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MANUAL DO PROPRIETÁRIO ÁREA CONDOMINIAL

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Sumário 1 – INTRODUÇÃO....................................................................................................................6 1.1 – DESCRIÇÕES DA EDIFICAÇÃO .................................................................................7 1.2 – PROJETOS ....................................................................................................................7 1.3 – PROJETISTAS...............................................................................................................7 1.4 – TERMO DE VISTORIA DO IMOVEL ...........................................................................8 1.5 – MANUAL DO PROPRIETARIO ....................................................................................8 2 - TERMO DE GARANTIA .....................................................................................................9 2.1 – DEFINIÇÕES .................................................................................................................9 2.2 – OBJETO DA GARANTIA ............................................................................................ 11 2.3 – TERMO INICIAL DE GARANTIA ............................................................................... 11 2.4 – SOLICITAÇÕES DE ASSISTENCIA TECNICA ........................................................ 12 2.5 – PRAZOS DE GARANTIA ............................................................................................ 12 2.6 – CONDIÇÕES ESPECIAIS DE GARANTIA ............................................................... 12 2.7 – CONDIÇÕES DE EXCLUSÃO DA GARANTIA ........................................................ 13 2.8 – VENCIMENTO DA GARANTIA .................................................................................. 13 3 - USO E MANUTENÇÃO DO IMOVEL.............................................................................. 14 3.1 – ESTRUTURAS / PAREDES ....................................................................................... 14 3.2 – IMPERMEABILIZAÇÃO .............................................................................................. 17 3.3 – INTALAÇÕES HIDRAULICAS .................................................................................... 20 3.4 – INSTALAÇÕES DE GÁS ............................................................................................ 27 3.5 – INSTALAÇÕES ELETRICAS...................................................................................... 29 3.6 – GRUPO GERADOR .................................................................................................... 37 3.7 – ESQUADRIAS DE PVC .............................................................................................. 38 3.8 – FORRO DE GESSO .................................................................................................... 43 3.9 – MÁRMORES E GRANITOS........................................................................................ 44 3.10 – PINTURA .................................................................................................................... 45 3.11 – FACHADA .................................................................................................................. 46 3.12 – SISTEMA DE SEGURANÇA .................................................................................... 46 4 - OPERAÇÃO DO IMOVEL ................................................................................................ 47 4.1– MEIO AMBIENTE ......................................................................................................... 47 4.2 – SEGURANÇA PATRIMONIAL.................................................................................... 48 4.3 – PEDIDOS DE LIGAÇÕES INDIVIDUAIS................................................................... 48 3


4.4 – MODIFICAÇÕES E REFORMAS NO IMOVEL REFORMAS .................................. 48 4.5 – SERVIÇOS DE MUDANÇA E TRANSPORTE DE MOVEIS ................................... 50 4.6 – AQUISIÇÃO E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS .............................................. 51 4.7 – PREVENÇÕES E COMBATE A INCÊNDIO ............................................................. 51 4.8 – SITUAÇÕES DE EMERGENCIA ............................................................................... 52 4.9 – SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO ........................................................................... 54 4.10 - OBRAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES ......................................................... 55 PROJETOS AREA CONDOMINIAL ..................................................................................... 58 LAY-OUT LAZER .................................................................................................................. 60 PLANTA BAIXA SUBSOLO.................................................................................................. 61 PLANTA BAIXA TÉRREO .................................................................................................... 62 PLANTA BAIXA – 1º NIVEL ................................................................................................. 63 PLANTA BAIXA – 2º NIVEL ................................................................................................. 64 PROJETO HIDROSANITARIO SUBSOLO ......................................................................... 65 PROJETO HIDROSANITARIO TERREO ........................................................................... 66 PROJETO HIDROSANITARIO 1º NIVEL............................................................................ 67 PROJETO HIDROSANITARIO 2º NIVEL............................................................................ 68 PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT SUBSOLO ....................................................... 69 PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT TERREO ......................................................... 70 PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT 1º NIVEL .......................................................... 71 PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT 2º NIVEL. ......................................................... 72 PROJETO ELETRICO SUBSOLO ...................................................................................... 73 PROJETO ELETRICO TERREO ......................................................................................... 74 PROJETO ELETRICO 1º NIVEL ......................................................................................... 75 PROJETO ELETRICO 2º NIVEL ......................................................................................... 76 PROJETO TELEFONICO SUBSOLO ................................................................................. 77 PROJETO TELEFONICO TERREO .................................................................................... 78 PROJETO TELEFONICO 1º NIVEL .................................................................................... 79 PROJETO TELEFONICO 2º NIVEL .................................................................................... 80 PROJETO INST. DE GÁS TERREO. ................................................................................. 81 PROJETO INST. DE GÁS 1º NIVEL. .................................................................................. 82 PROJETO INST. DE GÁS 2º NIVEL. .................................................................................. 83 ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL - BHO SALÃO DE JOGOS ..................................... 84 4


ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL - BHO ESPAÇO GOURMET .................................. 85 ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL - COPA ..................................................................... 86 ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL – DUCHA TERRAÇO DESCOBERTO .................. 87 ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL – CHURRASQUEIRA ............................................. 88 ESQUEMA ISOMÉTRICO 1º NIVEL – BHO DEPOSITO .................................................. 89 ESQUEMA ISOMÉTRICO TERREO - BHO GUARITA ..................................................... 90 ESQUEMA ISOMÉTRICO TERREO – BHO ZELADORIA ................................................ 91 TABELAS: ............................................................................................................................... 92 TABELA DE ACABAMENTO FACHADAS.......................................................................... 93 FACHADAS LATERAIS ........................................................................................................ 94 FACHADAS FUNDOS .......................................................................................................... 95 FACHADAS FRENTE ........................................................................................................... 96 FACHADAS GUARITA - FRENTE....................................................................................... 97 FACHADAS GUARITA - LATERAL ..................................................................................... 98 PRAZOS DE GARANTIA...................................................................................................... 99 TABELA DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA .................................................................... 105 EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES ................................................................................ 106 FORNECEDORES DE MATERIAIS .................................................................................. 108

ESTE MANUAL PODE SER ACESSADO PELA INTERNET ATRAVES DO LINK: http://issuu.com/brunomileo/docs/manual_do_propriet_rio_area_condominial?mod e=window&backgroundColor=%23222222

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1 – INTRODUÇÃO

Este manual tem por finalidade fornecer ao proprietário do imóvel as necessárias informações para que possa melhor usufruir, conservar e efetuar as manutenções preventivas de sua unidade. Sempre que necessário, e visando simplificar o atendimento, recomendase entrar em contato com as empresas responsáveis pela execução dos serviços prestados. Elas poderão oferecer assistência técnica correta e adequada. No caso de venda ou locação este manual deverá ser entregue ao novo condômino para que o imóvel seja sempre utilizado de melhor forma. Lembramos que a falta de conservação e a falta de manutenção adequada poderá

resulta

no

cancelamento

com

estas

empresas,

da

garantia

contratualmente ajustada. Aproveitamos a oportunidade, para parabenizá-lo pelo seu novo imóvel, recomendamos que caso V.Sa. venha utilizar de serviços prestados por terceiros, faça-o com profissionais idôneos. No caso de realizar modificações, verifique se os materiais, tais como: azulejos, cerâmicas, louças, metais, etc., ainda fazem parte da linha de produção dos fabricantes.

FEVEREIRO/2012 Atenciosamente, CONSTRUTORA BRUNO MILEO LTDA.

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1.1 – DESCRIÇÕES DA EDIFICAÇÃO O Ville Deux é um edifício residencial com 27 pavimentos, sendo 02 unidades residenciais por pavimento totalizando 46 apartamentos, 01 térreo, 01 subsolo, 01 nível de garagem, 01 nível de lazer. A área condominial possui espaço gourmet com sacada, copa, banheiros masculino e feminino, Fitness com sacada, terraço coberto com banheiros masculino e feminino, sala de jogos churrasqueira, terraço descoberto, terraço coberto, piscina adulto e infantil, deck.

1.2 – PROJETOS Este manual traz em anexo, uma planta baixa das unidades com a indicação da localização das tubulações hidráulicas e de esgoto, elétrica e gás. Convém lembrar que as informações aqui contidas são relativas ao projeto original, não podendo a Construtora Bruno Miléo LTDA responder por modificações introduzidas após a entrega.

1.3 – PROJETISTAS Apresentamos a seguir a relação dos profissionais responsáveis pelos projetos do Ed. Ville Deux com o respectivo registro profissional.

PROJETO

PROFISSIONAL

CREA - PA

ARQUITETONICO

SEVERINO MARCOS FERREIRA

2540D PA

ELETRICO

NILTON SANTOS CATUNDA

5261D PA

ESTRUTURAL

LUIZ PAULO LIMA DE NORONHA

6817D PA

GÁS

ADEMAR MONTENEGRO DELGADO

5589D PA

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HIDROSSANITARIO

THOMÁS PINHEIRO VELOSO

13214D PA

INCENDIO

BAVIERA MADUREIRA DE CARVALHO

8086D PA

FUNDAÇÃO

JULIO AUGUSTO DE ALENCAR JR.

4866D PA

PRESSURIZAÇÃO

CLAUDIO ORMINDO S. DOS SANTOS.

9137D PA

1.4 – TERMO DE VISTORIA DO IMOVEL Quando concluída a obra, será efetuada a vistoria da unidade, utilizando-se o Termo de Vistoria do Imóvel, verificando se as especificações constantes no Memorial Descritivo foram atendidas, e se há vícios aparentes de construção. Caso se verifique vícios durante a vistoria, poderão ser recebidos às chaves do imóvel, ressalvando-se que os vícios serão reparos feitos pela construtora.

1.5 – MANUAL DO PROPRIETARIO O manual do proprietário tem por finalidade reunir todas as indicações dos principais fornecedores, desenhos orientativos, e tem como objetivo especificar a correta utilização e manutenção do seu imóvel de acordo com os sistemas construtivos e materiais empregados, evitar danos decorrentes do mau uso, esclarecer quanto aos riscos de perda da garantia pela falta de conservação e manutenção preventivas adequadas. Constitui condição da garantia do imóvel a correta manutenção preventiva da unidade e das áreas comuns do Condomínio. Nos termos da NBR 5674, da Associação Brasileira de Normas Técnicas e do Manual do Proprietário, o proprietário é responsável pela manutenção preventiva de sua unidade e corresponsável pela realização de custeio da manutenção preventiva das áreas comuns.

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Após a entrega, a empresa construtora poderá efetuar vistorias nas unidades autônomas selecionadas por amostragem, e nas áreas comuns, a fim de verificar a efetiva realização destas manutenções e uso correto do imóvel, bem como avaliar os sistemas quanto ao desempenho dos materiais e funcionamento, de acordo com o estabelecido no Manual do Proprietário, obrigando-se o proprietário e o condomínio, em consequência, a permitir o acesso do profissional em suas dependências e nas áreas comuns, para proceder à Vistoria Técnica, sob pena de perda de garantia.

2 - TERMO DE GARANTIA 2.1 – DEFINIÇÕES Com a finalidade de facilitar o entendimento deste Manual, esclarecemos o significado das nomenclaturas utilizadas: 1. Prazo de Garantia – período em que a construtora responde pela adequação do produto ao seu desempenho, dentro do uso que normalmente dele se espera, 2. Vida Útil – período de tempo que decorre desde a data até o termino da construção até a data em que se verifica uma situação de depreciação e decadência de suas características funcionais, de segurança, de higiene ou de conforto, tornando economicamente inviáveis os encargos de manutenção; 3. Vícios Aparentes – são aqueles de fácil constatação, detectados quando da vistoria para recebimento do imóvel; 4. Vícios Ocultos – são aqueles não detectáveis no momento da entrega imóvel e que podem surgir durante a sua utilização regular; 5. Solidez da construção, Segurança e Utilização de Matérias e Solo – são itens relacionados à solidez de edificação e que possam comprometer a sua segurança nele incluídos peças e componentes da estrutura do edifício, tais como lajes, pilares, vigas, estruturas de fundação contenções e arrimos. 9


6. Habite-se – documento público expedido pela Prefeitura do município onde se localiza a construção, confirmando a conclusão da obra nas condições do projeto aprovado; 7. Manutenção – Conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de suas partes constituintes para atender às necessidades e segurança de seus usuários de acordo com os padrões aceitáveis de uso, de modo a preservar a utilidade e sua funcionalidade. A manutenção deve ser feita tanto nas unidades autônomas quanto nas áreas comuns. 8. Manutenção Preventiva – Compreende a Manutenção Rotineira, que é caracterizada pela realização de serviços constantes e simples que possam ser executadas pela equipe de Manutenção Local, e a Manutenção Planejada, cuja realização é organizada antecipada, tendo por referencia solicitações dos usuários, estimativas de durabilidade esperada dos componentes das edificações em uso ou relatórios de vistorias técnicas (inspeções) periódicas sobre o estado da edificação. 9. Manutenção Não Planejada – nos termos da NBR 5674, caracterizase pelos serviços não previstos na manutenção preventiva, incluindo a manutenção de emergência, caracterizada por serviços que exigem intervenção imediata para permitir a continuidade do uso das edificações e evitar graves riscos ou prejuízos pessoais e patrimoniais aos seus usuários ou proprietários. 10. Equipe de Manutenção Local – É constituída pelo pessoal permanente disponível no empreendimento, usualmente supervisionada por um zelador / gerente predial. Esta equipe deve ser adequadamente treinada para execução da manutenção preventiva. 11. Código do Consumindo – é a lei 8078/90, que institui o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, melhor definindo os direitos e obrigações de consumidores e fornecedores, como empresas construtoras.

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12. ABNT NBR 5674 – é a Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que regulamenta, define e obriga a manutenção das edificações. 13. Lei 4591, de 15 de dezembro de 1964 – É a lei que dispõe sobre as incorporações imobiliárias e, naquilo que não regrado pelo Código Civil, sobre o Condomínio em edificações.

2.2 – OBJETO DA GARANTIA O Presente Termo de Garantia tem por objetivos, discriminar de forma sintética as condições, bem como os períodos de abrangência dos itens que compuseram a construção do seu imóvel.

2.3 – TERMO INICIAL DE GARANTIA Quando concluída a obra, será efetuada a vistoria da unidade, utilizando-se o TERMO DE VISTORIA, verificando se as especificações constantes no Memorial Descritivo foram atendidas. E se há vícios aparentes de construção. O inicio da garantia para prazos aqui fixados, deverão ser considerados a partir do TERMO DE VISTORIA ou do Habite-se, valendo o que ocorre em primeiro lugar. Constitui condição da garantia do imóvel, a correta manutenção preventiva da unidade e das áreas comuns do Empreendimento. Nos termos da NBR 5674, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, e deste Manual, o proprietário é responsável pela manutenção preventiva da sua unidade e corresponsável pela realização e custeio da manutenção preventiva e inspeções prediais das áreas comuns. Após a entrega, a Construtora Bruno Miléo Ltda poderá efetuar vistorias nas unidades selecionadas por amostragem, e nas áreas comuns, a fim de verificar a efetiva realização destas manutenções e o uso correto do imóvel, bem como avaliar os sistemas quanto ao desempenho dos materiais e funcionamento, de acordo com estabelecido neste Manual, obrigando-se o proprietário, em

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consequência, a permitir o acesso do profissional em sua dependência, para proceder à Vistoria Técnica, sob pena de perda de garantia. Os prazos constantes do Termo de Garantia foram estabelecidos em conformidade com as regras legais vigentes e em vista do estagio atual de tecnologia de cada um dos componentes e/ou serviços empregados na construção. Assim sendo os prazos referidos em tais documentos correspondem a prazos totais de garantia.

2.4 – SOLICITAÇÕES DE ASSISTENCIA TECNICA A construtora se obriga a prestar, dentro dos prazos de garantia estabelecidos, o serviço de assistência técnica, reparando, sem ônus, os defeitos verificados, na forma prevista no Manual do Proprietário. Caberá ao proprietário solicitar formalmente a visita de representante da construtora, sempre que os defeitos se enquadrem entre aqueles integrantes da garantia. Constatando-se na visita de avaliação dos serviços solicitados, que esses serviços estão enquadrados nas condições da garantia.

2.5 – PRAZOS DE GARANTIA Ver pagina 99 a 104.

2.6 – CONDIÇÕES ESPECIAIS DE GARANTIA Sempre que a garantia de aparelhos ou equipamentos, de um modo geral, instalados em seu apartamento dado pelo próprio fabricante for maior, prevalecerá sobre este Certificado de Garantia desde a pretensão seja diretamente dirigida ao fabricante. As peças, materiais e equipamentos recolhidos como defeituosos, observados os conceitos legais de acordo com a lei no 8078/90 (CDC artigo 14, parágrafos 1 e 2) serão substituído, sem ônus para o cliente. A peça substituída será de propriedade da Construtora Bruno Miléo Ltda. ou do fabricante que proceder diretamente a substituição.

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2.7 – CONDIÇÕES DE EXCLUSÃO DA GARANTIA - A realização pelo adquirente de obras, de benfeitorias ou modificações em geral, tais como substituição do revestimento, esquadrias, impermeabilização, etc. - A imposição de cargas (peso/metro quadrado) superiores a previsão do Projeto Estrutural. Devendo ser consultados, em caso de duvida a Construtora Bruno Miléo, ou diretamente o escritório responsável pelo calculo. - Se durante o prazo de vigência da garantia não for observado o que dispõe o presente Certificado de Garantia, este Manual e a NBR 5674 – Manutenção de Edificação, no que diz respeito à manutenção preventiva correta, para imóveis habitados ou não. - Se, nos termos do artigo 1058 do Código Civil, ocorrer qualquer imprevisto, ou de força maior, que impossibilite a manutenção da garantia concedida. - Se houver danos por mau uso, ou não respeitando os limites admissíveis de sobrecarga nas instalações elétricas. - Se o proprietário não permitir o acesso do profissional destacado pela Construtora Bruno Miléo às dependências de sua unidade, para proceder à vistoria técnica. - Se forem identificadas irregularidades na vistoria técnica e as devidas providencias, sugeridas não forem tomadas por parte do proprietário ou condomínio. Os demais fatores que possam acarretar a perda de garantia estão descrito nas orientações de uso e manutenção do imóvel para os sistemas específicos.

2.8 – VENCIMENTO DA GARANTIA Por decurso do prazo, salvo quando a reclamação não for atendida pela Construtora Bruno Miléo LTDA e devidamente formalizada em momento oportuno, 13


ficando prorrogada a garantia pelo restante do prazo, contando da conclusão de reparação.

3 - USO E MANUTENÇÃO DO IMOVEL Para que você possa utilizar o seu imóvel de forma correta, estendendo ao máximo a sua vida útil, descrevemos de forma genérica os principais sistemas que compõe, contendo as informações e orientações a seguir: 

Descrição construtiva do sistema;

Orientação quanto aos cuidados de uso;

Procedimento de manutenção preventiva;

Prazos de garantia;

Fatores que acarretam a perda da garantia.

3.1 – ESTRUTURAS / PAREDES Descrição do Sistema Estrutura: A estrutura do edifício é constituída por elementos que visam garantir a estabilidade e segurança da construção e pode ser de concreto armado convencional ou outros sistemas construtivos. É projetada e executada dentro das Normas Brasileiras, e durante sua execução tem seus materiais componentes submetidos a controle tecnológico, garantido assim a conformidade com projeto. A estrutura do seu edifício foi realizada em concreto armado, onde através de cálculos determinamos as dimensões e as peças e as cargas máximas. Desta forma não é recomendada a execução de cortes ou mesmo a retirada total ou parcial das paredes estruturais, nem de pilares, vigas e lajes, retirada ou corte de ferragens, nem uma sobrecarga que ultrapasse a carga especificada do projeto. Também não é recomendada a execução de quaisquer abertura de vão ou furos em paredes maiores que as dimensões de parafusos ou pregos até 1/4 14


utilizados para a fixação de armários ou objetos de adorno, sendo 1 por uma área de raio 1,0 m. Obs.: Os materiais utilizados na estrutura, alvenaria e revestimento das paredes são de naturezas diversas, possuindo diferentes coeficientes de elasticidades, de resistência e dilatação térmica. Assim sendo diante das variações bruscas de temperatura ambiente, da acomodação natural de estrutural causada pela ocupação gradativa do edifício, bem como, quando submetidos a cargas especificas, podem se comportar de forma diferente, o que poderá eventualmente acarretar o aparecimento de fissuras (pequenas rupturas) localizadas no revestimento das paredes. Fato este que NÂO compromete de forma alguma a segurança de edificação. No caso de paredes internas, são consideradas aceitáveis e normais, fissura não perceptíveis a distancia de pelo menos 1 metro. Com relação às paredes externas, as eventuais fissuras que surgirem e não provoquem infiltração para o interior da edificação, serão consideradas aceitáveis e normais. Cuidado de Uso - NÃO retirar total ou parcialmente quaisquer elementos estruturais, pois pode abalar a solidez e segurança da edificação; - NÃO sobrecarregar as estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos no projeto, pois esta sobrecarga pode gerar fissuras ou até comprometer os elementos estruturais e de vedação; - Antes de perfurar as paredes, consulte os projetos e detalhamento contido no Manual do Proprietário, evitando deste modo a perfuração de tubulações de água, energia elétrica ou gás, nelas embutidas; - Antes de perfurar paredes, certifique-se também se o local escolhido não contém pilares e vigas, e nesta situação, siga as instruções do Manual do Proprietário; 15


- Para melhor fixação de peças ou acessórios, use apenas parafusos com buchas especiais. Manutenção Preventiva - Procure manter os ambientes bem ventilados. Nos períodos de inverno ou de chuva, pode ocorrer o surgimento de mofo nas paredes decorrentes de condensação de água por deficiente ventilação, principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros de banheiro); - Combata o mofo com uso de detergente, formol ou água sanitária dissolvidos em água; - As áreas internas (unidades privativas e áreas comuns) da edificação, devem ser pintadas a cada 2 (dois) anos, evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho, o descascamento, e que eventuais fissuras possam causar infiltrações. Nota: Toda vez que for realizada uma repintura após a entrega da edificação, deverá ser feito um tratamento das fissuras evitando assim infiltrações futuras de água. Perda de Garantia - Se forem retirados quaisquer elementos estruturais (ex.: pilares, vigas, painéis, lajes, alvenarias estruturais, etc... conforme Memorial Descritivo de cada empreendimento); - Se forem alterados quaisquer elementos de vedação com relação ao projeto original; - Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos; - No caso de manutenção/limpeza da fachada ser realizada de forma equivocada.

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- Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária. - Se forem feitos furos para a passagem de tubulações diversas tais como tubulação frigorifica para Split, tubulações elétricas, tubulações hidro sanitárias, etc. ATENÇÃO: No caso de fachadas com outros tipos de revestimentos, atentar para os itens de Manutenção Preventiva e Cuidados de Uso, conforme Manual do Proprietário.

3.2 – IMPERMEABILIZAÇÃO Descrição do Sistema É o tratamento dado em partes e/ou componentes da construção para garantir a estanqueidade da mesma impedindo a infiltração de água. Componentes do Sistema Existem vários tipos de materiais empregados nas impermeabilizações, tais como asfálticos, argamassas poliméricas, resinas acrílicas termoplásticas, membrana acrílicas, etc. Somente são impermeabilizados os banheiros e a varanda, portanto é recomendável a lavagem dos outros ambientes com um pano úmido. - Utilizar “lavagem a seco” para o piso dos Térreo, 1º Nível e 2º Nível. As lavagens com. mangueira devem ser evitadas. Caso seja utilizada, sempre puxar a água para o ralo, pois o piso é executado nivelado. - Evitar plantas com raízes agressivas que possam danificar a impermeabilização ou obstruir os drenos de escoamento; - Manter o nível de terra no mínimo a 10 cm abaixo da borda para evitar infiltrações indesejáveis; - Manter os ralos sempre limpos nas áreas descobertas; 17


- Não permitir a fixação das antenas, postes de iluminação ou outros equipamentos sobre lajes impermeabilizadas através da utilização de buchas, parafusos ou chumbadores. Sugerimos a utilização de base de concreto sobre a camada de proteção da impermeabilização sem removê-la ou danificá-la. Não fixar pregos ou parafusos e buchas, nem chumbadores nos revestimentos das platibandas, rufos, muros e paredes impermeabilizadas; - Para qualquer tipo de instalação de equipamento sobre superfície impermeabilização, deve-se solicitar a presença de uma empresa especializada em impermeabilização; - Lavar os reservatórios com produtos de limpeza e materiais adequados, mantendo a caixa vazia somente o tempo necessário para limpeza. Não utilizar maquina de alta pressão, produtos que contenham ácidos nem ferramentas como espátula, escova de aço ou qualquer tipo de material pontiagudo. É recomendável que esta lavagem seja feita por empresa especializada; - Tomar os devidos cuidados com o uso de ferramentas tais como picaretas, enxadões, etc... nos serviços de plantio e manutenção dos jardins, de modo a evitar danos à camada de proteção mecânica existente; - Não permitir que se introduzam objetos de qualquer espécie nas juntas de dilatação - Na instalação de gradis/redes de segurança nas janelas e varanda, impermeabilização o furo feito para sustentação do mesmo. Manutenção Preventiva Inspecionar anualmente os rejuntamentos dos pisos, paredes, soleiras, ralos e peças sanitárias, pois, através das falhas nos mesmos, poderá ocorrer infiltração de água; Caso haja danos à impermeabilização, não executar os reparos com os materiais

e

sistemas

diferentes

do

aplicado

originalmente,

pois

a

incompatibilidade pode comprometer o bom desempenho do sistema; 18


- No caso de defeitos de impermeabilização e de infiltração de água, não tente você mesmo resolver o problema; - Inspecionar anualmente a camada drenante do jardim, verificando se não há obstrução na tubulação e entupimento dos ralos. - Reservatórios superior e interior. Perda de Garantia - Reparo e/ou manutenção executados por empresas não especializadas; - Danificação da manta devido a instalação de equipamento ou reformas em geral; - Produtos equipamentos inadequados para limpeza dos reservatórios; - Se não forem tomado os cuidados de uso ou não forem feitas as manutenções preventivas necessárias. Quadro de Tipos de Impermeabilização

Laje da Cobertura

Manta

Asfáltica

4mm

com

isolamento térmico em EPS

Tampa da caixa d’água

Manta Asfáltica 4mm

Reservatório elevado

Manta Asfáltica 4mm

Laje Técnica e Sacadas

Manta Asfáltica 4mm

Box dos Banheiros

Manta Asfáltica 3mm

Lajes descobertas 2º Nível

Manta Asfáltica 4mm

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Piscina

Manta Asfáltica 4mm

Laje de cobertura churrasqueira

Manta Asfáltica 4mm

Rufos e Calhas

Manta Asfáltica 4mm

Cisternas

Manta Asfáltica 3mm

Poço coletor

Cristalização

Poços elevadores

Cristalização

3.3 – INTALAÇÕES HIDRAULICAS Descrição do Sistema A instalação hidráulica é constituída pelas seguintes partes: Água - Ponto de água (fria): pontos que alimentam os chuveiros, lavatórios, os vasos sanitários, as pias, os tanques e as maquinas de lavar; - Prumadas de água (fria): são constituídas por tubulações principais que trazem água de reservatório; Ramais de distribuição de água (fria): alimentadores dos diversos pontos, nos cômodos apropriados. Esgoto: - Pontos de esgoto de águas servidas: pontos por onde são liberados os esgotos dos pontos que alimentam os lavatórios, os vasos sanitários, os

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chuveiros, as pias, os tanques e as maquinas de lavar, além dos ralos secos e sifonados; - Prumadas coletoras principais de esgoto: por onde escoam as águas servidas para as saídas do edifício. Águas Pluviais: - Água de chuva ou de lavagem são normalmente coletadas pelas redes pluviais; - Prumada de águas pluviais é constituída por tubulações principais que trazem a água de chuvas coletadas na cobertura, ralos das sacadas etc., para saídas do edifício. Ralos: - Todos os ralos possuem grelhas de proteção para evitar que detritos maiores caiam em seu interior ocasionando entupimento; - Ralos sifonados e sifões têm “fecho hidráulico”, que consiste numa pequena cortina de água, que evita o retorno do mau cheiro. Registros: - Registros de pressão (água fria e quente): válvulas de pequenos portes, instaladas em sub-ramais ou em pontos de utilização, destinados à regulagem da vazão de água, ou fechamento; - Registros de gavetas (água fria e quente): válvulas de fecho p/ instalação hidráulica predial, destinada a interrupção eventual de passagem de água para reparos na rede ou ramal. Situações não cobertas pela garantia Peças que apresentam desgaste natural, pelo uso regular, tais como: vedantes, gaxetas, anéis de vedação, guarnições, cunhas, mecanismo de vedação. 21


Cuidado de Uso Durante as obras de reformas atentar-se ao empreiteiro contratado (procedimentos, materiais, execução, conhecimento técnico); - NÂO jogue quaisquer objetos nos vasos sanitários e ralos que possam causar entupimento, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, fio dental, etc.; - NUNCA jogue gordura ou resíduo sólidos nos ralos das pias e dos lavatórios, jogue-os diretamente no lixo; - NÃO deixe de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba de inox das pias de cozinhas; NUNCA suba ou se apoie nas louças e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar causando ferimentos graves. Cuidados especiais com crianças; - Nas maquinas de lavar e tanque deve-se dar preferência ao uso de sabão biodegradável, para evitar retorno de espuma; - NÃO utilize para eventual desobstrução do esgoto hastes, ácidos ou similares; - Banheiros, cozinhas e áreas e serviços sem utilização por longos períodos, podem ocasionar mau cheiro, em função da ausência de água nos ralos e sifões. Para eliminar este problema, basta adicionar uma pequena quantidade de óleo de cozinha para formação de uma película, evitando-se assim a evaporação; - NÃO aperte em demasia os registros, torneiras, misturadores. Ao instalar filtros, torneiras, etc., NÃO os atarraxe com excesso de força, pois pode danificar a saída de tubulação provocando vazamentos; - NÃO permitir sobrecarga de louças sobre a bancada;

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- NÃO devem ser retirados elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque, etc.), podendo sua falta ocasionar quebra ou queda da peça ou bancada; - Mantenha vedado o ponto de esgotamento de água da maquina de lavar junto à parede, usando acessórios próprios; - O Sistema de aviso e ou ladrão não devem ter as suas tubulações obstruídas; - Limpe os metais sanitários, ralos das pias e lavatórios, louças e cubas de aço inox em pias, com água e sabão neutro e pano macio, NUNCA com esponja ou palha de aço e produtos abrasivos. Sempre que não for utilizar a ducha higiênica, manter o registro fechado. - Manter torneira da maquina de lavar fechada quando não estiver sendo utilizada; Manutenção Preventiva - A bomba de água fria tem que ser revezada a cada 15 dias; - A piscina deve ser limpa periodicamente; - Limpe periodicamente os ralos e sifões das louças, tanques e pias do seu imóvel, retirando todo e qualquer material causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos, cabelos, etc.) e jogando água afim se manter o fecho hídrico nos ralos sifonados evitando assim o mau cheiro proveniente da rede de esgoto; - Limpe periodicamente os aerados (bicos removíveis) das torneiras, pois é comum o acumulo de resíduos provenientes da própria tubulação; - Limpe e verifique regulagem do mecanismo de descarga periodicamente; - Substitua periodicamente os vedantes (courinhos) das torneiras, misturadores e registros de pressão para garantir a boa vedação e evitar vazamento;

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- Verifique gaxeta, anéis o’ring e estanqueidade dos registros de gaveta, evitando vazamento; - Em caso de necessidades. Troque os acabamentos dos registros pelo mesmo modelo ou por outro do mesmo fabricante, evitando assim a troca da base; - Caso os tubos flexíveis (rabichos), que contem as instalações hidráulicas às louças forem danificados, causando vazamento, substitua-os tomando o cuidado de fechar o registro geral de água antes da troca. Sugestões de Manutenção A seguir, procedimentos a serem adotados para corrigir alguns problemas: Como desentupir a pia Com os auxílios de luvas de borracha, um desentupidor e uma chave inglesa, siga os seguintes passos: - encha a pia de água coloque o desentupidor a vácuo sobre o ralo, pressionando-o para baixo e para cima, observe se ele está totalmente submerso; - quando a água começa a descer, continue a movimentar o desentupidor, deixando a torneira aberta; - se a água não descer, tente com a mão ou com auxilio de uma chave inglesa, desatarraxar o copo do sifão, neste copo ficam depositados os resíduos, geralmente responsáveis pelo entupimento, mas não esqueça de colocar um balde em baixo do sifão, pois a água pode cair no chão; - com um arame, tente desobstruir o ralo da pia, de baixo para cima, algumas vezes, os resíduos se localizam neste trecho do encanamento, daí a necessidade de usar arame; - coloque o copo que você retirou do sifão, não convêm colocar produtos a\ base de soda caustica dentro da tubulação de esgoto;

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- depois do serviço pronto, abra a torneira e deixe correr água em abundância, para limpar bem. Como consertar a torneira que está vazando: - retire a tampa / botão (quando houver) da cruzeta com a mão; - utilizar uma chave de fenda, desenrosque o parafuso que prende a cruzeta; - com o Auxilio de um alicate de bico, desenrosque a porca que prende a canopla para poder ter acesso ao mecanismo de vedação; - com o auxilio de um alicate de bico, desenrosque o mecanismo de vedação do corpo e o substitua por um novo. Como desentupir o chuveiro - desenrosque a capa protetora do crivo; - retire a proteção metálica (quando houver); - retire o plástico ou borracha preta; - com auxilio de uma escova de dente, limpe o crivo desobstruído os orifícios que podem ter acumulado detritos. - retire a tampa / botão (quando houver) da cruzeta com a mão; - utilizar uma chave de fenda, desenrosque o parafuso que prende a cruzeta; - com o Auxilio de um alicate de bico, desenrosque a porca que prende a canopla para poder ter acesso ao mecanismo de vedação; - com o auxilio de um alicate de bico, desenrosque o mecanismo de vedação do corpo e o substitua por um novo. Perda de Garantia 25


Lacre rompido. - danos sofridos pelas partes integrantes das instalações em consequência de quedas acidentais, maus tratos, manuseio inadequado, instalação incorreta e erros de especificações; - danos causados por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou requadradas); - danos causados aos acabamentos por limpeza inadequada (produtos químicos, solventes, abrasivos do tipo saponáceos, palha de aço, esponja dupla face); - se for constatado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, etc.; - ser for constatada a falta de troca dos vedantes (courinhos) das torneiras; - se for constatada a falta de limpeza nos aeradores, provocando assim acumulo de resíduos nos mesmo; - se for constatado a retirada dos elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque, etc.) provocando a queda ou quebra da peça ou bancada; - se for constatado o uso de produtos abrasivos e/ou limpeza inadequada nos metais sanitários; - se for constatado nos sistemas hidráulicos, pressões (desregulagem da válvula redutora de pressão) e temperaturas (geradores de calor, aquecedores, etc.) discordantes das estabelecidas em projeto; - equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas pelo serviço de Assistência Técnicas; - aplicação de peças não originais ou inadequadas, ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização previa do fabricante;

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- equipamentos instalados em locais onde a água é considerada não potável ou contenha impurezas e substanciam estranhas à mesma que ocasione o mau funcionamento do produto; - objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento; - se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

3.4 – INSTALAÇÕES DE GÁS CUIDADO DE USO - Somente pessoas habilitadas devem realizar consertos ou modificações nas instalações de gás. - Para verificar vazamento, nunca use fósforos ou chama, apenas água e sabão. - Nunca tente improvisar maneiras de eliminar vazamentos, como cera, por exemplo. - Coloque os botijões sempre em locais ventilados. - Sempre rosqueie o registro do botijão apenas com as mãos, para evitar rompimento da válvula interna. - Aparelhos que usam gás devem ser revisados pelo menos a cada dois anos. - Sempre que não houver utilização constante, ou em caso de ausência prolongada no imóvel, mantenha os registros e as torneiras fechados; VAZAMENTO DE GÁS SEM CHAMA: - Ao sentir cheiro de gás, não ligue ou desligue a luz nem aparelhos elétricos.

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- Afaste as pessoas do local e procure ventilá-lo. - Feche o registro de gás para restringir o combustível e o risco de propagação mais rápida do incêndio. - Não há perigo de explosão do botijão ao fechar o registro. VAZAMENTO DE GÁS COM CHAMA: - Feche o registro e gás. Retire todo o material combustível que esteja próximo do fogo. Descrição do Sistema A instalação de gás é constituída de prumadas, ramais e pontos de alimentação. O sistema de fornecimento é o gás natural armazenado em cilindros, para reabastecimentos: ULTRAGAZ – 0800 70 10 124 CUIDADO DE USO - Não utilizar o local como deposito, principalmente não armazenar produtos combustíveis que poderão gerar riscos de incêndio; - Não pendurar objetos nas instalações (tubulações) aparentes; - Em caso de vazamento de gás que possam ser alimentados com o fechamento de um registro ou torneira chame a companhia concessionária; - Leia com atenção os manuais que acompanham os equipamentos a gás; - Verificar o prazo de validade da mangueira de ligação da tubulação ao eletrodoméstico, e trocar quando necessário; - Para execução de qualquer serviço de manutenção ou instalação de equipamento a gás, sirva-se de empresa especializadas ou profissionais habilitados pela concessionária e utilize materiais (flexíveis, conexões, etc.) adequados. 28


Manutenção Preventiva Para os equipamentos, de acordo com as recomendações dos fabricantes; Perda de Garantia - Se for verificada instalação inadequada de equipamentos (equipamentos diferentes dos especificados em projeto), ex.: instalar de acumulação no lugar do sistema de passagem vice versa; - Se for verificada que a pressão utilizada está fora da especificada em projeto; - Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária. OBSERVAÇÃO: Os tanques modelo B190 são bens comodatos do condomínio, sendo de propriedade da concessionaria de gás.

Outras Informações Ler Manual de Instruções ao Proprietário da Ultragaz, entregue juntamente com o CD do Manual do Proprietário.

3.5 – INSTALAÇÕES ELETRICAS PASSO A PASSO SOLICITAÇÃO DE LIGAÇÃO NOVA 1º - LIGAR PARA 08000 196 910; 2º - SOLICITAR LIGAÇÃO NOVA; 3º - INFORMAR QUE A CONSTRUTORA TEM: - PROJETO APROVADO JUNTO A REDE CELPA;

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- AMPERAGEM DO DISJUNTOR 3P – 60A (TRIPOLAR DE 60 AMPER); 4º - INFORMAR OS EQUIPAMENTOS ELETRICOS QUE SERÃO UTILIZADOS NO APARTAMENTO. LEMBRE-SE DE TER EM MÃOS: - ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO; - CPF DO PROPRIETARIO; - PRAZO PARA LIGAÇÃO: 03 DIAS UTEIS - HORARIO COMERCIAL. Cada unidade de seu edifício possui uma instalação elétrica independente que é constituída por diversos elementos: - Tomada de energia, para ligação de eletrodoméstico de uso corrente; - Pontos de iluminação, para ligação de lâmpadas e luminárias; - Interruptores para acionamento dos pontos de iluminação; - Quadro elétrico de proteção, para controlar as sobrecargas dos circuitos; - As potencias máximas permitidas para os demais pontos de utilização estão indicadas no projeto elétrico em poder do sindico. - Há uma tomada 220v na cozinha e outra na área de serviço, as demais tomadas são todas 110v. Circuito: - É um conjunto de tomadas de energia, pontos de energia, pontos de iluminação e interruptores, cuja fiação encontra-se interligada. No caso de sua

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unidade, está interligada de modo a dividi-lo em setores: sala, cozinha, dormitórios, etc., portanto, os circuitos são correspondentes a estes setores. Quadro Elétrico: - É composto por disjuntor geral com chave seccionadora ou dispositivo diferencial residual (DR) que desliga todos os circuitos, e por diversos disjuntores secundários, que desligam os seus respectivos circuitos. Esse disjuntor diferencial tem ainda a função de segurança de todos os circuitos elétricos contra as correntes de fuga provocadas por aparelhos eletrodomésticos ou instalação elétrica em más condições de conservação. Cuidado de Uso - Os disjuntores são acionados pela simples movimentação de suas alavancas. - Em caso de sobrecarga momentânea, o disjuntor do circuito atingido se desligará automaticamente. Neste caso bastará religá-lo e tudo voltará ao normal. Caso ele volte a desligar, é sinal de que há sobrecarga continua ou que está ocorrendo um curto em algum aparelho ou no próprio circuito. Neste caso, é preciso solicitar os serviços de um profissional habilitado, não devendo aceitar conselhos de leigos ou curiosos. Sempre que for fazer manutenção, limpeza, reaperto nas instalações elétricas ou mesmo uma simples troca de lâmpadas, desligue o disjuntor correspondente ao circuito ou, na duvida, o disjuntor geral diferencial; - Em caso de necessidade de corte de energia, sobretudo havendo duvida sobre o disjuntor especifico desligar o disjuntor geral ou disjuntor referencial; - Ao adquiri aparelhos elétricos, verifique se o local escolhido para a sua colocação é provido de instalação elétrica adequada para seu funcionamento nas condições especificadas pelos fabricantes;

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- Utilizar proteção individual (ex: estabilizadores, filtros de linha e etc.) para equipamentos mais sensíveis (como computadores, home-theater, central de telefone, etc.); - As instalações de equipamentos, lustres ou similares deverão ser executadas por técnico habilitado, observando-se em especial o aterramento, tensão (voltagem), bitola e qualidade dos fios, isolamento, tomadas e plugs a serem empregados; - É sempre importante verificar se a carga do aparelho a ser instalado não sobrecarregará a capacidade de carga elétrica da tomada e a instalação. Nunca utilize benjamins (dispositivos com que se ligam vários aparelhos a uma só tomada) ou extensões com varias tomadas, pois elas provocam sobrecarga; - Em caso de incêndio desligue o disjuntor geral do quadro de distribuição; - Quando o imóvel estiver desabitado, recomendamos desligar a chave geral (disjuntor geral) no quadro de distribuição; - Só instalar lâmpadas compatíveis com a tensão do projeto (no caso dos circuitos de 120 volts, utilizar preferencialmente lâmpadas de 127 volts, a fim de prolongar a vida útil das mesmas); - Evitar contato dos componentes dos sistemas com água; - Evitar sobrecarregar os circuitos elétricos para além das cargas previstas no projeto; - Efetuar limpeza nas partes externas das instalações elétricas (espelho, tampas de quadros, etc.) somente com pano; - Caso o DR desarme, basta girar sua chave para armá-lo novamente. Mas se ele tornar a desarma, não force o dispositivo e procure o equipamento elétrico que poderá estar causando fuga de corrente. INFORMAÇÕES ADICIONAIS

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- A iluminação indireta feita com lâmpadas fluorescentes tende a manchar a superfície (forro de gesso) da qual estiver muito próxima, portanto são necessárias limpezas ou pinturas constantes neste local; - Luminárias utilizadas em áreas descobertas ou externas onde existe umidade excessiva podem ter seu tempo de vida diminuído, necessitando de manutenções frequentes também com troca de lâmpadas. Manutenção Preventiva - A manutenção deve ser executada com os circuitos desenergizados (disjuntores desligados); - Permitir somente que profissionais habilitados tenham acesso às instalações e equipamentos. Isso evitará curto circuito, choque, etc.; - Quando verificado qualquer problema elétrico, utilizar sapatos com sola de borracha e nunca segurar dois fios ao mesmo tempo. - Sempre que for executada manutenção nas instalações, como troca de lâmpadas, limpeza e reapertos dos componentes, desligar os disjuntores correspondentes; - Rever estado de isolamento das emendas de fios; - Reapertar a cada ano todas as conexões do Quadro de Distribuição; - Testar a cada 6 (seis) meses o disjuntor tipo DR apertando o botão localizado no próprio disjuntor. Ao apertar o botão localizado no próprio disjuntor. Ao apertar o botão, a energia será cortada, caso isso não ocorra, trocar o DR; - Reapertar a cada 2 (dois) anos todas as conexões (tomadas, interruptores, pontos de luz); - Verificar o estado dos contatos elétricos substituindo usas peças que apresentam desgastes, quando necessário (tomados, interruptores, pontos de luz).

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Sugestões de Manutenção A seguir, procedimento a serem adotados para corrigir alguns problemas: Parte da instalação não funciona: - Verificar o quadro de distribuição se a chave daquele circuito não está desligada. Em caso afirmativo religá-la, e se esta voltar a desarmar solicitar a assistência do técnico habilitado, pois duas possibilidades ocorrem: - A chave está com defeito e é necessária a sua substituição por uma nova; - Existe algum curto-circuito na instalação e é necessário reparo deste circuito. Eventualmente pode ocorrer a “falta de sua fase” no fornecimento de energia, o que faz com que determinada parte da instalação não funcione. Nestes casos, somente a concessionária terá condições de resolver o problema, após solicitação do consumidor; Superaquecimento do quadro de distribuição: Verificar se existem conexões frouxas e reapertá-las, e se existe alguma chave com aquecimento acima do normal, que pode ser provocado por mau contato interno à chave ou sobrecarga devendo a mesma ser substituída por profissional habilitado; As chaves do Quadro de Luz estão desarmando com frequência: - Podem existir maus contatos elétricos (conexões frouxas) que são sempre fonte e calor, o que afeta a capacidade das chaves, Neste caso, um simples reaperto às conexões resolverá o problema; - Outra possibilidade é de o sistema esteja sobrecarregado com Instalação de novas cargas, cujas características de potencia são superiores às previstas no projeto. Tal fato deve ser rigorosamente evitado. A chave geral do quadro desarmado: 34


Pode existir falta de isolação da afiação, provocando aparecimento de corrente para a terra. Neste caso deve ser identificado qual o circuito com falha, procedendo ao desligamento de todos os disjuntores até que se descubra o circuito com problema, procedendo então ao reparo da isolação com falha. Pode existir defeito de isolação de algum equipamento ou chuveiro; para descobrir qual está com defeito, proceda da maneira descrita anteriormente e repare a isolação do equipamento. Choques elétricos: Ao perceber qualquer sensação de choque elétrico, proceder da seguinte forma: - Desligue a chave de proteção deste circuito; - Verificar se o isolamento dos fios de alimentação não foi danificado e estão fazendo conato superficial com alguma parte metálica; - Caso isso não tenha ocorrido, o problema possivelmente está no isolamento interno características elétricas. Chuveiro elétrico não esquenta a água: - Verificar se a chave de proteção no quadro de distribuição está desarmada, caso esteja, religá-la; Persistindo o problema, verificar se não ocorreu a queima da resistência do chuveiro elétrico, se for o caso substitui-la. Perda de Garantia - Lacre rompido. - Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais; - Se for evidenciada a substituição de disjuntores por outros de capacidade diferente, especialmente de maior amperagem; 35


- Se for evidenciado o uso de eletrodoméstico velho, chuveiros ou aquecedores elétricos sem blindagem, desarmados os disjuntores; - Se for evidenciada sobrecarga nos circuitos devido à ligação de vários equipamentos no mesmo circuito; - Se for verificada a não utilização de proteção individual para equipamentos sensíveis; - Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária. DICAS IMPORTANTES A sobrecarga na instalação é uma das principais causas de incêndios. Se a corrente elétrica está acima do que a fiação suporta, ocorre superaquecimento dos fios, podendo dar início a um incêndio. Por isso: - Não ligue mais de um aparelho por tomada. Esta é uma das causas de sobrecarga na instalação elétrica; - Não faça ligações provisórias. Tome sempre cuidado com as instalações elétricas. Fios descascados quando encostam um no outro, provocam curtocircuito e faíscas. Chame um técnico qualificado para executar ou reparar as instalações elétricas ou quando encontrar um dos seguintes problemas: - Constante abertura dos dispositivos de proteção (disjuntores). Queimas frequentes de fusíveis; - Aquecimento da fiação e/ou disjuntores; - Quadros de distribuição com dispositivos de proteção do tipo chave-faca com fusíveis cartucho ou rolha. Substitua-os por disjuntores ou fusíveis do tipo Diazed ou NH; - Fiações expostas (a fiação deve estar sempre embutida em eletrodutos);

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- Lâmpadas incandescentes instaladas diretamente em torno de material combustível, pois, elas liberam grande quantidade de calor; -

Inexistência

equipamentos

de

elétricos,

aterramento tais

como:

adequado torneiras

e

para

as

chuveiros

instalações

e

elétricos,

ar

condicionado, etc.; - Evite aterrá-los em canos d'água. ATENÇÃO: Toda a instalação elétrica tem que estar de acordo com a Norma Brasileira NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS Antes de instalar um novo aparelho, verifique se não vai sobrecarregar o circuito. Utilize os aparelhos elétricos somente de modo especificado pelo fabricante.

3.6 – GRUPO GERADOR Descrição do Sistema Pressurização O grupo gerador tem que ser ligado toda semana, e o tanque de óleo diesel deve estar sempre abastecido, qualquer duvida com relação ao equipamento entrar em contato com o fabricante: STEMAC S/A – GRUPO GERADORES Fone: (91) 4008-7300 – Contato: Rocco ou Igor Soares INFORMAÇÕES DE EQUIPAMENTO: Cliente: Construtora Bruno Miléo LTDA - Ed. Ville Deux Nº de serie: 0081882210

TOMADAS GMG

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- Há uma tomada (identificadas com plaqueta) na cozinha e outra na sala, ligada no circuito essencial alimentado diretamente pelo grupo gerador, ou seja, em condições normais de fornecimento da energia as referidas tomadas não estarão energizadas, somente quando faltar energia da concessionária e o grupo gerador funcionar elas passarão a ter energia permitindo assim a sua utilização em 110V – 10A.

3.7 – ESQUADRIAS DE PVC Vantagens das Esquadrias de PVC As Esquadrias em PVC apresentam inúmeras vantagens quando comparadas a outras executadas com materiais como madeira e metal: - Durabilidade - Estabilidade de cor - Economia - Fácil manutenção - Ecologicamente correto - Segurança - Resistência à corrosão e degradação - Vedação a água - Isolamento térmico - Isolamento acústico - Resistência à pressão dos ventos - Possibilidade de utilização de vidros duplos - Estética e variedade de modelos

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- Medidas personalizadas - Imunes a cupins - Garantia dos acessórios segundo normas da ABNT Compreendem o conjunto de portas e janelas de alumínio com a seguinte finalidade: - Permitir a iluminação do ambiente pelo melhor aproveitamento da luz natural; - Possibilitar o contato visual com o exterior; - Acessar áreas externas e ou internas; - Possibilitar a troca de ar e a ventilação natural; - Proteger o interior da residência e seus ocupantes das intempéries exteriores. As esquadrias também abrangem: corrimão, guarda-corpo de terraços, painéis e fachada e outros elementos arquitetônicos. Características de algumas esquadrias: Janelas e Portas de Correr: - Não interferem nas áreas externas ou internas, permitindo, no caso de janelas, uso de grades ou telas, persianas ou cortinas; - Oferecem a possibilidade de regulagem da abertura das folhas propiciando maior conforto na aeração do ambiente; - No caso de portas ou janelas com veneziana aerada, facilita ao usuário dosar a ventilação ou claridade ao seu gosto, mantendo tal posição inalterada sob ação dos ventos. Cuidado de Uso 39


AÇÃO DOS VENTOS SOBRE AS ESQUADRIAS - Rajadas de ventos podem causar acidentes com as crianças por isso utilize o Para-porta, disponível em vários modelos. Evita acidentes com os dedos das crianças nas batidas bruscas de portas. Também ajuda a evitar que a criança se tranque acidentalmente num ambiente, prendendo a porta quando está aberta. No caso de chuvas é essencial que portas e janelas estejam fechadas e travadas, pois em alguns tipos de janelas, que aparentemente estejam fechadas, porém não travadas, pode ocorrer sua abertura pela ação dos ventos fortes. É de responsabilidade dos moradores adotarem providências mínimas de segurança. - Em caso de rajadas de vento, os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para travar as janelas nessas situações; - As janelas devem correr suavemente não devendo ser forçadas; - Os trincos não devem ser forçados. Se necessário, aplicar suave pressão ao manuseá-lo. - A limpeza e desobstrução dos drenos devem ser feita constantemente, principalmente no período chuvoso, pois impede a formação de lodo o que obstrui o escoamento da água, facilitando assim a infiltração da mesma pelos cantos da janela e portas. Cuidados na pintura de paredes e limpeza das fachadas - Antes de executar qualquer tipo de pintura, seja tinta a óleo, látex ou cal, proteger as esquadrias com fitas adesivas de PVC sejam elas pintadas ou anodizadas. Não utilize fitas “crepe”, pois elas costumam manchar a esquadria quando em contato prolongado; - Remover a fita adesiva imediatamente após o uso, uma vez que sua cola contém ácidos ou produtos agressivos, que em contato prolongando com esquadrias poderão danificá-las;

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- Caso haja contato da tinta com as esquadrias, limpar imediatamente com pano seco e em seguida, com pano umedecido em solução de água e detergente neutro; - Na limpeza das fachadas com revestimentos cerâmicos ou de granito, em que se utilizem soluções que contenham produtos agressivos de quaisquer tipos, proteger as esquadrias com fita de PVC, aplicando-a cuidadosamente, sem que fique nenhuma área desprotegida ou com mal conato. Caso isso não seja possível recomenda-se que a limpeza da fachada seja feita com uso de água com detergente neutro a 5%. Manutenção Preventiva Limpeza das Esquadrias - Utilize somente solução de sabão neutro e água, com pano ou esponja macio (no caso de haver sujeira difícil de remover, utilize uma escova macia); - A limpeza das esquadrias como um todo, inclusive guarnições de borrachas e escovas, deverá ser feita com solução de água e detergente neutro a 5%, com auxilio de esponja macia, a cada 06 (seis) meses no mínimo, caso necessário, com uma frequência menor (lugares com muita concentração de pó requerem limpeza a cada 4 meses); - Uma lixa de agua e polimento com cera automotiva são eficientes para remover riscos; - Não faça limpeza com jatos de água sob pressão, estes poderão danificar os materiais que fazem a vedação da esquadria (borrachas e fitas) e a vedação junto à parede (silicones e poliuretanos); - Nunca utilize para limpar: produtos à base de petróleo ou produtos cítricos, gasolina, álcool, alvejantes, desengordurante, removedor de esmalte; - As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam frequentemente limpos, evitando o acumulo de poeira, que com o passar do

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tempo vão se compactando pela ação de abrir e fechar, se transformando em crostas de difícil remoção, comprometendo o desempenho das roldanas e exigindo a sua troca precoce; - Devem-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos e desobstruídos, principalmente na época de chuvas mais intensas, pois está é a causa principal do “borbulhamento” e vazamento de água para o interior do ambiente; - NÃO usar em hipótese alguma, detergentes contendo saponáceas, esponjas de aços de qualquer espécie, ou qualquer outro material abrasivo; - NÃO usar produtos ácidos ou alcalinos, sua aplicação poderá causar manchas na anodização ou pintura, tornando o acabamento opaco; - NÃO utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos “cantinhos” de difícil acesso. Essa operação poderá ser feita com uso de pincel de cerdas macias embebidos na solução de água e detergente neutro a 5%; - NÃO remover as borrachas ou massas de vedação; - Caso ocorram respingos de cimento, gesso, acido ou tinta, remova-os imediatamente com um pano umedecido na mesma solução de água e detergente neutro a 5% e, logo após, passe uma flanela seca; - Todas as articulações e roldanas trabalham sobre camada de nylon autolubrificante, razão pela qual dispensam quaisquer tipos de graxa ou óleo lubrificante. Estes produtos não devem ser aplicados às esquadrias, pois em sua composição poderá haver ácidos ou componentes não compatíveis com os materiais usados na fabricação das esquadrias; - Quando a janela possuir persiana de enrolar, a limpeza externa da mesma deve ser feita removendo-se a tampa da caixa do rolo, que fica na parte superior da janela, pelo lado interno. Em seguida proceder à limpeza com um pano macio (ou esponja), umedecido em uma solução de água e detergente

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neutro (a 5%), executando-se a limpeza em duas ou três palhetas de cada vez, à medida que é movida a persiana. Manutenção das esquadrias - As esquadrias modernas são fabricadas com utilização de acessórios articuláveis (braços, fechos e dobradiças) e deslizantes (roldanas e rolamento) de nylon, que não exigem qualquer tipo de lubrificação, uma vez que suas partes auto lubrificante, de grande resistência ao atrito e às intempéries; - Reapertar delicadamente com chave de fenda todos os parafusos aparentes dos fechos, fechaduras ou puxadores e roldanas responsáveis pela folga do caixilho de correr junto ao trilho, sempre que necessário; - Verificar a vedação e fixação dos vidros a cada ano. Perda de Garantia e Outras Informações Ler Manual de Instruções ao Proprietário da Claris, entregue juntamente com o CD do Manual do Proprietário.

3.8 – FORRO DE GESSO Os tetos de todos os banheiros, sacadas, lajes técnicas e circulação são formados por placas de gesso. Para evitar danos às estas placas de gesso, evite provocar qualquer tipo de impacto direto sobre as mesmas. Do mesmo modo, deve ser evitada a colocação de ganchos ou suportes para pendurar vasos ou outro tipo de objetos. Pela sua composição, os forros falsos não possuem resistência para suporta este tipo de peso. Deverá ser promovida uma limpeza mensal com espanador ou aspirador de pó. Evite contato das placas de gesso com a água, inclusive ao utilizar o chuveiro manter a janela aberta para evitar a condensação do vapor d’água no forro que poderá danificá-lo.

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A cada ano, o proprietário deverá providenciar a repintura do local. Quando necessário retira alguma mancha, utilizar pano levemente umedecido em água e sabão neutro. Deverá ser tomado cuidado na furação para colocação de luminárias nos cômodos rebaixados, uma vez que existem tubulações correndo sobre os forros. Quando da aquisição das luminárias deve-se contemplar que o cômodo é rebaixado para que as mesmas possuam peso e fixação adequada para tal. Na tabela de fornecedores (pag.71) está a empresa executora desse serviço.

3.9 – MÁRMORES E GRANITOS Nas peças de granito da banca da cozinha, recomendamos aos proprietários a limpeza utilizando água com detergente ou sabão neutro. Nunca utilizar produtos de limpeza agressivos, tais como palha de aço, ácidos ou detergentes muito fortes. É bom lembrar que estes materiais em suas industrializações passam por um processo de estuque especial, sendo necessária maior atenção quanto à sua limpeza e manutenção pelos proprietários, a fim de não causar danos ao mármore. Deve-se também, limpá-lo com água com detergente e sabão neutro, e a exemplo dos granitos nunca utilize produtos agressivos ou abrasivos, nem remova sujeira com “faquinha”. É aconselhável de 3 em 3 meses, aplicar uma demão muito fina de cera incolor para sua conservação e proteção. As bancadas de mármore e granito da sua unidade foram fixadas através de suporte metálicos fixados na parede de bloco de concreto. Neste processo foi previsto um afastamento mínimo que permita a colocação dos gabinetes e armários embutidos sem a remoção dos respectivos suportes. Não permita que seu marceneiro os remova, e nem acumule excesso de peso sobre as bancas, pois este procedimento afetará a estabilidade das peças, assim como sua vedação, acarretando no cancelamento da garantia deste item.

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A empresa fornecedora das bancas, pisos, soleiras e tentos de granito se encontram na TABELA DE FORNECEDORES (pag. 71).

3.10 – PINTURA Cuidados básicos para limpeza e conservação: - Nunca esfregue as paredes, manchas devem ser limpas com um pano branco umedecido com água e sabão neutro; - Não use produtos ácidos à base de amoníaco. A tinta deve resistir bem o pano umedecido com água e produtos domésticos do tipo detergente, sabão neutro; - A janela do banheiro deve ser mantida aberta, para evitar aparecimento de manchas de bolo no teto; - Imóvel deve estar sempre bem ventilado para evitar o aparecimento de mofo nas pinturas, resultado da soma de umidade da sombra e calor. - Com o tempo, a pintura escurece um pouco e fica naturalmente “queimada”. Nunca faça retoques isolados. Se necessário, pinte toda a parede ou o cômodo. Pinturas nas áreas externas, tal como varandas, hall social e serviço, devem ser comunicadas ao condomínio, tendo em vista o aspecto do edifício como um todo. - Para que seu imóvel mantenha aparência sempre nova, recomenda-se uma pintura geral a cada 2 (dois) anos. Este procedimento corrigirá o aparecimento de fissuras, dando maior proteção ao substrato. - Vale para todos os materiais que se encontram em sua unidade: antes de utilizar um produto de limpeza, faça um pequeno teste numa superfície de peça a ser limpa, assim você assegura um bom resultado, sem surpresa desagradáveis. - Antes de executar qualquer tipo de pintura, seja tinta á óleo, látex ou cal, proteger as esquadrias com fitas adesivas de PVC, sejam elas pintadas ou

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anodizadas. Não utilize fitas tipo “crepe”, pois elas costumam manchar a esquadria quando em contato prolongado. Remover a fita adesiva imediatamente após o uso, uma vez que sua cola contém ácidos ou produtos agressivos, que em contato prolongado com as esquadrias poderão danificá-las; Caso haja contato da tinta com as esquadrias, limpar imediatamente com pano seco e em seguida, com pano umedecido em solução de água e detergente neutro. Na limpeza das fachadas com revestimentos cerâmicos ou de granito, em que se utilizem soluções que contenham produtos agressivos de quaisquer tipos, proteger as esquadrias com fita de PVC, aplicando-a cuidadosamente, sem que fique nenhuma área desprotegida ou com mau contato. Caso isso não seja possível, recomenda-se que a limpeza da fachada seja feita com o uso de água com detergente neutro a 5%.

3.11 – FACHADA A fachada foi executada em revestimento cerâmico 10 x 10 cm, sendo utilizadas 02 cores (Ver tabela de acabamentos pag.63). OBS: Não é recomendada a instalação de redes e /ou grades de proteção nas janelas, pois existe possibilidade de infiltrar água pelos furos execuções na colocação das mesmas.

3.12 – SISTEMA DE SEGURANÇA O edifício é dotado de rede de sistema de segurança. Sistema de Segurança No caso de intrusão ou tentativa de roubo ou assalto, seguir as recomendações de empresa de segurança especializada, quando houver, ou acionar a policia.

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4 - OPERAÇÃO DO IMOVEL Elaboramos algumas sugestões com a finalidade de orientá-lo na implantação e operação do seu imóvel, bem como aspectos das áreas comuns.

4.1– MEIO AMBIENTE É importante estar atento para os aspectos ambientais e promover a conscientização dos moradores e funcionários para que colaborem em ações que tragam benefícios, tais como: Uso racional da água. Verifique mensalmente as contas para analisar o consumo de água e chegar e checar o funcionamento dos medidores ou a existência de vazamento. Em caso de oscilações chamar a concessionária para inspeção (esta pratica também pode ser adotada para o uso de gás). - Verifique mensalmente a existência de perdas de água (torneiras “pingando”, bacias “escorrendo”, etc.). - Fique atento para o uso adequado da água, evitando o desperdício. Uso Racional de Energia - Procure estabelecer o uso de energia, desligando quando possíveis pontos de iluminação e equipamentos. - Para evitar fuga de corrente elétrica, realize as manutenções sugeridas, tais como: rever estado de isolamento das emendas de fios, reapertar as conexões de Quadro de Distribuição e as conexões de tomadas, interruptores e pontos de luz, verificar o estado dos contatos elétricos substituindo peças que apresentam desgastes. - Instale equipamentos e eletrodoméstico que possuem selo de “conservação de energia”, pois estes consomem menos energia. Coleta Seletiva 47


- Procure implantar um programa de coleta seletiva no edifício e destine os materiais coletados à instituição que possam reciclá-los ou reutilizados.

4.2 – SEGURANÇA PATRIMONIAL - Verifique se há critérios de acesso para visitantes, fornecedores, representantes de órgão oficiais e das concessionárias; - Verifique com o sindico se foi contratado seguro contra incêndio e outros sinistros (obrigatório), abrangendo todas as unidades, partes e objetos comuns outros; - Garanta a utilização adequada dos ambientes para os fins que foram destinados, evitando utilizá-los para o armazenamento de materiais inflamáveis e outros não autorizados; - Garanta a utilização adequada dos equipamentos das áreas comuns para os fins que foram projetados.

4.3 – PEDIDOS DE LIGAÇÕES INDIVIDUAIS Tão logo você receba as chaves de sua unidade, providencie nas concessionárias os pedidos de ligações locais individuais de telefone e energia elétrica, pois demandam certo tempo para serem executadas. TELEFONES DAS CONCESSIONÁRIAS Rede Celpa – 08000 196 910 (Seguir o PASSO A PASSO DA SOLICITAÇÃO DE LIGAÇÃO NOVA, descrito no item 3.5 - INSTALAÇÕES ELETRICAS, deste manual.). Telemar - 103 31 (Solicitar a instalação de linha e Informar todos os dados)

4.4 – MODIFICAÇÕES E REFORMAS NO IMOVEL REFORMAS ATENÇÃO Caso sejam executadas reformas no seu imóvel, tome os seguintes cuidados. 48


- O imóvel foi construído a partir de projetos elaborados por empresas especializadas, obedecendo à Legislação Brasileira de Normas Técnicas. A Construtora não assume responsabilidade sobre mudanças (reformas), e esses procedimentos acarretam perda de garantia; - Alterações das características originais do imóvel podem afetar o seu desempenho estrutural, térmico, acústico, etc., bem como nas unidades vizinhas, demais áreas comuns e desempenho dos sistemas do edifício e, portanto, devem ser feitas sob orientação de profissionais / empresa qualificadas para tal fim. O condomínio deve ser comunicado antecipadamente; - As alterações nas áreas comuns, incluindo a alteração de elementos na fachada, só podem ser feitas após aprovação em assembleia de Condomínio, conforme especificado na Convenção de Condomínio; - Consulte sempre pessoal técnico para avaliar as implicações nas condições de estabilidade, segurança, salubridade e conforto, decorrentes de modificações efetuadas. DECORAÇÃO - No momento da decoração, verifique as dimensões dos ambientes e espaços no Projeto de Arquitetura, para que transtornos sejam evitados no que diz respeito à aquisição de mobília e/ou equipamentos com dimensões inadequadas. Atente também para a disposição das janelas, dos pontos de luz, das tomadas e interruptores; - No caso de o imóvel ser entregue sem o revestimento do piso, deverá ser providenciar a sua colocação, respeitando as condições técnicas estipulando no Memorial Descritivo, especifico de sua unidade, tais como espessura máxima permitida, desempenho acústico, etc. A alteração do revestimento poderá descaracterizar o desempenho previsto nos projetos; - A colocação de redes e/ou grades em janelas deverá respeitar o estabelecido na Convenção do Condomínio e no Regulamento Interno do Condomínio; 49


- Não encoste o fundo dos armários nas paredes para evitar a umidade proveniente da condensação. É sempre aconselhável a colocação de um isolante como, por exemplo, chapa de isopor, entre o fundo do armário e a parede; - Nos armários e nos locais sujeitos a umidade (sob as pias) utilize sempre revestimentos impermeável (tipo fórmico); Para fixação de acessórios (quadros, armário, cortinas, saboneteiras, papeleiras, suportes) que necessitem de furação nas paredes de sua unidade, é importante tomar os seguintes cuidados: - Observe se o local escolhido não é passagem de tubulações hidráulicas, conforme detalhado nos Projetos de instalações hidráulicas constante no manual do Proprietário; - Evite perfuração na parede próxima ao quadro de distribuição e nos alinhamentos verticais de interruptores e tomadas, para evitar acidentes com os fios elétricos; - Para furação em geral utilize, de preferência, furadeira e parafusos com bucha. Atente para tipo de revestimento, bem como sua espessura, tanto para parede quanto para teto e piso; - Na instalação de armários sob as bancadas de lavatórios e cozinha, devese tomar muito cuidado para que os sifões e ligações flexíveis não sofram impactos, pois as junções podem ser danificadas, provocando vazamentos.

4.5 – SERVIÇOS DE MUDANÇA E TRANSPORTE DE MOVEIS Por ocasião da mudança para o seu imóvel é aconselhável que você faça um planejamento, respeitando o Regulamento Interno do Condomínio e prevendo a forma de transporte dos moveis, levando em consideração as dimensões dos elevadores, escadarias, rampas e os vãos livres das portas.

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4.6 – AQUISIÇÃO E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS - A instalação elétrica de seu imóvel é dividida em vários circuitos. Cada um tem limite determinado de carga em projeto, o que deverá ser conhecido para a verificação de quais aparelhos eletrodomésticos poderão ser neles ligados; - O quadro de luz da unidade ETA sendo entregue com o diagrama dos disjuntores; - Ao adquirir qualquer aparelho, verifique primeiramente à compatibilidade da sua tensão (voltagem) e potencia que deverá ser no máximo, igual à voltagem e potencia dimensionada em projeto para circuito; - Na instalação de luminárias, solicite ao profissional habilitado que esteja atento ao total isolamento dos fios; - Para sua orientação, o consumo de energia de seus equipamentos é calculado da seguinte forma; Potencia x Quantidade de horas por mês = Consumo KWh por mês.

4.7 – PREVENÇÕES E COMBATE A INCÊNDIO Apesar de riscos de incêndio em edifícios serem pequenos, eles podem ser provocados por descuidos como esquecer ferros de passar roupas ligado, panelas superaquecidas, curtos-circuitos ou mesmo cigarros mal apagados; - O seu edifício é dotado de um Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio, projetado de acordo com as normas do Corpo de Bombeiros; - Este sistema abrange reserva de água na caixa d’água, prumadas, mangueiras de incêndio, extintores e alarmes; - Certifique-se no condomínio que estes itens se encontram em perfeito estado, somente são utilizados para esse fim e não sofreram alteração com relação ao projeto original.

EM CASO DE INCÊNDIO: 51


- Informe a portaria para avisar aos demais moradores - Ligue para o Corpo de Bombeiros - Não utilize os elevadores - Deixe imediatamente o local

4.8 – SITUAÇÕES DE EMERGENCIA Vazamento em Tubulações de Gás Caso se verifique algum vazamento de gás de algum aparelho como fogão ou aquecedor, feche imediatamente os respectivos registros. Mantenha os ambientes ventilados, abrindo as janelas e as portas. Não utilizar nenhum equipamento elétrico ou acionar qualquer interruptor. Caso perdure o vazamento, solicitar ao zelador / gerente predial o fechamento da rede de abastecimento. Acionar imediatamente

a

concessionária competente,

o

fornecedor

dos

equipamentos ou o Corpo de Bombeiros. Vazamento em Tubulações Hidráulicas No caso de entupimento na rede de coleta de esgoto e águas pluviais, avisar a equipe de manutenção local e acionar imediatamente, caso necessário uma empresa especializada em desentupimento. Curto-Circuito em Instalações Elétricas No caso de algum curto circuito, os disjuntores (do quadro de comando) desligam-se automaticamente, desligando também as partes afetadas pela anormalidade. Para corrigir, é só voltar o disjuntor correspondente a sua posição original, tendo antes procurado verificar a causa de desligamento do disjuntor, chamando imediatamente e firma responsável pela manutenção das instalações do condomínio, através do zelador predial e / ou administradora. No caso de curto circuito em equipamento ou aparelhos, procurar desarmar manualmente o disjunto correspondente ou a chave geral.

52


Parada Súbita dos Elevadores COMO AGIR NO ELEVADOR EM PANE Não permita que nenhum funcionário do edifício abra a porta do elevador em caso de pane. Aguarde a manutenção chegar. Este procedimento evita acidentes graves. NUNCA TENTE SAIR PELO BURACO OU PARTE ABERTA DE UM ELEVADOR EM PANE. O procedimento correto é o seguinte: 1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém. 2. Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança. 3. Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade. Ele poderá subir ou descer repentinamente. 4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro. 5. ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes se está compatível com o peso que diz na placa. Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema. Os bombeiros explicaram também que o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e que um elevador não cai, sem mais nem menos. Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo 53


porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar) e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas. Resumindo: se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou de um abelhudo que diz que tudo já está sob controle. E, em caso de Incêndio, JAMAIS use o elevador. Faça uso da escada. BOMBEIROS: TELEFONE 193 Não atire lixo no poço do elevador. Esse lixo prejudica as peças que estão na caixa do elevador, causando danos e mau funcionamento do sistema.

4.9 – SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO O sistema de pressurização de escada de emergência consiste de um arranjo eletro mecânico de ventilação forçada para a pressurização da escada de edifícios verticais, que insufla ar na caixa de escada mantendo uma pressão de 40 a 60 pa, com a finalidade de evitar a infiltração de fumaça, na eventualidade de incêndio. O sistema compõe-se da instalação de um ventilador com motor elétrico, a ser montado em compartimento isolado. O ar externo será captado por veneziana de tomada de ar externo provida de filtro de partículas. O insuflamento de ar para a escada de emergência será realizado diretamente na escada de emergência através do duto de descarga de ar, a partir do ventilador. O Sistema de pressurização poderá ser acionado manualmente ou através dos sistemas e dispositivos descritos a seguir: - Automaticamente, através de sistema de detecção de incêndio; - Manualmente, através de botoeira, instalado na portaria do edifício; - Manualmente, diretamente no quadro elétrico do ventilador.

O

balanceamento da pressão de ar requerida na escada será controlado através de 54


dampers manuais devidamente dimensionados, a ser instalado na descarga do ventilador. - Para o funcionamento do sistema e extremamente necessários que as portas corta-fogos dos andares permaneçam sempre hermeticamente fechadas.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

- VENTILADOR INDUSTRIAL BERLINERLUFT MODELO BSD 710 – CLASSE 3 RD/LG OC.

- EMPRESA: BERLINELUFT DO BRASIL LTDA. RUA VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO, 402 – BAIRRO VICENTINA CEP: 93025–400 – SÃO LEOPOLDO, RS. FONE: (51) 3589.3912

4.10 - OBRAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES A realização de serviços complementares, como colocação de armários, alteração de revestimentos, mudança de pontos elétricos e hidros sanitários, fixação de acessórios, abertura ou fechamento de vãos e modificações não constantes no projeto original, após a entrega das chaves, são de inteira responsabilidade do proprietário. Obras ou reformas devem ser comunicadas formalmente a administração do condomínio. Alertamos que sobre os serviços não executados pela empresa não cabe assistência técnica e caso estas modificações interfiram nos sistemas originais, acarretam perda de garantia.

55


ATENÇÃO! a) Comunicar o período de intervenção ao Condomínio. b) Verificar as normas internas para: credenciamento de operários, horários de trabalho e de entrada e saída de material. c) Providenciar a retirada de entulho das unidades, devidamente ensacado, mantendo limpas as áreas vizinhas afetadas. d) Danos a áreas comuns ou a terceiro decorrentes de reformas incidem exclusivamente sobre o condômino responsável. e) Nas alvenarias estruturais não é permitida a retirada de paredes, aberturas de vãos, portas ou janelas, sem o acompanhamento de um engenheiro calculista sob o risco de perda de garantia do imóvel, bem como responsabilidade civil por danos a terceiros.

56


.

ATENÇÃO CUIDADO AO PERFURAR PAREDES Ao colocar armários, tomar cuidado e utilizar limitador de broca.

ANALISE BEM OS

PROJETOS

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PROJETOS AREA CONDOMINIAL LAY OUT LAZER PLANTA BAIXA SUBSOLO PLANTA BAIXA TERREO PLANTA BAIXA – 1º NIVEL PLANTA BAIXA – 2º NIVEL PROJETO HIDROSANITARIO SUBSOLO PROJETO HIDROSANITARIO TERREO PROJETO HIDROSANITARIO 1º NIVEL PROJETO HIDROSANITARIO 2º NIVEL PROJETO ANTENA, INTERFONE, CFVT SUBSOLO PROJETO ANTENA, INTERFONE, CFVT TERREO PROJETO ANTENA, INTERFONE, CFVT 1º NIVEL PROJETO ANTENA, INTERFONE, CFVT 2º NIVEL PROJETO ELETRICO SUBSOLO PROJETO ELETRICO TERREO PROJETO ELETRICO 1º NIVEL PROJETO ELETRICO 2º NIVEL

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PROJETO TELEFONICO SUBSOLO PROJETO TELEFONICO TERREO PROJETO TELEFONICO 1º NIVEL PROJETO TELEFONICO 2º NIVEL PROJETO INSTALAÇÃO DE GÁS TERREO PROJETO INSTALAÇÃO DE GÁS 1º NIVEL PROJETO INSTALAÇÃO DE GÁS 2º NIVEL ESQUEMA ISOMETRICO: 2º NIVEL - BHO SALÃO DE JOGOS 2º NIVEL – BHO ESPAÇO GOUMERT 2º NIVEL – COPA 2º NIVEL – DUCHA TERRAÇO DESCOBERTO 2º NIVEL – CHURRASQUEIRA 1º NIVEL – BHO DEPOSITO TERREO – BHO GUARITA TERREO – BHO ZELADORIA

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LAY-OUT LAZER

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PLANTA BAIXA SUBSOLO

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PLANTA BAIXA TÉRREO

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PLANTA BAIXA – 1º NIVEL

63


PLANTA BAIXA – 2º NIVEL

64


PROJETO HIDROSANITARIO SUBSOLO

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PROJETO HIDROSANITARIO TERREO

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PROJETO HIDROSANITARIO 1ยบ NIVEL

67


PROJETO HIDROSANITARIO 2ยบ NIVEL

68


PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT SUBSOLO

69


PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT TERREO

70


PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT 1ยบ NIVEL

71


PROJETO ANTENA, INTERFONE CFVT 2ยบ NIVEL.

72


PROJETO ELETRICO SUBSOLO

73


PROJETO ELETRICO TERREO

74


PROJETO ELETRICO 1ยบ NIVEL

75


PROJETO ELETRICO 2ยบ NIVEL

76


PROJETO TELEFONICO SUBSOLO

77


PROJETO TELEFONICO TERREO

78


PROJETO TELEFONICO 1ยบ NIVEL

79


PROJETO TELEFONICO 2ยบ NIVEL

80


PROJETO INST. DE GÁS TERREO.

81


PROJETO INST. DE GรS 1ยบ NIVEL.

82


PROJETO INST. DE GรS 2ยบ NIVEL.

83


ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL - BHO SALÃO DE JOGOS

84


ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL - BHO ESPAÇO GOURMET

85


ESQUEMA ISOMร‰TRICO 2ยบ NIVEL - COPA

86


ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL – DUCHA TERRAÇO DESCOBERTO

87


ESQUEMA ISOMÉTRICO 2º NIVEL – CHURRASQUEIRA

88


ESQUEMA ISOMÉTRICO 1º NIVEL – BHO DEPOSITO

89


ESQUEMA ISOMÉTRICO TERREO - BHO GUARITA

90


ESQUEMA ISOMÉTRICO TERREO – BHO ZELADORIA

91


TABELAS: - DE ACABAMENTO; - PRAZOS DE GARANTIA; - MANUTENÇÃO PREVENTIVA - INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS; - FORNECEDORES DE MATERIAIS

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TABELA DE ACABAMENTO FACHADAS

REVESTIMENTO REVESTIMENTO CERAMICO BRANCO ELIANE 10 x 10 CM REVESTIMENTO CERAMICO PRETO LAGUNA ELIANE 10 x 10 FACHADA

CM PASTILHA BRANCO NGK 4,5 x 4,5 CM

FRENTE PASTILHA PRETO NETUNO NGK 4,5 x 4,5 CM PASTILHA CINZA METÁLICA NGK 4,5 X 4,5 CM REVESTIMENTO CERAMICO BRANCO ELIANE 10 x 10 CM REVESTIMENTO CERAMICO BRANCO ELIANE 10 x 10 CM FACHADA FUNDOS

REVESTIMENTO CERAMICO PRETO ELIANE 10 x 10 CM PASTILHA BRANCO ARARUAMA NGK 4,5 x 4,5 CM PASTILHA PRETO NGK 4,5 x 4,5 CM PASTILHA CINZA METÁLICA NGK 4,5 X 4,5 CM

93


FACHADAS LATERAIS

94


FACHADAS FUNDOS

95


FACHADAS FRENTE

96


FACHADAS GUARITA - FRENTE

DETALHE DA GUARITA - FRENTE

97


FACHADAS GUARITA - LATERAL

DETALHE DA GUARITA - LATERAL

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PRAZOS DE GARANTIA

99


100


101


(*) Prazo especificado pelo Fabricante – entende-se por desempenho de equipamentos e materiais sua capacidade em atender os requisitos em projetos, sendo o prazo de garantia o consoante dos contratos ou manuais específicos de cada material ou equipamento entregues, ou 6 (seis) meses (o que for maior). 102


NOTA 1: Nesta tabela consta os principais itens das unidades autônomas e das áreas comuns, variando com a características individual de cada empreendimentos, com base no seu Memorial Descritivo. NOTA 2: No caso de cessão ou transferência da unidade, os prazos de garantia aqui estipulados permanecerão validos. Disposições Gerais - A Construtora se obriga a prestar, dentro dos prazos de garantia, o serviço de Assistência Técnica, reparando, sem ônus, os vícios ocultos dos serviços, conforme constante no Termo de Garantia. - A Construtora se obriga a prestar o Serviço de Atendimento ao Cliente para orientações e esclarecimentos de duvidas referentes à manutenção preventiva e à garantia. - O proprietário se obriga a efetuar a manutenção preventiva do imóvel, conforme as orientações constantes nesse Termo, bem como no Manual do Proprietário, sob pena de perda de garantia. - O proprietário é responsável pela manutenção preventiva de sua unidade, e é corresponsável pela Manutenção Preventiva do conjunto da edificação, conforme estabelecido nas Normas Técnicas Brasileiras, no Manual do Proprietário e no Manual das Áreas Comuns, obrigando-se a permitir o acesso do profissional destacado pela Construtora proceder às vistorias técnicas necessárias, sob pena de perda de garantia. - O Sindico é responsável pela elaboração e execução do Programa de Manutenção Preventiva de acordo com a NBR 5674 – Manutenção de Edificação. - No caso de revenda, o proprietário se obriga a transmitir as orientações sobre o adequado uso, manutenção e garantia do seu móvel, ao novo condomínio entregando os documentos e manuais correspondentes. - No caso de alteração do Sindico, ou responsável pelo gerenciamento do edifício, este se obriga a transmitir as orientações sobre o adequado uso,

103


manutenção e garantia das áreas comuns, ao seu substituto entregando os documentos e manuais correspondentes. - Constatando-se, na visita de avaliação dos serviços solicitados, que esses serviços não estão enquadrados nas condições da garantia, será cobrada uma taxa de visita e não caberá a Construtora a execução dos serviços.

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TABELA DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA

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EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES

Tomada Padrão 2P+T 20A/250V~ com Placa 4" x TOMADAS E

2" - Marca FAME / Linha

INTERRUPTORES

HABITAT

Interruptor Simples 10A/250V~ - Horizontal Com Placa 4" x 2" - Marca FAME / Linha HABITAT

TOMADAS E INTERRUPTORES

Interruptor 1 Tecla Campainha 10A/250V~ com Placa 4" x 2" - Marca FAME / Linha HABITAT

TUBULAÇÃO DE ÁGUA FRIA

TUBULAÇÃO DE GÁS

PORTA CORTAFOGO

Marca TIGRE e AMANCO

Marca TUPI / Ferro Galvanizado

MONTEREALE PLUS (MONTA)

106


Modelo: 30 LED ILUMINAÇÃO DE

Potencia: 1,5W –

EMERGÊNCIA

127/220V - Autonomia: 12h – Marca EMPALUX

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EQUIPAMENTOS DE PISCINA

Concreto armado, impermeabilizado com manta asfáltica.

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MATERIAL

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FERRAGENS

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PAINEL FIXO EM VENEZIANA VENTILADA

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PAREDES

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OPLIMA PARES E TETOS

SELADOR ACRILICO VERTEX VERBRAS

DICASA TUDOCASA MASSAFRA

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TETOS DE GESSO

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Manual do proprietario area condominial