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EDIÇÃO ESPECIAL

A LOGÍSTICA

MAIS PRÓXIMA ÀS SUAS MÃOS

23 a 25 de Outubro

Centro de Exposições Expoville 14h - 21h | Joinville/SC


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Sumário 10. Joinville sedia a 2ª maior feira de logística

ANO 20 - EDIÇÃO ESPECIAL 2018

ISSN - 1981 - 6170

e transporte multimodal do Brasil

14. SC – Economia diversificada 22. Evento destaca potencial econômico do Norte de Santa Catarina

24. Conferência Técnico-Empresarial aborda

temas específicos para o mercado logístico

30.

Aliança e Hamburg Süd trazem a cabotagem para a Logistique

34. Porto Itapoá mostra sua nova estrutura 36. Portonave é o segundo do Brasil em movimentação de conteineres

38. TESC apresenta soluções integradas 40. Pac LOG traz soluções para o transporte aéreo de cargas

42. Infraero na Logistique 44. Braspark busca ser referência na América Latina

45. Soluções Tracking real time reduz

custos no rastreamento de cargas

Direção: Carlos Bittencourt carlos@bteditora.com.br | 47 9 8405.8777 Presidente do Conselho Editorial: Antonio Ayres dos Santos Júnior Edição/Reportagem: João Henrique Baggio jocabaggio@bteditora.com.br Diagramação: Leandro Francisca arte@bteditora.com.br Capa: Leandro Francisca | Foto: Shutterstock Colaboraram nesta edição: Leonardo Rinaldi Contato Comercial: Rosane Piardi - 47 9 9914.3901 comercial@revistaportuaria.com.br Sônia Anversa - 47 9 8405.9681 carlos@bteditora.com.br Para assinar: Valor anual: R$ 480,00 A Revista Portuária não se responsabiliza por conceitos emitidos nos artigos assinados, que são de inteiraresponsabilidade de seus autores. www.revistaportuaria.com.br twitter: @rportuaria Site revistaportuaria.com.br

46. Grupo Conasscon, expertise de mais de 20 anos de mercado

48. Gestran apresenta plataforma inteligente para TRC

Publicação BT Editora Rua Anita Garibaldi, nº 425 Centro Itajaí - 47 . 3344.8600 bteditora.com.br

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ARTIGO

Por: Leonardo Rinaldi

Nova Oportunidade para a Logística Brasileira

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o comprarmos uma maçã em um supermercado, imaginamos que quem as produziu teve muito cuidado em manter a plantação livre de insetos, que utilizou os melhores nutrientes para que elas floresçam em frutas doces e saudáveis. No entanto, prestamos pouca atenção no processo logístico necessário para ela chegar até o supermercado, pois foi classificada, embalada, armazenada e enviada para o local final. Tudo isso tem que acontecer em poucos dias para manter as maçãs frescas e crocantes. Esta é a sua cadeia logística. Se algum elo da sua corrente estiver quebrado ou tiver um problema, isso pode afetar uma remessa inteira de maçãs. Exemplo disso é que, se o caminhão que entrega suas maçãs quebrar sem reposição imediata, a deterioração é uma alta probabilidade. Toda a remessa pode não apenas chegar ao destino, mas precisar ser substituída rapidamente. Estes custos ficam a cargo do proprietário da empresa. Tudo na logística afeta o resultado final. Isso inclui desperdício, custos de combustível, taxas de envio, armazenagem e qualquer outro fator que impacta na entrega do produto ao cliente. Portanto, se você puder reduzir o desperdício ou reduzir os custos de logística, economizará dinheiro, aumentará suas margens de lucro, bem como, aumentará a competitividade do seu produto. Porém, ainda existem grandes desafios que precisamos vencer quando o assunto é logística. É necessário que haja uma forte compreensão pelo empresário de seus sistemas logísticos, para garantir que ele maximize

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os lucros e ofereça aos clientes a experiência mais positiva possível. Além da atualização constante com as novas tecnologias que contribuem para redução de custos e a otimização de processos, torna-se imprescindível adotar práticas modernas de gestão que permitem o gerenciamento total destas informações. Trazendo para o lado industrial, o setor ainda precisa de um olhar especial para toda a cadeia produtiva do País e de investimentos substanciais para que se atinjam números satisfatórios. De acordo com estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a produção industrial no Brasil é 38% mais cara que em países emergentes. Números que tornam o País menos competitivo e reforçam a necessidade de repensar os custos com transporte, armazenagem e distribuição. Uma oportunidade crucial para tra-

zer luz sobre estes temas é a Logistique, Feira de Logística e Negócios Multimodal. Em sua edição de 2018 traz a temática otimização logística, com a integração perfeita de todos os modais. Com isso, busca-se apresentar a logística perfeita, reunindo em um único espaço soluções completas para toda a cadeia da logística, intralogística, transporte multimodal de cargas e comércio exterior. O evento ocorre na cidade de Joinville, de 23 a 25 de outubro. Posicionado em uma macrorregião estratégica que compõe um dos principais polos logísticos, industriais e portuários do País, é o local ideal para uma feira que integra todo o setor. Além do público proveniente das empresas ligadas ao setor logístico que é forte na região, a feira atrairá administradores das grandes indústrias, atacadistas, transportadores e demais profissionais ligados ao setor.


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CAPA

JOINVILLE SEDIA 2ª MAIOR FEIRA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE MULTIMODAL DO BRASIL Diferenciais competitivos de Santa Catarina garantem a realização do evento que reúne as cadeias de logística, transporte multimodal, comércio exterior e intralogística

O Foro: Reprodução

estado de Santa Catarina é um dos menores do País com relação a sua extensão. Ocupa uma fatia de apenas 1% do território brasileiro e tem 7 milhões de habitantes. No entanto, apresenta um dos maiores Produto Interno Bruto (PIB) do País. Historicamente, se diferencia nos aspectos tecnológicos, produtivos, no comércio exterior e na geração de empregos, por apresentar desempenho superior à média brasileira.

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Estudos da Federação das Indústrias de Santa Cataria (Fiesc) mostram que entre as 27 unidades da Federação, o Estado tem a 11ª maior população e é o segundo estado brasileiro em competitividade industrial. Tem o sexto PIB e PIB per capita do País e é o 4º maior parque industrial do Brasil, respondendo por 30,3% de toda a riqueza e 34% dos empregos gerados. Sua cadeia produtiva é diversificada, inovadora e apresenta ampla sinergia com os setores agropecuário, de comércio e serviços.


Foto: Fiesc/Divulgação

Pujante, o setor indústrial de Santa Catarina foi o primeiro a sair da crise

São esses diferenciais que, segundo a Federação, fazem com que Santa Catarina mantenha-se acima da média brasileira e posicione-se como um dos estados mais promissores em termos de crescimento e desenvolvimento econômico. A posição da Fiesc é facilmente justificada: SC foi a primeira unidade da Federação a retomar o crescimento econômico após uma das maiores crises econômicas e institucionais do Brasil. É essa realidade que faz com que a Zoom Feiras e Eventos, uma empresa com mais de 10 anos de tradição no mercado catarinense, esteja realizando de 23 a 25 de outubro, em Joinville, a 5ª edição

da Logistique, evento que une as cadeias de logística, transporte multimodal, comércio exterior e intralogística, atualmente vista pelo mercado como a mais importante feira de logística no Sul do Brasil. “Essas peculiaridades de Santa Catarina que nos possibilitam reunir representantes das principais empresas ligadas ao transporte multimodal, comércio exterior, logística e outros serviços e soluções em um evento que, hoje, é a segunda maior feira de logística do Brasil e promove de forma expressiva toda a cadeia de negócios em nível nacional”, informa Leonardo Rinaldi, diretor da Logistique.

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Foto: Divulgação

CAPA

DOS MUNICÍPIOS CATARINENSES:

- 91,5% têm renda per capita maior que a média brasileira. - 47% têm maior participação da indústria na economia que a média do país.

- Os mais populosos são Joinville, Florianópolis e Blumenau.

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- Os que têm maior PIB são Joinville, Florianópolis, Itajaí e Blumenau.

Fonte: Fiesc


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POTENCIAL SC

DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA

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Santa Catarina conta com 50,81 mil estabelecimentos, sendo 44,81 mil microempresas (88,2%), 4,97 mil pequenas (9,8%), 886 médias (1,7%) e 143 grandes empresas (0,3%). Com relação a geração de empregos, a indústria catarinense gera 734,62 mil postos de emprego, o que representa 34% dos empregos gerados no estado. Destes, as micro empresas geram 182,98 mil vagas (24,9%), as pequenas empresas 196,07 mil (26,7%), as médias geram 180,13 mil postos de trabalho e, as grandes empresas, 175,44 mil empregos (23,9%). Ao números são da publicação Santa Catarina em Dados 2017, da Fiesc.

Foto: Fiesc/Divulgação

Foto: Divulgação

S

anta Catarina tem um importante parque industrial de posição de destaque no Brasil, o que faz com que a economia catarinense esteja organizada em vários polos distribuídos por diferentes regiões do Estado. A diversidade de climas, paisagens e relevos estimula o desenvolvimento de inúmeras atividades, que vão da agricultura ao turismo, da indústria automobilística à maricultura. Fator que contribui significativamente para a atração de investidores de segmentos distintos e permite que a riqueza não fique concentrada em apenas uma área. A região da Grande Florianópolis destaca-se nos setores de tecnologia, turismo, serviços e construção civil. O Norte é polo tecnológico, moveleiro e metalmecânico. O Oeste concentra atividades de produção alimentar e de móveis. O Planalto Serrano tem a indústria de papel, celulose e da madeira. O Sul destaca-se pelos segmentos do vestuário, plásticos descartáveis, carbonífero e cerâmico. No Vale do Itajaí predomina a indústria têxtil e do vestuário, naval e de tecnologia. Assim, setores tradicionais no estado, como o agroalimentar e o têxtil & confecções, mesclam-se com outros de maior valor agregado, como os de energia e indústrias emergentes. Daí resulta um parque industrial dinâmico e que se beneficia das diferentes etapas do processo produtivo, garantindo ao estado um maior desenvolvimento econômico e atraindo novos investimentos.

O estado é composto por seis mesorregiões que apresentam características próprias e potenciais produtivos relevantes.


Foto: Enercan/Divulgação

ESTADO É O SÉTIMO MAIOR GERADOR DE ENERGIA Bastante diversificada, a matriz energética de Santa Catarina coloca o estado na sétima posição no ranking nacional de geração de eletricidade. As principais fontes de energia são a hidrelétricae a termelétrica (especialmente, carvão mineral, lenha e licor negro), responsáveis por 71% e 24% da energia total gerada, respectivamente. O Estado também se destaca como 2º maior gerador de eletricidade por queima de lenha, ficando atrás apenas do Paraná. De acordo com os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a potência outorgada para geração de energia elétrica com resíduos florestais no estado representa 24% da potência outorgada para o Brasil a partir dessa fonte.

Santa Catarina tem um índice de atendimento total de água de 86,8%, taxa acima da média nacional, que é de 83,3%, segundo números do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do Governo Federal (2015). O fornecimento é garantido a 66% dos municípios pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) e, nos demais, por companhias locais (Samaes). Quanto ao acesso à coleta de esgoto, a realidade não é tão animadora. Apenas 19,4% dos catarinenses têm coleta de esgoto, dos quais 24% são tratados, números que são bem inferiores à média nacional e da Região Sul. No Brasil, mais de 100 milhões de pessoas não acessam esse tipo de serviço, o que compreende 50,3% da população, de acordo com os dados do SNIS (2015).

Foto: Semasa/Divulgação

ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM SC ESTÁ ACIMA DA MÉDIA NACIONAL

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POTENCIAL SC

SC EXPORTA MAIS EM 2017

Foto: Portonave/Divulgação

As exportações catarinenses somaram R$ 8,51 bilhões em 2017, com avanço de 12% com relação ao exercício anterior, e responderam pela fatia de 3,9% das vendas externas brasileiras. Esse desempenho coloca o Estado em 8ª posição no ranking brasileiro. As importações tiveram crescimento de 21,4% em relação a 2016, com US$ 12,25 bilhões. O resultado, embora maior que o observado no ano passado, é levemente inferior ao de 2014 e está na média dos últimos sete anos. Já a balança comercial catarinense encerrou 2017 com déficit de US$ 4,07 bilhões. A expectativa para este ano é de avanço na corrente de comércio do Estado, puxado pela retomada da atividade industrial. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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POTENCIAL SC

TRADIÇÃO NO AGRONEGÓCIO

Foto: Embrapa/Divulgação

Com forte tradição na pecuária, Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil. O estado conta com 18 mil produtores integrados às agroindústrias e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento. Como maior produtor nacional de carne suína e o segundo maior de carne de frango, o Estado atende o mercado brasileiro e o exterior, com presença em mais de 130 países. SC encerrou ainda o ano de 2017 com US$ 2,6 bilhões em carnes exportadas. Embarcou mais de 1,34 milhão de toneladas. A carne suína exportada representou a fatia de 40,4% do produto exportado pelo Brasil e as vendas externas de frango responderam no ano passado a 17,7% de tudo o que o Santa Catarina vendeu para o exterior.

A produção industrial de Santa Catarina acumula alta de 4,5% de janeiro a dezembro de 2017 ante o mesmo período no ano anterior. O resultado mostra que o estado registrou o segundo melhor desempenho do país considerando a indústria geral e está atrás apenas do Pará (10,1%), que deve sua posição à influência positiva da indústria extrativa (8,8%) – especialmente de minério de ferro. Os resultados de SC no ano decorrem da ampliação da produção em oito dos doze setores avaliados. Tal avanço está relacionado a produtos alimentícios (7,1%) – associado a óleo de soja refinado –, metalurgia (27,3%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (3,6%).

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Foto: Fiesc/Divulgação

PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE SC FECHA 2017 COM ALTA DE 4,5%


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POTENCIAL SC

PORTOS CATARINENSES Multicargas, os portos e terminais instalados no Estado movimentam contêineres, carga geral, granéis sólidos e líquidos e buscam se adequar para operações de importação e exportação de veículos (cargas ro-ro)

Foto: Porto Itapoá/Divulgação

O complexo portuário catarinense é formado por três portos públicos – Imbituba, Itajaí e São Francisco do Sul - e terminais de uso privado (TUPs) que, juntos, responderam por 2,95% das exportações brasileiras em 2017. Cerca de US$ 6,43 bilhões foram embarcados nestes portos, de um total de US$ 217,74 bilhões exportados pelo País, pelos modais marítimo, aéreo e terrestre. Dos TUPs que operam em Santa Catarina, têm destaque a Portonave S/A – Terminal Portuário Navegantes, que integra o Complexo Portuário do Itajaí e ocupa a segunda posição no ranking nacional de movimentação de contêineres; e o TUP Porto Itapoá, que integra o Porto Or-

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ganizado de São Francisco do Sul e está na 4ª posição. Estrategicamente instalados na costa catarinense, estes portos e terminais mantém linhas regulares para as principais cidades portuárias do mundo e fazem do estado o maior polo concentrador de contêineres do Brasil. Juntos, movimentaram cerca de 36,5 milhões de toneladas e 1,8 milhão de TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), não somente em mercadorias produzidas em Santa Catarina, mas provenientes de 21 países da federação. A expectativa para 2018 é que os portos catarinenses ampliem sua média de operações em cerca de 7%.


NORTE SC

EVENTO DESTACA POTENCIAL ECONÔMICO DO NORTE DE SANTA CATARINA

S Foto: Divulgação

egunda maior feira de logística do Brasil, a Logistique une toda a cadeia de Logística, Transporte Multimodal, Comércio Exterior e Intralogística em Joinville, Norte de Santa Catarina. Com um novo conceito, integrando a multimodalidade, a edição de 2018 reúne empresas com soluções para um público qualificado e especializado, proveniente das grandes indústrias da região e disponibilizar múltiplas soluções em um só local. O município é polo da microrregião Nordeste de Santa Catarina e maior

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cidade do Estado. É responsável por cerca de 20% das exportações catarinenses e também polo industrial do Sul do Brasil, ocupando a 28ª posição no ranking do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e concentrando grande parte da atividade industrial dos três estados. Ganham destaque neste contexto os setores metalomecânico, têxtil, plástico, metalúrgico, químico e farmacêutico. Em 2016, a cidade catarinense ficou na 37ª posição entre os maiores municípios exportadores do Brasil e na segunda posição do ranking estadual. Seu PIB gira em tor-

no de R$ 24,57 bilhões (IBGE/2017). “Temos estudado muito e tratado com muita atenção o desenvolvimento da matriz econômica de Joinville. Em nossos estudos, o tema logística aparece como um dos setores portadores de futuro. Por isso a Logistique se apresenta com grande relevância para nossa cidade e região e chega em momento muito oportuno”, diz o diretor executivo da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Sustentável de Joinville, Fabiano Dell’ Agnolo.


Foto: Divulgação

A localização estratégica de Joinville, no corredor logístico de produção do Mercosul e cercada por importantes rodovias, portos – no raio de 150 quilômetros estão os portos de Itajaí, São Francisco do Sul e Paranaguá e os terminais de uso privado (TUPs) Porto Itapoá e Portonave S/A – e aeroportos, torna crucial que a cidade repense sua logística, conforme afirmou Dell’ Agnolo. Para o diretor de Suprimentos, Planejamento & Logística da Tigre S/A, Cleber Genero, a localização geográfica e a concorrência saudável possibilitam às industrias terem acesso a uma oferta de serviços de qualidade a custos competitivos. “Se na década passada existia a necessidade de indústrias da nossa região utilizarem portos de outros estados vizinhos, hoje as empresas podem ser atendidas, em quase na sua totalida-

de Negócios Internacionais da ACIJ é um dos apoiadores da Logistique e, segundo sua presidente, “entende que a abrangência do evento vai ao encontro do seu planejamento estratégico nos quesitos capacitação, integração com a comunidade que opera nesse segmento, benchmarking e networking.”

Foto: Mauro Schlieck

VOCAÇÃO NATURAL

de, pelos portos da região. Joinville usufrui hoje de um setor portuário moderno e eficiente, o que é importantíssimo para crescimento econômico do Brasil”, acrescenta. Mas isso não descarta a necessidade da logística ser continuamente repensada, dado ao seu dinamismo. Aí entra novamente a Logistique, um evento que reúne em um só local empresas com soluções diversificadas para um público proveniente das grandes indústrias da região. “É o debate das melhores práticas alinhadas aos anseios da classe industrial para pleitos com os órgãos competentes e fornecedores de serviços de transporte multimodal de cargas”, destaca Genero. “Dois belos e significativos exemplos de contribuição para a melhoria da logística local e regional.” Para a presidente do Núcleo de Negócios Internacionais da ACIJ, Maysa Fischer, “na condição de centro econômico e importante corredor logístico de Santa Catarina, Joinville é o local ideal para a expansão da feira na sua 5ª edição.” O Núcleo

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PROGRAMAÇÃO:

CONFERÊNCIA TÉCNICO EMPRESARIAL Grandes nomes do mercado participam da Conferência Técnico-Empresarial, evento realizado em paralelo à Logistique – Feira de Logística e Negócios Multimodal. O objetivo do evento é proporcionar aos visitantes o acesso a cases de sucesso de grandes empresas e entidades ligadas ao segmento, por meio de palestras e painéis apresentados nos dias 23, 24 e 25 de outubro, no Auditório Azaleia, anexo a feira.

23 DE OUTUBRO DE 2018 13h › Palestra Magna: Hyperloop, o transporte do futuro e os planos para o Brasil Por: RICARDO PENZIN, diretor de Desenvolvimento de Negócios do Brasil, Hyperloop Transportation Technologies

14h30 › Supply Chain 4.0 Por: ANDRÉ PRADO, CEO da BBM Logística

André Prado é mestre em engenharia de sistemas logísticos e doutor em transportes pela Universidade de São Paulo (USP), graduado em Global Logistics & Supply Chain Management pelo MIT e acumula 25 anos de experiência em Supply Chain. Hoje lidera um dos principais projetos nacionais de desenvolvimento de plataformas logísticas e é membro do Conselho da Abralog.

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15h30 › Cadeia do frio, sua evolução e os desafios e oportunidades no setor da logística Por: FRANCISCO CARLOS BORGES DE ASSIS MOURA, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Armazenagem Frigorificada e CEO da Superfrio Armazéns e Logística

17h30 › Mesa redonda Moderador: PEDRO MOREIRA, presidente da Associação Brasileira de Logística

Francisco Carlos Borges de Assis Moura é engenheiro, mestre em Gestão de Operações. Conta com 19 anos de experiência no setor da cadeia do frio, com expertise em planejamento estratégico e excelência operacional. Teve papel decisivo na criação da GCCA Brasil & ABIAF, para fomentar o desenvolvimento do setor industrial brasileiro de armazenagem frigorificada, por meio de experiências vivenciadas em outros países, onde o setor é mais desenvolvido.

24 DE OUTUBRO DE 2018 16h30 › Blockchain Por: BERNARDO DE SOUZA MADEIRA, cofundador da Smartchains, empresa especializada em consultoria técnica desta tecnologia.

Bernardo de Souza Madeira é um experiente consultor e arquiteto de sistemas com um histórico de prestação de serviços de qualidade no multisetor. Durante seus 20 anos de experiência na indústria de TI atuou em pré-vendas, arquitetura, consultoria, treinamento e gestão de projetos, utilizando tecnologias cognitivas e transacionais. É especialista certificado na plataforma Blockchain, com ênfase na implementação de projetos em redes permissionadas.

14h30 › Crescimento do intermodal do grupo nos últimos anos Por: FERNANDO CAMARGO, gerente Nacional do Intermodal da Hamburg Sud

Fernando Camargo é engenheiro mecânico com pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing. Foi gerente de logística em empresas como Martins Atacadista, Coopercarga, Schenker e ID Logistics, com ênfase para o desenvolvimentos projetos logísticos com foco em transporte e distribuição. Hoje é responsável pelas operações Intermodais na Hamburg Süd/Aliança Navegação em toda Costa Leste da América do Sul.

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24 DE OUTUBRO DE 2018 15h30 › O modal e seus benefícios, crescimento nos últimos anos e investimentos do grupo no Brasil Por: MARCUS VOLOCH, gerente geral de cabotagem e Mercosul da Aliança Navegação e Logística

Marcus Voloch é um líder capaz de obter os melhores resultados da equipe e tem profundo conhecimento da indústria internacional de transporte de contêineres cabotagem no Brasil. Desenvolveu sólida carreira na Aliança Navegação e Logística/Hamburg Süd nos setores de vendas e marketing, preços, gerenciamento de produtos, gerenciamento de pedidos do cliente e operações e cabotagem para o Brasil e Mercosul.

16h30 › Investimentos do Porto Itapoá em Infraestrutura Por: CÁSSIO SCHREINER, presidente do terminal de uso privado (TUP) Porto Itapoá Cássio Schreiner é graduado em contabilidade, tem MBA em finanças e controladoria e vasta experiência em auditoria, controladoria e direção de grandes empresas, entre elas a Pricewaterhousecoopers, Grupo Votorantim Cimento e Metais, Louis Dreyfus Bioenergia, Seara Alimentos (Marfrig Group). Hoje comanda o Porto Itapoá.

17h30 › Mesa redonda Moderador: PEDRO MOREIRA, presidente da Associação Brasileira de Logística

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25 DE OUTUBRO DE 2018 15h30 › Gerenciamento logístico e de risco integrados no transporte: case Aliança/ Hamburg SÜD Por: DUANI REIS, CEO da OpenTech, empresa líder no segmento de gestão de riscos e logística com atuação em todo o Brasil

Duani Reis agrega 17 anos de experiência profissional na liderança de equipes de vendas e operações, tem larga experiência em gestão de projetos, grandes negociações em vendas e compras e vivência turnaround de empresas em diversos níveis e liderança de projetos de integração pós-fusão. Foi responsável por toda estruturação das operações de campo em nível nacional nas áreas de atendimento a clientes e pós-vendas da empresa Sascar, conduziu a integração pós aquisição da Cargo Track, empresa adquirida pela Sascar e, como superintendente nacional de vendas, contribuiu na transição da pós a venda da Sascar para o Grupo Michelin. Fundou a Fazzer Consultoria, empresa especializada em projetos de turnaround de vendas. É graduado em Administração com especialização em Business and Management pela University of California, Irvine.

16h30 › Tendências da logística: Logística 4.0 + Blockchain + Omnichannel. Por: FRANCIELLY HEDLER STAUDT, professora do curso de Engenharia de Transportes e Logística no Campus Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Francielly Hedler Staudt é engenheira de produção, logística e transporte e mestra em engenharia de produção pela UFSC. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e doutora em génie industriel: conception et production pela Université Grenoble-Alpes (França) e coordenadora de estágios da UFSC/Joinville.


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HAMBURG SÜD E ALIANÇA MARCAM PRESENÇA NA LOGISTIQUE 2018

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Foto: Divulgação

Hamburg Süd e a Aliança, empresas do Grupo Maersk, são patrocinadores da Logistique 2018. Segundo a organização do evento, Joinville é referência em feiras de negócios, abrigando eventos nacionais e internacionais, já que a região reúne indústrias de segmentos variados: fabricantes de autopeças, motores e veículos, indústria de construção civil, linha fina, elétrico, têxtil, naval e farmacêutico. Além disso, a cidade está estrategicamente localizada no corredor logístico de produção do Mercosul, sendo bem servida pelos portos da região. A Aliança, por exemplo, detém 30% do Porto de Itapoá, terminal de uso privado que está entre os seis maiores movimentadores de contêineres do Brasil, segundo o ranking 2017 da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (ANTAQ).

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Segundo Leonardo Silva, gerente regional Sul da Hamburg Süd e da Aliança, a feira será uma grande oportunidade para incentivar o debate sobre políticas de expansão dos serviços logísticos para os mercados interno e externo, considerando o grande potencial das empresas localizadas ao sul do Brasil. “Trouxemos para o nosso estande novas ofertas de serviços do longo curso e cabotagem, destacando o investimento das empresas em novas tecnologias para acelerar o processo de transformação digital para os clientes”, destaca Leonardo Silva. Quem visitar a Logistique terá a oportunidade de conhecer um pouco mais do Portal da Cabotagem 2.0 da Aliança, criado especialmente para que os usuários te-

nham acesso mais simples e intuitivo às informações sobre as cargas. “Com o crescimento da mobilidade e com a valorização do acesso rápido às informações, o Portal da Cabotagem da Aliança acredita na importância de valorizar a experiência do cliente, oferecendo o que há de mais moderno na comunicação on-line”, ressalta Isabelle Paperini, uma das idealizadoras do projeto. Outra facilidade para quem utiliza o site é receber automaticamente o boleto ou fatura referente ao serviço prestado pela Aliança. Como a tela é responsiva e a interação amigável, o Portal da Cabotagem 2.0 promove mais agilidade ao cliente, além de desafogar o trabalho dos vendedores.

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POTENCIAL E VANTAGENS DA CABOTAGEM O Brasil tem vocação natural para a cabotagem em razão dos seus mais de 7,4 mil quilômetros de litoral e 80% da população vivendo a 200 quilômetros da costa. Com estes fatores, a navegação costeira é a alternativa mais viável de transporte e parte fundamental da cadeia logística, reduzindo, principalmente, a dependência do modal rodoviário. Além disso, essa modalidade de transporte oferece ganhos de produtividade, competitividade, segurança e rastreabilidade para as cargas, além de proporcionar vantagens socioambientais. A Aliança Navegação e Logística é hoje o maior operador de cabotagem do País. A empresa foi fundada em 1950 e integra o grupo Hamburg Süd, que agora faz parte da Maersk Line, líder mundial em logística de contêineres. A frota de 11 navios no serviço de cabotagem - incluindo alguns de 3.800 TEUs - conecta 15 portos de Buenos Aires a Manaus, realizando mais de 100 escalas mensais. Com um volume de transporte anual de mais de 670 mil contêineres e um volume de negócios de R$ 3,3 bilhões (2016), a Aliança é líder em cabotagem na América do Sul, transportando commodities que vão de gêneros alimentícios a metais, contemplando clientes de diversos segmentos. A Hamburg Südamerikanische Dampfschifffahrts-Gesellschaft ApS & Co KG - Hamburg Süd para abreviar está entre as dez maiores marcas de contêineres de todo o mundo e também integra o conglomerado Maersk

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Line, a maior empresa de transporte de contêineres do planeta. A estrutura da empresa engloba 250 escritórios espalhados em mais de 100 países, que garantem que os clientes recebam soluções logísticas adaptadas às suas necessidades individuais. Fundada em 1871, a Hamburg Süd goza de uma presença global como marca de qualidade com a subsidiária brasileira Aliança Navegação e Logística. A empresa é considerada uma das cinco melhores marcas do mun-

do, liderando o mercado nas negociações Norte-Sul e atende todas as vias importantes do Oriente-Oeste. No ramo de navegação sem rota regular (tramp), a empresa armadora opera graneleiros e petroleiros de produtos sob os nomes Rudolf A. Oetker (RAO), Furness Withy Chartering e Aliança Bulk (Aliabulk). Padrões de alta qualidade, serviço confiável, um toque pessoal e sustentabilidade fazem parte dos valores da marca Hamburg Süd.


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PORTO ITAPOÁ

MOSTRA SUA NOVA ESTRUTURA Terminal Porto Itapoá está entre os maiores TUPs do Brasil e é um dos patrocinadores da edição 2018 da Logistique

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terminal de uso privado (TUP) Porto Itapoá concluiu as obras de expansão de sua área operacional e de armazenagem, com a ampliação de seu pátio em 100 mil metros quadrados e o acréscimo de mais 170 metros de cais, totalizando uma área para movimentação de contêineres de 250 mil metros quadrados e 800 metros de píer. Com a conclusão da obra, ampliou sua capacidade de movimentação de 500 mil para 1,2 milhões de TEUs (unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano, chegando à capacidade de 2 milhões de TEUs/ano, conforme a demanda do mercado. Nessas condições, deve tornar-se um dos maiores do País em capacidade operacional. É com esse mote que o Terminal participa da Logistique, a segunda maior feira de logística do Brasil. “Temos na Logística um de nossos diferenciais competitivos. Essa característica é consequência de um Estado que preza pelo empreendedorismo e, cuja produção industrial, é uma das mais diversificadas e importantes do País. Dessa forma, é fundamental que Santa Catarina também busque ser

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referência em eventos que representem a força da logística e indústria do Estado”, relata o presidente do Porto Itapoá, Cássio José Schreiner. Segundo o executivo, a Logistique vem ocupar esse espaço e deve representar de forma bastante positiva os interesses e temas do setor em Santa Catarina. “Será muito importante para o Porto Itapoá estar presente no evento, sempre lembrando das características de nossa marca, que é de contribuir para o desenvolvimento econômico do Estado e País, disponibilizando no mercado uma operação portuária ágil e eficiente.” Leonardo Rinaldi, diretor da Logistique, destaca a importância da participação do Porto Itapoá na feira. “O Terminal está entre os maiores movimentadores de contêineres do Brasil, segundo o ranking 2017 da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq), atende a importadores e exportadores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País e cobre todo o Globo, com 11 serviços entre longo curso e cabotagem. Sua participação na Logistique contribui muito para o sucesso do evento”, afirma.


Porto Itapoá O Porto Itapoá iniciou suas operações há sete anos com capacidade de 500 mil TEUs/anos. Encerrou o ano passado com a movimentação de 611 mil TEUs e projeta um avanço superior a 20% em 2018, com base nos resultados do primeiro quadrimestre. “Foi um bom começo de ano, com um aumento significativo das importações. A expectativa é que o cenário se mantenha favorável. Acreditamos na retomada da produção industrial, não apenas em Santa Catarina, mas em todo o País”, diz Schreiner. O Terminal é administrado por dois sócios: a Portinvest Participações S/A e a Aliança Administração de Imóveis e Participações Ltda. A Portinvest detém 70% do controle acionário do Porto Itapoá e é formada por dois sócios, o Grupo Battistella e a LOG-Z - Logística Brasil S/A. A Aliança Administração de Imóveis e Participações Ltda., que tem o controle de 30% do Terminal, é ligada a empresa de navegação Aliança Navegação e Logística que, por sua vez, faz parte do Grupo Hamburg Süd/APM Group.

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PORTONAVE É O SEGUNDO DO BRASIL NA MOVIMENTAÇÃO DE CONTÊINERES

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Foto: Divulgação

nstalado na foz do Rio Itajaí-Açu e integrante do Complexo Portuário do Itajaí, o terminal de uso privado (TUP) Portonave S/A - Terminal Portuário Navegantes tem 11 anos de mercado e responde por cerca de 65% de toda a movimentação do Porto Organizado de Itajaí. A Portonave é hoje é o segundo terminal brasileiro que mais movimenta cargas conteinerizadas, segundo estatísticas da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq) e também foi o primeiro terminal de uso privado (TUP) em operação no Brasil A empresa atua no escoamento da produção das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e de outros países da América do Sul e no recebimento

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de cargas de todo o mundo. Conta com um importante diferencial competitivo – que é uma câmara frigorífica totalmente automatizada e capacidade estática de 16 mil posições pallets e antecâmara, que totalizam 50 mil metros quadrados de área para armazenagem de cargas congeladas e frigorificadas - na sua área primária e é reconhecida internacionalmente pela qualidade na prestação de serviços e pela alta produtividade. Vantagem competitiva que garantiu à Portonave movimentar operar 915 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit – unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) no ano passado, do total de 1,12 milhão de TEUs opera-

dos por todo o Complexo Portuário. O superintendente administrativo-financeiro da Portonave, Osmari Castilho Ribas, credita o bom desempenho ao comprometimento do quadro funcional do terminal e aos investimentos realizados pela empresa em infraestrutura. A receita de sucesso da Portonave, segundo seu gestor, está no planejamento a longo prazo. “Devemos encerrar o ano de 2018 com cerca de 740 mil TEUs movimentados. Neste ano completamos 11 anos do início das operações da Portonave e atingimos outros dois marcos importantes para nossa trajetória: 6 mil navios atracados e 7 milhões de TEUs movimentados”, acrescenta Castilho.


Infraestrutura O TUP Portonave conta atualmente com a área total de 400 mil metros quadrados, sendo 360 mil metros quadrados de área alfandegada dividida em três berços de atracação em um cais linear de 900 metros, com capacidade estática de armazenagem de 30 mil TEUs. Disponibiliza 2,13 mil tomadas reefer e câmara frigorífica automatizada com 16 mil posições/pallets para cargas congeladas e frigorificadas. Opera com seis portêineres post panamax, 18 transtêineres, 40 terminal tractors, além de empilhadeiras reach staker, semirreboques e empilhadeiras para vazios e scanner para contêineres. “Nossa estrutura atual é bastante adequada para o nível de operação. Em 2018 investimos em um novo scanner, que será o nosso segundo, para conferir ainda mais agilidade a esse processo. Também fizemos bons investimentos na promoção da cultura da segurança dentro da empresa, com ações de comunicação e implementação de ferramentas de gestão”, explica o gestor. Todo o processo, segundo Castilho, ocorreu como parte do processo de preparação para a auditoria na norma OHSAS 18001, de Saúde e Segurança no Trabalho. “Fomos certificados em outubro, o que demonstrou que esses investimentos foram bem aplicados.”

Impacto econômico e social Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do Município saltou de R$ 494,807 milhões em 2006, um ano antes do da Portonave iniciar suas operações, para R$ 709,25 milhões em 2008. Valor que vem crescendo gradativamente e chegou a R$ 1,488 bilhão em 2012, último dado oficial do IBGE. O maior crescimento verificado em Santa Catarina no período, segundo o instituto. A estimativa é de que o indicador mantenha sua linha crescente. As receitas do município de Navegantes cresceram 370% de 2007, quando a Portonave começou a operar, passando de R$ 44,81 milhões para R$ 210,71 milhões, em 2016,

segundo o Portal de Transparência da Prefeitura de Navegantes. Só o retorno do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do município passou de R$ 7,196 milhões, em 2007, para R$ 29,164 milhões em 2015, chegando a mais de R$ 30 milhões em 2016. Já os valores recolhidos pela Portonave referentes ao Imposto Sobre Serviços passaram de R$ 1,7 milhão, em 2009, para R$ 10,6 milhões, em 2016. Para se ter uma ideia da importância da empresa para Navegantes, a Portonave repassou, no primeiro quadrimestre de 2017, cerca de R$ 3,6 milhões em ISS para a prefeitura, o que representou 49,6% do total arrecadado pelo órgão público no período.

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TESC APRESENTA

SOLUÇÕES LOGÍSTICAS INTEGRADAS

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TESC é um terminal especializado em operações de produtos siderúrgicos, granéis sólidos e cargas de projeto e responde por mais de 25% da movimentação de cargas do Complexo Portuário de São Francisco do Sul. Com mais de 15 anos de atuação no Porto de São Francisco do Sul, o Terminal Portuário Santa Catarina participa da Logistique – Feira de Logística e Negócios Multimodal, com o objetivo de fomentar novos negócios, garantindo confiança, agilidade e flexibilidade no atendimento às demandas específicas de cada cliente, com soluções logísticas integradas para operações de importação e exportação. O evento é a segunda maior feira de logística do País e acontece de 23 a 25 de outubro, no Centro de Exposições Expoville, em Joinville, Santa Catarina. “Temos uma percepção muito positiva com relação a realização da edição de 2018 da Logistique em Joinville, visto que a cidade está localizada no corredor dos grandes centros industrias e logísticos do Norte do Estado”, diz o Gerente Comercial do TESC, João Pismel. Segundo o executivo, a região de Joinville, na qual está inserido o terminal, conta com rodovias que permitem acesso rápido aos principais grandes centros do Mercosul. “Muitas empresas exportadoras e importadoras, com grande importância para a economia de Santa Catarina, estão localizadas nesta região.” Com fácil acesso pelos modais rodoviário e ferroviário, o TESC movimentou 2,6 milhões de toneladas de carga no ano passado e projeta para 2018 um avanço de 7%, chegando próximo de 2,8 milhões de toneladas. O terminal está estrategicamente inserido em área ar-

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rendada no porto de São Francisco do Sul/SC, em uma baía de águas tranquilas o ano inteiro. “Isso garante confiabilidade na atracação dos navios e proporciona segurança de navegação e manobrabilidade”. O TESC ocupa a área de 68,58 mil metros quadrados na zona primária, conta com armazém de 2,5 mil metros quadrados e cais com área atracável de 648 metros, divididos em três berços, preparados para receber diversos tipos de embarcações. Na área retroportuária dispõe de 82 mil metros quadrados de área alfandegada e de 13,55 mil metros quadrados de armazéns, com área de segregação e centro de distribuição.


PROJETO DE EXPANSÃO Atualmente o TESC tem capacidade dinâmica de até 7 milhões de toneladas na zona primária do porto de São Francisco do Sul e investe pesado na modernização e agilidade de suas operações, principalmente para o segmento do granel sólido. Seu projeto de expansão contempla a construção de um corredor de exportação de grãos, incluindo correias transportadoras, shiploaders, tombador de caminhão, desvio ferroviário, moega ferroviária, entre outros investimentos de menor porte, o que vai garantir uma capacidade de atendimento de 5 milhões de toneladas/ano a partir de 2021. “Hoje, dentre as principais cargas operadas pelo Terminal Portuário Santa Catarina, destacamos os produtos siderúrgicos, bobina de aço – com mais de 2 milhões de toneladas movimentadas/ano –, vergalhão, chapas de aço e alumínio, bem como as operações de outras cargas gerais e granéis sólidos”, destaca Pismel. O terminal é controlado pelas empresas Nytian (50%) e Porto Novo (50%). Tesc Criando Elos para conectar Fronteiras.

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PAC LOG

TRAZ SOLUÇÕES PARA O TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS

Vencedora da licitação para a exploração do Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Navegantes, a empresa PAC Log ainda opera os terminais de cargas em Curitiba, Goiânia, São José dos Campos, Vitória e Recife.

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Foto: Divulgação

PAC Log Logística Aeroportuária participa da Logistique - Feira de Logística e Transporte Multimodal apresentando soluções para o transporte aéreo de cargas. A empresa tem a concessão do Terminal de Cargas Aéreas (Teca) do Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder, em Navegantes e administra os terminais de carga internacional dos aeroportos de Curitiba, Goiânia, Recife, São José dos Campos e Vitória. Pertence ao Grupo Poly e inte-

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gra a divisão de empresas de serviços logísticos 4P Logistics. “A oportunidade de expor nossa marca e nossos serviços na maior cidade do Estado proporciona um excelente canal de visibilidade dos negócios da PAC Log e a Logistique permitirá que isso ocorra por meio de um evento que promete ser muito atrativo e interessante para os participantes e empresas da região. Ao mesmo tempo a feira proporcionará o cenário ideal para divulgarmos as novidades ao mercado”, diz o CEO da

PAC Log, Júlio Cesar Boticelli. O executivo destaca que Santa Catarina há muito tempo destaca-se como importante estado para as exportações e importações nacionais. “Temos de maneira geral um nível elevado de qualificação. Nossa estrutura é reconhecida no País inteiro e estamos em evolução contínua.” Segundo Boticelli, a PAC Log e suas empresas coirmãs investem no Estado de forma significativa, de modo que a amplitude desses serviços, de elevado nível de complexida-


Catarina. Em razão disso, acrescenta o executivo, a empresa tem possibilidade de oferecer uma ampla estrutura para armazenagem e movimentação de mercadorias estrangeiras e nacionais no Estado. “A possibilidade de criarmos novos produtos a partir da participação no terminal de cargas de Navegantes juntamente com as demais empresas de logísticas proporcionam uma vantagem estratégica e muito competitiva ao mercado catarinense. Manter contato permanente com o mercado é uma obrigação

para empresas que prestam serviços e a Logistique proporciona isso”, acrescenta Boticelli. O terminal de passageiros de Navegantes, por sua vez, é operado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e registrou 175.511 passageiros em julho, com avanço de 20% em comparação com julho de 2017. Com o crescimento, o acumulado do ano ultrapassou a marca de um milhão de passageiros. O volume acumulado é 30% maior do que no mesmo período no ano passado.

Foto: Infraero/Divulgação

de e com cobertura plena na cadeia de suprimentos, efetivamente agreguem substancial valor às operações de seus clientes. As operações no aeroporto de Navegantes representam cerca de 20% da movimentação dentro da estrutura da PAC Log e a participação deste terminal nos negócios da empresa efetivamente alcançará importância ainda mais elevada em razão de sinergia que PAC Log alcança no Estado, em função do grupo Poly, holding controladora da PAC Log ter nascido em Santa

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Foto: Divulgação

INFRAERO NA LOGISTIQUE Responsável pelas operações da maior fatia dos terminais aeroportuários brasileiros, a Infraero participa da Logistique – Feira de Logística e Negócios Multimodal ao lado das operadoras PAC Log e Floripa Airport

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Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), empresa pública ligada ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, apresenta seu novo posicionamento de mercado durante a Logistique – Feira de Logística e Negócios Multimodal. São produtos e serviços – como a venda de sistemas informatizados para os concessionários e serviços administrativos de importação e exportação – agregados ao portfólio da estatal e que possibilitam aos clientes da empresa ter acesso a experiência de 42 anos da Infraero no planejamento, execução e controle da atividade de logística

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aeroportuária no Brasil. “A participação na Feira é uma oportunidade para fortalecer a marca institucional da Infraero e também de estarmos próximos dos nossos clientes, criando vínculos mais estreitos e gerando possibilidades de novos negócios com a captação de outros parceiros. Isto se deve ao público visitante altamente qualificado, proveniente das grandes indústrias da região, incluindo multinacionais de setores variados como fabricantes de autopeças, motores e veículos, indústria da construção civil, linha branca, elétrico, têxtil, naval e farmacêutico”, informa o superintendente de Desenvolvimento de

Negócios em Soluções Logísticas da Infraero, Edson Antunes Nogueira. A escolha de Joinville para sediar o evento é avaliada como positiva por Nogueira, por tratar-se da cidade com maior destaque econômico no Estado e com elevado nível de industrialização. “A região setentrional catarinense é a mais desenvolvida e próspera e está próxima das capitais Curitiba (134 km) e Florianópolis (177 km).” Opinião compartilhada pelo diretor da Logistique, Leonardo Rinaldi, que vê a cidade como importante polo logístico brasileiro, devido a sua localização privilegiada, ao lado dos principais portos, aeroportos e rodovias do Sul do Brasil.


TECNOLOGIA PARA LOGÍSTICA E TRANSPORTES GANHA DESTAQUE NA LOGISTIQUE Dentre as novidades da edição 2018 da Logistique está o espaço TI Display, uma área para exposição com investimento reduzido e com estrutura completa para empresas e startups promoverem e estimularem o uso da tecnologia no mercado de logística

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m Santa Catarina, o setor de tecnologia já representa 5,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado e coloca os municípios de Florianópolis (4º), Blumenau (5º) e Joinville (7º) entre os primeiros colocados no ranking de faturamento nacional. E, é claro, o importante setor de logística não fica de fora deste cenário, já que, cada vez mais, utiliza destes recursos para aumentar a eficiência e reduzir a complexidade dos processos. Estas soluções ganham um espaço especial na edição 2018 da Feira Logistique. “Não existe mais sobrevivência sem o uso de tecnologias. O desafio é torná-las aplicáveis em sua totalidade, gerenciáveis e muitas vezes conseguir viabilizá-las. E foi pensando nisto que a Logistique abre espaço para o segmento que a cada momento desponta com atualizações, mais facilitadas, simplificadas e que podem beneficiar, e muito, o mercado da logística”, destaca Leonardo Rinaldi, diretor da Logistique. Para Rinaldi, eventos como a Logistique são uma verdadeira vitrine e, usualmente, colocam frente a frente empresas e profissionais que ofertam e procuram por bens e serviços. “Conceituadas marcas catarinenses e brasileiras apresentam soluções em serviços que apoiem a relação embarcador-transportador-destinatário, gerenciamento de frotas, carga e descarga automatizada de caminhões, entre outras soluções”, acrescenta.

DISPLAY LOGÍSTICO A edição 2018 da Logistique vai contar também com um espaço destinado às soluções para gestão de armazéns, o Display Logístico, no qual o Senai/ SC, por meio do Instituto de Logística, mostrará suas soluções. Este espaço abriga um ambiente logístico de armazém, onde as empresas podem demonstrar na prática e a um público específico, as aplicações e diferenciais das soluções e tecnologias que o Senai/SC disponibiliza. O espaço também oferece com test drives de empilhadeiras e transpaleteiras.

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BRASPARK BUSCA SER

REFERÊNCIA EM CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS E INDUSTRIAIS NA AMÉRICA LATINA

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Braspark Empreendimentos e Participações, empresa ligada aos segmentos de terminais retro-portuários, portuários e recintos alfandegados, apresenta na edição de 2018 da Logistique um novo conceito em condomínios empresarias. Com sede em Itajaí, a empresa lança no mercado seu primeiro condomínio em Itapoá. O empreendimento conta com um espaço de 7 milhões de metros quadrados, sendo que 3 milhões são área de preservação. O condomínio já está em execução e a previsão de entrega é o segundo semestre de 2019. Após a inauguração, uma nova unidade será desenvolvida no Paraguai, com previsão de entrega para segundo semestre de 2020. “A Logistique representa a capacidade do mercado logístico global promover oportunidades a serem criadas com

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novos serviços, integrando diversas empresas do setor”, explica o CEO da Braspark, Alessandro Coelho. O executivo destaca ainda a importância do evento no fomento do setor ligado a logística em seus diversos aspectos, aumentando a troca de informações e na busca por reconhecimento empresarial. “Santa Catarina é hoje uma das principais referências no setor logístico e portuário. Para nossa empresa é muito importante contribuir com essa área, que está em constante evolução.” Nova no mercado, a Braspark foi criada para oferecer soluções de armazenamento e operações logísticas. “Somos um grupo com expertise no setor logístico que oferece soluções tailor-made para empresas e indústrias que buscam espaço e localização privilegiada e que facilite a armazenagem e distribuição de seus produtos”, complemen-

ta Coelho. A empresa disponibiliza serviços que vão desde a negociação de terrenos até a fase de operação dos empreendimentos, tais como levantamento topográfico georeferenciado, projetos de engenharia, terraplanagem, drenagem, estudos ambientais, locação e construção. “Temos expertise no mercado, pois nossos fundadores acumulam mais de 20 anos de atuação no mercado logístico, aliada a ótima localização e força econômica”, acrescenta o CEO, destacando que a Braspark quer ser referência em condomínios logísticos e industriais na América Latina. Seu principal diferencial é a condição de moldar a estrutura de seus condomínios conforme as necessidades de seus clientes, atendendo da forma mais abrangente todas as expectativas das empresas.


SOLUÇÃO TRACKING REAL TIME PERMITE REDUÇÃO DE CUSTO E RASTREAMENTO DA CARGA Empresários precisam de controle e processos automatizados para que haja mais previsibilidade para entrega

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ucrar mais e reduzir custos são os principais objetivos de toda empresa, independente do segmento que atua. Para que estas metas também sejam alcançadas no cenário de comércio exterior, é importante que exista um controle de todos os processos de importação e ter o máximo de informações possíveis sobre a evolução de trâmites. De acordo com Helmuth Hofstatter, CEO da LogComex, empresa focada em conduzir operações logísticas internacionais de forma mais eficientes e assertivas, explica que a plataforma oferta aos gestores uma visão macro da sua organização. “O objetivo é potencializar o desempenho de todas as rotinas internas otimizando o tempo dos times de colaboradores”, destaca. Os processos de importação de produtos no Brasil são burocráticos e repletos de custos e isto se torna um grande problema quando não há controle efetivo das datas estipuladas durante à importação. “Organizar e obter informações sobre estes procedimentos

reduz custos adicionais. Com uso de ferramentas tecnológicas, a empresa otimiza a busca por dados do seu embarque”, explica o gestor. A agilidade permite uma integração de tal forma que não ocorram empecilhos e todos os trâmites passam a acontecer dentro do prazo programado. “Vale destacar que processos de importação precisam de uma maior previsibilidade sobre a entrada de mercadorias em seu estoque”, aponta Helmuth. O acompanhamento das cargas também pode ocorrer através do sistema digital, que permite um rastreamento desde o envio até a chegada do estoque do cliente. Com rotinas executadas de maneira automática são reduzidas as chances de erros nos processos de importação. Helmuth explica que a plataforma, além de reduzir custos de forma geral, também permite que o fluxo de caixa seja otimizado. “Isso é possível graças à previsibilidade. Para que haja uma precaução com gastos extras no processo de importação

é muito importante a atenção redobrada com datas e prazos, além do acompanhamento de cada etapa que sua carga efetua. Com o Tracking Real Time, é possível obter todos estes dados em tempo real com o registo de apenas uma informação. Assim, a empresa aproveita melhor o tempo de seus colaboradores”, finaliza. *A plataforma desenvolvida pelo time da LogComex​​ torna as empresas mais eficientes e assertivas nas suas operações de logística internacional. Através da tecnologia para esta atividade, são coletados e analisados milhares de informações diariamente e em tempo real, para indicar previsibilidade e transparência para toda cadeia logística. É feito a automação e integração entre os fornecedores, garantindo transparência e eficiência. Para saber mais, acesse - http:// www.logcomex.com/ Para mais informações, envie e-mail a comercial@logcomex.com ou entre em contato pelo (41) 4042.0662.

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Grupo Conasscon,

expertise de quem entende do mercado ao qual está inserido

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om a expertise adquirida em mais de 20 anos de atuação nos mercados de Itajaí e região, o Grupo Conasscon é uma empresa de contabilidade especializada nas atividades de comércio exterior e logística. No entanto, atua também em outros segmentos específicos, como indústria, comércio, transportes, pesca e prestação de serviços, sempre com a meta de dar o suporte que o empresário precisa, desde a abertura da empresa até a sua estruturação, atendendo as exigências legais. Atua na organização de processos associados aos serviços de assessoria em gestão empresarial, com serviços relacionados a orientação e análise de projetos, consultoria tributária, análise financeira do balanço patrimonial, consultoria em controles internos e consultoria societária.

Na área de Comércio Exterior o Grupo Conasscon tem ampla experiência em gestão corporativa, auxiliando as empresas e seus administradores na percepção das oportunidades que o mercado oferece, abrindo caminhos e criando possibilidades para a abertura de frentes de negócios no Brasil e exterior. E não bastando a ampla gama de serviços que o Grupo Conasscon disponibiliza a sua ampla carteira de clientes, coloca agora no mercado os serviços de recrutamento e seleção de pessoal, gestão trabalhista, previdenciária e consultoria preventiva. Serviços realizados por uma equipe multidisciplinar que recebe constante treinamento e aprimoramento e utilização de equipamentos e software modernos que proporcionam maior agilidade, oferecendo uma ótima estrutura e garantia de um serviço de qualidade. Ações que vão ao encontro da missão da empresa, que é oferecer uma relação de transparência e idoneidade em todos os processos que envolvam os clientes, acreditando e contribuindo para o crescimento da economia do País.

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Gestran lança plataforma inteligente para TRC Nova tecnologia foi desenvolvida para otimizar o gerenciamento de cargas e acelerar os negócios

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specializada no desenvolvimento de sistemas de gestão para o setor de transporte e logística, a paranaense Gestran estreia na Logistique - Feira de Logística e Negócios Multimodal. Com 21 anos de mercado, a Gestran lança na feira o Fretefy – uma plataforma criada a partir de inteligência artificial para integrar e gerar negócios com o gerenciamento eficiente de cargas. “Utilizamos o DNA da Gestran, que já atua com transporte e logística, para criar uma solução que engloba toda a cadeia, desde o gerenciamento de cargas com a frota própria à contratação de transportadores terceiros e motoristas autônomos. Temos como objetivo também facilitar o frete retorno para evitar que os veículos transitem vazios após chegar ao destino final”, revela o CEO Paulo Raymundi.

Evolução do transporte de cargas O Brasil se movimenta principalmente por meio do transporte rodoviário. De acordo com a pesquisa Custos Logísticos no Brasil, da Fundação Dom Cabral, a malha rodoviária é utilizada para o escoamento de 75% da produção no país. A magnitude deste segmento o torna cada vez mais competitivo e complexo. A cada momento, tecnologias surgem, leis mudam e novos veículos são adicionados à frota brasileira. Com essas mudanças, transportadores buscam plataformas mais modernas para reduzir prazos e custos, e melhorar o relacionamento e a integração com fornecedores e parceiros. O Fretefy é a união destes e outros benefícios. Além das transportado-

ras melhorarem o atendimento dos seus clientes, elas conseguirão também diminuir a ociosidade da frota e o tempo gasto procurando veículos disponíveis para as novas cargas. O resultado é o aumento do lucro real destas empresas. “Atualmente, quando chega uma nova carga, a transportadora perde um tempo precioso buscando veículos disponíveis, seja na frota própria ou de terceiros, e até mesmo identificando quanto tempo falta para a carga chegar ao destino final. O objetivo do Fretefy é automatizar esse processo, oferecendo uma plataforma eficiente, que vai impactar em toda a cadeia logística”, explica Raymundi.

Como funciona?

Na prática, quando a transportadora recebe uma nova carga e realiza o cadastro no Fretefy, a ferramenta analisa as características desta carga com a dos veículos disponíveis, além de avaliar o local e o horário de coleta e entrega – tudo isso em poucos segundos. É possível cadastrar as cargas de três formas: • Carga restrita - exclusiva para veículos da própria transportadora. • Carga direcionada - quando a frota própria da transportadora não pode atender às demandas e é necessário buscar uma empresa parceira. • Carga pública - a solução busca no mercado os veículos disponíveis para esta carga. Para que os operadores possam administrar estas demandas de forma eficiente, o Fretefy oferece o Painel de Gestão, no qual é possível monitorar em tempo real as cargas em trânsito e também aquelas que ainda precisam ser transportadas. A ferramenta também permite a avaliação de parceiros e motoristas contratados.

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C ONECTAR LUGARES, PESSOAS, MERCA DOS E CLIENTES, LEVANDO NAVEGANTES PARA O MUNDO, C OM EFIC IÊNC IA, SEGURANÇA E C OMPE TÊNC IA.


ISSO É SER POR TONAVE


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Revista Portuária - 07 Junho 2019  

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