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Índice

Movimentos mundiais ganham força no Brasil O ano 2013 ficará marcado na história brasileira com os movimentos populares que revindicam dos governantes direitos básicos. As mídias sociais estão sendo vistas como facilitadoras. Para escrever sobre o fenômeno recente, comecei a fuçar perfis do Facebook, YouTube e outros em busca desses, que antes, pensei eu, não eram de conhecimento dos nossos jovens: Anarquismo, Black Bloc e tantos outros. Para surpresa e espanto meu, o Anarquismo, teoria de vida e de uma sociedade sem governo, tem um perfil no Facebook com mais de 22 mil seguidores. Estou falando de apenas uma página na Internet, mas lá existem outras que começaram a se movimentar e expressar seus pensamentos e ideias desde de 2011, como a fanpage “Coletivo Anarquista Bandeira Negra”, de Santa Catarina. O Black Bloc, movimento anticapitalista e globalização, também está se movimentando na net e uma página no Facebook foi aberta este ano e já tem mais de 38 mil seguidores. Eles se destacam na multidão por usarem roupas e máscaras pretas. O objetivo é dificultar ou mesmo impedir qualquer tipo de identificação pelas autoridades, também com a finalidade de parecer uma única massa imensa, promovendo solidariedade entre seus participantes. No YouTube, eles estão fazendo o papel

da imprensa e registram tudo e disponibilizam para os internautas. Os vídeos, se somados, batem recorde de audiência, visualizações, dignas das telenovelas exibidas na Globo, em horário nobre. Estamos diante de mudança de comportamento de uma nação pacífica e ordeira? O fato é que políticos despreparados reagem com leis que vão de encontro aos almejos da sociedade. Em setembro foi aprovada a lei, na Alerj, que proíbe usar máscaras em manifestações. O projeto de lei foi proposto pelos deputados Domingos Brazão e Paulo Melo. Artistas como Caetano Veloso, Marcelo D2 e Chico Buarque reagiram cobrindo as faces e publicando na internet. Caetano declarou: “é uma violência simbólica proibir o uso de máscaras. Dia 7 de setembro, todos deveriam ir às ruas mascarados”. O Governo Federal, despreparado diante a nova realidade, agora está de olho na Internet e acompanha os passos e o direito de expressão de movimentos que querem apenas ter seus direitos respeitados e revindicam por mais saúde, educação, transporte público de qualidade e não a corrupção. Afinal quem paga a conta?

Augusto de Carvalho Editor-chefe

Microsoft e Nokia

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Twitter na Bolsa

8

Vai que Cola

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Hiroshi Yamauchi

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iPhone 5S e 5C

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Consumidor Alerta

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Expediente Editor-chefe Augusto de Carvalho Textos Augusto de Carvalho Jônatas Willemen Luis Gurgel Colaboradores Juliano Almeida Diagramação Luis Gurgel Jônatas Willemen


MICROSOFT

& NOKIA pela conquista do mercado Tecnologia bate à porta dos brasileiros e nas eleições de 2014 alcançará 23,7 milhões de eleitores. No último dia 3 de setembro, a gigante Microsoft apresentou uma proposta de 7.2 bilhões de dólares na tentativa de adquirir a divisão D&S (Devices & Services, ou dispositivos e serviços) da finlandesa Nokia. A compra segue após insucessos da empresa europeia, que apesar de possuir a série Lumia de smartphones, muito elogiada pela crítica, falhou em roubar algum espaço de mercado de aparelhos que utilizam Android e iOS, normalmente associados à Samsung e Apple, respectivamente. Apesar de noticiado como fato consumado por diversos sites especializados, apenas em 2014 é que a compra será, de fato, consumada. Antes disso, em novembro, os investidores e detentores de ações ainda poderão ensaiar algum tipo de objeção ao negócio, mas esta possibilidade é vista como praticamente inexistente pelos especialistas. Windows Phone A compra da divisão mobile da No kia pela Microsoft não é uma surpresa. Com a recente queda no valor de mercado, a gigante de Redmont aproveitou a oportunidade para fechar negócio por um preço bem “em conta”. A Nokia vinha enfrentando quedas acima de 20% nas vendas de seus smartphones (e 39% para celulares


“comuns”), e necessitava de uma boia para continuar emersa. Por representar praticamente 80% das vendas dos celulares que utilizam o Windows Phone, a Microsoft acaba por dar nova vida à empresa, ao mesmo tempo que traz para debaixo da sua própria asa o desenvolvimento dos aparelhos, garantindo, assim, que a Nokia não irá abandonar a plataforma Windows em detrimento do Android ou similar. Outras empresas Mas, então, qual poderá ser o significado desta junção no futuro para as concorrentes? De acordo com análise publicada pelo britânico “The Guardian”, embora a Nokia

tenha ganho reforço de caixa, será complicado a briga pelo mercado dominada por Apple e Google. A empresa mais prejudicada será a Blackberry, segundo especialistas. Em franca queda, já havia abordado a Microsoft anteriormente, procurando uma possível venda de suas tecnologias e patentes. No entanto, com o negócio Nokia finalizado, fecha-se uma porta. No artigo publicado pelo The Guardian, um analista considera que a morte da empresa como um jogador importante no mercado dos smartphones poderá não ser lenta e dolorosa, mas sim instantânea, como um único e certeiro tiro na cabeça. Ainda assim, existe a sempre remota possibilidade da Apple interessar-se em adquirir a BB.

Stephen Elop Um dos lados mais curiosos da venda da Nokia e que tem sido explorado pela mídia é a posição incomum em que se encontra o antigo diretor da divisão de negócios da Microsoft (responsável pelo Office e Dynamics), Stephen Elop. Em setembro de 2010 ele foi anunciado como o primeiro CEO estrangeiro da Nokia, e, desde então, tem comandado a empresa finlandesa. No entanto, com a fusão, Elop está de volta. A Microsoft passa por um período de reestruturação. O presidente executivo Steve Ballmer anunciou recentemente a sua saída, o que deixa o cargo em aberto. Corre na mídia especulação de que Elop, por já “conhecer bem a casa” e ter experiência, seria o favorito para assumir a posição. Na Finlândia, Elop enfrentou várias críticas desde que assumiu o cargo. Os finlandeses tinham grande orgulho dos feitos da Nokia, que outrora já foi avaliada em mais de 200 bilhões de dólares, e a chegada do executivo e a consequente escolha pela utilização do Windows Phone fizeram com que fosse instalado nas pessoas um sentimento de dependência de uma empresa estrangeira. Além disso, o WP, como ecossistema, não gozava de grande popularidade, e Elop poderia muito bem ter optado pelo sistema Android. No entanto, segundo o mesmo, isso tornaria a Nokia como “segunda colocada” numa luta direta com a sul-coreana Samsung, o que não seria ideal. Ainda assim, os números divulgados pela IDC (International Data Corporation) do segundo quarto de 2013 não deixam mentir quanto à popularidade de ambos: o sistema Android conta com cerca de 70% do share do mercado, e Windows Phone somente 3,3%. Um editorial recente, num jornal local finlandês, tratou a fusão como a estratégia de guerra utilizada pelos gregos, conhecida como “Cavalo de Tróia”, alegando que Elop teria entrado na Nokia visando o resultado, para que a empresa americana pudesse efetuar a compra a preço “especial”.


TWITTER NA

BOLSA

E não nos referimos às bolsas em que carregamos os celulares. A rede social fez um pedido para abertura de capital no útimo mês, seguindo os passos de outros gigantes da área. O Twitter, uma das maiores e mais populares redes sociais da atualidade, está pronto para tentar dar o próximo passo e, a exemplo do que aconteceu anteriormente com o Facebook, entrar na bolsa de valores. Para tal, a empresa deu entrada em um pedido para realizar uma oferta pública de ações (IPO, em inglês). De acordo com um tweet publicado na conta oficial do próprio Twitter, a marca clarifica que registrou de forma confidencial o documento com informações da empresa, conhecido como S-1, na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, ou a SEC, em inglês. De acordo com a rede de notícias empresariais Bloomberg, a operação estaria sendo coordenada pelo banco americano Goldman Sachs. Espera-se que a oferta pública de ações avalie o Twitter entre 15 a 20 bilhões de dólares. Um outro dado curioso é que, conforme explanado anteriormente, o pedido foi feito de forma confidencial. Isto significa que a receita anual da empresa é menor do que 1 bilhão de dólares, já que apenas empresas com receitas inferiores a esse montante podem requisitar um pedido de abertura desta forma, após lei sancionada pelo presidente Barack Obama no ano passado. Assim, os dados financeiros são compartilhados apenas

com os agentes reguladores e não são divulgados publicamente. A abertura para capital do Twitter é um dos momentos mais importantes para o mercado de tecnologia desde o IPO do Facebook, no ano passado. Para tal, a empresa vem se preparando há algum tempo. Um exemplo foram as recentes contratações de profissionais e da empresa de publicidade MoPub, visando aumentar ainda mais a receita da publicidade, que já é a prática mais lucrativa da plataforma. De acordo com informações divulgadas no site CanalTech, estima-se que somente em 2013 a empresa gere cerca de 582 milhões de dólares somente com publicidade, o que representaria um aumento significativo quando comparado aos 288 milhões de 2012. Facebook O Facebook, que abriu para capital no ano passado, arrecadou cerca de 16 bilhões de dólares com a iniciativa, lançando com ações avaliadas em aproximadamente 38 dólares. Os meses que se seguiram viram uma queda acentuada, com as ações atingindo valores como 19 dólares após 90 dias. No entanto, ultrapassadas as dificuldades iniciais, a empresa se recuperou e o valor voltou a subir, recentemente atingiu o pico de 45 dólares por ação.


Fotos: Globo/Multishow

VAI QUE COLA Programa de comédia vem elevando a audiência do canal Multishow e movimentando as redes sociais O Multishow registrou a maior audiência da história da TV paga nos últimos dez anos, segundo divulgado pelo portal da revista Veja. Motivo? Sucesso do programa “Vai que Cola”, estrelado por Paulo Gustavo, Samantha Schmütz, Cacau Protásio e grande elenco.. Segundo dados do IBOPE - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística – o programa de humor atingiu 11 milhões de espectadores em seus 20 pr imeiros episódios, exibidos entre julho e agosto deste ano. Perdendo apenas para a sér ie

amer icana “Lost”. O sucesso do programa refletiu-se nas redes sociais. A página oficial do sitcom no Facebook tem hoje mais de 120 mil fãs e nos horários exibição é invadida por uma massa de internautas comentando as cenas. Além disso, por várias vezes, #hashtags relacionados ao “Vai que Cola” conquistaram o training topics do Twitter. “Quando vieram os números, achei que havia um engano do Ibope. Com exceção das transmissões ao vivo, nunca vi um programa marcar uma audiência tão expressiva


na TV paga. É quatro vezes o público de nosso maior sucesso, o ‘Cilada’” - conta Guilherme Zattar, diretor do Multishow para o site Natelinha. Seguindo a estrutura do “Sai de Baixo”, o programa é gravado em um teatro. Com linguagem popular e dinâmica com o público presente, a série caiu no gosto popular. O suceso é tanto que a segunda temporada já está confirmada na grade de programação de 2014. Entre as especulações sobre as novidades do canal, está a entrada do humorista Fabio Porchat e personagens do programa 220 Volts, interpretado por Paulo Gustavo. Já dá pra imaginar o que vem por ai...?

Atração tem contado com participações especiais dos astros da música para chamar a atenção. Ivete Sangalo, Naldo e Péricles foram alguns dos convidados ao longo da primeira temporada.


HIROSHI

YAMAUCHI Visionário japonês que levou a Nintendo ao posto de uma das maiores empresas do mundo faleceu no último dia 19

No último dia 19 de setembro Hiroshi Yamauchi, presidente da gigante japonesa Nintendo, faleceu aos 85 anos, vítima de uma pneumonia. Pouco conhecido no ocidente, a figura de Yamauchi é considerada por muitos de suma importância dentro da bilionária indústria de games, pois o mesmo foi o presidente que, em meio século, levou uma fabricante de cartas de hanafuda (jogo japonês) ao posto de uma das maiores empresas do ramo. Após assumir a presidência quando tinha

apenas 22 anos, Yamauchi teve de enfrentar o preconceito de outros membros da família, que não acreditavam que ele estivesse apto a conduzir a empresa com uma idade tão jovem. No entanto, no período entre 1949 e 2002, aquele que era um negócio familiar de cartas cresceu e se transformou num dos maiores negócios da indústria do entretenimento eletrônico. Um dos mais importantes feitos de sua carreira foi a concepção e popularização da NES, o Nintendo Entertainment System,


lançado no mercado americano em outubro de 1985, dois anos após o crash do mercado de jogos que levou à falência um grande número de empresas da indústria, e colocou tantas outras em situação crítica, como a Atari. No comando da empresa à época, Yamauchi fez com que o NES fosse um absoluto sucesso de vendas e, por si só, revitalizasse a indústria de jogos que, dois anos antes, era vista como acabada e nada mais do que mais uma “moda” ultrapassada. O NES, popularmente conhecido também como “Nintendinho”, no Brasil, vendeu mais de 60 milhões de unidades em todo o mundo, e no fim da década de 80 chegou a controlar 90% do mercado correspondente ao seu segmento. Uma das razões para tal diferença é que, ao perceber que os motivos do crash estava relacionado à saturação de jogos de baixa qualidade,Yamauchi criou o “Selo de Qualidade Nintendo”, as-

sim como o formato de publicação utilizado durante anos pelas empresas da indústria, onde os detentores das plataformas decidiam que jogos ou não eram aprovados, e faturam através de royalties pagos pelos desenvolvedores dos jogos. Desta feita, apenas títulos considerados suficientemente bons eram publicados. O formato, inicialmente, recebeu críticas por adotar uma postura elitista, mas foi abraçado pelos rivais que se seguiram, como SEGA, Sony etc. De acordo com Ian Livingstone, antigo presidente da Eidos, uma das maiores editoras de jogos do mundo,Yamauchi “percebia o valor social dos jogos, e o potencial econômico do entretenimento eletrônico. Mas, acima de tudo, destacou-se como um visionário por ter conduzido a Nintendo a um caminho de glórias sem nunca questionar as decisões que tomou, assim como a dos seus competidores. Um verdadeiro visionário”. NES (à dir.) e Super Nintendo, dois dos videogames mais influentes da história da indústria. Ambos foram supervisionados e concebidos durante o período da presidência de Yamauchi


Apple apresenta iPhone 5C&5S Dando continuidade ao mês movimentado no mundo dos smartphones, a norte-americana Apple apresentou seus lançamentos. No último dia 10 de setembro, o mundo conheceu o iPhone 5S, com um processador poderoso de 64-bits, o mais potente do mercado. No entanto, a verdadeira surpresa ficou por conta do iPhone 5C, uma versão mais barata e que aposta em design colorido e com materiais como o plástico para conquistar um novo tipo de público. O iPhone 5C foi apresentado como uma versão “popular”, mas com o apelo da mar-

ca, que para muitos é sonho de consumo. O preço estipulado para o mercado americano, sem contrato, é de $550, ou então $100 com contrato, que pode variar de 18 a 24 meses, com operadoras de telefonia. Analistas de mercado, no entanto, consideram que o preço, embora justo pelo que é oferecido, é relativamente alto dentro do contexto de um “smartphone com preço acessível”, e pode dificultar a penetração do modelo em mercados emergentes como a Índia e a China, que são dominados pelo sistema operacional Android . Já o iPhone 5S, por sua vez, apresenta


uma real evolução, com o seu processador A7, que é o primeiro processador de 64bits utilizado em um smartphone. De acordo com números apresentados pela Apple, o lançamento é 40 vezes mais rápido que o original, e o componente gráfica chega a apresentar performance até 56 vezes superior. O 5S também traz novidades na câmera, que será composta por cinco lentes, com abertura maior, e um sensor que alcança uma área até 15% superior à do modelo anterior. Além disso, a nova câmera tem funcionalidades que permitem calcular o branco e a exposição à luminosidade, de forma a melhorar as fotos em locais bem iluminados e com muitas sombras. Outras novidades da função incluem o TrueTone, sistema que busca melhorar o tom de pele, por meio de estabilização digital inédito, e o Burst, para tirar fotos em até 10 frames por segundo. iOS7 Acompanhando os dois novos celulares, foi também revelado o iOS7, a nova atualização do sistema operacional dos dispositivos mobile da Apple. Ele estará disponível a partir do dia 18 de setembro e virá pré-instalado tanto no 5S como no 5C. Caso o usuário possua um iPhone 4 ou superior, também poderá usufruir das novidades caso realize a atualização. De acordo com Tim Cook, presidente da Apple, a simplicidade do processo fará com que os cerca de 380 milhões de usuários do iOS existentes migrem para a nova versão, tornando assim o iOS7 um dos sistemas operacionais mais populares do mundo. Algumas das novidades do iOS7 incluem novos toques para chamadas e alertas e melhorias na Siri, que, agora, pode procurar por tuítes e perceber novos comandos de voz ditados pelos utilizadores. Além disso, a Apple irá estrear o iTunes Radio, um serviço online de músicas que permite aos usuários fazerem streaming de várias músicas de artistas conhecidos. As novas versões do iPhone já estão disponíveisnos Estados Unidos e em outros nove países. No Brasil, a previsão de chegada é para próximo do Natal.

#CURTAS After Rock in Rio O Rock in Rio terminou no último dia 22 de setembro. Agora é hora de computar os resultados com uma boa gestão de marketing. Os organizadores continuam no clima do maior festival de música do mundo. Quem acompanha o evento nas redes sociais ainda pode ver os registros de tudo o que rolou, assim como interagir e dar opiniões sobre a festa. Um bom marqueteiro sabe mais do que ninguém a eficácia dessa interatividade. E é por isso que além de toda cobertura dos shows, a organização ainda coloca a júri popular, qual foi a melhor apresentação musical em uma enquete no Facebook (facebook.com/rockinrio). Além disso, e-mails foram enviados para o mailing composto por pessoas que compraram o ingresso pelo site, para saber como foi a experiência dos participantes no mega evento. No mesmo, era pedido aos participantes da enquete para enumerar as marcas que se lembravam de terem visto no Rock in Rio.O propósito da pesquisa é computar as informações colhidas e traçar metas futuras.

Mudanças na telefonia Fique atento às mudanças para ligações de telefonia móvel. Para realizar chamadas para celulares do estado do Rio de Janeiro, agora será necessário acrescentar o 9 antes dos oito números da linha. De acordo com a Anatel, a nova regra começa a valer a partir do dia 27 de outubro para linhas com DDD 21, 22 e 24. O mesmo já está valendo para regiões do interior paulista que operam nos códigos DDD 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19.


Por Juliano Almeida

CONSUMIDOR EM ALERTA Mês de outubro, lembramos logo do dia das crianças e por conseguinte, comprar e dar presentes, afinal, elas sempre merecem. O dia agitado, a falta de tempo e as facilidades na internet fazem com que a compra online esteja cada vez mais presente em nosso dia-dia, e com elas, os problemas e as dúvidas do que é certo ou errado na hora de comprar. O código de defesa do consumidor protege a compra que não é realizada diretamente em um estabelecimento comercial, eis que o consumidor não tem acesso ao produto que está comprando, é o caso da compra através da internet, no catalogo ou pelo telefone, possibilitando ao consumidor o arrependimento com o cancelamento da compra sem nenhum ônus para o mesmo. O consumidor tem o direito de se “arrepender” da compra ou da contratação do serviço em um prazo de 07 (sete) dias, contado a partir da assinatura do contrato ou do recebimento do produto ou serviço. Importante fazer o pedido de cancelamento por escrito, guardando uma cópia e devolvendo o produto. E mais, caso já tenha pago todo ou parte do produto, você tem o direito de receber de volta todo o valor, sem nenhum desconto. Esse direito está demonstrado no artigo 49 do Código do Consumidor, ressaltando que o prazo começa a contar a partir do recebimento do produto ou da assinatura do contrato de serviço, para desistir da compra e pedir o dinheiro

que pagou de volta. Pouco importa os motivos para a desistência. A legislação qualifica a desistência da compra, com correspondente devolução do dinheiro, como direito do consumidor. Basta que seja observado o prazo previsto em lei. E ponto final. Às vezes, o fornecedor se recusa a aceitar o produto de volta por alegar que “ele já foi usado”. Este tipo de conduta pode ser interpretado como ilegal. É de se imaginar que o consumidor, para querer devolver alguma coisa, deve ter experimentado a mercadoria antes de tomar sua decisão. Ou seja, o fato de o consumidor ter utilizado o produto não é motivo para a recusa da devolução e do correspondente reembolso do dinheiro. Não podemos esquecer que quando a compra do produto se dá em um estabelecimento comercial, o Código do Consumidor, a princípio, não prevê a possibilidade de devolução. A não ser que o produto contenha vícios e/ou defeito(s) – categorias que não são tratadas legalmente e jurisprudencialmente como idênticas e cuja distinção é conveniente deixar a um novo texto.


Rolou no Clientes

O LinkedIn é uma rede social onde profissionais de várias No grupo “O Melhor do Marketing”, foi áreas podem se encontrar compartilhado um artigo focado sobre a fidelização de clientes, e como agir para trans- e trocar ideias. Aqui, você formar os seus clientes em verdadeiros “fãs” da encontra um pouco do que sua marca. O artigo oferece 10 dicas divididas aconteceu por lá.

em tópicos de modo a facilitar a leitura.

Mídias Sociais

E-mail

O grupo “Comunicação”, por Já no grupo “Assessoria de Imprensa”, um dos outro lado, tenta trazer o foco para artigos compartilhados que chama a atenção o e-mail, ferramenta que continua fala sobre a viabilidade de uma carreira como a ser parte indispensável do quoti“analista de mídias sociais”. Em poucos anos, diano das assessorias, mas que, cada algo que anteriormente não era relevante se vez mais, precisa se reinventar de transformou numa das áreas de atuação mais modo a se destacar entre a grande importantes das assessorias quantidade de mensagens.

Correio do leitor Participe também! Envie um e-mail para accomunicacao@accomunicacao.com.br

Achei bastante interessante a matéria que fala sobre o brasileiros e as redes sociais, apesar de saber da grande força que tem tomando esse meio de comunicação no nosso país , não tinha ideia dos números serem tão altos, de uma maneira podemos dizer que brasileiros estão ‘viciados’ nas redes sociais. Adorei o layout da revista, achei prática e fácil leitura. Débora Coelho, assessora da Fundação Cultural Casimiro de Abreu – RJ.

Li a matéria sobre as logomarcas e achei bárbara. Foi ótima, até porque estou nessa fase de escolher uma logo para a minha empresa. Regina Zeitoune – Jornalista Pra mim, que sou da área de Comunicação, acrescentam muito os temas voltados ao mercado digital.Aprendo sobre as plataformas online e o melhor meio de usá-las. Mas, neste mundo informatizado, acho que os assuntos da AC são relevantes para todos!. Kary Subieta – Estudante de jornalismo


“O que somos é um presente que a vida nos dá. O que nós seremos é um presente que daremos à vida.” Herbert de Souza

Ac digital 6 2  
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