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Não é Reforma da Previdência. Não é Reforma Trabalhista.

Eles querem é acabar com seus direitos. Isso vai afetar a sua vida e a da sua família

CNTTT

NCST/MG

I-sem 1


A Previdência é patrimônio da nossa gente

O

País vive uma crise. Ouvimos isso diariamente na TV, no rádio, nos jornais e redes sociais. Os efeitos da crise contaminam o nosso dia a dia. Convivemos com a tragédia do sucateamento dos serviços públicos – como saúde, educação, assistência social e segurança –, do crescimento do desemprego e da degradação das relações sociais. Enquanto os escândalos se multiplicam, os direitos do povo são golpeados e a Previdência Social é atacada. A pergunta que fica para todos é: quem deve fazer mais sacrifícios para recuperar o Brasil? Os trabalhadores e as trabalhadoras? Ou o grande capital financeiro que sempre lucrou com a exploração da nossa gente? Numa hora dessas, não dá para ter dúvida. Nosso povo já é muito penalizado. Se lhe tirarem os poucos direitos que ainda tem, aonde vamos parar? Nossa cartilha é um alerta à população para medidas antissociais que vêm sendo tomadas pelo Governo Federal, com apoio de deputados e senadores. É uma denúncia contra as tentativas de destruir a Previdência Social e os direitos dos trabalhadores. Não podemos cruzar os

braços. A situação pode ficar pior do que já está. Toda família brasileira tem um parente, um amigo e um conhecido que tem o direito de ser beneficiário da Previdência Social. E tem trabalhadores que agora têm direitos ameaçados pela tentativa de “modernizar” as relações de trabalho. Os trabalhadores e as trabalhadoras, ao longos de décadas de lutas e mobilizações, conquistaram direitos elementares. Agora, diante da crise, quando mais eles precisam de apoio, querem retirar direitos do povo. Nós sabemos da importância das aposentadorias e das pensões na vida das pessoas e na economia das cidades. Nós sabemos a importância de um emprego e dos direitos trabalhistas no dia-a-dia de cada um. O objetivo dessa cartilha é esclarecer pontos. É para você tomar consciência do que está por trás das mudanças propostas na previdência e na reforma trabalhista. Muitas pessoas tomaram raiva da política e de uma parte dos políticos. Porém, é preciso lembrar que o rumo do País e das nossas vidas é decidido pela política. Entre na luta contra mais essa injustiça. Qualquer dúvida, entre em contato conosco. Um abraço,

Expediente Cartilha do Mandato Popular e Participativo Deputado Estadual Celinho do Sinttrocel Jornalista Responsável: Maria Cristina de Souza MG02669/JP | Textos: Sávio Bones | Diagramação: PISKO Tiragem: 5 mil exemplares | Distribuição Gratuita 2 Apoio das entidades: CNTI, CNTTT, FETTROMINAS, I-sem (Instituto 25 de Março de Sérgio Miranda) NCST-MG e Sinttrocel.


Desvendando a tal Reforma da Previdência Por ano, o Governo Federal gasta R$ 501,7 bilhões em juros da dívida e abre mão de R$ 281 bilhões de reais em receitas, fruto de desonerações para segmentos econômicos. Destes, 55% ele retira da Seguridade Social que é a estrutura de proteção social, de acolhimento e de ajuda à grande parte da população. Agora, o Governo, alega excesso de gastos e quer fazer uma tal reforma da previdência e achatar a renda do trabalhador. Pode isso? Além do mais, as altas taxas de juros, os cortes do crédito e a contenção de investimentos públicos provocam uma desaceleração na economia. Resultado: queda na arrecadação e redução das receitas da seguridade social.

Entenda porque a Previdência Não é deficitária SUPERÁVIT X DÉFICIT O Sistema de Seguridade Social é composto pela Previdência, pela Saúde e pela Assistência Social. Seus recursos vêm da contribuição dos trabalhadores, dos empregadores, da produção rural, do faturamento e do lucro líquido das empresas, contribuição sobre jogos lotéricos etc. O Governo quer fazer você acreditar que a Previdência é deficitária, ou seja, que ela dá prejuízo. Não acredite nisso. O Sistema é superavitário, não dá prejuízo. O saldo financeiro da Seguridade foi positivo nos últimos anos:

2013 – R$76,2 bilhões; 2014 – R$53,8 bilhões; 2015 – R$23,9 bilhões. 3


Os governos sucessivamente demonstram cálculo de déficit porque consideram apenas parte das contribuições sociais (somente a arrecadação previdenciária direta urbana e rural, excluindo outras importantes fontes como COFINS, CSLL, PIS-PASEP, entre outras) e ignora as renúncias fiscais. Ademais, nada fala dos valores desviados pelo mecanismo da Desvinculação das Receitas da União - D.R.U., em CSLL - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido recursos do Orçamento da Seguridade Social para outros fins de interesse do Estado, tendo retirado da Seguridade Social R$230,5 bilhões, de 2010 a 2014. O verdadeiro cálculo, que detalhadamente considera todas as receitas e despesas do Sistema de Seguridade Social (formado pela Saúde, Assistência e Previdência Social) aponta que no ano de 2014, por exemplo, o superávit atingiu mais de R$ 53 bilhões! O malfadado déficit da Previdência Social nada mais é do que um mito, criado para esconder a responsabilidade do Estado por suas incessantes políticas de renúncias fiscais, desonerações e desvinculações de receitas, além de sua ineficiência na cobrança de dívidas ativas. (Fonte: Frente Parlamentar em Defesa da Previdência Social e Associação dos Auditores-Fiscais da Receita Federal – Anfip).

?

Então, porque o Governo quer fazer mudanças na Previdência? Porque o Governo quer reduzir as contribuições dos grandes conglomerados e abrir caminho para as previdências privadas. Para desmoralizar a Previdência, o Governo vem criando dificuldades para os trabalhadores e trabalhadoras acessarem seus benefícios. 4


Quando as mudanças passam a valer? A Lei vai passar a valer assim que for aprovada por deputados federais e senadores em Brasília. Por isto, o Governo está com pressa. Não quer discutir com a população, gasta rios de dinheiro em propaganda e ameaça passar o rodo. Ele quer que os trabalhadores e trabalhadoras – os afetados com as mudanças – não tenham tempo de reagir.

Quem será atingido? Todo mundo que depende do seu trabalho para sobreviver: todos os trabalhadores e trabalhadoras da ativa, independentemente da idade, profissão ou tempo de contribuição. E também os futuros pensionistas – tanto os viúvos (as) como os dependentes menores e todos os “afastados” do trabalho ou que no futuro vierem a adoecer.

Desaposentaç˜åo Como se não bastasse o Governo Federal, o STF também vem jogando contra os trabalhadores. Em outubro do ano passado (2016), o Supremo considerou ilegal a desaposentadoria ou desaposentação, que é a possibilidade de o aposentado pedir a revisão do benefício por ter voltado a trabalhar e a contribuir para a Previdência Social.

Mudanças que NÃO interessam aos trabalhadores O que o Brasil precisa é de um Plano Emergencial de Geração de Empregos e Renda. Sem isso, o País não sai do buraco. 5


Recentemente, o Governo Federal apresentou pontos para a chamada reforma. Eis o que ele quer:

APOSENTADORIA Idade mínima O Governo pretende fixar a idade mínima para efeito de aposentadoria, em 65 anos, tanto para o setor privado e como para os servidores – homens e mulheres. Uma pessoa que comece a trabalhar aos 15 anos terá que trabalhar 50 anos seguidos de carteira assinada para poder se aposentar. Isso se conseguir passar este tempo todo sem nenhuma interrupção, sem nenhum período de desemprego. A idade mínima será acrescida de mais um ano, para ambos os sexos, sempre que a média nacional de expectativa aumentar um ano. O que é muito injusto porque a expectativa de vida muda de região para região do País e do Estado. A idade mínima hoje é de 65 anos para homens e 60 para mulheres. Os trabalhadores do setor privado se aposentam com cerca de 50 anos, ao completar o tempo de contribuição – 35 anos para homens e 30 para mulheres. No funcionalismo, a idade mínima é de 60 anos para homens e 55 para mulheres.

Tempo mínimo de contribuição

O tempo mínimo de contribuição vai subir de

15 para 25 anos.

Homens e Mulheres O governo quer obrigar a mulher a só aposentar aos 65 anos. Ele quer unificar a idade mínima para homens e mulheres e com isso prejudicar todas as mulheres: - a nova regra afeta mulheres com até 45 anos - para aquelas com mais de 45 anos, será estabelecida uma regra de transição até atingir a idade mínima de 65 anos. É um direito legítimo das mulheres se aposentarem antes dos homens. Em que pese está escrito que “todos são iguais perante a lei” na prática, a vida não é assim. Apesar dos muitos avanços, o salário dos homens é sempre mais alto, as oportunidades de emprego para eles são maiores e a rotatividade menor. Além do mais, os homens não ficam grávidos e a maioria não tem jornada de trabalho no lar. 6


Seu neto ou sua neta que nascer hoje terá de começar a trabalhar com 16 ANOS e não ficar nenhum ano desempregado para ter aposentadoria integral aos 65 ANOS.

Cálculo do benefício O Governo pretende mexer na fórmula de cálculo para o trabalhador contribuir por mais tempo. Quer aplicar 50% sobre a média das contribuições, acrescida de 1% a cada ano adicional de contribuição.

Pensões

A pensão por morte hoje é integral – com um teto de R$ 5.189,82, em 2016. O Governo quer reduzir 50% e acrescer mais 10% por dependente, para todos os segurados, tanto do INSS como no serviço público. Como se não bastasse, o Governo estuda a possibilidade de reajustar as pensões abaixo do reajuste do salário mínimo. A proposta quer ainda taxar aposentados e pensionistas do INSS e do setor Público. 7


Aposentadorias especiais A aposentadoria especial é uma bonificação para quem trabalhou em ambientes insalubres, perigosos ou que comprometam a saúde, tanto física como psicológica. Ao invés de reconhecer o esforço dos trabalhadores, ampliar direitos e garantir aposentadorias especiais para categorias como rodoviários, teleatendimento, trabalhadores em minas e outras – o Governo quer prejudicar ainda mais as pessoas que trabalham duro. O Governo quer acabar com aposentadorias especiais para professores, Policiais Militares, bombeiros e outras categorias.

Trabalhadores rurais Os trabalhadores rurais podem se aposentar por idade – 60 anos para homens e 55 para mulheres –, bastando apenas comprovação da atividade no campo. Isso é muito justo. Na roça as pessoas começam a trabalhar mais cedo. Agora, o Governo quer subir a idade mínima para 65 anos.

Fim da paridade entre servidores ativos e inativos A regra atual assegura o mesmo reajuste salarial para todos e na mesma data. Esses trabalhadores passariam a ter direito só à reposição da inflação no momento de reajustar o benefício.

Militares das Forças Armadas O Governo tem comunicado que as mudanças propostas, por enquanto, não atingirão os militares das forças armadas. É esperar para ver e seguir o exemplo dos militares que endureceram o jogo com o Governo.

Não aceitamos a retirada de nossas conquistas. Nenhum Direito a Menos! 8


Agora é hora de todo mundo falar grosso e firme junto: metalúrgico, comerciário, rodoviário, trabalhador rural, servidor público, bancários, enfermeiros, médicos, empregados(as) domésticos(as)... Aposentados e Pensionistas e tantos outros. Não foi o povo que criou a crise. As classes trabalhadoras merecem respeito.

Pagando pedágio para aposentar

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quem tem menos de 50 anos será enquadrado nas novas regras. quem tem 50 anos ou mais (homens) e 45 anos ou mais (mulheres) terá uma regra de transição e vai pagar um “pedágio de 50%” sobre o tempo que faltava para a aposentadoria.

Por exemplo: se faltar um ano para a pessoa aposentar ela só terá o direito ao benefício se trabalhar mais um ano e meio.

Todo apoio à CPI da Previdência O senador Paulo Paim (PT), apresentou proposta de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a situação financeira da Previdência Social. A CPI tem que apurar desvios de verbas, fraudes, sonegações e outras irregularidades nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Governo Federal e alguns senadores tentam impedir a instalação da CPI. Eles estão comom medo de quê? Quem não deve não teme. Todos nós temos que apoiar a proposta de CPI. Como diz o Senador Paim “somente uma rigorosa investigação da situação atual da Previdência permitirá concluir se é necessário ou não prosseguir com a ideia de reformar a Previdência Social.” 9


A última palavra tem que ser povo Muitas pessoas se arvoram a dar palpite e mudar a vida da gente para sempre. Muitas delas são magnatas que ganham fortunas. Para que uma mudança na Previdência tenha legitimidade, a última palavra tem que ser dada pelos trabalhadores, da ativa e aposentados, e pelo povo. Nada mais justo e democrático – afinal, tais medidas mexem com a vida da esmagadora maioria da população brasileira e a ela cabe decidir sobre seus rumos. O atual desgaste da sociedade política só reforça a ideia de que, sem uma consulta popular, tais mudanças são ilegítimas.

A Desvinculação do piso da Previdência do salário-mínimo

!

O Governo pretende desvincular os benefícios assistenciais, as pensões e as aposentadorias do reajuste do salário-mínimo. Assim, vai ter gente ganhando benefícios menores que o salário-mínimo – o que além de ser um absurdo é inconstitucional. Além disso, o Governo quer congelar os benefícios e retirar o poder de compra de mais de 35 milhões de beneficiados. Essa medida quebrará milhares de pequenos municípios que têm nas aposentadorias uma fonte importante para a economia local.

Trabalhar a vida inteira e não se aposentar!

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O que é essa tal de “reforma trabalhista”

?

Por trás da fraseologia pomposa de modernização das relações entre patrões e empregados, a proposta de reforma quer, entre outras coisas, que o negociado entre patrões e empregados prevaleça sobre o legislado, ou seja, o que já é direito garantido aos trabalhadores na CLT e na Constituição.

Mas o que isso significa

?

Negociado X Legislado – Os trabalhadores e trabalhadoras têm algumas leis a seu favor, como por exemplo, aquelas que garantem a jornada de trabalho, o 13º, as férias, o descanso remunerado, entre outras conquistas garantidas na CLT e Constituição. Dar prevalência do negociado sobre o legislado – como propõe o Governo Temer – significa o fim das leis trabalhistas. Significa que patrões e empregados ficariam livres para promover negociações à revelia da legislação trabalhista. Com a regra proposta, as negociações partem do zero. Desta forma, o patrão adquire um poder de barganha muito maior que a força dos trabalhadores. O empregado será pressionado a abrir mão de direitos e conquistas para preservar o essencial, que é o seu emprego – ficando em desvantagem na hora da negociação.

Direito é LEI e não se negocia. Essa é a nossa bandeira! Os direitos já assegurados em lei, como 13º, férias, licença maternidade são inegociáveis – e o Governo quer acabar com eles. 11


O que está em risco

?

Se passar a proposta do Governo Temer que tem apoio de alguns partidos e parlamentares no Congresso Nacional, os trabalhadores terão muitos de seus direitos afetados. a redução dos salários, inclusive o salário mínimo; o aumento da jornada de trabalho para além das 44 horas – alguns falam no absurdo de 12 horas diárias; o fim do 13º, das férias de 30 dias e do descanso remunerado; a extinção do aviso prévio seguro-desemprego e salário-família (benefícios previdenciários); o não pagamento da hora de almoço, da hora extra e a remuneração quando trabalhador fica à disposição e em deslocamento; o não pagamento do adicional noturno e da insalubridade; o fim da licença maternidade (120 dias), da licença paternidade e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Atenção: lute pelos seus direitos.

Reformar para o bem! Se quiserem fazer um Reforma para o bem dos trabalhadores e trabalhadoras, para o bem do País e para melhorar a vida das pessoas, é preciso: - proibir a demissão imotivada, regulamentando a Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT); - reduzir a jornada para 40 horas semanas sem redução de salários; - valorizar o salário mínimo; - ter uma política de pleno emprego; - garantir salários, aposentadorias e pensões dignos; - aumentar o seguro desemprego para no mínimo seis meses. 12


Quem vai decidir sobre a sua vida e o futuro de seus familiares e amigos são os deputados federais e os senadores. Eles foram eleitos para defender o povo. Chegou a hora de eles mostrarem seus compromissos. Procure os deputados e senadores que você conhece ou gosta, converse com aqueles em que você já votou, cobre deles uma posição em defesa dos seus direitos.

Deputados Federais por Minas Gerais ADELMO CARNEIRO LEÃO (PT) Fone: (61) 32155231 / 3215-3231 - Email: dep.adelmocarneiroleao@ camara.leg.br

EDUARDO BARBOSA (PSDB) Fone: (61) 3215-1540 / 3215-2540 - Email: dep.eduardobarbosa@camara. leg.br

ADEMIR CAMILO (PTN) Fone: (61) 3215-5556 / 3215-2556 - Email: dep.ademircamilo@camara.leg.br

EROS BIONDINI (PROS) Fone: (61) 3215-5321 / 3215-2321 - Email: dep.erosbiondini@camara.leg.br

AELTON FREITAS (PR) Fone: (61) 3215-5204 / 32152204 - Email:dep.aeltonfreitas@camara.leg.br

FÁBIO RAMALHO (PMDB) Fone: (61) 3215-5452 / 3215-2452 - Email: dep.fabioramalho@camara.leg. br

BILAC PINTO (PR) Fone: (61) 3215-5806 / (31) 3299-5558 - Email: dep.bilacpinto@camara.leg.br BONIFÁCIO DE ANDRADA (PSDB) Fone: (61) 32155208 / 3215-2208 - Email: dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br

FRANKLIN LIMA (PP) Fone: (61) 3215-5627 / 32152627 - Email: dep.franklinlima@camara.leg.br GABRIEL GUIMARÃES (PT) Fone: (61) 3215-5821 Email: dep.gabrielguimaraes@camara.leg.br

BRUNNY (PR) Fone: (61) 3215-5260 / 3215-3260 Email:dep.brunny@camara.leg.br

GEORGE HILTON (PSB) Fone: (61) 3215-5804 / 32152804 - Email: dep.georgehilton@camara.leg.br

CAIO NARCIO (PSDB) Fone: (61) 3215-5431 / 32152431 - Email: dep.caionarcio@camara.leg.br

JAIME MARTINS (PSD) Fone: (61) 3215-5904 Email: dep.jaimemartins@camara.leg.br

CARLOS MELLES (DEM) Fone: (61) 3215-5243 / 3215-2243 - Email: dep.carlosmelles@camara.leg.br

JÔ MORAES (PCdoB) Fone: (61) 3215-5322 / 32152322 - Email: dep.jomoraes@camara.leg.br

D MINA PEREIRA (PSL) Fone: (61) 3215-5434 / 3215-2434 - Email: dep.daminapereira@camara. leg.br

JÚLIO DELGADO (PSB) Fone: (61) 3215-5323 / 3215-2323 - Email: dep.juliodelgado@camara.leg.br

DELEGADO EDSON MOREIRA (PR) Fone: (61) 32155933 - Email: dep.delegadoedsonmoreira@camara. leg.br DIEGO ANDRADE (PSD) Fone: (61) 3215-5307 / 3215-2307 - Email: dep.diegoandrade@camara. leg.br DIMAS FABIANO (PP) Fone: (61) 3215-5325 / 32152325 - Email: dep.dimasfabiano@camara.leg.br DOMINGOS SÁVIO (PSDB) Fone: (61) 3215-5345 / 3215-2345 - Email: dep.domingossavio@camara.leg.br

LAUDIVIO CARVALHO (SD) Fone: (61) 3215-5717 / 3215-1717 - Email: dep.laudiviocarvalho@camara. leg.br LEONARDO MONTEIRO (PT) Fone: (61) 3215-5922 Email: dep.leonardomonteiro@camara.leg.br LEONARDO QUINTÃO (PMDB) Fone: (61) 32155914 - Email: dep.leonardoquintao@camara.leg.br LINCOLN PORTELA (PRB) Fone: (61) 3215-5615 / 321-52615 - Email: dep.lincolnportela@camara.leg.br LUIS TIBÉ (PTdoB) Fone: (61) 3215-5632 / 32152632 - Email: dep.luistibe@camara.leg.br

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LUIZ FERNANDO FARIA (PP) Fone: (61) 3215-5832 / 3215-2832 - Email: dep.luizfernandofaria@camara. leg.br MARCELO ÁLVARO ANTÔNIO (PR) Fone: (61) 32155824 / 3215-2824 - Email: dep.marceloalvaroantonio@camara.leg.br MARCELO ARO (PHS) Fone: (61) 3215-5280 / 32152280 - Email: dep.marceloaro@camara.leg.br MARCOS MONTES (PSD) Fone: (61) 3215-5334 / 3215-2334 - Email: dep.marcosmontes@camara. leg.br MARCUS PESTANA (PSDB) Fone: (61) 3215-5715 / 3215-2715 - Email: dep.marcuspestana@camara. leg.br MARGARIDA SALOMÃO (PT) Fone: (61) 3215-5236 / 3215-2236 - Email: dep.margaridasalomao@camara. leg.br MÁRIO HERINGER (PDT) Fone: (61) 3215-5211 / 3215-2211 - Email: dep.marioheringer@camara.leg.br MAURO LOPES (PMDB) Fone: (61) 3215-5844 / 3215-2844 - Email: dep.maurolopes@camara.leg.br

RENZO BRAZ (PP) Fone: (61) 3215-5736 / 32152736 - Email: dep.renzobraz@camara.leg.br RODRIGO DE CASTRO (PSDB) Fone: (61) 3215-5701 / 3215-2701 - Email: dep.rodrigodecastro@camara. leg.br RODRIGO PACHECO (PMDB) Fone: (61) 3215-5510 / 3215-2510 - Email: dep.rodrigopacheco@camara. leg.br SARAIVA FELIPE (PMDB) Fone: (61) 3215-5429 / 3215-2429 - Email: dep.saraivafelipe@camara.leg.br STEFANO AGUIAR (PSD) Fone: (61) 3215-5341 / 3215-2341 - Email: dep.stefanoaguiar@camara.leg.br SUBTENENTE GONZAGA (PDT) Fone: (61) 32155750 - Email: dep.subtenentegonzaga@camara. leg.br TENENTE LÚCIO (PSB) Fone: (61) 3215-5239 / 3215-2239 - Email: dep.tenentelucio@camara.leg.br TONINHO PINHEIRO (PP) Fone: (61) 3215-5584 / 3215-2584 - Email: dep.toninhopinheiro@camara. leg.br

MISAEL VARELLA (DEM) Fone: (61) 3215-5721 / 3215-2721 - Email: dep.misaelvarella@camara.leg.br

WELITON PRADO (PMB) Fone: (61) 3215-5862 / 3215-2862 - Email: dep.welitonprado@camara.leg. br

NEWTON CARDOSO JR (PMDB) Fone: (61) 32155932 / 3215-2932 - Email: dep.newtoncardosojr@ camara.leg.br

ZÉ SILVA (SD) Fone: (61) 3215-5608 / 3215-2608 Email: dep.zesilva@camara.leg.br

PADRE JOÃO (PT) Fone: (61) 3215-5743 / 32152743 - Email: dep.padrejoao@camara.leg.br PATRUS ANANIAS (PT) Fone: (61) 3215-5720 / 3215-2720 - Email: dep.patrusananias@camara.leg. br PAULO ABI ACKEL (PSDB) Fone: (61) 3215-5460 / 3215-2460 - Email: dep.pauloabiackel@camara. leg.br RAQUEL MUNIZ (PSD) Fone: (61) 3215-5444 / 32152444 - Email: dep.raquelmuniz@camara.leg.brE REGINALDO LOPES (PT) Fone: (61) 3215-5426 / 3215-2426 - Email: dep.reginaldolopes@camara. leg.br RENATO ANDRADE (PP) Fone: (61) 3215-5483 / 3215-2483 - Email: dep.renatoandrade@camara. leg.br

Senadores por Minas Gerais AÉCIO NEVES (PSDB) Fone: (61) 3303-6049/ 3303-6061 - Email: aecio.neves@senador.leg.br ANTONIO ANASTASIA (PSDB) Fone: (61) 33035717 / 3303-5724 - Email: antonio.anastasia@ senador.leg.br ZEZE PERRELLA (PMDB) Fone: (61) 3303-2191 / 3303-2192 - Email: zeze.perrella@senador.leg.br

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Defenda seu sindicato Para fortalecer a tentativa de tirar direito dos trabalhadores e trabalhadoras, os patrões querem enfraquecer os sindicatos e as organizações de luta do povo. Por isso, querem estrangular financeiramente as entidades acabando com a contribuição sindical. Não se deixe enganar. Apoie quem defende os seus interesses. Procure o seu sindicato e associe-se.

Na Presidência da Comissão de Trabalho, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; o Deputado Celinho do Sinttrocel tem defendido os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras do setor privado e do serviço público. Ele já promoveu inúmeras atividades, mobilizações e manifestações em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais. Acompanhe o Mandato e entre nessa luta também.

As medidas são um crime – A Senadora e os deputados do PCdoB são contra as propostas que prejudicam o povo e os trabalhadores. “Esta reforma não é só um atentado aos direitos constitucionais dos trabalhadores, mas um crime contra a sociedade brasileira, contra a população que vive hoje um grave momento de crise econômica, de desemprego e de perda de direitos” - Deputada Federal Jô Moraes 15


Participe das lutas contra as reformas da Previdência e Trabalhista. Faça a sua parte e garanta que os trabalhadores não sofrerão retrocessos em seus direitos! Estamos juntos nessa luta!

www.celinhosinttrocel.com.br facebook.com/DeputadoCelinho dep.celinho.sinttrocel@almg.gov.br twitter.com/DepCelinho

GABINETE Rua Rodrigues Caldas, 79 Edifício Tiradentes 15º andar - sala 02 Sto Agostinho Belo Horizonte/MG | (31) 2108-5905 16

Deputado Celinho do Sinttrocel - Cartilha Reforma da Previdência  
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