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GALERIA DE ARTE PARA A CIDADE DE MARINGÁ TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO 2013

TFG2013/DAU/UEM

ACADÊMICO: BRUNO GUILHERMO NUNES ORIENTADOR: ROBERTO ESTEVAM


A GALERIA DE ARTE BREVE INTRODUÇÃO AO TEMA


A GALERIA DE ARTE DEFINIÇÃO “corredor extenso que [...] se dispõe quadros, estátuas etc.; coleção de quadros [...] organizada esteticamente”. Ou ainda um “estabelecimento que expõe e/ou vende obras dessa natureza” 1. FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. 1

GALERIA DE ARTE é um espaço arquitetônico em que obras de arte são exibidas para apreciação, venda e negociação, sendo de grande importância sua disposição espacial, iluminação e flexibilidade para abrigar múltiplas expressões artísticas como exposições de pintura, escultura e fotografia, instalações e tantas outras manifestações artísticas para fins mercantis e expositivos.


A GALERIA DE ARTE

FUNCIONAMENTO Atualmente, grande parte das galerias foca em segmentos específicos, mesmo trabalhando com artistas e públicos comuns. Isso se deve ao formato de recepção aos visitantes, configuração dos espaços físico e expositivo, preço e negociação praticados, identidade e contexto ideológico do galerista proprietário, entre outros motivos.

FUNÇÃO DINÂMICA COMERCIAL E LOGÍSTICA DAS OBRAS APOIO A ARTISTAS E SEU CONTATO COM O CONSUMIDOR FINAL EXPOSIÇÃO E VALORIZAÇÃO DE OBRAS DE ARTE


A GALERIA DE ARTE

BREVE HISTÓRICO

DE GALERIAS DE ARTE NO BRASIL (LINHA DO TEMPO) Segundo Bueno, a história das galerias de arte no ocidente remonta ao ano de 1870, quando Paul-Durand Ruel modificou a praxe de sua galeria de arte em Paris, divulgando obras impressionistas e inaugurando, assim, novas formas de concepção e comercialização artísticas, alinhadas ao universo em que surgiram: a cultura urbana e a vida moderna. Essa tipologia “instituiu um novo modus operandi – o mercado de arte moderna –, distinto tanto do acadêmico que o precedeu, quanto das diversas modalidades de comércio de arte que se desenvolveram a partir do século XIX”. Ainda segundo a autora, nesse ambiente de grandes transformações, os marchands tinham como incumbência vender formas estéticas transgressoras e novas visões de mundo.

SALÕES DE ARTES PLÁSTICAS

LINA BO E PIETRO MARIA BARDI, ALÉM DE OUTROS IMIGRANTES ESTABELECEM O MERCADO NO BR CRIAM O MIRANTE DAS ARTES EM SP

(INTERNACIONALIZAÇÃO DE ARTISTAS BRASILEIROS)

GALERIAS THOMAS COHN SUBDISTRITO E SARAMENHA

GALERIA BONINHO E SELEART

DÉCADA DE 40

SÃO PAULO DÉC. DE 50

1870

GERAÇÃO 80

CONSOLIDAÇÃO DOS EIXOS DE ARTE E DESIGN EM SP

DÉCADA DE 80

MERCADO DE ARTE CONSOLIDADO NO RJ E SP

EXPANSÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DA ARTE BRASILEIRA PELO MUNDO SEC XXI DÉCADA DE 90

DÉCADA DE 60

GALERIA JORGE RIO DE JANEIRO

DÉCADA DE 50

1907

SEC XIX

GALERIA LUISA STRINA GABINETE DE ARTE RAQUEL ARNAUD

PRIMEIRA GALERIA DE ARTE DO PAÍS

PETIT GALERIE RIO DE JANEIRO

ART ART E REX GALLERY SÃO PAULO


A GALERIA DE ARTE

GALERIA DE ARTE X MUSEU: MERCADO DE ARTES No comércio das artes, são distinguíveis três pilares que movimentam este mercado: O MUSEU, A CRÍTICA E A GALERIA DE ARTE. O museu e a crítica formam o valor econômico e o embasamento artístico, e o espaço mercantil (galeria) possibilita a comercialização dessa produção como bem econômico. Existe a necessidade tanto do museu, como instituição, para o desenvolvimento do conhecimento artístico da sociedade local, quanto das Galerias para o fomento e valorização dos artistas que estão produzindo e entrando neste mercado.


TIPOLOGIAS E CORRELATOS CORRELATOS E PRODUÇÃO ATUAL DE ESPAÇOS EXPOSITIVOS DE ARTE


CORRELATOS

GALERIA LEME

Galeria Leme

Av. Valdemar Ferreira, 130 Butant達 - S達o Paulo/SP METRO Arquitetos + Paulo Mendes da Rocha


CORRELATOS

ZIPPER GALERIA

Zipper Galeria

Rua Estados Unidos, 1494 Jardim Paulista - São Paulo/SP Rosenbaum + Estúdio Guto Requena


CORRELATOS

COLOMBIA 325

Colombia Building Rua Colombia, 325 Jardim América – São Paulo/SP Triptyque


TIPOLOGIAS E SOLUÇÕES FACHADA E INTERIORES DE ESPAÇO EXPOSITIVO Extensão do museu municipal de Rapperswil-Jona, :mlzd architects.

FACHADA POLIGONAL ESPAÇO EXPOSITIVO NÃOORTOGONAL DESTAQUE AO FECHAMENTO EM BRONZE

ORGANIZAÇÃO FORMAL MoCAPE: Museu de Arte e Exibição Cultural, SearleXWaldron Architecture. CONCURSO PROMOVIDO PARA A CIDADE CHINESA DE SHENZEN TOMADAS DE LUZ COM ELEMENTOS POLIGONAIS PAISAGEM SINTÉTICA ORGANIZAÇÃO FORMAL DE PLANTAS EXPOSITIVAS E RELAÇÃO COM O ENTORNO


TIPOLOGIAS E SOLUÇÕES

RELAÇÃO COM O ENTORNO CAIXAFORUM Madrid, Herzog & De Meuron.

CONCEITO DE CONCENTRADOR CULTURAL PAINEL VERDE: RELAÇÃO COM O ENTORNO FORMADO PELA PRAÇA DE ACESSO E EDIFÍCIO EXISTENTE PAISAGEM SINTÉTICA ESPACIALIDADE NÃO-ORTOGONAL USO DE AÇO CORTEN NA COBERTURA / CONTROLE SOLAR


CONDICIONANTES DE PROJETO O TERRENO E AS CONDICIONANTES PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO


CONDICIONANTES DE PROJETO

ESCOLHA DO TERRENO ATRAVÉS DE ANÁLISE DE LOCALIZAÇÃO DOS CORRELATOS APRESENTADOS CRIA-SE AS CONDICIONANTES PARA A ESCOLHA DO TERRENO.

FÁCIL ACESSO E LOCALIZAÇÃO CENTRAL GRANDE FLUXO DE PESSOAS GRANDE VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA PROXIMIDADE A EIXO DE SERVIÇOS E ENTRETENIMENTO PROXIMIDADE A BAIRROS RESIDENCIAIS DE ALTO PADRÃO


CONDICIONANTES DE PROJETO

PRAÇA ANEXA

RUA NÉO ALVES MARTINS +0,60

41,15m

ÁRVORE

ÁRVORE

ÁRVORE

8,00m

28,60m

O terreno escolhido possui dimensões de 713,5m2, sendo dois lotes desmembrados anteriormente que estão sendo remembrados para este projeto. Os dois lotes estão ocupados atualmente, entretanto suas arquiteturas serão desconsideradas neste projeto. Para um uso institucional, foi necessário o remebramento para que o terreno pudesse implantar o projeto proposto. Um desejo do projeto também é utilizar a praça anexa, a qual hoje não possui apropriação urbana das pessoas que transitam diariamente pelo Parque do Ingá. No projeto proposto, prioriza-se a criação de um volume aberto, voltado para a cidade e sem cercas de fechamento no lote, sendo possível o livre trânsito através do mesmo.

+0,20

+0,30

ÁREA LOTES 001 E 001A

713,5m2

PRAÇA

+0,10

05m 42, a d ha fac -0,20

A UN AG L A NID E V A

LOTE ESCOLHIDO

FONTE: GOOGLE EARTH/2013 DIGITAL GLOBE IMAGEM DE SATÉLITE DO TERRENO E ENTORNO

O TERRENO ESCOLHIDO


CONDICIONANTES DE PROJETO

AVENIDA SÃO PAULO

SHOPPING MARINGÁ PARK

TERRENO ESCOLHIDO

RUA NÉO ALVES MARTINS

SUPERMERCADO MERCADORAMA

TERRENO ESCOLHIDO NA GU LA IDA N E AV

AVENIDA XV DE NOVEMBRO

PRAÇA DA CATEDRAL

PARQUE DO INGÁ

PARQUE DO INGÁ

1 O ENTORNO E LOTE ESCOLHIDO

2 ENTORNO IMEDIATO

ANÁLISE MORFOLÓGICA Foram escolhidos dois lotes para abrigar o projeto da galeria de arte. Os mapas acima demonstram o entorno e forma de ocupação lindeira aos lotes. Com a união dos lotes 001 e 001A, da Quadra fiscal 044, o endereçamento para o lote se mantém como Avenida Laguna, numeração 22, que se configura como fachada principal. Possui fundos para a Rua Néo Alves Martins.

TERRENO ESCOLHIDO

3 ISOMÉTRICA DO ENTORNO


CONDICIONANTES DE PROJETO

TERRENO + ENTORNO

VISTA DA AVENIDA LAGUNA fachada principal

visuais para o entorno

VISTA DA RUA NÉO ALVES

fachada lateral + praça anexa

visuais

PRAÇA ANEXA AO LOTE Praça anexa ao lote, ao qual sofrerá intervenção no projeto. Atualmente apenas utilizado paisagismo de baixa altura.

visuais


CONDICIONANTES DE PROJETO

USO E OCUPAÇÃO DO SOLO OUTORGA ONEROSA PERMISSIVEL NA ZCC PARA COMPRA DE

LOTE ESCOLHIDO

TERCEIRO EMBASAMENTO

FONTE: PMM/2011 LC 914/2011 - LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

TERCEIRO EMBASAMENTO MÁX 10,00m FONTE: PMM/2011 LC 888/2011 - LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

REQUISIÇÕES QUANTO AO USO DO SOLO ANEXO I - LC 888/2011 ZONA ZCC

USO PERMITIDO

USO PERMISSÍVEL

USO RESIDENCIAL UNIFAMILIAR, BIFAMILIAR E MULTIFAMILIAR. ATIVIDADES AUTORIZADAS PELA LC 951/2013 REGULAMENTADA ATRAVÉS DO DECRETO Nº 1880/2013

ESTATÍSTICAS DE USO E OCUPAÇÃO

USO PROIBIDO

-

-

TERRENO ESCOLHIDO

PARAMETROS DA OCUPAÇÃO DO SOLO ANEXO II

ZONAS

ZCC

DIMENS. MÍNIMA DE LOTES MEIO DE QUADRA / ESQUINA TESTADA (m) / ÁREA (m²)

13 / 520 15 / 600

AFASTAMENTO MÍNIMO DAS DIVISAS (m) ALTURA MÁXIMA DE EDIFIC.

COEFIC MÁXIMO DE APROV.

(m)

(un.)

(%)

4,5 C/ OUT. 6,0

TÉRR. E 2º PAV. 90 TORRE 50

COTA 610, C/ OUT. COTA 650

TAXA MÁXIMA DE OCUPAÇÃO DO LOTE (1)

LATERAIS FRONTAL R=RES C=COM.

R=5 C=DISP. 5

713,5m2

COEFICIENTE DE APROV. MÁX

4,5 = 3210,75m2

TAXA DE OCUPAÇÃO MÁX

térreo 90 = 642,15m2 torre 50 = 356,75m2

FUNDOS

ATÉ 02 PAV. S/ ABERT C/ ABERT.

ATÉ 08 PAV

ATÉ 15 PAV

ATÉ 20 PAV

+ 20 PAV

ATÉ 02 PAV. S/ ABERT. C/ ABERT.

+ 2 PAV.

SEM=DISP COM=1,5.

2,5

3

4

5

SEM=DISP COM=1,5.

5

a partir do 4o. pavto c/OUTORGA


CONDICIONANTES DE PROJETO

OUTORGA ONEROSA PERMISSIVEL NA ZCC PARA COMPRA DE

TERCEIRO EMBASAMENTO

FONTE: PMM/2011 LC 914/2011 - LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

TERCEIRO EMBASAMENTO MÁX 10,00m


DIRETRIZES DE PROJETO DIRETRIZES PARA A CRIAÇÃO DO PROJETO DA GALERIA DE ARTE


DIRETRIZES ESPAÇO EXPOSITIVO

GALERIA PARA ARTISTA PRINCIPAL GALERIA EXPOSIÇÃO SECUNDÁRIA EXPOSIÇÃO EM VIDEO NOVOS ARTISTAS (ESPAÇO MISTO GALERIA) BANHEIROS

ADMINISTRAÇÃO

PARÂMETROS

PROGRAMA DE NECESSIDADES E ÁREAS TERRENO ESCOLHIDO COEFICIENTE DE APROV. MÁX

713,5m2

4,5 = 3210,75m2

OUTORGA ONEROSA PERMISSIVEL NA ZCC PARA COMPRA DE

TERCEIRO EMBASAMENTO

SALA DE DIREÇÃO ESCRITÓRIO DE ARTE BANHEIRO FUNCIONÁRIOS

470m2 200m2 120m2 30m2 80m2 40m2

40m2 80m2 30m2

60m2

OPERAÇÃO

200m2

SOLARIUM

180m2

ESTACIONAMENTO

450m2

NÚCLEO CIRCULAÇÃO VERTICAL 5 PAVIMENTOS

150m2

TOTAL DO PROJETO

1660m2

ÁREA EXTERNA COPA DE APOIO BANHEIROS

12 VAGAS + CIRCULAÇÃO

estacionamento

150m2

RECEPÇÃO RESERVA TÉCNICA ÁREAS TÉCNICAS DOCA (CARGA E DESCARGA)

circulação

solarium operação recepção administração espaço expositivo

80m2 80m2 40m2

120m2 30m2 30m2

300m2

PROJETO MÍNIMO 1600m2


FLUXOGRAMA solarium

estacionamento

administração

solarium operação recepção

operação

circulação

circulação

espaço expositivo

LINHA DE SOLO

administração

espaço expositivo

ÁREAS DO PROJETO

LINHA DE SOLO

recepção

ESTACIONAMENTO

estacionamento

REORGANIZAÇÃO E FLUXOGRAMA DO PROJETO

RESULTADO DO FLUXOGRAMA EM PROJETO


FLUXOGRAMA EXPANDIDO

administração

operação

circulação

solarium

espaço expositivo

recepção LINHA DE SOLO

estacionamento


DIAGRAMA DE PARTIDO ARQUITETÔNICO

1 LOTE ESCOLHIDO

4 ‘DOBRAR’ A FACE DO VOLUME

2 CRIAÇÃO DE SUBSOLO

5 ‘ADIÇÃO DE ELEMENTOS E CONTAINERS

LINHA DE SOLO

ESTACIONAMENTO

3 CRIAÇÃO DO VOLUME E RECORTE DO TERRENO

6 ADIÇÃO DE CLARABÓIAS


O PROJETO HUB GALERIA


METODOLOGIA x RESULTADO

1 LOTE ESCOLHIDO

4 ‘DOBRAR’ A FACE DO VOLUME

2 CRIAÇÃO DE SUBSOLO

5 ‘ADIÇÃO DE ELEMENTOS E CONTAINERS

LINHA DE SOLO

ESTACIONAMENTO

3 CRIAÇÃO DO VOLUME E RECORTE DO TERRENO

6 ADIÇÃO DE CLARABÓIAS


SITUAÇÃO ESQUEMÁTICA


IMPLANTAÇÃO DO PROJETO


3 PLANTA TÉRREO NIVEL +1,00

PLANTAS - TÉRREO


4 PLANTA SUBSOLO NÍVEL -2,80

PLANTAS - SUBSOLO


5 PLANTA1o PAVTO NIVEL +4,00

PLANTAS - 1o PAVTO


6 PLANTA 2o PAVTO NIVEL +8,00

PLANTAS - 2o PAVTO


7 PLANTA SOLARIUM NIVEL +10,00

PLANTAS - 3o PAVTO


8 CORTE AA

SEÇÃO AA


FACHADAS

9 FACHADA PRINCIPAL - AV. LAGUNA

10 FACHADA LATERAL - AV. NÉO ALVES MARTINS


FACHADAS HUMANIZADAS

FACHADA PRINCIPAL + entorno imediato vista a partir do parque do ingรก

FACHADA LATERAL + entorno imediato vista da avenida laguna


Os esquemas construtivos apresentados demonstram a estrutura mista do projeto, utilizando perfilaria metálica como estrutura principal, envelopada por uma moldura em concreto aparente. Com um núcleo principal definindo caixa de escadas e elevadores, o projeto se desenvolve envolta destes equipamentos, com duas salas expositivas, espaços administrativos e salas de vídeo, localizados nos containers. A pele solar, proposta em bronze, possui estrutura portante, a qual é fixada diretamente na estrutura metálica do projeto.

ESQUEMAS CONSTRUTIVOS

1 CAMADAS DE FACHADA FECHAMENTO DA FACHADA EM VIDRO PELE DE CONTROLE SOLAR PLACAS METÁLICAS EM BRONZE PERFURADAS

CONTAINERS 40”

ESTRUTURA TUBULAR APOIO DE CONTAINERS E PLACAS EM BRONZE


2 PERSPECTIVA EXPLODIDA DO PROJETO

3 DETALHE DA PRAÇA ANEXA AO LOTE

ESQUEMAS CONSTRUTIVOS


ESQUEMAS CONSTRUTIVOS ESTUDO DE INSOLAÇÃO

estudo de insolação - solstício de inverno

GRÁFICO DE SOMBRAS AO LONGO DO DIA NO PROJETO E ENTORNO

estudo de insolação - solstício de verão


IMAGENS DO PROJETO SHOPPING MARINGÁ PARK

PRAÇA ANEXA

AVENIDA LAGUNA

1 FACHADAS + ENTORNO

VISUAL A PARTIR DA AVENIDA LAGUNA, SENTIDO AVENIDA PEDRO TAQUES.

PROPOSTA DE GALERIA DE ARTE PARA A CIDADE DE MARINGÁ


IMAGENS DO PROJETO PARQUE DO INGÁ

AVENIDA LAGUNA

2 FACHADA PRINCIPAL

ACESSO PRINCIPAL E ACESSO DE VEÍCULOS

PROPOSTA DE GALERIA DE ARTE PARA A CIDADE DE MARINGÁ


IMAGENS DO PROJETO SUPERMERCADO MERCADORAMA

PRAÇA DE EXPOSIÇÃO

PRAÇA ANEXA

AVENIDA LAGUNA

3 IMPLANTAÇÃO 3D

VISTA AÉREA IMPLANTAÇÃO GERAL DO PROJETO + PRAÇA DE EXPOSIÇÃO

PROPOSTA DE GALERIA DE ARTE PARA A CIDADE DE MARINGÁ


IMAGENS DO PROJETO

4 VISTA NOTURNA

SIMULAÇÃO DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL E FACHADA VAZADA + PRAÇA ILUMINADA

PROPOSTA DE GALERIA DE ARTE PARA A CIDADE DE MARINGÁ


GALERIA DE ARTE PARA A CIDADE DE MARINGÁ TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO 2013

TFG2013/DAU/UEM

ACADÊMICO: BRUNO GUILHERMO NUNES SILVA ORIENTADOR: ROBERTO ESTEVAM


Tfg2013 apresentação brunoguilhermo nunes web