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arquitetura :: design :: urbanismo nยบ 1 :: Ano 1 :: Dezembro/08 e janeiro /09

II Bienal

Brasileira de

design

Revista Mosaico

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Colagens, recortes, junção de várias peças formando um todo. Isso é mosaico, uma miscelânea de cores e formas que juntas se transformam numa peça exclusiva. Moscaico: A partir de agora uma outra fonte de .informação pra você A revista que vem com a proposta de ser o principal veículo de comunicação para o setor no leste de Minas. Criatividade e profissionalismo de arquitetos e decoradores, bem como de lojas no segmento, agora têm canal próprio de divulgação: A Revista Mosaico!

EXPEDIENTE A Mosaico é uma publicação da

Sumário 18

De tudo um pouco

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DecoraGV incentiva arquitetura e decoração

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Saúde!

Bwana comunicação. Av. Minas Gerais • 2670A Grã Duquesa • Governador Valadares Minas Gerais • 33 3225.1057 contato@bwanacomunicacao.com.br

REDAÇÃO Mosca comunicação FOTOGRAFIA Leonardo Morais DIAGRAMAÇÃO Bwana comunicação

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O Núcleo DECORAGV visa à fidelização de profissionais e empresas do setor; promovendo a economia local.

Mais uma área da Engenharia e Arquitetura

Arquitetura Criativa Espaços projetados a partir de idéias inovadoras atraem a clientela pela beleza e conforto.

Inovadora e acessível II Bienal Brasileira de Design em Brasília.

SEÇÕES DEPARTAMENTO COMERCIAL Vinícius Louback 33 8836.2057 Fábio Heringer 33 8836.7057 IMPRESSÃO Gráfica Nacional

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Você pergunta Perfil Minha casa, sua casa Ambiente Urbano Novidade e Tendências Vitrine 4


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Patrícia Bomfá - Arquiteta contato@patriciabomfa.com.br

VOCÊ PERGUNTA

Estou construindo uma casa de 200m², quanto fica o valor do m²?

Estou querendo trocar as janelas da minha casa, mas não tenho dinheiro suficiente. Posso mesclar as antigas, que são da década de 50, com outras mais novas?

Fabíola Andrade - Ipatinga Isso vai depender do padrão da obra e quantos pavimentos a casa terá. Um exemplo: pensando em um mesmo terreno, com uma casa de 200m², com um pavimento e outra com dois pavimentos; a de dois pavimentos gasta mais com a fundação. Porém, vai economizar com o telhado, já que terá esta área menor. Sobre o valor, hoje podemos falar que a classificação adotada para as obras é de baixo, médio e alto padrão. Girando em torno de R$ 950,00, R$ 1.150,00 e R% 1.600,00 o m² respectivamente.Mas, isso é uma estimativa levantada pelo mercado de construção civil e que varia de acordo com cada região do Brasil. O mais importante é você definir para o seu arquiteto quanto pretende gastar com toda a obra, fazer uma planilha de custo deixando uma folga de 10% a 20% para imprevistos e tentar sempre fazer uso de produtos de sua região. Pois os custo serão menores e você terá uma arquitetura mais autêntica.

Margarida Hallack - Governador Valadares Você deve fazer um estudo de fachada com um profissional. A princípio, não teria problema em mesclar as janelas, mas não é só definir que pode e pronto.Você deve optar pelo modelo que vai dar pra mesclar com o perfil da casa. Década de 50 remete a casas modernistas. Ou seja, sem telhado aparente, linhas mais retas e geométricas, janelas amplas, muitas das vezes com venezianas horizontais e em madeira laqueada. Se esse for o seu caso, sugiro o uso de janelas de correr em vidro temperado, todo livre, sem quadro de alumínio, só as cantoneiras de fixação necessárias. Pois ela é bem neutra e soma à arquitetura existente, não agredindo o que você já tem.

Tenho um salão de cabeleireiro. Quero saber qual a melhor iluminação pra ser usada, que não faça sombras. Mirian Host - Governador Valadares Você precisa valorizar cores, cabelos, maquiagem, para isso as luzes douradas, como as lâmpadas dicróicas, par, AR e halopim são ótimas. Mas, também te sugiro fazer um trabalho no espelho. Colocar uma lâmpada halógena morna embutida sob um rasgo. Assim, fazendo o papel da antiga montagem de camarim, porém com uma estética limpa e bacana, você vai ter uma luz contínua, homogênea para contemplar todo o contorno do espelho.

Minha casa está localizada em um terreno em declive. Fica 1,2 m abaixo do nível da rua e recuada 4,5m do início da rua. Estou querendo construir uma rampa, qual a declividade que poderei dimensionar? Samantha Santiago - Coronel Fabriciano Para o seu caso usamos duas fórmulas matemáticas simples. Primeiro vamos saber qual será o comprimento de sua rampa, ou seja, C=h²+d². C é o comprimento da rampa que queremos achar, h é o desnível da rua, no seu caso 1,2m e d é a distância da rua até a casa de 4,5m. Temos então: C=1,2² + 4,5² C=21,29m Sua rampa terá 21,29m de comprimento. Agora resta saber se a sua inclinação será suficiente com a ou-

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Posso colocar uma bacia redonda em uma pia de canto na cozinha? Marianna Leite - Timóteo Claro que pode! Mas eu não a aconselho, já que não é a melhor opção diante do que o mercado tem pra oferecer. Hoje, existem diversas peças esquinadas, que proporcionam melhor aproveitamento de espaço. Ao contrário da a cuba redonda, que tem a área interna de aproveitamento muito reduzida. tra fórmula, ou seja, i=h/d, i é a inclinação que queremos, as outras letras são as mesmas de cima. Temos então: I=1,2/4,5 I=0,266 I=26,6% Você não disse o objetivo desta rampa, e para a legislação ela está muito íngreme. No caso de deficiente físico cadeirante usamos rampas com cerca de 8% de inclinação, já para carros esta porcentagem fica de no máximo 25%. Sugiro que, se possível, esta rampa seja feita em dois sentidos, um indo e outro voltando, para que você tenha uma decida mais suave.

ENVIE SUA PERGUNTA OU DÚVIDA PARA MOSAICO@BWANACOMUNICACAO.COM.BR


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PERFIL

É legal mesclar um pouco do estilo do profissional com uma ‘dose’ do que vem do cliente

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ntes mesmo de começar a entrevista, já deu pra notar que Daniela Andrade Lage é uma mulher dinâmica. Dessas que “assobiam e chupam cana” ao mesmo tempo. Receptiva e agitada, ela foi logo perguntando: “O quê que eu tenho que fazer? Essa matéria é pra onde? Que revista é mesmo?”. E quando se deu conta de que era um perfil dela...”Nossa! Então é pra falar de mim? Vamo lá...Sou formada há 14 anos. Meus Deus! Já tem 14 anos!”. E “disparou” a falar sobre a trajetória profissional. E como ela mesma disse, a trajetória dela “esbarra” muito na de Ariadne Melo de Medeiros, sua sócia na ArqForma. “Nós estudamos juntas desde a 5ª série. Saí de Valadares pra estudar no Isabela Hendrix, em Belo Horizonte, e no primeiro dia de aula, quem eu encontro?! Ariadne”. E de lá pra cá, as duas andaram sempre juntas. Eram do mesmo grupo de estudo. Faziam trabalho sempre juntas. E quando se formaram, não deu outra: Montaram um escritório de Arquitetura na cidade Natal: Governador Valadares. Seria até redundância dizer que o perfil profissional das duas se “encaixa” perfeitamente. “Não teria como falar apenas de mim sem mencionar a Ariadne. Ela faz parte disso tudo”, enfatiza. Então, como profissionais, qual seria o estilo delas!? A resposta é simples e objetiva. “Depende do projeto”. No caso de residência, continua Daniela, “é interessante que interprete o que o cliente gosta. É legal mesclar um pouco do estilo do profissional com uma ‘dose’ do que vem do cliente. Incrementar o projeto com objetos, coisas de família. A casa do cliente precisa ter a ‘cara’ dele”. Já em projetos comerciais, o profissional consegue “impor” um pouco mais dentro de um conceito, apontando ao cliente as características do negócio e do público e direcionando o projeto dentro da linha do empreendimento. “Geralmente podemos ousar um pouco mais, implementando tecnologia, iluminação e materiais diferenciados, pois os projetos comerciais mudam muito. Podemos ousar em coisas mais contemporâneas, ao contrário de uma residência, que temos que ser mais clássicos porque o projeto é duradouro. Ninguém fica mudando constantemente a casa”. Mas, independente do tipo de projeto, uma “marca” de Daniela já ficou registrada. “Nosso traço é sempre mais claro, teto branco, piso claro, muito vidro, aço e madeira também, mas sempre priorizando tons claros”, encerra, dizendo que essa é uma característica de uma arquitetura mais moderna.

Daniela Andrade Lage Revista Mosaico

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MINHA CASA, SUA CASA

A casa dela é

“a casa” Revista Mosaico

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Edilma Passos: ´´O lugar que eu mas gosto de estar é a minha casa``.

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em, pra começar a matéria, melhor explicar do que se trata. Então, “vamo” lá: Nesta sessão, alguém abre as portas de casa pra mostrar cada detalhe e contar como surgiu a idéia de criar um projeto de imóvel de deixar muita gente de “queixo caído”. A casa de Edilma Passos é assim. O que dá de gente querendo tirar foto, pedindo pra copiar algum detalhe, não é brincadeira. A casa dela, pode-se dizer, uma pequena mansão de 17 cômodos. E olha que quando ela iniciou o projeto, a idéia era apenas fazer uma pequena reforma. “Nessa brincadeira, a casa foi praticamente demolida”, conta a empresária.

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A “reforma” começou em 2003 e no ano seguinte, Edilma se mudou pra lá. Da antiga casa, só sobraram as quatro paredes da cozinha. O restante do imóvel, com aspecto antigo, foi para o chão e deu lugar à casa dos sonhos de Edilma e de muita gente. “Eu sou muito feliz na minha casa. Ela é exatamente o que eu queria. Confortável, ampla, moderna sem ser extravagante, clássica e contemporânea, enfim, não tem um estilo predominante. Tem escultura de parede, janelas e portas em madeira, ou seja, coisas rústicas também. Misturei um pouco de tudo o que eu gosto e a casa ficou ao meu estilo. Eu gosto de estar aqui”. E parece que Edilma e as arquitetas que desenvolveram o projeto foram muito felizes. Pelas fotografias, já dá pra notar a beleza dos ambientes. O conjunto da obra, como Edilma define, é harmonioso. Pra ela, é difícil eleger o local que ela mais gosta nessa casa. “Nossa! Que ‘saia justa’. Eu gosto da casa inteira, até da área de serviço, que tem um lindo jardim. Aliás, tem muito verde na minha casa, um maravilhoso jardim de inverno embaixo da escada, a área de lazer na frente, com piscina, churrasqueira, que eu amo. E também gosto muito do bar, mas se for pra falar o que eu mais gosto mesmo, acho que seria a sacada do meu quarto. É meu refúgio. O meu cantinho pra pensar na vida e viver minha tranqüilidade”.

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AMBIENTE URBANO

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s estatísticas esclarecem: as doenças relacionadas ao sedentarismo são as que mais matam no Brasil. Os médicos indicam: faça exercício físico também! E a Prefeitura de Governador Valadares fez: implantou em oito praças da cidade a Academia da Terceira Idade (ATI), um projeto de urbanização para melhorar a qualidade de vida do Valadarense. Os espaços, localizados na Praça de Esportes, centro de Governador Valadares, nos bairros Universitário, Ilha dos Araújos, Nossa Senhora das Graças, Lourdes, Jardim Pérola, São Raimundo e Santa Rita, possuem cerca de 10 aparelhos. Como simulador de cavalgada, pressão de pernas, multi-exercitador, remada sentada, esqui, surf, alongador, simulador de caminhada, rotação dupla diagonal e rotação vertical. O projeto é uma parceria entre as Secretarias Municipais de Saúde, Assistência Social, Esporte e Lazer, e é aberto a toda população e disponibiliza, em certos horários do dia, educador físico, enfermeiro e assistente social. Em complemento ao projeto, foram inseridas placas de orientação, lixeiras e bancos.São projetos como este, segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, que prova ser possível trabalhar urbanismo em comprometimento com a qualidade de vida do cidadão.

Ilha dos Araújos

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SinĂ´nimo de bem estar Valadares investe em entretenimento com saĂşde.

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Academia na Praça de Esporte Centro de Governador Valadares


NOVIDADES & TENDÊNCIAS

Silestone:

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Beleza natural do quartzo na arquitetura e decoração

ense em algumas das construções mais emblemáticas do mundo...Burj Al Arab, o hotel mais alto e o único 7 estrelas, que fica em Dubai, nos Emirados Árabes. Ou talvez o estádio de Wembley, em Londres. Belezas arquitetônicas como essas chamam atenção pelos detalhes inovadores e pelo tipo de material utilizado. Nesses casos, por exemplo, no lugar de granito ou mármore, o silestone, pedra singular, resultante da combinação de tecnologia e beleza natural. O silestone é composto em 94% por quartzo, um dos elementos mais resistentes e belos da natureza, o que permite criar projetos sofisticados, de textura e peso semelhantes a uma pedra natural, mas com qualidade superior. Qualidade comprovada por Bia Coelho, a bioquímica valadarense que na hora de reformar o apartamento, optou pelo silestone na bancada do banheiro. Após fazer várias pesquisas e receber indicação de alguns profissionais, Bia aprovou a aparência sofisticada, a resistência e o brilho do silestone. “Quando você olha parece uma pedra natural, mas ela é ainda mais interessante. A cor é uniforme. Não mancha, não arranha, nem quebra com facilidade. Além disso, eu precisava de uma tonalidade de prata que eu não conseguia com as pedras naturais”, detalha Bia, lembrando que, por ser uma pedra fabricada, o silestone permite uma variação de cores muito maior. Todos os anos são lançadas novas tendências pela multinacional espanhola Cosentino.

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As multifaces do silestone Esse material, de cor incomparável a qualquer outra pedra natural, pode ser encontrado em inúmeros países, inclusive no Brasil e em Governador Valadares. Há um ano, a Marmoraria Borborema começou a trabalhar com esse produto. Arquitetos, decoradores e donos de obras aprovam a inovação. “É um material diferenciado. Não tem outro que ofereça essa gama de cores, espessuras, intensidade de brilho e durabilidade. Além de ser um produto anti-bactéria, totalmente hipermeabilizado”, descreve Romildo Borborema. Outro detalhe é a dureza da pedra. “É altamente resistente às manchas de café, vinho, suco de limão, azeite, vinagre, maquiagem e muitos outros produtos de uso diário”, completa Walter Borborema, sócio de Romildo. Pois bem, essa é mais uma tendência nessa paleta de cores, formas e possibilidades, que é o dinâmico mercado da arquitetura e decoração. Essa inovação pode ir direto pra sua casa, pra ser usada em qualquer superfície interior, incluindo bancadas de cozinha e banheiro, escadas, painéis, solos, paredes, mostruários de bares, mesas, escritórios e muitos outros ambientes. Revista Mosaico

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De tudo

um pouco C riadas para iluminar. Porém, hoje, as lâmpadas agregam outras funções. Dependendo de como são usadas elas acarretam uma carga de estímulos, benéficos ou não. E na decoração de um ambiente não é diferente. “Se não tiver uma harmonia entre espaço e iluminação, a luz pode desconstruir ao invés de completar”, explica o empresário do ramo, Denílson Ribeiro Leite. Por isso, o mercado diversificou: para cada ambiente um tipo de luz, seja em potência, formato ou cor. Em meio a uma fase de economia e preservação ambiental, lâmpadas com consumo menor. Como os Leds (Diodo Emissor de Luz), popularizados a partir de 2006 na Copa da Alemanha, hoje são a grande pedida do momento.

Espaço na loja Iluminart - Governador Valadares

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Isso porque não geram calor, não emitem raios ultravioletas, não dão choque, mantêm-se frios, resistem a impactos, têm longa durabilidade, são considerados lixo comum e o principal, enquanto uma lâmpada dicróica, pro exemplo, consome 50W, um led consome 1w. Podendo durar 90 anos, se ligado três vezes ao dia. “A única desvantagem é que o led não é tão intenso como uma lâmpada comum. Por isso, não é indicado como iluminação central. E sim para criar efeitos ”, avalia Denílson. Além disso, custa três vezes mais caro. Em meio às opções de mercado, vale lembrar que cada casa é um caso. Principalmente quando os ambientes mesclam interior e exterior. “Uma premissa básica: iluminação de peças decorativas não é a mesma para favorecer as pessoas. E vice-versa”.

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FORMAS E CORES As lâmpadas saíram da neutralidade, existem em várias cores e formas. Os lustres também. Dos arredondados para os quadrados, estão nas salas, quartos e banheiros. E quem acreditava que os de cristais haviam sido aposentados, engana-se! Estão com força total. Mais robustos e brilhantes. Quanto aos cantos de parede, alguns projetos estão os substituindo pelos rasgos no teto. O resultado é uma luz mais difusa e alegre, como foi usado em alguns eventos da Casa Cor este ano.

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VITRINE

Ícone do design e bem estar da Herman Miller

Gourmet Digital A Creative inicia uma cultura totalmente revolucionária no preparo de alimentos, ao apresentar no Brasil o Top Chef Creative. Com exclusivo sistema de aquecimento por indução eletromagnética, o produto é o que há de mais moderno em fogões eletrônicos, no mundo.

www.creativeshopping.com.br DDG: 0800-770-8668 A Embody™ é a primeira cadeira de trabalho a dar sustentação tanto à mente quanto ao corpo. A cadeira começou a ser desenhada em 2002 e foi a última criação do designer Bill Stumpf em parceria com Jeff Weber. Bill foi um dos melhores designers de cadeiras de trabalho do mundo e participou da criação das cadeiras Aeron®, Ergon®, e Equa®. Stumpf faleceu em 2006, mas seu parceiro Jeff Weber, chefe do Studio Weber + Associates (antigamente chamado Stumpf, Weber + Associates), continuou, dando à cadeira sua função e forma finais. Bill e Jeff trabalharam junto com uma equipe funcional híbrida da Herman Miller, e trocando idéias com figuras importantes na comunidade acadêmica, na área da saúde e ergonomia, Weber e Stumpf inventaram uma cadeira que restaura o equilíbrio da relação homem/computador, dando sustentação tanto à mente quanto ao corpo. Assim como todos os produtos da Herman Miller, o design da Embody é basedo em extensa pesquisa, incluindo estudos de biomecânica, comportamentos e posturas do ato de sentar-se, dados antropométricos, medidas metabólicas e perfusão do tecido (a troca de oxigênio e dióxido de carbono no tecido corporal).

Um lugar especial Para os que adoram os bichos devem saber que as vezes eles precisam de um pedestal para expressar suas alegrias e reclamações do dia, ou um lugarzinho especial ao nível de nossa poltrona favorita ou camapara o descanso dos bichinhos. Em várias cores para combinar com o ambiente e organizar a bagunça.

Herman Miller: (11) 3729.9555 Revista Mosaico

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Ilusão de Ótica Entre as novidades deste mês da DesignPublic.com estão estas mesas da Issey. A Issey imprime criatividade em seus produtos. Aqui eles moldam o acrílico de forma a parecer uma toalha de mesa, que ao mesmo tempo serve de estrutura para o objeto, utilitário e decorativo. Transparente ou leitosa as mesas podem servir de luminárias. Elas são moldadas manualmente sendo peças excluisivas. O nome é “Illusion Side Table” e também podem ser encontradas em tamanho maior.

Mostrando tudo A Expor Manequins - líder latino-americana em soluções para vitrines – está lançando no Brasil o Expor Systems, um sistema inovador para exposição de produtos no varejo, que faz sucesso no exterior pela versatilidade e facilidade de montagem, adaptando-se às diferentes condições de cada loja. Produzidas em alumínio extrusado, material leve de altíssima resistência e durabilidade, as hastes são fixadas por pressão entre o piso e teto. Complementando a montagem, ganchos, prateleiras e displays de vidro, plástico e acrílico intercambiáveis, entre outras peças, permitem uma variedade de combinações ilimitada, adaptando-se a diferentes produtos, campanhas, ações e projetos visuais, de acordo com as necessidades de cada loja ou marca.

http://www.expormanequins.com.br

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DECORAGV incentiva Arquitetura e Decoração O Núcleo DECORAGV visa à fidelização de profissionais e empresas do setor; promovendo a economia local.

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úcleo DecoraGV: Uma reunião de empresários do setor de arquitetura e decoração com um grande objetivo: Fomentar a economia local. Colocar em evidência uma cidade que não vive apenas do vôo livre ou da emigração. Governador Valadares é cidade de grandes artistas: profissionais da área e suas muitas obras: ambientes, espaços, casas... O Núcleo de Arquitetura e Decoração de Governador Valadares (DecoraGV), entidade sem fins lucrativos, é sinônimo de crescimento, espaço na área. Um órgão que veio para mostrar que não é preciso ir buscar lá fora o que temos por aqui: mão-de-obra, adornos, materiais da melhor qualidade para transformar um simples espaço em identidade. Com isso, quem ganha é Governador Valadares. A economia cresce, as lojas vendem mais e os profissionais da área ganham o reconhecimento pelo trabalho. Para se cadastrar, eles não pagam nada. Junto às lojas, eles fazem com que a população tome conhecimento do que alguns ainda estão descobrindo: o bom gosto valadarense.

mulam pontos, que podem ser trocados por prêmios. Aliado à valorização do arquiteto e do decorador, o Núcleo DecoraGV fomenta a economia local, incentivando as lojas a trazerem novidade para a cidade. Assim, os profissionais passam a encontrar todas as inovações em produtos dentro de Valadares. Dessa forma, o que seria injetado em outros mercados é investido aqui mesmo, em Governador Valadares.

Feitos A primeira ação pública do Núcleo DecoraGV foi na Expocasa 2007. Além disso, o DecoraGV tem inúmeros projetos de Incentivo à Criatividade a serem realizados, como work shops e palestras. No ano passado, por exemplo, teve uma sobre “Cores”, ministrada em parceria com a Suvinil. Para finalizar, Hoberg Dutra Leocádio define o Núcleo como um ponto de encontro entre lojas, profissionais e o público. Para promover esse elo, vem realizando alguns eventos, como confraternização, encontros periódicos com os lojistas e abertura no site para que todos os associados e profissionais cadastrados exponham seus produtos e serviços. “Deixo aqui o convite para lojistas de Valadares e profissionais de toda a região, pois Valadares é uma cidade pólo, permitindo que profissionais de cidades circunvizinhas façam parte do Núcleo”, finaliza o presidente do DecoraGV. Conheça o campo de atuação e as ações desenvolvidas pelo Núcleo no www.decoragv.com.br.

O objetivo Segundo o presidente do Núcleo, Hoberg Dutra Leocádio, é buscar a valorização de profissionais desse setor. Pra isso, uma rede de lojistas se uniu e criou o Núcleo de Arquitetura e Decoração de Governador Valadares (DecoraGV). Há um ano e meio, toda vez que compram em uma das lojas associadas, arquitetos e decoradores acu-

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Projetar qualidade de vida. Este é o principal objetivo da Arquitetura e Engenharia de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde. Especialização que extrapola paredes e espaço, abrangendo atendimento, fluxo de pacientes, funcionários e aprovação do projeto junto a Secretaria de Saúde do Estado e Vigilância Sanitária. Quem opta por esta área, ainda nova no mercado, é responsável por projetos de Unidades de Saúde, como hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias de manipulação... além de indústrias e comércios do setor alimentício. Em Governador Valadares e toda Região do Leste de Minas, esta função é desempenhada pela ArqHosp Projetos & Consultoria Ltda.

Mais uma área da Engenharia e Arquitetura tidade que visa o aprimoramento da área no Brasil. Em três anos de mercado a ArqHosp desenvolveu projetos importantes na região, como o 3º Pavimento do Hospital Municipal, Plano Diretor do Hospital Municipal, Policlínica Central, CEO (Centro de Especialidades Odontológicas), Centro Intervencionista Mineiro/Hospital Samaritano em Governador Valadares, Unidades Básicas de Saúde, CEO (Centro de Especialidades Odontológicas) e Reforma da Policlínica Municipal na cidade de Ipatinga, e outros como Fábrica de biscoito Cauibi e Indústria de água mineral.Todos previamente aprovados e regulamentados junto aos órgãos competentes. Por isso, para a conclusão de qualquer projeto, o especialista em arquitetura e engenharia de estabelecimentos assistenciais de saúde tem que estar em constante aperfeiçoamento e acompanhamento das leis e resoluções que regem a área da saúde. “Qualquer projeto de estabelecimentos de saúde que não seja elaborado em conformidade com as normativas necessárias, pode trazer prejuízos para o cliente”, completa Miréia. Para que isso não aconteça a especialista divide o espaço da mesa com normas, resoluções e livros da área.

A empresa é da Engenheira especialista em Arquitetura e Engenharia de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, Miréia Scherrer Machado. Empresária que também é credenciada pela Associação Brasileira para o desenvolvimento do edifício hospitalar (ABDEH), en-

Miréia Scherrer: projetando!

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Arquitetura criativa Espaços projetados a partir de idÊias inovadoras atraem a clientela pela beleza e conforto.


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ma promoção aqui, um super descontão ali...E quem sabe até um cafezinho!? Um pote de bala na recepção pra adoçar a boca e ânimos de compra do cliente. As estratégias pra atrair o comprador são muitas. Depende da criatividade do dono do negócio. E por falar em criatividade, em alguns casos ela se encarrega de ser o atrativo principal. A beleza do ambiente já é o convite para o cliente entrar, se “acomodar” e começar a gastar alguns “tostões”. Quem, por exemplo, resiste à beleza do Ateliê Popô e Lelê, na rua Barão do Rio Branco, sem pelo menos parar e ficar observando a vitrine? Difícil não notar que ali é um espaço diferenciado. Não se trata apenas de uma loja de artigos decorativos e roupas para recém-nascidos e crianças. Se parece mais com uma grande casa de bonecas dos contos infantis, com bibelôs, enxovais, roupinhas e acessórios de encantar toda mulher, à espera de seu bebê.

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Quando teve a idéia de montar a loja, Jacqueline Tristão pensou em dar ao espaço a carinha dos “mimos” vendidos na loja. Artista plástica, que é, não lhe faltou criatividade para criar o doce mundo do Popô e da Lelê. Em Valadares, além dessa loja, alguns outros espaços têm como ponto de partida do negócio a arquitetura e decoração. O Absolute Loung, no Eplanadinha, é um bom exemplo. “A cliente já sabia o que queria e contratou a mim e a designer de interiores Fernanda Braga para executar um luxuoso projeto, diferente de tudo o que tem na cidade. Uma casa noturna requintada e muito aconchegante”, detalha Marianna França, arquiteta que aponta a riqueza de detalhes como diferencial do ambiente. “A iluminação, as mesas com tampo de vidro preto e muita poltrona e sofá ajudam a dar o toque especial”. A cliente, diz a arquiteta, “buscou referências fora, em capitais, para dar o ar de sofisticação ao ambiente”. A exemplo desse caso, muitos empreendedores valadarenses estão mesmo dispostos a investir e proporcionar ao cliente ambientes diferenciados. Aldeia Mix e Maria Helena Restaurante são alguns deles. Espaços que não são freqüentados apenas pelo produto oferecido, mas pela beleza e conforto, que proporcionam uma sensação de estar em um lugar único e cuidadosamente preparado pra receber o cliente.

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DESIGN


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spaço. Seja clean, de poucos metros quadrados, em várias cores e textura... Independente do formato todos possuem ou são planejados minárias, jóias e mápara receber um tipo de móvel ou no quinas. Como carros mínimo um adereço. E a pedida são projetados para a objetos contemporâneos, de design concessionária Fiat simples, porém conceituado. Sinônie equipamentos mo da II Bienal Brasileira de Design. para centros de reO evento, que aconteceu no Muabilitação física. “A seu Nacional em Brasília há um mês, gente tem uma idéia teve como foco o design nacional que design exposto e italiano, com peças do segmené algo futurista, que to mobiliário e utilidade doméstica. não é feito pro diaOnde o design é mais percebido pea-dia. Mas é o conlos brasileiros, que, entre mil peças trário; tudo funcioexpostas, elegeram como destaques na”, comentou um desta edição da Bienal: o ventilador dos 39 mil visitande mesa em formato de esfera; pufe tes, Thiago Martins versátil e um escorredor de pratos Rodrigues, mineiro pente artesanal. que estava a passeio Cerca de 400 designers participapela capital. ram do evento, expondo também lu-

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Av.MInas Gerais • 2670a • Grã Duquesa • Governador Valadares • contato@bwanacomunicacao • 33 3225.1057 Revista Mosaico 35


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