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INFORMATIVO DA PARÓQUIA

SÃO GERALDO MAGELA

FUNDADA EM 07/03/2004 – 12 Anos

em ação

ANO VII | Nº 57 | JANEIRO 2017 | BAIRROS BOM JARDIM, IDEAL E ESPERANÇA

Palavra do Padre

Eis que estamos iniciando mais um ano. Que ele seja de muitas bênçãos e alegrias! Que bom que estamos juntos para que possamos ser instrumentos de Deus! Coloquemos a nossa vida a serviço e vamos deixar que Deus guie as nossas ações. Sei que temos muitos sonhos e temos um ano para que nossos sonhos possam tornar-se realização. Peço a vocês, amigo e amiga, da Paróquia São Geraldo, que caminhemos juntos, somando forças para que possamos construir essa nova história, afinal "Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade". Então, que possamos sonhar e construir juntos essa nova história. Temos doze meses pela

frente e depende de cada um de nós. Precisamos, na ação Pastoral e evangelizadora, estar atentos aos clamores da Assembleia Paroquial que pede uma PASTORAL DE CONJUNTO E ORGÂNICA. Sei que não é fácil, pois a nossa realidade paroquial é muito dinâmica com tantos acontecimentos e tantas pastorais!... Espero que cada uma das pastorais consiga realizar o que planejou para que possamos alcançar a Pastoral de Conjunto ou orgânica. Mas o que é Pastoral de Conjunto e orgânica? Não é uma nova pastoral a ser implantada na Igreja, nem uma pastoral específica. A ela cabe a tarefa de promover a unidade da Igreja, buscando, através da integração das pastorais, uma melhor forma de trabalhar na ação evangelizadora. O objetivo da Pastoral de Conjunto não é padronizar as pastorais e nem mudar a variedade dos dons, carismas e serviços presentes nas comunidades. A busca da unidade não abafa a criatividade nem a ação do Espírito Santo. Quando nós decidimos pôr em prática a Pastoral de Conjunto e orgânica, podemos perceber que é possível equilibrar os membros do Corpo de Cristo (a Igreja), corrigindo problemas como interpretações pessoais ou subjetivas, eliminando-se aquele pensamento de “grupismo” e desmontando-se os esquemas internos de competição e concorrência entre as pastorais e as pessoas. Tudo isso prejudica muito a evangelização, no todo. O estabelecimento de um objetivo comum na evangelização, utilizando a criatividade, união e consciência de ser Igreja, pode ajudar naquilo que o próprio Jesus deseja: a “unidade na diversidade”, ou seja, sermos um, respeitando as diferenças de dons. São muitos os anseios de cada uma das Pastorais que, Pe. Sérgio e eu, tivemos a oportunidade de ouvir, nestes primeiros meses na frente da Paróquia. Muitas sugestões para a pastoral paroquial e para cada uma das pastorais, dos movimentos e serviços. Espero que

UM ANO NOVO PARA QUEM BUSCA OBJETIVOS COMUNS O ano novo já está a caminho e sabemos, que diante de tantas ações promissoras, somos conduzidos a nos dedicarmos, com mais determinação, em nossos empreendimentos, seja de ordem pessoal ou comunitário. É inegável que estamos em busca de realização plena, enquanto nossas ideias concordam com as intenções e promessas enaltecidas pelas nossas atitudes. É o momento de redefinir nossas metas, nossos anseios, redesenhar nossa história e conduzir o que realmente temos como finalidade. É necessário ter competência para administrar devidamente nossas escolhas, nossas opções de vida. Que o ano de 2017 seja a remodelação de 2016: novos caminhos, novas perspectivas baseadas no sentimento de comunhão fraterna. É preciso competência para administrar a própria vida com responsabilidade. Ano Novo, vida reconstruída. Sonhos e ideais de felicidade como metas a serem alcançadas. Nesse sentido, a Paróquia São Geraldo quer desejar um ano novo abençoado, sucesso em seus empreendimentos e uma participação efetiva na gestão paroquial.

Um 2017 com alegrias e muita paz!

possamos juntos, avançar, para que consigamos alcançar muitos dos anseios específicos, que abrangem cada uma das pastorais. Percebo que vai depender do empenho de todos os agentes de pastoral e da abertura para que algumas mudanças possam acontecer na estrutura pastoral da Paróquia, das Comunidades e das Pastorais. Vai depender de cada um de nós! Vamos seguir nossa caminhada, unidos ao Plano Pastoral e Evangelizador da Diocese que pede-nos para valorizar a FAMÍLIA e a MISSÃO, bem como os clamores: JUVENTUDE, MEIO AMBIENTE, PASTORAIS SOCIAIS e o Projeto Pastoral Missionário de nossa Paróquia. Unidos na oração! Muitas bênçãos de Deus na vida de vocês! Rezem por nós! ! Pe. Hideraldo Verissimo Vieira Pároco Pe. Sérgio Henrique Gonçalves Vigário Paroquial


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JANEIRO 2017

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EM DIA COM A LITURGIA A missa não é um teatro. Mesmo sem arte, continuaria sendo missa. Missa não é um ato mágico, pois a magia manipula os deuses. A missa não é um mero preceito a cumprir. É o supremo direito de um ser humano. A missa é uma festa, a festa da salvação. A missa é a celebração do mistério, o mistério da salvação. A missa reúne a assembleia do povo de Deus. É a reunião do Corpo Místico de Cristo. A missa é um memorial, um eco vivo e atual da Páscoa de Cristo na história. Missa não e monólogo, nem conversa. É o supremo diálogo de amor. A missa não é um contrato de interesses, é uma aliança gratuita. A missa é um sacrifício salvífico, o nosso sacrifício unido ao sacri-fício de Cristo. A missa é uma refeição, alimento espiritual do homem salvo. A missa não é uma simples parada, não é mera chegada. É ponto de partida. É caminhada... É marcha...É missão...É missa!!!

Existem ainda católicos que lembram da missa rezada em latim, do padre de costas para o povo, do terço durante a missa, do coral que cantava tudo, do véu das mulheres, da comunhão na boca, do sacerdote que fazia tudo sozinho, dos enormes sermões. Diante disso, muitos perguntam: - Porque a missa mudou? Na verdade, a missa não mudou. Apenas voltou a ser como era no tempo dos primeiros cristãos: uma reunião de família dos seguidores e seguidoras de Jesus. Essa mudança foi chamada de reforma litúrgica, oficialmente aprovada pelo Concílio Vaticano II (1962 - 1965). No primeiro grande documento deste Concílio encontramos as principais linhas sobre a nova Missa: - A Eucaristia é o centro de toda vida cristã; - deve ser clara e simples; - todos são convidados a participar de modo

pleno, consciente e ativo; - há duas partes fundamentais da missa: * a Liturgia da Palavra; * a Liturgia Eucarística; - a Missa é uma ação comunitária; - a língua usada deve ser compreensível; - convém que a liturgia se adapte à cultura dos povos; - é fundamental que exista uma pastoral litúrgica. A Liturgia é sempre um encontro festivo marcado pelo diálogo. Não é monólogo de um Deus que gosta de estabelecer normas para o seu povo. É o encontro com Deus-amor. No próximo mês veremos como acontece este diálogo nas diversas partes da Missa. Pe. Sérgio Henrique Gonçalves Vigário Paroquial

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017 No mistério da terra “sem saber como” (Mc 4,27) se gesta a vida nova no grão do trigo. (O AGORA NOVO - Benjamin Gonzalez Buelta) Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), a campanha da fraternidade 2017 alerta para o cuidado com a criação, que é obra de Deus, de modo especial dos biomas brasileiros. A proposta é, especialmente à luz do Evangelho, dar ênfase à diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas para com a vida e a cultura dos povos que nele habita. Bioma quer dizer vida, a qual se manifesta em um conjunto semelhante de vegetação, água, superfície e animais. É formado pelos seres vivos de uma área, e pode ser entendido também como o conjunto de ecossistemas terrestres. É na biosfera que se encontram os biomas, associações relativamente homogêneas de plantas, animais e outros seres vivos com equilíbrio entre si e o meio físico. A depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos, rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem, sejamos conduzidos à vida nova”. A Campanha da Fraternidade 2017 deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada por Deus. “Cultivar e guardar nasce da admiração, a beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todos os cristãos sejam cultivadores e guardadores da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e guardar”.

Além de abordar a realidade dos biomas brasileiros e as pessoas que neles moram, a Campanha deseja despertar as famílias, comunidades e pessoas de boa vontade para o cuidado com a Casa Comum e o cultivo dela. Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos à luz do Evangelho são os desafios que deveremos assumir, dando continuidade à proposta

da CF 2016, cuidando de nossa casa Comum, que em sintonia com a Carta Encíclica Laudato Si' do Santo Padre Papa Francisco nos faz um apelo: “... O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar. O Criador não nos abandona, nunca recua no seu projeto de amor, nem Se arrepende de nos ter criado. A humanidade possui ainda a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum...” "Que entre nós cresça uma nova ecologia onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim possam cantar na mais perfeita sinfonia ao Criador que faz da terra o seu jardim" (Hino CF 2017). CARTAZ: Para colocar em evidência a beleza natural do país, identificando os seis biomas brasileiros, o Cartaz da CF 2017 mostra o mapa do Brasil, em imagens características de cada região. Compõem também o cenário, como personagens principais, os povos originários; os pescadores e o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acontecido há 299 anos. Além da riqueza dos biomas, o cartaz quer expressar o alerta para os perigos da devastação em curso, além de despertar a atenção de toda a população para a criação de Deus. Maria da Conceição Soares Toledo (Catequese/ EPAPs) Fonte de consulta: Manual da CF 2017, Carta Encíclica Laudato Si’ Papa Francisco


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JANEIRO 2017

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DEPOIMENTO DE UMA FORMANDA DA ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO 2015/2016 Há aproximadamente 20 meses, chegamos para iniciar a ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO Nós nos apresentamos, nós nos conhecemos e nos tornamos amigos. No percurso, alguns deixaram nossa companhia, transtornos da vida. Foi uma viagem interessante. Não uma simples viagem, mas uma busca e um encontro de conhecimentos. Saímos da Caldéia, com Miro a nossa frente. Percorremos os caminhos do povo de Deus. Andamos com os profetas. Fomos ao Egito. Conhecemos Moisés, o grande líder. Entendemos os caminhos de Abraão e Jacó. Estudamos os Reis e os Juízes. Caminhamos nas trilhas de Paulo. Fomos à Grécia e a Roma. Ouvimos o chamado de Pedro. Vimos os cismas pelos quais a igreja passou. Vimos Lutero e Calvino, dentre outros. Também ouvimos o grito do povo de Deus nas diversas fases da vida política. Retomamos a Idade Média, Canudos e Inconfidência Mineira, mas também o grito dos Sem Terra, sem Teto, dos Moradores de Rua, o Grito dos Excluídos. A nossa caminhada foi guiada por Vasco, Deusdi, Bento, Cláudio, Jairo, Sebastião, Conceição, Gilma, bem como Marleny, Joelma, Priscila, Erica e Cida Lima. Obrigada pela caminhada de vocês! Passamos pela formação da pessoa humana e pela organização da sociedade. Em todo momento A PALAVRA – A BIBLIA era o eixo central. Vimos grandes concílios a indicar caminhos de fé. Vimos as encíclicas, traçando as diretrizes da Igreja. Nessa caminhada, convivemos com Padre Nelito, Padre Gabriel, Padre Ernesto e Padre José Geraldo. Cada um deles nos sacudindo para vivência da fé e da espiritualidade. Obrigada por dividirem conosco seu tempo e seu conhecimento! Em especial Padre Ernesto, obrigada por nos indicar a leitura de “Só Deus é Bom”! Com eles estudamos o Profetismo, as viagens e as Cartas de Paulo, os Atos dos Apóstolos, os Evangelhos na sua profundidade e na sua riqueza. Vimos “Maria modelo de fé inquebrantável”, mulher de coragem e simplicidade. Também aprendemos o valor do homem – ser humano – em

toda a história da Igreja. Sentimos necessidade do trabalho pastoral e entendemos a Doutrina Social da Igreja, Se começamos com Abraão, num curto tempo, chegamos ao Papa Francisco e sua Exortação “Alegria do Evangelho” e a Encíclica “Louvado Sejas” que são dois alertas para o povo cristão católico, mas, perfeitamente cabível ao mundo inteiro. Não podemos nos esquecer do grande marco, divisor dos tempos, que foi o Concílio Vaticano II, que completou meio século, neste ano “Santo da Misericórdia”. Enquanto participávamos das aulas vivenciávamos as atividades pastorais nas nossas comunidades que compõem a Paróquia São Geraldo. Durante todo o tempo, nesses dois anos, para coordenar os trabalhos, tivemos a companhia da Ducarmo e Ariadna. Foram duas amigas constantes. Obrigada por dividirem seu tempo conosco! Convivemos, em alguns momentos, com os cursistas da Comunidade São Francisco, do bairro Esperança. Obrigada pela companhia! Eu creio que posso falar pela turma 2015/2016. Foi muito bom ter participado deste curso. A Escola de Evangelização completa 11

anos. Foram anos intensos de rico trabalho. Cada turma foi uma experiência diferente. Mas em todos participantes, o desejo de estudar e aprofundar no conhecimento da Palavra foi uma motivação constante. Nota dez para os seus idealizadores e para os promotores. Em pouco tempo, percorrer anos da história da humanidade requer planejamento e boa execução. Isso nós tivemos. Se aqui cabe um aconselhamento, vai: aproveitem os próximos cursos. Vale a pena as segundas e terças - feiras na sala de aula. Obrigada Paróquia São Geraldo que nos possibilitou esses dois anos de estudo! Esta Escola precisa formar novas turmas, seguir com a formação de Evangelizadores. Obrigada a esta turma que se tornou amiga, que dividiu lanches, que partilhou problemas e sucessos! Continuaremos a caminhada, pois somos caminheiros e pretendemos levar adiante o conhecimento aqui adquirido. Louvado seja Meu Senhor, por esta Escola de Evangelização. Texto escrito pela aluna Marisa Almeida B.de Sousa

GENTE QUE FAZ MARIA MARGARIDA DOS SANTOS, é filha de Manoela da Costa e mora com ela. Maria Margarida é casada com José Maria dos Santos (in memoria), nasceu em19/2/1953 na cidade de Coroaci. Tem dois filhos e três netos . É moradora do Bairro Bom Jardim e participa ativamente na Comunidade Sagrada Família. Iniciou sua caminhada de cristã participando dos Grupos de Reflexão, da Pastoral da Criança, Liturgia e ajuda um pouco as demais pastorais. É atuante no grupo de Reflexão do Monte, onde se reúne todas as segundas e quintas-feiras do mês, às 16h, isto há 24 anos. Esse grupo nasceu no dia 2 de maio de 1992. Ela, realmente, é uma mulher de fé, missionária e reza pra todos e todas. Meirevone Ferreira - Pascom


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A MISSÃO DOS CRISTÃOS LEIGOS Os Leigos são cristãos que têm uma missão especial na Igreja e na sociedade. Pelo batismo, receberam essa vocação que devem vivê-la intensamente a serviço do Reino de Deus. Na Igreja existem as diversas vocações: a sacerdotal, a diaconal, a religiosa e a leiga. Todas são muito importantes e necessárias, pois brotam do Batismo, fonte de todas as vocações. Antigamente, a missão do leigo era relegada a segundo plano, valorizando-se só o sacerdócio e a vida religiosa. Mas depois do Concílio Vaticano II, a vocação e missão dos leigos foram revalori-zadas, conferindo-lhes a mesma dignidade dos sacerdotes e religiosos. Dentro da comunidade eclesial, os leigos são chamados a desempenhar diversas tarefas: catequista, Ministro da Eucaristia, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. São chamados também a colaborar no governo paroquial e diocesano, participando de conselhos pastorais e econômicos. Não como simples colaboradores do bispo e dos padres, mas como membros ativos da comunidade, assumindo ministérios e serviços para o engrandecimento da Igreja de Cristo. Apesar desses serviços que desempenham na comunidade eclesial, a missão mais importante dos leigos é no mundo. Eles são chamados a realizar sua missão dentro das realidades nas quais se encontra no dia-a-dia. Na família, no trabalho, na escola, no mundo da política e da cultura, nos movimentos populares e sindicais, nos meios de comunicação, é chamado a

testemunhar, pela palavra e pela vida, a mensagem de Jesus Cristo. Nessas realidades, é chamado a desempenhar sua missão, neces-sária e insubstituível. Por isso o papel do leigo não é ficar o dia todo na igreja, mas ser fermento nes-ses campos de vida e de atuação, ser "sal da terra e luz do mundo". Nesses ambientes deve se empenhar para a construção efetiva do Reino de Deus, "um reino eterno e universal, reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz", como rezamos no prefácio da missa da festa de Cristo Rei. O reino de Cristo cresce onde se manifesta a atitude de serviço, a doação generosa em prol dos irmãos, onde há o respeito pelos outros, onde se luta pela justiça e pela libertação. E tudo isso acontece de modo especial através da atuação dos cristãos leigos. Quando os leigos assumem de fato sua missão específica, podemos sonhar com uma nova ordem social. O Concílio Vaticano II e os ensinamentos do papa insistem muito na necessidade de os leigos participarem ativamente na construção de uma nova sociedade, aperfeiçoando os bens criados e sanando os males. Felizmente, muitos têm entendido essa missão e se empenhado para bem cumpri-la. Vemos com muita esperança o crescimento hoje da tomada de consciência por parte de muitos leigos que compreendem essa índole específica de sua missão. Acreditam nela e procuram exercê-la de

modo digno e eficiente para que se faça cada vez mais concreta a promessa de Jesus: "O Reino de Deus está presente no meio de vós". Na festa de Cristo Rei é importante refletir sobre a corresponsabilidade na construção do Reino. Os leigos devem assumir seu papel, confiantes nas bênçãos divinas. Devem participar da vida comunitária, buscando nas celebrações, sobretudo na Eucaristia, as forças de que necessitam para bem desempenhar sua missão na comunidade e no mundo. Através dos leigos, a Igreja se faz presente nos diversos ambientes sociais, impregnando-os da mensagem de Jesus Cristo, semeando os valores evangélicos da solidariedade e da justiça, empenhando-se decisivamente na construção da sociedade justa, fraterna e solidária, sinal do Reino de Deus. D. João Bosco Arcebispo Emérito de Diamantina

CELEBRAÇÃO DA PALAVRA, RIQUEZA PARA A VIDA ECLESIAL As Celebrações da Palavra de Deus, presididas e animadas por leigos e leigas, são uma feliz realidade na vida eclesial, sobretudo nas periferias e comunidades rurais. Verdadeiros encontros que manifestam o mistério da páscoa de Cristo, as Celebrações da Palavra são mais que celebrações em que há a ausência de ministros ordenados: elas revelam a presença viva de Jesus, a Palavra de Deus encarnada, no seio da comunidade, que se mantém, graças à ação do Espírito. De fato, as Celebrações da Palavra são uma solução pastoral para as comunidades que não podem celebrar, dominicalmente, a eucaristia, pelo número reduzido de presbíteros. A ausência de ministros ordenados para a presidência da celebração dominical da fé, a eucaristia, não significa que o Dia do Senhor não possa ser celebrado e que a riqueza e o valor da reunião da comunidade, não sejam experimentados e partilhados pelos fiéis. É justamente por isso que precisamos, sempre mais, investir na ministerialidade que nasce da Palavra e que garante a muitos fiéis a possibilidade de celebrarem a presença de Jesus Ressuscitado no seio da comunidade. E é justamente sobre a experiência de Jesus,

como forte presença nos muitos elementos celebrativos, sobretudo na assembleia reunida e na Palavra proclamada, que o primeiro artigo de nossa matéria especial fala. Refletindo sobre A celebração da Palavra como ação de Jesus Cristo no meio do povo, o Pe. Danilo César nos propõe um olhar sobre a Celebração da Palavra, a partir da presença de Jesus no seio da comunidade de fé. Abordando o tema da sacramentalidade da Palavra e a importância da assembleia litúrgica, o artigo nos convida à revisão do discurso ministerial na Igreja, na

perspectiva da legitimidade da presidência leiga da Celebração da Palavra. Desdobrando essa importante questão da presidência leiga da Celebração da Palavra, a Maria de Lourdes Zavarez aborda a questão do feminino, no artigo A Celebração da Palavra e o protagonismo feminino na Igreja. Fazendo uma leitura crítica sobre a ministerialidade feminina na Igreja, a autora nos ajuda a perceber as luzes e as sombras da pastoral da Igreja no Brasil, a respeito do protagonismo feminino nas comunidades de fé. Expandindo a reflexão e trabalhando um tema de grande discussão nos meios eclesiais, o Pe. Márcio Pimentel nos propõe o artigo O Senhor esteja convosco, no qual faz uma leitura crítica a respeito da presidência leiga da Celebração da Palavra, a partir da questão da saudação presidencial. Lendo, criticamente, outros ritos da vida litúrgica da Igreja, o autor nos propõe uma hermenêutica sobre o uso da saudação, apontando para uma teologia do diálogo entre presidência e assembleia, na liturgia. Felipe Magalhães Francisco Mestre em Teologia, pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia


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JANEIRO 2017

GRUPO DE ORAÇÃO Nos tempos atuais, tem-se falado da espiritualidade e buscado a espiritualidade de várias formas. Deus, em sua sabedoria, suscitou na igreja a Renovação Carismática Católica que completará se 2017 seus 50 anos. O Espírito Santo que sempre guiou a Igreja vem em nosso auxilio como um novo Pentecostes dos dias atuais, para guiar os fiéis católicos a uma verdadeira espiritualidade. Esta experiência é vivida no ‘Grupo de Oração’. Para conhecer um pouco mais sobre este movimento, segue o texto original da RCCBRASIL: O que é o Grupo de Oração? O Grupo de Oração é a célula fundamental da Renovação Carismática Católica; é o lugar da

expectativa e, ao mesmo tempo, da realização da promessa perene de Deus; é cenáculo de Pentecostes dos dias atuais, onde juntamente com Maria nos reunimos em humildade e unânime oração, para que se cumpra a promessa feita tanto para os homens de ontem, quanto para os de hoje: “... acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo” (Joel 3,1a). O Grupo de Oração da RCC é uma comunidade carismática presente numa diocese, paróquia, capela, colégio, universidade, presídio, empresa, fazenda, condomínio, residência, etc., que cultiva a oração, a partilha e todos os outros aspectos da vivência do Evangelho, a partir da experiência do batismo no Espírito Santo. Tem na reunião de oração sua expressão principal de evangelização querigmática e que, conforme sua especificidade e mantendo sua identidade, insere-se no conjunto de comunhão, participação, obediência e serviço. Pessoas engajadas na RCC, líderes e servos – através de encontros, orações e formação – buscam “fazer acontecer um processo poderoso de renovação espiritual, que transforma a vida pessoal do cristão

e todos os seus relacionamentos com Deus, com a família, com a Igreja e a comunidade”. “O objetivo do Grupo de Oração é levar os participantes a experimentar o pentecostes pessoal, a crescer e chegar à maturidade da vida cristã plena do Espírito, segundo os desejos de Jesus: ‘Eu vim para que as ovelhas tenham vida e a tenham em abundância’ (Jo 10,10b)". Nesse sentido, caracteriza-se por três momentos distintos, porém interdependentes: núcleo de serviço, reunião de oração e grupo de perseverança. Você é convidado a participar de um Grupo de Oração e fazer esta experiência. Em nossa Paróquia, temos três grupos: ‘Mensageiros da fé’, do Bairro Bom Jardim, que se reúne na terça-feira, na Igreja Matriz de São Geraldo; ‘Trindade Santa’, do Bairro Esperança, que se reúne na quarta-feira na Comunidade Nossa Senhora das Graçase ‘Cordeiro de Deus’, do Bairro Ideal, que se reúne na Comunidade São Lucas (Atos dos Apóstolos), todos os grupos se reúnem a partir das 19h00. Visite um Grupo de Oração! Maria de Lourdes 'Lú Nascimento'

A IMPORTÂNCIA DO DÍZIMO NA IGREJA CATÓLICA Muitos padres e também fiéis católicos acham difícil falar sobre este assunto, principalmente por causa das deturpações que tantos ditos "pastores" – na verdade autênticos "mercadores da fé" – vêm promovendo nos últimos anos, usando de meia dúzia de passagens bíblicas como armas para extorquir e explorar pessoas simples e sem instrução. De fato é muito simples usar textos isolados da Bíblia para justificar qualquer ideia, e o próprio Satanás usou das Escrituras para tentar nosso Senhor Jesus Cristo, dizendo: "Está escrito..." (Mt 4,1-11, Mc 12,13 e Lc 4,1-13). Assim enriquecem, cada vez mais, os falsos profetas. O significado verdadeiro do dízimo, porém, é justo e verdadeiramente cristão. Nos tempos do Antigo Testamento, a Lei de Moisés prescrevia o pagamento obrigatório de 10% dos rendimentos do fiel (pagos na forma de bens e mantimentos, principalmente produtos agrícolas) para manter a tribo de Levi e os sacerdotes, responsáveis pela manutenção do Tabernáculo e depois do Templo, já que eles não tinham direito a heranças e territórios. Esses mantimentos eram também usados para assistir aos órfãos, viúvas e pobres em suas necessidades. Depois da destruição do Templo (no ano 70 dC), a classe sacerdotal e os sacrifícios cessaram, e os rabinos passaram a recomendar que os judeus prestassem auxílio aos mais necessitados. Por ser Cristo o Supremo Sacerdote, consumou o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, como esclarece o Apóstolo São

Também hoje todos são convidados a oferecer, de fato, a décima parte daquilo que ganham, mas isso não é um preceito: ninguém é obrigado e ninguém deve ser constrangido a fazê-lo. O importante é entender que o dízimo não é esmola. Deus, que jamais nos priva da nossa liberdade, merece a doação feita com alegria. O que é doado de boa vontade faz bem a quem dá e a quem recebe! Paulo na Carta aos Hebreus (Hb 7,1-28): “Com efeito, mudado o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei" (Hebr 7, 12). Mais adiante, o mesmo santo Apóstolo arremata: “Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade" (Hb 7,18). Hoje, o dízimo é uma doação regular e proporcional aos rendimentos do fiel, que todo batizado deve assumir. É antes de tudo uma grande graça, pois é uma forma concreta que o cristão tem para manifestar a sua fé em Deus e o seu amor ao próximo, já que é por meio dele que a Igreja se mantém em atividade, sustenta seus trabalhos de evangelização e realiza muitas obras de caridade e assistência aos menos favorecidos. Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a Fé, a Esperança e o Amorcaridade, que nos levam mais perto de Deus. O dízimo é um compromisso. Representa a nossa vontade de colaborar, de verdade, com o Projeto Divino neste mundo. A palavra “dízimo” significa “décima parte”, e a sua origem está nos 10% que os judeus davam de tudo o que colhiam da terra com o seu trabalho.

O QUE É PRECISO PARA SER DÍZIMO? Cada pessoa deve definir livremente, sem tristeza nem constrangimento, qual percentual dos seus ganhos irá separar para o dízimo. Como visto, a Igreja não exige a doação de 10% de tudo o que você ganha. Porém, para ser considerado dízimo, é preciso que seja realmente um percentual, isto é, uma porcentagem dos seus ganhos, sendo no mínimo 1%. Se alguém ganha R$ 1.000,00 e oferece R$ 10,00, isto ainda pode ser considerado dízimo. Menos do que isso, porém, seria uma oferta. A experiência pastoral comprova: aqueles que, confiantes na Providência Divina, optaram pelo dízimo integral, isto é, pela doação dos 10% de tudo o que ganham, não se arrependeram nem sentiram falta em seus orçamentos: ao contrário, muitos dizimistas dão o seu testemunho: depois que passaram a contribuir com a Igreja e a comunidade dessa maneira, passaram a se sentir especialmente abençoados: Deus não desampara os que nele confiam. www.ofielcatolico.com.br


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SÃO SEBASTIÃO SOLDADO ROMANO E CRISTÃO São Sebastião nasceu na cidade de Narbona, na França, em 256 d.C. Seu nome de origem grega, Sebastós, significa divino, venerável. Ainda pequeno, sua família mudou-se para Milão, na Itália, onde ele cresceu e estudou. Sebastião optou por seguir a carreira militar de seu pai. No exército romano, chegou a ser Capitão da 1ª guarda pretoriana. Esse cargo só era ocupado por pessoas ilustres, dignas e corretas. Sebastião era muito dedicado à carreira, tendo o reconhecimento dos amigos e até mesmo do imperador romano, Maximiano. Na época, o império romano era governado por Diocleciano, no oriente, e por Maximiano, no ocidente. Maximiano não sabia que Sebastião era cristão. Não sabia também que Sebastião, sem deixar de cumprir seus deveres militares, não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos. Por isso, São Sebastião é conhecido por ter servido a dois exércitos: o de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade, visitava os cristãos presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos que precisavam de alguma ajuda. MISSIONÁRIO NO EXÉRCITO ROMANO De acordo com Atos apócrifos atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião teria se alistado no exército romano já com a única intenção de afirmar e dar força ao coração dos cristãos, enfraquecidos diante das torturas. MARTÍRIO DE SÃO SEBASTIÃO Ao tomar conhecimento de cristãos infiltrados no exército romano, Maximiano realizou uma caça a esses cristãos, expulsando-os do exército. Só os filhos de soldados ficaram obrigados a servirem o exército. E este era o caso do Capitão Sebastião. Para os outros jovens a escolha era livre. Denunciado por um soldado, o imperador se sentiu traído e mandou que Sebastião renunciasse à sua fé em Jesus Cristo. Sebastião se negou a fazer esta renúncia. Por isso, Maximiano mandou que ele fosse morto para servir de exemplo e desestímulo a outros. Maximiano, porém, ordenou que Sebastião tivesse uma morte cruenta, diante de todos. Assim, os arqueiros receberam ordens para matarem-no a flechadas. Eles tiraram suas roupas, o amarraram num poste, no estádio de Palatino e lançaram suas flechas sobre ele. Ferido, deixaram que ele sangrasse até morrer. RECUPERAÇÃO Irene, uma cristã devota, e um grupo de amigos, foram ao local e, surpresos, viram que Sebastião continuava vivo. Levaram-no dali e o esconderam na casa de Irene que cuidou de seus ferimentos. SEGUNDO MARTÍRIO DE SÃO SEBASTIÃO Depois de curado, Sebastião continuou evangelizando e se apresentou ao imperador Maximiano, que não atendeu ao seu pedido. Sebastião insistia para que ele parasse de perseguir e matar os cristãos. Dessa vez, o imperador mandou que o açoitassem até morrer e depois fosse jogado numa fossa, para que nenhum cristão o encontrasse. Porém, após sua morte, São Sebastião apareceu a Lucina, uma cristã, e disse que ela encontraria o corpo dele pendurado num poço. Ele pediu para ser enterrado nas catacumbas, junto dos apóstolos. SEPULTAMENTO Alguns autores acreditam que Sebastião foi enterrado no jardim da casa de Lucina, na Via Ápia, onde se encontra sua Basílica. Construíram, então, nas catacumbas, um templo, a Basílica de São Sebastião. O templo existe até hoje e recebe devotos e peregrinos do mundo todo. Na Paróquia São Geraldo, existe a Comunidade São Sebastião que celebrará seu padroeiro com tríduo nos dias 18, 19 e 20 de janeiro,culminando com a grande festa no dia 21, com celebração da Santa Missa.

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em ação

DEUS AMA QUEM DEVOLVE COM ALEGRIA! O Dízimo é, também, partilha de dons. Por isso, na Comunidade Nossa Senhora das Graças se diz: “Eu devolvo” e o faço com caridade. E como não é algo que “pagamos”, não se olha a porcentagem do salário (1%, 10%, 20%...), mas sim, o amor e gratidão naquilo que é devolvido. E os benefícios de quem assim o faz, logo se vê na sua vida profissional, pessoal e, principalmente, espiritual. Tudo aquilo que fazemos e produzimos não tem valor algum sem a graça e bênção de Deus. Mesmo que tenhamos suado muito para chegar aonde chegamos, foi Nosso Senhor quem sempre nos sustentou e agraciou. Em meio às dificuldades, Ele esteve conosco. Como não ser grato por tantos benefícios?

É por isso que nós, católicos conscientes, sabemos que o Dízimo é sinônimo de gratidão e amor e não de dinheiro. O dizimista vê , em tudo o que oferece, uma linda e livre partilha. Mas como assim? Pense bem! Se temos certa desenvoltura para falar em público, não devemos usar esse dom para pregar o evangelho? Se temos facilidade para cantar, por que não usar esse dom na equipe de música? Não é uma forma de gratidão, retribuir o amor de Jesus Cristo, propagando a Boa Nova? Sim! Todos os nossos dons, de alguma forma, devem ser partilhados por amor, pois Deus partilhou e nos amou primeiro. Participe da vida de nossa COMUNIDADE, opine com maturidade e devolva com amor!

QUAL O SIGNIFICADO DO ANEL DE TUCUM USADO POR MUITOS RELIGIOSOS? Historicamente falando, o Anel de Tucum nasceu no tempo do Império no Brasil. Enquanto a realeza usava joias de metais e ouro, os escravos e índios, sem acesso a esses materiais, criaram o Anel do Tucum. Tucum é uma Palmeira comum na Amazônia. Fizeram, então, desse objeto rústico, um símbolo de amizade entre si, pactos matrimoniais e, também, de resistência na luta por libertação. Desse modo, o anel de Tucum era um símbolo, cuja linguagem somente eles conheciam. Um símbolo secreto da amizade deles e de suas lutas cotidianas. Mais tarde, os cristãos passaram a ter no Anel de Tucum um símbolo de fé e compromisso. Especialmente com a Teologia da Libertação, nos anos 60, quando o apelo às causas dos mais pobres e abandonados começou a crescer, não só no Brasil como também em nossa América Latina. Tivemos, portanto, nesse período, um grupo grande de pessoas dedicadas à luta dos mais fracos, o que rendeu muitos testemunhos e martírios. Dom Pedro Casaldáliga é um exponente que nos retrata essas lutas. Esse ilustre Bispo Profeta, num Filme sobre o Anel de Tucum, apresenta-nos o significado do anel com essas palavras: “Anel de Tucum é sinal da aliança com a causa indígena e com as causas populares. Quem carrega esse anel significa que assumiu essas causas e as suas consequências”. Dizendo isto,

JANEIRO 2017

ASSOCIAÇÃO TE ENCONTRO PELAS QUADRAS Formatura dos alunos do Projeto de informática paroquial no dia 10/1/2017 (terçafeira), às 19h30 na Comunidade São Geraldo.

SECRETARIA PAROQUIAL Está funcionando em novo horário – segunda a sexta-feira, de 8h às 18h e aos sábados permanece fechada.

ESCOLA DIOCESANA DE ATUALIZAÇÃO CATEQUÉTICA Inscrições até o dia 31/1/2017. O objetivo é propiciar a formação de catequistas para atuarem como formadores de catequistas. É direcionado a catequistas que tenham acima de 18 anos, com experiência catequética, ou seja, atuando na catequese há, pelo menos, 3 anos . As aulas serão ministradas em finais de semana, sábado de 8h às 21h e domingo de 8h às 13h - 84 horas- aula por ano. Local: Recanto das Mangueiras (Av. Ikê, 827 - Bairro Caladão - Cel. Fabriciano). Valor: R$ 90,00 cada módulo. Informações: Secretariado Regional 3: 31- 985400301 / 98755-2248 / secretariadoregional3@hotmail.com ou Gilma : neubaner@gmail.com

ROMARIA DIOCESANA A APARECIDA DO NORTE (28/4/2017 A 1/5/2017) lança o convite: “Você toparia levar um anel? Topa?”. As causas de ontem se encontram com as causas de hoje. Nossas lutas mudaram de cenários e nomes e os pobres ainda continuam excluídos e oprimidos. Por isso, o anel de Tucum quer simbolizar uma fé engajada, um compromisso com os pobres, com os sem voz e os sem vez, um compromisso com a VIDA! Jesus nos revela que Deus está ao lado dos pobres e quer promover sua dignidade. No rosto do pobre encontramos o rosto de Deus. “Na verdade vos digo: todas as vezes que fizestes isso a um desses mais pequenos dentre meus irmãos foi a mim que o fizestes!” (Mt 25, 40). Portanto, se nos comprometemos com as causas dos preferidos de Deus, é com Ele que nos comprometemos!

Saída na sexta-feira, às 18h, da Comunidade São Geraldo, com visita à Itaguaçu, Canção Nova e Frei Galvão. Retorno na segunda-feira, após o almoço. Valor R$ 505,00 – parcelado ou à vista. Informações na secretaria paroquial.

MATRIZ SÃO GERALDO Av. das Flores, 885 - Bom Jardim Igreja aberta

Segunda a sábado: 07h00 às 21h30 Domingo: 6h às 10h30 / 18h00 às 21h30

COMUNIDADE SANTO ANTÔNIO Rua Orlando Silva, 595 – Ideal

COMUNIDADE NOSSA SRA. DAS GRAÇAS Rua Centáurea, 15 - Esperança

COMUNIDADE SAGRADA FAMÍLIA Rua Jenipapo, 45 - Bom Jardim

COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ Rua Francisca Constância, 65 - Bom Jardim

COMUNIDADE ATOS DOS APÓSTOLOS Rua Manoel Izídio, 1174 - Ideal

COMUNIDADE SÃO SEBASTIÃO Rua Girassol, 10 - Bom jardim

COMUNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS Rua C, 301 - Esperança

COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA Rua Papoula, 530 - Bom Jardim

COMUNIDADE SÃO JOÃO BATISTA Rua Verônica, 115 - Esperança

COMUNIDADE SÃO JOSÉ R. Joaquim Gonçalves Rosa, 1390 - Bom Jardim

Missas

Domingo: 07h00 / 19h30 Quinta-feira: 19h30 1ª Sexta-feira do mês: 19h30

Jornal Anúncio em Ação - Janeiro 2017  
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