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2010

OUTUBRO / NOVEMBRO

O seu guia de serviços, compra e venda!

edição 04 - ano 01 João Pessoa e Cabedelo - PB

Tartarugas Marinhas... Veja matéria nesta edição do Buzzka!


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BuzzKa - Classificados de Primeira!

EDITORIAL

EXPEDIENTE

Caros amigos,

Projeto / Realização | Roberto Carlos Costa

Nessa edição, o BuzzKa traz no topo da capa uma imagem, digamos, excêntrica, provocadora e por que não dizer, muito bela. O iguana é um desses répteis parentes próximos do nosso conhecido camaleão – esquisitíssimo até -, mas tem lá seus encantos. Seu colorido salta aos nossos olhos: verde, azul, violeta, laranja, vermelho, amarelo, cinza, ocre. E podem mudar de cor a cada instante, a depender do momento, seja para proteger-se de naturais predadores, camuflar-se enquanto aguarda o melhor momento de atacar suas presas ou quando busca companhia para o acasalamento. Esse show multicor realça cada detalhe de sua pele(couro), inimitável e por vezes assustadora, para alguns. Observando esses detalhes da natureza dos iguanas, o que pensar? Seriam covardes, ao camuflar-se usando os recursos do meio, imitando suas cores? Seriam perversos ao enganar suas presas, que mal pressentiram sua presença no momento do bote? Poderíamos dizer, então, que são versáteis, inteligentes e audazes, por seus próprios meios? Seria possível ver por trás do aspecto

Emlur - “Alô Limpeza” Reclamações e pedidos para a retirada de lixo Programa Sentinela - Denúncia de exploração e abuso sexual contra criança e adolescentes SAMU - Serviço de Atendimento Médico de Urgência

0800 285 9020 0800 83 2425 0800 282 7969 192

Semam - Denúncias de agressão ao meio ambiente

0800 218 9208

STTrans - Sugestões, reclamações e dúvidas

0800 281 1518

Vigilância Sanitária

0800 281 4020

Meio Ambiente

3218-9209

Políticas Públicas para Mulheres

3218-5628

Procon Turismo

0800-2811512 3218-9852

Corpo de Bombeiros

193

Defesa Civil

199

Policia Rodoviária Federal

191

Polícia Militar

190

Detran

3216-2500

Alcoólicos Anônimos

3222-4557

Delegacia Regional do Trabalho

3241-1539

Hospital de TRAUMA

De forma que, o BuzzKa deseja aos vencedores desse momento político, quem quer que seja, serenidade e bom senso em virtude da coisa pública e, se puderem, priorizando os menos afortunados. Bom trabalho a todos. Ainda nessa edição, meio ambiente e artes plásticas dão um show à parte – O BuzzKa aguarda vocês nas páginas seguintes.

Sites Úteis

Fones Úteis Defesa Civil

asqueroso e até demoníaco a leveza de necessários e belíssimos exemplares da nossa, às vezes, exótica natureza? Bem, certamente como nós mesmos, os iguanas vivem os riscos inerentes à experiência da vida. Nascem e morrem, ganham e perdem, mas lutam com suas próprias armas, já que pra eles a vida pode ser o mesmo que uma “política – bonitinha mas ordinária” é pra nós. A boa e velha natureza, assim, não cansa de nos ensinar algo sobre o que não nos permitimos ver... Assim é!

(83) 216.5700

www.paraibapesca.blogspot.com www.continentemulticultural.com.br www.migre.me/13th5 - Arquidy Picado Filho www.myspace.com/pauloviniciuscabral http://piancohumordaparaiba.blogspot.com/ http://robertocarloscosta.wordpress.com/ www.minadeofertas.com.br www.in.teracao.com www.buzzka.com.br www.iconeconvites.com.br

Editor-chefe | Roberto Carlos Costa Diagramação e Arte | Roberto Rodrigues Costa Contato Comercial | (83) 8887-9227 Site | www.buzzka.com.br E-mail | comercial@buzzka.com.br Impressão | Gráfica Santa Marta - (83) 2106-2200 Tiragem | 3.000 exemplares

Entre em contato conosco e saiba como fazer parte na próxima edição do BuzzKa.


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BuzzKa - Classificados de Primeira!

INFO

PEIXE-BOI-MARINHO

BARRA DE MAMANGUAPE – PB Era Semana Santa, uma quinta-feira, 09 de abril de 2009. Ao lado do amigo de pescaria, para nós, Professor Adheildo, em sua embarcação plana, navegávamos em direção a uma das piscinas naturais do banco de corais da Praia de Cabedelo-PB. Quase tocávamos a crosta das pedras, bem devagar aproveitando a correnteza favorável. Então, tive que gritar: “Pára! Cuidado!” É que cruzava nossa proa um enorme peixe-boi, à flor d’água, vagarosamente, sem nada temer. E não havia por que. Na verdade, ganhávamos o dia, afinal, jamais eu encontrara um desses animais em seu habitat natural, tão perto de casa, tão próximo a mim..., poderia tocá-lo... Dois dias depois, no sábado, voltamos à pescaria num ponto alguns metros além do que havíamos nos colocado antes. Mais profundo, com 3 ou 4 metros de profundidade, onde ancoramos bem próximo ao limite do banco de corais. Minutos depois, a surpresa: emergiam à nossa frente não um, mas dois peixes-boi, talvez um casal – deduzo eu -, pois estavam lado a lado, enormes e logo sumiram no verde escuro do mar no sentido do fundo. Então era verdade que nossa costa, em vários pontos abriga esses curiosos animais e eu jamais esquecerei aqueles dias... Dia 30 de setembro de 2010, numa quinta-feira, em busca de uma matéria sobre o tema para a próxima edição do nosso jornal BuzzKa, eu e meu filho Beto nos dirigimos à paradisíaca praia de Barra de Mamanguape, no município de Rio Tinto, Litoral Norte da Paraíba. Lá, fomos recebidos pelo Projeto Peixe-boi do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio (antes IBAMA). Gentilmente acolhidos pelo José Welinghton, recepcionista e guia que, junto ao pessoal da guarda e o barqueiro Val, transmitiu-nos importantes informações. Aqui, alguns espécimes são criados em cativeiros naturais, à beira do mangue. São indivíduos que se perdem de suas mães e chegam a encalhar na beira da praia, por exemplo. Nem precisa falar o quanto é bela aquela área de estuário, onde, durante o passeio de barco pudemos avistar mais dois indivíduos que, aqui e ali, emergem para respirar. Uma maravilha. O peixe-boi é um animal da ordem dos sirenius, da família dos trichechidae. O nosso peixe-boi-marinho é do gênero dos trichechus. São mamíferos aquáticos e herbívoros. As várias espécies estão ameaçadas de extinção. Antes, ocuparam o litoral brasileiro desde o Espírito Santo até o Amapá. Devido à caça predatória reduziu-se muito o número de indivíduos e deixou de existir em vários pontos da costa brasileira. São animais que podem atingir 3 ou 4 metros de comprimento e pesar até 600 kg. O peixe-boi-marinho encontrado em Barra de Mamanguape difere do peixe-boi-da-amazônia(Trichechus inunguis) em alguns aspectos. Possui pelos, tem cor cinza e possui 4 unhas nas nadadeiras peitorais. Visitá-los em seu habitat natural é uma experiência incrível, já que, se nada for feito para manter projetos como esse, em breve, só poderemos vê-los em vídeo. Contato: Thalma Grisi - Coordenadora do Projeto (83) 9111-5809 Texto de Responsabilidade do Buzzka!

Ói eu...


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CADÊ A TARTARUGA QUE ESTAVA AQUI? O ASFALTO COMEU... No sábado, dia 23 de outubro, as ONGs Associação Guajiru e a APAN (Associação Paraibana de Amigos da Natureza), estudantes de biologia e moradores do Bessa, realizaram uma manifestação no trecho da praia do Bessa entre o Mag Shopping e o Iate Clube, com o objetivo de protestar contra o projeto de urbanização desse trecho de praia. O projeto prevê a instalação de calçadão, ciclovia e asfalto para o tráfego de veículos e faz parte de um plano nacional de urbanização de praias voltado para o estímulo ao turismo. Entretanto, o trecho em questão, com cerca de 1 300m é área de desova de tartarugas marinhas, em especial, da tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata), onde são registrados aproximadamente 20 ninhos por ano. Essa espécie em questão encontra-se criticamente ameaçada de extinção, significando que suas populações estão tão dizimadas que, num futuro breve, se nada for feito, ela estará completamente extinta no planeta. Tartarugas marinhas têm inúmeros papéis na natureza, um dos mais importantes é o de servir de alimento para outros animais marinhos. Por isso, de cada mil filhotes que entram no mar, somente um ou dois alcançarão a idade adulta (que se dá por volta dos 30 anos de vida), os demais morrem na forma de alimento para outros animais marinhos como, por exemplo, peixes. Na sequência, esses peixes servem de alimento para nós seres humanos. Na areia da praia os restos do ninho, como as cascas dos ovos e embriões mortos, têm papel de adubo para a vegetação de praia, ali-

mento para insetos e outros animais que pertencem aos ecossistemas de restinga, mangue e, por fim, da Mata Atlântica. Portanto, o equilíbrio ecológico deses locais depende das tartarugas marinhas e, consequentemente, nossa qualidade de vida. Podemos dizer que, ao cuidarmos das tartarugas estamos cuidando de nós mesmos, ajudando na manutenção da cadeia ecológica marinha e, assim, garantindo recursos para a nossa e as futuras gerações. De biologia complicada, além de serem animais de vida longa, percorrendo centenas de quilômetros nos oceanos na busca de alimento e abrigo, tartarugas marinhas apresentam o que chamamos de fidelidade ao local de nascimento. No momento da emersão do ninho e sua busca frenética pelo mar, os filhotes fazem uma leitura do campo magnético da Terra e, dessa forma, memorizam o trecho de praia em que nasceram, para onde, fielmente, somente as fêmeas voltarão para desovar após atingirem a idade adulta. Ou seja, as tartarugas que vemos nascendo nesse trecho de praia, são únicas e exclusivas dele. Trocando em miúdos, são paraibanas, filhas de paraibanas, netas, bisnetas, trinetas, etc. de tartarugas paraibanas. A destruição desse ambiente é a sentença de morte dessas paraibanas fiéis ao seu pedaço de chão e do qual dependem para seguir existindo. Além do polêmico projeto, a área sofre uma intervenção positiva do Patrimônio da União, que recupera trechos dessa praia que, ao longo do processo de urbanização do bairro, haviam sido incorporados por moradores aos seus quintais. Em muitos havia piscinas, jardins e outros

tipos de áreas de lazer. O que não é correto, pois estes trechos são públicos e, como tal, devem ser devolvidos ao coletivo. Voluntariamente, os moradores recuaram seus muros, e em algumas partes podemos observar a destruição da restinga pela ação dos tratores e máquinas usadas na intervenção. Há que se pensar em uma forma menos danosa ao meio ambiente para a retirada destes destroços, para proteger a restinga, com a vegetação fixadora de dunas, que são os locais de desova das tartarugas. Com a vitória no retorno ao público de áreas até então privatizadas, o que as ONGs e a população esperam é a recuperação do ecossistema, com reconstituição das dunas e da vegetação nativa. Fazer isso é andar na mão do desenvolvimento, aplicar, no seu mais pleno conceito, o tão famoso jargão “DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL”, pois, assim, se estará preservando ambientes legalmente protegidos por lei, espécies ameaçadas de extinção e a qualidade de vida dos pessoenses. Fazer isso é garantir que João Pessoa siga sendo a única capital litorânea com desovas de tartarugas marinhas e que as tem porque soube crescer de forma racional. Senão, o que nos restará são fotos históricas da riqueza que tínhamos e deixamos se perder porque não olhamos para o futuro.

Por Rita Mascarenhas – Doutora em Zoologia, pela UNESP de Botucatu-SP - ASSOCIAÇÃO GUAJIRU http://www.guajiru.com.br/site/ - Fone: (83)9129.749


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CLASSIFICADOS

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a ALBERTO DIAS – Profundezas Plásticas da Natureza Nem mesmo o mais atento turista ou cidadão paraibano poderia conceber um recanto tão rico e inspirador, tão acolhedor e necessário, tão difícil de esquecer, como o Tabatinga Arte Bar, a 40 km de João Pessoa, à beira-mar, na paradisíaca Praia de Tabatinga, no Litoral Sul Paraibano. Ali fica o lar, o bar de praia e o atelier do artista plástico ALBERTO DIAS(1967). Já conhecíamos o lugar como visitante, cliente de final de semana, apreciando os encantos daquele recorte da natureza, daqueles que nos prendem, sem deixar a gente ir embora, de volta pra casa e para a realidade. Arfe o sol, razão de ser das sombras daquele lugar... Agora, o estrondo de uma onda maior, quebrando a poucos metros das cadeiras de praia..., logo, o barulho de crianças correndo livres por entre coqueiros, mesas e redes onde descansam incrédulos visitantes, que já não querem mais ir embora. A folhagem do coqueiral ameniza os olhares, as queixas e as tensões. A brisa senta-se ao nosso lado, no banquinho de madeira onde borbulham peixes, camarões e mariscos. É assim, sem pressa nem receios que Alberto recebe a todos, sejam amigos, clientes, curiosos... Curiosos?! Bem, é que no espaço aberto, ao ar livre, por entre as mesas, como que a nos observar da cabeça aos pés, estão incríveis personagens da arte desse ilustre representante de um surrealismo fantástico de tirar o fôlego da gente. São inúmeras telas em acrílico – na maior parte, já que o artista também se expressa através de litografias e cerâmicas -, que retratam a natureza em volta, com suas gentes, fauna, flora e horizontes. Sensualidade e cor são um capítulo à parte em busca de uma composição que possa apreender a inquietude mostrada por Alberto Dias, através de seu trabalho. Nesse aspecto, tomara que jamais consiga encontrar a quietude, que permaneça em constante ebulição, por mais profundo que seja o lugar onde se encontre ao criar, mostrando pra gente o que apenas uns poucos conseguem ver. Foi assim, entre uma e outra garfada na feijoada à sua frente, que Alberto Dias recebeu o BuzzKa, sem cerimônia, com vontade de ser amigo, enquanto espichava um olhar de aprovação ao tempero de Cibele Laurentino, sua esposa. Ela, ótima artesã e filha do poeta paraibano José Laurentino. Divide profissionalmente com Alberto aquele espaço entre outros afazeres do lar. E ele ainda labuta junto à AMATA(Associação dos Moradores Amigos de Tabatinga) e se esforça para preservar aquele lugar que abriga seu lar, família, clientes e amigos, há mais de 10 anos – sendo 35 os anos que viveu por todos os recantos dali. Hora de ir embora e o corpo e espírito pedindo pra ficar, enquanto as ondas do mar dizem baixinho: “Vai sem medo, BuzzKa, Mas volta logo, pra visitar a gente”... Vocês acham que eu vou?... Alberto Dias(1967), natural de João Pessoa – PB Contato: (83) 8805.5406 E-mail: tabatingaartebar@gmail.com Orkut: tabatingaartebar@gmail.com

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NEWS

COMPRA COLETIVA: A NOVA FEBRE DA WEB Um novo segmento de e-commerce que já gerou cerca de R$ 1 milhão semanalmente e que deve movimentar de R$ 30 milhões a R$ 50 de milhões em 2011. Os números são altos também quando se fala em adeptos. Até o final de 2010, os dados deverão estar entre sete e oito milhões no mundo todo. Esses apontadores estão relacionados com a mais nova febre da internet: os sites de compra coletiva. Um endereço virtual onde o usuário encontra produtos e serviços oferecidos na sua cidade com descontos de encher os olhos de qualquer consumidor. As ofertas chegam a ter de 50% a 98% de abatimento. Os sites buscam empresas que estão dispostas a faturar pela quantidade de produtos ou serviços vendidos, oferecendo os descontos imperdíveis nas suas ofertas. A promoção definida é lançada no site com um tempo determinado para ser finalizada e um número mínimo de compradores para ser atingido. Quando esse número é alcançado, a promoção é validada. Praticamente todos os sites de compra coletiva brasileiros utilizam o PagSeguro, sistema de pagamentos online da UOL. Como é o caso de um dos mais novos empreendimentos desse setor, o Mina de Ofertas, que estreou em setembro. Segundo o desenvolvedor web do site, Anderson Jesus, o PagSeguro é extremamente confiável e o pagamento pode ser realizado via débito, crédito ou boleto bancário. “É um sistema que já está há muito tempo no mercado

e grandes corporações já o utilizam. É um dos mais reconhecidos e confiáveis do Brasil”, explica. Para aproveitar todas as ofertas, os internautas precisam apenas realizar um cadastro no site, o que é bem simples, pois basta informar nome, e-mail, cidade e escolher uma senha. Além disso, alguns sites de e-commerce desse tipo permitem que internautas presenteiem outras pessoas com as ofertas. No caso do Mina de Ofertas, quando o usuário escolher a oferta para presente, ele realiza a compra e, nesta etapa, escolhe a opção presente e define se a pessoa presenteada receberá o voucher de presente por e-mail ou em casa. Texto de Luciana Amorim Gerente de Conteúdo iN.teração | Interatividade Corporativa

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