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ano 6 - número 31 - distribuição gratuita em todas as marinas www.boatshopping.com.br

TECNOLOGIA

Painéis náuticos ■ Linhas de casco ■ Antenas VHF ■ Corrosão ■

Barcos

Atlantis 40 Searay 580 Focker 270 Sunseeker 48 Cranchi 43 Altamar 50 Arthmarine 380 Brava 308

Intermarine

Novo rumo Novos barcos

E MAIS: FESTIVAL TEDESCO - RALLY ECOLÓGICO - COPA MITISUBISHI


Intermarine, uma Nova Era.

1973

1985

O sonho vira realidade

Construindo o futuro

Um grupo de amigos resolve construir um barco diferente de tudo o que existia no Brasil. Assim nasceu a Intermarine.

Sob o comando de um grande empreendedor, a Intermarine torna-se sinônimo de requinte e performance, lançando vårios modelos de sucesso.


2000

2011

Navegando mais longe

Nova Era

A Intermarine consolida-se como referência em embarcações ao oferecer produtos de alta qualidade, totalmente adequados para o uso no Brasil.

Nasce a nova Intermarine. Prestígio, excelência, força e confiança traduzidos em embarcações totalmente inovadoras de classe mundial.


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Navegar é descobrir novos lugares. É se afastar de tudo. É se surpreender com o que está por vir e lembrar que, entre você e o mar, so precisa existir uma coisa: Nos.

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índice

Intermarine........................................................... 24 Sea Ray 580........................................................ 40 Atlantis 40............................................................ 46 Cranchi Atlantique 43........................................... 52 Portofino 48......................................................... 60 Focker 270 . ........................................................ 66 Armada - novidades............................................. 72 Altamar 50 .......................................................... 76 IPT....................................................................... 82 Barracuda............................................................ 86 Construção - linhas de casco............................... 90 Teccom Speed Mariner........................................ 94 Tecnologia............................................................ 98 Antena VHF.......................................................... 102 Volvo Penta.......................................................... 106 Vuong................................................................... 110 Corrosão.............................................................. 116 Tintas................................................................... 118 BRP..................................................................... 122 SP Marine - Mond Blu.......................................... 126 Fibrafort 20 anos.................................................. 130 Yamaha - Linha 2011........................................... 136 Dicas Bom Barco - Ilhabela.................................. 140 All Flags - Loja conceito....................................... 148 Vega Boats........................................................... 152 Festival Tedesco 2010.......................................... 156 Rally Ecológico..................................................... 160 Decoração........................................................... 164 Vitrine - produtos Regata..................................... 168 Copa Mitsubishi................................................... 172 Medalha de Ouro................................................. 178 Copa Suzuki de Wake.......................................... 182 Bia Figueiredo...................................................... 188 Dicas do Deninho................................................. 192 Projeto Marinas.................................................... 196 Brava 308............................................................ 198 Motores Megatech............................................... 200 Brava - Lançamento............................................. 202 Arthmarine 380.................................................... 204 Moomba XLV23.................................................... 206 Manutenção - barco inflável................................. 208

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Editor Responsável Caio Marcio Gerente de Operações Caio Ambrosio Edição de arte Júlia Melo www.juliasmelo.com Assistente de Arte Daniella Pecora Assistente de Produção Kadu Abreu D. Martins As opiniões expressas em artigos e entrevistas são de inteira responsabilidade dos articulistas ou entrevistados. É proibida a reprodução total ou parcial dos artigos e matérias sem prévia autorização. Redação e Publicidade Rua Helena, 280, Vila Olímpia CEP 04552-050, São Paulo, SP boatshopping@terra.com.br Para anunciar (11) 3846.2364 Críticas e Sugestões caio@boatshopping.com.br

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A edição 31 da Revista Boat Shopping, homenageia duas grandes empresas do mercado, a Intermarine e a Yacht Brasil, trazendo duas capas diferentes, com barcos de ambas as empresas. A Intermarine entra em uma nova era e navega por águas calmas e tranqüilas, seguindo um novo rumo em seus negócios. Após firmar uma parceria com um renomado estúdio de design, inicia uma nova era e irá apresentar na feira de São Paulo, seus novos modelos. A Yacht Brasil esta indo de vento em popa com a Azimut, Atlantis e SeaRay, eles se consolidam cada vez mais no mercado brasileiro. Nesta edição você irá encontrar muitos barcos, grandes novidades que irão fazer sucesso no verão. A Sunseeker, através da Boats Nautic, trás o belo modelo Portofino 48, rica em detalhes e estilo. A Cranchi surpreende e mostra a Atlantique 43, uma lancha com fly e um espaço muito bem aproveitado; e o estaleiro Armada Yachts aumenta a sua linha de produtos, entre outros modelos que você irá encontrar nesta edição. Como não poderiam faltar, nossas matérias técnicas deixam você, a cada edição, muito mais informado. E um belo e inovador evento movimentou São Paulo no último mês, a All Flags lançou a loja conceito da Schaefer Yachts, um novo modelo de negócios,uma loja que vale a pena ser visitada. Muitas novidades e um conteúdo muito bem elaborado esperam por você nessa edição. Boa Leitura!!

Caio Ambrosio

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editorial

Bem vindo,


Intermarine

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uitos tinham dúvidas a respeito do futuro da Intermarine após o falecimento do seu proprietário em 2009. Além disso, a chegada de embarcações importadas do antigo parceiro italiano também gerou mais questionamentos. O que ninguém imaginava, no entanto, era o que a Intermarine estava preparando nesse período de silêncio. O que você verá é, sem dúvida alguma, uma verdadeira revolução no mercado náutico e na própria história da Intermarine. Dona de uma marca de prestígio, elevado padrão de qualidade, estrutura invejável, assistência técnica eficaz e do melhor valor de revenda, a Intermarine resolveu apostar na sua própria linha de produtos, assinada por renomados estúdios de design internacionais: BMW Group DesignworksUSA e Luiz de Basto Designs. Os novos modelos, além de altamente inovadores, apresentam a identidade que será adotada na nova geração da Intermarine e trazem estilo e soluções sem paralelos em todo o mundo. Eles serão pré-lançados no São Paulo Boat Show 2010, e em 2011 já estarão na água. Os modelos da linha flybridge atual serão comercializados até julho de 2011. Mas a Intermarine não para por aí. Por enquanto, além do lançamento dos quatro novos modelos aqui apresentados, mais três novos modelos serão lançados em 2011, provando que o grande estaleiro brasileiro está mais forte do que nunca. E a exportação agora faz parte dos planos do estaleiro.

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da

Intermarine


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Intermarine 55, um barco com grife BMW

Primeiro projeto de embarcação do conceituado estúdio BMW Group Designworks USA para a América Latina, a Intermarine 55, criada com exclusividade para a Intermarine, traz para o mundo dos barcos algumas tendências do mundo dos automóveis, marcando de forma definitiva as novas diretrizes que o estaleiro começa a apresentar em sua nova linha de barcos.

Se por si só já é um espaço nobre, o flybridge da Intermarine 55 eleva essa característica ao máximo. Diferente, tem um enorme solário à frente do posto de comando desse ambiente. Dotado de pia, churrasqueira e geladeira, proporciona muito conforto com um grande sofá em U com mesa para refeições, e um sofá menor e móvel na parte traseira do espaço.

A começar pelas janelas. Tradicionalmente, vigias e gaiútas têm formato redondo ou oval. Na Intermarine 55, são retangulares, e as grandes janelas têm forma de trapézio.

Por dentro, a Intermarine 55 é puro luxo e requinte, inspirada na arquitetura moderna e móveis de traços contemporâneos, linhas retas em madeiras Elm Rigato, Wengé e branca laqueada, cujo contraste de tons dá um ar sofisticado aos ambientes, todos muito luminosos, graças às grandes janelas.

No casco, chamam a atenção os vincos e grandes entradas de ar, à guisa do que se vê nos carros modernos, além do original formato dos vidros ao lado do painel do posto de comando localizado no salão. O próprio formato dessa lancha de 57 pés é diferente, caracterizado pelo ângulo bem definido da proa. Por fora, a Intermarine 55 oferece um belo conjunto de espaços de lazer. Tem muito espaço no solário da proa e na plataforma de popa que desce abaixo do nível da água. A praça de popa, bem espaçosa, é perfeita para refeições, dotada de sofá em forma de U, uma ampla mesa, cooler, vários compartimentos para armazenagem e uma área gourmet equipada com pia, churrasqueira e espaço para preparo de alimentos.

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Outro destaque dessa nova lancha está na distribuição do espaço no deck principal, que inclui uma cozinha completa a bombordo, ao lado do posto de comando do salão, que tem design de inspiração marítima e disposição intuitiva dos instrumentos no painel. A sala de estar do salão é dotada de dois grandes sofás, um deles complementado por uma mesa de centro que se transforma em mesa de refeições. No deck inferior, a suíte master, com suas amplas janelas, toma toda a largura da lancha, à meia-nau. Possui cama queen-size, e um elegante banheiro, espaçoso, com box de banho fechado. Na proa, a suíte VIP, com grandes janelas e duas gaiútas no teto, um diferencial, é muito sofisticada, com cama de casal queen-size.

ser usadas juntas ou separadas. Com boxe separado, um banheiro serve à suíte de proa e à cabine de convidados. Acessível pela popa, uma confortável cabine para um marinheiro tem banheiro fechado e chuveiro. Programada para testes de mar no primeiro semestre de 2011, a Intermarine 55 terá diversas opções de motorização. Pode ter de dois propulsores de 670 hp cada a dois propulsores de 800 hp cada. Depende do que deseja o proprietário: mais autonomia ou mais rapidez. As velocidades máximas devem variar de 31 a 35 nós. É uma questão de escolha. Difícil será para os apaixonados por barcos e por automóveis resistirem a essa tentação.

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Intermarine 55

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flybridge

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A cabine de hóspedes, a bombordo, acolhe casais ou duas pessoas, com suas camas deslizantes, que podem

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Intermarine 60 e suas três suítes

Movimento. Isso é o que sugere o design externo da Intermarine 60, de linhas elegantemente ousadas, e especialmente as grandes janelas do salão, em formato orgânico e alongado. Projetada pela Intermarine, com a colaboração do estúdio Fernando de Almeida Yacht Design, que assina o interior da embarcação, a Intermarine 60 reúne atraentes diferenciais. Com 60 pés de comprimento, a nova lancha tem três suítes, algo incomum em barcos do seu porte, todos dotados de banheiros com box de banho fechado, mais um diferencial. A cozinha fica no deck principal, o que agrada particularmente gourmets e gourmands que apreciam a arte de preparar petiscos e refeições gostosas para saborear com amigos. A praça de popa tem uma área gourmet, constituída por pia, churrasqueira e espaço para preparo de alimentos, que fica embutido em um móvel, além de sofá, mesa para refeições, cooler, compartimentos para armazenagem. Ou seja, é uma delícia de lugar, de dia ou de noite. A plataforma de popa é submergível, o que a torna uma espécie de praia exclusiva quando o barco ancora em algum paraíso marítimo. E é ótimo na hora de içar embarcações auxiliares como botes ou jet-skis. O flybridge tem um solário na parte traseira, no mesmo nível do sofá, outro item incomum em barcos desse tamanho, além de sofá contornando uma mesa de refeições, e um móvel com pia, geladeira e espaço para churrasqueira. E para delícia dos que gostam das emoções da navegação, o posto de comando tem assento duplo, ao lado de outro amplo solário. No deck principal, o salão é dividido em sala de estar, cozinha, sala de jantar e posto de comando. A sala de estar oferece o conforto de um amplo sofá em U a bombordo e móvel com equipamentos de áudio e vídeo a boreste. A sala de jantar fica atrás do posto de comando, a boreste.

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Uma escada no centro do salão leva ao deck inferior, onde ficam as suítes. À meia-nau, com toda a largura da embarcação, fica a suíte máster. Tem grandes janelas e é muito confortável, com cama de casal queen-size, dinette, e banheiro com box fechado. Confortável, na proa, a suíte VIP, com cama de casal queen-size na proa, também tem amplas janelas. Igualmente, a boreste, a suíte de hóspedes, com duas camas de solteiro deslizantes, também é iluminada por amplas janelas com vista para o mar. Para completar, a Intermarine 60 será equipada com dois motores de 900 hp cada, que andam a 28 nós em velocidade de cruzeiro e são capazes de levá-la à máxima de 33 nós. Com acomodações para seis pessoas, cabine para dois tripulantes e muito espaço, a Intermarine 60 é a lancha perfeita para quem gosta de reunir amigos e famílias a bordo.

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Intermarine 60

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Muita luz na Intermarine 75 Imagine um barco de luxo que acomoda com requinte oito pessoas em quatro suítes, tem teto de vidro acima do posto de comando do salão, possui sala de jantar com mesa de oito lugares, suíte máster com closet, espaço gourmet na plataforma de popa submergível, flybridge flexível, com layout escolhido pelo proprietário, e nada menos que dois motores de 1550 hp que aceleram a 27 nós em velocidade de cruzeiro e a 34 nós em velocidade máxima. É a Intermarine 75, uma luxuosa lancha de 75 pés criada pelo estúdio Luiz de Basto Design com exclusividade para a Intermarine.

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Externamente, o que mais chama a atenção nesse barco são as imensas janelas do salão e as amplas janelas em trapézio da suíte de proa e da suíte master, emolduradas por um vinco no costado, além do estilo imponente da targa no flybridge. No deck principal, o vasto salão acomoda sala de estar, sala de jantar, a cozinha e o posto de comando. Na sala de estar, um grande sofá em U, um sofá adicional, uma mesa de centro e um móvel reunindo equipamentos de áudio e vídeo imprimem conforto ao espaço. A cozinha, a bombordo, em frente ao posto de comando, é totalmente equipada e integrada ao salão.

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A boreste, fica a mesa de jantar para oito pessoas, mais espaçosa e com mais assentos do que se encontra nos barcos da categoria. O posto de comando tem duas confortáveis poltronas. E seu teto de vidro pode ser protegido com uma tela retrátil quando se desejar. Uma prática porta na lateral do salão dá acesso ao passadiço. Muito arejadas, luminosas e espaçosas, as quatro suítes se distribuem no deck inferior da embarcação, todas dotadas de amplos armários e de banheiros com box de banho fechado. À meia-nau, a suíte máster, dotada de cama queen-size e closet, é luminosíssima, com suas janelas extraordinariamente grandes. A suíte VIP, na proa, com cama queen-size, também é iluminada por grandes janelas. Entre as duas suítes principais, ficam as duas suítes de hóspedes, com duas camas de solteiro cada. Até a área da tripulação da Intermarine 75 é muito mais sofisticada do que a de outras embarcações do seu porte. Acessada por uma porta na plataforma de popa, tem duas cabines para até quatro marinheiros, sala de estar com sofá, mesa para refeições e TV, cozinha, lavanderia e banheiro. Externamente, o que mais chama a atenção no design da Intermarine 75 são as imensas janelas do salão e as amplas janelas em forma de trapézio da suíte de proa e da suíte máster, emolduradas por um vinco no costado, além do estilo imponente da targa no flybridge.

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Intermarine 75

Uma das grandes atrações do novo modelo é a plataforma de popa, com 2,10 metros de comprimento. Submergível, permite içar bote e jet-ski, e é uma excelente base para momentos de mergulho no mar. Mas não só, pois está equipada com uma prática gourmet area, composta por pia, churrasqueira e espaço para preparo de alimentos. É outra inovação em embarcações desse porte. Outro valioso espaço é a grande praça de popa, com sofá, mesa para refeições, icemaker, cooler e diversos compartimentos para armazenagem, o cenário ideal para momentos de confraternização, alimentação e relax. O solário da proa é bem espaçoso, para banhos de sol confortáveis.

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Intermarine 75

E o flybridge é simplesmente um luxo, enorme, com duas poltronas no posto de comando, solário para até três pessoas, um grande sofá em U com mesa para refeições complementado por um solário adicional na parte traseira, no mesmo nível. Completo, o ambiente possui bar com pia, geladeira e churrasqueira. Essa é a versão padrão. Mas, antes da construção do barco, o proprietário pode escolher o layout de mobiliário que melhor atenda aos seus desejos.

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Resumindo, a Intermarine 75 é um sonho de barco para quem busca design bonito e funcional, espaço e conforto com requinte a bordo.


Puro requinte na Intermarine 85

Quando você encontrar uma Intermarine 85 no mar não terá dúvida alguma de que está diante dessa que será a embarcação top do novo catálogo da Intermarine. A incrível faixa de vidro que percorre os dois lados do costado da embarcação não permitirá. Se externamente essa ousada solução dá um ar arrojadíssimo à embarcação e provoca surpresa em quem a vê, internamente resulta em uma espetacular janela que ocupa toda a casaria no salão e o inunda de luz natural, com a contribuição do imenso parabrisa. O exterior da Intermarine 85, um projeto de 85 pés do estúdio Luiz de Basto Design, é um show de luxo.

Para começar, o flybridge é bem grande e tem uma banheira de hidromassagem. Está equipado com um grande sofá em U e mesas de refeições, cadeiras, posto de pilotagem com dois assentos, bar e solário. E o layout do mobiliário pode ser escolhido pelo proprietário ao encomendar a construção do barco. A plataforma de popa submergível tem simplesmente 2,40 metros de comprimento, o que é bom para içar embarcações de apoio e também para relaxar à beira d’água. A praça de popa é completa, com um grande sofá em U, mesa de refeições, geladeira, ice-maker e churrasqueira, perfeita para dias animados ao sol e noites quentes.

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Mas ainda mais especial é a proa da Intermarine 85. Além de um amplo solário, dois sofás com mesa de refeições fazem dali um dos espaços mais cobiçados do barco, acessado ainda com mais conforto e segurança graças à borda alta da embarcação.

Na sala de estar, o proprietário escolhe se prefere uma chaise longue o um segundo sofá para complementar o grande e confortável sofá em L. Equipamentos de áudio e vídeo, reunidos em um móvel, proporcionam entretenimento, com destaque para a TV de LED de 52 polegadas com lift.

Internamente, a Intermarine 85 surpreende pela ousadia da decoração moderna, com o mobiliário combinando as madeiras Bolivar, Ash, Maple a inox escovado, e materiais nobres criando ambientes caracterizados pelo conforto e pela tecnologia.

A sala de jantar reúne com conforto oito comensais. Completíssima, a cozinha possui, entre outros equipamentos, fogão de quatro bocas e geladeira side-by-side.

No salão, a sala de estar, a sala de jantar, a cozinha e o posto de comando estão no mesmo nível, sem há degraus ou diferenças de piso. Duas portas na lateral da casaria dão acesso ao passadiço.

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Navegar com a Intermarine 85 é algo especial, para quem pilota e para quem acompanha a condução do barco na segunda poltrona ao lado do capitão ou em uma dinette ao lado, com um elegante sofá em L. Além disso, o parabrisa se estende ao teto e essa parte pode ser protegida por uma tela bloqueadora retrátil quando conveniente.

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Intermarine 85

Extremamente confortáveis, as suítes ficam no deck inferior, onde há um lavabo, outro diferencial da embarcação. Ampla, luxuosa e moderna, a suíte master, localizada à meia-nau, oferece vista privilegiada do mar com suas enormes janelas. Possui cama queen-size, sofá, mesa de trabalho, closet e dois banheiros, um deles com hidromassagem. Também espaçosa e com grandes janelas, a suíte VIP, com cama queen-size e amplos armários, fica na proa. Iluminadas por generosas janelas, as duas suítes de convidados, localizadas entre as suítes máster e de proa, têm duas camas de solteiro cada. A área dos tripulantes também foi concebida com especial atenção. Acessada por uma porta na plataforma de popa, dispõe de duas cabines para até quatro marinheiros, sala de estar com de sofá, mesa de refeiçõe, TV, cozinha, lavanderia e banheiro. A área da tripulação também recebeu atenção especial

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A Intermarine promete para a Intermarine 85 um nível excepcional de personalização, fazendo do seu novo modelo top uma embarcação extremamente exclusiva.

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Para mover essa fantástica máquina, dois motores de 1800 hp cadqa, com comando triplo, capazes de levá-la à velocidade de cruzeiro de 27 nós e à máxima de 34 nós.

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Seu acesso se dá por uma porta na plataforma de popa. Conta com duas cabines que acomodam até quatro marinheiros, sala de estar dotada de sofá, mesa para refeições e TV, cozinha, lavanderia e banheiro.

Intermarine 85

na Intermarine 85, idealizada para oferecer conforto aos tripulantes e privacidade ao proprietário e seus convidados.

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Intermarine 545 e Intermarine 435 Full

Ao lado dos novos barcos que serão lançados em 2011, a Intermarine apresenta duas opções da Intermarine 430 Full e da Intermarine 540, seus últimos lançamentos, que agradarão aos seus futuros proprietários. A Intermarine 435 Full, nome que diferencia esse do modelo original, tem uma prática gourmet area no espelho de popa, em um móvel que acondiciona churrasqueira, pia, aparador, suporte para copos e espaço para corte de alimentos, E também tem cabine para um tripulante. Nesse formato, a embrcação está disponível com dois motores Volvo Penta D6 de 435 hp cada, com sistema de propulsão em linha deixo. Continua em produção a Intermarine 430 Full, dotada dos mesmos motores, mas adicionados do sistema IPS da Volvo Penta. A Intermarine 545, por sua vez, apresenta um novo painel do posto de comando, novo abamento no mobiliário da cozinha e um toque a mais de design no salão, com um elegante móvel instalado a bombordo, ao lado do posto de comando, no espaço onde na Intermarine 540 há uma dinette. Projetado pelo departamento de engenharia da Intermarine e pelo estúdio Questto Design, o móvel reúne bar, cave para seis garrafas de vinho, área de preparo de alimentos e bebidas, compartimentos para garrafas, petiscos e gaveta especial para copos e taças, além de uma máquina de café espresso. Para quem preferir, a Intermarine 540 continua disponível com a dinette no salão.

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Novas tendências no mar brasileiro

Referência nacional em design, excelência em qualidade, e requinte nos acabamentos e na ambientação de seus barcos, em sua nova fase, que começa a se tornar pública a partir do São Paulo Boat Show 2010, a Intermarine tem o respaldo de importantes estúdios internacionais de design. Cabe a eles, em sintonia com o departamento de engenharia do maior estaleiro nacional de embarcações de luxo, introduzir novas tendências de design e uso de espaços internos no cenário náutico nacional. Como sempre fez a Intermarine ao longo de toda sua história. A Intermarine 55 é o resultado do primeiro trabalho com o BMW Group DesignworksUSA, criado em 1972, na Califórnia, pelo designer Charles Pelly, parte do grupo alemão BMW desde 1995. Sediado em Los Angeles, com escritórios em Munique e Cingapura, e uma equipe de 150 designers, o estúdio assina

projetos importantes nas mais variadas áreas, dos veículos das marcas BMW, Mini e Rolls Royce, à Airbus, Boeing e Embraer. A embarcação criada pelo BMW Group DesignworksUSA para a Intermarine é o primeiro projeto náutico do estúdio para a América Latina. Já a Intermarine 75 e a Intermarine 85 marcam o retorno ao estaleiro do arquiteto e designer brasileiro Luiz de Basto, que mantém o Luiz de Basto Designs com sede em Miami e escritório em Viareggio, na Itália, há mais de 15 anos. Autor de barcos de médio a grande porte de estaleiros americanos e europeus, tornou-se mundialmente respeitado na área náutica. Anteriormente, ele projetou as embarcações Intermarine 46 e Intermarine 55 da linha offshore - ao estaleiro. A Intermarine 60 é fruto da sinergia entre a equipe da Intermarine, que desenhou o exterior, e o estúdio Fernando de Almeida Yacht Design, que criou os espaços internos do barco. Sediado em São Paulo, com mais duas décadas de experiência em projetos de embarcações de 37 a 220 pés, fabricadas por estaleiros da Itália, de Mônaco, da África do Sul e da Nova Zelândia, o estúdio assina projetos premiados e criações para estaleiros da Itália, Mônaco, África do Sul e Nova Zelândia.

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uando o assunto é desempenho, estabilidade e layout, nada supera a Sea Ray 580 Sundancer. Essa fabulosa combinação de design e eficiência levará você aonde quiser ir, deixando para trás, nada além das suas preocupações. “Esse iate tem o estilo que nossos clientes esperam, sem esquecer da sua força”, define Rob Noyes, vice-presidente de marketing da Sea Ray. A 580 Sundancer é um dos mais incríveis barcos já construídos pela Sea Ray. As vantagens são incontáveis, começando com um deck superior com dois tetos solares retráteis, piso em teca, e uma vista panorâmica de 360 graus. Ela possui ainda um elegante salão na cabine (deck inferior) com centro de entretenimento de última geração, dois camarotes privativos e uma gama de diversas peculiaridades. Adotando uma abordagem do design totalmente diferenciada, a 580 é sinônimo de movimento harmonioso. Ideal para todo o tipo de aventuras ao ar livre, com dois motores diesel MAN 800 CRM (765 HP cada) ou os opcionais MAN 900 CRM (861 HP cada), ela traduz um novo nível de performance na água. O hélice de proa padrão garante que a atracação seja condescendente e obediente e os mais modernos equipamentos eletrônicos fazem com que a navegação seja de fácil operação, praticamente sem qualquer esforço. O posto de comando vem totalmente equipado com Raymarine® E120 GPS/Chartplotter/Radar e dois assentos ergonômicos. Atrás do posto, no cockpit, fica o assento em forma de carrossel que gira 360º, na direção que você quiser, oferecendo funcionalidade absoluta. Ainda no cockpit, você encontra um módulo bar com geladeira e grill em

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aço inoxidável, uma cozinha ao ar livre e sistema de áudio e vídeo de última geração, que oferece entretenimento excepcional a bordo. Os dois solários com apoios para as costas e porta-copos acopláveis maximizam o conforto. Nesta embarcação, a possibilidade de interação com o cenário externo não se restringe ao deck superior. O salão possui amplas janelas que garantem uma excelente luminosidade e uma vista perfeita. A TV de tela plana com 32 polegadas, a mobília Ultraleather™ e o chão de madeira fazem deste ambiente um local extremamente aconchegante para passar momentos agradáveis com a família e amigos. A cozinha possui bancadas, acessórios em aço inoxidável de qualidade máxima e amplo espaço para armazenamento para todas as necessidades culinárias. Ocupando toda a extensão da boca do barco, a cabine máster vem com uma cama queen size, cabeceira artesanal com apoio ajustável para as costas, colchão innerspring e função de massagem. Na cabine há também janelas extra large, uma elegante mesa de cabeceira e uma conveniente dinete na própria suíte. O banheiro

privativo com chuveiro separado é ricamente adornado com espelhos, cabines em madeira-cereja, chão de ladrilhos e cromo polido. A cabine de hóspedes também possui uma cama queen size, TV 26 polegadas com DVD e closet. O banheiro vem com piso em azulejos e bancada em aço inoxidável. A 580 Sundancer é produzida a partir da combinação de mais de 60 anos de expertise em construção de embarcações com tecnologia de ponta. E desde a cozinha até o salão, passando pelas cabines e cockpit, a 580 Sundancer é uma embarcação integrada, bem-acabada, de navegação agradável e totalmente eficiente. Tecnologia ultramoderna e características avançadas combinam-se para tornar a 580 Sundancer uma embarcação realmente especial, com conforto e estilo exclusivo, e um toque de atitude. Neste modelo, é possível escolher por um layout com três cabines. Os designers realmente se superaram ao criar essa verdadeira “beleza americana”.

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Charmosamente prática e confortável Q

uem, ao vê-la por fora, se encanta com a beleza do arrojado design da lancha Atlantis 40, a nova sport cruiser que a Atlantis Yachts, do grupo Azimut-Benetti, acaba de lançar no Cannes International Boat Show, realizado em setembro, na França, pode se surpreender com as criativas soluções que tornam seu interior um verdadeiro templo de lazer. E não só ao sol, pois esse novo modelo Atlantis está dotado de duas confortáveis cabines para quem aprecia dormir a bordo. É impressionante quantas áreas de convivência oferece esse barco de 12,63 metros de comprimento e boca máxima de 3,87 metros, caracterizado pelo inteligente uso do espaço dos dois decks e pela versatilidade de equipamentos multifuncionais. Com capacidade para 12 pessoas em passeios e quatro em pernoite, a Atlantis 40 contempla com muito espaço quem gosta de se bronzear, tanto no solário para duas pessoas que ocupa a proa quanto no cockpit. Nessa área, a lateral a bombordo (à esquerda) é dividida entre um divã de dois metros de comprimento e uma boa dinette, com confortável sofá para refeições em mesa de madeira teca, resistente à água e umidade. A boreste (à direita), atrás do posto de comando de assento duplo, a cozinha de apoio dá total funcionalidade ao espaço ao lado de um bem equipado bar. Um grill elétrico com tampa de vidro, um refrigerador com capacidade para 50 litros, um icemaker e uma pia em aço equipam a área planejada para tornar o preparo de drinques, sucos, lanches e petiscos algo muito prático de fazer a bordo. Absolutamente versátil, a mesa é o fator de transformação do espaço. Dividida em duas lâminas, ela pode ser dobrada sem precisar ser fechada, o que reduz sua superfície, liberando um espaço adicional e dando mais liberdade de movimento na dinette.

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MOTORIZAÇÃO Idealizada para dias ensolarados mar adentro, a Atlantis 40 tem três opções de motorização: ➔ Com dois motores Volvo Penta D4 de 300 hp cada desenvolve velocidade de cruzeiro de 31 nós e velocidade máxima de 35 nós. ➔ Com dois motores Volvo Penta D6 de 330 hp cada, tem velocidade máxima de 36 nós e velocidade de cruzeiro de 32 nós. ➔ Com dois motores Volvo Penta D6 de 370 hp cada, atinge velocidade máxima de 39 nós e velocidade de cruzeiro de 35 nós.

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A mesa também pode ser rebaixada à altura do sofá, o que cria um belíssimo solário de 1,4 metro de largura por 2,2 metros de extensão. Ou seja, só na área de três metros quadrados do cockpit, cinco pessoas podem tomar sol, enquanto outras duas ocupam os assentos do posto de comando. Na parte anterior do cockpit, o hard top composto por targa e teto solar elétrico garante a sombra em momentos como a hora do almoço, com seis pessoas acomodadas no sofá da dinette. Para quem preferir, também há uma versão da Atlantis 40 sem teto no deck principal. Em ambas as versões, o piso de teca se estende do salão à plataforma de popa, base de mergulhos no mar. Mas é no deck inferior, acessível pela escada de madeira que desce ao lado do posto de comando, que se revela a maior surpresa dessa embarcação, tamanho o grau de conforto oferecido em quatro ambientes. À meia-nau, na área por onde se adentra o deck inferior, fica o salão. Iluminado por amplas vigias ovaladas integradas a gaiutas ovais que se abrem, tem a boreste uma dinette com mesa dobrável e sofá em forma de “L” para seis pessoas, e, a bombordo, a cozinha principal, espaçosa e prática, que também pode ser usada como bar. Mais uma vez a mesa


FICHA TÉCNICA: Comprimento total: 12,63 m (41,44 pés) Boca máxima: 3,87 m (12,70 pés) HM - Construction Height from Keel to HT: 3,47 metros (11,38 pés) Motorização: ➔ 2 x Volvo Penta D4 300 hp Velocidade máxima: 35 nós Velocidade de cruzeiro: 31 nós ➔ 2 x Volvo Penta D6 330 hp Velocidade máxima: 36 nós Velocidade de cruzeiro: 32 nós ➔ 2 x Volvo Penta D6 370 hp Velocidade máxima: 39 nós Velocidade de cruzeiro: 35 nós Tanque de combustível: 800 litros Tanque de água: 250 litros Cabines: 2 Banheiros: 2 Leitos: 4 Máximo de pessoas a bordo: 12 Projeto: Atlantis Yachts

da dinette é fator de versatilidade, pois pode ser dobrada e utilizada na altura de mesa de refeições ou de mesa de centro. Na proa, a cabine máster recebe luz natural através de duas vigias e uma gaiuta no teto. Equipada com cama de casal dotada de gaveteiro e um espaçoso armário, dispõe de banheiro exclusivo com chuveiro. Outro toque de versatilidade está na cabine de convidados localizada entre a popa e o centro do barco, com duas vigias. As duas camas de solteiro podem se tornar uma cama de casal ao simples acionamento de um mecanismo deslizante. No deck inferior, a madeira dá o tom no piso, nos móveis e nos painéis do salão e das cabines, ambientes com paredes forradas em tons claros. Pode ser carvalho natural ou cerejeira polida. Outro diferencial dessa lancha veloz e confortável é a navegação silenciosa, com a casa de máquinas à prova de som e facilmente acessível para inspeções e manutenção. Tudo para tornar prazeroso ao máximo navegar na Atlantis 40, uma charmosa sport cruiser marcada pela praticidade e pelo estilo esportivo, que pode ser importada através da YachtBrasil.

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Cranchi

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que

Uma sofisticada embarcação italiana, agora ao seu alcance P

rojetada e desenhada dentro de um centro de estudos dos mais avançados da Europa a Atlantique 43 é mais um projeto arrojado e muito eficiente do Cantiere Nautico Cranchi, estaleiro italiano consagrado e com mais de um século de vida. Motorizada com o inovador sistema IPS da Volvo Penta de 435 hp, já com joysticks de série, e juntamente com bow thruster na proa, o barco fica muito mais fácil de manobrar, fora o ganho na economia de combustível, pois estes motores proporcionam um baixo consumo e um menor nível de poluição ao meio ambiente. Já pensando em velocidade, a Atlantique 43 navega em um cruzeiro de 30 nós e atinge uma velocidade máxima de 35 nós com uma autonomia de aproximadamente 11 horas.

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Com um lay out muito bem aproveitado, ela se destaca no seu acabamento primoroso das duas suítes, equipadas com ar condicionado digital independente, amplos armários e uma disposição muito aconchegante. Para amantes da boa culinária a cozinha vem equipada com geladeira, fogão elétrico, pia, microondas, pratos, talheres e copos (personalizados). Destaque todo especial para o salão, com o piso todo revestido em teca, janelas amplas facilitando assim a entrada de luz e fazendo com que as pessoas que navegam neste ambiente tenham uma sensação maravilhosa do passeio. Já os banheiros possuem ar condicionado, espelho, cuba, box fechado e sistema de descarga a vácuo.

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Na área externa em sua praça de popa, o piso é revestido em teca e há uma disposição de um sofá um L em conjunto com uma mesa e duas cadeiras de apoio, sendo que, logo após encontra-se uma ampla plataforma de popa com uma dimensão excelente para nosso clima tropical. Para pessoas que adoram navegar no fly bridge, todo feito em kevlar para baixar peso e evitar balanços excessivos, o seu lay out proporciona muito conforto para quem esta pilotando como para as pessoas que o acompanham neste ambiente. O posto de pilotagem tem assento duplo, linha completa de eletrônicos, geladeira, solarium e uma capota de sol para os dias mais quentes. Considerada uma obra-prima dentro dos barcos de sua categoria, a Atlantique 43 não se destaca em um só quesito, mas em um conjunto completo, sendo harmônica, sofisticada, funcional e luxuosa. E com a nova política de preços do Cantiere Nautico Cranchi para o Brasil, seu valor está compatível com uma embarcação nacional. BOATSHOPPING

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FICHA TÉCNICA:

Comprimento total: 13,80m Largura máxima: 4,15m Peso máximo: 10.500 Kg Calado: 0,90 Capacidade: dia 15 pessoas / 5 pessoas noite Cabines: 2 Banheiros: 2 Motores: Volvo Penta IPS 600 (435 Hp) - diesel Velocidade de cruzeiro: 30 nós Velocidade máxima: 35 nós Tanque de combustível: 1.100 litros Tanque de água: 300 litros

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SAC YAMAHA MOTOR


Sunseeker

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Sunseeker

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esigns não são apenas idéias, é a mágica de realizá-las. É assim que a fábrica da Sunseeker se mantém no topo do mercado náutico de luxo. Com mais de 70 projetistas, o estaleiro transforma sonho em realidade. A Portofino 48, uma embarcação de comprimento total de 52‘7“ (pés), motorização Volvo Penta IPS 600, tem como objetivo principal o passeio diário, mas não é por isso que um final de semana confortável dentro da embarcação será um problema. A embarcação conta com uma cabine principal de meia nau bastante ampla, cabine de proa, e uma sala na qual o sofá se transforma em uma confortável cama de casal. A suíte principal conta com um confortável banheiro e janelas grandes, dando uma excelente sensação de espaço para quem está dentro. A cabine de proa por sua vez conta

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com duas camas em “V” as quais se transformam em uma cama de casal quando for preciso, sem o menor esforço. Além disso, se o cliente precisar de mais uma cama, a solução da Sunseeker foi criar um sofá no salão, ao toque de um botão, a mesa com pé hidráulico, desce ao nível das almofadas, e colocando uma almofada fornecida pela fábrica, a mágica é criada e outra cama de casal é formada, acomodando assim 6 pessoas confortavelmente no pernoite. Para o passeio diário, a impressão que o barco passa é que foi projetado pontualmente para o mercado brasileiro. Dois colchões para tomar sol que acomodam 3 pessoas em cada, sala aberta e cozinha externa tornam o espaço perfeito para integração dos seus convidados. A embarcação também conta com uma garagem para bote de até 3,2m, plataforma hidráulica e hard top.


VOLVO PENTA IPS 600

A Volvo Penta e a Sunseeker vêm estreitando sua relação com o desenvolvimento das embarcações, prevendo a instalação dos motores com propulsão IPS. Exemplo disso é a Portofino 48, as Predators 60 e 64 e a Manhattan 63. Com um desempenho de uma embarcação de 1200hp, a Portofino 48 tem um consumo de dois motores de 435hp. Além disso, podemos contar com a manobrabilidade do propulsor IPS, que é sua grande vantagem em relação ao pé de galinha, pois utilizando o Joystick, podemos atracar sem darmos margem para erros.

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Quando iniciou suas operações em 1979, a Marinas Nacionais introduziu no Brasil o conceito de marina, com infra-estrutura náutica aliada ao lazer. Localizada no pedaço mais belo do Guarujá, com equipamentos e procedimentos de qualidade, a Marinas Nacionais valeu-se da sua vocação inovadora para consolidar uma tradição de excelência que sempre se renova. Ligue para agendar uma visita.

Factum Design

Uma história marcada pelo pioneirismo e pela tradição em excelência.


A vida é feita de mudanças

A SPMarine se orgulha de fazer parte da vitoriosa história da Intermarine. Após 25 anos de parceria, os diretores da SPMarine reafirmam seu sólido compromisso com o estaleiro que é sinônimo de qualidade, performance, design e luxo. Sempre juntos no passado, no presente, e agora, no futuro que se abre para a inovação. www.spmarine.com.br São Paulo: (11) 3581-4646 / 2176-3636 | Angra dos Reis: (24) 3361-2527 B. Camboriú: (47) 3361-6139 | Curitiba (41) 3233-3636 Guarujá: (13) 3305-1500 / 3305-1594 | Salvador: (71) 3321-8653

SP MARINE Representante Intermarine em todo o país


Focker

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270

Mais um sucesso Fibrafort

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conceito de desenvolvimento da Focker 270 contempla esportividade, ousadia, convivência e versatilidade. Seu lançamento no Rio Boat Show 2010, foi um sucesso, em 6 meses foram mais de 40 unidades vendidas no mercado nacional. Com possibilidade para motorizações centrorabeta (Diesel ou Gasolina), o barco foi desenvolvido para quem gosta de aproveitar o melhor do dia com amigos ou a família, e para quem também aprecia esportividade sobre as águas.

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Beleza Interior

O mais novo barco da Fibrafort possui um interior moderno, com acabamento amadeirado nos móveis e cabine com maior incidência de iluminação natural.

CABINE Itens de série • Pé direito de 1,64m • Gaiuta com dobradiças e mola a gás • Vigias laterais em inox • Janela de proa • Cama de casal com estofamento em curvim antimofo • Espelho de cabine • Mesa de centro em madeira Teca desmontável que se converte em cama de casal • Balcão de cabine em madeira com porta pratos e copos em acrílico cristal e porta Garrafas em madeira • Porta da cabine de correr em acrílico • Luzes de cabine em LED • Bomba de porão de 500gph com automático • Chaves de acionamento elétrico para luzes de cabine e banheiro

BANHEIRO Itens de série • Pé direito de 1,50m • Luzes em LED • Porta em madeira com fechamento interno e espelho total •Balcão com pia em metacrilato, com torneira/ducha retrátil e armário em madeira • Vaso sanitário com acionamento elétrico • Porta toalhas em inox • Hidráulica

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SUCESSO COMPROVADO

A Focker 270 tem a maior plataforma de popa da categoria, possui um design arrojado e inteligente que valoriza toda a amplitude dos espaços. O Banco de popa rebatível se destaca pela versatilidade, com três opções de regulagem: para popa, proa e solário e uma excelente distribuição de passageiros proporcionando melhor interação entre as pessoas na embarcação. Além do excelente desenho de cockpit, a embarcação também trouxe várias novidades no design de detalhes. Confira estes e todos os outros detalhes deste barco no São Paulo Boat Show 2010.

Churrasqueira com design diferenciado em inox desmontável na popa com tábua de corte auxiliar em madeira.

Mesa de centro removível em madeira Teca personalizada com suporte e porta copos em inox

Banco de popa rebatível com 3 opções de regulagem: para popa, proa e solário

Pia em metacrilato com porta copos, armário e lixeira embutida

PAINEL Painel com disposição para: 8 relógios, interruptores para: buzina, luz da targa, luz de fundeio, luz de navegação e 2 bombas. Disposição para instalação de: flaps, farol, guincho elétrico, chave de ignição, corta corrente, painel de luzes do motor, sensor do Trim e rádio VHF entre outros detalhes.

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Sテグ PAULO BOAT SHOW 2010


ee r r p p m m e e s s s OOs t rr t n O n O e v e OO v v a t a t f f n n e OOss v m a e a m m m a a i a i a cc rr p n p n O a O a ss nn i i f . f O O O O n n aa m c c i i ccOOm r r ee m m a a ppaann

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Armada

Novidades no mercado

Armada anuncia o lançamento de mais dois modelos e guarda a sete-chaves o barco de entrada na marca

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enhum outro estaleiro simboliza tão bem o crescimento que o mercado náutico brasileiro vem apresentando nos últimos anos como a Armada Yachts. Criatividade, tecnologia e muita inovação, estes foram apenas alguns dos ingredientes que ajudaram a embalar o sucesso alcançado desde o seu primeiro lançamento, a já consagrada 30 pés denominada 300M Cabrio. Lançada sob muitos holofotes a 300M Cabrio colocou a Armada rapidamente em posição de destaque no mercado. Dotada de avanços tecnológicos e um design com forte inovação estilística, esta embarcação se tornou um grande sucesso de vendas e continua como o grande carro-chefe do estaleiro. Próxima de entregar a embarcação de número 100, um recorde para um estaleiro tão jovem, a Armada adquiriu ao longo do tempo um elevado padrão de excelência e qualidade nos seus processos produtivos. Com

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destaque para a laminação através da infusão na linha de barcos grandes. A garantia de um alto padrão de construção é atestada também através da conquista da certificação para o mercado europeu, focada na qualidade e na segurança. Para continuar a ser reconhecida como referência quando o assunto é qualidade e design, o jovem estaleiro catarinense acelerou a expansão de sua linha de embarcações e anuncia dois novos modelos para o primeiro semestre de 2011, a 440 SportFly e a 380 GranCabrio. Um ambicioso plano com duas grandes apostas, tudo que o estaleiro precisava para continuar crescendo num mercado cada vez mais sedento por grandes embarcações. E ao que parece, as novidades não param por aí. O plano de novos investimentos conta também com um segredo que é guardado a sete-chaves pelo estaleiro e a ainda não tem data para ser revelado. Um BOATSHOPPING

barco de entrada na marca, na faixa dos 27 pés, está sendo projetado para entrar em linha de produção no segundo semestre de 2011. Detalhes que serão revelados mais à frente e que indicam que a Armada também poderá entrar na briga pelo segmento de barcos menores, cada vez mais disputado. Lançar três novos iates no período de um ano parece mais do que uma meta ambiciosa. Revela ao menos uma estratégia de ocupação de mercado que a cada dia oferece novas opções para os clientes. Nesse ritmo, a Armada demonstra que está pronta para o futuro, com um crescimento rápido e grandes embarcações. Tudo isto fruto de uma estratégia que privilegia a qualidade na construção, à incorporação de novas tecnologias e um design de causar inveja a muitos estaleiros estrangeiros. Um exemplo clássico de uma nova e amadurecida safra de empreendedorismo “Made in Brazil”.


380 GranCabrio P

ura beleza. Uma expressão curta e definitiva, mas que sintetiza muito bem o espírito do novo iate da Armada. Como em toda embarcação do estaleiro o projeto de design orientou todos os detalhes que fazem desta embarcação um iate mais do que completo. O conceito de luxo e design absolutos que definem a 440 SportCoupé, ícone principal da marca, foram incorporados a 380 GranCabrio. Um barco fora de categoria, único e incomparável, assim podese resumir a reação que despertará nos consumidores. E que qualidades carrega esta embarcação para se propor fora de categoria? O estaleiro resume essa questão em dois pontos essenciais: um projeto de design ímpar e um conceito de aproveitamento de espaço raro em um barco deste tamanho. Esta nova Armada não esconde a inspiração pelo estilo aclamado da já clássica 300M Cabrio. No entanto, suas linhas ganharam um facelift

moderno e atual que projetam o futuro das embarcações da Armada. Linhas mais retas, cortes oblíquos, superfícies planas e janelas mais esticadas. Como resultado mais iluminação, maior harmonia e uma experiência mais sofisticada de se curtir a vida a bordo de uma Armada. O lay-out interno foi elaborado para permitir uma grande liberdade de espaço. Onde os felizes proprietários poderão optar entre viver em uma área aberta comum muito espaçosa ou aproveitar as enormes cabines exclusivas. Cada qual com acesso privado e, acima de tudo, com muito luxo e conforto. Um banheiro de dimensões impressionantes para a categoria. Duas cozinhas, uma no cockpit e outra na cabine. Um solário para casal no cockpit e outro na proa. Todos esses ingredientes sob a regência do mais fino e requintado acabamento. A nova 380 GranCabrio representa com exatidão a transformação de um iate de tamanho comum em uma BOATSHOPPING

FICHA TÉCNICA:

Comprimento (com plataforma): 11.30 m Boca: 3.70 m Calado moldado: 0.60 m Pé direito cabine proa: 1.95 m Pé direito do WC: 1.95 m Pé direito da cabine meia nau: 1.95 m ( na entrada ) Peso leve: 6.000 kg Deslocamento carregado: 8.000 kg Volume de combustível: 700L Volume de água doce: 300L Capacidade de passageiros: 12 Pernoite: 06 Cabines: 2 Motorização: 2 x 260Hp a 2 x 350Hp jóia única. Chegano exato momento para reafirmar a vocação da Armada na criação de embarcações onde o mais fino design e acabamento navegam sempre juntos.

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Armada 440 SportFly E

stilo elegante e design inovador são características que compõe o espírito de toda embarcação criada pela Armada. E quando se falava em criar a versão flybridge para a 440 SportCoupé não se projetava outra forma que não fosse algo considerado estonteante sob qualquer prisma. O conceito desta embarcação passou pela adequação de linhas fluídas que incorporassem a esportividade de sua irmã hard-top. O perfil lateral do convés representa com maestria o belíssimo desenho que foi alcançado. Este aspecto foi fundamental na incorporação do ingrediente que representa o destaque principal deste barco, seu enorme flybridge. As linhas longas e esticadas possibilitaram assim, além de um belo desenho, a criação de um espaço que merece destaque em sua categoria. O grande deck foi perfeitamente integrado ao barco, a partir daí a dedicação foi direcionada a

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praticidade e a máxima atenção aos detalhes. A cuidadosa escolha dos materiais, aliado a prática disposição dos ambientes criou uma atmosfera riquíssima, focada no estímulo de “uniqueness” sem precedentes. Com uma confortável sensação de se estar na cobertura da própria casa. A 440 SportFly representa um estilo de vida que não abre mão de espaço e liberdade além dos limites. Pensando nesses atributos o estaleiro foi além, e o poder de escolha entre algumas opções de layout interno parece ser a grande isca que despertará desejos e paixões. Como na 440SportCoupé há a opção da planta com três ou dois camarotes. Focando a máxima customização para atender perfeitamente as necessidades de clientes tão exclusivos. Projetos únicos e personalizados que farão a diferença na vivência dos melhores momentos da vida a bordo. BOATSHOPPING

FICHA TÉCNICA:

Comprimento (com plataforma): 13.45 m Boca: 4.15 m Boca moldada: 4.08 m Calado moldado: 0.69 m Pé direito cabine proa: 2.0 m Pé direito do WC: 1.95 m Pé direito da cabine meia nau: 2.0 m ( na entrada ) Pé direito salão: 2.05 m Peso leve: 11000 Deslocamento carregado: 13.000 kg Volume de combustível: 1000 Volume de água doce: 350 Capacidade de passageiros: 14 Pernoite: 06 +1 Cabines: 3+1 Motorização: 2 x D6 370Hp, 2 x D6 435Hp ou 2X IPS 600 – VOLVO

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Altamar

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Altamar 50 O tradicional estaleiro argentino Altamar Yachts, desembarca no Brasil

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grande tradição Argentina na construção de barcos, fica clara pela quantidade de estaleiros e portos na zona de canais que desembocam no Rio da Prata, na capital Buenos Aires. Um deles é a Altamar Yachts, que foi criado por profissionais com uma vasta experiência em construção, com o conceito de criar yachts de alto nível, com design moderno e que cumprem o mais rigoroso padrão de construção, que o permite ser exportado para qualquer lugar do mundo e para tanto possui certificação RINA/CE, Volvo e ABYC. O processo de produção de cada um de seus modelos é uma obra de arte, utilizando materiais de alta qualidade, como o couro legítimo e madeiras nobres, conferem um acabamento com um requinte digno das mais famosas grifes mundiais, com a experiência de profissionais altamente qualificados envolvidos no processo de construção, o estaleiro oferece o barco completo, com muitos itens de série, deixando praticamente nenhum opBOATSHOPPING

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cional para ser instalado. Apesar disso, mantém um preço bem competitivo em relação a embarcações do mesmo porte. Conscientes da alta competitividade do nosso mercado, o estaleiro confiou ao estúdio de Gino Gandino, o design deste modelo de 50’, com fly, entre outros, onde desenvolveu um projeto arrojado, de modo a agradar ao mais exigente estilo. A plataforma de popa é enorme, comportando muito bem um jetski ou o bote e vem inteira revestida de teka, assim como o restante da popa e a escada de acesso ao fly. A popa da Altamar é ampla e dispõe de assento e espaço suficiente para uma mesa com cadeiras, encontramos um longo assento nela, além da tampa de acesso a casa de máquinas e motores, dois armários ao lado da entrada da cabine, sendo que em um deles está acoplado uma máquina de fazer gelo. Para desfrutar do sol, o flybridge foi muito bem pensado, conta com posto de comando completo, um mini bar, com pia e churrasqueira, um sofá a contrabordo do piloto e um solário muito grande, uma verdadeira área de lazer com vista panorâmica! A primeira impressão que temos do interior da Altamar é o elegante e moderno design do mobiliário e o revestimento dos sofás e tetos. Além disso, optaram por madeiras claras, para aumentar a sensação de luminosidade da cabine, que tem uma disposição prática e confortável. O salão central acolhe a sala de jantar, com um sofá em “U”, uma mesa e um móvel de uso misto, situado ao lado da porta de entrada da cabine.

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Próximo a sala de jantar e com um a6rranjo muito prático temos acesso a cozinha, situada um nível mais abaixo e dotada de toda a estrutura que uma cozinha deve ter, com pia, fogão elétrico, microondas, geladeira e muitos armários para você guardar todos os seus utensílios domésticos; possui um exaustor e escotilhas (vigias) para evitar o acumulo de fumaça no interior da cabine. Também encontramos neste espaço a porta de entrada para o completo camarote do marinheiro, com cama, armário e seu próprio banheiro. O posto de comando da Altamar encontrase na parte dianteira do salão num nível mais elevado que o resto, para oferecer melhor visibilidade ao comandante e, como tudo nesse barco, vem compl6eto. O painel vem com todos os relógios e mostradores, GPS e rádio. Descendo mais uns degraus, ao lado do posto de comando, chegamos as cabines, que se encontram a meia nau e na proa do barco. São três cabines, duas de tamanhos assimétricos e com camas de solteiro, com uma delas sendo uma suíte completa e com duas portas, que atende a cabine e à todos os outros passageiros a bordo. Na proa esta a suíte máster com cama central, muitos armários e um banheiro privativo completo. É habitual que estaleiros argentinos trabalhem com boa prestação de serviço e construam bons barcos, pois gozam de ampla tradição na construção de embarcações de alto

rendimento, por isso não é de se estranhar que a Altamar 50 siga essa linha e que sem dúvida chega para disputar de igual para igual sem deixar nada a desejar, seja com os estaleiros nacionais ou internacionais, até porque em matéria de mercado internacional ela já debutou e conquistou a Europa e os Estados Unidos. O Estaleiro dispõe de uma única motorização para este barco, dois motores Volvo Penta D-9 de 575 hp cada ou IPS 600, que leva o barco a 30 nós de velocidade máxima e 24 nós a velocidade de cruzeiro, com boa manobrabilidade e conforto na navegação. Sem dúvida, uma boa opção que desembarca em nossas águas.

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Av. Eugênio Fischer, 300 - CING - Guarujá - SP Cx Postal 141 - Cep 11420-730 Tel.: (13) 3344-5500 Tel./Fax: (13) 3354-3570 www.pier26.com.br

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Alguns problemas que podem ocorrer em

EMBARCAÇÕES RÁPIDAS Por Carlos Daher Padovezi, Engenheiro Naval, Dr., diretor do Centro de Engenharia Naval e Oceânica do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo

A

s embarcações rápidas de lazer, geralmente com alta potência instalada, precisam de atenção especial em seu projeto e em sua construção. São embarcações especiais que, por exemplo, apresentam importantes fontes de excitação de vibrações e de ruídos muito próximas de locais onde se exige o máximo conforto. São, ainda, embarcações cujo desempenho propulsivo apresenta

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uma grande sensibilidade com as variações das condições dinâmicas que as envolvem – tanto internas (distribuição de pesos, formas e dispositivos dos cascos, funcionamento do sistema propulsor) como externas (ondas, ventos, profundidades e correnteza). Problemas que passariam despercebidos em outros tipos de embarcações, mais convencionais, aparecem mais agudos em embarcações BOATSHOPPING

rápidas de lazer, exigindo uma intervenção imediata para solucioná-los. Em casos mais raros, problemas não tão evidentes, gerados por algum deslize no projeto ou na construção, podem fazer com que a operação de uma embarcação seja penalizada ao longo de sua vida útil. Em resumo, as embarcações rápidas exigem projeto e construção cuidadosos, de alta qualidade e de


grande confiabilidade, sob pena de apresentarem problemas de desempenho, de segurança ou de conforto. A seguir, serão apontados, simplificadamente, alguns problemas possíveis, com considerações sobre suas causas e soluções.

VIBRAÇÃO E RUÍDO Vibração ocorre nos cascos e nos elementos estruturais das embarcações sujeitos a forças dinâmicas durante a operação na água. Quando há vibração excessiva, as principais consequências podem ser ruídos, desconforto aos passageiros e danos na estrutura e nos equipamentos de bordo. O mais preocupante, e difícil de prever na fase de projeto, é a ocorrência de ressonância, que aparece quando a frequência natural de qualquer parte da estrutura da embarcação se iguala ou se aproxima de alguma frequência de excitação. As principais forças de excitação interna de vibrações são as máquinas (motores, eixos, mancais). As fontes externas de vibração são principalmente as resultantes da interação dos propulsores com o casco e as forças causadas pela ação do mar. Há critérios de aceitação de níveis de vibrações, tanto para passageiros e tripulantes como para a estrutura das embarcações (Referência 1), que devem ser observados sempre. As correções de vibrações e ruídos são feitas a partir da identificação das causas e das fontes de excitação. As soluções podem ser as mais variadas possíveis: instalação de amortecedores, aumento de rigidez de painéis estruturais do casco ou da superestrutura, realinhamento de eixos propulsores, substituição dos propulsores (número diferente de pás e outras alterações geométricas), entre outros.

EROSÃO POR CAVITAÇÃO DE PROPULSORES E LEMES Não é incomum aparecer problema gerado por cavitação nos propulsores e nos lemes, devido às altas velocidades do escoamento gerado na região de popa das embarcações. A cavitação em propulsores pode induzir vibrações e pode afetar o desempenho propulsivo, mas seu efeito mais daninho é a erosão das pás, quando ocorrem flutuações abruptas de pressão junto às pás dos hélices ou dos lemes. Este tipo de problema só pode ser corrigido pela alteração da geometria dos hélices (ou dos lemes), principalmente buscando o aumento da área das pás (ou dos lemes) e a alteração das distribuições de espessuras dos perfis das pás.

MOVIMENTOS EXCESSIVOS EM ONDAS Os três movimentos principais das embarcações navegando em ondas são o jogo transversal (roll), o movimento de afundamento parale-

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lo (heave) e a oscilação vertical em torno de um eixo transversal (pitch). O comportamento das embarcações em ondas depende do espectro das ondas (direção, alturas e frequências), das dimensões e linhas dos cascos e das distribuições transversais e verticais dos pesos. Em termos gerais, cascos de maior comprimento e formas afiladas tendem a ter um menor pitch, enquanto as embarcações de menor comprimento e de maiores bocas possuem menores movimentos em roll e heave. Cascos de formas transversais arredondadas apresentam geralmente menores amortecimentos em roll do que os cascos com quinas. Por outro lado, os cascos com quinas podem apresentar maior tendência de slamming (choques periódicos da região da proa na água), dependendo da combinação entre velocidade da embarcação e das características das ondas encontradas. Existem algumas soluções de redução de movimentos de embar-

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cações no mar, que consideram a instalação de apêndices aos cascos, de atuação passiva ou ativa. Os principais dispositivos passivos são as bolinas (bilge keels) instaladas longitudinalmente nas duas laterais do fundo do casco, de modo a aumentar o arrasto hidrodinâmico na direção do movimento de roll, amortecendo-o. Lemes ativos ou aletas ativas são dispositivos que são acionados para fornecer forças no sentido de se contraporem ao movimento de roll.

BAIXO DESEMPENHO PROPULSIVO Algumas embarcações rápidas podem, em algum momento, apresentar baixo rendimento, ou seja, desenvolver velocidades menores que aquelas esperadas para certa condição de mar. As razões possíveis de haver baixo desempenho propulsivo apresentam complexidade variada: propulsores com geometria incorreta, propulsores avariados, dispositivos ou acessórios externos do casco inadequados, problemas com motores ou com combustíveis, excesso

de peso e distribuição inadequada de pesos (centro de gravidade diferente do projeto). Um exemplo interessante de redução do desempenho propulsivo é mostrado na Figura 1 (Referência 2), onde aparecem as resistências de um casco de embarcação com vários tipos de flaps instalados na saída da

popa, comparadas com a resistência, em função da velocidade, do casco sem qualquer flap. Os cinco flaps têm pequenas variações de geometrias entre eles (ângulo com o escoamento, comprimento e corda). Apenas uma geometria de flap resulta em melhora da eficiência (o Flap 5, que tem menor resistência que o casco sem flap), sendo que os demais flaps pioram o desempenho. Este estudo mostra a alta sensibilidade do desempenho propulsivo de embarcações rápidas com alterações relativamente sutis de geometrias de apêndices dos cascos – o que leva a concluir, que a sua utilização requer muito cuidado para não haver resultado contrário ao esperado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Figura 1 – Resistência de um casco de embarcação rápida em função da velocidade, medida em Tanque de Provas, com casco sem flap e com cinco tipos diferentes de flaps (Referência 2)

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1. AMERICAN BUREAU OF SHIPPING - ABS (2006). Guidance notes on ship vibration. April 2006. 85 pages. 2. YAAKOB, O. e alli (2004) Stern flap for resistance reduction of planning hull craft: a case study with a fast crew boat model. Jurnal Teknologi, 41(A) Dis. 2004: 43–52. Universiti Teknologi Malaysia

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Barracuda

O Segredo do

PAINEL INFINITO

Por Jorge Nasseh

A

inda me lembro do dia que um dos engenheiros da Barracuda decidiu construir o primeiro painel sandwich para substituir placas de compensado naval para a construção amadora, e reparo de barcos de madeira construídos na década de 80, que ainda navegavam bem. Para quem se lembra, os primeiros modelos de barcos acima de 32 pés construídos nesta época tinham o casco fabricado em fibra solida, na verdade muito solida mesmo! E boa parte do piso, paineiros, casaria e convés construídos em placas de compensado encapsulado com fibra de vidro e resina poliéster.

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Nada de errado para a tecnologia e produtos disponíveis naquela época, mas hoje, todo mundo sabe que madeira em geral, mesmo encapsulada em laminação sandwich, tem uma vida limitada quando exposta ao ambiente marinho e que cedo ou tarde ela vai apodrecer e vai precisar ser substituída. O projeto de construir estes painéis não caiu do céu, como todo mundo acha, mas acabou também vindo da necessidade de substituir os painéis que a Barracuda importava da matriz nos Estados Unidos e que, embora fossem altamente muito bem fabrica-

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dos, eram inviáveis economicamente para competir na substituição de chapas de compensado de madeira. Os painéis fabricados nos USA, no padrão internacional de 2,44 x 1,22 metros, eram feitos em prepreg de resina poliéster com fibra de vidro e Divinycell, curados em uma prensa de 10 ton/m² a 100° C de temperatura por 4 horas. Cada prensa tinha a capacidade de fabricar 10 painéis por vez, e o encarregado da divisão de painéis, um mexicano chamado Roy, fazia isto com incrível precisão em 2 turnos diários.


Os primeiros painéis que foram desenvolvidos no Brasil, batizados de K-lite, pois usavam Klegecell ao invés de Divinycell na estrutura sandwich, eram da mesma dimensão, mas fabricados com resina líquida, ao invés de prepreg, e por isto mesmo tinham limitação de tamanho. O melhor que se conseguia era a mesma dimensão dos painéis americanos, o que era aceitável para a época. O problema de trabalhar com resina líquida é que você tem um tempo limitado para fabricar os painéis, e por isto o tamanho deles acaba sendo uma restrição. Nós sempre vimos o potencial de construir painéis maiores ou mesmo conseguir algum modo de unir painéis que deixassem eles de uma forma acabada, sem a necessidade de uma laminação complementar para fazer a junção, mas ainda não tínhamos a solução correta para o problema. O processo somente decolou quando os engenheiros da Barracuda passaram a fabricar as placas pelo método em infusão no final de 1999, mas mesmo assim ninguém ousava construir painéis maiores devido à dificuldade de conseguir resinas líquidas que pudessem produzir peças relativamente confiáveis de serem repetidas com o mesmo peso. Nós tínhamos que seguir a especificação dimensional americana e somente permitir um desvio de 1% entre o peso final de cada painel, o que na época sempre foi um desafio, muito difícil de conseguir. Entretanto, já era possível construir painéis com 20mm de espessura que pesavam 4 kg contra 15 kg do compensado naval. Isto já era uma senhora vitória para o nosso time!

Com o aumento da aplicação e utilização destes painéis nas mais variadas situações, e não somente para a construção de barcos, decidimos passar a fabricar painéis com 24 m², que eram 8 vezes maior que as chapas de compensado no padrão internacional. Quando desenvolvemos esta tecnologia, desenvolvendo a resina correta e o sistema de impregnação automático, os painéis poderiam na verdade ter dimensões quase que infinitas, mas ainda tínhamos a limitação do transporte. O uso destas chapas de K-lite permitiu que outro de nossos engenheiros tivesse a idéia de construir os barcos em Plyglass, nome dado pelo projetista Roberto Barros aos barcos projetados para a construção em compensado laminado com fibra de vidro, com estas placas pré-fabricadas. Foi ai que então veio a necessidade de projetar um modo de juntar as placas e manter o mesma flexibilidade, ou rigidez, sem deixar um ponto mais rígido devido a colagem das placas. Daí veio o nome do método Power-Flex, que vários construtores utilizam hoje em dia em vários locais do mundo. A colagem que foi desenvolvida foi feita a partir do encaixe de dois painéis, onde as arestas eram usinadas em forma da letra “Z”, de modo que quando os dois painéis encostassem um no outro eles deveriam proporcionar uma junção BOATSHOPPING

com a mesma rigidez do restante do painel, e de forma alguma produzir uma linha ou aresta rígida. Quem constrói barcos há muito tempo sabe que as linhas de um casco são baseadas em um polinômio matemático e que o valor da tangente em cada ponto deste polinômio não deve ser negativa. Uma explicação muito complexa para entender que um casco deve ter linhas suaves, sem qualquer inflexão ou ondulação. Para tornar este requisito matemático viável, foi desenvolvido um tipo de adesivo que elimina a laminação posterior do painel sandwich, proporcionando a construção de um painel de fundo, costado ou mesmo de uma longa superfície de um convés com um desenvolvimento estético perfeito e acabamento impecável em ambas as faces. Depois deste dia já foram construídos e montados painéis de até 500m² fabricados de forma continua que produzem uma performance mecânica invejável e durabilidade quase que infinita.

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Várias marcas e modelos

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Fishing 230 HP com 2 motores Evinrude 115 HP Gas Magnum 290 com 2 motores Mercury 150 HP EFI Gas Cimitarra 270 com 1 motor Mercruiser 4.3 - 225 HP Gas Completa Cimitarra 340 com 2 motores Mercruiser 4.3 - 225 HP Gas Completíssima Runner 380 com 2 motores Mercruiser 4.2 - 220 HP Gas Bem Equipada Caprice 270 com 1 motor Volvo 5.7 - 320 HP Gas Cobra Link com 1 motor Mercruiser 6.2 - 320 HP Gas Completíssima Ventura 230 com 1 motor Yamaha 4.3 - 225 HP Gas Completíssima Cimitarra 340 com 2 motores Volvo D3 - 190 HP Diesel Completíssima Diamar Tycoon 230 com 1 motor Volvo 170 HP Gas Barco Impecável Real 220-C com 1 motor Mercury 150 HP Optmax Gas Barco Impecável Angra 22 com 1 motor Johnson 225 HP Gas Completíssima Focker 215 com 1 motor Mercruiser 4.3 - 220 HP Gas

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VALOR

2008

R$ 980.000,00

2006

R$ 160.000,00

2008

R$ 190.000,00

2003

R$ 110.000,00

2008

R$ 150.000,00

2009

R$ 240.000,00

2008

R$ 98.000,00

1999

R$ 47.400,00

2005

R$ 120.000,00

2008

R$ 380.000,00

2008

R$ 270.000,00

2007

R$ 95.000,00

2007

R$ 140.000,00

2002

R$ 50.000,00

2009

R$ 420.000,00

1989

R$ 35.000,00

2002

R$ 40.000,00

1989

R$ 30.000,00

2008

R$ 75.000,00

CONDIÇÃO DE PAGAMENTO R$ 60.000,00 + 18x de R$ 6.111,00 R$ 80.000,00 + 18x de R$ 6.667,00 R$ 80.000,00 + 18x de R$ 3.889,00 R$ 80.000,00 + 18x de R$ 3.889,00 R$ 70.000,00 + 18x de R$ 9.444,00 R$ 40.000,00 + 18x de R$ 3.889,00 R$ 10.500,00 + 18x de R$ 2.050,00 R$ 35.000,00 + 18x de R$ 3.542,00 R$ 190.000,00 + 18x de R$ 10.556,00 R$ 150.000,00 + 15x de R$ 8.000,00 R$ 30.000,00 + 24x de R$ 2.708,00 R$ 45.000,00 + 24x de R$ 3.958,00 R$ 50.000,00 + 24x de R$ 1.458,00 R$ 220.000,00 + 12x de R$ 16.667,00 R$ 10.000,00 + 5x de R$ 5.000,00 R$ 15.000,00 + 15x de R$ 1.667,00 R$ 10.000,00 + 4x de R$ 5.000,00

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construção

Gerando as

Linhas

do Casco Por Jorge Nasseh

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urante o processo de análise estrutural de um barco, muitas vezes é preciso conhecer as suas linhas e formas, e nem sempre o estaleiro tem estes desenhos documentados de forma eletrônica. Muitos barcos são produzidos ainda utilizando modelos mais antigos e adaptando pequenas modificações nas linhas e mesmo nas dimensões finais do casco. Muitas vezes nem mesmo as características hidrostáticas estão disponíveis para se conhecer o ganho de performance com a redução de peso e melhor navegabilidade. Ao contrário do que muita gente pensa não é somente o laminado que faz a diferença na construção de um barco, mas sim o conjunto de rigidez, deslocamento e principalmente a posição do centro de gravidade. É exatamente este último fator que faz um barco ter ou não ter um bom comportamento quando navega. Conhecer as linhas de um casco de forma precisa e poder gerar as características hidrostáticas e predição de velocidade é a certeza de que você vai poder projetar um

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barco, ou mesmo a sua construção, com a convicção de quanto de peso extra você vai poder colocar a bordo. Pesos como motores, tanques, consumíveis e equipamentos fazem grande diferença na posição longitudinal e vertical do centro de gravidade e a não ser que o projetista seja um construtor experimentado, invariavelmente o barco vai acabar navegando fora da posição ótima. Pequenas variações na posição final do centro de gravidade podem fazer o barco planar e navegar mais facil-

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mente ou mesmo manter a sua aceleração por um tempo maior com menor consumo de energia. O processo para a criação das linhas do casco é também muito usado para a definição das linhas mestras do plano de linhas de um barco. Com os avanços tecnológicos, os softwares de modelagem utilizados atualmente além de permitir modelar todas às linhas do casco com uma infinidade de recursos e ferramentas são praticamente indispensáveis para qualquer projeto.


A utilização dos programas de modelagem fornece todo o suporte e liberdade ao projetista, ou mesmo ao construtor, na elaboração dos desenhos permitindo não só a visualização de uma maquete eletrônica, como também realizar uma infinidade de testes que serão imprescindíveis para o resultado final do projeto. Para a modelagem do casco, existem vários softwares que trabalham de maneira extremamente similar gerando superfícies a partir de um polinômio matemático. Essas superfícies podem ser salvas em arquivos do tipo IGES (Initial Graphic Exchange Specification), que são lidos por uma grande gama de programas sem que haja perda significante de informações. O processo de modelagem eletrônica de uma superfície ou de um casco começa a partir da determinação das linhas básicas, como comprimento, boca máxima, boca na linha d´água, perfil lateral, ângulo de entrada nas linhas d`água, ângulos na meia nau e no espelho de popa e uma série de outras pequenas informações preliminares. Com estes dados é possível começar a desenhar planos e fazer eles se interceptarem. Com pequenos comandos é possível corrigir inflexões, curvaturas e até alterar todo o projeto através do aumento proporcional de algumas das dimensões principais. Com a modelagem do casco pronta, é possível gerar todos os cálculos de hidrostática, estabilidade, volume dos tanques, cálculo de performance e navegabilidade em diversas condições de mar.

Grande parte desses programas também gera planos para leitura em duas dimensões (2D) em linguagem CAD. Desta maneira é possível também preparar todo o arquivo de seções e balizas para corte em CNC de modo que a confecção do plug e do molde fiquem perfeitas. Com estas ferramentas também é possível acrescentar ou descontar espessuras nas linhas moldadas do desenho do casco para representar as espessuras do casco ou do modelo. Os sistemas mais modernos podem calcular áreas e volumes para o cálculo de peso e centro de gravidade e seus dados podem ser plotados em qualquer escala. BOATSHOPPING

Em projetos maiores, a utilização de sistemas CAD/CAE/CAM/CIM está voltada para a construção de modelos integrando todas as áreas do projeto de modo que qualquer informação esteja sempre disponível para visualização na versão mais atualizada. Eles também prevêem a geração de informação necessária para o planejamento da produção e execução da montagem. Alguns destes programas foram desenvolvidos especificamente para o uso em embarcações e outros são de aplicação e modelação 2D e 3D para uso geral. Os programas para uso naval têm a vantagem de terem processadores que calculam os parâ-

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metros de arquitetura naval. Os programas específicos para desenho de barcos possuem um conjunto completo ferramentas para todas as fases de projeto, processos e construção de todos os tipos de embarcações. Alguns destes programas possuem uma biblioteca de barcos clássicos e modelos que podem ser usados para se começar a projetar sozinho. Nestes sistemas os módulos do programa funcionam com os mesmos dados, o que permite que as modificações do projeto fluam da análise à produção. A maioria destes sistemas trabalha com o mesmo modelo de superfícies em 3D NURBS (Non-Uniform Rational BSplines), o que significa que se alguma superfície for modificada durante o projeto, podem-se repetir as análises sem ter que reingressar os dados iniciais pois as interpolações são automáticas. Estes softwares permitem prever o desempenho da embarcação realizando os cálculos de estabilidade, hidrodinamica, potência e desempenho. Os sistemas de uso geral, ao contrário dos específicos para uso naval, mas que também se prestam para desenhar linhas e superfícies tem se tornado uma ferramenta cada vez mais popular entre muitas empresas

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de design e tecnologia devido à sua multiplicidade de operações, excelente integração com outros programas e, principalmente, à sua relação custo-benefício. Baseado também na tecnologia NURBS, estes sistemas são usualmente utilizados em diversos ramos de projeto arquitetônico civil, projetos mecânicos e aeronáuticos. Hoje em dia alguns destes sistemas genéricos possuem plug-in especificos para uso naval. Outro tipo de sistema são aqueles compatíveis com uma plataforma do tipo CAD (Computer Aided Design) de geração 2D e 3D, e se baseiam em computação paramétrica, criando formas tridimensionais a partir de formas geométricas elementares. No ambiente do programa, a criação de um sólido ou superfície típica começa com a definição de topologia em um esboço 2D ou 3D. O sistema é bem utilizado para modelagem 3D possuindo também um grande uma grande interação com possíveis analise de materiais. As versões para desenho em 2D, conhecidas como CAD, são utilizadas principalmente para a elaboração de peças de desenho técnico  em duas dimensões e para criação eventual de modelos tridimensionais. Além dos desenhos técnicos, o software disponibiliza vários recursos para visualização em diversos formatos. Atualmente existe uma vasta gama de opções de software de modelagem, aná-

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lise e gerenciamento disponíveis. Na hora de escolher o que mais se adapta ao projeto e custo de aquisição deve se considerar que o sistema deve possuir uma extensão utilizada por outros programas ou ser capaz de exportar ou mesmo importar arquivos com extensões geradas por outros sistemas de modelagem ou geração de linhas e superfícies, sendo que um dos formatos mais utilizado e o IGES. É também importante saber que tipo de assistência e treinamento está disponível e a possibilidade de se adquirir novas versões e modificações ao sistema original. A maioria destes sistemas tem um custo elevado e a decisão de escolher um deles deve ser detalhadamente analisada. Cada vez mais projetistas e engenheiros em todo o mundo dependem de softwares CAD/CAE/CAM/ CIM para ajudar a melhorar a qualidade dos produtos e simplificar o processo de produção e desenvolvimento das embarcações proporcionando um ganho de tempo, minimizando os erros e viabilizando assim o capital investido em ferramentas de modelagem e gerenciamento.

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Speed Mariner Família de otimizadores, ganha mais um integrante - “Vamos sair de barco?” - “Ok, vou ligar para o mecânico...” Até quando este dialogo vai anteceder a um final de semana de Sol...

Por que temos tanto problema com o nosso combustível? Esse é um tema que vem assombrando os consumidores nos últimos anos. Todos nós acompanhamos em diversos meios de comunicação, assuntos relacionado a qualidade dos combustíveis brasileiros. A produção destes combustíveis é praticamente desenvolvida pelas refinarias da Petrobras, que abastecem as distribuidoras e os TRR’s para posteriormente chegar aos postos de combustíveis das mais variada bandeiras. Nestas distribuidoras podem ocorrer algumas formulações especiais, onde serão adicionados aditivos para agregar benefício ao combustível, desta forma vemos em alguns postos, produtos diferenciados com nomenclaturas; Podium; Premium; Techron; V-Power;etc...Segundo as distribuidoras, a gasolina tem uma vida útil de 60 dias após o adicionamento de etanol, ou seja, na saída da refinaria. Não teríamos nada contra a essa adição de 25 % de etanol, se ele formasse uma mistura perfeita e se não interferisse na estabilidade da nossa gasolina.

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Na maioria das vezes, antes mesmo deste prazo, em condições adversas que esse combustível passa antes de chegar no tanque de uma embarcação, ela já esta comprometida com a formação de goma acima do permitido pela ANP, que é de no máximo 5.0mg para cada 100ml de gasolina. Isso ocorre principalmente pelo manuseio inadequado, aumento da temperatura, tempo de armazenamento, e também a presença de íons de metais, que são responsáveis pela oxidação. Para dificultar um pouco mais, ainda em alguns casos, compramos um coquetel de surpresas; além do etanol, água, solventes e outras substâncias são adicionadas e nunca temos certeza do que estamos colocando no tanque. É uma loteria que causa muitas falhas nos equipamentos, falhas no motor e provocam sua quebra.

Tecnicamente como isso afeta nossos motores e nosso bolso? Quando a gasolina deteriorada com alto teor de goma circula por partes do motor, causa depósitos na bomba, carburadores e nas válvulas de admissão, restringindo o fluxo de combustível e podendo ocasionar problemas no funcionamento e aumento nos gastos com manutenção, iniciando assim um processo BOATSHOPPING

de corrosão. Esses problemas são comuns e nunca são contemplados pelas garantias dos fabricantes de motores, visto que notadamente, não se trata de um defeito de fabricação. Nos motores com injeção eletrônica esse problema é menos sensível, porque além do sistema se auto regular, os componentes como bicos injetores são de inox, menos sensíveis aos ataques do álcool e outros produtos químicos e mesmo assim é normal a constância nos problemas. No caso dos motores com carburadores, o cuidado deve ser redobrado, porque os mesmos entopem com facilidade. Quanto mais tempo o combustível ficar parado dentro do tanque e no sistema de alimentação dos motores, o problema vai se agravando até chegar ao ponto do motor não ser mais alimentado e sofrer os danos por falta de combustível. O acúmulo de detritos torna difícil a mistura de gasolina com ar, queima irregular e danos irreparáveis no equipamento. Mas a história muda quando o assunto é o combustível aditivado, seja pela própria distribuidora ou pelo proprietário da embarcação. Sim, podemos fazer a nossa parte e além de seguir algumas dicas para prevenir problemas, podemos buscar soluções que possam retardar

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essas formações indesejáveis. Já existe no mercado náutico uma nova linha de antioxidantes para gasolina brasileira que estão apresentadas como OTIMIZADORES de COMBUSTíVEIS, dentre eles o TECCOM SPEED MARINER. Por ser um Otimizador e entende-se por Otimizador uma substancia química que tem a capacidade de homogeneizar as frações de hidrocarbonetos constantes na gasolina, melhorando suas propriedades, evitando os problemas causados pelo etanol, formação de goma, oxidação e carbonização. Esses novos compostos permitem abranger outros benefícios, funcionando também como detergentes e dispersantes, além de antioxidante. TECCOM SPEED MARINE pertence a essa nova geração de aditivos.

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dos equipamentos 9. Reduz a emissão de gases tóxicos 10. Redução do consumo de combustível

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Chega de “fosseis pré-históricos” novinhos Por Eng. Roberto Brener

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epois de um ano de dificuldades, o mercado de embarcações de lazer voltou a crescer e com ele, uma alta febre de lançamentos e novidades vem mudando conceitos de fabricação nos estaleiros. É claro que ainda encontramos quem faça o trabalho muito bem feito, porém com conceitos de 20 anos atrás. Na prática você pode estar comprando um barco novo, porém ele já nasce velho, com materiais e conceitos ultrapassados, sem dizer que vem com os mesmos vícios e defeitos que já foram sendo resolvidos nas duas últimas décadas. A revolução tem sido lenta, porém vigorosa, novos materiais, novas tecnologias e principalmente, na parte elétrica, a introdução de sistemas inteligentes que separam o novo do velho e colocam os estaleiros e

Figura 1

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os profissionais em duas categorias: aqueles que se atualizam e evoluem e aqueles que ainda batem nas mesmas antigas teclas. Hoje, a engenharia permite que as instalações elétricas utilizem de 30 a 40% a menos de fios e cabos de cobre. Os sistemas ganharam inteligência, e além de permitir uma economia considerável em peso e tempo de instalação, tornam os sistemas elétricos de seu barco muito mais eficientes, seguros e sofisticados. Conseguimos hoje, por exemplo, controlar bombas, luzes, carregadores de baterias, geradores, etc., via um cabo de rede de computador igual àquele que tem nas redes dos escritórios. Óbvio que isto exige um aprimoramento a que poucos profissionais de nosso meio tem acesso, e neste momento, poucos proprietários de embarcações conseguem distinguir o joio do trigo, limitando sua escolha a critérios econômicos apenas. Alguns estaleiros de ponta no Brasil começam a desenvolver estes sistemas em suas linhas de produção onde, por exemplo, o sistema CAN- Masterbus da Holandesa Mastervolt interage com sofisticados sistemas de monitoramento como o da Alemã Bonning, permitindo que o sistema elétrico da embarcação possa ser comandado e monitorado através de telas touch screen, ou ainda que você tenha no Fly Bridge todas as informações que necessita na tela do seu instrumento de navegação. Na figura1, vemos componentes de um sistema Mastervolt – Masterbus sendo configurados em rede antes de sua instalação. Neste caso o estaleiro ou o proprietário entrega sua “lista de desejos”, sobre como quer que o sistema funcione e o técnico faz a programação via PC. Os componentes “aprendem” como o sistema deve funcionar antes da instalação. A


programação pode também ser feita através de uma tela de 10 polegadas da própria Mastervolt, que faz representações gráficas do sistema. Em montagens mais avançadas os sistemas acabam se comunicando entre si e com o uso dos equipamentos de monitoramento, é possível acionar e controlar qualquer equipamento e ainda saber a temperatura da casa de máquinas, o nível dos tanques, se alguma lâmpada de luz de navegação queimou, e até mesmo os dados dos motores. Painel de controle de um Mega-Yacht que está sendo feito aqui no Brasil, já com PMS que controla 4 geradores de 150KW.

Tela de 10 polegadas que permite monitorar todos os componentes do sistema Masterbus da Mastervolt.

Tecnologias amplamente utilizadas em navios de grande porte, por exemplo, ganharam escala e começam a ser utilizadas no dia a dia de embarcações de recreio. Hoje já é comum instalar sistemas de gerenciamento de energia, amplamente usados em embarcações comerciais, em embarcações de recreio de médio e grande porte com dois ou mais geradores. Estes sistemas, conhecidos com Power Management Systems (PMS) dão partida e param os geradores, ligando-os e colocando-os em paralelo a medida que o consumo abordo aumenta ou diminui. Estes sistemas têm como objetivo principal evitar blackouts, como aqueles a que já nos acostumamos quando chegamos ou saímos das Marinas. Ao sair ou chegar na Marina, é praxe desconectar a tomada de cais e ligar o gerador. Nesta situação há uma interrupção no fornecimento de energia e logo após o seu restabelecimento. Todos os equipamentos têm que ser re-ligados ou eles vão se re-ligando automaticamente. O mesmo costuma acontecer quando numa embarcação com dois ou mais geradores, é necessário transferir a carga de um para o outro. O PMS parte e sincroniza os geradores, faz com que os dois permaneçam

conectados, alimentando o sistema elétrico simultaneamente somando suas capacidades e permite a transferência da tomada de cais para o gerador e vice versa, sem interrupção no fornecimento de energia. No caso de ligar algum equipamento importante, que somado a outros, venha a superar a capacidade dos geradores, o PMS desliga as cargas menos importantes, evitando a todo custo qualquer blackout. Se você pensa que isso tudo só existe no exterior e que esta tecnologia ainda vai demorar a chegar ao Brasil você está enganado. Temos este expertise bem aqui em casa. Toda evolução tecnológica gera a necessidade de investimento na formação e atualização dos profissionais envolvidos. Estaleiros onde a evolução tecnológica depende da iniciativa de profissionais que repetem as mesmas práticas de 20 anos atrás terão que rever seus conceitos. Proprietários de embarcações que as entregarem aos cuidados de profissionais desatualizados também correrão o risco de estar navegando em “fosseis préhistóricos” novinhos em folha.

Tela Touch-Screen da Bonning, que controla todos os acionamentos. No detalhe a tela de controle de bombas. Ao tocar a tela da Bonning, é dado um comando ao sistema Masterbus da Mastervolt, que comanda o acionamento das bombas.

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antena VHF

ANTENA DE VHF A antena é um dispositivo passivo que emite ou recebe energia eletromagnética irradiada. Em comunicações radioelétricas é um dispositivo fundamental.

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eficiência de qualquer meio de comunicação por meio do rádio, depende em grande parte da antena. É por esta razão que se deve ter o máximo cuidado na escolha da antena; caso contrário, ela se transformará num fator limitante. A antena determina se a potência disponível, que num radio de VHF é limitada por lei a 25 Watts de saída, se será irradiada adequadamente em todas as direções ou não, qual ângulo sobre o horizonte e qual o fator de ganho. Apenas por esse simples e particular motivo, é que se impõe um cuidadoso estudo para a escolha correta da antena, para obter, em cada caso particular, a melhor recepção possível. Todas antenas desempenham o mais importante papel na cadeia de transmissão-recepção ou sistemas de telecomunicações. É através delas que ocorre a transferência da energia a partir do transmissor para meio onde se propagará a onda eletromagnetica e, consequentemente daquele meio ao receptor. A eficiência de um sistema de telecomunicações é dependente do desempenho dos sistemas irradiantes ou de recepção a ele conectados, por isso mesmo, se desenvolveram diversos modelos de antenas, dentre elas todas, podemos citar as mais comumente utilzadas em embarcações: as wires ou antena longa (Long-wire), as dipolos e as verticais.

COMO ESCOLHER UMA ANTENA DE VHF

Quantos dBS deve ter uma boa antena? Essa é sempre a pergunta inicial de quem procura uma antena. A potencia em dB de uma antena (ou ganho) indica o poder de aumento na transmissão em razão da habilidade de enfocar energia. O decibel (dB) é uma medida da razão entre duas quantidades, sendo usado para uma grande variedade de medições em acustica, física e eletronica. O decibel é muito usado na medida da intensidade de sons. É uma unidade de medida adimensional, semelhante à percentagem. A definição do dB é obtida com o uso do logaritimo que é dada pela expressão: dB = 10 x log P2/P1

Por essa equação podemos calcular quantos decibels (o plural de decibel é mesmo decibels e não decibéis) uma dada potência P2 é maior que P1. Devemos notar que essa é uma medida relativa e que nos dá o quanto uma grandeza (P ou potência) é maior que outra. Agora, se um sinal for 6 dB mais potente que outro, por uma propriedade característica dos logaritmos, o primeiro será 2 x 2 = 4 vezes maior que o segundo (6 dB = 3 dB + 3 dB). No caso de termos 9 dB, fazemos o desdobramento: 9 dB = 3 dB + 3 dB + 3 dB, o que nos dá 2 x 2 x 2 = 8 vezes

Quando tivermos 10 dB, a potência P2 será 10 vezes maior que P1. E assim, quando quisermos saber quantas vezes uma certa potência é maior que outra, basta separá-

la (os dB) em somas de 3 dB e multiplicar por 2 cada vez que tivermos um 3. Se tivermos um múltiplo de 10 é ainda mais fácil, pois basta multiplicar por 10. Veja os exemplos: 3 dB = 3 dB = 2 = 2 vezes 6 dB = 3 dB + 3 dB = 2 x 2 = 4 vezes 9 dB = 3 dB + 3 dB + 3 = 2 x 2 x 2 = 8 vezes 13 dB = 10 dB + 3 dB = 10 x 2 = 20 vezes 16 dB = 10 dB + 3 dB + 3 dB = 10 x 2 x 2 = 40 vezes 26 dB = 10 dB + 10 + 3 dB + 3 dB = 10 x 10 X 2 x 2 = 400 vezes

e assim por diante. Como podemos perceber, é até mais fácil do que usar a calculadora e com um pouco de prática pode ser feito até de cabeça. Não devemos, porém, confundir os dB de potência e de tensão. Antena com alto potencia de dB concentra energia perpendicular a haste da antena num campo como o formato de um disco. Isto faz com que o sinal do radio apresenta-se forte para Receber estações em volta de você. Também, poderá representar um problema se o seu barco inclinar ou balançar no mar, pois reduz a quantidade de energia transmitida acima ou abaixo da antena. A concentração do sinal pode enfraquecer e encolher enquanto o barco estiver inclinado ou balançando. Um bom exemplo da grande da radiação de uma antena de baixo dB é que ela permite um veleiro estar inclinado e continuar enviar sinal para o horizonte. Veleiros devem usar uma antena de 3dB montada no topo do mastro, no mais alto, onde for possível.

CONSTRUÇÃO DE ANTENAS VERTICAIS

Antenas verticais mais comumente utilizadas, são fabricadas de aço inox ou de fibra de vidro. Para montagem no topo do mastro, as antenas curtas de aço inoxidável, tipo “chicote” são menos resistente a força dos ventos e proporcionam a apropriada e necessária radiação requerida para inclinação dos veleiros. Barcos pequenos a motor também podem usar antenas curtas de aço inoxidável, tipo “chicote”, pois eles tem uma navegação mais turbulenta. Antenas de fibra de vidro variam muito na qualidade. Uma das melhores são as da serie Shakespeare-Marine e Antenas Galaxy, as quais são revestidas com uma fina camada de poliuretano e podem durar 5 a 10 anos. Essas antenas utilizam ferragens em aço inoxidável 316 como também elementos de latão, Bronze e cobre para uma máxima e perfeita durabilidade e funcionamento no raio de operação. As antenas mais baratas utilizam ferragens de nylon que não são tão resistentes como o latão cromado ou aço inoxidável, encontrado em antenas de qualidade.

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COMPONENTES DA ANTENA

Existem três principais maneiras de fazer os COMPONENTES elétricos: a) Aqueles que utilizam pedaços de cabos coaxial, b) Aqueles que utilizam uma simples placa para a irradiação, e c) Aqueles que utilizam um sistema mais complicado de irradiação composto de cobre e de latão. Todos eles possuem performance aceitáveis, porém as antenas melhores utilizam cobre ou latão dentro da fibra de vidro para maior durabilidade e potencia. Para maximizar o raio de ação do seu radio VHF existem pequenas regras que devemos saber: ➔ Rádios marítimos para barcos de esporte e lazer, são limitados a 25 watts de saída, dessa forma diferentemente dos rádios Single Sideband (SSB) ou rádios amadores, você não pode aumentar sua potencia com nenhum adicional transmissor mais forte. ➔ Rádios VHF operam num determinado ponto principal entre estações, o que quer dizer que estes sinais não dobram ou fazem ângulo em torno de obstáculos ou acima do horizonte. ➔ Eles fazem pouco, mas pense que eles viajam como se fosse um facho de luz. ALTURA DAS ANTENAS, MAIS QUE QUALQUER OUTRO FATOR, DETERMINA A DISTANCIA QUE PODE SER TRASNMITIDO: Uma antena montada bem alta, pode “ver” mais distante através do horizonte. O GANHO DE ANTENA É IMPORTANTE Por outro lado, se diversos semelhantes rádios tentarem contatar um simples radio receptor, uma antena que possua alto ganho (dB) será aquela que ira “ouvir”. Dessa forma, qual a distancia que um aparelho de VHF pode conversar com outro aparelho de VHF? Existem infinitos fatores e maneiras de considerar e analisar a propagação e conexão entre rádios e suas antenas que podemos examinar, mas temos que simplificar, utilizando o exemplos na tabela abaixo. Eles foram obtidos em publicações especiais de rádios VHF em Barcos e Veleiros. Tudo foi calculado em função da altura da instalação da antena. Nos barcos pequenos a motor, as antenas normalmente estão instaladas na altura de 1 a 2 metros enquanto que nos veleiros podem chegar a 10 ou 20 metros. As distancias estão em milhas náuticas. ALTURA TRANS. ANTENA

1,5 mts

1,5 mts 3 mts 9 mts 18 mts

5mn 9mn 10mn 12mn

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COMPRIMENTO DE ONDA E DAS ANTENAS

Em radiofreqüência utiliza-se uma unidade de medida diferente das quais estamos acostumados, como por exemplo o metro, o centímetro e a polegada. Quando nos referimos a comprimento ou distância, ou seja, todos ou quase todas as relações existentes em radiofreqüência são medidas em comprimento de onda, cujo símbolo é: l Para sabermos qual o comprimento de onda em uma determinada freqüência, basta dividirmos a velocidade de propagação da onda eletromagnética no vácuo (aprox. 300 000 000 m/s) pela freqüência (em Hertz). Por exemplo, para sabermos qual o comprimento de onda eletromagnética na freqüência de 156MHZ (canal 16 – Emergencia VHF) devemos fazer o seguinte calculo: 156 x 1.000 (megaHertz) : 156 800 000 velocidade da luz no vácuo: 300 000 000 calculo de l : 300 000 000 / 156 800 000 = 1,913 metros

Dessa forma, o tamanho de uma onda para a freqüência marítima de VHF no canal 16, ou seja, em 156 MHZ, é de 1,913 metros Quando calculamos antenas devemos subtrair 5% da velocidade de propagação eletromagnética, pois agora ela não está mais no vácuo e sim no meio físico que é o cobre do cabo coaxial. Alterando-se o material do cabo, teremos portanto outro valor de comprimento de onda, mas todos muito próximos do comprimento no vácuo. Após ajustes finos da antena, tais diferenças são compensadas.

ALTURA DE RECEPÇÃO DA ANTENA 3 mts 7,6 mts 30 mts 7mn 10mn 12mn 14mn

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9mn 11mn 13mn 15mn

15mn 18mn 20mn 21mn

76 mts 23mn 25mn 28mn 30mn


Volvo Penta

um novo

tempo... Chegou a hora de mais um S達o Paulo Boat Show e, como n達o poderia deixar de ser, a Volvo Penta apresenta suas novidades para esta exposi巽達o. Por Eng. Luis Felipe B. Mello

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Volvo Penta agora disponibiliza a plataforma eletrônica EVC-D. Com toda a bagagem tecnológica adquirida pela Volvo Penta em oito anos de evolução do sistema EVC, a nova plataforma oferece recursos nunca antes oferecidos em um motor Volvo Penta, e o mais importante: estes recursos estão disponíveis para todos os motores diesel a partir da classe 3 litros. Surpreendentemente, a inclusão de mais recursos de instrumentação e controle acontece em conjunto com uma redução do número de componentes, o que diminui muito o tempo de instalação dos painéis por parte do estaleiro, bem como permite uma instalação mais limpa e menos propensa a enganos. Somando-se ao já lançado display colorido de sete polegadas, os motores a partir de agora contam com um novo display multifuncional de 2,5 polegadas, adequado a embarcações com painéis menores. Muito compacto, o novo display permite visualizar todas as informações sobre o funcionamento dos motores num simples apertar de teclas. Para combinar com os novos displays, estão sendo lançados novos comandos (manetes) e um novo joystick. Os novos manetes contam com um painel de teclas iluminado que permite ativar diversas funções como, por exemplo, a aceleração combinada (dois motores são acelerados ao mesmo tempo utilizando-se somente uma das alavancas), e o Cruise Control. O Cruise Control permite que seja feito o ajuste fino da rotação dos motores através de teclas, sem a necessidade de mínimas (e imprecisas) correções de rotação pelo movimento das alavancas. O novo joystick (chamado Joystick Plus) tem visual combinando com o novo manete, e incorpora teclas que permitem acionamento mais confortável da função DPS (Dinamic Position System). O sistema DPS permite, uma

vez acionado, que uma embarcação com IPS mantenha sua posição no mar com uma precisão de 2 metros, não importando a incidência de ventos ou correntes. Uma função extremamente útil quando estamos aguardando nossa vez no “travel-lift” ou no posto de abastecimento, ou ainda quando queremos manter posição exata sobre a melhor área para pesca. Sempre com o intuito de diminuir a emissão de poluentes e aumentar o torque em baixas rotações, A Volvo Penta lança o novo D13-800, para embarcações de 50 a 55 pés. Com 800 HP e contando com o mesmo bloco do D13-900, o novo propulsor propicia um planeio ainda mais rápido que o D12-800 que ele substitui. Contando com a nova plataforma EVC-D, o D13-800 já nasce com um leque de opções de instrumentação e controle que o coloca como líder de tecnologia em sua classe, sendo ainda mais silencioso que seu antecessor. Depois do lançamento dos IPS 800 e 900, a Volvo Penta vem coroar este conceito revolucionário com o lançamento dos novos IPS 1050 e 1200. A mesma precisão de manejo, o mesmo baixo consumo de combustível e a ausência de vibração que já cativaram uma legião de usuários de embarcações de 40 a 50 pés com os IPS 500 e 600 foi agora estendida para os motores D13-800 e D13-900. Com a possibilidade de instalações triplas e quádruplas, todas as vantagens do IPS tornam-se uma realidade até para embarcações de mais de 90 pés. Para tal, a Volvo Penta desenvolveu uma nova (e maior) unidade IPS, capaz de lidar com torque superior dos motores D13. Em uma feira repleta de novidades, a Volvo Penta continua se destacando pelas inovações tecnológicas aplicadas em seus produtos. É a tradição em inovar...

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Intermarine 560 Full ano 2007 com 02 Motores Volvo D12 - 715 HP 300 Horas Completa com Sky

Mares CAT 54 ano 1994 com 02 motores Caterpillar 820 HP Completa

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Princess V42 Inglesa ano 2003 com 02 motores D6 - 350 HP ano 2006, completa ar e gerador

Cranchi Endurance 39 ano 2002 com 02 C Volvo KAD 300 - 285 HP completa M

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CM

CM

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Intermarine 460 Full ano 2003 com 02 Volvo D9 - 500 HP completa

Trawler 40 de aรงo ano 2005 com 01 Cummins 200 HP completa impecรกvel

Thorus 275 ano 2009 com 01 motor Mercruiser 6.2 Gasolina Rabeta Bravo III - 370 HP Completa

Intermarine 440 Full ano 2002 com dois Volvo 430 Hp completa com ponte

Magnum 39 ano 1989 com dois Volvo AQAD - 41 Rabeta Volvo 280 completa

Ventura 265 ano 2007 com 01 Motor Evinrude 225 Hp E-Tec com 5 horas de uso

Avenida dos Bandeirantes, 3.655 Sรฃo Paulo - Tel.: (11) 5533-0334 basemareconsult@basemareconsult.com.br WWW.BASEMARECONSULT.COM.BR

Intermarine 440 Full ano 1996 com dois Caterpillar 420 Hp completa

Phantom 360 ano 2008 com 02 Mercruiser Diesel 230 HP Bravo III completa

Ventura195 2007 com Mercury 90 HP 4 Tempos

Sedna 38 ano 2006 com 02 Volvo TAMD-63 - 370 HP completa

Fairlaine 30 ano 2000 com 02 motores Volvo D3 - 190 HP ano 2007, ar e gerador completa

Bayliner 16 Ano 2000 (Americana) com 01 Motor Mercury 75 Hp

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Vuong1

a Ferrari dos mares Pier 22 faz um resgate da clรกssica lancha italiana Aquarama Riva, comparada como uma Ferrari pela sua beleza e velocidade surpreendentes Por Juliana Oliveira

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oram 34 anos de vida, design, beleza. Vida. Glamour raramente batido dentro d’água nos quatro cantos do planeta. Desde a sua criação, em 1962, pelas mãos do italiano Carlo Riva, a Aquarama, é uma das lanchas mais famosas do mundo. Não é à toa que se tornou mundalmente conhecida como a ‘Ferrari’ dos mares. O lendário barco é descendente direto do Tritone, no qual o casco totalmente esculpido em madeira de mogno foi inspirado. Até 1996, quando a Riva encerrou a fabricação da linha, 769 lanchas foram construídas, sendo que em três décadas, quatro modelos diferentes foram desenhados: Aquarama (1962 – 1972); Aquarama Super (1963 – 1971); Aquarama Longo (1972); Aquarama Especial (1972 – 1996). Aos amantes do Aquarama, a empresa Pier 22 faz um resgate na história e começa a produzir com exclusividade no Brasil a lancha Vuong 1, que segue a arquitetura do barco italiano durante o período de fabricação de 1970 a 1974. O primeiro modelo, que acaba de ser construído, estará no São Paulo Boat Show, que acontece de 14 a 19 de outubro, no Transamérica Expo Center. Apesar do resgate, o modelo não remete ao nome original. Pier Paulo Cortopassi, sócio-diretor do Pier 22, explica que a Vuong 1 é uma homenagem ao nome do atual fornecedor indonésio responsável pela fabricação do casco em madeira da linha. “Foram três anos para achar o parceiro ideal e convencê-lo a produzir o casco do molde do Aquarama. Por isso, nada mais justo do que dar o seu nome.” O número 1 indica que novos modelos estão por vir – seguindo a ordem numérica. A Vuong 1 tem 29 pés e é toda construída em madeira de mogno e acácia maciços. O casco pesa em torno de 1.800 kg e a motorização segue os padrões da Riva do ano de 1970, que usava dois Chryslers V8 de 315 HP cada. “Já a Vuong 1 usa dois Mercury V8  5,7lts a gasolina  de 320 HP, cada, com caixas reversoras contra rotantes”, explica Cortopassi. A nova geração brasileira da ‘Ferrari’ marítima atinge 45 Knots de top e sua navegabilidade alcança excelente perfomance devido ao seu peso total de 3.700kg.

A Pier 22 é conhecida por vender miniaturas de barcos. A mudança de estratégia para tamanho full size custou à empresa um investimento inicial de R$ 800 mil e mais de um ano entre fabricar e testar à exaustão a lancha dentro d’água. Para ter acesso ao primeiro modelo, o cliente terá de desembolsar R$ 540 mil. “Esse modelo é uma réplica da Aquarama com peças importadas do Cantieri Riva, na Itália”, diz Cortopassi. Agora, quem deseja apenas comprar “uma inspiração” vai desembolsar menos, R$ 470 mil, para ter a versão standard. O sócio-diretor da Pier 22 conta que a expectativa é vender três barcos durante a exposição. Além dessa primeira unidade existe outra em construção (casco de madeira pronto) com conclusão prevista para daqui cinco meses. Já o prazo de entrega de uma lancha encomendada desde o início, ou seja, casco e montagem completos, gira em torno de 10 a 12 meses. O empresário que se diz um ‘doido’ por trazer esse tipo de barco ao Brasil acredita que existam outros com a mesma paixão por design clássico e retrô. “As pessoas estão resgatando o gosto pela arquitetura romântica, cujo traço é mais simples, mas ao mesmo tempo elegante”.

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Corrosão

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Entenda o que é

corrosão e saiba como se proteger

Por Engenheiro Roberto Brener

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á pouco mais de um mês, fui contratado para examinar uma embarcação cujos metais estavam sendo violentamente corroídos. Partes dos escapes pareciam estar tomadas por vorazes e incansáveis cupins comedores de aço inox. O experiente dono da embarcação estava atormentado e igualmente não se cansava de mandar consertar os pequenos vazamentos sem entender o que podia estar acontecendo, afinal o aterramento da embarcação era novo e os zincos foram trocados recentemente. Aumentar o tamanho dos anodos de sacrifício? Pendurar Zincos dos guarda mancebos? Culpar o serralheiro pelas soldas biodegradáveis dos escapamentos? O que se passa na cabeça de quem vê seu patrimônio se corroer literalmente é um pesadelo incompreensível. A confusão de informações e os palpites são tantos que este assunto passou a ser tratado como algo místico, quando na verdade é pura Química, uma ciência exata, e o susto pelos quais muitos passam ao tirar o barco da água e ver seus metais corroídos é perfeitamente previsível e mensurável. Os dois tipos de corrosão em metais mais significativos que podem ocorrer numa embarcação são:

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Corrosão mecânica, como cavitação, que ocorre nas pás dos hélices. Este é um tipo de erosão seletiva. Cavitação pode ocorrer quando se tenta transmitir demasiada potência à hélice. A grandes velocidades de rotação ou sob grandes cargas, a pressão do lado da entrada de escoamento nas pás pode descer abaixo da pressão de vapor da água criando uma bolsa de vapor, que deixa de transmitir força à água eficientemente. Este efeito dissipa a energia, torna a hélice ruidosa devido ao colapsar das bolhas de vapor e erode a superfície das pás devido às ondas de choque localizadas contra a superfície. Este mesmo fenômeno também pode ocorrer nas camisas molhadas de motores diesel devido a vibrações acentuadas. Corrosão química, é um tipo de corrosão que somente acontece na presença de um meio salino

capaz de conduzir átomos eletricamente carregados, chamados de íons. Á água do mar é um excelente meio salino. Este tipo de corrosão apresenta três personagens imprescindíveis, metais, um meio salino, e eletricidade. Um trio presente em qualquer embarcação. Os metais de uma maneira geral, possuem alguma carga elétrica intrínseca e esta carga pode variar ligeiramente, assim um metal pode ter seu “potencial elétrico” alterado conforme as condições de salinidade, aeração, temperatura e até da poluição da água do mar. Com exceção dos metais nobres como Grafite, Platina e Ouro que são carregados positivamente, todos os outros metais são negativos quando mergulhados na água do mar. A corrosão química, conhecida como corrosão galvânica, acontece quando dois metais diferentes, com potenciais distintos são conec-

Nas fotos acima vemos uma hélice que sofreu cavitação severa

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Na figura abaixo vemos os potenciais de alguns metais quando imersos em água salgada. Os metais mais nobres, com potencial positivo estão à direita.

tados um ao outro e mergulhados na água do mar. Metais menos nobres, ou mais negativos, são chamados de anodos e acabam perdendo material para os íons da água do mar que os levam até os metais mais nobres, ou mais positivos, chamados de catodos e que são aqueles mais á direita no gráfico acima. Na prática quanto mais à esquerda no gráfico acima maior a tendência de ser anodo, veja que o Zinco é um dos metais menos nobres. Dois metais distintos e imersos em água salgada, porém não conectados entre si, também irão se corroer numa velocidade particular inerente às suas características. Nós não queremos que um destes metais seja nosso leme de Bronze certo? Assim conectamos a este um anodo de zinco, que se sacrifica reduzindo a velocidade com a qual o leme se corroeria sozinho. Talvez o pior e mais severo tipo de corrosão eletroquímica seja aquela causada por correntes parasitas. Estas correntes elétricas ocorrem quando a corrente elétrica usa os metais submersos do barco para chegar a determinado lugar. Isso pode acontecer se um equipamento não estiver bem aterrado à rede elétrica e apresentar alguma falha em sua isolação, se este equipamento estiver conec-

tado à malha que liga os anodos de zinco aos metais submersos, haverá corrente fluindo dos metais submersos para a terra. Corrosão por correntes parasitas é extremamente rápida e danosa podendo destruir todos os metais submersos.

Más afinal, qual a quantidade de anodo de Zinco devemos usar?

Como dizemos antes, química é uma ciência exata e a quantidade de anodo de zinco pode ser calculada de diversas formas. Vamos procurar não entrar em dados muito técnicos, fórmulas e gráficos que fogem do foco deste artigo. O que acontece na prática é que estes cálculos estão sujeitos a variações de salinidade, temperatura

e até mesmo de agentes poluentes. Assim estes cálculos, acabam sendo meramente orientativos. Uma vez instalados os anodos de Zinco e lançada a embarcação ao mar, devemos medir o potencial de eletrodo dos metais submersos com um instrumento próprio para este fim. O equipamento usado possui um eletrodo de prata-cloreto de prata que deve ser mergulhado na água do mar próximo aos metais submersos. Mede-se assim a tensão entre estes metais submersos e este eletrodo de referência e baseados nessa medida podemos saber se os metais estão corretamente protegidos e o momento de renovar os anodos de zinco de sua embarcação. O importante é você saber que qualquer bom profissional de elétrica naval deve ter este instrumento, sem o qual, o assunto volta a ser tratado de forma mística e amadora. Outro aspecto importante é que quanto maior a área do Zinco em contato com a água, melhor será a proteção. Os anodos também devem estar próximos aos metais aos quais estão ligados, estudos mostraram que um anodo de Zinco a mais de 15 metros do metal a ser protegido não faz efeito algum. Usar anodos presos aos lemes e aos eixos é altamente recomendável. Especial cuidado deve ser tomado em embarcações de Alumínio ou Madeira. Exagerar na massa de anodos de Zinco pode gerar ataque

Na figura acima vemos uma embarcação cujos anodos de Zinco foram totalmente consumidos. A embarcação permaneceu dentro da água e seus metais submersos foram corroídos.

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de substâncias alcalinas a estes materiais. Em cascos de madeira, esta parece “apodrecer” próxima aos anodos de Zinco, já em cascos de Alumínio, pode haver bolhas sob a pintura abaixo da linha de água. Cuidado também com o seu fornecedor de anodos de Zinco. Algumas ligas de Zinco funcionam melhor do que outras. Muitos fornecedores de anodos de Zinco compram anodos usados e voltam a fundi-los, fazendo anodos de baixa qualidade. È um processo barato de re-aproveitar aquilo que deveria ser jogado fora. Alguns chegam á adicionar magnésio á liga para que o Zinco se consuma rapidamente e você tenha que trocá-los com maior freqüência. Bons anodos de Zinco seguem as especificações MILA-18001 e chegam a ter um grau de pureza de Zinco de 99,5%. ESPECIFICAÇÃO MIL-A-18001 Chumbo (Máximo) = 0,006% Ferro (Máximo) = 0,005% Cádmio (Variação) = entre 0,15% a 0,25% Cobre (Máximo) = 0,005% Alumínio (Variação) = entre 0,1% a 0,5%

Peça sempre a seu fornecedor a especificação dos anodos que você está comprando. Um mau fornecedor não entenderá o que você está pedindo.

E o aterramento? O que é isto?

Isto é outra confusão. No Brasil acabou se misturando a palavra “Bonding” que significa ligação de todos os metais submersos a uma massa maior de anodo de zinco, cuja função é proteger os metais submersos dos efeitos da corrosão com a palavra “Grounding” que significa aterramento. Aterramento é a conexão de um determinado sistema ou equipamento à terra. Na prática, a

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Na figura acima vemos uma hélice que sofreu corrosão eletroquímica causada por problemas elétricos na embarcação

ligação de todos os metais submersos entre si é normalmente conectada a um terra comum onde todos os equipamentos são conectados, más deve se entender que isto são coisas diferentes e com finalidades distintas. O que você deve entender é que em sua embarcação todos os metais submersos devem estar conectados entre si formando uma “malha” que por sua vez, deve estar conectada a uma massa de zinco. O American Bureau of Yacht Council recomenda usar cabos encapados de no mínimo 8,5mm2 de área transversal. Em embarcações de fibra de vidro, usa-se ainda cordoalha ou uma tira de cobre sem nenhuma isolação, isto ajuda na melhoria da recepção dos rádios e na proteção contra correntes parasitas más não é obrigatório. No caso de cordoalha estanhada, o uso da mesma desencapada acaba acelerando a sua deterioração, uma vez que esta está instalada próxima ás áreas úmidas nos porões das embarcações. Em embarcações de metal ou madeira, deve-se usar sempre condutores isolados. Você deve saber também que as interconexões entre os metais submersos devem sempre ser feitas por meio de terminais soldados, embora infelizmente muitos profissionais, por comodidade, prefiram usar terminais prensados. Estes últimos acabam azinabrando e deteriorando a qualidade das conexões. BOATSHOPPING

Na figura acima vemos uma hélice que sofreu corrosão eletroquímica causada pela falta de anodos de Zinco na embarcação.

Por fim, vou terminar contando qual era o problema daquele meu atormentado cliente. Após inspecionar todas as interconexões de seus metais submersos e não achar nada de anormal, medimos o seu sistema como explicamos mais acima e concluímos que os anodos Zincos não estavam mais ali; o que não fazia o menor sentido uma vez que haviam sido trocados semanas antes. Quando colocamos a embarcação em seco veio a surpresa, os anodos de Zinco haviam sido pintados com a mesma tinta venenosa do fundo do casco, estavam isolados da água do mar e jamais iriam proteger os metais a eles conectados. Um erro básico muito mais comum do que se imagina.

Na figura acima esquema de como usar equipamento apropriado para medir a proteção dos seus metais submersos.

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tintas

primeiro o

primer!

Como tudo na vida, tem início, meio e fim! Por Sylvestre Santos F.

E

diante disso, sabemos que o começo de alguma coisa é, se não à etapa mais importante de todas, é a base para suportar todo o restante do processo com a mais perfeita segurança. No processo de pintura isso também acontece, pois, o aspecto e a qualidade do acabamento final dependem de como preparamos a superfície a ser pintada, bem como, do produto que revestiu primeiramente aquela área. Não é a toa que denominamos este primeiro produto de “Primer”, pois ele é o elo definitivo entre a superfície original (fibra de vidro, madeira, alumínio, aço, etc) e o esquema de acabamento escolhido.

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Após a finalização do processo de preparação da superfície, aplicamos o primer, que deve ser adequado à superfície, pois, para cada tipo de material ou substrato existe um primer específico. As funções do primer são inúmeras: proteger os substratos (superfície), selar, auxiliar no nivelamento e promover a aderência para a aplicação das tintas de acabamentos, seja acima ou abaixo da linha d’água da embarcação. Tanto no caso de obras novas como em reformas, os primers devem ser criteriosamente escolhidos, para que não haja problemas futuros, pois, estes não ocorrem apenas por problemas na aplicação, mas tam-

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bém, por serem incompatíveis com a superfície. Como resultado disso, todo o primer aplicado poderá se destacar/soltar da superfície, ou pior ainda, os produtos de acabamento também podem se perder, pois, o início do processo foi errado, quando se ignorou a escolha dos produtos específicos, ou seja, adequados. Claro que, devemos ainda observar e adequar os produtos que seguirão sobre o Primer, pois, eles também devem ser compatíveis, para não haver problemas de enrugamento, destacamento etc. Geralmente, o número recomendado de demãos dos primers pode variar por produto, para que se obte-


nha a adequada aderência e proteção do substrato. Um outro alerta importante é evitar, ao máximo, utilizar primers, tintas intermediárias e/ou acabamentos de fabricantes diferentes. Cada fabricante tem suas próprias fórmulas, processos de produção e controle de qualidade, essa diferenciação, ou seja, misturar produtos e fabricantes distintos poderá prejudicar todo o sistema de pintura. Caso ocorra algum problema você ficará sem saber o que fazer, pois, os fabricantes exigem que toda sua linha de produtos seja utilizada no processo, uma vez que, naturalmente, eles têm controle somente sobre seus produtos, e assim conhecem o desempenho esperado para cada um. Ainda é importante frisar a necessária de leitura dos boletins técnicos dos produtos, pois neles estão indicadas quais as tintas que são compatíveis para todo o sistema de pintura escolhido, os intervalos entre demãos, os diluentes indicados, tempo de imersão, dentre outras informações fundamentais para que os produtos tenham o desempenho esperado. Além de todas essas observações, outro fator de sucesso que não podemos esquecer, é a escolha do aplicador ou o profissional de pintura, que deve ter a responsabilidade e o comprometimento com a execução dos serviços, fechando desta forma o circulo de confiança de todo o esquema de pintura apresentado pelo fabricante. Antes de iniciar seus trabalhos, procure a INTERNATINONAL PAINT, solicite orientação ou agende uma visita do técnico ou representante da sua área, para a preparação do esquema de pintura que melhor atenderá suas expectativas. Lembre-se: Sem um bom início, o fim fica comprometido!

INTERNATIONAL PAINT A International Paint-Divisão YACHT, líder mundial neste segmento, elabora esquemas de pintura específicos para embarcações, seja para obras novas ou reformas, analisando cada caso, cada tipo de casco e propondo opções alternativas, adequando-as as necessidades dos Clientes. Dentro da sua linha de primers para embarcações de esporte/recreio, podemos destacar os produtos abaixo, que hoje, sem dúvida alguma, são os mais escolhidos em todas as obras: FIBRA DE VIDRO/ ALUMÍNIO ➔ Gelshield Plus ➔ Galverette ➔ Intergard Epa 632 MADEIRA: ➔ Intertuf Vinyl Bronze ➔ Intergard Epa 632 AÇO ➔ Galverette ➔ Intergard Epa 632 ➔ Outros esquemas dependendo do grau de preparação de superfície

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BRP

Quadriciclos Can-Am Side-by-Side surgem para movimentar o mercado BRP completa linha de portifólio para disputar com concorrentes

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s novos quadriciclos da marca Can-Am Commander 2011 chegam ao Brasil. Produzidos pela canadense BRP, a linha tem cinco modelos e duas opções de motores e recebe o nome de Side- by-Side. De acordo com a BRP, os modelos Side-by-Side foram projetados para trazer um novo nível de potência, dirigibilidade e características funcionais. Os cinco modelos – Commander 800 EFI, Commander 800 EFI XT, Commander 1000 EFI, Commander 1000 EFI XT e Commander 1000 EFI X – vêm com tecnologias altamente diferenciadas como: caixas para duas cargas “Dual Level”, suspensão traseira TTI, geometria dianteira antimergulho, além de sistemas de aceleração eletrônica e proteção anticapotamento. A linha Side-by-Side é uma estratégia da fabricante de concorrer com as outras marcas que já possuem quadris com a mesma performance e completar seu portifólio CanAm. “A BRP se preparou para entregar aos usuários o melhor Side-by-Side. Foram anos projetando o modelo que garantisse a melhor dirigibilidade, segurança e potência”, garante Alexandre Prado, Country Manager da BRP Brasil Entre os detalhes técnicos estão: caixa para cargas “dual level”, suspensão traseira TTI, egometria dianteira antimergulho, sistema de aceleração eletrônica, “Intelligent Throttle Control” (iTCMC), sistema de proteção anticapotamento de 2 pol. de diâmetro (ROPS aprovado), maior capacidade de combustível do mercado (38 litros ou 10 galões) e mais espaço de armazenamento.

Por Juliana Oliveira

“Essas funcionalidades permitem ao Commander oferecer maior potência e melhor economia no consumo de combustível. Por exemplo, o Can-Am Commander 1000 consome 39% menos combustível que o modelo concorrente da mesma categoria”, explica o Country Manager. Junto com o lançamento dos Commanders, a BRP anuncia a sua linha de acessórios, que vai desde trajes completos para o piloto até capacetes que oferecem o máximo de segurança e uma melhor experiência ao pilotar. São mais de 50 acessórios disponíveis na nova linha. Para consultar a lista de revendas, acesse:

www.brp.com/pt-br

BRP da Áustria inaugura Centro de Inovação Regional Com investimento de mais de 8 milhões de Euros, novo Centro visa desenvolver tecnologias eficientes e sustentáveis

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BRP-Powertrain, subsidiária Austríaca da BRP, acaba de inaugurar o Regionales Innovations Centrum (RIC) – Centro de Inovação Regional. O local foi criado para reduzir resíduos de carbono durante o desenvolvimento dos produtos da BRP, por meio de treinamento de seus colaboradores e estudantes, para ficar à frente das tendências tecnológicas.

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O novo Centro de Inovações Regionais nasce com o objetivo de projetar e desenvolver tecnologias eficientes de Powertrains (motores Rotax para snowmobiles; Ski-Doo e Lynx, barcos esportivos (sport boats), Jets Sea-Doo, roadsters e quadriciclos Can-Am, bem como motocicletas, karts, ultraleves e aeroplanos leves) com o menor BOATSHOPPING

impacto ambiental possível, fornecendo aos estudantes e aprendizes, por meio de uma parceria com a Universidade de Graz e a Universidade de Ciências Aplicadas de Wels, na Áustria, um treinamento de primeira-linha com profissionais experientes e motivados pela inovação de produtos. O RIC é a resposta da BRP ao projeto “Estratégia Européia 2020”, criado por uma comissão de governos europeus para assegurar a sa-


Spyder RT Techno chega ao Brasil

Triciclo com duas rodas dianteiras é vendido por R$ 84,9 mil e chega nas cores azul e prata

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BRP atualizou sua linha do Spyder 2010. A canadense começou a vender no Brasil o Roadster Spyder Touring Techno, que chegou nas cores azul e prata, além das tradicionais preta e vermelha – já comercializadas no país. O Spyder Techno é equipado com parabrisa elétrico, que é ajustado conforme a altura do piloto, apoios de pé ajustáveis, manetes aquecidos para o piloto e passageiro com regulagem de temperatura, suspensão a ar calibrada conforme a carga, direção dinâmica assistida (DPS), controle de velocidade de cruzeiro, acelerador eletrônico tipo “fly by wire” e sistema de som com rádio AM e FM e integração com iPod. Entre os destaque do “batmóvel” está o sistema de transmissão semi-automática, com trocas de marchas sem a necessidade da embreagem, por meio do gatilho manual (SE5) de cinco velocidades. De acordo com a fabricante, o triciclo foi projetado para garantir conforto e entretenimento em viagens e passeios de longa distância.

ída da crise e preparar a economia da União Européia para a próxima década. De acordo com Gerd Ohrnberger, vice-presidente e gerente geral da divisão de Powertrains da BRP, “o Centro é uma plataforma para a mudança do pensamento criativo entre a universidade e a indústria, para aumentar o conhecimento e adotar as inovações. Além disso, o RIC irá impulsionar o desenvolvimento da região e aumentará o suporte aos negócios da comunidade Austríaca”.

O modelo vem com sistema de estabilidade veicular (VSS), que inclui o freio antiblocante (ABS) desenvolvido conjuntamente com a Bosch, sistema de controle de tração (TCS) e sistema de controle de estabilidade (SCS). A BRP afirma que estes sistemas em conjunto com o equilíbrio inerente do Spyder, pelo seu formato “Y”, reinventam o pilotar para os entusiastas de todos os níveis. Para garantir uma melhor dirigibilidade para o Spyder RT, a BRP introduziu um novo motor da série Rotax 990 que fornece mais torque que os motores da linha esportiva RS, o qual traz segurança e conforto em situações de ultrapassagens e subidas dispensando a necessidade frequente de trocas de marchas.

Em apenas dois anos, a BRP já investiu em dois centros de Pesquisa e Desenvolvimento no Canadá e o RIC chega para complementar esses dois serviços, que, em conjunto, cultivarão uma corrente constante de tecnologias mais inovadoras, eficientes e sustentáveis. “Esta união de forças entre Europeus e Norte Americanos tem sido um dos maiores ativos da BRP por mais de 40 anos. Nos próximos anos, vamos capitalizar ainda mais se participarmos totalmente de uma BOATSHOPPING

nova economia mundial, baseada na criatividade e na inovação”, afirma José Boisjoli, CEO mundial da BRP. Há três anos, a BRP investiu quase 30 milhões de euros em novas infraestruturas de pesquisa e desenvolvimento. O RIC representa uma entrada financeira conjunta de 8,5 milhões de euros. A BRP cobriu 75% dos custos e o restante veio do município de Gunskirchen, apoiado pelo Governo Austríaco, a cidade de Wels e os municípios do distrito de Wels-Land, bem como uma contribuição do Oberbank Wels.

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Sterling Legend 28

Classe e elegância agora navegam lado a lado com performance e conforto.

Se você já gostou do design da nova Sterling Legend 28 não deixe de conhecer o que ela ainda tem de melhor: sua performance. Inspirada nos clássicos americanos e italianos do início do século XX, a SL28 é fabricada com as mais modernas técnicas de construção naval, que vão desde o uso de avançadas resinas, tecidos de fibra de vidro multiaxiais, reforços com fibra de carbono, até a estrutura tipo sanduíche de seu convés. Além disso, a Sterling Yachts cumpre e supera todas as normas de construção aplicáveis às embarcações que fabrica. Especial atenção é dada também ao seu acabamento de qualidade superior e ao uso de equipamentos e matérias primas de primeiríssima linha, vindas de fornecedores de renome internacional. O resultado desse cuidado todo se traduz em um conjunto confortável, eficiente e preciso, que permite ao seu condutor uma pilotagem muito mais esportiva. Venha sentir a emoção e o prazer de possuir a mais sofisticada e exclusiva lancha do mercado.

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contato@sterlingyachts.com.br

Rua Almirante Pereira Guimarães, 220 - Pacaembu - São Paulo - SP - Tel: 11 3726-3905 A Sterling Yachts se reserva o direito de modificar materiais, especificações de equipamentos e/ou modelos sem aviso prévio. As fotos/ilustrações podem conter equipamentos opcionais. Todas as medidas são aproximadas. O equipamento Standard pode variar, dependendo da região para qual é vendido o produto. Os dados sobre performance são estimados e podem variar em função de carga, manutenção e das condições metereológicas (vento e ondulação).

SL28

SA41

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SA45

SA53


sp marine

Mond Blu um mundo de

informação A

Intermarine tem grandes novidades em sua nova linha de embarcações que será apresentada durante o São Paulo Boat Show, entre 14 e 19 de outubro. A equipe da SPMarine, que é representante Intermarine exclusiva em todo o país, está motivada e confiante para essa nova fase. Acompanhando as mudanças na Intermarine, a SPMarine também tem novidades: o logo foi redesenhado, deixando-o mais elegante, e lançou sua primeira publicação, a Mond Blu, um mundo de informação sobre tudo que é ligado ao mar e ao estilo de vida de quem tem barco. Entre as matérias da primeira edição, todos os detalhes das mudanças na Intermarine. Mostra também todas as novidades nos novos barcos que atrairão a atenção do público no São Paulo Boat Show. A Mond Blu será distribuída gratuitamente para o mailing da Intermarine e estará disponível nos principais pontos náuticos.

PRESENÇA

A nova publicação da SPMarine: Mondblu

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Desde 2005, a SPMarine está presente em diversos pontos de apoio. Neles, você pode contar com profissionais capacitados e com mais de 25 anos de experiência no mercado náutico. Os investimentos em infra-estrutura, ampliação e aprimoramento do atendimento são contínuos. “Estamos preparando a ampliação dos pontos de atendimento, prevendo a expansão da produção e vendas com a renovação da linha Intermarine, que surpreenderá o mercado náutico”, conta Luiz Antonio Batagini, diretor da SPMarine.


No estado de São Paulo, a SPMarine adquiriu uma nova sede, localizada em Alphaville, sofisticado bairro de Barueri, próxima à fábrica da Intermarine, em Osasco. “A aquisição da sede reflete nossa solidez e demonstra nosso compromisso com o mercado”, destaca o diretor da SPMarine, Ivan César Batagini. “Além disso, a proximidade da Intermarine facilita a operacionalização dos nossos negócios.” No Paraná, a SPMarine possui um escritório em Curitiba, que dá suporte às operações nas cidades de Guaratuba e Paranaguá.

Prédio da nova sede própria em Alphaville

MELHORES E MAIORES MARINAS

A SPMarine também possui postos de atendimento em diversos pontos da nossa costa. Entre as parceiras exclusivas, a SPMarine está em duas das maiores marinas do país: a Marinas Nacionais, localizada no Guarujá, em São Paulo e a Tedesco Marina, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Outro importante lugar que marca a presença da SPMarine é a Bahia Marina, em Salvador, na Bahia. A maior marina do Brasil, a Marina Verolme, também possui um escritório da SPMarine, junto com o galpão das operações da SPMarine Assistance. O serviço fica a sua disposição gratuitamente em caso de socorro e atendimento emergencial em panes mecânicas e elétricas, 24 horas por dia, 7 dias por semana em todo o Brasil. São 2700 m2 e capacidade para abrigar, em média, 12 barcos de médio e grande porte. “Temos uma ponte rolante com guincho com capacidade para içar motores ou toda a estrutura do flybrigde do barco”, conta o diretor da SPMarine, Gilberto Pini. Além de Angra dos Reis, cobrindo desde o litoral sul do Rio até o litoral norte de São Paulo, a SPMarine Assistance tem pontos de atendimento em Salvador, Bahia; no Guarujá, atendendo todo o litoral paulista, e em Balneário Camboriú, fornecendo serviços em todo o litoral da região Sul do país. Certificada e homologada pela fábrica, com colaboradores que recebem treinamento constante na Intermarine, essa retaguarda dá ainda mais tranqüilidade ao cliente SPMarine de ter realizado um ótimo negócio.

www.spmarine.com.br

Manutenção de motor e sistema elétrico e eletrônico, tapeçaria, marcenaria, inox, alinhamento de eixo, laminação e pintura, e vidraçaria estão entre os serviços prestados pela SPMarine Assistance

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fibrafort

Fibrafort 20 anos Em 2010 a empresa comemora 20 anos de sucesso com seus 10.000 barcos navegando pelo mundo.

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onsiderado o maior estaleiro da América do Sul em unidades vendidas, a Fibrafort atinge em 2010 a marca de 10.000 barcos, o que representa bem sua trajetória de 20 anos, esbanjando inovação, qualidade e credibilidade. Situada em Itajaí, cidade portuária da bela Santa Catarina, a empresa iniciou suas atividades customizando diversos produtos em fibra de vidro. Hoje, desenvolve e comercializa uma ampla linha de lanchas de lazer entre 16 e 31 pés, que se destacam pelo design, qualidade e conforto funcional.

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É uma das únicas fabricantes de barcos do Brasil, com produção seriada, são quase 100 barcos ao mês. Ao todo a Fibrafort possui um parque fabril com 3 unidades de fabricação: ➜ 1 unidade de produção de peças (painéis, targas, pára-brisas, pias, etc); ➜ 1 unidade de produção de barcos entre 16 e 25 pés (com 3 linhas de montagem); ➜ 1 unidade de produção de barcos entre 27 e 31 pés (com 2 linhas de montagem). Durante estes 20 anos a Fibrafort construiu uma sólida rede de concessionários, no Brasil e no Exterior, contando atualmente com a maior


Linha do tempo

A história da Fibrafort é repleta de acontecimentos importantes, o que demonstra o seu constante crescimento: rede de revendas e assistência técnica do segmento, no Brasil, são mais de 30 unidades. São 20 anos de dedicação, pesquisa e muito trabalho, desenvolvendo os barcos que as pessoas querem comprar, e incrementando o desejo do consumidor com as melhores tendências do mundo náutico e práticas de industrialização. Satisfazer o consumidor é a receita de sucesso da companhia. Essa constante busca pelo que há de melhor reflete-se também na estrutura e gestão da Fibrafort, que vem implantando práticas globais, tais como: O Sistema de Gestão da Qualidade: que tem por principal objetivo a qualidade assegurada do produto em todos os estágios de produção e padronização de processos. O ERP, sistema de gestão da informação, com módulos industriais, comerciais e administrativos integrados. O BSC (Balanced Scorecard) que além de mapear as estratégias de crescimento da empresa, ainda monitora o desempenho em todos os níveis da companhia. Com este novo modelo gerencial, em 2009 a Fibrafort passou a ser administrada por um Comitê de Acionistas, Presidente e Diretor Industrial, Neste ano a Fibrafort não apenas comemorará duas décadas de existência, mas sim duas décadas de sucesso empresarial, de avanço tecnológico e de expansão mercadológica construídos com muito trabalho e paixão pelo que se faz, motivados por uma visão para o futuro e para as novas gerações.

1990 • Customização de produtos em fibra de vidro; 1993 • Iniciou a produção de barcos para motor de popa; 1998 • Lançou a linha Focker, a marca mais desejada no 2002 2003 2005 2006 2007

2008

2009

2010

Brasil entre 16 e 26 pés! • Construiu uma nova unidade para o parque fabril com 1200m2; • Adquiriu Certificação Européia e deu início às exportações; • Ampliou o parque fabril para 3200m2; • Passou a trabalhar com lojas exclusivas da marca; • Recebeu o prêmio Revista Náutica de Barco mais vendido do ano para Focker 190; • Recebeu o Prêmio de Maior Exportador do Segmento pelo Governo Federal; • Lançamento da linha de produtos para motor inboard (centro-rabeta); • Construção de novo parque fabril para linha Cruiser, chegando aos 6700m2; • Lançamento da linha de produtos day cruiser – lançamento da Focker 280 GT; • Lançamento da nova logomarca que representa a personalização da marca; • Novo modelo de Gestão Profissionalizada, com a sucessão de um novo presidente; • Focker 215 – Indicada por ser a lancha de maior liquidez no mercado pela Revista Náutica • Focker 280 – Indicada pela Revista Náutica como “Melhores do Ano de 2009”

www.fibrafort.com.br BOATSHOPPING

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Yamaha

Lançamento Linha 2011 A linha Waverunner Yamaha 2011 tem novo produto, modificações no casco e novas cores e grafismos.

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D

entre as novidades, o destaque vai para o novo modelo VXR da consagrada linha VX e que começa a ser comercializado a partir de outubro. Quem procurava um jet de alta performance com menor consumo de combustível e com valor mais acessível vai ser presenteado com esse lançamento. O VXR chegará ao mercado brasileiro com preço por volta de R$ 47.000,00. Caracterizado pelo design mais esportivo, o VXR ganha à força do potente motor 1.8 aspirado e do casco fabricado com a exclusiva fibra Nanoxcel, o que lhe confere menos peso e ganho de aceleração e velocidade final. Teste realizado pelo site americano boattest.com comprovou o desempenho de alta performance do novo Jet, que alcançou a incrível marca de 68,4 mph (desempenho similar aos jets com motor turbo do mercado) e com significativa economia de combustível em relação aos jets mais potentes. Além disso, o novo jet vem equipado com reverso (marcha-à-ré), espelhos retrovisores, escada para reembarque, banco ergonômico bicolor com encosto para o piloto, controle remoto que bloqueia a ignição e limita a velocidade. Os modelos VX Cruiser e VX Sport, conhecidos pelas linhas atraentes, conforto e preço convidativo sofreram pequenas mudanças de grafismos, mas continuam sendo ícones da linha de jets mais vendida do mundo e a mais econômica da categoria. O VX 700, modelo 2 tempos, aparece com casco e deck remodelados iguais aos da linha VX quatro

Waverunner VXR Yamaha.

O jet aspirado mais veloz do mundo*. RESULTADO DO TESTE: ➔ Velocidade máxima 68,4 mph (110,1 km/h) com consumo de 51,1 l/h ➔ autonomia de 111 milhas de navegação a 38 mph de velocidade média (178,64 km a 61,2 km/h de velocidade média) ➔ aceleração de 0-30 mph em 1.8 segundos *Fonte: boattest.com

tempos e com espelhos retrovisores. O jet que é sucesso por trazer ao mercado uma ótima relação custo-benefício e acabamento dos jets mais sofisticados, ganha com isso novas qualidades de navegação. Os modelos FZS, FZR, FX Cruiser SHO, FX Cruiser HO receberam cores mais sóbrias e os contrastes ficam por conta dos grafismos. Casco em fibra Nanoxcel, motores de alta performance, banco ergonômico, piloto automático e nowake mode (navegação constante na velocidade de 5 milhas por hora sem acelerar), painel multifunção, coluna telescópica, ajuste na posição do guidão, trim com quatro poBOATSHOPPING

FICHA TÉCNICA: Casco: fibra Nanoxcel Cilindrada: 1.812 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,27 Largura (m): 1,17 Altura (m): 1,16 Peso seco (kg): 330 Capacidade de combustível (l): 60 sições, escada para reembarque e porta-objetos estanque são alguns dos equipamentos que acompanham um ou outro modelo, mas todos tem as características de sofisticação, conforto e alta performance. O SJ 700 não sofreu modificações de cores e grafismos em relação ao modelo anterior. Mas os fãs do mundo inteiro poderão exercitar a criatividade e participar do Superjet Design Grand Prix no site waverunner-fan.com. Basta baixar os arquivos no site e enviar sugestões de pinturas, cores e grafismos. A Yamaha irá premiar alguns participantes e as sugestões de design poderão ser publicados no site.

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FZR

Casco: fibra Nanoxcel Cilindrada: 1.812 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros, Supercharged Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,37 Largura (m): 1,23 Altura (m): 1,16 Peso seco (kg): 369 Capacidade de combustível (l): 70

VX 700

Cilindrada: 701 Tipo de motor: 2 tempos, 2 cilindros Alimentação: 2 carburadores Comprimento (m): 3,22 Largura (m): 1,17 Altura (m): 1,16 Peso seco (kg): 283 Capacidade de combustível (l): 50

FX CRUISER HO

Casco: fibra Nanoxcel Cilindrada: 1.812 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,37 Largura (m): 1,23 Altura (m): 1,24 Peso seco (kg): 365 Capacidade de combustível (l): 70

VX CRUISER

Cilindrada: 1.052 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,27 Largura (m): 1,17 Altura (m): 1,16 Peso seco (kg): 340 Capacidade de combustível (l): 60

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FX CRUISER SHO

Casco: fibra Nanoxcel Cilindrada: 1.812 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros, Supercharged Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,37 Largura (m): 1,23 Altura (m): 1,24 Peso seco (kg): 381 Capacidade de combustível (l): 70

VX SPORT

Cilindrada: 1.052 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,22 Largura (m): 1,17 Altura (m): 1,16 Peso seco (kg): 334 Capacidade de combustível (l): 60

SJ 700

Cilindrada: 701 Tipo de motor: 2 tempos, 2 cilindros Alimentação: 2 carburadores Comprimento (m): 2,24 Largura (m): 0,68 Altura (m): 0,66 Peso seco (kg): 139 Capacidade de combustível (l): 18

FZS

Casco: fibra Nanoxcel Cilindrada: 1.812 Tipo de motor: 4 tempos, 4 cilindros, Supercharged Alimentação: injeção eletrônica Comprimento (m): 3,37 Largura (m): 1,23 Altura (m): 1,16 Peso seco (kg): 369 Capacidade de combustível (l): 70

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Os encantos da Capital Nacional da Vela I

lhabela, que já foi chamada de Ilha de São Sebastião, Villa Bella da Princesa e Formosa entre outros nomes, sempre referenciando sua beleza inigualável, é uma das mais preciosas reservas biológicas do planeta e detém o título de Capital Nacional da Vela em função dos bons ventos que sopram no Canal de São Sebastião. Já é conhecida mundialmente como o cenário da maior competição de vela do Brasil, a Rolex Ilhabela Sailing Week. Esconderijo e refúgio de corsários e piratas europeus e argentinos, entre os séculos XVI e XIX, Ilhabela é, hoje, a mais charmosa e badalada ilha do litoral paulista e, segundo historiadores, esconde tesouros valiosos. Escolhemos 10 praias que não podem faltar no seu passeio de barco, algumas com muito agito e outras mais tranquilas, que serão apresentadas em duas matérias especiais. Em certas praias de Ilhabela você encontrará bom abrigo para pernoite com poitas. Mas, se deseja passar alguns dias com sua embarcação no arquipélago recomendamos procurar uma praia abrigada ou uma das marinas particulares. Confira as cinco primeiras dicas que o Bombarco preparou para você:

LOCALIZAÇÃO E MEIO AMBIENTE

Ilhabela fica no litoral norte de São Paulo, distante 60 milhas náuticas de Santos e 70 milhas náuticas de Paraty. É a terceira maior ilha marítima do Brasil e também um dos últimos redutos intocáveis de Mata Atlântica, que cobre 85% do município.

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PRAIA DO JABAQUARA

Localização: S 23°44’11” / W 45°17’32” A praia do Jabaquara é considerada uma das mais bonitas de Ilhabela. O local, com sua flora preservada, é rodeado de árvores e cortado por dois riachos, um em cada extremidade dos 500 metros de extensão. E, em função disso, o lado direito reserva uma doce surpresa aos visitantes, já que o rio que lá deságua forma uma bela lagoa de água doce. As águas do mar são claras e ótimas para um mergulho livre. O visitante também pode se animar com a boa oferta de alimentação na praia como o restaurante do Jabaquara. Atualmente, não há serviço de embarque e desembarque. No entanto, Marcos, o proprietário do restaurante promete que, no verão, oferecerá melhor apoio às embarcações. Essa é a última praia que é possível chegar de carro. Mas se estiver de barco, fique atento, a praia é pouco indicada para pernoite pela oscilação de maré. Oferece abrigo para ventos de sudoeste e é um pouco mais abrigada no canto esquerdo da praia olhando do barco.

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O MERCADO NÁUTICO É AQUI

PRAIA DA FOME

Localização: S 23°44’35” / W 45°16’01” Fugindo um pouco do movimento de outras praias da Ilha, a Praia da Fome só fica movimentada mesmo na alta temporada com a visitação das embarcações dos veranistas. As pequenas casas dali foram, no passado, usadas como senzalas. Daí o nome “Praia da Fome” porque ali os escravos, vindos da África, eram alimentados para depois serem vendidos conforme seu peso. Ao pé do morro e com suas águas calmas e cristalinas, essa pequena praia, de 150 metros de extensão, quase some em meio à grande vegetação que a rodeia sendo também ideal para a prática de mergulho. Serviço de embarque e desembarque e boas refeições a base de peixe são oferecidos pelos próprios moradores. A comida, cuidadosamente preparada, é feita na casa dos habitantes locais e as bebidas podem ser compradas no quiosque. A Praia da Fome tem muitas poitas e é bem abrigada para pernoitar mesmo em mar um pouco mais agitado. O tempo de lancha partindo da vila até a praia da fome é de aproximadamente 30 a 50 minutos.

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SACO DO POÇO

Localização:S 23°45’43” / W 45°15’28” Em busca de sossego e de descobrir belezas naturais diferenciadas? Então você não pode deixar de conhecer o Saco do Poço. Essa é uma das praias mais interessantes de Ilhabela formada por pedras e rochedos. Lá existe um sítio arqueológico e uma lagoa de água doce formada pela água da Cachoeira do Poço, que se pode ver da própria praia. A praia é primitiva e desabitada, portanto leve comida no barco. De águas geralmente tranquilas, o Saco do Poço tem boas condições para pernoitar no barco. Mas, fique sempre atento a previsão do tempo. Partindo da Praia da Fome leva de 15 a 20 minutos de lancha.

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SACO DO EUSTÁQUIO

Localização: S 23° 50’ 12” / W 45° 14’ 37” Com um mirante natural que possibilita uma linda vista panorâmica da Baía de Castelhanos, o Saco do Eustáquio fica bem ao leste da Ilha, um pouco mais afastado. O local, de águas transparentes, é um verdadeiro abrigo natural das ondas de mar aberto. Por isso, é muito conhecido por ser um porto seguro para os navegantes e aos adeptos do mergulho. Além da beleza nativa o Saco do Eustáquio tem bar e restaurante que servem deliciosas porções de mariscos cultivados na vila de pescadores. É só chegar e esperar por um bote que te levará para a praia ou levará a comida até o seu barco. Se quiser ficar por lá, o local tem excelente abrigo para pernoitar com poitas e serviços de embarque e desembarque. E, fica um pouco mais afastado, cerca de 1h30 a 2h30 de lancha, partindo da vila.

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O MERCADO NÁUTICO É AQUI

PRAIA DE CASTELHANOS Localização: S 23° 51’ 19” / w 45°17’ 15”

A já famosa praia, localizada na Baia de Castelhanos, está situada a leste e possibilita muitas aventuras. Antigo refúgio de piratas, a praia guarda tesouros como a Cachoeira do Gato, que se chega por uma trilha, e riachos de água transparente. Catelhanos é a maior praia de toda a ilha com mais de 1 km de extensão e oferece boa estrutura de alimentação com bares e restaurantes e serviço de embarque e desembarque. No canto direito, visto da embarcação, a praia é um pouco mais tranqüila, mas tenha cuidado com a arrebentação. O local também é ótima opção para os adeptos do surfe.

Cuidado com os Borrachudos Os borrachudos pertencem a família Simuliidae e impressionam pela picada que pode causar sérias alergias. Ilhabela é o cenário perfeito para a proliferação desse mosquito. Pela proximidade com nascentes de rios, cachoeiras e trilhas, é muito comum encontrar na região, o famoso borrachudo, que pode acabar com a viagem de qualquer um. Portanto, nunca se esqueça do repelente!

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All Flags lança loja da Schaefer Yachts em São Paulo

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a noite de 15 de setembro, a loja All Flags realizou um cocktail muito especial, a inauguração da sua loja conceito da Schaefer Yachts. A empresa já era dealer do estaleiro e agora aumenta sua participação com este novo empreendimento. Com cerca de 1000 metros quadrados, com 68 metros de frente, a All Flags inaugura o maior show-room da região, da marca Schaefer Yachts. A nova unidade foi construída na mesma avenida em que está localizada a primeira unidade, na Avenida dos Bandeirantes, em São Paulo, com amplo estacionamento e próximo ao aeroporto de Congonhas. Na nova unidade, estão expostos todos os modelos da marca, inclusive uma Phatom 500HT. Os clientes podem ver de perto o que eles desejam e esperam dos barcos

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da Schaefer. Essa inovação realizada pela All Flags, nenhum outro dealer fez até o momento, um show room nunca visto e exclusivo. “Esse formato de loja é o futuro da náutica, lojas exclusivas irão acabar sendo uma necessidade entre os dealers, pois desta maneira, você cria uma identificação com a marca, foca 100% na venda e pós-venda e agrega um serviço melhor para o cliente. A loja com este formato gera muito mais benefício para o consumidor e para o estaleiro, deixando a All Flags como elo de ligação entre as duas partes.” Afirma Paulo Kinoshita, da All Flags. Com essa inovação a All Flags pretende encurtar a distância entre o cliente e estaleiro, atendendo e mostrando toda a linha para que o cliente não tenha dúvida na hora da compra, afinal todos os modelos estão expostos e terão todo o foco, pelo fato da loja ser exclusiva. Um modelo muito interessante de loja que vale a pena ser conhecida.

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nstalada em São José dos Campos - SP, a VEGA BOATS é o único estaleiro no Vale do Paraíba. Estrategicamente localizada, próxima as principais rodovias do país, a rodovia dos Tamoios; Presidente Dutra, Carvalho Pinto e Rodovia Dom Pedro, o estaleiro tem total facilidade para dar vazão a sua produção e estar sempre próximo ao seu mercado principal (litoral norte de São Paulo; Rio de Janeiro e Interior do estado), riquíssimo em mananciais como a Represa de Paraibuna; Igaratá e Nazaré Paulista. “Empresa Jovem, mais muito experiente! Barcos Novos, mais já consagrados e aprovados pelo merca-

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do!” Essas palavras verdadeiramente traduzem o espírito do estaleiro, pois além de fabricar embarcações a partir de projetos navais já consagrados e aprovados pelo mercado, o estaleiro tem uma equipe com larga experiência e grande know how em construção naval. “Nossa visão é de que, uma embarcação tem que ter soluções inteligentes para maximizar o espaço de convívio a bordo e proporcionar o máximo de conforto, ser fabricada utilizando o que há de mais moderno em matérias primas e ter acabamento sofisticado; no entanto, flutuar apenas não basta, ser “bonitinho”, BOATSHOPPING

apenas não basta, para nós, um barco tem que ter navegabilidade de verdade!”, afirma Reginaldo Lemes, diretor comercial da empresa. A empresa fabrica hoje dois modelos de lanchas de esporte e recreio, a VEGA 290 (cabinada), nas versões STD e CLASSIC e a VEGA 230 (proa aberta), também nas versões STD e CLASSIC e lançará já no próximo mês a VEGA 340! A mais nova sensação do estaleiro terá pernoite para 04 pessoas e muitas soluções de convívio e espaço à bordo; além da navegabilidade de alto nível, marca registrada do estaleiro!


FICHA TÉCNICA: Comprimento: 7,00 m (23 pés) Boca: 2,60 m Calado Leve: 0,35 m Calado Pesado: 0,40 m Peso (casco básico): 800 kg Motorização mínima recomendada: 1 motor de 135 HP Motorização máxima recomendada: 1 motor de 200 HP Capacidade de combustível: 130 L Capacidade de água doce: 50 L Quantidade de pessoas (recomendado): 10 (1 tripulante + 9 passageiros)

A VEGA BOATS já se firmou no mercado como um estaleiro altamente competitivo, sendo considerada hoje uma das melhores relações custo x benefício; além disso, a empresa tem como principal diferencial a excelente navegabilidade de suas embarcações; são barcos absolutamente marinheiros, fabricados a partir de projetos já consagrados e de grande sucesso no mercado. Tudo isso garante ao consumidor plena satisfação no laser e também quando da revenda. Para VEGA BOATS, navegar deve ser uma experiência emocionante, empolgante e prazerosa, não apenas pelas lindas paisagens da costa brasileira e seus mananciais, mais também pelo conjunto num todo, onde cada detalhe do barco contribui para que seus momentos de lazer sejam perfeitos; navegar numa VEGA BOATS é sentir a emoção de estar à bordo de uma embarcação confortável e absolutamente segura, é estar no comando de um grande barco e ter a sensação verdadeira de ser o capitão, cujo único destino certo a singrar é para momentos de lazer e descontração.

A VEGA BOATS vem ganhando a cada dia mais respeito no mercado e admiração dos seus consumidores. A empresa é um dos poucos estaleiros do país que foram capazes de se lançar e caminhar a passos tão largos. Com apenas dois anos de vida, o estaleiro já fabrica barcos que medem entre 23 pés a 34 pés, e em primeira mão, já estamos ouvindo rumores de um projeto de 46 pés... A gama de embarcações fabricadas hoje pela VEGA BOATS, bem como o design e qualidade de cada um desses barcos, retratam fielmente o significado da marca; uma estrela grande e com brilho inconfundível!

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FICHA TÉCNICA: Comprimento: 8,95 m (29 pés) Boca: 2,75 m Calado Leve: 0,35 m Calado Pesado: 0,40 m Altura interna da cabine: 1,60 m Peso: 1.800 kg Motorização recomendada (gasolina): 1 x 260 a 425 HP Motorização recomendada (diesel): 1 x 200 a 350 HP ou 2 x 150 a 220 HP Capacidade de combustível: 280 L Capacidade de água doce: 120 L Ângulo do “V” do casco na popa: 19° Quantidade de pessoas (recomendado): 10 (1 tripulante + 9 passageiros)

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Tedesco Sucesso:

Festival Náutico Tedesco Marina 2010

apresenta recorde de público e vendas

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Festival Náutico de Aniversário Tedesco Marina mostra que veio para fomentar e se consolidar no cenário náutico de Santa Catarina. O evento atingiu R$35 milhões em negociações, superando em 15% a edição anterior. Além disso, cerca de 15 mil pessoas visitaram a feira, 5 mil a mais que em 2009. “O Festival Náutico Tedesco Marina equipara-se aos eventos náuticos do Rio de Janeiro e São Paulo, tanto pela qualidade quanto pelo volume de negócios gerados no evento”, afirma a diretora executiva da Tedesco Marina, Juliana Tedesco dos Santos. E Juliana está certa:  o crescimento do Festival da Tedesco Marina se iguala a porcentagens de evolução em eventos paulistas ou cariocas. A 3ª edição do Festival Náutico Tedesco Marina aconteceu nos dias 04, 05, 06 e 07 de setembro e comemorou o 4º aniversário da conceituada Tedesco Marina Garden Plaza, a melhor e mais bem equipada marina do sul do Brasil, de acordo com ranking elaborado pela Revista Náutica.

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Desfile Arezzo e Paella by Riso Massas & Risotos foram destaques no evento

Os visitantes do Festival Náutico da Tedesco Marina também curtiram um super desfile da Arezzo, com sua coleção Verão 2011 - Love in Color, no segundo dia do evento. Produzido pela equipe do Balneário Fashion Show, o desfile contou com casting da Ford Models, desfilando as últimas tendências da moda. Além disso, a paella oferecida pelo restaurante Riso Massas & Risotos, especializado em pratos finos, precisos e atraentes, contou com cerca de 200 pessoas e foi um verdadeiro sucesso. “Foi um grande prazer poder somar com a programação do Festival Náutico”, afirma Aristides dos Santos, proprietário do restaurante Riso. Para ele, a paella foi uma ótima oportunidade de confraternização entre os visitantes do Festival. “Sem contar que estava deliciosa”, elogia.


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Curso de Arrais e Mestre Amador

Realizado pela empresa Rafael Despachante Marítimo, em parceria com a Capitania dos Portos de Itajaí e Tedesco Marina, o curso para Arrais Amador e Mestre Amador é realizado no Festival Náutico Tedesco Marina desde a sua primeira edição. Este ano, o curso contou com 71 alunos, um aumento de 25% com relação ao número de inscrições da edição anterior. O curso e as provas para habilitação náutica aconteceram nos quatro dias de evento e os alunos saíram certificados do festival, tanto para Arrais Amador (habilitação náutica para navegar qualquer embarcação a 1 milha da costa) ou Mestre Amador (habilitação náutica para navegar qualquer embarcação a 20 milhas da costa).

Rally Náutico Tedesco Marina

Realizado no primeiro dia do evento, o 2º Rally Náutico Tedesco Marina contou com 36 embarcações, que disputaram para a categoria Graduados (nove embarcações) e Turismo (25  embarcações). Os competidores aliaram velocidade e regularidade para vencer. “Cerca de 5 mil pessoas prestigiaram o evento”, avalia Gustavo Bauer, Gerente Comercial da Tedesco Marina.  Confira a classificação: TURISMO 1º colocado: Paulo Henrique Kurowski e Marcos Vilatore (PHANTON 290/OSCAR 145) 2º colocado: Rogério Balti e Joewe Victorino (PHANTON 360/Marolinha) 3º colocado: Percio Ferreira Filho e Antônio Carlos (PEPIDU/PHANTON 260) 4º colocado: Jandre AUgusto Nunes e Alisson Feijão (Bellaju/Sunline 315) 5º colocado: Gerson Vicente e Afonso Neves (Nathalia/PHANTON 345) GRADUADO 1º colocado: Luis Roberto Nickel e Rogério Nickel (ARGAAU/PHANTON 360) 2º colocado: Fábio Natanael Machado e Edson Althoff (Guaia/PHANTON 500 HT) 3º colocado: João Bosco Azevedo Jr. e Joel Kravtchenco (Mararoê/HD 7.9) 4º colocado: Roberto Carneiro e Luiz Antônio Carneiro (Sontorini/ INTERM. 460) 5º colocado: Marcos Ledra e Narbal de Souza (Alegria M/ HD 7.9)

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rally ecológico

1° Rally Náutico

Ecológico Represa Guarapiranga recebe o 1° Rally Ecológico

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om o apoio do Sailing Center Marina Atlântica, da ONG Ficais da Natureza, da Idealizzare – assessoria de imprensa e parceiros, no dia 25 de setembro, aconteceu o 1° Rally Náutico Ecológico em uma das principais fontes de abastecimento de água potável da região metropolitana de São Paulo, a “Represa Guarapiranga”, em prol da preservação da região de mananciais e mobilização da sociedade. O evento reuniu 39 barcos em uma competição emocionante, onde navegadores e suas equipes abraçaram a causa em prol do meio ambiente e retiraram da Represa 1.353 kg objetos deixados na água (lixo) responsáveis por grande parte da poluição. Houve premiações do 1° ao 3° lugar para os competidores que mais se destacarem na coleta (ecológica), vencendo em primeiro lugar a embar-

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cação da empresária Jéssica Kirsner, por retirar 183.38kg de lixo. O primeiro lugar por regularidade, foi para embarcação Newton B.Jr. número 12 e a premiação pelo lixo curioso, foi entregue ao Tenente Camargo da Polícia Ambiental, por retirar um grande sofá da margem da Represa. Após a competição, aconteceu a festa de encerramento na Marina Sailing Center, com muita diversão e um riquíssimo repertório musical, os cantores Emerson Keiroz e Gabriel Milithi foram os responsáveis pelo embalo da tarde de sábado, apresentando o melhor do Pop Rock e MPB. E, finalizando o evento, o Dj Nicão tomou conta do palco proporcionando aos convidados sons dos anos 60, 70 e 80. Após o grande sucesso do evento, segundo os organizadores, o próximo Rally Náutico Ecológico, acontecerá entre março e abril de 2011.


premiação

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ada projeto é elaborado junto ao cliente e claro levando em consideração cada detalhe de suas opiniões, sendo, ele clássico, moderno ou inovador, usando da criatividade, do modo de vida de cada um e de como enxergam o universo à bordo, para que ele saia navegando com o seu barco bem decorado e harmonizando as características do perfil de cada barco com a necessidade que cada ambiente significa. E o mais importante não é o valor dos materiais colocados e sim a qualidade e o efeito do projeto. O projeto tem que ser bem elaborado e aprovado pelo cliente assim ficaria feliz e confortável em colocar à bordo seus familiares e amigos. O segredo é inovar, oferecendo ao cliente o inesperado e surpreendê-lo.

SOBRE O BARCO INOVADOR

Os materiais vão além da madeiras claras com detalhes escuros ou vice-versa, já que o couro também está em alta, assim como as

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cabeceiras de cama das suítes com detalhes bem trabalhados e as bordas de cama, usando sempre do requinte e da modernidade. O decorador precisa buscar harmonizar e transformar os ambientes utilizando-se dos produtos colocados nos barcos desde colchas, almofadas, persianas à utensílios para cozinhar à bordo e não bastam ser esteticamente perfeitos precisam ser práticos.


CADA DETALHE FAZ A DIFERENÇA SUÍTES

A decoração feita nas suítes com tecidos diversos seja colchas, almofadas ou até mesmo as mantas decorativas pode levar um charme e ousadia ao ambiente, mas nada de exagero, pois são ambientes pequenos e a escolha dos tecidos junto ao cliente é muito importante pois temos que caracterizar o perfil de cada um à cada ambiente do barco, pois cada detalhe faz a diferença.

SALÃO

É o ambiente que mais precisa de um projeto perfeito, deve apresentar todo o estilo e sofisticação adotado no restante dos ambientes, devemos levar em consideração os espaços para compôr um belo conforto. Com algumas peças decorativas deixaria o ambiente mais aconchegante e prático, como uma mesa de centro bem decorada e pode servir de apoio.

BANHEIROS

Os materiais utilizados são os mais variados, desde a madeira até o aço inox. Como o ambiente é geralmente pequeno usar espelhos e materiais translúcidos ajudam na sensação de aumento de espaço e não se esquecendo dos pontos das luminárias em led focado no vaso sanitário e na bancada com a cuba feito de pedra salistone.

COZINHA

Neste ambiente precisa adequá-lo com segurança utilizando dos suportes em acrílicos ou até mesmo outros materiais ao gosto do cliente, garantindo os encaixes com cuidado como nas gavetas de talheres, pratos, copos e no barzinho com taças e bebidas. O ideal é que o cliente se sinta como estivesse em casa, por isso precisa estar atento as tendências em termos de tecnologia, materiais e até mesmo com as cores

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Favoritos vencem a terceira etapa da Copa

Mitsubishi Motors Orson/Mapfre, Jazz e Ginga ganham em suas Classes e lideram a classificação geral Por Vinicius Cabral - ZDL / Fotos Aline Bassi e Edu Grigaitis – Balaio de idéias

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terceira etapa da Copa Mitsubishi Motors X Circuito Ilhabela de Vela de Oceano não apresentou surpresas. Orson/Mapfre, Jazz e Ginga confirmaram o favoritismo na ORC Club, RGS-A e HPE, respectivamente, e lideram a classificação acumulada da competição iniciada em março deste ano. A Comissão do Yacht Club de Ilhabela realizou cinco regatas, em dois finais de semana, dias 18, 19 e 25 de setembro.

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Na ORC Club 600, o Orson/Mapfre, de Carlos Eduardo Souza e Silva, o Kalu, não deu chance a ninguém. Conquistou o título com quatro vitórias e apenas um segundo lugar. “Estou muito feliz com o resultado e agora vamos nos preparar a Santos-Rio e o Circuito Rio e a última etapa da Copa Mitsubishi”, explicou Kalu. Na classificação acumulada das três etapas, descartados os quatro piores resultados,


o veleiro mantém a liderança com 16 pontos perdidos, contra 30 do Fantasma, de Reginaldo Costa, que era quarto colocado e agora está na vice-liderança, ultrapassando o Orson Sereloco e o Realizado, ausentes desta fase. Valéria Ravani, comandante do Jazz, foi a grande beneficiada da etapa na RGS-A.Foi campeã invicta e agora soma 14 pontos perdidos, 10 a menos do que o até então líder Jyllic II, de Martin Bonato. “Nosso adversário nesta fase era o Harpia III e procuramos velejar bem, sem erros. Felizmente conseguimos ganhar todas as regatas e agora vou decidir se disputo a Santos-Rio. De qualquer forma estamos confirmados para a última da Copa Mitsubishi”, garantiu a comandante do Jazz, que manteve a tradição de velejar com tripulação mista - quatro mulheres e cinco homens. A disputa na RGS-B foi bastante acirrada entre dois barcos da BL3 – Escola de Iatismo. O BL3/Bematech, de Clauberto Andrade, foi o campeão, com 6 pontos, um a mais do que Blue Too/BL3/LaLampe, comandado por Domingos Carelli. “Velejamos sempre com um grupo de alunos e ex-alunos e nossa tripulação variou para que todos pudessem ganhar experiência. O segredo do sucesso do grupo é a confiança que todos têm no nosso comando”, afirmou Clauberto, instrutor da BL3.

O Palmares, de José Romariz Filho, terceiro nesta fase, todavia, manteve a ponta no acumulado com 15 pontos, seguido do BL3/Bematech com 26. O Rainha/Marinas Nacionais, de Leonardo Pacheco, aproveitou-se da ausência dos adversários da RGS-C e quase alcançou o Hélios Neurotech, de Marcos Gama Lobo, que tem apenas dois pontos de vantagem – 24 a 26 na classificação acumulada.

Na HPE, vitória do Ginga com tripulação de Ilhabela

Na HPE 25, o Ginga, de Vicente Melo Monteiro, teve ótima performance e faturou o título, com três primeiros e dois terceiros lugares. ”Nosso time está bem entrosado e queríamos muito o título que acabou vindo. Somos amigos aqui de Ilhabela e temos bastante experiência de outras classes e monotipos”, contou o jovem comandante do Ginga, Vicente Melo Monteiro, de apenas 22 anos, e que já foi campeão brasileiro de Holder quatro vezes. Vicente assumiu o comando do barco no warm-up, em junho, quando Breno Chvaicer, machucou o ombro. A tripulação vencedora da etapa é completada pelo proeiro João Paulo Silva, de 21 anos, Eduardo de Souza, de 24, e Marcelo Jesus, de 27. O Ginga auBOATSHOPPING

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mentou a vantagem, na somatória geral. Tem 22 pontos contra 43 do Stella Artois, de Fabio Bocciarelli, que ganhou várias posições. O Cocoon, de Marcelo Caggiano, confirmou o favoritismo na Bico de Proa A. Beneficiado pela ausência do For Sale, de Décio Goldfarb, o veleiro soma 12 pontos contra 28 do adversário. O Tabarly, de Fábio Rivetti, também venceu e continua liderando a Bico de Proa B, com 8 pontos perdidos após os descartes dos quatro piores resultados. O Saruê, comandado por Adoniran dos Reis, dominou amplamente a Skkiper 21 e ampliou sua vantagem sobre o Alegria, de Carlos Alberto Gallo. Tem 11 pontos contra 26. Na disputada Delta 32, três barcos terminaram com 8 pontos perdidos. O BL3/Bematech ganhou a etapa por ter vencido duas regatas, enquanto o Fantasma e o Palmares faturaram apenas uma cada. Mesmo com o terceiro lugar, o Palmares é o novo ponteiro, com 20 pontos, seguido do Realizado, com 26. A novidade da terceira etapa da Copa Mitsubishi foi a disputa simultânea do Campeonato Paulista de Star. Depois de quatro regatas, o título ficou com a dupla Fábio Bodra e Arthur Lopes.

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Classificação final da terceira etapa ORC Club 600 - após cinco regatas (1 descarte) 1- Orson/ Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) - 4 pp (2+1+1+1+1) 2- Fantasma (Reginaldo Costa) - 7 (1+2+2+2+2) 3- Asbar II (Sergio Klepacz) - 12 (3+3+3+3+3)

Skipper 21 - após cinco regatas (1 descarte) 1- Saruê (Adoniran dos Reis) - 4 (1+1+1+1+1) 2- Alegria (Carlos Alberto Gallo) - 9 (2+2+4+2+3) 3- Sextante (Thomas Shaw) - 10 (3+3+2+3+2)

RGS-A - após cinco regatas (1 descarte) 1- Jazz (Valéria Ravani) - 4 (1+1+1+1+1) 2- Harpia III (Gonçalo Sá) - 8 (2+2+2+2+2)

Delta 32 - após cinco regatas (1 descarte) 1- BL3/Bematech (Clauberto Andrade) - 8 (1+3+3+1+5) 2- Fantasma (Reginaldo Costa) – 8 (3+2+4+2+1) 3- Palmares (José Romariz Filho) - 8 (2+5+1+3+2) 4- Blue Too/LaLampe (Domingos Carelli Neto) - 11 (5+1+2+4+4) 5- Asbar II (Sérgio Klepacz) – 16 (4+4+5+5+3)

RGS-B - após cinco regatas (1 descarte) 1- BL3/Bematech (Clauberto Andrade) - 6 (1+2+2+1+3) 2- Blue Too/LaLampe (Domingos Carelli Neto) - 7 (3+1+1+3+2) 3- Palmares (José Romariz Filho) - 8 (2+3+3+2+1) RGS-C - após cinco regatas (1 descarte) 1- Rainha Marinas Nacionais (Leonardo Pacheco) - 4 (1+1+2+1+1) HPE25 - após cinco regatas (1 descarte) 1- Ginga (Vicente Melo Monteiro) - 6 (1+1+1+3+3) 2- Stella Artois (Fábio Boccharelli) - 10 (2+2+5+5+1) 3- Vuarnet/Cotia (Tomás Mangabeira Albernaz) – 10 - (3+4+4+1+2) 4- Max (Anderson Biason) - 12 (4+5+2+2+4) 5- Iansã (Arthur Vasconcellos) – 15 (5+3+3+4+5) Bico de Proa A - após cinco regatas (1 descarte) 1- Cocoon (Marcelo Caggiano) - 4 (1+1+2+1+1) 2- Silence (Joaquim Prado) - 9 (3+2+1+3+3) Bico de Proa B - após cinco regatas (1 descarte) 1- Tabarly (Fábio Rivetti) - 6 (2+2+2+1+1)

Star – após quatro regatas 1 - Fábio Bodra / Arthur Lopes - 8 (1+4+1+2) 2 - Alessandro Pascolato / Henri Boening - 12 (4+3+4+1) 3 - Maurício Bueno / Luis Felipe Mosquera - 12 (5+2+2+3) 4 - Peter Ficker / Ubiratan Matos - 13 (3+1+3+6) 5 - Renato Valentim / Arno Buchli Junior - 19 (2+5+6+6)

Classificação acumulada após três etapas ORC Internacional 1- Gol/Touché Super (Ernesto Breda) - 4 pp 2- San Chico 2 (Francisco Freitas) - 8 3- Triksu (José Galvão Barreti) - 12 ORC Club 600 - com 4 descartes 1- Orson Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) - 16 pp 2- Fantasma (Reginaldo Costa) - 30 3- Realizado (José Luís Apud) - 32 4- Orson-Seroloco (Fábio Faccio) – 41 5- Asbar II (Sérgio Klepacz) – 45

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RGS A - com 4 descartes 1- Jazz (Valéria Ravani) - 14 2- Jyllic II (Martin Bonatto) - 24 3- Inaê (Bayard Umbuzeiro Filho) - 31 4- Harpia III (Gonçalo Sá) - 38 RGS B - com 4 descartes 1- Palmares (José Romariz Filho) - 15 2- BL-3/Bematech (Clauberto Andrade) - 26 3- Blue Too/LaLampe (Domingos Carelli Neto) - 34 4- Anequim (Paulo de Moura) - 50 RGS C - com 4 descartes 1- Helios Neurotech (Marcos Gama Lobo) - 24 2- Rainha (Leonardo Pacheco) - 26 3- Santeria (Maurício Martins) - 40 4- Ariel (Luiz Henrique Pimenta) - 40 HPE25 - com 4 descartes 1- Ginga (Breno Chvacier/ Vicente Melo Monteiro) - 22 2- Stella Artois (Fábio Bocciarelli) - 43 3- Max (Anderson Biason) - 52 4- Bixiga (Rafael Valdívia) - 55 5- Helisolutions (Dario Galvão) - 59 Bico de Proa A - com 4 descartes 1- Cocoon (Marcelo Caggiano) - 13 2- For Sale (Decio Goldfarb) - 28 3- Ydypy (Marco Antonio Aleixo) - 48 Bico de Proa B - com 4 descartes 1- Tabarly (Fábio Rivetti) - 8 2- Ilhasailing (Winston Guy) – 16 Skipper 21 - com 4 descartes 1- Saruê (Diego Zaragoza/Adoniran dos Reis) - 11 2- Alegria (Carlos Alberto Gallo) - 26 3- Sextante (Thomas Shaw) - 30 4- Corisco (Roberto Aflalo Filho) - 48 Delta 32 - com 4 descartes 1- Palmares (José Romariz Filho) - 20 2- Realizado (José Luís Apud) - 26 3- Fantasma (Reginaldo Costa) - 30 4- BL3/Bematech (Clauberto Andrade) - 44 5- Blue Too/LaLampe (Domingos Carelli Neto) - 53

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medalha de ouro

30 anos do

OURO DE MOSCOU Marcos Soares e Edu Penido comemoram conquista do primeiro lugar da Classe 470 Por João Pedro Nunes - ZDL / Fotos AGIF e BL8

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abelos longos, recém-saídos da adolescência e uma missão impossível: ganhar uma medalha no torneio olímpico de vela dos Jogos de Moscou, em 1980. Marcos Soares, 19 anos, e Eduardo Penido, 20, não só viraram heróis ao conquistar o ouro da Classe 470, como referência para muitos outros velejadores que transformaram o esporte no maior ganhador de medalhas do País Os dois garotos, que disputavam a classe Pinguim, resolveram formar a dupla de 470 em 1977. Na Pré-Olímpica de Vela de 1978, ganharam uma bola de basquete de presente da organização. “Éramos os participantes mais jovens e o recado era ‘brincar’ de outro esporte”, lembra sorridente Marcos Soares, que se orgulha de ter aos 49 o mesmo peso dos 19 anos.

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Marcos, que comanda a empresa Sailing, especializada em equipamentos náuticos, representa os barcos Beneteau no Brasil e trabalha com charter de veleiros em Angra dos Reis, está passando por um momento profissional agitado e nem se lembrava dos 30 anos da medalha. “Minha filha estava fazendo um trabalho para o colégio e me pediu para ver a medalha. Só aí a ficha caiu. O tempo passou rápido demais.” Edu Penido, ao contrário, lembrou-se dos 30 anos, completados no início de agosto, ao receber os parabéns de alguns amigos. Ele garante que tem gravado na memória cada uma das sete regatas que disputou na raia de Tallinn, capital da Estônia, que antigamente fazia parte da extinta União Soviética. “Fomos


pensando dia a dia na competição e chegamos à decisão precisando chegar até em sexto lugar para sermos campeões, na briga com a dupla alemã. Na última regata, os alemães venceram e nós cruzamos justamente em sexto, garantindo o ouro.” Assim como Marcos, a vida de Edu também mudou depois do ouro. “Além do valor pessoal, emocional, a vela abriu caminhos profissionais importantes para todos nós”. Ele representa a fábrica de vela North Sails no Rio e é velejador de Oceano, além de ter sido presidente da Federação do Estado do Rio de Janeiro de Vela e diretor do Iate Clube do Rio de Janeiro. Reinald Conrad, medalhista olímpico de bronze em 1968 (Cidade do México) e 1976 (Montreal), na classe Flying Dutchman, era o ídolo de Marcos Soares. Já Edu Penido tinha como espelho Joerg Bruder, o brasileiro tricampeão mundial de Finn, que virou lenda do esporte ao morrer num acidente aéreo de 1973, em Orly, quando ia tentar o tetracampeonato. “Acho que ajudamos na história da vela e, principalmente, no surgimento de talentos como Torben Grael e Robert Scheidt, os grandes vencedores do esporte”, concluiu Penido.

DUPLA REENCONTRA O TÉCNICO Marcos Soares e Edu Penido reencontraram no Match Race Brasil o técnico que tiveram na Olimpíada de 80: Boris Ostergren, que atua como árbitro. “É bom rever os dois e lembrar de um momento tão especial para o esporte brasileiro”, disse Boris, depois de abraçar os dois velejadores. O encontro só foi possível porque Marcos Soares foi convidado para substituir Lars Grael, que teve compromissos em Brasília e participou dos dois primeiros dias de competição. Edu Penido já estava na equipe do Iate Clube de Santos, cujo timoneiro era Alan Adler. No iatismo da Olimpíada de Moscou, o Brasil ganhou ainda medalha de ouro na Classe Tornado, com Alex Welter e Lars Bjorkstrom. Essas foram as duas primeiras medalhas olímpicas de ouro da vela brasileira. Hoje, o esporte tem 16 medalhas, sendo seis de ouro (duas de Torben Grael e Marcelo Ferreira, no Star, e duas de Robert Scheidt, no Laser). BOATSHOPPING

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COPA SUZUKI DE WAKE

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Marcelo Giardi “Marreco” é o novo bicampeão paulista de wakeboard e Camila Ortenblad conquista o penta

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Copa Suzuki Veículos de Wake 2010 chegou à sua etapa final. Realizada neste final de semana no Naga Cable Park, em Jaguariúna, a prova reuniu 65 atletas e revelou os campeões paulistas em 08 categorias: Mirim, Iniciante, Feminino Amador, Intermediário, Avançado, Open, Feminino Open e Profissional. Na categoria profissional Marcelo Giardi “Marreco” garantiu o título pelo segundo ano consecutivo. O detalhe é que Marreco competiu durante todo o final de semana com o ombro machucado. Ele que já havia marcado uma cirurgia para o final de setembro, teve o ombro deslocado na sexta-feira durante os treinos o que gerou uma indecisão quanto à sua participação na prova. No sá-

bado, Marreco entrou na água mais cauteloso que de costume e foi parar na repescagem. Nas finais deste domingo, Marreco mostrou a que veio e confirmou o favoritismo. Mesmo conquistando a segunda colocação na etapa, levou o título paulista após a primeira colocação nas duas primeiras etapas do Circuito. Quem levou a primeira colocação na etapa foi Eduardo “Jovem” Martins que acertou um 900 na última manobra e fez com que o público presente vibrasse muito. Na terceira colocação tanto da etapa como do circuito ficou Mario Manzolli “Marito”. Na categoria Feminino Open, Camila Ortenblad venceu a etapa e conquistou o título de pentacampeã paulista, desde 2005 Camila se BOATSHOPPING

mantém no lugar mais alto do pódio. Gabriela Rondi ficou em segundo tanto na etapa como no circuito e Vanessa Jordão foi a terceira colocada da etapa.   A competição também teve a apresentação da categoria wakeskate, modalidade em evolução no Brasil, que contou com a participação dos atletas: Pedro Portella, Patas e Arthur. Outra categoria que levantou o público foi a Mirim. Os pequenos atletas deram um show de manobras e enfrentaram a maioria dos obstáculos com muito estilo. Quem levou a etapa e o circuito foi Pedro Caldas, seguido de Victor Cordeiro. Felipe Mota Ruiz ficou em terceiro na etapa e Vinicius Cordeiro em terceiro no circuito.

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Na categoria Open que sempre ao final do Circuito eleva o primeiro colocado para a categoria Profissional teve como campeão Gustavo Bretas Marzagão, seguido de Marcelo Bacchi e André Neves. Marcelo Bacchi foi também o campeão da etapa. Outras categorias participantes foram Iniciantes com o pódio de Eduardo Labonia, Giancarlo Zaccaria e Marcel Antonio Guimarães em terceiro. A avançados que teve como primeiro colocado Eduardo Miranda, em segundo Matheus Bonadiman e Antonio José Mendes em terceiro. Na Intermediários vitória de Adriano Fernandes Soares, seguido de Antonio Rodrigues e Flávio Jordão. Na Feminino Amador Fernanda Natael venceu, Luisa Pedroso em segundo e Fernanda Martins em terceiro. O organizador da Copa Suzuki Veículos de Wake 2010 - Circuito Paulista de Wake, Mário Manzolli comemorou o sucesso do Circuito. “Este ano passamos por locais que reuniram bastante público, mídias e de fácil acesso para os atletas. Foi o ano que tivemos a maior média de público. Também apostamos em novidades como a ação social com crianças que nunca haviam tido contato com o esporte, além da maior interação com atletas por meio das mídias sociais com inclusão de fotos das etapas no Flickr e Facebook, vídeos das passadas de todos os competidores no YouTube e sorteio de prêmios via Twitter”. Antes de chegar ao Naga Cable Park em Jaguariúna, o Circuito Paulista passou pela Represa Guarapiranga em São Paulo e pela Lagoa do Taquaral, em Campinas. Juntando todas as etapas mais de 150 atletas participaram do Circuito nesse ano.

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RESULTADOS FINAIS 3ª Etapa Grand Vitara Iniciantes      1º Eduardo Labonia 2º Giancarlo Zaccaria 3º Marcel Antônio

Guimarães 4º João Morgante Galante                         Avançados 1º Eduardo Miranda 2º Matheus Bonadiman 3º José Antônio Mendes

Ferreira 4º Giuliano Cordeiro 5º Bruno Vilela Ulott 6º Lucas Bombarda 7º Danilo Rodrigues 8º Filipe Alfer

Ranking Final do Circuito Paulista 2010

2º Gabriela Rondi 3º Vanessa Jordão

PRO 1º Marcelo Giardi Intermediário                            1º Adriano Fernandes 2º Luciano Rondi Soares   3º Mário Manzolli 2º Antônio Rodrigues                                 4º Marcos Amato 3º Flávio Jordão                                        5º Eduardo Martins 4º João Malheiros 5º Arthur Lunardi OPEN 1º Gustavo Marzagão Wakeskate 2º Marcelo Bacchi 1º Pedro Portella             3º André Neves 2º Patas     4º Fábio Colloca 3º Arthur 5º Daniel Damião Feminino Amador 1º Fernanda Natael 2º Luisa Pedroso 3º Fernanda Martins

Mirim       1º Pedro Caldas                                         2º Victor Cordeiro                                      Profissional 1º Eduardo Martins 3º Felipe Mota Ruiz                                    2º Marcelo Giardi Feminino Open 3º Mário Manzoli 1º Camila Ortenblad 4º Marcos Amato 5º Luciano Rondi Neto

Feminino 1º Camila Ortenblad 2º Gabriela Rondi 3º Teresa Lobato 4º Andressa Videira 5º Vanessa Jordão Intermediário 1º Rodrigo Stroich 2º Paulo Gala 3º Vitor Marinelli

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4º Flávio Jordão 5º Rafael Mendes Iniciantes 1º Antônio Rodrigues 2º Adriano Soares 3º João Pedro Cardoso 4º Anderson Shin It

Sueishi 5º Eduardo Labonia Feminino Amador 1º Mariana Bernardini 2º Fernanda Martins 3º Patrícia Soares 4º Fernanda Natael 5º Luisa Pedroso Mirim 1º Pedro Caldas 2º Victor Cordeiro 3º Vinícius Cordeiro 4º Felipe Ruiz 5º Yago Lazarini

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Bia Figueiredo

Velocidade

Máxima Bia Figueiredo, da Fórmula Indy, pilota lancha da Intermarine

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orredora desde os nove anos de idade, quando começou no kartismo, a paulistana Bia Figueiredo fez duas estreias neste ano: uma na Fórmula Indy, na corrida São Paulo Indy 300, no circuito de rua do Anhembi, e outra no Canal de Bertioga, pilotando uma Intermarine 460 Full. A convite da SP Marine, uma das duas representantes da Intermarine, durante visita da pilota à Marinas Nacionais, no Guarujá (SP), ela agarrou a primeira oportunidade que apareceu depois que fez o curso de Arrais Amador, na Porthos Náutica, e foi aprovada no exame da Capitania dos Portos, no fim de julho passado. “Sou apaixonada por carros e também sou apaixonada por barcos e jet ski. Como tenho amigos que possuem jet e lancha, às vezes

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surge a oportunidade de pilotar. Resolvi aprender a navegar para valer e obter a habilitação oficial para isso”, conta Ana Beatriz Figueiredo, como é conhecida internacionalmente. Após o fim da temporada da Fórmula Indy, em outubro, ela planeja fazer o curso prático de Arrais Amador da Porthos Náutica e tirar a carta de Mestre Amador, que lhe permitirá navegar a até 20 milhas náuticas da costa. “Com a carta de Arrais Amador, posso navegar em águas abrigadas, e no Brasil quem possui essa habilitação nem é obrigado a fazer o curso prático. Mas eu faço questão. Acho muito importante”, diz a pilota. Ela saiu da Marinas Nacionais encantada com sua primeira pilotagem de lanchas: “Foi


uma experiência muito bacana. Acho que aprendi a pilotar o barco rapidinho. Só o básico, claro, depois que ele já estava navegando e em lugar que o mestre Anderson Diniz, da SP Marine, que me orientou, conhece muito bem”. “Eu não fiz as manobras de saída e chegada e nem pilotei no mar”, explica. “A barra onde as águas do canal de Bertioga encontram as águas do oceano não é fácil, e ficou para uma próxima vez. Eu me senti muito segura e não tive medo algum. Mas ainda tenho muito a aprender e experimentar.” A pilota da Indy se deu muito bem com o novo tipo de veículo. “Pilotar um barco é muito diferente de pilotar um carro de corrida. No carro, andamos em cima de asfalto; na lancha, em cima e por dentro da água. Os movimentos do barco são muito mais lentos do que de um carro de corrida. Na Indy, corremos a mais de 350 km/h, e, na Intermarine 460 Full, acelerei até a 33 nós, equivalente a 62 km/h, a velocidade máxima dela”, compara. E o cenário é radicalmente oposto: “Ao invés de estar entre muros e me manter totalmente focada na pista o tempo todo, tinha um canal imenso em volta de mim, e dava para apreciar a paisagem ao mesmo tempo em que pilotava, lógico que prestando atenção na área ao redor, na profundidade, nas sinalizações, nos barquinhos de pescadores, e sempre checando o movimento dos outros barcos”.

Depois de navegar alguns minutos, Bia experimentou toda a potência dos dois motores Volvo D9 da Intermarine 460 Full, de 500 HP cada. “Dá vontade de acelerar forte. Quando peguei a mão do barco, já queria colocar a velocidade máxima para ver como era”, conta ela, que também se divertiu fazendo curvas e navegando pelo rio Jaguareguava, que forma o Canal de Bertioga junto com o rio Itapanhaú. “Amei não só pilotar o barco, mas também o próprio barco. Já conhecia as lanchas da Intermarine de visitas ao São Paulo Boat Show. Essa Intermarine 460 Full que pilotei é uma supermáquina. Foi só um teste e tínhamos um tempo limitado. Mas, no futuro, se tiver possibilidade, gostaria muito de possuir um barco e navegar por essa nossa costa brasileira maravilhosa”, conclui Ana Beatriz Figueiredo.

A 380 km/h na Indy Bia Figueiredo, 25 anos, é a primeira brasileira a correr em uma categoria top do automobilismo internacional, a Fórmula Indy. Em 2010, ela estreou na corrida São Paulo Indy 300, no circuito de rua do Anhembi. Depois, se tornou a primeira pilota do Brasil a correr na clássica corrida 500 Milhas de Indianápolis, no circuito oval mais rápido do calendário, onde a velocidade dos carros chega a 380 km/h. Em agosto, ela fez a corrida da Indy no circuito oval de Chicago e em outubro disputou a última etapa do campeonato da categoria, em Miami. Antes, Bia foi a primeira, e até agora única, mulher do mundo a vencer na Fórmula Renault, três vezes, em 2005; a conquistar uma pole position na Fórmula 3, em 2006; e a primeira a vencer na Indy Lights, categoria de acesso à Indy, duas vezes, em 2008 e 2009. Agora, com seus agentes, o ex-piloto de Fórmula Indy e empresário André Ribeiro, e Augusto Cesário, dono da Cesário Fórmula, a equipe mais vencedora da Fórmula 3 Sul-Americana, ela trabalha na captação de patrocínio para disputar a temporada inteira da Fórmula Indy em 2011.

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dicas de jet

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DICAS DO DENINHO Parte III:

Guia de Compra

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as edições passadas, eu dei dicas de segurança e manutenção com o jet. Mas com a primavera por aí e o verão chegando, este é o melhor momento para comprar ou trocar a motoaquática. Não fique “estacionado” na areia. Aproveite a praia de outro ângulo e divirta-se muito em cima de jet.

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As dicas abaixo foram preparadas pensando naquilo que todos desejam: o melhor custo benefício no momento de comprar um jet ATÉ R$ 20 MIL

ACIMA DE R$ 30 MIL

Se você está pensando gastar entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, o melhor é comprar um jet usado. Com esse valor, dá para comprar uma boa máquina, mas não vai escapar de adquirir um jet com motor de dois tempos – aqueles que queimam óleo com gasolina. Ao escolher a sua moto-aquática, escolha uma de boa procedência, afinal, modelos com esse preço têm pelo menos cinco anos de fabricação. A dica é optar por uma loja ou um amigo que você tem certeza de que soube conservar o equipamento. Por isso, verifique se a manutenção está em dia e, assim que comprar, faça a revisão. Lembre-se que no mar não existe acostamento.

A partir desse valor, você já conseguirá comprar jets novos iniciando por aqueles de motores aspirados que vão de 110 HP a 180 HP. Esses modelos são direcionados àqueles que desejam passear sem se preocupar com a performance do equipamento. Acima disso, vem o modelo turbo, que traz motor de última geração, com potência de até 260 HP, ou seja, voa sobre a água. Se você está procurando adrenalina, com o jet turbo você vai encontrar. Além da super potência, existem modelos recheados de acessórios, tais como: escada, painel eletrônico, trim, GPS, suspensão e até freio.

ENTRE R$ 20 MIL E R$ 30 MIL Aqui é para quem separou uma boa quantia para ter o brinquedo aquático. Com este valor é possível comprar um jet usado, mas com motor de quatro tempos – quando queima gasolina e, de tempos em tempos, o óleo é substituído. Jets nesta faixa de preço andam até 300 horas com facilidade. Aconselho a escolher os que têm até 100 horas em cima d`água. Essas motos-aquáticas são como comprar um carro seminovo com 20 mil km rodados. Ou seja, ainda dá para rodar bem. Novamente, sempre opte por lojas de respeito no mercado, pois se o jet apresentar algum problema, ainda dá para recorrer à garantia.

IMPORTANTE: Cuidado, infelizmente há no mercado importadores independentes que não têm responsabilidade alguma com a venda ou garantia de documentação. Ao comprar seu jet, o melhor lugar é adquiri-lo em uma concessionária autorizada e que tenha total comprometimento e respeito ao consumidor. Aproveite e tenha uma excelente curtição!

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projeto marinas

Náutica em prol do meio ambiente

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omo cada vez mais temos que evitar o máximo de interferência no meio ambiente no segmento náutico não poderia ser diferente, no estado de São Paulo começou uma grande mudança nos hábitos e procedimentos com a quebra de paradigmas para marinas e marinheiros e donos de embarcações. O Projeto pioneiro no Brasil chamado de Projeto Marinas da CETESB (Companhia Ambiental no estado de São Paulo) foi desenvolvido pelo Biólogo Luiz Carlos Milanelli que criou novas formas e procedimento de que uma marina e marinheiros deve ter para operar sem interferir no meio ambiente. Objetivo : é de garantir a adequação física e operacional das atividades ligadas ao setor náutico e pesqueiro, visando a mudança de postura ambiental e a incorporação de boas praticas de gestão , as quais vão resultar na melhoria da qualidade dos ambientes costeiros. Promover a mudança de postura do segmento náutico e pesqueiro visando a substituição de hábitos e procedimentos inadequados por rotinas e práticas adequadas e inofencivas ao meio ambiente , as quais são denominadas Boas Praticas de Gestão e Manejo. Com certeza varias secretárias estaduais que cuidam de meio ambiente nos demais estados Brasileiros vão adotar estes procedimentos do pioneiro Projeto Marinas.Toda essa mudança é muito importante para o segmento náutico e as empresas do segmento náutico tem aderido bem a causa. A primeira marina referencia que tem sido modelo

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para o mercado é a Marina Porto Ilhabela timoneada pelos proprietários Gunnar e Marcos Möller situada em Ilha Bela litoral norte de São Paulo, praticamente com muito esforço e muito trabalho e muito investimento próprio ela tem se adequado a todos os quesitos exigidos pelo Projeto Marinas. Com produtos não poderia ser diferente a linha de produtos Nautispecial tradicional e pioneira em produtos de limpeza e conservação para embarcações lança ao segmento náutico a Linha ECOSEA a primeira linha de produtos 100% naturais feitos só com matéria prima vegetais, sem derivados químicos que se degradam 96% em cerca de 14 dias nos meio ambiente (mar, rios, lagos). Com isso da para ver que varias marinas e empresas do segmento náuticos estão empenhadas e se propõem a mudar em prol do meio ambiente e de deixar um mundo melhor para as próximas gerações.

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Brava

Requinte e sofisticação a bordo da

BRAVA 308 O

estaleiro Brava Iates lança durante o São Paulo Boat Show sua nova lanha 30 pés. O modelo possui acabamento de alto padrão, para atender clientes que buscam conforto e sofisticação a bordo de uma lancha de médio porte. Um sofá tipo divã, com mesa central removível, solário de proa em curvim, iluminação de teto led e móveis feitos sob medida com lâmina de madeira importada são algumas das qualidades do novo modelo Brava. Sua laminação utiliza os mais modernos recursos e materiais disponíveis, o que a deixa com alto desempenho e durabilidade. Entre os diferencias da Brava 308 R estão osky Windows na proa, vigias nas laterais, e acesso à proa feito pelo parabrisa frontal, o que traz mais segurança aos tripulantes. Com capacidade para oito pessoas ao dia (e pernoite para quatro), a embarcação possui o melhor custo benefício nesta categoria de lanchas.Acompanha também micro-ondas, inversor, guincho elétrico e muito mais. A Brava 308 R possibilita o uso de um motor 270 a 375 HP, ou de dois motores de 150 a 170 HP, conforme a necessidade do cliente. Os interessados em conhecer o mais novo modelo Brava podem visitar o estande da Brava Iates no São Paulo Boat Show, ou ir ao estaleiro Brava Iates, na cidade de Itajaí. Para mais informações sobre os produtos e serviços da Brava Iates.

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Megatech Power apresenta seus produtos mais avançados para o mercado de lazer com motores marítimos desde 150 HP a 760 HP, com base Mercedes-Benz e MWMInternational. A empresa detentora de know how e longa experiência em propulsores marítimos de alta performance, é também uma das poucas empresas capazes de fornecer aos seus clientes a propulsão completa para a embarcação, como rabetas, reversores e o coração do barco, os motores. Como tudo no mundo, esses produtos passam por transformações decorrentes de uma evolução mundial em termos de emissões de poluentes, consumo do combustível, performance, durabilidade e maiores capacidades. Complementando sua linha clássica de motores mecânicos, damos destaque aos modernos motores eletrônicos, largamente aceitos nas embarcações de recreio, o que ainda não acontece totalmente nas embarcações de uso profissional e mesmo na repotenciação de embarcações de recreio. O motor MT – 760 é um exemplo disso. Com motor base MercedesBenz OM457LA, deslocamento de

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12 L e quatro válvulas por cilindro, apresenta seu ponto alto na injeção de diesel com bombas individuais para cada cilindro com gestão eletrônica EUI ( Eletronic Unit Injection ), que injeta combustível ao tempo certo e na quantidade certa. O resultado de uma combustão mais eficiente com baixo nível de emissões para o ambiente traz também uma redução de 8% no consumo de combustível. Esta versão de motor marítimo MT760E desenvolve potencia máxima de 760cv – 2400 rpm exclusivamente para aplicações em barcos de recreio. Também já é um sucesso de exportação para embarcações profissionais de transporte ou pesca com até 500cv – 2000 rpm. Junto com os motores, a Megatech oferece soluções completas de propulsão em conjuntos “Power Pack”, integrando motor, transmissão e rabetas de superfície MONDRIVE, complementando ainda com hélices e flaps hidráulicos especiais para barcos de alta performance. Com destaque neste tipo de solução está o motor eletrônico MT-500E

com propulsão integrada MONDRIVE MZ 600, desenvolvendo potencia máxima de 500 HP – 2800 rpm. As rabetas de superfície MONDRIVE, tecnologia desenvolvida pela própria Megatech e com patente internacional própria, são coração e alma dos barcos rápidos e em especial dos barcos tipo Off-shore. Disponíveis para ampla gama de potencias, desde 150 HP até 1200 HP nas versões MS (em linha) e MZ (em “Z”). A versão MZ com dois eixos paralelos acoplados por engrenagens, se apresenta mais compacta que o modelo tradicional MS com eixo único, alem disto a versão MZ tem maior capacidade de “trimar” a embarcação buscando máxima eficiência. Todos esses produtos, podem ser integrados e complementados de forma customizada com outras necessidades específicas, como direção hidráulica, flaps hidráulicos, hélices de superfície, painéis e comandos, assim apresentando as mais variadas soluções, graças a experiência e versatilidade da Megatech.

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BRAVA IATES LANÇA MAIOR VELEIRO DO BRASIL FEITO EM FIBRA DE CARBONO Construído em fibra de carbono, o veleiro possui mais leveza e melhor desempenho

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empresa Brava Iates, situada em Itajaí (SC), lançou neste mês de setembro o maior veleiro do país feito em fibra de carbono, com 83 pés de comprimento.“A fibra de carbono tem alto grau de leveza e resistência. E sua qualidade é superior à fibra de vidro, o que deixa o barco mais veloz e durável”, afirma Fernando SampaioGoes, proprietário do estaleiro.A qualidade do barco é comprovada pelo certificado internacional Rina, atribuídaao veleiro por sua segurança para navegação. Outro diferencial do barco é a laminação feita a vácuo, o que proporciona melhor acabamento do produto.O barco oferece conforto de sobra aos tripulantes, dispõe de cinco suítes, todas com ar-condicionado digital, sala com sistema Home theather,TelevisorLede cristaleira. A cozinha agrada aos mais exigentes: móveis com detalhes em inox,geladeira, freezer, micro-ondas e pias com fonte de água doce e salgada. O veleiro dispõe também de dois watermakers (dessalinizador), compressor para recarga de cilindros de mergulho, sistema de combate a incêndio e sistema de navegação de última geração.Com capacidade para dez pessoas, o veleiro é apropriado para navegações longas. O barco também inova na parte hidráulica e eletrônica. A plataforma de embarque na popa é operada hidraulicamente. Possui uma central hidráulica que controla o guincho da âncora, que é basculante. Além disso, as catracas de controle das velas são removíveis. Com alta tecnologia e mão-de-obra especializada, o veleiro foi totalmente

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construído no estaleiroBrava Iates.“Com o lançamento deste veleiro, entramos no mercado de barcos de grande porte e pretendemos continuar fabricando modelos como este, com a melhor tecnologia do mundo”, declara Goes. Apesar de ser uma empresa recente – com 6 anos de mercado – a Brava Iates se destaca nacionalmente como uma das melhores empresas do segmento náutico. Constrói lanchas e veleiros de médio à grande porte, com assistência técnica completa e profissionais especializados. A empresa possibilita ainda remoção da água para barcos de até 80 toneladas, assistência e reparos.

Parceria com empresa italiana

A fim de investir em sua produção, a Brava Iates firmou parceria com a Aicon, terceiro maior estaleiro da Itália. Os barcos construídos pela Aiconsão vendidos nos Estados Unidos e na Europa. Com esta parceria, a Brava Iates oferece manutenção para os modelos Aicon, fabricante de barcos de 61 a 80 pés na versão fly e 62 a 82 pés na versão open. De acordo com Goes, a intenção da empresa é inicialmente oferecer manutenção, e mais tarde, a pretensão é fabricar estes barcos aqui no Brasil, adaptando os modelos às necessidades dos consumidores brasileiros.

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Arthmarine

Novos

rumos

Arthmarine lança sua 38 pés

FICHA TÉCNICA:

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estaleiro Arthmarine, conhecido por suas duas embarcações de 24 e 25 pés, agora mira novos horizontes e lança durante a feira de São Paulo, sua cabinada de 38 pés, a Arth380. Uma embarcação de linhas modernas e arrojadas apresenta apenas suas imagens computadorizadas, mas o barco estará pronto e em exposição durante o São Paulo Boat Show 2010. A mais nova lancha da Arthmarine, tem seu interior bem dividido e dois camarotes que acomodam quatro pessoas durante o pernoite, um cockpit bem espaçoso para você aproveitar o dia e pé direito com

2 metros de altura, garantem um ótimo espaço interno. O barco vem muito bem equipado de série, o banheiro tem box fechado, a cozinha é completa e foi incorporado um icemaker no cockpit. A ventilação natural e a luminosidade interna estão garantidas, graças as janela laterais que são grandes, além de três gaiutas e seis vigias. A motorização utilizada neste barco é de centro-rabeta que pode variar de 200 a 375hp, diesel ou gasolina. Visite o stand da Arthmarine e conheça essa embarcação que será uma grande novidade em nossas águas durante o verão.

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Pés: 24,00 Comprimento total: 11,66 m Boca máxima: 3,50 m Calado com propulsão: 0,60 m Ângulo do V na popa: 18º Altura na entrada da cabine: 2,0 m Altura no banheiro: 2,0 m Capacidade de combustível: 600 L Capacidade água: 300 L Peso: 4.500 Kg Camarotes/ banheiros: 2/ 1 Capacidade de pessoas dia e pernoite: 14/ 4 Motorização: 2 x 260 a 375 hp gasolina ou 2 x 200 a 320 hp diesel


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Moomba XLV 23

Compacto por fora e gigante por dentro!!

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ssa é a melhor definição para a XLV, um barco desenvolvido para a pratica do wakeboard e com o espaço interno de um barco de família. Olhando por fora ele é bem parecido com a LSV 21 pés, são basicamente as mesmas linhas e os mesmos acessórios, mas quando você esta dentro dele o tamanho realmente impressiona, a começar pelo salão do barco que é muito espaçoso e, alem disso possui bancos reclináveis que funcionam como poltronas extremamente confortáveis. A proa do barco também é grande e confortável cabendo duas pessoas deitadas com folga. Outros acessórios da linha Moomba indispensáveis para quem quer aproveitar o espaço interno deste barco são: a capota Z-Cargo, uma capota de sol bem robusta que serve também como rack para esquis, bóias, e outros equipamentos, e os racks para pranchas de wakeboard. Outra dica de acessório para esse barco é o Multi- Sport wake plate, um tipo de um flap que ajuda o barco a arrancar melhor, é uma ferramenta que melhora muito o desempenho do barco na arrancada e na navegação, mantendo o bico do barco sempre baixo, melhorando até o consumo de combustível e é usada também para a formação da marola do barco,

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“Desde que foi lançada o wake plate, eu já tinha achado muito boa a idéia e agora depois de 2 meses de uso, vi que é uma ferramenta indispensável, pois a performance do barco muda muito, principalmente na XLV 23 pés, diz Eduardo “Jovem” revendedor do barco no Brasil e que possui uma LSV. O barco possui três opções de motorização, 325hp, 340hp ou o muito potente 409hp, todos Indimar.

Moomba XLV 23 pés, venha conhecer o barco no SPBS!! A MWS vai estar com estande no SPBS, com os principais barcos da Skier’s Choice em exposição e test drive na represa da Guarapiranga do modelo Moomba LSV 21.

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COMO CUIDAR DO

BARCO INFLAVEL B

arco inflável é o 4x4 das águas que nós oferece muita emoção com sua navegação, é uma embarcação de simples manutenção, facil de transportar, com ele você faz de tudo, alem de ser muito seguro , indicado para usar com a família, na pesca, passeios, mergulho ou como bote de apoio de embarcações maiores por isso devemos dar a devida atenção na sua manutenção e na sua conservação para ter uma longa vida útil.

PROTEÇÃO ➔ Bananas (tubo inflável): aplicar PROTECTOR BOTE ele foi desenvolvido para deixar uma película protetiva seca evitando escorregões alem de evitar o envelhecimento das ações dos raios solares, e por não ser oleoso não compromete os futuras manutenções de reparos de furos e soldas. ➔ Fibra: aplicar cera náutica liquida protege dos raios solares e de maresia. ➔ Válvulas: aplicar spray marinheiro (em sua formulação não contem derivados de petróleo) para evitar travamento e fazer uma lubrificação.

LIMPEZA Válvulas: Devem ser lavadas com água doce e uma escovinha para os locais mais difíceis afim de evitar acumulo de sal e seu travamento. Bananas (tubo inflável): Em (HAYPALON ou PVC) e pode ser lavado com o bote limpo ele remove toda a sujidade inclusive a fulinge de escapamento para os botes que ficam suspensos no turco da embarcações. Casco e convés: ➔ Limpeza semanal: na fibra lavar com bote limpo revove toda a sujidade ➔ Quando ele estiver amarelado lavar com limpa costado ➔ Convés em teca lavar com restaurador de Teka.

PROIBIDO ➔ Evite lavar com a bucha do lado verde (Fibra Abrasiva) pois ela risca toda a superfície. ➔ Usar produtos como toluol, acetonas e liquidos corrosivos pois eles acabam com a película protetora do haypalon e pvc. ➔ Usar óleos lubrificantes para proteger as bananas.

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GUARDANDO O BOTE Sempre guarde o barco inflável seco, só utilize as capas protetoras tipo bailly apropriadas pois são respiráveis, não use as lonas plasticas pois não são respiráveis deixando o ambiente úmido começando a aparecer mofo e bolor sobre todo o barco inflável

DICA ➔ Sempre que possível encha as bananas do barco inflável com ar comprimido de cilindro de mergulho pois o ar é seco sem umidade. ➔ Evite ficar pisando com areia nas bananas e e sentar coma roupa de banho com areia pois ele funciona como um abrasivo em cima do PVC e do Haypalon. ➔ A pressão correta das bananas tubos infláveis são de 3psi evite altas pressões pois a embarcação exposta ao sol tende a aumentar ainda mais a pressão.

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