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Índice Editorial

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Em defesa da soberania nacional

Fato concreto

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BMC-Hyundai consolida parceria de financiamento com Banco CIT

Entrevista

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O momento é de cautela

Capa

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Metrô de Salvador desencanta

Máquinas e Equipamentos

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M&T Expo 2015, é a grande vitrine do setor

Expediente: Editor: Alexandre Machado Jornalista: Katia Siqueira Comercial: Carlos Giovannetti, Sueli Giovannetti, Luís C. Santos, José Roberto Santos, Suelen de Moura Cosentino Mídias Digitais: João Rafael Fioratti Projeto Gráfico e Editoração: Mônica Timoteo da Silva Endereço: Rua São Bento, 290 - 2ª sobreloja - Sala 4 Cep: 01010-000 - São Paulo - SP Telefone: (11) 3241-1114 Contato: redacao@brasilconstrucao.com.br A Revista Brasil Construção é uma publicação mensal de distribuição nacional, com circulação controlada, dirigida a todos os segmentos da indústria de construção imobiliária e industrial, ao setor público e privado de infraestrutura, à cadeia da construção envolvida em obras de transporte, energia, saneamento, habitação social, telecomunicações etc. O público leitor é formado por profissionais que atuam nos setores de construção, infraestrutura, concessões públicas e privadas, construtoras, empresas de projeto, consultoria, montagem eletromecânica, serviços especializados de engenharia, fabricantes e distribuidores de equipamentos e materiais, empreendedores privados, incorporadores, fundos de pensão, instituições financeiras, órgãos contratantes das administrações federal, estadual e municipal.

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Editorial

A Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga as denúncias de corrupção envolvendo grandes empreiteiras prestadoras de serviços à Petrobras, lançou sobre o setor da construção pesada um olhar diferente, marcado pela desconfiança. O sentimento de desconforto é grande e transborda os limites do seleto grupo de empresas que atuam em grandes projetos de infraestrutura, resvalando até mesmo nas construtoras que não participavam da prática do cartel. Em meio a esse fogo cerrado surge a Aliança pelo Brasil em Defesa da Soberania Nacional, formada por representantes de diferentes entidades da Sociedade Civil, como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público do Rio de Janeiro, da política e do ensino acadêmico, entre outras. O objetivo é mobilizar a sociedade para preservar o que o País conquistou nos últimos anos, em termos de avanços tecnológicos, tanto no setor de Petróleo e Gás quanto na Engenharia e Construção. A preocupação procede e exige ações urgentes. Ninguém aqui ignora a necessidade de punição severa e exemplar aos envolvidos com corrupção. Mas a engenharia brasileira precisa estar unida para não sucumbir a esta crise sem precedentes, não permitindo que fatos de tal gravidade coloquem em risco a engenharia nacional, indutora do desenvolvimento econômico, comprovadamente capacitada para atender a qualquer grande empreendimento no País e no exterior. Assistimos aos oportunistas de plantão discursando em defesa da privatização da Petrobras, ou da alteração do regime de partilha do pré-sal, cujos frutos devem garantir, por exemplo, uma grande parcela para a Educação e a Saúde do país. Está claro que a forma como a exploração do pré-sal foi arranjada não teria agradado o capital financeiro mundial, e este é o momento de mudar o modelo, o que representaria graves prejuízos para a sociedade.

Em defesa da soberania nacional As investigações policiais em torno de ilícitos praticados contra a Petrobras por exfuncionários corruptos e venais não podem ser pretexto para ataques contra a própria empresa no sentido de transformá-la de vítima em culpada, assim como de fragilizá-la com o propósito evidente de torná-la uma presa fácil para a fragmentação e a desnacionalização. Todas as denúncias de corrupção devem ser investigadas e, se comprovadas, os responsáveis punidos no rigor da lei. Mas, paralelamente, é fundamental resgatar a confiança, a credibilidade e o respeito que a Petrobras e seus funcionários adquiriram ao longo dos seus mais de 50 anos de serviços prestados à nação brasileira. O desenvolvimento da Nação não pode prescindir da participação da Petrobras e das empresas de engenharia, cujo risco de esmagamento, face aos erros cometidos, pode levar a um drástico impacto na economia nacional e na responsabilidade social. A punição a corruptores ativos e passivos não pode servir de pretexto para a abertura indiscriminada do nosso mercado aos produtos e serviços estrangeiros, fragilizando a indústria nacional. A nossa engenharia desenvolveu know how, que tornou suas empresas altamente competitivas, respeitadas no mundo inteiro. Ignorar tal competência técnica da engenharia nacional, ou entregar a Petrobras ao capital estrangeiro, de mão beijada, é como jogar fora o bebê, junto com a água suja do banho.

Carlos Giovannetti, diretor editorial

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Fato Concreto

BMC-Hyundai consolida parceria de financiamento com Banco CIT Novo atendimento se aplica às operações de leasing de máquinas com prazo de até 36 meses

A Brasil Máquinas de Construção (BMC) está trazendo uma nova facilidade aos clientes interessados em adquirir os equipamentos de linha amarela da Hyundai: a parceria fechada com o Banco Commercial Investment Trust do Brasil (CIT). O relacionamento entre as duas empresas, que já existia desde 2008, passa agora a funcionar de forma estruturada, por meio de um fluxo de processos que foi montado para viabilizar as análises de crédito e acompanhamento de resultados. “Essa ação consiste em levar aos nossos representantes e clientes um novo aliado financeiro para as operações de crédito, com taxas e prazos competitivos”, ressalta o Analista Comercial e Correspondente Bancário da BMC-Hyundai, Sidnei Duca. O atendimento, que se estende a todo território nacional, é centralizado na base do banco CIT – localizado no bairro Alpha-

ville, em São Paulo. Os financiamentos se aplicam às operações de leasing de máquinas com prazo de até 36 meses, com entrada mínima de 20%. O processo de atendimento é simples: o cliente envia uma lista de documentos e ficha cadastral do banco à BMC-Hyundai que, posteriormente, encaminha a documentação para análise de crédito, dando um retorno no prazo de até cinco dias úteis. Além do Banco CIT, a BMC-Hyundai já possui parcerias com outras empresas, como é o caso dos bancos Bradesco, Finvest, Solid Cred e Lecca Financeira. Tudo com o objetivo de levar cada vez mais oportunidades de compra aos clientes. “Buscamos pulverizar nossos parceiros. Desta maneira, apresentaremos boas taxas, boas condições e maior agilidade na aprovação dos créditos”, finaliza Duca.

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Construção Civil: reduzir o consumo de água é o maior desafio Diante da crise hídrica e da economia de recursos, obras mais sustentáveis se valorizam aos olhos de novos compradores e investidores. Na construção civil, por exemplo, soluções para a redução do consumo de água recebem cada vez mais atenção e apoio tanto das construtoras, como do poder público, como no caso de legislações vigentes, que obriga os novos prédios a colocar um hidrômetro para cada unidade, o que pode gerar redução de até 40% na conta do condomínio. Mais do que uma necessidade, o uso de ferramentas e a informação obtiva pela individualização, que contribuam para diminuir o uso excessivo ou desperdício tem caído no gosto da população e se tornando elemento de valorização do empreendimento. Apesar desse potencial, dos cerca de 38 mil condomínios existentes na cidade de São Paulo, 85% não possuem medição de água individualizada ou preparação para receber o equipamento. A CAS Tecnologia é pioneira na cidade de São Paulo no desenvolvimento dessa tecnologia para empreendimentos residenciais e comerciais. Uma medida que visa não apenas a conscientização do consumo, mas também a questão da justiça social no pagamento da conta de água. “Se o morador não sabe o quanto consome, é natural que ele não economize. Se não paga àquilo que


Supremo Cimento inaugura fábrica e aumenta produção para mais de 2 milhões de toneladas ao ano

usa, tanto faz tomar um banho de 10 ou 15 minutos”, explica Marco Aurélio Teixeira, gerente de negócios da CAS Tecnologia. A medição individualizada, assim como a identificação imediata de vazamentos, possíveis graças às tecnologias desenvolvidas pela CAS tornam-se aliadas ao combate do desperdício de água. “Um banho de ducha, em uma casa, que dura 15 minutos com o chuveiro aberto, consome cerca de 135 litros de água, já em apartamentos o consumo supera os 240 litros devido à pressão e vazão”, explica o executivo. Gestão que faz a diferença Além disso, a empresa desenvolveu o SmartWater, uma tecnologia que permite uma gestão mais eficiente por parte das concessionárias de água para o monitoramento da rede de distribuição em tempo real, evitando falhas de fornecimento, perdas comerciais e técnicas, bem como proporcionar uma nova forma de comunicação e interação com os consumidores, que passam a ter participação ativa na gestão de consumo. Um exemplo de resultado alcançado com este sistema é a cidade de Barrie, no Canadá, que passou a economizar cerca de US$ 1 milhão por ano, após a implantação da solução.

Com sede em Pomerode (SC), a Supremo Cimento iniciou em abril uma nova etapa da sua história. A partir de agora a companhia conta com uma nova unidade de produção, localizada em Adrianópolis (PR), cidade onde fica também a jazida de calcário da companhia. A estrutura comportará a produção de mais de 1,7 milhões de toneladas de cimento ao ano, assim que atingir 100% da sua capacidade produtiva. Junto à matriz, a Supremo chegará a 2,1 milhões de toneladas ao ano. Além de alta eficiência produtiva, a nova fábrica foi projetada para atuar com baixo consumo energético, além de cumprir todas as exigências dos normativos ambientais, contribuindo para um desempenho sustentável de excelência. Com ampla atuação nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Supremo Cimento vai estender a sua operação para o Paraná e a região Sudeste. Fundada em 2003, a Supremo Cimento atraiu em 2011 investimento externo do Grupo Secil, um dos dois principais produtores de cimento de Portugal e que tem também atuação no Líbano, Tunísia e em Angola. A companhia adquiriu metade do capital social da Supremo e alavancou o investimento de mais de 700 milhões de reais na nova unidade de Adrianópolis. Evanilton Braga, diretor comercial da companhia, explica que o investimento foi motivado pelo crescimento que a construção civil brasileira tem conquistado nos últimos anos. “Acreditamos que o cenário do setor se mantenha favorável e que a construção civil volte a crescer nos próximos anos”, diz. A unidade da Supremo Cimento no Paraná levou três anos para ser concluída e envolveu cerca de 1,5 mil trabalha-

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dores em sua construção. Foram utilizados 60 mil metros cúbicos de concreto, 6,6 mil toneladas de aço de construção e 10 mil toneladas de aço em equipamentos e estruturas metálicas para dar vida ao empreendimento. Produtos e estrutura Os produtos oferecidos pela Supremo são: CP II-F-32, CP IV-32 RS, CP II-F-40 e CP V-ARI. Cada um atende a normativas específicas e é destinado para um determinado tipo de obra, satisfazendo a demanda de vários tipos de clientes. No segmento Concreto, os itens oferecidos são: convencional, bombeável e especial. Mais de 80% dos produtos vendidos estão na modalidade bombeável. Para grandes obras, a Supremo dispões de bombas que têm de 23m a 32m de lança. Em Santa Catarina atende os principais mercados, como: Florianópolis, Itajaí, Balneário Camboriú, Região Metropolitana de Blumenau, Joinville e Jaraguá do Sul.


Fato Concreto

Primeiro Grove produzido no Brasil ajuda a expandir metrô do Rio O avanço do Brasil em projetos de infraestrutura ganha novo impulso em 2015, com centenas de projetos de larga-escala—incluindo hidrelétricas, trens de alta-velocidade, rodovias, plantas de geração de energias alternativas, minas e fazendas industriais—em planejamento ou já em andamento por todo o país. Antecipando tamanho progresso, a Manitowoc instalou em 2012 a primeira fábrica da companhia na América Latina, em Passo Fundo (RS). Com área construída de 25 mil m2, a fábrica de guindastes é a primeira da região, produzindo modelos para terrenos acidentados Grove e, mais recentemente, também gruas de torre Potain. Um dos dois primeiros guindastes saídos da fábrica em meados de 2012, o Grove RT765E-2, tem participado de alguns dos mais importantes projetos de infraestrutura do país nos últimos anos. O guindaste Grove, um dos símbolos do desenvolvimento do país na última década, é agora também agente da elevação do Brasil no cenário mundial entre as maiores economias do planeta. A Lauer Engenharia, com sede no Rio de Janeiro, e a Servi-Sá, de Barra Mansa (RJ), adquiriram os dois primeiros guindastes Grove RT765E-2 saídos da linha de montagem em Passo Fundo. Devido a sua reconhecida versatilidade de manobra em canteiros de obra (tração 4x4, por exemplo), ambos guindastes começaram a trabalhar imediatamente após deixarem a fábrica. Os guindastes foram responsáveis por uma série de içamentos na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda (RJ). Lá, os RT765E-2s para terrenos acidentados participaram na

montagem de uma planta de produção de aços longos para a companhia. A CSN foi apenas o primeiro trabalho dos muitos que estão por vir na trajetória do guindaste brasileiro. Logo após ter concluído o projeto na CSN, o guindaste da Lauer partiu para trabalhar nas obras de construção da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro, que ligará os bairros de Ipanema e Barra da Tijuca. Atualmente, o RT765E-2 trabalha dia e noite realizando as mais diversas tarefas, desde a carga e descarga de materiais de construção que chegam em carretas diariamente até os içamentos necessários para a construção dos pilares de uma ponte que ligará o metro até a Barra. O guindaste Grove também ajuda a baixar vidro, aço, ferramentas e trilhos até o nível subterrâneo do metrô, içando caçambas de terra e entulho retirados do túnel sendo construído para abrigar a nova linha. De acordo com a Lauer, o guindaste da Grove deve continuar na obra até meados de 2015. A Linha 4, que deverá ter 16 km de extensão, terá seis estações e será usada por 300 mil passageiros diários a partir do ano que vem. A nova linha deverá beneficiar estudantes, trabalhadores e turistas, especialmente durante as Olimpíadas de 2016, sediada na capital fluminense. O consórcio no comando das obras da Linha 4 optou pelo guindaste para terrenos acidentados com tração e direção nas quatro rodas devido a sua grande adaptabilidade, de acordo com Fernando Vianna Lauer, diretor-presidente da Lauer Engenharia. “Temos conseguido mostrar o quanto o guindaste Grove RT765E-2 pode ser versátil em canteiros de

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obras—as aplicações são quase infinitas,” disse ele. “Com o sistema CraneStar dispomos da mais avançada tecnologia Manitowoc para monitorar distâncias e, em tempo real, todas as condições do guindaste, tais como localização por satélite, condição da lança e de patolamento, capacidade de carga, giro do motor e etc.” Ainda está muito cedo para saber qual será o próximo projeto do guindaste, mas de acordo com Lauer as oportunidades serão muitas. A excelente performance do Grove para terrenos acidentados em uma diversidade de projetos dá bastante flexibilidade à empresa. “Nós aqui na Lauer acreditamos que investimento em guindastes Manitowoc é um investimento seguro,” disse Lauer. “O retorno é certo ao longo dos anos, quando você considera manutenção, serviços e, o mais importante, a ótima performance do equipamento.” Passo Fundo cresce Aproximadamente três anos após


a abertura da fábrica de Passo Fundo, a Manitowoc dispõe de diversos parceiros de logística na região. O tempo gasto cultivando estas parcerias e o ganho de experiência têm ajudado a fazer da planta um dos principais polos da indústria de elevação na América do Sul. Localizada no coração do Mercosul, a planta de Passo Fundo se beneficia da excelente infraestrutura do estado do Rio Grande do Sul. A área conta com diversos recursos que a faz ideal para o setor de guindastes, incluindo cargas indo e vindo dos portos do estado na costa do oceano Atlântico. Tendo recentemente expandido seu estoque de peças, Passo Fundo está se tornando conhecida por sua rede de serviços para guindastes. Equipes atenciosas e altamente qualificadas tanto na fábrica quanto nas outras quatro localidades da Manitowoc no país são um dos motivos pelos quais ter um guindaste da marca é tão atrativo no Brasil, disse Lauer. “Temos notado a rapidez do atendimento que recebemos da equipe de serviços da Manitowoc Crane Care,” disse ele. “No passado recente, tivemos experiências muito positivas, tanto na velocidade das informações técnicas solicitadas quanto no atendimento prestado pela equipe de apoio técnico.” No mais, o sistema motriz e a tecnologia de ponta dos guindastes Grove também contribuem para o excelente retorno no investimento, disse Lauer. “Pessoalmente, fico bastante contente com o fato da Manitowoc ter uma fábrica no Brasil em constante crescimento e inovação,” disse ele. “Como meu pai, que fez sua carreira em aviação, costumava dizer: ‘preço é relativo, qualidade não’.”

RCO inova ao iniciar o pós-venda ainda nos primeiros dias de operação O Serviço Ampliado Direcionado (SAD) é uma inovação de pós-vendas da RCO, fabricante nacional de centrais dosadoras, silos verticais e horizontais de concreto. Com ele, cada cliente recebe a visita de um auditor da fabricante, num período máximo de 90 dias após a compra de um equipamento novo. O intuito? Simples: aferir os principais dados operacionais nos primeiros dias de funcionamento e, assim, evitar o prolongamento de avarias ou até mesmo a falta de ajustes básicos para alcançar a produtividade máxima dos equipamentos. Luis Antonio Zuli, Gestor de Atendimento ao cliente da RCO, lidera o projeto e explica que o SAD consiste no check-list de produtividade dos equipamentos em seus primeiros dias de operação. “Tudo passa a ser baseado em um software, que será implementado em março/2015, alimentado com dados da data de instalação, do start de equipamentos de produção como usinas de concreto, com informações de acompanhamento de manutenção, etc.”, afirma. Segundo ele, uma das colunas do software agrega a data prevista da visita do auditor, permitindo a criação de uma agenda dinâmica para a RCO no sentido de poder regionalizar o atendimento. “Ou seja, os auditores atuarão por regiões dos estados de São Paulo e Minas Gerais, inicialmente, e depois de todo o Brasil”, completa.

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Durante a auditoria, a RCO também aplicará pesquisa de atendimento ao cliente, obtendo feedbacks tanto para o processo fabril, quanto para o comercial e ao departamento de compras. “O SAD está cogitando a possibilidade de implementar o carregamento de kits emergenciais, com as principais peças de desgaste, para o caso de alguma manutenção básica durante sua visita”, diz Zuli. Além do enfoque de atendimento e pós-vendas diferenciado para a comodidade dos clientes, a auditoria tem como meta reduzir ou impedir falhas, evitando paradas inesperadas e garantindo maior disponibilidade do equipamento para os clientes. Desta forma, também é possível antecipar eventuais problemas que possam causar gastos maiores com uma manutenção corretiva e consequente parada de produção, além de um melhor planejamento da equipe técnica da RCO. “Após seis meses de operação, os clientes receberão uma segunda visita de auditoria. Essa, porém, com caráter mais técnico, para garantir as manutenções preventivas necessárias”, acrescenta o Gestor. A equipe de auditores da RCO é formada por profissionais experientes, com bom conhecimento comercial e técnico para resolução dos principais problemas em campo. As informações das auditorias serão disponibilizadas em relatórios e, segundo Zuli, durante 2015, a meta é fazer 700 visitas entre primeira e segunda auditoria.


Fato Concreto

RIOgaleão substitui concreto por esferas plásticas na construção do novo estacionamento Com investimento de R$ 57 milhões, a construção do Edifício Garagem do Terminal 2 do Aeroporto Internacional Tom Jobim, que ganhará quatro novos pisos e mais de 2 mil novas vagas, conta com um sistema inovador e sustentável. Com o objetivo de reduzir o peso próprio das lajes, proporcionar mais agilidade e menor custo e impacto ambiental durante a fase de construção, o RIOgaleão adotou a tecnologia BubbleDeck, que utiliza as esferas de plástico no lugar do concreto que, neste caso, não desempenha a função estrutural. Dessa forma, a quantidade de concreto utilizada na obra é 25% menor e as lajes construídas, mais leves, porém com a mesma resistência de uma laje maciça. As obras de melhoria da infraestrutura do aeroporto, que incluem os novos andares de estacionamento, são de responsabilidade do Consórcio Construtor Galeão, liderado pela Odebrecht Infraestrutura. “O sistema é composto por esferas de polipropileno (resinas termoplásticas recicláveis), que reduzem a emissão de CO2, em média, em 46kg por m² de laje construída, inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço. Esse processo traz velocidade na execução da laje e simplificação dos materiais empregados, quando comparados com metodologias convencionais”, destaca Pedro Moreira, diretor da Odebrecht Infraestrutura, responsável pela obra. “E, além de ser um projeto sustentável, conta com processos mais eficientes de produção. Com isso, diminuímos o risco de acidentes de trabalho e tornamos mais eficaz a gestão da segurança dos

agentes envolvidos na atividade”, completa Moreira. A ideia de utilizar BubbleDeck no Edifício Garagem surgiu devido a algumas particularidades da obra, que incluem os vãos médios de 16 metros entre os pilares e a redução no peso próprio do pavimento, além da necessidade de realizar as atividades com os atuais andares de estacionamento em operação. “Com esse cenário, tornou-se viável utilizar um sistema pré-moldado, que reduz o volume de concreto aplicado e permite alta produtividade na fase de execução”, explica o diretor da obra. A nova tecnologia, utilizada pela primeira vez em um projeto de infraestrutura aeroportuária no Brasil, substituirá o concreto por mais de 180 mil esferas plásticas. As esferas são produzidas em polipropileno, com diâmetro de 36 centímetros.

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A obra faz parte do investimento de R$ 2 bilhões do RIOgaleão, que serão investidos até abril de 2016 para melhorias de infraestrutura. Até lá, um novo píer ligado ao Terminal 2 estará construído, com 26 novas pontes de embarque. A concessionária também investe na ampliação e otimização dos estacionamentos, que terão sistemas inteligentes de localização de vagas. Com a construção de quatro novos andares no prédio-garagem, serão oferecidas mais 2.100 vagas. Além disso, novas câmeras de segurança serão instaladas nos dois terminais e haverá um moderno centro de comando e monitoramento integrado de todo o aeroporto. As instalações do RIOgaleão Cargo, terminal de cargas da concessionária, também serão adequadas. Até o fim da concessão, o investimento do RIOgaleão será de R$ 5 bilhões.


SCHWING-Stetter Brasil agora atende toda a América do Sul A partir do mês de abril, a SCHWING-Stetter Brasil retoma as rédeas para ampliar os negócios a toda a América do Sul. A empresa acaba de ser nomeada responsável pelas vendas de equipamentos e atendimento aos clientes de nove países sul-americanos, até então atendidos pela filial norteamericana da SCHWING-Stetter. De acordo com Luiz Polachini, que passa a responder pela gerência comercial de equipamentos para a América do Sul, as vendas para essa região eram operadas pelo Brasil antes de serem transferidas para os Estados Unidos, no início de 2009, quando eclodiu a crise americana. “Naquele momento, os Estados Unidos entraram em recessão e o mercado brasileiro de equipamentos prosperava. ASCHWING-Stetter Brasil passou o controle das operações da América Latina para a filial americana aumentar o fôlego nos negócios e manter o mesmo nível de qualidade e atendimento do grupo.”, explica Polachini. Eficiência e atendimento transpõem fronteiras Ao todo foram nomeados nove

dealers, atendidos diretamente pela SCHWING-Stetter Brasil nos seguintes países: Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Venezuela, Argentina, Equador, Peru e Colômbia. O gerente de pós-vendas Rogério Sousa agora foi nomeado gerente de peças, serviços e treinamentos para a América do Sul, para onde ampliará a mesma eficiência e qualidade dos serviços oferecidos no mercado brasileiro. “A SCHWING tem padrões de qualidade reconhecidos mundialmente, que ano após ano se aperfeiçoam conforme a evolução tecnológica, e se adéquam às exigências do setor de infraestrutura. Para isso, vamos atualizando e adequando esses padrões conforme a necessidade dos clientes de cada mercado atendido, ministrando treinamentos e capacitando os dealers no atendimento ao cliente”, acrescenta Rogério. Na última semana, Luiz Polachini esteve na Colômbia para estreitar maior relação com o dealer local e continuará percorrendo com o mesmo foco todos os países da América do Sul colocando a equipe da SCHWING-Stetter Brasil à disposição de todos os clientes e dealers de cada país. “Os países sul-

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americanos são bastante receptivos e possuem uma realidade mais próxima à brasileira o que facilita essa transição.”, observa Polachini. O gerente regional de vendas para os países sul-americanos (com exceção do Brasil), engenheiro Octavio Perdomo, coordena as ações comerciais dos distribuidores de cada país e agora se reporta ao engenheiro Luiz Polachini, da fábrica brasileira, com quem desenvolveu em conjunto as novas estratégias de mercado para o Cone Sul. “Estamos nos sentindo confortáveis para trabalhar, pois podemos contar com o suporte confiável e a vasta experiência da equipe da SCHWINGStetter Brasil. Particularmente, sempre tive um relacionamento bem próximo com a marca e hoje é uma satisfação trabalhar para a empresa”, diz Perdomo. Boas perspectivas para vendas Desde 2012, a América Latina vem sendo responsável por comprar cerca de 400 equipamentos para concreto por ano. De acordo com Polachini, 40% dessas vendas são da SCHWING. Todos os equipamentos fornecidos para o mercado brasileiro será disponibilizada aos clientes sul-americanos. Octavio Perdomo acrescenta que as projeções de crescimento este ano na América do Sul são modestas, mas as oportunidades de negócios existem e as equipes de venda estão empenhadas ao máximo. “Temos no mercado regional uma grande quantidade de equipamentos comercializados por nossa distribuidora, números anteriormente não obtidos, e agora essa frota será fortalecida com as linhas de equipamentos produzidos pela fábrica brasileira”, prevê.


Entrevista

O momento é de cautela

Entrevista do presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto O Engenheiro civil e administrador de empresas José Romeu Ferraz Neto assumiu a presidência do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em 5 de agosto de 2014, em um momento de acomodação do setor, após período de forte crescimento, e de grande expectativa quanto ao que acontecerá nos próximos meses. Desde então, a indústria da construção imobiliária, que é uma das molas propulsoras da economia nacional, vem sofrendo os impactos das incertezas políticas econômicas, e, consequentemente, a falta de confiança dos investidores e das famílias em adquirirem imóveis novos. Paralelamente à crise de confiança, o setor amarga, agora, a redução

do teto de financiamento da Caixa Econômica Federal para a aquisição de imóveis e a elevação dos juros do crédito imobiliário. Os novos problemas vêm se somar à queda no nível de emprego e a uma tendência de alta dos preços dos materiais. Isso sem falar nos gargalos crônicos, como os problemas tributários e de excesso de burocracia na liberação das obras de novos empreendimentos. Especialmente na cidade de São Paulo, a cadeia da construção vive em compasso de espera, aguardando o comportamento do mercado com o novo Plano Diretor Estratégico (PDE) – ver detalhes nesta edição. Tudo isso contribui para a criação de um contexto desfavorável no ambiente de negócios.

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Nessa entrevista concedida à Revista Brasil Construção, Ferraz Neto analisa a atual conjuntura econômica e política do País e suas consequências para o setor, e aponta os caminhos a serem seguidos para impulsionar ações de valorização da imagem de construtores e incorporadores. Para o dirigente setorial, para elevar a moral do setor, o governo só teria um caminho: promover o ajuste fiscal sem onerar as atividades produtivas, realizando investimentos em obras de ampliação da infraestrutura que possam trazer aumento da produção e da produtividade, com rentabilidade aos investidores, proporcionando aumento da arrecadação. Com a palavra, José Romeu Ferraz Neto.


Revista Brasil Construção – Como a redução do teto de financiamento da Caixa Econômica Federal para a aquisição de imóveis e a elevação dos juros deverão impactar as condições do crédito imobiliário? Qual o tamanho do aperto, resultante dessas medidas, para a classe média?

por conta da elevação dos juros, como devido ao esgotamento da Poupança como fonte de financiamento imobiliário. A Caixa está superaplicada nessa linha de crédito. Além disso, as instituições financeiras têm sido cada vez mais rigorosas na análise de crédito.

José Romeu Ferraz Neto – A redução do teto de financiamento pode ajudar um pouco a comercialização de imóveis novos, na medida em que limita a compra e venda de usados. Mas ela não resolve a questão principal, que é a falta de confiança dos investidores e das famílias em adquirirem imóveis na presente conjuntura de insegurança econômica e política da vida nacional. Ademais, ela inibe aquelas famílias que desejam vender seu imóvel usado para adquirir um novo. Quanto à elevação dos juros, naturalmente dificulta a comercialização, sobretudo para a classe média.

RBC – As medidas anunciadas pelo governo ocorrem em um momento especialmente difícil para o mercado imobiliário, que, desde o ano passado, registra queda nos lançamentos de imóveis novos. Qual deverá ser a estratégia adotada pelo setor para reduzir os impactos negativos?

RBC – Os financiamentos imobiliários da Caixa Econômica Federal respondem hoje por que percentual das operações de crédito imobiliário no País? Ferraz Neto – Pelas informações disponíveis, esses financiamentos respondem por cerca de 70% dessas operações de crédito. RBC – De que forma isso deverá se refletir sobre o mercado imobiliário e o desempenho das construtoras? Ferraz Neto – O mercado se ressente duplamente, tanto

Ferraz Neto – Não há muita margem de manobra. O setor tem buscado oferecer produtos adequados ao perfil da demanda qualificada em cada localidade específica. Buscam-se reduzir custos e elevar a produtividade. Parte das empresas estuda alternativas de diversificação de suas atividades.

Bruta ou faculta à empresa voltar a recolher ao INSS 20% da folha de pagamentos. Se for aprovado, a maioria das construtoras será onerada, o que é um tiro no pé do próprio governo, porque isso será repassado ao custo das obras públicas. RBC – Que tipo de sinalização o governo precisa dar para acalmar o mercado? Ferraz Neto – Uma sinalização que, neste momento, está difícil de ele dar: fazer o ajuste fiscal sem onerar as atividades produtivas e realizando investimentos em obras de ampliação da infraestrutura que possam trazer aumento da produção e da produtividade, com rentabilidade aos investidores, proporcionando aumento da arrecadação. RBC – Além da redução do teto de financiamento, quais são os obstáculos que mais comprometem o desempenho da indústria da construção?

RBC – Que tipo de compensação o governo poderia adotar, para compensar esses impactos sobre o setor. Há espaço para a prática de desoneração fiscal e tributária, por exemplo?

Ferraz Neto – A diminuição do emprego e da renda, junto com o aumento da inflação. Se nada for feito para reverter esse quadro, a construção deverá fechar cerca de 600 mil vagas, neste biênio 2014-2015.

Ferraz Neto – Nenhum espaço. Ao contrário, o governo está tentando reduzir ou mesmo eliminar a desoneração da folha de pagamentos da construção civil. Neste momento, a Câmara dos Deputados examina proposta do governo que eleva de 2% para 4,5% a alíquota da Contribuição Previdenciária sobre a Receita

RBC – No âmbito da burocracia, o que poderia ser feito para estimular as empresas?

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Ferraz Neto – Intensificar os programas de agilização dos licenciamentos de empreendimentos, como já está ocorrendo na Secretaria de Licenciamentos do Município de São Paulo. Esta


Entrevista ação específica conta com o apoio do SindusCon-SP, que junto com o Secovi-SP e a Asbea desenvolve o projeto Plantas On Line, cujo objetivo é ajudar o órgão público a modernizar e agilizar a análise de projetos. RBC – Por outro lado, onde estão as oportunidades? Ferraz Neto – Nos investidores estrangeiros, que já estão no Brasil sondando tanto projetos de ampliação da infraestrutura em setores como transportes e comunicações, como no segmento imobiliário. RBC – O desempenho da indústria da construção interfere em outras indústrias? Ferraz Neto – A queda na atividade da construção se reflete nos projetistas, fornecedores de insumos, imobiliárias. E afeta setores ligados a montagem de residências e escritórios: fabricantes de móveis, indústria de eletrodomésticos etc.

construção. Como seria uma gestão de segurança ideal para o trabalho nas obras? Ferraz Neto – A integração da gerência de segurança desde a fase de desenvolvimento do projeto da obra, com o envolvimento contínuo das demais gerências em todas as fases da obra. RBC – O debate em torno da segurança no trabalho tem evoluído. Como essa questão se coloca no cenário geral da construção? Ferraz Neto – O SindusConSP atua continuamente para o incremento da saúde e da segurança do trabalho. Tem um Programa de Segurança e Saúde, para auxiliar as construtoras paulistas a cumprirem com todas as exigências. Promove anualmente a Megasipat, destinada a conscientizar os trabalhadores sobre a importância

dos procedimentos de segurança e saúde. O sindicato participa da Comissão Permanente Nacional e das Comissões Permanentes Regionais no Estado de São Paulo que cuidam da aplicação e do aperfeiçoamento da NR 18, a Norma de Segurança e Saúde do Trabalho para a construção civil. São fóruns tripartites, onde governo, entidades de construtoras e de trabalhadores, junto com o Ministério Público do Trabalho, atuam no atendimento às normas. Neste momento, a NR 18 está passando por um processo de revisão e a norma atualizada deverá ser publicado ainda neste ano. RBC – O setor tem sentido, também, as pressões da falta de mão de obra qualificada. Porque o setor não consegue ampliar os sistemas industrializados em canteiros de obras, diminuindo, assim, a dependência por essa mão de obra de forma tão intensiva?

Queda na atividade atinge toda a cadeia da construção

RBC – Como o senhor avalia a pressão inflacionária sobre os insumos da construção? Isso tende a piorar? Ferraz Neto – Fornecedores de insumos estão começando a elevar seus preços, especialmente nos setores oligopolizados, como o cimento. É uma má notícia para o setor, e requer vigilância por parte do governo. RBC – Os dados da Previdência Social apontam um crescimento no número de acidentes de trabalho no setor da

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Entrevista Ferraz Neto – Entre os diversos fatores, há o tributário. Um sistema industrializado recolhe uma tributação maior do que sistemas convencionais. Outro fator é escala: quando você tem uma produção constante e crescente de obras (o que não está acontecendo no momento), o sistema industrializado começa a ficar interessante. Apesar deste e de outros obstáculos, parte das construtoras já tem industrializado consideravelmente sua produção nos últimos anos.

O setor busca oferecer produtos adequados ao perfil da demanda

Industrialização só se justifica se houver grande demanda

RBC – Já dá para ter uma visão dos resultados esperados para o setor em 2015? Ferraz Neto – Estamos estimando que, se o PIB cair 1,5%, o produto da construção brasileira neste ano deverá sofrer uma queda de 5,5%.

O novo Plano Diretor de São Paulo e seus reflexos sobre a construção imobiliária Sancionada em 31 de julho de 2014 pelo prefeito Fernando Haddad, a nova lei 16.050/2014, do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo, estabelece o conjunto de diretrizes que orientará e determinará o desenvolvimento urbano da cidade nos próximos anos. O Plano Diretor estabelecerá objetivos, diretrizes e prioridades para todos os agentes públicos e privados que operam no território da capital paulista, impactando diretamente na aprovação de novos empreendimentos imobiliárias e nos produtos a serem desen-

volvidos na cidade. Sobretudo nas áreas intituladas “áreas de influência de eixo”. Essas são as regiões próximas às estações de metrô, trens, monotrilho, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), corredores de ônibus etc, Dessa forma, o plano delimita os Eixos de Estruturação da Transformação Urbana, em regiões dotadas de infraestrutura de transportes coletivos desenvolvida, e estabelece incentivos para seu adensamento, estimulando prioritariamente a produção imobiliária ao longo dos eixos existentes ou que virão a existir de oferta de transporte público cole-

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tivo de média e alta capacidade. Por outro lado, fixa critérios mais restritivos para a produção imobiliária fora deles. Alguns dispositivos do Plano Diretor afetam mais diretamente o segmento imobiliário. Veja a seguir.

Coeficiente de aproveitamento e outorga onerosa Coeficiente de Aproveitamento é a relação entre a área edificada - excluída a área não Computável - e a área do lote. É classificado em básico, que resulta do poten-


cial construtivo gratuito inerente aos lotes e glebas urbanos; máximo, que não pode ser ultrapassado; e mínimo, abaixo do qual o imóvel poderá ser considerado subutilizado. O novo Plano Diretor Estratégico estabelece os coeficientes de aproveitamento básico 1 e máximo 2 para a cidade inteira. As exceções são as áreas de influência dos Eixos de Estruturação da Transformação Urbana, onde o coeficiente é 4. Edificações que excederem o coeficiente de aproveitamento geram a obrigação de pagamento da outorga onerosa. Com a redução do coeficiente básico para 1, construtoras e incorporadoras temem a elevação dos custos com outorga onerosa. Com a mudança dos valores, decorrente da redefinição do coeficiente, haverá reverberações no mercado imobiliário, mas apenas no curto prazo. A tendência do mercado é que ele se reorganize. Onde porventura tenha ficado um preço superior àquele que o mercado consumidor possa bancar, haverá naturalmente uma renegociação entre incorporador e proprietário do terreno.

to possa ser aumentada em 10%. O empreendedor pode optar por construir HIS em outro terreno na mesma macroárea ou depositar no Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb), na conta segregada para HIS, 10% do valor da área total do terreno, calculado conforme o Cadastro de Valor de Terreno para fins de outorga onerosa.

dos mecanismos previstos é limitar a uma vaga de garagem por unidade residencial a área não computável. Outras vagas que vierem a ser construídas constarão como áreas computáveis no empreendimento, consumindo potencial construtivo do terreno

Cota parte máxima

O projeto não limita a altura de edificações nos Eixos de Estruturação da Transformação Urbana, mas fora deles o gabarito fica restringido a 28 m. Entretanto, em quadras onde em mais de 50% da área dos lotes as edificações existentes já ultrapassem o limite, a restrição não será aplicada.

Nos empreendimentos localizados nos Eixos de Estruturação da Transformação Urbana, há incidência da cota parte máxima de terreno por unidade - fixada em 20 m2 - de forma que fica definido o número mínimo de unidades habitacionais que deverão ser construídas em função da área do terreno. Embora o objetivo seja estabelecer padrões para o adensamento nessas zonas, o segmento imobiliário acredita que haverá limitação da área das unidades.

Vaga de garagem O Plano Diretor pretende promover o adensamento nas proximidades do transporte coletivo. Um

Gabarito de altura das edificações

Uso misto O plano cria incentivo para o uso misto nas regiões de influência dos eixos. Nelas, será considerada não computável a área destinada aos usos não residenciais, até o limite de 20% da área construída total, nos casos de empreendimentos de uso misto.

Limitação em vagas de garagem para promover adensamento próximo aos eixos de transporte

Cota de solidariedade O novo Plano Diretor determina, nos casos em que empreendimentos tenham mais de 20 mil m2 de área computável, que seja destinada 10% da área computável para habitação de interesse social (HIS), voltada a famílias com renda de até seis salários mínimos. O mecanismo, chamado Cota de Solidariedade, prevê que, em contrapartida, a área do empreendimen-

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Metrô de Salvador desencanta Obras que se arrastara, por mais por 14 anos, tendo custado aos cofres do município de Salvador cerca de R$ 1 bilhão, agora ganham ritmo e estão dentro do cronograma Começaram no início de fevereiro as obras da Linha 2 do Metrô de Salvador, que vai ligar a estação Acesso Norte, da Linha 1, a Lauro de Freitas (Grande Salvador). As obras seguem em ritmo intenso, com diversas frentes de trabalho entre as regiões do Acesso Norte ao bairro de Pernambués. A previsão é que as obras sejam concluídas em abril de 2017. A estação Acesso Norte, situada na região da Rótula do Abacaxi, próxima aos bairros do Cabula, Horto Bela Vista é hoje

uma das estações terminais que integram o sistema às linhas alimentadoras de ônibus. Ela sevirá de plataforma de integração com a Linha 2 estabelecendo a conexão entre as duas linhas do sistema. Neste momento, 755 trabalhadores, dos 7 mil previstos até o pico das obras, já foram contratados e iniciaram as atividades. O investimento total para a Linha 2 é estimado em R$ 3,6 bilhões, por meio de contrato de Parceria Público-Privada (PPP),

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com recursos do governo estadual, Caixa Econômica Federal (CEF) e da concessionária do sistema, a CCR Metrô Bahia. O Grupo CCR venceu, em 2013, o processo de licitação organizado pelo Governo do Estado da Bahia para o sistema metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, por meio da PPP, na qual fazem parte a companhia, o governo estadual baiano e a União. A CCR Metro Bahia assumiu, assim, a responsabilidade de realizar os investimentos em construção,


equipamentos, sistemas, material rodante, adequação, reforma, manutenção e operação dos terminais de integração de passageiros. No total, as linhas 1 e 2 terão 33,4 quilômetros de extensão e 19 estações. As obras estão a cargo do Consórcio Mobilidade Bahia, braço construtor da CCR Metro Bahia, formado pelas empresas Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. A ordem de serviço para o início das obras foi assinada pelo governador da Bahia, Rui Costa. A Linha 2 terá 23 quilômetros, a serem percorridos em 30 minutos, no contexto de operação plena. Ao longo do trajeto, o passageiro contará com 13 estações - Acesso Norte, Detran, Rodoviária, Pernambués, Imbuí, CAB, Pituaçu, Flamboyants, Tamburugy, Bairro da Paz, Mussurunga, Aeroporto e Lauro de Freitas. Além disso, serão construídos cinco terminais de integração com os ônibus – situados no Acesso Norte, rodoviária, Pituaçu, Mussurunga e Aeroporto. No projeto está prevista, ainda, a construção de dez novas passarelas

(Acesso Norte, Detran, rodoviária, Pernambués, Imbuí, Pituaçu, Parque Flamboyants, Bairro da Paz, Mussurunga e aeroporto). As obras tiveram início no canteiro da estação Acesso Norte. De lá o traçado segue sob as alças da BR324 e da Avenida Bonocô. A partir dali, o metrô avançará, ora pelo canteiro central ora pela marginal da Avenida Antonio Carlos Magalhães, sendo parte em superfície e parte em nível elevado, chegando até a estação Detran. Em seguida, os trilhos avançarão em via elevada por cerca de 200 metros, pela margem esquerda do rio Camurujipe, até chegar à rodoviária. A partir deste trecho, seguirá em superfície, passando sob os elevados dos Rodoviários e Nelson Dahia, até a estação Pernambués (próxima ao supermercado Macro). Na Avenida Paralela, o metrô seguirá na superfície do canteiro central, indo até a estação Aeroporto. A última etapa da obra será o percurso do aeroporto a Lauro de Freitas. De acordo com o governador Rui Costa, a conclusão da segun-

da etapa do metrô baiano vai proporcionar à população um meio de transporte seguro, confortável e rápido. “É a realização de um sonho. Após tantos anos de espera, a população vai poder contar com um modal completo. Com essa obra, e com todas as outras de mobilidade urbana, Salvador dá um grande salto para o futuro”, destacou. Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, a partir de 2017, Salvador contará com mais de 40 quilômetros de metrô, o que, disse, levará a capital à terceira colocação no ranking das cidades brasileiras que contam com sistemas metroviários.

Avanço das obras Desde o início da operação, em junho de 2014, até o final de abril, o metrô atingiu a marca de 5 milhões de passageiros transportados. Atualmente, a Linha 1 do Metrô de Salvado conta com as estações Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Retiro e Acesso Norte em operação. Pelo cronograma oficial, Bom Juá, Pirajá e Bonocô são as próxi-

Objetivo para 2017 é ser o terceiro maior sistema metroviário do País

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mas a serem incorporadas ao sistema metroviário, sendo entregues à população. Até junho ficarão prontas as estações Pirajá e Bom Juá, e a estação Bonocô deverá ser entregue até o final do segundo semestre deste ano. O primeiro trecho da Linha 2, que vai da estação Acesso Norte, passando pela estação Detran e chegando à estação Rodoviária, com 2,2 km, será entregue em outubro de 2015. O segundo trecho da mesma linha, inclui quatro novas estações: Pernambués, Imbuí, CAB e Pituaçu. Todas com inicio de operação marcado para abril de 2016. Serão mais 6,5 km de via concluída. Em outubro de 2016, serão entregues mais quatro novas estações na Linha 2: Flamboyant, Tamburugy, Bairro da Paz e Mussurunga. Após a conclusão dessa etapa serão mais 7,5 km de trilhos no sistema. Finalmente, em abril de 2017,

haverá a entrega da Estação Aeroporto, com mais 3,5 km de via. Esta etapa completa as 19 estações previstas no contrato de concessão e os 41 km de extensão das Linhas 1 e 2.

Bicicletários gratuitos Durante a assinatura da ordem de serviço para o início das obras da linha 2, o governador Rui Costa inaugurou dois bicicletários, situados nas estações Acesso Norte e Retiro. Cada equipamento, que teve investimento de R$ 300 mil, tem capacidade para guardar 108 bicicletas e estará aberto aos usuários no mesmo período de funcionamento das estações do metrô - de segunda a sexta, das 8h às 18h. O uso do bicicletário é gratuito e exclusivo para bicicletas de usuários do sistema metroviário. Para utilizar o serviço é neces-

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sário que o usuário faça um cadastro com o atendente do bicicletário e apresente documento com foto e comprovante de residência, para receber o cartão de identificação. Além do cadastro, é obrigatório que o proprietário da bicicleta tenha dispositivo de segurança, como cadeado e corrente, para prender a bicicleta na vaga. Segundo Rui, o objetivo é incentivar o uso de bicicletas, além de promover a integração entre diversos meios de transporte. A utilização do equipamento poderá ser feita por 72 horas consecutivas. Após o prazo, a bicicleta será removida do local e, posteriormente, doada. “Vamos convocar grandes empresas que queiram patrocinar estações de bicicletas compartilhadas, para instalar esses equipamentos nas estações de metrô”, disse o governador.


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Pirajá tem mais de 70% de obras concluídas A estação Pirajá do Metrô de Salvador, onde também funcionará o Centro de Controle Operacional (CCO) das Linhas 1 e 2, está com mais de 70% das obras concluídas. No local também está sendo construído o complexo com oficinas para manutenção e reparo e limpeza dos trens, além de toda a parte administrativa do metrô dos trens, com 58% de avanço físico. A área total de intervenções em Pirajá é de mais de 150 mil metros quadrados As obras nessa região têm uma complexidade muito grande, sobretudo nesse período de chuvas, mas estão andando num ritmo acelerado. As intervenções na área serão concluídas em junho, com a inauguração da estação prevista para julho. Desde que o sistema metroviário de Salvador foi transferido para o Governo da Bahia, em abril de 2013, a obra do metrô ganhou um ritmo acelerado e, pouco mais de um ano depois , em junho de 2014, os trens começaram a rodar em operação assistida. Para Harald Peter Zwetkoff, diretor presidente da CCR Metrô Bahia, os principais desafios do empreendimento são os prazos e a organização do trabalho. Ele lembra que o prazo previsto inicialmente para a entrega do metrô era de 3 anos e 4 meses. Entretanto, o projeto se arrastou por 14 anos, tendo custado aos cofres

Organização dos trabalhos e prazo são os grandes desafios

do município de salvador cerca de R$ 1 bilhão. Ele explica o que mudou, essencialmente, com a concessão por PPP. “Antigamente, a prefeitura ia contratar o metrô, mas não sabia quem ia operar o sistema. E se atrasasse, quem ia pagar? Não tinha nenhuma penalidade prevista. Hoje, se eu não cumpro os marcos contratuais, eu não recebo as parcelas dos aportes do governo federal e estadual, porque o contrato é uma Parceria Público Privado. A cada etapa de construção que eu concluo, a cada estação que eu inauguro, eu recebo uma parcela dos recursos do Governo. Se precisamos operar o metrô, temos que superar todas

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as dificuldades da obra. Todas as negociações comerciais e contratuais ficam em segundo plano’, resume. A adoção do modelo de concessão por PPP também resultou em mudanças até na arquitetura das estações. “Em todas as estações estamos fazendo uma série de trabalhos e os principais são de adequação às normas de acessibilidade. Nós estamos instalando piso tátil, corrimões de escada, além de acabamentos formais na parte de hidráulica, elétrica. As equipes de revitalização estão limpando, trocando vidro, tem muito trabalho para fazer”.


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M&T Expo 2015, é a grande vitrine do setor Evento realizado há 20 anos é a maior feira de negócios da América Latina do setor de equipamentos para construção e mineração Começou a contagem regressiva para o início do maior e mais esperado evento da cadeia da construção e mineração da América Latina. Começa em 9 de junho a M&T Expo 2015, que tem a expectativa de receber 54 mil visitantes do Brasil e exterior. Este ano, a feira completa 20 anos de existência, celebrados com a participação de mais de 500 expositores nacionais e internacionais, representando mais de mil marcas. Os principais provedores mundiais de soluções e equipamentos já confirmaram presença.

É a confirmação da M&T Expo como principal vitrine de desenvolvimento tecnológico dessa indústria no País. Na última edição, realizada em 2012, foram exibidos nada menos que 3.500 equipamentos de 1.042 marcas, apresentados p or 494 expositores, nacionais e internacionais. Naquele ano, foi confirmada a presença de 54.597 visitantes. Paralelamente à feira, será realizado o Congresso Internacionais de Equipamentos para Mineração, reconhecido como fórum para discussão dos princi-

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pais assuntos que norteiam o setor. Feira e congresso acontecem no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, nova denominação do Centro de Exposições Imigrantes. Entre os eventos especiais, programados para este ano, está o 3º Congresso Nacional de Valorização do Rental, que será realizado pela Analoc – Associação Brasileira dos Sindicatos, Associações e Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas, no dia 11 de junho, objetivando levar


informações atualizadas sobre assuntos relacionados à macroeconomia, investimentos, mão de obra, entre outros, que estejam em sintonia com o cotidiano das empresas de locação. Serão realizados ainda o 6º ENAMMIN – Encontro Nacional da Pequena e Média Mineração, organizado pela Signus Editora, e o Curso Pré-fabricados de Concreto – Uma abordagem completa da fábrica aos canteiros de obras, coordenado pela Abcic – Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto, que fornecerá uma visão ampla sobre os processos que envolvem a pré-fabricação, desde a sua concepção até a montagem final, incluindo aspectos de controle de qualidade. O Institute for Operational Excellence Brasil (IOPEX) promoverá, em parceria com a So-

bratema, no dia 10 de junho, o 2º Summit Internacional de Excelência Operacional & Lean Construction, que contará com apresentações de especialistas do Brasil e do exterior. As palestras abordarão o desenvolvimento de soluções inovadoras, que possam auxiliar as construtoras a otimizar os processos corporativos e as obras, com foco na redução de prazos e custos, para a obtenção de resultados significativos, desde o início do empreendimento, com destaque para Sistemas de Produção Enxutos, decorrentes da filosofia Lean Construction. A Sobratema terá ainda mais dois seminários, um que ficará a cargo do Instituto Opus e outro sobre Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, que trará análises e comentários sobre o setor neste primeiro semestre, a demanda para equi-

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pamentos e os resultados da sondagem em 2015. Os dois eventos estão programados para o dia 11 de junho. Ainda na programação, estão confirmados os seminários da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, do CBT – Comitê Brasileiro de Túneis, do Sinicesp - Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e do Sindipesa - Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais, e das empresas expositoras Caimex, JLG, Solinftec e ZF do Brasil. A programação completa, inscrições e informações sobre o M&T EXPO Congresso podem ser obtidas em http://www.mtexpocongresso.com. br/. Veja a seguir uma prévia do que os principais expositores levarão para a M&T Expo 2015.


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Ammann apresenta equipamentos para manutenção e construção rodoviária O grupo Ammann apresentará durante a M&T Expo 2015 o que existe de mais moderno no segmento de manutenção e construção rodoviária. Entre os destaques da marca, serão exibidos os equipamento de compactação leve tais como a nova geração de compactadores vibratórios, que abrange uma ampla gama de aplicações em espaços estreitos. Os dois novos modelos ACR 60 e ACR 68 estão equipados com o motor a gasolina de 4 tempos Honda GX 100 e com potencia de 2,2 kW a 4300 rpm. A Ammann apresentará, ainda, o seu compactador articulado de 11 toneladas. Equipado com motor diesel Cummins Tier 3, ele possui cabine panorâmica, completamente envidraçada, que garante ao operador excelente visibilidade sobre a área de trabalho, máximo conforto de operação, segurança e um painel de controle muito claro e intuitivo, que lhe permite controlar perfeitamente todas as funções. O modelo AV110X pode ser equipado com o sistema de documentação e medição da compactação ACE - Force, que mostra ao operador, o progresso do processo de trabalho em uma tela de grandes dimensões, e que permite transferir os resultados armazenados por meio de uma entrada USB ou de uma conexão GPS. O rolo compactador de solos modelo ASC110 é outra novidade a ser apresentada na feira. Trata-se de um modelo de alto desempenho, graças ao motor Cummins Tier 3 de 160HP.

Excelente tração e movimento são garantidos pela tração hidrostática nas rodas e no cilindro sem a utilização de eixo diferencial, ou seja, a roda é montada diretamente ao redutor planetário. A serie de vibroacabadoras estará representada pelo compacto modelo

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AFT350 E/G com capacidade de pavimentação de 4,5 metros. Ela conta com máxima funcionalidade, com o sistema de transporte de material e sem fim reversível com regulagem de altura, além de seus comandos robustos e com alto grau de confiabilidade.


Controle total ACR A ACR apresentará o Radiomatic Photon, um sistema de rádio controle fornecido em conjunto com uma ou mais câmeras, que são acopladas em qualquer lugar da máquina e fornecem imagens em tempo real para um visor de 3,5’’ instalado no transmissor. Com o auxílio da câmera, o operador de guindastes e gruas terá uma visão ampla da máquina e do ambiente de trabalho, mesmo se houver “pontos mortos” ou outros obstáculos em seu campo de visão. Desenvolvido pela HBC Radiomatic, o sistema pode ser fornecido com transmissores Technos 2, Spectrum D ou Spectrum E.

Pneus da Comercial Rodrigues A Comercial Rodrigues reforça a divulgação da sua linha de produtos dirigidos ao mercado de Construção, especialmente a nova linha de pneus OTR da marca TIRON. “Continuamos acreditando que a M&T Expo é uma excelente oportunidade para apresentar nossos produtos e as novidades que temos para o mercado”, afirma Jorge de Freitas Rodrigues, presidente da Comercial Rodrigues Comércio Varejista de Pneumáticos.

Pneu sob medida Bigtires A Bigtires levará para a feira o pneu Pneu OTR SKZ na medida 10-16.5 da marca Westlake, usado em minicarregadeiras e retroescavadeiras. Robusto e de alta qualidade, o OTR SKZ possui maior durabilidade e resistência a impactos e furos, profundidade do sulco superior ao modelo tradicional, alto poder de tração melhor dirigibilidade no asfalto e no solo macio, maior capacidade de carga e bom desempenho na diferenciação de solo. A marca está em um momento de expansão, consolidação e posicionamento no mercado no segmento pneumático e participa da peça primeira vez em feira de exposição.

DN4 Tecologia: sistema de gestão DN4 Tecnologia mostra sua solução para gestão de locação e manutenção de máquinas, com alternativas para redução de custos com manutenção. “É uma ferramenta de apoio à tomada de decisão dos diretores, ao disponibilizar informações sólidas e confiáveis centralizadas dentro do sistema”, explica Claudio Rogério dos Santos Duarte, diretor-presidente da empresa. A solução da DN4 Tecnologia possui painéis de controles para medir rentabilidade e outros parâmetros importantes para a empresa, além de apresentar a possibilidade de integração com outras soluções de TI. “Com isso, há uma agilidade de resultados e organização de dados, que são necessários para que grupos investidores tenham uma segura análise da companhia e façam investimentos”, complementa Duarte.

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Serviços e equipamentos de medição Control-Liq A Control-Liq, tradicional fornecedora de serviços e equipamentos de medição, que participa pela primeira vez da feira, destaca o equipamento automático de abastecimento à vácuo do fluido de arrefecimento, de baixo custo e bom desempenho. A empresa pretende familiarizar o público do evento com os serviços e produtos oferecidos e acredita ser uma boa oportunidade de divulgação junto aos usuários de equipamentos.

Danfoss destaca linha de bombas para circuito fechado A Danfoss apresentará em seu estande a família de bombas H1 para circuito fechado com deslocamento variável de pistões axiais, que é projetada para uso com todos os motores hidráulicos Danfoss existentes no que tange o controle e a transferência de energia hidráulica. Compactas e de alta densidade de potência, todas as unidades utilizam um conjunto de pistões integrado ao servo eletro-hidráulico que controla a taxa de velocidade e a direção do fluxo hidráulico. São especificamente compatíveis com a família de micro controladores Danfoss PLUS + 1® de fácil instalação Plug-and-play.


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Escavadeiras em destaque no estande da BMC-Hyundai única escavadeira do mercado com câmera de ré de fábrica, como item padrão. A cabine alia segurança e confiabilidade (alavancas hidráulicas), grande visibilidade, conforto (assento com regulagem de altura e peso) e visibilidade (ampla janela frontal). Resultado: aumento médio de 20% em produtividade.

Um dos destaques da BMCHyundai na M&T Expo 2015 é a escavadeira de esteira Hyundai, modelo R220LC-9S, de 22 toneladas. A lista de diferenciais da R220LC9S começam no baixo consumo de combustível e o melhor custobenefício da categoria. Outro destaque técnico é o conjunto reforçado de braço e lança de escavação, o qual apresenta maior resistência em aplicações severas, além do baixo

nível de reparos. Associada com recursos como a bomba hidráulica de três estágios, o equipamento oferece uma maior disponibilidade em campo. A caçamba da R220LC-9S foi projetada para maior penetração e agilidade no enchimento, reduzindo o ciclo de carregamento e aumentando a produtividade. Além dos aspectos operacionais principais, a R220LC-9S se destaca pelo projeto ergonômico, sendo a

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R140-9S A empresa também vai expor a escavadeira R140-9S. Com porte de 14 toneladas e motor de 126 hp, ela apresenta a potência de um equipamento de 16 toneladas, mas com a vantagem de representar um investimento 20% menor para os compradores. A máquina faz parte da classe de 12-15 toneladas, um segmento que cresceu 151% entre os anos 2010 e 2014, de acordo com a ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos). O equipamento possui seis cilindros, exigindo menos do motor e componentes hidráulicos, o que influencia diretamente no consumo de diesel. A R1409S consome entre 10 litros e 12 litros de combustível por hora, dependendo do modo de operação. Outra característica da escavadeira da BMC-Hyundai é sua caçamba com capacidade para 0,71m3 de carga, considerada grande para uma máquina de 14 toneladas (com potência de uma de 16 toneladas).


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Bomag lança recicladora/estabilizadora modelo MPH 122-2 Será na M&T Expo 2015 que a Bomag lançará para o mercado Brasileiro a recicladora/estabilizadora de solos modelo Bomag MPH 1222. O modelo conta com um motor de 482 hp, tambor cortador de 206 bits e largura e profundidade de corte de 2.400 mm de 500mm, respectivamente. É capaz de realizar serviços de estabilização de solos com injeção de água e, também, de realizar serviços de reciclagem de pavimentos com aplicação de emulsão, tudo em profundidades realmente significativas. As recicladoras Bomag MPH 122-2 possuem 11 variações de velocidades de corte, todas através de um comando na cabine do equipamento, que podem ser trocadas mesmo durante a operação do equipamento. Assim, não é necessário pará-lo e alterar manualmente qualquer tipo de polia ou correia. Isso garante mais tempo de disponibilidade do

equipamento para operação. Outro importante diferencial dos equipamentos da recicladora e estabilizadora é a excelente qualidade do projeto do sistema de corte e mistura, devido à tecnologia utilizada, que aproveita a relação peso-potência, o design do tambor e sua caixa e a quantidade de bits, que consiste num conjunto tambor fresador-misturador que visa garantir excelência de mistura sem a necessidade de operação em altas rotações. Isso resulta em maior produtividade, corte perfeito, evitando o consumo de energia desnecessária e reduzindo o desgaste de todos os componentes do sistema. Esse ganho em durabilidade pode chegar a ser de até 40% superior em relação aos sistemas de corte das recicladoras e estabilizadoras tradicionais. A MPH 122-2 apresenta, também, outro ponto de diferenciação: a junta articulada. Isso permite ao equipamento trabalhar em terrenos

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muito irregulares, adaptandose às condições desse terreno e mantendo o equipamento sempre em contato com solo e, consequentemente, o alinhamento ideal para os cortes e misturas. Somasse a isso a vantagem de possuir um raio de giro (fazer a volta) de menos de 3,5m, o que facilita a manobrabilidade em trabalhos em áreas confinadas como nas cidades ou pistas mais estreitas. A cabine da MPH 122-2 é ampla e permite a operação de ambos os lados do equipamento. Isso significa que pode ser operada tanto do lado esquerdo, quanto do lado direito e com visão perfeita em qualquer uma dessas posições. A Bomag Marini Latin America apresentará também na M&T Expo o Rolo Compactador de Solos BW 212, produzido no Brasil.


Case investe US$ 10 milhões e amplia portfólio A Case Construction Equipment dará destaque, durante a M&T Expo, aos seus lançamentos do ano, que somam um investimento de mais de US$ 10 milhões na ampliação e modernização de seu portfólio. A marca está introduzindo mais uma linha de produtos, a de tratores de esteiras, composta pelos modelos 1150L (com motor de 130 CV), 1650L (156 CV) e 2050M (232 CV). Os modelos já estão sendo produzidos na fábrica de Contagem (MG) e começarão a ser comercializados em breve. Um dos destaques é o modelo C da escavadeira hidráulica CX220, a pá carregadeira 721E XR com braço estendido, além de novas tecnologias para as máquinas, como o Machine Control, um sistema que pode

ser utilizado em motoniveladoras, tratores de esteira e escavadeiras hidráulicas, proporcionando mais precisão e economia nas operações. O portfólio de produtos da CASE hoje no Brasil é de 33 modelos em oito linhas (já incluindo os tratores de esteira, que estão em fase

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de lançamento). O investimento constante da marca em novas linhas e modelos, dos equipamentos leves aos mais pesados, levou a um crescimento de 150% no portfólio de produtos em nove anos, com o objetivo de atender a demanda do mercado brasileiro.


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Nova série de escavadeiras Caterpillar Em um estande de 2.000 m², a Caterpillar apresentará novidades como o trator de esteiras D6K2 e a escavadeira hidráulica 318D2L, que agora são produzidos na fábrica de Piracicaba (SP). Além dos produtos recém-nacionalizados, a CAT também mostrará sua nova série de retroescavadeiras, como a 420F2, que traz cabine totalmente redesenhada e promete alto desempenho e eficiência energética. O modelo possui bomba de pistão de fluxo variável que combina a força hidráulica com as demandas de trabalho, resultando em menor consumo de combustível. Os controles-piloto são operados por joystick na parte traseira do equipamento, melhorando os tempos de ciclo e permitindo ajustes mais fáceis. Para o mercado de pavimentação, o lançamento será a pavimentadora de asfalto AP1055F e a mesa SE60 VT XW. O novo modelo tem gerador integrado de 70 kW, desenvolvido para longa duração e que garante rápido aquecimento da mesa. O equipamento oferece ainda a opção de modo econômico e controle automático de rotação do motor, gerando redução no consumo de combustível e níveis de ruído. Já a nova mesa SE60 VT XW pode ser montada com extensões, alcançando até 10 m de largura de pavimentação.

Doosan amplia portfólio e apresenta novidades A Doosan apresenta aos visitantes da M&T Expo 2015 sua linha de equipamentos para escavação e carregamento com capacidades que variam de 14 a 50 toneladas de capacidade. Um dos destaques no estande da empresa será a escavadeira hidráulica modelo DX225LCA de 22 toneladas, produzida na planta industrial de Americana, podendo inclusive ser adquirida através de FINAME. A empresa também apresentará sua linha de Pás-Carregadeiras com caçambas que variam de 2,0 a 5,0 m³.

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Solução para trabalho em espaços confinados, a Doosan apresenta os novos modelos de miniescavadeiras DX63-3 e DX80R com capacidades de 6 e 8 toneladas respectivamente. O visitante também poderá conhecer a Máquina Manipuladora Hidráulica, equipamento muito utilizado nos EUA e agora apresentada na América Latina. O modelo DX300LL foi projetado exclusivamente para manuseio de toras e opera com grande precisão e controle, proporcionando segurança ao operador na execução de tarefas.


Ecoplan: produtos em aços especiais A Ecoplan levará para a feira produtos em aços especiais resistentes ao desgaste para reposição em diversos equipamentos utilizados na Mineração e na Construção. Na linha de Ferramentas para Maquinas Pesadas (FPS), a empresa fabrica pontas, suportes, dentes, cantos, hastes, lâminas, aros e segmentos, utilizados em escavadeiras, carregadeiras, retro-escavadeiras, motoniveladoras e tratores de esteira. Na linha de peças para equipamentos de Mineração e Brita-

gem, fabrica peças para reposição em diversos modelos de Britadores, Rebritadores de Mandibulas, Girosféricos, Hydrocones e Moinhos de Martelos. São peças como Mandíbulas, Mantas, Revestimentos, Martelos, Suportes entre outros. Os destaque na M&T Expo ficarão por conta da nova linha THOR de Martelos para Moinhos em Minerações de Calcário; a nova linha de Ferramentas Importadas Ecoplan NTX; e as novas linha de Laminas Ecoplan para Motoniveladoras

Empretec traz equipamento para corte de tubulações A Empretec exporá o Extractor X400, um equipamento para renovação de tubulações pelo método do arrebentamento (Pipebursting) a cabo de aço, fabricado pela empresa suíça Terra AG – Trenchless Tecnologies. “Ele é muito utilizado na renovação de linhas de distribuição de água, que é um serviço

com grande demanda no Brasil, principalmente na Região Sudeste”, afirma Thiago Constantino dos Santos, executivo de Vendas. Diferentemente das perfuratrizes horizontais direcionais e equipamentos de PipeBursting a haste, o Extractor X400 funciona com uma ferramenta de corte de tubulações

presa a um cabo de aço que é puxada pela máquina. Um cone de alargamento e a nova tubulação, geralmente de PEAD – Polietileno de Alta Densidade, são fixados a essa ferramenta para, em uma mesma operação, cortar a antiga tubulação, alargar o furo e instalar o novo tubo.

Grupo Convicta destaca betoneira autocarregável C-500 O Grupo Convicta traz como destaque a betoneira auto carregável C-5000, com capacidade de produção de 15m³/h, que dosa os agregados com sistema de pesagem, mistura e transporte o concreto até o ponto de aplicação. “Desenvolvemos um excelente equipamento, no qual aprimoramos os pontos crí-

ticos das marcas importadas, de forma atender as características particulares e necessidades das obras no Brasil”, diz Edison Rosa, supervisor comercial da empresa. O equipamento é indicado para pequenas áreas ou locais remotos, que possuem poucos recursos em termos de energia elétrica, estradas, cimento a granel, entre outros. Ainda tem

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a vantagem de iniciar a produção de concreto tão logo o equipamento chegue à obra. Segundo Rosa, a betoneira ainda proporciona a redução do número de equipamentos, mão de obra e obtenção de licenças ambientais necessários para produção do concreto, além de não necessitar de energia elétrica.


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Iagá mostra produtos de fabricação própria

Guindastes Hyva em destaque no evento

Kubota traz modelo supercompacto U-008

Na M&T Expo, a Iagá destacará sua linha de produtos de fabricação própria, que garantem uma gama variada de peças à disposição dos clientes, muitos deles exclusivos. Entre os itens de fabricação estão: carriers de transmissão, carriers de ponta de eixos de roda, semi-eixos de transmissões, alojamentos, engrenagens, carcaças, garfos diversos, hastes, além dos pinos e buchas para toda linha Komatsu. A distribuidora também mostra sua linha de peças importadas, como painéis-monitores de cabine, controladoras, sensores diversos, solenóides, vedações especiais, componentes de bomba hidráulica. “Esses produtos envolvem alta tecnologia, uma vez que os tratores modernos possuem muita eletrônica embarcada e hidráulica de alta performance”, afirma Mário Okamura, gerente comercial da Iagá.

Os guindastes HBR300 e HBR350 são as principais novidades apresentadas pela Hyva do Brasil durante a M&T Expo Os equipamentos, com capacidades de 30 e 35 toneladas, respectivamente, fazem parte da nova linha de guindastes articulados de grande porte, que foi desenvolvida pelo Centro Tecnológico na Itália para atender a demanda por equipamentos de grande capacidade e adaptados à realidade econômica do mercado brasileiro. Ambos os modelos foram produzidos seguindo o sistema construtivo tipo “canivete” e desenvolvidos de forma a permitir maior velocidade de trabalho, precisão e capacidade, com a vantagem de funcionar com reduzido consumo de combustível. Como itens opcionais, os guindastes levados dispõem de: limitador de giro, guincho de cabo, elemento para função extra, kit NR12 completo para cesto acoplado, sistema de controle de estabilidade, inclinômetro, sistema MSO e controle remoto.

Já a japonesa Kubota mostrará quatro modelos de miniescavadeiras, com destaque para o modelo U-008, que é supercompacto, com peso operacional de 890 kg, motor a diesel de três cilindros, que possibilita uma melhor eficiência e baixo consumo de combustível e uma baixa emissão de ruído e vibração. Segundo Fabio Ciuchini, sócio-diretor Argos GPS, master dealer no Brasil da Kubota, o equipamento possui o maior alcance na capacidade de escavação em relação a outros modelos, garantindo que as operações sejam realizadas com a máxima eficiência e maior velocidade. A miniescavadeira alcança uma profundidade de escavação de até 1.600 mm e uma altura de escavação de até 2.775 mm. Ela é ideal para áreas com espaços restritos”, diz.

HBS mostra soluções hidráulicas para o setor A HBS Oleohidraulica apresentando dois de seus produtos: o comando multifuncional HBS e as válvulas regenerativas. O primeiro possui um custo menor em relação ao que é utilizado atualmente nos guindas-

tes, reduz o uso de mão de obra e matéria-prima na instalação. Já o segundo é uma válvula especial que reutiliza a vazão de óleo durante a abertura das extensões, garantindo maior velocidade sem comprometer a segurança da operação.

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Segundo Luciano Ulian, diretor da empresa, a empresa aproveita a ocasião do evento para apresentar a unidade, inaugurada em janeiro, que deverá oferecer a tecnologia italiana no setor hidráulico.


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JCB tem novo presidente no Brasil A JCB, uma das maiores fabricantes de equipamentos para construção civil e mineração e líder mundial em vendas de máquinas retroescavadeiras e manipuladores telescópicos, prepara para a M&T Expo a apresentação de novidades, principalmente no segmento de terraplanagem, e com inovações tecnológicas em equipamentos como escavadeiras, motoniveladoras, pás carregadeiras, rolos compactadores de diversos tipos, tratores de esteira, caminhões fora de estrada e caminhões basculantes, entre outros. A empresa tem novo presidente, o executivo José Luis Gonçalves que tem mais de 20 anos de experiência na área técnica e comercial de empresas globais. Além do Brasil, o executivo já atuou em toda América Latina, assim como na Suécia e Estados Unidos. Na JCB, sua principal missão é reforçar o compromisso da empresa com o Brasil e promover o crescimento do negócio, a partir do fortalecimento da rede de distribuidores e de investimentos em programas de localização de produtos, além da expansão das exportações para outros mercados além do Mercosul. A JCB também levará à M&T duas grandes novidades: a retroescavadeira 1CXT, modelo compacto da já consagrada linha da marca, e o lançamento do sistema LiveLink para a pá carregadeira 422ZX. O LiveLink , sistema de monitoramento já disponível para as escavadeiras JS160, JS200 e Loadall agrícola, cumpre a tendência de se tornar disponível para todos os produtos da empresa.

Características LiveLink: O que é Tecnologia que permite o rastreamento da máquina de maneira remota, em tempo real, com acesso a informações de operação, horas trabalhadas, localização, bloqueio e outros dados de segurança, proporcionando uma melhor gestão operacional. Benefícios • Localização da máquina em operação e em transporte • Controle dos custos operacionais com maior eficiência • Bloqueio da máquina à distância • Planejamento e manutenções preventivas • Determinação do período de trabalho da máquina • Maximiza a produção e o retorno de investimento • Maior lucratividade, com melhor

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controle dos custos operacionais • Informações sobre consumo de combustível, alerta de falhas, relatórios de operação Características retroescavadeira 1CXT A 1CXT incorpora todos os benefícios inerentes às retroescavadeiras JCB, como robustez, confiabilidade, facilidade de manutenção e conforto. Além disso, proporciona mais versatilidade em operações específicas, pois apresenta desempenho superior em terremos inclinados e lamacentos, que possuem pouca aderência ou sustentação, garantindo a máxima produtividade. A retroescavadeira compacta também possui engate rápido universal que permite o uso de diversos acessórios, aumentando sua versatilidade.


GTXE: diversidade em peças de reposição

LBX: lança compactos, ideais para espaço confinado

Finiti: polimento nota 10 com a politriz de piso FP-06

O Grupo GTXE apresenta seus produtos nos segmento de eixos e transmissões para retroescavadeiras e carregadeiras e aproveita a ocasião do evento M&T Expo 2015 para fornecer dicas de peças de reposições originais e manutenção preventiva aos visitantes do seu estande. Além disso, a Triex Locadora, uma das marcas do grupo, mostra ao mercado de locação o novo modelo de Carregadeira Caterpillar Serie K.

A LBX do Brasil destaca a linha de equipamentos Spin Ace, escavadeiras hidráulicas com raio compacto e braço articulado. São dois modelos presentes na exposição: 80SA e 135SA, ideais para aplicações em lugares confinados, em espaço restrito e áreas urbanas, devido ao seu giro traseiro radial compacto. Os dois são equipados com motor Isuzu Tier III e foram desenvolvidos para proporcionar produtividade, economia, baixo nível de ruído, força e potência.

Um dos destaques da Finiti na feira será a politriz de piso FP-06, cujo desempenho pode ser traduzido na redução de custos e diminuição no tempo de serviço. O produto é o carro-chefe da empresa por ser uma das mais aprovadas pelos profissionais que trabalham com polimento e lapidação de pisos”, explica Mari. Para completar o trabalho de polimento, a empresa também irá mostrar a politriz de canto, lançada no ano passado, para reduzir ainda mais os esforços de quem faz o polimento dos cantos à mão.

NLMK: chapas de aço de alta resistência produzidas na Bélgica As chapas de aço de alta resistência Quard® e Quend®, são o lançamento da NLMK South America Sales. Os produtos possuem altíssima pureza e também a mais alta resistência ao desgaste e com limite de escoamento muito elevado. O Quard® está disponível nas durezas 400, 450, 500 e 550 Brinell e o

Quend® com limite de escoamento de 700 e 960 Mpa. “Nossos aços são produzidos na usina NLMK Clabecq na Bélgica, localizada a poucos quilômetros do porto de Antuérpia, nos dando uma vantagem competitiva em logística para a América do Sul”, afirma Paulo Seabra, diretor geral para América do Sul da empresa. Os dois

produtos permitem que os equipamentos sejam produzidos mais leves e resistentes, em substituição aos aços comuns de menor resistência, agregando valor aos produtos dos clientes, os quais terão sua vida útil aumentada, redução do tempo perdido com paradas para manutenção.

Palfinger apresenta Plataforma aérea e guindaste A Palfinger mostra plataforma aérea P200 e guindastes articulados MD 12005 e MD 60007. A P200 é um equipamento compacto, seguro e possui fácil e rápida locomoção, desenvolvida especialmente para intervenção em grandes

centros urbanos ou espaços restritos. A MD 12005 possui baixo peso, força e agilidade para as aplicações mais simples de carga e descarga. Tem como itens de série: filtro de alta pressão, bomba de pistões, parada de emergência e o sistema regenerativo

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que proporciona um aumento de 30% na velocidade de abertura das lanças se comparado aos guindastes comuns. E a MD 60007 destaca-se pela potência e alto desempenho para as aplicações de carga e descarga que exijam maior força.


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Linha de britadores cônicos da Metso Um dos destaques que a Metso preparou para a feira é a nova série de britadores cônicos Nordberg HP (High Performance), que combina alto desempenho, elevada produtividade e baixos custos de operação e desgaste. O equipamento é ideal para a produção de agregados e para minas; etapas de britagem secundária, terciária e de finos; além de aplicações estacionárias e móveis. Entre os principais benefícios da linha de britadores cônicos Nordberg série HP da Metso, destacam-se a alta capacidade e rendimento, manutenção fácil e custo-eficiente, flexibilidade de aplicação, facilidade de operação e peças de desgaste originais (OEM) duráveis. “Com longa vida útil, a nova série HP – que engloba o HP3, HP4, HP5 e HP6 – é capaz de oferecer um produto com formato e granulometria superiores”, conta o Diretor de Vendas de Equipamentos para Agregados da

Metso, Dionísio Covolo. Ele ainda explica que a aplicação vai de calcário até taconita, e de lastros de estrada até areia manufaturada. Com respeito à redução de custos, a linha de britadores HP, que estará exposta na M&T Expo por meio do HP3, oferece tempo de parada de manutenção reduzido e alta eficiência energética. Mediante uma combinação de velocidade otimizada e grande excentricidade, o equipamento propicia a maior taxa de redução quando comparado a qualquer britador cônico existente. Devido à mais eficiente ação de britagem, a solução apresenta menor consumo de kWh/t de produto final britado e com menor carga de recirculação. A operação com câmara cheia também melhora a ação de britagem interpartículas, obtendo-se produtos finais de granulometria mais consistente e formato superior.

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Palmares: pinos e buchas para articulações Fabricante de peças, com mais de 10 anos de experiência e atuação no segmento, a Palmares Indústria Metalúrgica mostra seus pinos e buchas para articulações de máquinas rodoviárias e industriais.

PW enfatiza equipamento de tecnologia nacional A PW Hidropneumática destaca a carreta de perfuração hidráulica Lobo XVI, equipamento de alta produtividade, com tecnologia nacional e opção de Finame. Equipado com itens de série como cabine com ar condicionado, inclinômetro digital, trocador e engraxador de hastes, coletor de pó, giro 45° da cabine sobre a esteira, boom extensivo e perfuratriz PWPH-16.5, é autossuficiente e inicia a geração de energia com um motor diesel, marca Cummins, modelo 6CTA 8.3. A perfuratriz possui bombas de vazão variáveis, que alimentam os conjuntos e subconjuntos do equipamento e o compressor de 280 PCM é o responsável pela limpeza do furo e filtros do coletor de pó. Ela utiliza hastes T45 com comprimento de 3.660 mm e o sistema de trocador de hastes tem capacidade para 6 + 1 hastes, totalizando 25,5 metros.


New Holland surpreende com novos produtos e soluções

Para a edição de 2015 da M&T Expo, a New Holland Construction levará muitas novidentre as quais os três novos produtos em duas linhas distintas que foram apresentados ao mercado brasileiro, no primeiro trimestre - um trator de esteiras D180C e duas escavadeirdadesas E215C e E245 ME. Os equipamentos já estão sendo produzidos na planta de Contagem (MG) e estiveram expostos no Campo de Provas, juntamente com uma pá carregadeira W190 (maior modelo produzido no Brasil) e uma pá carregadeira 12D (lançamento da marca em 2014). O trator de esteiras D180C é o primeiro do segmento com transmissão hidrostática com mais de 200 hp produzido no Brasil e é destaque no mercado por apresentar baixo consumo e agilidade, qualidades já reconhecidas

nos modelos D150B, lançado em 2009, e o D140B, nacionalizado pela marca no ano passado. Além disso, a família conta ainda com o trator de esteiras 7D, sendo uma linha completa no modelo. As novas escavadeiras hidráulicas, dois novos modelos prontos para atuar em duas categorias bem definidas – na faixa de 21 toneladas e 24 toneladas: E215C e E245C ME respectivamente – chegam com as maiores caçambas da categoria, com capacidade de até 1,7 m³ e o mais novo sistema de dentes SmartFit, patenteado e com tecnologia de travamento, facilidade de instalação e substituição.

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Além de lançamentos e de outras máquinas eficientes para atuar em atividades agrícolas, de construção, infraestrutura e mineração, serão apresentados pela marca as soluções de tecnologia disponibilizados pela marca, que garantem total controle na execução dos trabalhos e alta produtividade. “As tecnologias nas máquinas de construção visam acompanhar em tempo real a eficiência dos equipamentos, identificar melhorias de operação e reduzir os custos devido à maior precisão dos trabalhos, entre outras vantagens”, explica Marcos Rocha.


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Sany apresenta o guindaste STC800S A Sany apresenta três novos modelos: a motoniveladora SAG200, primeira no mundo com transmissão composta; a retroescavadeira BL70C; e o guindaste STC800S, com todos os eixos direcionáveis. A motoniveladora SAG 200 é projetada para aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais, contando com um sistema de detecção de carga que eleva a precisão operacional em 30% e reduz o consumo de combustível em 5%. “O equipamento de proteção de sobrecarga e desgaste de engrenagens permite que a máquina opere em severas condições de trabalho, aumentando a vida útil dos dispositivos de 5 a 10%, detalhe que eleva a confiabilidade de toda a máquina de 3 a 5%. Já a retroescavadeira BL70C chega ao mercado com um sistema recém-desenvolvido de sensor de carga variável, que envolve uma combinação perfeita entre motor, sistema hidráulico e transmissão, dando maior eficiência às operações e economia de combustível. A máquina conta com um piloto de comando hidráulico, que utiliza tecnologia sofisticada sensível à carga, com maior estabilidade, proporcionada pelo carro longo e um trabalho de escavação até 4507 mm de profundidade máxima em relação ao solo.

O guindaste STC 800S, novo equipamento da fabricante no Brasil para atender ao segmento de 80 toneladas, tem lança principal com cinco segmentos, em formato U, com 47 metros de comprimento e extensão treliçada (JIB) de 17

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metros. O guindaste possui todos os eixos direcionáveis com opção de trabalhar em modo caranguejo e utiliza pneus 385/95, o que habilita o equipamento a trabalhar em todos os tipos de terreno.


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Socage apresenta sua linha de plataformas aéreas sobre caminhão Para o segmento de movimentação de cargas, a Socage do Brasil levará para sua linha de plataformas aéreas sobre caminhão e tipo Spyder. Um dos destaques da empresa será a SPJ315, plataforma aérea sobre esteira que tem como principal característica sua leveza e pequenas dimensões. “É um equipamento versátil capaz de ultrapassar uma porta comum por ter apenas 78 cm de largura sem o cesto, o que permite o acesso em lugares restritos”, diz Marcelo Bracco, diretor geral. A SPJ315 atinge até 15 metros de altura, com alta performance em toda a área de trabalho, suporta até duas pessoas no cesto – 225Kg e ferramentas – e é indicada para trabalhos externos e internos.

Superbid promove leilões de equipamentos durante o evento A Superbid pretende divulgar seu canal de compra e venda de máquinas usadas. Para isso, promove, durante o evento, grandes leilões de equipamentos. “É uma oportunidade de conversar com os nossos clientes, pessoalmente, sejam compradores ou vendedores”, afirma Pedro Barreto, diretor comercial da empresa. A Superbid é um canal com mais de 50 mil visitantes diários no site e uma média de 18 páginas por visita, atendendo a maioria das grandes empresas do setor. “Queremos trazer as médias e pequenas também”, diz Barreto, que analisa que o mercado de novos equipamentos passa por desafios até, pelo menos, o final do primeiro semestre. “O mercado de usados apresenta boas oportunidades de compra

SCPolias, aproveita o evento para intercâmbio comercial e tecnológico A SCPolias, que já participa do evento pela quarta vez, mostra as suas polias padrão e também as do tipo com bucha cônica, que facilita a montagem nas máquinas, reduzindo em até 75% o tempo de troca das peças. “Nossa expectativa com a participação na feira é alta, pois buscamos sempre divulgar nossas marcas nesses eventos”, diz Bruno Lazzaris de Bona, gerente comercial da empresa. O executivo pretende aproveitar a oportunidade para buscar oportunidades de melhorias, tanto para os produtos, quanto para os processos internos de trabalho na fábrica.

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Soned: sistema de lubrificação Trucklub O destaque da Soned é o Sistema Trucklub, que lubrifica automaticamente até 60 pontos nos chassis do veículo em movimento, aplicando a dosagem correta de graxa no local a ser lubrificado, evitando o atrito que provoca o desgaste precoce das peças. O produto é especialmente indicado para veículos que operam sob as mais severas condições e ambientes de trabalho como, por exemplo, poeira e umidades excessivas.

Takeuchi traz modelo miniescavadeira TB 235 A Takeuchi levará o novo modelo de miniescavadeira TB 235, com peso operacional de 3.500Kg, profundidade máxima de escavação de 3.400 mm e que apresenta como características, alto desempenho, durabilidade, confiabilidade e facilidade de operação. Com suporte para instalação de garra, plataforma do operador inclinável, válvula seletora de controle conjugado, possui duas velocidades de deslocamento (alta/ baixa) e deslocamento em linha reta com operação simultânea das funções de escavação e giro.


Terex reafirma sua posição de pioneirismo no mercado A marca da Terex, Genie, líder no segmento de plataformas aéreas no Brasil, fará a exposição da lança telescópica Genie SX-180. Lançada no final de 2013 o equipamento é a maior plataforma áerea do portfólio da empresa, e uma das maiores do mundo. Com braços telescópicos autopropulsados, o produto chega a 56 metros de altura, levando dois profissionais em sua cesta de trabalho. Apesar do grande alcance, o produto é bastante estável e compacto para o transporte por conta do chassi em X, nos quais os eixos se recolhem a ponto de poder ser colocado em cima de um caminhão de transporte normal. A plataforma também é capaz de girar 360° em movimento contínuo, sem interrupção do trabalho. Além disso, possui comandos joystick com efeito hall, totalmente proporcionais. Terex Guindastes O guindaste todo terreno Explorer 5800, já apresentado em outras feiras no exterior, estará pela primeira vez no Brasil. Por seu design compacto, mas sem perder capacidade de

carga e alcance,o equipamento se destaca por sua versatilidade e acessibilidade aos mais variados tipos de obras, economizando custos de transporte e montagem. O Explorer 5800 tem capacidade para içar até 220 toneladas e pode chegar a mais de 100 metros de altura. Simulador de operação de guindastes RT Durante o evento a TLA apresentará ao mercado o simulador de guindastes RT (Roudgh Terrain) desenvolvido de forma pioneira por especialistas das mais diversas áreas para o mercado brasileiro. “Com a chegada desse equipamento poderemos aprimorar ainda mais nossos treinamentos e, portanto, chegar a um nível de excelência no preparo dos operadores de guindastes que certamente contribuirá para operações ainda mais seguras”, explica Ricardo Beilke, gerente da área de serviços da TLA. O Simulift, nome do simulador Terex, estará a disposição para treinamentos nas instalações da Terex em Cotia e Betim e de forma itinerante por todo o Brasil

Timbro Trading: traz para o evento a diversidade de equipamentos A Timbro Trading mostra uma série de equipamentos e máquinas, com destaque para guindastes, perfuratrizes, empilhadeiras, bombas de concreto, linha amarela, além de partes e peças. A empresa oferece um pacote de soluções a fim de facilitar o processo de compra e aquisição. “É muito importante estarmos presentes na principal feira do setor, demonstrando nossa expertise e as soluções inovadoras que trazemos para o mercado”, afirma Marcelo Almeida, diretor comercial da empresa. Segundo ele, o grupo tem intensificada a atuação no segmento de obras voltadas para a área de infraestrutura.

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Topac: gruas de torre atestadas pela ISO 9001 Participante pela quarta vez, a Topac Comércio de Equipamentos Industriais está otimista com sua participação no evento. “Sabemos do potencial da M&T Expo e do ótimo público participante da feira. Por isso, acreditamos numa boa perspectiva para a edição deste ano”, diz Vagner Lopes Faria, diretor comercial da Topac. A empresa está apostando na apresentação das gruas de torre, que terão espaço maior. Construídas com tecnologia europeia de ponta, as gruas possuem qualidade atestada pela ISO 9001 e com requisitos técnicos que asseguram segurança e facilidade na montagem e no transporte. “Assim como em outras edições, será uma ótima oportunidade de estar mais próximo do público geral, assim como acompanhar de perto as novas tendências e lançamentos do mercado”, complementa Faria.

Yanmar: foco na miniescavadeira Vio30 A Yanmar South America aproveita tendência no mercado para equipamentos compacto, divulgando a linha de escavadeira Vio30, na classe três toneladas, com traz algumas inovações e diferenciais como, Giro Zero, engate rápido e modo eco, que controla a rotação do motor, possibilitando uma maior eficiência, e a redução no consumo de combustível.


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Wirtgen Group e Ciber farão lançamentos na M&T Expo

A Ciber Equipamentos Rodoviários, subsidiária do Grupo Wirtgen no Brasil, e a fabricante dos produtos da marca Ciber, trazem para a M&T Expo quatro grandes lançamentos para construção de rodovias e mineração. De acordo com o presidente comercial da Ciber Equipamentos Rodoviários, Luiz Marcelo Tegon, os lançamentos trarão inovações ao mercado brasileiro. “Podemos assegurar que são máquinas inovadoras e que irão trazer muitas van-

tagens para nossos atuais e novos clientes e que contribuirão ainda mais para qualidade na pavimentação das rodovias como o novo britador cônico Kleemann Cone9”. Estão expostos os seus recentes lançamentos, como a nova série de pavimentadoras da marca Vögele “traço 3” e a linha de compactadores Hamm, como o GRW280 de pneus e o rolo 3411, assim como a fresadora a Wirtgen W100, essas últimas produzidas na unidade fabril da Ciber em Porto Alegre. A série “traço 3”da Vögele, foi desenvolvida sob o lema “Menos consumo,

menos emissões, menos custos” apresentando máquinas mais ecológicas, econômicas, silenciosas e fáceis de manusear. O rolo Hamm GRW 280 prioriza a maior eficiência e dirigibilidade na utilização. Compacto, oferece maior conforto ao operador. Assim como o rolo 3411, que ainda permite uma vista panorâmica perfeita para a operação. Já a fresadora a frio Wirtgen W100 é compacta e ideal para utilização tanto em áreas urbanas como em rodovias.

Ultra Clean Brasil: sistema de limpeza de tubos A Ultra Clean Brasil mostra a tecnologia UC System, um sistema de limpeza interna e descontaminação de tubos, tubulações e mangueiras hidráulicas a seco e em segundos. “Ela consegue chegar numa classificação de ISO 15/13/10, ou

melhor, inferior a 2 micra”, explica Osíris Rocha, diretor da empresa. O UC System propicia benefícios como a redução de custos, ao prolongar a troca de óleo, garantindo que os componentes hidráulicos não irão se desgastar em pouco tempo, evitando, assim, uma parada não

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programada. “Temos a expectativa de que a feira atraia muitos visitantes interessados em novidades do setor, criando oportunidades de contato com clientes e fortalecendo nossa tecnologia para o mercado”, diz Rocha.


Tratorgel reforça relacionamento com o cliente e apresenta ampla linha de produtos A Tratorgel vai com o objetivo de estreitar seu relacionamento com clientes e fornecedores. Para a empresa, a feira é uma referência no mercado de equipamentos para a construção e mineração na América Latina tanto para expositores como visitantes. Durante o evento, a empresa mostrará sua linha de produtos,

como luvas forjadas e fundidas, engrenagens, pá do extrator secundário, bandeja, acomplamento de bomba, caneca, tampa de filtro de ar, extrator secundário, garfo hidráulico, flange lateral, bomba, mancais, eixos, cubos, pinos, entre outros, além de seus serviços, como as reformas de cabines e caçambas.

Empresa Schwing-Stetter Brasil lança Autobetoneira AM10FHC O Brasil é o principal mercado sul-americano da Schwing-Stetter, como referência de vendas, performance de trabalho, desenvolvimento e aplicação tecnológica dos equipamentos para concreto. Na M&T Expo 2015, serão apresentados modelos consolidados nessa área como a AM10FHC, por exemplo, a Autobetoneira que possui o melhor centro de gravidade por volume de concreto transportado, proporcionando segurança durante o transporte. Capaz de transportar até

10 m³ de concreto, o tambor de 2.300 mm de diâmetro é fabricado com aço de elevada resistência abrasiva ao concreto, prolongando a vida útil do equipamento. Possui reservatório hidráulico, visualizador de nível, sistema de filtragem e trocador de calor com sensor elétrico para acionamento automático. A Schwing-Stetter desenha esse equipamento para montagem em diferentes marcas e modelos de caminhões, com capacidade de carga mínima admissível de 32 toneladas.

Vedsystem: kits de vedação com grife A Vedsystem vê na M&T Expo a oportunidade de ficar mais próximo do cliente, assim como prospectar novos mercados e fornecedores. “Participar da feira é uma forma de reafirmar a qualidade e tecnologia de nossos produtos, além de contatar possíveis clientes e fornecedores, e também estabelecer um encontro direto com clientes já consolidados. Nossa participação pode nos proporcionar futuras negociações, promovendo um intercâmbio comercial direto e permanente”, afirma Daiany Bispo, analista de Comércio Exterior da empresa. Com uma grande variedade de kits de vedação para cilindros de máquinas pesadas de marcas como Caterpillar, Komatsu, Hyundai, JCB, XCMG, Case, Doosan, Liebherr, entre outros, a Vedsystema também possui uma linha de peças fabricadas sob medida, de acordo com a necessidade do cliente.

Wolf: carreta hidráulica com tradição A Wolf apresenta a carreta hidráulica de perfuração de rochas FOX 12-30, equipada com motor Cummins 6CTA 8.3, com potência de 214 hp, sistema de limpeza com água, coletor de pó, que possibilita uma operação sem poeira, e coifa móvel, que permite uma melhor visualiza-

ção do emboque da mina e também uma vedação mais eficiente durante a perfuração. Possui uma lança completa, composta por trocador de hastes automático, centralizador hidráulico, engraxador automático e perfuratriz hidráulica MW 80h, que assegura uma perfuração veloz, precisa e mais

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eficiente. “São muitos os benefícios oferecidos pelo equipamento, que foi desenvolvido com tecnologia de ponta, incluindo aumento de produtividade, redução de custos de perfuração e sustentabilidade”, explica Carlos Ferrari, consultor de negócios sênior da empresa.


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Sage Oil Vac : monitoramento em tempo real O controle telemático de abastecimentos pode gerenciar de forma centralizada de diesel e lubrificante em tanques aéreos ou comboios mesmo que estejam situados em distintos pontos geográficos. O Hardware GK7 e o Software Dieselplus. net para equipamentos de abastecimento pode funcionar sem vigilância e não exigem a instalação

de qualquer software no local. A solução será apresentada ao mercado durante a M&T Expo 2015, Além disso, a Sage Oil Vac Brasil apresentará inovações em comboios de lubrificação customizados compactos, para trabalho em áreas urbanas. Troca de óleo e Lubrificação de equipamentos em áreas urbanas é sempre preocupação quando o trabalho é continuo e as restrições

de circulação de veículos precisam ser observadas. A Sage Oil Vac Brasil apresenta o modelo customizado MSS 500 e o MSS 1200 para montar em utilitários como Montana, Strada, Doblo, Kangoo, Sprinter e etc. Outra vantagem é que essa instalação não é definitiva e possibilita instalar em veículos da frota ou alugados e fazer seu remanejamento.

Volvo apresenta equipamentos de construção rodoviária A Volvo CE vai mostrar na M&T o que há de mais avançado em termos de equipamentos de construção nos diversos segmentos em que atua. É o caso, por exemplo, de suas máquinas voltadas para a construção rodoviária e suas soluções para as

empresas do setor. São compactadores de solo e asfalto, motoniveladoras e de minicarregadeiras, além de outros equipamentos dirigidos para o setor, no Brasil e nos demais países latino-americanos. A Volvo CE também mostrará suas

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avançadas escavadeiras, as carregadeiras sobre rodas e os caminhões articulados. A empresa também mostrará o que tem na área de serviços e telemática e ainda muitas outras novidades que serão lançadas durante a M&T.


Revista Brasil Construção Ed 7  
Revista Brasil Construção Ed 7  
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