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Sua Necessidade Serie 31 maneiras de capturar um bilionario

Parte 4 Série traduzida por baixandoebooks.blogspot.com

Ele precisa de uma esposa temporária... Depois de solteiro mais procurado, Carlos Kincade é novo, rico e diabolicamente bonito. Ele pensou que tinha tudo o que poderia ser possível até que a vontade de seu avô estipula que ele deve estar casado até seu aniversário de trinta anos para ficar com sua herança. Ele está repentinamente procurando uma esposa que possa cumprir todos os seus desejos. Ela precisa de um emprego... A lutadora estudante de psicologia Elsie Sherwood se encontra repentinamente na necessidade de outro emprego depois que uma crise médica na família custa a casa dos seus pais. O sexy Carlos Kincade oferece um trabalho por um mês mas existem amarras... e um anel de diamante. Ela deve cumprir seus trinta e um desejos para ser sua esposa até que ele cumpra a vontade de seu avô - mas essa sedução será muito quente para aguentar?


1. Elsie fechou os olhos apertados sentindo como se estivesse para morrer. Sua respiração se tornou mais forçada enquanto se abaixava no chão do elevador, abraçando os joelhos no peito. “Você está bem, madame?” Ela ouviu a voz de um homem que devia ter entrado no elevador depois dela. Ela deu um profundo suspiro e se levantou com sua ajuda, ela se sentiu fraca. Um coração partido tem esse efeito em uma garota. Ela não podia tirar a mente do fato que Carlos estava a usando por dinheiro. “Eu estou bem,” ela mentiu calmamente enquanto ele a ajudava. Ela apertou o botão para seu andar e se inclinou na parede espelhada do elevador. Ela se virou e percebeu que ele era um dos conhecidos de Carlos do evento, um homem alto e magro com cabelo vermelho e sardas. Seus olhos eram escuros e banis. Ele parecia bem estranho, na verdade. Oh, Deus! Ele escutou a conversa e a discussão que ela teve com Carlos? Seu rosto se esquentou como um inferno. Ácido queimou sua garganta. Ela nem perguntou ao homem seu nome. Ela ainda estava fervendo por causa de Carlos. Ela sabia que ele a tinha apresentado a milhares de pessoas na festa, mas como ela se lembraria de todos os nomes? Quando seu andar chegou, ela sorriu educadamente e saiu sem nada mais do que uma espiada para trás. O que foi péssimo porque ele estava bem atrás dela. Antes que ela pudesse fazer qualquer coisa ele cobriu sua boca com um pano que cheirava tóxico. Depois disso ela estava desmaiada. O que pareceu minutos depois, ela acordou em outra suíte de hotel em um dos andares mais altos. “Quem... quem é você?” ela lutou para falar enquanto abria os olhos. O homem estava sentado em uma cadeira próxima com uma taça de vinho na mão. Em que ela acabou entrando? Indo para outra cidade com o CEO da sua companhia, que ela não conhecia direito, apenas por manchetes na Internet. Ele era um homem perigoso com conexões perigosas? Ou pior... ele tinha inimigos perigosos? Ele devia dinheiro a esse homem? “Relaxe, querida. Eu não ousaria colocar um dedo em você ou lhe machucar. Carlos teria minhas bolas para o jantar.” Foi engraçado, mas essa afirmação não a fez se sentir melhor. “Oh, desculpe pelo negócio de cheirar. Eu só queria que você viesse calmamente comigo e bem... eu pensei que esse seria o melhor jeito.”


A voz de Elsie ficou presa na garganta. O que ela deveria dizer a esse homem de cabelo vermelho? Ele a sequestrou. Ele poderia ser um psicopata, mesmo que tenha dito que não iria machucá-la. Ela sabia como ele se parecia. Ela podia identificá-lo. Ele jogou a cabeça para trás e gargalhou. “Oh, querida, eu posso ver as rodas da sua cabeça girando. As pessoas me viram sair da festa depois de você. Você pensa que eu seria louco o bastante para matá-la?” “Eu... eu não disse...” “Relaxe. Eu sou Red Stilton, por falar nisso.” Que irônico, Elsie pensou, desde que seu cabelo era vermelho. Ela percebeu que era provavelmente um apelido. “Eu vou apenas mantê-la por pouco tempo. Vou só lhe entregar uma mensagem.” “Qu-que mensagem.” A cabeça de Elsie ainda estava martelando. O que diabos ela respirou naquele pano? Ela se levantou da cama para se sentar segurando a cabeça entre as mãos para tentar parar a dor. “Posso pegar algo para você beber?” “Você pode me tirar o inferno fora aqui.” De onde isso veio? Esse homem era perigoso e de repente Elsie não ligava a mínima para isso. Como ele se atrevia a segurá-la contra sua vontade? Red suspirou e pegou uma grande lufada de ar. “Okay, nós temos alguns minutos antes que Carlos venha procurar por você. Nós dois sabemos que Carlos a está usando para manter sua herança. Bem, eu estou aqui para lhe dizer que não é necessário.” “O que você quer dizer com isso?” “Eu quero dizer, boneca, que seu homem não é quem ele diz ser... ou quem ele pensa que é.” “O que?” “Carlos Kincade não é um herdeiro verdadeiro do império Kincade e eu tenho os papeis para provar. Agora tudo o que você tem que fazer é terminar com ele. Apenas o diga Adios.” “Do que você está falando? Carlos é um herdeiro Kincade.” “Não, ele não é, querida. Desculpa desapontá-la. Eu sei que ele lhe prometeu o mundo...”


“Como você...” Elsie parou antes de revelar muito sobre o plano de Carlos no caso de ser uma armadilha. “Como eu sei?” ele sorriu como se tivesse sido pego. “Bem, vamos apenas dizer que eu sei muito mais do que qualquer um na Corporação Kincade. De todo jeito, querida, não gaste seu tempo com esse homem. Ele não valerá muito na próxima semana quando souberem quem ele realmente é. Se salve enquanto pode. É tudo o que eu estou dizendo. E por falar nisso... Eu não mencionaria nosso pequeno encontro para Carlos se eu fosse você.” Ele piscou para ela com uma expressão fria. Ela estreitou os olhos para Red. “Você acha que eu me casaria com Carlos por causa do seu dinheiro?” “Bem, é claro. Não é isso que as vagabundas fazem?” “Eu não sou uma vagabunda!” ela disse entre os dentes. “Eu não dou a mínima para o que ele tem, é o que ele é que o faz um homem de verdade.” Disse onde isso tinha vindo? “Ooh, para que Carlos achou uma verdadeira princesa guerreira para ele. Você pode parar o teatro, docinho, todas as mulheres são iguais. Todas vocês querem um homem com um grande pau e a carteira maior ainda.” Ela estava fervendo por dentro, sua respiração se tornando mais pesada. “Como eu disse,” ele continuou, ignorando sua linguagem corporal, “Eu não mencionaria esse encontro para Carlos. Apenas tenha certeza de fazer o que eu digo. E por falar nisso, eu sei onde você mora e onde sua pequena prima Dee trabalha então sem gracinhas, okay? Esse encontro nunca aconteceu. Agora... você é livre para ir.” Ele tomou outro gole de sua bebida e colocou a taça em cima da mesa sem olhar para ela. Seu rosto parecia que estava queimando por dentro. Isso era tudo parte de uma cena para derrubar Carlos? Elsie estava perplexa. Ele ameaçou a vida da sua prima? Que coragem dele. Como ele sabia tanto sobre ela? Esse jogo dos ricos e poderosos estavam ficando mais perigoso a cada minuto. Elsie sentiu seu estômago ficar doente. Elsie pulou da cama antes que ele mudasse de ideia, pegou sua bolsa, deslizou nos sapatos e correu pela porta, seu coração batendo forte em seu peito. Ela pensou que seus joelhos iriam desistir dela e ela cairia no chão, mas felizmente, ela já estava no corredor. Ela reconheceu que era o mesmo andar onde estava a suíte de Carlos e correu para sua porta. Ela passou o cartão, fechou a porta atrás dela e deslizou para o chão. Deus, que tantos problemas. Essa fantasia romântica se transformou em um pesadelo catastrófico de um momento para outro.


“Se Red tivesse colocado um dedo em você, eu o teria matado antes que ele tivesse o conhecimento sobre o que o atingiu.” Elsie se sacudiu para cima. Ela levantou a cabeça para ver Carlos na frente dela parecendo delicioso e sexy como sempre. Ela estava aliviada em vê-lo. Seus passos devem ter sidos silenciosos porque ela não o escutou andar em sua direção. O cheiro de sua doce colônia bateu nela e a trouxe de volta a vida. Ele devia estar em algum lugar da suíte quando ele voltou. “O-o que? Você sa-sabia que eu tinha sido sequestrada?” O que estava acontecendo aqui? “Não é assim, minha querida. Sua calcinha sexy é um pouco sofisticada. Não é tenho um controle remoto para brincar com você quando eu desejo, mas posso ouvir o que você está dizendo ou com quem está conversando.” Ele elevou uma sobrancelha com uma pose de James Bond. “O que? Você plantou uma escuta em mim? É isso que você faz com todas as suas mulheres, Carlos? Quem é você? Isso é louco. O que está acontecendo?” Sua cabeça estava girando como em um ciclone. “Relaxe. Não, eu não coloco vigilância em todas as minas mulheres – mesmo que eu devesse. Quando você saiu, eu vi Red indo atrás de você e eu tive meus homens seguindo vocês dois.” Sua mão estava em um bolso enquanto a outra segurava a taça de vinho em seus lábios. “Mas eu não vi ninguém.” “Quando você está sendo seguido por profissionais você não deveria ver... Eles tomaram o elevador mais rápido e chegaram antes na suíte de Red. Eu sei que ele está trabalhando com meu irmão, John. Eu não brinco quando se trata dos meus inimigos, Srta. Sherwood.” Ele a deu um olhar mortal. “Quer uma taça?” ele ofereceu e ela abalançou a cabeça e apertou os olhos fechados antes de abri-los de novo. “Eu estou sempre um passo a frente no jogo,” Carlos continuou. “Eu sabia que teriam aqueles que iam me ofender na festa hoje. Eu estou apenas surpreso que você saiu sem escutar a minha explicação.” Seus olhos cresceram escuros e perigosos. A cor de sua pela parecia mais escura. Seu corpo estava mais tenso. Ela podia ver um músculo tremendo em sua mandíbula. “O que você vai fazer sobre Red?” “Aquele louco filho da mãe cometeu o maior erro da sua vida. Ele tocou minha mulher e a manteve contra sua vontade. Não foi esperto. Sua recompensa está chegando. Não se preocupe com ele.” Ele deu um sorriso diabólico.


Elsie estava aturdida. Carlos tinha se referia a ela como sua mulher? Oh, Deus! E ele homem lindo e sofisticado que doava tanto para os mais necessitados... poderia ele ter um coração de pedra e ao mesmo tempo um coração de ouro? “E-então você escutou tudo?” “Sim.” Essa palavra enviou calafrios para seu coração. Ele estava chateado com ela? Ela cavou em seu cérebro tentando se lembrar do que ela tinha dito para Red. Sua cabeça doeu apenas em pesar nos eventos daquela noite. De uma semana de amor e puro prazer para isso. “E eu vou puni-la bastante por não ser cuidadosa em não olhar para trás quando me deixou na festa. Então...” ele parou de falar enquanto ele olhava para outro lado com um sorriso no rosto. Seu olhar voltou para ela, mais amigáveis dessa vez. “Você realmente quis dizer o que disse?” “Sobre o que?” “Dinheiro.” “Oh, isso. Bem, é claro. Eu não sou superficial, Carlos. Eu sei que não uma posição financeira para recusar sua ajuda mais eu não amo as pessoas pelo o que ela tem ou não.” “Esse foi a melhor coisa... a coisa mais honrável que uma mulher já disse sobre mim pelas minhas costas.” Suas palavras na frase foram quase um suspiro e enviou calafrios pela sua espinha. Ela podia ouvir a emoção em sua voz. “Parabéns, você acabou de conquistar as 31 maneiras para meu coração.” “O que? Nós não chegamos nem na metade de todas as coisas que você deseja de mim, Carlos.” “O amor conquista tudo, Srta. Sherwood. O meio mais importante sob todo o resto – é o amor verdadeiro e incondicional. E você admitiu me amar por mim, não pelo meu dinheiro. Bastante difícil ganhar disso. Um homem seria um tolo de perder uma mulher assim.” Ela corou. O que poderia responder para aquilo? Elsie deixou sair uma exclamação de surpresa de seus lábios quando sentiu seu corpo vibrando com intenso prazer... tão intenso que ela estava molhada em segundos. Calor chegou ao seu rosto. A mão de Carlos ainda estava no bolso. Aquele homem esperto. Obviamente ele estava com o controle da calcinha vibratória. “Oh, Deus!” Elsie ofegou. Sua calcinha estava viva! O pequeno aparelho estava se movendo para dentro e fora dela. Ooh, se sentia tão bem. Ela estava feliz que não estava a mesa de jantar quando ele decidiu tentar usar.


Ela mordeu o lábio tentando evitar chorar mais de prazer. Quando ela olhou para ele, ele tinha um olhar de fome sexual e um sorriso de satisfação. Ele estava aproveitando fodê-la a distância. Ela estava aproveitando ainda mais. Ela podia dizer que ele ainda estava aborrecido pelo irmão dele e pela tentativa de Red tentar fazer com que ela o deixasse. Eles estavam indo ter um sexo para aliviar as tensões? Deus, ela esperava que sim. Ela podia usar um alívio agora. Um muito bom. Ela pensou que deveria ser louca por pensar em sexo quando a vida dela nunca foi tão perigosa. Mas ela se sentia segura com Carlos de novo. Carlos a excitava de todas as maneiras.

Ela podia ver que Carlos estava despertado também. Sua ereção deixava uma marca pelas calças. Carlos deu um sorriso diabólico e se moveu para mais perto. Ele colocou a taça de vinho na mesa e levantou seu queixo com os dedos. Ele colocou os lábios nos dela gentilmente enquanto ela jogava a cabeça para trás e gemia. Deus, ele cheirava tão bem. Ela provou o gosto do vinho em sua língua e se derreteu. “Eu quero você agora, Elsie.” “Mmm, sim, Carlos.” Ele moveu a mão sobre sua bunda e massageou antes de dar um bom tapa. “Ouch!” ela chorou mais de surpresa do que de dor. “Sim, o que?” ele disse com uma voz rouca. “Sim, senhor. Sim, mestre.” Ela quase se esqueceu dos seus papeis de submissa e dominador. Ele gemeu em prazer enquanto movia seus quadris sobre os dela. Ele beijou seu pescoço e sugou sua pele sedosa enquanto a despia. Ele deu mais uma carga de vibração em sua calcinha antes de largar o controle. Ele se virou para ela mais uma vez. “Vá para a cama,” ele a instruiu, sua voz ainda profunda e baixa. Ela fez o que ele disse. O calor da expectativa a preencheu. Ela podia sentir seus sucos por entre as pernas enquanto andava para a cama. “Agora... se vire e tira a calcinha devagar.” Ela balançou os quadris para os lados, se sentindo sedutora e começou a retirá-la. Carlos gemeu enquanto abria as calças. Ela virou para o ver retirando sua longa ereção. Sua vagina pulou de antecipação pelo o que viria. Ela queria Carlos para preenchê-la e levá-la a uma liberação.


“Curve-se,” Carlos a instruiu enquanto abria a gaveta e tirar o que parecia um chicote. Ela viu um daquele no catálogo do novo departamento. O chicote de couro. Ela se espalhou pela cama como um gato se alongando, com a bunda para o ar. “Agora eu vou puni-la por fugir de mim na festa,” ele disse e deu um açoite em um lado enquanto ela gritava de dor e prazer. “Mais Carlos... senhor... Eu sinto muito que o deixei... oh, baby...” ela gaguejou. Carlos levantou o chicote e desceu mais uma vez. Ela podia sentir as bochechas da bunda tremendo enquanto seus sucos deslizavam por sua perna. Como se Carlos pudesse ver isso, ele comentou o quão pronta e molhada ela estava e como ele não podia esperar para prova-la. Ele parou e deixou seu coração batendo rápido. Ele colocou uma venda nela e disse que ela ia ser recompensada por ter sido verdadeira com ele. Ele passou algo sobre a vagina dela. “Você pode adivinhar o que é isso?” ele gemeu. Ela se contorceu lambendo o lábio e mordendo a própria língua. “Mmm.” Ela sabia que esse era uma das penas que ela tinha visto no catálogo. Oh, Deus! Ela estava para explodir em um orgasmo incontrolável. Isso era uma punição ou prazer? Ela escutou Carlos tirando suas roupas e as largando no chão. Também escutou uma embalagem sendo aberto e o som do látex deslizando por sua ereção. Ele chegou por trás dela e passou a pena gentilmente por sua vagina. “Oh! Oh, foda!” “Ooh, nós estamos falando sujo agora?” Carlos brincou com sua voz rouca. Ela mordeu o lábio de baixo. Isso estava levando-a a loucura. A pena a estava levando para um orgasmo, ele realmente sabia como trazer prazer a uma mulher. Ela estava respirando pesadamente. “Carlos, me foda. Me foda agora!” Carlos se moveu para trás e segurou seu quadril firmemente e gemeu enquanto colocava seu pênis em sua abertura, trazendo cada vez mais prazer. Ela gemeu querendo mais. “Deus, você está tão molhada e pronta, baby. Você quer que eu te foda agora?” ele gemeu em uma voz sexy e baixa. “Sim! Sim!” ela gritou. “Sim, mestre,” ela se sentiu bem o chamando de mestre. Ele era o mestre de seu corpo e de suas emoções agora. Ele era tudo para ela naquele momento. Ele espalhou suas pernas abertas e com um empurrão ele entrou nela. Suas paredes vaginais se apertaram ao redor da sua ereção enquanto ele movia seu quadril entrando em um


ritmo. Ele tremeu e gemeu como um animal sexual. Ele empurrou mais duro e rápido causando um barulho de pele contra pele. Elsie gemeu ainda mais alto. Sua mão achou seu duro mamilo e o apertou. Seu sangue bombardeava em todas as áreas e quando ela gozou duro em gritou de prazer. Depois disso Carlos estava gemendo incontrolavelmente. Ela podia imaginar seu corpo musculoso indo a uma série de espasmos enquanto ele se liberava dentro dela. Ele entrou em colapso em cima dela. Carlos estava respirando pesadamente e ela podia escutar seu coração batendo rápido em seu peito. Seu próprio coração estava na garganta. Deus, ela amava Carlos. Ela amava a sensação dele dentro dela. Ela estava adormecida antes de perceber.

“Carlos?” Elsie acordou no meio da noite e virou para ele na cama, sussurrando. O brilho da lua entrava na escura suíte que estava com as cortinas meio abertas. “Hmm.” Ela podia ver a luz tocando seu lindo rosto. Ele era um homem lindo. Tinha o melhor aspecto que podia imaginar para alguém. Ele parecia delicioso. Tão doce e inocente depois deles fazerem amor. “Sobre o que Red estava falando quando ele disse que você não é quem pensa que é?” Ela podia ver pela luz suave que sua expressão tinha mudado e seus olhos ainda estavam fechados. Ela tinha que ir e estragar o humor, não tinha? Carlos deu um longo suspiro e abriu os olhos, a enfrentando. “Eu poderia contar tudo para você agora. Você pode querer ir embora depois que eu terminar.” “Porque você diria isso?” “Porque o que eu estou para dizer a você... você não vai gostar.” Ela engoliu duro, mas o nós em sua garganta se recusou a descer. Ela tentou se preparar para o que ele ia revelar para ela.


Fim da parte 4 Parte 5 – His Desire

Em breve | beb Série traduzida por baixandoebooks.blogspot.com Tradução sem fins lucrativos, o livro pode ser postado em qualquer grupo, rede social ou blog. Para ter acesso a mais livros, entre no blog. Próxima série para tradução:

His Every Touch – Harriet Lovelace


Sua necessidade ann king [tradbeb]