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salas abertas ou fechadas, mesas em “L” ou mesão linear, divisórias altas ou baixas, copa, banheiros). Todo o novo espaço deve ser pensado e planilhado de maneira que indique a área total necessária incluindo as áreas de apoio. Também pode ser importante realizar um mapeamento da localização dos clientes de sua empresa, dos concorrentes e dos funcionários. Lembre-se, a mudança não é apenas física, ela envolve também pessoas. 2º passo: quanto gastar

ser previamente considerados. Veja alguns exemplos: • o crescimento dos negócios leva o empresário à necessidade de um espaço maior ou, em alguns casos, de um espaço adicional; • o oposto também pode ser necessário, isto é, compactar espaço, o que não significa, necessariamente, que as coisas estão indo mal; • para seus funcionários (ou até para você mesmo), talvez o acesso (de carro ou transporte público) seja um pouco complicado, e mudar para um local mais central, perto de estações de metrô ou com uma grande variedade de ônibus, pode ser uma boa ideia; • estar localizado em uma avenida movimentada com trânsito cada vez mais caótico pode se tornar um transtorno, provocar atrasos e isso pode ser motivo para levar seu escritório a um local mais tranquilo; • se o bairro apresenta pouca infraestrutura de apoio, restaurantes, papelarias, bancos, hospital, farmácias, isso também é um pro-

vável motivo de mudança; • a redução de gastos (aluguel, IPTU, condomínio¹) muitas vezes leva um escritório a mudar de bairro e até mesmo cidade; talvez esta mudança cause um atrito com seus funcionários e aqui pode surgir um impacto no quadro de colaboradores, situação de responsabilidade do RH; • há aquelas empresas que mudam de endereço por motivo de status. Estar em um prédio Classe A e em um endereço nobre trará uma impressão melhor para os seus negócios; • se o seu escritório ficava em uma residência, talvez seja hora de migrar para um edifício, melhorando a segurança. Durante o planejamento do novo espaço, é importante saber quais são as necessidades da sua empresa, incluindo as expectativas de crescimento, a hierarquia dos funcionários e se isso também irá mudar no novo espaço corporativo e layout no (incluindo mobiliário, opção por

Uma vez definida a localização ideal e a necessidade de espaço (em m²), é hora de levantar os custos. Vamos levar em conta três fatores relacionados a custos: a) aluguel bruto (incluindo condomínio e IPTU); b) gastos com ajustes e adaptações necessários já dentro do espaço; e c) investimentos. Sabemos que, dependendo da localização e vacância da região, o aluguel do novo escritório pode ser mais caro (ou mais barato) e que existirá muito provavelmente o aluguel duplo, isto é, continua-se pagando o aluguel atual e o do novo local ao mesmo tempo, até o momento da mudança ou do vencimento do contrato antigo, custo que somente pode ser diminuído com negociação de carência de aluguel no novo local.

¹ Condomínio são despesas nas áreas comuns. Não estão inclusos os custos com a manutenção da área privativa, consumo de luz. Presume-se que estes custos serão semelhantes num novo local. É evidente que os custos de gerenciamento da infraestrutura privativa ou facilities poderão variar, também, significativamente caso existam grandes ineficiências da ocupação atual. Cabe ao gestor ter ciência destas ineficiências e buscar assessoria para tentar estimá-las e buscar resolvê-las.

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Revista Buildings - 11ª edição  

Revista trimestral voltada ao mercado imobiliário corporativo com conteúdo editorial sobre o assunto, além das ofertas de escritórios do tri...

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