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QUADRA CENTRAL 28 de FEVEREIRO

São Paulo • Quinta-feira | 27 de fevereiro de 2014

SIMPLES | 14h30 Juan Monaco (ARG) vs. Paolo Lorenzi (ITA)

SIMPLES | A SEGUIR Tommy Haas (GER) vs. Horacio Zeballos (ARG)

SIMPLES | A SEGUIR Albert Montanes (ESP) vs. Federico Delbonis (ARG)

SIMPLES | Não antes das 19h30 Thomaz Bellucci (BRA) vs. Martin Klizan (SVK)

Drama e top 100, Bellucci chega às quartas de final Embalado pela torcida, número 1 do Brasil protagoniza duelo emocionante com austríaco

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partir da próxima segunda-feira, quando o ranking da ATP for atualizado, o brasileiro Thomaz Bellucci estará de volta ao grupo dos 100 melhores tenistas do mundo após sete meses de ausência. Nesta quinta-feira, em duelo acirrado com o austríaco Andreas Haider Maurer no Brasil Open 2014, o tenista número 1 do País soube jogar melhor e controlar os nervos nos momentos decisivos da partida e fez a torcida brasileira vibrar em bom número no Ginásio do Ibirapuera. Vitória por 7/6 (4) 5/7 6/3, em 2h36min. Um dos pontos cruciais desta vitória aconteceu no primeiro game do terceiro set, quando Bellucci sacava com 0/40 e anotou cinco pontos na sequência. “Manter a calma naquele momento foi muito importante, já que eu tinha baixado o meu nível e jogado mais lento no segundo set. Sem dúvida, aquele game foi fundamental para eu impedir que ele (Maurer) começasse na frente”, disse Bellucci, garantido nas quartas de final do Brasil Open 2014.

“Senti algumas fisgadas e um certo desgaste que é normal. A sensação que tenho é que dói e depois para, mas não tenho nenhum problema de lesão”, explicou Bellucci, que teve mais uma vez no saque seu grande trunfo para a vitória, disparando 16 aces.

Italiano elimina Rogerinho Chegou ao fim a campanha de Rogério Dutra Silva no Brasil Open 2014. O paulista foi derrotado, nas oitavas de final, pelo italiano Paolo Lorenzi, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3, em pouco mais de uma hora de jogo. Por vaga nas semifinais, Lorenzi encara o argentino Juan Monaco, cabeça de chave número 4.

Ainda no set final, o brasileiro – última esperança nacional de título na chave do Brasil Open – sentiu incômodo no tornozelo esquerdo, uma dor que, segundo o tenista, não irá atrapalhar para o duelo desta sexta-feira contra o eslovaco Martin Klizan.

Bellucci em horário nobre

Na quadra com o aniversariante Bruno Soares

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Bellucci em horário nobre Brasileiro fecha rodada de amanhã contra Klizan por vaga na semifinal. Cabeça 1, Haas aposta em saque para superar Zeballos

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Brasil Open 2014 conhecerá amanhã os quatro semifinalistas da 14ª edição do torneio em rodada com início previsto para as 14h30. Em quadra no Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, o brasileiro Thomaz Bellucci e o alemão Tommy Haas, cabeça de chave 1, jogam na rodada noturna. Os tenistas preferidos da torcida se aproximam de um aguardado encontro na decisão. Apesar de ser o principal pré-classificado, Haas não se considera o maior favorito ao título porque muitos especialistas na terra batida ainda estão vivos na chave. “É o meu primeiro torneio no saibro desde julho enquanto outros caras da chave fizeram todos os torneios da América do Sul”, explicou. Seu adversário será o argentino Horacio Zeballos, número 116 do mundo, em duelo inédito no circuito profissional. “Nunca é fácil enfrentar um canhoto, mas você precisa se ajustar. Ele tem feito bons jogos e gosta do saibro. Preciso me preocupar com o meu próprio jogo e espero sacar bem, confirmar

Preciso jogar melhor do que hoje Bellucci

meus games de serviço facilmente e colocar pressão no saque dele”, afirmou o alemão. De volta ao top 100 após a vitória suada de hoje, Bellucci fará duelo de canhotos contra o eslovaco Martin Klizan, não antes das 19h30. O brasileiro espera evoluir em relação ao seu desempenho nas oitavas de final e prevê mais um confronto equilibrado. “É um jogo bem complicado, ele vem de algumas vitórias e entra com confiança. É um cara que arrisca muito e precisa dessa confiança pra jogar. Preciso ser sólido, não dar muitos espaços e jogar melhor do que hoje”. Klizan venceu os dois últimos encontros contra o brasileiro, mas perdeu o primeiro justamente no Ginásio do Ibirapuera, no ATP Challenger Tour Finals de 2011, disputado em quadra dura. Lembrando-se da partida, o eslovaco diz que prefere as condições atuais – no saibro – e, mesmo enfrentando um tenista da casa, garante que gosta do público brasileiro.


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Na quadra com o aniversariante Bruno Soares Duplista número 3 do mundo participa de clínica para convidados no Brasil Open

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á imaginou formar parceria com Bruno Soares, duplista número 3 do mundo? Nesta quinta-feira, 32º aniversário de Bruno Soares, vinte convidados tiveram a oportunidade de bater bola e estar lado a lado com o ídolo do tênis brasileiro, em uma clínica promovida pela organização do Brasil Open 2014. Ao pisar na quadra 1 do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, Soares foi aplaudido por todos os presentes e logo foi à rede aquecer e interagir com os convidados. Entre os participantes estava Rafael Kenji, 11 anos, um dos mais empolgados na clínica. O jovem tenista teve neste Brasil Open a chance de realizar um grande sonho: jogar ao lado do duplista nº 3 do mundo. “Foi uma experiência muito legal, ele me incentivou bastante durante os pontos. Com certeza eu lembrarei deste dia para o resto da minha vida”, conta Kenji, que já planeja para o futuro ser tenista profissional ou então conseguir uma bolsa nos Estados Unidos para jogar na liga universitária de tênis. Além da presença de Bruno Soares, a clínica foi coordenada por Aldo Brandão, o ‘Batata’, com uma equipe técnica formada por professores de tênis. Bastante atencioso com os convidados, Bruno aprovou a experiência. “O mais legal de participar desta clínica foi a chance de conviver um pouco com pessoas que me seguem no circuito, é um contato bem diferente. Acho bastante motivador quando as pessoas dizem que realmente acompanham a gente no circuito”, comenta o tricampeão do Brasil Open (2013/12/11). Ao ver os participantes empolgados pela oportunidade de jogar duplas, Bruno lembrou da época em que era criança. “Teria sido fantástico se eu tivesse a chance de ter este tipo de contato com os grandes nomes do passado. Por isso mesmo eu procuro passar uma motivação e dicas para o pessoal, é sempre bastante gratificante ver a evolução de cada participante ao término da clínica.”


Galeria

bastidores

Fotos: Brasil Open / Inovafoto


Quinta-feira 27 de fevereiro