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© Fernando Veludo

o escritório de

Pedro Brito O escritório da direção criativa da Garra Publicidade é um misto entre o individual e o open space. “Gosto sempre de estar perto da equipa”, explica Pedro Brito, diretor criativo. Por isto, a única coisa que os separa é um vidro. É na rua de Santa Luzia, no Porto, que se encontra a agência que tem garra em tudo o que faz. Instalada na nave de uma antiga fábrica de máquinas de têxteis, com mais de seis metros de pé direito, a Garra Publicidade conta com Pedro Brito como diretor criativo. O Pedro não gosta, particularmente, de espaços fechados, mas deixa claro a preferência em preservar a privacidade. Coube-lhe

“o privilégio” de organizar o local, ocupado pela agência, com o arquiteto responsável. E, como a nave da antiga fábrica é partilhada com os restantes colaboradores da agência, teve de arranjar uma solução para isolar o som do escritório, para uma reunião mais privada ou para se concentrar. A solução foi uma estrutura em vidro que facilita o contato com a equipa e, ao mesmo tempo,

lhe dá a tal privacidade acústica. Para o diretor criativo, o escritório é a segunda casa e, por isso, tenta que o espaço de trabalho se assemelhe o mais possível com o lar. “Tenho aqui a minha coleção de revistas, de miniaturas dos Cars, tenho muitos ‘brinquedos’, muitas fotografias da família”. E sublinha que entre as coisas que não podem faltar no escritório

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estão precisamente “brinquedos e fotografias”. E quanto à secretária? Pedro qualifica-a como “grande e desarrumada q.b.”, isto tendo em conta que a organização da mesma vai sempre depender dos dias e dos projetos que tem em mão. Uma coisa é garantida: com ou sem projetos, não podem faltar folhas de papel A4 e uma esferográfica BIC, “não importa a cor”. Contudo, estes não são os

Jornal Briefing, 96  
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