiu na Expo Construção 2009. Durante a feira que aconteceu em Salvador em agosto, numa rápida conversa, pude entender a filosofia de trabalho da Vedacit, inspirada em valores do fundador: o engenheiro Otto Baumgart. Sugeri a pauta e o diretor da revista, Antônio Castro, imediatamente acatou. A entrevista é nossa homenagem a todos os anunciantes da Revista Cadê o Síndico. Escolhemos a Vedacit, um cliente que é parceiro desde as primeiras edições da revista, para simbolizar nosso agradecimento a todos os anunciantes. Em 29 de setembro celebra-se o Dia do Anunciante e não poderíamos deixar de agradecer a confiança. Mas você tem outros motivos para ler a revista: a matéria de capa sobre semelhanças e diferenças entre condomínios de casas e de apartamentos, uma reportagem sobre a lei antifumo, um artigo sobre ética condominial e a participação brilhante de todos os colunistas. Leia a revista e acesse o site www.cadeosindico.com.br. Núbia Cristina Santos Editora executiva da Revista Cadê o Síndico, diretora da Qualidade.Com Marketing e Comunicação, produtora e apresentadora do programa Metrópole Imobiliário, da rádio Metrópole.

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OS CONFIRA DOS A CLASSIFIC

Indicadores

Valores de referência 01 – CONTRIBUIÇÃO DO INSS Tabela a ser aplicada, para recolhimento a partir de 01.02.2009.

04 – PISO SALARIAL (VÁLIDO ATÉ 30.04.2009)

Valores não homologados

Data base: maio de cada ano

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS

Administrador................................R$ 585,00

Até R$ 965,67

8%

Zelador...........................................R$ 501,00

R$ 640,00 R$ 640,00 R$ 590,00

De R$ 965,68 até R$ 1.609,45

9%

Porteiro ou agente de portaria e recepcionista...............................R$ 485,00

R$ 590,00

De R$ 1.609,46 até R$ 3.038,99

11%

Folguista, manobrista, jardineiro e piscineiro.....................................R$ 445,00

R$ 510,00

Auxiliar de serviços gerais, serventes e boy..............................R$ 424,00

R$ 510,00

Ascensorista, vigia, garagista, controlador de veículos..................R$ 435,00

R$ 510,00

Pagamento até o dia 20 do mês subseqüente ao de competência. Não havendo expediente bancário fica prorrogado para o prazo do 1° dia útil seguinte.

02 – GRPS (INSS)

Supervisor......................................R$ 523,00

ADICIONAL NOTURNO: 25% HORAS EXTRAS: 100%

VALE ALIMENTAÇÃO: COND. RESIDENCIAL.....R$ 160,00 COND. COMERCIAL...... R$ 170,00

20% sobre a Folha, como parcela do Condomínio. 3% sobre a Folha, como contribuição de acidente de trabalho. 4,5% sobre a Folha, como contribuição de terceiros (SESC, SENAI, etc...) Salário Família: Até R$ 500,40 = R$ 25,66. De R$ 500,41 a R$ 752,12 = R$ 18,08.

03 - OBRIGAÇÕES Admissão/Demissão (CAGED) – Comunicar ao Ministério do Trabalho, até o dia 05 do mês subsequente. Recolhimento do INSS, até o dia 20 do mês subsequente. Recolhimento do FGTS, 8% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 7 do mês seguinte. Recolhimento do Pis, 1% sobre a Folha de Pagamento, até o dia 24 do mês subsequente. Recolhimento do ISS, (Sobre serviços prestados) pagamento no dia 5 do mês subsequente.

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05 – REGISTRO DE CONDOMÍNIO Passos necessários na regularização do condomínio 1. Expedição do Incorporadora).

Habite-se

(pela

Construtora/

2. Inscrição das escrituras definitivas das unidades no Cartório de Re-gistro de Imóveis. 3. Solicitar unidade.

o

desmembramento

do

IPTU

por

4. Elaboração da Convenção, com assinatura de proprietários de no mínimo 2/3 das frações ideais do condomínio. 5. Convocação da primeira assembléia para eleição de síndico e conselho consultivo. 6. Registro do condomínio no cartório de imóveis, juntamente com a convenção. 7. Inscrição do condomínio no CNPJ, que torna automática a inscrição no INSS (esta é necessária para o condomínio ser empregador). OBS: CNPJ: É o Cadastro de Pessoa Jurídica. O condomínio precisa desse registro porque, apesar de não pagar imposto de Renda (É associação sem fim lucrativos), vai reter imposto de Renda dos funcionários na fonte.

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Perfil

O importante papel do síndico Por Karine Lima*

A

s pessoas têm a imagem que o síndico é uma figura chata, que apenas se indispõe com os demais condôminos, que deve estar à disposição do condomínio 24 horas por dia, que é obrigado a resolver qualquer questão no imóvel, sendo, inclusive, chamado a sanar pro­ blemas pessoais de convivência entre os morado­ res, sendo incomodado a qualquer horário em seu apartamento. Além disso, os síndicos sofrem o encargo de críticas injustas acerca do aumento das despesas do condomínio, da tomada de alguma decisão e do entendimento equivocado a respeito da prestação de contas. Por essas razões as pessoas evitam assumir a função. Para ser síndico é necessária muita paciência, inteligência, coragem e dedicação, justamente para entender e assumir a administração do prédio e de todos os serviços necessários para sua manutenção. Visando disciplinar os direitos e os deveres de cada um, bem como a vida em condomínio, existem três documentos básicos: a Lei do Condomínio (Lei n.º 4591/64), comum a todos; a Convenção do Condomínio (uma espécie de “constituição”) e o Regu-

lamento ou Regimento Interno, esses últimos são específicos para cada prédio. A palavra condomínio significa “propriedade comum”, “comum domínio”. Viver em condomínio exige um espírito diferente, uma vez que existem áreas de domínio público e áreas pri­ vativas. O direito de uso da área comum e a obrigação de conservar o que é de todos são condições básicas para a vida em condomínio. Em termos de propriedade, a cada área privativa corresponderá uma fração de ideal da área comum. Todos os condôminos devem contribuir para suas despesas, além de acatar a Convenção, Regulamento Interno e decisões da Assembléia. O condomínio não visa lucro, sendo que todas as despesas são rateadas pelas unidades, cabendo o gerenciamento a um responsável. Atualmente, as pessoas buscam viver em condomínios, buscando segurança, solidez e valorização de seu imóvel mas, para isso, devem se submeter às regras de convivência. Assim, o síndico assume diretamente a admi­ nistração interna do prédio, referente à vigilância, moralidade e segurança; representa o condomínio em Juízo ou fora dele, defendendo os interesses

Karine Lima: valorização do síndico

* Karine Lima, síndica do condomínio Colinas do Imbuí

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Perfil

comuns; seleciona, admite, gerencia e demite funcionários, fixando-lhes os salários de acordo com o que se estabelece na legislação, respeitando o piso salarial da categoria; aplica as regras de convivência estabelecidas na Lei, na Convenção ou no Regulamento Interno, inclusive aplicando sanções àqueles que as desrespeitam; presta contas regularmente das receitas e despesas; zela pela guarda de toda documentação contábil dentro do prazo da lei; arrecada as taxas condominiais, efetuando o pagamento das despesas; procede a cobrança administrativa e e­xecutiva contra os devedores;

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seleciona empresas prestadoras de serviços ou terceiros, para execução das obras que interessem ao edifício, desde que aprovadas por assembléia; contrata o seguro contra incêndio; convoca assembléia geral ordinária e extraordinária, comunicando aos condôminos o que foi deliberado. Enfim, pratica os atos que lhe atribuírem a Lei do Condomínio, a Convenção e o Regimento Interno, promovendo a harmonia e o bem estar no condomínio, cultivada ao longo dos anos. Nessa minha terceira gestão como síndica, observo que a impressão mencionada acima é errônea, pois, como representante do condomínio, percebo a importância dessa função, e também das funções do subsíndico, conselheiros e dos demais condôminos. O tempo passou depressa e, salvo algumas exceções, a imagem de síndico descrita no início foi desmistificada. Em nosso prédio, não existe mais o medo de aceitar a função de síndico. Atualmente, observo várias pessoas dispostas a colaborar e a participar mais efetivamente desse centro de convívio. Assim, concluo que, apesar de todos os percalços, o síndico é uma figura fundamental para qualquer condomínio, justamente para tornar viável a convivência harmoniosa, segura e correta, aliando o ideal custeio à valorização do imóvel.CS

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Seu condomínio

Participação ativa dos alunos na aula inaugural do Curso de Gestão de Condomínios Por Marcio Rachkorsky e Alexandre M. Marques

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oi com enorme satisfação e orgulho que participamos no dia 12 de setembro, um sábado ensolarado, da primeira aula sobre Legislação Condominial, composta de dois módulos, do Curso de Especialização e Extensão em Gestão de Condomínios, promovido pela Faculdade 2 de Julho. Quando fui convidado pela Faculdade para ministrar essa primeira aula, em conjunto com o advogado especializado em Condomínio, Márcio Rachkorsky, não imaginava a estrutura profissional que iríamos encontrar, o pioneirismo do curso e o grau de zelo de seus organizadores e coordenadores, nos mínimos deta­ lhes. Professor daquela casa, Mestre Adeimival Júnior nos recebeu com simpatia, dedicação e atenção comoventes, o que para nós, paulistanos da selva de pedra, é coisa rara de ser ver. Colocou-nos à vontade desde os primeiros momentos, nos fazendo sentir membros integrantes e integrados da família 2 de Ju­ lho. A faculdade pesquisou, estruturou e lançou este curso de especialização, que se mostra verdadeiro oásis de excelência e pioneirismo na região, não tendo, no Nordeste, nada similar.

O diretor da conceituadíssima revista Cadê o Síndico, Antonio Castro, foi o responsável por nossa recepção, acomodação e foi igualmente de uma delicadeza, atenção e disposição, dignas de um verdadeiro cavalheiro, que é. Quanto ao curso, este foi uma feliz e grata surpresa. O corpo discente é de primeira linha, sorveu cada palavra do que foi dito, interessadíssimo, manteve-se atento e participante durante toda a aula, composto de pessoas atuantes no mercado, das mais importantes administradoras, além de profissionais de condomínios de Salvador. Para nós, advogados de campo, atuantes especificamente na área, afeitos a cursos e palestras por todo Brasil, foi surpreendente verificar o grau de aprofundamento técnico dos profissionais que atuam na área de condomínio em Salvador. A participação dos alunos, suas dúvidas pertinentes, práticas, objetivas, fazem, juntamente com o conteúdo da aula cuidadosamente selecionado, um verdadeiro laboratório de idéias, experiências e discussões, que tornaram as dez horas/aula uma breve janela de tempo, frente a enormidade de questões que poderiam ainda ser tratadas. Enfim, em todos os sentidos a experiência para nós, palestrantes, motiva-nos mais ainda a prosseguir no nobre ofício de transmitir o conhecimento e aumentando nossa responsabilidade para a próxima aula, dia 26/09/2009, (sábado, das 8h30 às 18h horas). Matricule-se e surpreenda-se, como ocorreu conosco! Parabéns a todos os envolvidos; obrigado e até lá! CS

• Marcio Rachkorsky, advogado, graduado pela PUC-SP, pós-graduado em direito contratual pelo CEUSP, especialista em condomínios. • Alexandre Augusto Ferreira M. Marques, advogado especializado em condomínio, do Escritório Rachkorsky Advogados Associados.

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Informe Publicitário

Líder na qualidade e no atendimento ao cliente Jovem e dinâmica, a Líder Recursos Humanos acompanha sempre o desenvolvimento e as atualizações do mercado. Por isso, em seis anos de atuação construiu uma marca associada à qualidade e à credibilidade. A Líder é especializada em terceirização de mão-de-obra para condomínios, órgãos públicos e empresas de quaisquer porte ou área de atuação. No dia a dia, comprova que a terceirização é uma excelente estratégia de negócio. A Líder oferece apoio administrativo, serviços de portaria, manobrista, limpeza, manutenção, jardinagem, segurança desarmada, e muitos outros. De acordo com a administradora Daniela Costa, a empresa treina todos os profissionais constantemente, o que é fundamental para elevar a qualidade do serviço. A gerência comercial ressalta que a terceirização de mão de obra oferece muitas vantagens, a principal delas é a redução de custos. Há cortes no custo administrativo indireto, nas áreas de recrutamento, seleção, treinamento e administração de pessoal. Há ainda a diminuição de investimentos em infra-estrutura, transferência dos vínculos empregatícios, dentre outras vantagens. Segundo a administradora Daniela Costa, todos os serviços prestados pela Líder são

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Jovem e dinâmica, a Líder Recursos Humanos acompanha sempre o desenvolvimento e as atualizações do mercado firmados nos seguintes valores: comprometimento, qualidade, inovação, dinamismo, credibilidade e parceria. “Sem dúvida a Líder é um comprovado exemplo de economia para o cliente, face ao rigoroso controle de qualidade adotado”, ressalta a administradora. Cliente da Líder desde junho de 2009, o coordenador do Instituto Anísio Teixeira se diz muito satisfeito com o serviço prestado pela empresa. “A Líder presta serviços ao IAT de forma muito satisfatória, cumprindo com as suas obrigações e tendo uma relação transparente na execução do contrato com esse instituto”, afirma o coordenador.

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Dúvidas jurídicas

Dra. Kátia Gerlin Comarella Responde Leitor - Quando o condomínio ain­da não tem o CNPJ e o síndico faz tudo com o CPF (movimentação da conta; registro de funcionários e compras), como ele deve proceder quanto ao imposto de renda?

meado em Ata?

Kátia Comarella - Inicialmente, quando o Condomínio ainda não é registrado, ou seja, não possui o CNPJ, pode ser usado o CEI (Cadastro Específico do INSS); que é inscrição junto ao INSS; para pagamento das contas do condomínio, registro de funcionários e outras atribuições normais no Condomínio. Só pode promover abertura de conta-corrente o Condomínio que possui o CNPJ, ou seja, registrado à Convenção. Recomendo que não abra conta bancária em nome de pessoa física, porque estará sujeito a outras complicações, além da incidência de Imposto de Renda, além de problemas outros que podem surgir em decorrência de abertura de contas bancárias. O que muitos Condomínios fazem é abrir uma conta pool – que é conta-bancária em nome da administradora que movimenta o dinheiro do Condomínio, é a melhor maneira de fazer antes do registro. A rigor um condomínio não tem personalidade jurídica. O correto a ser feito é registrar imediatamente o seu Condomínio, que não é difícil de ser feito. Busca-se um profissional para que confeccione a Convenção e a registre junto aos cartórios de Imóveis.

Leitor - Posso fazer o registro do cadastro do nosso condomínio no SPC ou SERASA? Pois estamos com um índice de inadimplência acima do normal, não obs­ tante, as ações contra vários devedores no Juizado de Pequenas Causas. Contudo, o processo judicial é muito lento e demorado e, quando ocorrem as audiências, ge­ralmente propoem acordo para parcelamento da dívida, e assim, as pendências continuam, favorecendo os maus pagadores.

Leitor - O administrador pode representar o condomínio em audiências ou precisa antes ser no-

Kátia Comarella - Sim, o administrador pode representar o Condomínio perante a Justiça, para tanto deve constar o seu nome na ata de assembléia, dando autorização pelos presentes para este mister.

Kátia Comarella - Entendo as situações sofridas pelos Condomínios, eu não recomendo esta prática de en­viar os nomes dos inadimplentes aos cadastros de maus pagadores, nos órgãos acima mencionados. Conquanto, existe o procedimento próprio a ser rea­ lizado para receber os débitos. Existem Condomínios que se cadastram nos órgãos sem respaldo jurídico, ressaltando que, em Salvador ainda não temos legislação que assegure este direito. Em São Paulo, e­xiste uma Lei Estadual que consagra este protesto, a saber: Lei nº 13.160 de 21 de julho de 2008. Os Condomínios em São Paulo têm este respaldo, portanto, já se livram de uma ação contrária de danos morais. Os parcelamentos dos acordos são oferecidos pela parte re­clamada, mas o débito só é parcelado se o autor aceitar e achar conveniente ao Condomínio.CS

Dra. Katia G. Comarella, advogada, consultora do programa Metrópole Imobiliário. • Tel.: 3345-2727 • katiacomarela@hotmail.com

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Informe Publicitário

Free Snooker, a qualidade que você conhece agora em loja virtual Final de semana, tempo de descansar e relaxar, mas o que fazer quando o condomínio não oferece equipamentos adequados para a prática de espor­ tes? Como adquirir ou alugar equipamentos de qualidade e em um curto espaço de tempo. Esse é o trabalho da Free Snooker, uma empresa baiana que neste mês está completando nove anos de destaque no mercado de comercialização, locação e reforma de artigos esportivos. “Muito além de valorizar o imóvel, salões de jogos ou quadras poliesportivas promovem a socialização dos condôminos, adultos, crianças e adolescentes. Tira a criançada da frente do computador e da TV, estimulando a atividade física, concentração, percepção e reflexo”, afirma a sócia da empresa, Aparecida Moura. A escolha do nome foi feita pelos sócios, cada um deu uma ideia e o free (livre) + snooker (sinuca) soou bem, além de dizer muito da realidade da sinuca, que luta para ficar livre do preconceito e vem conquistando o público feminino. Além do bom atendimento da loja física, a Free Snooker tem uma loja virtual, com grande variedade de artigos esportivos. “De ba­ralho à mesa de sinuca, você encontra de tudo e conta com uma pronta entrega, além da facilidade na hora de pagar e entregar em todo país”, garante Aparecida Moura. Confira no endereço: www.freesnooker.com.br. Scaldaferri, ex-presidente da Federação Baiana de Sinuca e jogador amador, resume a qualidade dos serviços e equipamentos da Free Snooker em uma palavra: “Espetacular”. Ele é um dos muitos clientes satisfeitos da empresa, que há quase uma década a aprovam www.cadeosindico.com.br

e recomendam. Os condomínios são os maiores clientes da Free Snooker, com os quais a empresa tem um carinho especial. O atendimento começa com uma consultoria sobre o equipamento ideal para uso coletivo, o espaço disponível e as possibilidades de aproveitamento.

Romero e Aparecida: gestão inovadora

Um exemplo é o Condomínio Ja­carandá, na Pi­ tuba. “Aqui o serviço foi ótimo, cumpriram todas as datas e ficamos muito satisfeitos”, declara o Encarregado Danilo Lopes. A Free Snooker realizou reformas e vendeu equipamentos para o condomínio.

Especializada na comercialização, locação e reforma de artigos esportivos, a Free Snooker é sucesso de vendas também pela Internet 9 anos

com você

Contatos: 71 3240-8629 www.freesnooker.com.br free@freesnooker.com.br Revista Cadê o Síndico • setembro/outubro 2009

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Capa

Condomínios horizontais e verticais têm semelhanças e diferenças, mas a escolha depende do estilo de vida, da rotina, das necessidades e dos anseios de cada um

Seja em casa ou apartamento,

é melhor viver em condomínio Por Núbia Cristina Santos e Evandro Dias

M

orar em casa ou apartamento? Para escolher a melhor alternativa é preciso levar em consideração o estilo de vida, a rotina, as necessidades, os desejos e os so­nhos. Para alguns, morar numa cobertura em um prédio com mais de 20 andares é maravilhoso, quanto mais alto e imponente melhor. Para outros, viver é desfrutar do aconchego de uma casa, com jardim, quintal, varanda e animal de estimação. Entretanto, seja em casa ou apartamento, a opinião é praticamente a mesma: viver em condomínio é a melhor e a mais segura alternativa nos dias de hoje. Condomínios horizontais (de casas) e verticais (de apartamentos) têm seme­ lhanças e diferenças. A escolha, claro, depende de algumas variáveis. “O morador das grandes cidades em geral quer morar em contato com a natureza, com o mar e ao mesmo tempo próximo do trabalho. Embora a maior oferta de imóveis em Salvador seja de condomínios verticais,

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devido à falta de espaço na capital baiana, as cons­ trutoras e incorporadoras sempre trabalham para tentar satisfazer as necessidades do consumidor”, afirma Lito Passos, coordenador de Imóveis Avulsos, da Josinha Pacheco Empreendimentos Imobiliários. Lito, por exemplo, mora em um condomínio vertical no bairro da Pituba a dois minutos do trabalho. Para ele, estar livre de engarrafamentos, comuns na região do Iguatemi e no bairro onde mora, significa qualidade de vida. “Prefiro morar em apartamento, perto de tudo. Quando quero relaxar e me desligar, vou para a casa de praia”, opina. O radialista e empresário Ricardo Vasconcelos, que morou muito tempo em condomínios verticais, hoje tem outras prioridades. “Eu moro no fim de semana. Quando chego em casa é como se estivesse em férias”, diz. Há dois anos, ele curte tudo o que gosta no Condomínio Flamingo’s Paradise, na Praia do Flamengo: cuida do jardim, se envolve na decoração da casa, faz churrasco com os amigos, convida a galera para curtir a piscina do clube e para o baba (futebol) semanal, às quartas-feiras. Seus filhos circulam e brincam pelo condomínio livremente. “Aqui eu tenho segurança, espaço e liberdade ao mesmo tempo”, diz. A psicóloga Carmem Barbosa, moradora do Condomínio Veredas do Atlântico, na Avenida Pinto de Aguiar, em Patamares, não sente falta do tempo em que morou em um condomínio vertical. Ela e o filho Mateus (12 anos) vivem sempre em clima de Verão. Moram em uma casa, muito perto do mar, onde curtem a piscina e mantêm permanente contato com a natureza, pois o local é repleto de jardins bem cuidados. “Aqui meu filho pode brincar à vontade. Há muito espaço, apesar de eu não ter um quintal. Também me sinto segura, ninguém entra sem ser anunciado”, diz. Carmem já morou em apartamento e foi surpreendida ao voltar de uma viagem e verificar que o imóvel foi invadido. No futuro, ela pretende comprar outra casa, dessa vez com quintal, e acalenta o sonho de cultivar uma pequena horta. Há outra vantagem que ela destaca em condomínios de casas, próximos ao mar. “Na alta estação, eles podem ser alugados por temporada, o que garante uma renda extra ao proprietário”, diz. A Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (SUCOM) somente de janeiro a abril deste ano concedeu 51 alvarás de cons­ trução para edifícios residenciais em Salvador, especialmente para empreendimentos (condomínios) de www.cadeosindico.com.br


grande porte. Para atender aos anseios de quem prefere morar em apartamento, mas faz questão de uma excelente estrutura de lazer, as construtoras e incorporadoras estão apostando no lançamento de condomínios clube. “Essa é uma tendência, inclusive o mercado imobiliário baiano tem lançado condomínios residenciais integrados com hotéis”, comenta o gerente de lançamentos e imóveis da Josinha Pacheco Consultoria Imobiliária, Carlos Nolasco. Em bairros como Piatã, Itapuã, Patamares e Stella Maris, na capital baiana, há boa oferta de condomínios horizontais, ao passo que no Litoral Norte o número de lançamentos de condomínios de casa tem sido significativo. Em fase de comercialização, o AlphaVille Litoral

Ele prefere apartamento Síndico do Condomínio Mansão Oswald de Andrade, no Cidade Jardim, Maurício Bastos gosta mesmo é de morar em apartamento, porque acredita que esta é uma alternativa mais segura. Para ele, seu condomínio oferece tudo que ele prioriza: segurança e conforto. “Moro em um condomínio com vista para o mar, quadra poliesportiva, localizado no final de uma rua sem saída, o que aumenta a segurança, além disso, não há espaço para novas construções próximas”, afirma. Síndico do Condomínio Parque Real - Horto Florestal, Jorge Cheade não troca seu imóvel vertical por uma casa. “Moro em um condomínio simples, sem muito luxo, a maioria dos moradores vive aqui há alguns anos, mas vejo que muitos condomínios de alto luxo de Salvador não têm nem de perto a segurança ou a dedicação dos porteiros, no mesmo nível que temos aqui”, compara. De segunda a sexta, o advogado Roberto Felix mora em um apartamento no Condomínio Man-

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Norte 2 é o terceiro empreendimento da marca. A empresa comercializa lotes residências e os proprietários constroem suas casas dentro de rigorosos padrões de susten­tabilidade e respeito à natureza. CS

são D’Évora, em Salvador, e nos finais de semana desfruta do contato com o mar e com a natureza no condomínio Enseada Praia da Espera, em I­tacimirim, do qual é síndico. “Eu e minha família somos apaixonados pelo local, onde temos espaço, tranqüilidade e segurança”, diz. Ele adora o clima de informalidade entre os vizinhos e explica que sua casa é o melhor lugar para relaxar depois de uma semana de muito trabalho. Para ter mais tempo de se dedicar à carreira e evitar perda de tempo no trânsito, Felix mora de segunda a sexta em um apartamento em Salvador. Ele fica mais perto do trabalho, mas tem de abrir mão de tudo que adora no condomínio horizontal. “Pena que só posso curtir Itacimirim nos fins de semana”, diz, já com saudades da casa. No mercado baiano, variedade é o que não falta. Segundo Walter Barretto Júnior, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (ADEMI/BA), a expectativa é que sejam vendidos mais de 10 mil imóveis até o final do ano. Nesse universo, com certeza existem opções sob medida para quem prefere condomínios horizontais ou verticais.

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Legislação

Lei Antifumo

É proibido fumar em áreas comuns do condomínio Os condomínios devem se adaptar às mudanças, já que não é permitido fumar em elevadores, estacionamentos, áreas de lazer e de trânsito Por Indira Naiara

É

proibido fumar em ambientes públicos total ou parcialmente fechados. A Lei Antifumo foi aprovada pela Câmara Municipal de Salvador no dia 20 de maio de 2009, o prefeito João Henrique a sancionou no dia 31 de maio e a legislação foi regulamentada em 20 de julho, através do Decreto 19.810/09. Por enquanto, ela ainda tem caráter educativo. Entretanto, a partir do dia 29 de novembro, todo estabelecimento co­mercial que descumprir a legislação será multado. Os condomínios devem se adaptar às mudanças, já que não é permitido fumar em áreas comuns, como elevadores, estacionamentos,

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áreas de lazer e de trânsito. Para bares, restaurantes, hotéis e qualquer outro esta­ belecimento comercial que permitir o descumprimento da Lei Antifumo a multa varia de R$ 380 a R$ 10 mil. Esse valor vai depender do grau da infração e do porte do estabelecimento. Além de provocar muita polêmica, a lei também deixa algumas dúvidas. De acordo com a advogada e especialista em direito condominial, Kátia Gerlin Comarella, a nova lei não esclarece se os condomínios residenciais serão passíveis de fiscalização. “A lei deixa brechas para muitas interpretações, mas os condomínios devem estar preparados, para não sofrerem penalidade”, afirma. Kátia alerta que os síndicos precisam iniciar as adaptawww.cadeosindico.com.br


ções nos condomínios, como a proibição de fumar em áreas comuns, como elevadores, estacionamentos, playgrounds, salões de festas, demais áreas de lazer e de trânsito. Por isso, Comarella recomenda que os síndicos coloquem avisos em locais de ampla visibilidade, informando sobre a nova lei e a proibição de fumar em áreas comuns, além do endereço e telefone dos órgãos de fiscalização. Na maioria dos condomínios de Salvador ainda não há alertas sobre a proibição de fumar em locais fechados. “No meu condomínio não há qualquer aviso sobre a lei antifumo, sei que ela existe porque acompanho o noticiário”, afirma o empresário e economista Renato Barbosa Filho, do Condomínio Bosque Imperial. “O síndico deve contribuir com a divulgação da lei junto aos condôminos, colocando avisos e lembretes em locais específicos, entretanto, não pode assumir o papel de agente fiscalizador, se responsabilizando pelo cumprimento dessa lei”, opina o síndico do Condomínio Mansão Oswald de Andrade, Maurício Bastos. Para ele, assumir uma postura punitiva seria o mesmo que adotar práticas ditatoriais. “Em Cingapura, quem cospe chiclete no chão é preso, o pedestre que avança o sinal pode ser

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preso também, mas não podemos adotar o mesmo estilo em Salvador, uma cidade onde as pessoas jogam lixo na rua e avançam o sinal, temos de educar”, comenta. Para Kátia Comarella, a grande dúvida deixada pela nova Lei é sobre quem seria penalizado no caso do seu descumprimento nos condomínios residenciais. “A legislação não deixa claro se o res­ ponsável pela multa seria o representante legal do condomínio, neste caso o síndico, ou se o valor seria dividido entre os condôminos”, diz a advogada. Segundo a advogada, como a Lei Antifumo não especifica quem seria o responsável pela multa no condomínio, seria importante que o síndico realizasse uma assembléia geral para discutir as medidas que o condomínio deverá aplicar no caso de descumprimento da Lei pelos condôminos, visitantes ou funcionários. “Grande parte dos especialistas entende que a multa é do condomínio. No entanto, nada impede que uma vez multado, o condomínio possa cobrar do infrator as despesas pelo descumprimento. Para tanto, é necessário que o condomínio esteja cumprindo as normas de prevenção, como os avisos de proibição e a retirada dos cinzeiros dos locais comuns fechados”, ressalta.CS

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Saúde ambiental

II Fórum debate Controle de pragas Nos dias 23 e 24 de julho realizou-se a 2ª edição do Fórum Nacional de Vetores e Pragas Urbanas organizada pela ABCPrag. A Associação Baiana das Empresas Controladoras de Pragas (ABCPRAG) realizou em julho deste ano o II Fórum Nacional de Vetores e Pragas Urbanas. A exemplo da primeira edição foram discutidas ações fundamentais para o controle de pragas urbanas, com o objetivo de estimular o desen-

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volvimento dessas práticas na região Nordeste. O evento reuniu empresários do setor oriundos dos estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. Foram mais de 100 participantes do segmento. A novidade para esta edição foi o curso de formação de operadores que aconteceu em paralelo ao evento, ministrado pelo entomologista Sergio Bocaline (1). O Fórum contou com a participação de re­ presentantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Vigilâncias Sanitárias Municipais de Salvador e Simões Filho e do CREA. Entre os palestrantes estavam o representante da secretaria de Saúde de Alagoas e especialista no controle de roedores, Eloy Yanes Martin (2); o Biólogo

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OS CONFIRA DOS A CLASSIFIC e Professor de Gestão ambiental da UFRJ Jair Rosa Duarte (3), apontado como a maior autoridade em dengue no país; o presidente da Federação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas Urbanas (FEPRAG), Antonio Marco França (4); o Biólogo, Professor Dr. da UNESP e especialista em formigas, Odair Bueno (5); a Bióloga, Sanitarista e Diretora da ABCVP, Lucy Figueiredo (6); o Médico Infectologista e Professor da UFBA, Roberto Badaró e o Biólogo Dr. em termitologia, Antonio Tadeu de Lelis (7) . O II Fórum Nacional de Vetores e Pragas Urbanas demonstrou, mais uma vez, o crescimento do setor. Os participantes do evento reconheceram o esforço empreendido pela diretoria da ABCPRAG em sua organização.CS

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Artigo

O foco principal do condomínio é a

convivência humana Por Ósia Matos*

A

palavra Ética vem do grego “ethikós” significa costumes, comportamento. Inserida na Filosofia, reflete sobre a ação humana sob o ponto de vista das noções do bem e do mal, de justo e de injusto, do certo e do errado. Tem o objetivo de elaborar princípios baseados em valores, segundo alguns estudiosos, indispensáveis e insubstituíveis, tais como: amor, honestidade, responsabilidade etc. que norteiem a vida dos homens, e refletir sobre eles. Desta, deriva-se a etiqueta, que abrange desde o comportamento à mesa às reuniões sociais. A Ética está em contínua construção com a evolução da sociedade e suas necessidades. Nela encontramos reflexões fundamentais: Que devo fazer para ser justo? Quais valores escolho para guiar minha vida? Há uma hierarquia de valores a ser seguida? Como devo agir no relacionamento comigo mesmo, com meus semelhantes e com a natureza? Esta ciência tem grande dimensão porque atinge largo campo da existência humana. No entanto, ela não se restringe à construção de regras, ela tem compromisso prático – cumpri-las. A mídia explora o tema e estudiosos têm se dedicado à busca da convivência harmoniosa, porque cresce de forma assustadora o desrespeito à vida. Carecemos da Ética para a nossa sobrevivência no planeta, porque além do bem viver é preciso considerar que somos cidadãos da Terra. Quer sejamos ricos, quer sejamos pobres, instruídos ou não, todos desejamos a felicidade. A sociedade contemporânea está resgatando comportamentos que possibilitem o cultivo de

Uma boa gestão de condomínio deve “agir e pensar bem” e exigir dos colaboradores a mesma postura profissional para assim construir uma disciplina ética

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relações éticas na família, na escola, comunidades e empresas. São freqüentes as queixas sobre corrupção na política, na indústria, nos meios espor­tivos, culturais e religiosos. Chegamos a um ponto em que as pessoas, em qualquer lugar do mundo, estão cansadas de tantos erros, malícia, violência, descasos para com os valores morais e consequentemente tanto desrespeito à dignidade da pessoa humana. Um dos campos mais carentes, no que diz respeito à aplicação da ética, é o empresarial e no exercício profissional. Como um novo espaço de convivência os Condomínios surgem na paisagem urbana com uma gama de profissionais e uma intricada rede de relações em diferentes níveis e singularidades. Uma comunidade onde o relacionamento interpessoal é fundamental como garantia de uma boa convivência e bom funcionamento da sua estrutura. É tarefa dos responsáveis por um condomínio, síndicos, administradores etc., buscar continuamente soluções para a sua harmonia, programar melhorias atendendo às demandas dos moradores e administrar conflitos. Construir uma equipe de trabalho comprometida e manter o bem estar na convivência comunitária, no entanto, se constitui num dos maiores desafios. Daí uma grande necessidade em recorrer à implementação de uma “pedagogia da ética” no seio da comunidade. Uma boa administração de condomínio deve “agir e pensar bem” e exigir dos seus colaboradores a mesma postura profissional para assim construir uma disciplina ética que assegure a e­xistência de um lugar saudável para se viver. Como um segmento moderno em expansão, no mercado empresarial, deve buscar qualificar e aprimorar a sua equipe levando em consideração que o seu maior patrimônio é a vida e o foco principal de uma organização condominial é a convivência humana. CS *Pedagoga Empresarial osiamatos@adviserconsult.com.br ADVISER Consultoria Empresarial telefax: (71) 3326-7045 www.cadeosindico.com.br


Informe Publicitário

Qualidade total na prestação de serviços

Depois de conquistar a certificação na ISO9001, a empresa vai adequar o modelo de gestão às normas ISO 14001 e 1800 Dedicação, profissionalismo e conhecimento do mercado formam a base do sucesso da Bahia Controladora de Pragas Urbanas, empresa que tem se des­ tacado entre os PCOs da Bayer no Brasil, pela qualidade dos serviços prestados aos clientes. A história da Bahia Controladora de Pragas Urba­nas começa há 16 anos, quando Genival Dantas - profissional com grande experiência, adquirida em empresas multinacionais do setor químico - decidiu utilizar seu conhecimento para montar um negócio próprio. “Era o meu sonho e eu acreditei que podia realizálo. Escolhi a atividade de controlador de pragas pela afinidade que ela tem com o meu perfil profissional. Decidi ser parceiro da Bayer, Syngenta, Basf e Novartis, porque já sabia naquela época que não há receitas mágicas para alcançar o sucesso neste segmento. O caminho é trabalhar com laboratórios mundiais e de qualidade comprovada”, ressalta Dantas. Aproveitando o conhecimento da cultura empresarial, apreendido em 20 anos de carreira, o novo empresário traçou diretrizes, metas e implantou uma política de qualidade, nos moldes das grandes multinacionais. “Priorizei o trabalho, o respeito ao cliente e

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a organização. Graças a essa base, consegui em a­penas três anos montar uma estrutura sólida e eficaz. Depois desse período inicial, bastou manter a qualidade no relacionamento com os clientes e fornecedores, para chegar ao sucesso que temos alcançado hoje”, conta. Em 2004, a Bahia Controladora de Pragas Urbanas conquistou a certificação de qualidade ISO 9001/2000, mais um diferencial. Até o final de 2009, a empresa tem alguns desafios. O primeiro deles é conquistar a certificação na ISO 14001 . Trata-se de uma norma internacional, que estabelece as melhores práticas a serem adotadas na condução do Sistema da Gestão Ambiental da empresa. “Modelo reconhecido em todo o mundo, essa norma vai permitir o desenvolvimento de ações fundamentais para me­lhorar o de­sempenho ambiental e as atitudes voltadas para a prevenção da poluição”, comenta Dantas. Outra meta da Bahia Controladora de Pragas Urbanas é certificarse na OHSAS 18001. Outra norma internacional com foco na área de saúde e segurança ocupacional. A OHSAS 18001 é uma ferramenta que permite à empresa atingir e melhorar o nível do desempenho da Saúde e Segurança do Trabalho. OHSAS é uma sigla em inglês para Occupational Health and Safety Assessment Series, cuja tradução é Série de Avaliação de Saúde e Segurança Ocupacional.

Dantas: foco na melhoria contínua

Assim como os Sistemas de Gerenciamento Ambiental e de Qualidade, o Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional também possui objetivos, indicadores, metas e planos de ação. A certificação por essa norma garante o compromisso da empresa com a redução dos riscos ambientais e com a melhora contínua de seu desempenho em saúde ocupacional e segurança de seus cola­boradores. Contatos: Disque Pragas 0800 71 4554 Tel.: 3525-0383/3525-0350 telefax: 3525-0356

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Sr. Síndico

Prestação de contas do Síndico Por Ionara Ribeiro

I

ncumbe ao Síndico o gerenciamento da vida econômica e social do Condomínio e por ser seu representante legal, o procurador dos condôminos, deve satisfação sobre os atos de sua gestão. O ilustre professor Adroaldo Furtado Fabrício ensina: “Prestar contas significa fazer alguém a outrem, pormenorizadamente, parcela por parcela, a exposição dos componentes de débito e crédito resultantes de determinada relação jurídica, concluindo pela apuração aritmética do saldo credor ou devedor, ou de sua inexistência. A natureza jurídica dessa relação pode variar muito, de um modo geral pode-se dizer que deve contas quem quer que administre bens, negócios ou interesses de outrem a qualquer título. Há de prestar contas, por outras palavras, aquele que efetua ou recebe pagamentos por conta de outrem, movimentando recursos próprios ou daqueles em cujo interesse se realizam pagamentos e recebimentos”. (in comentários do Código de Processo Civil, Forense, 2.edição, 1984, v.VIII, tomo III, p. 314). A Prestação de Contas deve ser feita pelo Síndico, inclusive, não se admite delegação, consoante a Lei 4591/64 que dispõe sobre Condomínios Edilícios. Além de a obrigatoriedade de sua prestação ser exclusiva do Síndico, as contas devem se revestir de

meios que efetivamente demonstrem a homologação e comprovação das despesas apresentadas. É a leitura que se faz do art. 1348, VIII, do Código Civil onde disciplina que compete ao Síndico prestar contas à assembleia, anualmente e quando exigidas. A prestação de contas é obrigatória para quem administra bens alheios. A Assembleia Geral Ordinária é quem possui legitimidade para aprovar ou reprovar as contas do Síndico. Caso o Síndico não submeta as contas à apreciação da Assembleia, poderá haver pedido judicial de prestação de contas. Se, por acaso, a Assembleia de Condôminos apro­ var contas sem exame, sequer superficial, da relação de gastos apresentados, estará fazendo de forma irregular e essa Assembleia poderá ser invalidada. Regulamenta o Código Civil, em seu art. 668, que o mandatário é obrigado a dar contas de sua gerência ao mandante, transferindo-lhe as vantagens provenientes do mandato, por qualquer título que seja. O mandatário é o Síndico, e o mandante é a Assembleia de Condôminos que o elegeu. Importa ressaltar que a Prestação de Contas não deve deixar qualquer dúvida quanto à sua autenticidade e que o Conselho Fiscal do Condomínio tem competência apenas para emitir parecer sobre as Contas do Síndico; a responsabilidade de aprovar, ou não, tais contas é da Assembleia. O Síndico não pode deixar de apresentar suas contas à Assembleia, pois Prestar Contas é seu dever e é também o ponto mais relevante na Administração de um Condomínio.CS

Dra. Ionara Ribeiro, advogada, Especialista em Direito Condominial, Síndica do Cond. Residencial Jardim das Acácias.

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OS CONFIRA DOS A IC CLASSIF

Piscina

Você pergunta e Cadê o Síndico responde

Envie suas dúvidas sobre a piscina do seu prédio para revista@cadeosindico.com.br. A resposta virá na edição seguinte

1 – Como calcular o volume de uma piscina? O volume da piscina é uma informação importantíssima, pois irá determinar todo o restante do tratamento. Para adequar o filtro de forma correta, determinar o tempo de filtragem necessário e até para saber a quantidade de produtos a serem utilizados necessitamos saber qual é o volume da piscina. A seguir vamos ver estes cálculos: Piscina quadrada ou retangulares Multiplicar o COMPRIMENTO x LARGURA x PROFUNDIDADE MÉDIA. O resultado será o volume da piscina.

Piscina redonda

Piscina oval

Multiplicar o DIÂMETRO x DIÂMETRO x PROFUNDIDADE MÉDIA x 0,785 (fator). O resultado será o volume da piscina.

Multiplicar o DIÂMETRO MENOR x DIÂMETRO MAIOR x PROFUNDIDADE MÉDIA x 0,785 (fator). O resultado será o volume da piscina.

2 – Como medir o tempo de recirculação?

O tempo de recirculação é o tempo necessário para a filtração de um volume de água igual ao vo­ lume do tanque através do sistema de recirculação e tratamento. Esse tempo deve ser inferior ao tempo máximo indicado na tabela abaixo reproduzida da norma NBR 10339 da ABNT. PERÍODO MÁXIMO DE RECIRCULAÇÃO CLASSE DE PISCINAS I

CLASSE DE PISCINAS II

PÚBLICAS, COLETIVAS, DE HOSPEDARIA E RESIDENCIAIS COLETIVAS

RESIDENCIAIS PRIVADAS

Profundidade máxima até 0,6 m

2 horas

6 horas

Profundidade mínima entre 0,6 e 1,8 m

6 horas

8 horas

Profundidade mínima superior a 1,8 m

8 horas

12 horas

PROFUNDIDADE DO TANQUE DA PISCINA

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Alerta Tributário

Condomínio, um exemplo de cidadania e democracia Dr. Lindolfo Weber

O

Curso de Especialização e Extensão em

vivência são atitudes muito necessárias. Nossos jo-

Gestão de Condomínios realizado pela

vens estão precisando de exemplos de bom senso,

Faculdade 2 de julho, em parceria com a

disciplina, e cumprimento de regras em prol da co-

Revista Cadê o Síndico, é um exemplo de curso pioneiro no Norte-Nordeste que já nasce com grande sucesso.

letividade. Os maus exemplos são muitos, vindos daqueles que deveriam honrar os cargos públicos para os quais

O advogado Marcio Rachkorsky foi muito feliz

foram eleitos. Basta ler o jornal ou assistir a televisão.

ao mostrar exemplos de paciência, criatividade e

Não é preciso nem escrever aqui os insuperáveis es-

determinação de síndicos e administradores de con-

cândalos estampados todo dia. Sem falar das cenas

domínio. Ficou clara a oportunidade para exercer-

de violência urbana em todos os bairros da cidade.

mos nossa cidadania.

O condomínio pode ser nosso exemplo mais

Tão apressados e ocupados com nossos compro-

próximo de democracia. As decisões tomadas em As-

missos, precisamos aprender a respeitar aquele casal

sembléia tratam de assuntos de interesse comum, e

de velhinhos que andam muito devagar, com o peso

geralmente são aprovadas pela maioria dos presen-

da idade. E muitas vezes basta pintar uma parede

tes, com direito a voto. É fácil criticar sem ter par-

com motivos infantis para alegrar as crianças que fi-

ticipado de solução alguma. Podemos fazer o dever

cam felizes porque foram atendidas em seu espaço

de casa, e contribuir para que o bom senso e o bem

para se reunir e brincar. Feliz do condomínio que res-

comum sejam vencedores.

peita os mais velhos e compreende os mais novos. O síndico pode muito contribuir para o bem viver em harmonia no condomínio. Cidadania e boa con-

O Curso em Gestão de Condomínios da Faculdade 2 de Julho está mostrando o seu valor e a oportunidade imperdível. CS

Dr. Lindolfo Weber • Pituba Parque Center, sala 415-B, Itaigara• tel.: 3351-2257/9198-5880 • lindolfo_weber@hotmail.com

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Entrevista

“Dê o exemplo e faça as coisas bem feitas, com ética” Alexandre Baumgart, diretor técnico e comercial da Vedacit/Otto Baumgart

Por Núbia Cristina Santos e Evandro Dias

D

iretor técnico e comercial da Vedacit/ Otto Baumgart, Alexandre Baumgart recebeu o troféu “Personalidade da indústria 2009”, na 18ª edição do Prêmio Anamaco, em que a entidade premia as melhores indústrias da construção civil. Durante a solenidade de premiação, na noite de 7 de julho, com a simplicidade que lhe é peculiar, dividiu o troféu com o time de empregados da empresa e aproveitou para agradecer a colaboração de todos. Não por acaso, a A Vedacit/Otto Baumgart conquistou também o prêmio Anamaco como “As Melhores Indústrias de Material de Construção” no segmento Mantas Asfálticas e Impermeabilizantes, categoria Master. Fundada em 1936, a Otto Baumgart é pioneira na produção e comercialização de impermeabilizantes no Brasil. A empresa tornou-se líder no mercado nacional de produtos químicos para construção, dando origem ao grupo empresarial que atualmente atua em diversos setores da economia. O crescimento e a solidez do Grupo é fruto

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do trabalho admirável do fundador, o Engenheiro Otto Baumgart. Em entrevista exclusiva à Revista Cadê o Síndico, A­lexandre Baumgart demo­ns­ tra que assimilou totalmente valores como humildade, persistência, ética, compromisso com a qualidade e amor ao trabalho, transmitidos pelo avô não apenas para os sucessores na liderança da empresa, mas para a toda a família Vedacit.

Alexandre: “A meta é crescer sempre”

REVISTA CADÊ O SINDICO - Como o senhor avalia o reconhecimento do seu trabalho por meio do prêmio “Personalidade da indústria 2009”? ALEXANDRE BAUMGART - Foi uma surpresa, pois não trabalhamos para receber prêmios e sim para fazer o negócio prosperar e encantar o cliente. Isso é uma obrigação de nossa parte. O prêmio

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Entrevista

Classificados Administração e assessoria

foi um bônus dado pelo mercado, um reconhecimento deste tra­balho feito diuturnamente no mercado de construção civil, um trabalho quase religioso. C.S. - Quais valores o Senhor trouxe da vida pessoal para a vida profissional? ALEXANDRE BAUMGART - Ética, honestidade, verdade, criatividade e res­ peito ao cliente e colaborador. C.S. - A Vedacit é líder do segmento de impermeabilizantes, quais as grandes dificuldades para se manter no topo? ALEXANDRE BAUMGART - O grande número de concorrentes que tentam se comparar à Vedacit, só que não acompanham a qualidade dos produtos nem a ética da empresa. C.S. - Qual a estratégia para administrar uma empresa do porte da Vedacit, sem a terceirização de serviços e produtos? ALEXANDRE BAUMGART - Tratar cada setor como um negócio à parte, mesmo que dentro de um mesmo negócio, para que se possa tirar o máximo proveito e separar áreas deficitárias, sem desconsiderar o peso de cada setor no todo.

Administração e assessoria

C.S. - Quando o Senhor iniciou sua carreira na empresa, qual foi o principal desafio encontrado e que estratégia você usou? ALEXANDRE BAUMGART - O principal desafio foi ser comparado a uma geração brilhante e ao mesmo tempo ter a missão de revigorar e rejuvenescer a empresa. A estratégia foi simples, admitir a situação, aprender com os mais velhos, não se colocar como um profissional que vem para mudar o mundo, mas sim para aprender e melhorar as coisas, com muita humildade e ao mesmo tempo perseverança e objetivos claros, focados em resultados de longo prazo. C.S. - Qual o segredo para uma gestão de sucesso e o que o Senhor diria para quem está abrindo um negócio? ALEXANDRE BAUMGART - Não tem segredo, o mínimo é foco, humildade, honestidade, dar o exemplo e trabalhar bastante. Para quem quer abrir um negócio em qualquer área é simples, esteja sempre presente, dê o exemplo e faça as coisas bem feitas, com ética, o consumidor é o ser mais inteligente que conheço.

Administração e assessoria

C.S. - Quais sãos as metas da empresa para o futuro, como espera atingi-las? ALEXANDRE BAUMGART - A meta é continuar a crescer de forma sustentável e firme, divulgando e incentivando o uso de impermeabilizantes, sempre antenados com novas tecnologias e necessidades do mercado, apoiados na velha e boa fórmula da ética e qualidade. C.S. - Qual conselho o Senhor daria a um jovem que planeja ser um grande executivo? ALEXANDRE BAUMGART – Espelhe-se em profissionais e empresas que possuem histórico de sucesso e não sucesso de marketing. Você pode ser o que quiser em qualquer mercado, desde que trabalhe com qualidade, que faça bem feito, com verdade e ética. Normalmente, o sucesso dessa forma é mais demorado, mas com certeza mais prolongado. CS

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Classificados

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Administração e assessoria

Administração e assessoria

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Administração e assessoria

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Administração e assessoria

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Classificados Churrasqueira

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Desentupimento

Controle de pragas Construções e reformas

Elevadores

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Classificados Elevadores

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Extintores de incêndio

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Extintores de incêndio

Elevadores

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Informática - Rec. de cartuchos

Pedras naturais - tratamento

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Piso - Tratamento e limpeza

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Classificados Piso - Tratamento e limpeza

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Segurança eletrônica

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Radiocomunicação Segurança eletrônica Segurança eletrônica

Radiocomunicação

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Segurança eletrônica

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Classificados Segurança eletrônica

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Seguros

Serviços elét. e hidráulicos Sinalização

Seguros

Telecomunicação AMPLAVISÃO • 3357-1515.......................... ........Veja anúncio no título Segurânça eletrônica

Vigilância

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Ed24  

Condomínios horizontais e verticais

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