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Brasil

28 a 30 de agosto de 2013

Jornalista diz que médicas cubanas parecem 'domésticas''

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declaração de uma jornalista do Rio Grande do Norte sobre a aparência das médicas cubanas que chegaram ao Brasil para trabalhar no Programa Mais Médicos gerou polêmica nas redes sociais nesta terçafeira (27). A jornalista Micheline Borges publicou que as médicas têm cara de "empregada doméstica" e questiona se as mulheres são mesmo profissionais da saúde. "Será que são médicas mesmo?", contesta. Ela excluiu a conta na rede social após a repercussão da mensagem, que gerou mais de cinco mil compartilhamentos até as 16h desta terça. "Me perdoem se for preconceito, mas essas médicas cubanas tem uma Cara de empregada doméstica. Será que São médicas Mesmo? Afe que terrível. Médico, geralmente, tem postura, tem cara de médico, se impõe a partir da aparência...Coitada da nossa população. Será que eles entendem de dengue? Febre amarela? Deus proteja O nosso povo! (sic)", diz a mensagem postada durante a manhã. Ao G1 , a jornalista pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos e afirmou ter sido mal interpretada. "Foi um comentário infeliz, só gostaria de pedir desculpas, fiquei

Edição 1521 –

Família de PMs não foi dopada antes de ser morta Segundo os policiais, os laudos reforçam a hipótese de suicídio

Médico cubano é hostilizado e vaiado por jovens médicas brasileiras na chegada ao Brasil

muito angustiada. Ganhou uma proporção muito grande nas redes sociais, onde as pessoas interpretam do jeito que querem. Não tenho preconceito com ninguém, não quis atingir ninguém, nem ferir a imagem nem a profissão de ninguém", declarou.

Justiça O diretor do Sindicato das Empregadas Domésticas do Rio Grande do Norte, Israel Fernandes, informou que vai analisar a possibilidade de entrar na Justiça contra a jornalista. "Isso é um absurdo. Em pleno século 21 uma pessoa ainda ter esse tipo de pensamento. Não acredito que essa moça seja jornalista mesmo. É racismo, discriminação, é crime. Vou me reunir com os demais membros do sindicato para analisar a possibilidade de entrar na Justiça. Ela vai responder por esses crimes".

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s primeiros laudos sobre a morte de uma família de policiais na Brasilândia (na zona norte de São Paulo) devem descartar a hipótese de que as vítimas estivessem dopadas na hora dos disparos. Segundo policiais que tiveram acesso aos laudos, os peritos não acharam nos corpos das vítimas nenhuma substância capaz de fazê-las dormir. O principal suspeito das mortes é o Marcelo Pesseghini, 13. A polícia trabalha com a versão de que o garoto matou a tiros o pai, a mãe, a avó e a tia-avó, na casa da família. Por essa linha de investigação, o menino se suicidou. Os policiais dizem que o único que tinha algum tipo de alteração no sangue era o sargento Luís Marcelo Pesseghini. Nele, os peritos teriam detectado 0,4 decigrama por litro de álcool no sangue.

Casal de policiais militares e seu filho de 12 anos que foram encontrados mortos dentro de casa da família

A polícia considera que essa quantidade, equivalente a menos de dois copos de cerveja, seria insuficiente para deixá-lo inconsciente. Durante a investigação, a polícia chegou a suspeitar de dopagem porque não havia sinais de reação em nenhuma das vítimas. Ainda de acordo com os policiais, os laudos reforçam a hipótese de suicídio. Isso seria confirmado, por exemplo, pelos desenhos da trajetória da bala que atingiu a cabeça do garoto, pelos tipos de ferimento e pela posição em que o corpo foi encontrado.

Edição 1521 de 28 a 30 de Agosto de 2013  

Brasileiro é acusado de estupro e outros crimes • Brasileiro pega prisão perpétua por crime em Nebraska • Condenado falsário que vendia cer...

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